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  • Festival de Cinema da Fronteira anuncia vencedores de sua 17ª edição

    As cidades gaúchas de Bagé e Sant’Ana do Livramento receberam de 28 de abril e 2 de maio de 2026 a 17ª edição do Festival Internacional de Cinema da Fronteira. Na noite de sábado foram anunciados os filmes premiados em cerimônia no Instituto Municipal de Belas Artes (IMBA) com uma edição especial do Sarau do Solar com homenagem à cantora bajeense Maria Luiza Benitez. A competição de longas, curtas e curtas de animação celebrou majoritariamente o cinema produzido por mulheres ibero-americanas. O novo Prêmio São Sebastião/Assembleia Legislativa de melhor longa foi entregue ao português "Duas Vezes João Liberada", de Paula Tomás Marques, que também recebeu melhor direção. O documentário argentino "Nuestra Tierra", de Lucrecia Martel, levou o prêmio da crítica e melhor montagem. A coprodução México/Argentina "Ángeles", de Paula Markovitch, venceu júri popular e melhor atuação para Ángeles Pradal. O destaque nacional foi o gaúcho "Futuro Futuro", de Davi Pretto, que ganhou fotografia e direção de arte. O grande vencedor entre os curtas foi o paraibano "Pedra-mar", de Janaína Lacerda, que também conquistou melhor atuação para Ana Marinho. O brasileiro "Cabeça, Ombro, Joelho e Pé", de Van Van (SP) e "Nuestra Sombra", de Agustina Sánchez Gavier (Argentina), venceram melhor filme do júri popular e direção, respectivamente. O melhor curta de animação foi para "A Menina e o Pote", de Valentina Homem e Tati Bond, produção de Pernambuco. A coprodução gaúcha "Um corpo sem cavalo?", de Lara Fuke, levou júri popular. Em paralelo ao festival, aconteceu o laboratório de projetos Sur Frontera WIP LAB, voltado para profissionais do audiovisual com projetos de filmes em desenvolvimento ou já filmados (work in progress). "Doce Lar", de Ricardo Santos (SP), levou Destaque Desenvolvimento e o Prêmio Pitching Labs Convidados FRAPA 2026. Já o Destaque WIP foi para o uruguaio "Todo Empieza Aqui", de Magdalena Schinca Damián (Uruguai). Com muita música e encontros cinematográficos, os cinco dias de programação foram preenchidos por atividades totalmente gratuitas com exibições comentadas de filmes, debates e atividades de formação. Pela primeira vez, o Festival da Fronteira contou com a parceria da Assembleia Legislativa na premiação, com um prêmio de R$ 15 mil, divididos entre as categorias principais. Além de Maria Luiza Benitez, os homenageados desta edição foram Elvira Nascimento, Lúcio Yanel, Nei Lisboa, Paulo Ricardo de Moraes e Sapiran Brito (1947-2025). Para o prefeito de Bagé, Luiz Fernando Mainardi, o sucesso da programação e a participação do público ao longo dos últimos dias demonstram a importância do Festival como uma iniciativa que movimenta a cidade, valoriza a produção cultural e amplia a presença do município no cenário audiovisual. "O Festival da Fronteira é motivo de orgulho para Bagé. Tudo o que foi construído nesta edição mostra que a cultura também gera movimento, atrai pessoas, cria oportunidades e projeta a nossa cidade. É um festival que valoriza Bagé e mostra a força que temos quando tratamos a cultura com seriedade", afirmou. O XVII Festival Internacional de Cinema da Fronteira é uma realização da Associação Pró-Santa Thereza, Prefeitura de Bagé, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, Ministério da Cultura e Governo Federal, e Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul. Apoio da Associação dos Amigos do Instituto Municipal de Belas Artes (IMBA) e Jornal Minuano. Apoio institucional é da TV Câmara, Centro Universitário da Região Da Campanha, Instituto Federal Sul Rio-grandense (IFSul) e Universidade Federal do Pampa (Unipampa). O patrocínio é da Philip Morris Brasil, com financiamento do Pró-Cultura, Lei de Incentivo à Cultura, Governo do Estado do Rio Grande Do Sul. XVII Festival Internacional de Cinema da Fronteira Site: festivaldafronteira.com.br Instagram: @festivaldafronteira Mostra Competitiva Internacional de Longas-Metragens: Melhor Filme: "Duas Vezes João Liberada", de Paula Tomás Marques (Ficção, Portugal) Melhor Filme - Prêmio da Crítica: "Nuestra Tierra", de Lucrecia Martel (Documentário, Argentina) Melhor Filme - Júri Popular: "Ángeles", de Paula Markovitch (Ficção, México/Argentina) Melhor Direção: "Duas Vezes João Liberada" - Paula Tomás Marques Melhor Atuação: "Ángeles" - Ángeles Pradal Melhor Fotografia: "Futuro Futuro", de Davi Pretto (Ficção, Brasil) - Leonardo Feliciano Melhor Montagem: "Nuestra Tierra" - Jeronimo Pérez Rioja e Miguel Schverdfinger Melhor Roteiro: "Quemadura China", de Verónica Perrotta (Ficção, Uruguai) - Verónica Perrotta Melhor Direção de Arte: "Futuro Futuro" - Dayane Paz Menção Honrosa: "Aqui Não Entra Luz", de Karol Maia (Documentário, Brasil) Mostra Competitiva Internacional de Curtas-Metragens Melhor Filme: "Pedra-mar", de Janaína Lacerda (Brasil/PB) Melhor Filme - Júri Popular: "Cabeça, Ombro, Joelho e Pé", de Van Van (Brasil/SP) Melhor Direção: "Nuestra Sombra", de Agustina Sánchez Gavier (Argentina) Melhor Atuação: "Pedra-mar" - Ana Marinho Menção Honrosa: "A Biblioteca de Jorge Furtado", de Glênio Póvoas e Luiz Alberto Cassol (Brasil/RS) Mostra Internacional de Curtas-Metragens de Animação Melhor Filme: "A Menina e o Pote", de Valentina Homem e Tati Bond (Brasil/PE) Melhor Filme - Júri Popular: "Um corpo sem cavalo?", de Lara Fuke (Bélgica/Brasil RS/Finlândia/Portugal) Prêmios Sur Frontera WIP LAB Destaque Desenvolvimento: "Doce Lar", de Ricardo Santos (SP) Prêmio Pitching Labs Convidados FRAPA 2026: "Doce Lar" Prêmio Incubadora Digital de Guion Bolívia LAB: "Kunhangue", de Dario Aldana e Werá Alexandre (SC) Prêmio Tem Dendê Produções: "Viracambota", de Gaston Canción (Argentina) Destaque WIP - "Todo Empieza Aqui", de Magdalena Schinca Damián (Uruguai) Prêmio Bolívia Lab Rally V Pitch: "Cogum", de Maurício Chades (GO) Prêmio Circular Media: "Ritta Faromi - A Flecha sobre as Águas", de Joana Antonaccio (RJ) Prêmio Consultoria em Dramaturgia com Paula Markovitch: "Brasil Pequeno", de Genifer Gerhardt e Carla Cassapo (RS)

