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  • O combate ao crime que ninguém vê: por que a investigação criminal é a verdadeira arma contra a impunidade

    Quando se fala em segurança pública, a imagem mais comum é a de policiais nas ruas e viaturas em patrulhamento. No entanto, o especialista alerta que uma parte essencial do combate à criminalidade acontece longe dos holofotes: nas delegacias, nos setores de inteligência, na perícia e nas investigações responsáveis por identificar autores, reunir provas e desarticular organizações criminosas. Os números reforçam a importância desse trabalho. O Brasil registrou redução de 16,2% nos casos de homicídios dolosos, no triênio de 2023/2026, em comparação com 2019/2022. Foram 34.758 registros, contra 41.485 do período anterior, segundo Ministério da Justiça e Segurança Pública. Entre os fatores para a queda, também refletida nos dados coletados desde 2016, está o fortalecimento das ações de inteligência e investigação criminal no enfrentamento das organizações criminosas e o aumento da eficiência da persecução penal. Para o especialista em Segurança Pública André Pereira, a população costuma enxergar apenas a face mais visível da atuação policial. "O policiamento ostensivo, a viatura na rua com o giroflex ligado, é fundamental. Ele traz a sensação imediata de segurança e atua na contenção do crime de oportunidade. Falo isso com a propriedade de quem começou a carreira na linha de frente, como soldado da Polícia Militar. Sei o valor da presença física da polícia. No entanto, o policiamento nas ruas trata o sintoma; a investigação criminal trata a doença." Segundo ele, o trabalho investigativo é o verdadeiro alicerce do combate ao crime organizado. "A maioria das pessoas só vê o resultado final: a operação na rua, o criminoso preso e a notícia na TV. Mas o que quase ninguém enxerga é o enorme trabalho que acontece muito antes disso. A investigação é o cérebro do sistema. Enquanto a patrulha tenta evitar o crime de hoje, a investigação criminal — conduzida pela Polícia Civil sob a presidência do Delegado de Polícia — desmantela a estrutura que planejou o crime de ontem e que praticará o crime de amanhã. É uma ferramenta estratégica porque não foca apenas no executor da ponta, mas sim na cadeia de comando, no fluxo financeiro e na logística das organizações criminosas." O avanço tecnológico também transformou a forma como as organizações criminosas atuam, tornando indispensáveis investimentos em inteligência policial, análise de dados e estrutura para as equipes responsáveis pelas investigações. Na avaliação do especialista, combater o crime organizado exige planejamento e capacidade técnica. "Em segurança pública, o improviso não vence o crime organizado. Exige-se estrutura, método e ciência. Segurança pública não é apenas força e correria na rua. É, principalmente, técnica, estratégia, muito preparo, investigação e inteligência. Investir em inteligência policial significa parar de 'dar tiro no escuro' e passar a operar com precisão cirúrgica." Ele destaca que grandes operações policiais são resultado de um trabalho silencioso, que muitas vezes leva meses ou anos. "Por trás de cada grande operação, existem meses — e até anos — de dedicação silenciosa. É um trabalho de muita persistência que envolve a análise minuciosa de informações para entender a dinâmica dos crimes, o cruzamento de dados para descobrir ligações escondidas, o uso da inteligência para antecipar os passos dos criminosos e a coleta de provas incontestáveis." Segundo André Pereira, a tecnologia é indispensável, mas precisa estar acompanhada da valorização dos profissionais responsáveis pela investigação. "As organizações criminosas hoje operam com tecnologia de criptografia e lavagem de dinheiro sofisticada. Para enfrentá-las, o Estado deve fornecer softwares de interceptação e análise de vínculos, laboratórios modernos e peritos integrados com as investigações. Mas a tecnologia sozinha é apenas a ferramenta. Quem faz a máquina girar é o operador. Valorizar e fortalecer a Polícia Civil é reconhecer o esforço invisível de milhares de profissionais — delegados, investigadores, escrivães, agentes, peritos e os integrantes de todas as carreiras — que trabalham dia e noite, em silêncio, para proteger a sua família. Esse aperfeiçoamento, por meio de valorização, estrutura e gestão eficiente, é a única garantia de termos equipes motivadas para produzir os inquéritos que reduzem drasticamente a impunidade." Para o especialista, fortalecer a chamada "segurança pública invisível" depende de mudanças estruturais e de uma nova forma de avaliar as políticas públicas voltadas à segurança. Ele defende que esse fortalecimento esteja baseado em três pilares. O primeiro é o equilíbrio dos recursos destinados às instituições policiais. O segundo, integração entre as instituições. "É urgente romper o isolamento institucional. As polícias estaduais, federais e os órgãos de fiscalização financeira, como o COAF, devem cruzar dados em tempo real. A inteligência policial só é plena quando o dado circula rápido entre os técnicos que detêm as informações e quem investiga." Por fim, André Pereira aponta a necessidade de modernizar a legislação processual. "É necessário desburocratizar o inquérito policial e reformar o processo penal, transformando-os em instrumentos dinâmicos e focados na colheita de provas técnicas e cibernéticas. O modelo atual é arcaico, lento e refém de formalismos." Fonte: André Santos Pereira - Delegado de Polícia do Estado de São Paulo, especialista em Inteligência Policial e Segurança Pública (Escola Superior de Direito Policial/FCA), ex-presidente da ADPESP – Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo e diretor de Estudos e Propostas Legislativas da Associação dos Delegados de Polícia do Brasil (ADEPOL-BR).

