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  • GSH Banco de Sangue de Brasília reforça pedido de doações dos tipos O e A positivos e negativos

    O GSH Banco de Sangue de Brasília reforça a importância da doação neste momento. Os estoques operam em nível crítico, com volumes abaixo do necessário para atender com segurança às demandas dos hospitais atendidos na região, especialmente dos tipos O+, O-, A+ e A-. A instituição convoca doadores regulares e novos voluntários para ajudar a manter os estoques em equilíbrio. Entre os fatores que contribuíram para a queda nas doações estão a chegada das temperaturas mais baixas e o período do ano mais seco que favorecem o aumento das doenças sazonais típicas do outono, como gripes, viroses e doenças respiratórias, que tornam muitos doadores temporariamente inaptos. Diariamente, pacientes em cirurgias, tratamentos oncológicos, procedimentos de urgência, acidentes e diversas outras condições clínicas dependem das transfusões para continuar seus tratamentos. Como o sangue não pode ser produzido artificialmente, a única forma de manter os estoques abastecidos é por meio da solidariedade de quem pode doar. Marcela Zilves Colonese, gerente de captação regional do GSH Banco de Sangue, explica que a mobilização da população é fundamental neste momento. “Sabemos que a rotina de todo mundo é corrida e que muitas vezes deixamos esse gesto para depois, mas hoje cada doação faz diferença. Se você está apto a doar, considere fazer sua doação nos próximos dias e compartilhar essa mensagem com familiares e amigos. A participação de cada pessoa é essencial para atravessarmos este período com mais segurança para todos que precisam”, ressalta. Por que esses tipos sanguíneos são tão importantes? O sangue O- é considerado o ‘doador universal’, pois pode ser transfundido em pacientes de qualquer tipo sanguíneo em situações de risco, quando não há tempo para testes de compatibilidade. Ele é indispensável em casos de acidentes graves, cirurgias de urgência, complicações obstétricas e no tratamento de doenças crônicas, como o câncer. Além disso, o Ministério da Saúde recomenda seu uso prioritário em recém-nascidos com até quatro meses de idade, tornando sua disponibilidade ainda mais fundamental. Já o tipo O+ é importante por ser o mais comum na população e atender a muitos pacientes. Ele pode ser transfundido com segurança em pessoas com fator Rh positivo, a maioria dos brasileiros, e é amplamente utilizado em atendimentos de urgência, cirurgias de grande porte e tratamentos contínuos, como os de pacientes oncológicos e pessoas com doenças hematológicas. De forma geral, os tipos O e A, positivo e negativo, não podem faltar nos estoques porque são os que garantem maior capacidade de atendimento às diferentes demandas transfusionais. Quando esses grupos estão em níveis adequados, é possível suprir com mais segurança as necessidades de pacientes de diversos tipos sanguíneos, inclusive em situações emergenciais ou quando há falta momentânea de outros grupos, como B e AB. “Por isso, a reposição constante desses estoques é considerada estratégica para o funcionamento seguro dos hospitais. É importante ressaltar também que, todos os tipos sanguíneos têm papel essencial conforme a compatibilidade, e que doadores de todos os fatores Rh são muito bem-vindos”, conclui Marcela. Para doar, basta comparecer à unidade, que funciona de segunda a sábado, das 7h às 12h30, no SGAS 915 – Asa Sul – 2º subsolo do Centro Clínico Advance I (próximo ao DF Star). O local oferece estacionamento gratuito no Multipark DF Star. Confira a lista completa dos pré-requisitos para doação de sangue: • Apresentar um documento oficial com foto (RG, CNH etc.) em bom estado de conservação; • Ter idade entre 16 e 69 anos desde que a primeira doação seja realizada até os 60 anos (menores de idade precisam de autorização e presença do responsável legal no momento da doação); • Não é permitido realizar doação acompanhado de menores de 12 anos (exceto se o menor estiver acompanhado de dois adultos, sendo necessário o revezamento dos mesmos enquanto acontece a doação); • Estar em boas condições de saúde, se sentindo bem, sem qualquer sintoma; • Pesar a partir de 50 kg e ter dormido ao menos 6h na última noite; • Não ter feito uso de bebida alcoólica nas últimas 12 horas; • Não é necessário estar em jejum, evitar alimentos gordurosos; • Se fez tatuagem e/ou piercing, aguardar 12 meses. Exceto para região genital e boca (12 meses após a retirada); • Em caso de diabetes, deverá estar controlada e não fazer uso de insulina; • Se passou por endoscopia ou procedimento endoscópico, aguardar 6 meses; • Não ter tido Doença de Chagas e Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST); • Candidatos que apresentaram sintomas de gripe e/ou resfriado devem aguardar 7 dias após cessarem os sintomas e o uso das medicações; • Aguardar 48h para doar caso tenha tomado a vacina da gripe, desde que não esteja com nenhum sintoma. Serviço: GSH Banco de Sangue de Brasília Endereço: SGAS 915 – Asa Sul – 2º subsolo do Centro Clínico Advance I (próximo ao DF Star) Telefones: (61) 3011-7531 e (61) 9632 3648 Atendimento: de segunda a sábado, das 7h às 12h30 Estacionamento gratuito para doadores no Multipark DFStar.

  • Amizade de 50 anos em cena: “A Vida Passou por Aqui” chega a Brasília com sessões dias 30 e 31/5

