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  • Mega Drift anuncia temporada 2026 no Autódromo BRB

    O Mega Drift anunciou, nesta segunda-feira, a temporada 2026 do campeonato, que chega à sua quinta edição consecutiva com uma novidade histórica: todas as etapas serão realizadas no Autódromo BRB, em Brasília. É a primeira vez que o torneio acontece integralmente dentro de uma pista oficial, consolidando o evento como referência do drift no Centro-Oeste. O calendário já está confirmado e contará com três etapas ao longo do ano: de 08 a 10 de maio, de 03 a 05 de julho e de 02 a 04 de outubro. A organização aposta em finais de semana marcados por disputas técnicas, alto nível competitivo e estrutura ampliada para pilotos e público. Segundo Gustavo Carvalho, organizador do evento, a mudança representa um avanço estrutural importante para a modalidade na capital federal. “Levar todas as etapas para o autódromo é um marco para o Mega Drift. Isso eleva o nível técnico da competição, garante ainda mais segurança para pilotos e equipes e entrega uma experiência muito mais profissional para o público. A temporada 2026 consolida um trabalho que vem sendo construído há cinco anos”, afirma. A temporada reforça o foco na profissionalização, no desenvolvimento técnico dos competidores e no fortalecimento do calendário esportivo do Distrito Federal, ampliando o protagonismo do drift na região. A venda de ingressos começa no dia 1º de março, às 19h, exclusivamente pelo aplicativo oficial do Mega Drift. A expectativa é de alta procura, impulsionada pelo crescimento da modalidade e pela realização inédita das etapas em pista oficial. SERVIÇO Mega Drift Data: 8 a 10 de maio Ingressos: 1° de março

  • Kartódromo Internacional de Brasília reabre este mês após quatro anos, com etapa nacional da categoria

    Durante quatro anos, o Kartódromo Internacional de Brasília permaneceu fechado, alimentando a expectativa de pilotos, equipes e fãs de velocidade. Agora, a espera está perto do fim: o ronco dos karts voltará a ecoar na cidade em março. “O kart é a porta de entrada do automobilismo. Grandes pilotos, inclusive nomes da Fórmula 1, como Nelson Piquet, começaram no kart. Brasília é um celeiro de talentos e já revelou muitos pilotos. Trazer essa pista de volta é fundamental para incentivar iniciantes, amadores e futuros profissionais, fortalecendo o esporte na cidade”, afirma o superintendente do BRB Autódromo, Fernando Distretti. Localizado dentro do Autódromo Internacional de Brasília, o kartódromo terá 1.100 metros de extensão, com largura de 10 metros na reta e 8 metros nas curvas, e seis opções de traçado. A nova estrutura foi planejada para atender às exigências técnicas e de segurança internacionais. Segundo Fernando Distretti, a maior parte das obras já foi concluída. “A pista já está no padrão internacional do kartismo. Estamos na fase final do paisagismo, com a colocação da grama. O que falta agora é a pintura com a sinalização, finalizar as zebras e concluir alguns pontos das barreiras”, explica. A reinauguração será marcada pela primeira etapa do Brasília Kart Series, competição reconhecida pela Confederação Brasileira de Automobilismo, com apoio da Federação de Automobilismo do Distrito Federal. “Vamos montar um parque com lazer e conforto, com praça de alimentação, espaço gourmet e sala de simuladores. O formato do campeonato é muito interessante. Temos muitos pilotos de São Paulo, Tocantins e Goiânia, mas a maioria é aqui do DF”, diz o presidente da Federação de Automobilismo do Distrito Federal, Renato Constantino. Aproximadamente 100 pilotos vão participar da competição, distribuídos nas categorias mirim, cadete, júnior, graduado, novatos e psk, que são pilotos acima de 23 anos, já experientes no kart amador ou profissional. “Temos pilotos de 8 a 72 anos, com grids completos em várias categorias”, completa Renato Constantino. Para Fernando Distretti, a expectativa é que o kartódromo tenha impacto além das pistas. “Queremos atender à comunidade do kartismo e fomentar cultura, turismo, geração de emprego e renda. O automobilismo ficou muitos anos sem estrutura adequada e agora queremos trazer grandes eventos, nacionais e internacionais, movimentando a economia e o turismo esportivo”, destaca.

  • Em clima de New orleans, Rebecca Pacheco apresenta “Rebecca’s Jazz Band” no Clube do Choro de Brasília

    A atmosfera vibrante da vida noturna de New Orleans chega a Brasília com o espetáculo Rebecca’s Jazz Band, protagonizado pela soprano Rebecca Pacheco, em apresentação especial no Clube do Choro de Brasília. Com uma proposta que transita entre o jazz clássico americano, a bossa nova e o samba, o espetáculo convida o público a embarcar em uma travessia musical marcada por elegância, improviso e identidade brasileira. Finalista do programa Brasília Independente, da Rede Globo, Rebecca Pacheco constrói uma trajetória artística que une técnica lírica, expressividade jazzística e sensibilidade interpretativa, resultando em performances que dialogam com diferentes gerações e estilos musicais. Inspirado na efervescente cena musical de New Orleans, o espetáculo apresenta um repertório autêntico que percorre diferentes fases do jazz e suas conexões com a música brasileira. A noite promete uma viagem sonora que atravessa o swing do jazz tradicional, o lirismo da bossa nova e a força rítmica do samba, em arranjos que valorizam a improvisação e a interação entre voz e instrumentistas. Entre as obras interpretadas estão Georgia, At Last, Summertime e Chega de Saudade, entre outras canções que evidenciam a riqueza do diálogo entre a música norte-americana e a brasileira. O espetáculo conta ainda com participações especiais da soprano lírica Ariadna Moreira, do renomado clarinetista Ricardo Dourado, da cantora e produtora Larissa Lopes e do músico e compositor Guto Moreira. O espetáculo presta homenagem a grandes nomes que moldaram a história do jazz e da música popular mundial, como Ella Fitzgerald, Ray Charles, Tom Jobim e Chico Buarque, artistas que influenciam a estética e a trajetória interpretativa de Rebecca Pacheco.  Elenco Rebecca Pacheco - Voz Plínio Carvalho - Piano   Vitor Oliveira - Violão Gustavo Neves - Contrabaixo  Léo Sena  - Bateria  Tales Portugal - Flauta Ficha Técnica Coordenação de Produção: Larissa Lopes Produção Executiva: Ady Estellita Assessoria de Imprensa: Marizan Fontinele SERVIÇO Espetáculo: Rebecca’s Jazz Band Local: Clube do Choro de Brasília – DF Data: 18/03/2026 Horário: 20h30 Ingressos: R$ 50 (meia) / R$ 100 (inteira) Venda online: Bilheteria Digital Mais informações: @rebeccapachecooficial

