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- Geração Z no Brasil lidera ranking mundial de interesse por relacionamentos não monogâmicos
O Ashley Madison, o principal site de relacionamentos extraconjugais do mundo¹, registrou a Geração Z como o grupo mais propenso² a se inscrever no site, mesmo que a maioria deles nunca tenha sido casada. Isso reflete uma mudança na sociedade em direção à não monogamia, no lugar dos relacionamentos tradicionais. Para entender melhor a atitude da geração em relação ao sexo e relacionamentos, a plataforma realizou uma pesquisa com a população de zoomers (pessoas com idade entre 18 e 29 anos) em dez países, em parceria com o YouGov³, além de questionar os próprios membros dessa faixa etária em seu site4. Quando se trata de sexo, a Geração Z é muito mais progressista e confortável com o conceito de não monogamia do que as gerações anteriores, com a maioria (62%) dos pesquisados no Brasil dispostos a considerar um relacionamento não monogâmico. Considerada cheia de contradições, os nativos digitais representam o ambiente turbulento e em rápida mudança que estão vivenciando. Em 2022, mais de 1,8 milhão de membros da faixa etária se juntaram ao Ashley Madison, dos quais, mais de 240.000 eram do Brasil. De acordo com a pesquisa, 59% dos membros da Geração Z desejam um relacionamento aberto ou poliamoroso, citando benefícios como "experiências de vida sexual e/ou romântica mais plenas" (65%), "mente aberta/aceitação em relação a diferentes formas de amor" (54%) e "ajudar as pessoas a se ficarem mais confortáveis em pedir o que desejam para maior satisfação" (46%). "A Geração Z é incrivelmente complexa e fascinante, e quando você pensa no fato de que estão se tornando a faixa etário dominante e o maior grupo de consumidores, é importante explorar suas perspectivas sobre diferentes tipos de relacionamentos", diz Isabella Mise, Diretora Sênior de Comunicações do Ashley Madison. "Este relatório visa revelar mais sobre suas atitudes em relação à privacidade, discrição e não monogamia, à medida que eles equilibram entre juventude e idade adulta, e determinam onde se encaixam em um mundo caótico", completa. Tanto homens quanto mulheres nesta faixa etária concordam unanimemente que a principal razão para buscar parceiros externos/múltiplos é porque suas necessidades sexuais não podem ser satisfeitas por somente uma pessoa (51%). Surpreendentemente, 21% das mulheres entrevistadas indicam que não podem ser felizes e monogâmicas, enquanto apenas 15% dos homens relataram o mesmo. Continuando a quebrar estigmas, a pesquisa com membros do Ashley Madison também indica que as mulheres tendem a ser mais sexualmente aventureiras do que os homens. Elas são três vezes mais propensas do que os homens a ter intimidade física com uma ou várias pessoas do mesmo sexo (15% vs. 5%), quatro vezes mais propensas a ter tido relacionamentos com pessoas do mesmo sexo através do Ashley Madison (8% vs. 2%), e duas vezes mais propensas a terem tido ménages a trois ou sexo em grupo com pessoas de vários gêneros/identidades (7% vs. 3%). "As mulheres em casos ou relacionamentos com múltiplos parceiros enfrentam consequências mais severas do que os homens, que podem ganhar status na cultura por serem conquistadores, ou por terem o charme para atrair várias mulheres", diz a Dra. Tammy Nelson, autora de "Open Monogamy". "Esse conhecimento das possíveis retaliações significa que as mulheres têm mais inclinação para manter seus relacionamentos extras em segredo. À medida que nossa sociedade se move para uma conversa mais aberta sobre acordos de monogamia flexíveis, as mulheres podem finalmente ser capazes de sair do armário e expressar suas necessidades por variedade", complementa. Embora a Geração Z seja conhecida por compartilhar a maioria de suas vidas nas redes sociais, os dados da pesquisa com membros do Ashley Madison indicam que, quando se trata de divulgar seus relacionamentos românticos, tanto homens quanto mulheres tendem a ser mais conservadores. Já que 68% por cento das mulheres e 65% dos homens entrevistados relatam que geralmente não anunciam que estão em uma relação amorosa. A principal razão? Para os respondentes, simplesmente não parece necessário (62%). Com 59% dos pesquisados concordando que não é da conta de ninguém. Já entre os que tornaram seu relacionamento público, 81% indicaram que preferem fazer uma 'revelação suave' de seu novo relacionamento, liberando lentamente e de forma sutil conteúdos que apresenta seu parceiro. Quando questionados sobre os motivos para tornarem públicos seus relacionamentos, os membros da Geração Z no Brasil se classificam em terceiro lugar na lista global dos que buscam proporcionar segurança emocional ao parceiro, enquanto ocupam a última posição no tópico de considerar o relacionamento uma façanha pessoal. No que diz respeito às suas vidas sexuais, quase dois terços (64%) dos entrevistados brasileiros expressaram a opinião de que esse é um tema que demanda discrição e privacidade. Embora esta geração possa parecer confusa às vezes, uma coisa é clara. A Geração Z tem uma ideia de quem gostaria de ser, mas ainda não chegou lá. Por causa disso, os zoomers ocupam um espaço onde duas ideias opostas podem ser verdadeiras - e a verdade está cheia de contradições. O relatório completo está disponível aqui para download. ¹ Com base no número de cadastros no Ashley Madison desde 2002. ² Com base no número de cadastros globais no Ashley Madison de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2022. ³ Pesquisa do YouGov realizada com 17.096 adultos em dez países, dos quais 3.393 tinham entre 18 e 29 anos; os tamanhos da amostra para o Brasil foram 1.009 e 350, respectivamente. O trabalho de campo foi realizado entre 11 e 25 de julho de 2023. A pesquisa foi conduzida online. 4 Pesquisa com 663 membros da Geração Z do Ashley Madison (respondentes com idades entre 18 e 29 anos), realizada de 4 de abril a 6 de julho de 2023. Sobre Ashley Madison O Ashley Madison é líder global em namoro casado com mais de 80 milhões de membros em todo o mundo desde 2002. Disponível em 52 países e 15 idiomas, a missão da empresa de oferecer aos adultos uma plataforma para se conectar discretamente a tornou o principal destino para affairs. Para mais informações, por favor, entre em contato:ruby@sherlockcomms.com
- Última semana de abril traz romances dos anos 1990 e 2000 em sessões especiais no Cine Brasília
