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  • Último dia de Doce Maravilha 2026 teve show exclusivo de Caetano Veloso com Emicida, presença de Rosalía na plateia e muito mais

    Música boa e celebração. Foi nessa atmosfera que o último dia da quarta edição do festival Doce Maravilha fechou sua programação. Neste domingo (9), a abertura do Palco Corona ficou a cargo de Facchinetti. Em seguida, foi a vez do animado show da banda Falamansa, com participação do cantor mirim Ruan Vitor Vaqueirinho, cantando sucessos do forró como “Esperando na Janela”. Na sequência, aquecendo a pista, foi a vez do duo de DJs TropiCals. Um dos shows mais aguardados da noite, Os Paralamas do Sucesso fizeram o público cantar e dançar apresentando, na íntegra, o álbum Selvagem?, que completa 40 anos em 2026. Nelson Motta, curador do festival, comandou o DJ Set Noites Tropicais ao lado de Lôu Cascudo, sacudindo a pista em mais um dia. E, por último, fechando a programação do palco com chave de ouro, Caetano Veloso se apresentou ao lado de Emicida, com um show exclusivo criado para o festival, que contou com músicas como “Vaca Profana”, eternizada na voz de Gal Costa, e “Baiana”. Já no palco Bradesco, a Nova Orquestra abriu o festival com o “Bloco do Eu Sozinho”. Em seguida, a Academia da Berlinda celebrou os 10 anos de Nada Sem Ela, com participação de Louise, filha de Chico Science. Encerrando os trabalhos do espaço, Sandra Sá comemorou os 40 anos de seu álbum de estreia, Sandra de Sá 1986, sacudindo a galera do início ao fim com um show cheio de hits. O palco Deezer completou a programação do dia com Rafa Canholato b2b Babi, Bia Marques e Yasmin Vilhena. Com apresentações exclusivas, encontros inéditos e comemorações de álbuns históricos, a programação confirmou mais uma edição dedicada à celebração da música e da cultura brasileira. Sob a curadoria de Nelson Motta, as atrações se destacaram pela inovação e seleção do repertório, homenagens a grandes artistas da MPB e parcerias inusitadas. O festival mantém sua proposta de conectar diferentes gerações, ritmos e estilos musicais em uma experiência que vai além dos palcos. O Doce Maravilha 2026 foi apresentado por Bradesco e Corona. Entre as marcas oficiais estiveram Flying Fish (cerveja saborizada), Guaraná Antarctica (refrigerante) e Cantão (look). A criação e realização do festival são da Bonus Track, empresa de Luiz Oscar e Luiz Guilherme Niemeyer. Além da programação musical, o festival contou com estrutura de acessibilidade, ações de sustentabilidade e impacto social positivo, reforçando o compromisso da Bonus Track com eventos cada vez mais inclusivos e responsáveis. Como nas edições anteriores, foram disponibilizadas áreas adaptadas, rampas, banheiros acessíveis, interpretação em libras e espaços PCD com monitores. Durante o evento, também foram realizadas ações voltadas à gestão de resíduos, reaproveitamento de materiais, estímulo ao uso consciente de recursos, acessibilidade e promoção de inclusão, ressaltando o propósito de que celebração, responsabilidade e legado caminham juntos, em sintonia com valores que fazem parte da identidade do festival.

  • Clube do Livro do Sesc Avenida Paulista percorre outros mundos possíveisem ciclo dedicado à ficção científica