  • Saboretto Cafés Especiais: A Sofisticação e a versatilidade do Café em versões autorais com álcool

    O ritual do café ganha novos contornos no Saboretto Cafés Especiais, onde tradição e criatividade se encontram em uma carta que une grãos selecionados à sofisticação dos destilados e licores consagrados internacionalmente. A proposta vai além da xícara convencional: trata-se de proporcionar uma experiência sensorial completa, em que aroma, textura e complexidade de sabores dialogam em perfeita harmonia. Entre os destaques está o clássico Carajillo, combinação intensa de espresso com Licor 43. De origem espanhola, a bebida equilibra a potência do café com as notas de baunilha, especiarias e leve dulçor do licor, resultando em um preparo encorpado e aromático — ideal para quem aprecia personalidade na xícara. Outra proposta que conquista pelo equilíbrio é o Cappuccino com Amarula, que incorpora à cremosidade do leite vaporizado o toque marcante da Amarula. O licor sul-africano, conhecido por sua textura aveludada e nuances adocicadas, acrescenta profundidade ao cappuccino tradicional, transformando-o em uma opção elegante e envolvente. Para os amantes de sabores intensos e reconfortantes, o Chocolate Quente com Amarula surge como uma escolha indulgente. A riqueza do chocolate quente combina-se às notas suaves do licor, criando uma bebida equilibrada, com dulçor na medida certa e final marcante. Fechando a seleção, o consagrado Irish Coffee reafirma sua posição como um dos coquetéis mais emblemáticos do mundo. A união de café quente, whisky irlandês, açúcar e uma camada delicada de creme levemente batido oferece contraste entre intensidade e suavidade, mantendo viva uma tradição que atravessa gerações. No Saboretto Cafés Especiais, cada bebida é preparada com atenção técnica e sensibilidade gastronômica, valorizando tanto a qualidade do café quanto a harmonização com ingredientes premium. O resultado é uma carta que dialoga com apreciadores exigentes e amplia as possibilidades do café contemporâneo, consolidando o espaço como referência para quem busca experiências sofisticadas e memoráveis. Serviço: Endereço: CLSW 300B bloco 04 loja 02 Setor / Sudoeste  Funcionamento: Segunda a sexta: 09:00 as 19:00.  Sábados: 09:00 às 18:00. Domingos e feriados: 09:00 às 13:00.

  • ‘Todo Mundo em Pânico’ ganha primeiro trailer oficial

    Cindy e Brenda estão de volta no primeiro trailer oficial de “Todo Mundo em Pânico” lançado hoje, 2, pela Paramount Pictures. Com referências aos filmes recentes da cultura pop, a nova produção retorna não só com suas protagonistas como também com a equipe original.   Vinte e seis anos depois de escaparem de um assassino mascarado muito familiar, o quarteto formado por Shorty (Marlon Wayans), Ray (Shawn Wayans), Cindy (Anna Faris) e Brenda (Hall) está novamente na mira do criminoso e nenhuma franquia de terror está a salvo.   No sexto filme da franquia de comédia, eles se veem envolvidos com assassinos, monstros e criaturas sobrenaturais em uma trama que ironiza remakes, sequências, requels, prequels, spin-offs. Nenhum clichê sobrevive. Os Wayans estão de volta para acabar com a cultura do cancelamento.   No elenco, Chris Elliott, Lochlyn Munro, Heidi Gardner, Damon Wayans Jr. e Savannah Lee Nassif, entre outros nomes.   A direção é de Michael Tiddes e o roteiro é assinado por Marlon Wayans, Shawn Wayans, Keenen Ivory Wayans, Craig Wayans e Rick Alvarez. O filme é uma produção da Miramax, Original Film e Wayans Brothers. A distribuição é da Paramount Pictures. “Todo Mundo em Pânico 6” chega aos cinemas brasileiros em 4 de junho.     Todo Mundo em Pânico 6  - 4 de junho nos cinemas @paramountbrasil   Filme com acessibilidade disponível através do aplicativo GRETA.