Entrando na reta final de abril, o Cine Brasília presenteia o público com dois títulos reconhecidos por suas abordagens distintas sobre relacionamentos amorosos. Enquanto um acompanha o desenvolvimento de um encontro ao longo de poucas horas, o outro se debruça sobre as consequências de um término e o impacto das memórias afetivas. Na Sessão Clássicos deste mês, será exibido Antes do Amanhecer, dirigido por Richard Linklater, nesta sexta-feira, 25, às 20h30, e no sábado, 26, às 18h30. Já a Sessão Monumental apresenta Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças na terça, 28, em duas sessões, às 19h e às 21h30. Dirigido por Richard Linklater, Antes do Amanhecer acompanha o encontro entre Jesse, interpretado por Ethan Hawke, e Celine, vivida por Julie Delpy, que se conhecem em um trem e decidem passar uma noite juntos em Viena. Estruturado quase inteiramente a partir do diálogo, o filme se apoia na construção de intimidade entre dois desconhecidos, transformando a experiência em um recorte preciso sobre o instante. O longa integra a trilogia assinada por Linklater e recebeu o Urso de Prata de melhor diretor no Festival Internacional de Cinema de Berlim em 1995. Na Sessão Monumental, Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças, de Michel Gondry, acompanha o casal Joel e Clementine, interpretados por Jim Carrey e Kate Winslet, após o fim do relacionamento. Quando ela decide apagar da memória tudo o que viveu com ele, Joel opta por fazer o mesmo, mas, durante o processo, revisita lembranças do casal e passa a questionar a decisão. Articulando elementos de ficção científica em torno do drama do término, a obra aborda não apenas o desejo de esquecer, mas também o papel das experiências, inclusive as dolorosas, na construção da identidade. O roteiro, assinado por Charlie Kaufman, venceu o Oscar de Melhor Roteiro Original em 2005. SESSÃO CIRCUITÃO Dando sequência à programação, a segunda Sessão Circuitão do mês exibe o longa O Drama. Voltada a títulos mainstream, a sessão traz o novo longa do diretor norueguês Kristoffer Borgli, que acompanha um casal prestes a se casar e em meio aos preparativos finais para a cerimônia. Interpretados por Zendaya e Robert Pattinson, os protagonistas vêem a relação entrar em crise após a revelação de segredos que colocam em xeque a confiança construída entre eles. O filme será exibido no sábado, 25, às 16h, com ingressos nos valores regulares de R$20 (inteira) e R$10 (meia), e na terça, 27, às 18h45, com ingressos a R$10 e R$5. SESSÃO ACESSÍVEL A programação conta ainda com a Sessão Acessível, que exibe De Longe Toda Serra é Azul, também no sábado, às 14h. Dirigido por Neto Borges, o documentário acompanha a trajetória do indigenista Fernando Schiavini em seu retorno às aldeias e regiões onde atuou nos anos 1970, período decisivo para a consolidação da luta pelos direitos indígenas no Brasil. Com narração de Caio Blat e trilha sonora de Zeca Baleiro, o longa reúne depoimentos, registros e reflexões, o filme articula memória individual e história coletiva, revisitando experiências que ajudaram a estruturar o movimento indigenista no país. Gratuita e voltada para Pessoas com Deficiência, a sessão conta com recursos de acessibilidade de Libras e legendas descritivas projetadas na tela e audiodescrição no sistema de som da sala. ESTREIAS Outro destaque da semana é o relançamento de Suspiria, clássico do terror italiano dirigido por Dario Argento. Referência estética e narrativa dentro do gênero lançado originalmente em 1977, o filme acompanha a jovem Suzy, interpretada por Jessica Harper, que chega a uma tradicional academia de dança na Europa e se depara com uma atmosfera inquietante, marcada por acontecimentos violentos e elementos sobrenaturais. Dentre os títulos inéditos, tem o brasileiro Cinco Tipos de Medo, de Bruno Bini. O filme acompanha Murilo, vivido por João Vitor Silva, que, após deixar a UTI, se envolve com sua antiga enfermeira Marlene, interpretada por Bella Campos. A relação se desenvolve em meio a tensões com Sapinho, personagem de Xamã, figura central no controle do território onde vivem. E fechando a lista de estreias, Super Mario Galaxy: O Filme chega como opção para toda a família. Dirigido por Aaron Horvath e Michael Jelenic, o longa acompanha o Mario, o famoso personagem do mundo dos games, em uma nova jornada, agora em escala galáctica, enfrentando um novo vilão ao lado de seus aliados. SELEÇÃO DE CURTAS As sessões de Cinco Tipos de Medo nesta semana serão abertas pelo curta-metragem Mandinga de Gorila, dirigido por Luzé Gonçalves e Juliana Gonçalves. A produção parte da memória e da cultura dos chamados “Gorilas de Saco”, manifestação carnavalesca típica de territórios suburbanos do Rio de Janeiro, especialmente da Vila Vintém. O curta evoca a presença dessa figura como expressão popular que, ao longo do tempo, transitou entre o lúdico e a violência. Os curtas exibidos no Cine Brasília são selecionados na Chamada Pública de Curtas do Cine Brasília, uma iniciativa que busca ampliar a diversidade da programação e fortalecer o cinema nacional. A previsão da atual gestão é que 150 curtas de todo o Brasil sejam exibidos antes das sessões de longas-metragens em cartaz. Os filmes escolhidos recebem um cachê de R$1.300 para obras finalizadas a partir de 2025, e R$800 para as finalizadas até dezembro de 2024. As inscrições podem ser feitas até 1º de abril de 2027 pelo site cinebrasilia.com/chamadas-publicas, onde também está disponível o edital completo. EM CARTAZ Seguem em cartaz na programação o drama A Cronologia da Água e a comédia dramática A Mulher Mais Rica do Mundo. Dirigido por Kristen Stewart, o primeiro acompanha a trajetória de Lidia Yuknavitch, vivida por Imogen Poots, que revisita sua experiência como nadadora e escritora para lidar com traumas e reconstruir sua própria narrativa. Já o longa de Thierry Klifa traz Isabelle Huppert no papel de uma das mulheres mais influentes do mundo, cuja relação com um jovem artista desencadeia uma trama envolvendo poder, dinheiro e disputas familiares. SESSÃO DE ESTREIA Outro filme que integra a programação é a sessão gratuita de estreia do documentário Geração Cabeças, nesta quinta, às 20h. Dirigido por Moacir Macedo, o documentário resgata a trajetória de uma geração de artistas que marcou a cena cultural de Brasília entre as décadas de 1970 e 1980, reunida em torno da Galeria Cabeças e do Concerto Cabeças. A partir de depoimentos e materiais de arquivo, o filme revisita esse período de intensa produção artística, evidenciando a diversidade de linguagens e origens que formaram o movimento. Realizadas em espaços públicos e alternativos do Distrito Federal, as ações do grupo também se afirmaram como formas de ocupação cultural e resistência durante a Ditadura Militar. BIFF 2026 Complentandio a grade da semana, o Cine Brasília também recebe o Festival Internacional de Cinema de Brasília - BIFF 2026, que acontece de 29 de abril a 3 de maio, com sessões gratuitas e uma curadoria que reúne produções de diferentes países e linguagens. Consolidado no circuito internacional desde sua criação, em 2012, o festival retorna com uma edição marcada pela diversidade de olhares e pelo fortalecimento do encontro entre público e cinema. A abertura, na quarta, 29, às 20h, traz o curta Momento Trágico, de Cibele Amaral, e o longa Fanon, de Jean-Claude Barny. Enquanto o curta brasileiro parte de uma situação cotidiana para construir uma narrativa atravessada por humor e crise pessoal, o longa francês revisita a trajetória de Frantz Fanon em meio à Guerra da Argélia, articulando pensamento político e experiência histórica. Mais informações e a programação completa podem ser conferidos em biffestival.com/2026. INGRESSOS E ACESSIBILIDADE Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do cinema, às segundas e terças, das 13h e 22h, e de quarta a domingo, das 09h às 21h, ou no SITE. As