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- No dia do arquiteto, especialista em espaços integrados mostra que o cobogó é a aposta ideal
Elementos arquitetônicos harmoniosos trazem charme, sofisticação e elegância para as construções residenciais. Para celebrar o dia do arquiteto, no próximo dia 15, a arquiteta Taíza Braga, que atua em projetos arquitetônicos e de Interiores residenciais e comerciais, com foco em conforto e funcionalidade, traz orientações de um elemento moderno e que pode ser considerado uma tendência no universo arquitetônico: o cobogó. “De forma leve e natural, a divisória de cobogós permite trazer luz natural e ventilação ao ambiente, sem perder a privacidade.”, explica a arquiteta. Historicamente, o cobogó surgiu na década de 1920, em Recife, e teve seu nome oriundo da junção da primeira sílaba dos sobrenomes de seus criadores. São um legado da cultura árabe, baseado nos muxarabis – construídos em madeira, e geralmente, eram utilizados para fechar parcialmente os ambientes internos. Construídos primeiramente em cimento, a partir da década de 50, passaram a ser produzidos com a matéria prima argila e vidro. Além de gerar uma ventilação, o cobogó traz o ar de modernidade e uma luminosidade natural. Na Capital Federal, por exemplo, a Biblioteca Nacional de Brasília, de Oscar Niemeyer, é um exemplo clássico de uma construção elaborada com o uso do cobogó. Outro exemplo clássico, são os prédios residenciais criados em tijolinhos furados que mostram como o cobogó é uma aposta arquitetônica presente na cidade. No Plano Piloto, por exemplo, a grande maioria dos prédios possui essa estrutura com cobogó. O elemento continua sendo uma tendência e é a sugestão da arquiteta Taíza Braga, que explica que além da função estética, seu uso atende a várias premissas da arquitetura sustentável, como ventilação e iluminação natural. Serviço: No dia do arquiteto, especialista em espaços integrados mostra que o cobogó é a aposta ideal para os ambientes residenciais Taíza Braga - é graduada em Arquitetura e Urbanismo pela PUC de Goiás e especialista em Arquitetura da Saúde pela UCB. Atua nas áreas de projeto Arquitetônico e de Interiores residenciais e comerciais, com foco em conforto e funcionalidade Telefone: (61) 9903 1185 IG: https://instagram.com/taizabraga.arquiteta?utm_medium=copy_link
- Dia Internacional contra a Corrupção: tema preocupa os brasileiros mais do que saúde e meio ambiente
O dia 9 de dezembro foi instituído mundialmente como o Dia Internacional contra a Corrupção. A data, proposta pela delegação brasileira, foi marcada pela Convenção das Nações Unidas contra a Corrupção, assinada por diversos países neste mesmo dia, em 2003. Os dados demonstram que a sociedade brasileira é hoje uma das mais conscientes e engajadas para a causa anticorrupção no mundo. Prova disso é o resultado de um estudo coordenado pelo Centro de Pesquisa em Comunicação, Política e Saúde Pública da Universidade de Brasília que mostrou que os brasileiros se preocupam mais com a corrupção do que com a saúde e o meio ambiente. Cada entrevistado podia apontar dois problemas que considerava principais. Corrupção, com 54% das menções, lidera, seguido de saúde (46%) —meio ambiente ficou em sétimo, com 3%. A advogada especialista em Compliance e Integridade Corporativa. Mestranda em Direito e Políticas Públicas, Anna Bastos, pontua que nos últimos anos, após a deflagração de operações visando o combate à corrupção, tem ficado cada vez mais claro para a sociedade o impacto que a corrupção gera para a sociedade. "Números divulgados pela CGU em novembro de 2021 informam que já foram negociados, por meio de 17 acordos de leniência, o retorno aos cofres públicos de mais de 15 bilhões de reais. Os valores são referentes a pagamentos de multa, dano e enriquecimento ilícito. Parte destes valores eram recursos públicos que poderiam estar sendo destinados para a melhoria da qualidade de vida da população e foram desviados por atos de corrupção. Há um impacto claro e direto na sociedade, por isso, torna-se cada vez mais urgente o combate às práticas corruptivas", explica a advogada do escritório Anna Bastos Advocacia. Combate à corrupção é um dos instrumentos para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária Um estudo do Laboratório Francês Thomas Piketty apontou que no Brasil os 10% da população mais rica detém 59% da renda nacional total, enquanto os 50% da base ficam com cerca de 10%. O relatório intitulado “Desigualdade Mundial” ressalta o que Brasil é um dos países mais desiguais do mundo. "Esta realidade precisa ser alterada e o combate à corrupção é um dos instrumentos para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária. No atual cenário, em que ainda sentimos o impacto da pandemia e a retração econômica, o debate sobre corrupção tem ganhado destaque, uma vez que retira recursos da sociedade para privilegiar interesses privados, aumentando ainda mais a desigualdade social existente no país", explica Anna Bastos.
- Dia do fonoaudiólogo: a importância do profissional para saúde
Em 9 de dezembro é comemorado o Dia do Fonoaudiólogo. Muito se engana quem acha que o especialista cuida apenas da fala. O profissional também é especializado nos cuidados com a audição. “A perda auditiva pode ocorrer em qualquer momento da nossa vida, seja por fatores genéticos ou por problemas de saúde, o ambiente ao qual a pessoa está exposta, traumas e alguns medicamentos. É nesse cenário que o fonoaudiólogo atua também, para prevenir e tratar esses casos”, explica Gilvânia Barbosa, especialista em saúde auditiva da clínica Microsom. Segundo Gilvânia, os problemas de audição podem surgir conforme a idade for avançando. “À medida que envelhecemos, vamos perdendo a capacidade de ouvir determinados sons suaves, sons mais distantes e até, por exemplo, o canto dos pássaros. Esta perda de capacidade é normal e está relacionada com o processo natural de envelhecimento do organismo”, diz. Outras causas também impactam o sistema auditivo, sendo fatores que prejudicam e podem até antecipar algum problema na audição. “Um dos muitos fatores responsáveis pela perda de audição é a exposição contínua a sons elevados acima de 85 decibéis (dB). As células auditivas, quando expostas a elevados níveis de ruído, são destruídas e, consequentemente, perdem a capacidade de reagir ao som”, destaca a fonoaudióloga. Para prevenir, é preciso ter alguns cuidados. Por isso, a especialista alerta e indica consultas médicas periodicamente. “Ainda que, aparentemente, não sofra ou ainda não perceba qualquer tipo de redução quanto a acuidade auditiva, estar atento e fazer avaliações auditivas anualmente permite avaliar a evolução de eventuais perdas”, conta Gilvânia.