  • Inverno aumenta desafios fitossanitários e reforça importância do manejo preventivo em hortaliças

    As condições típicas do inverno brasileiro, marcadas por temperaturas mais amenas, formação frequente de orvalho, maior permanência da umidade sobre as plantas e menor evaporação, favorecem o desenvolvimento de doenças fúngicas e a incidência de importantes pragas na horticultura. Em 2026, esse cenário ganha ainda mais relevância diante das mudanças climáticas e da expectativa de um evento de El Niño mais persistente, capaz de alterar o regime de chuvas e elevar a pressão fitossanitária em diversas regiões produtoras. Nesse contexto, especialistas alertam que o sucesso da safra dependerá cada vez mais da capacidade dos produtores de antecipar problemas e investir em estratégias preventivas de manejo, especialmente em culturas de alto valor agregado, como batata e tomate. Segundo o engenheiro agrônomo e gerente de Marketing Regional da IHARA para Hortifruti, João Silvatti, a atenção deve ser permanente. “A infestação de doenças e pragas pode ser silenciosa e extremamente agressiva. Muitas vezes, quando o produtor percebe os sintomas, esses problemas já estão disseminados, tornando o controle mais difícil”, afirma. Em um cenário de maior instabilidade climática e custos elevados de produção, decisões baseadas em monitoramento, prevenção e tecnologias adequadas podem representar um diferencial competitivo para o horticultor. Mais do que reagir ao aparecimento de doenças e pragas, a tendência do setor é investir em programas integrados de manejo que combinem conhecimento técnico, inovação e proteção fitossanitária, contribuindo para maior segurança operacional, qualidade dos produtos e sustentabilidade da produção. Requeima e rizoctoniose estão entre as principais ameaças fúngicas A batata e o tomate estão entre as hortaliças de maior importância econômica do País, mas também figuram entre as mais vulneráveis a doenças capazes de reduzir significativamente a produtividade e a qualidade. A principal delas é a requeima (Phytophthora infestans), uma das enfermidades mais destrutivas desses cultivos. Favorecida por ambientes úmidos e temperaturas entre 18°C e 24°C, comuns nesta época do ano, a doença se espalha rapidamente, sobretudo em plantações densas, podendo comprometer a lavoura em poucos dias. Dados da Embrapa apontam que as perdas provocadas pela requeima na batata podem variar de 10% a 50% da produção, dependendo da gravidade da infecção. No tomate, o impacto pode representar reduções entre 20% e 70%. Sem manejo adequado, as perdas podem chegar a 100% em ambas as culturas. Outra preocupação dos produtores é a rizoctoniose (Rhizoctonia solani), doença que afeta o desenvolvimento inicial das plantas, provoca a morte de brotos, reduz a formação e o tamanho dos tubérculos e causa as conhecidas crostas escuras superficiais, chamadas de mancha-asfalto, depreciando a qualidade comercial da produção. Quando não controlada, pode reduzir em até 30% a produtividade da cultura da batata. “Quando as condições climáticas favorecem o desenvolvimento dos patógenos, o monitoramento frequente e a adoção de um programa preventivo fazem toda a diferença. O produtor precisa atuar antes que a doença esteja instalada para preservar o potencial produtivo da lavoura”, destaca Silvatti. Tecnologias reforçam o manejo preventivo de doenças Para enfrentar esses desafios, programas integrados de manejo têm incorporado fungicidas com diferentes mecanismos de ação e características complementares. Entre as tecnologias disponíveis para o manejo da requeima está o COMPLETTO, indicado para ação imediata nos primeiros sinais da doença, além de oferecer proteção ao longo de todas as fases do ciclo da cultura. A tecnologia garante alto potencial de controle, efeito curativo e ação sistêmica antiesporulante, contribuindo para reduzir a disseminação dos esporos na lavoura. Em momentos de alerta, quando as condições climáticas começam a favorecer o avanço da requeima, com temperaturas amenas e elevada umidade, uma das alternativas é o TOTALIT. O fungicida multicultura combina ação sistêmica e de contato, proporcionando maior período de controle e proteção duradoura contra a doença, além de contribuir para estratégias de manejo de resistência em períodos de maior pressão fitossanitária. Já para o controle da rizoctoniose, o MONCUT, fungicida sistêmico desenvolvido para a cultura da batata, atua na proteção de estolões, ramas e tubérculos desde as fases iniciais do desenvolvimento. A tecnologia favorece a uniformidade do estande, melhora a qualidade da pele dos tubérculos e aumenta a proporção de batatas com padrão comercial superior, fatores que impactam diretamente a produtividade e a qualidade final da colheita. Pragas também exigem monitoramento contínuo Além das doenças, o inverno mantém elevada a importância do controle de pragas na horticultura. Em culturas como tomate, batata e diversas hortaliças, insetos sugadores e mastigadores podem comprometer tanto a produtividade quanto a qualidade dos produtos destinados ao mercado. Entre os principais alvos estão mosca-branca, pulgões, mosca-minadora, traça-do-tomateiro e vaquinha-da-raiz. Entre as soluções voltadas ao manejo de múltiplas pragas está o ELEITTO, inseticida com registro para mais de 40 culturas e uma extensa lista de alvos. Com amplo espectro de ação e baixo período de carência, é indicado para o controle de mosca-das-frutas, mosca-branca, pulgões e mosca-minadora. Sua flexibilidade de uso, inclusive em fases próximas à colheita, contribui para programas de manejo mais eficientes. Na cultura da batata, a IHARA ampliou recentemente seu portfólio com o lançamento do ZEUS para o controle da vaquinha-da-raiz (Diabrotica speciosa). Aplicado no sulco de plantio, o inseticida apresenta elevada sistemicidade, sendo rapidamente absorvido pela planta e proporcionando proteção à batata-semente e ao desenvolvimento inicial da cultura contra uma das pragas de maior impacto econômico. No tomate, a traça-do-tomateiro (Tuta absoluta) segue entre as pragas de maior relevância econômica. Para esse desafio, o inseticida CHASER EW atua por contato e ingestão, promovendo com rápida paralisação da alimentação e eliminação dos alvos em até 72 horas. Sua formulação reúne ação lagarticida e ovicida, impedindo o desenvolvimento do embrião dentro do ovo e favorecendo o controle precoce da infestação. Além disso, apresenta boa permanência do ativo na planta mesmo em condições de chuva, contribuindo para ampliar o período de proteção e reduzir a necessidade de reaplicações. Para João Silvatti, a evolução dos desafios fitossanitários exige uma agricultura cada vez mais técnica e preventiva. “O produtor que investe em monitoramento, planejamento e ferramentas adequadas amplia sua capacidade de enfrentar períodos de maior pressão de doenças e pragas. O manejo antecipado não apenas protege a lavoura, mas contribui para melhores resultados em produtividade, qualidade e rentabilidade ao longo da safra”, conclui. Sobre a IHARA A IHARA é uma empresa de pesquisa e desenvolvimento que, há mais de 60 anos, leva soluções para a agricultura brasileira, setor no qual é reconhecida como fonte de inovação e tecnologia japonesa, sendo uma marca que possui a credibilidade e a confiança dos seus clientes. A empresa conta com um portfólio completo de fungicidas, herbicidas, inseticidas, biológicos, acaricidas e produtos especiais, somando mais de 60 soluções que contribuem para a proteção de mais de 100 diferentes tipos de cultivos, colaborando para que os agricultores possam produzir cada vez mais alimentos, com mais qualidade e de forma sustentável. Em 2022, a IHARA ingressou no segmento de pastagem, oferecendo soluções inovadoras para o pecuarista brasileiro. Para mais informações, acesse o site da IHARA.

