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- Silva traz a Brasília show “As Melhores do Verão” em festival especial na nova Birosca do Conic
O verão chegou trazendo calor, alegria e aquela energia única da música brasileira. Para celebrar essa atmosfera, a Birosca e o Lah, referências da cena LGBT local, firmam uma parceria inédita e apresentam o “Festival de Verão do Silva”. No dia 31 de janeiro, Brasília recebe o show “As Melhores do Verão”, um repertório especial de carnaval preparado pelo cantor capixaba, que promete ser um verdadeiro aquecimento para festividade. A abertura do espetáculo fica por conta do grupo Elas Que Toquem , que leva ao palco seu pagodão cheio de identidade e tempero baiano, que também contará com a participação especial da cantora Ju Rodrigues , celebrando a força feminina nos palcos. O festival ocupará diversos ambientes da Nova Birosca, com várias pistas e variados DJs e artistas da capital federal, seguindo a estética e a experiência imersiva vista no Club Vittar. A energia do verão no palco A turnê de verão de Silva chega a Brasília embalada pelo sucesso estrondoso do Bloco do Silva, projeto que nasceu há alguns anos e rapidamente conquistou o país. O bloco já passou por várias capitais brasileiras, reunindo nomes como João Gomes, Alcione, Liniker, entre outros artistas de peso. Inspirado pela atmosfera do Carnaval, o repertório traz faixas animadas cheias de sucesso de axé e brasilidades dos anos 90, 2000, além de homenagens a grandes artistas da mpb em ritmo de carnaval.No espetáculo, Silva também revisita diferentes momentos da própria carreira, interpretando sucessos como “A Cor é Rosa”, “Fica Tudo Bem” e “Um Pôr do Sol na Praia”. Além dos clássicos, o show reúne faixas animadas que convidam o público a cantar, dançar e mergulhar de vez no clima da estação mais quente do ano. Serviço: Festival de Verão do SILVA Quando: Sábado, 31/01, 20h30 Local: Nova Birosca, Conic Ingressos: Shotgun
- Goiás bate recorde histórico na abertura de empresas em 2025 e consolida ambiente favorável aos negócios
Goiás encerrou 2025 com o maior número de empresas abertas de sua história. Dados oficiais da Junta Comercial do Estado de Goiás (Juceg) apontam que 178.598 novos negócios foram formalizados ao longo do ano, superando em 34.548 registros o recorde anterior, alcançado em 2024. O resultado coloca o estado em posição de destaque no cenário nacional e reforça a percepção de um ambiente econômico mais estável, atrativo e competitivo para empreendedores e investidores. O desempenho recorde reflete uma combinação de fatores que vão desde a simplificação dos processos de registro até o fortalecimento da segurança jurídica e a ampliação do acesso à formalização. Do total de novos negócios registrados em 2025, 134.101 são Microempreendedores Individuais (MEIs), o equivalente a aproximadamente 75% das aberturas, conforme dados do Portal do Empreendedor do Governo Federal. O número evidencia o avanço da formalização e o protagonismo dos pequenos negócios na economia goiana. Ao mesmo tempo, o crescimento também é expressivo entre empresas de maior porte. As organizações que não se enquadram como MEI declararam, juntas, um capital social de R$ 12,6 bilhões, sendo mais de R$ 10 bilhões concentrados em 2.459 empresas de grande porte. O volume sinaliza a entrada de investimentos robustos e de longo prazo no estado, fortalecendo cadeias produtivas e ampliando a capacidade de geração de empregos e renda. Com esse avanço, Goiás ultrapassa a marca de 1,27 milhão de empresas ativas, consolidando um tecido empresarial diversificado e em expansão. Goiânia lidera o ranking de novos registros, com 59.195 empresas abertas em 2025, seguida por Aparecida de Goiânia, com 19.225, e Anápolis, com 12.418. O cenário confirma não apenas a força da capital, mas também a consolidação de polos econômicos regionais e a interiorização do desenvolvimento. Outro dado que chama atenção é o aumento da participação de investidores estrangeiros. Registros da Juceg indicam a presença de sócios de países como Colômbia, Irlanda, Chile, Argentina, Portugal, Venezuela, Espanha e Bolívia em novas empresas abertas no estado, o que reforça a imagem de Goiás como um ambiente de negócios cada vez mais conectado ao mercado internacional. Para o advogado empresarial Eliseu Silveira, os números representam uma mudança estrutural no perfil econômico do estado. “Esse recorde não é apenas estatístico. Ele revela um ambiente jurídico mais previsível, processos mais eficientes e maior confiança para quem decide empreender ou investir em Goiás. O volume de capital social envolvido, especialmente nas empresas de médio e grande porte, mostra que o estado deixou de ser apenas promissor e passou a ser um polo concreto de oportunidades”, afirma. Especialistas avaliam que o crescimento expressivo na abertura de empresas tende a gerar impactos diretos na criação de empregos formais, no aumento da arrecadação e no fortalecimento da economia regional. O desafio, a partir de agora, é sustentar esse ritmo com planejamento, estabilidade regulatória e estratégias empresariais sólidas, garantindo que o recorde de 2025 se converta em desenvolvimento econômico duradouro nos próximos anos.