    Há 10 anos em cartaz e assistida por mais de 150 mil espectadores, A Vida Passou por Aqui acumula prêmios e indicações: vencedora do APTR 2016 de Melhor Texto; e indicada ao APTR de Melhor Atriz 2016; ao Cesgranrio 2016 de Melhor Texto e Melhor Atriz; e ao Bibi Ferreira 2024 de Melhor Dramaturgia Original. A temporada da prestigiada obra em Brasília será no Teatro Royal Tulip dias 30 e 31 de maio, com sessões sábado, às 17h30 e às 20h, e domingo, às 19h30. Ingressos já estão à venda em https://bileto.sympla.com.br/event/118878/d/385343 e na Beline (113 Sul). “A Vida Passou Por Aqui” é uma obra teatral que celebra, acima de tudo, a vida, a alegria e a força transformadora da amizade. A peça acompanha a relação profunda e duradoura entre Sílvia (Cláudia Mauro), professora e artista plástica dedicada à educação, aos projetos culturais e aos filhos, e Floriano (Édio Nunes), contínuo e faxineiro de hábitos simples, apaixonado por livros e dança. Enquanto ela viveu grande parte da vida às voltas com crises no casamento, angústias e preocupações do dia a dia, ele sempre encarou a existência com leveza, bom humor e simplicidade. Após quase cinco décadas de convivência, Silvia surge como uma mulher solitária, recuperando-se de um AVC. Floriano torna-se então seu único amigo ainda presente. Aos poucos, sua alegria de viver e seu senso de humor contagiam a amiga, devolvendo-lhe não apenas os movimentos, mas também a saúde emocional. Juntos, eles rememoram os altos e baixos de uma amizade que resistiu ao tempo. Porque essa história importa Em uma sociedade que frequentemente segrega pessoas por classe social, idade ou condições de saúde, “A Vida Passou Por Aqui” destaca-se por abordar, com sensibilidade e humor, a força dos vínculos humanos que transcendem essas barreiras. A peça nos lembra que a amizade verdadeira pode florescer entre diferentes estratos sociais e que o cuidado, a presença e a leveza são elementos essenciais para a superação de adversidades como a solidão na velhice e as sequelas de doenças graves. Mais do que um tributo à amizade, a obra convida o público a refletir sobre o papel do afeto e da memória na recuperação da dignidade e da alegria de viver — mostrando que, mesmo depois de quase 50 anos, ainda é possível recomeçar com a ajuda de quem realmente fica ao nosso lado. Ficha técnica: Texto: Cláudia Mauro | Direção: Alice Borges | Elenco: Claudia Mauro e Alice Borges | Cenário: Nello Marrese | Figurino: Ana Roque | Iluminação: Paulo César Medeiros | Trilha sonora e Pesquisa musical: Claudio Lins e Patricia Mauro | Supervisão de movimento: Paula Águas | Coach: Larissa Bracher | Técnico de luz: Valdeci Correia | Técnico de Palco: Antonio Matos | Produção executiva: Junior Godim | Direção de produção: Cláudia Mauro e Junior Godim | Assessoria de imprensa em Brasília: Território Comunicação | Produção em Brasília: DECA Produções | Patrocínio Local: Brasal e Ministério da Cultura, Governo do Brasil – do lado do povo brasileiro Serviço: A Vida Passou por Aqui Teatro Royal Tulip (SHTN Trecho 1) Temporada: dias 30 e 31 de maio Horários: sábado, às 17h30 e às 20h e domingo, às 19h30 Não será permitida a entrada após o início da sessão Ingressos: a partir de R$ 25 Bilheteria: https://bileto.sympla.com.br/event/118878/d/385343 e na Belini (113 Sul), sem taxas. Duração: 90 minutosClassificação: não recomendada para menores de 10 anos

  • Cine Brasília terá exibição gratuita do filme “Memórias Sobre o Espaço 27 de maio às 19h30

    A produção reuniu antigos parceiros artísticos, atores conhecidos em cursos de interpretação, amigos de diferentes cidades e pessoas que acabaram participando do longa de maneira espontânea. Em uma das cenas, por exemplo, o proprietário de uma pousada em Alto Paraíso não apenas cedeu a locação como também entrou em cena como figurante após descobrir o projeto. O elenco reúne Luciana Bollina, Jonathas Joba, Renata Bittencourt e Ana Flora Drumond, artista oriunda de área quilombola do interior de Goiás que faz sua estreia no cinema. Ao mesmo tempo em que construía o longa, Machovec também atravessava profundas mudanças pessoais. O filme foi finalizado um mês antes do nascimento de seu filho, experiência que acabou atravessando emocionalmente toda a obra. Com estética sensorial e narrativa fragmentada, o longa utiliza a ficção científica como ferramenta emocional para discutir luto, percepção, saúde mental e os impactos do excesso de estímulos na experiência humana contemporânea. Diretor e roteirista brasileiro, Guily Machovec teve trabalhos exibidos em canais como Sundance Channel, Film & Arts, AMC Brasil e Amazon Prime Video, além de participações em festivais nacionais e internacionais, incluindo o Short Film Corner do Festival de Cannes com o curta Teu Lugar na Varanda. A produção é assinada pela Lince Art Experience, produtora independente sediada em Goiás voltada ao fortalecimento do audiovisual e de projetos culturais no Centro-Oeste brasileiro. Trailer oficial Assista ao trailer oficial de “Memórias Sobre o Espaço e o Tempo” SERVIÇO Memórias Sobre o Espaço e o Tempo Duração: 90 min. Roteirista/ Diretor: Guily Machovec Exibição em São Paulo Local: Museu da Imagem e do Som de São Paulo Data: 23 de maio (sábado) Horário: 19h Endereço: Av. Europa, 158 – Jardim Europa – São Paulo/SP Exibição em Brasília Local: Cine Brasília Data: 27 de maio (quarta-feira) Horário: 19h30 Endereço: EQS 106/107 – Asa Sul – Plano Piloto – Brasília/DF Os ingressos devem ser retirados gratuitamente na bilheteria, uma hora antes de cada sessão.

  • Superjazz recebe Hamilton Pinheiro e Bell Lins em noite de encontros entre jazz, groove e novos sons

