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- Ceilândia celebra 55 anos e Banda Imagem marca 35 anos de história com show especial na cidade
A maior região administrativa do Distrito Federal celebra seus 55 anos com três dias de festa, programação oficial e acesso gratuito ao público, reafirmando sua força cultural, diversidade e protagonismo popular. Nesse cenário simbólico, a Banda Imagem, que completa 35 anos de trajetória em 2026, se apresenta como um dos nomes mais representativos dessa construção feita com música, identidade e pertencimento. Fundada no Plano Piloto no início dos anos 1990, a Banda Imagem consolidou sua carreira ao longo das décadas e, desde os anos 2000, mantém sua sede em Ceilândia. Foi nesse território que fortaleceu sua conexão com as festas tradicionais, com a cultura periférica e com o público que ajudou a transformar o grupo em referência regional e nacional. Com marca registrada no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) sob nº 903.070.197, a banda integra o conjunto de expressões da cultura popular brasileira, em diálogo com a Lei Federal nº 14.845/2024 e com os arts. 215 e 216 da Constituição Federal, que asseguram a valorização e a proteção das manifestações culturais. Para o aniversário de Ceilândia, a Banda Imagem apresenta um espetáculo concebido para traduzir a energia e a diversidade da cidade. O repertório percorre clássicos do forró e da música sertaneja, bases marcantes da identidade local, além de músicas autorais que consolidam o percurso artístico do grupo. Na linha de frente, dois intérpretes pretos conduzem o espetáculo: a cantora Makéna e o cantor Marlon Santorini, reforçando potência vocal, presença de palco e um posicionamento claro de representatividade e conexão com o público. “É sempre uma honra tocar no aniversário da maior e mais importante região administrativa do Distrito Federal. Somos prata da casa, nascidos dessa realidade, e é aqui que transformamos desafio em potência. Ceilândia faz parte da nossa história, e é aqui que a gente faz acontecer”, afirma Cacá Silva, fundador e detentor da marca Banda Imagem. “Estar nesse palco, representando a nossa cidade e a nossa cultura, é mais do que um show, é traduzir em música tudo aquilo que o nosso povo vive e celebra. Ceilândia tem identidade, tem força, e isso se reflete em cada apresentação”, destaca Makéna. A condução do palco será realizada pelo audiodescritor e apresentador Cacá Silva, ao lado de Baby Face, ampliando a experiência do público e garantindo acessibilidade comunicacional ao espetáculo. Com 35 anos de atuação contínua, a Banda Imagem se consolida como agente da economia criativa, promovendo geração de trabalho e renda e fortalecendo as cadeias produtivas da cultura, especialmente nos territórios periféricos. Seus espetáculos são estruturados com padrão técnico elevado e previsão de recursos de acessibilidade, como intérprete de Libras e audiodescrição, em conformidade com a Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015). Mais do que um show, a apresentação da Banda Imagem no aniversário de Ceilândia representa a celebração de uma trajetória construída junto ao território, onde música, história e comunidade caminham juntas.
- Inscrições abertas para a 4ª edição da Expo Favela Innovation Brasília
A Expo Favela Innovation Brasília 2026 já está com inscrições abertas e será realizada nos dias 25 e 26 de abril, no estacionamento do SESC Ceilândia. O tema deste ano é “Oportunidade de negócio na sua quebrada”. Organizado pela Central Única das Favelas (CUFA DF) e pelo Projeto S.A, o evento chega à sua quarta edição consolidado como a maior feira de negócios do 4º setor no Distrito Federal, conectando empreendedores, investidores, artistas e o público em geral. Empreendedores interessados em participar podem realizar a inscrição gratuitamente pelo site do evento . Segundo Bruno Kesseler, presidente da CUFA DF, a Expo Favela 2026 marca um movimento estratégico de descentralização ao chegar, pela primeira vez, à Ceilândia — um dos principais pólos culturais e empreendedores do DF. A escolha do território responde a uma demanda recorrente dos próprios expositores e reforça o compromisso de ampliar o acesso a oportunidades reais de negócios e crescimento profissional. “Decidimos fazer a 4ª edição em Ceilândia, para aproximar ainda mais o nosso público de oportunidades de negócios e crescimento profissional. Essa é uma demanda que recebemos dos expositores desde a primeira edição. Vamos levar a Expo para um território que pulsa e vive a economia criativa”, afirma Kesseler. Saiba o que rolou em 2025 Em 2025, da Expo Favela DF consagrou-se como vitrine estratégica para inovação e negócios periféricos. Entre centenas de inscritos, 50 empreendedores foram selecionados para expor e passaram por preparação conduzida pela Escola de Negócios da Favela, com foco no aprimoramento do pitch e na maturidade das propostas. Cinco finalistas garantiram vaga na etapa nacional, em São Paulo, ampliando a presença do Distrito Federal no cenário brasileiro. Entre os destaques estiveram Ex-Devedor, Cachos Brasil, PIFF e Lela Spa, além da grande vencedora Natália Ofão, com a marca Cuidados do Cerrado, que aposta em cosméticos naturais veganos produzidos a partir de insumos do bioma e embalagens 100% sustentáveis. "Foi um momento de muita conexão e de muita conquista. Participar dessa experiência foi valioso demais. Consegui também fazer networking e fazer com que outras pessoas, não só do DF, conhecessem os nossos produtos", celebra Natália Ofão. A programação também reforçou o papel da Expo como plataforma de debate e formação. Mesas temáticas reuniram especialistas para discutir empreendedorismo, economia criativa, responsabilidade social e, sobretudo, inteligência artificial aplicada a pequenos negócios, música, produção de conteúdo, políticas públicas e TV 3.0. No palco, a força cultural deu o tom da experiência, com apresentações gratuitas