- Última participação lançada de Marília Mendonça é Top 4 no Spotify
“Vai Lá Em Casa Hoje” com George Henrique & Rodrigo foi a última participação da eterna rainha da sofrência Marília Mendonça, lançada dias antes do trágico acidente. A canção traz toda energia e alegria da cantora e, numa ascensão meteórica, já chegou ao Top 4 do Spotify e 200 global. Embalados por este sucesso a dupla acaba de lançar o primeiro EP do DVD - "Ao Vivo em Brasília" com cinco faixas, sendo quatro delas inéditas. O projeto contou com um time de respeito: Bruno e Marrone, Gusttavo Lima e Marília Mendonça, além do jovem sucesso DJ Lucas Beat. Como estratégia o novo trabalho será fragmentado em três EPs, o primeiro já está disponível em todas as plataformas digitais e traz quatro faixas inéditas: “Aula”, “Chiclete”, “Respeita”, “Bebe Não Bebê" part. Lucas Beat e “A Gente Nem Ficou”, e o hit “Vai Lá Em Casa Hoje”, que acumula mais de 12 milhões de plays no Spotify - e supera a marca de 18 milhões de visualizações no canal oficial da dupla no YouTube. Com a aprovação do público, a faixa, gravada em setembro - dias após a chegada de Marília após a viagem à Cancun -, fica a gratidão dos irmãos George Henrique e Rodrigo. "Somos gratos por termos vivido e dividido o palco com a Marília, e teremos este momento gravado em nossas memórias, foi um grande presente que ela nos deixou e ficamos muito felizes em poder compartilhar com o público este encontro que por si só foi muito especial" completam os irmãos que não conseguem conter a emoção ao falar da cantora. A promessa que virou uma realidade Há oito anos, surgia no mercado fonográfico uma dupla promissora com demonstração de irreverência logo de início, com a inusitada escolha de um posto de gasolina como cenário do primeiro DVD. Ali dava mostras de que George Henrique e Rodrigo marcariam presença. Em 2015, receberam os mais badalados nomes da música sertaneja para o DVD – “Ouça com o coração”: Henrique & Juliano, Jorge & Mateus e os padrinhos Bruno & Marrone. A dupla vem numa crescente contínua e já é dona de um repertório recheado de sucessos. Neste ano, chegou ao Top 2 do Spotify e 200 Global com o hit “Vai Lá Em Casa Hoje”, que alcançou 23 milhões de plays e 30 milhões de views em pouco mais de um mês. Tem sido um árduo caminho, mas bastante consistente o que se demonstra no catálogo musical que a dupla construiu ao longo destes anos. Compositores, intérpretes e talentosos, buscam uma carreira sólida, por isso, entendem que o sucesso não é algo que se conquista do dia para noite e sim, de maneira gradual e com regularidade. Atentos às mudanças do mercado fonográfico e com investimentos significativos em plataformas digitais, o canal do YouTube de George Henrique e Rodrigo se destaca pela aceitação e números, com mais de um milhão de inscritos. São presença garantida nas principais playlists das maiores plataformas de streaming. Nas rádios, suas músicas sempre aparecem entre as mais tocadas em todo o País. Sem extremos, a dupla agrada público e formadores de opinião. Versáteis investem em músicas que ultrapassam o tempo, “ Um repertório com “modinhas” pode envelhecer e se daqui há alguns anos quisermos ouvir, acho que não iríamos nos sentir muito confortáveis”, diz George Henrique. Acreditam num trabalho unificado o que os levou também aos principais programas de televisão, a potente voz de George e a segunda aveludada de Rodrigo casam perfeitamente. Mas nem sempre cantaram juntos, George começou em bares e somente depois de algum tempo se uniu ao irmão na música. Gravar um DVD num posto de gasolina – Esquenta Pra Balada - não foi a única coisa inusitada que fizeram, a forma que iniciaram a carreira profissional também foi bem atípica. Usaram uma rede social, Twitter, para enviar uma mensagem a Bruno, dupla com Marrone. O cantor na juventude fez várias apresentações com o pai deles, não deu outra. Assim que ouviu George Henrique e Rodrigo cantaram, logo os convidou para integrarem ao casting da WorldShow Produções Artísticas. Durante a pandemia, a dupla firmou um compromisso com o público: fazer uma live todo fim de semana e levar romantismo e muita moda sertaneja para quem está em casa. Foi o início do projeto “GHeR Ao Vivo e Online”, começaram com 2.500 fãs e ultrapassaram 100 mil espectadores. Como as lives permanecem disponíveis no canal da dupla, já alcançam mais de 2,8 milhões de pessoas. O crescimento em números e popularidade da dupla são bastante significativos.
- El Pavuna recebe Teresa Cristina no Beco do Rato
O último Dia Nacional do Samba marcou a estreia de EL PAVUNA no mercado fonográfico, com o lançamento de "Vide o Céu da Zona Norte às Cinco e Meia". O disco, majoritariamente autoral, traz a participação especial de Jorge Aragão, além de arranjos e produção de Wilson Prateado e, em uma semana de lançamento, teve mais de 100 mil streamings no Spotify. Principal nome na roda de samba "Feirinha do Pavuna" e revelado no projeto "Aos Novos Compositores", EL PAVUNA mostra ao vivo seu novo trabalho, dia 15, no Beco do Rato. Ele recebe Teresa Cristina, Will Freitas e Cassiana Pérola Negra. No repertório, destacam-se principalmente duas linhas, presentes nas composições que EL PAVUNA apresenta no disco: o samba de partido alto, pautado pela alegria, pela brincadeira e pelo bom humor; e o samba canção, declamado e bem romântico, com refrãos que conseguem tocar fundo nos corações. Além das autorais, o show traz clássicos do partido alto e o famoso momento "só vale samba do Aragão", brincadeira que EL PAVUNA faz, cantando uma sequência de músicas do compositor. No palco, EL PAVUNA (voz e banjo) é acompanhando por Jorge Santanna (violão e voz), que assina a direção musical do show; Adauto Hermógenes (cavaquinho e voz); Alex Brignes (tantan e voz); Leandrinho Partideiro (pandeiro e caixa); Leandro Ezequiel (surdo); Gui Rodrigues (bateria) e Paula Pardon (contrabaixo). "Estamos construindo uma história bonita e esse é um capítulo muito importante. O repertório do show fará um passeio pelas minhas referências e experiências ao longo da vida. Na plateia estarão amigos, familiares, pessoas envolvidas nessa caminhada e, certamente, novos elos dessa corrente. Por fim, convidados que simbolizam essas fases. Cassiana e Teresa, recordando as belezas do nosso samba, e Will Freitas, dividindo comigo a responsabilidade de apresentar o novo", conta o cantor e compositor carioca. EL PAVUNA nasceu e foi criado no bairro homônimo do Rio de Janeiro, onde mensalmente realiza uma roda de samba gratuita intitulada "Feirinha do Pavuna", que já faz parte do calendário local. Entretanto, essa é a primeira vez que o jovem cantor e compositor lança um álbum de carreira. "Vide o Céu da Zona Norte às Cinco e Meia" é quase como