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- O carnaval que não acabou: Badu transforma restos de fantasias em arte contemporânea
Em Carnavalesco Canibalesco , Badu reúne um conjunto expressivo de obras inéditas, especialmente criadas para o contexto expositivo, além de uma retomada de trabalhos anteriores que dialogam com o recorte proposto pelo artista. Em trânsito entre o bordado, a pintura, o desenho e objetos, Badu subverte e recria possibilidades carnavalizantes ao unir as práticas artísticas carnavalescas com técnicas tradicionais da arte contemporânea. Pinturas, bordados e outras "costuras" conceituais dão o tom de uma produção que o próprio artista denomina como "badulescalização" — uma operação estética que mistura devoção, festa, corpo e fabulação. A abertura será realizada no dia 19 de março, às 19h, e a visitação poderá ser feita até 25 de abril. A manutenção da galeria e a realização da exposição são viabilizadas por meio do edital de manutenção de espaço do FAC — Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal e por meio do edital Programa Funarte de Apoio a Ações Continuadas 2025. A exposição ocupa o que Badu descreve como "o limbo pós-folia". É desse cenário de restos e reminiscências que nasce a matéria-prima da mostra: fragmentos de fantasias e alegorias recolhidos diretamente dos sambódromos do Anhembi (SP), Marquês de Sapucaí (RJ) e Sambão do Povo (ES). Esses materiais são ressignificados em um gesto que o artista define como carnavalesco-canibalesco . "A exposição devora sua própria carne de carnaval para continuar sendo festa, folia, brilho... E assim, quem sabe, tentar inscrever novas possibilidades na constituição de uma história das artes festivas brasileiras", afirma. A chegada a Brasília carrega um simbolismo especial para o artista. "É a primeira vez que realizo uma individual fora de Goiânia, e Brasília tem um gostinho interessante nisso tudo. Um dos maiores carnavalescos de todos os tempos, Joãosinho Trinta, residiu em Brasília no final da sua carreira, ali nos início dos anos 2000. Nesse sentido, estar em Brasília é estar ao centro do país pensando como criar horizontes da existência carnavalesca dentro da arte brasileira, principalmente considerando todo o contexto sociocultural do Centro-Oeste, que por vezes é conservador na tratativa desse tipo de celebração. Estar em Brasília é gritar para tentar ser escutado aos quatro cantos deste país. Berrando sobre como podemos ser festa, folia, brilho e arte da melhor qualidade." “A itinerância do trabalho de Badu integra um esforço de ampliação da circulação de produções artísticas do Centro-Oeste. A iniciativa dialoga diretamente com a missão d’A Pilastra e da FARGO de criar pontes, promover intercâmbios e valorizar artistas da região, contribuindo para que suas vozes e pesquisas alcancem novos contextos e públicos” complementa a curadora. A curadoria da antropóloga Geovanna Belizze estabelece uma ponte entre a pesquisa acadêmica e a prática expositiva, oferecendo uma leitura sensível e aprofundada dos processos do artista. Sua trajetória, que inclui a curadoria da exposição Estado Líquido (2026) e a participação em residências como a Galeria-Escola Turma 4 (A Pilastra), contribui para situar a produção de Badu no campo expandido das artes visuais, da antropologia e das festividades populares brasileiras. Entre o sagrado e o profano, o íntimo e o coletivo, a exposição reafirma a potência do corpo como território de celebração, resistência e afeto — um cortejo contínuo de invenção do Brasil. SOBRE O ARTISTA Badu (2000, João Pessoa — PB) vive e trabalha em Goiânia (GO). É mestre em Arte e Cultura Visual pelo programa de pós-graduação da Faculdade de Artes Visuais da Universidade Federal de Goiás (FAV/UFG), onde desenvolveu a pesquisa "Onde está você, Carnaval? — Materialidades de um corpo-folião" . Sua obra transita entre fotografia, bordado, videoperformance, desenho e objetos. Participou das individuais Divino Carnaval (2023) e O tempo frio que esquenta a gente (2024), além de coletivas como Abre Alas 20 , na A Gentil Carioca (2025). Foi premiado com o Prêmio Estímulo FARGO (2023) e integra regularmente a Feira de Artes de Goiás (FARGO). Atua também como curador e carnavalesco. SOBRE A CURADORA Geovanna Belizze é mestre em Antropologia pela Universidade de Brasília (UnB) e fotógrafa profissional desde 2020. Em 2024, tornou-se produtora de comunicação para A Pilastra Galeria-Escola. Sua pesquisa acadêmica e artística explora interseções entre moda, fotografia e ação coletiva. Em 2025, atuou como curadora adjunta da exposição Poéticas Carnavalescas e, para 2026, assina a curadoria da exposição Estado Líquido de Guilherme Moreira, do artista Badu e integra a 9ª edição de Hospitalidade Coletiva como curadora-residente. Serviço:Exposição: Carnavalesco Canibalesco Artista: Badu Curadoria: Geovanna Belizze Abertura: 19/3 às 19h Visitação: 20/3 a 25/4, quarta a sábado das 14h às 19h Local: A Pilastra — Guará II, QE 40, rua 09, lote 8 Entrada: Gratuita Classificação indicativa: Livre Realização: A Pilastra Galeria-Escola, com recursos do edital de manutenção de espaço do FAC — Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal e do edital Programa Funarte de Apoio a Ações Continuadas 2025. Esta exposição faz parte do projeto #FARGOAnoTodo. Redes sociais: @a.pilastra | @ fargo.arte | @baducarnaval | @geovannabelizze
- Coquetel neste sábado marca abertura da exposição “61+5 - Panorama das Artes Visuais em Brasília”, no MAB
