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- CCBB Brasília apresenta A Comunidade do Arco-Íris, única obra do escritor Caio Fernando Abreu para crianças
Única obra do escritor Caio Fernando Abreu voltada para o público infantil, A Comunidade do Arco-Íris chega ao CCBB Brasília após temporadas de sucesso em São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro. Com direção de Suzana Saldanha e supervisão de direção de Gilberto Gawronski, o espetáculo estreia na capital federal em 12 de março e segue em cartaz até 29 de março, com sessões as sextas, às 16h, e aos sábados e domingos, às 11 e às 16h. A classificação indicativa é livre. Os ingressos custam R$ 30,00 (inteira) e R$ 15 (meia) e estarão disponíveis no site www.bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília, a partir de 4 de março. A montagem propõe uma reflexão sensível sobre confiança, respeito, amizade, democracia e convivência coletiva, temas centrais do único texto infantil do autor gaúcho (1948–1996). O projeto conta com patrocínio do Banco do Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. No elenco estão Bianca Byington, Raquel Karro, Tiago Herz, Lucas Oradovschi, Lucas Popeta, André Celant, Renato Reston, Patricia de Farias, além dos stand-ins Aisha Jambo e Maksin Oliveira. O espetáculo conta ainda com participação especial em vídeo de Malu Mader, exibido na abertura. A trama acompanha brinquedos e seres mágicos que decidem viver em comunidade em uma floresta, longe do mundo dos humanos, da poluição e do consumo desenfreado. A chegada de três gatos ao local provoca debates sobre convivência, diferenças e democracia. O universo criado lembra uma espécie de rave ou festa hippie, onde personagens como uma sereia cansada da poluição dos mares, uma bruxa de pano, um soldadinho pacifista com vocação para jardinagem, um mágico incompreendido e um roqueiro em busca de tranquilidade convivem em harmonia. No papel da Bruxa de Pano, Bianca Byington destaca o tom surpreendentemente leve do texto. “ É um Caio que não perde o sarcasmo, mas se apresenta de forma delicada. Impressiona como, já em 1971, ele abordava a questão ambiental de maneira simples, sem militância, mas tocando no essencial: a insatisfação com o consumo e o mundo capitalista ”, comenta a atriz. O cenário interativo, criado por Sérgio Marimba, é composto por uma grande estrutura de ferro flexível, que dialoga com a iluminação de Aurélio de Simoni e os figurinos de Danielly Ramos. O espaço convida as crianças a mergulharem em um universo lúdico e colorido, permitindo que os atores se movimentem livremente pelo cenário. Segundo Gilberto Gawronski, a obra convida o público infantil a refletir sobre coletividade e diversidade. “ Não é um texto que trata diretamente de empoderamento feminino, racismo ou gênero, mas abrange tudo isso. O Arco-Íris de Caio é uma ode à diversidade, a um lugar alternativo e utópico, onde a diferença é respeitada ”, afirma. A direção musical é de João Pedro Bonfá, que mescla canções gravadas e música ao vivo. O espetáculo conta ainda com uma composição-tema assinada por Tony Bellotto e seu filho, João Mader, inspirada no hino da Comunidade do Arco-Íris citado no texto original. “ Transformamos a música em um rock’n’roll no estilo Titãs, gravado ao vivo em estúdio, o que trouxe uma sonoridade potente e muito interessante para a cena ”, explica Bonfá. Suzana Saldanha e Caio Fernando Abreu “ Apesar de escrita há mais de 40 anos, trata-se de uma peça ecológica e atual. Caio denúncia, naquela época, o mesmo que denuncio hoje, em 2024”, diz Suzana Saldanha, que participou da fundação do inovador Grupo de Teatro Província de Porto Alegre , em 1970, onde trabalhou com Caio Fernando Abreu. “Além de jornalista e escritor, era um belíssimo ator ”, lembra. Logo depois, em 1971, Caio escreveu “A Comunidade do Arco-Íris”. “O texto fala de forma poética sobre esse movimento de pessoas se organizando em comunidades, no auge da ditadura. Para nós, artistas, estava muito ruim. Mas nem todos iam da cidade para o campo. Caio foi para uma comunidade em Londres. Já eu fui morar, em 1973, com colegas de faculdade no Centro de Arte Sensibilização e Aprendizagem, onde também funcionava uma escola de teatro, em Porto Alegre”, recorda. Quando volta ao Brasil em 1979, Caio entrega A Comunidade do Arco-Íris nas mãos de Suzy Baby, como chamava a amiga Suzana. “ Eu fiquei louca com o texto ”, lembra a diretora, que, no mesmo ano, estreia o espetáculo sob sua direção. Em 2008, a diretora contribui para a montagem da peça com crianças da Escola Carlitos (SP). Em 2018, um novo encontro com a obra: Suzana apresenta o texto ao amigo e produtor Flávio Helder, que se apaixona, e decidem remontá-lo. “ Eu quero mostrar ao público o lado amoroso e divertido de Caio Fernando, um autor que ficou muito marcado como porta-voz do mundo gay e que não conheceu a fama em vida, mas que hoje é lido por todos, sobretudo o público jovem ”, afirma a artista. Sobre o CCBB Brasília O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis. Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances. Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas. Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade. Acessibilidade A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília, de quinta a domingo. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo. Horários da van | De quinta a domingo Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30 Ficha Técnica Texto: Caio Fernando Abreu Direção: Suzana Saldanha Supervisão de direção: Gilberto Gawronski Elenco: Bianca Byington (Bruxa de pano); Raquel Karro (Sereia) Tiago Herz (Roque) Lucas Oradovschi (Mágico) Lucas Popeta (Gato Simão) André Celant (Soldadinho) Renato Reston (Gato Tião) Patricia de Farias (Gata Bastiana) Stand-in ( Bruxa de Pano): Aisha Jambo Stand-in ( Mágico): Maksin Oliveira Participação especial em vídeo: Malu Mader Cenário: Sérgio Marimba Iluminação: Aurélio de Simoni Figurinos: Danielly Ramos Visagismo: Joana Seibel Direção de movimento/coreografia: Sueli Guerra Assistência de movimento/coreografia: Edney d’Conti Composições e supervisão musical: T ony Belloto em colaboração com João Mader Direção musical: João Pedro Bonfá Programação Visual: Juliana Della Costa Direção de produção: Jenny Mezencio Coordenação geral e realização: Flávio Helder e BFV Cultura Esporte SERVIÇO: A Comunidade do Arco-Íris Local: CCBB Brasília Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul Temporada: de 12 a 29 de março (estreia na quinta-feira, 12) Sessões: sexta, às 16h; sábados e domingos, às 11h e 16h Sessão com libras: dia 21 de março, às 16h Ingressos: R$ 30,00 (inteira) e R$15,00 (meia) Classificação indicativa: Livre CCBB Brasília Aberto de terça a domingo, das 9h às 21h E-mail: ccbbdf@bb.com.br Fone: (61) 3108-7600 E-mail: ccbbdf@bb.com.br Site/ bb.com.br/cultura Facebook/ @ccbb.brasilia Instagram/ @ccbbbrasilia YouTube/ bancodobrasil TikTok/@ccbbcultura
- Brasília vai pulsar no ritmo do axé no feriado de 1º de maio com o Festival Micarê 2026
No feriado de 1º de maio, Brasília abre mão do descanso para viver algo que vai muito além de um evento musical. Nos dias 1º e 2 de maio, o Festival Micarê transforma o Estacionamento da Arena BRB – Mané Garrincha em um verdadeiro circuito de alegria, memória e celebração coletiva, embalado pelo som dos trios elétricos e pela energia contagiante do axé. Entre os grandes protagonistas dessa experiência estão Durval Lelys e Bell Marques, nomes que atravessam gerações e ajudaram a construir a história do carnaval fora de época no Brasil. Cada um deles sobe ao trio nos dois dias de evento, prometendo momentos de pura emoção para um público que cresceu, amadureceu e segue encontrando no axé um lugar de pertencimento. Completam a programação Xanddy, Tomate e Rafa e Pipo, unindo tradição e renovação no trio. A escolha da data carrega simbolismo. O feriado do Dia do Trabalhador, numa sexta-feira, cria o cenário ideal para viver a micareta sem pressa com tempo para sentir, dançar, descansar e prolongar aquela sensação difícil de explicar, mas impossível de esquecer, que só quem é micareteiro conhece. Mais do que música, a Micarê se firmou como uma experiência afetiva. “Há vivências que não cabem em explicações racionais: passam pelo corpo, pela identidade e pelo encontro, até virarem memória. Não se trata apenas de correr atrás do trio elétrico ou vestir um abadá. Trata-se de pertencimento, de reconhecer no outro a mesma vibração e de compartilhar uma energia que atravessa o tempo”, afirma Rodrigo Verri, um dos organizadores do evento. Para viver essa experiência de diferentes formas, o Festival Micarê contará com espaços como Camarote e Atrás do Trio, pensados para quem busca conforto, visão privilegiada ou a intensidade máxima de estar colado no som, no suor e na emoção que só o trio elétrico proporciona. Construído ao longo dos anos a partir de uma relação genuína com seu público, o Festival Micarê chega a 2026 prometendo mais um capítulo inesquecível dessa história. Um encontro entre música, memória, alegria e a força de artistas que são sinônimo de micareta no Brasil. Os ingressos já estão à venda pela Bilheteria Digital, com opções para um único dia ou passaporte para os dois dias, a partir de R$ 160, valor referente ao lote vigente, sujeito a alteração sem aviso prévio. A classificação indicativa é de 18 anos. Serviço: Festival Micarê 2026 Quando: dias 01 e 02 de maio Onde: Estacionamento da Arena BRB - Mané Garrincha Ingressos: a partir de R$160 Ponto de venda: Bilheteria Digital | Ingressos FESTIVAL MICARE 2026 Classificação indicativa: 18 anos Mais informações: @festivalmicare