  • Projeto Sextas Musicais abre a temporada de 2026

    O projeto Sextas Musicais retorna ao palco do CTJ Hall – Casa Thomas Jefferson, na 706/906 Sul, no dia 6 de março, em novo horário: a partir de agora, as apresentações serão às 19h. E, para abrir os trabalhos da nova temporada, os convidados são o casal Camila Marlière e Tibor Fittel, o Duo Querubim, com um concerto com ênfase em transcrições e arranjos de árias de ópera e canções de câmara para voz e acordeon.   O espetáculo – que além de ser aberto gratuitamente ao público presencial, será transmitido ao vivo pelo Youtube da Casa Thomas Jefferson – apresenta peças de Carlos Guastavino, Villa-Lobos, Chiquinha Gonzaga, Astor Piazzolla, entre outros.  Todas as peças fazem reverência à figura feminina. As Seis Canciones de Cuna, de Carlos Guastavino, foram compostas a partir dos poemas de Gabriela Mistral, poeta chilena agraciada com o prêmio Nobel de Literatura de 1945, sendo o primeiro Nobel de literatura na América Latina. No programa, a soprano Camila Marlière presta sua homenagem a todas as mulheres nas canções Rocio, Hallazgo e Corderito, que fazem parte do ciclo Seis Canciones de Cuna. Chiquinha Gonzaga, ícone e referência da música brasileira e reverenciada como o grande nome feminino da composição no nosso país, foi a primeira mulher a reger uma orquestra popular no Brasil. No programa os artistas interpretarão sua canção Lua Branca. Nas canções Melodia Sentimental e Canção do Amor, do compositor Heitor Villa-Lobos, os poemas são de Dora Vasconcelos. Piazzolla, na sua ópera Maria de Buenos Aires, compôs a antológica canção Yo Soy Maria, que conta a de Maria, uma figura simbólica e mística, que representa ao mesmo tempo a mulher marginalizada, a cidade de Buenos Aires e o próprio espírito do tango.  E ainda no repertório, de Tibor Fittel, a canção intitulada simplesmente Canção, baseada no poema homônimo de Cecília Meireles, foi dedicada à sua amada Camila Marlière, que a interpreta neste concerto.   Camila e Tibor   Cantora, pianista e professora de música brasileira, Camila Marlière é formada pela Escola de Música da UFRJ e atua no cenário musical com um perfil versátil, transitando entre a música clássica, o recital e a produção musical.   Tibor Fittel, pianista, acordeonista, compositor, arranjador e educador, é amplamente reconhecido por sua atuação tanto na música de concerto quanto na MPB, além de seu trabalho com trilhas sonoras para cinema, teatro e musicais. Em 2024, foi premiado com o Troféu Candango de Melhor Trilha Sonora pelo filme “Mais um dia, Zona Norte”, no Festival de Brasília.   Serviço: O quê: Sextas Musicais – Duo Querubim Quando: sexta-feira, 6 de março de 2026, às 19h Onde: CTJ Hall - Casa Thomas Jefferson – Casa Thomas Jefferson Asa Sul, 706/906 Sul Quanto: Entrada gratuita * Espetáculo presencial e com transmissão ao vivo pelo canal oficial da Casa Thomas Jefferson no YouTube