Entre 14 de março e 4 de maio de 2026 , o Museu de Arte de Brasília (MAB) recebe a exposição “61+5 - Panorama das Artes Visuais em Brasília” . A abertura será neste sábado, com um coquetel para o público a partir das 14h. A mostra reúne 17 artistas atuantes na capital federal , revelando a pluralidade de linguagens em um percurso por diferentes poéticas, materiais e processos criativos . Mais do que uma mostra coletiva, “61+5” nasce com a proposta de se tornar um projeto anual , dedicado a mapear e apresentar a produção das artes visuais na capital do país. A exposição traz artistas de diferentes gerações , desde jovens criadores em início de trajetória até nomes que já possuem presença consolidada no sistema da arte nacional e internacional . “Essa convivência entre diferentes momentos de carreira cria um panorama dinâmico da produção local e permite ao público observar diversidade de linguagens, pesquisas e processos criativos ”, aponta o curador Cleber Cardoso Xavier. Uma exposição construída como microexposições A curadoria organizou a mostra como um conjunto de pequenas exposições individuais dentro de um mesmo espaço expositivo . Cada artista apresenta um núcleo próprio de obras, acompanhado por um texto curatorial , o que permite ao visitante compreender de forma mais aprofundada os processos criativos e as pesquisas poéticas . Ao criar um percurso que combina autonomia artística e diálogo coletivo, a estrutura aproxima o público das singularidades de cada produção. Entre pinturas, esculturas, objetos e experimentações com diferentes suportes, os trabalhos investigam memórias, experiências pessoais, paisagem urbana, transformações sociais contemporâneas. Algumas obras partem da observação da cidade; outras se concentram na autorrepresentação, no corpo e nas relações humanas. Há trabalhos que transformam técnicas tradicionais e materiais domésticos em estruturas tridimensionais, aproximando diferentes linguagens artísticas. A mostra também apresenta investigações cromáticas minuciosas e intervenções que utilizam o fogo como gesto criativo. Um retrato da vitalidade artística da capital Ao reunir diferentes trajetórias e linguagens, a exposição evidencia a vitalidade da cena artística de Brasília , marcada pela convivência entre experimentação, tradição e reflexão crítica. “O visitante é convidado a percorrer múltiplos universos visuais, observando como cada artista constrói sua própria relação com materiais, formas e narrativas”, ressalta a curadoria. A classificação é livre ! Artistas da mostra: Alysson José; Ana Flora Bavaresco; Flávia Mota; Henrique Filippelli; Jade Martins; Jujis; Júlia Gruber; Kassandra Castro; Laila Mackenzie; Marcela Cavalcante; o Santo inimigo do mal; Rânya Doumet; Raquel de Souza; Ray di Castro; Renato Paiva; Ricardo Teles; Thérèse Hofmann. Serviço Exposição 61+5 – Panorama das Artes Visuais em Brasília Curadoria Cleber Cardoso Xavier Local Museu de Arte de Brasília (MAB) Abertura 14 de março de 2026 (sábado)14h às 18hCoquetel de abertura Período de visitação 14 de março a 4 de maio de 2026 Horário quarta a segunda, das 10h às 18h30 Classificação Livre Instagram @61.5_expo
- Diagnóstico precoce amplia qualidade de vida de meninas com síndrome de Turner
No mês em que se celebra o Dia Internacional da Mulher, o debate sobre saúde feminina também chama atenção para doenças raras ainda pouco conhecidas por essa população. A síndrome de Turner é uma delas. Considerada a condição genética mais comum entre meninas e mulheres, está associada à ausência total ou parcial de um dos dois cromossomos X e pode comprometer o desenvolvimento físico, reprodutivo e metabólico ao longo da vida. Segundo o Ministério da Saúde , a síndrome ocorre em 1 a cada 1.500 a 2.500 nascidas vivas. Os primeiros indícios costumam surgir ainda na infância ou adolescência. A geneticista e consultora médica do Sabin Diagnóstico e Saúde, Rosenelle Benício, explica que os sinais clínicos mais frequentes incluem “baixa estatura, excesso de pele na região do pescoço e inchaço em extremidades do corpo”. Outros achados podem incluir alterações cardíacas estruturais, anomalias renais, perda auditiva e ausência do desenvolvimento puberal, como a falta da primeira menstruação. “Esses achados costumam levar à solicitação de exames diagnósticos, passo fundamental para iniciar o tratamento e melhorar a qualidade de vida das pacientes”, afirma a médica. Diagnóstico A confirmação da síndrome de Turner é feita por meio do cariótipo, exame que analisa os cromossomos e identifica diferentes alterações no cromossomo X, inclusive o mosaicismo, quando há mais de uma linhagem celular. Além dele, podem ser utilizados testes de triagem genética, como o teste pré-natal não invasivo (NIPT) e o Teste Genético da Bochechinha, além de exames laboratoriais e de imagem para rastreamento de alterações hormonais e anomalias congênitas associadas à condição. A geneticista explica que, em alguns casos, a suspeita pode surgir ainda durante a gravidez. “Achados como aumento da translucência nucal (aumento de líquido na nuca do bebê), que pode decorrer da presença de higroma cístico (malformação caracterizada por ‘bolsas’ de líquido, geralmente próximo ao pescoço) e alterações cardíacas podem ser observados na ultrassonografia obstétrica”, comenta. Segundo a médica, o NIPT pode apontar alterações genéticas sugestivas da síndrome e indicar a necessidade de testes adicionais. No entanto, o cariótipo permanece essencial, devendo também ser realizado após o nascimento da criança. “O