um enredo escrito, narrado e cantado pelo jovem artista, sobre suas próprias memórias, referências, escolhas e vontades. Da relação com o projeto "Aos Novos Compositores", criado em 2015 e que acontece quinzenalmente no Beco do Rato, na Lapa (RJ), surgiu a ideia de convidar Jorge Aragão, nome consagrado desde a fundação do Grupo Fundo de Quintal, para dividir com EL PAVUNA a faixa que batiza o coletivo de compositores. "Aos Novos Compositores" foi composta por Arlindo Cruz, Acyr Marques e Chiquinho Vírgula, e vigora neste álbum como um pedido de benção para sua aproximação com os bambas. Aquela boa e velha atitude de respeito, tradicionalmente praticada por aqueles que "estão chegando" com aqueles que "já chegaram". Aragão é uma das maiores influências de EL PAVUNA, e inclusive é citado na letra de uma de suas canções e homenageado no repertório do show. SERVIÇO: EL PAVUNA lança "Vide o Céu da Zona Norte às Cinco e Meia" Part. Especiais: Teresa Cristina, Will Freita e Cassiana Pérola Negra Quarta-feira, 15 de dezembro de 2021, a partir das 18h. Beco do Rato (Rua Joaquim Silva, 11 - Centro) Ingresso: R$ 20 Vendas online: https://www.sympla.com.br/show-de-lancamento-do-album-vide-o-ceu-da-zona-norte-as-cinco-e-meia-de-el-pavuna__1431323
- Hipnose Lounge - Show interativo de mágico e hipnos
Imagine como seria participar de um surpreendente e divertido Show de Mágica e Hipnose, onde você terá a oportunidade de viver experiências inesquecíveis. Agora pare de imaginar e garanta já a sua participação no Hipno Lounge - Um show interativo de mágica e hipnotismo. O hipnotista Beto Barros e o Mágico Allan Allen te convidam para este incrível show, onde a ilusão e a imaginação andam lado a lado. Venha viver momentos inesquecíveis e bem humorados nestas noite de terça-feira, na comunidade criativa Infinu BSB, na 506 sul, um lugar descolado e aconchegante. Sobre o Mágico Allan Állen: Mágico Profissional, Palestrante, Hipnolólogo clínico, Practitioner de PNL e Licenciado em Letras Português/Inglês.Estudante de Teatro e Idealizador do Workshop Introdução a arte mágica: A mágica de uma forma diferente. Mágico há aproximadamente seis anos, já fez realizou espetáculos para parceiros como Sesc, Academia Águia Coach, Shopping Sul e conta com dezenas de alunos já formados pelo seu Workshop de Introdução a Arte Mágica. Sobre o Hipnotista Beto Barros: Hipnoterapeuta do Centro de Hipnoterapia Avançado de Brasília, Professor de Hipnose, Sócio da 4move Centro de Saúde e Fitness, Palestrante. Formado em Fisioterapia e Educação Física. Apaixonado pelo funcionamento da mente humana. INSTAGRAM DO EVENTO: www.instagram.com/hipnolounge INSTAGRAM DO LOCAL: www.instagram.com/infinubsb Garanta já o seu ingresso! São limitados! 3,2,1... DIVIRTA-SE
- Galeria Index apresenta Mostra Coletiva CEASA de Brasília
Em projeto inovador, a Galeria Index reúne artistas visuais do Distrito Federal, que ao lado outros nomes importantes no cenário artístico do Brasil compõem a exposição “Drops”, com curadoria do também artista Rudá Babau. A mostra acontece no SIA SUL, Trecho 10. Pavilhão B – 10 B. Box 2, da CEASA de Brasília, numa iniciativa inédita de levar a arte para novos públicos no DF, dando continuidade ao desejo da Galeria em ocupar os espaços urbanos diversificados do Distrito Federal. A exposição acontece de 11 de dezembro de 2021 a 20 de fevereiro de 2022. “Drops” vem como uma resposta aos movimentos atuais de virtualização, uma verdadeira ode ao real, trazendo uma narrativa que repensa a materialidade, tanto por meio de obras físicas que tratam de registros, vestígios e documentação, quanto através dos próprios drops de NFTs de Blockchains, ou seja, os lançamentos de obras de arte virtuais, ativos digitais únicos, na base de dados onde são armazenadas com segurança para possíveis transações comerciais. Os artistas participantes são: Alberto Lamback (Paris/Fr, 1985) Amanda Devulsky (Brasília/DF, 1991) Erika Verzutti (São Paulo/SP, 1971) Gokula Stoffel (Porto Alegre/RS, 1988) Lina Cruvinel (Goiânia/GO, 1997) Ludmilla Alves (Brasília/DF, 1987) Luiz Roque (Cachoeira do Sul/RS, 1979) Luiza Crosman (Rio de Janeiro/RJ, 1987) Lucas-K (Belo Horizonte/MG, 1997) Odaraya Mello (Rio de Janeiro/RJ, 1993) Olga Carolina (São Paulo, 1998) Paula Scavazzini (S. José dos Campos/SP, 1990) pedro frança (Rio de Janeiro/RJ, 1984) e Rudá Babau (Brasília/DF, 1983) Poli Pieratti (Brasília/DF, 1987) Rodolpho Parigi (São Paulo/SP, 1977) Rodrigo de Almeida Cruz (Taguatinga/DF, 1989) Thomaz Rosa (São Caetano do Sul/SP, 1989) Sobre o curador Brasília/DF, 1983. Rudá Babau é artista e cineasta, lida com o audiovisual expandido. Modela filmes, jogos e documentos digitais que tratam do registro e da virtualidade do real. Sobre a Galeria Index A Galeria Index surgiu como um modelo de negócios inovador, que reúne práticas voltadas tanto para a arte moderna, quanto contemporânea. Baseada em Brasília, a galeria foi fundada em 2020 por Mônica Tachotte e Marcos Mendes Manente e, mais recentemente, contou com a adesão societária de Tatiana Gonçales. Ao todo, são doze artistas representades, sendo todos do Centro-Oeste brasileiro, que por meio de projetos artísticos exclusivos, dialogam com as produções de artistas consagrados do período pós-guerra. Essa combinação estratégica permite à galeria um alcance maior de mercado, ao passo que possibilita a diversificação das ações de promoção e difusão da investigação artística. Ao mesmo tempo em que promove a interação entre as pesquisas contemporâneas e as vanguardas históricas, a galeria trabalha constantemente para profissionalizar e legitimar o setor local, organizando e promovendo a produção das artes visuais do cerrado brasileiro. Sobre a CEASA A Centrais de Abastecimento do Distrito Federal (CEASA-DF) é uma empresa da economia mista, integrante do complexo administrativo do GDF, que tem como objetivo incrementar a produtividade no setor de distribuição de produtos hortigranjeiros, empregando novas tecnologias nos processos de reunião, manipulação, comercialização e comunicação, beneficiando produtores, distribuidores e consumidores. Serviço Galeria Index CEASA SIA SUL, Trecho 10. Pavilhão B – 10 B. Box Abertura: 11.12.2021, das 11h às 19h Datas: 11.12.2021 - 20.02.2022 / Terça a sábado, das 9h às 15h Observação: obrigatórios o uso de máscara
- 28 artistas se apresentam na mostra Performática Drag domingo (12)
