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  • MeMefolia: Humor, cultura e conversa no CCBB Brasília

    Vai começar a MeMefolia , o programa de bate-papos, entrevistas e oficinas que integra a mostra Meme: no Br@sil da memeficação , em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil Brasília. A partir de 31 de janeiro , o CCBB Brasília recebe Marcelo Tas , Malfeitona , Raquel Real , Clarissa Diniz , Ismael Monticelli , Viktor Chagas e Pamella Anderson , em uma programação gratuita voltada a crianças, jovens e adultos. Os ingressos podem ser retirados na bilheteria ou no   site do CCBB . A visitação à exposição e a participação nas atividades são gratuitas. A classificação indicativa da mostra é livre; já as oficinas e os bate-papos possuem classificação variável, conforme a programação. Essas informações podem ser consultadas no site e na bilheteria do CCBB Brasília.   Entre reflexões sobre temas urgentes, como os limites do humor e a cultura digital, e práticas que acionam memórias coletivas, como tatuagens de chiclete e fantasias de carnaval, a programação convida o público a explorar o humor como ferramenta de criação, pensamento e convivência. Ao articular reflexão crítica e experiência prática, a MeMefolia transforma a visita à exposição em um espaço vivo de troca, experimentação e aprendizado.   A programação reúne nomes que ocupam posições centrais na reflexão e na prática do humor, da cultura digital e da comunicação no Brasil, ao mesmo tempo em que propõe atividades especialmente pensadas para o público infantil e familiar. Marcelo Tas , referência histórica do humor crítico e experimentação de linguagem na televisão e na educação; Malfeitona , artista que ganhou popularidade na internet ao transformar o traço precário e o “malfeito” em gesto criativo e linguagem visual para o corpo e para as redes; e Viktor Chagas , pesquisador pioneiro nos estudos sobre memes, democracia e cultura digital. Em paralelo, oficinas abertas a crianças, jovens e adultos convidam à criação de memes , emojis e imagens improvisadas , reforçando o caráter lúdico, educativo e intergeracional e ampliando o acesso à linguagem do humor como forma de expressão.   Realizada durante o período de férias e às vésperas do carnaval, a iniciativa reforça o papel do CCBB como espaço educativo e de convivência cultural, em sintonia com a irreverência, a criatividade e o caráter coletivo dos memes e da cultura popular brasileira. Veja a seguir a programação do MeMefolia no CCBB Brasília.   Bate-papos e oficinas   Tatuagem de chiclete Oficina ministrada por | Malfeitona Quando | 31/01, às 15h Classificação indicativa | 14 anos + Duração | 2 horas Onde | Galeria 4 Vagas | 20 participantes Entrada | Gratuita, mediante retirada de ingresso no site bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília   Inspirada nas tatuagens de chiclete que marcaram a infância e a adolescência de muita gente, esta oficina propõe uma volta divertida a esse universo. Os participantes vão criar desenhos simples, coloridos e bem-humorados para transformar em tatuagens temporárias. A ideia é brincar com o corpo como suporte, resgatar a memória afetiva dos adesivos de chiclete e explorar, de forma leve e criativa, como a arte pode nascer do improviso e da imaginação cotidiana.   Vocês não estão prontos para essa conversa Bate-papo com | Malfeitona, Pamella Anderson e Viktor Chagas Quando | 31/01, às 17h30 Classificação indicativa | Livre para todos os públicos Duração | 1h30 Onde | Galeria 4 Vagas | 90 participantes Entrada | Gratuita, mediante retirada de ingresso no site bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília   Em um bate-papo sobre a linguagem e a estética dos memes, Viktor Chagas, coordenador do #MUSEUdeMEMES, se reúne com as artistas plásticas Helen Fernandes (Malfeitona) e Pamella Anderson, cujas obras integram o acervo da exposição MEME: no Br@sil da memeficação . A conversa, em tom descontraído, pretende recuperar um pouco das trajetórias das convidadas e refletir sobre seu processo criativo, explorando as articulações entre o humor, a crítica social, e a experimentação artística e visual tão presentes em suas obras. O tensionamento entre as fronteiras da arte e do cotidiano é central na expressão artística de Fernandes e Anderson, e herda da cultura digital o estilo provocativo, ambivalente e exagerado.   Monte o seu meme Oficina ministrada por | Pamella Anderson Quando | 01/02, às 15h Classificação indicativa | Livre – menores de 12 anos acompanhados de responsável Duração | 1 hora e 30 minutos Onde | Galeria 4 Vagas | 20 participantes Entrada | Gratuita, mediante retirada de ingresso no site bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília   Nesta oficina, o público é convidado a criar memes com papel, lápis de cera, canetinhas e colagens, etc. Crianças, jovens e adultos experimentam processos rápidos de criação, nos quais a ideia nasce do acaso e da resposta imediata ao que está à mão. Ao transportar a lógica dos memes do ambiente digital para o espaço físico, a atividade explora o humor e a potência expressiva do improviso, aproximando a prática artística da dinâmica espontânea e coletiva das redes sociais.   Humor na era do coach Bate-papo com | Raquel Rea l, Clarissa Diniz e Ismael Monticelli Quando | 07/02, às 16h Classificação indicativa | Livre para todos os públicos Duração | 1 hora e 30 minutos Onde | Galeria 4 Vagas | 90 participantes Entrada | Gratuita, mediante retirada de ingresso no site bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília   O encontro discute como memes e conteúdos humorísticos expõem as contradições do discurso da produtividade, da autoajuda e da meritocracia que circulam nas redes sociais. Entre risadas e ironias, a conversa mostra como o humor pode questionar modelos de sucesso impostos pelo neoliberalismo, criando brechas de crítica e alívio coletivo diante da pressão do “faça mais, seja mais”.   Humor e política Bate-papo com | Marcelo Tas, Clarissa Diniz e Ismael Monticelli Quando | 07/02, às 18h Classificação indicativa | Livre para todos os públicos Duração | 1 hora e 30 minutos Onde | Galeria 4 Vagas | 90 participantes Entrada | Gratuita, mediante retirada de ingresso no site bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília   A partir da trajetória de Marcelo Tas entre o humor, a televisão, o jornalismo e a ficção, o encontro debate as relações históricas entre humor e política no Brasil. A conversa aborda o papel do riso na comunicação pública, a tensão entre ficção e documentário e o humor como ferramenta de crítica, mediação e disputa de narrativas em diferentes contextos.   Fábrica de emojis Oficina ministrada por | Clarissa Diniz Quando | 08/02, às 15h Classificação indicativa | Livre | menores de 12 anos acompanhados de responsável Duração | 1 hora e 30 minutos Onde | Galeria 4 Vagas | 20 participantes Entrada | Gratuita, mediante retirada de ingresso no site bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília   O público é convidado a inventar e personalizar seus próprios emojis, usando materiais variados como papel, tecidos, tintas e colagens. A proposta é transformar símbolos digitais em objetos palpáveis, estimulando a imaginação e o humor. Crianças, jovens e adultos poderão experimentar novas formas de expressão, dando corpo e textura aos ícones que usamos todos os dias nas telas.   SOBRE OS MINISTRANTES   Marcelo Tas é comunicador e educador. A ênfase do trabalho dele está em explorar as fronteiras da linguagem nas várias mídias onde atua. Entre suas obras destacam-se: o repórter ficcional Ernesto Varela; as séries Rá-Tim-Bum ( TV Cultura ); CQC ( Band ) e o reality Batalha Makers ( Discovery ). Na área da educação, Tas coordenou a criação do Telecurso (Fundação Roberto Marinho/ TV Globo ) e games interativos para o Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo; e para o Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro. Na Internet, tem cerca de 10 milhões de seguidores. Em 2023, teve um dos seus trabalhos incluídos na Signals , uma retrospectiva histórica entre artistas que contribuíram para expandir a linguagem da tecnologia do vídeo no MoMA - Museu de Arte Moderna, em Nova York. Atualmente, Marcelo Tas é apresentador do programa Provoca e comentarista do Jornal da Cultura ambos da TV Cultura ; é Associado Notável da I2AI (International Association of Artificial Inteligence) e Membro do Conselho Consultivo na Fundação Osesp – Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo.   Malfeitona é uma artista soteropolitana, graduada em Engenharia Mecânica e mestre em Comunicação e tecnologia. Malfeitona encontrou nas artes visuais sua verdadeira voz ao subverter os padrões estéticos do mercado com o conceito de "Tatuagem Peba". Ao abraçar o traço cru, simplista e visceral — que remete a rabiscos de caderno e ao humor ácido —, ela transformou o "malfeito" em um manifesto contra a perfeição técnica, provando que a arte reside na conexão e na sinceridade da expressão. Como artista multiplataforma, também atua nas áreas de ilustração, design e música, além de uma forte presença no conteúdo digital, onde utiliza sua inteligência para discutir política e cultura de forma leve e crítica. Malfeitona também ministra aulas, cursos e palestras em suas áreas de atuação, consolidando-se como uma das figuras mais disruptivas da cena contemporânea brasileira.   Raquel Real é comediante, repórter e roteirista. Apresentou o Jornal do Meme e o Vox para o canal TNT , foi roteirista do programa A Culpa é do Cabral do Comedy Central , além de ser também a repórter e primeira “cara” do digital do canal. Foi chefe de roteiro da segunda e terceira temporada do LOL Brasil da Amazon Prime . Nos palcos, Raquel já rodou com seus personagens mais conhecidos na internet como A Coach , e A Diaba . Suas redes sociais somam mais de milhões de views com seus vídeos de humor e notoriedade com suas publicidades criativas.   Viktor Chagas é professor associado do Departamento de Estudos Culturais e Mídia e pesquisador do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal Fluminense (UFF). É bolsista de produtividade em pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). É membro do comitê gestor do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Democracia Digital (INCT.DD). Doutor em História, Política e Bens Culturais pelo Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil da Fundação Getúlio Vargas (Cpdoc-FGV), com estágio pós-doutoral em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Tem experiência em investigações na área da Comunicação Política, em especial na interface entre cultura política e cultura digital, métodos digitais, desinformação e discurso de ódio, violência política em plataformas digitais, ativismo digital, operações de influência, participação online, humor e democracia, entre outros temas. É líder do Laboratório de Pesquisa em Comunicação, Culturas Políticas e Economia da Colaboração (coLAB/UFF), e coordenador do projeto de extensão universitária #MUSEUdeMEMES. Autor e editor das coletâneas A Cultura dos Memes (2020) e A Cultura dos Memes no Brasil (2024), ambas publicadas pela Edufba.   