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  • Cooperativa Vinícola Garibaldi conquista quatro premiações no inédito Concurso do Suco de Uva Brasileiro

    A Cooperativa Vinícola Garibaldi foi destaque no inédito Concurso do Suco de Uva Brasileiro, promovido pela Associação Brasileira de Enologia (ABE). Foram chancelados quatro rótulos da Cooperativa: Garibaldi da Casa Orgânico Tinto 2026, que conquistou medalha Platina; Garibaldi Integral Branco 2025 (1,5L); Garibaldi Integral Tinto 2025 (300ml) e Garibaldi Integral Tinto 2025 (1,5L), todos da categoria Integral RS, que receberam a distinção Mérito Uva, responsável por valorizar produtos de boa qualidade. “Essas premiações são muito importantes para a cooperativa porque reforçam nosso compromisso com a qualidade em todos os nossos produtos e valorizam a excelência de um rótulo que tem grande volume dentro do nosso portfólio (são mais de 10 milhões de litros de suco de uva), e que também representa relevância econômica no contexto de sustentabilidade para nossos cooperados, uma vez que boa parte deles produz uvas destinadas à elaboração de suco de uva. Somado isso, são reconhecimentos que abrem portas no mercado, mostrando que os sucos da Garibaldi apresentam qualidade diferenciada, chegando para o consumidor com todos os apelos também de saudabilidade, de uma bebida integral e sem conservantes, com destaque também para o orgânico, que atende um importante nicho de mercado”, diz Ricardo Morari, enólogo da Cooperativa Vinícola Garibaldi. As produções da Cooperativa foram avaliadas por um time de 35 degustadores, concorrendo com 190 amostras de 69 empresas, oriundas de seis estados brasileiros, abrangendo regiões como Serra Gaúcha, Campanha Gaúcha, Serra Catarinense, Serra da Mantiqueira e Vale do São Francisco. Cooperativa Vinícola Garibaldi Medalha Platina (Sucos com pontuação de 90 a 95 pontos): Garibaldi da Casa Orgânico Tinto 2026: Categoria Orgânico ou Biodinâmico Mérito Uva (Sucos com pontuação de 85 e 89 pontos) Garibaldi Integral Branco 2025 1,5L. Categoria Integral Garibaldi Integral Tinto 2025 - 300ml. Categoria Integral Garibaldi Integral Tinto 2025 1,5L. Categoria Integral

  • Vem aí, a 2ª edição do Let's Wine Casapark

    O evento que une vinho e gastronomia mais gostoso da cidade chega em sua segunda edição no formato de feira. No sábado, dia 23 de maio, e domingo, 24 de maio, a praça central do Casapark será regada a bons vinhos e encontros especiais. Serão mais de 100 rótulos selecionados entre nacionais e importados a preços convidativos, vendidos em doses de 100 ml e 150 ml, além de garrafas com preços promocionais exclusivos para o evento. Para acompanhar diversas comidinhas deliciosas e ainda, pocket class. O ingresso custa R$ 30,00 (1º lote) e dá direito a uma taça personalizada do evento. Garanta logo! Para mais informações, siga o https://www.instagram.com/evento.letswine Let’s Wine Data: 23/05 (sábado), das 12h às 20h e 24/05 (domingo), das 12h às 18h Local: Casapark - SGCV Sul 12/22 Ae Shopping, Casapark - Guará, Brasília - DF 1º lote: R$ 30,00 Vendas via Sympla Sábado: https://www.sympla.com.br/evento/lets-wine-casapark-23-05-sabado/3389097 Domingo: https://www.sympla.com.br/evento/lets-wine-casapark-24-05-domingo/3389107 Classificação: 18 anos Menores de 18 anos, acompanhados dos responsáveis, não pagam

  • Música na Árvore Solar: Brasília abre circuito nacional de celebração do Dia Internacional do Jazz