- Bruno Fagundes é o convidado do Metrópolis nesta segunda (19/1) e fala sobre a peça "A Manhã Seguinte"
Nesta segunda-feira (19/1) , o Metrópolis destaca o novo espetáculo estrelado por Carol Castro e Bruno Fagundes , o vitralismo da Catedral da Sé e a produção nacional Descontrole . A edição vai ao ar às 23h30 , na TV Cultura , com apresentação de Renata Simões . A comédia teatral A Manhã Seguinte , do dramaturgo britânico Peter Quilter , ganha destaque no programa, com a presença do ator Bruno Fagundes no estúdio para falar sobre a produção. Em cartaz na capital paulista, a peça aborda o despertar de um encontro casual e as situações hilárias e constrangedoras que surgem com a chegada da personagem Kátia na família, explorando temas de afeto e comunicação em um contexto familiar inusitado. A atração ainda apresenta uma reportagem sobre os vitrais da Catedral da Sé , obras produzidas por mãos brasileiras e europeias, que embelezam as janelas e permitem outras perspectivas das luzes no coração de São Paulo. O cinema brasileiro também é pauta da edição, com o longa Descontrole . Roteirizado e dirigido por Rosane Svartman , o filme é uma comédia romântica que aborda o alcoolismo entre mulheres, e conta com Carolina Dieckmann no elenco.
- Começar os estudos em janeiro garante base sólida para o ENEM e o PAS
O início do ano é decisivo para estudantes que buscam alto desempenho no ENEM e no PAS. Mais do que retomar a rotina, janeiro representa um momento estratégico para estruturar os estudos e construir, com consistência, a base necessária para enfrentar provas cada vez mais exigentes em todas as áreas do conhecimento. Disciplinas como matemática, física, química, linguagens, ciências humanas e redação exigem organização, continuidade e tempo para amadurecimento dos conteúdos. Ao iniciar a preparação desde o começo do ano, o estudante consegue distribuir melhor a carga de estudos, evitar acúmulos e aprofundar temas que demandam maior compreensão e prática. Além do aspecto pedagógico, o planejamento anual favorece a organização da rotina, a definição de metas realistas e o acompanhamento sistemático do desempenho. Esse modelo permite identificar lacunas com antecedência e ajustar estratégias ao longo do processo, aumentando as chances de bons resultados nos exames. Para Luís Henrique Bogado, professor da Academia das Específicas, começar cedo é um diferencial competitivo. “O estudante que inicia em janeiro tem mais tempo para construir fundamentos, praticar com qualidade e revisar de forma inteligente. Esse processo gradual contribui para um aprendizado mais sólido e para um melhor desempenho ao final do ano”, afirma. Diante de um cenário cada vez mais competitivo, iniciar os estudos no começo do ano deixa de ser apenas uma antecipação e se consolida como uma estratégia de preparação. Ao longo dos meses, o aluno constrói não apenas conhecimento, mas também segurança, constância e domínio dos conteúdos, fatores determinantes para quem busca resultados consistentes no ENEM e no PAS.
- Sussurros | Coletiva de acervo + convidados | Curadoria de Emerson Dionisio de Oliveria
No dia 24 de janeiro , das 16h às 20h , a Referência Galeria de Arte abre ao público a mostra “Sussurros” , projeto curatorial de Emerson Dionísio de Oliveira que reúne obras em pequeno formato de artistas integrantes do acervo da galeria e de convidados. A exposição convida o público a uma experiência de escuta sensível e imaginativa, na qual as obras dialogam de forma sutil e não monumental, e o sentido emerge da atenção às relações e percepções entre elas, mais do que de significados explícitos ou revelações objetivas. Em exibição até 14 de março , a mostra pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 10h às 19h , e aos sábados, das 10h às 14h . A entrada é gratuita e livre para todos os públicos. A Referência Galeria de Arte está localizada na CLN 202, Bloco B, Loja 11, Subsolo , Asa Norte, Brasília (DF). Telefone: +55 (61) 3963-3501 ; WhatsApp: +55 (61) 98162-3111 . Instagram: @referenciagaleria . A reflexão proposta pela mostra parte do livro Uma Noite no Museu , de Milan Trenc , e de sua adaptação cinematográfica, evocando a ideia de que esculturas, pinturas e outros objetos museológicos ganham vida quando não são observados. Essa narrativa é associada à metáfora da “vida social das coisas” , formulada pelo antropólogo Arjun Appadurai , aplicada ao universo da arte. A partir dessa referência, o projeto convida o público a imaginar não apenas a vida noturna das obras, mas também seu comportamento durante o dia, diante do olhar do visitante. Nesse contexto, as obras são pensadas como entidades que se relacionam entre si, estabelecendo aproximações e distanciamentos, “sussurrando” umas às outras e construindo sentidos coletivos que ganham vida na imaginação do observador. “O que as obras sussurram umas para as outras? O sussurro é da ordem da intimidade, do afeto. Não raro, da malícia. Boas e más notícias podem ser sussurradas para construir laços decisivos ou alianças provisórias.” Emerson Dionísio de Oliveira, curador “Sussurros” se fundamenta na noção de “(des)coleção” , segundo a qual, na contemporaneidade, cada obra precisa estar apta a circular entre coleções, acervos e curadorias, conectando-se e se desvinculando continuamente de outras peças. Esse movimento revela tanto sua versatilidade quanto os aspectos de sua trajetória e história singulares. Para esta pesquisa curatorial, Emerson Dionísio reuniu mais de cem obras — em sua maioria pertencentes ao acervo da Referência — produzidas por mais de trinta artistas, compondo