sessões regulares do Cine Brasília, bem como a Sessão Contraturno, Sessão Família, Sessão Clássicos, Monumental e Circuitão custam R$20 (inteira) e R$10 (meia). Às segundas e terças-feiras os valores são R$10 e R$5, bem como os ingressos para a Sessão Atípica. A Sessão Acessível, a sessão de estreia de Geração Cabeças e o Brasilia International Film Festival são gratuitos. Os filmes Super Mario Galaxy: O Filme e Cinco Tipos de Medo possuem recursos de acessibilidade de Libras, audiodescrição e legendas através do aplicativo MLoad; e o filme O Drama pelo MovieReading. PROGRAMA DE FIDELIDADE O Cine Brasília segue com o Programa de Fidelidade - CINELOVER que recompensa espectadores frequentes. A cada sessão assistida, os participantes acumulam carimbos no cartão fidelidade, que podem ser trocados por prêmios como entradas gratuitas, ímãs, canetas, baldes de pipoca e bonés exclusivos. O programa é válido para sessões regulares da grade, bem como para as especiais permanentes Sessão Contraturno e Sessão Família. Cada ingresso dessas duas sessões especiais dá direito a dois carimbos no cartão fidelidade. Mais informações em cinebrasilia.com/fidelidade. SERVIÇO - CINE BRASÍLIAEndereço: Asa Sul Entrequadra Sul 106/107 – Brasília, DF, 70345-400.Informações pelo WhatsApp: 61 99687-8661 (seg a sex - das 14h às 18h) - wa.me/5561996878661 ou contato@cinebrasilia.com Ingressos à venda na bilheteria ou pelo link: ingresso.com/cinema/cine-brasilia Mais informações: cinebrasilia.com ou @cinebrasiliaoficial PROGRAMAÇÃO DE 23 A 29 DE ABRIL QUINTA-FEIRA, 23/0410h00 — Super Mario Galaxy: O Filme15h30 — Mandinga de Gorila (curta-metragem) + Cinco Tipos de Medo18h00 — Suspiria20h00 — Sessão de Estreia - Geração Cabeças SEXTA-FEIRA, 24/0410h00 — A Mulher Mais Rica do Mundo13h30 — A Cronologia da Água16h00 — Mandinga de Gorila (curta-metragem) + Cinco Tipos de Medo18h30 — Suspiria20h30 — Sessão Clássicos - Antes do Amanhecer SÁBADO, 25/0411h00 — Super Mario Galaxy: O Filme14h00 — Sessão Acessível - De Longe Toda Serra é Azul16h00 — Sessão Circuitão - O Drama18h30 — Sessão Clássicos - Antes do Amanhecer20h30 — A Cronologia da Água DOMINGO, 26/0411h00 — Super Mario Galaxy: O Filme14h00 — A Cronologia da Água 16h30 — Super Mario Galaxy: O Filme18h30 — Suspiria20h30 — Mandinga de Gorila (curta-metragem) + Cinco Tipos de MedoSEGUNDA-FEIRA, 27/0414h00 — A Mulher Mais Rica do Mundo16h20 — A Cronologia da Água18h45 — Sessão Circuitão - O Drama20h50 — Suspiria TERÇA-FEIRA, 28/0414h00 — Super Mario Galaxy: O Filme16h00 — Suspiria19h00 — Sessão Monumental - Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças21h30 — Sessão Monumental - Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças QUARTA-FEIRA, 29/0418h00 — Brasilia International Film Festival - Coquetel de Abertura20h00 — Brasilia International Film Festival - Momento Trágico (curta-metragem) + Fanon
- Lançamento internacional reúne coletânea e marca participação de Maria Klien como coautora
O IV volume da coletânea Mulheres que Cruzaram Oceanos será lançado em dois encontros internacionais neste mês. A obra reúne relatos de mulheres de língua portuguesa e conta com a participação da psicóloga Maria Klien como coautora. O evento teve uma edição acontecendo na quarta-feira (22/4), no Salão Nobre da Câmara Municipal de Vila Real, em Portugal, e na sexta-feira será realizado (25/4), em Utrecht, na Holanda. O projeto foi idealizado por Yeda Fernal e reúne histórias que tratam de deslocamentos, mudanças internas e reconstruções ao longo do tempo. A publicação propõe uma leitura sobre experiências que atravessam dimensões geográficas e subjetivas, com base em vivências compartilhadas por autoras de diferentes contextos. Maria Klien participa da obra com um texto que aborda processos ligados à ansiedade, ao medo e à reorganização psíquica diante de mudanças. Sua contribuição parte da prática clínica e propõe uma análise sobre como experiências internas acompanham deslocamentos externos ao longo da trajetória individual. “A travessia que proponho no livro não se limita a um deslocamento no espaço. Trata-se de um percurso interno em que a pessoa confronta estruturas construídas ao longo da vida, reconhece padrões de funcionamento psíquico e inicia um processo de reorganização do próprio modo de existir”, afirma Maria Klien. A psicóloga também discute, no texto, a relação entre identidade e adaptação em contextos de mudança. Segundo ela, o processo de deslocamento pode mobilizar conteúdos psíquicos que permaneciam em estado latente, exigindo elaboração consciente. “Quando uma mulher atravessa um processo de mudança, seja ele geográfico ou simbólico, ela entra em contato com registros emocionais que estavam organizados de forma silenciosa. Esse encontro exige elaboração, escuta interna e construção de novos referenciais para sustentar a própria identidade”, declara. A coletânea foi apresentada em edições anteriores em espaços institucionais na Europa, incluindo a Embaixada do Brasil em Berlim, consulados em Londres e Edimburgo, além de eventos realizados em Paris e instituições acadêmicas. Ao longo das publicações, o projeto ampliou a circulação de narrativas femininas em diferentes territórios. No novo volume, a proposta editorial mantém o foco em relatos que articulam experiências individuais e coletivas. A capa foi criada pela artista plástica Gil Kosicka, com base nas histórias das participantes, estabelecendo diálogo entre linguagem visual e conteúdo narrativo. Para Maria Klien, a escrita do capítulo integra sua atuação clínica e amplia o campo de escuta para além do consultório. A psicóloga destaca que o registro escrito permite organizar experiências e atribuir sentido a processos internos. “A escrita funciona como dispositivo de elaboração psíquica. Ao narrar a própria trajetória, a pessoa acessa conteúdos, reorganiza memórias e constrói novos significados para experiências que antes operavam de forma fragmentada”, diz. A autora também relaciona a proposta do livro com sua linha de trabalho voltada à compreensão de estados emocionais e construção de identidade. Em sua análise, o contato com diferentes narrativas pode favorecer reconhecimento e reflexão. “O encontro com outras histórias permite identificar pontos de contato entre trajetórias distintas. Esse reconhecimento amplia a compreensão sobre o funcionamento psíquico e contribui para processos de transformação que se constroem de forma gradual”, conclui. Sobre Maria Klien: Maria Klien exerce a psicologia, com título de mestra na área, orientando sua investigação aos distúrbios relacionados ao medo e à ansiedade. Sua atuação clínica integra métodos tradicionais e práticas complementares, com foco nas demandas emocionais de cada indivíduo em seu contexto singular. Também é criadora do Psicologia da Moda, iniciativa que articula comportamento, identidade e expressão a partir da relação entre vestuário e subjetividade. Como empreendedora, se dedica à ampliação do acesso a recursos terapêuticos voltados à saúde psíquica, desenvolvendo instrumentos que contribuem para o equilíbrio mental e para o enfrentamento de questões que atravessam o bem-estar psicológico de cada paciente.