    Depois de uma edição marcada pelo encontro entre a música cubana, o jazz brasileiro e o clima dançante nos jardins do CCBB Brasília, o Superjazz Festival retorna no próximo dia 27 de maio, reafirmando sua vocação para reunir diferentes gerações e linguagens musicais em uma mesma experiência sonora. A programação começa às 17h, ao ar livre, com entrada gratuita mediante retirada de ingressos na véspera do evento, terça-feira (26), a partir das 12h, pelo site www.bb.com.br/cultura. A noite será conduzida pela atmosfera já característica do festival: pôr do sol, discotecagem em vinil, encontros musicais e um público disposto a descobrir novas conexões entre a música instrumental, o jazz contemporâneo, a black music brasileira e a cultura urbana. Abrindo a programação, a Rádio Superjazz — comandada pelos DJs e curadores Dudão Melo e Mario SartÔ — transforma os jardins do CCBB em uma verdadeira celebração da escuta, misturando clássicos, raridades e histórias da música negra mundial. Às 18h30, o palco recebe o baixista, compositor e produtor Hamilton Pinheiro, um dos nomes mais respeitados da cena instrumental brasiliense, em apresentação especial com participação do saxofonista norte-americano Michael Tracy. Natural de Natal e radicado em Brasília desde os anos 1990, Hamilton construiu uma trajetória marcada pela fusão entre música brasileira, jazz moderno e improvisação contemporânea. Com passagens pela Escola de Música de Brasília e formação acadêmica nos Estados Unidos, o músico acumula mais de 80 trabalhos gravados e colaborações com nomes como Hermeto Pascoal, Dominguinhos, Hamilton de Holanda e Gabriel Grossi. No Superjazz, apresenta um repertório que equilibra sofisticação harmônica, liberdade criativa e forte conexão com os ritmos brasileiros. Encerrando a noite, às 20h15, sobe ao palco a cantora Bell Lins, jovem artista que vem chamando atenção pela potência vocal e pelas influências que transitam entre soul, R&B, rap e música brasileira. Criada em Santo Antônio do Descoberto (GO), Bell iniciou sua trajetória ainda criança e ganhou projeção nacional ao participar do The Voice Kids Brasil, integrando o time de Ivete Sangalo. Sua apresentação no Superjazz promete trazer frescor, personalidade e forte presença de palco, dialogando diretamente com a proposta contemporânea do festival. Idealizador do projeto, Dudão Melo destaca que a quarta edição do Superjazz reafirma o compromisso do festival com a diversidade musical e com a valorização dos artistas da cidade. “O mais bonito do Superjazz é perceber como o público se abre para novas experiências musicais. O festival cria esse ambiente onde o jazz conversa com a música brasileira, com o groove, com o soul e com outras linguagens sem barreiras”, afirma. Além dos shows, o público poderá aproveitar a tradicional feirinha de vinis, espaço gastronômico e toda a atmosfera descontraída dos jardins do CCBB Brasília, transformados em ponto de encontro para amantes da música e da cultura ao ar livre. SOBRE AS ATRAÇÕES Hamilton Pinheiro part. Michael Tracy Natural de Natal (RN), Hamilton Pinheiro é baixista, compositor, arranjador e produtor musical radicado em Brasília desde 1996. Sua trajetória mistura referências da música nordestina, jazz moderno e música instrumental brasileira. Mestre em Jazz Performance pela University of Louisville (EUA), Hamilton já dividiu palco com nomes como Hermeto Pascoal, Dominguinhos, Hamilton de Holanda, Carlos Malta e Gabriel Grossi. No Superjazz, recebe o saxofonista norte-americano Michael Tracy para uma apresentação marcada pela improvisação, diálogo instrumental e liberdade criativa. Bell Lins Cantora e compositora de Santo Antônio do Descoberto (GO), Bell Lins iniciou sua relação com a música ainda na infância, influenciada pelo rap, soul e pela música negra brasileira. Ganhou projeção nacional ao participar do The Voice Kids Brasil e integrar o time de Ivete Sangalo. Dona de voz marcante e forte presença de palco, a artista apresenta um repertório que mistura personalidade, emoção e influências contemporâneas. PROGRAMAÇÃO GERAL 27/05 17h Rádio Superjazz 18h30 Hamilton Pinheiro part. Michael Tracy 19h45 Rádio Superjazz 20h15 Bell Lins 21h30 Encerramento 03/06 – véspera de feriado 17h Rádio Superjazz 18h30 Ademir Jr. & Orquestra JK 19h45 Rádio Superjazz 20h15 Experimental Dub convida Julia Carvalho e Renato Matos 21h30 Encerramento 10/06 – Especial Superjazz Goiânia 17h Rádio Superjazz 18h30 Claudia Vieira 19h45 Rádio Superjazz 20h15 The Jazz Side of the Moon 21h30 Encerramento 17/06 17h Rádio Superjazz 18h30 Choro Popular Orquestra 19h45 Rádio Superjazz 20h15 Letícia Fialho 21h30 Encerramento 01/07 17h Rádio Superjazz 18h30 Miriam Marques 19h45 Rádio Superjazz 20h15 Lambada da Serpente convida Manoel Cordeiro e Coletivo Superjazz 21h30 Encerramento ACESSIBILIDADE  A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes.  A van fica estacionada próximo ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso, no site, na bilheteria do CCBB, ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.   Horários:  Biblioteca Nacional – CCBB: 12h, 14h, 16h, 18h e 20h  CCBB – Biblioteca Nacional: 13h, 15h, 17h, 19h e 21h  SOBRE O CCBB BRASÍLIA O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília foi inaugurado em 12 de outubro de 2000, e está sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, e tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis. Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, o CCBB Brasília dispõe de amplos espaços de convivência, bistrô, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances. Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, programa contínuo de arte-educação patrocinado pelo Banco do Brasil que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), acolhendo o público espontâneo e, especialmente, milhares de estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, ao longo do ano, por meio de visitas mediadas agendadas, além de oferecer atividades de arte e educação aos fins de semana. Desde o final de 2022, o CCBB Brasília, se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, sendo que no ano de 2023, obtivemos a renovação anual da certificação, como reconhecimento do compromisso com a gestão ambiental e a sustentabilidade. A conquista atende à Ação 24 da Agenda 30, que tem por objetivo reforçar a gestão dos programas, iniciativas e práticas ambientais e de ecoeficiência do BB e demonstra o alinhamento do CCBB Brasília a estratégia corporativa do BB, enquanto espaço de difusão cultural que valoriza a diversidade, a acessibilidade, a inclusão e a sustentabilidade porque transformar vidas é parte da nossa cultura. Serviço Superjazz Festival – 4ª edição De 13 de maio a 1º de julho de 2026 Horários: Sempre às quartas-feiras, das 17h às 21h Ingressos gratuitos, mediante retirada no site www.bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília. Os ingressos estarão disponíveis a partir das 12h do dia anterior a cada evento (terças-feiras). Local: Jardim do CCBB Brasília Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul Classificação indicativa: Livre

  • Café com Samba celebra 100 edições de ocupação cultural na Torre de TV e marca um capítulo histórico do samba no DF

    Neste sábado (23/05), a Feira de Artesanato da Torre de TV de Brasília será palco de uma data histórica para a cultura do Distrito Federal. O projeto Café com Samba chega à sua 100ª edição, consolidando uma trajetória de mais de uma década de ocupação cultural ininterrupta em um dos espaços públicos mais emblemáticos da capital. Realizado pelo Instituto Expressão Cultural de Brasília - IECB com apoio da Revista Traços, o evento começa às 10h, com entrada gratuita e classificação livre. Chegar à 100ª edição é mais do que um número, é a prova de que o samba tem raízes profundas no cotidiano de Brasília. Ao longo de cada encontro, o Café com Samba foi além do entretenimento: construiu comunidade, revelou talentos, acolheu moradores e turistas e transformou a Torre de TV em símbolo vivo da cultura popular da capital. Em 2026, quando o projeto celebra dez anos de existência, a centésima edição reafirma seu compromisso com a democratização da arte e com o fortalecimento do samba como patrimônio cultural do Distrito Federal. O coração do evento é a roda de samba conduzida pelo Grupo Café com Samba, que levará o público a uma imersão musical do início ao fim. A Feira de Artesanato da Torre de TV, reconhecida como um dos principais polos de turismo popular de Brasília, potencializa a experiência ao reunir no mesmo espaço música ao vivo, gastronomia, artesanato e a diversidade cultural de todas as regiões do Brasil. A 100ª edição contará com cantores e passistas que representam o melhor do samba no DF: Cantores convidados: Kris Maciel e Milsinho Passistas: Nice, Gilson Montblanc, Claudinho Sambista, Michelle e Makelly Serviço – Café com Samba na Torre de TV | 100ª Edição Data: Sábado, 23 de maio de 2026 Horário: A partir das 10h Local: Feira de Artesanato da Torre de TV – Eixo Monumental, Brasília/DF Entrada gratuita | Classificação livre Atendimento à imprensa: Gibi Comunica – assessoria@gibicomunica.com