Pamella Anderson é artista e tem, na pintura, seu principal interesse de pesquisa. Aspectos da contemporaneidade são retratados através de fragmentos do cotidiano, geralmente associados a cultura de massa e da internet e seus impactos sociais e políticos. Por meio de uma linguagem pop, Pamella capta os meandros do comportamento e humor brasileiros nas redes, apropriando-se de memes e peculiaridades típicas da linguagem digital, seja para “chorar de rir ou “rir para não chorar”.   SOBRE A MOSTRA MEME: NO BR@SIL DA MEMEFICAÇÃO   Em exibição até 1º de março de 2026, a mostra ocupa as galerias 3 e 5 e o Pavilhão de Vidro do CCBB Brasília, Meme: no Br@sil da memeficação reúne mais de 800 obras de 200 artistas e produtores de conteúdo digital. A exposição investiga os memes como linguagem, crítica, expressão de afetos coletivos e forma de produção estética. Com curadoria de Clarissa Diniz e Ismael Monticelli e colaboração do perfil @newmemeseum, a exposição percorre manifestações que emergem tanto das ruas quanto das redes sociais, acompanhando como elas se reinventam no ambiente digital e revelam, de modo inventivo, as maneiras pelas quais o Brasil se narra e se transforma coletivamente   Organizada em cinco núcleos temáticos — Ao pé da letra , A hora dos amadores , Da versão à inversão , O eu proliferado e Combater ficção com ficção —, e tendo como prólogo o espaço tátil Alisa meu pelo e como epílogo Memes: o que são? Onde vivem? Do que se alimentam? , a mostra apresenta cenografia imersiva e uma ampla diversidade de linguagens: vídeos, neons, esculturas, roupas, quadrinhos, pinturas, objetos, backlights, instalações sonoras e experiências interativas.   A exposição MEME: no Br@sil da memeficação oferece aos visitantes a oportunidade de explorar um tema que merece atenção: a cultura dos memes. A mostra se destaca por abordar a memificação, o humor e a comédia — aspectos que permeiam nossa comunicação e sociedade, mas que ainda carecem de estudos e debates aprofundados. Apesar da ampla utilização dessa linguagem, poucas instituições se dedicam à pesquisa sobre o tema, como o Museu de Memes da Universidade Federal Fluminense, no âmbito acadêmico. Diante disso, a exposição se propõe a ser um espaço de reflexão sobre essa linguagem contemporânea, incentivando discussões críticas e políticas sobre sua importância, bem como suas implicações éticas.   “O objetivo é que os visitantes encontrem na exposição uma análise abrangente da memificação, que reflita o humor e a forma como o Brasil lida com sua realidade, seu cotidiano e seu país. A mostra aborda questões políticas, críticas e éticas relacionadas aos memes, ao mesmo tempo em que busca uma estética que dialogue com o universo das redes sociais e do espetáculo, incorporando elementos visuais e sensoriais atrativos”, afirma o curador.   A visitação ocorre de terça a domingo, das 9h às 21h, com entrada nas galerias até as 20h40. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso na bilheteria ou pelo site do CCBB ,, e a classificação indicativa é livre.   SOBRE OS CURADORES   Clarissa Diniz é curadora, escritora e professora em arte com 20 anos de carreira. Professora da Escola de Belas Artes da UFRJ, foi uma das primeiras curadoras brasileiras a incluir memes em exposições. Realizou curadorias em importantes instituições, como o Museu de Arte do Rio, a Pinacoteca de São Paulo e o Museu de Artes de São Paulo – Masp. Ao longo de sua carreira, já realizou curadorias de exposições como: Contrapensamento selvagem  (cocuradoria com Cayo Honorato, Orlando Maneschy e Paulo Herkenhoff. Instituto Itaú Cultural, São Paulo); O abrigo e o terreno  (cocuradoria com Paulo Herkenhoff. Museu de Arte do Rio, Rio de Janeiro, 2013);  Ambiguações  (Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro, 2013); Todo mundo é, exceto quem não é – 13ª Bienal Naifs do Brasil  (SESC Piracicaba, 2016, e Sesc Belenzinho, 2017);  Dja Guata Porã – Rio de Janeiro Indígena (cocuradoria com Sandra Benites, Pablo Lafuente e José Ribamar Bessa, Museu de Arte do Rio, Rio de Janeiro, 2017);  Rio do samba: resistência e reinvenção  (cocuradoria com Evandro Salles, Marcelo Campos e Nei Lopes, Museu de Arte do Rio, Rio de Janeiro, 2018) e À Nordeste  (cocuradoria com Bitu Cassundé e Marcelo Campos, Sesc 24 de Maio, São Paulo, 2019). Raio-que-o-parta: ficções do moderno no Brasil (cocuradoria com Raphael Fonseca, Fernanda Pitta, Aldrin Figueiredo, Marcelo Campos, Divino Sobral e Paula Ramos, Sesc 24 de maio, 2022) e Histórias Brasileiras (cocuradoria com Adriano Pedrosa, Lilia Schwarcz, Sandra Benites, Isabella Rjeille, Amanda Carneiro, André Mesquita, Guilherme Guifrida, Glacea Britto, entre outros, Museu de Arte de São Paulo, São Paulo, 2022). Entre 2006 e 2015, foi editora da revista  Tatuí , principal revista de crítica de arte brasileira, de viés experimental. Publicou inúmeros catálogos e livros.   Ismael Monticelli é artista multimídia. Sua pesquisa de doutorado, concluída em 2022, enfocou a relação entre arte, internet e redes sociais. Foi contemplado pelo programa Retomada Artes Visuais (2023), da Fundação Nacional de Artes – Funarte. Recebeu o 7º Prêmio Indústria Nacional Marcantonio Vilaça (2019), o mais importante prêmio para artistas em atuação no Brasil. Também foi um dos três artistas selecionados para a Bolsa ProHelvetia de Residência para Artistas Sul-Americanos, realizada na La Becque Résidence d’Artistes, La Tour-de-Peilz, Suíça (2019). Realizou residência no Institute of Contemporary Arts de Singapura, desenvolvendo um trabalho com parte da coleção da instituição. Participou da 14ª e da 10ª Bienal do Mercosul (2025 e 2015). Entre 2022 e 2023, seu trabalho foi destacado pelo The Guardian , pela Apollo Magazine e pela Ocula Magazine , durante sua participação na exposição Horror in the Modernist Block (curadoria de Melanie Pocock, Ikon Gallery, Birmingham, Reino Unido). Realizou diversas exposições individuais, como O teatro do terror (Casa França-Brasil, Rio de Janeiro, 2025; Museu Nacional da República, Brasília, 2024); O que sobrenada, sobrenada no caos (curadoria de Clarissa Diniz, Portas Vilaseca Galeria, Rio de Janeiro, 2022). Participou de diversas exposições coletivas no Brasil e em países como Reino Unido, Estados Unidos, Suíça e Singapura. Tem doutorado em Arte e Cultura Contemporânea – Arte, Imagem e Escrita (UERJ, 2022), mestrado em Artes Visuais – Processos de Criação e Poéticas do Cotidiano (UFPel, 2014) e bacharelado em Artes Visuais (UFRGS, 2010).   Colaboração | Perfil de Instagram New Memeseum   O @newmemeseum foi criado no final de julho de 2020 e conta com quase meio milhão de seguidores. Uma das principais motivações de sua criação foi o desejo de refletir, com humor e ironia, sobre os mecanismos adotados para sobreviver no/ao mundo da arte e, também, sobre os mecanismos que o mundo da arte nos impinge. O perfil realizou a ocupação virtual Combater ficção com ficção , no projeto ofício:web , do Sesc Pompeia, São Paulo, que ficou em cartaz de julho a agosto de 2021. Participou da terceira edição do programa Pivô Satélite , São Paulo, intitulada Sexo, mentiras e videotape , com curadoria de Raphael Fonseca e com a proposta Panorama Botijão da Arte Brasileira . Além disso, o trabalho do perfil já foi destacado pelos jornais Folha de São Paulo e O Globo .   SOBRE O CCBB BRASÍLIA   O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.   Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins onde são realizadas exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.   Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas.   Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.   SOBRE A BB ASSET   A BB Asset, maior gestora de fundos do país, administra cerca de R$ 1,7* trilhão em patrimônio líquido e é responsável pela gestão de mais de 1.200 fundos de investimento, atendendo milhões de pessoas que buscam realizar seus objetivos financeiros. A empresa é reconhecida pela excelência de sua gestão, com as maiores notas das agências de classificação de risco Fitch Ratings e Moody’s. Detém aproximadamente 17,5% de participação no mercado, consolidando sua liderança no setor. Seus produtos são distribuídos pela maior rede de atendimento bancário do país, o Banco do Brasil, e pelas principais plataformas de investimento.   A BB Asset acredita que seu papel vai além da gestão de ativos. Com soluções desenvolvidas para diferentes perfis e objetivos, a empresa assume a responsabilidade de contribuir para uma sociedade mais inclusiva, participativa e conectada com o que realmente importa, investindo em iniciativas que promovem desenvolvimento ambiental, social, de governança e cultural.   *Dados do ranking da ANBIMA de setembro de 2025   MEME: no Br@sil da memeficação é uma produção da Patuá Produções, com patrocínio do Banco do Brasil e BB Asset. Depois da temporada de Brasília, a exposição será apresentada em Belo Horizonte (março a junho de 2026) e Rio de Janeiro (agosto a novembro de 2026).   Serviço:   MeMefolia Programação da mostra MEME: no Br@sil da memeficação Bate-papos e oficinas Com Marcelo Tas, Malfeitona, Raquel Real, Viktor Chagas e Pamella Anderson, além dos curadores Clarissa Diniz e Ismael Monticelli Quando | 31/01, 01/02, 07/02 e 08/02 Acesso | Gratuito, mediante retirada de ingresso no site bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília Classificação Indicativa | disponível no site bb.com.br/cultura   Exposição | MEME: no Br@sil da memeficação Curadoria| Clarissa Diniz e Ismael Monticelli, com a colaboração do @newmemeseum Visitação | De 2 de dezembro de 2025 a 1º de março de 2026                       Terça a domingo, das 9h às 21h, com entrada na galeria até as 20h40 Acesso | Gratuito, mediante retirada de ingresso no site bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília Classificação Indicativa | Livre   CCBB Brasília Funcionamento: aberto de terça a domingo, das 9h às 21h Endereço: SCES Trecho 2, Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Esportivos Sul – Brasília – DF Fone: (61) 3108-7600 E-mail: ccbbdf@bb.com.br Site: bb.com.br/cultura Facebook/Instagram: @ccbbbrasilia YouTube: bancodobrasil TikTok: @ccbbcultura