- Semana Mundial da Imunização: como funcionam os testes em humanos na hora de produzir uma nova vacina
Na última semana do mês de abril é celebrada a Semana Mundial da Imunização. O objetivo é promover a importância das vacinas para proteger pessoas de todas as idades contra doenças preveníveis. Conhecidas por serem agentes imunizadores que previnem doenças, as vacinas ganharam ainda mais atenção nos últimos anos por conta da pandemia do COVID-19. Através delas, foi possível melhorar a qualidade de vida da população, reduzir custos com medicamentos e internações, e até mesmo erradicar doenças, como é o caso da poliomielite. A primeira vacina desenvolvida no mundo foi no final do século XVIII, por Edward Jenner, um médico inglês que resolveu estudar a varíola. Ele constatou que algumas pessoas eram imunes à doença, pois já tinham se contaminado com uma doença semelhante à varíola, a varíola bovina (cowpox). Ele decidiu então expor uma pessoa saudável à varíola bovina, que apresentou sintomas leves, apenas febre branda e pequenas lesões na pele. Depois de um período, ao fazer os testes com o vírus da varíola na mesma pessoa, foi constatado que ela estava imune à doença. Foi assim então que surgiu a primeira vacina no mundo. Com o tempo a vacina foi evoluindo e sendo produzida de maneira cada vez mais rigorosa. O desenvolvimento de uma vacina começa na etapa pré-clínica, onde ela é testada em animais. Depois disso, na fase um, ela é testada em um pequeno grupo de voluntários. Na fase dois, mais de 100 voluntários participam para avaliar sua segurança e a resposta imune. Na fase três, milhares de pessoas participam e são comparadas com um pequeno grupo que não recebeu a vacina, mas sim um placebo. “As pesquisas clínicas são fundamentais no processo das vacinas, pois elas garantem que o produto desenvolvido não irá causar nenhum problema para saúde pública. Os participantes dos estudos clínicos são selecionados através de um rigoroso processo, para garantir que os testes sejam eficientes para comprovar a eficácia da vacina nos grupos mais necessitados”, afirma Fernando de Rezende Francisco, Gerente Executivo da Associação Brasileira de Organizações Representativas de Pesquisa Clínica (ABRACRO). Esse processo analisa o perfil do público e também as áreas de maior transmissão do vírus. Apesar de passarem por testes criteriosos, muitas pessoas costumam duvidar se de fato a vacina é segura e não irá causar nenhum efeito colateral. “Por conta dos testes clínicos já terem sido realizados com o insumo em questão, quando as vacinas ficam disponíveis para o público, o risco de acontecer algum efeito colateral não previsto é baixo”, diz Rezende. Sobre a ABRACRO A Associação Brasileira de Organizações Representativas de Pesquisa Clínica é responsável pela grande mudança na reputação dessa área tão importante para a saúde no Brasil. Há 17 anos, ela representa as ORPCs (Organizações Representativas de Pesquisa Clínica) e contribui para a melhoria dos processos e atividades do setor. Hoje, são fonte para os órgãos reguladores do setor que, pela rigidez dos processos e questões éticas, muitas vezes a consulta antes da publicação de uma nova norma. A ABRACRO também realiza eventos e workshops para aproximar o paciente e o público leigo dos profissionais da área.
- MASP apresenta mostra panorâmica de Damián Ortega com instalações suspensas e monumentais
O MASP — Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand apresenta, de 15 de maio a 13 de setembro, Damián Ortega: matéria e energia, primeira exposição panorâmica do artista na América do Sul. Com 35 obras, a mostra leva o visitante para um universo onde a gravidade parece suspensa e objetos são desmontados e ressignificados. Um dos nomes centrais da arte contemporânea de sua geração, Damián Ortega (Cidade do México, México, 1967) propõe ao público reexaminar nosso cotidiano e os objetos que nos cercam para refletir sobre questões diversas, como trabalho, consumo, tempo e linguagem. Com curadoria de Adriano Pedrosa, diretor artístico, MASP; Rodrigo Moura, curador independente; e Yudi Rafael, curador assistente, MASP, a exposição reúne mais de três décadas de produção do artista, articulando fotografia, vídeo, escultura e instalação. A mostra também será apresentada no Centro Cultural La Moneda, em Santiago, Chile, de 12 de novembro de 2026 a 28 de março de 2027. O artista conta que concebe a escultura como uma relação entre força, resistência, equilíbrio e gravidade, aproximando-se da engenharia de modo lúdico. “Ortega desenvolve uma linguagem escultórica irreverente a partir de objetos cotidianos. Em sua obra, a ideia de energia é ampla, referindo-se tanto a noções de trabalho quanto a processos físicos de transformação da matéria. Ele equaciona abordagens da sociedade e investigações sobre tempo e espaço, movendo-se entre escalas micro e macro, entre o átomo e o cosmos”, afirma Yudi Rafael. Inédita no Brasil, a obra Cosmic Thing [Coisa cósmica], 2002, consiste em um fusca completamente desmontado, suspenso como um diagrama espacial em que todas as peças parecem flutuar. Mais do que revelar o interior do veículo, Ortega evidencia um objeto industrial que já foi o automóvel mais popular no Brasil e no México, assim como um símbolo da industrialização na América Latina. Essa nova apresentação convida o público a refletir sobre diferentes camadas de sentido — afetivas, históricas e econômicas— que o automóvel carrega: promessas de modernização, expectativas de ascensão social, mas também obsolescência e questões latentes nas grandes metrópoles da região. Já em Controller of the Universe [Controlador do universo], 2007, serrotes, pás, marretas e machados tornam-se elementos de uma explosão que parece ter sido congelada no tempo. A instalação feita de ferramentas é uma releitura do mural El hombre controlador del universo [O homem controlador do universo], 1934, de Diego Rivera (Guanajuato, México, 1886—1957 Cidade do México, México). Com um trabalhador no centro operando uma máquina, a obra de Rivera celebra o desenvolvimento tecnológico e a indústria. Ao utilizar ferramentas desgastadas que se projetam para o espaço, Ortega retoma esse imaginário questionando o tom heroico e épico da obra de Rivera. Ortega também aproxima a arte da arquitetura moderna e vernacular. Observa pilhas de tijolos acumuladas em frente às casas, à espera de futuras ampliações, e as transforma em esculturas que revelam uma energia em estado de latência: um projeto que ainda não se realizou, mas que existe como potencial. A escultura Monster [Monstro], 2019, é uma das figuras formadas por restos de materiais de construção, como estrutura