    Brasília será o ponto de partida das celebrações do Dia Internacional do Jazz (30 de abril) no Brasil. Nos dias 30 de abril e 1º de maio, o Centro Cultural Três Poderes será palco de uma edição especial do projeto Música na Árvore Solar, que, em parceria com o icônico Buraco do Jazz, promoverá dois dias de shows gratuitos, com o tradicional clima brasiliense de ocupação cultural dos espaços públicos na época de estiagem. Segundo o idealizador André Trindade, o Dia Internacional do Jazz é uma data reconhecida mundialmente e coordenada pela UNESCO, celebrando a diversidade cultural, o diálogo entre povos e a promoção da paz por meio da música. Nesta edição, o projeto reafirma sua proposta inovadora: apresentações alimentadas por energia solar, unindo arte e sustentabilidade. Criado a partir da necessidade de repensar os modos de produção cultural, o Música na Árvore Solar propõe integrar o Brasil a essa agenda global ao combinar música, tecnologia e consciência ambiental. Após a estreia Brasília, o circuito segue para Belo Horizonte (MG) e Bragança Paulista (SP). “Utilizar energia limpa para alimentar nossos palcos é uma forma de mostrar que a arte e o meio ambiente caminham juntos. Celebrar o Dia Internacional do Jazz em Brasília, somando forças com o Buraco do Jazz, potencializa essa mensagem. Queremos que o público ocupe a cidade, sinta a potência da música instrumental brasileira e viva uma experiência plural, acessível e totalmente conectada com o futuro", ressalta Trindade. Programação CC3P A programação reúne nomes de peso da cena instrumental. Na quinta-feira (30/04), a partir das 18h, o público confere o som do DJ Dudão, seguido pela banda "No Stress", que convida Hamilton Pinheiro para uma apresentação intimista, e o encerramento com o "Ágora Jazz Fusion". Já o feriado de sexta-feira (01/05) ganha um charme especial sob a luz da Lua Cheia. A partir das 17h, o Música na Árvore Solar convida o público para um fim de tarde marcado por experimentações sonoras e encontros inusitados. A trilha sonora será conduzida pela discotecagem do DJ Dudão e convidados, preparando o terreno para uma live performance com o duo de trompete e trombone comandado por Bruno Portela e João Vianna. Para garantir que a experiência seja verdadeiramente de todos, o evento conta com uma estrutura de acessibilidade completa. Haverá intérprete de LIBRAS durante as apresentações, equipe de recepção preparada para atendimento inclusivo, banheiros adaptados e espaço reservado para garantir o conforto e a visibilidade de pessoas com deficiência (PCD). O Música na Árvore Solar é viabilizado por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, com patrocínio de EMGEA, GEOSOL, GSL Metalurgia, Cia do Terno e mais60 Saúde, reforçando o compromisso coletivo com o fortalecimento e a descentralização do acesso à cultura no Brasil. SERVIÇO: Dia Internacional do Jazz: Música na Árvore Solar, em parceria com Buraco do JazzQuando: 30/04. Quinta, a partir das 18h. | 01º/05. Sexta-feira, a partir das 17h.Onde: Centro Cultural Três Poderes - gramado do Panteão da Pátria, ao lado da Bandeira Nacional - Praça dos Três Poderes, Eixo Monumental - Brasília/DFQuanto: entrada franca Programação BSB QUINTA-FEIRA | 30 de abril18h - DJ Dudão19h - No Stress convida Hamilton Pinheiro 22h- Ágora jazz Fusion SEXTA-FEIRA | 01º de maio17h - Dj Dudão convidaBruno Portela e João Vianna (Live performance com trompete e trombone)

  • Breno Ferreira aposta em clima de bar no audiovisual “Mesa 10”, gravado em Goiás

    Na última sexta-feira (24), o cantor Breno Ferreira registrou mais um capítulo importante de sua carreira com a gravação do audiovisual “Mesa 10”, em uma fazenda de Gueroba, Goiás. Com um formato intimista e divertido, inspirado em mesas de bar, o artista apostou em um repertório composto inteiramente por regravações de grandes sucessos. O projeto contou com as participações de Rafa e Júnior, Paulo Pires, Belarmino e da dupla Cleiton e Jeferson, além do humorista Chico Mineiro, que participou como garçom. Diferente do modelo convencional de feats, os convidados não ficaram restritos a músicas específicas: eles acompanharam Breno durante toda a gravação, cantando juntos e reforçando o espírito coletivo da proposta, que transformou o encontro em uma verdadeira roda de amigos. Com 15 blocos musicais, o repertório trouxe medleys que passeiam por diferentes fases e estilos do sertanejo e do arrocha. A escolha das músicas reforça a intenção de Breno em revisitar hits consagrados, apresentando novas interpretações e aproximando o público de canções já conhecidas, mas com nova roupagem. Para o cantor, a proposta do DVD vai além da música. “O ‘Mesa 10’ é muito mais do que um DVD, é uma experiência. Eu quis recriar aquele clima de mesa de bar, onde todo mundo canta junto, sem formalidade. Foi uma noite leve, divertida e muito especial pra mim”, afirmou o artista. Sem a tradicional estrutura de palco, “Mesa 10” aposta na simplicidade e diversão como diferencial. A expectativa é que o projeto, quando lançado nas plataformas digitais, traduza a energia do encontro e conquiste o público justamente pela autenticidade do formato.