  • Quem quer ser YouTuber? Projeto capacita alunos de São Sebastião a criar conteúdo com o celular

    O instituto Movimenta São Sebastião, sediado na cidade homônima do Distrito Federal, inaugurou nesta sexta-feira (23) o projeto Quem quer ser YouTuber?, em um cerimonial com os 40 alunos selecionados, música ao vivo, presença de autoridades e comes e bebes para os presentes. O objetivo do projeto é ensinar os participantes a criar conteúdo para plataformas como o YouTube e o Instagram a partir do próprio celular, ou seja, usando um recurso que já está à mão.  A ideia é democratizar a produção, dar voz a quem precisa e mostrar que, mesmo com pouco, a criatividade e o conhecimento podem te levar longe. Ou, nas palavras de Cris de Souza, CEO da produtora Dona Filmes e uma das oficineiras: “Eu acredito que toda pessoa carrega uma história que merece ser contada, por meio da comunicação mas, sobretudo, da escuta, esse lugar onde nasce a palavra da vivência, do cotidiano, do território e da coragem de existir”, poetiza.  A coordenadora geral e oficineira Patty Oliveira, diretora do Instituto Movimenta, que realiza o projeto, acredita que as oficinas podem ser um meio de incentivar a autonomia dos participantes. “O objetivo é mostrar que o celular pode ser mais do que uma ferramenta de comunicação e entretenimento. Você pode gravar vídeos, fazer fotos, editar, criar um canal, um perfil e alimentar com conteúdos produzidos por você mesmo. Empreendedoras e empreendedores podem promover seus produtos por meio destas estratégias, por exemplo. Você tem uma produtora na palma da mão, só precisa ter conhecimento para tal”.  Para além dos benefícios práticos, a capacitação também traz bem-estar, autoestima e independência. “As oficinas serão um espaço de encontro, onde o celular deixa de ser apenas tela para se tornar ferramenta de voz. Vamos criar conteúdos com o que temos, do jeito que somos, conversar, trocar, errar, e descobrir que a fala de si mesmo é um ato de força. Desenvolver uma narrativa sobre o nosso território, sobre o nosso trabalho, é uma maneira de resistir, existir e permanecer”, conclui Cris de Souza. Além das oficineiras, o projeto conta com uma equipe seleta e qualificada e formada majoritariamente por mulheres, valorizando o protagonismo feminino. As oficinas são gratuitas e atendem tanto ao público adolescente quanto adulto, todas as segundas e quartas, nos turnos matutino e noturno. Os alunos aprenderão técnicas de roteiro, filmagem, iluminação, captação de áudio e edição de vídeos voltados para as plataformas digitais. O projeto conta com a realização do Instituto Movimenta, fomento da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Distrito Federal e apoio da Revista Movimenta São Sebastião, SS Notícias, Espaço Sideral Produções e Vanguarda Shows e Eventos.

  • Inscrições abertas para Programa de Estágio no Senac

    O Desenvolve – Programa de Estágio do Departamento Nacional do Senac abriu novo processo seletivo. São vagas para início imediato no Rio de Janeiro e em Brasília. O período de inscrições vai até 9 de fevereiro de 2026, às 12h (horário de Brasília) .Poderão participar estudantes que estejam cursando o ensino superior a partir do 3º período (para os cursos de graduação/bacharelado) ou a partir do 2º período (para os cursos de graduação tecnóloga) e até o antepenúltimo período (para todos os cursos). Para as vagas destinadas ao estado do Rio de Janeiro, a pessoa deve residir na região do Grande Rio. No caso de Brasília, deve residir na capital ou em qualquer cidade satélite do Distrito Federal.   Todas as informações sobre o programa estão disponíveis no edital. Clique Link para ter acesso ao edital e se inscrever!   Benefícios oferecidos: bolsa-auxílio de R$ 1.874,00, auxílio-transporte integral e refeição no local. Carga horária: 6 horas por dia (30 horas por semana). A modalidade de trabalho é presencial. O contrato é anual, renovável por até dois anos.   Fases do processo 1ª – Inscrição: somente via internet, no período de 16/1/2026 até as 12h do dia 9/2/2026 (horário de Brasília).2ª – Prova online : no período de 16/1/2026 até as 12h do dia 9/2/2026 (horário de Brasília).3ª – Entrevista e envio de documentação: candidatos aprovados na prova objetiva serão convocados para etapa documental, conforme item 6 do Regulamento 1/2026.   Cursos/vagas para estágio Engenharia da Computação Psicologia Sistemas de Informação Sistemas para Internet Tecnologia da Informação Engenharia Elétrica Engenharia de Software Estatística Gestão Pública Jogos Digitais Jornalismo Nutrição Pedagogia Programação Visual Administração Administração pública Análise de sistemas Análise e Desenvolvimento de Sistemas Arquitetura e Urbanismo Arquivologia Banco de Dados Biblioteconomia Cibersegurança Ciência Atuarial Ciência da Computação Ciência de dados Ciências Contábeis Ciências Econômicas Computação em Nuvem / Cloud Computing Comunicação Social - Jornalismo Comunicação Social - Publicidade Comunicação Visual Desenho Industrial (com habilitação em Comunicação Visual) Desenvolvimento Mobile Desenvolvimento de Software Design Gráfico Direito Engenharia de Dados Engenharia de Produção Engenharia de Redes Engenharia de Telecomunicações Gestão da Tecnologia da Informação Graduação em Tecnologia Educacional Inteligência Artificial Jogos Digitais Marketing Digital Mídias Digitais Produção Multimídia Rede de Computadores Segurança da informação Sistemas para Internet UX/UI Design

  • Academia D'stak completa 46 anos e celebra trajetória marcada por cuidado e presença real

    A Academia D'stak celebra 46 anos de história. Mais do que um marco no calendário, a data, celebrada em 19 de janeiro, reforça uma identidade construída no dia a dia: a de um espaço em que o treino é parte de algo maior, feito de constância, encontros, confiança e cuidado com pessoas.   Ao longo de quase cinco décadas, a D'stak consolidou uma cultura que atravessa gerações e acompanha mudanças de hábitos, modalidades e demandas do público. Entre piscina, musculação e aulas coletivas, permanece o mesmo propósito: transformar rotinas com presença, acolhimento e acompanhamento profissional, valorizando o vínculo que se cria quando o movimento vira compromisso. “A D'stak nunca foi só uma academia. Ela nasce e permanece como um lugar de cuidado. A gente trabalha com corpo, mas lida principalmente com gente, com histórias e com o tempo vivido junto”, afirma Wilson Brasil, fundador do empreendimento que chega aos 46 anos mantendo a essência de proximidade com alunos e equipe.   A comemoração também evidencia o papel humano de uma instituição que, além do ambiente de treino, desenvolve ações e campanhas de engajamento comunitário, fortalecendo a noção de pertencimento e responsabilidade social. “O que sustenta 46 anos não é moda, é coerência. É abrir as portas todos os dias com a mesma verdade: servir bem, acolher melhor e cuidar de cada detalhe como parte da vida de alguém”, completa Wilson.   Para a D'stak, o aniversário é, ao mesmo tempo, celebração e renovação de compromisso. “Movimento transforma corpos, sim, mas principalmente transforma pessoas. E isso pede constância, escuta e uma equipe que entende que o resultado mais valioso é a confiança construída”, diz.   Sobre a Academia D'stak Há 46 anos, a D’stak mantém operação de segunda a sábado e uma proposta centrada em rotina, constância e cuidado. A academia oferece estrutura e atividades voltadas ao bem-estar e à saúde, com foco em atendimento próximo e acompanhamento profissional, com um complexo aquático com três piscinas, para aulas de natação (a partir dos três meses de vida) e hidroginástica, e uma área fitness para musculação, ergometria e aulas coletivas (bike, step, abdominal, funcional, dança e alongamento).   Serviço: Academia D'stak Endereço: SGAN 911, Asa Norte, Brasília/DF Funcionamento: segunda a sexta, de 06h10 às 22h, e sábado, de 07h às 17h Contato: (61) 3340-9955,  contato@dstak.com.br  e 61 9999-5082 (WhatsApp)

