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Curta baiano “Distopia” propõe experimentação estética

  • 19 de dez. de 2020
  • 1 min de leitura

A diretora Lilih Curi, de “Distopia”, filme baiano selecionado para a Mostra Oficial de Curtas-Metragens do 53o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro (FBCB), recebeu a indicação com “um misto de alegria, emoção e responsabilidade”. A produção pode ser acessada até domingo (20) pela plataforma Canais Globo.


No filme, um personagem sofre de Alzheimer. Quando o filho caçula tem de assumir os cuidados com o pai, numa ausência da irmã mais velha, fora de casa, o garoto se vê tendo de lidar com lembranças terríveis, diz a sinopse. Segundo a diretora, a proposta é abordar esta trama a partir de uma noção de tempo-espaço numa zona de perigo e experimentação. “Traz uma temática contundente, forte, em diálogo com essa estética”, define a diretora, no seu quarto curta.


Para ela, o Festival de Brasília é uma referência pessoal e também para vários cineastas que vieram antes. “É sem dúvida uma vitrine que nos impulsiona, que traz visibilidade para além do território brasileiro. É a oportunidade de ter uma escuta qualificada, agrega valor ao que produzimos e a todos os profissionais selecionados”.

Lilih desenvolve projetos autorais na Segredo Filmes. É graduada em Comunicação Social e Mestre em Artes Cênicas, estudou Direção Cênica na Escuela Internacional de Cine y TV de San Antonio de los Baños – Cuba e cursou Interpretação Teatral no CPT/SESC-SP e no Teatro Universitário da UFMG.


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