  • Marie Cuisine, Cozze Mediterrâneo, Nonno Cantinetta, Papà Cucina e Babbo Osteria lançam novos pratos especialmente para o Dia das Mães

    Um convite para você levar sua mãe, avó, tia, madrinha e aquela mãe de coração para celebrarem juntos essa data tão especial que é o Dia das Mães! Porém, não limitada somente ao tradicional segundo domingo de maio, mas, sim, a partir desta quarta-feira! Essa é a proposta do Grupo Famiglia Papà, comandado pelos sócios Carlão Rodrigues e pelos chefs Lily Araújo e Theo Marques, que convida o público a percorrer diferentes experiências em suas casas: Marie Cuisine, Cozze Mediterrâneo, Nonno Cantinetta, Papà Cucina e Babbo Osteria, cada restaurante com novos pratos entre entrada, prato principal e sobremesa. Confira! Marie Cuisine Presente na recente lista da Revista Exame como um dos 100 melhores restaurantes do país, o Marie Cuisine se consolidou como uma das casas mais prestigiadas da capital. Com arquitetura e decoração inspiradas nos charmosos bistrôs franceses, o restaurante combina técnicas e receitas das culinárias francesa e italiana. No fim de 2025, a marca deu um passo importante ao inaugurar sua segunda unidade em São Paulo, no Jardins, onde já coleciona elogios do público. Para o Dia das Mães são três sugestões: Tartar de robalo al limone (R$ 129); Magret de pato confitado, finalizado com molho de vinho do porto acompanhado de figos frescos e legumes salteados (R$ 229); e a Charlotte: Entremet de framboesa acompanhada gelato de iogurte sem açúcar (R$ 69). 103 Sul - Asa Sul Horário de funcionamento: segunda a quinta-feira, 12h às 16h e 19h às 0h; sexta e sábado, 12h às 17h e 19h à 1h; domingo, 12h às 17h. Reservas pelo link do instagram do @_mariecuisine Cozze Inspirado nas belezas da Costa Amalfitana, o Cozze Mediterrâneo encanta pela fiel homenagem ao litoral italiano! Desde o barquinho na entrada do restaurante, aos tons azuis que remetem a cor do mar, ao chão de pedras que lembram as calçadas da cidade, as paredes brancas e terracota que remete a pintura de muitas casas, até a decoração com diversos ítens italianos. Para a sugestão de Dia das Mães, também são três opções: Arancino de mussarela ao molho picante (R$ 89); Polvo na brasa com atum selado ao molho teriyaki, acompanhado de salada verde e tomate confit (R$ 198); e Entremet de chocolate com café, sem açúcar e sem glúten (R$ 52). QI 9, Bl. A - Lago Sul Horário de funcionamento: terça, quarta e quinta-feira, 12h às 16h e 19h às 0h; sexta e sábado, 12h às 17h e 19h às 15h; domingo, 12h às 17h. Reservas: (61) 3532-4296 Para mais informações: @cozzemediterraneo Nonno Cantinetta Eleito restaurante revelação de Brasília em 2024, o Nonno Cantinetta se destaca não apenas pela proposta gastronômica, mas também pela experiência de ambiente a partir de sua decoração. Entre as cinco casas do grupo na capital, é considerada uma das mais bonitas. Logo na entrada, o público logo se depara com uma Vespa - icônica scooter italiana -, estacionada, e com um lindo chafariz de parede. No interior, o piso em ladrilho hidráulico, os pratos de porcelana na parede, os quadros em preto e branco e diversos ítens de cerâmica espalhados pelo salão compõem um cenário que remete às antigas casas e cantinas da Itália. Para o Dia das Mães as sugestões são: Bruschetta de cogumelos (R$ 52); Costela suína à milanesa servida com gnocchi de banana da terra (R$ 93); e Entremet de chocolate com café, sem açúcar e sem glúten (R$ 52). SCN Q. 5, Bl. A - Dentro do Brasília Shopping Horário de funcionamento: segunda a quinta-feira, 12h às 16h e 19h às 23h; sexta e sábado, 12h às 17h e 19h às 23h; domingo, 12h às 17h e 19h às 22h. Reservas: (61) 3060-1890 Para mais informações: @nonnocantinetta Papà Cucina Primeiro restaurante do grupo, inaugurado em 2019, nasceu com a proposta de revisitar as cantinas italianas clássicas, com foco nas massas frescas e em uma cozinha que valoriza o fazer artesanal. Em 2025, viveu um de seus momentos mais importantes ao ser eleito o melhor restaurante italiano da cidade. Localizado no centro comercial Gilberto Salomão, um dos detalhes que mais chama atenção é a cozinha em formato de “aquário”, onde os pratos são preparados à vista dos clientes. Para a data especial são três as opções: Salada de avocado com presunto Parma, tomate, ricota fresca e molho pesto (R$ 52); Tortelli di Zucca com cubos de ancho ao molho de vinho e chips de abóbora (R$ 98); e Entremet de chocolate com café, sem açúcar e sem glúten (R$ 52). SHIS QI 5 - Dentro do Gilberto Salomão, Lago Sul Horário de funcionamento: segunda a quinta-feira, 11h50 às 16h e 18h às 22h; sexta e sábado, 11h50 às 17h e 18h às 23h; domingo, 11h50 às 17h. Reservas: (61) 3547-7774 Para mais informações: papacucina_ Babbo Osteria Irmão mais novo do Papà Cucina, o Babbo Osteria foi o segundo restaurante inaugurado pelo grupo, surgindo a partir do sucesso da primeira casa. No Sudoeste/Octogonal, rapidamente se tornou um dos endereços mais queridos da região seguindo uma proposta inspirada na tradicional cozinha italiana, com foco nas massas frescas e em uma carta de vinhos com bom custo-benefício. Para o Dia das Mães, o Babbo segue a mesma linha do Papà Cucina e apresenta: Salada de avocado com presunto Parma, tomate, ricota fresca e molho pesto (R$ 52); Tortelli di Zucca com cubos de ancho ao molho de vinho e chips de abóbora (R$ 98); e Entremet de chocolate com café, sem açúcar e sem glúten (R$ 52). Terraço Shopping - Octogonal Horário de funcionamento: segunda a sexta, 12h às 16h e 18h às 22h; sexta e sábado, 12h às 17h e 18h às 23h; e domingo, 12h às 17h e 18h às 22h Para mais informações: @babbo.osteria Sobre o Grupo Papà Cucina Com oito restaurantes em operação sendo cinco em Brasília, duas unidades em São Paulo e uma em Belo Horizonte, todas as casas do Grupo Famiglia Papà se destacam pela sua cozinha artesanal, principalmente pelas massas frescas, e também por sua arquitetura e decoração com traços fiéis a cultura italiana e francesa. Ao longo dos anos, esse posicionamento se refletiu também no reconhecimento da crítica e do público. Restaurantes do grupo acumulam premiações relevantes na capital federal, com destaque para o Marie Cuisine, presente na lista dos 100 melhores restaurantes do Brasil pela Revista Exame, e para o Papà Cucina, Nonno Cantinetta e Osteritta Papa, com prêmios locais relevantes. Com uma unidade do Marie em Campinas, o grupo inaugurou recentemente um novo endereço na capital paulista. Localizado nos Jardins, na famosa rua Barão de Capanema, o Marie Cuisine desembarcou em São Paulo em outubro de 2025, e em pouco mais de sete meses já conquistou os paulistanos e a crítica especializada.