  • Conecta Síndicos Brasília 2026 realiza dois dias de networking e negócios com entrada gratuita

    Brasília recebe, nos dias 29 e 30 de maio de 2026, a segunda edição do Conecta Síndicos Brasília 2026, encontro voltado para síndicos, gestores condominiais, administradores, conselheiros, advogados e empresas diversas voltadas ao universo condominial Realizado pela SindExpo Brasil, considerada uma das maiores empresas de negócios e relacionamento do setor condominial no país, o evento contará ainda com a realização do Prêmio Referência Condominial DF 2026, no dia 29 de maio, ás 19h30, restrita aos ganhadores e convidados, a iniciativa foi criada para reconhecer síndicos, gestores e lideranças que se destacam pela excelência, inovação e contribuição para o desenvolvimento da gestão condominial na capital federal. Neste ano, a premiação homenageia Anna Christina Kubitschek, neta do fundador de Brasília, Juscelino Kubitschek. Segundo a organização, o objetivo é fortalecer o mercado condominial local, dar visibilidade às boas práticas e valorizar profissionais que atuam diariamente na gestão de condomínios. Inscrições gratuitas aqui: https://www.sympla.com.br/evento/conecta-sindicos-brasilia-2026/3305402?referrer=www.google.com “O síndico deixou de ser apenas uma figura operacional. Hoje ele é um gestor, um líder, um mediador de conflitos, um tomador de decisões e um agente de transformação dentro das comunidades condominiais. O Conecta Síndicos nasce para aproximar esse profissional das soluções, do conhecimento e das conexões que ele precisa para evoluir sua gestão”, destaca Marcelo Tarrafas, co-realizador do Conecta Síndicos. Durante o evento, os participantes terão acesso a palestras, painéis, apresentações de empresas, experiências de relacionamento e oportunidades de conexão direta com fornecedores do setor. A programação foi pensada para abordar temas relevantes da gestão condominial, como segurança jurídica, inovação, governança, liderança, sustentabilidade, gestão financeira e condominial, entre outros assuntos. A programação oficial tem início no dia 29 de maio, às 9h, com credenciamento e abertura da feira de negócios. Às 10h30 será realizado o Painel 01, com o tema “Locação por curta temporada”, abordando o que o síndico pode ou não fazer e como se resguardar juridicamente diante desse cenário cada vez mais presente nos condomínios. Às 11h10 acontece o Painel 02, com o tema “A representatividade dos síndicos unidos”, reunindo representantes do movimento Síndicas Empoderadas, criado para fortalecer, conectar e valorizar mulheres que atuam na gestão condominial. Participam do painel Kenia Miguel, Vicencia Lima, Bia Portela e Marilene Guimarães. O movimento reúne síndicas, subsíndicas e conselheiras fiscais que acreditam na força da união, do diálogo e do profissionalismo para transformar a convivência nos condomínios e impactar positivamente as cidades. Às 13h30 será realizado o Painel 03, Aspectos Jurídicos das Assembléias, com Priscila Pedroso. Advogada condominial, pós-graduada em Processo Civil, Direito Imobiliário e Direito Público, Priscila atua há mais de 10 anos na advocacia condominial, além de exercer a função de síndica, professora e palestrante na área. É sócia-fundadora da Viana Pedroso Advocacia, secretária-geral do Instituto Nacional de Condomínios e Cidades Inteligentes e secretária da ANACON DF. Às 14h10 acontece o Painel 04, “O síndico e a gestão de patrimônio: relações técnicas e jurídicas que todo síndico tem que saber”, com Diógenes Suhett. Mentor e especialista em condomínios, atua ensinando síndicos sobre gestão patrimonial e desenvolvimento de carreira no setor condominial. É criador do Método Síndico Gestor de Patrimônio. Às 15h será realizado o Painel 05, “Impacto Jurídico da Lei de Muros e Guaritas e o seu decreto nos condomínios horizontais do DF”, com Ana Maria Rabelo Silva Alcântara e Jessyca Rizza Bittencourt, sócias do escritório Rabelo & Bittencourt Advogados Associados. A chamada “Lei dos Muros e Guaritas” tem gerado preocupação e insegurança entre moradores de condomínios horizontais do Distrito Federal, as sócias trazem então esclarecimentos sobre o tema. A programação da sexta-feira também contará com pitch dos expositores, palestras, feira de negócios, coffee break, networking estratégico e o Painel Especial “Responsabilidade do Síndico — da prevenção à tomada de decisão”, com Marcelo Tarrafas e convidados. Outro destaque será o Painel Jurídico Condominial, com Ricardo Karpat, ainda a confirmar, abordando responsabilidade do síndico, conflitos e decisões seguras na gestão condominial. No sábado, dia 30 de maio, a programação seguirá com palestras, painéis e debates voltados para segurança jurídica, convivência e tomada de decisões na gestão condominial. Entre os destaques está a palestra principal “Exclusão do morador antissocial”, com Claudio Viana, trazendo orientações sobre como agir juridicamente diante de situações extremas de convivência nos condomínios. O evento também contará com o Painel Inteligência Condominial: “Decisões difíceis que todo síndico precisa saber tomar”, mediado por Tiago Gomes, promovendo uma conversa prática sobre conflitos, convivência, responsabilidade e segurança jurídica. Encerrando a programação, no dia 29 de maio, às 19h30, será realizado o Prêmio Referência Condominial DF 2026, evento exclusivo para convidados do setor condominial e que promete reunir lideranças, síndicos, gestores e empresas em uma noite de homenagens e reconhecimento às iniciativas que contribuem para o fortalecimento do mercado condominial no Distrito Federal. Com a proposta de conectar, acelerar e transformar o setor, o Conecta Síndicos Brasília 2026 reforça o papel da SindExpo Brasil como plataforma nacional de relacionamento, negócios e profissionalização do mercado condominial. Serviço: Conecta Síndicos Brasília 2026 realiza dois dias de networking e negócios com entrada gratuita Data: 29 e 30 de maio de 2026, com entrada gratuita Horários: Dia 29, das 9h às 19h e dia 30, das 9h às 17h Local: CDL Brasília, SIA SIA Trecho 17 VIA IA-4 Lote 815 – Zona Industrial Realização: SindExpo Brasil Inscrições gratuitas: https://www.sympla.com.br/evento/conecta-sindicos-brasilia-2026/3305402?referrer=www.google.com Instagram: @sindiexpo