de nomes como Dudu Nobre, RAPadura e Negra Flow, ampliando o alcance do evento e conectando negócios, tecnologia e cultura em um mesmo ecossistema. Inscrições abertas para 2026 A edição de 2026 promete ser ainda maior e mais diversa. O evento premiará o negócio campeão com R$ 15 mil. Cinco finalistas garantem vaga na grande final nacional da Expo Favela Innovation Brasil, que reunirá representantes de todo o país, em São Paulo. A programação vai reunir mesas de debates, workshops, exposições e rodadas de negócios, mantendo o formato inclusivo e interativo que já se tornou marca registrada do evento. De acordo com Kesseler, essa edição promete ser ainda mais abrangente. “A Expo promove negócios que carregam ciência ancestral, conhecimento popular e soluções criativas que nascem nos territórios periféricos e têm enorme potencial de transformação. Isso é inovação! Esse conceito não se limita apenas a startups ou tecnologia tradicional”, finaliza Bruno Serviço Evento: Expo Favela Innovation Brasília 2026 Datas: 25 e 26 de abril Local: Estacionamento, em frente ao Sesc Ceilândia Inscrições abertas em: expofavela.cufadf.com.br
- ABNT NBR 17265:2026 é lançada no TCU e marca novo capítulo da Governança Pública no Brasil
Brasília sediou, na terça-feira, 24 de março, o lançamento oficial da ABNT NBR 17265:2026, norma técnica que estabelece um sistema estruturado de governança para o setor público brasileiro. A solenidade foi realizada no Tribunal de Contas da União (TCU), reunindo autoridades, especialistas e lideranças institucionais em torno de um marco para a gestão pública no país. Promovido pela Rede Governança Brasil (RGB), em parceria com a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e o Instituto Latino-Americano de Governança e Compliance Público (IGCP), com apoio do TCU, o evento simbolizou a consolidação de um referencial técnico nacional voltado à melhoria da gestão, ao fortalecimento da transparência e à entrega de melhores resultados à sociedade. O presidente do TCU, Vital do Rêgo, abriu o evento destacando o desafio histórico da implementação da governança no setor público e a importância de fortalecer a cultura de gestão. “Quem está na gestão pública sabe o quanto é desafiador atuar sem processos bem definidos. E essa obstinação pela governança vem de toda uma trajetória em que nós temos autoridade para falar, porque sentimos na pele como é difícil a posição do gestor, que não tem um ensinamento, que não tem um processo”. O ministro do TCU, Augusto Nardes, reforçou a necessidade de uma visão estratégica de longo prazo para o país, reforçando que a governança pública é um instrumento essencial para a construção de políticas públicas mais consistentes. “Governança é estratégia de nação. O Brasil precisa de uma visão estruturada, que vá além de projetos eleitorais e pense o futuro do país de forma integrada”. O presidente da ABNT, Mario William Esper, apontou à relevância da nova diretriz para o fortalecimento da administração pública. “Trata-se de um normativo fundamental que foi construído de forma colaborativa, com a participação da Rede Governança Brasil, do Tribunal de Contas da União e de especialistas que contribuíram para o desenvolvimento de um texto alinhado às melhores práticas”. A presidente da RGB, Cristiane Nardes, ressaltou o caráter coletivo e histórico da construção da norma. “É um dia muito importante para a Rede Governança Brasil. Essa norma foi feita a várias mãos, em um trabalho que durou quase três anos. Agora temos um modelo que vai nos ajudar a trazer gestão e governança para o Brasil”. A ABNT NBR 17265:2026 A norma lançada estabelece o primeiro referencial técnico nacional específico para a governança pública, com diretrizes voltadas à liderança, estratégia, gestão de riscos, integridade e controles. Entre seus avanços, está a possibilidade de certificação de órgãos públicos com base em padrões verificáveis, além do alinhamento a referências internacionais. Na prática, a norma busca fortalecer a transparência, qualificar a tomada de decisão e contribuir para uma gestão pública mais eficiente, responsável e orientada a resultados. Após o lançamento simbólico da norma, houve sua apresentação técnica conduzida pelo diretor presidente da Companhia Brasileira de Governança (CBG), Paulo Alves, coordenador da Comissão de Estudos de Governança Pública da ABNT. “A norma organiza a governança pública como um sistema integrado e coerente, com foco na aplicação prática. Mais do que reunir instrumentos ou documentos, ela busca gerar resultados concretos para a sociedade”, explicou Paulo na ocasião. O evento reuniu contribuições técnicas e estratégicas sobre a implementação da norma – com participações de Renata Carvalho, especialista em governança pública do Tribunal de Contas da União (TCU), e Eloisa Aquino, especialista em gestão pública, sob mediação de Bruno Ferola, especialista em governança e integrante da comissão técnica responsável pela construção da norma – e um painel de cases de destaque no setor público, com Fernanda Pacobahyba, presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), e Reynaldo Neto, diretor-geral de Governança e Projetos da Prefeitura de Salvador, além da entrega da Comenda João Augusto Ribeiro Nardes em reconhecimento a lideranças que vêm fortalecendo a governança no país. Com o lançamento da ABNT NBR 17265:2026, a ABNT Educação passa oferecer capacitações voltadas à aplicação prática da norma, com cursos online destinados a gestores, técnicos e profissionais da área. Além disso, a norma pode ser adquirida com desconto exclusivo de lançamento, e tanto as inscrições para os cursos quanto a compra com condição especial estão disponíveis nos sites oficiais que serão informados pela organização. Mais informações em https://www.abnteducacao.com.br/17265 . O evento foi transmitido ao vivo pelo canal da RGB no Youtube, disponível no link https://www.youtube.com/live/4TVOtCRIdWM?si=611vflkh52BZQ8J6 .