- 1/3: Solo Brasil retorna aos palcos com show gratuito na Casa Thomas Jefferson
Conduzido pelo Grupo Solo Brasil e pela voz de Maria Eugênia, show que já percorreu quatro continentes chega a Brasília em apresentação inédita. “Solo Brasil - Uma Viagem Através da Música do Brasil” será apresentado gratuitamente no dia 1º de março, às 17h30, na Casa Thomas Jefferson (Asa Sul). O show, que integra a programação do Festival MPB em Série, é realizado por meio da Lei Goyazes, patrocínio do Grupo José Alves e Coca-Cola, apoio da Casa Thomas Jefferson e produção da Lume. A entrada é franca, com pedido de doação de alimentos destinados à campanha Fieg+Solidária.Sobre a importância desse show, compartilha a artista: “esse espetáculo tem um significado muito especial para mim, porque faz parte de uma história que começou há muitos anos, quando a música brasileira nos levou a percorrer diversos países e a apresentar a nossa cultura para públicos de diferentes línguas e tradições. Voltar a apresentá-lo agora, dentro do MPB em Série e em Goiânia, é como revisitar uma trajetória que ajudou a levar a canção brasileira para o mundo e, ao mesmo tempo, compartilhar com o público de hoje a emoção dessa viagem pela nossa identidade musical.”Uma viagem pela música brasileiraIdealizado pelo embaixador Lauro Moreira, o projeto revisita a construção da identidade musical do Brasil, dos seus primórdios ao final do século XX, em uma narrativa que combina música, memória e história cultural. Nesta nova temporada, o show ganha nova configuração e retorna aos palcos goianos com a voz da cantora Maria Eugênia e direção musical de Luiz Chaffin, reunindo músicos experientes em uma formação que dialoga com diferentes períodos e sonoridades da música nacional.A apresentação mescla narração ao vivo, execuções instrumentais e projeções audiovisuais, criando um percurso sensorial que atravessa épocas, compositores e estilos, revelando ao público a riqueza e a diversidade da canção brasileira.MPB em SérieA abertura da temporada em Goiânia marca também o reencontro do grupo com o público goiano dentro da programação do Festival MPB em Série, projeto que tem se consolidado como um dos mais importantes dedicados à valorização da música popular produzida em Goiás e ao diálogo com a música brasileira em sentido mais amplo. Após a apresentação na capital goiana, o espetáculo segue para Brasília, reforçando o caráter itinerante e formativo da proposta.No palco, a condução narrativa do embaixador Lauro Moreira costura as diferentes fases da música brasileira, enquanto a interpretação de Maria Eugênia e a direção musical de Luiz Chaffin conduzem o público por uma experiência que une informação histórica, emoção e memória afetiva. O repertório percorre estilos e compositores fundamentais, revelando conexões entre a tradição e a contemporaneidade da produção musical do país.A história de um show autenticamente brasileiroO espetáculo “Uma Viagem Através da Música do Brasil” e o Grupo Solo Brasil nasceram no final da década de 1990, a partir da repercussão internacional do disco Pindorama (1997), que levou a cantora Maria Eugênia a se apresentar na Expo Lisboa, em 1998. Foi durante essa temporada em Portugal que a artista conheceu o embaixador Lauro Moreira, dando início a uma parceria dedicada à difusão da cultura brasileira no exterior por meio da música.Dessa união surgiu o projeto, que ao longo dos anos percorreu diversos países da América Latina, América Central e Europa, consolidando-se como um dos mais longevos espetáculos de divulgação da música brasileira no exterior.A trajetória internacional resultou ainda na gravação de um álbum ao vivo em Goiânia, em 2000, e de um DVD registrado em Lisboa, em 2008, além de render à cantora o título de Oficial da Ordem do Rio Branco, concedido pelo Itamaraty, tornando-a a primeira mulher goiana a receber a honraria pelos serviços prestados à cultura brasileira fora do país. Serviço: Solo Brasil – Uma Viagem Através da Música do Brasil - Festival MPB em série III Brasília1º de março - 17h30 - Casa Thomas Jefferson (Asa Sul)Entrada: gratuita (sem retirada prévia)Ação solidária: doação de alimentos para a campanha Fieg+Solidária Mais informações: https://www.instagram.com/mariaeugeniacantora/
- Ser desejada eleva a autoestima, mas exige cuidado com a saúde mental
Transformar a sensualidade em profissão envolve muito mais do que produção de conteúdo. Para criadoras de conteúdo adulto, o cuidado com o corpo e a saúde emocional se torna parte essencial da rotina, não apenas por estética, mas como estratégia de bem-estar e continuidade na carreira. A criadora conhecida como DraSafada, que atua há quatro anos produzindo fotos e vídeos eróticos e presente na plataforma Hotvips , descreve essa relação com naturalidade. “Meu corpo é minha vitrine, então preciso estar bem com ele para entregar um bom trabalho”, afirma. Para ela, a profissionalização trouxe também uma percepção mais consciente dos próprios limites e da importância das pausas. “Já precisei interromper gravações por cansaço e entendi que respeitar o tempo do corpo faz parte do processo.” A criadora destaca ainda que seu conteúdo sempre foi baseado em experiências reais, o que contribui para uma relação mais leve com a produção e com a própria sexualidade. Autoestima e consciência caminham juntas A validação do público aparece como um fator positivo na construção da autoestima, mas acompanhada de responsabilidade e autoconhecimento. “Ser desejada eleva a autoestima. Ao mesmo tempo, existe um cuidado para manter a confiança e a autenticidade no conteúdo”, explica. Com o tempo, DraSafada desenvolveu estratégias para preservar o equilíbrio entre vida pessoal e persona online. “Desde o início busquei separar as duas coisas. A DraSafada é uma personagem que uso na venda de conteúdo, minha vida pessoal é outra. Uma das minhas estratégias é separar as redes sociais, cada uma com seu objetivo. Isso ajuda a manter a saúde emocional e evita conflitos internos.” Essa maturidade também se reflete na rotina de saúde. A criadora relata acompanhamento ginecológico frequente e mudanças no estilo de vida. “Passei a cuidar mais da alimentação, da academia e da saúde mental. Corpo e mente precisam caminhar juntos.” A sexualidade como rotina exige atenção ao corpo De acordo com a médica e sexóloga Andreza Acioli, quando o corpo passa a ser ferramenta de trabalho, a relação com o autocuidado tende a se intensificar. “A repetição de estímulos físicos, associada à rotina de gravações, exige períodos adequados de recuperação e atenção aos sinais do corpo, assim como ocorre em outras atividades que demandam performance corporal”, diz. Ela ressalta que relações frequentes não representam um problema quando há descanso, lubrificação adequada e higiene correta, mas a ausência desses cuidados pode favorecer irritações e desconfortos. Além disso, o bem-estar emocional exerce influência direta na saúde sexual. O estresse e a ansiedade podem interferir na lubrificação, no relaxamento muscular e até no ciclo menstrual, reforçando a importância do cuidado integral. Cuidar do corpo é investir na própria trajetória Entre as recomendações estão acompanhamento médico regular, atenção aos sinais do organismo, pausas de recuperação e manejo do estresse. Para DraSafada, a principal transformação foi justamente a forma de olhar para o próprio corpo. “Hoje entendo que cuidar da mente é o que sustenta tudo. Quando a gente está bem emocionalmente, o resto acompanha.” Um suporte próximo que fortalece a confiança das criadoras Para Maíra Fischer, community manager do Hotvips, a saúde emocional das criadoras é prioridade. Por isso, ela mantém contato próximo e individual, muitas vezes direto pelo WhatsApp, oferecendo escuta, orientação e apoio nos momentos de insegurança ou adaptação. “Esse acompanhamento faz com que as criadoras se sintam mais seguras e confiantes. Quando há acolhimento, o trabalho flui melhor e isso se reflete também no crescimento e nos resultados dentro da plataforma”. Sobre o Hotvips O Hotvips é uma plataforma brasileira de venda de conteúdo adulto voltada para criadores que desejam transformar prazer em renda, com segurança, liberdade e suporte personalizado. A plataforma reúne casais amadores, exibicionistas e pessoas comuns que encontraram na produção de conteúdo uma forma de viver suas fantasias e complementar a renda com autonomia. Com parceria estratégica com o Sexlog, maior rede de sexo e swing da América Latina, o Hotvips aposta em inovação, transparência e no combate ao preconceito com fetiches e sexualidades diversas.