  • Livro sobre patrimônio cultural em contextos africanos promove lançamentos e oficinas no DF

    O Distrito Federal recebe, entre maio e junho, o lançamento do livro Patrimônio Cultural em Contextos Africanos: textos traduzidos, organizado pela antropóloga e professora da Universidade de Brasília (UnB), Sara Morais. A publicação reúne traduções inéditas para o português de textos fundamentais sobre patrimônio cultural em diferentes países africanos, ampliando o acesso a reflexões ainda pouco difundidas no Brasil. A coletânea surgiu do desejo de disponibilizar para leitores de língua portuguesa discussões relevantes produzidas a partir de pesquisas realizadas em Cabo Verde, Camarões, Guiné-Bissau, Guiné-Conacri, Mali, Malawi e Senegal. Os textos abordam diferentes experiências de patrimonialização e salvaguarda cultural, atravessando expressões como o Vimbuza, o kankurang, as tabancas, as manjuandadis, a arquitetura de Djenné e os objetos do Museu do Palácio do Rei Bamoun. Embora centrados em contextos africanos, os debates apresentados pelos autores dialogam diretamente com questões presentes nas políticas de patrimônio cultural no Brasil, especialmente no que diz respeito à memória coletiva, participação comunitária, preservação cultural e disputas em torno dos processos de reconhecimento patrimonial. “O livro é importante por, pelo menos, dois motivos. Um deles é porque coloca à disposição de leitores de língua portuguesa textos centrais na discussão sobre patrimônio cultural em contextos africanos. Em segundo lugar, porque esse conjunto reflexivo pode contribuir bastante para o debate público sobre patrimônio cultural no Brasil”, afirma Sara Morais. Segundo a organizadora, a publicação busca fortalecer um campo de reflexão que ultrapassa os limites acadêmicos e dialoga diretamente com os desafios contemporâneos das políticas culturais. “O debate sobre patrimônio cultural envolve luta por direitos culturais, salvaguarda de expressões culturais e construção coletiva de políticas públicas. Acredito que o livro pode contribuir para complexificar esse campo e ampliar repertórios de reflexão”, destaca Sara. O projeto Patrimônios Culturais Imateriais em Contextos Africanos consiste na produção e difusão de conhecimentos sobre patrimônio cultural imaterial a partir de pesquisas desenvolvidas em diferentes contextos africanos, promovendo diálogos com as realidades culturais do Distrito Federal. Além da publicação do livro, a iniciativa prevê uma série de palestras e oficinas formativas gratuitas voltadas ao debate sobre patrimônio cultural imaterial, memória coletiva, territorialidade, participação comunitária, preservação cultural e intercâmbio de saberes entre África e Brasil. As atividades irão reunir pesquisadores, estudantes, agentes culturais, professores, servidores públicos e comunidades interessadas nas discussões sobre patrimônio cultural e políticas de salvaguarda, fortalecendo aproximações entre experiências africanas e os desafios patrimoniais vivenciados no Distrito Federal. As oficinas também propõem reflexões sobre os processos de patrimonialização a partir de territórios culturais e comunitários, como o Espaço Okupa, no Mercado Sul de Taguatinga, ampliando os diálogos entre universidade, instituições culturais e experiências populares de memória e cultura. O livro ainda oferece caminhos pedagógicos e exemplos concretos para o ensino da história e cultura africana no contexto educacional brasileiro, contribuindo para a implementação da Lei nº 10.639/2003 e ampliando repertórios sobre o continente africano para além de abordagens estereotipadas. Programação Lançamentos do livro 29 de maio | 9h30 Auditório do Instituto de Ciências Sociais – Universidade de Brasília (UnB) - Asa Norte 01 de junho | 16h Auditório do IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (702/902 - Asa Sul) Oficinas formativas sobre Patrimônios Culturais em África & Patrimônios Culturais no DF: 18 e 19 de junho | 14h Instituto de Ciências Sociais – Universidade de Brasília (UnB) - Asa Norte 27 e 28 de junho | 14h Espaço Okupa – Mercado Sul de Taguatinga - QSB 12/13 - Taguatinga Sul Terceira oficina – local e data a confirmar Escola Setor Leste Antropóloga e professora organizadora da Universidade de Brasília (UnB), Sara Morais e o livro Patrimônio Cultural em Contextos Africanos: textos traduzidos. Foto: Webert da Cruz Sobre a organizadora Sara Morais é professora do Departamento de Antropologia da Universidade de Brasília (UnB). Foi técnica em antropologia do IPHAN entre 2013 e 2025 e pesquisadora de pós-doutorado na Unicamp com bolsa Fapesp (2022-2025). Desenvolve pesquisas sobre processos de patrimonialização e construção nacional em países da África Austral, com foco especial em Moçambique. É autora do livro O Palco e o Mato: o lugar das timbila no projeto de construção da nação em Moçambique (2024), publicado pela Editora Telha em parceria com o selo ABA Publicações. Sua tese recebeu o Prémio Fernão Mendes Pinto 2021, concedido pela Associação das Universidades de Língua Portuguesa (AULP). Sara também coordena o Akalela: Laboratório de Antropologia dos Processos de Patrimonialização e Políticas da Cultura, integra o Comitê de Estudos Africanos da Associação Brasileira de Antropologia (ABA), é membro da diretoria da AbeÁfrica e editora associada da revista Anuário Antropológico. O projeto Patrimônios Culturais Imateriais em Contextos Africanos foi realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF), por meio do Edital FAC I – 2024.

  • Ecos Ancestrais promove oficina gratuita de caixa de maracatu, na Casa de Cultura do Guará