um mosaico de “murmúrios”. O curador propõe uma exposição em que as obras constroem alianças provisórias por afinidade, adaptando-se a outros trabalhos e espaços para além das intenções originais de seus criadores. Seja na calada da noite ou durante o período expositivo, as obras se conhecem, partilham segredos e sussurram pelas bordas, frestas e ruídos. Trata-se de um jogo poético que busca instigar o público a também sussurrar para as obras. A exposição se estrutura como um work in progress , permitindo a substituição de obras ao longo do período expositivo. “Sussurros” foi montada com a participação dos alunos do curso “Montagem: a condição expositiva” , realizado durante o processo de produção da mostra. A iniciativa propõe um percurso dialógico que privilegia menos a individualidade de cada obra e mais a força do conjunto apresentado. Participam da exposição artistas do acervo da Referência: Adriana Rocha, Alessandra França, Alex Červený, André Santangelo, Arthur Piza, Camila Soato, Carlos Vergara, Clarice Gonçalves, Courinos, David Almeida, Diô Viana, Fernando Leite, Galeno, Gui da Cei, João Angelini, José Roberto Bassul, Julio Lapagesse, Karina Dias, Léo Tavares, Luciana Paiva, Luiz Aquila, Luiz Mauro, Marcelo Câmara, Márcio Borsoi, Osvaldo Gaia, Pitágoras, Rafael Vicente, Raquel Nava, Rodrigo Godá, Rodrigo Zeferino, Rogério Ghomes, Samatha Canovas e Veridiana Leite . Participam ainda, como convidadas especiais, Anace Lima e Luisa Günther . Sobre o curador Emerson Dionísio de Oliveira é historiador da arte, doutor em História pela Universidade de Brasília (UnB) e professor do Departamento de Artes Visuais da mesma instituição. Foi diretor do Museu de Arte Contemporânea de Campinas (SP) e editor das revistas Em Tempo de Histórias , Museologia e Interdisciplinaridade e VIS . Atualmente, é editor da revista MODOS. História da Arte . É autor de Museus de Fora (2010) e organizador de publicações como Instituições da Arte (2012), Histórias da Arte em Exposições (2015), Histórias da Arte em Coleções (2016), Histórias da Arte em Museus (2020), Musealização da Arte (2023) e Políticas da Diferença: colaborações, cooperações e alteridades na arte (2024). Sobre a Referência Galeria de Arte Fundada em 25 de novembro de 1995 por Onice Moraes e José Rosildete de Oliveira, a Referência Galeria de Arte iniciou sua trajetória com uma exposição inédita de Amilcar de Castro em Brasília. Ao longo de seus 30 anos de atuação, realizou mostras de artistas consagrados, como Athos Bulcão, Carlos Vergara e Claudio Tozzi, além de apresentar jovens artistas que hoje ocupam lugar de destaque na cena contemporânea. Desde 2004, Paulo Moraes de Oliveira integra a sociedade, participando da administração e das decisões estratégicas da galeria. A Referência atua na promoção de artistas em diferentes estágios de carreira, com especial atenção à produção de Brasília e do Centro-Oeste, reafirmando seu compromisso com a diversidade, a representatividade e o fortalecimento do sistema da arte fora dos eixos hegemônicos. Em 2026, a galeria dá continuidade aos projetos iniciados em 2025, como os cursos livres e as mostras de acervo, e aprofunda o diálogo com instituições de arte para a realização de exposições de artistas representados. A programação expositiva do ano já está definida, com exposições de maior duração, visando ampliar e qualificar a experiência de visitação. Além das atividades em sua sede, a Referência desenvolve projetos externos em importantes instituições culturais do país, reafirmando sua atuação para além do espaço físico e seu compromisso com a circulação da arte contemporânea. Serviço: “Sussurros” Mais de 100 obras de 30 artistas visuais em pequenos formatos Curadoria | Emerson Dionísio de Oliveira Montem com assistência dos alunos do curso livre da Referência “Montagem: a condição expositiva” Sala Principal e Sala Acervo Abertura | 24/01/2026, das 16h às 20h Visitação | Até 14/03/2026 De segunda a sexta, das 10h às 19h Sábado, das 10h às 14h Entradas | Gratuita Classificação indicativa | Livre para todos os públicos Onde | Referência Galeria de Arte Endereço | CLN 202 Bloco B Loja 11 Subsolo Asa Norte – Brasília – DF Telefone | +55 (61) 3963-3501 WhatsApp | +55 (61) 981623-111 E-mail | referenciagaleria@gmail.com Facebook | @referenciagaleria Instagram | @referenciagaleria Site | www.referenciagaleria.com.br
- Renata Weber lança O Ano Um, um livro-objeto que une texto, imagem e som na DeCurators
A artista e escritora Renata Weber lança em Brasília, no dia 31 de janeiro, o romance experimental O Ano Um , publicado pela Editora Quelônio (SP). O evento acontece na DeCurators (412 Norte) e apresenta um trabalho que é, ao mesmo tempo, objeto, texto, imagem e som: além do lançamento do livro, o público poderá ver de perto as monotipias originais (técnica de gravura de impressão única) que dão forma às imagens da obra e conhecer o livro sonoro narrado pela própria autora. Em O Ano Um , a protagonista Regina escreve notas para “ancorar o fio da memória”, enquanto o esquecimento se aproxima e embaralha as referências do cotidiano. O romance se constrói como uma antessala da desaparição: uma juntada de registros que tentam segurar o que escapa. “O Ano Um parte da minha inquietação e curiosidade pessoal com o tornar-se pessoa velha, com os embaralhos e os embaraços que se criam ao sermos catapultados ou insidiosamente conduzidos à velhice.”, conta a autora Renata Weber. O projeto gráfico leva essa ideia ao limite. Em vez de páginas numeradas e encadernação tradicional, O Ano Um se apresenta como livro-objeto: folhas