- Instituto Autismos realiza quatro dias de musical com 200 músicos autistas
Em abril, o musical Uma Sinfonia Diferente volta a se apresentar no CCBB Brasília, convidando o público a sentir que cada gesto, cada som e cada presença no palco têm significado especial. Protagonizado por 200 músicos autistas, o espetáculo terá a participação especial de Hélio Ziskind, com músicas que despertam memória e saudade. A peça será realizada em dois finais de semana seguidos, nos dias 4, 5, 11 e 12 de abril, às 16h, com classificação indicativa livre. A programação tem também quatro oficinas Batucadeiros de Música Corporal - Corpo, música e encontro realizada nas mesmas datas, às 14h30, no próprio CCBB Brasília, aberta ao público e conduzida por monitores capacitados para trabalhar com pessoas autistas. As atividades têm entrada gratuita com ingressos retirados online no site do CCBB ou presencial na bilheteria do local. “Criado, em 2005, a partir de um programa de musicoterapia do Instituto Autismos, o espetáculo é resultado de um programa contínuo que utiliza a música como ferramenta para desenvolver comunicação, linguagem e habilidades sociais de pessoas autistas”, explica Carol Steinkopf, fundadora do Instituto. O processo de preparação combina meses de encontros terapêuticos e ensaios que culminam em apresentações abertas ao público, nas quais os participantes assumem o protagonismo artístico. A montagem se diferencia dos musicais tradicionais por respeitar as possibilidades individuais de cada participante. Carol conta que, em vez de seguir o formato rígido, o musical valoriza a presença e a expressão de cada pessoa no palco. “Dessa forma, crianças e jovens com diferentes níveis de suporte no espectro do autismo podem participar da apresentação”. O espetáculo é dividido em três blocos, com grupos de participantes entrando gradualmente em cena até o momento final, quando todos se reúnem no palco. Em alguns momentos, monitores ou familiares acompanham os participantes para oferecer suporte durante a apresentação. Ao longo de sua trajetória, o projeto já realizou cerca de vinte apresentações em Brasília, entre espetáculos de grande porte e apresentações em escolas e espaços menores. Em 2025, quando completou dez anos de atividades, a iniciativa ganhou repercussão nacional ao ser destaque no programa Fantástico, que mostrou o processo de criação do primeiro musical protagonizado por pessoas autistas no Brasil. Participações especiais As apresentações no CCBB contam com a participação especial do compositor Hélio Ziskind, cuja obra integra o repertório do espetáculo. Suas músicas fazem parte da chamada “identidade sonora” de muitas famílias brasileiras e são utilizadas no processo de musicoterapia por serem facilmente reconhecidas e cantadas pelos participantes. Entre elas, estão a Canção da Toalha, Volta ao Mundo num Balão, Cocoricó, Banho é Bom e muitas outras. No palco, o músico se apresenta ao lado de uma banda formada por violino, baixo, violoncelo e percussão, além de jovens instrumentistas autistas. Entre eles estão dois pianistas: Benício, de 11 anos, que possui ouvido absoluto, e Daniel, autista e cego, que desenvolveu grande parte de sua habilidade musical de forma autodidata. “A proposta do espetáculo também envolve o público, que é convidado a participar de alguns momentos da apresentação, cantando e acompanhando ritmos com palmas e percussão corporal”, ressalta Carol Steinkopf. Oficina Batucadeiros de Música Corporal - Corpo, música e encontro Além do espetáculo, o projeto promove a Oficina Batucadeiros de Música Corporal - Corpo, música e encontro gratuita e realizada no CCBB nos mesmos dias de espetáculo - 4, 5, 11 e 12 de abril - às 14h30. A participação acontece mediante retirada de ingressos no site do CCBB e também presencial na bilheteria do local. A atividade é ministrada por Ricardo Amorim, mestre em Educação pela UnB, músico e educador, e Paty Amorim, pedagoga, educadora musical e mestre em Educação pela UnB. Interativa, a oficina convida crianças a explorarem o corpo como instrumento musical, por meio de jogos, movimentos e experiências coletivas. A proposta envolve mapeamento sonoro do corpo, cirandas, danças, ritmos e brincadeiras que integram música, escuta e expressão. De forma lúdica e inclusiva, a oficina estimula a participação, a criatividade e o senso de pertencimento, respeitando o tempo e as singularidades de cada criança. A oficina é aberta a qualquer pessoa interessada, incluindo crianças típicas e atípicas. Embora o foco seja estimular a participação de pessoas autistas, a atividade promove a convivência entre diferentes públicos. Os responsáveis pela condução da ação experiência no trabalho com autismo, garantindo um ambiente inclusivo e acessível. Uma das músicas trabalhadas durante a oficina será utilizada no espetáculo, permitindo que o público participante também faça parte da apresentação. Sobre o CCBB Brasília O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis. Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances. Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas. Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade. Acessibilidade CCBB A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso, no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo. Horários da van, de quinta a domingo: Biblioteca Nacional | CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h CCBB | Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30 CCBB Brasília Funcionamento: De terça a domingo, das 9h às 21h Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul – Brasília – DF Fone: (61) 3108-7600 E-mail: ccbbdf@bb.com.br Site: bb.com.br/cultura Facebook/Instagram: @ccbbbrasilia TikTok: @ccbbcultura YouTube: bancodobrasil Serviço Musical Uma Sinfonia Diferente Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (SCES, Trecho 2 – Brasília/DF) Dias: 4, 5, 11 e 12 de abril Hora: 16h Duração: 60 minutos Classificação: livre Ingressos: retirados online no site do CCBB ou presencial na bilheteria do local.