    O som pulsante da caixa de maracatu será o centro da próxima atividade do Ecos Ancestrais, do grupo Zenga Baque Angola. Neste domingo (24), às 10h, a Casa de Cultura do Guará recebe uma oficina gratuita dedicada ao instrumento, conduzida pelo percussionista Leonardo Balbino. As inscrições podem ser realizadas pelo formulário eletrônico. Presente nas tradições do Maracatu-Nação, a caixa é um dos instrumentos responsáveis por sustentar o ritmo e conduzir a energia dos cortejos. De origem afro-brasileira, ela carrega influências das práticas musicais trazidas pelos povos africanos ao Brasil e ocupa papel essencial na identidade sonora do Maracatu de Baque Virado, como também é conhecido Maracatu-Nação. No maracatu, cada nação desenvolve formas próprias de tocar a caixa, criando levadas características e modos distintos de diálogo entre os instrumentos da percussão. O toque da caixa se conecta diretamente com alfaias, gonguês e agbês, formando a base rítmica que marca a manifestação cultural. Além da força sonora, o instrumento exige técnica, resistência física e sintonia coletiva entre os batuqueiros. A oficina proposta por Leonardo Balbino busca apresentar fundamentos do instrumento, técnicas de execução e noções de prática coletiva, aproximando participantes da tradição do Maracatu-Nação. A atividade é aberta tanto para iniciantes quanto para pessoas que já possuem experiência com percussão. O encontro integra um ciclo de oficinas promovido pelo Zenga Baque Angola ao longo de 2026. O Ecos Ancestrais prevê atividades formativas sobre instrumentos do Maracatu de Baque Virado, além de ações de confecção e manutenção de instrumentos, produção de figurinos e fortalecimento das práticas culturais do grupo. A programação contará ainda com oficinas conduzidas por integrantes da Nação de Maracatu Leão da Campina, referência na tradição pernambucana do maracatu. Zenga Baque Angola Fundado em 2017, o Zenga Baque Angola nasceu a partir do encontro entre batuqueiros de Brasília e o mestre Hugo Leonardo, regente da Nação de Maracatu Leão da Campina. Desde então, o coletivo constrói uma trajetória de conexão entre o Distrito Federal e Pernambuco, mantendo vínculos culturais e espirituais com a tradição do maracatu-nação. O grupo é filiado à Nação Leão da Campina e recebe orientação espiritual da Mametu Nadja Baléginam, matriarca do terreiro Kaiangu Kia Ítembu e sacerdotisa do Candomblé Angola Goméia. Além das oficinas, o projeto também contará com a produção de registros audiovisuais das atividades, que serão divulgados nas redes sociais do grupo como forma de ampliar o alcance das ações e difundir a cultura do maracatu. O Ecos Ancestrais é realizado pelo Grupo Zenga Baque Angola, com fomento do Fundo de Apoio à Cultura (FAC-DF) e da Secretaria de Cultura e Economia Criativa. Programação do Ecos Ancestrais: 24 de maio: Oficina de Caixa, com Leonardo Balbino 28 de junho: Oficina de Gonguê, com Jorge do Pandeiro 16 de agosto: Oficina de Alfaia, com Alessandra Rosa Serviço - Oficina de Caixa de Maracatu Com Leonardo Balbino Quando: Domingo, 24 de maio, às 10h Onde: Casa de Cultura do Guará Inscrição: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScDY-VHKNYoyOhvn66oQEsUB7lxk3_GoJ7ythBAxDqXI7HCsw/viewform Redes: https://www.instagram.com/zengabaqueangola/

  • Pré-estreia gratuita “Memórias Sobre o Espaço e o Tempo” no Cine Brasília

    Quando chegou a Brasília, o diretor, roteirista e ator Guily Machovec atravessava um intenso processo de mudança de vida. Depois de anos vivendo em Alto Paraíso de Goiás, ele passou a caminhar diariamente pela capital federal, observando a arquitetura, os vazios urbanos, os encontros cotidianos e os silêncios do Plano Piloto. i nesse período que nasceu Memórias Sobre o Espaço e o Tempo, longa-metragem filmado entre Brasília e Alto Paraíso ao longo de um ano e desenvolvido a partir de uma dinâmica de produção autoral, incorporando ao processo criativo as conexões humanas construídas durante a própria realização. O filme terá exibições gratuitas no Museu da Imagem e do Som de São Paulo (MIS-SP), em 23 de maio, às 19h, e no Cine Brasília, em 27 de maio, às 19h30. Misturando drama psicológico, ficção científica e relações profundamente humanas, o longa acompanha Luan, um editor de vídeos que, após o fim traumático de um relacionamento, passa a experimentar estranhas rupturas espaço-temporais. Entre projeções inconscientes, memórias difusas e conflitos emocionais, ele mergulha em uma jornada íntima onde presente, lembranças e percepções deixam de obedecer qualquer lógica. Conforme os lapsos se intensificam, Luan passa a viver entre diferentes camadas da própria consciência. Pessoas reais assumem novas formas, memórias se confundem com projeções emocionais e a percepção do tempo começa a colapsar. Aos poucos, o protagonista mergulha em um território onde desejo, trauma e imaginação coexistem simultaneamente. “Às vezes uma obra de arte ajuda a gente a ver uma saída. Eu gostaria que esse filme chegasse justamente nas pessoas que precisam dessa mensagem agora”, afirma o diretor. Mais do que uma ficção científica sobre distorções da realidade, o filme conduz o público por uma experiência emocional sobre perdas, recomeços e a dificuldade contemporânea de permanecer conectado consigo mesmo. Entre silêncios, vazios urbanos e encontros inesperados, o longa constrói uma experiência íntima sobre pessoas que seguem vivendo enquanto tentam reorganizar emocionalmente aquilo que perderam. Brasília deixa de ser apenas um cenário e se transforma em personagem central da narrativa. Monumentos, apartamentos, cafés, academias, restaurantes e espaços cotidianos da cidade foram incorporados organicamente ao filme, criando uma relação afetiva entre a paisagem urbana e o estado emocional do protagonista. “O filme acabou virando uma carta de amor a Brasília. Existe uma beleza muito própria aqui. A arquitetura, os espaços abertos, os silêncios da cidade… tudo isso atravessou a narrativa”, afirma Machovec. O roteiro surgiu em julho de 2024, durante um processo de terapia vivido pelo diretor. Pouco tempo depois, uma pergunta feita por Luciana Martuchelli em um curso de interpretação mudaria completamente os rumos do projeto: “Se você tivesse seis meses de vida, o que ainda gostaria de fazer?”. A resposta veio quase imediatamente. Após anos atuando em peças de teatro, curtas e longas-metragens, Machovec percebeu que nunca havia protagonizado uma obra audiovisual. “Eu me dei conta que queria viver essa experiência. Então pensei: por que não fazer eu mesmo o filme que gostaria de assistir e protagonizar?”, relembra. O que começou como a ideia de filmar “apenas os primeiros minutos” acabou se transformando em um longa realizado ao longo de um ano. Enquanto escrevia, dirigia, atuava e editava simultaneamente, o diretor passou a incorporar ao filme os encontros e experiências reais vividos no caminho. Sem estrutura convencional de produção, “Memórias Sobre o Espaço e o Tempo” foi construído a partir da força criativa dos próprios espaços disponíveis e das pessoas que surgiam ao redor do projeto. “O mais bonito desse processo foi perceber como o filme foi absorvendo os encontros, os espaços e as pessoas que surgiam no caminho. Nada parecia totalmente planejado, mas tudo acabava encontrando um lugar dentro da narrativa”, destaca Jonathas Joba. A produção reuniu antigos parceiros artísticos, atores conhecidos em cursos de interpretação, amigos de diferentes cidades e pessoas que acabaram participando do longa de maneira espontânea. Em uma das cenas, por exemplo, o proprietário de uma pousada em Alto Paraíso não apenas cedeu a locação como também entrou em cena como figurante após descobrir o projeto. O elenco reúne Luciana Bollina, Jonathas Joba, Renata Bittencourt e Ana Flora Drumond, artista oriunda de área quilombola do interior de Goiás que faz sua estreia no cinema. Ao mesmo tempo em que construía o longa, Machovec também atravessava profundas mudanças pessoais. O filme foi finalizado um mês antes do nascimento de seu filho, experiência que acabou atravessando emocionalmente toda a obra. Com estética sensorial e narrativa fragmentada, o longa utiliza a ficção científica como ferramenta emocional para discutir luto, percepção, saúde mental e os impactos do excesso de estímulos na experiência humana contemporânea. Diretor e roteirista brasileiro, Guily Machovec teve trabalhos exibidos em canais como Sundance Channel, Film & Arts, AMC Brasil e Amazon Prime Video, além de participações em festivais nacionais e internacionais, incluindo o Short Film Corner do Festival de Cannes com o curta Teu Lugar na Varanda. A produção é assinada pela Lince Art Experience, produtora independente sediada em Goiás voltada ao fortalecimento do audiovisual e de projetos culturais no Centro-Oeste brasileiro. Trailer oficial Assista ao trailer oficial de “Memórias Sobre o Espaço e o Tempo” SERVIÇO Memórias Sobre o Espaço e o Tempo Duração: 90 min. Roteirista/ Diretor: Guily Machovec Exibição em São Paulo Local: Museu da Imagem e do Som de São PauloData: 23 de maioHorário: 19hEndereço: Av. Europa, 158 – Jardim Europa – São Paulo/SP Exibição em Brasília Local: Cine BrasíliaData: 27 de maioHorário: 19h30Endereço: EQS 106/107 – Asa Sul – Plano Piloto – Brasília/DF Os ingressos devem ser retirados gratuitamente na bilheteria, uma hora antes de cada sessão.