  • Outlet Premium Brasília funcionará das 9h às 21h no feriado do Dia do Trabalho

    O Outlet Premium Brasília, informa que funcionará normalmente das 9h às 21h durante o feriado no Dia do Trabalho, em 1º de maio (sexta-feira). Outlet Premium Brasília Inaugurado em 2012, o Outlet Premium Brasília é sinônimo de sucesso. Com grandes marcas que vendem produtos com até descontos o ano inteiro, o empreendimento vem se consolidando como destino de compras da região. Está situado às margens da principal rodovia do Centro Oeste – a BR-060, em Alexânia, inserido no importante eixo Goiânia-Anápolis-Brasília. A facilidade de acesso pela rodovia e a proximidade com o Distrito Federal têm proporcionado um imenso fluxo diário na região. adidas, Animale, Aramis, Brooksfield, Calvin Klein, Carmen Steffens, Dudalina, John John, Lacoste, Le Lis Blanc, Levi’s, Nike, Oakley, Shoulder, Diesel, Osklen, entre outras. Endereço: Rodovia BR 060, km 21, Alexânia/GO Horário de funcionamento: Todos os dias, das 9h às 21h Serviços: Wi-Fi grátis. Contato: (62) 3336-7300

  • Últimos dias: réplica de carro de Fórmula 1 no Conjunto Nacional entra na reta final de visitação

    Quem ainda não viu, precisa correr: estão nos últimos dias para visitar a réplica em tamanho real de um carro de Fórmula 1 no Conjunto Nacional. A atração, que vem chamando a atenção de fãs de velocidade e curiosos, entra em sua fase final e promete movimentar o shopping até o final do mês. Instalada em meio à programação especial de aniversário de 55 anos do Conjunto Nacional, a réplica se consolidou como um dos destaques do período, principalmente por coincidir com o Geek Prime e com o clima das grandes corridas internacionais, ampliando as opções de entretenimento para o público. De acordo com o gerente de marketing do shopping, Thiago Araújo, a proposta é oferecer experiências que marquem o público. “Estamos nos últimos dias dessa ativação e é uma oportunidade única para quem ainda não veio conferir. A ideia é justamente surpreender e criar uma conexão com fãs de velocidade, tecnologia e cultura pop”, destaca. Para conferir de perto o modelo exclusivo, é necessário estar cadastrado no aplicativo oficial do shopping. A ação faz parte de uma série de iniciativas pensadas para celebrar o aniversário de 55 anos do empreendimento, reforçando seu posicionamento como um espaço de experiências em Brasília. O protótipo foi desenvolvido especialmente para exibição, a partir de um estudo detalhado dos carros da categoria. A curadoria reuniu características técnicas e elementos visuais de diferentes equipes da Fórmula 1, resultando em um modelo único. Produzida pela TT Making Cenografia, a peça conta com estrutura em isopor, revestimento em fibra de vidro e resina, além de acabamento com massa plástica automotiva e primer, garantindo um visual realista. A pintura segue o clássico vermelho “Rosso Scuderia”, tradicional da Ferrari, reforçando o apelo esportivo. Com 5,5 metros de comprimento e 2 metros de largura, a réplica impressiona pelas dimensões e pelos detalhes, reproduzindo fielmente o tamanho de um carro da categoria, cenário perfeito para fotos. Além de encantar os apaixonados por automobilismo, a atração se tornou um dos pontos mais disputados do shopping. Agora, na reta final, a recomendação é clara: quem quiser garantir o registro e a experiência precisa aproveitar antes que a exposição se encerre.

  • CAIXA Cultural Brasília recebe Leila Pinheiro em projeto que celebra seus 45 anos de carreira