- Vencedor do Prêmio Shell, "As Cores da América Latina" faz temporada-relâmpago na CAIXA Cultural Brasília
De 2 a 5 de abril de 2026, a CAIXA Cultural Brasília recebe “As Cores da América Latina”, espetáculo da Panorando Cia. e Produtora (Manaus) que combina teatro e dança para atravessar três manifestações populares do continente: a Fiesta de la Tirana (Chile), a Huaconada (Peru) e o Cavalo-Marinho (Brasil). Em uma temporada rápida com apresentações de quinta a sábado, às 20h, e domingo, às 19h, a montagem aposta em uma encenação altamente visual, marcada por cores vibrantes, musicalidade e máscaras que transformam o palco em um território de celebração e confronto. Premiado no 34º Prêmio Shell de Teatro (2024), na categoria Destaque Nacional, e vencedor do 23º Prêmio Cenym do Teatro Nacional (2024) por Melhor Trilha Original ou Adaptada, o espetáculo também acumulou indicações importantes (como Melhor Cia de Teatro, Direção de Movimento e Adereços/Objetos de Cena). Em 2025, no XIX Festival de Teatro da Amazônia, conquistou os prêmios de Melhor Visagismo e Melhor Figurino, além de novas indicações em categorias como espetáculo, direção, trilha, iluminação e cenografia. No centro da cena, as referências latino-americanas aparecem como um manifesto estético sobre temas universais: amor, morte e nascimento. Costurados por imagens e personagens que dialogam com tradições do continente. Um dos elementos que marca a identidade da montagem é o uso de máscaras inspiradas no “Fofão”, figura popular do Carnaval maranhense, que amplia a dimensão ritualística e teatral das “personas” em cena e reforça a potência simbólica do espetáculo. Acessibilidade A temporada também prevê uma sessão com recursos de acessibilidade: no dia 4 de abril, o espetáculo terá LIBRAS e audiodescrição e, após a apresentação, acontece um bate-papo com o elenco, ampliando o encontro com o público e os bastidores do processo criativo. Os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada para estudantes, professores, funcionários e clientes CAIXA, pessoas acima de 60 anos). A bilheteria fica aberta de terça a sexta e domingo, das 13h às 21h, e sábado, das 9h às 21h. Para mais informações, entre em contato pelo telefone (61) 3206-6456. Oficinas: máscaras, upcycling e presença cênica Além das apresentações, a temporada em Brasília inclui duas oficinas realizadas em 4 de abril, conduzidas por Fábio Moura e Talita Menezes, voltadas a estudantes e pessoas interessadas nas artes cênicas, são 25 vagas para pessoas maiores de 18 anos. As inscrições para as oficinas serão realizadas através do site da Caixa Cultural: https://www.caixacultural.gov.br/Paginas/Brasilia.aspx Confecção de Máscaras em Upcycling (de 9h às 12h): atividade que compartilha a pesquisa do grupo na criação de máscaras cênicas a partir do reaproveitamento de materiais descartados, investigando possibilidades estéticas e expressivas do “resíduo” como dispositivo de cena, unindo sustentabilidade, experimentação e criação acessível. Corpo: Jogo, Presença e Máscaras (das 14h às 17h): laboratório prático sobre as múltiplas ideias de presença no trabalho do artista da cena. Em diálogo com a pesquisa de “As Cores da América Latina” , a oficina coloca o corpo em interação com máscaras de tecido originárias de Cusco (Peru), explorando estados de atenção, jogo e composição. Ficha Técnica: Direção: Fábio Moura e Talita Menezes Coreografia: Criação Coletiva Intérpretes-Criadores: Ana Carolina Nunes, Fernando C. Branco, Lidi Lopes, Miguel Campos, Reysson Brandão e Talita Menezes Visualidades: Fábio Moura Pesquisa e Edição Musical: Talita Menezes Confecção de Figurino: Lú de Menezes Produção e Iluminação: Fábio Moura Produção Local: Kacus Martins Assessoria de Imprensa: Camila Maxi / Baú Comunicação Sobre a CAIXA Cultural: A CAIXA Cultural é um centro cultural que valoriza e promove diversas expressões artísticas. Com uma programação diversificada, oferece ao público a oportunidade de vivenciar e apreciar a arte em suas diferentes manifestações. Através do patrocínio da CAIXA e do Governo Federal, a CAIXA Cultural Brasília fortalece seu compromisso em incentivar e apoiar a cultura local, proporcionando experiências enriquecedoras para todos os públicos. Fotos e vídeo: https://drive.google.com/drive/folders/1GEj376TgfjBkiY82Tn-IcrLe1Zaiiu2m?usp=sharing SERVIÇO“As Cores da América Latina”, Panorando Cia. e Produtora Data : 02 a 05 de abril. 04 de abril: sessão com LIBRAS e audiodescrição. Após a apresentação haverá um bate-papo com o elenco. Horário: Quinta a sábado às 20h. Domingo às 19h Local : CAIXA Cultural Brasília | Teatro da CAIXA (SBS Quadra 4 Lotes 3/4) Ingressos : A partir do dia 28 de março. Às 9h, na Bilheteria do Teatro, e às 13h, no site da Bilheteria Cultural: https://bilheteriacultural.com.br/eventos/1 .” Preços: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada para estudantes, professores, funcionários e clientes CAIXA, pessoas acima de 60 anos) Classificação : Livre Duração : 45 minutos Contato: (61) 3206-6456 Capacidade: 406 lugares (8 para cadeirantes) Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais Rede Social: Instagram @panorando