  • Caravana do Empreendedorismo Feminino desembarca em Santa Maria está semana

    A Caravana do Empreendedorismo Feminino chega a Santa Maria no dia 4 de maio, com a proposta de impulsionar a qualificação profissional, estimular o empreendedorismo e fortalecer a independência financeira de mulheres a partir dos 16 anos. O projeto, que percorre diferentes regiões do Distrito Federal e entorno, disponibiliza cursos gratuitos e práticos voltados tanto para quem deseja entrar no mercado de trabalho quanto para quem busca aumentar a renda. As atividades seguem até 29 de maio. A programação na Região Administrativa será diversificada, com 16 cursos de curta duração distribuídos nos períodos da manhã e da tarde. A iniciativa aposta em uma formação acessível e dinâmica, permitindo que as participantes apliquem rapidamente o que aprendem no dia a dia. Para Elisângela Araújo, presidente do Instituto OMNI, a Caravana se consolida como uma importante estratégia de impacto social. “Cada capacitação amplia as chances de geração de renda, fortalece a independência financeira e contribui para o resgate da autoestima. São oportunidades concretas para que essas mulheres assumam o protagonismo de suas trajetórias e transformem a realidade em que vivem”, afirma. Cronograma completo dos cursos em Santa Maria Os cursos têm duração média de cinco dias, com turmas pela manhã e à tarde: 4 a 8 de maio Barbearia – 08h às 12h Panificação – 08h às 12h Cabeleireiro – 13h às 17h Confeitaria – 13h às 17h 11 a 15 de maio Design de sobrancelhas – 08h às 12h Pizzaiolo – 08h às 12h Extensão de cílios – 13h às 17h Marmitaria – 13h às 17h 18 a 22 de maio Limpeza de pele – 08h às 12h Técnicas de Vendas – 08h às 12h Maquiagem – 13h às 17h Sorveteria – 13h às 17h 25 a 29 de maio Corte e Costura – 08h às 12h Construção Civil – 08h às 12h Unhas em gel – 13h às 17h Redes Sociais – 13h às 17h Serviço Caravana do Empreendedorismo Feminino – Etapa Santa Maria Data: 4 a 29 de maioLocal: Igreja Batista Gileade , EQ 212/312 - Santa MariaInscrições: https://caravanadoempreendedorismo.com.br/Realização: Instituto OMNIApoio: Administração Regional de Santa MariaFomento: Ministério das Mulheres.

  • Daniel Duncan Ao Vivo em Brasília

    Prepare-se para rir (e repensar sua fé na humanidade). Em seu novo show de stand-up, Daniel Duncan mistura sarcasmo, sátira e uma dose generosa de desespero para analisar o absurdo da vida moderna. Duncan passeia com humor ácido pelos principais desastres contemporâneos: política, religião, redes sociais, masculinidade tóxica, espiritualidade de aplicativo e a sensação geral de que estamos vivendo a pior temporada da história. Com seu estilo direto, provocador e sem rodeios, ele transforma temas sensíveis em piadas afiadas. Duncan cutuca feridas abertas da sociedade, ri de si mesmo e desafia o público a rir também, mesmo quando o tema é desconfortável. Entre uma teoria de conspiração ridícula e outra eleição que parece piada (mas não é), ele prova que, no fundo, rir ainda é o melhor remédio — porque terapia está cara e revolução dá muito trabalho. DANIEL DUNCAN Daniel Duncan é um roteirista e humorista brasiliense com uma carreira consolidada nos principais clubes de comédia do Brasil. Multifacetado, Duncan já escreveu e atuou para cinema e TV, além de lançar discos e especiais de stand-up comedy. Seu humor afiado e observações sobre o cotidiano brilharam em apresentações no Comedy Central, conquistando o público e solidificando sua posição de destaque na cena. Programe-se: Daniel Duncan Ao Vivo em Brasília. Local: Teatro SESI Central Park (Asa Norte) Data: 16 de maio (sábado) Sessão: 20h Link para compra: https://linktr.ee/belugaeventos www.sympla.com.br Classificação indicativa: 14 anos Informações: (61) 98480.4654 ou (61) 98109.9080

  • Espaço Renato Russo recebe Balançar, espetáculo gratuito para bebês e primeira infância