    De agosto a dezembro de 2026, o Clube do Livro do Sesc Avenida Paulista convida o público a mergulhar em cinco obras de ficção científica e fantasia que ampliam os limites do gênero e propõem reflexões sobre o mundo contemporâneo. Com mediação do escritor e produtor cultural Kim Doria, cada encontro contará também com a participação de uma convidada especial. O percurso reúne romances, thriller, quadrinhos e contos, passando por autores como China Miéville, N.K. Jemisin, Tatiana Nascimento, Lady Sybylla e a dupla Francisco Solano López e Héctor G. Oesterheld. Os encontros mensais gratuitos acontecem na Biblioteca da unidade (15º andar), às 19h30. Cada encontro é dividido em dois momentos: primeiro, uma conversa entre os participantes sobre a experiência de leitura da obra; em seguida, uma apresentação conduzida pela convidada do mês, com debate aberto ao público. Participam desta edição Sabrina Fernandes, Pétala e Isa Souza, Helena Silvestre, Luara França e Luiza Romão, ampliando as discussões a partir de diferentes campos de atuação, como literatura, crítica cultural, política, mercado editorial e pesquisa. Segundo Kim Doria, a curadoria foi construída para apresentar a riqueza formal da ficção especulativa contemporânea. "Uma das propostas era reunir diferentes formas literárias que orbitam o imaginário de outros mundos possíveis. Um gênero pode se desdobrar em muitas direções formais diferentes e seria interessante explorá-las na programação." Para ele, o percurso funciona como uma "dieta literária" diversificada. "Assim como um prato colorido pode indicar uma alimentação saudável, um itinerário de leituras coloridas também pode contribuir para hábitos de leitura saudáveis." A seleção das obras também parte de um compromisso com a bibliodiversidade. Kim explica que buscou reunir diferentes nacionalidades, perspectivas e editoras, privilegiando livros capazes de dialogar entre si e, ao mesmo tempo, conversar com questões centrais do presente. "Para pensar uma curadoria, parto sempre de uma perspectiva bibliodiversa, valorizando uma pluralidade de autorias, temas, nacionalidades e editoras. Um dos objetivos de um clube de leitura deve ser convidar o público a conhecer novas autorias, costurando a leitura de um mês à do próximo." Partindo da proposta de uma programação sobre ficção científica, o curador buscou ampliar horizontes a partir da avaliação de que “esse universo literário possui um cânone bastante consolidado de autores clássicos brancos do Norte global”. O recorte da programação privilegia produções contemporâneas, com ênfase em autoras mulheres e obras latino-americanas. Entre os destaques está Três tigres tortas, estreia em prosa da poeta Tatiana Nascimento, definida por Kim como uma das grandes descobertas reservadas ao público desta edição. A única exceção ao recorte é o encontro de abertura, no dia 26/8, dedicado ao romance A cidade e a cidade, do britânico China Miéville, considerado por Kim um dos autores mais importantes da ficção especulativa contemporânea. Para o mediador, o livro estabelece pontes diretas com os desafios do mundo atual ao imaginar duas cidades que coexistem sem reconhecer uma à outra. A narrativa permite refletir sobre desigualdade social, segregações raciais, polarização política, conflitos internacionais e, ao mesmo tempo, aborda um dos temas fundamentais da ficção científica: o encontro com o outro. "Como clubes de leitura são espaços do encontro por excelência, não poderíamos começar a programação com outra leitura", afirma. Ao longo do semestre, o público também discutirá Nós somos a cidade, de N.K. Jemisin; Três tigres tortas, de Tatiana Nascimento; Sol de limão, de Lady Sybylla; e a graphic novel O eternauta, de Francisco Solano López e Héctor G. Oesterheld, formando um itinerário que evidencia diferentes maneiras de imaginar futuros, revisitar o presente e pensar outras possibilidades de existência coletiva. Confira a programação prevista: Agosto (26/8): A cidade e a cidade, de China Miéville (Boitempo, trad. Fábio Fernandes)convidada: Sabrina Fernandes Setembro (30/9): Nós somos a cidade, de N.K. Jemisin (Suma, trad. Helen Pandolfi)convidada: Pétala e Isa Souza Outubro (28/10): Três tigres tortas, de Tatiana Nascimento (Amarcord)convidada: Helena Silvestre Novembro (25/11): Sol de limão, de Lady Sybylla (Aleph)convidada: Luara França Dezembro (16/12): O eternauta, de Francisco Solano López, Héctor G. Oesterheld (Pipoca & Nanquim, trad. Letícia Ribeiro Carvalho)convidada: Luiza Romão Sobre as participações Kim Doria é comunicólogo, produtor cultural e escritor. Após 14 anos de trabalho na editora Boitempo, onde atuou como gerente do departamento de comunicação e eventos, fundou em 2025 a Olá olá, empresa dedicada a promover o acesso democrático e diverso à cultura. Atualmente, coordena três clubes de leituras: O clube de leituras para miúdos da Livraria Miúda (voltado a crianças), Axolotes (para adultos que leem obras escritas para as infâncias) e Só garotos (dedicado a homens que leem obras escritas por mulheres). Sabrina Fernandes é economista política e doutora em sociologia e trabalha com transições justas, ecologia e organizações políticas há mais de uma década, desde a América Latina e o Sul Global. É consultora-chefe do Gaiacenic, pesquisadora do Instituto Alameda e conselheira sênior de pesquisa do Centro de Tecnologia e Industrialização para Desenvolvimento da Universidade de Oxford (TIDE). É autora de Sintomas Mórbidos, sobre fragmentação política no Brasil, e Se quiser mudar o mundo, uma introdução à política radical. Ela é membro do Pacto Ecossocial e Intercultural do Sul e membro do comitê editorial do NACLA Report. Ela também é responsável por novas edições, com introdução e notas originais, do Manifesto Comunista de Karl Marx e Friedrich Engels e de O 18º Brumário de Luís Bonaparte no Brasil, de Karl Marx. Pétala e Isa Souza são irmãs, escritoras e criadoras do @afrofuturas, onde atuam há 12 anos. Finalistas do Prêmio Sim à Igualdade Racial (2025), sua produção articula literatura e descolonização do imaginário. Mediadoras de leitura nos clubes Futuros Dissidentes, Leituras Decoloniais e do projeto #LeiaRepresentatividade. Têm contos publicados nos livros Vozes Negras e Raízes do Amanhã. Helena Silvestre é militante favelada em movimentos por terra e território e escritora com 4 livros publicados, tendo figurado entre os finalistas do Prêmio Jabuti 2020 com Notas sobre a fome. Traduzida e publicada na Argentina, Espanha, Equador e agora na França, foi finalista do Global Black Womans Non-fiction Manuscript Prize com Notas ansiolíticas – seu próximo livro, em fase de finalização. Pesquisa antropologia na saúde, feminismos e formas comunitárias de gestão em contraposição às formas Estado e Mercado. Psicanalista, integra o projeto Escuta Crusp, é educadora popular na Escola Feminista Abya Yala e editora da Revista Amazonas no Brasil. Luara França trabalha no mercado editorial desde 2012, acumulando experiência por diversas casas editoriais, e atualmente é Publisher na Editora Aleph. Formada em História, deu início ao seu doutorado em Letras em 2025. Ao longo de sua trajetória, destaca-se por sua atuação na edição e tradução de obras nacionais e internacionais do inglês para o português, aliando a formação acadêmica e o conhecimento do mercado para o desenvolvimento de projetos literários. Luiza Romão é autora de Sangria, Também guardamos pedras aqui (vencedor do Prêmio Jabuti de Melhor Livro de Poesia e Livro do Ano), Nadine e Ontem vi meu pai chorar. Bacharela em Artes Cênicas e mestra em Teoria Literária e Literatura Comparada pela USP, onde atualmente realiza o doutorado, pesquisa as relações entre literatura e performance. Seus trabalhos já circularam por importantes festivais no Brasil e no exterior, com apresentações na Argentina, Alemanha, Cuba, China, Espanha, Portugal, Suíça, Holanda, México, Costa Rica, França, Uruguai, entre outros. SESC AVENIDA PAULISTAAvenida Paulista, 119, Bela Vista, São PauloFone: (11) 3170-0800Transporte Público: Estação Brigadeiro do Metrô – 350mHorário de funcionamento da unidade: Terça a sexta, das 10h às 21h30. Sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h30.