    A CAIXA Cultural Brasília apresenta, de 7 a 10 de maio, Leila Pinheiro em temporada especial que celebra seus 45 anos de carreira. Reconhecida por sua interpretação elegante e personalidade musical inconfudível, a artista paraense revisita a força e a emoção do samba em um show que reafirma seu lugar de destaque na música brasileira. Com patrocínios da CAIXA e do Governo do Brasil, as apresentações acontecem de quinta (7) a sábado (9), às 20h, e no domingo (10), em duas sessões, às 16h30 e às 19h. Leila sobe ao palco acompanhada por Hudson Sete Cordas (violão de 7 cordas), Diego Zangado (bateria), Leandro Pereira (cavaquinho), Júlio Florindo (contrabaixo) e Luiz Augusto (percussão). No espetáculo a cantora também se apresenta em momentos solo ao piano destacando a maturidade musical e a elegância, marcas de sua trajetória. Quem assina a direção musical é a própria Leila, enquanto a direção e o roteiro são de Marcus Fernando, parceiro da artista na turnê “Eu Canto Samba”, realizada em 2013. No repertório estão clássicos de João Bosco e Aldir Blanc, Dona Ivone Lara, Nei Lopes, João Nogueira, Arlindo Cruz, Sombrinha, Xande de Pilares, Almir Guineto e Jorge Aragão, baluartes do Samba. Com destaque para as interpretações de “Nação”, “Tendência”, “Fogo de Saudade” e “Trilha do Amor”, além de “Minha Mangueira”, composição de Leila em homenagem à Estação Primeira de Mangueira. “Viva Meu Samba” estreou no segundo semestre de 2025 e já passou por cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Fortaleza, além de municípios do interior e da região serrana fluminense. Mais que um show, “Viva Meu Samba” é um reencontro, uma celebração e, acima de tudo, música da melhor qualidade, com a assinatura muito particular de uma das maiores intérpretes brasileiras, em plena maturidade, ativa, vivíssima. Uma trajetória consagrada Intérprete e pianista de referência na Música Popular Brasileira, Leila Pinheiro construiu uma carreira sólida ao longo de mais de quatro décadas. Natural de Belém, iniciou os estudos de piano aos 10 anos e, aos 20, abandonou a faculdade de Medicina para estrear como cantora, em 1980. Um ano depois, mudou-se para o Rio de Janeiro, gravou seu primeiro LP de forma independente e logo chamou atenção do público e da crítica ao vencer o prêmio de cantorarevelação no Festival dos Festivais (1985), com o samba "Verde", de Eduardo Gudin e José Carlos Costa Neto. Desde então, Leila colaborou com alguns dos maiores nomes da música, como Tom Jobim, Chico Buarque, Ivan Lins, Francis Hime, João Donato, Guinga, Aldir Blanc, Toninho Horta, Roberto Menescal e até o guitarrista americano Pat Metheny. Sua discografia reúne 24 álbuns e três DVDs, entre eles o antológico "Benção, Bossa Nova" (1989), disco de ouro no Brasil e no Japão, e "Coisas do Brasil" (1993), produzido por César Camargo Mariano. Reconhecida pelo ecletismo do repertório, pela sofisticação das interpretações e pelo domínio técnico, a artista é uma das poucas brasileiras a se apresentar sozinha, ao piano, além de manter presença constante em palcos do Brasil e do exterior, incluindo o Carnegie Hall, em Nova York, quando fez parte dos shows em homenagem a Ivan Lins e Tom Jobim. Serviço: [Música] Leila Pinheiro e banda – Show Viva Meu Samba Local: Teatro da CAIXA Cultural Brasília Endereço: Setor Bancário Sul, Quadra 4, Lotes 3/4 – Edifício Anexo à Matriz da CAIXA Temporada: de 7 a 10 de maio de 2026 Horários: dias 7, 8 e 9, de quinta a sábado, às 20h, e domigo, às 16h30 e às 19h (sessão dupla) Acesso para pessoas com deficiência Ingressos: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia entrada conforme legislação vigente e clientes CAIXA) Vendas: a partir do dia 2 de maio. Às 9h na bilheteria do teatro; às 13h, no site Bilheteria Cultural - Bilheteria Cultural (https://bilheteriacultural.com.br/eventos/1) Classificação: livre Capacidade: 407 lugares Estacionamento: gratuito aos finais de semana e feriados e de terça a sexta a partir das 18hPatrocínio: CAIXA e Governo do Brasil Mais informações: site da CAIXA Cultural

  • OBACH leva concerto de encerramento da turnê de Páscoa a Ceilândia, no domingo 3 de maio