O coletivo artístico Distrito Drag realiza neste domingo (12 de dezembro) a primeira edição da mostra Performática Drag, que será palco de 28 números, todos criados por artistas do Distrito Federal e que exaltam a arte drag. A apresentação será comandada pela drag queen Raykka Rica. O evento começa às 17 horas no Espaço Cultural Renato Russo, com ingressos gratuitos, retirados pelo Sympla (bit.ly/PerformaticaDrag). São apenas 100 entradas disponíveis e é necessário apresentar o passaporte de vacinação contra a Covid-19. A mostra é realizada com o apoio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF) e tem como tema "Nossas Cores, Nosso Orgulho!". Todas as drags que se apresentam no evento receberam mentorias de aprimoramento artístico com as drag queens Alexia Twister (SP) e Linda Brondi (DF) e a diretora e dramaturga Daniela Diniz (DF). Mais do que um espetáculo, a Performática Drag tem a premissa de contribuir com a descoberta e impulsionamento de talentos locais. “O papel da Performática é contribuir para a atuação das drags no mercado de cultura, qualificando artisticamente por meio das mentorias que estimularam o aprimoramento estético e cultural, e discutindo perspectivas de carreira. Tudo isso com o objetivo de fazer nossas drags se conectarem ainda mais com o público”, define Ruth Venceremos, diretora do Distrito Drag. Fortalecimento Com a realização da Performática Drag, o coletivo, que completou quatro anos em 2021, intensifica seu papel de fortalecer a cena drag do DF no retorno gradual dos eventos culturais após o hiato de um ano e nove meses causado pela pandemia de Covid-19, de acordo com Ruth Venceremos. “A arte drag se faz muito no contato com o público. A Performática oxigena as nossas drags, no sentido da experiência com o público”, avalia. Cena de destaque Com uma das cenas de cultura LGBTI+ mais potentes do Brasil, o DF tem espaço para artistas transformistas em bares, boates, baladas e festas privadas, tanto nas periferias quanto no Plano Piloto. Por isso, o Distrito Drag acredita na qualidade artística de quem faz parte deste circuito. Para que performes locais continuem a se apresentar em outros estados e outros países, “é fundamental capacitar nossos artistas e estimular aspectos como a gestão de carreira”, aponta a diretora do coletivo. Serviço Performática Drag 12 de dezembro, às 17 horas No Espaço Cultural Renato Russo (508 Sul, Bloco A) Ingressos gratuitos pelo Sympla (bit.ly/PerformaticaDrag), a partir de 9 de dezembro Classificação: 18 anos
- Restaurante Olinda lança ceia nordestina para o Natal
O Natal é uma das datas mais especiais do ano. A época, baseada na história cristã, também é lembrada por ser um momento de união entre familiares e amigos. A noite que antecede a celebração é marcada por um jantar recheado de quitutes. Para deixar a ceia de natal ainda mais saborosa, o Olinda Comida Nordestina preparou pratos, com toque afetivo, que vão te transportar para uma deliciosa viagem para o nordeste, sendo você de lá ou não. As opções estão disponíveis exclusivamente para encomendas feitas até o dia 22 de dezembro, às 23h, por meio do WhatsApp: (61) 99666-7913 ou no próprio restaurante. Entre as sugestões de pratos principais, Porchetta recheada à pururuca (R$ 160/kg), Pernil assado lentamente (R$ 590 – aproximadamente 3kg) acompanhado de molho roti e dois potes de farofa e Bacalhau gratinado na nata (R$ 280/kg). Outras deliciosas e tradicionais receitas são as aves, como o Chester (R$ 290) e o Peru assado lentamente (R$ 350 - aproximadamente 3 quilos). A casa oferece ainda Filé de sol com roti de rapadura (R$ 280/kg). Já os acompanhamentos ficam por conta de Purê de batata doce (R$ 70/kg), Arroz de castanhas (R$ 70/kg), Farofa de torresmo (R$ 80/kg), Cuscuz com calabresa e bacon (R$ 80/kg), Farofa de cebola (R$ 60/kg), Salpicão com frango defumado (R$ 150/kg). Para ter uma ceia natalina mais doce, a casa traz, ainda, saborosas sobremesas, como o Panetone recheado (R$ 70) disponível em três versões: brigadeiro, ninho ou ninho com Nutella; e a Torta na taça (R$ 120). Olinda Comida Nordestina Endereço: CNB 2 Lote 2, Loja 1 - Taguatinga Telefone: (61) 3562-5177 Horário de funcionamento: segunda a sexta: 11h às 23h. Sábado e domingo: 11h às 16h. Instagram: @olindacomidanordestina As encomendas poderão ser feitas até o dia 22 de dezembro, às 23h, por meio do WhatsApp: (61) 99666-7913 ou no próprio restaurante.
- 3º Festival Mulheres+ começa nesta quarta com exibição de filmes gratuitos
O 3º FESTIVAL MULHERES + faz nesta edição especial uma homenagem à premiada cineasta carioca Susanna Lira, uma das mais importantes documentaristas do Brasil. Com filmes marcantes que tratam de temas relevantes e urgentes, sempre sob a ótica feminina, a MOSTRA SUSANNA LIRA apresenta gratuitamente na plataforma www.inff.online 11 documentários da diretora: os longas Damas do Samba (2013), Meu Corpo É Mais (2018), Porque Temos Esperança (2014), Mussum - Um Filme do Cacildis (2018), Clara Estrela (2017), Prazer em Conhecer (2020), Positivas (2010), Mataram Nossos Filhos (2016), A Mãe de Todas as Lutas (2021), Intolerância.Doc (2016), Torre das Donzelas (2018) e o curta Amnestia (2018), além de debates, lives e duas masterclasses. Para acessar gratuitamente todos os conteúdos da Mostra Susanna Lira é só se cadastrar e criar uma conta na plataforma www.inff.online. SOBRE SUSANNA LIRA Susanna nasceu na cidade do Rio de Janeiro, estudou Artes Visuais e é pós-graduada em Direitos Humanos. Começou sua carreira dirigindo vídeos publicitários e sua estreia como realizadora de longas se deu com o telefilme Câmera, Close! (2005). Em 2009, foi premiada no Festival do Rio com Positivas e, a partir daí, construiu uma sólida carreira como documentarista, tendo dirigido obras de grande impacto. Filmografia: A Mãe de Todas as Lutas (2021) Prazer Em Conhecer (2020) Mussum: Um Filme do Cacildis (2018) Torre das Donzelas (2018) Amnestia (2018) Meu Corpo É Mais (2017) Clara Estrela (2017) Legítima Defesa (2017) Intolerância.doc (2016) Mataram nossos Filhos (2016) Não Saia Hoje! (2016) Clodoaldo Silva - O Tubarão das Piscinas (2016) Apátridas (2015) Levante! (2015) Porque Temos Esperança (2014) Damas do Samba (2013) Rio's Red Card (2012) Uma Visita Para Elizabeth Teixeira (2011) Contracena (2010) Positivas (2010) Mãos de Vento e Olhos de Dentro (2008) Em Direção à Ithaka (2006) PROGRAMAÇÃO MOSTRA SUSANNA LIRA NO FESTIVAL MULHERES +: FILMES 8 de dezembro - 20h / disponível por 24h Damas do Samba de Susanna Lira DOCUMENTÁRIO | 2013 | 75min Sinopse - O filme provoca uma reflexão sobre o papel da mulher no samba. Mulheres que são pastoras, compositoras, passistas, musas, tias, intérpretes e muitas outras mulheres que fazem parte da construção de uma identidade nacional mestiça. Uma retrospectiva na trajetória do samba ao longo da história com enfoque no papel das mulheres em sua construção e composição. 9 de dezembro - 20h / disponível por 24h Meu Corpo É Mais de Susanna Lira DOCUMENTÁRIO | 2018 | 55min Sinopse - Meu Corpo É Mais trata das relações de mulheres com seus corpos gordos e do preconceito vivenciado por estes corpos fora do padrão de beleza socialmente estabelecidos. 