diagnóstico precoce permite que a família se prepare e inicie o acompanhamento o quanto antes, visando rastrear e identificar potenciais complicações”, explica a especialista. Tratamento Após a confirmação, o acompanhamento médico é fundamental, especialmente com um endocrinologista pediátrico e um geneticista. Esses profissionais avaliam a necessidade de exames adicionais para mapear riscos futuros e garantir a qualidade de vida da paciente. Podem ser solicitados exames como ecocardiograma, ultrassonografia dos rins e vias urinárias, radiografias e avaliação laboratorial. Entre eles, estão o lipidograma, que mede os níveis de colesterol e triglicerídeos, e a dosagem hormonal, que auxilia na avaliação do sistema endócrino. Outro exame importante e que pode estar indicado em alguns casos é a pesquisa de material do cromossomo Y, cuja presença pode indicar necessidade de avaliações e procedimentos adicionais. “Meninas com diagnóstico de síndrome de Turner podem receber tratamentos que incluem reposição de hormônio de crescimento, medida comprovadamente eficaz, bem como reposição de hormônios sexuais, que podem assegurar o desenvolvimento de caracteres sexuais secundários e evitar diversas complicações associadas à síndrome”, explica a médica, que complementa, “esses tratamentos hormonais devem ocorrer em momentos específicos da vida, sendo necessário o acompanhamento clínico para identificar o período ótimo para iniciá-los”. Além disso, o acompanhamento médico regular visa identificar outras possíveis alterações, como as relacionadas ao sistema cardiovascular, permitindo intervenções em momento precoce. Em conjunto, essas medidas contribuem para um desenvolvimento mais adequado e uma melhor qualidade de vida, reduzindo comorbidades associadas à síndrome. Grupo Sabin | Com 40 anos de atuação, o Grupo Sabin é referência em saúde, destaque na gestão de pessoas e liderança feminina, dedicado às melhores práticas sustentáveis e atuante nas comunidades, o Grupo Sabin nasceu em Brasília (DF), fruto da coragem e determinação de duas empreendedoras, Janete Vaz e Sandra Soares Costa, em 1984. Hoje conta com 7.400 colaboradores unidos pelo propósito de inspirar pessoas a cuidar de pessoas. O grupo também está presente em 14 estados e no Distrito Federal oferecendo serviços de saúde com excelência, inovação e responsabilidade socioambiental às 78 cidades em que está presente com 362 unidades distribuídas de norte a sul do país. O ecossistema de saúde do Grupo Sabin integra portfólio de negócios que contempla análises clínicas, diagnósticos por imagem, anatomia patológica, genômica, imunização e check-up executivo. Além disso, contempla também serviços de atenção primária contribuindo para a gestão de saúde de grupos populacionais por meio de programas e linhas de cuidados coordenados, pela Amparo Saúde e plataforma integradora de serviços de saúde - Rita Saúde - solução digital que conta com diversos parceiros como farmácias, médicos e outros profissionais, promovendo acesso à saúde com qualidade e eficiência.
- Cia. Os Melhores do Mundo lança dossiê para falar sobre trajetória de sucesso nos 30 anos do grupo
Há 30 anos, eles alegram a plateia de Brasília, do Brasil e do Mundo com espetáculos autorais e um jeito único de fazer comédia. A Cia. De Comédia Os Melhores do Mundo soprou a velinha desses anos de trabalho em 2025. Além da apresentação de diversas peças de sucesso, eles ainda lançaram uma exposição "Os Melhores do Mundo 30 Anos" no Teatro Nacional Cláudio Santoro (SCTS). Agora, o grupo abre um dossiê para contar toda trajetória desses anos de muito suor e risadas. Já no ar no site: www.osmelhoresdomundo.com . A celebração dos 30 anos é realizada com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal- FAC/DF. No dossiê, o público poderá ter contato com processos do grupo, com as técnicas utilizadas no fazer teatral, além de ter acesso às temáticas influênciadas pelas experiências individuais de cada membro da Cia. e pelos momentos políticos/sociais do Brasil. “Nestes 30 anos sempre nos banhamos na conjuntura vivida no nosso País. Não à toa nossos espetáculos são sempre atualizados ao longo dos anos de acordo com o que estavamos vivendo no Brasil. Usamos sátiras para retratar política, memes, dentre outras vivências sociais ao longo dos anos”, destaca a atriz Adriana Nunes. Sobre a Cia Os Melhores do Mundo - Com 30 anos de carreira, a Cia. de Comédia Os Melhores do Mundo é um dos mais referenciais grupos de teatro cômico do Brasil. Fundado em abril de 1995, esteve em cartaz ininterruptamente desde então, trabalhando apenas com textos próprios, consolidando um vasto repertório. A companhia, formada por Adriana Nunes, Adriano Siri, Jovane Nunes, Ricardo Pipo, Victor Leal, Welder Rodrigues e Marcello Linhos, percorreu o país diversas vezes (mais de 130 cidades) tendo se apresentado nos principais teatros e casas de espetáculos do Brasil, esteve quatro vezes em cartaz em Portugal e três nos EUA, participou e protagonizou programas de TV e lançou 3 DVDs de grande repercussão (um deles gravado em Nova Iorque e todos vastamente pirateados!). Cenas e espetáculos foram remontados por incontáveis grupos por todo país e no exterior, são dezenas de milhões de visualizações na internet e orgulhosamente contabiliza mais de 3,5 milhões de espectadores presenciais. Em 2022 a Cia. lançou seu primeiro longa-metragem, Hermanoteu na Terra de Godah – O Filme, inspirado em um dos seus maiores sucessos nos palcos, com coprodução da Warner Bros.