    A Orquestra Brasileira de Arte, Cultura e História (OBACH) se prepara para encerrar sua temporada de Páscoa com um concerto na Paróquia da Ressurreição, em Ceilândia Norte, com expectativa de público de cerca de 2 mil pessoas. A mini turnê mobilizou outras regiões administrativas do Distrito Federal, levando a música barroca para além dos espaços tradicionais e reafirmando seu papel como instrumento de acesso, formação e transformação cultural. Com trechos da célebre Paixão Segundo São Mateus, de Johann Sebastian Bach, o concerto de encerramento apresenta ao público uma das obras mais grandiosas da música sacra ocidental. Composta no século XVIII, a peça retrata, com profundidade dramática e espiritual, os últimos momentos da vida de Cristo a partir do Evangelho de Mateus, reunindo coro, solistas e orquestra em uma construção densa e expressiva que atravessa séculos pela sua força simbólica e musical. À frente da OBACH, a maestrina e violinista Kathia Pinheiro conduz um trabalho que alia rigor técnico e sensibilidade artística. Fundadora da orquestra ao lado do maestro Airan D’Souza, Kathia construiu uma das trajetórias mais sólidas da música de concerto em Brasília, com 36 anos de atuação na Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro, onde também foi spalla. Hoje, à frente da OBACH, transforma essa bagagem em um projeto que tem como essência aproximar a música das pessoas. “A resposta do público tem sido emocionante. Ver espaços completamente ocupados, pessoas sentadas no chão, do lado de fora, querendo viver essa experiência, mostra que a música de concerto tem, sim, um lugar vivo na nossa sociedade. Basta que ela chegue até as pessoas”, destaca Kathia. A temporada conta com regência e preparação musical do maestro Rafael Abreu e reúne solistas convidados que dão vida à narrativa da obra: as sopranos Janette Dornelas e Luciana Tavares; a contralto Andréia Maluaz; o tenor Jean Nardotto; e os barítonos Gustavo Freccio e Paulo Santos. A formação da orquestra reúne músicos de reconhecida trajetória no Distrito Federal, com destaque para a própria Kathia Pinheiro como spalla, acompanhada por Liliana Gayoso (concertina), Vera Tomé e Tatyana Kowalezuk nos primeiros violinos; Cássio Chiesa (concertino), Ana Faria e Paulo César nos segundos violinos; Wallace Cristóvão e Victor Bueno nas violas; Renato Amaral e Pamela Vasconcelos nos violoncelos; além de Rui Xavier e Alexandre Antunes nos contrabaixos. Mais do que a execução musical, a OBACH propõe uma experiência imersiva. Os músicos se apresentam com figurinos de época, perucas e elementos cênicos que recriam o ambiente histórico do período barroco, criando uma atmosfera sensorial que aproxima o público da obra. Ao longo dos concertos, o maestro estabelece diálogos com a plateia, compartilhando contextos e curiosidades, o que transforma a apresentação em um momento também formativo. Essa construção estética conta com figurinos assinados por Mirella Righini e adereços artísticos de Alves Bezerra, reforçando a dimensão visual e simbólica do espetáculo. Ainda para este ano, a OBACH deverá encantar o público com uma nova temporada, desta vez com a obra “As Quatro Estações”, de Antonio Vivaldi. As datas ainda serão informadas. Circulação pelo DF amplia alcance da música de concerto Antes do encerramento em Ceilândia, a temporada passou por outras duas regiões do Distrito Federal. A estreia aconteceu em 12 de abril, no Santuário Dom Bosco, no Plano Piloto, reunindo mais de 2 mil pessoas em uma apresentação que marcou o início da turnê. Na sequência, a OBACH se apresentou em 26 de abril na Paróquia São Mateus, em Sobradinho II, levando a mesma experiência a novos públicos e reforçando a proposta de descentralização cultural da iniciativa . Com o concerto final em Ceilândia, a OBACH projeta encerrar a turnê reafirmando seu compromisso com a democratização da música de concerto e com a formação de novas plateias, consolidando uma circulação que evidencia o interesse crescente do público por experiências culturais acessíveis e de alta qualidade artística. Serviço: OBACH — Concerto de Páscoa Paixão Segundo São Mateus, de Johann Sebastian Bach 03 de maio — Paróquia da Ressurreição EQNN 5/7, Área Especial — Ceilândia Norte Sugestão de entrada solidária — 1kg de alimento não perecível.

  • Patrícia Blanco lidera cerimônia para celebrar, no Congresso Nacional, o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa

    Presidente do Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional (CCS) e presidente-executiva do Instituto Palavra Aberta, Patrícia Blanco irá presidir reunião para celebrar o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa. Instituída pela ONU em 1993, a data é comemorada mundialmente no dia 03 de maio, próximo domingo. A sessão solene, no Plenário do CCS, vai acontecer no dia 04 de maio, segunda-feira, às 14h. O Dia Mundial da Liberdade de Imprensa foi instituído para defender o Jornalismo e a liberdade de praticá-lo, proteger os jornalistas em atividade contra todos os tipos de violência, homenagear jornalistas mortos no exercício da profissão e chamar a atenção da sociedade para o Jornalismo e as causas que a profissão defende. Uma delas é ser um dos antídotos às políticas de desinformação e de difusão de fake News. “Vamos fazer uma comemoração solene, para não deixar essa data passar em branco”. Além dos integrantes da comissão e de representantes da sociedade civil, há três convidadas que terão direito à fala: a representante da Unesco no Brasil, Marlova Noleto, a jornalista Basília Rodrigues e Bia Barbosa, da Coalizão em Defesa do Jornalismo.