  • Fernanda Pompeu lança o livro "Cá Camila ou uma invenção de alegria" em tarde de autógrafos em São Paulo

    Há livros que são escritos. Outros, amadurecidos pelo tempo. Foram anos até que Cá Camila ou uma invenção de Alegria, chegasse às mãos do leitor. Com uma narrativa recheada de histórias, viagens e emoções que transitam em um universo onde realidade e imaginação se encontram, o livro será lançado no dia 15 de agosto, às 15 horas, em tarde de autógrafos na Livraria Drummond, no Conjunto Nacional, em São Paulo. Escrito por Fernanda Pompeu e publicado pela Editora Labrador, a publicação conta as aventuras de Cá Camila, uma boneca de madeira criada por dois artesãos, que ganha vida e parte em direção ao desconhecido. Um simples gesto, o dedo apontando ao acaso em um lugar no globo terrestre, transforma-se no início de uma jornada que atravessa geografias, épocas e memórias, conduzindo a personagem por paisagens reais e imaginárias em uma celebração da liberdade, da invenção e do desejo de descobrir o mundo. A história termina no sul da Bahia, cruza oceanos, passa pelas Malvinas, atravessa Machupicchu, redescobre Hiroshima e contorna o Rio de Janeiro. Mas a verdadeira viagem acontece dentro da própria linguagem. Com uma prosa que combina fantasia, referências históricas e reflexões filosóficas, Fernanda constrói um romance onde a imaginação não funciona como fuga da realidade, mas como ferramenta para compreendê-la. "É um livro muito especial para mim. Comecei a escrever Cá Camila em Trancoso, no sul da Bahia. Não havia roteiro nem planejamento. Eu só tinha o desejo de escrever um livro e fui descobrindo a história enquanto ela acontecia. Com o tempo, percebi que esse livro também estava me escrevendo. Espero que cada leitor faça essa viagem do seu próprio jeito e descubra que a alegria também pode ser uma invenção.", define a autora. Mais do que narrar uma aventura, Cá Camila ou uma invenção de Alegria celebra a arte. Logo nas primeiras páginas, o leitor acompanha o nascimento da protagonista pelas mãos de Alegria e Organsim, dois artesãos que transformam madeira, tecido e imaginação em vida. A partir desse gesto, a história propõe reflexões sobre temas sensíveis como criação, memória, identidade e pertencimento, reafirmando a literatura como um território onde o impossível encontra morada. Nesse novo livro, Fernanda rompe fronteiras entre o real e o fantástico, convidando o leitor a viajar e se reinventar, onde cada porto alcançado transforma quem parte e cada paisagem visitada amplia as possibilidades do olhar e do sentir. Cá Camila ou uma invenção de alegria propõe um novo encontro de Fernanda com seus leitores. Nesse romance, amadurecido ao longo de décadas, ela traz um olhar diferente, compartilhando com a protagonista uma história que reafirma a imaginação como força criadora, convidando os leitores a desvendarem novos caminhos e a embarcarem em suas próprias travessias. Sobre Fernanda Pompeu Fernanda Pompeu é escritora, jornalista e roteirista, com uma trajetória consolidada na literatura e na comunicação. Foi uma das roteiristas da série Mundo da Lua, da TV Cultura, e construiu sua carreira escrevendo ficção, não ficção e conteúdos voltados a temas sociais e culturais. Autora de 64, Escriba Errante e Quando eu Era Velha, incentiva novos escritores por meio de oficinas e projetos de escrita e, nas redes sociais, compartilha reflexões sobre literatura e desafios da comunicação na era digital. Também aborda temas como inteligência artificial, envelhecimento, criatividade e comportamento, sempre com um olhar crítico, bem-humorado e sensível, aproximando o público de discussões atuais por meio da palavra e da experiência. Instagram: @fernandapompeu.escriba Cá Camila ou uma invenção de Alegria Autora: Fernanda Pompeu Páginas: 160 Editora: Labrador Preço sugerido: R$ 69,90 Sessão de Autógrafos Data: 15 de agosto (sábado) Horário: 15h Local: Livraria Drummond – Conjunto Nacional Endereço: Avenida Paulista, 2073 – São Paulo (SP)