- Gustavo Mendes, Gabriel Santana, Conrado Caputo e Rebecca Momo estrelam a nova montagem da comédia de sucesso "O Marido da Minha Mulher"
Fenômeno de gargalhadas, o espetáculo de sucesso "O Marido da Minha Mulher" — encenado pela primeira vez há 10 anos — ganha uma novíssima montagem e com um elenco estelar. Desta vez, o personagem-título, o fanfarrão incorrigível Alex, cabe ao ator Gabriel Santana . Na hilária trama, após um trágico acidente, ele morre, mas volta como fantasma e tem como objetivo fazer de tudo para que sua mulher, Bruna, vivida pela atriz Rebecca Momo , não se case com seu maior desafeto: Nico ( Conrado Caputo ), um mauricinho convicto. Para isso, Alex contará com a ajuda de seu melhor amigo, Paulo ( Gustavo Mendes ). Dirigida por Carlinhos Machado e produzida pela Foco 3 , a estreia da comédia acontecerá no dia 14 de março, no Teatro Mooca, em São Paulo. Machista e equivocado, o personagem vivido por Gabriel Santana é um torcedor inflamado do Corinthians, completamente apaixonado pelo seu time. Ele inclusive deixa de viver momentos familiares e importantes com o filho e a mulher Bruna para estar na rua com os amigos e com a torcida organizada. “A Bruna é daquelas mulheres que parecem que aceitam tudo… mas na verdade estão jogando xadrez enquanto o resto acha que é damas. Ela mantém o casamento, mas toma suas próprias decisões. No fundo, ela é esperta, sabe o que quer e, mesmo quando parece brava ou submissa, está sempre no controle — só que do jeito dela”, afirma Rebecca. Já Ton Prado, que está se preparando para a quarta montagem da comédia, vibra com essas novidades todas no elenco. “Já passaram atores incríveis pelo elenco. Porém, esta montagem promete ser algo bem diferente do que o público já assistiu. O elenco traz um outro frescor para estes personagens, numa construção atual, com linguagem divertida e responsável. O público sempre amou a peça, era sucesso garantido por onde a gente passava”, acredita.Por isso mesmo, para esta nova encarnação do personagem Paulo, o ator está animadíssimo para o jogo de cena com os novos colegas. “Pra mim, o grande termômetro da peça é a Bruna. Quando o público saca quem ela é e as estratégias que ela usa para se manter sã, a torcida é por ela, já que são três patetas ali na disputa. A plateia vibra com a virada de chave dela”, assegura. O empurrãozinho paranormal que a dramaturgia oferece é outro motivo para muitas gargalhadas e algumas reflexões acerca do tema. “Não acredito em fantasmas como a fantasia nos conta, porém acredito muito em experiências paranormais. Creio e entendo toda a questão de intuição que muitas pessoas têm”, diz Ton. “Acredito que, além dessa vida, há outro lugar, para que a alma evolua e se liberte. Mas não tive experiências sobrenaturais. Adoraria”, espera Conrado. Enquanto Gustavo Mendes acredita que o sobrenatural está presente no nosso dia a dia. “Tudo o que é criado, existe. Eu acredito nos fantasmas que a gente cria. E isso não se refere somente a espíritos não. Criamos fantasmas com relação a medos, idéias que nos limitam. O que eu tento é desacreditar nos fantasmas que eu mesmo crio. Eu sou autor também, então tenho uma cabeça muito criativa desde sempre. Já criei inúmeras situações sobrenaturais frutos da minha imaginação", afirma. SINOPSE Uma das comédias de maior sucesso está de volta! “O Marido da Minha Mulher” conta a história de Alex (Gabriel Santana) um fanfarrão convicto e incorrigível, casado com Bruna (Rebecca Momo), uma dona de casa bonita e inteligente, que vive solitária. Numa de suas farras, Alex acaba sofrendo um acidente deixando viúva a bela esposa. Após a morte dele, a jovem viúva será disputada por Nico (Conrado Caputo), um mauricinho convicto, e por Paulo (Gustavo Mendes), melhor amigo de Alex. Para impedir que ela se case com seu desafeto, o morto volta à Terra e pede ajuda a seu melhor amigo. Assim se desenrola uma trama de confusões hilariantes, cheia de surpresas. FICHA TÉCNICA Texto: Sérgio Abritta Direção: Carlinhos Machado Assistente de direção: Bruno Magri Elenco: Gustavo Mendes, Gabriel Santana, Conrado Caputo e Rebecca Momo. Desenho de luz: Cesar Pivetti Trilha Sonora: Charles Dalla Operação de luz: Pablo Perosa Operação de Som: Kaique Andrade Contraregragem: Thalles Romero Cenário: Thiago Wenzler Camareira: Zezé Barreto Cenotécnico: Tony Medugno Fotografia: Ronaldo Gutierrez Beleza: Gabriel Ruiz Administração: Wendell Mattos Mídias sociais: Agência Metamorphose Assessoria de imprensa: Dobbs Scarpa Multiplataformas Realização: FOCO3 Produções Artísticas SERVIÇO Espetáculo: O MARIDO DA MINHA MULHER Datas: de 14 de março a 26 de abril Horários: Sab, às 20h / Dom, às 19h; Preços: R$ 120,00 (P/S); Classificação Indicativa: 12 anos; Duração do Espetáculo: 75 minutos; TEATRO MOOCA - Endereço: Mooca Plaza Shopping - Vila Prudente, São Paulo - SP INGRESSOS SYMPLA
- Brasiliense recém-formada lança primeiro livro e recebe convite para Bienal de SP
O sonho que começou aos 14 anos, incentivado por uma professora de redação, ganha agora um novo capítulo com a estreia da autora no mercado editorial. Giovanna Borges, recém-formada no curso de Escrita Criativa, da UNIASSELVI, se prepara para um dos maiores marcos da carreira de um escritor: a participação na Bienal Internacional do Livro de São Paulo, principal evento literário da América Latina, em setembro. A trajetória da autora é um exemplo de como a formação técnica pode impulsionar o talento nato. Natural de Brasília, Borges buscou na graduação as ferramentas para transformar sua imaginação fértil em estrutura literária. "Minha mente é uma fábrica de ideias, mas eu queria a base teórica, conhecer a história e ter o preparo antes de ir direto ao ponto", explica a escritora, que escolheu o curso de dois anos por sua grade curricular abrangente. Do propósito ao manuscrito O caminho até a publicação aconteceu de forma orgânica, mas veloz. Diferente das histórias que já tem em mente, com foco em fantasia e romance, o primeiro livro da jovem nasceu de um propósito devocional compartilhado com amigas de sua comunidade cristã. O material, que organiza a jornada da mulher cristã em quatro fases – solteirice ao casamento -, foi transformado em livro após o incentivo das próprias colegas que participavam das orações. A entrada no mercado editorial também surpreendeu pela rapidez. Após algumas tentativas em grandes editoras, Borges enviou seu manuscrito para a Ases da Literatura. "Eu não tinha esperança de que daria em nada por ser meu primeiro livro, mas recebi uma resposta positiva em apenas uma semana", relembra. A obra foi lançada oficialmente em dezembro de 2025 e, em menos de um mês, veio o convite inesperado. Destino: Bienal Internacional do Livro de São Paulo Em janeiro, a editora selecionou o título da escritora como uma das apostas de sucesso para o catálogo que estará disponível na Bienal. A autora terá um espaço dedicado para sessões de autógrafos e contato direto com os leitores no estande da editora. "Fiquei sem acreditar. Acabei de lançar o livro e já vou para a Bienal? É uma loucura", celebra Giovanna. Fábrica de histórias Para quem pensa que o sucesso do primeiro livro trará um descanso, a jovem garante que é apenas o começo. Com um romance previsto para ser finalizado ainda neste semestre e outras cinco histórias já roteirizadas em sua mente, ela credita parte de sua evolução ao amadurecimento técnico. "Escrevi um livro completo aos 15 anos, mas não tinha técnica. O curso me deu o olhar exigente que tenho hoje com as palavras", afirma. A coordenadora da graduação em Escrita Criativa da UNIASSELVI, Patrícia Offial, entende que este “olhar exigente” citado por Giovanna é justamente o intuito do curso. “Nosso curso de Escrita Criativa é projetado