  • O ANO EM QUE O FREVO NÃO FOI PRA RUA continua em cartaz nos cinemas brasileiros

    Maior festa popular brasileira, o Carnaval, também, sofreu as consequências da covid-1 9. O longa O ANO EM QUE O FREVO NÃO FOI PRA RUA, de Bruno Mazzoco e Mariana Soares, observa de forma próxima como os foliões de Recife e Olinda, por dois anos consecutivos, ficaram sem poder sair às ruas para viver a tradicional explosão de alegria típica desse momento. O filme estreia nos cinemas em 23 de abril, com distribuição da Lira Filmes e patrocínio do BNDES. As filmagens começaram em 2021, registrando o vazio das ruas e a melancolia dos foliões, e, mais tarde, em 2023, acompanha a preparação para o carnaval daquele ano, com o sentimento de euforia e resiliência, ao se retomar a festa. O olhar para o passado recente permite compreender o presente e a vitória de voltar às ruas celebrando a vida e a alegria. Com depoimentos de foliões famosos e anônimos, é possível compreender como foi necessária a parada naqueles dois anos, que deixou as ruas e praças do Recife e nas ladeiras centenárias de Olinda sem os sons, cores e festejos típicos da festa. O ANO EM QUE O FREVO NÃO FOI PRA RUA é um retrato de resistência cultural mesmo em tempos difíceis. O filme lança um olhar para o frevo, que representa parte da identidade do povo brasileiro e Patrimônio da Humanidade. Ao patrocinar projetos audiovisuais centrados na cultura popular, o BNDES investe no cinema nacional, em obras representativas do povo brasileiro e de suas tradições regionais, analisa Marina Moreira Gama, superintendente da Área de Relacionamento, Marketing e Cultura do BNDES. No filme, Nena Queiroga, cantora e compositora, que há mais de 30 anos comanda multidões em cima dos trios elétricos do Galo da Madrugada, confessa que chorou muito por não poder comemorar o carnaval durante a pandemia. Quando percebi que não ia ter carnaval, fiquei dois dias de cama. Já sonhei cantando sozinha, fui fazer show e não tinha ninguém, não tinha nada de pandemia, e, mesmo assim, não tinha público. É engraçada a pressão emocional. A gente já se imaginou não estando no carnaval, mas sem o carnaval, a gente nunca imaginou. Entrevistados e entrevistadas meditam sobre a importância da festa, mas também da necessidade de ausentar naqueles dois anos, afinal, carnaval é uma celebração da vida, e foi preciso a proteger para que a festa pudesse retornar em 2023. Além de Nena, estão no longa figuras conhecidas, como Fernando Zacarias, o seu Zacarias, porta-estandarte do Galo da Madrugada, considerado o maior bloco carnavalesco do mundo; Lúcio Vieira da Silva, maestro da Orquestra Henrique Dias, que anima dezenas de blocos e troças carnavalescas de Olinda; Carlos da Burra, responsável por carregar o mais importante de todos os bonecos de carnaval, o místico Homem da Meia Noite; e Spok, maestro que se intitula como “último folião” por ser o responsável a pela apresentação de encerramento dos festejos no Marco Zero de Recife. Combinando lembranças e expectativas, O ANO EM QUE O FREVO NÃO FOI PRA RUA é um filme emocionante que celebra a cultura brasileira e sua resistência diante das adversidades. Meu pai foi o homenageado do Carnaval de Olinda de 2023, e a gente saiu com um desfile potente, tocando Luiz Gonzaga, Dominguinhos, músicas do interior de Pernambuco. É a lembrança do meu pai o tempo todo, mas de forma feliz porque foi isso que ele construiu, conta, no filme, Rudá Rocha, filho Zé da Macuca, fundador do Boi da Macuca, e falecido em maio de 2021. O documentário foi exibido no Cine PE, no qual ganhou o prêmio de Melhor Trilha Sonora, assinada por Diogo Felipe, e no In-Edit Brasil. O ANO EM QUE O FREVO NÃO FOI PRA RUA Brasil, 2024, 71 min Direção: Bruno Mazzoco, Mariana Soares Roteiro: Bruno Mazzoco, Mariana Soares e Renata Pimentel Fotografia: Camilo Soares e Edver Hazin Montagem: Ari Arauto Som direto: Xisto Ramos, Mayra Coelho e Mateo Bravo Desenho de Som: Diogo Felipe Produção: Juliana Lira Produção Executiva: Juliana Lira e Alba Azevedo Direção de Produção: Alba Azevedo e Amanda Nascimento Pesquisa: Bruno Mazzoco, Mariana Soares e Amanda Nascimento Distribuição: Lira Filmes Sinopse: ANO EM QUE O FREVO NÃO FOI PRA RUA acompanha a