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- Escritora Daniela Chindler está em Brasília como finalista do Prêmio Vivaleitura 2026
A escritora e produtora cultural Daniela Chindler está entre os finalistas da 9ª edição do Prêmio Vivaleitura, uma das principais iniciativas de valorização de projetos de incentivo à leitura e à escrita no país. A cerimônia de premiação será realizada no dia 23 de abril de 2026 (quinta-feira), às 16h, em Brasília, durante o lançamento do novo Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL 2026-2035). Ao todo, serão reconhecidas 25 iniciativas, com premiação total de R$550 mil, entre vencedores e finalistas. O evento contará com representantes dos Ministérios da Cultura e da Educação. Daniela concorre com o projeto “Além Muros”, iniciativa criada em 2021 na unidade prisional feminina Talavera Bruce (RJ), que promove o acesso à leitura dentro do sistema carcerário por meio da criação de sala de leitura e acervo literário. Pelo impacto social de seu trabalho, a autora recebeu em 2025 o Prêmio Faz Diferença, do jornal O Globo, na categoria Livros. Novo livro destaca bibliotecas brasileiras No fim de março, Daniela lançou o livro “Onde Moram os Livros? Bibliotecas do Brasil”, uma nova edição da obra publicada originalmente em 2017. O título convida leitores a uma viagem por bibliotecas emblemáticas do país, abordando arquitetura, histórias e curiosidades de espaços como a Biblioteca Nacional, o Real Gabinete Português de Leitura, a Biblioteca Mário de Andrade e a Biblioteca Pública do Amazonas. A novidade desta edição fica por conta da Biblioteca dos Saberes, que ainda está sendo projeto para ocupar um espaço na Praça XI, junto ao monumento Zumbi dos Palmares. Como parte do lançamento, foram distribuídos kits com 20 exemplares para 49 escolas públicas, além da biblioteca da Rede da Maré, ampliando o acesso à leitura entre estudantes. O projeto conta com apoio dos Institutos Parceiros da Educação Rio e Frevo. Trajetória Daniela Chindler é uma referência em educação não formal. Ela idealizou visitas teatralizadas da Academia Brasileira de Letras, criadas para o centenário da instituição e mantidas em cartaz por 15 anos. Em 2026, ela adaptou o projeto para o Theatro Municipal do Rio de Janeiro. A escritora foi curadora da programação infantojuvenil de diversas edições da Bienal do Livro do Rio de Janeiro, além das Bienais do Amazonas e da Bahia e é responsável pela curadoria do Educativo do Centro Cultural Banco do Brasil no Rio de Janeiro (CCBB-RJ). Entre outros projetos recentes, destacam-se o Oficina Maker - programa de formação em tecnologia para jovens, entre 14 e 20 anos, moradores das Zonas Norte e Oeste -, e “Quando a máquina pensa, ou acha que pensa” – que apresenta o tema da Inteligência Artificial para crianças e jovens adultos. Prêmio Vivaleitura 2026Data: 23 de abril de 2026 (quinta-feira)Horário: 16h Local: CICB - Centro Internacional de Convenções do Brasil SCES, Asa Sul Trecho 2 Conjunto 63 Lote 50 - Plano Piloto - Brasília
- Maru Poke inaugura no Shopping Iguatemi Brasília e amplia opções gastronômicas leves e criativas
O Shopping Iguatemi Brasília acaba de ganhar um novo reforço em seu mix gastronômico com a inauguração do Maru Poke. A marca nasce do mesmo grupo responsável pelos já conhecidos Marietta e Marvin e chega à Praça de Alimentação do mall com a proposta de oferecer uma experiência leve, fresca e ao mesmo tempo intensa em sabores. Criado a partir do desejo de explorar novos ingredientes e combinações, o Maru aposta em pokes autorais, coloridos e preparados com insumos selecionados, pensados para quem busca uma pausa prática e nutritiva no dia a dia. A novidade marca mais um passo na trajetória do grupo, que amplia sua atuação no segmento de alimentação com um conceito contemporâneo e descontraído. “Estamos muito satisfeitos em trazer o Maru Poke com sua proposta que une qualidade e uma vivência alinhada ao estilo de vida dos nossos clientes”, afirma Bianca Marinho, gerente de marketing do shopping. “A proposta da marca conversa diretamente com o público que busca refeições equilibradas sem abrir mão de sabor e praticidade.” Com ambiente acolhedor e proposta moderna, o Maru chega ao mall com a missão de complementar as opções já existentes, oferecendo uma alternativa versátil para diferentes momentos do dia — do almoço rápido a uma pausa entre compromissos.A inauguração celebra a diversidade gastronômica do Shopping Iguatemi Brasília, que segue investindo em novidades para proporcionar experiências cada vez mais completas aos seus visitantes. Sobre o Iguatemi Brasília O Iguatemi Brasília é um dos principais destinos de compras, gastronomia e entretenimento da capital, reunindo um portfólio cuidadosamente selecionado que privilegia qualidade, conforto e experiência. Com 149 lojas, sendo 23 inéditas na cidade, o empreendimento se destaca pela curadoria de marcas e pelo projeto arquitetônico que valoriza luz natural e integração com o ambiente externo. Conta com mais de 2.400 vagas de estacionamento, sendo 1.700 cobertas.