  • Espetáculo "Faz escuro, mas eu vejo" abre programação ao público do 4º Festival de Cultura Inclusiva em Brasília

    Após as de oficinas de teatro, figurino e cenografia, o 4º Festival de Cultura Inclusiva do Distrito Federal chega a um dos momentos mais aguardados da programação: a apresentação do espetáculo "Faz escuro, mas eu vejo", que será realizada no dia 29 de julho, na Sala Multiuso Tullio Guimarães, no Espaço Cultural Renato Russo. Realizado pelo Instituto Entre Nós, em parceria com a Associação Mãe em Movimento (AMEM/DF), o espetáculo é resultado da construção coletiva desenvolvida durante as oficinas do festival, reunindo pessoas com e sem deficiência em um processo de criação artística baseado na convivência, na inclusão e na valorização da diversidade. Escrito por Lurdinha Danezy em parceria com Anna Moura "Faz escuro, mas eu vejo" é inspirado em situações vividas por pessoas com deficiência em diferentes contextos sociais. A direção é de Bruno Coeoli, que também conduziu a oficina de teatro responsável pela preparação do elenco. A apresentação contará com duas sessões. A primeira, às 15h, será destinada a estudantes de escolas públicas. Já a segunda, às 19h, será aberta ao público, com entrada gratuita. Para a idealizadora do festival, Lurdinha Danezy, o espetáculo representa a concretização de um processo construído ao longo das oficinas. "Cada cena nasceu da convivência entre os participantes e das experiências compartilhadas durante os encontros. Mais do que uma apresentação teatral, '"Faz escuro, mas eu vejo' convida o público a refletir sobre inclusão, respeito e o direito de todas as pessoas ocuparem os espaços culturais", destaca. Segundo Tatiana Corrêa Leite, presidente do Instituto Entre Nós, a apresentação marca uma etapa importante do projeto. "O espetáculo traduz o propósito do festival de promover acessibilidade por meio da arte e do encontro entre pessoas com diferentes vivências. Esperamos que o público prestigie esse momento e conheça de perto o resultado de um trabalho desenvolvido de forma coletiva", afirma. Após a apresentação de ""Faz escuro, mas eu vejo", a programação do festival terá continuidade entre os dias 4 e 7 de agosto, com a exposição “Para além do palco” composta pelos figurinos, objetos cênicos e registros produzidos durante as oficinas. A abertura oficial da mostra acontecerá no dia 4 de agosto, às 19h, no Espaço Cultural Renato Russo. Nos dias 5 e 7 de agosto, o festival também promoverá apresentações artísticas inclusivas, encerrando a quarta edição do projeto. SERVIÇO: Apresentação do espetáculo do 4º Festival de Cultura Inclusiva do Distrito Federal Espaço Multiuso Tullio Guimarães – Espaço Cultural Renato Russo Data: 29 de julho de 2026 Sessão para escolas públicas e público em geral: 15h Sessão aberta ao público: 19h Entrada gratuita Espetáculo construído coletivamente por participantes com e sem deficiência durante as oficinas do festival. Sobre o 4º Festival de Cultura Inclusiva - O 4º Festival de Cultura Inclusiva do Distrito Federal é um projeto voltado à promoção da acessibilidade, inclusão e protagonismo de pessoas com deficiência por meio da arte e da cultura. Realizado pelo Instituto Entre Nós, em parceria com a AMEM/DF, o festival acontecerá entre junho e agosto de 2026, no Espaço Cultural Renato Russo, reunindo oficinas gratuitas de teatro, preparação de atores, figurino, cenografia e acessibilidade, além da montagem de um espetáculo teatral inclusivo. A programação também contará com exposição artística e apresentações culturais abertas ao público.