preparação de alguns dos principais personagens do carnaval pernambucano – e também de alguns foliões anônimos – para a apoteose do carnaval de 2023. Os dois anos do cancelamento da festa por conta da pandemia de Covid-19 produziram momentos incolores de saudade, tristeza e expectativa. Mas também causaram arrebatamento no retorno da tão esperada festa. Seu enredo sintetiza, de certa forma, um pouco da jornada de dificuldades e sofrimento que os brasileiros, em alguma medida, passaram durante o período mais agudo da pandemia e traz a catarse que foi a volta da festa de rua no que para muitos foi o maior carnaval do século. SOBRE OS DIRETORES Bruno Mazzoco Jornalista especializado em escrita criativa e diretor audiovisual. Acumula passagens por redações de TV, impresso e online, produtoras e agências de conteúdo. Entre 2020 e 2023 atuou como cinegrafista e diretor de fotografia de mini-docs para internet gravados no Brasil pela produtora inglesa Barcroft Studios. Foi responsável pela edição e finalização da versão em língua portuguesa dos vídeos da série “E Se”, produzidos pela produtora canadense Underknown. Colaborou, em 2021, como roteirista de vídeos educacionais para a editora Moderna. Realizou a pesquisa no Brasil para produção do livro “The Good Assassin: How a Mossad Agent and a Band of Survivors Hunter Down The Butcher of Latvia” ("O bom assassino: como um agente do Mossad e um bando de sobreviventes caçaram o açougueiro da Letônia”, em tradução literal, sem edição no Brasil), lançado em 2020, e escrito pelo jornalista Stephan Talty. Desde 2017 atua como produtor e diretor de conteúdo audiovisual, tendo realizado mais de cem mini documentários e entrevistas para internet, com foco nos temas de educação, direitos humanos, sustentabilidade e meio ambiente. Cobre educação desde 2013. Em 2015, foi indicado para o Prêmio Esso pela reportagem "Foco na Aprendizagem”, que conta a história de escolas em áreas de baixo nível socioeconômico com bons resultados educacionais. Produziu e dirigiu uma websérie sobre o mesmo tema para a revista Gestão Escolar. Atualmente trabalha na produção de uma biografia sobre importante sambista da capital paulista e na finalização do documentário "O Ano que o Frevo Não foi pra Rua", que conta sobre a ausência do carnaval em Recife e Olinda por conta da pandemia de covid-19. Mariana Soares Jornalista com mais de dez anos de formação com passagens por redações de jornais e televisão em Recife e São Paulo. Em 2009, assumiu a área de conteúdo na TV CNT, em São Paulo. Estudou roteiro na Academia Internacional de Cinema (AIC), em 2011. Com a Mocho Produções, trabalhou como pesquisadora e roteirista na série ELAS, exibida no canal TCM/Turner, em 2014. Ao longo dos anos de profissão, se especializou em Branded Content & Entertainment, no Centro Cultural B_arco, Storytelling e transmídia e em Estratégias de Marketing em Mídias Sociais, na São Paulo Digital School. Desde 2019, coordena a Comunicação da área de Cultura do SESI-SP, tendo, entre as suas atribuições, a de criar roteiros e acompanhar a montagem de mini documentários para a divulgação das atividades da entidade. SOBRE A DISTRIBUIDORA _ Lira Filmes A Lira Filmes atua na distribuição audiovisual desde 2018, buscando estabelecer sempre estratégias de comercialização em parceria com os produtores e realizadores, e procurando obras que apostem na diversidade cultural, impacto social, identidade de gênero, conquista de direitos e na desconcentração regional. Lançou os longas-metragens Saudade e O Circo Voltou, ambos de Paulo Caldas, O Verde Está Do Outro Lado, de Daniel Rúbio, Sefarad, de Luis Isamel, Faz Sol Lá Sim, de Claufe Rodrigues, Danças Negras, de João Nascimento e Firmino Pitanga, Luana Muniz – Filha Da Lua, de Rian Córdova e Leo Medeiros, Ménage, de Luan Cardoso, Luiz Carlini – Guitarrista De Rock, de Luiz Carlos Lucena e Tenho Fé, de Rian Córdova. Além da estreia de Nada Será Como Antes, de Ana Rieper, a Lira Filmes prepara o lançamento dos longas Lo Que Queda Em El Camiño, de Jakob Krese e Danilo do Carmo, O Barulho Da Noite, de Eva Pereira, Levante, de Lillah Halla, Três Reis, de Steven Phill e Rua Aurora – Refúgio De Todos Os Mundos, de Camilo Cavalcante.

