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- Exposição em Brasília coloca pessoas negras na centralidade da arte
Pessoas negras ocupando a centralidade na arte após séculos fora desse espaço. É isso o que propõem as obras que integram a exposição “Comigo Ninguém Pode - A Pintura de Jeff Alan”, que tem visitação gratuita até 31 de maio na CAIXA Cultural Brasília. A visitação dá direito à retirada do catálogo criado especialmente para a temporada de Brasília da série apresentada, com textos e registros sobre as pinturas. Ao todo, são 50 trabalhos apresentados que mostram pessoas negras em posição de protagonismo, segundo o curador da mostra, Bruno Albertim. “Por séculos, pessoas que não são brancas só eram retratadas na arte como objetos, não eram sujeitos que ocupavam a centralidade da imagem”, analisa. Construída com o objetivo de destacar a branquitude no poder, a história da arte ocidental “refundou o mundo à sua maneira usando a força escravizada de pessoas negras com origem na África”, aponta Bruno. Com um olhar que cria outro contexto social está inserida a obra do artista visual pernambucano Jeff Alan, que registra em telas pessoas que ficavam à margem da produção artística. “Quero que as pessoas se vejam nas minhas obras e sintam que pertencem a esses espaços que muitas vezes nos excluem”, diz Jeff. Segundo Bruno, o artista em cartaz na galeria brasiliense, não é um etnógrafo de gabinete. “Ele não pinta tipos idealizados, como fizeram Vicente do Rego Monteiro, Cícero Dias e Tarsila do Amaral. Jeff tem uma relação com quem retrata. São pessoas que ele conhece, do seu convívio”. A origem do artista, natural do bairro do Barro, em Recife (PE), norteia as pinturas expostas. São rostos, corpos e elementos presentes neste território, como o comigo-ninguém-pode, planta que dá nome à mostra, que orientam as pinturas apresentadas. Para o curador, a habilidade de retratar pessoas é uma das marcas de Jeff Alan, nome em ascensão no mercado das artes visuais brasileiras. “Com um exímio talento de retratista, ele capta duas características essenciais, a de mostrar quem são esses indivíduos e a de evidenciar as subjetividades de cada pessoa. Ele tem um domínio preciso da luz e utiliza recursos de dramaticidade ao registrar o olhar e a expressão dos músculos da face”, pontua Bruno. Visitas Aberta ao público de terça a domingo, das 9h às 21h, a exposição possui recurso de acessibilidade. Por meio de placas com QR Code posicionadas ao lado das obras, é possível acessar a audiodescrição. A mostra tem patrocínio da Caixa e do Governo Federal, com realização da Fervo Projetos Culturais e produção local da Azur Produções. A exposição “Comigo Ninguém Pode”, que possui 50 obras, sendo 22 inéditas, já foi visitada por mais 110 mil pessoas nas unidades da CAIXA Cultural em Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo e Fortaleza. A partir da abertura em Brasília, a mostra entra em nova etapa de circulação nacional, com temporadas em Curitiba e Belém. SERVIÇO Exposição “Comigo Ninguém Pode – A pintura de Jeff Alan” Na Caixa Cultural Brasília (Setor Bancário Sul - SBS-, Quadra 4, Lotes 3/4, Asa Sul) De terça a domingo, das 9h às 21h, até 31 de maioEntrada gratuita Classificação indicativa: LivreAcesso para pessoas com deficiência Informações: (61) 3206-9448 caixacultural.gov.br Instagram: instagram.com/caixaculturalbrasilia
- Clube da Bossa e Casa Thomas Jefferson apresentam manhã de Bossa Nova e Jazz com Andresa Sousa e Trio
No dia 11 de abril de 2026 , às 11h30 , o Clube da Bossa em parceria com a Casa Thomas Jefferson traz aos palcos da Asa Sul um espetáculo que une a delicadeza da bossa nova, com a sofisticação do Jazz: Andresa Sousa e Trio . O show, “Manhã de Bossa e Jazz” , tem entrada franca e promete ser um dos destaques do roteiro cultural do fim de semana em Brasília. Liderado pela cantora Andresa Sousa, o grupo apresenta um repertório de clássicos como, Rio (R.Menescal e Bôscoli), Você e eu (Carlos Lyra e Vinicius de Moraes), Chovendo na Roseira (Tom Jobim), The Look of love (Burt Bacharach e Hal David), All of me (John Legend), dentre outros, contando com um time de instrumentistas de renome: Hamilton Pinheiro (contrabaixo), Gleyton Novaes (bateria) e Abbel (guitarra). O show ganha ainda mais brilho com as participações especiais do pianista Misael Silvestre e do trompetista Moises Alves . O Quarteto: Andresa Sousa (Voz): Cantora dedicada à cena de Brasília, Andresa transita entre a tradição da Bossa Nova e interpretações próprias influenciadas pela linguagem contemporânea do jazz. Com passagens por festivais como o Saga Jazz e o Funnfestival, já foi elogiada por ícones como Rosa Passos. Hamilton Pinheiro (Contrabaixo): Mestre em Jazz Performance (EUA) e com seis álbuns autorais, é uma referência na união entre o jazz e as raízes brasileiras. Abbel (Guitarra): Guitarrista, arranjador e produtor musical, Abbel transita entre o jazz americano e ritmos brasileiros, tendo colaborado com artistas como Orlando Morais e a Funqquestra. Gleyton Novaes (Bateria): Diretor musical do projeto, formado pela Escola de Música de Brasília, possui vasta experiência em festivais e musicais, atuando também na cena Black Music e Jazz da capital. Participações Especiais: O espetáculo conta com a colaboração luxuosa de Misael Silvestre ao piano e de Moises Alves no trompete. Misael Silvestre Iniciou sua formação musical com aulas particulares de piano erudito aos 6 anos de idade, sobre a instrução da Maestrina Rita Conte, com quem permaneceu até os 12 anos de idade. Nessa época, despertou interesse pela música Brasileira e o Jazz, o que o levou ao Curso Internacional de verão da escola de música de Brasília, onde teve aulas com: Leandro Braga, Cliff Korman, Ian Guest, Sean Mckenzie, entre outros. Em 2011, ingressou no curso de Licenciatura em Música na Universidade de Brasília. Em 2012, foi selecionado para participar do programa de intercâmbio da CAPES/FIPSE na Universidade de Cincinnati, onde recebeu instruções dos renomados músicos: Phil DeGreg, Luke Guillespe, Donny McCaslin, Brandford Marsalis, Jeff Hamilton. No mercado musical de Brasília, atua, também, com músicos locais como Hamilton Pinheiro, Ademir Junior e em gravações de estúdio com muitos outros. Já dividiu o palco com Hamilton de Holanda, Ed Motta, Ivan Lins, Baptiste Herbin, Alexandre Carvalho, Nelson Faria, Bruno Mangueira, Joshua Roberts, Oswaldo Montenegro, Carlos Pial, Leonel Laterza e outros. Moises Alves é reconhecido como um dos trompetistas mais versáteis do Brasil, com uma carreira sólida que transita entre a música erudita e o jazz. Bacharel pela UnB e membro da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro desde 1989 , Alves possui vasta experiência internacional, com passagens por Cuba, Europa, Ásia e Estados Unidos. Além de sua atuação como solista, é um respeitado educador musical em festivais nacionais e internacionais. Serviço: Evento: Andresa Sousa e Trio – Bossa Nova & Jazz Data: 11 de abril de 2026 (sábado) Horário: 11h30 Local: CTJ Hall - Casa Thomas Jefferson (SEPS 706/906 - Asa Sul, Brasília/DF) Entrada Franca – sem reserva de lugar Realização: Clube da Bossa Nova Apoio: Casa Thomas Jefferson Produção: Marizan Fontinele Apoio de Mídia: Correio Braziliense, CB.DOOH, Visite Brasília, Esporte Cultura, Do Próprio Bolso e Brasília Roteiros.