10 de dezembro - 20h/ disponível por 24h Porque Temos Esperança de Susanna Lira DOCUMENTÁRIO | 2014 | 71min Sinopse - A jornada de Marli, uma mulher pernambucana que percorre presídios do Recife tentando que pais detentos reconheçam seus filhos. 11de dezembro - 20h/ disponível por 24h Mussum - Um Filme do Cacildis de Susanna Lira DOCUMENTÁRIO | 2018 | 75 min Sinopse - Documentário que conta a trajetória do músico e comediante Mussum. Primeiro como vocalista do grupo Os Originais do Samba, depois no cinema e na TV como integrante do humorístico Os Trapalhões, grupo que revolucionou a forma de fazer humor na teledramaturgia brasileira. O filme revela esse artista que continua presente até hoje como ícone pop nas redes sociais, em camisetas e publicidade. 11 de dezembro - 22h/ disponível por 24h Clara Estrela de Susanna Lira e Rodrigo Alzuguir DOCUMENTÁRIO | 2017 | 71 min Sinopse - O documentário narra em primeira pessoa a vida e carreira da cantora Clara Nunes, conhecida por ter forte conhecimento e ligação cultural com os ritmos e folclore do Brasil. 12 de dezembro - 20h / disponível por 24h Prazer em Conhecer de Susanna Lira DOCUMENTÁRIO | 2020 | 72 min Sinopse - O documentário "Prazer em Conhecer" lança um olhar para a sexualidade LGBT contemporânea. Através de registros íntimos e observacionais, o filme se despe de qualquer julgamento moral para mergulhar no cotidiano dos usuários de novos medicamentos de prevenção ao HIV, trazendo à tona reflexões sobre desejo, sexo, cuidado e liberdade. 12 de dezembro - 22h/ disponível por 24h Positivas de Susanna Lira DOCUMENTÁRIO | 2010 | 78min Sinopse - As trajetórias e as vidas de mulheres que se tornaram soropositivas por terem sido infectadas por seus maridos ou companheiros narradas através de entrevistas com elas mesmas, abordando suas condições, suas vidas e também como o impacto da descoberta fez com que elas começassem a militar em várias campanhas pela prevenção da doença. 13 de dezembro - 20h/ disponível por 24h Mataram Nossos Filhos de Susanna Lira DOCUMENTÁRIO | 2016 | 72 min Sinopse - O Brasil é o país que mais mata no mundo, a maioria jovens, que perdem precocemente a chance de viver. O filme constrói uma narrativa poética sobre a jornada das Mães de Maio. 14 de dezembro - 20h/ disponível por 24h A Mãe de Todas as Lutas de Susanna Lira DOCUMENTÁRIO | 2021 | 84min Sinopse - Uma narrativa que recorre à memória para vislumbrar um futuro de mudanças sob a ótica feminina. O filme acompanha a trajetória de Shirley Krenak e Maria Zelzuita, mulheres que estão na frente da luta pela terra no Brasil. 15 de dezembro - 20h/ disponível por 24h Intolerância.Doc de Susanna Lira DOCUMENTÁRIO | 2016 | 85min Sinopse - Apesar de ser reconhecido pela mistura de raças, o Brasil abre cada vez mais espaço para crimes de ódio e discursos de intolerância. 16 de dezembro - 20h/ disponível por 24h Torre das Donzelas de Susanna Lira DOCUMENTÁRIO | 2018 | 97 min Sinopse - Há desejos que nem a prisão e nem a tortura inibem: liberdade e justiça. Há razões que nos mantêm íntegros mesmo em situações extremas de dor e humilhação: a amizade e a solidariedade. O filme traz relatos inéditos da ex-presidente Dilma Rousseff e de suas ex-companheiras de cela do Presídio Tiradentes em São Paulo. Disponível durante todo o festival Amnestia de Susanna Lira DOCUMENTÁRIO | 2018 | 15 min Sinopse -O curta “Amnestia” elabora uma remontagem sensível dos pedidos de desculpas emitidos pelas Caravanas da Anistia a todos e todas que tiveram suas vidas ou a de seus familiares afetadas pela Ditadura Civil-Militar no país (1964-1985). A obra utiliza apenas materiais de arquivo e é narrada por Paulo Abrão, ex Secretário Nacional de Justiça. LIVES – SALA 2 Com transmissão ao vivo no Instagram @inffinito_braff: 09 de dezembro às 19h - O Corpo Feminino como Território de Lutas. Mediação de Adriana L. Dutra 10 de dezembro às 19h - O Cinema como Horizonte de Afetos. "Porque Temos Esperança". Mediação Adriana L. Dutra 11 de dezembro às 19h - O Documentário Biográfico: Clara Estrela & Mussum, Um Filme do Cacildis". Mediação Adriana L. Dutra 12 de dezembro às 19h - O Cinema como Luta por Direitos. Filmes- "Prazer em Conhecer" & "Positivas". Mediação Adriana L. Dutra 13 de dezembro às 19h - Mulheres em Luta: "Mataram Nossos Filhos" & ""A Mãe de Todas as Lutas". Mediação Adriana L. Dutra 16 de dezembro às 19h O Documentário como Fonte de Memórias: " Torre da Donzelas". Mediação Adriana L. Dutra DEBATES – SALA 3 PLATAFORMA INFF.ONLINE Dia 8 de dezembro às 19h Mulheres Documentaristas. Vamos conversar sobre o olhar feminino na realização de documentários. Qual o diferencial da mulher documentarista? Com Sussana Lira, Adriana L. Dutra, Natara Ney e Daniela Broitman Dia 15 de dezembro às 19h O Documentário como Ferramenta Política e Social Sabemos que o gênero documental além de ser entretenimento é também um valioso veiculo de reflexão. Qual o verdadeiro poder de um documentário? Com Susanna Lira e Adriana L. Dutra MASTERCLASSES - SALA 4 PLATAFORMA INFF.ONLINE As masterclasses estão disponíveis para acesso gratuito durante todo o Festival Mulheres+. - O Fazer Documentário como Resistência no Cinema, com Susanna Lira. O cinema documental como instrumento de resistência pela memória e pelos Direitos Humanos". Uma análise sobre como a questão social e política é a tônica predominante na obra da documentarista. - Como Produzir um Filme?, com Cláudia Dutra. Aprenda quais as etapas e estratégias para a realização de uma obra audiovisual com Claudia Dutra, produtora com 30 anos de experiência na produção de conteúdo. INFORMAÇOES GERAIS Os filmes são gratuitos? Sim, os filmes da Mostra Susanna Lira são gratuitos. Para acessá-los você deve se cadastrar na plataforma e criar um conta. Após completar o cadastramento você terá acesso filmes. As Masterclasses são gratuitas? Sim. As Mastarclasses da Mostra Susanna Lira são gratuitas. As masterclasses serão realizadas em que idioma? As masterclasses são em português e estão disponíveis gratuitamente durante todo o Festival. Como funciona a sessão programada dos filmes? Os filmes começam no horário programado e ficam disponíveis por 24 horas, você pode assistir em qualquer momento dentro desse período. O filme começa quando você chegar. Posso assistir aos filmes na tela da minha TV? Sim. Você pode transmitir os filmes do seu computador, celular ou tablet para a tela da TV usando dispositivos Apple TV ou Chromecast. Você também pode usar um cabo HDMI simples para conectar a tela da TV ao computador. Todos os filmes e conteúdos estão disponíveis no Brasil e EUA? Não. A Mostra Susanna Lira só ficará disponível no Brasil.