  • GWM apresenta turnê inédita da Orquestra Chinesa de Xangai no Brasil e reforça compromisso com o intercâmbio cultural entre os dois países

    A GWM Brasil apresenta a primeira turnê da Orquestra Chinesa de Xangai no país, reforçando seu compromisso com o intercâmbio cultural e o fortalecimento das relações entre Brasil e China. Integrante da programação oficial do Ano Cultural Brasil–China 2026, o espetáculo “Cores da China” será apresentado em seis capitais brasileiras entre os dias 30 de julho e 11 de agosto. A iniciativa reflete a estratégia da GWM de contribuir para o estreitamento dos laços entre os dois países não apenas por meio da inovação e da mobilidade sustentável, mas também do incentivo a projetos que valorizam a cultura, a diversidade e a troca de experiências. Em 2026, a empresa celebra três anos de operação no Brasil, consolidando sua presença com a produção nacional de veículos em Iracemápolis (SP) e a vice-liderança no mercado brasileiro de veículos eletrificados. "A GWM tem orgulho de apoiar iniciativas que aproximam culturas e criam conexões significativas com a sociedade. Receber no Brasil a Orquestra Chinesa de Xangai, em um momento tão simbólico das relações entre os dois países, reforça nosso compromisso de contribuir para intercâmbios que inspirem, promovam diversidade e gerem impacto positivo por meio da cultura", afirma Thiago Sugahara, gerente de ESG e Relacionamento com Stakeholders da GWM Brasil. Apresentada pela GWM, com patrocínio da SPIC Brasil, a turnê é realizada pela Interlúdio, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, do Ministério da Cultura, com produção da Dellarte. As apresentações acontecerão no Rio de Janeiro (30 de julho), São Paulo (1º de agosto), Brasília (4 de agosto), Belo Horizonte (6 de agosto), Curitiba (9 de agosto) e Porto Alegre (11 de agosto). A circulação internacional da Orquestra Chinesa de Xangai integra a iniciativa Image China, plataforma criada pelo China Arts and Entertainment Group para promover a música e as artes chinesas em importantes palcos das Américas, Europa e Oceania. Um espetáculo que une tradição e contemporaneidade Criado pela Orquestra Chinesa de Xangai em parceria com o Tencent Music Entertainment Group, o “Cores da China” oferece uma leitura contemporânea da tradição musical chinesa. O concerto reúne nove composições originais inspiradas nas cores da cultura do país e em poemas clássicos de diferentes dinastias, interpretadas por instrumentos tradicionais como erhu, pipa, sheng, suona, dizi, konghou e tambores chineses. Com estreia em 2024 durante o 39º Festival Internacional de Música Primavera de Xangai, o espetáculo propõe uma experiência sensorial que conecta música, poesia e filosofia oriental, aproximando o público brasileiro da herança cultural chinesa por meio de uma linguagem artística contemporânea. Referência mundial em música tradicional chinesa Fundada em 1952, a Orquestra Chinesa de Xangai é uma das mais importantes instituições dedicadas à música tradicional chinesa. Reconhecida internacionalmente por sua excelência artística, já se apresentou em algumas das principais salas de concerto do mundo, como Philharmonie de Paris, Berliner Philharmonie, Elbphilharmonie, Barbican Centre e Kennedy Center. Nos últimos anos, a orquestra consolidou sua proposta de desenvolver uma "música chinesa com temperamento contemporâneo e expressão internacional", promovendo a renovação da tradição musical do país e ampliando seu alcance junto a públicos de diferentes culturas. Os ingressos para todas as apresentações já estão disponíveis. SERVIÇO TURNÊ OFICIAL DA PROGRAMAÇÃO DO ANO CULTURAL BRASIL CHINA 2026 Apresenta: Ministério da Cultura e GWMPatrocínio: SPICProdução: DellarteRealização: Interlúdio, Ministério da Cultura - Governo do Brasil - Do lado do povo brasileiroPrograma: Cores da ChinaDuração: 70 minutos, sem intervaloClassificação indicativa: 10 anosLink de vendas: dellarte.com.br/ Rio de JaneiroLocal: Sala Cecília Meireles - Rua da Lapa, 47 – LapaData: 30/07/2026 – 19h (quinta-feira)Preço único: R$ 150,00Ingressos populares: R$ 50,00 São PauloLocal: Teatro B32 - R. Lício Nogueira, 92 – Itaim BibiData: 01/08/2026 – 20h (sábado)Preço único: R$ 150,00Ingressos populares: R$ 50,00 BrasíliaLocal: Sala Martins Pena – Teatro Planalto: Via N2 Eixo Monumental – Setor Cultural NorteData: 04/08/2026 – 20h (terça-feira)Preço único: R$ 150,00Ingressos populares: R$ 50,00 Belo HorizonteLocal: Palácio das Artes - Av. Afonso Pena, 1537 – CentroData: 06/08/2026 – 20h (quinta-feira)Preço único: R$ 150,00Ingressos populares: R$ 50,00 CuritibaLocal: Capela Santa Maria Espaço Cultural - Rua Conselheiro Laurindo, 273 – CentroData: 09/08/2026 – 19h (domingo)Preço único: R$ 150,00Ingressos populares: R$ 50,00 Porto Alegre Local: Teatro Simões Lopes Neto - Rua Riachuelo, 1089 – Centro HistóricoData: 11/08/2026 – horário a confirmar (terça-feira)Preço único: R$ 150,00Ingressos populares: R$ 50,00 Sobre a GWM Maior empresa automotiva chinesa de capital 100% privado, a GWM é a terceira maior fabricante mundial de picapes médias, segmento que ela lidera na China há 28 anos, onde tem uma participação acima de 50%. A empresa tem uma atuação global que envolve mais de 150 países e regiões, 80 mil colaboradores e 13 centros de P&D (Pesquisa e Desenvolvimento) distribuídos em quatro países.

