Projeto mapeia 14 iniciativas socioculturais com perfis semelhantes no DF
- 10 de nov. de 2020
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Nestes 60 anos, desde a inauguração da nova capital, incontáveis iniciativas culturais surgiram em meio ao expressivo caldeirão multicultural que é o Distrito Federal; nos últimos 30 [anos] essa produção vem ganhando mais força, chegando a ditar movimentos culturais.
Ao Rock Brasília, dos anos 1980, sem esquecer a cena de teatro de grupo e a efervescente agitação cultural de Taguatinga-DF, na década de 1990, somam-se os inúmeros projetos de formação de plateia e o surgimento de espaços.
Com a virada para o século XXI, o fazer artístico se aproxima das ações sociais e do empoderamento das minorias marginalizadas. Surgem, então, projetos e iniciativas com raízes na promoção da cultura popular e na arte urbana periférica, onda que ganha fôlego na segunda década do século.
Os pontos e causas em comum, destas iniciativas recentes, fizeram surgir o Territórios Culturais - uma rede de espaços, coletivos e projetos culturais de recortes diversos, porém, nos quais, se fazem prevalecer atuações socioculturais, a defesa do direito à cidade e a promoção da cidadania.
Em fase inicial de implementação, a rede envolve 14 (quatorze) iniciativas de oito Regiões Administrativas do DF - Ceilândia, Plano Piloto, Guará, Paranoá, São Sebastião, Planaltina, Taguatinga e Samambaia.
O Territórios Culturais se abre para a população com atividades formativas e apresentações realizadas no ambiente virtual, se fazendo chegar através das plataformas YouTube, Facebook e Instagram. Tudo será transmitido gratuitamente e acessível para todos os públicos.
Dentre as iniciativas envolvidas na rede estão: Afro Comunidades; Amigos do Centro Histórico; CAPtal Grafitii; Casa Akotirene; Casa Roxa; Coletiva Pretinhas; Da Barragem Pra Cá; Escola Livre Mercado Sul; A Pilastra; Poesia nas Quebradas; Poesianoá; Sebastianas; e Território Paranoá.






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