- Artes Performáticas são protagonistas em "TRAVESSIA", de 13 a 19 de dezembro
Atravessada por vertentes distintas do fazer artístico, as Artes Performáticas sugerem uma mudança de paradigma. A partir do hibridismo e da experimentação, expõem peças que não mais descrevem ou representam algo, mas se resumem a experiências que produzem no espectador, por vezes, também participante. Conduzir o público de Brasília através de uma jornada no universo dessas artes provocantes é o que propõe o Travessia. Festival com idealização e curadoria de Alaor Rosa que vai ocupar, entre os dias 13 e 19 de dezembro de 2021, o palco do SESC Garagem e o Conic, além de espaço público. Em formato híbrido, com sessões presenciais e outras virtuais, o Festival convidou, para esta edição inaugural, três montagens internacionais, duas locais e três de outras regiões do Brasil. Polissêmico, Travessia apresenta, ainda, dois shows musicais e uma oficina. Segundo Alaor Rosa, criador do Festival, “buscamos tangenciar o novo e desta forma levar experiências inesquecíveis ao encontro do público”, sugere o curador, cuja trajetória, de 40 anos dedicados às artes, acumula experiências vividas em festivais e mostras de teatro e dança pelos quatro cantos do mundo. Com critério e olhar apurado, Alaor convidou para a primeira edição de Travessia a atrações que seguem: Entre os internacionais, poderão ser conferidos o espetáculo da Bolívia, “Hamlet Tercero”, inédito no Brasil e com direção de Diego Aramburo, tem sessões presenciais e on-line; o francês “Blanc”, dirigido por Vania Vaneau; e “Eu quero acreditar que estou voltando”, do grupo cultural peruano Yuyachkani, ambos com sessões on-line. Entre os nacionais, “Cartografia do Abismo - Diálogos com Antonin Artaud”, da Bahia; “Heróis”, de São Paulo, com sessões presenciais e on-line; e de transmissão on-line, diretamente de São Paulo, e com interação com público expectador, “Caso Cabaré Privê”, dirigido por Pedro Granato. Desenvolvendo ações de Ocupação Urbana, duas atrações do DF, “Malacatifa”, idealizado por e com atuações de Ana Flávia Garcia, Elisa Carneiro e Gabriel Guirá; e “Carnaval Silencioso”, da Andaime Cia de Teatro. Travessia nasceu “para criar pontes, alicerçar conexões”, ressalta o curador. Interrelações pessoais, no seu ponto de vista, vêm do conhecido, daquilo que afeta, do contato, entretanto, através da arte, da diversidade, do simbólico, “nos entregamos ao desconhecido”, provoca. Todas as estreias serão seguidas de bate-papo, de cerca de meia hora, entre a plateia e o elenco e direção da obra apresentada. Não obstante, a linha curatorial do festival convida a sentir expressões que transitam em um campo comum, entre experiências diversas do texto e da matéria, da palavra e da física humana e da poesia dos corpos em ação. As pontes, por este prisma, ganham corpo na integração consonante das linguagens do teatro, da música, do cinema, da fotografia, da arte & tecnologia e da performance. No campo da música, o festival traz a cantora brasiliense Ligiana Costa, que se apresenta na abertura do Festival acompanhada de Coralistas; e no encerramento de Travessia, a atracação local Thabata Lorena abre show da baiana Josyara. Antecipando a estreia do Festival, a cantora e letrista Ligiana Costa promove uma oficina de canto. Na qual, a cantoras de Brasília, será apresentado o repertório completo de seu show EVA, que abre o Festival no dia 13. As participantes [da oficina] comporão o coro de sua apresentação. Travessia é uma realização da Arte Viva e Ibranova, com produção executiva de Formiga Produções, e apoios do SESC Garagem, Espaço das Árvores Restaurante Tropical, Jamburita Cozinha e Secretaria de Cultura e Economia Criativa. Serviço: Festival Travessia Curadoria: Alaor Rosa Duração: de 13 a 19 de dezembro de 2021 Locais: SESC Garagem (513 Sul), YouTube e Birosca (Conic) Ingressos para os espetáculos no Teatro SESC Garagem: promocional 1º Lote a R$ 30,00 (inteira), e R$ 15,00 (meia entrada para professores, estudantes, idosos e pessoas com deficiência), à venda em www.sympla.com.br/1-travessia---festival-internacional-de-artes-performaticas---ingressos-dos-espetaculos-teatrais__1437472 Ingressos para a festa show de encerramento, dia 19/12, na Birosca: à venda em https://pro.shotgun.live/pt/events/296414 Espetáculos exibidos via YouTube têm acesso gratuito Horários e classificação indicativa: confira a programação Informações: www.travessiafestival.com e www.instagram.com/travessiafestival Programação: Oficina com Ligiana Costa Presencial, o local será informado apenas aos/às participantes, de 9 a 12/12. Show de abertura com Ligiana Costa Presencial, no Teatro SESC Garagem, dia 13/12, às 20h. Exibição on-line a partir das 20h do dia 14 e ao longo das 48 horas seguintes, na plataforma do Festival. Classificação indicativa: Não recomendado para menores de 18 anos. Cartografia do Abismo Presencial, no Teatro SESC Garagem, dias 14 e 15/12, às 20h. Exibição on-line a partir das 20h do dia 15 e ao longo das 48 horas seguintes, na plataforma do Festival. Classificação indicativa: Não recomendado para menores de 12 anos. Blanc Exibição on-line, via YouTube, dia 14/12, às 21h, e disponível ao longo das 48hs seguintes, na plataforma do Festival. Classificação indicativa: Livre para todos os públicos. Caso Cabaré Privê Transmissão on-line ao vivo, acessando www.travessiafestival.com, nos dias 15 e 16/12, às 21h. Classificação indicativa: Não recomendado para menores de 16 anos. Malacatifa Presencial, dia 16/12, na Birosca (Conic), das 16h às 19h. Classificação indicativa: Livre para todos os públicos. Carnaval Silencioso Presencial, dia 17/12, Devido à Pandemia de Covid-19, o local de partida não será divulgado. Classificação indicativa: Livre para todos os públicos. Heróis Presencial, no Teatro SESC Garagem, dias 16 e 17/12, às 20h. Exibição on-line a partir das 20h, do dia 17, e ao longo das 48 horas seguintes, na plataforma do Festival. Classificação indicativa: Não recomendado para menores de 12 anos. Hamlet Tercero Presencial, no Teatro SESC Garagem, dias 18, às 20h, e 19/12, às 19h. Exibição on-line a partir das 20h do dia 19 e ao longo das 48 horas seguintes, na plataforma do Festival. Classificação indicativa: Não recomendado para menores de 18 anos. Eu Quero Acreditar que Estou Voltando Exibição on-line, via YouTube, dia 18/12, às 21h, e disponível ao longo das 48hs seguintes, na plataforma do Festival. Classificação indicativa: Não recomendado para menores de 12 anos. Festa show de encerramento com Thabata Lorena, Josyara e DJ Presencial, na Birosca, dia 19/12, às 21h. Classificação indicativa: Não recomendado para menores de 18 anos. Sinopses dos espetáculos Cartografia do Abismo, direção de Luis Alonso A partir de textos do autor Antonin Artaud e de depoimentos pessoais do ator Caio Rodrigo, a ação cênica propõe uma investigação das fronteiras entre Loucura/lucidez, ficção/realidade, linguagem/vida e provoca questionamentos acerca da matéria do discurso em seus papéis artísticos, sociais, éticos. O espetáculo intervém em espaços desconstruídos, em construção ou abandonados, prezando pelo diálogo entre o asséptico do que é vivenciado e o sujo e o opressor do que está em volta. Diálogo que gera um discurso com a sociedade na busca de uma limpeza das estruturas no meio da desordem que atinge o ser humano. Inspirado no universo de Artaud, Caio faz uma viagem pelo pensamento fragmentado da obra, expondo as vísceras do seu universo. Traça um paralelo entre a personalidade como ente ético e social do ator contemporâneo e o pensamento filósofo-teatral de personagem francesa, interpretada por Caio. Malacatifa, da Tríade Brinquedo Projeto multiartístico de ocupação dos espaços públicos. Criado pelos artistas brasilienses