para nutrir e desenvolver o talento de escritores e aperfeiçoar as suas habilidades. O objetivo, não é ditar regras, mas sim desbloquear o potencial criativo de cada aluno, ajudando-os a encontrar sua própria voz e a construir narrativas impactantes e originais”, diz. Ela comemora a trajetória de sucesso de Giovanna. “Ver uma aluna se formando e realizando o seu sonho é sempre inspirador e um motivo de orgulho. Ainda mais recebendo o convite para um evento tão prestigiado como a Bienal de São Paulo. Esse reconhecimento rápido evidencia o talento inato da Giovanna, sua dedicação e disciplina. Características que encontraram, no curso de Escrita Criativa, um ambiente propício e as ferramentas necessárias para se desenvolverem ainda mais”, ressalta. Sobre a UNIASSELVI A UNIASSELVI é uma das mais conceituadas instituições de ensino superior do Brasil. Com uma oferta diversificada de mais de 500 cursos, que incluem Graduação, Pós-Graduação, Profissionalizantes e Técnicos, nas modalidades presencial, semipresencial e a distância (EAD), a instituição se destaca pela sua abrangência e qualidade educacional. Presente em todos os estados brasileiros, a UNIASSELVI conta com uma ampla rede de mais de 1,3 mil polos e mais de 16 unidades de ensino presencial. É reconhecida como a única instituição de grande porte nacional a receber nota máxima no Recredenciamento Institucional, concedido pelo Ministério da Educação (MEC). A missão da UNIASSELVI é fornecer os recursos e o suporte necessários para que os alunos construam suas próprias histórias e alcancem o sucesso acadêmico e profissional, promovendo assim o desenvolvimento pessoal e profissional de cada estudante.
- iLab-Segurança 2026 amplia feira de tecnologia e posiciona inovação como eixo estratégico no combate ao crime organizado
A Conferência iLab-Segurança 2026 , que será realizada de 3 a 6 de março no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), em Brasília, ampliará sua feira de tecnologia e consolidará o evento como principal plataforma nacional de integração entre segurança pública, inovação e mercado GovTech. A edição deste ano terá como um dos eixos centrais o uso de tecnologia e inteligência aplicada no combate ao crime organizado, com destaque para soluções voltadas a meios de pagamento, fraudes digitais, rastreamento de ativos e inteligência artificial aplicada à segurança . O movimento ocorre em um contexto de crescimento de golpes bancários, digitalização de serviços financeiros e maior pressão por modernização das estruturas públicas de investigação e controle. O aumento de fraudes eletrônicas e crimes financeiros elevou o custo operacional de instituições financeiras, empresas e governos. A digitalização acelerada dos meios de pagamento ampliou a superfície de risco, exigindo infraestrutura tecnológica capaz de integrar dados, rastrear fluxos ilícitos e antecipar ameaças. Paralelamente, o mercado de tecnologia para o setor público — especialmente segurança e gestão de evidências — tem registrado expansão impulsionada por: Pressão por transparência e rastreabilidade Demanda por interoperabilidade de sistemas Necessidade de respostas mais rápidas e baseadas em dados Integração entre segurança pública e integridade econômica Nesse cenário, o iLab-Segurança amplia sua feira de inovação como ambiente de demonstração prática de soluções aplicadas. Feira de tecnologia como plataforma estratégica A área de exposição do iLab 2026 reunirá empresas nacionais e internacionais que atuam em: Inteligência artificial aplicada à segurança Monitoramento e vídeo inteligente Análise de dados e interoperabilidade Gestão digital de evidências Soluções para centros de comando Tecnologias para prevenção de fraudes financeiras Empresas como a Flash Engenharia reforçam sua presença com veículos especiais de alta performance voltados à segurança operacional. Fundada em 2002, a empresa já equipou mais de 25 mil viaturas e mantém plantas industriais em São Paulo, atuando em sinalização audiovisual e adaptação de veículos com tecnologia embarcada homologada por montadoras e certificada por padrões internacionais. Ao lado de empresas como Berkana, Helper Tecnologia, Ulbrichts, Valid, Grupo Tech Biz Forense Digital, SNCAP, Cellebrite, Clearview AI, Cognyte, 4SEC, Axon e Inspect, a Flash integra o ecossistema de inovação que posiciona o iLab como vitrine estratégica de soluções aplicadas à inteligência, investigação digital e modernização da segurança pública. A proposta do evento é transformar o debate institucional em demonstração operacional, conectando gestores públicos, investidores e fornecedores de tecnologia em um mesmo ambiente. Segundo a organização, a feira foi ampliada para atender à crescente demanda por integração entre política pública e soluções tecnológicas escaláveis. Para os organizadores, a tecnologia precisa ser tratada como infraestrutura estratégica: “A inovação aplicada à segurança pública não é apenas uma ferramenta operacional. Ela é parte da governança institucional e impacta diretamente a eficiência do Estado, a proteção dos mercados e a confiança da sociedade.” A organização do iLab defende que a integração entre inteligência criminal, dados financeiros e tecnologia de rastreamento pode reduzir vulnerabilidades exploradas por organizações criminosas. Ambiente de negócios e integração institucional Ao ampliar sua feira tecnológica, o iLab-Segurança 2026 consolida-se como espaço de convergência entre: Gestores públicos Órgãos de controle Empresas de tecnologia Especialistas em regulação Representantes do setor produtivo A lógica é aproximar política pública, inovação e mercado, criando um ambiente propício à modernização institucional. O avanço do crime organizado sobre meios digitais e cadeias produtivas exige respostas estruturadas. A modernização tecnológica da segurança pública: Reduz perdas econômicas associadas a fraudes Amplia eficiência investigativa Melhora a governança de dados Fortalece o ambiente de negócios Para o mercado, o movimento sinaliza expansão do segmento GovTech no Brasil e maior integração entre segurança pública e economia digital. A edição 2026 do iLab-Segurança reposiciona a tecnologia como eixo estruturante da política de segurança pública. Ao ampliar sua feira de inovação e integrar soluções aplicadas ao debate institucional, o evento consolida-se como plataforma estratégica para conectar inteligência, regulação e desenvolvimento econômico. Serviço iLab-Segurança 2026 — Conferência de Segurança Pública e Inovação Data: 3 a 6 de março de 2026 Local: Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB) — Brasília Realização: Instituto de Laboratório de Segurança e Inovação (iLab) Site: www.ilabseguranca.com.br Redes sociais: @ilabseguranca Contato: contato@ilabseguranca.com.br
- Exposição SustentArte apresenta obras de 71 novos artistas no Centro de Artes de Brasília