- Momo Smash Burgers inaugura no Setor Comercial Sul com proposta de hambúrgueres artesanais a preço acessível
O Setor Comercial Sul ganha um novo endereço dedicado ao universo dos hambúrgueres. A Momo Smash Burgers chega à região com uma proposta diferente, oferecer smash burgers de alta qualidade a preços competitivos. O empreendimento nasce da sociedade entre os criadores da Lobby e o chef André Batista e funciona ao lado do bar, ampliando as opções gastronômicas e de convivência no centro de Brasília. Inspirado na figura mitológica do Rei Momo — tradicionalmente associada à fartura e à abundância — o nome da casa traduz um conceito que valoriza o essencial. A ideia não é apostar em combinações excessivas ou ingredientes em excesso, mas concentrar a experiência no sabor e na execução. A partir dessa leitura surge o lema “O simples reina”, que guia a proposta da hamburgueria: quando os fundamentos são bem escolhidos e preparados com técnica, o resultado fala por si. Para garantir consistência e identidade, a casa optou por produzir internamente grande parte dos preparos. O pão é feito diariamente no próprio estabelecimento, com fermentação longa e sem aditivos químicos. Os molhos também são preparados na cozinha da casa e pensados para complementar o sabor da carne sem sobrepor seus elementos. O hambúrguer utiliza carne Angus em blend próprio, desenvolvido para atingir equilíbrio entre suculência e a crosta característica do smash. Outro pilar do projeto é a combinação entre ingredientes premium e preços acessíveis. A proposta da Momo Smash Burgers é romper com a ideia de que hambúrguer artesanal precisa necessariamente ser caro, mantendo qualidade de matéria-prima e rigor técnico sem repassar custos elevados ao consumidor. O cardápio segue uma lógica simples e transparente. Os tamanhos são definidos pela quantidade de carne e queijo — pequeno (85g), médio (170g) e grande (255g). Entre as opções está o Momo Clássico, com cebola roxa, picles, mostarda e ketchup, que custa R$ 27,90 (P), R$ 38,90 (M) e R$ 52,90 (G). Já o Momo Salada, com alface fresca, tomate e maionese real, sai por R$ 28,90 (P), R$ 40,90 (M) e R$ 54,90 (G). O Momo Bacon, com bacon crocante e maionese real, custa R$ 29,90 (P), R$ 43,90 (M) e R$ 59,90 (G), mesmo valor do Momo Fuego, que leva jalapeño, cebola roxa e molho da casa. Para quem prefere uma versão sem carne, o Momo Queijo, preparado com queijo coalho grelhado, geleia artesanal de tomate, cebola roxa e rúcula, custa R$ 38,90. Nos acompanhamentos, a casa aposta em uma batata frita finalizada com um rub exclusivo de temperos criado pelo chef André Batista, cuja composição é mantida em segredo e funciona como uma assinatura da marca. A Batata Frita do Rei custa R$ 14,90, enquanto os nuggets (6 unidades) saem por R$ 21,90 — ambos acompanhados de maionese real. O cardápio ainda inclui molhos preparados na casa, como maionese tradicional, defumada e trufada, além de mostarda agridoce e djonese. Para a sobremesa, a escolha foi um clássico afetivo: o bolo gelado de coco, inspirado nas receitas simples e caseiras que remetem à infância. A proposta segue a mesma lógica dos smash burgers da casa: poucos ingredientes, bem escolhidos e executados com cuidado, resultando em um doce macio e molhadinho que encerra a experiência de forma acolhedora. Serviço Funcionamento: quarta a domingo das 16h às 23 Endereço: Setor Comercial Sul (SCS), Quadra 05, Bloco B, Loja 17, Asa Sul Telefone: (61) 99256-3423
- Quando o vinho encontra o rock: Gatão participa da turnê de Dino Fonseca
Por Diana Bárbara Entre os inúmeros rótulos que compõem a rica tradição vinícola portuguesa, alguns chamam atenção antes mesmo da primeira taça ser servida. É o caso do Gatão , um vinho que, além do nome curioso, carrega uma história importante dentro da cultura do vinho em Portugal. O rótulo pertence à tradicional vinícola Sociedade dos Vinhos Borges , fundada em 1884 pelos irmãos António e Francisco Borges. Ao longo das décadas, a empresa se consolidou como uma das produtoras mais respeitadas do país, sendo responsável por diversos vinhos que ajudaram a projetar Portugal no cenário internacional. Dentro desse portfólio, o Gatão ganhou destaque especialmente na categoria Vinho Verde , estilo típico da região do noroeste português, conhecido pela leveza, frescor e perfil jovem. Com essas características, o vinho se tornou uma opção bastante popular para consumo cotidiano e para harmonizações com pratos leves. O icônico gato estampado no rótulo acabou se transformando em símbolo da marca e representa justamente o espírito descontraído do vinho. Com o passar dos anos, o Gatão ultrapassou o status de um único produto e se consolidou como uma linha completa de vinhos portugueses. Hoje, a marca apresenta diferentes estilos que atendem a variados perfis de consumo. Entre os principais rótulos estão: Gatão Vinho Verde Branco – leve, fresco e com acidez vibrante, tradicionalmente associado a frutos do mar, saladas e pratos leves. Gatão Rosé – refrescante e aromático, com notas de frutas vermelhas, ideal para momentos descontraídos e harmonizações com tapas e culinária asiática. Gatão Tinto – mais estruturado, com perfil frutado e macio, indicado para acompanhar carnes, massas e pratos de sabor mais intenso. Gatão Espumante Reserva – elaborado com castas