- Poesia, rap e território: livro reúne produções construídas em oficinas pelo DF
O Coletivo Batalha do Neurônio lança o livro “Rima em Todo Canto” no dia 12 de abril, a partir das 15h, na Praça do Cidadão, em Ceilândia Norte, durante uma edição especial da Batalha do Neurônio. A obra é um compilado potente de produções poéticas e textuais construídas de forma coletiva e individual por participantes do projeto A Arte de Rimar , resultado das atividades realizadas ao longo de 2025, quando o coletivo percorreu diferentes territórios do Distrito Federal promovendo encontros que uniram criação, escuta e expressão. Durante o ano, o projeto passou por diversas instituições e alcançou públicos variados, levando a linguagem do rap e da poesia como ferramentas de construção de narrativa, identidade e pertencimento. O resultado dessas vivências agora ganha forma no livro, reunindo trabalhos que refletem experiências, trajetórias e olhares diversos construídos ao longo das oficinas. Entre os locais que receberam as atividades estão duas escolas públicas de Ceilândia (CEF 12 e CEM 02), a unidade de internação do sistema socioeducativo UIBRA, em Brazlândia, a unidade de atendimento em meio aberto GEAMA, em Ceilândia Sul, além do CEDEP, no Paranoá, o Lar dos Velhinhos Bezerra de Menezes, em Sobradinho, e o Hospital da Criança de Brasília. As produções nasceram dentro das oficinas do projeto A Arte de Rimar , que combinam teoria e prática para estimular a criação de poesias, textos e composições musicais. Mais do que ensinar técnica, os encontros criam um espaço seguro de troca, escuta e construção coletiva. “Cada encontro era um espaço de criação, mas também de acolhimento e troca real. A gente falava de leitura, escrita e processo criativo, mas, principalmente, de vida. Um dos momentos mais marcantes foi com os jovens em medida socioeducativa: dali nasceram quatro músicas sobre liberdade, sonhos e futuro. Essas composições atravessam o livro e mostram a força que surge quando a criação é construída em coletivo”, afirma Biro Ribeiro, um dos coordenadores do projeto. Além do lançamento, o evento contará com show do grupo Viela 17, referência histórica do rap do DF, reforçando a conexão entre formação, produção cultural e cena artística local. O lançamento do livro “Rima em Todo Canto” conta com a realização do Arte de Rimar e Batalha do Neurônio e com o apoio do Jovem de Expressão. Esse projeto é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF). Batalha do Neurônio Criada em 2012, a Batalha do Neurônio é um dos principais eventos multiculturais do Distrito Federal e se destaca por seu formato único de “batalha do conhecimento”, no qual o público define os temas que serão utilizados pelos MCs nos duelos de rima. A Arte de Rimar Realizado desde 2014, o projeto A Arte de Rimar é uma oficina voltada ao ensino de técnicas de improviso, escrita criativa e composição poética e musical. A iniciativa é produzida por Natália Botelho, Nenzin MC e Biro Ribeiro, e vem se consolidando como uma importante ferramenta de formação e expressão para jovens em diferentes contextos sociais. SERVIÇO Lançamento do livro “Rima em Todo Canto” Praça do Cidadão – Ceilândia 12 de abril (domingo) Das 15h às 20h Mais informações em: https://www.instagram.com/artederimar/ e https://www.instagram.com/batalhadoneuronio
- O futuro do fougère azul: Como Dominique Ropion e o Boticário redefiniram o frescor masculino com Clash
Ao longo dos anos, as fragrâncias masculinas passaram por diversas transformações, mas poucas tão significativas quanto a que reposiciona o frescor como protagonista de uma nova perfumaria, movimento que se traduz diretamente em criações como Clash do Boticário. Para o perfumista francês Dominique Ropion, essa mudança não está ligada apenas ao olfato, mas ao comportamento, tecnologia e expressão individual. Para o homem contemporâneo, o cheiro de “banho tomado” é insuficiente, ele busca uma assinatura de auto expressão que equilibre impacto imediato e durabilidade. Historicamente associado à ideia de limpeza, o acorde fougère também acompanha essa evolução. Assinado pelo criador de ícones mundiais, Clash é o manifesto dessa nova era. "O frescor não é apenas uma nota; é uma linguagem de presença e confiança". E para chegar nesse resultado, a criação de Clash foi um exercício de precisão: ”É como caminhar sobre um fio: leveza no início, estrutura por baixo e um pouso controlado horas depois”. A base clássica segue reconhecível, mas ganha novas camadas e contrastes. Ingredientes com efeito aquoso, mineral e texturas mais transparentes criam uma sensação mais envolvente e contemporânea, distante de interpretações óbvias. Essa abordagem amplia o papel das fragrâncias no cotidiano masculino, acompanhando diferentes momentos e intenções de uso, como sugere Ropion “o uso se expande do “pós-banho” da manhã para a auto expressão noturna”. É nesse contexto que surge o fougère azul, uma releitura que traduz essa transformação ao incorporar intensidade e modernidade à estrutura tradicional. Mais do que uma variação olfativa, ele representa uma resposta direta a um consumidor que busca fragrâncias com identidade, presença e sofisticação. Essa visão se materializa em Clash, fragrância lançada em 2025, desenvolvida com ingredientes extraídos por um processo de alta pressão, exemplifica o encontro entre tradição e inovação, revelando as facetas mais puras e expressivas das matérias- primas, com elevado nível de construção olfativa. A tecnologia permite explorar nuances inéditas e ampliar as possibilidades criativas dentro da família fougère. Além disso, é a fragrância de Gabriel Medina, embaixador da marca, que personifica a reinvenção do frescor impactante do início ao fim, e a força da extração pela alta pressão. A composição aposta no contraste como elemento central. Notas aromáticas e acordes gelados se encontram com nuances frutais e uma base robusta de madeiras, resultando em uma assinatura marcante e contemporânea. “Em Clash, temos um frescor potente, construído a partir de contrastes e de uma combinação precisa de materiais que garantem impacto e durabilidade”, explica Ropion. Hoje, a construção olfativa deixa de ser apenas um gesto funcional para se tornar parte da identidade, com elementos como textura, projeção e rastro que passam a ser tão importantes quanto a sensação inicial. Para o futuro, Ropion aponta para composições cada vez mais híbridas, nas quais acordes frescos dialogam com notas quentes, amadeiradas e texturais. O fougère segue como base relevante, mas em versões mais livres e reinterpretadas. Clash se insere nesse movimento como um exemplo dessa nova perfumaria, que respeita códigos clássicos ao mesmo tempo em que propõe uma ruptura na forma. “É exatamente nesse ponto de tensão entre passado e futuro que, para mim, nascem as fragrâncias mais interessantes”, conclui o perfumista ao destacar o papel da inovação para uma reinterpretação mais conectada ao homem de hoje. Com assinatura internacional, a nova interpretação de frescor chega ao público acompanhada de mais de 20% de desconto no site, nas lojas e revendedores do Boticário. SERVIÇO: Clash Desodorante Colônia 100ml - Preço sugerido: De R$ 169,90 por R$ 134,90
- 4º Salão Mestre D’Armas abre em abril com mostra que destaca arte e patrimônio no DF