A Galeria MD’Azevedo, no Centro de Artes de Brasília, recebe a exposição “SustentArte – Capacitando Gerações por meio das Artes” , mostra gratuita que reúne os trabalhos produzidos por 71 novos artistas ao longo de seis meses de formação artística. A abertura acontecerá no dia 3 de março, às 19h, e a visitação seguirá durante todo o mês de março. A exposição marca a culminância do projeto SustentArte, iniciativa financiada pelo Fundo de Apoio à Cultura - FAC, que ofereceu capacitação artística gratuita para jovens, adultos e pessoas idosas, com atenção especial a mulheres, pessoas em situação de vulnerabilidade social e moradores da Vila Telebrasília e regiões do entorno. Durante o processo formativo, os participantes tiveram acesso a cursos nas áreas de pintura, cerâmica, mosaico e xilogravura, além de vivências em arteterapia, com objetos de papel e desenho, e atividades musicais por meio do canto coral. A proposta integrou arte, educação e desenvolvimento humano, promovendo inclusão social, fortalecimento da autonomia criativa e ampliação das possibilidades de inserção profissional na economia criativa. Segundo Lídia Henrique, coordenadora do Centro de Artes, a mostra revela trajetórias transformadas pela arte. “Os impactos foram percebidos no fortalecimento da autonomia criativa, no acesso democrático à formação cultural e na ampliação das perspectivas profissionais dos participantes”, explica. Durante toda a formação, a curadoria do Centro de Artes realizou monitoramento junto aos arte educadores por técnica, para observar cada objeto que estava sendo criado. Um processo de observação curatorial, monitoramento e escolha das peças para a exposição na galeria. Entre os destaques do projeto estão as ações complementares em xilogravura, que ampliaram o repertório técnico e conceitual dos alunos. Os participantes tiveram contato com a técnica da matriz perdida e participaram de uma vivência conduzida por Patrícia Pato Sardá, aluna espanhola que realizou intercâmbio na Espanha e compartilhou seus conhecimentos com os estudantes. Outra contribuição relevante veio de Luiza Corá, aluna da Academia de Belas Artes de Paris, que abordou temas como organização de portfólio para editais, produção autoral e reflexões sobre arte contemporânea. Além da exposição, o projeto também contempla a produção de um catálogo impresso com as obras e processos criativos desenvolvidos nas oficinas, e uma apresentação musical, ampliando o acesso à musicalização e reforçando a sustentabilidade cultural da iniciativa. Para o Centro de Artes, a realização do SustentArte reafirma seu papel como espaço de formação, inclusão social e transformação, consolidando-se como ponto de cultura e referência no Distrito Federal. A atuação integrada dos prestadores de serviços que movimentam a economia local foi fundamental para garantir a qualidade pedagógica, a acessibilidade e o impacto social do projeto. Alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas e ao conceito de Felicidade Interna Bruta (FIB), o SustentArte destaca a transmissão do saber ancestral como alavanca para inclusão social, desenvolvimento coletivo e cuidado por meio da arte. SERVIÇO Exposição SustentArte – Capacitando Gerações por meio das Artes Abertura: 03 de março de 2026 (terça-feira) Horário: 19h Local: Galeria MD’Azevedo – Centro de Artes de Brasília, Vila Telebrasília Visitação: de 3 a 31 de março, das 9h às 17h, de segunda a sexta-feira Entrada: Gratuita
- Inovador tributo a Lô Borges reafirma a obra do compositor mineiro em show no próximo dia 05 de março
O Clube do Choro de Brasília receberá, no dia 5 de março, às 20h30, um encontro musical dedicado exclusivamente a celebrar a vida e o eterno legado de Lô Borges — compositor, cantor, arquiteto de melodias raras e um dos pilares do movimento mineiro que redefiniu os rumos da canção brasileira. Em um país que aprendeu a sonhar ao som de suas harmonias, faz-se necessário um tributo próprio, inteiro, um espetáculo da forma que ele merece: sensível, potente e à altura da imensidão que sua obra representa para gerações de artistas e ouvintes. De “Um Girassol da Cor do Seu Cabelo” a “Equatorial”, de “Trem Azul” a “Dois Rios”, Lô reinventou a música brasileira com sua ousadia harmônica e seu lirismo singular. Parceiro fundamental de Milton Nascimento e de Márcio Borges, escreveu — a muitas mãos e com alma própria — capítulos inteiros da nossa história sonora. Sua ausência física deixou um silêncio que ainda reverbera, e é justamente desse silêncio que nasce “Coisas Que A Gente Se Esquece De Dizer”: um gesto de gratidão, memória e reverência. Em meados de janeiro a produção Tita Lyra promoveu o tributo “ Sonhos não envelhecem”, o qual tamanho foi o sucesso que foi necessário abrir sessão extra, igualmente lotada. De lá para cá, os pedidos de fãs da música mineira não cessaram, o que moveu a equipe para o terceiro turno de homenagens musicais. Assim, na esteira de reverenciar o melhor da música das montanhas de Minas, surge o próximo show. À frente desta nova montagem está Rodrigo Borges, cantor, compositor e instrumentista que representa a segunda geração da família Borges. Filho de Marilton Borges e sobrinho de Lô e Márcio, Rodrigo carrega no sangue e na vivência a herança do Clube da Esquina, mas construiu uma trajetória própria ao longo de mais de 30 anos de carreira. Transitando com naturalidade entre o pop e a MPB, domina canto, violão e guitarra, e soma parcerias com nomes como Murilo Antunes, Otto, Lelo Zanetti e Manno Góes. Ao longo de sua caminhada, dividiu palco e gravações com artistas como Lenine, Mart'nália, Daniel Jobim, Luiz Caldas, Toni Garrido, Vitor Kley e Daniela Mercury, além de seu histórico encontro com o próprio Milton Nascimento. Criador do bloco “Divina Banda”, ao lado de Marina Cambraia, mantém viva a pulsação festiva de Belo Horizonte enquanto prepara seu terceiro álbum de canções autorais, com lançamento previsto para 2026. No palco, Rodrigo se une a músicos profundamente ligados à cena mineira e brasiliense: Marcus Moraes (guitarra, violão e direção musical), Vavá Afiouni (baixo), Caio Fonseca (bateria) e Vitor Adonai (teclados e sopros). Juntos, recriam as camadas melódicas e emocionais de um repertório que atravessa décadas, preservando o frescor e a delicadeza que sempre marcaram a trajetória de Lô. Além da interpretação, Rodrigo assume o papel de novo protagonista deste tributo — não como substituto, mas como elo vivo entre gerações. Assim, o Clube do Choro se transforma, por uma noite, em espaço de comunhão: onde a saudade vira música, a memória vira celebração e a obra de Lô Borges encontra novos caminhos para seguir viva. No palco, vozes, cordas e sentimentos se entrelaçam para que sua presença continue vibrando. No público, cada pessoa é convidada a reafirmar que homenagear Lô, é também reconhecer que a música brasileira permanece infinita, ecoando no passado, no presente e naqueles que a conduzem ao futuro. SERVIÇO: SHOW “COISAS QUE A GENTE SE ESQUECE DE DIZER" Tributo a LÔ BORGES Data: 5 de março Horário: 20h30 Local: Clube do Choro de Brasília Direção musical, guitarra e violão: Marcus Moraes Baixo acústico: Vavá Afiouni Bateria: Caio Fonseca Teclados e sopros: Vitor Adonai Violão e voz: Rodrigo Borges Produção: Tita Lyra Produções Ingressos: https://www.bilheteriadigital.com/coisas-que-a-gente-se-esquece-de-dizer-tributo-a-lo-borges-05-de-marco
- Mostra Todd Haynes chega ao CCBB Brasília com retrospectiva completa do influente cineasta estadunidense