- Cavaleiro olímpico Stephan Barcha ministra clínica de salto na Sociedade Hípica de Brasília
A Sociedade Hípica de Brasília recebe, nos dias 31 de março, 1º e 2 de abril, a Clínica de Salto com o cavaleiro olímpico Stephan Barcha , um dos principais representantes do Brasil no cenário internacional do hipismo. Durante três dias, cavaleiros e amazonas terão a oportunidade de participar de treinos intensivos, trocar experiências e aprimorar técnicas ao lado de um atleta que compete nos maiores eventos da modalidade no mundo. “ A clínica é um momento importante de troca. Mais do que técnica, buscamos desenvolver a leitura de percurso, o tempo e a conexão entre cavalo e cavaleiro, que fazem toda a diferença em pista ”, destaca Stephan Barcha. Reconhecido como um dos grandes nomes do salto brasileiro, Stephan Barcha acumula resultados expressivos em sua trajetória esportiva. Entre os destaques recentes estão o 5º lugar nos Jogos Olímpicos de Paris, a medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos, além dos títulos de bicampeão brasileiro Sênior Top e tricampeão do Ranking Brasileiro Sênior Top. O cavaleiro também foi o brasileiro melhor classificado no ranking da Federação Equestre Internacional (FEI) e recebeu, nos últimos dois anos, o Prêmio Brasil Olímpico na modalidade salto, reconhecimento concedido aos principais atletas do país. A clínica é voltada a cavaleiros e amazonas que buscam aperfeiçoamento técnico e aprofundamento na prática do salto, proporcionando uma experiência de aprendizado direto com um atleta de referência internacional. Serviço: Clínica de Salto com Stephan Barcha Local: Sociedade Hípica de Brasília Dias: 31 de março, 1º e 2 de abril Informações e inscrições: (61) 3245-5870
- Matheus Fernandes lança clipe de “Gaveta” com Kevin O Chris e DJ Matheus Alves
FALA MEU NOME ! Matheus Fernandes segue colhendo os frutos do seu novo projeto audiovisual e se prepara para mais um lançamento. Nesta sexta-feira (27), ao meio-dia, o artista apresenta ao público o videoclipe de “ Gaveta ”, faixa em parceria com Kevin O Chris e DJ Matheus Alves . Com uma sonoridade envolvente que mistura forró, piseiro e elementos do funk, a música aposta em uma letra marcante e de forte apelo popular, explorando sensualidade e irreverência — características que têm se destacado entre os sucessos do artista. O single faz parte do projeto “ Fala Meu Nome ”, gravado em novembro de 2025, no Mira Beach Club, localizado na Lagoa do Cauípe, na Praia de Cumbuco (CE). O projeto reuniu convidados, amigos e familiares em um cenário paradisíaco, traduzindo a energia e a identidade musical de Matheus Fernandes. Reforçando sua versatilidade e identidade artística, todas as faixas do DVD são autorais, evidenciando o talento do cantor também como compositor. Além disso, o trabalho conta com colaborações estratégicas que ampliam o alcance do projeto e conectam diferentes públicos. O videoclipe de “ Gaveta ” chega para potencializar a faixa, trazendo uma narrativa visual alinhada ao clima descontraído e envolvente da música, com estética vibrante e atmosfera praiana.
- 9º Festival Mestres e Mestras abre convocatória para artistas do DF no Dia do Circo
Celebrado em 27 de março, o Dia do Circo inspira o lançamento da 9ª edição do Festival Mestres e Mestras de Circo , a ser realizado no final de maio em Brasília, reunindo artistas brasileiros e estrangeiros e prestando homenagens a dois veteranos da palhaçaria: Mestre Mandioca Frita e Xamego. Para dar a partida, o evento abre inscrições para artistas interessados em integrar dois cabarés circenses de variedades — espaços que sintetizam a diversidade, a potência criativa e a permanência histórica dessa linguagem artística. O chamamento público acontece de 5 a 12 de abril e vai selecionar quatro números cênicos para compor a programação, com duas vagas destinadas a artistas com deficiência. A proposta é reunir performances de diferentes estilos e trajetórias, ampliando o acesso e fortalecendo o intercâmbio entre artistas. Mais do que uma seleção, a convocatória se conecta diretamente ao momento vivido pelo circo no país. “A grande característica do circo hoje é dar oportunidade para os artistas continuarem trabalhando, pois envelhecer no circo é um grande desafio”, afirma o produtor do festival, Xabrau. “O evento traz artistas novos e da velha guarda do Brasil e da América Latina para mostrar a resistência e a resiliência do circo. A ideia dessa convocatória é abrir oportunidade para outros artistas se juntarem a esta grande trupe que estará reunida em Brasília”, garante. Os cabarés são um dos pontos altos do festival, reunindo números curtos em uma mesma noite e propondo ao público uma experiência dinâmica, marcada pelo encontro entre diferentes linguagens, gerações e formas de expressão. Tradicionalmente, esses espaços funcionam como vitrine e laboratório, acolhendo tanto artistas em início de carreira quanto nomes já consolidados. Realizado no Distrito Federal, o Festival Mestres e Mestras de Circo chega à sua 9ª edição reafirmando seu papel como uma das principais iniciativas dedicadas à linguagem circense na região. Criado