  • Últimos dias de inscrições para curso gratuito de desenvolvedor de games

    Até o dia 14 de julho, a Prefeitura de São Paulo recebe inscrições para 160 vagas do curso gratuito de Desenvolvedor de Games. Com carga horária de 180 horas e duração de 12 meses, o curso tem aulas presenciais uma vez por semana no Hub Sampa Games, localizado no Centro da capital paulista. A formação aborda todas as etapas do desenvolvimento de jogos, com módulos de Pré-produção, Game Art, Game Art 3D e Engine, além da entrega de um jogo como projeto final. O processo de seleção será preferencialmente para moradores da cidade de São Paulo com mais de 16 anos e Ensino Médio completo ou em andamento. Metade das vagas é destinada a estudantes e egressos de escolas públicas ou bolsistas integrais da rede privada. Inscrições pelo site da ADE SAMPA (Agência São Paulo de Desenvolvimento - https://adesampa.com.br/hubsampagames). As aulas têm início em 17 de agosto de 2026. SOBRE A ADE SAMPA A Agência São Paulo de Desenvolvimento (ADE SAMPA) promove políticas públicas que contribuem para a redução de desigualdades econômicas, aumentando a competitividade e fomentando a geração de emprego e renda na cidade de São Paulo. Com ações e programas voltados para empreendedorismo, inovação, tecnologia e sustentabilidade, oferece cursos e capacitações, aceleração de negócios, atendimento para MEIs, espaços de trabalho gratuitos, estúdios de podcasts e orientação para obtenção de crédito.

  • Férias em alta velocidade, muita cor e diversão: Alameda Shopping prepara programação especial para toda a família

    As férias de julho ganharam um roteiro completo no Alameda Shopping. Durante o mês, o empreendimento reúne atrações para diferentes públicos, combinando criatividade, brincadeiras e experiências para toda a família. A programação inclui Oficinas de Pintura gratuitas para crianças e adolescentes de 10 a 16 anos, um brinquedão inflável para os pequenos gastarem energia e, para fechar o calendário, o Brasília Motor Fest 2026, que promete reunir fãs de carros clássicos, premium e customizados em um grande encontro. Nos dias 18 e 25 de julho, as Oficinas de Pintura terão como tema "Copa, Esportes e União", incentivando os participantes a expressarem, por meio da arte, valores como respeito, diversidade, integração e trabalho em equipe. As atividades acontecem em duas turmas, às 15h e às 16h, com 15 vagas por sessão. Durante todo o período de férias, a Praça de Eventos também recebe um brinquedão inflável com opções de ingresso para diferentes tempos de permanência. Já no dia 25 de julho, o estacionamento do shopping será palco do Brasília Motor Fest 2026, com exposição gratuita de veículos premium, clássicos e customizados, além de uma mostra de miniaturas (Diecast) no Piso Avenida, consolidando o Alameda Shopping como um dos principais destinos de lazer das férias no Distrito Federal. Serviço: Programação de Férias – Alameda Shopping Oficinas de Pintura – "Copa, Esportes e União" Data: 18 e 25 de julho Turmas às 15h e 16h Público: crianças e adolescentes de 10 a 16 anos Gratuito | 15 vagas por turma Brinquedão de Férias Local:Praça de Eventos – Piso Alameda R$ 30 (30 minutos) | R$ 40 (60 minutos) | R$ 50 (passaporte para o dia), conforme regulamento da atração. Brasília Motor Fest 2026 Data: 25 de julho Exposição de veículos: Estacionamentos G5 e G6 Exposição de miniaturas (Diecast): Piso Avenida Entrada gratuita

  • Conheça a empresa que levou 170 brasileiros para conhecer o símbolo da própria marca