- Catira, MPB e instrumental brasileiro animam a Fercal Feira Massa neste domingo
Para quem gosta de danças típicas, neste domingo (26/4), a Fercal Feira Massa terá os Catireiros de Nossa Senhora. Na música, instrumental brasileiro, com Cairo Vitor, e MPB, com Alberto Salgado. O evento ocorre a partir das 9h no Galpão da Feira do Engenho Velho, onde é sempre realizada a tradicional feira com produtos da região. Gratuito. Livre para todos os públicos. Mais informações no Instagram: @fercalfeiramassa. A exposição hiper-realista “Vozes Negras”, do artista plástico e tatuador Marco Antônio, será exibida todos os domingos, até 17 de maio, quando termina o evento. “Sou criado aqui e expor na Fercal pela primeira vez tem sido muito bom, uma experiência totalmente nova. Para mim, é uma honra”, comenta o artista, que vendia frango assado na feira ao lado do pai. “Espero, sinceramente, que a Feira Massa aconteça todos os anos, para que a gente possa expandir a arte e a cultura aqui, porque precisamos muito.” O violonista Cairo Vitor, que também é morador da região, se apresentará acompanhado de Paula Zimbres, no baixo, e de Felipe Fiuza, na percussão. Já Alberto Salgado subirá ao palco ao lado da pandeirista Carol Senna. A Fercal Feira Massa ainda terá Carol Carneiro, Sheila Gomes, Sem Chorumelas, Meriele, Oliveira e Elza e Adriano Rocha. São realizados dois shows por domingo. A entrada é gratuita. Estão sendo arrecadados alimentos não perecíveis para doação. A Feira Massa, idealizada pelo artista e produtor cultural Adriano Rocha, é realizada com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do GDF. Fercal Feira Massa Quando: aos domingos, até 17 de maio, a partir das 9h Onde: Galpão da Feira do Engenho Velho, na Fercal O quê: shows, catira e artes plásticas Dia 26 de abril: Alberto Salgado e Cairo Vitor Para saber mais: @fercalfeiramassa, no Instagram
- Livro sobre Eixo Monumental será lançado em Brasília com novos olhares sobre a capital
O lançamento do livro Monumental, de Carlos Henrique Magalhães de Lima, movimenta a cena cultural do Distrito Federal nos dias 28 e 29 de abril, em Brasília. O evento inclui sessão de autógrafos e debates com a presença do autor. A obra é resultado de uma pesquisa aprofundada sobre o Eixo Monumental de Brasília, um dos espaços mais simbólicos da produção urbanística do século XX. Com duas atividades de lançamento, Monumental chega ao público como um convite à reflexão sobre o passado, o presente e o futuro da capital federal. No dia 28 de abril, o encontro ocorre no Beirute da Asa Sul, com sessão de autógrafos e venda de exemplares. No dia 29, o lançamento segue para a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Brasília (FAU/UnB), onde será realizado um debate com o autor, mediado por Leandro Cruz, com certificação para os participantes inscritos. Resultado de uma investigação aprofundada, o livro analisa o Eixo Monumental como marco da urbanização moderna e patrimônio mundial da humanidade. Ao articular desenho, arquitetura e história, Carlos propõe uma leitura que evidencia tanto os aspectos construtivos quanto os simbólicos desse espaço central da capital. Segundo o autor, a concepção da obra teve origem no interesse pelos arquivos públicos do Distrito Federal. “O Arquivo Público do Distrito Federal tem enorme importância nesse percurso. A ideia para o livro surge desse contexto e da curiosidade em investigar os modos de projetar e as técnicas envolvidas na realização de edifícios em um momento muito particular da história da arquitetura”, afirma. A publicação também destaca o papel das instituições arquivísticas para além da guarda documental, apresentando-as como espaços dinâmicos de produção de conhecimento e de múltiplas leituras sobre a história urbana. “É um livro que investiga as relações de trabalho, as formas de desenhar e projetar e os modos de colaboração que emergiram na construção dos edifícios monumentais de Brasília. O leitor/leitora encontrará diferentes níveis de leitura, dos desenhos técnicos às fotografias históricas, além de um ensaio contemporâneo que revela contrastes entre épocas e amplia o debate para além da arquitetura”, explica o autor. O ensaio fotográfico de Joana França, que encerra a obra, estabelece um contraponto visual entre as décadas de construção da cidade e suas dinâmicas atuais, contribuindo para uma leitura contemporânea do território. Realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC), o projeto reforça a importância do incentivo público à produção cultural e à reflexão crítica sobre o patrimônio urbano. Com versões em português e inglês, a publicação investiga as relações entre desenho e arquitetura ao longo da construção da capital, com foco em projetos e obras entre as décadas de 1950 e 1970, a partir de documentos do Arquivo Público do Distrito Federal. Sobre o autor Carlos Henrique Magalhães de Lima é professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Brasília (FAU/UnB). Doutor pelo Programa de Pós-graduação em Urbanismo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (PROURB-UFRJ), com estágio na École nationale supérieure d’architecture Paris-Malaquais, é autor de “Catedral de Brasília: projeto e obra” (2024). Sua pesquisa investiga as relações entre projeto, desenho e construção, com foco nos edifícios monumentais de Brasília. Serviço Lançamento do livro Monumental Data: 28 de abril (terça-feira) Local: Beirute Sul Horário: 19h Data: 29 de abril (quarta-feira) Local: Auditório Jayme Golubov- FAU/UnB (ICC Norte, subsolo- Campus Darcy Ribeiro) Horário: 17h Atividade: Lançamento seguido de debate com o autor, mediação de Leandro Cruz e com certificação da UnB para inscritos Onde encontrar o livro:Livraria do Chiquinho (UnB- ICC Norte/Ceubinho) Site: https://nada.art.br/ (envio para todo o Brasil) Valor: R$ 50,00Editora: Nada- Estúdio Criativo, em coedição com a Estereográfica
- Nando Moreno grava DVD “Pelos Bares da Cidade” com casa cheia e participações especiais em Uberlândia
Em meio ao sucesso de “Chapeludo”, parceria com Rio Negro & Solimões que já se aproxima dos 10 milhões de streams, Nando Moreno gravou, na última terça-feira (21), o DVD “Pelos Bares da Cidade”, na Acrópole, em Uberlândia (MG), em uma noite de casa cheia, com participações especiais e um repertório que mistura forró e clássicos do sertanejo. Com proposta intimista, o projeto reuniu uma plateia expressiva e contou com participações de Kaique e Felipe, Emílio & Eduardo, Borges & Dedeu, Tom & Léo, Henrique & Natan, Wilson Vitorino, Zé Elias, Ivan Barreto, Ygor Alves e o Trio Remelexo, que ajudaram a dar ainda mais energia e diversidade à gravação. “Esse DVD traduz muito bem quem eu sou hoje. Tem minha essência, meus amigos, o público perto e essa mistura de forró com sertanejo que faz parte da minha história. Foi uma noite inesquecível, só tenho a agradecer a galera que tirou esse tempo para participar desse dia comigo..” compartilha Nando. Misturando o forró — gênero que vem consolidando sua trajetória — com releituras de clássicos do sertanejo, Nando criou uma atmosfera leve e autêntica, celebrando a música popular em um formato espontâneo. O projeto chega em um momento de ascensão do artista, impulsionado pelo crescimento nas redes sociais e plataformas digitais, e reforça a conexão de Nando com o público em um formato mais próximo e espontâneo. Com direção de Fábio Portrait e direção musical de Xander Carvalho, o projeto traz 12 músicas inéditas, e marca uma nova fase na carreira de Nando Moreno, reforçando seu espaço no cenário do forró.