a partir da Mostra Mestre Zezito de Circo, o evento se consolidou como espaço de formação, difusão e valorização de saberes populares, além de fomentar redes de colaboração entre artistas, técnicos e produtores. Nesta edição, o festival presta homenagem ao Mestre Mandioca Frita, reconhecido como o palhaço de rua mais antigo em atividade no DF, e ao palhaço Xamego, personagem da artista Maria Eliza Alves dos Reis, considerada a primeira palhaça negra do Brasil. A escolha reforça o compromisso do evento com a preservação da memória e o reconhecimento de trajetórias fundamentais para a cultura circense. O 9º Festival Mestres e Mestras de Circo será realizado de 29 a 31 de maio, com atividades gratuitas em diferentes regiões do Distrito Federal, reunindo artistas do Brasil e da América Latina. O projeto é produzido com recursos do Fundo de Apoio à Cultura da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal. Dia do Circo - Criado em homenagem ao palhaço brasileiro Piolin, um dos mais importantes nomes da história do circo no país, o Dia do Circo é celebrado em 27 de março, data de seu nascimento. Mais do que uma efeméride, a data se tornou símbolo da força e da continuidade dessa arte, marcada pela itinerância, pela reinvenção e pela transmissão de saberes entre gerações. Em um contexto de constantes desafios, celebrar o circo é também reconhecer sua capacidade de resistir, se adaptar e seguir encantando públicos, mantendo viva uma tradição que atravessa o tempo sem perder sua potência. SERVIÇO: Chamamento público – 9º Festival Mestres e Mestras de Circo (Cabarés circenses) Inscrições: de 5 a 12 de abril de 2026 pelo Instagram @circoartetude Seleção: 4 números cênicos (2 vagas destinadas a artistas com deficiência) Quem pode participar: artistas e grupos circenses
- Festival de Cinema da Fronteira divulga títulos selecionados
Foram anunciados na quarta (17), os filmes concorrentes ao 17º Festival Internacional de Cinema da Fronteira – Prêmio São Sebastião/Assembleia Legislativa. A cerimônia aconteceu em Porto Alegre, no Salão Júlio de Castilhos, no Palácio Farroupilha, com a presença de autoridades, imprensa e realizadores. O festival será realizado em Bagé e Sant’Ana do Livramento de 28 de abril e 2 de maio de 2026, junto com o laboratório de projetos Sur Frontera WIP LAB. Todas as atrações são gratuitas. Pela primeira vez, o Festival da Fronteira contará com a parceria da Assembleia Legislativa na premiação das produções audiovisuais. Serão concedidos aos realizadores um total de R$ 15 mil, sendo R$ 10 mil ao melhor longa-metragem e R$ 2,5 mil ao melhor curta-metragem e ao melhor curta de animação. A seleção reúne 30 títulos de 18 países, divididos por igual em longas-metragens, curtas e curtas de animação. Dos longas, oito deles são dirigidos por realizadoras ibero-americanas. "Em 2026 o Festival da Fronteira atinge sua maturidade estética, consolidando-se como porta de entrada no Brasil do cinema de qualidade realizado no Mercosul”, acredita Zeca Brito, secretário municipal de Cultura de Bagé. "É um espaço de intercâmbio cultural e diálogo, entregando aquilo que se espera de um festival internacional de excelência", complementa. Este ano, o evento recebeu mais de 3,2 mil inscrições de 120 países, sendo mais de 470 longas-metragens. "Para nós da Assembleia é uma alegria imensa poder fazer parte do Festival da Fronteira e poder trabalhar a municipalidade, descentralizando eventos culturais para o interior do estado", aponta Sergio Peres, presidente da Assembleia Legislativa gaúcha. "É de grande importância desenvolver a cultura, novos talentos e promover a economia também na região", conclui. Ele lembrou que morou em Bagé por quatro anos e classificou a Campanha Gaúcha como muito acolhedora. A curadoria de longas é assinada por Fatimarlei Lunardelli, Jonas Chadarevian e Roger Lerina, enquanto a de curtas é de José Eduardo Camargo, Marizele Garcia, Frederico Ruas e João Werlang. Em paralelo ao Festival da Fronteira acontece também o V Sur Frontera WIP LAB. Voltado para profissionais do audiovisual, a atração inclui laboratório de filmes em fase de projeto e work in progress com tutorias e atividades de capacitação. O XVII Festival Internacional de Cinema da Fronteira é uma realização da Associação Pró Santa Thereza, Prefeitura Municipal de Bagé, através da Secretaria Municipal de Cultura, e Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul. A produção é da Maristela Ribeiro Produções. O evento tem apoio da ACCIRS – Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Sul, Centro Universitário da Região da Campanha (Urcamp), institucional do Instituto Estadual de Cinema (Iecine-RS); Instituto Federal Sul Rio-grandense (IFSul) e Universidade Federal do Pampa (Unipampa). XVII Festival Internacional de Cinema da Fronteira De 29 de abril e 2 de maio de 2026 Site: festivaldafronteira.com.br Instagram: @festivaldafronteira Filmes selecionados Competitiva Internacional de Longas-Metragens "Aqui Não Entra Luz", de Karol Maia (Documentário, Brasil) "Ángeles", de Paula Markovitch (Ficção, México/Argentina) "Cartas Para...", de Vânia Lima (Documentário, Brasil) "Cielo" de