  • Tim Bernardes faz show da turnê de despedida em Brasília

    Brasília recebe, no dia 12 de junho, um dos nomes mais relevantes da música brasileira contemporânea. O cantor e compositor Tim Bernardes sobe ao palco do Centro de Convenções Ulysses Guimarães com a turnê de despedida do álbum “Mil Coisas Invisíveis” (2022), trabalho que consolidou sua trajetória no Brasil e no exterior. A apresentação, realizada no Dia dos Namorados, reforça o caráter intimista e emocional do repertório. A turnê, produzida pela Coala Music, percorre diferentes cidades do país e marca um momento de transição na carreira do artista, que se prepara para uma nova fase criativa. Em Brasília, o show também acompanha a abertura de vendas de ingressos, com expectativa de atrair fãs de diferentes gerações. “Tenho viajado menos e passado meu tempo no estúdio preparando coisas novas, mas me bateu a vontade de fazer uma última leva de shows do ‘Mil Coisas Invisíveis’ no Brasil. Esse disco se espalhou aqui e no mundo de um jeito muito legal e vejo o público do álbum seguir crescendo de uma forma orgânica, além de muita gente que não viu ao vivo mesmo com esses dois anos na estrada”, explica Tim Bernardes. Com uma carreira marcada pela consistência artística, Tim Bernardes foi indicado ao Latin Grammy e construiu reconhecimento internacional ao longo dos anos. Além da trajetória solo, é líder da banda O Terno e já colaborou com nomes como Gal Costa, Tom Zé, David Byrne, Devendra Banhart e a banda Fleet Foxes. Seu segundo álbum solo, Mil Coisas Invisíveis, ampliou o alcance do artista ao apresentar um repertório sensível, que transita entre influências da Tropicália, do samba, do indie e do folk contemporâneo. O disco sucede Recomeçar (2017) e reafirma a identidade musical de Tim, marcada por composições introspectivas e arranjos delicados. Com passagens por palcos no Brasil, Estados Unidos, Europa e Japão, muitas delas com ingressos esgotados, o artista acumula mais de 1,1 milhão de ouvintes mensais nas plataformas digitais, além de uma base fiel de público. O show em Brasília integra esse circuito internacional e se apresenta como uma oportunidade única para o público vivenciar, ao vivo, o encerramento de um ciclo importante na carreira do cantor. Os ingressos estão disponíveis no Sympla, e custam a partir de R$115. Serviço Local: Centro de Convenções Ulysses Guimarães Data: 12 de Junho Ingressos: https://bileto.sympla.com.br/event/119652/d/380845

  • BIFF 2026 abre as portas hoje no Cine Brasília com entrada gratuita e programação especial de abertura

    Brasília volta a viver o cinema em grande estilo a partir desta terça-feira, 29 de abril, quando o BIFF 2026 / Brasília International Film Festival abre oficialmente suas portas no Cine Brasília, com entrada gratuita, sem necessidade de retirada de ingressos ou inscrição prévia. O acesso será por ordem de chegada, e o convite está feito: venha participar do BIFF e celebrar o cinema no coração da capital. A noite de abertura, a partir das 19h00, traz duas exibições especiais e gratuitas: o aguardado FANON, dirigido por Jean-Claude Barny, e o clássico brasiliense Momento Trágico, de Cibele Amaral, homenageada desta edição do festival. A sessão marca o reencontro do público com obras fundamentais e reafirma o compromisso do BIFF com a memória audiovisual de Brasília e com o cinema internacional contemporâneo. Para a diretora-geral do festival, Anna Karina de Carvalho, a volta ao Cine Brasília tem significado especial: “A retomada do BIFF no Cine Brasília é um presente para a cidade. Abrir o festival com um filme importante sobre Fanon e com um clássico candango é retomar o encontro com o público de Brasília. Este ano, a programação homenageia o cinema brasiliense e brasileiro, e também clássicos da maior produtora de cinema, a Gullane.” Outro destaque desta edição é a parceria com a Fundação Athos Bulcão, um dos pilares da identidade visual do BIFF 2026, reforçando o vínculo do festival com a memória e a estética de Brasília. A partir da proposta do artista visual Lula Ricardi, a arte do festival se inspira no painel de azulejos criado por Athos Bulcão para o Brasília Palace Hotel, reinterpretando de forma contemporânea um dos símbolos mais emblemáticos da cidade e consolidando uma linguagem visual que une tradição, território e projeção internacional. Pensando na formação de novas plateias, o festival também apresenta o BIFF Junior, com sessões totalmente gratuitas e um diferencial raro: todas as exibições contam com dublagem ao vivo, permitindo ao público acompanhar dentro da sala do Cine Brasília as técnicas e o trabalho dos profissionais de voz e interpretação. Toda a programação do BIFF 2026, incluindo a abertura, é gratuita. Não é preciso inscrição: basta chegar cedo e garantir seu lugar na fila. Acompanhe a programação completa nas redes sociais oficiais e no site do festival. www.biffestival.com @biff_festival

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