    Voltado à primeira infância, especialmente para bebês de 0 a 3 anos, o espetáculo Balançar- Música Teatral para Bebês estreia em Brasília como uma experiência cênico-musical que convida o público a mergulhar nos primeiros gestos da vida. Com sessões no Espaço Cultural Renato Russo, a montagem propõe um ambiente sensorial que articula música, movimento e imagens para estimular descobertas e vínculos entre crianças e seus cuidadores. Inspirado no nascimento como o primeiro grande movimento da existência, o espetáculo se estrutura a partir de opostos, dentro e fora, encontro e separação, medo e coragem, criando uma narrativa não linear que privilegia a experiência sensível. Em cena, os intérpretes exploram sons, gestos e interações que dialogam diretamente com o universo dos bebês, em um jogo de presença e escuta. Realizado com apoio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF, o projeto também se ancora em referências como a Companhia de Música Teatral de Portugal e estudos da Teoria de Aprendizagem Musical de Edwin Gordon. A música é um dos pilares da encenação e conduz toda a experiência. Segundo Jéssica Fritzen, artista e uma das idealizadoras do projeto, o espetáculo nasce da observação do próprio movimento dos bebês diante dos sons. “A música conduz a cena, mas está profundamente entrelaçada com o movimento e o teatro, nas descobertas do corpo e das vocalizações que surgem desse encontro”, afirma. De acordo com a artista, a proposta vai além de entreter e busca construir uma poética que dialoga tanto com os pequenos quanto com os adultos que os acompanham. “O espetáculo trabalha essa relação do vai e vem da vida, entre o aconchego e a coragem de explorar o mundo, algo que atravessa tanto os bebês quanto seus cuidadores”, explica. A encenação também aposta na integração entre diferentes linguagens. Com direção cênica de Fernanda Cabral, a montagem articula teatro, dança e música em uma criação coletiva. No elenco, Jéssica Fritzen divide a cena com Cristian Lampert, ator com ampla experiência com a dança e corpo em cena. Para a idealizadora, essa combinação de linguagens é essencial para dialogar com a primeira infância. “A gente articula música, dança e teatro para criar um ambiente de descobertas, em que o bebê possa experimentar sons, movimentos e relações de forma livre e sensível”, destaca. A equipe criativa do espetáculo reúne artistas com trajetórias diversas e multiculturais. A cenografia e o figurino são de Roustang Carrilho, a preparação de movimento fica a cargo de Katiane Negrão e a iluminação é de Rodrigo Lelis. A criação da trilha sonora envolve ainda colaboração entre Fernanda, Jéssica e Plínio Carvalho. O projeto propõe um espaço de encontro cuja ideia é que bebês e seus pais compartilhem uma experiência estética baseada no afeto, na escuta e na presença. A entrada é gratuita, com ingressos distribuídos por ordem de chegada antes do espetáculo, mediante a doação de itens infantis (brinquedos ou fraldas), que serão destinados à Casa de Ismael.. Os ingressos são limitados. Serviço Balançar- Música Teatral para Bebês Datas: 9, 10, 16 e 17 de maio Horário: às 15h e às 17h Ingressos: Gratuitos (retirada no local) Capacidade: 30 bebês com seus cuidadores Local: Espaço Cultural Renato Russo- Sala Hugo Rodas Endereço: CRS 508 W3 sul bloco A loja 72, Asa Sul Acessibilidade: 10 de maio às 15h (Libras) e 17h (Audiodescrição) 17 de maio às 15h (Libras) e 17h (Sessão Azul + Audiodescrição) Classificação indicativa: Livre (preferencialmente para bebês de 0 a 3 anos) Mais informações: @espetaculobalançar

  • Nova montagem da ópera La Traviata na ESCOLA DE MÚSICA DE BRASÍLIA

    Brasília volta a receber uma das óperas mais emblemáticas do repertório mundial: La Traviata, de Giuseppe Verdi. Com récitas marcadas para os dias 8, 9 e 10 de maio, no Teatro Levino de Alcântara, na Escola de Música de Brasília, a montagem reúne solistas, coro e orquestra em uma produção que aposta em uma leitura contemporânea do clássico. Com trechos consagrados — como o célebre brinde —, o espetáculo traz no papel principal a soprano Aida Kellen, que se alterna com Gabriela Ramos (dia 10/05) como Violetta Valéry. O tenor Daniel Menezes interpreta Alfredo Germont, dividindo o papel com Francisco Bento na última apresentação. Além de estar em cena, Daniel também assina a direção artística da montagem, em um processo que amplia o diálogo entre interpretação e concepção estética. A direção cênica é assinada por Élia Cavalcante, com assistência de direção de Carol Araújo, enquanto a direção musical e regência ficam a cargo do maestro Deyvison Miranda, que conduz um conjunto de mais de 40 músicos entre coro e orquestra. Considerada um marco na carreira de Verdi, La Traviata integra, ao lado de Rigoletto e Il trovatore, a chamada trilogia da maturidade do compositor. Baseada no romance A Dama das Camélias, de Alexandre Dumas, a ópera narra a história de Violetta, uma cortesã parisiense que abandona sua vida de luxo ao se apaixonar por Alfredo, em uma trajetória marcada por amor, renúncia e tragédia. Nesta montagem, que conta com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal, o clássico ganha novos contornos. A proposta cênica abandona a estética tradicional do século XIX para apresentar uma Violetta contemporânea, símbolo de resistência e força feminina. Segundo o maestro Deyvison Miranda, a produção aposta tanto na qualidade musical quanto na renovação estética. “La Traviata é um clássico e há muito tempo não é apresentada em Brasília. Musicalmente, temos um elenco muito forte e uma dinâmica interessante com dois elencos principais. A ópera foi escrita em três atos, mas optamos por unir o primeiro e o segundo, com um intervalo, trazendo mais fluidez à apresentação e apresentar ao público brasiliense um espetáculo de ótima qualidade“. Para a diretora cênica Élia Cavalcante, que possui 15 anos de experiência no teatro musical, o desafio foi revisitar o clássico com um olhar atual. “O que realmente pulsa nesta montagem é a coragem de olhar para o clássico através das lentes do agora. Não estamos apenas contando uma história de amor do século XIX; estamos colocando a mulher no centro do palco, em toda a sua complexidade e força. Queremos que o público sinta essa urgência através de uma estética que une romantismo e expressionismo. Violetta surge como um ícone de resistência, e a obra prova que a luta pela própria existência e pelo amor continua sendo um ato de coragem”, reforça Élia. A proposta estética também é reforçada por Daniel Menezes, que destaca o caráter inovador da encenação e o envolvimento coletivo do elenco. “Não estamos montando apenas mais uma Traviata. Optamos por uma abordagem menos tradicional, com uma linguagem mais expressionista, que busca intensificar as emoções em cena. É um projeto muito especial para todos nós, inclusive como homenagem a um amigo querido que perdemos. Além disso, sempre tive o desejo de aproximar a ópera do teatro musical, e encontramos um caminho muito rico nesse encontro de linguagens, com um elenco que abraçou completamente a proposta. O público pode esperar uma experiência diferente de tudo que já foi apresentado em Brasília”, complementa Daniel. A soprano Aída Kellen, que estreia no papel de Violetta, ressalta a atualidade da personagem principal. “É uma mulher do século XXI, vivendo sua liberdade e sua sexualidade de forma plena. É uma personagem atual, viva, que enfrenta as mesmas violências e desafios das mulheres de hoje. O público vai se identificar e se emocionar”, afirma Kellen. Com duração aproximada de 2h20 e cantada em italiano, com legendas em português, a montagem contará ainda com recursos de acessibilidade na sessão do dia 10 de maio, incluindo audiodescrição, Libras e programa em braille. Serviço: La Traviata – Giuseppe Verdi8, 9 e 10 de maio de 2026Sexta às 20h | Sábado e domingo às 19hTeatro Levino de Alcântara – Escola de Música de Brasília (602 Sul)Ingressos: R$ 40 (inteira) | R$ 20 (meia)Antecipados: hl.art.br/traviataBilheteria: uma hora antes de cada sessão (dinheiro ou pix) Informações importantes:• Meia-entrada para estudantes, professores, maiores de 60 anos, PCDs e profissionais da saúde• Meia solidária mediante doação de alimentos• Lugares por ordem de chegada (com fila preferencial prevista em lei) Ópera em 3 atos, em italiano, com legendas em portuguêsSessão acessível: 10/05Classificação: 10 anosDuração: 2h20 (com intervalo)