    Imagine transformar a história da sua empresa em uma experiência inesquecível. Ou permitir que as pessoas que ajudam a construir sua marca entendam, na prática, por que ela foi criada daquela forma. Até aí, tudo bem, correto? Agora imagine que o principal símbolo da sua companhia seja um rochedo de quase 500 metros de altura no sul da Península Ibérica. Você levaria seus parceiros até lá para vivenciar o que essa marca realmente representa? Foi exatamente isso que a Prudential do Brasil fez. A empresa é subsidiária da Prudential Financial, uma companhia de serviços financeiros norte-americana que atua em mais de 50 países. E o seu símbolo? O Rochedo de Gibraltar. Associado aos conceitos de força, proteção e estabilidade, o local (conhecido historicamente como uma das "Colunas de Hércules" por separar o Mar Mediterrâneo do Oceano Atlântico) se tornou um dos principais símbolos da companhia ao redor do mundo há mais de 150 anos. Você já deve estar imaginando o que aconteceu. Lá foram 170 participantes do Brasil, entre parceiros comerciais e familiares, para essa aventura. A viagem fez parte da edição 2026 do Trophy of Prudential, iniciativa criada para reconhecer os parceiros comerciais com melhor desempenho em resultados e metas ao longo do ano anterior. "Reconhecer desempenho é importante, mas criar memórias e fortalecer o sentimento de pertencimento é ainda mais valioso. A TOP foi pensada para proporcionar exatamente isso. Levar nossos parceiros a Gibraltar, símbolo que inspira a Prudential há mais de um século, é permitir que eles vivenciem de perto a história da companhia e entendam o significado por trás da marca que representam diariamente. É uma experiência que conecta pessoas, propósito e reconhecimento de uma forma muito especial", disse Roberta Estrella, Analista Sênior da Prudential do Brasil. Além do emblemático passeio, a programação incluiu visitas à olivícola LA Organic, referência na produção de azeites premium da região, ao centro histórico de Ronda e uma recepção de abertura realizada no Cortijo de Cortes. Os convidados ficaram hospedados no Kimpton Los Monteros Resort, que serviu como base para os deslocamentos pela Andaluzia. Toda a operação da TOP26 foi coordenada pela Origami Eventos, empresa brasileira especializada em eventos corporativos e viagens de incentivo. A companhia é responsável pela realização do programa há oito anos, atuando no planejamento, logística, curadoria e execução das experiências desenvolvidas para os participantes. Segundo Evandro Monteiro, CEO da Origami Eventos, um dos maiores desafios da edição foi justamente a realização da celebração especial em Gibraltar. "Existe uma diferença entre organizar uma viagem e criar uma experiência. Nosso objetivo foi transformar um dos símbolos mais conhecidos da Prudential em algo real e próximo para os participantes. Quando uma marca consegue materializar sua história e seus valores dessa forma, o reconhecimento ganha outra dimensão", afirmou Monteiro. A edição da Espanha foi o segundo grande projeto internacional realizado pela Origami para a Prudential apenas em 2026. Meses antes, a empresa já havia sido responsável pela operação de outro encontro promovido pela seguradora nas Bahamas, reunindo mais de 1,3 mil participantes. O Trophy of Prudential adota um modelo de destinos rotativos ao redor do mundo. Sob coordenação da Origami, o programa já passou por cidades como Dubai, Berlim e Roma. Ao final da edição realizada na Espanha, a companhia anunciou o próximo destino da iniciativa: Boston, nos Estados Unidos, receberá o encontro em 2027. Mais informações: https://origamieventos.com.br/

  • Ceilândia recebe final do Grupo de Acesso do 26º Circuito de Quadrilhas Juninas do DF e Entorno

    A Praça do Trabalhador, em Ceilândia, será o palco da grande final do Grupo de Acesso do 26º Circuito de Quadrilhas Juninas do Distrito Federal e Entorno, promovido pela Liga Independente de Quadrilhas Juninas do Distrito Federal e Entorno (LINQ-DFE). A 3ª e última etapa acontece neste sábado e domingo, dias 4 e 5 de julho, reunindo onze quadrilhas na disputa por três vagas no Grupo Especial da temporada 2027. No sábado (04/07), a partir das 19h50, se apresentam as quadrilhas Paixão Cangaço, Furacão, Tengo Lengo, Espalha Brasa e Fornalha. No domingo (05/07), a partir das 19h, é a vez de Os Caboclos do Sertão, Matingueiros do Sertão, Coisas da Roça, Arraiá Chapéu de Palha, Tico Tico no Fubá e Xem Nhem Nhem completarem a programação. O Grupo de Acesso é a divisão de acesso do Circuito, reunindo quadrilhas que disputam a subida para o topo da competição junina do DF. Ao final das três etapas, as três quadrilhas mais bem colocadas conquistam vaga no Grupo Especial, elevando o nível de competitividade e o prestígio das agremiações classificadas. O 26º Circuito de Quadrilhas Juninas do DF e Entorno é realizado pela ISACSO, com apoio da LINQ-DFE e da CONFEBRAQ (Confederação Brasileira de Quadrilhas Juninas), e parceria da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal e do Governo do Distrito Federal (GDF). SERVIÇO 3ª Etapa do Grupo de Acesso — 26º Circuito de Quadrilhas Juninas do DF e Entorno Local: Praça do Trabalhador, Ceilândia (DF) Datas: sábado, 04 de julho, e domingo, 05 de julho Horário: a partir das 19h50 (sábado) e das 19h (domingo) Entrada: Gratuita Realização: Instituto ISACSO Apoio: LINQ-DFE e CONFEBRAQ Parceria: Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF e GDF

