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Com a chegada do verão, professor comenta sobre o risco de cirurgias plásticas para fins estéticos

O caso da ex-Power Couple Luana Andrade, que morreu aos 29 anos devido a complicações durante uma cirurgia plástica, acendeu um alerta em toda a população para os eventuais riscos que um procedimento estético mais invasivo pode gerar.

“A gente tem que ter muito cuidado com atalhos, deixando claro que no caso de Luana, ficou uma interrogação com relação a cirurgia realizada, se era por um lipedema, doença crônica vascular que forma acúmulos de gordura anormal, geralmente na região das pernas, ou por estética”, explica o Dr. Antônio Vasconcelos, cirurgião vascular e professor do curso de Medicina do Centro Universitário de João Pessoa (Unipê).

As intervenções não se limitam apenas para artistas ou pessoas que trabalham com a mídia, cada vez mais indivíduos recorrem aos bisturis para conseguirem de maneira mais rápida o tão sonhado “corpo perfeito”. Atualmente, o Brasil figura no topo da lista dos países que mais realizam intervenções estéticas no mundo, de acordo com dados da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS) e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).

O médico também alerta sobre os riscos das redes sociais para esse aumento no número de pacientes em busca de cirurgias plásticas. “Essa pressão que a rede social implanta sobre ter uma vida perfeita, um corpo perfeito, ir em lugares perfeitos, é muito grande e presente na sociedade. Mais do que a aparência, o bom é ter a saúde perfeita”, ressalta o médico.

Dentro desse escopo, o professor analisa o papel dos próprios cirurgiões na tomada de decisão dos pacientes: “Precisamos lembrar que existe a dismorfia corporal, que é quando o paciente sobrevaloriza pequenas imperfeições. Então, o cirurgião plástico precisa ter essa sensibilidade de perceber se são pequenos defeitos que o paciente está sobrevalorizando ou se realmente aquilo tem um impacto relevante e precisa de uma cirurgia”.

“Sempre que a gente vai fazer uma cirurgia, o primeiro passo é conferir se o profissional é cadastrado no site do Conselho Federal de Medicina e se tem o registro de especialidade”, aconselha o Dr. Antônio Vasconcelos.

O médico também defende que o paciente busque mais informações sobre o local onde será realizada a intervenção cirúrgica e que siga as orientações do médico assistente, como realizar os exames pré-operatórios (antes da cirurgia), para reduzir os riscos do procedimento.

Sobre o Unipê – Fundado em 1971, o Centro Universitário de João Pessoa – Unipê possui conceito 5 pelo MEC, conforme avaliação in loco de recredenciamento presencial e credenciamento EAD, sendo a única instituição privada do estado a conquistar este feito, solidificando-se entre as melhores do país. O Unipê é reconhecido pela sua contribuição para o desenvolvimento da Educação no Brasil e na Paraíba, tendo um forte tripé de ensino, pesquisa e extensão em sua comunidade. A Instituição oferta cursos de graduação, presenciais e a distância, e pós-graduação (lato e stricto sensu) em diversas áreas do conhecimento. Pertence ao grupo Cruzeiro do Sul Educacional, um dos mais representativos do País, e reúne instituições academicamente relevantes e marcas reconhecidas em seus respectivos mercados. Visite: www.unipe.edu.br e conheça o Nosso Jeito de Ensinar. 

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