metálica, pedaços de azulejos, tijolos de barro e peças de concreto. Ao lidar com esses materiais, tão presentes em cidades latino-americanas, o artista chama atenção para modos de construir que emergem de forma espontânea nas grandes cidades. Expoente da cena artística mexicana da década de 1990, Ortega faz parte de uma geração que procurou renovar a linguagem da arte por meio de iniciativas coletivas que contribuíram para a transformação de seu meio artístico local. A partir de diálogos com a história da arte e com a experiência social latino-americana, o artista desenvolve uma linguagem escultórica e conceitual capaz de reposicionar histórias regionais em uma narrativa internacional, identificando-se com temas como globalização e circulação de mercadorias. Damián Ortega: matéria e energia integra a programação anual do MASP dedicada às Histórias latino-americanas. A agenda do ano também inclui mostras de Santiago Yahuarcani, Claudia Alarcón & Silät, La Chola Poblete, Sandra Gamarra Heshiki, Colectivo Acciones de Arte, Sol Calero, Carolina Caycedo, Pablo Delano, Rosa Elena Curruchich, Manuel Herreros e Mateo Manaure, Jesús Soto e uma exposição coletiva internacional. SOBRE O ARTISTA Damián Ortega (Cidade do México, 1967) iniciou a sua carreira como cartunista político em jornais como o La Jornada, desenvolvendo um olhar satírico e crítico que ainda atravessa a sua produção escultórica. Em 2006, fundou a Alias, editora dedicada a traduzir e publicar textos fundamentais de artistas contemporâneos (incluindo nomes brasileiros como Hélio Oiticica e Lygia Clark), democratizando o acesso ao conhecimento artístico para leitores de língua espanhola. Ortega participou de bienais e exposições em instituições como Bienal de Veneza (Itália), Centre Pompidou (França), Guggenheim Bilbao (Espanha), Kunsthalle Basel (Suíça), Museo Jumex (México), Museum of Contemporary Art de Los Angeles (Estados Unidos) e White Cube (Inglaterra), além de ter seus trabalhos em importantes coleções privadas e públicas. ACESSIBILIDADE Todas as exposições temporárias do MASP possuem recursos de acessibilidade, com entrada gratuita para pessoas com deficiência e seu acompanhante. São oferecidas visitas em Libras ou descritivas, mediante solicitação pelo e-mail acessibilidade@masp.org.br, além de textos e legendas em fonte ampliada e conteúdos audiovisuais com audiodescrição, legendagem e interpretação em Libras. Todos os materiais estão disponíveis no site e canal do YouTube do museu e podem ser utilizados por pessoas com ou sem deficiência, públicos escolares, professores, pessoas não alfabetizadas e interessadas em geral, em visitas espontâneas ou acompanhadas pela equipe MASP. CATÁLOGO Será publicado um catálogo bilíngue, em português e inglês, reunindo imagens e textos sobre a obra do artista. O livro tem organização editorial de Adriano Pedrosa e Yudi Rafael e conta com textos de Damián Ortega, Graciela Speranza, Rodrigo Moura, Roselin Rodríguez Espinosa, Tiago Mesquita e Yudi Rafael. O livro apresenta uma visão panorâmica da trajetória de Ortega, abordando sua relação com a cena artística mexicana, com o Brasil e com a história da arte latino-americana. LOJA MASP Em diálogo com a exposição, a Loja MASP apresenta produtos especiais de Damián Ortega: matéria e energia, que incluem cadernos, blocos, postais, ímãs e marca-páginas. REALIZAÇÃO Damián Ortega: matéria e energia é realizada por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura e PROAC-ICMS, e tem patrocínio master da Vivo. O ano de Histórias Latino-americanas no MASP conta com patrocínio do Nubank. SERVIÇO Damián Ortega: matéria e energia Curadoria: Adriano Pedrosa, diretor artístico, MASP; Rodrigo Moura, curador convidado; e Yudi Rafael, curador assistente, MASP. 15.5 — 13.9.2026 Edifício Lina Bo Bardi, 1º e 2º subsolo MASP — Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand Avenida Paulista, 1578 – Bela Vista, São Paulo, SP 01310-200 Telefone: (11) 3149-5959 Horários: terças grátis, das 10h às 20h (entrada até as 19h) com patrocínio Nubank; quarta e quinta das 10h às 18h (entrada até as 17h); sexta das 10h às 21h (entrada gratuita das 18h às 20h30 com patrocínio B3); sábado e domingo, das 10h às 18h (entrada até as 17h); fechado às segundas. Agendamento on-line obrigatório pelo link masp.org.br/ingressos Ingressos: R$ 85 (entrada); R$ 42 (meia-entrada) Clientes Nubank Ultravioleta têm 50% de desconto no valor do ingresso inteiro e nos produtos selecionados da loja do MASP; clientes Nubank têm 25% de desconto. Site oficialFacebookX (ex-Twitter)Instagram
- A "SÉRIE B" do 4 AMIGOS - Dihh Lopes e Márcio Donato em Brasília
Eles fazem parte do maior grupo de Stand Up Comedy do Brasil, mas seus shows solos não fazem o mesmo sucesso. O que fazer? Dihh Lopes e Márcio Donato decidiram unir forças em seu novo espetáculo intitulado “Série B”. Os dois integrantes do grupo 4 AMIGOS se juntam para contar histórias de suas vidas, bastidores do grupo e zoar ainda mais Afonso Padilha e Thiago Ventura, os denominados “Série A”. Um show muito divertido com histórias nunca antes contadas no palco, em uma dinâmica que vai entreter a plateia durante todo o espetáculo. Programe-se: A "SÉRIE B" do 4 AMIGOS com Dihh Lopes e Márcio Donato Data: 09.05 às 20H Local: Teatro CAESB Águas Claras Link para compra: https://linktr.ee/belugaeventos www.ingressodigital.com Ponto de venda (sem taxa): Viva Paleteria – Shopping Liberty Mall Classificação indicativa: 16 anos Informações: (61) 9 8480.4654 ou (61) 9 8109.9080
- Entre fogo, memória e movimento, Alexânia recebe vivência artística que celebra raízes do Cerrado
Sob o brilho do fogo e o som que vem da terra, Alexânia se transforma em palco de uma experiência sensorial que foge do convencional. A cidade recebe a Vivência Vozes da Terra, no Teatro Marie Padille e na Voilà House, reunindo arte, tradição e imersão em uma programação que convida o público a desacelerar e sentir. No centro dessa jornada está a roda de fogo, momento que abre os caminhos da vivência e conecta artistas e espectadores às raízes do território. A experiência começa na sexta-feira (24), das 20hàs 22h, na Voilà House com um encontro intimista ao redor da fogueira. Violeiros locais conduzem o público pelos sons do Cerrado, enquanto bailarinos da Cia de Ballet Marie Padille transformam música em movimento, em uma intervenção que combina balé contemporâneo, clássico e danças tradicionais. A noite inclui ainda jantar típico, servido em ambiente rústico. No sábado (25), pela manhã, o público visita Olhos d’Água, reduto do artesanato e da cultura regional. Após o almoço, o tempo é de pausa e contemplação na Voilà House, preparando