soltas, presas no alto por uma estrutura de bloco, convidam a pessoa a desfolhar, correr riscos, perder e reencontrar a narrativa, como quem tenta reorganizar lembranças. “O Ano Um é o ano em que a personagem Regina, passa a lidar cotidianamente com o tema do desaparecimento, não só da memória, mas também, possivelmente, da pessoa que ela era antes. Registrar os fatos do dia, escrever o que é importante, organizar papéis, é o jeito que Regina inventa para resistir ao que é incontornável. Ao meu modo também faço isso ao escrever”, explica Renata. As oito monotipias abstratas foram feitas por Renata Weber a partir de tinta de carimbo impressa em papel pólen e, no lançamento, serão apresentadas numa miniexposição. A obra ganha ainda uma segunda camada: O Ano Um também existe como livro sonoro, com narração da autora, desenho e trilha sonora de Wagner Morales e audiodescrição com roteiro de Rita Louzeiro. O resultado vai além da simples gravação do texto, usando percussão, efeitos e guitarra para criar atmosferas e conduzir o “desaparecimento” das palavras e memórias. Para ouvir, basta acessar o QR Code no final do livro, com duração de 1h20. Também disponível no site da autora: O Ano Um – Renata Weber . “É para que a pessoa entre em contato com a obra e experimente em alguma medida o que atravessa a personagem – a perda da ilusão de controle sobre as coisas e sobre o destino. Quem ouve o livro sonoro, quem lê e manipula o livro-objeto, vai se deparar com uma massa de texto, de papel e de som que é delicada e instável. Regina é divertida também. No livro há passagens ternas, há passagens raivosas e também aflitivas”, ressalta. No dia 31, após a apresentação do livro e do trabalho sonoro, haverá bate-papo com Renata Weber e a convidada Sílvia Roncador. Renata Weber (1971) vive e trabalha em Brasília e transita entre literatura, música e artes visuais, além de atuar como psicóloga e pesquisadora em saúde mental. O Ano Um é seu primeiro romance e é viabilizado pelo Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal. SERVIÇO Lançamento O Ano Um Data: 31 de janeiro de 2026 Horário: 19h Local: DeCurators (412 Norte, Bloco C) Preço de lançamento (desconto da autora): R$ 40 Mais informações: @_renata_weber@editoraquelonio Informações do livro Título: O Ano Um Autora: Renata Weber Editora: Quelônio (SP) Gênero: romance Formato: 15 x 21 cm Páginas: 64 Preço: R$ 70 (capa)
- Denúncia de importunação sexual gera polêmica e discussões sobre conduta de participantes em realities shows
A desistência do participante Pedro que deixou o programa Big Brother Brasil 2026 depois de se envolver em uma situação de desconforto com a participante Jordana dentro da casa desencadeou uma grande polêmica. Pedro teria tentado beijar sem consentimento a colega do reality show e desistiu de continuar na disputa. A situação se transformou em um dos assuntos mais comentados nas redes sociais e portais de notícias da área de entretenimento. Jordana relatou aos colegas do programa que Pedro a teria levado até a despensa da casa e teria tentado agarrá-la à força pelo pescoço para tentar beijá-la. Ao confrontar Pedro, o mesmo teria respondido que teria agido por vontade própria. Outros dois participantes chegaram a pedir à Jordana que denunciasse o fato à produção do Big Brother Brasil 2026 , mas Pedro resolveu deixar o reality antes mesmo do registro da denúncia. O caso repercutiu entre os participantes e alguns colegas prestaram apoio à Jordana. A advogada criminalista Isadora Costa explica que, do ponto de vista jurídico, a denúncia feita por Jordana pode ser classificada como importunação sexual e abrange condutas de cunho sexual praticadas sem o consentimento da vítima. “A presença de violência física, como o ato de segurá-la pelo pescoço, contudo, pode alterar o enquadramento jurídico e caracterizar estupro, neste caso na forma tentada, razão pela qual é indispensável uma apuração cuidadosa dos fatos”, pontua. Isadora Costa diz que trata-se de caso grave de violência contra a mulher, que demanda apuração rigorosa pelas autoridades competentes. “É importante ressaltar qeu tanto o crime de estupro quanto o de importunação sexual são de ação penal pública incondicionada, não sendo exigida a representação da vítima. Assim, havendo imagens e ciência da ocorrência do fato, é plenamente possível a instauração imediata das investigações pelos órgãos responsáveis”, salienta. Segundo a advogada, a vítima relatou ter sido agarrada pelo pescoço pelo suposto autor, circunstância que, inclusive, pode ser verificada nas imagens que circulam nas redes sociais, reforçando a necessidade de apuração cuidadosa pela Polícia Civil para a correta tipificação penal. “Mesmo em um local amplamente conhecido pela existência de câmeras de vigilância, houve o cometimento de um fato dessa gravidade, o que evidencia que a violência contra a mulher pode ocorrer em qualquer ambiente, contra qualquer mulher, independentemente de sua conduta”, sublinha. Para a criminalista, a reflexão também deve servir para encorajar as vítimas a compreenderem que não são culpadas e que a denúncia é um instrumento essencial de responsabilização. “É fundamental que haja consciência de que excessos de conduta podem gerar responsabilização criminal, independentemente do contexto em que ocorram”, observa.A produção do Big Brother Brasil 2026 manifestou, em comunicado, que acompanha de forma rigorosa qualquer situação que envolva limites pessoais e respeito entre os participantes, reforçando que o bem-estar físico e emocional dos confinados é prioridade. A participante Jordana permanece no jogo.