portuguesas como Gouveio, Malvasia-Fina, Códega, Arinto e Moscatel, apresenta perlage fina, frescor marcante e aromas delicados que remetem a frutas e notas de brioche. No Brasil, os rótulos da marca são distribuídos pela importadora Verum Vinum , responsável por trazer ao país diversos vinhos internacionais. A presença do Gatão no mercado brasileiro acompanha o crescimento do interesse dos consumidores por vinhos portugueses, que vêm ganhando destaque pela excelente relação entre qualidade e preço. Além das taças e das mesas, o Gatão também tem marcado presença em experiências culturais. Os rótulos da marca fazem parte da turnê Um Barzinho de Rock , do cantor Dino Fonseca , que percorre o país com um show intimista dedicado a clássicos do rock. A proposta mistura música, clima de bar e momentos de convivência — cenário que dialoga diretamente com o espírito leve e descontraído do vinho. Mais do que um nome que desperta curiosidade, o Gatão representa uma tradição que atravessa gerações e reflete uma característica muito própria da cultura portuguesa: a capacidade de unir qualidade, autenticidade e leveza em uma mesma taça. 🍷
- Semana da Europa 2026 celebra a diversidade cultural com música, arte, gastronomia e corrida em Brasília
A cultura europeia volta a ocupar diferentes espaços de Brasília com a Semana da Europa 2026, que será realizada entre abril e maio com uma programação cultural que reúne música, esporte e gastronomia, enquanto no segundo semestre será a vez da Mostra de Cinema Europeu. Organizada pelos Institutos Nacionais de Cultura da União Europeia (EUNIC Brasília) , a iniciativa celebra a diversidade cultural dos países da União Europeia e promove o intercâmbio artístico entre Brasil e Europa. Realizada desde 2004, a Semana da Europa chega à sua 22ª edição reunindo a Delegação da União Europeia no Brasil, embaixadas de 15 países: Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Eslovênia, Espanha, Finlândia, França, Irlanda, Itália, Países Baixos, Polônia, Portugal, Suécia e Ucrânia, além de quatro institutos culturais: Aliança Francesa, Instituto Cervantes, Instituto Camões e Goethe-Zentrum Brasília. Ao longo de quatro grandes eventos presenciais, a iniciativa propõe uma imersão na diversidade cultural europeia por meio da música, da gastronomia, das artes e do esporte, fortalecendo os laços culturais entre o Brasil e os países da União Europeia. Na edição de 2025, mais de 7 mil pessoas participaram das atividades da Semana da Europa em Brasília, consolidando o evento como um dos principais encontros culturais internacionais da cidade. EUNIC Jazz Express Abrindo a programação da Semana da Europa, o EUNIC Jazz Express celebra o Dia Internacional do Jazz, comemorado mundialmente em 30 de abril. O projeto reúne artistas do Brasil e de diferentes países europeus em uma formação inédita que se encontra pela primeira vez no palco. Serão duas apresentações: a primeira no Clube do Choro, no dia 28 de abril, e a segunda na Escola de Música de Brasília, no dia 29 de abril. Até o momento estão confirmados os músicos Mateus Saldanha (Portugal - Guitarra), Neža Okorn (Eslovênia - Voz) - Oswaldo Amorim (Brasil - Contrabaixo), Pepi Kramer (Áustria - Percussão), Rudi Berguer (Áustria - Violino), Rutger Mathys (Bélgica - Gaita), Žan Cesar (Eslovênia - Trompete). 19ª Corrida da União Europeia Uma das novidades desta edição é o retorno da Corrida da União Europeia, que acontece no dia 9 de maio, data em que se celebra oficialmente o Dia da Europa. No final da corrida, será sorteada uma passagem aérea para a Europa. A prova será realizada em formato sunset, com largada prevista para 17h, na Esplanada dos Ministérios, com saída e chegada em frente à Catedral Metropolitana de Brasília. As inscrições já estão abertas no portal da Central da Corrida, com duas opções de kit: Kit básico (R$ 89): adesivo peitoral com numeração, lanche e medalha de participação. Kit ampliado (R$ 109): camiseta, adesivo peitoral com numeração, meia esportiva, lanche, medalha e brinde. Os participantes poderão escolher entre três modalidades: 10 km, 5 km e 1 km família, percurso pensado para participação com crianças e pets. Festival Cultural Europeu No dia 16 de maio, o Museu de Arte de Brasília (MAB) será palco do tradicional Festival Cultural Europeu, que transforma o espaço em um grande encontro de culturas. Com a participação de 17 representações europeias, o evento contará com estandes institucionais trazendo atividades culturais, apresentações artísticas no palco, oficinas infantis, experiências gastronômicas com chefs convidados, área de food trucks, sorteios e diversas atrações para o público. Entre as apresentações já confirmadas estão Georgia Alô e banda (Alemanha), show de flamenco (Espanha), oficina de contação de histórias em espanhol (Instituto Cervantes), entre outros. Mostra de Cinema Europeu Encerrando o calendário das celebrações do Dia da Europa, a tradicional Mostra de Cinema Europeu será realizada no segundo semestre, com data a ser divulgada. A programação reunirá filmes contemporâneos e clássicos do cinema europeu, oferecendo ao público brasiliense a oportunidade de conhecer diferentes olhares e narrativas produzidas no continente. Serviço EUNIC Brasília apresenta Semana da Europa 2026 Eunic Jazz Express: Clube do Choro (28 de abril); Escola de Música de Brasília (29 de abril); 19ª Corrida da União Europeia (9 de maio, Esplanada dos Ministérios) Festival Cultural Europeu (16 de maio, Museu de Arte de Brasília) Mostra de Cinema Europeu (Segundo semestre com data a confirmar) Para mais informações: @semanadaeuropa e @uenobrasil