  • Projeto Futuro Campeão abre seletivas 2026 para jovens talentos do esporte no DF

    O Projeto Futuro Campeão, iniciativa esportiva do Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Esporte e Lazer, abre oficialmente as seletivas para a temporada de 2026. As avaliações acontecem no dia 24 de janeiro, nos Centros Olímpicos e Paralímpicos (COPs) do Gama e de Santa Maria, com vagas para crianças e adolescentes que desejam iniciar ou desenvolver sua trajetória no esporte de alto rendimento. Desenvolvido em parceria com o Instituto IDECACE, o projeto integra a política pública de esporte do Distrito Federal e tem como principal objetivo identificar, desenvolver e preparar jovens talentos esportivos. Mais do que formar atletas, a iniciativa utiliza o esporte como ferramenta de inclusão social, formação cidadã e desenvolvimento de valores, como disciplina, respeito, comprometimento e superação. “O Projeto Futuro Campeão é um exemplo claro de como a política pública esportiva pode transformar vidas. Ao investir na base, o Governo do Distrito Federal amplia o acesso ao esporte, identifica talentos e, principalmente, oferece oportunidades reais de desenvolvimento social, educacional e esportivo para crianças e jovens. Os Centros Olímpicos e Paralímpicos cumprem um papel fundamental nesse processo, sendo espaços de inclusão, formação e construção de futuro”, destaca o secretário de Esporte e Lazer do DF, Renato Junqueira. Formação esportiva e suporte completo aos atletas O Futuro Campeão oferece aos participantes um programa estruturado de treinamento em diferentes modalidades esportivas, com acompanhamento técnico especializado, estrutura adequada e oportunidades de participação em competições regionais, nacionais e até internacionais. Os atletas selecionados contam ainda com suporte completo, que inclui treinos regulares, uniformes, transporte, alimentação e materiais esportivos. As seletivas são abertas e funcionam como porta de entrada para o projeto. Durante as avaliações, os jovens inscritos passam por análises técnicas que consideram habilidades físicas, coordenação, desempenho e potencial esportivo. Aqueles que se destacam passam a integrar o programa de treinamentos contínuos. Seletivas acontecem em Santa Maria e no Gama No Centro Olímpico e Paralímpico de Santa Maria, a seletiva será voltada para o basquete masculino, das 8h às 12h, para jovens entre 9 e 17 anos. As inscrições devem ser feitas presencialmente na Gerência de Apoio Social (GAS) da unidade, exclusivamente pelo responsável legal, mediante apresentação de RG e CPF, com a presença da criança ou adolescente. Já no Centro Olímpico e Paralímpico do Gama, a seletiva será destinada aos saltos ornamentais, nas categorias masculina e feminina, também das 8h às 12h. Podem participar crianças entre 6 e 10 anos. Para a modalidade, é necessário saber nadar e levar traje de banho. As inscrições ocorrem presencialmente na GAS do COP do Gama, com apresentação dos documentos do responsável legal. Projeto que transforma vidas pelo esporte Ao longo dos anos, o Projeto Futuro Campeão já revelou atletas de destaque no cenário nacional e internacional. Um dos exemplos é Kawan Figueiredo, finalista olímpico e medalhista pan-americano, que iniciou sua trajetória esportiva no Centro Olímpico do Gama. Casos como esse reforçam a importância dos Centros Olímpicos e Paralímpicos como espaços de transformação social, democratização do acesso ao esporte e descoberta de novos talentos. A iniciativa é uma realização do Governo do Distrito Federal, da Secretaria de Esporte e Lazer do DF, do Instituto IDECACE e dos Centros Olímpicos e Paralímpicos do Distrito Federal, reafirmando o compromisso do DF com o desenvolvimento esportivo e social de crianças e jovens. “O Projeto Futuro Campeão vai muito além da formação esportiva. Nosso foco é oferecer oportunidades reais para crianças e jovens, usando o esporte como instrumento de transformação social, disciplina e construção de futuro. Muitos talentos que hoje representam o Brasil começaram exatamente nesses espaços, e as seletivas são a porta de entrada para novos sonhos”, destaca Wilson Cardoso, presidente do Instituto IDECACE.

  • Projeto Territórios Afro-Candangos leva oficinas e seminários gratuitos para terreiros do DF

    No mês em que é celebrado o Dia Nacional do Combate à Intolerância Religiosa, o Instituto Rosas dos Ventos, por meio do  Territórios Afro-Candangos , reforça a luta contra o racismo religioso, com iniciativa dedicada à valorização dos terreiros, dos saberes tradicionais e das expressões culturais afro-brasileiras. Ao longo de mais de seis meses, o projeto oferece uma série de oficinas e seminários gratuitos, percorrendo 23 territórios e reafirmando a presença histórica e contemporânea das culturas afro-brasileiras na construção da capital.  Mais do que locais de prática espiritual, os terreiros são apresentados pelo projeto como universidades de saberes, educação, organização comunitária e manutenção da memória ancestral. São espaços onde o conhecimento é compartilhado pela oralidade, pelo corpo, pelo rito e pelo cotidiano, sustentando vínculos comunitários e modos de vida que atravessam gerações.  O Territórios Afro-Candangos fortalece a visibilidade dessas práticas e saberes e amplia o diálogo entre tradição, cultura e contemporaneidade. As inscrições para participar das oficinas devem ser feitas pelo  formulário eletrônico , no qual também há mais detalhes de datas, horários e terreiros contemplados pela iniciativa. Guardiãs A luta feminina orienta simbolicamente o horizonte do projeto, abordada de forma poética e sensível. Mulheres aparecem como guardiãs da ancestralidade, do cuidado e da transmissão dos saberes, sustentando a vida comunitária e cultural a partir da escuta, do acolhimento e da continuidade. Essa perspectiva se manifesta nas oficinas e nas narrativas construídas ao longo do projeto, sem recorrer a discursos de confronto, mas afirmando a força da permanência, da memória e do afeto. A Ekeji Virginia da Rosa, do Ile Asé Orisá D’Ewy, em Sobradinho 2, vai ministrar a oficina de Direitos Humanos para Povos Tradicionais de Matrizes Africanas e de Terreiro, tema que é fundamental para o fortalecimento da cidadania, da autonomia comunitária e da luta contra o racismo religioso.  "Temos que ter mais consciência dos nossos direitos, sejam individuais ou coletivos. Temos que identificar as situações de violação e discriminação, de abusos e outras violências e saber agir, apesar da dor, das dores. É a forma, a ferramenta para romper ciclos históricos de silenciamento e invisibilidade", reforça Virginia, que aponta que ações de formação em Direitos Humanos qualificam lideranças e comunidades para dialogar com o poder público, acessar políticas e defender juridicamente territórios e práticas religiosas. Rosa é especialista em Segurança Pública e Cidadania; fundadora do Coletivo Mulheres de Axé do Distrito Federal e Entorno; e produtora e agente cultural. Impacto social  Mãe Cícera de Oxum avalia o Territórios Afro-Candangos como um projeto fundamental para o fortalecimento da comunidade afro-religiosa de Brasília e do Entorno. Como liderança de Umbanda — à frente do Templo Espiritual Rosa Branca —, ela reconhece a necessidade de iniciativas como essa dentro das casas. Segundo a sacerdotisa, essas ações contribuem diretamente para a manutenção do conhecimento, da educação, da dignidade e da identidade das populações de terreiro, ao mesmo tempo em que acolhem crianças e jovens de comunidades locais.  “Nos terreiros, para além dos saberes ancestrais, como as danças, a musicalidade, os cuidados com a saúde do corpo e do espírito e a culinária, procuramos manter esses conhecimentos vivos, respeitando o regionalismo e garantindo sua transmissão às próximas gerações. Assim, quando um território é fortalecido, as pessoas são acolhidas, os vínculos são criados e a nossa história continua viva", assinala Cícera, que vai ministrar oficinas de capoeira para crianças dentro do projeto.   Leonardo Feijão, assessor de comunicação do Instituto Rosa dos Ventos, destaca a homenagem póstuma feita a Paulo Ataíde, artista plástico cuja obra inspirou a identidade visual do projeto, que traz a imagem de todos os Orixás em posição de reverência. “Mestre Ataíde, como gostava de ser chamado, deixou uma série de imagens que foram utilizadas na criação da identidade visual do Afro-Candangos. Dessa forma, o projeto foi presenteado com o talento desse artista e, em forma de ‘GRATIDÃO’, realiza ações que sempre estiveram no foco das aspirações de Ataíde enquanto ser humano”, diz Feijão ao lembrar da obra “GRATIDÃO”, na qual o mestre representa as deidades afro-brasileiras com utilização de formas geométricas e inspiração na arquitetura de Brasília. Stéffanie Oliveira, presidente do instituto e responsável pelo projeto, aposta nos terreiros do DF como espaços de transformações sociais. “É fundamental ressaltarmos que a valorização desses territórios vai muito além do aspecto religioso. Esses espaços sagrados – que já geram impactos sociais importantes nas suas comunidades –  têm potencial de provocar transformações ainda maiores, revelando-se um espaço importante de aprendizado para toda a sociedade”, sublinha Stéffanie.  Confira as oficinas e seminários oferecidas pelo projeto Territórios Afro-Candangos:  EXPRESSÃO CORPORAL E MUSICAL AFRO-BRASILEIRA: DANÇA AFRO – PAI JHONATHAN | ATÉ 02-05-2026 OFICINA DE SABORES E SABERES ANCESTRAIS – PAI PERDONO | ATÉ 18-01-2026 OFICINA DE BATUQUE ANCESTRAL: MARACATU E TUMARACÁ – PAI ÁLVARO | 21-02-2026 a 22-03-2026 OFICINA DE CONFECÇÃO SHEKERE: O SOM DA ANCESTRALIDADE – RICAULE | 17-01-2026 a 07-03-2026 FOLHAS ANCESTRAIS: CONHECIMENTO E CURA – PAI PEDRO | 24-01-2026 a 28-02-2026 SEMINÁRIO: COMBATE À INTOLERÂNCIA RELIGIOSA – MÃE BAIANA | 24-01-2026 a 24-01-2026 RODA DE SABERES: A ARTE DA CAPOEIRA – PAI JACI | 31-01-2026 a 07-03-2026 OFICINA DE RODAS DE SABERES: A ARTE DA SAMBADEIRA DE RODA – MÃE DIANGALA | 21-02-2026 a 11-04-2026 OFICINA DE FORÇA E LIBERDADE: CAPOEIRA – PAI OLIMPIO | 01-03-2026 a 26-04-2026 OFICINA DE RITMOS DA LIBERDADE: A PERCUSSÃO DO ATABAQUE – PAI NGUNZENTALA | 07-02-2026 a 11-04-2026 SEMINÁRIO CAMINHOS PLURAIS – PAI JORGE | 14-02-2026 a 14-02-2026 OFICINA OS ANCESTRAIS DO FUTURO – MÃE THANISIA | ATÉ 11-04-2026 OFICINA DO ENTARDECER DOS OJAS – PAI JOEL | ATÉ 09-05-2026 OFICINA DE DIREITOS HUMANOS NAS COMUNIDADES DE MATRIZES AFRICANAS – MÃE CRISTINE | ATÉ 07-02-2026 SEMINÁRIO QUILOMBO ENQUANTO ESPAÇO DE FORMAÇÃO DA CIDADANIA – PAI KANAMBURA | ATÉ 09-05-2026 OFICINA DE SABONETES ANCESTRAIS – MÃE MAVANJU | 07-02-2026 a 14-03-2026 OFICINA DE TRANÇAS DA ANCESTRALIDADE – PAI VEBER | 18-01-2026 a 23-05-2026 OFICINA TERREIRO SUSTENTÁVEL: CAMINHOS PARA A AUTONOMIA – PAI LUAZI | ATÉ 05-02-2026 RODA DE CONVERSA YABAS EM LUTA: DEFESA, DIREITOS E RESISTÊNCIA – MÃE SIDARTHA | 01-02-2026 a 21-02-2026 NGOMA: MULTIPLICADORES SOCIAIS (ANGOLA PARA CRIANÇAS) – MAKOTA KYESIMANZAMBI | 24-01-2026 a 01-02-2026 OFICINA PAPO DE TERREIRO – MÃE CARMINDA | ATÉ 28-02-2026 OFICINA CAPOEIRA PARA CRIANÇAS – MÃE CÍCERA | 19-04-2026 a 25-04-2026 Serviço- Territórios Afro-Candangos Instagram:  https://www.instagram.com/territoriosafrocandangos/ Inscrições:  https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSd_XeSt_Pwuic3WUbUbg2jkmvC9gXi5W-4A--vw_qqYjXEH5A/viewform Gratuito