A quarta edição do Salão Mestre D’Armas – Arte e Patrimônio abre ao público no sábado, 11 de abril, com cerimônia de premiação, e segue em cartaz até 7 de junho, no Museu Histórico e Artístico de Planaltina. Ao longo de oito semanas, a mostra apresenta um recorte da produção contemporânea do Distrito Federal e Entorno, reunindo 15 artistas selecionados por edital. Consolidado como o principal evento de arte contemporânea fora do eixo central de Brasília, o Salão acontece em Planaltina e aposta na descentralização cultural ao levar obras, debates e ações educativas a uma das regiões mais ricas em patrimônio histórico e ambiental do DF — e, ao mesmo tempo, com acesso ainda limitado a equipamentos culturais. Nesta edição, a curadoria reforça o eixo temático “arte e patrimônio”, convidando os artistas a refletirem sobre bens culturais materiais, imateriais e naturais da região. Referências como festas populares, marcos históricos e paisagens ambientais aparecem ressignificadas em diferentes linguagens, como pintura, escultura, fotografia, instalação e vídeo. Foram selecionados os artistas Dalton Camargos, Dayse Barros, Douglas Ferreiro, Enthony Sousa, Gabriela Mutti, Isadora Jochims, Jan Araújo, Jeff Du Prado, Lídice Silveira, Manduca Nogueira, Nina Maia, Paula Calderon, Sonia Guerra, Thalita Perfeito e William Gutt. O grupo compõe um panorama diverso da produção contemporânea local, evidenciando tanto trajetórias em consolidação quanto novas vozes da cena artística. Ao todo, o Salão distribui R$ 48 mil em premiações, sendo três prêmios aquisitivos de R$ 8 mil e 12 prêmios de participação de R$ 2 mil. Os artistas premiados serão anunciados na noite de abertura. Mais do que uma exposição, o projeto se propõe como espaço de articulação entre arte, território e comunidade. A iniciativa busca estimular o reconhecimento e a preservação do patrimônio cultural por meio da produção artística contemporânea, ao mesmo tempo em que amplia o acesso da população à cultura. Durante o período expositivo, a programação inclui visitas de escolas, encontros com artistas e curadores e ações de mediação cultural. O projeto também oferece recursos de acessibilidade, como descrição em braile e atendimento em libras mediante agendamento. Realizado pela Associação dos Amigos do Centro Histórico de Planaltina (AACHP), com fomento do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC), o Salão Mestre D’Armas também prevê a publicação de um catálogo com as obras selecionadas. Ao ocupar um espaço simbólico da cidade e reunir artistas em torno de questões ligadas à memória e ao território, o evento reafirma o papel de Planaltina como polo cultural ativo e reforça a potência da arte produzida fora dos circuitos tradicionais do DF. Serviço: [artes visuais] 4º Salão Mestre D'Armas – Artistas Selecionados Local: Museu Histórico e Artístico de Planaltina (MHAP) Abertura e entrega da premiação: 11 de abril (sábado), às 19h Visitação: de 12 de abril a 7 de junho Entrada franca e livre para todos os públicos Realização: Associação dos Amigos do Centro Histórico de Planaltina (AACHP) Fomento: FAC – Fundo de Apoio à Cultura do DF Informações: www.salaomestredarmas.com
- Sonho Elétrico, o mais recente espetáculo da companhia brasileira de teatro, estreia no CCBB Brasília em 16 de abril e segue em temporada até 3 de maio
“Visto de cabeça para baixo, esse mundo torto pode ter jeito”, escreveu Sidarta Ribeiro em seu livro Sonho Manifesto , que foi um dos pontos de partida para a pesquisa e criação da peça Sonho Elétrico , que chega ao Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) e cumpre temporada de 16 de abril a 3 de maio de 2026, de quinta a sábado, às 20h, e domingo, às 18h . Com texto e direção de Marcio Abreu e produção da companhia brasileira de teatro, que está celebrando seus 25 anos de atividades ininterruptas, o espetáculo tem o elenco formado pelos artistas Verónica Valenttino, Jessyca Meyreles, Idylla Silmarovi e Cris Meirelles, e a presença do pianista Luís Chamis em cena. Os ingressos, a R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia), podem ser adquiridos a partir de 8 de abril de 2026 pelo site ccbb.com.br/brasilia e na bilheteria do CCBB Brasília. O espetáculo não é recomendado para menores de 16 anos. Estão programadas duas sessões com Intérprete em LIBRAS aos domingos, nos dias 19 e 26 de abril. Em Sonho Elétrico, uma artista e integrante de uma banda (Verónica Valenttino) é atingida por um raio. Em estado de coma, a protagonista navega pelo limiar entre vida e morte, explorando memórias, sonhos e a possibilidade de despertar para uma nova chance. A narrativa se desenvolve como um percurso sensível na mente de uma artista, servindo como metáfora para a iminência do fim e as oportunidades de transformação que podemos ter enquanto comunidade planetária. A peça, em diálogo com a obra e a interlocução de Sidarta Ribeiro, neurocientista, capoeirista e escritor brasileiro, tem como ponto de partida seu livro Sonho Manifesto: Dez exercícios urgentes de otimismo apocalíptico, no qual compartilha conhecimentos de cientistas, pajés, xamãs, mestras e mestres de saber popular, artistas e inventores que nos lembram da importância de sonhar e agir coletivamente para o futuro do planeta. Também é a continuidade da pesquisa da companhia brasileira de teatro sobre o sonho, a História e a memória, individual e coletiva, iniciada em seu espetáculo anterior, AO VIVO [dentro da cabeça de alguém] (2024). “O autor consegue articular através de uma linguagem direta e acessível um conjunto de proposições e de temas muito diversos, atuais e urgentes. Essa capacidade de diálogo com as pessoas e com a sociedade plural na qual vivemos é o principal ponto de convergência entre o pensamento de Sidarta Ribeiro e o que buscamos nessa peça: uma obra fundamental para consolidar a importância social da arte e seu potencial transformador, que revisita o passado e inspira ações para o futuro, agora”, comenta Marcio Abreu. Sonho Elétrico é uma pesquisa, criação e produção dos membros da companhia brasileira de teatro: Marcio Abreu, Nadja Naira, Cássia Damasceno e José Maria. Com equipe diversa de multiartistas e parceiros colaborativos da companhia, conta com as colaborações criativas de: Key Sawao, bailarina e artista da cena, e que assina a direção de movimento da peça; trilha sonora original e direção musical do multi-instrumentista e compositor Felipe Storino, com colaboração da compositora e cantora Juliana Linhares; assistência de direção do ator, bailarino e pesquisador Fábio Osório Monteiro; figurinos do estilista e criador mineiro Luiz Cláudio Silva e seu Apartamento 03 . A Gênese do Projeto Sonho Elétrico é fruto de um processo criativo que se desenvolveu a partir da plataforma Voo Livre , criada em 2023 pelos artistas e produtores Marcio Abreu, Cássia Damasceno, Nadja Naira e José Maria. A relação da companhia brasileira com Sidarta Ribeiro e com temas relacionados ao sonho vem se desenvolvendo em diversos momentos, desde as pesquisas para a criação da peça Sem Palavras, que estreou na França em setembro de 2021. O neurocientista participou de três momentos importantes da plataforma: primeiro, em cena, no acontecimento Voo Livre – Futuros , em outubro de 2023, no Teatro de Arena do Sesc Copacabana, no Rio de Janeiro. Em junho de 2024, volta à cena na reedição de Futuros no Teatro do Sesc Pompéia, em São Paulo. Nesta ocasião, Sidarta também colaborou na residência artística Voo livre – Sonho Manifesto , direcionada a 30 jovens artistas de linguagens diversas, no Galpão do Sesc Pompeia, orientada por Marcio Abreu e a companhia brasileira de teatro, junto a artistas convidados, como Key Sawao, Cristina Moura, Kenia Dias e Helena Vieira. E, numa terceira edição, já chamada de Voo livre – Sonho Elétrico , no CPT – Sesc Consolação, como convidado e palestrante, com a equipe criativa do