Coletivos artísticos realizam mapeamento sociocultural em Regiões do DF
- 27 de set. de 2021
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Quatro iniciativas integrantes do conjunto de coletivos reunidos no projeto Territórios Culturais abrem importantes canais de comunicação com suas comunidades. Esses canais têm por objetivo conhecer, individualmente, o perfil de gestores/as e fazedores/as de cultura, bem como sítios artístico-culturais relevantes.
Tais levantamentos buscam catalogar personagens ou equipamentos que servem afirmativamente nos campos da promoção do bem-estar coletivo. Seja por meio de criações artísticas, seja na promoção cultural, seja ainda por sua relevância histórica.
Nas regiões do Paranoá e Itapoã, o Território Cultural Paranoá propõe um mapeamento de arte e cultura com informações sobre artistas e agentes culturais locais. A organização dessas informações em um banco de dados facilita divulgar seus trabalhos e viabilizar novos campos e espaços de atuação profissional.
O mapeamento envolve profissionais e amadores/as da música, artes visuais, audiovisual, fotografia, dança, teatro, pintura, artesanato, moda e outras linguagens. O formulário está disponível em territorioparanoa.com.
A Coletiva Pretinhas, que desenvolve ações na região de Samambaia, vem coletando ativa e passivamente informações sobre artistas, técnicas e técnicos locais. Mais que apenas dados, a Coletiva também aponta as expectativas e desafios enfrentados pelos/as profissionais envolvidos/as. O formulário está disponível em @coletivapretinhas, no Instagram.
A Associação dos Amigos do Centro Histórico de Planaltina tem se debruçado no levantamento do patrimônio histórico-cultural local. A ideia é encontrar, identificar, reconhecer, registrar, armazenar e compartilhar as referências culturais existentes.
Segundo a associação, o mapeamento possibilitará à comunidade conhecer mais sobre o seu território, sua ancestralidade, suas tradições, podendo contribuir para o fortalecimento e preservação da sua identidade cultural. O mapeamento será disponibilizado em sites de acesso livre e redes sociais, tais como a Wikipedia, Google Maps, Facebook e Instagram.
Proposta pela Associação Lésbica Feminista - Coturno de Vênus, está em ação um levantamento amplo de artistes LGBTI inserides na cadeia produtiva da cultura do Distrito Federal. O mapeamento pretende dar visibilidade à cultura LGBTI+, observando a pluralidade e os pontos convergentes para pensar estratégias a fim de que a comunidade [LGBTI+] acesse direitos previstos nas políticas culturais.
Por meio desse mapeamento, será possível oportunizar a formação de redes, pleitear e fortalecer políticas públicas, obter informações para fortalecer identidades coletivas em contraposição às opressões Lgbtifóbicas cotidianas. Para fazer parte, acesse: @mapeamentodeculturalgbt, no Instagram.
Esses mapeamentos integram o corpo de ações do projeto Territórios Culturais, realização/gestão da Associação Artística Mapati, com apoio do Instituto Macondo e fomento da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal.






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