De 3 a 22 de março, o CCBB Brasília recebe a Mostra Todd Haynes , retrospectiva dedicada a um dos cineastas mais badalados e instigantes do cinema contemporâneo. Após passagens de grande sucesso de público pelo Rio de Janeiro e por São Paulo, a mostra desembarca na capital federal reunindo 23 filmes, sendo 13 desses dirigidos por Haynes e 10 obras de outros realizadores em diálogo direto com sua filmografia, além de mesas de debate, sessões apresentadas, sessões comentadas, curso, ações de acessibilidade e o lançamento de um catálogo inédito. A programação é ampla e completamente gratuita. Com curadoria de Carol Almeida e Camila Macedo, e idealização, coordenação geral e produção executiva de Hans Spelzon, a retrospectiva propõe um mergulho abrangente na obra de Todd Haynes, cineasta associado ao New Queer Cinema dos anos 1990 e reconhecido por reinventar o melodrama clássico para discutir identidade, desejo, gênero, sexualidade e as fissuras por trás das fachadas da vida cotidiana. A programação inclui títulos fundamentais como Longe do paraíso , Carol , Velvet Goldmine , Não estou lá , Mal do século , Segredos de um escândalo e The Velvet Underground , além de cópias restauradas e obras inéditas no Brasil. A mostra também destaca atuações marcantes de Julianne Moore, Cate Blanchett, Rooney Mara e Natalie Portman, atrizes centrais na construção do universo sensível e político do cineasta. Ao lado da filmografia de Haynes, a mostra apresenta filmes de outros realizadores, escolhidos por sua relevância histórica, estética e política, revelando diferentes tradições cinematográficas. Entre os títulos estão Jeanne Dielman (1975), de Chantal Akerman; O m edo devora a alma (1974), de Rainer Werner Fassbinder; Tudo que o céu permite (1955), de Douglas Sirk; Uma mulher sob influência (1974), de John Cassavetes; Desencanto (1945), de David Lean; Canção de amor (1950), de Jean Genet; além de obras de Leslie Thornton, Sadie Benning, Daniel Nolasco e Fábio Ramalho. “Ao colocar esses filmes em relação, a mostra propõe pensar o cinema como um campo de atravessamentos, de linguagem, de política e de sensibilidade. Mais do que influências diretas, o que emerge é uma constelação de obras que ajudam a entender como certas formas de ver e sentir o mundo foram se construindo ao longo do tempo”, afirma Camila Macedo. Outro eixo central da curadoria é a investigação do melodrama — frequentemente associado de forma equivocada a um estatuto artístico menor — como potência crítica e estética. “É interessante pensar que, apesar da popularidade no Brasil, a telenovela e as abordagens melodramáticas ainda carregam certo preconceito. Discutir os usos e reinvenções do melodrama a partir de um cineasta da envergadura de Haynes torce esses enquadramentos e nos permite pensar uma sensibilidade que escapa a dicotomias simplistas entre afeto e pensamento”, destaca Carol Almeida. A Mostra também chama atenção para a colaboração recorrente entre Todd Haynes e o montador brasileiro Affonso Gonçalves, figura central do cinema independente estadunidense . Gonçalves assinou a montagem de filmes fundamentais do diretor, como Carol (2015), The Velvet Underground (2021) e Segredos de um escândalo (2023), contribuindo decisivamente para o ritmo, a delicadeza e a construção emocional dessas obras. Programação formativa e encontros com o público A proposta da Mostra Todd Haynes se estende para além das sessões de cinema, com uma programação paralela que inclui duas mesas de debate sobre temas relacionados à filmografia do homenageado, seis sessões comentadas ao final, duas sessões apresentadas no início e um curso de dois dias, reunindo, neste conjunto de atividades, diferentes convidados, entre pesquisadores , críticos e realizadores, com o objetivo de aprofundar reflexões sobre cinema, linguagem, melodrama, representação feminina e cinema queer, em diálogo com o presente. A mesa “Donas de casa encarceradas nas estratégias melodramáticas de Todd Haynes” acontece no dia 14 de março (sábado), às 17h, e discute a recorrência e as reinvenções das figuras femininas e da domesticidade na obra do cineasta. Participam as pesquisadoras Emília Silberstein e Lila Foster, com mediação de Carol Almeida. A atividade contará com tradução em Libras. Já a mesa “O legado de Todd Haynes para os novíssimos cinemas queer”, no dia 21 de março (sábado), às 17h, propõe refletir sobre as reverberações de sua obra em uma nova geração de cineastas e práticas contemporâneas, com Mike Peixoto e Marisa Arraes, além da mediação de Camila Macedo, conta ndo também com intérprete de Libras. “A ideia dessas atividades é criar um espaço de escuta e de troca, em que a obra de Haynes possa ser pensada não como um monumento, mas como um cinema vivo, em diálogo com questões urgentes do presente e com outras formas de fazer e pensar o audiovisual”, afirma Carol Almeida. As sessões a presentadas e comentadas ampliam esse contato direto com o público, propondo conversas mais intimistas antes e após as exibições, respec tivamente . Entre os destaques estão a sessão de abertura, do filme Não estou lá , apresentada por Mariana Souto (3 de março, às 18h30); Carol, apresentada por Ana Caroline Brito (5 de março, às 19h); Velvet Goldmine (7 de março, às 18h15) e Mal do século (8 de março, às 18h), com comentários d e integrantes do Cine b eijoca (Cine clube da UnB); além de sessões comentadas por Carol Almeida, Camila M acedo, Marcus Azevedo e Letícia Bispo ao longo da programação. A proposta formativa inclui ainda o curso “Uma leitura da in/visibilidade lésbica a partir de Carol, de Todd Haynes”, ministrado por Alessandra Brandão e Ramayana Lira de Sousa, em dois encontros, nos dias 14 e 15 de março. A partir de um dos filmes mais emblemáticos do cineasta, o curso investiga os códigos do cinema hollywoodiano e os processos de visibilidade e apagamento lésbico na história do cinema narrativo, articulando crítica feminista e cinema contemporâneo. Para participar do curso, basta retirar o ingresso gratuitamente na bilheteria física, uma hora antes do início de cada aula. Catálogo com textos inéditos A Mostra Todd Haynes é acompanhada pelo lançamento de um catálogo inédito, disponível em versões impressa e digital (disponível para download no link https://ccbb.com.br/programacao-digital/catalogos/ ) , reunindo textos de pesquisadoras e pesquisadores brasileiros e estrangeiros dedicados à obra do cineasta. Entre os destaques está a tradução inédita de um texto de Mary Ann Doane, professora emérita da Universidade da California, Berkeley, referência fundamental da teoria feminista do cinema e ex-professora de Todd Haynes, além de uma entrevista exclusiva com o diretor, realizada especialmente para a publicação. “Todos os textos do catálogo são inéditos. A publicação funciona como uma extensão da mostra e como uma ferramenta de reflexão duradoura sobre a obra de Haynes e suas reverberações”, afirma Camila Macedo. Exemplares impressos serão distribuídos ao público gratuitamente mediante a apresentação de ingressos de sessões. “Ainda que o cinema de Todd Haynes atravesse preocupações estéticas muito distintas ao longo do tempo, existe algo que percorre toda a sua obra: uma crítica sofisticada às máscaras sociais. São filmes atentos às superfícies e ao que insiste em se revelar por trás delas”, conclui Carol Almeida. Comprometida com a ampliação do acesso, a Mostra Todd Haynes contará com sessão acessível de Carol , com audiodescrição, legendagem descritiva e tradução em Libras , exibição que conta com cópia dublada em português . As mesas de debate também terão tradução simultânea em Libras. FICHA TÉCNICA Curadoria: Carol Almeida e Camila Macedo Idealização, coordenação geral e produção executiva: Hans Spelzon Empresa produtora: Caprisciana Produções Apoio Institucional: Instituto Goethe Realização: Centro Cultural Banco do Brasil e Governo do Brasil Patrocínio: Banco do Brasil CONVIDADOS Mariana Souto Ana Caroline Brito Cinebeijoca Marcus Azevedo Lila Foster Emília Silberstein Ramayana Lira de Sousa Alessandra Brandão Letícia Bispo Mike Peixoto Marisa Arraes Sobre o CCBB Brasília O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Localizado no Edifício Tancredo Neves, o prédio é uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer e tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis. Com projeto paisagístico de autoria de Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows, espetáculos, exibições de filmes e performances. Além disso, é oferecido o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais, aproximando o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolha públicas e particulares, universitários e instruções, por meio de visitas mediadas agendadas. Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade. Acessibilidade A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília, de quinta-feira a domingo. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta no vídeo de divulgação exibido no interior do veículo. Mais informações em: Serviços Oferecidos | CCBB Brasília Horário da van – De quinta-feira a domingo: Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h | CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30. SERVIÇO Mostra Todd Haynes Curadoria: Carol Almeida e Camila Macedo Produção: Caprisciana Produções Data: De 3 a 22 de março Local: CCBB Brasília Endereço: Asa Sul Trecho 2 - Asa Sul, Brasília – DF Tel: (61) 3108-7600 Website: https://ccbb.com.br/brasilia/ Instagram: @ccbbbrasilia Ingressos: Entrada gratuita. Retirada dos ingressos 1h antes, presencialmente, na bilheteria do CCBB Brasília. Classificação: ver programação Horários: Ver programação. PROGRAMAÇÃO COMPLETA POR DIA: 03 de março 2026 (terça-feira)18h30 - Sessão apresentada (Mariana Souto) + Não estou lá ( I'm not there , Todd Haynes , 2007, 135 minutos, EUA / ALE, digital) - 12 anos 04 de março 2026 (quarta-feira)16h30 - Sem fôlego ( Wonderstruck , Todd Haynes, 2017, 116 minutos, EUA, digital) - 10 anos19h00 - Segredos de um escândalo ( May December , Todd Haynes, 2023, 117 minutos, EUA, digital) - 16 anos 05 de março 2026 (quinta-feira)16h30 - O preço da verdade ( Dark waters , Todd Haynes, 2019, 126 minutos, EUA, digital) - 12 anos19h00 - Sessão apresentada (Ana Caroline Brito) + Carol ( Carol , Todd Haynes , 2015, 118 minutos, EUA / GBR, digital) - 14 anos 06 de março 2026 (sexta-feira)17h30 - Tudo que o céu permite ( All that heaven allows , Douglas Sirk, 1955, 89 minutos, EUA, digital) - 16 anos19h15 - Longe do paraíso ( Far from heaven , Todd Haynes, 2002, 107 minutos, EUA / FRA, digital) - 14 anos 07 de março 2026 (sábado)16h00 - The Velvet Underground ( The Velvet Underground , Todd Haynes, 2021, 121 minutos, EUA, digital) - 16 anos18h15 - Velvet Goldmine ( Velvet Goldmine , Todd Haynes, 1998, 123 minutos, GBR / EUA, digital) + Sessão comentada (Parceria Cinebeijoca) - 18 anos 08 de março 2026 (domingo)15h15 - Uma mulher sob influência ( A woman under the influence , John Cassavetes, 1974, 146 minutos, EUA, digital) - 16 anos18h00 - Mal do século ( Safe , Todd Haynes, 1995, 119 minutos, EUA / GBR, digital) + Sessão comentada (Parceria Cinebeijoca) - 14 anos 10 de março 2026 (terça-feira)17h00 - Jeanne Dielman ( Jeanne Dielman, 23, quai du commerce, 1080 Bruxelles , Chantal Akerman, 1975, 201 minutos, BEL / FRA, digital) - 16 anos 11 de março 2026 (quarta-feira)18h30 - Canção de amor ( Un chant d’amour , Jean Genet, 1950, 26 minutos, FRA, digital) + Veneno ( Poison , Todd Haynes , 1991, 85 minutos, EUA, digital) + Sessão comentada (Marcus Azevedo) - 18 anos 12 de março 2026 (quinta-feira)17h30 - Desencanto ( Brief encounter , David Lean, 1945, 86 minutos , GBR, digital) - 14 anos19h15 - Carol ( Carol , Todd Haynes , 2015, 118 minutos, EUA / GBR, digital) - 14 anos 13 de março 2026 (sexta-feira)19h00 - O suicídio ( The suicide , Todd Haynes, 1978, 22 minutos, EUA, digital) + Assassinos: um filme sobre Rimbaud ( Assassins: a film concerning Rimbaud , Todd Haynes, 1985, 43 minutos, EUA, digital) + Peggy e Fred no inferno: o prólogo ( Peggy and Fred in hell: the prologue , Leslie Thornton, 1984, 20 minutos, EUA, digital) + Sessão comentada (Carol Almeida) - 16 anos14 de março 2026 (sábado)10h00 - Curso "Uma leitura da in/visibilidade lésbica a partir de 'Carol', de Todd Haynes" - 16 anos17h00 - Debate 1: Donas de casa encarceradas nas estratégias melodramáticas de Todd Haynes, com Emilia Silberstein, Lila Foster e mediação de Carol Almeida (com LIBRAS) - 16 anos19h00 - Segredos de um escândalo ( May December , Todd Haynes, 2023, 117 minutos, EUA, digital) - 16 anos 15 de março 2026 (domingo)10h00 - Curso "Uma leitura da in/visibilidade lésbica a partir de 'Carol', de Todd Haynes" - 16 anos16h00 - O medo devora a alma ( Angst essen Seele auf , Rainer Werner Fassbinder, 1974, 93 minutos, ALE, digital) - 16 anos18h00 - Longe do paraíso ( Far from heaven , Todd Haynes, 2002, 107 minutos, EUA / FRA, digital) + Sessão comentada (Letícia Bispo) - 14 anos 17 de março 2026 (terça-feira)18h30 - Sessão com acessibilidade - Carol ( Carol , Todd Haynes , 2015, 118 minutos, EUA / GBR, digital) + Conversa com a curadoria - 14 anos 18 de março 2026 (quarta-feira)19h00 - O preço da verdade ( Dark waters , Todd Haynes, 2019, 126 minutos, EUA, digital) - 12 anos 19 de março 2026 (quinta-feira)17h00 - Jollies ( Jollies
- 2026 deve ser o “ano dos concursos públicos” e exige preparação antecipada dos candidatos
O ano de 2026 desponta como um dos mais promissores para quem deseja ingressar no serviço público, com a previsão de editais relevantes em diferentes áreas e níveis de escolaridade. Especialistas apontam que concursos nas áreas de segurança pública, educação, social e carreiras administrativas devem movimentar o cenário nacional, especialmente no Distrito Federal e em outros grandes centros. Para a reitora do Centro Universitário UniProcessus, Claudine Fernandes, o cenário reforça uma tendência clara: quem começa a estudar antes da publicação dos editais sai na frente. “Este será, sem dúvida, um ano de muitas oportunidades em concursos públicos. Os candidatos que se anteciparem na preparação terão vantagem competitiva significativa, principalmente diante da alta concorrência que esses certames costumam registrar”, afirma. Entre os concursos que tradicionalmente concentram grande número de vagas, Claudine destaca os da área de segurança e educação. “Na segurança pública, concursos como os da Polícia Militar e da Polícia Civil costumam ter alto volume de nomeações ao longo da validade do certame. Já na educação, a expectativa de novos editais pode representar milhares de oportunidades, especialmente em redes públicas de ensino”, explica. Segundo a reitora, a área social também deve ganhar protagonismo nos próximos meses, acompanhando a demanda crescente por políticas públicas e serviços essenciais. Além disso, concursos de órgãos legislativos e tribunais seguem no radar dos concurseiros por oferecerem salários atrativos e estabilidade profissional. Diante desse cenário aquecido, surge uma dúvida comum entre os candidatos: ainda dá tempo de começar a estudar em 2026? Para Claudine Fernandes, a resposta é sim, desde que haja organização e método. “O segredo está em utilizar editais anteriores como base de estudo, compreender o perfil das bancas e manter uma rotina consistente. O planejamento estratégico é mais importante do que a quantidade de horas estudadas”, orienta. Ela reforça ainda que a preparação estruturada reduz a ansiedade e aumenta as chances de aprovação, especialmente em concursos de grande porte. “Muitos candidatos esperam o edital sair para começar a estudar, mas isso pode ser um erro. Quando o edital é publicado, o tempo costuma ser curto. Por isso, iniciar antes é uma decisão inteligente”, pontua. Preparatório reforça tradição na aprovação de concurseiros Com mais de 35 anos de atuação na formação educacional, o Centro Universitário UniProcessus oferece cursos preparatórios voltados a diferentes carreiras públicas, com metodologia baseada em planejamento de estudos, análise de editais anteriores e resolução intensiva de questões. De acordo com Claudine Fernandes, a instituição acompanha de perto as tendências dos concursos públicos para orientar os alunos de forma estratégica.“O nosso preparatório é estruturado para que o aluno estude com foco no que realmente é cobrado nas provas, otimizando o tempo e aumentando o desempenho”, destaca. Mais informações sobre os cursos preparatórios podem ser consultadas no site oficial da instituição: https://processus.edu.br/concursos .