  • Feijoada no Tivoli Maiorana Belém Pará celebra sabores, encontros e o tempo de estar à mesa a partir de 31 de janeiro

    A feijoada, um dos pratos mais emblemáticos da culinária brasileira, ganha protagonismo em uma experiência pensada para valorizar o tempo à mesa, os encontros e a diversidade de sabores. No Tivoli Maiorana Belém Pará , o almoço aos sábados passa a ser celebrado com uma feijoada mensal, servida no último sábado de cada mês, das 12h às 16h, entre janeiro e março no Must Restaurant .  O menu foi concebido em formato de buffet e percorre todas as etapas do almoço, começando por uma seleção de saladas frescas e preparações leves. No coração da experiência, a feijoada é apresentada com diferentes cortes e preparações tradicionais, incluindo costelinha suína, lombo, charque, paio e bacon.  As guarnições prezam pela tradição bem-feita: arroz branco, farofa de ovos, couve refogada, torresminho, linguiça e bisteca suína, além de acompanhamentos que completam a experiência, como banana frita, minipastéis, mandioca frita, laranja fatiada, vinagrete e molho de pimenta preparado com caldo de feijão.  Para encerrar o almoço, a mesa de sobremesas reúne receitas tradicionais brasileiras, como doce de coco, pudim de leite, doce de abóbora, ambrosia, goiabada com queijo minas e salada de frutas.  A experiência é oferecida pelo valor de R$ 170 por pessoa e inclui uma caipirinha como welcome drink , além de caldinho de feijão servido como boas-vindas . A programação conta ainda com música ao vivo , criando um ambiente descontraído e convidativo para aproveitar o almoço com calma. O buffet oferece também opções vegetarianas.   Serviço – Feijoada no MUST Restaurant & Pool Bar Local : Tivoli Maiorana Belém Pará Quando : 31/01, 28/02 e 28/03. Hora : das 12h às 16h Incluso : caipirinha, caldinho de feijão e programação musical Valores : R$ 170 por pessoa (Crianças até 7 anos não pagam | De 8 a 12 anos: R$ 85) Reservas : WhatsApp (91) 99223-9947   Serviço | Tivoli Maiorana Belém Pará Hotel   End.: Rua Gaspar Viana, 485, Campina, Belém, Pará Reservas: + 55 91 3108 6700 Email:   reservations.tmbp@tivolihotels.com Site: www.tivolihotels.com Instagram: @tivolimaiorana   Sobre a Tivoli Hotels & Resorts   Fundada em 1933 em Portugal, a marca de luxo Tivoli Hotels & Resorts convida os hóspedes a abrandar o ritmo do dia-a-dia e a colecionar memórias que ficarão com eles muito depois da sua estadia. Através de serviços exclusivos e experiências autênticas, a Tivoli revela a alma secreta de cada destino aos seus hóspedes. O atual portefólio inclui cerca de 20 propriedades em Portugal, Brasil, Qatar, China, Holanda, Itália e Espanha, com futuros projetos na Europa e no Médio Oriente. A Tivoli faz parte do grupo hoteleiro Minor Hotels e é membro do programa de fidelização Minor DISCOVERY , parte do GHA DISCOVERY. Visite tivolihotels.com para mais informações e fique a par das novidades no Facebook , Instagram e YouTube .   Sobre a Minor Hotels A Minor Hotels é um grupo hoteleiro global que opera mais de 640 hotéis, resorts e residências em 59 países. O grupo cria experiências inovadoras e inspiradoras através das suas marcas hoteleiras, incluindo Anantara, Elewana Collection, The Wolseley Hotels, Tivoli, Minor Reserve Collection, NH Collection, nhow, Avani, Colbert Collection, NH, Oaks e iStay, bem como um portfólio diversificado de restaurantes e bares, experiências de viagem e marcas de spa e bem-estar. Com mais de quatro décadas de experiência, a Minor Hotels constrói marcas mais fortes, promove parcerias duradouras e impulsiona o sucesso do negócio, concentrando-se sempre no que é mais importante para os nossos hóspedes, colaboradores e parceiros. A Minor Hotels é um orgulhoso membro da Global Hotel Alliance (GHA) , e reconhece os seus hóspedes através de um programa de fidelização unificado, o Minor DISCOVERY , parte do GHA DISCOVERY. Descubra o nosso mundo em minorhotels.com e ligue-se à Minor Hotels no Facebook , Instagram , LinkedIn , TikTok e YouTube . *A contagem de propriedades inclui propriedades operacionais, bem como empreendimentos comprometidos através de propriedade, joint ventures, arrendamentos e acordos de gestão.

