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- Game brasiliense aborda temas históricos
Uma época de injustiças, mas também de resiliência e força. O ano de 1826 serviu de base para que a Uruca Game Studio criasse o game Mandinga: A Tale of Banzo. O período do Brasil imperial foi marcado pelo regime escravocrata e, também, pela coragem daqueles que lutavam em nome da liberdade. Ambientado na Bahia, o jogo acompanha a saga de dois africanos em situação de escravidão que lutam para sobreviver, fugir das atrocidades impostas pelo sistema e encontrar o Quilombo do Urubu, lugar onde os fugitivos poderiam encontrar segurança e esperança de uma nova vida. Desenvolvido por Philippe Lepletier, o lançamento teve o roteiro inspirado na ideia original do mestre em História Suâmi Abdalla-Santos. Ele teve o cuidado de recriar o contexto histórico da narrativa. O jogo acompanha a trajetória de Akil, da etnia mandinga. Ele é um mulçumano intelectual com conhecimentos diversificados. O senhor da fazenda, Gaspar, colocava Akil para trabalhar com pequenas vendas na cidade de Salvador. Ele possuía um casebre perto das hortaliças. O outro protagonista se chama Obadelê, da etnia iorubá, um forte guerreiro da capoeira. Por não se comunicar tão bem, mas possuir extrema força, Gaspar o colocava para trabalhar na lavoura, sob sol forte, por mais de 12 horas diárias, sem descanso. O jogo alerta sobre um fato muitas vezes desconhecido pelos brasileiros. Os negros escravizados eram bem distintos entre si, tinham culturas, línguas e crenças diversas. Muitas vezes essas diferenças se refletiam na própria situação dos escravizados, pois alguns possuíam tratamento diferenciado e ocupavam postos de serviços menos penosos que outros. "A Uruca Game Studio veio produzindo jogos com temáticas brasileiras desde o lançamento do jogo Banzo: Mark of Slavery", revela Philippe Lepletier. "Começamos a gostar de contar essas histórias escondidas da cultura brasileira. Histórias que são ensinadas para a gente nas escolas, mas que não ganham reforços na mídia pop de hoje em dia e acabam se perdendo, se esquecendo", completa. A ideia da criação de Mandinga: A Tale of Banzo teve início no começo de 2018, mas o desenvolvimento completo do jogo se deu em dois anos. A equipe foi formada por seis profissionais que trabalharam à distância. O game foi feito com patrocínio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal por meio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC-DF) e já está disponível para compra por meio da plataforma Steam. "Mandinga é um game que traz informação e reforça a cultura brasileira, trazendo a memória para que as pessoas se recordem das nossas raízes. Queremos que o jogo toque as pessoas nesse sentido, de fazer elas conhecerem, se identificarem e defenderem a história cultural do Brasil", afirma Philippe Lepletier. Jogabilidade Tendo como cenários a fazenda de plantação de cana-de-açúcar e cidades da Bahia, o jogo promove batalhas em turnos, da mesma forma que os clássicos jRPGs da Era de Ouro dos consoles SNES e Mega Drive. A diferença é que o conjunto de dados é utilizado para atacar e lançar habilidades. Itens equipáveis, como armas, armaduras, acessórios e habilidades destravadas por nível fornecem um dado para o conjunto do personagem. O máximo de dados que cada personagem pode jogar, em uma batalha, é cinco. O jogador pode montar até cinco desses conjuntos para serem usados durante a batalha, podendo trocar conforme a estratégia do momento. Mandinga: A Tale of Banzo é um spin-off de outro título da empresa: Banzo – Marks of Slave. Banzo foi o primeiro game da Uruca Game Studio a participar de um edital de fomento à cultura. Trata-se de um jogo de gerenciamento de um quilombo, o quilombo do Urubu, que ficava onde é hoje o parque São Bartolomeu, na Bahia. O jogador precisa dar ordens aos quilombolas para treinarem, produzirem e fazerem incursões na cidade de Salvador. Uruca Game Studio Fundado em em 2013 por Philippe Alves Lepletier, o Uruca Game Studio é um estúdio independente localizado em Brasília. A empresa já fez títulos para várias plataformas e tem, como objetivo, criar jogos encantadores e inovadores, explorando novos tipos de jogabilidade que podem fornecer novas experiências interativas e revolucionárias. Ficha técnica: Philippe Alves Lepletier: Diretor de Projeto e Game Designer Lahiri Abdalla: Roteirista Arlam Júnior: Músico Diego Pablo Alves Rodrigues: Programador Thiago André Araújo dos Santos: Artista Serviço: Mandinga – A Tale of Banzo Compre na plataforma Steam: https://store.steampowered.com/search/?publisher=Uruca%20Game%20Studio Site oficial: http://www.urucagames.com.br
