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Stark Bank tem lucro de US$ 2,1 milhões no terceiro trimestre de 2022

  • 26 de dez. de 2022
  • 3 min de leitura

Na contramão de diversos unicórnios, cujo valor de mercado é superior a US$ 1 bilhão e acumulam prejuízos, a Stark Bank, primeiro challenger bank focado em grandes empresas, divulgou seus resultados do terceiro trimestre de 2022 e reporta lucro líquido de US$ 2,1 milhões (sem ajustes).

O resultado vem apenas seis meses após a fintech ter anunciado, em abril, o aporte recebido na rodada Series B, sendo a primeira empresa do Brasil a levantar investimentos com a Bezos Expedition, o fundo pessoal de Jeff Bezos, fundador da Amazon.

Listada também recentemente pela Y Combinator como uma das principais startups do mundo, a Stark Bank anunciou ainda recorde histórico de volume transacionado no trimestre, sendo de US$ 3,3 bilhões, valor 8 vezes maior que o do terceiro trimestre do ano passado.

O acelerado crescimento da empresa vem principalmente com o aumento do número de clientes utilizando produtos como o Cartão Corporativo, que acaba de ser reformulado com regras de aprovação inteligentes e função crédito, e Cash Management, que inclui recebimentos, pagamentos e tesouraria para empresas.

"Além de fazer o transacional que todo banco faz, nossa tecnologia fornece escalabilidade para empresas poderem crescer tendo ferramentas de controle de gastos, inteligência de dados, aumentando tanto a produtividade do time quanto a eficiência operacional da empresa", afirma Rafael Stark, CEO e fundador da Stark Bank.

Com uma carteira de mais de 400 clientes ativos, a Stark Bank atribui o bom resultado à sua eficiência operacional e à gestão de riscos. O challenger bank aposta em "times enxutos com pessoas excepcionais" e, hoje, conta com apenas 60 colaboradores. Sendo também uma empresa tech-first, que permite um crescimento constante sem um grande aumento dos custos operacionais, a fintech também investe constantemente em automação de processos e na melhoria contínua de seus produtos para conquistar e fidelizar seus clientes.

A Stark Bank tem 4 anos e levantou, na rodada Series A, no final de 2021, US$ 13 milhões e, na Series B, em abril deste ano, US$ 45 milhões. "Ainda nem começamos a gastar os US$ 58 milhões que levantamos nas últimas duas rodadas. Nossa operação gera caixa todo mês e somos muito eficientes", conta Rafael.

Com estabilidade financeira e capitalização, a Stark Bank pode, com segurança, se dedicar ao que mais sabe fazer: ouvir seus clientes, entender suas dores e se dedicar a inovações em seus produtos, com a melhor tecnologia do mercado. "Vamos usar esse dinheiro para, em breve, ofertar linhas de crédito para nossos clientes, mas iniciaremos essa operação de crédito com calma, usando capital próprio e depois montar um FIDC. Queremos ajudar as empresas a crescerem com inteligência de dados e controle de gastos", conclui Rafael.

Números auditados

No começo do terceiro trimestre, a Stark Bank contratou a PwC para fazer sua auditoria externa e a EY para fazer sua auditoria interna. O balanço de 2021 da fintech foi assinado pela PwC sem apontamentos. A Stark Bank dá lucro desde julho de 2021 e vem crescendo de forma acelerada.

"Além de sermos regulados pelo Banco Central, fazemos questão de ter duas auditorias Big 4 olhando nossa operação. Buscamos a excelência em todos os aspectos da empresa e o resultado da auditoria mostra que a Stark Bank é extremamente sólida, mesmo sendo uma instituição jovem", completa Rafael.

Sobre a Stark Bank Fundada em 2018, em São Paulo, a Stark Bank é o primeiro challenger bank focado em grandes empresas. A empresa oferece uma API segura e confiável, preparada para simplificar e otimizar processos. A companhia conta com mais de 400 clientes da nova economia como Buser, Loft, Quinto Andar, Kovi, Bitso, Cora e também grandes entreprises como Grupo Ultra e Colgate.

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