  • Férias no JK Shopping transformam o passeio em uma experiência completa de lazer para toda a família

    Durante o período de férias, o JK Shopping se consolida como um dos maiores polos de lazer do Distrito Federal ao reunir, em um único espaço, atrações temporárias de grande porte, ambientes fixos de entretenimento e experiências pensadas para públicos de todas as idades. A programação foi cuidadosamente desenhada para transformar o shopping em um destino completo, onde diversão, conforto, segurança e convivência caminham juntos. Entre os principais destaques da temporada está o Magic Ocean, parque temático infantil que convida as crianças a mergulharem em um universo lúdico, colorido e cheio de movimento. O espaço reúne brinquedos infláveis, piscina de bolinhas, tobogãs e circuitos interativos que estimulam o brincar livre, a imaginação e o desenvolvimento motor, criando um ambiente envolvente e seguro para toda a família. Voltado para crianças de 2 a 13 anos, o Magic Ocean funciona de 12 de janeiro até 1° de março, acompanhando o horário de funcionamento do shopping. O valor é de R$ 40 por 40 minutos, com preço válido até 1º de março e venda realizada exclusivamente no local. A atração segue regras claras de acompanhamento por responsáveis, garantindo tranquilidade e segurança durante toda a experiência. Outro grande protagonista das férias é o JK Arena, localizado no Piso L3, espaço que se firma como um verdadeiro hub de entretenimento do shopping. Pensado para reunir amigos, famílias e grupos em momentos de lazer ou comemoração, o ambiente concentra algumas das experiências mais completas do empreendimento, reforçando o JK Shopping como referência em diversão integrada. No local, o público encontra o Brasil Boliche, um dos maiores espaços do segmento na cidade. Com nove pistas, cada uma com capacidade para até seis pessoas, distribuídas em uma área de 1.048 metros quadrados, o ambiente foi projetado para encontros, aniversários e confraternizações. Os valores variam conforme o dia e o horário, sendo de segunda a quinta-feira, até às 16h, R$ 90 para uma hora e R$ 50 para 30 minutos; após esse horário, R$ 119,90 para uma hora e R$ 70 para 30 minutos; e às sextas-feiras, sábados, domingos, feriados e vésperas, R$ 139,90 para uma hora e R$ 80 para 30 minutos. O espaço ainda oferece a promoção “Almoço Divertido”, em que, na compra de um prato do cardápio, o cliente ganha 20 minutos de boliche, além de contar com jogos eletrônicos, mesa de sinuca, bar com drinks com e sem álcool e restaurante com petiscos e pratos especiais. Também no JK Arena, o Magic Games amplia a experiência atrações digitais, simuladores e um brinquedão iluminado com piscina de bolinhas, garantindo diversão para crianças, adolescentes e adultos. O ambiente também é uma opção para comemorações de aniversário e encontros entre amigos, funcionando de segunda a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos e feriados, das 12h às 22h. Ainda no Piso L3, a Servo Scape Room aposta em emoção, desafio e trabalho em equipe. Recém-inaugurada, a atração conta com dois cenários imersivos e propõe um jogo cooperativo em que os participantes precisam resolver enigmas e superar desafios dentro de um período de 60 minutos. A experiência é permitida para grupos de 2 a 10 jogadores, com valor de R$ 69,90 por pessoa, e oferece entrada gratuita para o aniversariante do mês acompanhado de quatro amigos pagantes. Para o público infantil, o P Diverte, localizado no Piso L1, oferece uma proposta diferenciada de lazer com carros elétricos infantis. As crianças podem se aventurar pelos corredores do shopping sempre acompanhadas por um responsável, garantindo diversão ao passeio. Os valores são de R$ 25 para 10 minutos, R$ 30 para 20 minutos e R$ 40 para 30 minutos, sendo a atração indicada para crianças de 3 a 10 anos.  Outra experiência que vem chamando atenção do público é a Invasão Alien, localizada no Piso L2. Considerada uma das atrações mais eletrizantes da temporada, a experiência leva os visitantes a um labirinto totalmente escuro, com 100 metros de percurso repleto de sons enigmáticos, luzes inesperadas, efeitos especiais e criaturas misteriosas que surgem a cada curva. A proposta une tecnologia, imersão e suspense em uma jornada intensa, que desafia os sentidos e a coragem dos participantes. A entrada acontece em grupos de até quatro pessoas, criando uma experiência personalizada e cheia de adrenalina, com valor promocional de R$ 30 por pessoa, por tempo limitado. Complementando o roteiro de lazer, o JK Shopping também conta com o cinema, que se torna uma opção perfeita para momentos de descanso e entretenimento entre uma atração e outra. Com programação variada durante o período de férias, o Cineflix do JK oferece filmes para todas as idades, tornando o passeio ainda mais completo para famílias, casais e grupos de amigos. Acesse e confira a programação completa: https://jkshoppingdf.com.br/cinema/   Além das atrações pagas, a programação inclui as Tardes Divertidas, realizadas aos domingos, com espetáculos infantis gratuitos e distribuição de pipoca. A iniciativa reforça o compromisso do shopping com o acesso à cultura e ao lazer de qualidade. No dia 25 de janeiro, o JK Espaço Arte recebe A Boneca Dançarina, da Cia Fábula. A história de Fiapinha, uma boneca de pano que sonha em dançar, aborda com delicadeza temas como autoestima, empatia e aceitação, emocionando públicos de todas as idades. Com atrações de grande porte, espaços modernos, experiências imersivas e opções que atendem diferentes perfis e faixas etárias, o JK Shopping se firma como o endereço ideal para viver as férias com intensidade, diversão e memórias inesquecíveis para toda a família. _ SERVIÇO  – Férias no JK Shopping   Magic Ocean – Parque Temático Infantil Período : de 12/01 a 01/03. Local : Praça Central (Piso L1) - JK Shopping.  Valor : R$ 40 por 40 minutos. Meia-entrada para PcD e autistas, mediante comprovação Venda : no local.  Horário: Segunda a sábado : das 10h às 22h. | Domingos : 12h às 22h Público : crianças de 2 a 13 anos Altura máxima : 1,60 m | Peso máximo: 80 kg. Crianças até 4 anos e 11 meses entram obrigatoriamente acompanhadas por adulto dentro do brinquedo; a partir de 5 anos, acompanhamento obrigatório do lado de fora. _ JK Arena Brasil Boliche Horário : de segunda-feira a sábado, das 12h às 22h, e aos domingos e feriados, das 12h às 22h. Local : JK Arena – Piso L3. Valor : de segunda a quinta-feira, até às 16h, 1 hora custa R$ 90 e 30 minutos custam R$ 50; de segunda a quinta-feira, após às 16h, 1 hora custa R$ 119,90 e 30 minutos custam R$ 70; às sextas-feiras, sábados, domingos, feriados e vésperas, 1 hora custa R$ 139,90 e 30 minutos custam R$ 80. Ação promocional : na compra de um dos pratos do cardápio do “Almoço Divertido”, o cliente ganha 20 minutos de boliche. Para mais informações e reservas:  (61) 3491-5911. - Magic Games Horário : de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos e feriados, das 12h às 22h. Local : JK Arena – Piso L3. Valor : consultar valores no local. Para mais informações e reservas : (61) 99665-2790. _ Invasão Alien – O Maior Labirinto do Brasil Período : até 24/04.  Local : Piso L2  - JK Shopping.  Valor : R$ 30. _ PDiverte   Local : Piso L1. Horário : segunda-feira a sábado, das 10h às 22h, domingos e feriados, das 12h às 22h.  Valor : R$ 25 para 10 minutos, R$ 30 para 20 minutos e R$ 40 para 30 minutos de diversão. Já para 45 minutos, o cliente paga R$ 45, enquanto a cada 60 minutos o valor é de R$ 50.  Para mais informações : (61) 3770-0538.  – Servo Scape Room Horário : de segunda-feira a sábado, das 12h às 22h, e aos domingos e feriados, das 12h às 22h, de acordo com o horário de funcionamento do shopping. Local : Piso L3. Valor : R$ 69,90 por pessoa.  Ação promociona l: Aniversariante do mês acompanhado de quatro amigos pagantes, tem entrada gratuita na atração.  Para mais informações : (61) 99143-4949. _ Tardes Divertidas  25/01 – A Boneca Dançarina – Cia Fábul. Local : JK Espaço Arte - Piso S1. Entrada gratuita e pipoca.

  • Roberto Bomtempo retorna à CAIXA Cultural Brasília com o espetáculo "Raul Fora da Lei - A História de Raul Seixas"