espetáculo e mais 15 artistas assistentes. FICHA TÉCNICA Texto e Direção: Marcio Abreu Pesquisa e Criação: Marcio Abreu, Nadja Naira, Cássia Damasceno e José Maria Elenco e criação: Verónica Valenttino, Jessyca Meyreles, Idylla Silmarovi e Cris Meirelles Interlocução teórica e criativa: Sidarta Ribeiro Direção técnica, Iluminação e assistência de direção: Nadja Naira Direção de produção e administração: Cássia Damasceno e José Maria Direção Musical e Trilha Sonora Original: Felipe Storino Colaboração Criativa Musical: Juliana Linhares Direção de Movimento e colaboração criativa: Key Sawao Assistência de direção e colaboração criativa: Fábio Osório Monteiro Música “Armadilha”: Juliana Linhares e Caio Riscado Música “Emaranhada”: Juliano Holanda Música "Sonho Elétrico": Juliana Linhares e Marcio Abreu Pianista em cena: Luís Chamis Figurinos: Luiz Cláudio Silva | Apartamento 03 Cenografia: Marcio Abreu, José Maria e Nadja Naira Assistência de dramaturgia e colaboração criativa: Aislan Salomão Assistência de produção e arte: Taís Morgado Design e técnico de som: Felipe Storino Técnicos de luz e programação: Ricardo Barbosa e Sibila Gomes Assistência de cenografia e desenhos técnicos: Luana Gattoni Execução cenográfica: Douglas Caldas e Alexander Peixoto da Silva Cenotécnico e Maquinista: Alexander Peixoto da Silva Camareira: Cristiane Ferreira da Silva Fotos e vídeos da Residência Voo Livre | Sonho Manifesto – Sesc Pompeia: Cacá Bernardes Fotos da Residência Voo Livre | Sonho Elétrico – CPT – Sesc Consolação: Aristeu Araújo Fotos do Processo Criativo e Espetáculo Sonho Elétrico: Ethel Braga Fotos do espetáculo | CCBB BH: Edgar Kanaykõ Xakriabá Programação Visual: Pablito Kucarz Mídias Sociais: Kalindi D’Elia Imagens e Registro Videográfico SP: Elisa Mendes Imagens e Registro Videográfico BH: Felipe Alicate Assessoria de Imprensa em Brasília: Carla Spegiorin| Âncora Comunicação Produção local em Brasília: Milca Luna | Maré Cheia Produções Criação e produção: companhia brasileira de teatro Sobre a companhia brasileira de teatro https://www.companhiabrasileira.art.br/ @ciabrasileira A companhia brasileira de teatro é um coletivo de artistas de várias regiões do país, fundado pelo dramaturgo e diretor Marcio Abreu em 2000, em Curitiba (PR). Sua pesquisa é voltada, sobretudo, para novas formas de escrita e para a criação contemporânea. Entre suas principais realizações estão peças com dramaturgia própria, escritas em processos colaborativos e simultâneos à criação dos espetáculos, como PRETO (2017); PROJETO BRASIL (2015); Vida (2010); O que eu gostaria de dizer (2008). Há ainda uma série de criações a partir da obra de autores inéditos no país, como uma adaptação da obra Platonov, de Anton Tchekov, intitulada POR QUE NÃO VIVEMOS? (2019); a peça Krum (2015), de Hanock Levin; Esta Criança (2012), de Joël Pommerat; Isso te interessa? (2011), a partir do texto Bon, Saint-Cloud , de Noëlle Renaude; Oxigênio (2010), de Ivan Viripaev, Apenas o fim do mundo (2006), de Jean Luc Lagarce; Suíte 1 (2004), de Phillipe Myniana. Suas criações mais recentes são SONHO ELÉTRICO (2025), AO VIVO [dentro da cabeça de alguém] (2024) e SEM PALAVRAS (2021), todas com texto e direção de Marcio Abreu. A companhia realiza ainda frequentes intercâmbios com outros artistas no país e no exterior, mantém um repertório ativo e circula com frequência pelo Brasil e Europa. O núcleo criativo da companhia é composto por Marcio Abreu [direção, dramaturgia, direção artística], Nadja Naira [atriz, iluminadora, coordenação técnica], Cássia Damasceno [atriz, administração] e José Maria [direção de produção]. Sobre o CCBB Brasília O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis. Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizadas exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances. Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas. Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade. Acessibilidade A ação Vem pro CCBB conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília, de quinta a domingo. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo. Horários da van | De quinta a domingo Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30 SERVIÇO: Sonho Elétrico Data: de 16 de abril a 3 de maio de 2026, quinta a domingo Horário: quinta, sexta e sábado, às 20h; domingo, às 18h Duração: 90 minutos Local: Teatro I do CCBB Brasília - SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul – Brasília – DF Ingressos: Ingressos: R$ 15 (meia entrada) e R$ 30 (inteira) disponíveis no site bb.com.br/cultura ou na bilheteria do CCBB Brasília., sempre às quartas-feiras da semana anterior às apresentações, a partir das 12h. Estudantes, maiores de 65 anos e clientes Ourocard pagam meia entrada. Classificação indicativa: 14 anos Capacidade: 327 lugares | O Teatro possui áreas para cadeiras de rodas, assentos especiais para obesos e rampas. Haverá sessões com Intérprete em LIBRAS nos dias 19 e 26 de abril. Este espetáculo é realizado pelo Centro Cultural Banco do Brasil e Governo do Brasil – do lado do povo brasileiro. Assessoria de Imprensa em Brasília Carla Spegiorin – carla.ancora.com@gmail.com – (61) 98114-0537 CCBB Brasília Funcionamento: De terça a domingo, das 9h às 21h Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul – Brasília – DF Fone: (61) 3108-7600 E-mail: ccbbdf@bb.com.br
- “Bluey - Ao Vivo - Diversão em Família!” pela primeira vez em Porto Alegre
Após temporada de sucesso em São Paulo e no Rio de Janeiro, o show oficial da premiada série Bluey chega pela primeira vez a Porto Alegre. O espetáculo 'Bluey Ao Vivo – Diversão em Família!' terá únicas apresentações no Teatro do Bourbon Country, com três apresentações exclusivas nos dias 14 e 15 de março. Aclamada mundialmente, o desenho animado é produzido pela Ludo Studio, vencedor do Emmy®, e distribuída pela BBC Studios. Bluey é uma adorável e incansável cachorrinha da raça Blue Heeler, que vive com sua mãe, seu pai e sua irmãzinha, Bingo. Com energia de sobra, Bluey transforma qualquer brincadeira em jogos imprevisíveis e hilariantes, envolvendo toda a família e o bairro em seu universo cheio de imaginação e diversão. Agora, essa aventura chega aos palcos com uma adaptação teatral original desenvolvida especialmente para a América Latina. O espetáculo conta com um elenco de 14 atores e bailarinos, músicas da série e os dubladores oficiais brasileiros do desenho. “Bluey Ao Vivo – Diversão em Família!” oferece uma experiência imersiva que transporta o público diretamente para o coração da família Heeler. Na história, Bluey e seus familiares transformam cada cômodo da casa em um palco de brincadeiras e descobertas. Em cada espaço, situações divertidas reforçam a importância da união. Ao longo do espetáculo, os fãs são convidados a refletir sobre os valores da convivência em família, do apoio mútuo e da alegria de brincar. O show oficial brasileiro é resultado de uma parceria BBC Studios, Lotus Global e Turbilhão de Ideias. Para Gustavo Nunes, diretor da Turbilhão de Ideias, “a realização de Bluey Ao Vivo – Diversão em Família! , em uma parceria inédita com a Lotus Global, a BBC e a Ludo, representa um passo importante para o entretenimento familiar no teatro brasileiro. Essa união de marcas globais com a excelência da produção local traz a magia de uma das séries infantis mais queridas do mundo para os palcos do país. Mais do que diversão, o projeto valoriza a convivência em família. Trazer essa produção internacional para Porto Alegre, minha cidade natal, reforça o cenário cultural gaúcho e retribui o carinho do público local com