- Sindhobar celebra 63 anos e empossa nova diretoria para o ciclo 2026–2030
Celebrar a trajetória e renovar compromissos com o futuro. É com esse espírito que o Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Brasília (Sindhobar) comemora, no próximo 17 de março, seus 63 anos de história, em uma cerimônia para convidados, que também marcará a posse da nova diretoria eleita para o quadriênio 2026–2030. Fundado em um período em que Brasília dava forma a sua identidade econômica e cultural, o Sindhobar acompanhou a construção da capital e se tornou uma das principais vozes de representação do setor de hospitalidade. Hoje, bares, restaurantes e meios de hospedagem compõem uma das cadeias mais dinâmicas da economia do Distrito Federal, reunindo cerca de 28,2 mil CNPJs e gerando milhares de empregos diretos e indiretos, além de impulsionar o turismo e o comércio local. Reconhecido como o sindicato mais antigo da base da Fecomércio-DF, o Sindhobar inicia um novo ciclo institucional pautado pela modernização, pela ampliação do diálogo com o poder público e pelo fortalecimento da rede de apoio aos empreendedores. A nova gestão assume com o desafio de ampliar a representatividade do setor e contribuir para a construção de políticas públicas que favoreçam o desenvolvimento sustentável da hospitalidade brasiliense. Reeleito presidente da entidade, Jael Antonio da Silva destaca que o novo mandato começa em um momento de debates relevantes para o setor. "Essa nova gestão do Sindhobar inicia seu mandato diante de importantes desafios, especialmente no contexto das discussões sobre a redução da carga horária e propostas de mudanças no modelo de jornada de trabalho. Ao mesmo tempo, contamos com uma diretoria que combina experiência, juventude e uma presença cada vez mais forte de mulheres. Essa diversidade de visões dá força a nossa atuação e nos dá a segurança necessária para defender o setor e enfrentar qualquer medida que possa gerar insegurança para quem empreende”, afirmou Jael . A cerimônia de aniversário e posse reunirá associados, autoridades e parceiros para celebrar, além da transição de gestão, mais de seis décadas de contribuição do Sindhobar para o desenvolvimento da gastronomia, do turismo e da hospitalidade em Brasília. Confira a nova diretoria eleita – gestão 2026–2030: Presidência Presidente: Jael Antonio da Silva Vice-presidente: João Alberto Ribeiro Pinheiro Vice-presidências setoriais Meios de Hospedagem: Antônio José Matias de Sousa Restaurantes, Bares e Similares: Alcioni Ricardo Peruzzo Diretoria Administrativa-Financeira Sun Chia Min Membros suplentes Filipe Pataro Vieira Nadim Haddad Valéria Farias Morais Ticiana Werner Thomaz Ibraim Anchieta da Silva Conselho Fiscal – Efetivos Antônio Francisco Parente Ribeiro de Carvalho Paulo Roberto Werlang Sun Tsai Tse Huei Conselho Fiscal – Suplentes Gisele Munhoz Ribeiro da Costa Miguel Rodrigues Galvão Carlos Eduardo Coelho Ferreira Delegados representantes Titulares: Jael Antonio da Silva; Sun Chia Min Suplentes: Valéria Farias Morais; Sun Tsai Tse Huei
- Cine Brasília exibe a transmissão ao vivo da cerimônia premiação do Oscar 2026 neste domingo (15/03), com entrada franca
No próximo domingo, 15 de março, dia da premiação do Oscar 2026 , o Cine Brasília dedica sua programação a O Agente Secreto , thriller político de Kleber Mendonça Filho que concorre a quatro estatuetas nesta que é a principal premiação do cinema mundial. O filme ganha sessão dupla às 11h e 14h30 e, às 21h, o Cine Brasília exibe a cerimônia do Oscar ao vivo pela primeira vez em sua grande tela, diretamente de Los Angeles. Depois de uma jornada pelos maiores festivais mundiais, e de ter tido sua estreia em festivais brasileiros no Cine Brasília, durante a abertura do Festival de Brasília de 2025, O Agente Secreto concorre nas categorias de Melhor Filme, Melhor Filme Internacional, Melhor Elenco e Melhor Ator para Wagner Moura. E o longa de Kleber não está só. O diretor de fotografia Adolpho Veloso está no páreo na categoria Melhor Fotografia por Sonhos de Trem , dirigido por Clint Bentley. Depois de Ainda Estou Aqui , de Walter Salles, conquistar em 2025 o Oscar de Melhor Filme Internacional, os brasileiros se animam com as indicações em cinco categorias, sem precedentes no histórico de presença do Brasil na premiação. Os ingressos para as sessões de O Agente Secreto custam R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia) e já estão à venda pela ingresso.com . A transmissão ao vivo da cerimônia do Oscar terá entrada franca, sem necessidade de retirada de ingressos e por ordem de chegada. A sala será liberada a partir das 20h30. SERVIÇO - CINE BRASÍLIA Transmissão do Oscar 2026 no Cine BrasíliaQuando: Domingo, 15 de março Horário: 21h (cinema aberto a partir das 20h30) Entrada Gratuita (sujeita à lotação) Sessões O Agente Secreto - Mostra Oscar 2026Quando: Domingo, 15 de março Horários: 11h e 14h30 Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia) à venda na ingresso.com e na bilheteria física do cinema.