  • Blue Note SP: Mês das Mulher tem shows de Baby do Brasil e Vannick Belchior

    Em março, o palco azul do Blue Note São Paulo direciona seus holofotes para a força criativa das mulheres na música brasileira. Em sintonia com o Mês da Mulher, a casa apresenta uma programação que atravessa gerações, estilos e narrativas, reunindo homenagens históricas, projetos autorais inéditos, sem deixar a essência multicultural da casa de lado.O jazz, a MPB, o soul, a canção tropicalista e o rock se encontram em noites que prometem emoção, sofisticação e proximidade — marcas registradas do clube paulistano. Entre celebrações de legados e shows especiais, a programação reafirma o Blue Note SP como território de experiências únicas. Baby do Brasil - Meu Projeto Blue - Special Session Nos dias 27/03 e 28/03, às 20h00 e às 22h30, Baby do Brasil chega ao palco do Blue Note SP com “Meu Projeto Blue”, espetáculo concebido especialmente para a atmosfera da casa. Pensado como um formato exclusivo, o show apresenta um recorte musical diferente de tudo o que a artista vem realizando recentemente. Criado para a proximidade e a escuta, o projeto aposta em novas camadas de interpretação, repertório e clima, revelando nuances pouco exploradas da trajetória de Baby. “Meu Projeto Blue” nasce como um especial autoral e conceitual. Mais do que revisitar sucessos, a artista propõe uma experiência musical singular, desenhada especificamente para essas apresentações em São Paulo.O resultado é um encontro entre palco e plateia que privilegia a intensidade, a liberdade criativa e a força de uma das vozes mais marcantes da música brasileira.   Vannick Belchior — Meu Nome É Cem - Homenagem aos 80 anos de Belchior No dia 19/03, às 22h30, Vannick Belchior sobe ao palco azul para apresentar o projeto cultural “Meu Nome é Cem”, uma homenagem ao cantor, compositor e artista plástico Antônio Carlos Belchior , que completaria 80 anos em 2026. Idealizado e coordenado por Vannick, filha do artista, o projeto propõe uma celebração de caráter multiartístico, reunindo música, literatura e artes visuais para revisitar e atualizar o legado de um dos nomes mais emblemáticos da música popular brasileira. A proposta transcende o formato tradicional de show: trata-se de um mergulho poético e afetivo na obra de Belchior, costurando canções, memórias e novas leituras. No palco do Blue Note SP, a apresentação ganha contornos intimistas, valorizando a palavra, o silêncio e a força das composições que atravessam gerações. Uma noite que convida o público a reencontrar versos eternos sob uma nova perspectiva — feminina, contemporânea e profundamente conectada às raízes. O Som Delas - Big Band Brasil Jazz Sinfônica No dia 14/03, às 20h00 e às 22h30, o Blue Note SP recebe “O Som Delas”, espetáculo da Big Band Brasil Jazz Sinfônica que celebra a presença feminina na música sob a grandiosidade de uma formação orquestral. Com arranjos sofisticados e potência sonora característica da Brasil Jazz Sinfônica, a apresentação coloca em evidência repertórios marcados por vozes femininas que moldaram a história da música brasileira e internacional. Em uma combinação de elegância, técnica e emoção, a Big Band transforma o palco azul em uma experiência sinfônica vibrante. “O Som Delas” é um tributo à sensibilidade, à força e à inventividade das mulheres na música — traduzidas em metais pulsantes, harmonias densas e interpretações que ecoam além da noite. Uma celebração à altura do Mês da Mulher, unindo tradição e contemporaneidade em um espetáculo de grande impacto artístico. Tali No dia 12/03, às 22h30, o Blue Note SP recebe Tali, artista que carrega no DNA a potência vocal e a presença de palco que marcaram gerações. Filha de Deise Cipriano, saudosa vocalista do grupo Fat Family, Tali constrói sua própria trajetória a partir de uma herança musical sólida e profundamente afetiva. No show, a cantora apresenta suas composições autorais e revisita referências que moldaram sua identidade artística. O repertório passeia por nomes como Jill Scott e Alicia Keys, trazendo o soul e o R&B como pilares estéticos, sem deixar de fora os clássicos que eternizaram o Fat Family na música brasileira. Em formato intimista, pensado para a atmosfera do palco azul, a apresentação revela não apenas a potência vocal de Tali, mas também sua personalidade artística — uma combinação de força, delicadeza e identidade própria que dialoga com tradição e contemporaneidade Confira a programação completa do Mês da Mulher:   05/03 - QUINTA - 22h30 LIENA CENTENO, GUGA STROETER E ORQUESTRA HB 10/03 - TERÇA - 20h00 SONJA CANTA O BLUES E O SOUL DO BRASIL E DO MUNDO 10/03 - TERÇA - 22h30 BRASILEIRÍSSIMA - TALITA DIAS E SP POPS JAZZ BAND 11/03 - QUARTA - 20h00 ROLLING STONE NOVAS VOZES APRESENTA - BÁRBARA FIALHO 11/03 - QUARTA - 22h30 THAIS MELLO - DO JAZZ AO SOUL 12/03 - QUINTA - 20h00 TRIBUTO OFICIAL A MERCEDES SOSA POR INDIANA NOMMA 12/03 - QUINTA - 22h30 TALI 13/03 - SEXTA - 20h00 ADELE IN CONCERT – POR SUÊ 13/03 - SEXTA - 22h30 ANAISA - BACK TO AMY WINEHOUSE 14/03 - SÁBADO - 20h00 e 22h30 O SOM DELAS – BIG BAND BRASIL JAZZ SINFÔNICA 15/03 - DOMINGO - 19h00 CHINELA VOADORA - LANÇAMENTO DO NOVO ÁLBUM 19/03 - QUINTA - 22h30 VANNICK BELCHIOR – MEU NOME É CEM 25/03 - QUARTA - 22h30 ALMA NAIDU 27/03 - SEXTA - 20h00 e 22h30 BABY DO BRASIL – MEU PROJETO BLUE – SPECIAL SESSION 28/03 - SÁBADO - 20h00 e 22h30 BABY DO BRASIL – MEU PROJETO BLUE – SPECIAL SESSION 31/03 - TERÇA - 20h00 BIANCA GISMONTI & MANUEL DE OLIVEIRA   SOBRE O BLUE NOTE SP Uma das marcas de música mais valiosas do mundo e love brand para os amantes da boa música, a franquia Blue Note encontrou em São Paulo nova morada a partir da visão de um dos sócios, Luiz Calainho, frequentador assíduo da matriz nova iorquina e que sempre nutriu o sonho de trazer a marca para o Brasil.   Desde a abertura, o espaço, eleito como a melhor casa com música ao vivo pelo júri do guia O Melhor de São Paulo, com atendimento 5 estrelas, recebeu estrelas consagradas como Macy Gray, Stanley Jordan, Paulinho da Viola, Maria Rita, Elba Ramalho, Azymuth, Ed Motta e João Bosco. A casa também abre as portas para novos talentos e revelações da música brasileira como Xênia França, Ana Cañas, Rael, Agnes Nunes e Tim Bernardes, entre tantos outros.   SERVIÇO – BLUE NOTE SÃO PAULO Endereço: Conjunto Nacional - Avenida Paulista 2073 - 2º Andar - Consolação - São Paulo/SP Shows: 20h|22h30 (abertura da casa às 19h) Almoço & Jazz: de segunda a sexta com música ao vivo das 12h às 15h Varanda Blue: Terça a sexta das 12h às 1h30 | Sábado das 19h às 2h - entrada gratuita Feijoada com Samba: aos sábados das 12h às 16h Brunch Music: todos os domingos das 10h às 16h com música vivo e entrada gratuita Classificação etária: 18 anos | menores, apenas acompanhados dos pais ou tutores legais, conforme Lei 8.069/90 e Portaria 502 de 2021 do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Clientes Porto Bank tem 30% de desconto nos ingressos e 15% de desconto na consumação pagando com cartão de crédito Porto Bank. A Eventim e o Blue Note não se responsabilizam por compras efetuadas em canais não oficiais.