Ana Flavia Garcia, Elisa Carneiro e Gabriel Guirá, o projeto é despertado pela força simbólica da serpente, que surge no caminho dos transeuntes quase imperceptível causando curiosidade, fascínio e espanto. No formato de exposição interativa, Malacatifa é estruturado pela interseção entre artes visuais, teatro, poesia, literatura e música. Gestada e nascida em tempos de isolamento social, o projeto nasceu do desejo de esgarçar as possibilidades de encontro, como desdobramento de uma investigação contínua da Tríade Brinquedo sobre a relação entre arte e cidadania, e de uma característica já identitária do grupo: poéticas e estéticas que bebem do território dos sonhos e da brincadeira. Carnaval Silencioso Idealizado pela Andaime Cia. de Teatro em parceria com o DJ Ops, Carnaval Silencioso é o bloco fora de época que atravessa a cidade com foliãs ouvindo a mesma música em fones de ouvido. Quem sintoniza a estação ouve músicas de carnaval em uma deliciosa festa itinerante. De longe o que se vê são pessoas a dançar, muita alegria e um silêncio que não cala. O Carnaval Silencioso é uma manifestação artística que atravessa questões políticas sobre cultura, diversidade e ocupações artísticas urbanas. É arte política contra os silenciamentos que as leis, as morais e as políticas aplicadas no Brasil têm sido praticadas, o que desperta debates nas esferas pública e pessoal da Capital e do país. A folia acontece há 11 anos consecutivos e já aportou na República Tcheca e Portugal. Heróis, escrito e encenado por Paulo Azevedo Ele é um astro do rock no auge da fama. Está esgotado pelas demandas e precisa apenas de um respiro. No caminho para mais um compromisso, se depara com uma formiga. Encontro inesperado que desencadeia em uma jornada interna de resgate a questões deixadas para trás. Nesse mergulho, busca razões íntimas para seguir. Heróis é livremente inspirado nas canções e biografias de David Bowie, Lou Reed e outros stars dos anos 60 e 70. O roteiro original cria um panorama do rock, daquelas décadas, com músicas de David Bowie, Elton John, Lou Reed, Pink Floyd, The Rolling Stones, The Doors e outros. A montagem parte dos mitos em torno do artista para abordar a relação com o tempo e os valores do mundo contemporâneo. O espetáculo é o episódio “Música” da “Trilogia Solo”, idealizada, escrita, dirigida e interpretada por Paulo Azevedo, com realização da Suacompanhia Criações Artísticas. Hamlet Tercero, com direção de Diego Aramburo Com a morte do pai, os filhos entram na disputa pela herança que lhes corresponderia. Surgem, a partir daí, questionamentos, Essa herança é de fato desejada?. O que essa herança implica, além de privilégios?. Manter-se no mesmo círculo e na mesma lógica, ainda é aceitável?. Acontece que na Bolívia o pai não é tudo. Apesar da masculinidade permear tudo, a mãe é e sempre será o elemento central e mais decisivo em seus cotidianos. Qual será a posição assumida por esta figura materna, em relação ao dilema?; Será, que por fim, o reflexo característico da humanidade (que não é apenas o homem cis e heterossexual europeu), finalmente os levará a agir? Blanc, de Vania Vaneau A obra reúne a linguagem física, a coreográfica e um forte componente plástico com a produção e uso de diversos trajes e máscaras. O movimento é combinado com a dimensão visual em um trabalho sobre o colorido em contraste com o preto e o branco, evocando um tipo de carnaval onde são convidadas figuras situadas entre o humano, o animal e a natureza, pertencentes a lugares e a temporalidades indeterminadas. O acompanhamento musical faz do trabalho uma obra entre a performance, o concerto e a peça de dança. Blanc nasce do desejo de acessar um local de vertigem, explorando as diferentes facetas do indivíduo, revelando a multidão, o múltiplo que vive o singular, assim como a luz branca, composta de todas as cores. Caso Cabaré Privê, com concepção e direção de Pedro Granato, A montagem estreou pela plataforma Zoom em agosto de 2020 tendo todas suas sessões lotadas. Vencedor do Prêmio APCA na categoria jovem e pelo Prêmio We Do! nas categorias Interatividade, Direção e Júri Popular. O espetáculo faz parte da pesquisa do Núcleo Pequeno Ato a respeito do teatro imersivo e a formação de novos públicos. Na trama, o filho do Presidente é encontrado morto em um cabaré privativo e o público é convidado a investigar as pistas antes do anúncio oficial para imprensa. Nenhuma performer do estabelecimento pode sair e começam as interrogações conduzidas por um delegado. O público é direcionado para cabines privê e pode interrogar as personagens. Os atores fazem a encenação em tempo real, executando as cenas e interagindo com a plateia, que assiste tudo direto de suas casas por meio de salas virtuais. Dessa forma se estabelece um jogo imersivo a partir dos registros do celular do filho do presidente, que funciona como um flashback, para ajudar na elucidação do que aconteceu naquela noite. Essa é a única cena gravada previamente onde o grupo respeitou todos os protocolos de segurança e distanciamento físico. Para a adaptação, os atores usaram suas próprias casas como cenário e pensaram as ambientações utilizando elementos cênicos e a iluminação que tinham disponíveis para construir o universo de cada interpretação. Eu Quero Acreditar que Estou Voltando, com direção de Vivian Martínez Tabares Com referências iniciais de Augusto Boal (criador do Teatro do oprimido), do teatro documento, de Bertolt Brecht, e do teatro de agitação e propaganda, nasceu essa experiência de criação artística, vocação popular e compromisso, que soube incorporar novas fontes e amadurecer um trabalho sempre articulado ao processo social e político do Peru. Sua permanência e fecundidade demonstram a vitalidade do grupo, sua constante capacidade para a autocrítica e sua habilidade organizadora, que combina projetos grupais e espaço para a expressão individual diferenciada de seus membros. O espetáculo celebra os 50 anos do Grupo Cultural Yuyachkani. Sobre as atrações musicais: Josyara apresenta Mansa Fúria, show de seu 2º disco, lançado em 2018. O disco traz um retrato da cantora, compositora e violonista baiana em seu percurso sertão/litoral/metrópole. Nascida em Juazeiro, interior da Bahia, Josyara traz em suas composições um olhar sensível sobre seu cotidiano e história, embaladas por seu violão percussivo e potente. Ligiana Costa nasceu em São Paulo, mudou-se para Brasília ainda muito jovem e, depois de rodar o mundo, fixou residência de volta em São Paulo. Estudou canto lírico na UnB e fez especialização em canto barroco na Holanda. De lá, seguiu para a Itália onde concluiu mestrado em filologia musical da renascença e idade média e depois para a França, onde fez doutorado sobre ópera barroca junto ao Centro De Estudos da Renascença de Tours. Nessa época começou a cantar música brasileira e, logo em seguida, descobriu o gosto pela composição. Em 2013 Ligiana lançou o disco Floresta, produzido e arranjado pelo maestro Letieres Leite e gravado em Salvador. Desde 2015 Ligiana vem se dedicando ao seu duo de música eletrônica barroca, NU (Naked Universe), em parceria com Edson Secco. Para o Festival Travessia, Ligiana apresenta o show de seu novo álbum EVA (Errante Voz Ativa). Cada canção deste projeto carrega o nome de uma mulher, cada canção é uma homenagem à multiplicidade de vozes femininas, mas também um discurso único. Thabata Lorena, imperatrizense radicada em Brasília. A cantora e compositora é nascida no rap e artista independente. Sua voz e swing poderosos ressaltam os elementos da cultura hip hop em fusão com a cultura popular brasileira. O show "Novidades Ancestrais" leva as pessoas a experiências sensoriais que vão do sagrado ao profano, do pensar ao sentir, do abstrato ao encarnado.