  • Cansados de relações superficiais, homens ricos pagam até R$ 20 mil em festa para buscar novas formas de conexão

    Depois de anos em que os aplicativos dominaram a forma de conhecer novos parceiros, homens ricos têm buscado alternativas mais exclusivas para encontrar um relacionamento. A mudança se baseia em um novo comportamento entre empresários, executivos e investidores: trocar a quantidade de "matches" por experiências presenciais cuidadosamente planejadas, onde as chances de conhecer alguém com valores e objetivos semelhantes são maiores. A MP Party, promovida pelo MeuPatrocínio, maior plataforma Sugar Daddy e Sugar Baby da América Latina, é um evento focado justamente para esse público. Na edição realizada em Balneário Camboriú, os ingressos masculinos variam de R$ 2.397 a R$ 19.999, com diferenciais como concierge dedicado, áreas reservadas e benefícios na plataforma. O objetivo é reunir um público previamente selecionado em um ambiente sofisticado, com gastronomia premium, bebidas de alto padrão e foco total na interação entre os convidados. Segundo Caio Bittencourt, especialista em comportamento afetivo e relacionamentos da plataforma, o investimento está diretamente ligado ao que o evento entrega. "Os participantes não estão comprando apenas um ingresso para uma festa. Eles estão investindo em uma experiência onde sabem exatamente qual é a proposta, quem estará presente e quais são os valores compartilhados pelas pessoas que participam. Isso é justamente o oposto da sensação de incerteza que muitos relatam viver nos aplicativos tradicionais", diz. A seleção dos convidados também faz parte desse processo. Para participar, é necessário ter cadastro ativo na plataforma e passar por uma análise que considera o histórico de comportamento do usuário. Perfis com denúncias, suspensões ou que não atendam aos critérios do evento têm a participação cancelada. A curadoria busca preservar um ambiente de confiança e garantir que todos compartilhem os mesmos padrões de respeito e convivência. A tecnologia continua sendo importante para aproximar pessoas, mas o presencial vem ganhando espaço entre quem troca conversas superficiais por conexões mais qualificadas. "Durante muito tempo existiu uma expectativa de que os homens precisavam simplesmente aceitar determinadas dinâmicas dos relacionamentos modernos. Hoje eles estão mais seletivos. Não necessariamente porque querem menos compromisso, mas porque querem mais clareza sobre aquilo que estão construindo", finaliza o especialista.

  • Vem aí: Brasília se prepara para receber monumento interativo de sete toneladas que desafia a gravidade

    Muito em breve, a capital do país vai ganhar um novo ponto de contemplação urbana que promete dar um verdadeiro nó no cérebro de quem vive ou visita a cidade. Imagine um imponente "origami" feito de aço corten e concreto, pesando quase sete toneladas, mas que, desafiando a lógica, parece flutuar no ar. Batizada de A Queda de Atlas, a monumental instalação é a nova aposta do arquiteto e artista visual Anderson Schneider. A obra, que será instalada na frente do SESI Lab, criará uma impressionante ilusão óptica já que a estrutura maciça não repousará sobre pilares. Em vez disso, ela irá pairar, pendurada de baixo para cima por finos cabos de aço galvanizado. A sensação de quem a observar será a de que a gravidade foi invertida, e os cabos servem apenas como âncoras segurando a peça no chão para impedi-la de decolar rumo ao céu. Mas o assombro visual (que promete render imagens incríveis) é apenas a porta de entrada da experiência sensorial e contemplativa que, por meio da engenharia, arquitetura e escultura, convidará o público a uma reflexão sobre a exaustão e a cobrança por performance na vida contemporânea. A obra esconde uma surpresa e que será revelada em breve, mas já podemos adiantar o spoiler: a peça será interativa, perfeita para quem curte momentos de devaneio e leveza em meio à rigidez do concreto. Viabilizada por meio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC/DF) e com o patrocínio da Pinheiro Ferragens para sua complexa execução física, a instalação que ornamentará os jardins do SESI Lab está prevista para estar entre nós ainda neste mês de agosto. Para a imprensa especializada, cidadãos e visitantes que buscam novos ângulos e intervenções inusitadas na capital: preparem as lentes. O aço vai levitar... Serviço – Vem aí! Exposição "A Queda de Atlas", de Anderson Schneider Quando: A partir de agosto de 2026 Onde: SESI Lab (Setor Cultural Sul, Brasília - DF) Entrada e mais informações: Em breve.