  • Legendários entregam 40 toneladas de doações às vítimas das enchentes em MG

    O movimento humanitário segue mobilizado nas cidades de Juiz de Fora e Ubá com apoio de mais de 800 Legendários, após o forte temporal que atingiu Minas Gerais na última segunda-feira (23). A operação envolve uma robusta estrutura logística, com 140 veículos próprios e caminhões empregados no transporte de equipes, mantimentos e insumos destinados às famílias afetadas.   As chuvas intensas provocaram alagamentos, deslizamentos de terra, destruição de imóveis e o desaparecimento de moradores. As equipes seguem atuando em apoio ao Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais, à Defesa Civil e às prefeituras locais em 45 bairros das cidades, em apoio a mais de cinco mil famílias.   Além das operações de busca e resgate, o movimento ampliou significativamente a frente humanitária. Até o momento, foram arrecadados e distribuídos:   • 40 toneladas de cestas básicas; • 22 mil lanches e marmitas; • 3 mil kits de produtos de limpeza e higiene.   Em Ubá, onde o impacto foi majoritariamente causado por alagamentos, as ações estão concentradas na limpeza de residências, apoio a abrigos e distribuição de água e alimentos. Já em Juiz de Fora, a atuação permanece voltada ao suporte em áreas de deslizamento e resposta emergencial.   A missão também conta com equipes médicas que realizam visitas domiciliares, oferecem orientações de saúde e prestam atendimento a moradores com quadros infecciosos decorrentes da exposição à água contaminada e às condições pós-enchente.   Em situações de crise, o movimento Legendários atua de forma voluntária e integrada às autoridades locais, oferecendo suporte direto às comunidades impactadas e fortalecendo a rede de solidariedade em momentos de emergência.

  • Comunidade do Mercado Sul de Taguatinga lança fotolivro e exposição com memórias do território

    O Mercado Sul de Taguatinga é considerado um dos mais importantes espaços de produção artística, cultura popular periférica e memória coletiva no Distrito Federal. Há mais de quatro décadas, artistas, moradores e iniciativas culturais de vanguarda sustentam e revitalizam o território. Desde 2015, toda essa pulsão criativa articula a Ocupação Cultural Mercado Sul Vive. Um afetivo recorte desse legado de resistência foi documentado pelo Coletivo Retratação no fotolivro ‘Mercado Sul: Um Chão de Cores - Memórias do Beco da Cultura de Taguatinga (DF)’, lançado no dia 21 fevereiro, durante a festa de 11 anos da ocupação. Organizada pelo jornalista e fotógrafo Webert da Cruz e pela percussionista e antropóloga Ana Noronha, a obra reúne um acervo histórico com fotografias, pesquisas, textos e depoimentos que narram a trajetória cultural, as transformações e a atuação de diferentes gerações de artistas e moradores do Beco da Cultura, como também é conhecido o Mercado Sul. O livro também homenageia o fotojornalista Ivaldo Cavalcante, cearense radicado em Taguatinga que durante a década de 1970 realizou os primeiros registros fotográficos da cultura viva da comunidade e de seus arredores. Salvaguarda e patrimônio cultural  A publicação do fotolivro integra o projeto “Mapeando Memórias Visuais: Mercado Sul – Um Chão de Cores”, realizado com recursos da Lei Paulo Gustavo (LPG-DF), e é resultado de um processo continuado de mapeamento do acervo visual do território. O projeto conecta fotografia, pesquisa, escuta e convivência como estratégia de preservação da memória, tendo como um dos principais objetivos contribuir para o reconhecimento do Mercado Sul como Patrimônio Cultural Imaterial de Taguatinga e do Distrito Federal.  Em 2015, foi protocolado um primeiro pedido de patrimonialização do território junto ao Governo do Distrito Federal. Em 2021, a campanha “Mercado Sul é patrimônio cultural material e imaterial do DF” mobilizou diversos agentes culturais, intensificando o encaminhamento da pauta dentro e fora da comunidade. Atualmente, o processo está em discussão através de um grupo de trabalho do Conselho de Defesa ao Patrimônio Cultural (CONDEPAC-DF), instância participativa da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF.  Webert da Cruz explica que o fotolivro propõe uma aproximação sensível do público com as camadas íntimas e simbólicas do Beco da Cultura. “Com essa pesquisa, conseguimos ampliar o olhar sobre as complexidades desse lugar que encanta, mas que também enfrenta desafios diversos de infraestrutura, manutenção das atividades culturais e cuidado com as pessoas”, destaca o fotógrafo, que em 2018 já havia produzido uma grande reportagem sobre o movimento de ocupação cultural do local em sua graduação em jornalismo, intitulada ‘Retomar para Reinventar’. No recorte narrativo do fotolivro, passado, presente e futuro se atravessam a fim de circular a memória para as novas gerações. Ana Noronha, que pesquisou na sua graduação (UnB) a relação entre Estado e Sociedade Civil em processos de patrimonialização, destaca o forte poder de criação de conhecimento e de fortalecimento de vínculos que o Mercado Sul tem. “Este livro celebra as pessoas que estiveram aqui, valoriza quem permaneceu e segue movimentando atualmente e incentiva todos a construírem um futuro”, comenta a antropóloga. Exposição fotográfica e distribuição dos livros O projeto Chão de Cores também lançou uma exposição fotográfica com múltiplos olhares sobre as práticas culturais presentes no território, como teatro popular, artes visuais, cultura ballroom, capoeira, samba, entre outras. Com curadoria de Webert da Cruz e Rick Paz, a mostra traz registros de 13 artistas do movimento cultural do Mercado Sul: Angel Luis, Davi Mello, Diana Sofia, Ester Cruz, Ivaldo Cavalcante, Matheus Alves, Nara Oliveira, Raissa de Oliveira, Ramona Jucá, Rick Paz, Thiago S. Araújo, Webert da Cruz e Yuri Barbosa.A pesquisa para a produção do fotolivro e da exposição incluiu rodas de conversa, mediações e visitas guiadas, catalogação de cerca de 200 imagens históricas, ensaio fotográfico com moradores e agentes culturais locais e uma intervenção artística nos muros do beco, através de pinturas, grafites e lambes. “Essa é mais uma oportunidade de fortalecer a memória, o pertencimento e a permanência desse território cultural periférico que vem transformando a cidade de Taguatinga há muito tempo”, completa Webert. A exposição ‘Chão de Cores - Mercado Sul: memória, cultura e movimento’ segue aberta ao público até o dia 27 de março, no Espaço Okupa. As visitações têm entrada franca e podem ser realizadas às quartas e quintas, das 9h às 12h, e às terças e sábados, das 13h às 18h. Escolas, educadores e projetos pedagógicos podem solicitar mediação pedagógica coletiva, através de agendamento prévio pelo whatsapp: 61 9.8530.2049 (Garnet). Décadas de luta pelo direito à cidade e à cultura O Mercado Sul foi construído e inaugurado em Taguatinga no final da década de 1950, antes mesmo de Brasília, como um dos primeiros centros comerciais do DF. Desde a década de 1970, superando especulações imobiliárias e abandono governamental, passou a ser revitalizado continuamente por moradores e movimento cultural. Em 2015, sua comunidade criou a Ocupação Cultural Mercado Sul Vive, dando mais um passo na luta pelo direito à cidade. A articulação transformou lojas abandonadas em novos espaços vivos de arte, cultura e resistência, reivindicando também o reconhecimento do território como Patrimônio Cultural Imaterial do DF.“Contar a história do Mercado Sul é também disputar narrativas sobre a cidade, a cultura e o direito de permanecer”, resume o texto de apresentação do fotolivro Chão de Cores. SERVIÇO Projeto Chão de Cores Quando: até 27 de marçoDias e horários: quarta e quinta, das 9h às 12h / terça e sábado, das 13h às 18hOnde: Espaço Okupa - Mercado Sul de Taguatinga (QSB 12/13)Agendamento para mediações pedagógicas: : 61 9.8530.2049 (Garnet)Entrada: francaClassificação: livreNas redes: https://instagram.com/mercadosulvive