um espetáculo de magnitude global." Sobre Bluey™ Produzida pela Ludo Studio, Bluey é uma série que celebra a imaginação e o brincar, centrada em uma família de cães da raça Blue Heeler. O programa é transmitido pela ABC na Austrália e globalmente por Disney Channel, Disney Jr. e Disney+. No Brasil, a série também é exibida na TV Cultura. Sobre a Ludo Studio A Ludo Studio é um estúdio australiano vencedor dos prêmios BAFTA, diversos Emmy®, Logie e Peabody, além de ter sido reconhecido como uma das Empresas Mais Influentes de 2024 pela TIME. O estúdio cria e produz obras originais de drama roteirizado, animação e histórias digitais, desenvolvidas por talentos locais excepcionais, distribuídas globalmente e amadas por públicos de todo o mundo. ludostudio.com.au Sobre a BBC Studios Kids & Family A BBC Studios Kids & Family faz parte do grande universo de conteúdos da BBC Studios – uma empresa do Grupo BBC que cria, investe e distribui programas pelo mundo todo. Especialista no que prende a atenção do público jovem, a BBC Studios Kids & Family descobre e desenvolve projetos incríveis, transformando-os em sucessos globais. A equipe cuida de tudo, desde a ideia inicial até a produção, investimento, gestão de franquias e distribuição. O catálogo da divisão é bem variado e inclui algumas das franquias mais populares e premiadas do mundo, como Bluey, Hey Duggee, Hey Duggee Squirrel Club, Deadly Mission Shark, Andy’s Amazing Adventures, Supertato e Popularity Papers, que já ganharam prêmios como BAFTA e Emmy Internacional. Além desses, também há novidades como Rafi the Wishing Wizard, Stan Can, Peter and the Wolf e Picklestorm, além de clássicos da TV britânica, como Blue Peter, The Dumping Ground, JoJo & Gran Gran, The Beaker Girls, Lagging e CBeebies: Shakespeare at the Globe. Os programas da BBC Studios Kids & Family são transmitidos em canais e plataformas conhecidas no mundo todo, como CBeebies, CBBC, Disney, ABC Australia, Tencent China e Nickelodeon. Sobre a Lotus Global Marketing Com mais de 35 anos de atuação no mercado, a LOTUS GLOBAL é uma organização de marketing que atua no Brasil e America Latina, explorando oportunidades envolvendo licenciamento, promoções, merchandising, entretenimento e experiências temáticas, produções de shows e espetáculos para TV, teatro e eventos. O escritório brasileiro conta com 25 executivos e colaboradores diretos e uma centena de terceirizados, sendo o maior da região, possuindo normas estritas e procedimentos profissionais de atuação nos seus negócios, no sentido de assegurar o mais alto nível e qualidade nos serviços prestados pela organização. A empresa atua representando grandes marcas e organizações dentre elas BBC e o fenômeno BLUEY, Peanuts Worldwide para Snoopy e sua turma, Wildbrain e o sucesso de décadas Moranguinho, Grupo Chespirito para os queridos personagens Chaves e Chapolim, Animaj e Pocoyo, etc... A divisão de entretenimento, experiências temáticas e produção de shows e espetáculos é uma das mais representativas do grupo, tendo crescido a ponto de se tornar uma das principais fontes de receitas e geradoras de oportunidades ao grupo, contribuindo ainda para a geração de empregos para diversos profissionais da área. Focada na produção de espetáculos para toda a família, abrangendo públicos do pré-escolar às crianças – meninos e meninas - de 6 a 10 anos, o grupo já produziu centenas de espetáculos no Brasil, produções estas ganhadoras de prêmios internacionais e qualificadas dentro do mais alto padrão de qualidade, estreladas pelos mais queridos personagens infantis. Sobre a Turbilhão de Ideias A Turbilhão de Ideias atua desde 2008 na concepção, execução e circulação de seus projetos por todo o Brasil. Suas produções são sucesso de público e crítica, reconhecidas por indicações e mais de 30 prêmios conquistados, no Brasil e no exterior. A Turbilhão de Ideias realiza projetos para todas as idades em vários segmentos do mercado de entretenimento. Já realizou produções em todos os 27 estados brasileiros e em 6 países (Europa e América Latina). Produziu o Festival Som Brasileiro, que apresentou um panorama sobre a música brasileira, em 3 dias de atrações no Rio de Janeiro. Entre seus projetos mais renomados, destacam-se “Cássia Eller – o Musical”, o filme "Maria - ninguém sabe quem sou eu", sobre a vida de Maria Bethânia, "O Rei do Rock - o musical", sobre a vida de Elvis Presley, "VITAL, o musical dos PARALAMAS" e mais outros 50 projetos culturais. Ao longo de 17 anos, suas produções já alcançaram um público superior a 3 milhões de espectadores. Ficha técnica Direção Artística e Texto Adaptado: Esteban Grossi. Assistente de Coreografias: Cezar Rocafi. Diretores de Produção: Gustavo Nunes e Célia Rafael. Coordenadora de Produção: Heldi Bazotti. Produção Executiva: Marcos Rinaldi. Assistente de Produção: Amanda Bonato. Cenotécnica: Casa Malagueta. Figurinos: Samantha Macedo. Produtores de Objetos Cênicos: Clau Carmo e Mundo Temático. Elenco: Andy Cruz, Milene Alveia, Rodrigo Marques, Júlio Félix, Gabriela Fenalti, André Habacuque, Gui Figueiredo, Vitor Moraes, Carina Coutinho, Daniela Elias, Luiza Almero, Renata Cristina, Helio Junior e Isabella Esaudito. SERVIÇO: BLUEY AO VIVO – DIVERSÃO EM FAMÍLIA! Local: Teatro do Bourbon Country - Av. Túlio de Rose, 80 - 71 - Jardim Europa, Porto Alegre - RS, 91340-080 Temporada : 14 e 15 de março. Horário: Sábado 18h e Domingo às 15h e às 18h Ingresso : a partir de R$25,00. Capacidade : 1.074 lugares Classificação : 12 anos
- Viajar mais e gastar menos: destinos fora de temporada ganham força entre brasileiros
Viajar fora de temporada tem se consolidado como uma das principais estratégias para economizar sem abrir mão de experiências de qualidade. O custo-benefício se consolidou como um dos principais motores das decisões de viagem, refletindo um turista cada vez mais estratégico diante do aumento do custo de vida. Segundo a Revista Tendências do Turismo 2026, da Embratur, cresce o número de viajantes que buscam não apenas destinos mais acessíveis, mas também períodos mais econômicos, com a baixa temporada ganhando protagonismo. Esse movimento não significa abrir mão de experiências relevantes; pelo contrário, amplia as possibilidades, com roteiros mais flexíveis e a combinação de hospedagens econômicas e de alto padrão no mesmo destino. O levantamento ainda aponta cidades brasileiras com quedas significativas nos preços de passagens, como Caxias do Sul (-28%) e Fernando de Noronha (-22%), além de destinos com tarifas mais acessíveis em 2026, como Brasília, Belo Horizonte e Rio de Janeiro, reforçando a tendência de viagens mais inteligentes, equilibrando economia e qualidade na experiência. Segundo Marco Lisboa, CEO e fundador da 365 Fun Fest, uma rede de franquias de viagens voltada para o público LGBTQIA+, a tendência reflete uma mudança no comportamento do viajante brasileiro. “Esse público busca destinos acolhedores, seguros e com oferta consistente de lazer e cultura ao longo de todo o ano. O novo perfil de turista deseja experiências personalizadas e viajar fora de temporada, que permite não só economizar, mas também viver o destino de forma mais genuína, sem a superlotação típica de alta temporada”, afirma. Destinos estratégicos para economizar Entre os destinos internacionais que se destacam para viagens fora de temporada estão cidades como Lisboa, Barcelona e Amsterdã. Conhecidas por sua forte cultura inclusiva e políticas de respeito à diversidade, essas cidades oferecem uma ampla programação, inclusive para o público LGBTQIA+ durante todo o ano. Meses como novembro, fevereiro