Alberto Sciamma (Ficção, Bolívia) "Duas Vezes João Liberada", de Paula Tomás Marques (Ficção, Portugal) "Futuro Futuro", de Davi Pretto (Ficção, Brasil) "Nada a Fazer", de Leandra Leal (Documentário, Brasil) "Nuestra Tierra", de Lucrecia Martel (Documentário, Argentina) "Un Futuro Brillante", de Lucía Garibaldi (Ficção, Uruguai) "Quemadura China", de Verónica Perrotta (Ficção, Uruguai) Competitiva Internacional de Curtas-Metragens "A Biblioteca de Jorge Furtado", de Glênio Póvoas e Luiz Alberto Cassol (Brasil) "Cabeça, Ombro, Joelho e Pé", de Van Van (Brasil) "Coisas que Meu Pai me Deu", de David Selva, Victor Oliver e Yifan Wen (Brasil/Costa Rica/Portugal) "Do Caldeirão da Santa Cruz do Deserto", de Weyna Macedo, Lucas Parente, Adeciany Castro e Mariana Smith (Brasil) "Entrevista com Fantasmas", de Lincoln Péricles (Brasil) "Filme Pin", de María Rojas Arias e Andrés Jurado (Colômbia/Portugal) "Nuestra Sombra", de Agustina Sánchez Gavier (Argentina) "Pasta Negra", de Jorge Thielen Armand (Canadá/Colômbia/Itália/Venezuela) "Pedra-mar", de Janaína Lacerda (Brasil) "Te Extraño Perdularia", de Manu Zilveti (Cuba) Competitiva Internacional de Curtas de Animação "After Me, The Flood", de Max Shoham (Canadá) "A Menina e o Pote", de Valentina Homem e Tati Bond (Brasil) "Apocalypsis", de Nicolás Sanabria, Emmanuel Alcalá e Andrés Llanezas (Argentina) "Duwid Tuminikiz - Makunaima é Duwid?", de Gustavo Caboco Wapixana, Brasil) "Marimbã está Acontecendo", de Maryn Marynho (Brasil) "Sheep—Wolf", de Polina Safina (Rússia) "Shelter", de Chiara Vincenti Zakhia (Itália/Líbano) "Socially approved positions of bodies in space", de Lera Oleynikova (Rússia) "The entrance lies there", de Haoyu Chen (China) "Um corpo sem cavalo?", de Lara Fuke (Bélgica/Brasil/Finlândia/Portugal)
- Radiologista revela o que os médicos pensam (mas não dizem) entre um café e um plantão
Chega do especialista inabalável que fala apenas em jargões indecifráveis. No livro O que se passa na cabeça de um médico? , o radiologista Rodrigo Silva Müller traz um antídoto para décadas de representações irreais da profissão na televisão. O autor troca o pedestal por uma conversa bem-humorada sobre o que significa ser um trabalhador da saúde em um mundo onde o "Tio do Zap" e o "Doutor Google" tentam ter mais voz do que a ciência. São crônicas divertidas que reforçam: a medicina é um exercício constante de humanizar escolhas. Não uma matemática fria de garantias absolutas. Müller utiliza sua visão panorâmica da radiologia para analisar a "fauna" hospitalar com a precisão de quem vê por dentro. A obra é um tour envolvente pelos cenários reais do cotidiano clínico, com seus dramas pessoais e contradições. Por exemplo: a "República Federativa do Bloco Cirúrgico", um ambiente estéril onde egos e vaidades às vezes colidem com protocolos de segurança; e a "Sala de Exames", quando acontece o espetáculo tragicômico de realizar um ultrassom cercado por familiares inquisidores que usam o ChatGPT como diagnóstico.Tem também o "inimigo número dois": a burocracia dos prontuários eletrônicos, que às vezes consomem mais tempo do que a própria consulta. Nesse sentido, Müller aborda o famoso "Doutor Algoritmo": a inteligência artificial que acerta o laudo com precisão, mas que jamais saberá traduzir o contexto ou confortar o paciente. Já no churrasco de domingo, o autor enfrenta o "Tio do Zap", cujas fake news têm a velocidade de um vírus, desafiando anos de estudo com links que prometem curas milagrosas — segundo o radiologista, a medicina representa 10% da saúde; o restante ainda depende de hábitos que nenhuma cápsula cara (e não comprovada) substitui. O que se passa na CABEÇA de um médico? — Um raio-x bem-humorado e humano da medicina levanta outras pautas urgentes, como a mercantilização do cuidado, a saúde mental dos profissionais formados sob uma "pedagogia da exaustão" e o desafio de manter a humanidade em tempos de IA. Rodrigo Silva Müller questiona tudo isso ao defender que, por trás do jaleco, também existe alguém passível de falhas. Para o escritor, a verdadeira sabedoria não mora nas respostas imediatas das estatísticas ou algoritmos, mas principalmente na coragem de dizer "não sei" e investigar a dor junto ao paciente. Ficha técnicaTítulo: O que se passa na cabeça de um médico? Subtítulo: Um raio-x bem-humorado e humano da medicina Autor: Rodrigo Silva Müller ISBN: 978-65-84159-05-1 Edição: 1ª/2025 Editora: Casa do Escritor Páginas: 178 Onde encontrar: Amazon e principais livrarias Sobre o autor: Rodrigo da Silva Müller é médico radiologista, professor e autor. Formou-se em Medicina pela Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA) em 1998, concluiu a residência médica em Radiologia e Diagnóstico por Imagem no Hospital Mãe de Deus (2000–2013) e fez pós-graduação em Gestão em Saúde pelo Hospital Israelita Albert Einstein. Já foi diretor técnico de hospital e, hoje, atua como médico-radiologista. É autor do livro O que se passa na cabeça de um médico? (2025). Site: rodrigosilvamuller.com.br
- Ponto de Cultura Waldir Azevedo realiza curso de Elaboração de Projetos e Gestão Cultural
