top of page

Sudeste representa mais 53,7% da distribuição de empregos diretos no setor de casa e decoração

  • 18 de fev. de 2024
  • 3 min de leitura

Segundo o levantamento realizado pela ABCasa (Associação Brasileira de Artigos para Casa, Decoração, Presentes, Utilidades Domésticas, Festas e Flores) em parceria com o instituto IEMI (Instituto de Estudos e Marketing Industrial), em 2022, comparado com 2017, houve queda do emprego direto nas regiões Norte de 9,5% e Sudeste de 0,7%, mas em comparação com 2021, o número de profissionais empregados sofreu aumento em todas as regiões do país. 

As regiões Sul, Centro-Oeste e Nordeste apresentaram crescimento no emprego direto no setor: houve alta de 11,7%, 6,7%, e 1,9% respectivamente. 

- imagem

Quando falamos em Estados, o Sudeste é a principal região do Brasil em termos de fabricantes e empregos, com destaque especial para São Paulo, que abriga 32,8% das unidades produtoras e emprega 38,3% da mão de obra na indústria nacional de artigos para casa. O segundo estado mais relevante na região Sudeste é Minas Gerais, contribuindo com 11,4% das unidades produtoras e 10,1% dos trabalhadores empregados nesse segmento.Já no Rio Grande do Sul possui a maior representatividade em termos de unidades produtoras, correspondendo a 11,3% do total, e é o segundo mais significativo em relação à mão de obra empregada, com 11,6%. No Nordeste, os estados que mais se destacam nos números nacionais são Bahia, Ceará e Pernambuco, tanto em termos de mão de obra empregada quanto em unidades produtivas.- imagem

 

 

Cenário Nacional 

 

De acordo com o estudo apresentado pela ABCasa, o mercado de varejo de artigos para casa, decoração, presentes, celebrações e utilidades domésticas do Brasil apresentou números expressivos em 2022, revelando um setor robusto e em crescimento constante, que movimentou mais de R$ 96,3 bilhões no ano passado, envolvendo 238,9 mil pontos de venda em todo o país.

Dentre esses pontos de venda, 135,2 mil são lojas de varejo especializadas em artigos para casa, decoração, presentes e utilidades domésticas, enquanto 103,7 mil são pontos de venda de varejo não especializado, incluindo lojas de departamentos, variedades e home centers."É importante ressaltar que o nosso setor empregou um total de 2,7 milhões de pessoas em 2022, tanto em lojas especializadas como em varejistas não especializados." aponta Eduardo Cincinato, presidente da ABCasa. 

 

A produção local de artigos para casa, decoração, presentes e utilidades domésticas em 2022 correspondeu a R$ 54 bilhões, em valores líquidos, sem impostos, por meio de 25,9 mil unidades produtoras que empregam diretamente 458,6 mil funcionários.

 

No que diz respeito ao comércio exterior, o setor de artigos para casa, decoração, presentes e utilidades domésticas fez importações no valor de US$ 1,3 bilhão em valores FOB (Free on Board) em 2022. Paralelamente, as exportações brasileiras desses produtos somaram US$ 897 milhões, também em valores FOB, no mesmo período.

Outro destaque dessas estatísticas é o consumo residencial nas principais cidades brasileiras. Entre as dez maiores cidades em consumo de artigos para casa, destacam-se: São Paulo com 9,2%, Rio de Janeiro com 4,5%, Brasília com 2,6%, Porto Alegre e Belo Horizonte, ambos com 2,4%. Esses municípios são vitais para o mercado de varejo desse setor.

 

Segundo o presidente da ABCasa, esses dados demonstram a vitalidade e a importância do mercado de artigos para casa, decoração, celebrações, presentes e utilidades domésticas no Brasil. 

 

“O nosso setor, ao lado da construção civil, teve um aumento expressivo no pós-covid 19 e o resultado direto foi o aumento no número de lojas, produção e profissionais ligados ao segmento. Houve uma mudança de mentalidade do consumidor final, que passou a ter um novo olhar para a casa e hoje investe mais em decoração”, destaca Eduardo Cincinato.


Comentários


© 2025 por Rodac Comunicação Criativa

bottom of page