  • Pink Night Run 2026 promove corrida noturna em Brasília para celebrar a força feminina e incentivar saúde, bem-estar e inclusão

    Evento acontece no sábado dia 15 de agosto, no Memorial dos Povos Indígenas, com percurso de 5 km e convida mulheres, homens e famílias para uma noite de esporte, celebração e solidariedade Brasília recebe, neste sábado, a Pink Night Run, uma corrida noturna que vai muito além da prática esportiva. Realizado no Memorial dos Povos Indígenas, o evento reúne esporte, saúde, bem-estar e conscientização em uma experiência que celebra a força, a união e o protagonismo feminino. Com percurso de 5 quilômetros, a Pink Night Run foi idealizada para homenagear as mulheres e incentivar hábitos saudáveis, autoestima e qualidade de vida. Embora tenha como essência a valorização da mulher, a corrida é aberta a toda a população, convidando homens, crianças e famílias a participarem dessa grande mobilização em apoio à igualdade, ao respeito e ao fortalecimento da presença feminina na sociedade. A programação será realizada em um cenário especialmente preparado para transformar a noite em uma experiência marcante, com iluminação temática, clima de celebração e uma atmosfera acolhedora que promete encantar participantes de todas as idades. Mais do que cruzar a linha de chegada, a proposta da Pink Night Run é promover um momento de integração, inclusão e incentivo à prática esportiva, reforçando a importância do autocuidado, da saúde física e mental e da construção de uma sociedade mais igualitária. Todos os participantes inscritos receberão um kit exclusivo e temático, além de medalha de participação ao concluírem o percurso. O evento também contará com atrações especiais e momentos de celebração ao longo da programação. Destaques da Pink Night Run * Corrida noturna de 5 km com temática feminina; * Evento aberto para mulheres, homens, crianças e famílias; * Ambiente seguro, acolhedor e inclusivo; * Kit exclusivo e personalizado; * Medalha para todos os concluintes; * Atrações especiais durante o evento; * Incentivo à saúde, ao bem-estar, à autoestima e ao empoderamento feminino. A organização convida os participantes a vestirem rosa e fazerem parte dessa corrente de apoio às mulheres, transformando a corrida em um grande símbolo de união, respeito e celebração da vida. As inscrições já estão abertas e os kits podem ser adquiridos pelo site: http://centraldacorrida.com.br/evento/pink-night-run

  • Brasília enfrenta calor intenso e baixa umidade após registrar recorde de temperatura no ano

    O brasiliense está sentindo na pele os efeitos do período mais quente e seco do ano. O Distrito Federal registrou no sábado (8) a maior temperatura de 2026 até então, com os termômetros chegando a 31,3°C, segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). A marca superou o recorde anterior do ano, de 30,6°C, registrado em fevereiro, e veio acompanhada de outro velho conhecido dos moradores da capital: a baixa umidade do ar. E o calor não deve dar trégua imediatamente. Nesta segunda-feira (10), a previsão do Inmet indica temperatura máxima novamente na casa dos 31°C em Brasília, com poucas nuvens e umidade relativa do ar podendo chegar a 20% nos períodos mais secos do dia. O cenário é característico da estação seca no Planalto Central. A atuação de uma massa de ar seco dificulta a formação de nuvens carregadas e mantém o tempo firme, com pouca ou nenhuma chuva. A previsão meteorológica do Inmet para a semana entre os dias 3 e 10 de agosto já indicava predomínio de tempo seco em boa parte do centro do país. Além das temperaturas elevadas, a baixa umidade exige cuidados extras da população. Brasília chegou a permanecer sob alerta por causa dos índices reduzidos, com possibilidade de valores próximos dos 20%. Nessas condições, é importante aumentar a ingestão de líquidos, evitar atividades físicas intensas nos horários mais quentes e secos do dia e redobrar os cuidados com crianças e idosos. A combinação entre calor, vegetação seca e baixos índices de umidade também aumenta o risco de incêndios florestais, problema recorrente no Distrito Federal durante esta época do ano. A previsão climática divulgada pelo Inmet para agosto aponta condições de pouca chuva em diversas áreas do centro-sul do Brasil. No Distrito Federal, o período coincide com uma das fases mais intensas da estiagem, quando tardes quentes e índices muito baixos de umidade se tornam frequentes. Para quem esperava uma sequência de dias mais amenos em Brasília, portanto, é melhor deixar a garrafinha de água por perto: o calor e o tempo seco ainda devem fazer parte da rotina dos brasilienses nos próximos dias.

  • Polos culturais do O Maior São João do Cerrado garantem diversão no fim de semana

    Sem ideia do que fazer no fim de semana? Que tal conhecer uma vila típica do interior nordestino? Ou visitar um sítio com casinha de barro, fazer umas compras na bodega e descobrir o que há por trás das cortinas vermelhas do número 09, no bairro Seu João? Se você quer um pouco mais de aventura e dar aquela boa gargalhada, o destino certo é a Praça do Mamulengo. Se você está se perguntando onde fica tudo isso, saiba que é possível fazer essa viagem no tempo sem precisar viajar por horas. As atrações fazem parte de O Maior São João do Cerrado, que está de volta a Ceilândia. A festa, aberta nesta sexta-feira (7), vai até o próximo fim de semana, 16 de agosto. A Vila Borborema foi montada na Praça da Estação Ceilândia Centro do Metrô. Facinho de chegar. Além das casinhas coloridas, o cenário conta com um coreto, onde diversas atrações do Distrito Federal vão esquentar as noites com muito forró pé de serra. O espaço funciona diariamente, das 14h às 22h, até domingo, dia 16. O Sítio Seu João está localizado na Casa do Cantador, prédio que, por si só, já vale uma visita. Projetado por Oscar Niemeyer, é uma homenagem ao povo nordestino e aos repentistas. Uma visita especial que, com toda certeza, vai tocar o coração de quem veio do interior. É memória afetiva de verdade. Tudo isso com uma ilha de forró e barracas com comidas típicas. O espaço funciona nos dias 7, 8 e 9 e de 12 a 16, sempre das 16h às 23h. Já a Praça do Mamulengo está localizada na Praça da Bíblia, ponto de encontro de quem mora em Ceilândia Norte. O espaço conta com circo, parque de diversões, ilha de forró e praça de alimentação. Funciona nos dias 7, 8 e 9 e de 12 a 16, sempre das 16h à 0h. O Maior São João do Cerrado é realizado pelo Instituto Brasileiro de Integração (IBI), apresentado pelo Ministério da Cultura e pela Petrobras, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), em parceria com o Ministério do Turismo e a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal. O projeto conta ainda com o apoio da CiaNet, Casas Bahia, JK Shopping e Administração Regional de Ceilândia. Serviço Polos culturais do O Maior São João do Cerrado Vila BorboremaPraça da Estação Ceilândia Centro do Metrô – CNN 2, Avenida Hélio Prates7 a 16 de agosto | 14h às 22h Sítio Seu JoãoCasa do Cantador – QNN 32, Ceilândia Sul (Via da Fundação Bradesco)7 a 9 e 12 a 16 de agosto | 16h às 23h Praça do MamulengoPraça da Bíblia – QNP 19, Ceilândia Norte7 a 9 e 12 a 16 de agosto | 16h à 0h