O que separa uma grande ideia cultural de sua realização não é a falta de criatividade, mas o domínio da técnica. Com o objetivo de democratizar o acesso a recursos culturais e fortalecer a economia criativa no Distrito Federal, o Ponto de Cultura Waldir Azevedo realiza, neste sábado (28/03), o curso gratuito de Elaboração de Projetos e Gestão Cultural. Ministrada pelos especialistas Marcelo Fonteles e Dudu Oliveira, a oficina tem como foco a prática da gestão cultural e ocorre das 14h às 18h. A proposta é capacitar agentes culturais para que dominem as ferramentas de escrita, entendam a lógica de editais como o FAC (Fundo de Apoio à Cultura) e conquistem autonomia na captação de recursos para seus projetos. "Queremos transformar o 'sonho no papel' em nota de empenho e execução real. O curso é um passo para que o artista da comunidade não dependa apenas de sorte, mas de estratégia", afirma a Dudu Oliveira. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas por meio do formulário disponível nas redes sociais do Ponto de Cultura ( @projetowaldirazevedo ). As aulas ocorrem na sede da Vila Cultural, na 813 Sul. O evento é uma realização da OMNI, por meio da Política Nacional Aldir Blanc, reforçando o compromisso com a descentralização da cultura no DF. A iniciativa conta com apoio da Âmbar Soluções Criativas e da Agenda Cultural Brasília. Sobre os professores Marcelo Fonteles: Diretor da Agenda Cultural Brasília e especialista em Gestão Cultural, Fonteles acumula vasta experiência técnica no setor público como ex-gerente de prestação de contas do FAC/DF e parecerista de projetos culturais. Dudu Oliveira é maestro da Orquestra de Cavaquinhos de Brasília e fundador do Projeto Waldir Azevedo. Consultor cultural com quase duas décadas de expertise à frente da gestão do Ponto de Cultura Waldir Azevedo, ele é uma referência na preservação e fomento do choro no DF. Oficinas culturais gratuitas Além do curso de gestão, a sede da Vila Cultural do Ponto de Cultura Waldir Azevedo mantém uma programação regular de oficinas gratuitas. Viabilizadas pelo projeto de Manutenção do Espaço via Política Nacional Aldir Blanc, as atividades incluem cursos de Cultura Popular e Manifestações Tradicionais (quintas-feiras, às 19h30) e Dança (terças-feiras, às 19h30). A iniciativa estende-se também ao Centro de Ensino Especial de Deficientes Visuais (CEEDV), onde são oferecidas aulas de Canto Coral exclusivas para pessoas cegas ou com baixa visão. As inscrições podem ser feitas presencialmente ou pelo WhatsApp (61 9 9969-9877). SERVIÇO: Curso de Elaboração de Projetos e Gestão Cultural Quando: 28/03. Sábado, das 14h às 18h Onde: Ponto de Cultura Waldir Azevedo - SES 813, lote 54, casa 12 - Asa Sul Quanto: totalmente gratuito Inscrições: acesse o formulário | Oficinas: WhatsApp (61 9 9969-9877) Mais informações: @projetowaldirazevedo
- Ozônio reduz até 90% dos resíduos de agrotóxicos e avança como alternativa para segurança alimentar
A presença de resíduos de agrotóxicos nos alimentos continua sendo uma das principais preocupações relacionadas à segurança alimentar no Brasil. Dados da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) mostram que cerca de 25% dos alimentos vegetais analisados apresentam irregularidades, seja por níveis acima do permitido ou uso de substâncias não autorizadas. Na prática, isso significa que métodos tradicionais de higienização, como lavar os alimentos em água corrente ou utilizar soluções comuns, nem sempre são suficientes para remover completamente os contaminantes — especialmente quando os pesticidas estão aderidos à superfície ou já penetraram parcialmente nos alimentos. Diante desse cenário, tecnologias baseadas em ozônio e plasma frio começam a ganhar espaço como alternativa mais eficiente. Em testes, essas soluções conseguiram reduzir em até 90% os resíduos de pesticidas, além de atuar na eliminação de microrganismos. O princípio é químico: o ozônio possui alto poder de oxidação e reage com diferentes compostos presentes nos pesticidas, promovendo sua degradação. Após o processo, o gás se transforma novamente em oxigênio, sem deixar resíduos. “O ozônio consegue degradar moléculas de pesticidas de forma eficiente e segura. Ao mesmo tempo, ele se decompõe rapidamente, o que evita a geração de novos resíduos químicos”, explica Bruno Mena, PhD em química e CEO da Wier. A tecnologia já vem sendo aplicada em diferentes etapas da cadeia alimentar, especialmente no pós-colheita e no processamento de alimentos. Em alguns casos, também pode ser utilizada em processos de higienização antes do consumo. Além da redução de resíduos químicos, o método também atua no controle microbiológico, contribuindo para a eliminação de agentes que podem comprometer a qualidade dos alimentos. O avanço desse tipo de solução acompanha uma mudança no comportamento do consumidor, cada vez mais atento à origem dos alimentos e aos riscos associados à presença de contaminantes. Com maior pressão por práticas mais seguras e sustentáveis, tecnologias que reduzem o uso de químicos e aumentam a eficiência dos processos de higienização tendem a ganhar espaço na cadeia alimentar — do campo ao consumidor final.












