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Crescimento econômico traz possibilidades ao mercado

Nos últimos índices econômicos que foram apresentados ao mundo, o Brasil conseguiu subir duas posições no ranking das maiores economias, ficando em nono lugar, voltando ao top 10 após sua queda três anos antes. 

 

Isso, somado à aproximação do País ao selo de “bom pagador”, fez com que as previsões econômicas colocassem o Brasil como um possível local para mais crescimento e investimento novamente.

 

Nesse cenário, a chance de empreendimentos voltarem a crescer retorna ao horizonte e traz a importância das inovações no mercado, como frisa a empresária Cristina Boner. “Essa  é uma época de grandes possibilidades para quem estiver atento ao cenário. Por ter desacelerado em determinado momento, e ter sofrido com anos de instabilidade gerados por política e a pandemia, o mercado, hoje, encontra um grande espaço para crescimento, inovação e novos posicionamentos por parte das empresas. Graças aos avanços tecnológicos, também, novas empresas podem aparecer e aproveitar o vasto campo que se abre para novos desafios”.

 

Por ter vivido o crescimento do mercado tecnológico no Brasil, Boner enxerga que o momento atual é propício para a introdução de novos investimentos nessa área, ainda crescendo com os avanços da Inteligência Artificial e da segurança cibernética.

 

Por mais que não esteja no mesmo estágio em que esteve anos antes, quando alcançou a sexta posição entre as maiores economias, o País apresenta, com esse início de recuperação, um crescimento no PIB (Produto Interno Bruto), o que pode significar um poder maior de compra por parte da população, por mais que não seja de imediato.

 

Se os sinais avançarem para o que a previsão sugere, por mais que não seja possível subir de posição no ranking até 2026, como aponta o FMI, as empresas já poderão olhar para o Brasil como já o viram, fazendo com que o País seja um grande atrativo para quem vem de fora e de grande ajuda para os negócios nacionais, visto que podem existir parcerias.

 

Por ter vivido isso, Cristina relembra de como essa possibilidade pode alavancar alguém no mercado. “Claro que apostar em um investimento, ainda mais um vindo de fora, pode representar um risco maior do que muitos estão dispostos a tomar. Além disso, não há qualquer garantia e sabemos que uma falha pode jogar tudo fora. Porém, para que haja ganhos, é necessário que haja algum movimento arriscado. O mundo mercadológico é muito cruel e competitivo. Por isso, é necessário agir com cautela na questão dos erros, mas com a mente aberta para apostas”, relata. 

 

Sua experiência com a vinda da Microsoft ao Brasil aponta para os movimentos arriscados de que fala, por ter apostado em uma empresa que começava a se relacionar com o País e que ainda demonstrava espaço para parcerias. Além disso, por ser de uma seara ainda em desenvolvimento, o movimento de Boner foi visto como arriscado, mas acertado, anos depois.

 

Portanto, caso o crescimento econômico e a confiança de fora permaneçam, é possível que os próximos anos sejam de mais possibilidades e crescimento de empresas e investidores, de fora ou nacionais.

 


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