- Últimos dias para visitar a mostra Histórias da ecologia no MASP
O MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand apresenta Histórias da ecologia até 1 de fevereiro de 2026. A coletiva internacional ocupa todos os espaços expositivos do Edifício Pietro Maria Bardi e reúne mais de 200 obras de artistas, ativistas e movimentos sociais de 27 países, como Colômbia, Islândia, Japão, Nova Zelândia, Peru e Turquia. A exposição investiga a ecologia como uma rede de relações entre seres vivos e o mundo que habitam, colocando em diálogo trabalhos de comunidades, territórios e ecossistemas de diferentes locais ou períodos. A escolha curatorial se afasta da concepção de uma natureza apartada da sociedade ou que compreende o ser humano como hierarquicamente superior. “É comum que meio ambiente e ecologia sejam tratados como sinônimos. No entanto, escolhemos ecologia para abranger um sistema de relações entre humanos e mais que humanos — animais, plantas, rios, florestas, montanhas e fungos. Não conseguimos pensar a natureza separada do humano”, diz André Mesquita, curador, MASP. A curadoria de André Mesquita e Isabella Rjeille , curadores, MASP, revela perspectivas artísticas em comum a respeito da ecologia ou de enfrentamentos aos efeitos da crise climática global, propondo uma reflexão política sobre o tema ao evidenciar o fator humano e as implicações de marcadores sociais da diferença, como gênero, raça e classe. A exposição é dividida em cinco núcleos temáticos que seguem uma ordem linear: Teia da vida ; Geografias do tempo ; Vir-a-ser ; Territórios, migrações e fronteiras; e Habitar o clima . Teia da vida aborda diferentes percepções dessa rede de inter-relações — das cosmovisões indígenas às disputas por poder, influência e território. A obra The Political Life of Plants (2021) retrata complexos entrecruzamentos entre as plantas e outros seres. O vídeo acompanha o artista Zheng Bo (China, 1974) em uma caminhada por uma floresta de faias em Bradenburgo, na Alemanha. Durante o percurso, Bo conversa com os cientistas Matthias Rillig, especialista em biodiversidade e ecologia do solo, e Roosa Laitinen, que investiga a plasticidade genética das plantas. Os temas de suas pesquisas se entrelaçam às reflexões do artista e aos sons e imagens da floresta. Geografias do tempo reúne olhares indígenas, afrodiaspóricos, rurais e urbanos sobre a terra e o cosmos, a vida e a morte, a regeneração e o cuidado. A obra Calendário (2024) , de Aycoobo (Wilson Rodríguez) (La Chorrera, Colômbia, 1967), artista nonuya-muinane, traz uma perspectiva indígena amazônica sobre a temporalidade cíclica da natureza. O desenho revela um sistema de marcação temporal que transcende a lógica linear ocidental, associando a passagem do tempo às transformações vividas pelas árvores, plantas, animais e rios da floresta amazônica. Já Ana Amorim (São Paulo, 1956) tem uma abordagem íntima e processual da temporalidade urbana. Em Passage of Time Study (2018), durante todas as noites, por um período de um mês, a artista brasileira registra o mapa do seu dia e um número localizador. O resultado é um conjunto de 31 desenhos feitos com caneta esferográfica sobre papel. Vir-a-ser investiga as relações entre seres humanos e mais-que-humanos, além de modos simbólicos, espirituais e materiais que estruturam esses vínculos. A série de desenhos Tentativas de criar asas (década de 2000), de Rosana Paulino (São Paulo, 1967), evoca seres híbridos em constante transformação – trata-se de figuras femininas que tecem teias, rompem casulos ou ganham asas, libertando-se de estruturas que já não lhes servem mais, à semelhança de alguns insetos. A série fotográfica Corpoflor (2016-presente) propõe um hibridismo radical entre o corpo humano e o de outros seres da natureza. Em retratos e autorretratos, Castiel Vitorino Brasileiro (Vitória, ES, 1996) revela corporalidades imprevistas que transcendem as normas de gênero e sexualidade, criando formas de existir que resistem às categorizações binárias impostas pela sociedade. Territórios, migrações e fronteiras se debruça sobre os deslocamentos forçados, fluxos migratórios e fronteiras físicas e sociais. A escultura Refugee Astronaut XI (2024), de Yinka Shonibare (Londres, 1962), representa migrantes, estrangeiros e refugiados contemporâneos. Desde 2015, o artista produz figuras em tamanho real de astronautas nômades, equipados com capacetes e vestidos com uma roupa espacial cujos tecidos se inspiram nos padrões africanos. Esses personagens parecem vagar sem rumo, à deriva, entre mundos devastados. Os astronautas de Shonibare carregam os traumas da crise climática e dos ecocídios que expulsam milhões de seus territórios de origem. Habitar o clima sintetiza e, ao mesmo tempo, amplia questões centrais presentes nos demais núcleos de Histórias da ecologia . Nele estão reunidos trabalhos de artistas, coletivos e movimentos que investigam táticas de ocupar, experienciar e imaginar radicalmente a cidade e o campo. A instalação inédita Descida da terra/trabalho das águas (2025), de Cristina T. Ribas (São Borja, RS, 1980), reflete sobre os efeitos das enchentes que devastaram o Rio Grande do Sul em 2023 e 2024. O trabalho comissionado pelo