e março costumam ficar mais acessíveis financeiramente. Na América Latina, destinos como Buenos Aires e Cidade do México também ganham destaque. Além de serem reconhecidos pela hospitalidade e diversidade cultural, apresentam boa relação custo-benefício fora dos períodos de férias e grandes eventos. No Brasil, locais como Rio de Janeiro, São Paulo e Florianópolis continuam sendo referências quando o assunto é turismo LGBTQIA+, mas com uma vantagem: fora de datas como Carnaval e Réveillon, os preços podem ser até 40% mais baixos. “Há uma falsa percepção de que alguns destinos só são interessantes durante grandes eventos. Na prática, muitos desses lugares mantêm uma cena vibrante o ano inteiro, com bares, festas, cultura e espaços seguros para todos os perfis de viajantes”, explica Lisboa. Planejamento é essencial Para aproveitar melhor as vantagens da baixa temporada, o planejamento antecipado continua sendo um fator-chave. Monitorar preços de passagens, escolher hospedagens bem localizadas e pesquisar sobre a cena local são atitudes que fazem diferença no custo final da viagem. Outro ponto importante é a flexibilidade de datas. Pequenas mudanças no período da viagem podem gerar economias relevantes, especialmente em voos internacionais. “Hoje, o viajante está mais informado e estratégico. Ele entende que viajar bem não significa gastar mais, e sim fazer escolhas inteligentes. Fora de temporada, é possível ter acesso a experiências premium por um custo muito mais acessível. Para isso, fazer esse planejamento com um agente de viagem se torna muito mais vantajoso e econômico, já que esse profissional fica de olho nas melhores datas e ofertas”, diz o CEO da 365 Fun Fest. Tendência de crescimento O turismo LGBTQIA+ segue em expansão global, impulsionado por um público que valoriza não apenas destinos bonitos, mas também ambientes acolhedores e seguros. Nesse cenário, viajar fora de temporada surge como uma combinação ideal entre economia, conforto e autenticidade. “Acreditamos que o futuro do turismo passa por experiências mais inclusivas e descentralizadas. Viajar fora de temporada não é apenas uma forma de economizar, mas também de ocupar espaços e fortalecer destinos que respeitam a diversidade o ano inteiro”, conclui Lisboa. Sobre a 365 Fun Fest A 365 Fun Fest é uma rede de franquias de viagens voltada para o público LGBTQIA+, com o propósito de promover experiências turísticas, com foco em inclusão e respeito em qualquer época do ano. Inspirado pelo mercado internacional e pela falta de um serviço personalizado para esse público, Marco Lisboa, CEO e fundador da rede, criou a a agência tem o propósito de oferecer roteiros autênticos e inclusivos, no Brasil e no exterior, com viagens personalizadas de acordo com o perfil de cada viajante. Para 2026, a marca planeja chegar em 100 unidades e faturar R$ 2 milhões com modelos de negócio home office e store in store.
- Museu Nacional da República recebe duas exposições da Fundação Bienal de São Paulo simultaneamente
Por meio de uma parceria com o Sesc DF e com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Distrito Federal, o Museu Nacional da República, em Brasília, recebe simultaneamente duas mostras produzidas pela Fundação Bienal de São Paulo. Com abertura no dia 9 de abril e visitação de 10 de abril a 31 de maio , o museu acolhe Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática , itinerância da 36ª Bienal de São Paulo com curadoria de Bonaventure Soh Bejeng Ndikung e cocuradoria de André Pitol, e (RE)INVENÇÃO , itinerância da participação brasileira na 19ª Mostra Internacional de Arquitetura de Veneza – La Biennale di Venezia, com curadoria de Luciana Saboia, Eder Alencar e Matheus Seco, integrantes do Plano Coletivo. O programa educativo de ambas as exposições, com suas práticas de mediação e visitas em grupo, é apresentado pelo Sesc DF. Projetado por Oscar Niemeyer, o Museu Nacional da República compartilha com o Pavilhão Ciccillo Matarazzo, sede da Fundação Bienal de São Paulo, também de autoria de Niemeyer, uma mesma genealogia arquitetônica. O diálogo entre as obras e esse território vocacionado para o encontro entre arte e público intensifica-se quando dois projetos da Fundação ocupam o museu ao mesmo tempo. Para Andrea Pinheiro, presidente da Fundação Bienal de São Paulo, ter duas mostras da Fundação Bienal ocupando o Museu Nacional da República ao mesmo tempo trata-se de “um gesto que reflete um entendimento de que o trabalho não se encerra no Pavilhão Ciccillo Matarazzo nem no Pavilhão do Brasil em Veneza; ele continua a se desdobrar quando chega a outros públicos, em outros contextos. A 36ª Bienal de São Paulo e a exposição (RE)INVENÇÃO são projetos distintos, mas compartilham uma mesma pergunta: como a arte e a arquitetura podem ser instrumentos de leitura do mundo e de construção de futuros possíveis. Brasília, com sua própria história de utopia construída, é um lugar particularmente potente para receber essas duas perguntas", reflete. 36ª Bienal de São Paulo – Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática O Museu Nacional da República recebe, pela terceira vez, um recorte da maior exposição de arte contemporânea do hemisfério Sul. A itinerância em Brasília conta com curadoria assinada por Bonaventure Soh Bejeng Ndikung, curador geral da 36ª edição, junto ao cocurador André Pitol. A mostra Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática reuniu quase 800 mil visitantes no Pavilhão Ciccillo Matarazzo entre setembro de 2025 e janeiro de 2026. A capital federal havia recebido itinerâncias da 33ª Bienal em 2019 e da 35ª Bienal em 2024, consolidando uma trajetória importante de Brasília no circuito de arte contemporânea brasileiro. No Museu Nacional da República, o recorte da itinerância reúne obras de Akinbode Akinbiyi , Aline Baiana , Ana Raylander Mártis dos Anjos , Edival Ramosa , Ernest Cole , Leo Asemota , Malika Agueznay , Manauara Clandestina , Mao Ishikawa , Moisés Patrício , Myriam Omar Awadi , Myrlande Constant , Pélagie Gbaguidi , Rebeca Carapiá , Sadikou Oukpedjo , Sérgio Soarez , Tanka Fonta e Theo Eshetu . Realizadas de forma programática desde 2011, as mostras itinerantes tornaram-se uma extensão fundamental da Bienal de São Paulo, fazendo com que obras e debates apresentados no Pavilhão Ciccillo Matarazzo se reconfigurem em diálogo com contextos locais diversos, ativando outras leituras e relações com públicos. Na 36ª edição, esse movimento percorrerá mais de dez cidades do Brasil e do exterior ao longo de 2026. Com conceito criado pelo curador geral Bonaventure Soh Bejeng Ndikung, em parceria com os cocuradores Alya Sebti, Anna Roberta Goetz e Thiago de Paula Souza, a cocuradora at large Keyna Eleison e a consultora de comunicação e estratégia Henriette Gallus, além dos cocuradores adjuntos André Pitol e Leonardo Matsuhei, a 36ª Bienal de São Paulo – Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática se inspira no poema "Da calma e do silêncio", da escritora Conceição Evaristo, e tem como um de seus principais fundamentos a escuta ativa da humanidade em constante deslocamento, encontro e negociação. Além da circulação das obras, o programa de mostras itinerantes se estrutura a partir de um eixo educativo transversal, com formações voltadas às equipes locais, encontros online e presenciais, acompanhamento pedagógico e ações para diferentes públicos, como visitas mediadas, palestras, laboratórios para professores e atividades educativas para estudantes. Em Brasília, o programa conta com o apoio do Sesc DF. (RE)INVENÇÃO – Participação brasileira na 19ª