  • Em maio, a Cerrado Cultural apresenta duas exposições inéditas

    A Cerrado Cultural inaugura, no dia 23 de maio, às 11h, em Brasília, as exposições Uma continuidade como respiro, de Claudio Tozzi, com curadoria de Cristiano Raimondi, e Abismal…Abissal, coletiva com curadoria de Tálisson Melo. As mostras ocupam espaços distintos da galeria e apresentam investigações em torno da imagem, do tempo e da interioridade na produção contemporânea. As exposições permanecem em cartaz até 25 de julho. A entrada é gratuita e a visitação acontece de segunda a sexta, das 10h às 19h, e aos sábados, das 10h às 13h. Claudio Tozzi - Uma continuidade como respiro Em Uma continuidade como respiro, Claudio Tozzi reúne mais de vinte obras realizadas entre 1963 e os dias atuais, entre pinturas e esculturas, configurando um recorte que abrange mais de seis décadas de produção. Em vez de uma leitura cronológica, a exposição evidencia a permanência de um mesmo campo de investigação, no qual determinadas questões formais e conceituais se reorganizam ao longo de sua trajetória. O título da mostra propõe a continuidade a partir de uma analogia com a respiração: um fluxo constante, natural e inevitável, que atravessa o tempo de maneira quase inconsciente, mas permanece aberto a pequenas variações e intensificações. Atuando como um prólogo, a histórica tela Paz II (1963–1964) já apresenta elementos que atravessam toda a sua produção: a fragmentação da imagem, a relação entre figura e estrutura e a presença de uma dimensão política inscrita na própria construção visual. Claudio Tozzi (São Paulo, 1944) é um nome central da arte brasileira contemporânea. Sua trajetória se desenvolve em estreita relação com processos industriais de imagem, como as retículas derivadas da impressão gráfica em quadricromia, articulando relações entre arquitetura, urbanismo e percepção. Ao longo de sua carreira, participou de exposições em instituições como a Tate Modern, o MALBA e a Pinacoteca de São Paulo. Com curadoria de Cristiano Raimondi, a mostra foi desenvolvida a partir de um longo diálogo com o artista e propõe uma leitura transversal de sua produção. Abismal…Abissal (coletiva) Já Abismal…Abissal, coletiva com curadoria de Tálisson Melo, parte das múltiplas camadas de sentido presentes nos termos que dão título à exposição. Derivadas da mesma raiz grega, ábyssos (“sem fundo”), “abismal” e “abissal” evocam ideias de profundidade, vertigem e interioridade. Reunindo obras de 12 artistas de diferentes origens e trajetórias, a mostra articula figurações híbridas, paisagens, arquiteturas e estruturas geométricas atravessadas por memória, espiritualidade e imaginação. As obras elaboram o interior não como espaço fixo, mas como condição instável e movediça, que desestabiliza qualquer noção rígida de origem. Participam da mostra: – Manuela Costa e Silva e Raquel Nava, com trabalhos que exploram figurações animais e híbridas; – Abraão Veloso, Estevão Parreiras e Rebeca Miguel, em investigações sobre introspecções afetivas, escrevivência e questões metafísicas; – Ana Hortides, Isabela Seifarth e Talles Lopes, em pesquisas sobre arquitetura e urbanismo vernacular em relação com a vida comum; – Walter Pimentel, com obras voltadas a aparições e à espiritualização da matéria; – Genor Sales e Tor Teixeira, com trabalhos que abordam paisagens do trabalho e relações entre terra, água e corpo; – Raylton Parga, com investigações em abstração geométrica e linguagem das formas. Curadoria Cristiano Raimondi (Bolonha, Itália, 1978) é curador e historiador da arte, com formação em arquitetura pelo IUAV de Veneza. Atua internacionalmente com uma abordagem interdisciplinar que cruza arte contemporânea, design e ciências sociais, tendo desenvolvido projetos no Nouveau Musée National de Monaco, na Artissima (Turim) e na Fondation Prince Pierre. Sua pesquisa dedica atenção à produção brasileira, com publicações e projetos curatoriais voltados à obra de Alfredo Volpi, incluindo o livro Alfredo Volpi: A Poética da Cor, além de estudos sobre Rubem Valentim e Eleonore Koch. Tálisson Melo (Juiz de Fora – MG, 1991) é curador, pesquisador e crítico de arte. Atua no desenvolvimento de projetos curatoriais e textos críticos voltados às práticas contemporâneas, articulando relações entre arte, imagem e pensamento. É curador-pesquisador no Memorial da Resistência de São Paulo e no Programa MASP Pesquisa. Doutor em Antropologia e Sociologia pela UFRJ, com estágio na Yale University, e pós-doutor pelo IEB-USP, onde pesquisou a noção de “cronopolítica” nas artes visuais. Assinou as mostras Fullgás – artes visuais e anos 1980 no Brasil (CCBB, Prêmio APCA) e Atualização do sistema (Museu Nacional da República, Prêmio ABCA). Sobre a Cerrado Galeria Com sedes em Brasília e Goiânia, a Cerrado Galeria atua na descentralização do mercado de arte e na valorização da produção do Centro-Oeste. Inaugurada em 2023, desenvolve um programa voltado à diversidade de linguagens, gerações e territórios, reunindo artistas consagrados e novos nomes da produção contemporânea em diálogo com diferentes contextos da arte brasileira. Seus espaços, instalados em edifícios singulares nas duas cidades, abrigam exposições, intervenções site-specific e ações educativas. Serviço Exposições: Uma continuidade como respiro, de Claudio Tozzi, e Abismal…Abissal, coletivaCuradoria: Cristiano Raimondi e Tálisson MeloAbertura: 23 de maio de 2026, às 11hPeríodo expositivo: 23 de maio a 25 de julho de 2026Local: Cerrado Cultural - SHIS QI 05, Chácara 10, Lago Sul, Brasília - DFVisitação: segunda a sexta, das 10h às 19h; sábado, das 10h às 13hEntrada: gratuita Siga: @cerrado.galeria