MASP consiste em um tecido translúcido suspenso diagonalmente no espaço expositivo, impresso com imagens que revelam como as águas redesenharam a geografia de rios, lagos e bacias hidrográficas, impactando mais de 650 mil pessoas. “ Histórias da ecologia transita entre diferentes saberes: o geológico, o biográfico, o ancestral, o espiritual, o comunitário, o local, o planetário. Essas intersecções ampliam a visão sobre o que está em jogo na atual crise climática — não como um evento isolado, mas enraizado em estruturas coloniais e patriarcais que condicionam os modos de habitar o planeta”, afirma Isabella Rjeille. Histórias da ecologia é o tema do ciclo curatorial de 2025. A programação do ano também inclui as mostras de Claude Monet, Frans Krajcberg, Abel Rodríguez, Clarissa Tossin, Hulda Guzmán, Minerva Cuevas e Mulheres Atingidas por Barragens. A mostra faz parte de uma série de projetos em torno da noção plural de “Histórias”, palavra que engloba ficção e não ficção, relatos pessoais e políticos, narrativas privadas e públicas, possuindo um caráter especulativo, plural e polifônico. Essas histórias têm uma qualidade processual aberta, em oposição ao caráter mais monolítico e definitivo das narrativas históricas tradicionais. Nesse sentido, entre os programas anuais e as exposições anteriores, o MASP organizou Histórias da Sexualidade (2017), Histórias Afro-Atlânticas (2018), Histórias das Mulheres, Histórias Feministas (2019), Histórias da Dança (2020), Histórias Brasileiras (2021-22), Histórias Indígenas (2023), Histórias LGBTQIA+ (2024) e Histórias latino-americanas (2026). ACESSIBILIDADE Todas as exposições temporárias do MASP possuem recursos de acessibilidade, com entrada gratuita para pessoas com deficiência e seu acompanhante. São oferecidas visitas em Libras ou descritivas, além de textos e legendas em fonte ampliada e produções audiovisuais em linguagem fácil – com narração, legendagem e interpretação em Libras que descrevem e comentam os espaços e as obras. Os conteúdos, disponíveis no site e no canal do YouTube do museu, podem ser utilizados por pessoas com deficiência, públicos escolares, professores, pessoas não alfabetizadas e interessados em geral. CATÁLOGO Será publicado um catálogo bilíngue, em inglês e português, reunindo imagens e textos sobre a exposição. O livro tem organização editorial de Adriano Pedrosa, André Mesquita e Isabella Rjeille. LOJA MASP Em diálogo com a exposição, a Loja MASP apresenta produtos especiais de Histórias da ecologia , que incluem bolsas, postais magnéticos, cartazes, marca-páginas, garrafas, camisetas, cadernetas e blocos de notas. REALIZAÇÃO Histórias da ecologia é realizada por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, tem patrocínio master de Nubank, patrocínio da Vivo e apoio cultural de Icelandic Art Center, OCA - Office for Contemporary Art Norway e Saison France Brésil 2025. SERVIÇO Histórias da ecologia Curadoria: André Mesquita, curador, MASP, e Isabella Rjeille, curadora, MASP Assistência curatorial: Teo Teotonio, assistente curatorial, MASP 4.9 — 1.2.26 Edifício Pietro Maria Bardi 2º ao 6º andar MASP — Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand Avenida Paulista, 1578 – Bela Vista, São Paulo, SP 01310-200 Telefone: (11) 3149-5959 Horários: terças grátis, das 10h às 20h (entrada até as 19h); quarta e quinta das 10h às 18h (entrada até as 17h); sexta das 10h às 21h (entrada gratuita das 18h às 20h30); sábado e domingo, das 10h às 18h (entrada até as 17h); fechado às segundas. Agendamento on-line obrigatório pelo link masp.org.br/ingressos Ingressos: R$ 75 (entrada); R$ 37 (meia-entrada)
- Empregabilidade em alta: CIEE abre 468 vagas de estágio no Distrito Federal
O Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE, maior ONG de inclusão social e empregabilidade jovem da América Latina, está com 468 vagas de estágio abertas no Distrito Federal, disponíveis em empresas privadas, instituições de ensino e órgãos públicos parceiros. As áreas com maior número de oportunidades são ensino médio (94 vagas), administrativa (112), campo do direito (46), educação (31), informática (27) e marketing (23). Também há vagas em setores como comunicação, construção civil, arquitetura e urbanismo, saúde, design, psicologia, produção mecânica e comércio exterior, ampliando as possibilidades para estudantes que desejam iniciar a trajetória profissional e adquirir experiência prática. Em todo o país, o CIEE reúne mais de 5,8 mil oportunidades de estágio e aprendizagem, com destaque para São Paulo, Distrito Federal e Bahia, que concentram a maior demanda por jovens talentos. As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas pelo portal www.ciee.org.br ou presencialmente nas unidades da instituição. CIEE 61 anos: Imparável Desde sua fundação, o Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE, maior ONG de inclusão social e trabalho jovem da América Latina, se dedica à capacitação profissional de jovens e adolescentes. A instituição, responsável pela inserção de 7 milhões de brasileiros no mundo do trabalho, mantém uma série de ações socioassistenciais voltadas à promoção do conhecimento e ao fortalecimento de vínculos de populações prioritárias.