  • Projeto A Dança da Beijinha leva educação emocional a filhos e filhas de mulheres sobreviventes de violência intrafamiliar

    No Brasil, 71% dos casos de violência contra a mulher são testemunhados por alguém, de acordo com o Instituto DataSenado. Muitas vezes, essa testemunha é uma criança. É no olhar desses filhos e filhas que o medo, a confusão, a tristeza e a raiva se instalam, moldando silenciosamente suas formas de sentir e se relacionar com o mundo. Sensível a essa realidade, o Ponto de Cultura Casa Jasmim lança, em março, mês dedicado à luta e à força das mulheres, A Dança da Beijinha - um guia prático para elaborar os sentimentos de quem sempre está na linha de frente dessa dor: as crianças. A Dança da Beijinha é resultado da parceria entre a antropóloga e multiartista Nambir Kaur com a ilustradora Luda Aquareluda. O livro é um convite para que as crianças conheçam o universo dos sentimentos através dessa pequena beija-flor, que descobre que a maior aventura acontece dentro de nós. A publicação reúne historinhas com sonoplastia e músicas inéditas em parceria com Beatriz Águida, além de um conjunto de 33 de cartas-guia sobre sentimentos, ferramentas de yoga e meditação, ilustradas em aquarela.   Realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal, o guia prático traz as experiências de Beijinha, personagem que também faz parte de outra obra de Luda - "Beija Flor do Amor ". Tendo as estações do ano como metáforas para a vida, a obra convida o público a percorrer o mundo das emoções e os valores milenares do Yoga para mostrar que os sentimentos também têm seus ciclos.  No "Inverno da Beijinha", as crianças aprendem sobre solidão e tristeza; no “Outono" , Beijinha as convida para compreender a inveja e a vergonha; na “Primavera”, trabalhamos a coragem para viver nossas paixões pela vida ; já no "Verão" , descobrimos o segredo da satisfação com o gato sábio Rumi. As 33 cartas que acompanham a obra servem como um guia prático para pais, educadores e terapeutas mediarem esses diálogos no dia a dia. Mais do que um livro, a proposta entrega um kit para o desenvolvimento de inteligência emocional. “São ferramentas lúdicas e artísticas para que a criança nomeie, acolha e dance com o que sente. Propomos que os sentimentos sejam validados, sem julgamentos. Queremos fortalecer o vínculo das crianças com sua própria subjetividade e favorecer a educação emocional” , destaca Nambir Kaur. Impacto social e oficinas "Anima Cores” Nos dias 22 e 28 de março, das 14h às 17h, o projeto realizará duas oficinas "Anima Cores" no Ponto de Cultura Casa Jasmim, direcionadas a filhos e filhas de mulheres atendidas pelos Centros de Especialidade para Atenção às Pessoas em Situação de Violência Sexual, Familiar e Doméstica - CEPAVs. O evento será um espaço de acolhimento e reconstrução, onde a contação de histórias, a aquarela e o yoga se unem para oferecer um ambiente seguro para que essas crianças possam expressar o que muitas vezes precisam calar. O projeto também inclui a produção do livro com audiodescrição e exemplares em braile. Esses recursos tornam a experiência mais acessível para crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e deficiência visual, criando uma obra que pode ser acessada de diversas formas. Além disso, 400 exemplares do kit (livro + cartas) serão distribuídos gratuitamente para escolas da rede pública de ensino do Distrito Federal e para crianças atendidas pelos CEPAVs, garantindo que a educação emocional chegue como um direito de todas. SERVIÇO: A Dança da Beijinha  Lançamento: 28/03. Sábado, às 17h.Oficinas: 22 e 28 de março, das 14h às 17h (exclusivas para crianças atendidas pelos CEPAVs e pela Casa Jasmim)Onde: Casa Jasmim - SGHN 716, bloco P, casa 30 - Asa Norte, Brasília/ DF