  • Em noite histórica no Doce Maravilha 2026, Paulinho da Viola se reencontra com Maria Bethânia no palco e emociona o público

    A quarta edição do Doce Maravilha abriu os trabalhos mostrando ao que veio. Neste sábado (8), primeiro dia de evento, a abertura do Palco Corona ficou a cargo do DJ Mam from Rio. Dando início ao cronograma de shows, foi a vez do grupo Cortejo Afro se apresentar trazendo, diretamente da Bahia, como convidadas especiais, Luedji Luna e Margareth Menezes, colocando o público para dançar do início ao fim. Dando aquela pausa, foi a vez do Mango DJ Set ocupar o espaço. Em seguida, após muitos anos, em um momento histórico, Paulinho da Viola recebeu no palco a cantora e amiga Maria Bethânia, cantando clássicos da música brasileira como “Falsa Baiana”, “Desde que o samba é samba” e “Reconvexo”, fazendo o público cantar uníssono e emocionado. Nelson Motta, curador do festival, comandou o DJ Set Noites Tropicais ao lado de Lôu Cascudo, sacudindo a pista. Encerrando a noite, o Bloco do Silva levou clássicos da música brasileira de verão e canções do repertório autoral. Já no palco Bradesco, Amanda Magalhães abriu o festival com o show que apresenta seu novo single “Vida de Rei, Vida de Cão”. Na sequência, Chico Chico celebrou Belchior ao lado de Juliana Linhares, em um show animado trazendo canções como “Como nossos pais” e “Vapor Barato”. Depois foi a vez do samba encontrar o rap, com Leci Brandão sacudindo o festival ao lado de Rappin' Hood. O palco Deezer completou a programação do dia com Yasmin Lisboa, Sô Lima e Larinhx. Com apresentações exclusivas, encontros inéditos e comemorações de álbuns históricos, a programação confirma mais uma edição dedicada à celebração da música e da cultura brasileira. Sob a curadoria de Nelson Motta, as atrações se destacam pela inovação e seleção do repertório, homenagens a grandes artistas da MPB e parcerias inusitadas. O festival mantém sua proposta de conectar diferentes gerações, ritmos e estilos musicais em uma experiência que vai além dos palcos. O Doce Maravilha é apresentado por Bradesco e Corona. Entre as marcas oficiais estão Flying Fish (cerveja saborizada), Guaraná Antarctica (refrigerante) e Cantão (look). A criação e realização do festival são da Bonus Track, empresa de Luiz Oscar e Luiz Guilherme Niemeyer. Amanhã, domingo (9), será mais um dia de momentos históricos. Com Caetano Veloso convidando Emicida para um show exclusivo criado para o festival; Paralamas do Sucesso apresentando, na íntegra, o álbum Selvagem?, que completa 40 anos em 2026; Falamansa recebendo Ruan Vitor Vaqueirinho; Nova Orquestra interpretando Bloco do Eu Sozinho; Academia da Berlinda celebrando os 10 anos de Nada Sem Ela; Sandra Sá comemorando os 40 anos de seu álbum de estreia, Sandra de Sá 1986, com participação de Louise; Nelson Motta com Lou Cascudo para apresentar o DJ Set Noites Tropicais; além de Rafa Canholato b2b Babi, Bia Marques e Yasmin Vilhena. Além da programação musical, o festival conta com estrutura de acessibilidade, ações de sustentabilidade e impacto social positivo, reforçando o compromisso da Bonus Track com eventos cada vez mais inclusivos e responsáveis. Como nas edições anteriores, haverá áreas adaptadas, rampas, banheiros acessíveis, interpretação em libras e espaços PCD com monitores. Durante o evento, também são realizadas ações voltadas à gestão de resíduos, reaproveitamento de materiais, estímulo ao uso consciente de recursos, acessibilidade e promoção de inclusão, ressaltando o propósito de que celebração, responsabilidade e legado caminham juntos, em sintonia com valores que fazem parte da identidade do festival. Os ingressos para o festival seguem à venda online e nos pontos físicos autorizados. A modalidade de ingresso solidário pode ser adquirida por qualquer pessoa e não é necessário documento de comprovação. Parte da arrecadação será destinada ao Instituto Vida Livre e ao Instituto da Criança. Clientes Bradesco, Next, Bradescard e Digio (pessoas físicas) têm 15% de desconto na compra dos ingressos, benefício para quatro entradas por CPF. Programação completa do último dia de Doce Maravilha 2026 9 de agosto – domingo Palco Corona: 15h - Facchinetti 16h50 - Falamansa conv. Ruan Vitor Vaqueirinho 17h55 - TropiCals 19h - Os Paralamas do Sucesso: 40 Anos de Selvagem? 