- Espaço Cultural Mapati abre pré-inscrições para vagas gratuitas no projeto Contraturno 2026
O Espaço Cultural Mapati, referência na produção teatral e circense do Distrito Federal, está com inscrições abertas para o projeto Contraturno Artístico Mapati 2026. A iniciativa, realizada com o apoio do Ministério da Cultura - MinC, disponibiliza vagas gratuitas destinadas a crianças na faixa etária de 9 a 12 anos. As inscrições podem ser realizadas até o dia 1º de fevereiro por meio de formulário eletrônico. O projeto visa ocupar o tempo livre dos estudantes com atividades formativas que estimulam a criatividade, o corpo e a convivência. As aulas ocorrerão entre os meses de março e junho, na sede do Mapati, localizada na Asa Norte. Estrutura e Processo de Seleção O projeto está estruturado para atender dois turnos distintos, com a oferta de 15 vagas para cada modalidade de oficina disponível. As atividades serão ministradas sempre às segundas e quartas-feiras, articuladas em três eixos pedagógicos principais: a prática de interpretação e expressão corporal no teatro, o desenvolvimento de exercícios lúdicos com técnicas circenses e o estímulo às habilidades manuais e percepção sonora por meio de oficinas de manualidades e musicalização. O cronograma das aulas terá início no dia 2 de março, estendendo-se até o encerramento em 29 de junho. Cabe destacar que, embora o projeto ofereça a formação técnica e artística de forma gratuita, a alimentação dos alunos fica sob responsabilidade exclusiva dos pais ou responsáveis, uma vez que a instituição não disponibiliza lanche nas dependências. A concessão dessas bolsas de estudo integra um esforço contínuo de democratização do acesso à cultura no Distrito Federal, viabilizado com o apoio do Ministério da Cultura. Por se tratar de uma etapa de pré-inscrição, o preenchimento do formulário não assegura a vaga imediata; todos os candidatos inscritos passarão por um processo de seleção para o preenchimento definitivo das 60 oportunidades disponíveis para o ciclo de 2026. Serviço: Contraturno Artístico Mapati 2026 Inscrições: até 1º de fevereiro de 2026 Link para inscrição: clique aqui para preencher o formulário Público-alvo: crianças de 9 a 12 anos Período das atividades: 02 de março a 29 de junho de 2026 (segundas e quartas-feiras) Local: Espaço Cultural Mapati (SHCGN 707 Norte, Bloco K, número 05 – Asa Norte, Brasília) Valor: gratuito Crédito da imagem: Espaço Cultural Mapati
- Divino Fogão amplia presença em pontos alternativos para alcançar 320 unidades até 2027
A busca por conveniência, variedade e rapidez tem impulsionado a expansão de redes de alimentação em locais alternativos e o Divino Fogão, uma das marcas mais tradicionais do segmento de comida caseira inspirada na fazenda, tem aproveitado esse movimento para acelerar a estratégia de crescimento. Com 246 pontos de venda em território nacional e presença consolidada nas praças de alimentação de shopping centers, a rede ampliou a atuação para megalojas, aeroportos, outlets e rodovias, reforçando a missão de levar o conceito sirva-se uma vez sem pesar a públicos cada vez mais diversificados. A meta é chegar em 2027 com 320 operações em funcionamento. Nos últimos anos, o Divino Fogão percebeu que consumidores de diferentes regiões e faixas etárias buscam refeições completas, fartas e de preparo caseiro, mesmo em ambientes voltados ao alto fluxo. O formato de bufê por quilo ou preço fixo segue como um diferencial da marca, oferecendo autonomia e economia ao cliente na hora de montar o prato e trazendo agilidade, fator decisivo em locais de passagem, como aeroportos e rodovias. Shoppings continuam como força principal da rede As praças de alimentação seguem como o território mais consolidado do Divino Fogão. A presença em shopping centers garante alto fluxo, facilidade de acesso e previsibilidade de consumo, especialmente em datas comemorativas e períodos de férias. Nesses ambientes, o modelo de sirva-se uma vez sem pesar, incorporado na rede em 2022, atende tanto famílias quanto trabalhadores que buscam refeições rápidas e acessíveis. Esse conceito vem se tornando um diferencial no segmento de alimentação, já que o cliente pode escolher a quantidade e o tipo de variedade que quer colocar no prato durante a alimentação. Expansão em megalojas reforça capilaridade Neste ano, a marca também passou a operar com o modelo de megaloja, com a primeira unidade implantada no Grand Plaza Shopping, em Santo André, no ABC Paulista. Com espaço amplo de salão para refeições dentro do restaurante, este novo formato oferece um espaço para as crianças brincarem e uma experiência de se servir diferenciada, trazendo praticidade, aconchego e maior variação de pratos: tudo em um só lugar. Este novo passo do Divino Fogão dentro de Food Service é uma das apostas para os próximos anos. No fim do ano passado, em dezembro, franquia efetuou a implantação da segunda loja neste formato no shopping Trimais Places, na zona norte de São Paulo e outra que segue o mesmo conceito está prevista para inaugurar no primeiro trimestre em Brasília (DF). Para os próximos cinco anos, a expectativa é que estejam em operação, ao menos, 40 unidades neste modelo de negócio. Aeroportos impulsionam visibilidade e público em trânsito A entrada em aeroportos consolidou o Divino Fogão como uma rede apta a operar em ambientes de alta rotatividade e exigência operacional. Passageiros em trânsito buscam rapidez, variedade e refeições substanciais antes de viagens longas, e o conceito de sirva-se uma vez sem pesar tem se mostrado eficiente para atender essa demanda, tendo o preço como um diferencial competitivo. Além disso, a presença em aeroportos reforça o posicionamento nacional da marca e expande a visibilidade para consumidores de vários estados e países, que podem buscar a franquia ao visitar diferentes regiões brasileiras. Há 40 anos no mercado Food Service, o objetivo da empresa é levar a experiência de shopping center para dentro dos aeroportos do Brasil. A rede conta com operações localizadas no Aeroporto de Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, Santos Dummont, no Rio de Janeiro, e em março