  • Circuito Cultural de Festas Paroquiais celebra tradição junina em Ceilândia

    Durante três noites, a comunidade se reúne para celebrar as tradições juninas com música, fé e confraternização. A programação musical reúne atrações que representam a força do forró pé de serra no DF. Na primeira noite, o Trio Bacurau abre os trabalhos com muita animação, seguido pelo show de Nego Rainner, que embala o público com clássicos do gênero. No segundo dia, Forró Balançado e a dupla Lucas e Diego dão sequência à festa, mantendo o salão em clima de celebração. O encerramento, no dia 5, fica por conta do Trio Xoddó e da banda Balalaica, que fecham o Circuito com chave de ouro. Além dos shows, o evento conta com apresentação da quadrilha junina Sabugo de Milho, que leva ao público coreografias, figurinos e tradição típicos das festividades de São João, reforçando o caráter cultural e comunitário da iniciativa. O Circuito Cultural de Festas Paroquiais é uma realização do Instituto Cultural Social São Bento (ICSSB), com fomento do Ministério da Cultura, e integra o calendário de ações voltadas à valorização da cultura popular e das tradições juninas no Distrito Federal. SERVIÇO Circuito Cultural de Festas Paroquiais Dias: 3, 4 e 5 de julho Horário: a definir/conforme programação local Local: Paróquia São Marcos e São Lucas — Setor P Norte QNP 9/13, Ceilândia Entrada: gratuita Programação: 03/07 — Trio Bacurau e Nego Rainner 04/07 — Forró Balançado e Lucas e Diego 05/07 — Trio Xoddó e Balalaica Realização: Instituto Cultural Social São Bento (ICSSB) Fomento: Ministério da Cultura

  • Isis Valverde curte com filho férias em Jericoacoara

    A atriz Isis Valverde foi vista na manhã desta sexta-feira (3), na praia de Jericoacoara, no Ceará, acompanhada do filho, de sete anos. Os dois estão na cidade aproveitando o início das férias escolares. "Eu amo Jericoacoara e sempre comentava com o Rael, ele está animado para a viagem. Além disso, essa é a nossa época favorita juntos, viagem de férias só nós dois”, contou. Conhecida por suas praias, lagoas e pelo pôr do sol que atrai visitantes de todo o mundo, Jericoacoara segue entre os destinos favoritos de artistas que aproveitam pausas na agenda para desacelerar e viver dias de tranquilidade em meio à natureza.

  • Calotes de bets expõem fragilidade nos contratos e deixam clubes diante de prejuízos milionários

    O avanço das empresas de apostas esportivas mudou o cenário do futebol brasileiro. Em poucos anos, as bets passaram a investir milhões de reais em patrocínios e se tornaram presença constante nas camisas dos clubes e nas competições nacionais. Contudo, o crescimento acelerado desse mercado também evidenciou fragilidades nas relações contratuais. Casos de empresas que deixaram de cumprir os pagamentos previstos acenderam um alerta para a necessidade de contratos mais seguros e de mecanismos jurídicos capazes de proteger os clubes contra grandes prejuízos financeiros. Um exemplo recente e emblemático envolve a Alfa Bet, empresa que rompeu contratos com o Grêmio e o Internacional após interromper os pagamentos previstos no contrato. Somados, os prejuízos cobrados judicialmente pelos dois clubes ultrapassam R$ 90 milhões, tornando o episódio um dos maiores casos de inadimplência já registrados entre empresas de apostas e os clubes brasileiros. A situação traz um alerta para todo o mercado esportivo sobre a necessidade de maior segurança jurídica nas negociações. A justificativa apresentada pela Alfa Bet para o descumprimento dos contratos foi uma reestruturação societária acompanhada de dificuldades financeiras. A empresa, que tinha uma pequena participação no mercado nacional de apostas, buscou investidores para tentar evitar a insolvência. O episódio demonstrou que nem sempre a autorização para atuar no mercado é suficiente para garantir estabilidade financeira e capacidade de cumprir compromissos de longo prazo.Para o advogado Victor Amado, especialista em Direito Desportivo e presidente da Comissão Especial de Direito dos Jogos Esportivos e Lotéricos da OAB-GO, o problema não está apenas na falta de pagamento, mas principalmente na ausência de mecanismos capazes de reduzir os riscos antes mesmo da assinatura dos contratos. "A velocidade da regulamentação não foi acompanhada por uma cultura contratual igualmente sólida. Hoje, cláusulas de garantia financeira, análise da capacidade econômica das operadoras e mecanismos de rescisão antecipada deixaram de ser diferenciais e passaram a ser requisitos indispensáveis para proteger os clubes", afirma. Segundo o advogado, o caso da Alfa Bet evidencia como a falta de uma avaliação financeira rigorosa das empresas pode comprometer o planejamento esportivo e orçamentário das equipes. Ele ressalta que o contrato previa o pagamento de aproximadamente R$ 50 milhões por ano para cada clube, mas os repasses foram interrompidos ainda durante o primeiro ano de vigência e, sem os recursos previstos, Grêmio e Internacional precisaram recorrer ao Judiciário para tentar recuperar parte dos valores devidos. Victor Amado destaca que, no caso do Grêmio, a situação se agravou porque um acordo preliminar firmado durante a disputa judicial, que previa o pagamento de cerca de R$ 12 milhões, também deixou de ser cumprido. “Além das perdas financeiras, o clube permaneceu durante meses sem um patrocinador principal estampado na camisa, situação que reduziu receitas comerciais e obrigou a diretoria a reorganizar seu planejamento financeiro”, observa. O especialista lembra que o Internacional adotou uma estratégia diferente e manteve a cobrança judicial voltada ao bloqueio de bens e ativos da empresa, na expectativa de recuperar integralmente os valores previstos no contrato, estimados em aproximadamente R$ 60 milhões. “Enquanto o processo segue em andamento, o episódio evidencia os riscos enfrentados por instituições esportivas que dependem significativamente de contratos de patrocínio para equilibrar seus orçamentos. É fundamental que os clubes busquem outras alternativas de captação de recursos para manter uma melhor saúde financeira”, pontua. Victor Amado avalia que depois da rescisão do contrato, os dois clubes passaram a adotar estratégias mais cautelosas na busca por novos patrocinadores. “A opção foi estabelecer contratos de duração entre três e cinco anos, garantindo uma maior previsibilidade financeira e reduzindo os riscos de novas interrupções inesperadas. Além disso, o Grêmio, por exemplo, decidiu deixar de priorizar empresas do setor de apostas para o principal espaço publicitário da camisa e passou a buscar marcas de outros segmentos econômicos, consideradas mais estáveis sob o ponto de vista financeiro e institucional”, completa. O advogado acrescenta que o Internacional continua avaliando propostas de empresas de apostas, mas passou a exigir um nível muito maior de proteção contratual nas negociações, exigindo que antes de qualquer assinatura seja realizada uma análise aprofundada da saúde financeira das empresas, verificando capacidade econômica, estrutura societária, histórico de pagamentos e garantias patrimoniais. “O caso da Alfa Bet revela que o desafio do futebol brasileiro já não está apenas em atrair grandes patrocinadores, mas em garantir que esses parceiros tenham capacidade financeira para cumprir os compromissos assumidos durante toda a vigência dos contratos. Em um mercado que movimenta cifras milionárias, segurança jurídica, análise prévia das empresas e garantias contratuais deixaram de ser meras formalidades e passaram a representar elementos fundamentais para preservar a estabilidade financeira das instituições esportivas”, arremata.