  • Mais de 40 artistas de todo o Brasil ocupam a galeria e o estande da A Pilastra na maior feira de arte do centro-oeste com proposta que une arte, direitos e justiça social

    Algumas datas são assombradas. Algumas datas fingem feitos históricos. Algumas datas pedem protesto, ao invés de celebração. Com a proximidade de uma destas datas, o dia da sanção da Lei Áurea em 13 de maio, a exposição “(...) desde antes, até quando?” reúne mais de 40 artistas na A Pilastra: Galeria-Escola, para sensibilizar o público com esta inquietação. Com abertura marcada para o dia 9 de maio, em cartaz até 22 de junho, a exposição com curadoria de Luisa Günther, artista e professora do Departamento de Artes Visuais da Universidade de Brasília, convida a uma reflexão sobre as urgências que ainda pautam demandas civis por justiça e direitos sociais. Passados 138 anos, ainda vivemos o-dia-seguinte mais longo de nossa história recente. Apesar de algumas conquistas oriundas de pautas ativistas dos movimentos sociais, a instabilidade política e a disputa moral, ainda polarizam a opinião pública sobre os fundamentos da cidadania, o respeito à diversidade e a representação social. Em paralelo à FARGO – a maior feira de arte do Centro-Oeste A exposição que acontece na Galeria-Escola localizada no Guará II, aprofunda questões que estarão evidenciadas no estande da A Pilastra na FARGO – Feira de Arte Goiás, que será realizada entre os dias 13 e 17 de maio em Goiânia. A FARGO é a maior feira de arte do Centro-Oeste, uma iniciativa que caracteriza um deslocamento geopolítico do mercado de arte para um território de fronteira. Esta condução, promovida pela Casa Arte Plena, sob direção da produtora cultural Wanessa Cruz, amplia o circuito artístico, mediante a inserção de diferentes referências estéticas e distintas participações de ecossistemas artísticos regionais. Além da comercialização de trabalhos, o apoio a parcerias e iniciativas, a FARGO promove a carreira de artistas contemporâneos com a escolha de 10 projetos com o Prêmio Estímulo para artistas goianos. Ações-continuadas da Galeria-Escola: formação profissional e grupos de pesquisa Este é o quarto ano consecutivo em que A Pilastra: Galeria-Escola participa da FARGO, apresentando artistas insurgentes em suas perspectivas críticas e experimentações poéticas: desde a pintura à óleo até o muralismo urbano; desde a arte têxtil até a assemblage com reaproveitamento de descartes; desde a técnica tradicional da cerâmica até a exploração do vídeo como linguagem autônoma; desde o desenho até a tatuagem; desde o registro documental até a promptografia. Além de alguns convidados, o coletivo de artistas selecionado foi escolhido em uma chamada pública para compor o grupo de pesquisa “Investigações Poéticas” na intenção de ampliar a presença de artistas não representados. Partindo de um lugar dissidente, em um território apartado do olhar típico do ecossistema da produção artística, A Pilastra: Galeria-Escola atua em frentes estratégicas de formação profissional e produção cultural, sendo um destes o grupo de pesquisa investigações poéticas conduzido por Luisa Günther. Sem endossar o suposto antagonismo entre arte conceitual e arte comercial, com encontros semanais e acompanhamentos individuais, o grupo de pesquisa buscou proporcionar um espaço de escuta e adensamento das inquietudes, compondo uma narrativa curatorial a partir de trabalhos e desassossegos que já habitavam o imaginário destes artistas em diferentes momentos de carreira e de formação; das várias regiões administrativas e de outros estados brasileiros, como Pernambuco, Goiás, São Paulo e Paraná. Narrativa curatorial como exposição-manifesto Os trabalhos dos artistas, tanto na exposição da A Pilastra quanto no estande da galeria na FARGO, serão articulados em quatro eixos: abençoar o futuro (para que aquilo que desejamos enquanto dignidade social e cidadania integral nos alcance); comover o agora (para que o impulso à ação imediata não se desvaneça); antecipar o nunca-mais (para que as gerações possam compartilhar desta sorte desde já); e, desobrigar o ainda (para que o sentimento de pressa não desmereça o que já foi alcançado). Além disto, esta exposição-manifesto enumera uma sequência de pautas sociais articuladas pelo grupo de artistas.Serviço Exposição: (...) desde antes até quando? Abertura: 9 de maio de 2026, às 16h (entrada gratuita) Visitação: até 22 de junho | quarta a sábado, das 14h às 19h Entrada: gratuita Apresentação: A Pilastra Local: Região Administrativa do Guará II – QE 40 rua 09 lote 08, Brasília (DF) Curadoria: Luisa Günther Artistas: mais de 40 artistas de diferentes regiões do Brasil Adair Martiól (PR), Alana Ortiz (SP), Altimar Rocha (DF), Antônio Obá (DF), Azul Rodrigues (DF), Beatriz Teles (SP/DF), Belo e Bizarro (DF), Bibi Ferreira (GO), Bruno Stuckert (DF), Dariane Martiól (PR), Denise Camargo (SP/DF), Enthony Souza (DF/GO), Ester Cruz (DF), Estevão Hector (DF), Fábio Setti (DF), Ferreira Horácio (GO), Gabriel Aires Peixoto (GO), Gabriel Matos (DF), Ginna Jorge (SP), Guilherme Moreira (DF), Igu Krieger (DF), Isabel Se Oh (DF), Isadora Jochims (GO/DF), João Bertholini (SP), Ju Borgê (DF), Júlia Mari (DF), Juliana Lama (DF), Karine Lourenço (DF), Lucius Goyano (SP), Lucy Aguirre (DF), Malu Massad (PR), Marcela Campos (DF/MG), Marcus Vinicius Diniz (GO), Maria Clara Vieira (DF), Mariana Longo (SP), Matheus Pires (GO), Max Miranda (GO), Nelson Inocêncio (DF), Pamella Wyla (DF), Paula Calderón (DF), Rayza de Mina (DF), Régi José (PE), Rômulo Barros (DF) Suyan de Mattos (DF), Tainá Tenório (DF), Tatiana Ferraz (SP/MG) e Ybyralima (DF).