o espírito para a noite. Às 20h, o Teatro Marie Padille recebe o espetáculo “Corpos em Serenata”, da Cia Síntese, dirigido por Ary Cordeiro. A apresentação mergulha na atmosfera das serenatas brasileiras, com referências que vão de Vinicius de Moraes a Cartola, traduzidas em dança contemporânea, emoção e memória. No domingo (26), a programação segue com um convite ao aprofundamento. Pela manhã, uma roda de conversa aborda temas ligados à gestão da mudança e ao autoconhecimento. O almoço ao ar livre, sob as árvores, destaca a proposta de integração entre natureza e experiência. À tarde, às 17h, o encerramento acontece no teatro Marie Padille com o espetáculo “A Viola como Herança”, dirigido por Priscila Pinato. A montagem cênico-musical percorre a relação entre o homem do campo, a terra e a viola caipira, em uma narrativa que atravessa gerações e reafirma a cultura como legado vivo. Sobre o Teatro Marie Padille O Teatro Marie Padille é um empreendimento 100% privado, guiado por princípios ESG (ambiental, social e governança), que nasce em Alexânia (GO) como um marco para a interiorização da cultura no Centro-Oeste brasileiro. Mais do que uma casa de espetáculos, o Teatro compõe um ecossistema cultural e social comprometido com o desenvolvimento humano, artístico e sustentável da região. Serviço Dia 24 das 20 às 22h - Voilà House Endereço: Avenida Bahia, 65, Chácara 65, Setor Clube Nova Flórida – Alexânia (GO) Ingressos Sympla: https://www.sympla.com.br/evento/vivencia-vozes-da-terra/3378912?referrer=www.google.com Dia 25 às 20h– Teatro Marie Padille Corpos em Serenata - Teatro Marie Padille 25/04 20H em Alexânia – Ingressos Sympla : https://share.google/MD4gzUJrwIYOCPoDD Dia 26 às 17h - Teatro Marie Padille Laço de Cordas - A Viola como Herança Preços: Dia 24 - R$200,00 (no sympla) ou pacote de 300 com o ingresso do espetáculo de sábado (compra via whatsApp -62 99401 4250) Dia 25 - Valor avulso R$100 plateia e R$300 camarote (sympla da Síntese) Dia 26 – Laços de Cordas - Gratuito
- Como mães de filhos neurodivergentes negociam sua permanência no mercado de trabalho
No Brasil, a trajetória profissional de muitas mulheres sofre um desvio profundo e muitas vezes invisível no momento em que a maternidade se torna atípica. Conciliar a busca pela independência financeira com as demandas intensas de cuidados de um filho neurodivergente não é apenas uma questão de organização de agenda, mas um exercício diário de resistência frente a um mercado de trabalho que, historicamente, ainda carece de flexibilidade e empatia. A Síndrome do X Frágil (SXF), por exemplo, é uma condição genética que constitui a causa hereditária mais comum de deficiência intelectual. Ela ocorre por uma alteração no gene FMR1, responsável pela produção de uma proteína essencial para o desenvolvimento cerebral. As manifestações variam de dificuldades de aprendizagem a desafios comportamentais e físicos, exigindo acompanhamento terapêutico constante, terapias que ocupam boa parte da rotina de pais e, majoritariamente, das mães. O Peso do Diagnóstico e o "Gap" no Currículo Para Simonia Fukue, mãe do pequeno Leon, o diagnóstico da Síndrome do X Frágil foi um divisor de águas que reconfigurou todas as suas perspectivas. "Eu tinha três trabalhos consolidados em São Paulo e conseguia manter a casa. Com as necessidades específicas do Leon, a qualidade do meu rendimento decaiu", desabafa. O impacto foi severo: além de se desligar de funções docentes e administrativas, ela precisou interromper o doutorado. O resultado foi um hiato de cinco anos no currículo, algo que o mercado de trabalho brasileiro, muitas vezes, penaliza sem hesitação. "Percebo um descaso com a qualidade do meu histórico profissional por conta desse gap. Falta empatia. A dedicação extrema ao Leon não é vista como uma habilidade de gestão, proatividade ou perseverança, competências que as empresas dizem buscar", pontua Simonia. Essa dificuldade se agrava quando analisamos o cenário para pessoas com deficiência intelectual no Brasil. Embora existam leis de cotas, a inclusão efetiva ainda é incipiente e carregada de preconceitos. Luz María Romero, gestora do Instituto Buko Kaesemodel, que desenvolve o Programa Eu Digo X, focado em pesquisa, conscientização e inclusão de pessoas com a Síndrome do X Frágil, ressalta a urgência de uma mudança estrutural. "O mercado de trabalho brasileiro ainda é muito rígido. Quando falamos de inclusão de pessoas com deficiência intelectual, a barreira é ainda maior devido ao capacitismo estrutural. O que observamos é que, ao não oferecer condições de suporte, as empresas acabam excluindo não apenas o profissional com deficiência, mas também a família que o sustenta. Precisamos transitar de uma cultura de 'cumprimento de cota' para uma cultura de acolhimento e adaptação real”, enfatiza. Sem uma estrutura pública robusta, o fardo recai sobre a rede de apoio familiar e sobre a solidariedade entre mulheres. Simonia destaca que a sobrevivência só é possível graças aos pais e à rede composta por outras "mães atípicas", que se apoiam mutuamente em crises. No caso dela, a manutenção do emprego só foi possível após uma negociação interna que permitiu a transição para o trabalho remoto. "Minha chefe compreendeu que o celular conseguiria suprir as tarefas. Isso salvou minha vida profissional", relata. No entanto, ela alerta: nem todas as mães têm essa sorte. O aprendizado de Simonia foi duro, mas transformador. Ela aprendeu a respeitar o tempo do filho e o seu próprio tempo, desconstruindo a meta de produtividade desenfreada para adotar uma estratégia de "um dia de cada vez". Para especialistas e mães atípicas, o caminho para a mudança passa por: Flexibilidade como política: O trabalho remoto deve ser visto como uma ferramenta de inclusão para mães solo e atípicas, e não como um privilégio. Incentivos fiscais: A sugestão de oferecer descontos em impostos para empresas que adotam políticas de contratação e suporte para mães atípicas é um caminho concreto para incentivar a inclusão. Mudança Cultural: Entender que a ausência pontual de uma mãe devido a uma internação hospitalar de um filho não reflete falta de compromisso, mas a realidade de quem equilibra a vida e o sustento em situações de vulnerabilidade. O caso de Simonia é um lembrete de que o mercado de trabalho precisa evoluir. Enquanto as empresas não enxergarem o cuidado como parte essencial da vida humana, continuaremos perdendo talentos brilhantes que, por trás da jornada dupla, carregam competências de resiliência e adaptação incomparáveis. Como diz Simonia, "sem o apoio, a empatia e a compreensão das empresas, não tem como sobreviver”, finaliza.