- Fraternidade leva ensino fundamental para crianças refugiadas no Malawi – África
A primeira turma de ensino primário - o ensino fundamental no Brasil, para crianças refugiadas do Campo de Dzaleka (Malawi) foi iniciada esta semana no retorno às aulas da Escola Nação Ubuntu, integrante do Projeto Nação Ubuntu da Organização humanitária Fraternidade sem Fronteiras (FSF). No total, 160 alunos (entre crianças da comunidade e estudantes que já fazem parte do projeto) integram as quatro turmas do novo nível de ensino, lecionado por oito professores. Todos os professores passaram por uma formação pedagógica com base no método Montessori com a professora-consultora malawiana, Tisungane Howa, a primeira professora a introduzir o método no país. “A metodologia montessoriana é uma mudança de paradigma onde o professor não é o centro da sala de aula. A proposta pedagógica é baseada no brincar, na alegria, nas relações de afeto e confiança entre crianças e professores, e no protagonismo da criança na construção da sua própria aprendizagem”, explica a coordenadora da Escola Nação Ubuntu, Lilian Villanova. Durante o novo ensino os alunos são guiados pelos professores-tutores, participam de lições em grupos pequenos e individuais, ganham um currículo individualizado, aprendem a língua inglesa, tem a sua disposição uma variedade de estratégias e materiais para diferentes perfis de aprendizagem e aprendem o valor do respeito a si mesmo, aos outros e ao meio ambiente. “Neste primeiro momento, as crianças estão se adaptando à metodologia de trabalho em grupos, aos novos materiais e à dinâmica de trabalhar com autonomia, num ambiente de paz e respeito”, explica Lilian. Ela explica que as primeiras semanas são dedicadas a uma fase necessária de adaptação que pode durar até seis semanas e que esse período é de extrema importância e não pode ser negligenciado. “Tudo é novo para cerca de metade das crianças da escola. Muitas nunca foram à escola antes, nunca saíram do ambiente recolhido da família e do vilarejo em que nasceram. É muita novidade, por isso a adaptação é fundamental”, conta. Com a pandemia, o planejamento das atividades presenciais foi adaptado aos protocolos sanitários, com instalação de mais pias para a lavagem das mãos e novos parquinhos. No total, cerca de 150 voluntários trabalham no projeto Nação Ubuntu e acompanham a evolução das crianças com as atividades escolares. Além do desenvolvimento cognitivo, fisico e socio-emocional, as crianças fazem duas refeições por dia, recebem uniformes e adquirem hábitos de higiene pessoal, tudo proporcionado pelo apadrinhamento (doação mensal) do projeto, via Fraternidade sem Fronteiras. “Estamos muito felizes com a implementação dessa nova turma, é uma nova fase para todos”, e complementa “Dá para sentir, nas palavras dos pais das crianças, que a comunidade não esperava um serviço gratuito e de qualidade voltado para a população refugiada, o que é muito triste, considerando a população exorbitante de refugiados no mundo, e por outro lado, é emocionante estar fazendo parte dessa transformação”, finaliza Lilian. Sobre a Fraternidade sem Fronteiras – A FSF é uma Organização humanitária e Não-Governamental, com sede em Campo Grande e atuação brasileira e internacional. A instituição possui 68 polos de trabalho, mantém centros de acolhimento, oferece alimentação, saúde, formação profissionalizante, educação, cultivo sustentável, construção de casas e ainda, abraça projetos de crianças com microcefalia e doença rara. Todos os trabalhos são mantidos por meio de doações e principalmente pelo apadrinhamento. Mais informações acesse o site http://www.fraternidadesemfronteiras.org.br.