  • antónio vicente lança “DAMDARA” e transforma dor, estudo e memória em manifesto artístico

    O artista antónio vicente apresenta “DAMDARA”, single que apresenta um projeto musical, conceitual e político criado a partir de vivências LGBTQIAPN+ e da urgência de acolhimento em um país marcado pela violência contra corpos dissidentes. Escrita originalmente em 2018, a canção nasce do impacto causado pelo assassinato brutal da travesti Dandara dos Santos, em diálogo com o documentário Up Next: Pabllo Vittar e com um amplo estudo teórico sobre o feminino, o patriarcado e a histeria. Entre referências da música pop, eletrônica (techno) e clássica, “DAMDARA” se estabelece como um grito de identidade, libertação e memória. Ouça “DAMDARA”: https://ditto.fm/damdara   Assista ao visualizer de “DAMDARA”: https://www.youtube.com/watch?v=ord2xY2TqxI   Faça pré-save do EP: https://ditto.fm/damdara_31475cfc   “DAMDARA é a realização de que não tem o que possa ser feito, ela será o que tiver de ser. Não é uma história com um final feliz, mas no final, mesmo morta, ela se encontra em paz por ser quem ela realmente é” , explica o artista. Artista gay, antónio vicente constrói sua obra a partir das próprias dores e alegrias, mas também da escuta atenta das vivências de pessoas LGBTQIAPN+. Seu trabalho parte do desejo explícito de acolher, de oferecer abrigo simbólico a quem foi violentado, marginalizado ou silenciado. A persona artística nasce da junção de dois legados afetivos: Antônio, seu pai, referência ética e profissional, e Vicente, seu avô materno, símbolo de generosidade e humanidade. Dessa fusão emerge um projeto que entende a arte como trabalho feito com o coração, mas também como instrumento de confronto. antónio vicente® existe para escancarar o incômodo, amplificar o silêncio sufocado e transformar o desconforto no início da conversa. “DAMDARA” é resultado de um processo criativo profundamente ancorado no estudo. O artista parte de Estudos sobre a Histeria (1893–1895), de Sigmund Freud, onde o corpo feminino é historicamente enquadrado como território de controle, e amplia o debate com autores como Silvia Federici, Clarissa Pinkola Estés, Martha Robles, Gustave Flaubert e William Shakespeare. Esse percurso teórico se desdobra no ensaio audiovisual “FREUD & DAMDARA em manifesto”, publicado no YouTube, reforçando a crença de que a transformação social passa necessariamente pelo conhecimento crítico e histórico. Assista “FREUD & DAMDARA em manifesto”: https://youtu.be/rmFylYOT330   Confira o canal do artista: https://www.youtube.com/@anticronos   Ouça “Pra Tudo Parar” https://ditto.fm/pra-tudo-parar-voz   “A literatura, os livros, em geral, são a única forma de nos libertarmos. É através dos livros que podemos nos educar e seguir em frente, com escuta ativa e histórica; para que os erros do passado não sejam cometidos novamente no futuro” , explica. A obra assume contornos de denúncia e memória. Dandara foi torturada e morta em um crime que ganhou repercussão internacional e expôs a violência contra pessoas trans no Brasil. Durante as agressões, segundo relatos, ela chamava pela mãe enquanto era espancada. A brutalidade do caso ecoa na construção artística do EP, que transforma a indignação em linguagem sonora.  Com trajetória que inclui participação em musicais, performances, grandes produções e programas de TV (como Across The Universe: O Musical , Entre Sonhos e Sonhos e o X Factor Brasil ), antónio vicente reafirma seu compromisso: não oferecer conforto superficial, mas criar um espaço real de acolhimento. Um território onde existir, sentir e resistir são atos inseparáveis — e onde cada canção ecoa como gesto de memória, denúncia e libertação. “DAMDARA” está disponível em todas as plataformas de música digital.

  • 'Mother's Baby': suspense psicológico sobre maternidade estreia nesta quinta (5/3)