- “Você Sabe”: inédita do Luau 1Kilo chega nesta quinta (23)
A gravadora 1Kilo lança nesta quinta-feira, 23 de abril, a inédita “Você Sabe”, interpretada por Pelé MilFlows, Junior Lord e Caslu, em todas as plataformas de áudio e no YouTube. A canção faz parte do audiovisual “Luau 1Kilo”, que revisita faixas que marcaram a trajetória da gravadora e dos artistas envolvidos na última década. Única música inédita do projeto, “Você Sabe” tem Felipe Rasta no violão e traz uma atmosfera romântica e intimista ao retratar encontros, sentimentos pendentes e a intensidade dos relacionamentos, em uma sonoridade que une rap melódico e acústico. “Essa inédita escolhida pra integrar o Luau é uma música que relembra a vibe da 1Kilo ali de 2017/2018, que é o que a galera gosta bastante. É uma música que toca muito o coração, eu acho que muita gente vai se identificar e, particularmente, é minha música favorita desse projeto”, declara Pelé MilFlows. “Desde que eu e o Pelé nos conhecemos criamos uma conexão muito forte e isso flui bastante no estúdio. A gente se entende bem artisticamente e fazer a composição dessa faixa e de todo esse projeto ficou ainda mais fácil sendo ao lado dele. E o Caslu ainda chegou pra somar. Acho que a galera vai curtir”, complementa Junior Lord. Caslu explica como fluiu o som: “Está sendo uma satisfação enorme ver essa música ganhando essa proporção dentro do projeto. A faixa surgiu de forma muito natural e acabou saindo no puro sentimento. E fazer parte da celebração de 10 anos da 1Kilo, uma gravadora da qual sempre fui fã, torna tudo isso ainda mais especial para mim”. Gravado ao vivo na nova sede da 1Kilo, em Niterói (RJ), o “Luau 1Kilo” apresenta uma releitura mais próxima e orgânica da identidade musical que ajudou a popularizar o rap acústico no país. A primeira edição traz Pelé MilFlows e Junior Lord como protagonistas em um repertório de cinco faixas. Além da inédita e da releitura de “Deixe-me Ir”, que abriu o projeto, chegam nas próximas semanas “Relação”, “Melanina” e “De Love”. Juntas, as versões originais dessas canções ultrapassam 1,6 bilhão de plays, reforçando a relevância da 1Kilo na música brasileira. O Luau 1Kilo nasce desse legado como um novo capítulo, com novas edições já previstas. Single “Você Sabe - Luau 1Kilo” (Pelé MilFlows, Junior Lord e Caslu) Ouça aqui: https://ada.lnk.to/VoceSabeLuau1Kilo Assista aqui: https://www.youtube.com/channel/UC4MBNNxjyabOfYxKC1whveg
- Divas do Samba 2026 destaca encontros femininos com evento gratuito, em maio
Brasília recebe, nos dias 2 e 3 de maio, a edição 2026 do Festival Divas do Samba, que ocupa o Teatro da CAIXA Cultural com uma programação gratuita dedicada ao samba e ao protagonismo feminino. Com shows, roda de conversa e feira de empreendedorismo, o festival acontece a partir das 19h, com ingressos distribuídos gratuitamente na bilheteria física, uma hora antes de cada dia de apresentação. A programação artística se organiza em dois dias de encontros, no primeiro final de semana de Maio, entre artistas locais e nomes de destaque da cena nacional, reforçando o samba como espaço de criação coletiva e presença feminina. Programe-se para o Festival No sábado (2), a noite começa com o cortejo do Coletivo das Yás, grupo formado por mulheres, lideranças de tradições de matriz africana, que leva ao público uma abertura marcada por espiritualidade, ancestralidade e ocupação simbólica do espaço. Na sequência, a roda de samba Sambadona recebe a cantora e compositora Marina Iris, uma das vozes mais expressivas da nova geração do samba carioca. Com trajetória consolidada nas rodas do Rio de Janeiro, Marina traz ao palco um repertório que articula tradição, identidade e temas contemporâneos. Encerrando a noite, o festival promove uma roda de conversa, ampliando o diálogo com o público para além do espetáculo. No domingo (3), a programação segue com o grupo SaiaBamba, que convida a cantora Dhi Ribeiro para um show que combina potência vocal, repertório diverso e presença cênica. Com 17 anos de trajetória, o grupo brasiliense se destaca pela energia no palco e por transitar entre samba, pagode e releituras da música popular, sempre com uma identidade marcada pela força feminina. Na sequência, o coletivo Sambadeiras de Roda assume o palco, trazendo uma vivência conectada ao samba de roda tradicional. Formado por mulheres negras do Distrito Federal, o grupo transforma a apresentação em um encontro de memória, ancestralidade e celebração coletiva. Madrinha do festival, Dhi Ribeiro destaca a importância do Divas do Samba como espaço de valorização e pertencimento para as mulheres na música. “Falar do Divas do Samba, para mim, é um privilégio. Tenho a alegria de participar desde a primeira edição, e isso é muito significativo pela importância que o projeto tem ao dar visibilidade às mulheres do samba — dentro e fora do palco. É uma vitrine potente e também uma homenagem a todas que vieram antes de nós. O Divas cumpre um papel fundamental ao criar esse lugar de pertencimento, onde a gente realmente se reconhece.” Antes da palma da mão Mais do que um Festival, o Divas do Samba propõe uma experiência que articula palco, formação e convivência. Com o tema “Antes da palma da mão, a memória já se construía no chão”, o festival resgata o samba em sua origem — como prática viva, construída no corpo, no território e no encontro entre pessoas. “O Divas nasce desse chão e é nele que a gente se encontra. A ideia não é explicar o samba, mas vivê-lo junto, como sempre foi. É como chegar em uma casa de porta aberta, onde todo mundo se sente à vontade, conversa, compartilha e cria memórias. É esse espírito de encontro que a gente quer trazer para o festival”, comenta Ellen Oliveira, idealizadora do projeto. A 5ª edição do festival se consolida como uma plataforma que valoriza a presença feminina na música brasileira, reunindo artistas, iniciativas formativas e ações voltadas ao empreendedorismo — o projeto oferece a Oficina Técnica Ilumina Petrobras, exclusiva para mulheres cis e trans, com inscrição gratuita, de 20 a 27 de abril . A proposta é ampliar o olhar sobre o samba, destacando não apenas quem está no palco, mas toda a rede de mulheres que sustenta e reinventa essa cultura. O Festival Divas do Samba é apresentado pelo Ministério da Cultura, CAIXA Cultural e Petrobras, com patrocínio da Petrobras por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, com apoio do Jovem de Expressão e da Caixa Econômica Federal. Programação completa 02.05 - sábado 19h - Cortejo com Coletivo das Yás 19h30 - Sambadona convida Marina Iris 21h - Bate-papo com as artistas 03.05 - domingo 19h - SaiaBamba convida Dhi Ribeiro 20h30 - Sambadeiras de Roda Festival Divas do Samba 2026Data: 02 e 03 de maio de 2026Horário: das 17h às 22hLocal: CAIXA Cultural Brasília (SBS – Quadra 4 – Lotes 3/4)Ingressos: Entrada gratuita | Retirada de ingressos a partir de 02 horas antes do início do espetáculo, na bilheteria do teatro. | Limitado a 02 ingressos por CPF.Classificação indicativa: LivreHorário de funcionamento da bilheteria: terça a sexta e domingo, das 13h às 21h; sábado, das 9h às 21hMais informações: (61) 3206-6456 – bilheteria | (61) 3206-9448 – recepçãoProgramação Completa: site e Instagram da CAIXA Cultural: caixacultural.gov.br | @caixaculturalbrasilia
- Últimos dias para se inscrever no Brasil Sabor