    A CAIXA Cultural Brasília traz de volta o musical "Raul Fora da Lei – a História de Raul Seixas". As apresentações serão realizadas nos dias 30 e 31 de janeiro e 1º de fevereiro, depois de três sessões lotadas em setembro de 2025.   A montagem conta, de maneira despojada, a história de Raul Seixas, com bases em escritos do próprio Raulzito, abordando sua relação com o sucesso, suas mulheres, sua espiritualidade e seus sonhos. No palco, Raul afirma-se, contradiz-se e rompe regras, em cenas realçadas pela versatilidade de um elenco de atores-cantores da oficina dos menestréis, acompanhados pela banda brasiliense SOS Toca Raul.   A montagem, que surgiu como monólogo e explodiu em turnê nacional após sua transformação pela Oficina dos Menestréis, com direção de Deto Montenegro, já foi assistida por mais de 300 mil pessoas ajudaram a entoaram os hinos atemporais de Raul, como "Metamorfose Ambulante", "Ouro de Tolo" e "Sociedade Alternativa".   Bomtempo descreve como iniciou o projeto com o amigo, há mais de 30 anos, Deto Montenegro: “a ideia foi criar um espetáculo estilo hair . Uma grande festa, uma grande celebração da vida e da música brasileira". O diretor Deto Montenegro complementa: "transformar 'Raul Fora da Lei' de um solo para um musical foi puro prazer. E contamos ainda com a parceria de Candé Brandão e Evelyn Klein, que elucidaram nossas ideias".   Ficha técnica : Texto e atuação: Roberto Bomtempo Direção, adaptação e iluminação: Deto Montenegro Codireção e iluminação: Abaetê Queiroz Direção musical: Marco de Vita Coreografias: Evelyn Klein e Candé Brandão Direção de produção e administração: Claudia Charmillot Direção de movimento e de ensaios: Abaetê Queiroz, Evelyn Klein e Vânia Cabral Assistente de produção: Júlia Barcelos Operador de som: Marcelo Dalcol Operador de luz: Abaetê Queiroz Coordenação de palco: Brunin e Nika Programadora visual: Juliana Nova Apoio de camarim: Dani Leal Assessor de imprensa: Rodrigo Machado - Território Comunicação Músico convidado: Marco de Vita (gaita e teclado) Banda convidada: SOS Toca Raul - Tiago João (violão e guitarra) | Bruno Campello (guitarra) | Bruno Leite (baixo) | Helder Cunha (teclado) | Adriano Berbereia (bateria)   Serviço : [Teatro Musical] "Raul Fora da Lei – A História de Raul Seixas"Local: CAIXA Cultural Brasília - Setor Bancário Sul, quadra 4, lotes 3/4 – Brasília (DF) Data: de 30 de janeiro a 01 de fevereiro de 2026 (sexta, sábado e domingo) Horários: sexta e sábado, às 20h; domingo, às 19h   Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada, conforme legislação vigente, e clientes caixa). Vendas a partir de 24 de janeiro, às 9h na bilheteria e às 13h no site bilheteria cultural . Lotação: 406 lugares Duração: 80 minutos Classificação Indicativa: não recomendado para menores de 12 anosacesso para pessoas com deficiência Estacionamento: gratuito aos finais de semana, feriados e de terça a sexta a partir das 18h. Mais informações: site da caixa cultural. Horário da bilheteria: de terça a sexta, e aos domingos, das 13h às 21h; aos sábados, das 9h às 21h.   Mais informações sobre toda a programação no perfil do Instagram ou no site da Caixa Cultural Brasília .

  • RAYE anuncia o álbum THIS MUSIC MAY CONTAIN HOPE., previsto para março

    Concebido como uma obra dividida em quatro “estações”, com cada lado do vinil representando um período distinto, o álbum propõe uma jornada sonora que parte de um lugar de escuridão e chega à luz. RAYE define o trabalho como um processo pessoal de cura, no qual a música assume um papel de acolhimento e partilha, pensado como um espaço seguro para quem precisa de conforto e esperança. O anúncio do novo disco acontece em meio ao sucesso do single “WHERE IS MY HUSBAND!”, que rendeu à artista duas indicações ao BRIT Awards 2026, nas categorias Canção do Ano e Melhor Artista Pop. A faixa alcançou o topo das paradas no Reino Unido, ultrapassou a marca de 600 milhões de reproduções e entrou no Top 20 da Billboard Hot 100 nos Estados Unidos, além de figurar entre as dez mais em diversos países. No Brasil, o single chegou ao #112 do Top 200 do Spotify e ao segundo lugar do Daily Viral Charts, reafirmando-se como hit global. RAYE também segue em turnê com THIS TOUR MAY CONTAIN NEW MUSIC. , uma série de shows esgotados que percorre arenas na Europa e no Reino Unido, incluindo seis noites no The O2, em Londres. A agenda se estende à América do Norte a partir de março, com apresentações em casas icônicas como o Radio City Music Hall e o Greek Theatre. No segundo semestre, a artista será convidada especial da turnê de Bruno Mars nos Estados Unidos. Em 2025, RAYE ampliou ainda mais sua presença global com colaborações de peso. Ela se uniu a LISA e Doja Cat em “Born Again”, faixa que co-escreveu e co-produziu e que rendeu ao trio um prêmio no MTV Video Music Awards. No mesmo período, a artista também trabalhou com Mark Ronson, produtor vencedor de nove Grammys, em dois singles com influência do jazz, “Suzanne” e “Grandma Calls The Boy Bad News” - este último incluído na trilha sonora de F1® THE MOVIE . Desde sua estreia, em 2014, a cantora acumulou mais de 10 bilhões de streams e emplacou 20 singles no Top 40 britânico. Em 2024, fez história ao conquistar seis prêmios no BRIT Awards, incluindo Álbum do Ano. Entre outros reconhecimentos estão o GRAMMY Harry Belafonte Best Song for Social Change, concedido pela Recording Academy em janeiro de 2026, pela canção “Ice Cream Man.”, e o Ivor Novello de Compositora do Ano em 2024. Lançado em 2023, o álbum de estreia My 21st Century Blues consolidou RAYE como uma das vozes mais relevantes da música pop contemporânea. O trabalho alcançou o segundo lugar no Reino Unido e teve como destaque o single “Escapism.”, que se tornou seu primeiro número um no país e um dos maiores sucessos globais de sua carreira. Ouça o álbum My 21st Century Blues : https://raye.orcd.co/m21cb Ouça “Escapism.”: https://raye.orcd.co/escapism-thrillisgone Ouça “Genesis.”: https://rayeofficial.com/genesis/ THIS MUSIC MAY CONTAIN HOPE. chega em 27 de março e reafirma a maturidade artística de RAYE em um momento de plena expansão internacional.

  • Audiovisual como ferramenta de inclusão: agência amplia acesso de talentos diversos ao mercado

    Em um mercado audiovisual historicamente marcado por barreiras de entrada e pouca diversidade, o hub de produção audiovisual Meraki vem consolidando um modelo de atuação que trata a inclusão como cultura e estratégia de atuação. Fundado há quase dez anos pelos irmãos Danilo e Jaqueline Rowlin, a empresa pretende ampliar o acesso de talentos sub-representados, como profissionais da periferia, artistas independentes e corpos dissidentes, a oportunidades reais de trabalho e visibilidade no setor.   Com um modelo de trabalho horizontal, criativo e acolhedor, a Meraki reúne em uma mesma estrutura agenciamento artístico, produção e direção de elenco e produção geral. Essa integração permite reduzir gargalos do mercado tradicional, conectar talentos a projetos profissionais e fortalecer narrativas plurais, tanto em produções para grandes marcas quanto em projetos independentes.   Esse compromisso também se reflete na curadoria e no acompanhamento de digitais influentes que são referência em seus segmentos. Atualmente, a Meraki cuida da carreira de três criadores de conteúdo homens trans, todos com mais de 100 mil seguidores, ampliando sua inserção no mercado audiovisual e publicitário de forma ética, estruturada e sustentável.   A atuação da Meraki junto a comunidades historicamente sub-representadas parte de um princípio fundamental: essas pessoas fazem parte da realidade da empresa. A diversidade não é tratada como tendência ou recorte isolado, mas como reflexo dos corpos, trajetórias e vivências que constroem o dia a dia da Meraki. Ao mesmo tempo, o hub atua com todos os perfis de talentos e profissionais, conectando diferentes narrativas, estéticas e experiências ao mercado de forma ampla e profissional.   A inclusão na Meraki não se dá por meio de ações pontuais ou campanhas sazonais, mas como prática contínua incorporada aos processos de criação, seleção de equipes e desenvolvimento de projetos. Um dos exemplos dessa atuação é o TransFree, projeto pioneiro no setor e estruturante, voltado à ampliação de oportunidades para pessoas trans no audiovisual, que integra a política da empresa de promover acesso, formação de redes e visibilidade a esses profissionais de forma responsável.   “O audiovisual desempenha um papel crucial na forma como a sociedade se vê e se reconhece. Este meio de comunicação é uma poderosa ferramenta para moldar e refletir os imaginários coletivos, influenciando percepções, valores e identidades culturais”, defende Danilo Rowlin.   Além de fomentar ambientes de trabalho mais diversos, a empresa mantém o compromisso com a valorização profissional, condições dignas de produção e relações éticas com equipes e talentos. Entre os públicos impactados por esse modelo estão pessoas da periferia, profissionais LGBTQIAPN+ e artistas independentes que historicamente encontram obstáculos para acessar o mercado audiovisual formal.   Meraki A Meraki é um hub de produção audiovisual fundado pelos irmãos Danilo e Jaqueline Rowlin, com atuação baseada em um modelo de trabalho horizontal e integrado, que conecta talentos diversos a projetos profissionais para marcas e produções independentes. Desde a sua fundação, a empresa já realizou mais de 700 trabalhos em seu portfólio, consolidando-se como uma estrutura que alia produção audiovisual, agenciamento artístico e desenvolvimento de narrativas contemporâneas.