  • Coletânea Artística do Guará será lançada com sarau literário e exposição de artes visuais

    143 escritores, 15 artistas visuais e uma infinidade de histórias para contar. Reunindo essa força criativa, a 2ª edição do Festival do Guará já tem data para começar: 21 de julho. O Teatro da Administração Regional será o palco do lançamento simultâneo da Coletânea Artística e da Exposição de Artes do Guará, em uma programação que costura a memória, a inventividade e a alma de uma das regiões mais queridas dos brasilienses. Muito além de uma celebração, o projeto se propõe a traduzir em palavras, cores e formas o verdadeiro mosaico cultural da RA X, a partir da voz de quem vive e respira a cidade. Realizado pelo Instituto Latinoamerica e pelo Festival do Guará, em parceria com a Funarte (Fundação Nacional de Artes), com apoio da Administração Regional, o projeto busca registrar a essência local. “Reunimos escritores e obras visuais na tentativa de construir um retrato possível da alma do Guará. No processo seletivo realizado em abril, buscamos identidade a partir de um critério claro: cada colaborador precisava ter um vínculo de afeto com este território e seu povo. Cada pessoa que assina este livro reconhece, à sua maneira, que faz parte da comunidade”, destaca. Narrativas visuaisCom poemas, contos, crônicas e relatos, a publicação “Do Guará: Coletânea Artística" reúne o trabalho de 143 escritores, entre vozes experientes e novos talentos. Os textos dialogam com obras da Exposição de Artes. Reproduzidas em serigrafias, as peças são inspiradas na história, na paisagem, na vida cotidiana da cidade e vão resultar em uma coleção permanente, que pretende ampliar o acesso do público e fortalecer a preservação da memória local. A noite de lançamento contará ainda com um sarau literário aberto ao público, proporcionando um espaço de encontro entre autores e leitores. Calçadão CulturaCom 57 anos de fundação, o Guará tem muita história para contar e cantar. A cidade, hoje, abriga um cenário de efervescência musical. Dando continuidade à proposta de transformar a arte guaraense em memória, encontro e pertencimento, o 2º Festival do Guará realiza, em agosto, o Calçadão Cultural. O evento vai promover um circuito de convivência e expressão artística ao pôr do sol, reunindo música, literatura, artes visuais, atividades esportivas, oficinas e manifestações da cultura popular. Ao todo, serão nove pontos distribuídos ao longo do calçadão do Guará II, das 16h às 21h, com atrações formadas majoritariamente por artistas e coletivos da cidade. SERVIÇO2º Festival do Guará - lançamento da Coletânea Artística do Guará, Sarau Literário e abertura da Exposição de Artes do GuaráData: 21 de julho de 2026Horário: 19hLocal: Teatro da Administração Regional do GuaráEntrada gratuita Calçadão CulturalData: 1º de agosto de 2026Horário: 16h às 21hLocal: Calçadão do Guará IIEntrada gratuita

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