    Julia tem 40 anos e é uma maestra de sucesso. Ela e seu companheiro anseiam por um filho. Após um bem-sucedido tratamento em uma clínica de fertilidade, Julia engravida, mas o parto não acontece como planejado. O bebê é imediatamente retirado dos braços da mãe, deixando-a sem saber o que aconteceu. Quando finalmente reencontra a criança, Julia começa a duvidar se é realmente seu filho. Este é o mote de "Mother's Baby" , thriller psicológico coescrito e dirigido por Johanna Moder ("Once Were Rebels"), que chega aos cinemas brasileiros nesta quinta, 5 de março. Coprodução entre Áustria, Suíça e Alemanha, teve sua première no 75º Festival Internacional de Cinema de Berlim, onde concorreu ao Urso de Ouro. O elenco traz Marie Leuenberger ("Mulheres Divinas"), Hans Löw ("Toni Erdmann") e Claes Bang ("Bom Dia, Tristeza"). A distribuição é da Autoral Filmes. O filme estreia em Balneário Camboriú  (SC), Belo Horizonte  (MG), Brasília  (DF), Caxias do Sul  (RS), Curitiba  (PR), Florianópolis  (SC), Rio de Janeiro  (RJ), Salvador  (BA), Santos  (SP), São Luis  (MA) e São Paulo  (SP). A lista atualizada de praças pode ser conferida no Instagram @autoral_filmes . A protagonista da trama é uma artista bem-sucedida, mas que ainda não conseguiu realizar seu sonho de constituir uma família com seu parceiro Georg. Quando o Dr. Vilfort garante que pode alcançar seu desejo com um procedimento experimental, ela rapidamente engravida. A partir daí, o casal entra em uma espiral psicológica que envolve depressão pós-parto e paranoia, enquanto a mãe questiona se há algo sinistro sobre a identidade da criança. "Mother's Baby" chega à tela grande seguindo a tendência de sucessos recentes como "Canina", de Marielle Heller, e "Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria", de Mary Bronstein: obras dirigidas por mulheres que exploram tramas perturbadoras envolvendo a maternidade. "É um filme muito pessoal para mim", explica a realizadora Johanna Moder. "É uma espécie de acerto de contas, embora eu não saiba ao certo com quem ou com o quê", complementa. "A felicidade prometida não se materializa com o nascimento da criança. Em vez disso, é o início de um pesadelo. Nada é como era. E o que era, inexoravelmente, se desfaz e não pode mais ser contido", elabora a cineasta. "A realidade por trás da fachada perfeita de famílias felizes raramente é mostrada ou reconhecida. Trata-se do desafio de lidar com as expectativas da maternidade e de encontrar a si mesma. É uma história sobre o lado oculto da maternidade", resume. Além da estreia na Berlinale, "Mother’s Baby" também competiu no Festival de Cinema da Índia, Talinn Black Nights (Estônia), Sitges (Espanha), e dezenas de eventos ao redor do mundo. "Optei deliberadamente por contar esta história como um suspense psicológico, em vez de um drama", explica a diretora. "O filme brinca com a escuridão visual e a justaposição de beleza e dor. O mundo de Julia se torna nebuloso, mas a questão da realidade permanece", acrescenta.  A publicação Hollywood Reporter define o filme como "envolvente, perturbador e repleto de humor negro". Para o crítico, a trama prende atenção do início ao fim. O Deadline comparou o longa a "Eraserhead", de David Lynch, em sua "evocação visceral da maternidade". Já o Hollywood News define o filme como "poderoso, bem dirigido e interpretado, com elementos de terror sugeridos ao longo da trama". "Mother's Baby", de Johanna Moder Suspense | 2025 | 108 minutos | Verifique a classificação indicativa Estreia comercial:  dia 5 de março de 2026 Instagram: @autoral_filmes Cartaz  | Trailer Oficial Mother's Baby   Créditos Direção: Johanna Moder Roteiro: Johanna Moder e Arne Kohlweyer Direção de fotografia: Robert Oberrainer Direção de arte: Hannes Salat Figurinos: Stefanie Bieker e Carola Pizzini Maquiagem: Martine Felber Som: Patrick Storck, Nils Kirchhoff, Gina Keller e Guido Keller Edição: Karin Hammer Música: Diego Ramos Rodriguez Coprodução: Katrin Renz, Viola Fügen e Michael Weber Produção: Sabine Moser e Oliver Neumann (FreibeuterFilm AT) Elenco: Marie Leuenberger (Julia), Hans Löw (Georg), Claes Bang (Dr. Vilfort) e Julia Franz Richter (Gerlinde) Sobre Johanna Moder Johanna Moder é uma roteirista e diretora austríaca. Seu primeiro longa-metragem, "High Performace", ganhou o prestigiado Prêmio do Público no Festival Max Ophüls de 2014 (Alemanha). Seu outro longa, "Once Were Rebels", teve sua estreia internacional no Festival de Cinema de Zurique (Suíça), onde conquistou o Prêmio do Júri Ecumênico, além do prêmio de Melhor Direção no Festival Max Ophüls de 2020 e o Prêmio Thomas Plush de Roteiro de 2020. Recentemente, Moder dirigiu sua primeira série de TV, "School of Champions", uma coprodução da ORF, BR e SFR; o filme policial "Zeit Zu Beten"; e o telefilme "Ewig Dein". "Mother’s Baby" é uma coprodução internacional entre Áustria, Alemanha e Suíça, estrelada por Marie Leuenberger, Hans Löw e Claes Bang. Filmografia:  2025 - "Mother's Baby" 2024 - "Ewig Dein" (TV) 2024 - "School Of Champions" (série de TV) 2022 - "Zeit Zu Beten" (TV) 2019 - "Once Were Rebels" 2014 - "High Performance" Sobre a Autoral Filmes A Autoral Filmes, fundada no início de 2025, teve sua origem através dos sócios do Paradigma Cine Arte, Felipe Didoné e sua mãe, Marize Didoné, que desde 2010 mantém a sala de cinema que é uma instituição cultural em Florianópolis (SC). A Distribuidora vem do desejo dos sócios de ampliar as atividades no mercado do cinema, replicando na distribuição o mesmo conceito de filmes independentes e de arte que formam seu conceito na exibição. Como seu nome deixa claro, a Autoral Filmes terá seu foco no cinema de autor e em documentários de arte, focando em produções escolhidas a dedo, tanto nacionais como estrangeiras, prezando sempre a alta qualidade dos filmes. Para Felipe Didoné, diretor da distribuidora, "a Autoral Filmes é a realização de um sonho, de expandir os horizontes para além da distribuição, mantendo a curadoria elegante que sempre foi o diferencial do Paradigma Cine Arte".

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