- Mercado brasileiro enfrenta dilema na escolha da API do WhatsApp; entenda as diferenças
O WhatsApp deixou de ser apenas um aplicativo de mensagens para se tornar uma das principais ferramentas de negócios no mundo. Segundo a Meta, são mais de 2 bilhões de usuários e cerca de 200 milhões de empresas que utilizam a plataforma mensalmente para vendas, atendimento e relacionamento com clientes. No Brasil, um dos maiores mercados da ferramenta, o uso é ainda mais intenso. Dados do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas indicam que o aplicativo já é o principal canal de comunicação para a maioria dos negócios de serviço no país. Mas, à medida que o uso cresce, surge uma dúvida cada vez mais comum entre empresas: qual integração escolher? Hoje, duas opções concentram esse movimento: a API Oficial e a API Web (não oficial). Embora frequentemente tratadas como equivalentes, elas operam com lógicas, riscos e objetivos completamente diferentes. “O mercado ainda trata as duas como concorrentes diretas, mas, na prática, elas atendem a estratégias distintas. A escolha depende do momento da empresa e do nível de previsibilidade que a operação exige”, explica Luan Mileski, Head de Produto & Negócios na Irrah Tech, desenvolvedora de soluções para a gestão do relacionamento com clientes presente em mais de 50 países. API Oficial: escala, controle e previsibilidade A API Oficial, desenvolvida pela Meta, é geralmente adotada por empresas que estruturam a experiência do cliente, operam com CRM (gestão de relacionamento) e utilizam jornadas organizadas. Para isso, esse modelo segue regras de governança bem definidas. Um dos principais para isso é o uso de templates, mensagens que iniciam todas as interações através do aplicativo e que passam por aprovação prévia da plataforma, garantindo padronização, qualidade e segurança na comunicação. Esses templates são organizados por categoria e possuem custos distintos por conversa iniciada. No Brasil, uma mensagem de marketing, como uma campanha promocional, custa em média cerca de US$ 0,0625 por conversa. Já mensagens de utilidade, como confirmação de pedido ou atualização de entrega, ficam na faixa de US$ 0,0315. Na prática, isso significa que cada interação iniciada pela empresa tem um custo previsível, e diretamente ligado ao tipo de comunicação. Um exemplo comum é o envio de uma mensagem como: “Olá, João! Estamos com 20% de desconto hoje. Quer receber o link?”. Porém, apesar do custo, essa estrutura de comunicação permite rastrear e mensurar taxas de abertura e clique, por exemplo. “Esse modelo proporciona um controle total sobre a comunicação. Ela sabe quanto custa, o que performa melhor e consegue ajustar a estratégia com base em dados reais”, afirma Luan Mileski. Esse nível de rastreabilidade transforma o WhatsApp em um canal estratégico. A empresa consegue acompanhar toda a jornada da mensagem, do envio à resposta, e automatizar ações com base no comportamento do cliente. Se um usuário visualizar uma oferta e não responder, por exemplo, é possível programar um novo contato automático. Além disso, a API Oficial garante maior estabilidade na entrega e reduz significativamente o risco de bloqueios, já que toda a operação segue as diretrizes da Meta. API Web: flexibilidade imediata, sem previsibilidade Já a API Web, considerada uma integração não oficial, funciona fora desse ambiente de governança. Nesse modelo, não há necessidade de aprovação prévia de mensagens, o que permite envios imediatos e maior liberdade na comunicação. Isso faz com que muitas empresas utilizem a solução para ações rápidas, como recuperação de carrinhos abandonados, lembretes e notificações operacionais. Por outro lado, não existe cobrança por template ou por categoria de mensagem. O custo costuma estar associado apenas à ferramenta utilizada ou à infraestrutura da automação, o que, em um primeiro momento, pode parecer mais barato. O problema é que essa economia vem acompanhada de uma ausência de previsibilidade. “Como não segue os padrões oficiais da Meta, esse tipo de integração não oferece garantias de entrega, controle de volume ou estabilidade. Em alguns casos, pode levar ao bloqueio ou até ao banimento da conta”, alerta o especialista da IRRAH Tech. Além disso, a empresa perde a capacidade de mensurar com precisão o desempenho das mensagens, o que limita a evolução das estratégias de comunicação. Mais do que custo, é decisão de negócio A escolha entre API Oficial e Web não é apenas tecnológica. Ela passa por uma análise mais ampla sobre o papel do WhatsApp dentro da estratégia da empresa. Negócios em estágio inicial, com menor volume de comunicação, tendem a priorizar custo e agilidade. Já empresas em crescimento, que dependem do canal para vendas e relacionamento, passam a exigir estabilidade, controle e previsibilidade. “O erro mais comum é olhar apenas o custo imediato. Quando a empresa cresce, percebe que precisa de estrutura, dados e segurança. E aí a decisão deixa de ser técnica e passa a impactar diretamente o resultado do negócio”, destaca um dos Heads da IRRAH Tech. O cenário revela uma contradição cada vez mais presente no mercado: enquanto a tecnologia evolui e se consolida como aliada estratégica, os investimentos ainda não acompanham o valor que ela já é capaz de gerar. Com o avanço da inteligência artificial e da automação, a tendência é que decisões como essa deixem de ser operacionais e passem a ser determinantes para a competitividade das empresas. “O Brasil tem uma oportunidade clara de acompanhar esse movimento. Mas isso depende de escolhas mais estruturadas e conscientes sobre tecnologia”, conclui Luan. SOBRE A IRRAH: https://irrahtech.com/ SOBRE A DISPARA AÍ: https://dispara.ai/
- Oswaldo Montenegro apresenta a turnê Dança dos Signos em 30 de maio