  • Pocket Show de Rebecca Pacheco abre cerimônica do 4º Prêmio Engenho Mulher

    A cantora e compositora brasiliense Rebecca Pacheco fará a abertura da cerimônia de premiação do 4º Prêmio Engenho Mulher na próxima segunda, dia 25 de maio. “Ela é uma jovem artista muito talentosa, convidada para a ocasião por ter tido sua formação no Instituto Reciclando Sons, projeto lindamente conduzido há mais de 26 anos pela maestrina Rejane Pacheco, lá na Estrutural. Rejane é vencedora do Prêmio Engenho Mulher, edição 2024”, conta Kátia Cubel, que dirige o Prêmio Engenho. A solenidade trará outras surpresas, protagonizadas por mulheres que lideram iniciativas em suas respectivas áreas, entre elas a estilista Ana Paula Ávila, da Confraria, e a presidente da Abrabe e líder do programa de economia circular Glass is Good, Cristiane Foja. A cerimônia acontece na segunda, dia 25 de maio, numa solenidade para convidados, no Museu de Arte de Brasília.

  • “Só vale a pena se houver encanto”: romance de André Giusti parte de Brasília para refletir sobre sentido da vida

    Semifinalista do Prêmio Oceanos em 2024, o escritor André Giusti (@andregiustim68) lança seu primeiro romance,“Só vale a pena se houver encanto”. Publicada pela editora Caos e Letras (368 págs.), a obra acompanha a trajetória de Alessandro Romani, jornalista e escritor carioca radicado em Brasília, cuja vida atravessa uma sequência de perdas — desemprego, separação e morte — em meio aos bastidores da cobertura de acontecimentos recentes da política brasileira, como as manifestações de 2013 e a ascensão e queda da primeira presidenta do país. Escrito ao longo de onze anos, o livro é conduzido por uma prosa coloquial, atravessada por imagens poéticas pontuais, e mergulha na crise existencial de seu protagonista. Em colapso pessoal e profissional, Alessandro se recusa a aceitar a vida como uma mera sucessão de obrigações e boletos a pagar. Acaba encontrando na terapia um espaço de enfrentamento de si mesmo. A orelha da obra, assinada por Stella Maris Rezende, destaca as contradições humanas que atravessam a narrativa: “Com o casamento em ruínas, recorrentes fracassos no trabalho, a terapia semanal e o relacionamento amoroso com mulheres instigantes, o protagonista-narrador vive angustiado em seu intenso amor pelas três filhas e um olhar agudamente crítico sobre todas as coisas.” E resume: “É fascinante a saga em busca de uma vida que tenha encanto.” O romance também tem sido elogiado por outros nomes da cena literária. Sérgio Tavares o define como um mergulho no devir masculino, enquanto Débora Ferraz aproxima o tom do narrador ao de Fiódor Dostoiévski em “Notas do subsolo”, destacando a dimensão trágica e, ao mesmo tempo, patética do personagem. Pai de três meninas, divorciado, fã de rock e blues e já lidando com os primeiros sinais do envelhecimento, Alessandro reflete sobre paternidade, precariedade do jornalismo, virilidade e as expectativas de futuro que atravessam toda uma geração. O colapso da saúde mental masculina e da própria ideia de masculinidade estrutura uma narrativa que também expõe a dificuldade dos homens em se abrirem entre si e olharem para dentro. Para Giusti, o eixo central do livro está na tentativa de ampliar o sentido da existência: “A gente precisa entender que a dor, a decepção, a derrota, o abandono, a frustração, o fracasso e as perdas fazem parte da vida. A gente trata tudo isso como um fato extracampo, mas não é.” O autor também comenta a relação entre ficção e experiência pessoal: “Alessandro Romani foi criado a partir da minha costela, certamente, mas ele sou eu e mais tantas pessoas verdadeiras ou fictícias. Se é autoficção que chamam, tudo bem, não vejo nenhum problema, e acredito que não se começou a fazer isso apenas de uns tempos pra cá.” André Giusti: entre o jornalismo e a literatura Nascido no Rio de Janeiro, onde viveu até os trinta anos, André Giusti reside em Brasília desde então. Sua trajetória no jornalismo inclui passagens pelo Sistema Globo de Rádio (Rádio CBN), Grupo Bandeirantes de Comunicação, Fundação Roquete Pinto (TVE-RJ), Rádio e TV Justiça, entre outros. Atualmente, é assessor de imprensa do Senado Federal e repórter freelancer do #Colabora. Na literatura, foi finalista do Prêmio Jabuti em 1997 com “Voando Pela Noite, Até de Manhã” (7Letras, 1996) e semifinalista do Oceanos 2024 com “As Filhas Moravam Com Ele” (Caos e Letras, 2023). “Só vale a pena se houver encanto” é seu 11º livro e primeiro romance. Suas influências literárias remontam à adolescência, quando começou a escrever com o desejo de ser compositor. Apaixonado por rock e blues, incorpora a musicalidade desses gêneros à sua escrita. Entre suas referências estão Fernando Sabino, Rubem Braga, Luis Fernando Veríssimo, Mário Quintana e Chacal. Nos últimos trinta anos, autores como John Fante e Charles Bukowski passaram a ocupar lugar central em sua estante, ao lado de Lygia Fagundes Telles, referência tanto temática quanto formal. Atualmente, Giusti trabalha em um novo livro de contos, ainda sem previsão de publicação. Ficha técnica Título: Só vale a pena se houver encanto Autor: André Giusti Instagram: https://www.instagram.com/andregiustim68/ Páginas: 368ISBN: 978-65-80804-41-2 Gênero: Romance Editora: Caos e Letras Ano: 2026 Venda: https://www.caoseletras.com/so-vale-a-pena-se-houver-encanto-andre-giusti/p

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