Mostra Internacional de Arquitetura – La Biennale di Venezia Também a partir de 10 de abril, o Museu Nacional da República recebe a itinerância de (RE)INVENÇÃO , exposição que representou o Brasil na 19ª Mostra Internacional de Arquitetura de Veneza, em 2025, com curadoria dos arquitetos Luciana Saboia, Eder Alencar e Matheus Seco, do grupo Plano Coletivo. Trata-se da primeira vez que uma participação brasileira na Bienal de Veneza de Arquitetura realiza uma itinerância no Brasil. Assim como a itinerância da 36ª Bienal, a exposição é apresentada com o apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Distrito Federal. (RE)INVENÇÃO propõe um debate sobre tradição e inventividade a partir do existente, partindo da premissa de ressignificação da noção de infraestrutura como modo de habitar e como sistema: um todo organizado que compõe suas partes na busca por equilíbrio entre cultura e natureza. A coexistência presente na ancestralidade do território amazônico inspira um olhar para estratégias projetuais que configuram a arte de aplicar com eficácia os recursos de que se dispõe. A exposição se organiza em dois planos. No plano horizontal, uma narrativa cartográfica de mais de 12 mil anos revela como os povos indígenas moldaram as paisagens ao seu redor, criando infraestruturas sofisticadas que integravam conhecimento técnico e estratégias de adaptação ao meio ambiente. No plano vertical curvilíneo, o olhar se volta para doze estratégias oriundas de todas as regiões do país, uma curadoria de pesquisas, processos e práticas em arquitetura que operam na busca por equidade social e equilíbrio ecológico. A mostra dialogou diretamente com o tema geral da última edição, intitulada Intelligens. Natural. Artificial. Collective. , proposto pelo curador italiano Carlo Ratti, que convidou os países participantes a refletirem sobre a intersecção entre inteligência natural e artificial, compreendendo esses dois eixos como parte de uma esfera expandida que integra arte, engenharia, biologia, ciência de dados, ciências sociais e políticas, ciências dos sistemas planetários e outras disciplinas, ligando cada uma delas à materialidade do espaço urbano. Sem acréscimo de novos elementos ou suportes para além do que já existe na arquitetura do Museu Nacional, como rampas, guarda-corpos e planos verticais, a exposição se abre como um mirante para a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo e se reconfigura como lugar de reflexão e debate. A Fundação Bienal de São Paulo agradece seu parceiro estratégico Itaú e seus patrocinadores master Bloomberg, Bradesco, Citi, Petrobras, Vale e Vivo. Este projeto é realizado com recursos da Lei de Incentivo à Cultura, Ministério da Cultura e Governo do Brasil, do lado do povo brasileiro. Sobre o Museu Nacional da República O Museu Nacional da República, localizado em Brasília, é um equipamento cultural público administrado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal. O museu tem como missão promover as artes visuais para todos os públicos, de forma dialógica, e ser um espaço de incentivo à curiosidade, sensibilização do olhar e produção de conhecimento, por meio de ações de formação do acervo, salvaguarda, pesquisa, comunicação e educação. Sobre a Fundação Bienal de São Paulo Fundada em 1962, a Fundação Bienal de São Paulo é uma instituição privada sem fins lucrativos e vinculações político-partidárias ou religiosas, cujas ações visam democratizar o acesso à cultura e estimular o interesse pela criação artística. A Fundação realiza a cada dois anos a Bienal de São Paulo, a maior exposição do hemisfério Sul, criada em 1951, e suas mostras itinerantes por diversas cidades do Brasil e do exterior. A instituição é também guardiã de dois patrimônios artísticos e culturais da América Latina: um arquivo histórico de arte moderna e contemporânea referência na América Latina (Arquivo Histórico Wanda Svevo), e o Pavilhão Ciccillo Matarazzo, sede da Fundação, projetado por Oscar Niemeyer e tombado pelo Patrimônio Histórico. Também é responsabilidade da Fundação Bienal de São Paulo a tarefa de idealizar e produzir as representações brasileiras nas Bienais de Veneza de arte e arquitetura, prerrogativa que lhe foi conferida há décadas pelo Governo Federal em reconhecimento à excelência de suas contribuições à cultura do Brasil. Serviço 36ª Bienal de São Paulo – Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática Itinerância Brasília – Museu Nacional da República curadoria: Bonaventure Soh Bejeng Ndikung cocuradoria: André Pitol arquitetura: Tiago Guimarães (RE)INVENÇÃO – Itinerância do Pavilhão do Brasil no Museu Nacional da República Curadoria: Luciana Saboia, Eder Alencar e Matheus Seco [Plano Coletivo] Colaboradores: André Velloso, Carolina Pescatori, Cauê Capillé, Daniel Mangabeira, Guilherme Lassance, Henrique Coutinho, Sérgio Marques [Plano Coletivo] abertura, qui, 9 de abr, 19h visitação, 10 abr – 31 maio 2026 ter a dom, 9h – 18h30 Museu Nacional da República Setor Cultural Sul, Lote 2, Cep 70070-150 Brasília, DF entrada gratuita
- Diogo Nogueira anuncia participação especial de Hamilton de Holanda no show "Infinito Samba", em Brasília
No dia 10 de abril , Diogo Nogueira desembarca em Brasília com a turnê inédita “Infinito Samba”. O projeto é apresentado pelo Ministério da Cultura e Petrobras via Lei Federal de Incentivo à Cultura, e realizado pela Orin Produções. E no palco do Ulysses Centro de Convenções, Diogo receberá a participação especial do cantor e compositor Hamilton de Holanda , virtuose do bandolim e um dos músicos mais respeitados da cena brasileira e internacional. Amigos e parceiros de longa data, Diogo e Hamilton já lançaram juntos o álbum “Bossa Negra”, em 2014, que no mesmo ano gerou um show que percorreu as principais capitais do Brasil e contemplou também 16 países da Europa no ano seguinte. “Em Miami, durante um evento na Gibson, conheci o Hamilton de Holanda. Inicialmente, a apresentação previa três canções, mas acabamos por cantar juntos por uma hora, sendo calorosamente aplaudidos. Aquele foi o nosso primeiro encontro musical, do qual surgiu uma amizade, um profundo respeito e uma grande afinidade. A partir dessa experiência, nasceu a ideia do projeto Bossa Negra. Desde então, nossa parceria musical se fortaleceu, nos levando a viajar pelo mundo inteiro. É uma honra e um privilégio ter esse amigo, irmão e parceiro musical, um gênio da música do Brasil, ao meu lado nesse espetáculo”, completa Diogo Nogueira. Outra novidade na turnê é a parceria com a CUFA. Em todos os lugares por onde o show passar, parte dos ingressos será destinada à CUFA para que sejam direcionados da melhor forma. A intermediação do projeto é feita por Rafael Dragaud, diretor artístico da turnê e um dos fundadores da ONG. A grandiosa turnê “Infinito Samba” é um espetáculo que celebra duas décadas de uma trajetória marcada pela excelência, reinvenção e a inegociável reverência ao samba de raiz. O público de Brasília será recebido com um show em que Diogo sobe ao palco acompanhado por sua banda e uma grande orquestra. Concebida para dialogar de forma moderna com o ritmo e a emoção do samba, a formação apresentará arranjos inéditos e envolventes. O repertório é uma seleção cuidadosa de grandes sucessos da carreira de Diogo, releituras afetivas que homenageiam suas influências (do filho de João Nogueira ao protagonista do agora) e novas composições. O roteiro musical é uma viagem poética que inclui clássicos atemporais e blocos dedicados às canções de amor, à gafieira e ao clima de roda da favela. Serviço Infinito Samba: Data: 10 de abril de 2026 Local: Ulysses Centro de Convenções Endereço: SDC - Ulysses Guimarães, Brasília Horário (show): 22h Horário (abertura da casa): 20h Classificação: 18 anos. Menores de 18 anos poderão entrar acompanhados dos responsáveis legais. Crianças até 24 meses não pagam entrada e ficam no colo dos responsáveis durante a apresentação. A partir de 02 anos e 1 dia, a criança paga meia-entrada mediante apresentação da carteira de identidade ou certidão de nascimento. Ingressos: https://www.bilheteriadigital.com/infinito-samba-diogo-nogueira-10-de-abrilc