- Exposição na Funarte Brasília apresenta diálogo entre patrimônios históricos do RJ e de SP
O Ministério do Turismo, a Secretaria Especial da Cultura e a Fundação Nacional de Artes – Funarte trazem a Brasília a exposição Pares Díspares, que reúne 30 fotografias de autoria de Giovanna Nucci. As fotos são apresentadas em 15 pares, compostos por uma imagem do Rio de Janeiro e outra de São Paulo, propondo um diálogo entre os patrimônios históricos das duas cidades. O projeto foi contemplado com o Prêmio Funarte Artes Visuais 2020/2021 - O diálogo entre o patrimônio histórico da cidade do Rio de Janeiro e o brasileiro, presente nas artes visuais, na arquitetura e nos espaços urbanos. Pares Díspares, que tem curadoria do crítico de arte Enock Sacramento, coordenação de Ely Iutaka e montagem de Hiro Kai, foi classificado em primeiro lugar. A exposição poderá ser visitada até o dia 12 de dezembro, de quarta a domingo, das 11 às 19 horas. A mostra será exibida também na Galeria de Fotos da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) de 22 de fevereiro a 1º de maio de 2022. Pares Díspares Segundo o curador da exposição, “o processo criativo dessa série teve início há quinze anos, quando Giovanna Nucci colocou lado a lado fotografias de um detalhe da escultura do Cristo Redentor, do Rio de Janeiro – criação conjunta do engenheiro Heitor da Costa Silva e dos artistas plásticos Carlos Oswald e Paul Landowski –, com a de uma figura do Monumento das Bandeiras, do escultor Victor Brecheret, de São Paulo, e conclui: “A fotografa optou, desde o início, pelas imagens em preto e branco, o que conferiu à série uma potente carga expressiva”. Além de proporcionar esse diálogo entre duas esculturas ícones do Rio de Janeiro e de São Paulo, Giovanna Nucci relacionou, com suas fotografias, os aeroportos Santos Dumont e Congonhas; os Arcos da Lapa e os da Rua da Jandaia; o Gabinete Português de Leitura do Rio com a Biblioteca da Universidade Mackenzie, de São Paulo; o desenho curvilíneo das calçadas da orla de Copacabana com as curvas do Edifício Copam paulista; os estádios Maracanã e Pacaembu; as arquiteturas contemporâneas do Museu do Amanhã, carioca, e da Japan House, paulista; as torres do relógio da Central do Brasil e da Estação da Luz; as arquiteturas do MAM/RJ e do MAM/SP; os teatros municipais das duas cidades; e assim por diante. A mostra deixa vislumbrar que se trata de duas cidades diferentes, porém semelhantes em muitos aspectos, remetendo ao filme Tão longe, tão perto, de Wim Wenders. A artista Catarinense, Giovanna Nucci vive e trabalha em São Paulo, desde 1994. É bacharel em fotografia, com atuações nacional e internacional. Tem dois livros publicados: São Paulo cada um conta sua história (2011) e Rio Estado de Esporte (2012). “Com olhar atento de quem procura sempre algo além do convencional, inovou, ao levar para a fotografia artística a influência gráfica, originária de sua paixão pela arquitetura, especialmente pela da Bauhaus”, informa a produção. O trabalho da fotógrafa, em sua maioria paisagístico, prima pela forma e tem foco ora no urbano ora na natureza. O ser humano não tem sido tema escolhido por Giovanna, embora tenha desenvolvido uma série de imagens com corpos femininos. O curador Enock Sacramento é membro das associações Paulista, Brasileira e Internacional de críticos de arte. Participou de aproximadamente 180 júris de salões artísticos, foi curador de mais de 200 exposições no Brasil, em outros países da América Latina, nos Estados Unidos e na Europa. Prefaciou cerca de 200 catálogos de exposições. Publicou numerosos artigos na imprensa e 38 livros sobre arte e artistas brasileiros. Devido à sua atuação como crítico e curador de arte recebeu, em 2004 e 2016, o Prêmio Gonzaga Duque, da Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA), por trabalhos desenvolvidos em anos anteriores; e, em 2011, o Prêmio Mário de Andrade, por sua trajetória como curador e crítico de arte. É curador da Fundação José e Paulina Nemirovsky, em São Paulo, Capital. Serviço: Artista fotógrafa: Giovanna Nucci Exposição Pares Díspares Curadoria: Enock Sacramento Local: Galeria Fayga Ostrower | Complexo Cultural Funarte Brasília Eixo Monumental, Setor de Divulgação Cultural - Brasília (DF) – entre a Torre de TV e o Centro de Convenções Visitação: até 12 de dezembro de 2021, de quarta-feira a domingo das 11h às 19h. Link para baixar o catálogo da exposição: bit.ly/catalogovirtual-paresdispares Visitação Virtual: https://my.matterport.com/show/?m=18w6PTkMMCt Entrada Franca Classificação indicativa: Livre Mais informações Funarte Brasília: coordenacao.bsb@funarte.gov.br Site da Funarte: www.gov.br/funarte Itinerância Galeria de Fotos do Centro Cultural Fiesp. Av. Paulista, 1313, Cerqueira César, São Paulo, SP (em frente à Estação Trianon-Masp do Metrô). De 22 de fevereiro a 1º de maio de 2022.