  • SESI Lab: Night Lab convida o público a viver o corpo em movimento

    Dança e esporte, sentimento, expressão e performance. Mais do que ter um corpo, somos nossos corpos, lugar onde experiências, emoções e histórias se encontram. Para celebrar a máquina de carne e osso que move a humanidade, a 28ª edição do Night Lab, no dia 7 de maio, traz como tema Corpo e Movimento, apresentando uma série de atividades e shows para não deixar ninguém parado. Os ingressos para o evento já estão disponíveis online. E um lote extra de ingressos sempre é disponibilizado no dia do evento, a partir das 17h, na bilheteria física do SESI Lab. A classificação indicativa do Night Lab é 18 anos. Quem comanda o palco principal é a sensação do pagodão baiano Rom Santana, diretamente das festas e shows do Bixiga, bairro boêmio de São Paulo. As integrantes do grupo As Fulô do Cerrado, do Distrito Federal, tocam o melhor do forró. A noite conta ainda com oficinas de dança e de parkour, além de uma conversa poética inspiradora. “Nesta edição, o Night Lab propõe um olhar para o corpo para além da biologia", afirma Carolina Villas Boas, coordenadora de Exposições e Ações Culturais do SESI Lab. "Queremos convidar o público a refletir sobre o corpo como espaço de experiência, expressão e conexão, não apenas como algo a ser medido ou padronizado. Ao explorar o movimento, a dança e o próprio ritmo de cada pessoa, buscamos abrir caminhos para uma relação mais consciente e sensível com o próprio corpo”, completa. Pra dançar coladinho Rom Santana vem agitando um dos redutos do samba de São Paulo. O baiano de Iramaia, município na Chapada Diamantina, reúne centenas de pessoas em suas festas na rua 13 de Maio, no Bixiga. Munido de um microfone, uma caixa de som e muito suingue, ele aposta em hits autorais e covers de artistas consagrados para apresentar seu pagodão baiano com pitadas de piseiro. A mistura chamou atenção de nomes como Pabllo Vittar e a agenda de Santana anda lotada, inclusive com o Baile do Felino, bloco criado por ele. As Fulô do Cerrado é um grupo brasiliense que destaca a potência feminina na música e a riqueza das tradições da cultura popular brasileira. Com cinco vozes em cena, o coletivo apresenta um repertório que transita entre o forró pé-de-serra, o forró de rabeca, músicas autorais e releituras, em um espetáculo marcado pela força e conexão com o público. A ocupação do painel de LED do SESI Lab fica a cargo do Estúdio Bijari, que desenvolve projetos na convergência entre arte, design e tecnologia. Expressão corporal O programa educativo do SESI Lab ficará a cargo da ativação de light painting. Nesta atividade, os participantes são convidados a explorar o corpo como forma de expressão por meio dessa técnica: em um ambiente de baixa iluminação, movimentos corporais são registrados com o uso de fontes de luz, criando imagens que revelam trajetórias, gestos e ritmos. A programação do Night Lab inclui duas oficinas para que o público se conecte com o corpo. Na área externa do museu, o grupo Parkour Brasília ensina técnicas da prática que consiste em se deslocar pelo espaço - geralmente urbano - de forma ágil e criativa, utilizando apenas o próprio corpo. A Incubadora Afrontasia promove aulão de dança afro, integrando dança, música ao vivo e consciência corporal. Também para falar sobre dança, a Conversa Poética desta edição terá como tema Corpo em Travessia: presença, ancestralidade e tecnologia na dança contemporânea. As convidadas são Juana Rondon, publicitária, atriz, bailarina, produtora e criadora do ATOL – Núcleo de Pesquisa da Cena, e Louise Lucena de Oliveira, também conhecida como Ifádámiláre Ọ̀jẹ̀yímiká, pesquisadora, mestranda em dança e produtora cultural associada à cultura iorubá e danças afro-brasileiras. Sobre o Night Lab - Realizado mensalmente, sempre à noite, o Night Lab transforma o museu em um espaço de encontro entre arte, ciência e tecnologia, com uma programação que inclui shows, performances, oficinas e debates. A proposta é ampliar o olhar sobre temas contemporâneos e aproximar o público adulto de discussões relevantes. Confira tudo que vai rolar: 19h – Estúdio Bijari ocupa o painel de LED (Hall de entrada) 19h – Ativação Light Painting, com Educativo SESI Lab (Experimento Lab) 20h – Aulão de Dança Afro, com Incubadora Afrontasia (Espaço Multiuso) 20h – Oficina de Parkour, com Parkour Brasília (Praça da Árvore) 20h – Show As Fulô do Cerrado (Hall de entrada) 20h30 – Conversa Poética com Juana Rondon e Ifádámiláre Ọ̀jẹ̀yímiká (Túnel) 22h – Show Rom Santana (Hall de entrada) Night Lab – Corpo e Movimento SESI Lab – ao lado da Rodoviária do Plano Piloto 7 de maio de 2026 19h à 0h Classificação: 18 anos Ingressos: R$ 40 e R$ 20 (meia); vendas a partir de 28 de abril @sesi.lab

