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“Toy Story 5" abraça a era digital e prova que telas e infância podem coexistir em equilíbrio

  • 18 de jun.
  • 1 min de leitura

Por: Rodrigo Carvalho


Após o aparente encerramento perfeito de Toy Story 4, a Pixar retorna com um quinto capítulo que encontra uma justificativa relevante para existir. Em vez de repetir fórmulas, o filme atualiza o principal conflito da franquia ao colocar os brinquedos diante de um novo rival: as telas.


A trama acompanha Bonnie, agora cada vez mais conectada ao tablet Lily Pad, uma personagem que representa a Geração Alpha e serve como símbolo da transformação da infância nos tempos digitais. Com Woody afastado do grupo, Jessie assume o protagonismo e conduz uma história que mistura aventura, nostalgia e reflexões sobre o papel da tecnologia na vida das crianças.


Embora não alcance a carga emocional de Toy Story 3 nem o impacto de seus antecessores, Toy Story 5 compensa ao promover um debate atual e necessário. O filme evita demonizar os eletrônicos e defende uma mensagem equilibrada: tecnologia e brincadeiras tradicionais podem coexistir.


Visualmente impecável, divertido e repleto de referências para os fãs, o longa se destaca mais pela discussão que propõe do que pelas lágrimas que provoca. Não é um novo clássico da franquia, mas é uma continuação digna que justifica seu lugar na história de Toy Story.


Nota: 🧸🧸🧸/5

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