de 2025, ingressou no Aeroporto Viracopos, em Campinas, no interior paulista, aumentando a diversidade de culinárias nas áreas de alimentação destes locais. Graças ao potencial deste tipo de local, a projeção é a abertura de, ao menos, mais duas operações em 2026, sendo uma delas no Aeroporto Internacional de Brasília - Presidente Juscelino Kubitschek, no Distrito Federal. Outlets ampliam a experiência de lazer Nos cinco outlets em que opera atualmente, a marca acompanha o fluxo de visitantes que passam longos períodos em compras, o que favorece operações que ofereçam comida fresquinha e conforto. O bufê torna-se uma alternativa atrativa diante de outras opções mais rápidas, permitindo que famílias façam uma pausa completa durante o passeio. Rodovias conectam a marca ao público em deslocamento A atuação em rodovias representa um dos movimentos mais estratégicos dos últimos anos. Pontos de parada com serviços completos se fortaleceram como hubs de conveniência, e a marca aproveita essa tendência para atender motoristas, viajantes e famílias em deslocamento. A comida caseira, associada à autonomia do atendimento, agrega valor a quem busca refeições de qualidade em meio a viagens, proporcionando um melhor custo-benefício aos consumidores. A abertura do restaurante em rodovia integra o planejamento da franquia de estar onde o cliente está e precisa, em diferentes períodos do dia. Dessa forma, são planejadas 50 lojas nestes locais para os próximos cinco anos. Neste início de ano, a segunda operação desta modalidade será implantada na mesma localização da primeira, na Rodovia dos Bandeirantes, a principal porta que liga a capital de São Paulo ao interior do Estado, no centro de conveniência Lagoa Azul, mas no sentido contrário. “A expansão do Divino Fogão para diferentes pontos comerciais demonstra maturidade operacional e capacidade de adaptação. A marca conseguiu manter seu DNA de comida caseira e atendimento simples, ao mesmo tempo em que opera em locais com dinâmicas distintas de público e horários. Essa flexibilidade tem sido fundamental para ampliar a visibilidade nacional e reduzir a dependência de um único tipo de fluxo consumidor, consolidando o Divino Fogão como uma rede preparada para crescer de forma contínua no ecossistema de franquias de alimentação”, finaliza o fundador e presidente, Reinaldo Varela. Sobre o Divino Fogão: Desde 1984, o Divino Fogão lançou-se no mercado com uma estratégia inovadora, servindo o que há de mais saboroso e variado da comida típica da fazenda. Hoje, o Divino Fogão é nacionalmente reconhecido por seus produtos de excelente qualidade e com sabor genuinamente brasileiro. Receitas próprias e exclusivas foram desenvolvidas ao longo dos anos, procurando atender o gosto e o paladar brasileiro. A rede conta hoje com 246 pontos de vendas.
- Melitta® apresenta Café gourmet “Torra da Rainha”, em colaboração com a série Bridgerton, da Shondaland e Netflix
A Melitta®, referência em qualidade e tradição no universo do café, comunica o lançamento do novo café gourmet Melitta® Torra da Rainha, uma edição limitada criada em colaboração com a série Bridgerton , da Shondaland e Netflix. A collab une dois mundos que compartilham rituais, histórias e momentos especiais, transformando o simples ato de preparar uma xícara em um momento inspirado pelo universo Bridgerton . Em sintonia com o clima romântico da produção, a Melitta® apresenta o Café Gourmet Torras da Rainha, em embalagens coloridas e colecionáveis. Com notas de caramelo e nozes com uma acidez delicadamente cítrica, o café oferece uma experiência sensorial memorável. Cada detalhe, do sabor ao design das embalagens, transforma o momento do café em um ritual digno da realeza, elegante, prazeroso e cheio de significado. “ Bridgerton é uma série que celebra conexões, emoções e o poder das histórias, o mesmo território em que Melitta se conecta com as pessoas. Essa parceria une dois universos que compartilham a paixão por experiências marcantes e pela beleza dos rituais cotidianos”, destaca Denise Ritur, Gerente de Grupo Cafés da Melitta. A edição limitada conta com três variações visuais de embalagem, inspiradas nos símbolos da série, convidando os fãs a colecionarem e celebrarem o encantamento de cada detalhe. O design traz elementos da era regencial reinterpretados com um toque contemporâneo, em tons que evocam romance, elegância e sofisticação – marca registrada do universo Bridgerton . A parceria reforça o movimento de se conectar a diferentes expressões de entretenimento e cultura, aproximando o café de momentos que inspiram prazer, conversa e conexão. O lançamento amplia a presença da linha de cafés gourmet da marca e fortalece o vínculo com seu público, mostrando que o café também pode ser parte das histórias que nos encantam no dia a dia. Como parte da estratégia de engajamento, a Melitta® também incluiu cartas colecionáveis dentro das embalagens, com mensagens e curiosidades que aproximam os fãs da série e reforçam a conexão entre o universo Bridgerton com o café fresquinho Melitta. A iniciativa promete gerar conversas e despertar o desejo de colecionar todas as versões. Disponível por tempo limitado, a edição especial poderá ser encontrada em breve nos principais pontos de venda do país e no e-commerce da marca. Sobre a empresa Melitta® Multinacional alemã presente em mais de 100 países, a Melitta® é uma companhia que oferece aos consumidores produtos de qualidade para o preparo e o consumo de café. No Brasil, a marca Melitta® tem um portfólio completo para quem aprecia o melhor café fresquinho: cafés torrados e moídos, café em grãos, filtros de papel, acessórios para preparo de café, expresso em cápsulas, café solúvel e bebidas instantâneas. Além disso, detém as marcas Café Bom Jesus, Café Barão, Brigitta e Corsini. Fundada em 1908, em Dresden, por Melitta Bentz, criadora do primeiro filtro de papel para coar café, hoje a Melitta® tem no Brasil seu maior mercado. Melitta®, café fresquinho para sentir mais a vida. Para mais informações, visite www.melitta.com.br . Siga-nos no Instagram melittabrasil e curta a fan page www.facebook.com/MelittaBrasil .

















