Novos drones devem auxiliar mapeamento no DF
- 22 de mar. de 2021
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Muita tecnologia em pouco tamanho, assim são conhecidos os drones. Hoje, indispensáveis em diversos setores como a agricultura e a construção civil, as aeronaves não-tripuláveis, entregam até pizza e o mais importante: salvam vidas. Isso mesmo, os drones são utilizados com frequência pela segurança pública através do mapeamento de áreas de risco e do monitoramento da violência. De forma remota, o controle é feito por terra, enquanto o drone sobrevoa todas as direções alcançando até mais de 30 metros de altura com segurança e eficiência. Após quase quatro anos de regulamentação dos voos pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), entre agosto de 2018 e 2019, o número de aparelhos registrados para uso profissional saltou de 18.389 para 27.665, um aumento de 51%. Número que cresce a cada dia e no Distrito Federal não é diferente. A Secretaria de Segurança Pública acaba de licitar a compra de sete drones para planejar ações policiais e ampliar atuação preventiva em caso de chuva, além de auxiliar na localização de focos do mosquito da dengue e em outros trabalhos, como testes de sirene e ações na Barragem do Paranoá. Na avaliação do especialista em segurança pública Leonardo Sant'Anna, a aplicação dos drones na área de segurança pode começar com o apoio a operações de busca e resgate de pessoas em áreas de difícil acesso como em florestas, podendo chegar a ambientes noturnos, em que a vigilância policial daria lugar a câmeras especiais acopladas nesses aparelhos. “Essas ferramentas podem detectar calor, revelando o paradeiro de possíveis vítimas e/ou agressores de maneira muito mais rápida. Ao mesmo tempo em que reduz o risco dos profissionais de segurança, drones cobrem áreas muito maiores, filmam e fotografam com definição digital e podem entregar esses dados em tempo real, acelerando e dando mais qualidade à tomada de decisões em ocasiões críticas, muito comuns em questões de segurança, explica." Assim que os novos drones estiverem disponíveis irão auxiliar na redução do tempo de resposta nos atendimentos e agilizar a tomada de decisões nos trabalhos operacionais das subsecretarias do Sistema de Defesa Civil e de Inteligência; além de atender também as diretorias de Inteligência Penitenciária (DIP) e de Operações Especiais (DPOE), da Secretaria de Administração Penitenciária (Seape).






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