- IV Encontro de Teatro Lambe-Lambe reúne artistas do Brasil e do exterior em Brasília, com entrada gratuita
Brasília se prepara para receber a quarta edição de um dos encontros mais encantadores e originais das artes cênicas da América Latina: o IV Encontro de Teatro Lambe-Lambe . Realizado pelo Instituto Transforma em parceria com o grupo As Caixeiras Cia. de Bonecas , com fomento da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (SECEC-DF) e patrocínio da EMGEA , o evento ocupa o Foyer da Sala Martins Pena, no Teatro Nacional Claudio Santoro , nos dias 21 e 22 de março de 2026 , das 16h às 21h , com entrada franca. O Teatro Lambe-Lambe é um gênero brasileiro de teatro de animação que conquistou o mundo. Nascido da experimentação e da poesia dos pequenos espaços, o formato consiste em espetáculos apresentados dentro de caixas portáteis, com duração de 3 a 5 minutos, criados para serem vistos por um único espectador por vez . Através de uma pequena fenda, o público é convidado a mergulhar em universos em miniatura, onde tudo é pensado nos mínimos detalhes: iluminação, sonoridade, bonecos, objetos e texturas. Uma experiência íntima, sensorial e profundamente pessoal, que conecta, em segredo, o olhar de quem assiste ao mundo particular de quem cria. “O Teatro Lambe-Lambe é um convite ao silêncio, ao encantamento e à escuta sensível. É uma arte que exige delicadeza, precisão e entrega. E é justamente essa entrega que queremos celebrar nesta edição”, destaca Amara Hurtado , coordenadora do evento. Encontro de mundos em miniatura: temas, linguagens e origens Nesta edição, o Encontro reúne 15 espetáculos que traduzem, em escalas reduzidas, a imensidão das emoções humanas. As obras percorrem memórias de infância, como em A Menina com a Cadeira na Cabeça e a Menina com a Caixa de Charutos (BA), que cruza histórias de duas mulheres nordestinas para dar origem à própria linguagem do Lambe-Lambe. A poesia e a crítica social se encontram em Casa de Encantaria (DF), que denuncia o descarte de resíduos ao transformar um boizinho morto por plástico em brinquedo popular. Já Boiúna – A Cobra Encantada (RO) mergulha na mitologia amazônica para alertar sobre o desmatamento, em diálogo com o audiovisual. A diversidade de técnicas também marca presença: teatro de objetos, sombras, bonecos e animação se entrelaçam em obras como Camarim (PR), que revela os bastidores da solidão de um palhaço, e Ensaio para a Liberdade (SC), que utiliza objetos para simbolizar rupturas e conquistas pessoais. O amor em suas múltiplas faces é tema de A primera vista (Argentina) e Amor – Título Provisório e Inalterável (DF), enquanto Maravillosas (Argentina) convida o público a interagir com palavras que curam e transformam. A mitologia brasileira ganha vida em Caixa de Mitos (DF), que apresenta Curupira, Boitatá, Saci e Iara em miniatura, enquanto Tesouro (Chile/Brasil) narra a redescoberta da arte por um músico de rua. O medo é desmistificado com delicadeza em Pulcinellambe (Itália), e a liberdade individual é questionada em Asas? (SC). Completam a programação Miragem (SC), uma reflexão sobre as sedes da alma, e Quinina (DF), que percorre memórias afetivas e sonhos futuros. Com artistas de Brasília, Bahia, Santa Catarina, Rondônia, Paraná, Argentina, Chile e Itália , o Encontro reafirma o Teatro Lambe-Lambe como uma linguagem que atravessa fronteiras e dialoga com públicos de todas as idades. As obras são acessíveis, sensíveis e convidam à contemplação — uma oportunidade rara de vivenciar a arte na medida da intimidade. Programação plural e acessível Além das apresentações contínuas de Lambe-Lambe, o público poderá conferir espetáculos de teatro de bonecos, intervenções circenses e shows musicais com os grupos brasilienses Trio Mel de Lamparina e Trincô . A programação inclui ainda a Feira de Produtos Criativos , um espaço para valorizar o trabalho de artistas e artesãos locais. Outro destaque é a oficina “Espaços que Dizem” , ministrada pela argentina Rosana Lopez , que acontece nos dias 24, 25, 26 e 27 de março, na Escola Classe 115 Norte , das 19h às 22h. Serão 20 vagas para maiores de 16 anos, com inscrições gratuitas via formulário online. Informações com Jirlene Pascoal pelo WhatsApp (61) 99954-7626. Serviço: IV Encontro de Teatro Lambe-Lambe Data: 21 e 22 de março de 2026 (sábado e domingo) Horário: das 16h às 21h (sessões contínuas) Local: Teatro Nacional Claudio Santoro – Foyer da Sala Martins Pena (Eixo Monumental, próximo à Rodoviária) Classificação indicativa: livre Entrada: franca (sujeita à lotação do espaço) Realização: Instituto Transforma e As Caixeiras Cia. de Bonecas Fomento: Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do DF (SECEC-DF) Patrocínio: EMGEA
- Com mixtape gravada na hora e fitas K7, Budweiser transforma nostalgia em experiência no Lollapalooza Brasil 2026
Se tem uma coisa que Budweiser entende, é de música. São 35 anos ao lado do Lollapalooza no mundo e, desde 2018, estende sua tradicional presença no Brasil. A edição de 2026 acontece nos dias 20, 21 e 22 de março, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, e a cerveja dos ídolos e dos fãs, reforça sua conexão com o público mostrando que sabe exatamente o que eles querem viver no festival: grandes shows, experiências que viram assunto, brindes desejados e, claro, muito sabor com Bud e Bud Zero. “Budweiser sempre acreditou que música é sobre conexão real. Nossa presença no Lollapalooza Brasil é construída ano após ano, lado a lado com o público. A gente escuta os fãs, entende o que eles querem viver dentro do festival e transforma isso em experiência. Mais do que patrocinar, queremos evoluir junto com o Lolla e continuar entregando algo que surpreenda e eleve a experiência dos fãs”, afirma Mariana Santos, diretora