20h15 - Nelson Motta & Lou Cascudo apresentam: Noites Tropicais DJ Set 20h50 - Caetano Veloso conv. Emicida Palco Bradesco: 14h35 - Nova Orquestra toca: Bloco do Eu Sozinho 15h45 - Academia da Berlinda: 10 anos de Nada Sem Ela com Louise 17h55 - Sandra Sá: 40 anos de Sandra Sá (1986) Palco Deezer: 16h - Rafa Canholato B2B Babi 18h30 - Bia Marques 22h - Yasmin Vilhena Compromisso com sociedade O Doce Maravilha oferece ao público a possibilidade da compra do Ingresso Solidário, com preço especial, que tem parte do valor arrecadado destinado às instituições parceiras do evento. Sobre o Instituto Vida Livre Criado por Roched Seba, o Instituto Vida Livre é uma Organização Não Governamental (ONG) focada na reabilitação e soltura de animais em situação de risco no estado do Rio de Janeiro. Sua atuação tem duas frentes: no suporte à fauna apreendida pelos órgãos de fiscalização responsáveis, como também no resgate voluntário. O trabalho é realizado a partir das áreas de soltura de animais silvestres – ASAS, que são serviços que incluem plano de manejo, gestão, acompanhamento veterinário, exames e monitoramento pós-soltura O Instituto cria e gerencia essas ASAS, que garantem as etapas finais de reabilitação dos animais e seu retorno seguro à vida livre. Sobre o Instituto da Criança O Instituto da Criança é um gestor social que promove a conexão entre empresas, pessoas e projetos sociais, desenvolvendo ações que fazem a diferença no mundo ao nosso redor com o propósito de inspirar a solidariedade para transformar vidas. A organização possui um modelo de negócio social inovador, sem fins lucrativos, que atua em favor de uma Rede Integrada com mais de 500 organizações sociais em mais de 20 estados brasileiros. Desta forma, junto com parceiros e apoiadores, o Instituto potencializa o investimento privado em iniciativas sociais. INGRESSOS: Clientes Bradesco, Next, Bradescard e Digio, pessoas físicas, de todas as bandeiras têm desconto de 15%. Limitado a 04 ingressos por CPF, sendo 02 meias-entradas. Venda online no site da Ingresse (cartões de crédito e débito). Ponto de venda físico credenciado – Teatro PRIO (cartões de crédito e débito)Endereço: Av. Bartolomeu Mitre, 1110, Jockey Club Brasileiro, Rio de Janeiro - RJ Parcelamento no cartão de crédito em até 12x, com juros após a segunda parcela, nos pontos de venda físicos e on-line. SÁBADO E DOMINGO Lote 02 Valores: Inteira (R$ 441), Solidário (R$ 286,65), Meia (R$ 220,50), Passaporte (R$ 515,97) Para vendas pela internet é necessária a comprovação do direito ao benefício da meia-entrada no acesso ao evento. Para bilheteria credenciada, é necessária a comprovação do direito ao benefício da meia-entrada no ato da compra e no acesso ao evento. Formas de pagamento: Clientes Bradesco, Next, Bradescard e Digio, pessoas físicas, de todas as bandeiras têm desconto de 15%. Limitado a 04 ingressos por CPF, sendo 02 meias-entradas. Cartões de crédito e débito MasterCard, Visa, ELO, American Express, Discover, Hipercard, Diners, JCB Pix Google Pay Apple Pay Click to Pay Na véspera e nos dias de evento, a bilheteria funcionará no Jockey Club Brasileiro. Praça Santos Dumont, 31, Gávea, Rio de Janeiro – RJ Mais informações: Instagram do festival umadocemaravilha SERVIÇO: Data: 08 e 09 de agosto - sábado e domingoAbertura: 14hShows a partir das 14h35Local: Jockey Club Brasileiro – Praça Santos Dumont, 31, Gávea, Rio de Janeiro – RJ Vendas: Ingresse

  • Tulipa Bar é o primeiro bar do Brasil a servir Stella Pure Gold na versão chope

    O Tulipa Bar passa a ocupar um lugar inédito no mercado nacional de bebidas ao se tornar o primeiro bar do Brasil a oferecer Stella Pure Gold na versão chope. A novidade começa a rodar nas torneiras da casa a partir desta sexta-feira (7) e será vendida por R$ 14. Até então conhecida pelo público brasileiro principalmente em sua versão engarrafada, Stella Pure Gold chega ao serviço de chope ampliando a experiência de consumo da marca dentro dos bares. Produzida com ingredientes selecionados, Stella Pure Gold apresenta perfil leve, refrescante e equilibrado, mantendo características associadas à família Stella Artois. A versão conta, ainda, com menor teor calórico em comparação à Stella Artois tradicional, atendendo a um consumidor que procura leveza sem abrir mão da experiência de beber uma cerveja premium. TULIPA BAR Instagram: tulipabar_ Endereço: Rua Pedroso Alvarenga, 1051, São Paulo, Brazil, 04531-012Horário de funcionamento: Segunda a sábado: 12h às 00h Domingos: 12h às 20h