  • Janeiro Branco reforça cuidado integrado à saúde mental

    A campanha Janeiro Branco, embora tenha nascido no Brasil em 2014, hoje é considerada um movimento internacional de conscientização sobre a saúde mental, mobilizando instituições e profissionais de saúde para estimular a prevenção, a identificação precoce e a busca de ajuda especializada em um cenário de aumento contínuo de estresse, ansiedade e sobrecarga emocional. No Hospital Santa Lúcia, por exemplo, a iniciativa ganha reforço com ações voltadas a públicos a grupos que demandam atenção ampliada — como gestantes e puérperas, no contexto da maternidade, e idosos, com atenção especial ao isolamento social — além de um encontro especial do programa Cuidar+ , realizado no dia 20 de janeiro no Hospital Santa Lúcia Sul (HSLS), da Asa Sul.   Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), quase 1 em cada 7 pessoas no mundo vive com algum transtorno mental, e condições como ansiedade e depressão estão entre as mais frequentes. No Brasil, por exemplo, a OMS estima mais de 18 milhões de brasileiros vivendo com transtornos de ansiedade, classificando o país como o mais ansioso do mundo . E os índices de depressão também estão em alta: 11,5 milhões de brasileiros convivem com a condição.   Para o psiquiatra Dr. João Armando , coordenador da Psiquiatria do Hospital Santa Lúcia Sul (HSLS) e do Hospital Santa Lúcia Norte (HSLN), o objetivo central da campanha é romper o silêncio e reduzir estigmas , ampliando o acesso à informação de qualidade e estimulando o cuidado contínuo ao longo de todo o ano.   Na prática clínica, o especialista afirma que os quadros mais frequentes hoje envolvem transtornos de ansiedade, transtornos depressivos, condições relacionadas ao estresse (como transtorno de adaptação), além de insônia e uso problemático de substâncias. “Esse conjunto de sintomas, muitas vezes, convive com doenças clínicas e pode agravar desfechos quando não é reconhecido a tempo”, afirma o especialista.   Um ponto central, segundo o médico, é diferenciar o sofrimento emocional esperado diante de mudanças e perdas de um transtorno que exige avaliação detalhada. “Quando o sofrimento se torna persistente, intenso e começa a comprometer o funcionamento — seja no trabalho, nos relacionamentos ou no autocuidado — isso é um sinal de alerta”, explica o psiquiatra, destacando critérios como duração, perda de funcionalidade e impacto na qualidade de vida.   Entre os sinais que merecem atenção, o Dr. João Armando lista:   ·      Tristeza persistente; ·      Ansiedade intensa; ·      Crises de pânico; ·      Alterações relevantes de sono e apetite; ·      Perda de interesse por atividades antes prazerosas; ·      Dificuldade de concentração; ·      Irritabilidade marcada e ·      Pensamentos negativos recorrentes e sensação de desesperança.   Ele também chama atenção para o uso abusivo de álcool e outras substâncias como um marcador de risco que precisa ser investigado.   “No ambiente hospitalar, a saúde mental aparece, muitas vezes, associada a queixas físicas. A relação é bidirecional: transtornos mentais podem agravar doenças clínicas, enquanto doenças físicas podem desencadear ou intensificar sofrimento psíquico”, alerta o coordenador de Psiquiatria.   Por isso, no Hospital Santa Lúcia, a Psiquiatria atua integrada ao hospital geral, com atendimento ambulatorial, interconsultas para pacientes internados e suporte às equipes assistenciais, sempre com base em evidências e foco em humanização, acolhimento e segurança do paciente.   “A estrutura multiprofissional é apresentada como eixo do modelo assistencial. Na Psiquiatria hospitalar, a integração com psicologia, clínica médica, enfermagem e outras especialidades permite avaliar o paciente considerando dimensões biológicas, psicológicas e sociais. Na avaliação do serviço, esse desenho melhora adesão, reduz riscos e favorece melhores desfechos clínicos”, afirma Dr. João.   Olhar cuidadoso para a saúde mental na Maternidade   O Janeiro Branco também amplia o olhar para a saúde mental na gestação e no pós-parto, período em que mudanças hormonais, privação de sono, dor, dificuldades na amamentação e reconfigurações familiares podem aumentar a vulnerabilidade. A OMS estima que cerca de 10% das gestantes e 13% das mulheres no pós-parto apresentem algum transtorno mental, principalmente depressão — percentuais que podem ser maiores em países de renda média e baixa.   Na avaliação do ginecologista e obstetra Dr. Ângelo Pereira , coordenador de Ginecologia e Obstetrícia da Maternidade do Hospital Santa Lúcia Sul (HSLS), da Asa Sul, é essencial diferenciar a depressão pós-parto do chamado baby blues . Ele explica que a depressão pós-parto é um transtorno depressivo que pode acometer, em média, 10% a 20% das pacientes após o parto, com sintomas que costumam iniciar após a segunda semana e podem surgir até o primeiro ano. Já o baby blues, segundo o especialista, é mais comum e transitório, associado às flutuações hormonais e à adaptação ao puerpério, com início nos primeiros dias e melhora espontânea, em geral, em até duas semanas. Quando os sintomas são intensos e persistentes, com prejuízo funcional, a orientação é buscar avaliação, especialmente diante de sinais como desesperança, isolamento social significativo e incapacidade de cuidar de si ou do recém-nascido.   “Entre os sinais de alerta de maior gravidade, estão pensamentos persistentes de desesperança, medo intenso ou rejeição ao cuidado, além de comprometimento importante do autocuidado. A resposta do sistema de saúde deve ser rápida e articulada: obstetra, psicologia, psiquiatria, pediatria e suporte à amamentação atuam como rede, porque as causas são multifatoriais — combinando fatores neuroendócrinos, vulnerabilidades prévias, privação de sono, dores e desafios da rotina”, alerta o médico.   O Dr. Ângelo Pereira reforça ainda que a saúde mental materna impacta diretamente o bebê. O estresse crônico pode elevar níveis de cortisol e influenciar a programação neurobiológica fetal; depois do nascimento, uma mãe com depressão não tratada pode ter mais dificuldade de interação, estímulo e amamentação, aumentando riscos como desmame precoce e até maior vulnerabilidade emocional ao longo da infância. “Nesse contexto, o cuidado em saúde mental é descrito como proteção ao vínculo e ao desenvolvimento”, afirma.   No Hospital Santa Lúcia, a maternidade trabalha com abordagem multiprofissional — com obstetras, pediatras, enfermagem, psicologia e suporte especializado para o pós-parto — e integra orientações para familiares sobre sinais de alerta, com encaminhamento para avaliação quando necessário. A instituição mantém ainda serviços de apoio relacionados à amamentação e ao cuidado neonatal, incluindo o Banco de Leite Humano, criado em 2002 como o primeiro da rede privada no Brasil.   Solidão de idosos tem solução!     A campanha de Janeiro Branco também chama atenção para um público frequentemente invisibilizado no debate: os idosos . Para a médica geriatra Dra. Priscilla Mussi, coordenadora de Geriatria e do Cuidar+ no Hospital Santa Lúcia, quadros como depressão e ansiedade seguem subdiagnosticados na terceira idade por aparecerem, muitas vezes, como mudanças de comportamento — e não necessariamente como “tristeza intensa”, como se espera em pessoas mais jovens.   A médica descreve sinais comuns:   ·      Apatia; ·      Perda do “tesão pela vida” (ânimo); ·      Isolamento maior; ·      Dores difusas e ·      Alterações de apetite.   “Em alguns casos, a ansiedade pode se manifestar como inquietação e dificuldade de controle, afetando a convivência familiar. Para cuidadores e familiares, a palavra-chave é atenção ao “ tanto faz ”: ou seja, quando o idoso perde interesse e passa a aceitar tudo com indiferença, isso pode ser um marcador de sofrimento emocional”, alerta Dra. Priscilla.   A especialista também alerta que depressão e ansiedade em idosos não são apenas questões subjetivas: podem impactar autonomia, piorar controle de doenças crônicas e se associar a riscos como perda de massa muscular (sarcopenia) e maior vulnerabilidade a eventos cardiovasculares. Em paralelo, fatores sociais ganham peso: a OMS aponta que solidão e o isolamento social afetam cerca de um quarto das pessoas idosas e estão associados a maior risco de agravos em saúde física e mental.   No Brasil, análises com base no Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos Brasileiros (ELSI-Brasil) indicam prevalências relevantes de solidão em pessoas com 60 anos ou mais — reforçando a necessidade de criação de redes de apoio e acompanhamento continuado. Para a Dra. Priscilla Mussi, a abordagem do programa Cuidar+ , do Hospital Santa Lúcia, permite observar esse comportamento ao longo do tempo, com avaliação geriátrica ampla e encaminhamento oportuno para suporte psicológico e psiquiátrico quando indicado.   ·      Saiba Mais: O Cuidar+ é o maior programa de cuidado integral e completo – 360º – voltado para o paciente idoso (acima dos 60 anos) do Hospital Santa Lúcia, com atendimento humanizado e equipe multidisciplinar (geriatras, enfermeiros navegadores, psicólogos, fisioterapeutas, etc.), além da estrutura completa e especializada, agilidade em exames e foco na prevenção, visando melhorar a qualidade de vida do idoso e evitar idas desnecessárias ao pronto-socorro, por exemplo.   A médica geriatra também destaca a dimensão cultural do estigma: parte da população idosa ainda associa depressão e ansiedade a “falta de fé”, quando, na prática, trata-se de condições de saúde com bases biológicas e psicossociais. “Falar sobre o tema é romper barreiras geracionais e facilitar o acesso ao cuidado, inclusive com orientação às famílias, que nem sempre reconhecem os sinais quando o idoso ‘continua fazendo tudo’, mas já perdeu vitalidade emocional”, explica a médica.   Dentro da programação mensal do Cuidar+, que neste mês dialoga com a campanha do Janeiro Branco, os pacientes idosos participaram, no dia 20 de janeiro, de uma programação especial com foco em combater sedentarismo e estimular a prática de atividades físicas, reunindo equipe multiprofissional e especialistas convidados. A proposta foi orientar o que pode ser feito com segurança também dentro de casa, adaptando movimento e rotina à realidade de cada idoso.   Além do conteúdo educativo, a ação integra uma estratégia maior: associar saúde mental a hábitos protetores — como atividade física, sono e vínculos — e reforçar que o cuidado não começa apenas quando o quadro se agrava. “A lógica do serviço é atuar com prevenção, identificação precoce e continuidade assistencial, conectando geriatria, psicologia, psiquiatria e outras especialidades conforme a necessidade do paciente idoso”, explica Dra. Mussi.

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