Um dos trabalhos mais emblemáticos da carreira de Oswaldo Montenegro, “A Dança dos Signos” volta à cena em 2026, ano em que o artista comemora 70 anos de vida. O espetáculo será apresentado em Brasília em 30 de maio, às 21h30, Ulysses Centro de Convenções. Sucesso de público desde sua estreia, a montagem combina música, teatro e poesia em um formato que atravessa gerações. No palco, Montenegro conduz o público por uma narrativa que mistura histórias, reflexões e canções, explorando os signos do zodíaco como ponto de partida para falar sobre comportamento, identidade e convivência. A apresentação começa com “A Lista”, canção que abre o espetáculo e introduz o tom intimista da narrativa. A partir daí, o artista percorre os signos em um roteiro que alterna momentos musicais e conversas com o público, trazendo referências a nomes como Elton John, John Lennon, Paul McCartney, Bob Dylan e Chico Buarque, além de sucessos de sua própria trajetória, como “Bandolins”, “Lua e Flor”, “Intuição” e o poema “Metade”. Ao lado da flautista Madalena Salles, parceira de longa data, Montenegro constrói no palco uma atmosfera que equilibra humor, lirismo e improviso. Nesta nova turnê, o espetáculo ganha ainda uma dimensão multimídia, com a presença de projeções em led, jogos de luz e interações visuais que ampliam a experiência do público. O elenco conta também com o multi-instrumentista Alexandre Meu Rei e a violoncelista Janaína Salles, em uma formação que combina diferentes sonoridades e reforça o caráter dinâmico da montagem. Mais do que uma leitura sobre astrologia, “A Dança dos Signos” propõe uma reflexão poética sobre as diferenças humanas, convidando o público a reconhecer, na diversidade dos perfis, um espaço de encontro e identificação. Com concepção, texto, música e direção assinados por Oswaldo Montenegro, o espetáculo reúne uma equipe de mais de cinquenta profissionais e reafirma a força criativa de um artista que segue em constante diálogo com seu público. SERVIÇO Oswaldo Montenegro – “A Dança dos Signos” Data: 30 de maio (sábado) Horário: 21h30 Local: Ulysses Centro de Convenções Classificação: 12 anos Duração: 90 minutos Ingressos: Bilheteria Digital www.bilheteriadigital.com/oswaldo-montenegro-em-sua-nova-turne-2026-30-de-maio
- Lucca Restaurante transforma terças-feiras em um roteiro gastronômico com o Pastamania
No Lucca Restaurante, em Brasília, às terças-feiras ganharam um novo destino: a Itália. É nesse espírito que a casa apresenta o Pastamania, uma experiência gastronômica que convida o público a percorrer diferentes regiões italianas sem sair da mesa. A proposta é um buffet livre e completo, pensado para valorizar a tradição e a abundância da culinária italiana. Logo na chegada, o visitante é recebido por uma mesa de antepastos que reúne uma seleção especial de frios, queijos, focaccias e pães artesanais. O destaque da experiência está no show de massas. Preparadas no próprio restaurante, as massas são frescas, feitas à mão e finalizadas na hora. Para encerrar, a mesa de sobremesas traz clássicos italianos que completam o percurso gastronômico, como cannoli, entre outras receitas que equilibram tradição e afeto. Realizado às terças-feiras, no jantar, o evento acontece no Lucca Restaurante, no Brasil 21, com buffet completo a R$ 89 + taxa de serviço e cortesia de até três horas de estacionamento. Serviço Pastamania – Lucca Restaurante Quando: terças-feiras (jantar) Onde: Brasil 21 Suítes – Bloco F, 1º andar Valor: R$ 89 + 10% Benefício: até 3h de estacionamento gratuito @lucca_restaurante
- World Press Photo chega à CAIXA Cultural Rio de Janeiro em 5 de maio com exposição dos 42 projetos premiados em 2026
De 5 de maio (à partir das 17h) a 28 de junho, a CAIXA Cultural Rio de Janeiro recebe a exposição itinerante World Press Photo 2026, que apresenta os vencedores do 69º Concurso Anual realizado pela organização. A mostra traz os 42 projetos premiados que refletem os temas mais urgentes da atualidade no mundo como os principais conflitos sociais e políticos, crise climática, poluição, mulheres em luta, e muito mais. Entre os destaques, a foto do ano “Separados pelo ICE”, de Carol Guzy, da agência ZUMA Press/iWitness, para o Miami Herald, feita dentro de um dos poucos prédios federais dos Estados Unidos onde fotógrafos tiveram acesso, anunciada hoje, 23 de abril, em Amsterdã, na Holanda. No Brasil, dois profissionais brasileiros foram premiados: Eduardo Anizelli e Priscila Ribeiro, com registros marcantes da violência policial e um retrato da crise habitacional no país, respectivamente. Depois da Cidade Maravilhosa, a mostra segue para São Paulo (14/07), Curitiba (27/10) e Salvador (26/01). Os projetos premiados transcendem a mera documentação oferecendo um poderoso registro visual de conflitos globais que vão desde os Estados Unidos e a Ucrânia até ao Nepal, Paquistão e Palestina. Mais do que registrar eventos, as imagens destacam o impacto da crise climática de Los Angeles às Filipinas, México e Noruega, ao mesmo tempo que joga luz sobre a ação cívica e a luta pelos direitos através de imagens de protestos nos Estados Unidos e movimentos de mulheres na Guatemala e no Quênia. Íntimas e muitas vezes comoventes, as obras revelam a fragilidade da vida humana que vão da doença e o isolamento ao luto e à sobrevivência. Em paralelo, a mostra conta histórias das gerações mais jovens, desde bailarinas de ballet na África do Sul a mulheres cavaleiras em Marrocos, e o drama de famílias afetadas pela aplicação da lei de imigração nos Estados Unidos. Os retratos ambientais aproximam os espectadores da natureza de forma impressionante e realista. Foto do ano A foto “Separados pelo ICE” foi feita dentro de um dos poucos prédios federais dos Estados Unidos onde fotógrafos tiveram acesso, um único corredor onde a fotojornalista Carol Guzy e outros profissionais estiveram, dia após dia, documentando o que acontecia. A imagem captura um momento devastador: uma família separada pelo Estado. Luis, um migrante equatoriano que, segundo sua família, não possuía antecedentes criminais, era o único provedor da casa. Ele foi detido por agentes do Immigration and Customs Enforcement (ICE) após uma audiência de imigração no Jacob K. Javits Federal Building, em Nova York, em 26 de agosto de 2025. Sua esposa, Cocha, e seus três filhos (de sete, 13 e 15 anos) ficaram inconsoláveis, enfrentando dificuldades financeiras imediatas e um profundo trauma emocional. A imagem foi selecionada a partir de um conjunto mais amplo de trabalhos de Guzy, Prisões do ICE no Tribunal de Nova York, premiado na categoria Reportagem na região da América do Norte e Central. Dois fotógrafos brasileiros estão entre os