Empreendedores de alimentação fora do lar têm poucos dias para garantir participação na 20ª edição do Festival Brasil Sabor, um dos maiores eventos gastronômicos do país. As inscrições seguem abertas, no DF, até 30 de abril e devem ser feitas pelo Instagram da Abrasel DF ou pelos telefones indicados no Serviço. A edição deste ano acontece entre 14 e 31 de maio, reunindo bares e restaurantes de diversas regiões do Brasil em uma grande vitrine da gastronomia nacional. Interessados podem acessar o regulamento e as inscrições no link da bio do Instagram da Abrasel-DF (https://www.instagram.com/abrasel_df ). Com o tema “A Seleção da Cozinha Brasileira”, o Brasil Sabor 2026 propõe um diálogo entre gastronomia e futebol para valorizar a diversidade regional, os ingredientes locais e a criatividade dos empreendedores do setor. A ideia é que cada estabelecimento atue como um representante de sua região, apresentando ao público pratos exclusivos, criado especialmente para o festival, com identidade própria e conexão com a cultura alimentar local. Ao longo de suas duas décadas de história, o Brasil Sabor se consolidou como uma importante ferramenta de posicionamento de mercado para bares e restaurantes. Além de ampliar a visibilidade dos negócios, o festival contribui para atrair novos clientes, fortalecer a marca dos estabelecimentos e estimular a inovação nos cardápios. Dados de edições anteriores indicam impacto positivo nos resultados dos participantes, com aumento de faturamento e desempenho acima do esperado para uma parcela significativa dos empreendedores envolvidos. Para os empresários, a criação dos pratos é também uma oportunidade estratégica de testar novos sabores, valorizar insumos regionais e ouvir o público, já que muitas das receitas desenvolvidas para o festival acabam incorporadas de forma permanente aos cardápios. O formato do evento permite ainda a participação tanto no salão quanto no delivery, ampliando o alcance das ações e a conexão com diferentes perfis de consumidores. Promovido pela Abrasel, o Brasil Sabor integra as comemorações pelos 40 anos de atuação da entidade em defesa do desenvolvimento do setor de alimentação fora do lar. A expectativa é ampliar ainda mais a participação nacional nesta edição histórica, reforçando o papel do festival como vitrine da pluralidade e da força da cozinha brasileira. "O festival mobiliza o público e cria experiências que vão além do prato. Ao mesmo tempo, gera resultados reais para os empreendedores, ampliando a visibilidade e fortalecendo a gastronomia brasileira. É uma oportunidade real de crescimento e conexão”, diz Thales Furtado, presidente da Abrasel-DF. Serviço: 20º Festival Brasil Sabor Data: 14 a 31 de maio de 2026 Inscrições DF: Até 30 de abril de 2026 Realização: Abrasel Patrocínio: Nacional: Ambev Patrocínio: Coca Cola Patrocinio Regional: Check-up, Izzy e DF Carvalho. Inscrições: link da bio https://www.instagram.com/abrasel_df ou pelos telefones: Márcia - 061 99323-0139 e Elide - 061 99994-9744
- Dia da Terra: Como traduzir em hábitos reais o consumo consciente e a preocupação em salvar o planeta
No cenário atual onde o apelo para “salvar o planeta” é debatido em campanhas e redes sociais, especialmente em datas como o Dia da Terra, uma questão central aparece nesse contexto: quanto dessa fala se converte realmente em mudanças práticas e duradouras no dia a dia? A mudança de uma consciência simbólica para uma ação efetiva revela um consumidor confuso, que deseja fazer a diferença, mas que ainda esbarra em barreiras como custo, conveniência e a força de uma cultura de consumo acelerado. De acordo com o levantamento ‘Sustainability Sector Index’, realizado pelo instituto de pesquisas Kantar, 87% dos consumidores brasileiros desejam adotar um estilo de vida mais sustentável, mas somente 35% estão realmente alterando seus hábitos. O preço é o principal obstáculo para 35% dos entrevistados, seguido pela falta de informação. Apesar da crescente preocupação ambiental, esses dados revelam que a mudança de comportamento ainda é um desafio. “As campanhas nesse sentido, mesmo que muitas vezes simbólicas, são cruciais para a formação de uma consciência coletiva. Os impactos ambientais se tornaram mais visíveis e concretos para a população e muitas pessoas que antes não refletiam sobre as consequências de seus hábitos passaram a sentir um incômodo maior, e esse mal-estar é o primeiro passo para a mudança”, avalia Heloise Quesada, professora do curso de Engenharia Ambiental da EAD UniCesumar. A transição para hábitos sustentáveis não exige uma perfeição imediata e sim, o compromisso com o progresso contínuo. Ao fazer escolhas com mais análise, reduzir o desperdício e cobrar por alternativas mais acessíveis, o consumidor deixa de ser apenas uma peça do ecossistema do consumo acelerado e se torna um agente fundamental na construção de um futuro onde o bem-estar do planeta e o nosso andam em paralelo. Da intenção à ação: os obstáculos no carrinho de compras A jornada de quem deseja ser mais sustentável é marcada por algumas contradições, como uma espécie de "greenwashing do consumidor", em que o discurso ecológico não se alinha com a prática. “Defender uma ideia é mais fácil do que incorporá-la na prática cotidiana. Mudar hábitos geralmente significa abrir mão de comodidades, e ainda vivemos em uma lógica estimulada pelo desejo de ter o mais novo e o mais atual”, explica Quesada. Essa dificuldade é agravada por fatores práticos, pois além do custo mais elevado, a falta de alternativas viáveis e a conveniência de produtos convencionais pesam na decisão final. “Não basta ter consciência, é preciso que a mudança seja viável dentro da realidade das pessoas. As empresas têm um papel central em reduzir essa distância, oferecendo mais opções, sendo transparentes e tornando a escolha sustentável mais competitiva economicamente”, complementa a docente. Pequenas mudanças, novos mercados Apesar dos desafios, mudanças reais de comportamento já são visíveis e começam a moldar novos fluxos econômicos. A redução do uso de plástico é um exemplo claro, indo além dos canudos e sacolas. “A diminuição de copos plásticos em ambientes de trabalho, onde as pessoas passaram a adotar garrafas e xícaras reutilizáveis é uma pequena e perceptível alteração no consumo. Vemos também uma maior procura por produtos a granel e o uso de refis, principalmente quando isso representa economia”, pontua Heloise Quesada. Essa transformação, ainda que gradual, fomenta o surgimento de "circuitos" econômicos mais sustentáveis, como feiras de produtos orgânicos, rotas de ecoturismo e comércios focados em economia circular. “Essas iniciativas já representam um avanço importante, mas ainda precisam ganhar escala, acessibilidade e competitividade para se consolidarem de maneira mais forte e atingir uma parcela maior da população”, conclui a especialista da UniCesumar. Sobre a UniCesumar Com 35 anos no mercado educacional e desde 2022 como uma das marcas integradas ao grupo Vitru Educação, a UniCesumar conta com uma comunidade de mais de 500 mil alunos. Atualmente, possui uma robusta estrutura de Educação a Distância (EAD), com mais de 1,3 mil polos espalhados por todas as regiões do país, além de três unidades internacionais, localizadas em Dubai (Emirados Árabes) e Genebra (Suíça). No ensino presencial, destaca-se o curso de Medicina, oferecido nos campi de Maringá (PR) e Corumbá (MS), juntamente a outros três campi, localizados em Curitiba, Londrina e Ponta Grossa (PR). Como um dos dez maiores grupos educacionais privados do Brasil, a UniCesumar oferece portfólio diversificado, com mais de 350 cursos, abrangendo graduação, pós-graduação, técnicos, profissionalizantes, mestrado e doutorado. Sua missão é promover o acesso à educação de qualidade e contribuir para o desenvolvimento pessoal e profissional de seus alunos, preparando-os para os desafios do mercado de trabalho.