  • Iguatemi Brasília promove nova sessão do CineMaterna com O Diabo Veste Prada 2

    O Iguatemi Brasília prepara mais uma edição do CineMaterna, iniciativa que promove sessões de cinema e momentos de interação para famílias com bebês de até 18 meses. A exibição especial de O Diabo Veste Prada 2 está programada para terça-feira, 5 de maio, às 14h. Para a sessão do CineMaterna, a sala é preparada com iluminação suave e volume reduzido, garantindo conforto aos bebês, além de contar com trocadores para maior comodidade das famílias. A recepção é feita por profissionais especializados, que contribuem para uma experiência acolhedora e tranquila. A exibição acontece no Cinemark do Iguatemi Brasília e, 30 minutos antes do início, são distribuídas 10 cortesias para as primeiras mães com bebês de até 18 meses. As promotoras do CineMaterna, identificadas com a camiseta rosa do projeto, realizam a entrega dos ingressos por ordem de chegada. As cortesias são pessoais e intransferíveis, não sendo permitida a retirada para terceiros. Em O Diabo Veste Prada 2, a trama dá continuidade ao universo da moda e do jornalismo que conquistou o público, trazendo novos desafios e reviravoltas na carreira das protagonistas, com o olhar afiado e exigente que marcou o primeiro longa. O CineMaterna traduz o compromisso do Iguatemi Brasília com ações que promovem bem-estar, conveniência e conexão emocional com seus clientes. Serviço: CineMaterna - Iguatemi Brasília Filme: O Diabo Veste Prada 2 Data: terça-feira, 5 de maio de 202 Horário: 14h10 Sobre CineMaterna A Associação CineMaterna, fundada em São Paulo em 2008, é uma organização sem fins lucrativos pioneira em sessões de cinema adaptadas para famílias com bebês de até 18 meses. Em mais de uma década de atuação, a CineMaterna já realizou quase 10 mil sessões, impactando mais de 229 mil famílias em 51 cidades de 17 estados brasileiros. As sessões incluem um bate-papo após o filme, oferecendo aos pais um espaço para relaxar e interagir com outros adultos em situações semelhantes. Sobre o Iguatemi Brasília O Iguatemi Brasília reúne, em um só local, moda, gastronomia, serviços, passeio, conforto, conveniência e entretenimento. O shopping conta com o know-how da Iguatemi S.A, uma empresa full service (administra, planeja e constrói), classificada como a 36.ª marca mais valiosa do Brasil, a única em seu segmento. São mais de 144 lojas, entre elas 23 marcas inéditas na capital federal. O shopping conta, ainda, com um dos mais modernos projetos de arquitetura e paisagismo. Grandes skylights proporcionam total integração com o exterior e permitem ao público aproximação com a natureza. Além disso, oferece mais de 3 mil vagas de estacionamento, das quais 1,8 mil cobertas.

  • “Antes que ela chegue” ocupa o Sesc com reflexão potente sobre memória, cuidado e reparação

    O espetáculo Antes que ela chegue convida o público a uma experiência íntima e provocadora sobre memória, identidade e reparação. Com uma narrativa que transita entre o afeto e a crítica social, a montagem se destaca pela sensibilidade ao abordar vivências individuais que refletem questões coletivas. O monólogo chega ao Sesc 504 Sul nos dias 8, 9 e 10 de maio, com apresentações na sexta e no sábado, às 19h, e no domingo, às 18h. Os ingressos têm preços acessíveis, a partir de R$7,50 (meia). Com texto de Geraldo Lima e direção de Áurea Liz e Gelly Saigg, a obra acompanha Beatriz, que se prepara para receber Laurinha, sua irmã mais nova — doente e prestes a chegar para ser cuidada por Beatriz em seus últimos dias. Enquanto arruma a casa, a personagem revisita memórias, ressentimentos e escolhas, transformando um gesto cotidiano em um processo simbólico de reorganização interna. Interpretada por Paula Passos, Beatriz se apresenta como uma voz que ecoa experiências da população negra, articulando um discurso franco e reflexivo sobre racismo estrutural e identidade. Ao quebrar a quarta parede e dialogar diretamente com o público, conduz uma narrativa que mescla humor sutil e intensidade emocional, convidando à escuta e à reflexão. A peça se consolida como uma obra sensível sobre humanidade, propondo questionamentos sobre as estruturas que moldam vidas e destinos, além de refletir sobre cuidado, renúncia e possibilidades de transformação. Realizada com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal, a produção é assinada por Guinada Produções, AUGE Produtora e La Casita Amarilla, com apoio da Cruziá Comunicação e do Sesc. Antes de sua temporada no Sesc, o espetáculo circulou por espaços como o CREVIN – Lar de Idosos e o Mini Teatro Lieta de Ló, em Planaltina, além da Administração Regional de Ceilândia e da Associação dos Idosos de Ceilândia, fortalecendo o diálogo com diferentes públicos e territórios do Distrito Federal. AGRADECIMENTOS Agradecimentos à: Verônica Passos, José de Campos, Lucca Fontelles, Nadja Dulci, Geraldo Lima, Guilherme Angelim, Olga Marinho, Lila Magna, Marina Mara, Biblioteca Demonstrativa de Brasília, Espaço Cultural Renato Russo, Canto da AUGE, Sesc, Guinada Produções, Cruziá Comunicação e a todas as pessoas que contribuíram, direta ou indiretamente, para a realização do espetáculo. SERVIÇO Antes que ela chegue Onde: Sesc 504 Sul Quando: 8, 9 e 10 de maio (sexta e sábado, às 19h, e domingo, às 18h) Quanto: R$15 (inteira) e R$7,50 (meia) Classificação: Livre Ingressos no Sympla: https://www.sympla.com.br/evento/antes-que-ela-chegue-sesc-504-sul/3400757?share_id=copiarlink FICHA TÉCNICA Paula Passos - Proponente e AtrizGuilherme Angelim - Produtor Executivo Caléo - ProdutorÁurea Liz - DiretoraGelly Saigg - DiretoraGeraldo Lima - DramaturgoPedro Barbosa - Iluminador Patricia Albuquerque - Intérprete de LibrasVitor Barbosa e Pedro Barbosa - Trilha SonoraFabiana Paula - ContrarregraMoara Ribeiro - Coordenadora de ComunicaçãoCruziá Comunicação - Produção de Conteúdo, Design, Gestão de Redes Sociais e AudiovisualCruziá e Pareia Comunicação - Assessoria de ImprensaAna Luíza Aguiar (Cruziá) - Estrategista e RedatoraMaria Eduarda Vinagre (Cruziá) - Gestão de Redes SociaisMiccael Grandis (Cruziá) - Assistente de ComunicaçãoMiss Ferr - Fotografia de Divulgação