premiados da América do Sul no World Press Photo 2026. Na categoria Individual da América do Sul, Priscila Ribeiro foi reconhecida pela imagem Um Território de Esperança, que registra a cena de uma avó, Sandra Mara Siqueira, e seus netos, na cidade de Colombo, Paraná, na ocupação do Parque dos Lagos que abriga 200 famílias. O projeto denuncia a situação de milhões de brasileiros que não têm acesso a moradias seguras, com um déficit nacional de 5,9 milhões de casas, o que força aproximadamente 16,4 milhões de pessoas a viverem em assentamentos informais sem acesso oficial à água, saneamento básico ou eletricidade. Na categoria Reportagem, o fotojornalista Eduardo Anizelli foi vencedor com o projeto Aqueles Que Carregam os Mortos. Em 10 imagens, o fotojornalista registra o resultado da enorme operação policial, em outubro de 2025, contra uma das maiores organizações criminosas do país, realizada nas favelas do Complexo do Alemão e da Penha, no Rio de Janeiro. Mobilizando um número recorde de 2.500 policiais, entre civis e militares, a operação foi a mais letal da história do Brasil. Das 122 pessoas mortas, a grande maioria era afro-brasileira. Após a operação, as autoridades não enviaram equipes forenses, obrigando a comunidade a arcar com o peso físico e emocional de carregar seus próprios mortos. Concurso Desde 1955, o Concurso Anual World Press Photo reconhece e celebra o melhor do fotojornalismo e da fotografia documental produzidos ao longo do último ano. A edição de 2026 adota uma estrutura regional, com seis regiões globais: África; América do Norte e Central; América do Sul; Ásia Ocidental, Central e Sul Asiático; Ásia-Pacífico e Oceania; e Europa. Os vencedores do Concurso de 2026 são os melhores entre as 57.376 fotografias apresentadas por 3747 fotógrafos de 141 países. As inscrições são julgadas e premiadas de acordo com a região onde as fotografias e histórias foram produzidas — e não pela nacionalidade do fotógrafo. Cada região contempla três categorias baseadas em formato: Individual (Singles), Reportagem (Stories) e Projetos de Longo Prazo (Long-Term Projects). O modelo de concurso regional, lançado em 2021, promove uma maior diversidade de histórias e de narradores de todo o mundo. Este ano, 31 dos 42 vencedores são originários da região que fotografaram. Em comparação com o Concurso de 2025, houve um aumento de 11% no número de participantes da América do Sul e de 14% na Ásia-Pacífico e Oceania. As mulheres e os fotógrafos não binários representaram também 22% das candidaturas ao concurso. Isto reflete um aumento constante desde que o modelo de concurso regional foi introduzido. A exposição no Brasil é patrocinada pela CAIXA e Governo do Brasil. A organização sem fins lucrativos Repórteres Sem Fronteiras (RSF) é correalizadora da programação paralela da World Press Photo. Serviço: Exposição: World Press Photo 2026 Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Unidade Passeio Período: Abertura 05 de maio às 17 horas Encerramento: 28 de junho de 2026 Endereço: R. do Passeio, 38 – Centro, Rio de Janeiro – Próximo à estação Cinelândia do Metrô Horário de visitação: Terça a sábado: das 10h às 20h / Domingos e feriados: das 11h às 18h. Entrada gratuita Classificação etária: 12 anos Mais informações: https://www.caixacultural.gov.br/Paginas/default.aspx / @caixalculturalrj / tel: (21) 3083-2595 Importante: A exposição terá visitas mediadas com Libras e todas as imagens contarão com audiodescrição.
- Geração Z no Brasil lidera ranking mundial de interesse por relacionamentos não monogâmicos
O Ashley Madison, o principal site de relacionamentos extraconjugais do mundo¹, registrou a Geração Z como o grupo mais propenso² a se inscrever no site, mesmo que a maioria deles nunca tenha sido casada. Isso reflete uma mudança na sociedade em direção à não monogamia, no lugar dos relacionamentos tradicionais. Para entender melhor a atitude da geração em relação ao sexo e relacionamentos, a plataforma realizou uma pesquisa com a população de zoomers (pessoas com idade entre 18 e 29 anos) em dez países, em parceria com o YouGov³, além de questionar os próprios membros dessa faixa etária em seu site4. Quando se trata de sexo, a Geração Z é muito mais progressista e confortável com o conceito de não monogamia do que as gerações anteriores, com a maioria (62%) dos pesquisados no Brasil dispostos a considerar um relacionamento não monogâmico. Considerada cheia de contradições, os nativos digitais representam o ambiente turbulento e em rápida mudança que estão vivenciando. Em 2022, mais de 1,8 milhão de membros da faixa etária se juntaram ao Ashley Madison, dos quais, mais de 240.000 eram do Brasil. De acordo com a pesquisa, 59% dos membros da Geração Z desejam um relacionamento aberto ou poliamoroso, citando benefícios como "experiências de vida sexual e/ou romântica mais plenas" (65%), "mente aberta/aceitação em relação a diferentes formas de amor" (54%) e "ajudar as pessoas a se ficarem mais confortáveis em pedir o que desejam para maior satisfação" (46%). "A Geração Z é incrivelmente complexa e fascinante, e quando você pensa no fato de que estão se tornando a faixa etário dominante e o maior grupo de consumidores, é importante explorar suas perspectivas sobre diferentes tipos de relacionamentos", diz Isabella Mise, Diretora Sênior de Comunicações do Ashley Madison. "Este relatório visa revelar mais sobre suas atitudes em relação à privacidade, discrição e não monogamia, à medida que eles equilibram entre juventude e idade adulta, e determinam onde se encaixam em um mundo caótico", completa. Tanto homens quanto mulheres nesta faixa etária concordam unanimemente que a principal razão para buscar parceiros externos/múltiplos é porque suas necessidades sexuais não podem ser satisfeitas por somente uma pessoa (51%). Surpreendentemente, 21% das mulheres entrevistadas indicam que não podem ser felizes e monogâmicas, enquanto apenas 15% dos homens relataram o mesmo. Continuando a quebrar estigmas, a pesquisa com membros do Ashley Madison também indica que as mulheres tendem a ser mais sexualmente aventureiras do que os homens. Elas são três vezes mais propensas do que os homens a ter intimidade física com uma ou várias pessoas do mesmo sexo (15% vs. 5%), quatro vezes mais propensas a ter tido relacionamentos com pessoas do mesmo sexo através do Ashley Madison (8% vs. 2%), e duas vezes mais propensas a terem tido ménages a trois ou sexo em grupo com pessoas de vários gêneros/identidades (7% vs. 3%). "As mulheres em casos ou relacionamentos com múltiplos parceiros enfrentam consequências mais severas do que os homens, que podem ganhar status na cultura por serem conquistadores, ou por terem o charme para atrair várias mulheres", diz a Dra. Tammy Nelson, autora de "Open Monogamy". "Esse conhecimento das possíveis retaliações significa que as mulheres têm mais inclinação para manter seus relacionamentos extras em segredo. À medida que nossa sociedade se move para uma conversa mais aberta sobre acordos de monogamia flexíveis, as mulheres podem finalmente ser capazes de sair do armário e expressar suas necessidades por variedade", complementa. Embora a Geração Z seja conhecida por compartilhar a maioria de suas vidas nas redes sociais, os dados da pesquisa com membros do Ashley Madison indicam que, quando se trata de divulgar seus relacionamentos românticos, tanto homens quanto mulheres tendem a ser mais conservadores. Já que 68% por cento das mulheres e 65% dos homens entrevistados relatam que geralmente não anunciam que estão em uma relação amorosa. A principal razão? Para os respondentes, simplesmente não parece necessário (62%). Com 59% dos pesquisados concordando que não é da conta de ninguém. Já entre os que tornaram seu relacionamento público, 81% indicaram que preferem fazer uma 'revelação suave' de seu novo relacionamento, liberando lentamente e de forma sutil conteúdos que apresenta seu parceiro. Quando questionados sobre os motivos para tornarem públicos seus relacionamentos, os membros da Geração Z no Brasil se classificam em terceiro lugar na lista global dos que buscam proporcionar segurança emocional ao parceiro, enquanto ocupam a última posição no tópico de considerar o relacionamento uma façanha pessoal. No que diz respeito às suas vidas sexuais, quase dois terços (64%) dos entrevistados brasileiros expressaram a opinião de que esse é um tema que demanda discrição e privacidade. Embora esta geração possa parecer confusa às vezes, uma coisa é clara. A Geração Z tem uma ideia de quem gostaria de ser, mas ainda não chegou lá. Por causa disso, os zoomers ocupam um espaço onde duas ideias opostas podem ser verdadeiras - e a verdade está cheia de contradições. O relatório completo está disponível aqui para download. ¹ Com base no número de cadastros no Ashley Madison desde 2002. ² Com base no número de cadastros globais no Ashley Madison de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2022. ³ Pesquisa do YouGov realizada com 17.096 adultos em dez países, dos quais 3.393 tinham entre 18 e 29 anos; os tamanhos da amostra para o Brasil foram 1.009 e 350, respectivamente. O trabalho de campo foi realizado entre 11 e 25 de julho de 2023. A pesquisa foi conduzida online. 4 Pesquisa com 663 membros da Geração Z do Ashley Madison (respondentes com idades entre 18 e 29 anos), realizada de 4 de abril a 6 de julho de 2023. Sobre Ashley Madison O Ashley Madison é líder global em namoro casado com mais de 80 milhões de membros em todo o mundo desde 2002. Disponível em 52 países e 15 idiomas, a missão da empresa de oferecer aos adultos uma plataforma para se conectar discretamente a tornou o principal destino para affairs. Para mais informações, por favor, entre em contato:ruby@sherlockcomms.com
- Última semana de abril traz romances dos anos 1990 e 2000 em sessões especiais no Cine Brasília
Entrando na reta final de abril, o Cine Brasília presenteia o público com dois títulos reconhecidos por suas abordagens distintas sobre relacionamentos amorosos. Enquanto um acompanha o desenvolvimento de um encontro ao longo de poucas horas, o outro se debruça sobre as consequências de um término e o impacto das memórias afetivas. Na Sessão Clássicos deste mês, será exibido Antes do Amanhecer, dirigido por Richard Linklater, nesta sexta-feira, 25, às 20h30, e no sábado, 26, às 18h30. Já a Sessão Monumental apresenta Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças na terça, 28, em duas sessões, às 19h e às 21h30. Dirigido por Richard Linklater, Antes do Amanhecer acompanha o encontro entre Jesse, interpretado por Ethan Hawke, e Celine, vivida por Julie Delpy, que se conhecem em um trem e decidem passar uma noite juntos em Viena. Estruturado quase inteiramente a partir do diálogo, o filme se apoia na construção de intimidade entre dois desconhecidos, transformando a experiência em um recorte preciso sobre o instante. O longa integra a trilogia assinada por Linklater e recebeu o Urso de Prata de melhor diretor no Festival Internacional de Cinema de Berlim em 1995. Na Sessão Monumental, Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças, de Michel Gondry, acompanha o casal Joel e Clementine, interpretados por Jim Carrey e Kate Winslet, após o fim do relacionamento. Quando ela decide apagar da memória tudo o que viveu com ele, Joel opta por fazer o mesmo, mas, durante o processo, revisita lembranças do casal e passa a questionar a decisão. Articulando elementos de ficção científica em torno do drama do término, a obra aborda não apenas o desejo de esquecer, mas também o papel das experiências, inclusive as dolorosas, na construção da identidade. O roteiro, assinado por Charlie Kaufman, venceu o Oscar de Melhor Roteiro Original em 2005. SESSÃO CIRCUITÃO Dando sequência à programação, a segunda Sessão Circuitão do mês exibe o longa O Drama. Voltada a títulos mainstream, a sessão traz o novo longa do diretor norueguês Kristoffer Borgli, que acompanha um casal prestes a se casar e em meio aos preparativos finais para a cerimônia. Interpretados por Zendaya e Robert Pattinson, os protagonistas vêem a relação entrar em crise após a revelação de segredos que colocam em xeque a confiança construída entre eles. O filme será exibido no sábado, 25, às 16h, com ingressos nos valores regulares de R$20 (inteira) e R$10 (meia), e na terça, 27, às 18h45, com ingressos a R$10 e R$5. SESSÃO ACESSÍVEL A programação conta ainda com a Sessão Acessível, que exibe De Longe Toda Serra é Azul, também