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Marcelinho Carioca expõe relatos chocantes sobre seu sequestro: "Iam matar a gente"

O ex-jogador Marcelinho Carioca compartilhou os momentos de pavor que viveu ao ser sequestrado por pelo menos quatro indivíduos na última segunda-feira (18/12). O ex-atleta, que estava a caminho do show do cantor Thiaguinho em Itaquera (SP), decidiu parar em Itaquaquecetuba para deixar um ingresso para uma amiga. "Fui abordado de forma abrupta, encapuzado, com a arma apontada. Desesperado, implorei: 'Não, por favor, eu sou o Marcelinho Carioca'", relatou ao programa Fantástico da TV Globo, no último domingo (24/12).


Ao chegar à residência da amiga, identificada como Taís Alcântara, tanto ele quanto ela foram levados pelos criminosos, que exigiram um resgate da família do ex-jogador. Duas transferências via Pix foram realizadas, uma de R$ 30 mil e outra de R$ 12 mil. A quadrilha solicitou ainda uma terceira transferência, que não foi efetuada. Quatro suspeitos foram detidos pelo crime.


O ex-jogador revelou que foi coagido pelos sequestradores a gravar um vídeo com uma narrativa falsa sobre a razão do sequestro. No vídeo, com o olho esquerdo inchado e roxo, ele alega ter sido sequestrado devido a um suposto envolvimento com a esposa de outra pessoa, que também aparece nas imagens. "Estava em um show em Itaquera, curtindo um samba. Saí com uma mulher, que é casada, e só soube depois. O marido dela me sequestrou e me trouxe aqui", declarou.


Taís, mencionada no vídeo como tendo um relacionamento com o jogador, trabalhou com ele na Secretaria de Esporte e Lazer de Itaquaquecetuba. Marcelinho ocupou o cargo de secretário até 2022, quando decidiu buscar novos objetivos. O ex-jogador esclareceu que é amigo de Taís há três anos e nunca teve qualquer envolvimento amoroso com ela.


Durante o longo período de sequestro, que ultrapassou 24 horas, Marcelinho sofreu agressões físicas e constantes ameaças dos criminosos. "Começamos a ouvir o barulho do helicóptero. Alguém chegou e disse: 'A casa caiu'. Um policial apareceu sozinho. Parou no portão e disse: 'Eu vou entrar. Abre'. Eu não sabia o que esperar. O que viria. Pensei: vão atirar em nós, vão nos matar. Eu abaixei a cabeça: Senhor, não deixe, não deixe", compartilhou o ex-jogador.

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