- 2DIE4, primeiro filme brasileiro em IMAX, faz pré-estreia em Nova York
Primeiro filme brasileiro em IMAX, 2DIE4: 24 Horas no Limite acaba de ter sua aguardada pré-estreia em Nova York. Em 19 de fevereiro, o longa-metragem teve sua primeira exibição no AMC Empire 25, com lotação completa, marcando a presença da produção brasileira nas maiores telas dos Estados Unidos. O filme também já teve pré-estreias em Daytona e Miami, na Flórida. Em Daytona foram 20 sessões em quatro dias, coincidindo com os dias da 24 Horas de Daytona, prova de resistência do automobilismo. Em Miami foi exibido quatro vezes, também em quatro dias. A estratégia amplia a presença do filme junto ao público norte-americano antes do lançamento oficial, que acontecerá de 16 a 20 de abril em todo país em cinemas selecionados, com exclusividade para IMAX®. Os cinemas tradicionais receberão o filme após dia 20 de abril. Impulsionado pelo sucesso das exibições prévias no lançamento norte-americano, o filme consolida a capital cultural estadunidense como palco central dessa etapa internacional. Distribuído pela O2 Play, com patrocínio da Porsche Brasil, a estreia nos cinemas de todo o Brasil será em 30 de abril. Primeiro filme brasileiro lançado em IMAX®, 2DIE4 conduz o público para dentro da mente de Felipe Nasr — piloto que levou o Porsche Penske #7 à vitória nas 24 Horas de Daytona 2026 — durante a disputa da lendária 24 Horas de Le Mans, oferecendo um ponto de vista inédito sobre a corrida de resistência mais tradicional e exigente do automobilismo mundial. 2DIE4 significa uma experiência imersiva com telas gigantescas, som de excelência e alta resolução de imagem. Os irmãos Salomão Abdala (28 anos) e André Abdala (26 anos), da produtora Abdala Brothers, são os mais jovens cineastas da história a dirigir um longa-metragem concebido para IMAX ® , superando o recorde anterior de Ryan Coogler, que tinha 30 anos na época de Pantera Negra. O filme levou sete anos para ser realizado e se destaca como uma obra de automobilismo sem precedentes. Desde sua concepção, o projeto foi pensado em large format , ideal para as maiores telas do mundo. Ao redefinir o gênero por meio de inovação técnica e de uma narrativa imersiva em primeira pessoa, 2DIE4 foi vencedor do Motor Sports Film Award 2025 na categoria Melhor Documentário de Longa-Metragem. Os irmãos Abdala assim descreveram seu projeto: a ideia foi seguir a tendência da indústria cinematográfica de “se voltar mais para a autenticidade e se afastar do espetáculo em CGI". Assim como Christopher Nolan, uma de suas maiores inspirações, defendem a “ação no mundo real, efeitos práticos e consequências que não podem ser revertidas na pós-produção”. A aposta dos cineastas foi filmar uma história em desenvolvimento, sem roteiro e sem um desfecho garantido, confiando que as decisões em tempo real geram um drama que nenhum storyboard seria capaz de prever. Criada em 1923, as 24 Horas de Le Mans é a mais antiga e uma das mais prestigiadas provas de resistência do automobilismo mundial. Disputada anualmente no circuito de La Sarthe, na França, a corrida nasceu como um laboratório extremo para a indústria automotiva, desafiando carros e pilotos a suportarem um dia inteiro de competição ininterrupta. Ao longo de mais de um século, Le Mans consolidou-se como sinônimo de inovação tecnológica, estratégia, resistência física e mental. Em 2DIE4, o acesso exclusivo à equipe Porsche e à corrida resultou em imagens impactantes para serem experienciadas nas melhores e maiores telas de cinema. 2DIE4 conta com patrocínio da Porsche Brasil, Urban e Malhi. Sobre Abdala Brothers Salomão e André Abdala iniciaram sua trajetória em 2013, após ganharem uma câmera GoPro em um sorteio. O que começou como um experimento rapidamente se transformou em vocação, e desde então eles produzem filmes de forma contínua. Ao longo dos anos, fundaram uma das produtoras mais influentes da América Latina, a Abdala Brothers Media House, entregando conteúdos de alto nível em todo o mundo para marcas como Porsche, BMW, DJI, Embraer, Red Bull, entre muitas outras. O trabalho recebeu amplo reconhecimento internacional, incluindo 11 indicações ao International Motor Film Awards, com duas vitórias, além de um Webby Award por uma produção para a Red Bull. Embora a empresa tenha se consolidado como um negócio de mídia altamente bem-sucedido, seu propósito central sempre foi além do trabalho comercial. Desde o início, esses projetos foram concebidos como um campo de treinamento, permitindo que Salomão e André desenvolvessem seu ofício como diretores em tempo integral, com o objetivo de longo prazo de migrar para o cinema de longa-metragem. Para mais informações, visite www.abdalabrothers.com . Sobre a distribuidora O2 Play A O2 Play é dirigida por Igor Kupstas sob a tutela de Paulo Morelli, sócio da O2 Filmes. A distribuidora faz parte do grupo O2, que também tem como sócios o cineasta Fernando Meirelles e a produtora Andrea Barata Ribeiro. Em atividade desde 2013, a O2 Play se diferencia das demais distribuidoras por trabalhar, além do cinema, TV e vendas internacionais, o VOD (Video on Demand) – licenciando conteúdo para além de 30 plataformas digitais. Já foram mais de 80 filmes lançados em cinemas, entre títulos brasileiros premiados, como Sócrates e Chorão - Marginal Alado, e internacionais, em parceria com a Netflix, como O Irlandês, Dois Papas, Não Olhe Para Cima, Bardo, Pinóquio por Guillermo Del Toro – estes dois últimos indicados ao Oscar® 2023, Priscilla e Elis & Tom, Só Tinha de Ser com Você. A lista de longas ainda inclui parcerias com a MUBI: Annette, que abriu o Festival de Cannes 2021 e conquistou o Prêmio de Melhor Direção, Crimes of the Future, que estreou no Festival de Cannes 2022, o vencedor do Oscar® 2022 de Melhor Filme Internacional Drive My Car, o vencedor do Prêmio de Melhor Atriz no Festival de Cannes 2022 Holy Spider, o indicado ao Oscar® 2023 de Melhor Ator Aftersun, o indicado ao Oscar® 2023 de Melhor Filme Internacional Close e o indicado ao Oscar® 2024 de Melhor Filme Internacional Dias Perfeitos. Mais informações no site da O2 Play .