  • Bossa Casapark traz nova temporada de música ao vivo em maio

    No mês de maio, o Casapark apresenta uma nova sequência do Bossa Casapark, projeto que transforma os restaurantes e cafés do shopping em palcos para apresentações ao vivo. Em formato intimista, a iniciativa propõe ao público uma pausa na rotina para aproveitar encontros entre música, gastronomia e convivência, em um ambiente acolhedor e sofisticado. Os shows acontecem sempre às quartas-feiras, das 19h às 22 horas, com entrada gratuita e classificação livre. Mais do que uma programação musical, o Bossa Casapark se firma como uma experiência sensorial integrada ao cotidiano do shopping. Ao longo do mês, quem circula pelos espaços gastronômicos é convidado a vivenciar a música de forma espontânea, em apresentações que acontecem próximas ao público e dialogam diretamente com o ambiente. A proposta valoriza o tempo de permanência, o encontro e a escuta atenta, criando uma atmosfera que combina leveza e qualidade artística. Com curadoria de Jorge Salomão, da Artfex, o projeto reforça também o compromisso do Casapark com o fomento à cultura e com a valorização de artistas da cena brasiliense. A programação de maio reflete essa diversidade, reunindo nomes que transitam entre o jazz, a bossa nova, a MPB, o R&B e a música instrumental contemporânea, em shows que exploram diferentes influências e linguagens. Abrindo a agenda, no dia 6 de maio, a cantora Andresa Sousa se apresenta no Marietta. Com seis anos de trajetória, a artista se destaca pela interpretação refinada e pela habilidade no improviso vocal, trazendo ao repertório clássicos do jazz e da bossa nova com uma abordagem atual e sensível. Sua performance aposta na proximidade com o público e na construção de uma atmosfera envolvente. No dia 13 de maio, o quinteto Jazz na Carta leva sua proposta ao Casa Baco. Formado por músicos com trajetórias diversas, o grupo apresenta um repertório que percorre diferentes vertentes do jazz e da música instrumental brasileira. A apresentação se destaca pela riqueza de timbres e pela interação entre os integrantes, resultando em uma experiência dinâmica e imersiva. A programação segue no dia 20 de maio com Talíz, que ocupa o espaço do Chicago Prime. Com mais de dez anos de carreira, a cantora e compositora é um dos nomes representativos da cena independente do Distrito Federal. Em seu show, traz influências do R&B e da música urbana, com repertório autoral e releituras que evidenciam sua identidade artística e presença de palco. A artista também se destaca por sua atuação na valorização da música negra contemporânea produzida em Brasília. Encerrando o mês, no dia 27 de maio, o trio Black Ipê Jazz retorna ao Marietta com um repertório sofisticado e versátil. Formado por músicos experientes da cena local, o grupo apresenta releituras que transitam entre o jazz, a MPB e o pop, explorando fusões rítmicas. A performance combina elegância e criatividade, alinhando-se à proposta do projeto de oferecer experiências musicais de qualidade em um ambiente acolhedor. Serviço Bossa Casapark de maio Série de pocket shows com jazz, MPB, R&B e música instrumental 06/05 – Andresa Sousa Local: MariettaHorário: das 19h às 22 horasEntrada gratuita | Classificação livre 13/05 – Jazz na Carta Local: Casa BacoHorário: das 19h às 22 horasEntrada gratuita | Classificação livre 20/05 – Talíz Local: Chicago PrimeHorário: das 19h às 22 horasEntrada gratuita | Classificação livre 27/05 – Black Ipê Jazz Local: MariettaHorário: das 19h às 22 horasEntrada gratuita | Classificação livre Casapark SGCV Lote 22, Brasília – DF(61) 3403-5300@casapark

  • Exposição gratuita transforma pintura em experiência imersiva e convida público a “perder a borda” em Brasília

    A partir de 22 de maio, o Espaço Cultural Renato Russo recebe a exposição inédita Perder a Borda, do artista visual Daniel Jacaré. Com curadoria e idealização da art advisor Monica Tachotte, a mostra ocupa a Sala Aquário com uma instalação imersiva concebida especialmente para o local, além de novas pinturas que expandem os limites tradicionais da linguagem pictórica. A proposta é direta e, ao mesmo tempo, sensorial: mais do que observar, o visitante é convidado a entrar na obra. Em Perder a Borda, a pintura deixa de ser superfície e se transforma em ambiente. Camadas, apagamentos e gestos acumulam tempo e constroem um espaço que envolve o corpo, altera a escala e desacelera o olhar. A paisagem já não é cenário, mas condição, algo que atravessa o espectador. “Daniel propõe uma pintura que não se contempla à distância, mas que se vivencia. É um convite a perder a borda entre obra e corpo, entre imagem e presença”, afirma Monica Tachotte. A exposição marca um novo momento na trajetória de Daniel Jacaré, que vem consolidando sua pesquisa na interseção entre pintura, espaço e experiência. Formado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Brasília, o artista incorpora noções de estrutura, escala e ambiente à prática artística, deslocando a pintura para além do suporte tradicional. A mostra é apresentada como uma ruptura com a lógica contemplativa da arte: “A imagem deixa de ser janela e torna-se superfície: matéria espessa, campo vibrátil, território onde o gesto se acumula como tempo sedimentado”, explica Monica. Nesse contexto, cada obra deixa de representar um lugar para instaurar uma presença, um espaço que se constrói em camadas e se completa na relação com o público. O próprio artista destaca o caráter intuitivo de seu processo. “Meu desenho é feito a partir de uma construção contínua de traços, que vão se ajustando à proporção e ao que meu olhar pede no momento. É tudo muito intuitivo e rápido”, ressalta Daniel. A instalação central da mostra amplia essa lógica ao transformar a pintura em experiência física. O visitante não se coloca diante da obra, mas a atravessa como quem adentra um pensamento ainda em formação. A matéria pictórica extrapola a tela, envolve, circunda e sugere novos limites entre dentro e fora. Em um cenário marcado pelo consumo acelerado de imagens, Perder a Borda propõe outra temporalidade. A exposição aposta na permanência, na desaceleração e na construção de uma experiência sensível. “Entrar é aceitar perder a borda e, talvez, por um instante, redescobrir o lugar”, destaca Daniel. Além da instalação, a mostra apresenta obras disponíveis para colecionadores e instituições, ampliando a inserção do artista no circuito contemporâneo e reforçando o diálogo entre produção artística e mercado, campo no qual a curadora também atua com destaque há mais de 15 anos. Sobre o artista Daniel Jacaré é artista visual formado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Brasília (FAU-UnB), em 2009. Sua produção investiga as relações entre pintura, espaço e experiência, articulando camadas, gesto e construção visual. Com formação em arquitetura, incorpora à sua prática artística noções de estrutura, escala e ambiente, expandindo a pintura para além do suporte tradicional. Seu trabalho propõe ao espectador uma vivência que ultrapassa a contemplação, aproximando a obra do campo da experiência imersiva. Sobre a curadora Monica Tachotte é art advisor e curadora com mais de 15 anos de atuação no mercado de arte brasileiro. Especialista em gestão e valorização de acervos, possui MBA em Bens Culturais pela FGV e certificações internacionais em negociação e mercado de arte por Sotheby’s, Christie’s e Harvard. À frente da Tachotte&Co, conduz uma consultoria estratégica que opera na intersecção entre mercado de arte, investimento e projetos de arte estratégicos, assessorando colecionadores, artistas e instituições na construção de coleções sólidas, relevantes e financeiramente estruturadas. Seu trabalho articula sensibilidade estética e visão de mercado, posicionando a arte como patrimônio cultural e ativo de longo prazo. SERVIÇO Exposição: Perder a Borda – Daniel Jacaré Curadoria: Monica Tachotte Local: Espaço Cultural Renato Russo – Sala Aquário Abertura: 21 de maio de 2026, às 19h Visitação: de 22 de maio a 28 de junho de 2026 Horário: terça a sexta, das 10h às 20h Entrada gratuita

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