- Espetáculo “Qualquer Um” chega a Planaltina para últimas apresentações
Quem ainda não assistiu ao espetáculo “Qualquer Um” do coletivo Poéticas da Meia Noite, terá a oportunidade de ver as últimas apresentações gratuitas que acontecem nesta sexta e sábado, no Complexo Cultural de Planaltina. Os ingressos precisam ser retirados na plataforma Sympla. “Qualquer Um” é um trabalho que escancara uma verdade dolorosa: a de que as grandes cidades têm pressa para tudo, menos em se adaptar para incluir pessoas com deficiência. A peça construída com narrativa lírico-poética, é marcada por intensa subjetividade e atmosfera emocional que busca sensibilizar o olhar do público. O espetáculo já passou pelo espaço cultural Renato Russo e agora chega a Planaltina para duas apresentações para a comunidade. A montagem transforma histórias reais dessas pessoas invisibilizadas em dramaturgia cênica para debater acessibilidade, inclusão, empatia e direito à cidade. O trabalho do coletivo chama a atenção para uma dura realidade. Embora a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência estabeleça critérios para acessibilidade, a garantia desses direitos ainda não foi assegurada. Ônibus e estações não adaptadas, terminais sem piso tátil, calçadas esburacadas, falta de rampas, passageiros que não respeitam os assentos reservados. Estes são alguns dos problemas enfrentados diariamente por pessoas com deficiência que utilizam o transporte público. E a falta de mobilidade urbana influencia diretamente o acesso a outros direitos básicos, como saúde, educação e trabalho. O espetáculo No palco, as atrizes Fernanda Duarte e Gabriela Vasconcelos interpretam duas vendedoras ambulantes, mulheres que comercializam seus produtos pelas ruas e, por isso, são testemunhas de muitas dessas histórias. “Qualquer Um” é uma obra de teatro documental construída a partir de relatos de pessoas com deficiência sobre o uso do transporte público no Distrito Federal. Após cada apresentação, serão realizados bate-papos com o público, promovendo diálogo e troca de experiências. Além disso, as apresentações contarão com audiodescrição, intérprete de Libras e monitoria de acessibilidade, assegurando a participação inclusiva do público. Com direção de Thiago Carvalho, o espetáculo “Qualquer Um” é um projeto do Coletivo Poéticas da Meia Noite, realizado com recursos da Política Nacional Aldir Blanc – Edital de Apoio a Produções Audiovisuais e Produções Culturais (2025), reafirmando o compromisso com a democratização da cultura, a acessibilidade plena e a valorização das experiências de pessoas com deficiência. Sobre o Coletivo Poéticas da Meia Noite – Fundado em 2021, o Coletivo é uma ponte permanente entre a Bahia e o Distrito Federal para desenvolvimento de trabalhos cênicos que partem de pesquisas sobre memória e alteridade na construção dramatúrgica. Atualmente, o grupo reúne duas estudantes de graduação e um de mestrado da Universidade de Brasília (UnB), além de dez profissionais baianos e quatro brasilienses que desenvolvem cenografia, luz, design, fotografia, comunicação e mediação. Em 2023, o grupo estreou o seu primeiro espetáculo, “Pititinga – Peixe Pequeno” (2023), seguido de “Solos Flutuantes” (2024) e do infantil “A Pequena Casa Flutuante” (2025). SERVIÇO: ESPETÁCULO QUALQUER UM 04 de abril, às 19h e 21h 05 de abril , às 18h Complexo Cultural de Planaltina Gratuito - Disponível no Sympla: https://www.sympla.com.br/evento/qualquer-um/3346025 _________________________________ Ficha Técnica Direção geral, texto e argumento: Thiago Carvalho Assistente de Direção: Davi Dias Dramaturgia: Flora Scartezini e Thiago Carvalho Pesquisadores: Abigail Castilho, Fernanda Duarte, Flora Scartezini, Gabriela Vasconcelos e Thiago Carvalho Atrizes: Fernanda Duarte e Gabriela Vasconcelos Preparação Vocal: Abigail Castilho Consultoria de Movimento: Aroldo Fernandes Intérprete de Libras: Barbara Querubina Audiodescrição: Thiago Carvalho Monitoria de Acessibilidade: Davi Dias Assessoria de Imprensa: Gabriela Fonseca Gestão de Mídias Sociais: Jaitai Ribeiro Produção Executiva: Anna Ju Carvalho e Davi Dias Gestão Financeira: Gabriela Vasconcelos Iluminação: Lacerda Sonoplastia: Caléo e Thiago Carvalho Figurino: Lucimaureen Agra e Rino Carvalho Costureira: Angélica Cenário : Rino Carvalho e Lucimaureen Agra Fotografia e Vídeo: Jaitai Ribeiro Designer Gráfico : Fernando PJ Realização: Coletivo Poéticas da Meia Noite
- Gabi Melim lança "Habilidosamente" em parceria com L7nnon
Gabi Melim apresenta hoje, 03 de abril, “Habilidosamente”, novo single em colaboração com L7nnon . A faixa traduz desejo, intimidade e sintonia em forma de música, com a sensibilidade melódica e lírica de Gabi. Ouça aqui: https://umusicbrazil.lnk.to/Habilidosamente Assista ao videoclipe: https://www.youtube.com/@GabrielaMelimOficial O lançamento também chega acompanhado de um videoclipe filmado na casa da artista, que reforça a atmosfera criativa e moderna da canção. Em “Habilidosamente”, Gabi Melim propõe um encontro entre dois universos profundamente cariocas. A canção, composta por Gabi em parceria com Iuri Rio Branco, Juliano Moreira e L7nnon, nasce do desejo de aproximar a bossa nova do funk, criando uma ponte entre linguagens que surgem do mesmo território, mas historicamente se manifestam de formas distintas. “ São dois gêneros muito cariocas. A bossa nova ganhou projeção a partir da elite, enquanto o funk vem da periferia, mas ambos vêm do mesmo lugar e se comunicam de formas diferentes ”, explica a artista. O encontro com L7nnon se deu de forma orgânica. Admiradora da trajetória e da postura artística do rapper, Gabi conta que a parceria se consolidou rapidamente. “ Quando mandei a música, ele escreveu a parte dele muito rápido e tudo fluiu de forma natural. Foi um encontro musical verdadeiro ”, diz. A faixa aposta em uma sonoridade moderna, leve e fluida, que acompanha uma letra centrada na intimidade e na descoberta de um amor sem excessos. “ Achei interessante unir isso de um jeito moderno, falando de um amor despretensioso, daquele momento em que as pessoas ainda estão se conhecendo ”, comenta Gabi. A produção musical é assinada por Iuri Rio Branco, nome com quem a cantora já desejava colaborar há algum tempo. Segundo ela, a escolha foi determinante para o resultado da faixa. “ Ele é um produtor extremamente talentoso e criativo, com uma escuta muito sensível, e eu já tinha muita vontade de trabalhar com ele ”, afirma. Para a artista, “Habilidosamente” funciona como um sinal claro de um novo momento em sua carreira, marcado por mais ousadia estética e liberdade criativa. “ Essa música aponta para o que está por vir no meu trabalho, um momento em que tenho ousado mais, tanto na escrita quanto na sonoridade, fugindo de caminhos óbvios ”, revela. Ficha técnica Composição: Gabi Melim, Iuri Rio Branco, Juliano Moreira e L7nnonProdução musical: Iuri Rio BrancoViolão: Filipe CoimbraBaixo: Iuri Rio BrancoTrombone e Trompete: Douglas da Silva AntunesEngenheiro de Mixagem e masterização: Marcelinho Ferraz