  • Benzaelas: Benzadeus reúne grandes vozes femininas em novo audiovisual

    A noite desta terça-feira (2) entrou para a história do Benzadeus. O grupo transformou os estúdios Som Livre, no Rio de Janeiro, em um grande encontro de talento, representatividade e música com a gravação do projeto inédito “BenzaElas”, audiovisual que passa a ser o novo trabalho da carreira do grupo nos próximos meses. Mais do que um DVD, o “BenzaElas” nasceu como uma homenagem à força das mulheres na música. Para essa celebração, o Benzadeus reuniu um time de convidadas que representa diferentes gerações e sonoridades: Ivete Sangalo, Marvvila, Ayla, Lary, Mannda Lym e Amanda Amado. Juntas, elas dividiram o palco em uma noite marcada por emoção e muito pagode. “Esse projeto nasceu do coração. A gente queria criar algo que fosse além da música e que deixasse uma mensagem. O ‘BenzaElas’ é uma forma de reconhecer e valorizar mulheres que fazem a diferença no cenário musical e que inspiram tantas outras pessoas todos os dias”, destaca o grupo. Um dos momentos mais aguardados da gravação foi a participação de Ivete Sangalo, que interpretou ao lado do Benzadeus a música “Amar se Aprende Amando”. A parceria já havia movimentado as redes sociais horas antes da gravação, quando os artistas compartilharam uma prévia do encontro pelas redes sociais, aumentando ainda mais a expectativa do público. Além da cantora baiana, o projeto também trouxe encontros especiais em faixas como “Choque de Realidade”, com Marvvila; “5 Letras”, com Lary; “Enxuga o Rosto”, com Ayla; e “Zero Estresse”, com Mannda Lym. O DVD chega em um momento importante para o Benzadeus. Após conquistar o Prêmio Multishow, gravar o audiovisual “Na Rota do Benza no Pelô” diante de mais de 10 mil pessoas em Salvador, participar do DVD do Sorriso Maroto e consolidar a label “Deu Benza” como um dos principais eventos de pagode do Distrito Federal, o grupo agora aposta em um trabalho que une música e mensagem. “A gente acredita que a arte também tem o papel de abrir caminhos. O ‘BenzaElas’ é sobre dar visibilidade, reconhecer histórias e celebrar talentos que merecem ser vistos e ouvidos cada vez mais”, afirma o grupo. O audiovisual foi realizado pela Benzadeus Produções, em parceria com Dracena Music, Som Livre, Duttra CDB Produções Artísticas e Online Produções. Ainda sem data oficial de lançamento, o projeto já nasce cercado de expectativa. Mais sobre Benzadeus Formado por Magrão (vocal), Vini (reco e voz), Das Sortes (surdo e voz), Neném (pandeiro) e Pedigree (banjo e voz), o Benzadeus é um dos principais nomes da nova geração do pagode brasileiro. Natural de Brasília, o grupo ganhou projeção nacional com sucessos como “Papel de Otário”, “Assume” e “Erro Calculado”, além de projetos como “Na Rota do Benza no Pelô” e a label “Deu Benza”. Vencedor do Prêmio Multishow e reconhecido por artistas como Péricles, Thiaguinho, Ferrugem e Bruno Cardoso, o Benzadeus vive uma fase de forte expansão nacional e consolidação dentro do cenário do pagode.

  • Dia Internacional da Cerveja: quando cerveja e vinho se encontram

    Celebrado na primeira sexta-feira de agosto, o Dia Internacional da Cerveja é um convite para brindar à criatividade e à diversidade de estilos que conquistam apreciadores em todo o mundo. Entre eles, um dos mais fascinantes é a Italian Grape Ale (IGA), estilo criado na Itália a partir da combinação entre a tradição cervejeira e a forte cultura vitivinícola do país. A proposta é incorporar mosto ou uvas durante a produção da cerveja, resultando em uma bebida que une o frescor da cerveja à complexidade aromática e aos sabores característicos do vinho. O estilo não segue uma receita única. Cada cervejaria imprime sua identidade de acordo com a variedade da uva utilizada, criando rótulos com aromas que podem lembrar frutas frescas, flores, especiarias e até notas vínicas, tornando cada experiência única. Essa tendência também chegou ao Brasil e vem sendo muito bem representada pela Cervejaria 4 Poderes, de Brasília, que aposta na Grape Ale como uma forma de aproximar dois universos apaixonantes: o da cerveja artesanal e o do vinho. O resultado é uma bebida equilibrada, elegante e surpreendente, ideal para quem busca novas experiências à mesa. Neste Dia Internacional da Cerveja, vale a pena deixar o convencional de lado e brindar à inovação. Afinal, quando cerveja e vinho dividem a mesma taça, nasce uma experiência que celebra o melhor dos dois mundos. Diana Bárbara Sommelière de Vinhos

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