no sábado, às 14h. Dirigido por Neto Borges, o documentário acompanha a trajetória do indigenista Fernando Schiavini em seu retorno às aldeias e regiões onde atuou nos anos 1970, período decisivo para a consolidação da luta pelos direitos indígenas no Brasil. Com narração de Caio Blat e trilha sonora de Zeca Baleiro, o longa reúne depoimentos, registros e reflexões, o filme articula memória individual e história coletiva, revisitando experiências que ajudaram a estruturar o movimento indigenista no país. Gratuita e voltada para Pessoas com Deficiência, a sessão conta com recursos de acessibilidade de Libras e legendas descritivas projetadas na tela e audiodescrição no sistema de som da sala. ESTREIAS Outro destaque da semana é o relançamento de Suspiria, clássico do terror italiano dirigido por Dario Argento. Referência estética e narrativa dentro do gênero lançado originalmente em 1977, o filme acompanha a jovem Suzy, interpretada por Jessica Harper, que chega a uma tradicional academia de dança na Europa e se depara com uma atmosfera inquietante, marcada por acontecimentos violentos e elementos sobrenaturais. Dentre os títulos inéditos, tem o brasileiro Cinco Tipos de Medo, de Bruno Bini. O filme acompanha Murilo, vivido por João Vitor Silva, que, após deixar a UTI, se envolve com sua antiga enfermeira Marlene, interpretada por Bella Campos. A relação se desenvolve em meio a tensões com Sapinho, personagem de Xamã, figura central no controle do território onde vivem. E fechando a lista de estreias, Super Mario Galaxy: O Filme chega como opção para toda a família. Dirigido por Aaron Horvath e Michael Jelenic, o longa acompanha o Mario, o famoso personagem do mundo dos games, em uma nova jornada, agora em escala galáctica, enfrentando um novo vilão ao lado de seus aliados. SELEÇÃO DE CURTAS As sessões de Cinco Tipos de Medo nesta semana serão abertas pelo curta-metragem Mandinga de Gorila, dirigido por Luzé Gonçalves e Juliana Gonçalves. A produção parte da memória e da cultura dos chamados “Gorilas de Saco”, manifestação carnavalesca típica de territórios suburbanos do Rio de Janeiro, especialmente da Vila Vintém. O curta evoca a presença dessa figura como expressão popular que, ao longo do tempo, transitou entre o lúdico e a violência. Os curtas exibidos no Cine Brasília são selecionados na Chamada Pública de Curtas do Cine Brasília, uma iniciativa que busca ampliar a diversidade da programação e fortalecer o cinema nacional. A previsão da atual gestão é que 150 curtas de todo o Brasil sejam exibidos antes das sessões de longas-metragens em cartaz. Os filmes escolhidos recebem um cachê de R$1.300 para obras finalizadas a partir de 2025, e R$800 para as finalizadas até dezembro de 2024. As inscrições podem ser feitas até 1º de abril de 2027 pelo site cinebrasilia.com/chamadas-publicas, onde também está disponível o edital completo. EM CARTAZ Seguem em cartaz na programação o drama A Cronologia da Água e a comédia dramática A Mulher Mais Rica do Mundo. Dirigido por Kristen Stewart, o primeiro acompanha a trajetória de Lidia Yuknavitch, vivida por Imogen Poots, que revisita sua experiência como nadadora e escritora para lidar com traumas e reconstruir sua própria narrativa. Já o longa de Thierry Klifa traz Isabelle Huppert no papel de uma das mulheres mais influentes do mundo, cuja relação com um jovem artista desencadeia uma trama envolvendo poder, dinheiro e disputas familiares. SESSÃO DE ESTREIA Outro filme que integra a programação é a sessão gratuita de estreia do documentário Geração Cabeças, nesta quinta, às 20h. Dirigido por Moacir Macedo, o documentário resgata a trajetória de uma geração de artistas que marcou a cena cultural de Brasília entre as décadas de 1970 e 1980, reunida em torno da Galeria Cabeças e do Concerto Cabeças. A partir de depoimentos e materiais de arquivo, o filme revisita esse período de intensa produção artística, evidenciando a diversidade de linguagens e origens que formaram o movimento. Realizadas em espaços públicos e alternativos do Distrito Federal, as ações do grupo também se afirmaram como formas de ocupação cultural e resistência durante a Ditadura Militar. BIFF 2026 Complentandio a grade da semana, o Cine Brasília também recebe o Festival Internacional de Cinema de Brasília - BIFF 2026, que acontece de 29 de abril a 3 de maio, com sessões gratuitas e uma curadoria que reúne produções de diferentes países e linguagens. Consolidado no circuito internacional desde sua criação, em 2012, o festival retorna com uma edição marcada pela diversidade de olhares e pelo fortalecimento do encontro entre público e cinema. A abertura, na quarta, 29, às 20h, traz o curta Momento Trágico, de Cibele Amaral, e o longa Fanon, de Jean-Claude Barny. Enquanto o curta brasileiro parte de uma situação cotidiana para construir uma narrativa atravessada por humor e crise pessoal, o longa francês revisita a trajetória de Frantz Fanon em meio à Guerra da Argélia, articulando pensamento político e experiência histórica. Mais informações e a programação completa podem ser conferidos em biffestival.com/2026. INGRESSOS E ACESSIBILIDADE Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do cinema, às segundas e terças, das 13h e 22h, e de quarta a domingo, das 09h às 21h, ou no SITE. As sessões regulares do Cine Brasília, bem como a Sessão Contraturno, Sessão Família, Sessão Clássicos, Monumental e Circuitão custam R$20 (inteira) e R$10 (meia). Às segundas e terças-feiras os valores são R$10 e R$5, bem como os ingressos para a Sessão Atípica. A Sessão Acessível, a sessão de estreia de Geração Cabeças e o Brasilia International Film Festival são gratuitos. Os filmes Super Mario Galaxy: O Filme e Cinco Tipos de Medo possuem recursos de acessibilidade de Libras, audiodescrição e legendas através do aplicativo MLoad; e o filme O Drama pelo MovieReading. PROGRAMA DE FIDELIDADE O Cine Brasília segue com o Programa de Fidelidade - CINELOVER que recompensa espectadores frequentes. A cada sessão assistida, os participantes acumulam carimbos no cartão fidelidade, que podem ser trocados por prêmios como entradas gratuitas, ímãs, canetas, baldes de pipoca e bonés exclusivos. O programa é válido para sessões regulares da grade, bem