de marketing de Budweiser no Brasil. E para quem já conhece, sabe que o espaço de Bud no LollaBR é uma parada obrigatória. Para esse 2026, o espaço de 750m² trará uma imersão no universo da música, explorando a tendência da nostalgia, combinando cenografia, conteúdo e interação. É nesse cenário que nasce a Bud Mixtape Factory: cabines de gravação onde os fãs irão soltar a voz e registrar mensagens curtas em um mini gravador exclusivo, que resgata a estética das clássicas fitas K7, transformando o momento vivido no festival em algo que continua depois do último acorde. Muito mais que um brinde, o item, que será em edição limitada, foi desenhado para ser um ícone de estilo: em formato de chaveiro, ele se integra aos looks como os cobiçados charms, podendo ser usado em bolsas, calças ou celulares. Ao final da experiência, o participante leva sua gravação em formato físico e digital, um acessório que une a estética dos anos 2000 com a tecnologia de hoje para ser revivido no repeat. “Estamos muito atentos ao que move os fãs hoje. Existe um amor declarado pela estética e pelos ícones culturais dos anos 90 e 2000, que voltaram com força total. Trouxemos essa tendência para dentro do LollaBR de um jeito autêntico e conectado ao DNA de Bud, unindo música, moda e comportamento em uma experiência que continua viva mesmo depois do festival”, completa Mariana. O espaço se completa com a icônica arquibancada Bud, um dos pontos mais disputados do festival, com vista privilegiada para o Palco Budweiser. O espaço ainda conta com bar e paredão de autoatendimento com torneiras com Bud regular e Bud Zero, garantindo agilidade e comodidade no serviço. O já conhecido Palco Bud Zero também retorna com DJs renomados nos intervalos dos shows, mantendo a energia lá no alto durante todo o dia. Enquanto isso, do lado de fora do Autódromo, o cinturão também vai vestir Budweiser. A marca contará com bares parceiros com promoções especiais para que a festa comece antes mesmo de o fã pisar no Lollapalooza Brasil 2026. No Lolla 2026, Bud não só brinda os grandes shows, transforma cada momento em história. Seja com Bud ou Bud Zero na mão, a marca reafirma seu lugar onde a música acontece e onde as memórias, viram cultura.
- Antes da estatueta: como o marketing e as comunidades digitais moldam a corrida para o Oscar
*Por Gian Martinez Na temporada do Oscar, costuma existir a ideia de que os filmes competem apenas pela qualidade artística: direção, roteiro, trilha sonora, elenco, etc. Mas, na prática, a corrida pela estatueta envolve também visibilidade contínua, construção de narrativa e presença cultural. Nesse processo, as redes sociais deixaram de ser apenas um espaço de repercussão e passaram a funcionar como parte ativa da disputa. Hoje, um filme indicado não circula apenas entre críticos e votantes da Academia, mas passa a existir dentro das conversas nas redes sociais, no cafézinho do trabalho, no almoço de família. Todos esses ambientes interpretam, ampliam e disputam o significado de uma obra. Além disso, perfis de redes sociais analisam cenas, recortam discursos, resgatam entrevistas antigas de indicados e constroem leituras coletivas que ajudam a manter determinados títulos em evidência ou não. Nesse contexto, o Oscar deixa de ser apenas uma premiação e passa a funcionar como um evento cultural continuamente narrado e regulado pelas comunidades digitais. Um exemplo disso é o do ator Timothée Chalamet, que aparentemente está perdendo o favoritismo de levar a estatueta de Melhor Ator para Michael B. Jordan, após dar declarações polêmicas sobre artes clássicas, como balé e ópera. Do ponto de vista das plataformas, a dinâmica se torna especialmente visível em ambientes como TikTok, X e Instagram. Nessas redes, filmes indicados se tornarem assuntos em circulação frequente: trechos são reinterpretados, discursos viram cortes virais e teorias sobre quem deveria vencer mobilizam as pessoas, que não medem esforços para compartilhar a própria opinião sobre um fato. E, embora o engajamento espontâneo seja importante, muitas conversas seguem o comportamento coletivo de páginas de fãs e criadores de conteúdo que impulsionam determinados nomes e defendem narrativas que consideram importantes para aquele momento histórico. Esse movimento ajuda a explicar por que alguns filmes permanecem no centro da conversa por meses, enquanto outros desaparecem rapidamente da agenda cultural. O contexto em que aquele filme surge, o tipo de história que ele representa e o que uma eventual vitória simbolizaria naquele momento também importa. Nesse processo, as comunidades digitais funcionam como amplificadoras culturais, ajudando a construir o ambiente simbólico em que aquela premiação será interpretada.O resultado é que a visibilidade de um filme passa a depender também da capacidade de sua história circular e ser apropriada por diferentes públicos. Por isso, observar o comportamento dessas comunidades se tornou fundamental para entender como grandes eventos culturais evoluem na era das plataformas. O Oscar continua sendo decidido por votantes da indústria, mas a percepção pública sobre os indicados também é muito moldada por milhões de interações que acontecem diariamente nas redes. Gian Martinez é co-fundador e CEO da Winnin, plataforma de inteligência cultural que analisa tendências de consumo em redes sociais por meio de IA proprietária, a ZAI™. Sobre a Winnin A Winnin é a plataforma de inteligência cultural que revela insights acionáveis para levar a relevância cultural da sua marca a outro nível. Hoje, gigantes globais como Coca-Cola, AB InBev, Red Bull, Netflix e L’Oréal confiam na Winnin para se manterem conectados à cultura, anteciparem tendências e permanecerem no topo do Share of Attention™.