como para as especiais permanentes Sessão Contraturno e Sessão Família. Cada ingresso dessas duas sessões especiais dá direito a dois carimbos no cartão fidelidade. Mais informações em cinebrasilia.com/fidelidade. SERVIÇO - CINE BRASÍLIAEndereço: Asa Sul Entrequadra Sul 106/107 – Brasília, DF, 70345-400.Informações pelo WhatsApp: 61 99687-8661 (seg a sex - das 14h às 18h) - wa.me/5561996878661 ou contato@cinebrasilia.com Ingressos à venda na bilheteria ou pelo link: ingresso.com/cinema/cine-brasilia Mais informações: cinebrasilia.com ou @cinebrasiliaoficial PROGRAMAÇÃO DE 23 A 29 DE ABRIL QUINTA-FEIRA, 23/0410h00 — Super Mario Galaxy: O Filme15h30 — Mandinga de Gorila (curta-metragem) + Cinco Tipos de Medo18h00 — Suspiria20h00 — Sessão de Estreia - Geração Cabeças SEXTA-FEIRA, 24/0410h00 — A Mulher Mais Rica do Mundo13h30 — A Cronologia da Água16h00 — Mandinga de Gorila (curta-metragem) + Cinco Tipos de Medo18h30 — Suspiria20h30 — Sessão Clássicos - Antes do Amanhecer SÁBADO, 25/0411h00 — Super Mario Galaxy: O Filme14h00 — Sessão Acessível - De Longe Toda Serra é Azul16h00 — Sessão Circuitão - O Drama18h30 — Sessão Clássicos - Antes do Amanhecer20h30 — A Cronologia da Água DOMINGO, 26/0411h00 — Super Mario Galaxy: O Filme14h00 — A Cronologia da Água 16h30 — Super Mario Galaxy: O Filme18h30 — Suspiria20h30 — Mandinga de Gorila (curta-metragem) + Cinco Tipos de MedoSEGUNDA-FEIRA, 27/0414h00 — A Mulher Mais Rica do Mundo16h20 — A Cronologia da Água18h45 — Sessão Circuitão - O Drama20h50 — Suspiria TERÇA-FEIRA, 28/0414h00 — Super Mario Galaxy: O Filme16h00 — Suspiria19h00 — Sessão Monumental - Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças21h30 — Sessão Monumental - Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças QUARTA-FEIRA, 29/0418h00 — Brasilia International Film Festival - Coquetel de Abertura20h00 — Brasilia International Film Festival - Momento Trágico (curta-metragem) + Fanon
- Lançamento internacional reúne coletânea e marca participação de Maria Klien como coautora
O IV volume da coletânea Mulheres que Cruzaram Oceanos será lançado em dois encontros internacionais neste mês. A obra reúne relatos de mulheres de língua portuguesa e conta com a participação da psicóloga Maria Klien como coautora. O evento teve uma edição acontecendo na quarta-feira (22/4), no Salão Nobre da Câmara Municipal de Vila Real, em Portugal, e na sexta-feira será realizado (25/4), em Utrecht, na Holanda. O projeto foi idealizado por Yeda Fernal e reúne histórias que tratam de deslocamentos, mudanças internas e reconstruções ao longo do tempo. A publicação propõe uma leitura sobre experiências que atravessam dimensões geográficas e subjetivas, com base em vivências compartilhadas por autoras de diferentes contextos. Maria Klien participa da obra com um texto que aborda processos ligados à ansiedade, ao medo e à reorganização psíquica diante de mudanças. Sua contribuição parte da prática clínica e propõe uma análise sobre como experiências internas acompanham deslocamentos externos ao longo da trajetória individual. “A travessia que proponho no livro não se limita a um deslocamento no espaço. Trata-se de um percurso interno em que a pessoa confronta estruturas construídas ao longo da vida, reconhece padrões de funcionamento psíquico e inicia um processo de reorganização do próprio modo de existir”, afirma Maria Klien. A psicóloga também discute, no texto, a relação entre identidade e adaptação em contextos de mudança. Segundo ela, o processo de deslocamento pode mobilizar conteúdos psíquicos que permaneciam em estado latente, exigindo elaboração consciente. “Quando uma mulher atravessa um processo de mudança, seja ele geográfico ou simbólico, ela entra em contato com registros emocionais que estavam organizados de forma silenciosa. Esse encontro exige elaboração, escuta interna e construção de novos referenciais para sustentar a própria identidade”, declara. A coletânea foi apresentada em edições anteriores em espaços institucionais na Europa, incluindo a Embaixada do Brasil em Berlim, consulados em Londres e Edimburgo, além de eventos realizados em Paris e instituições acadêmicas. Ao longo das publicações, o projeto ampliou a circulação de narrativas femininas em diferentes territórios. No novo volume, a proposta editorial mantém o foco em relatos que articulam experiências individuais e coletivas. A capa foi criada pela artista plástica Gil Kosicka, com base nas histórias das participantes, estabelecendo diálogo entre linguagem visual e conteúdo narrativo. Para Maria Klien, a escrita do capítulo integra sua atuação clínica e amplia o campo de escuta para além do consultório. A psicóloga destaca que o registro escrito permite organizar experiências e atribuir sentido a processos internos. “A escrita funciona como dispositivo de elaboração psíquica. Ao narrar a própria trajetória, a pessoa acessa conteúdos, reorganiza memórias e constrói novos significados para experiências que antes operavam de forma fragmentada”, diz. A autora também relaciona a proposta do livro com sua linha de trabalho voltada à compreensão de estados emocionais e construção de identidade. Em sua análise, o contato com diferentes narrativas pode favorecer reconhecimento e reflexão. “O encontro com outras histórias permite identificar pontos de contato entre trajetórias distintas. Esse reconhecimento amplia a compreensão sobre o funcionamento psíquico e contribui para processos de transformação que se constroem de forma gradual”, conclui. Sobre Maria Klien: Maria Klien exerce a psicologia, com título de mestra na área, orientando sua investigação aos distúrbios relacionados ao medo e à ansiedade. Sua atuação clínica integra métodos tradicionais e práticas complementares, com foco nas demandas emocionais de cada indivíduo em seu contexto singular. Também é criadora do Psicologia da Moda, iniciativa que articula comportamento, identidade e expressão a partir da relação entre vestuário e subjetividade. Como empreendedora, se dedica à ampliação do acesso a recursos terapêuticos voltados à saúde psíquica, desenvolvendo instrumentos que contribuem para o equilíbrio mental e para o enfrentamento de questões que atravessam o bem-estar psicológico de cada paciente.