- A Comédia mais bombada de 2021 chega às últimas semanas
"A Intimidade é uma M*rda" já levou mais de 4.000 pessoas ao teatro, respeitando distanciamento e todos os protocolos, se tornou o maior sucesso dos palcos de Brasília em 2021. E ainda dá tempo de curtir a novidade porque o G7 acaba de abrir mais uma sessão extra neste sábado às 21h30, no Teatro La Salle – 906 Sul. Seja no primeiro encontro, na rotina de dividir uma kit, no seminário de coach para melhorar a relação ou até em um pedido de casamento inusitado em Nova York, a nova comédia do G7 “A Intimidade é uma M*rda” busca divertir e também passar adiante a mensagem de que a intimidade pode ser uma merda, mas sem ela ninguém é feliz. Venha se divertir e prestigiar a mais nova comédia do grupo de teatro que provou que existe vida além da pandemia. Sobre a peça Quem não sabe o que é ser íntimo de alguém pode dizer que passou por esta vida e não viveu. Ou melhor, não sobreviveu. A convivência íntima é o que nos fez chegar até aqui enquanto espécie itinerante que somos. E além de ser útil, a intimidade pode ser muito engraçada. Durante a pandemia mundial, em que muitas pessoas foram obrigadas a trabalhar em casa, e, portanto, passar muito mais tempo juntas, aumentaram os casos de que a intimidade pode, realmente, ser uma merda. Quem nunca dividiu um banheiro nunca saberá a aventura e a emoção de compartilhar manias, cheiros e pelos em locais inimagináveis. Ser íntimo é ter coragem de se deixar ler como um livro aberto, com todos os erros ortográficos e de concordância "possível". Afinal, quem tem medo de intimidade não pode viver um grande amor. SERVIÇO: G7 apresenta novo espetáculo ``A Intimidade é uma Merda``- Últimas semanas! Local: Teatro La Salle – 906 Sul 23/10 – Sábado – 19h e Sessão extra às 21h30 24/10 – Domingo – 19h 30/10 – Sábado – 19h 31/10 – Domingo – 19h Ingressos a partir de R$ 35,00 (meia-entrada). Meia-entrada: Todos os casos previstos em lei. Ingresso Social: para doadores de 1kg de alimento ou 1 livro Informações: (61) 99351-1369 (com whatsapp) Não é permitida a entrada de crianças menores de 6 anos, mesmo acompanhada dos pais. Classificação indicativa: 14 anos Duração: 80 minutos. Ingressos à venda: Site: g7comedia.com Bilheteria do Teatro – nos dias de espetáculo a partir das 16h. Sagrado Açaí - 203 Sul (sem taxas)
- Coletivo SUPERJAZZ recebe mulheres instrumentistas e Dj na INFINU no dia 20/10
Depois da estreia em grande estilo no último dia 13, chegou a vez das mulheres ocuparem o palco na festa Superjazz, em mais uma Jam Session inédita. Dia 20 de outubro, a partir das 19h, na comunidade criativa Infinu (506 Sul), com entrada gratuita, o Coletivo entra no clima da campanha do Outubro Rosa, movimento internacional de conscientização para o controle do câncer de mama, com uma programação mais do que especial! Para esta edição, o coletivo recebe um naipe de metais formado por três grandes mulheres que estão rompendo barreiras no mundo da musica instrumental brasiliense. Além do talento, da resiliência e da paixão pela música, Isadora Pina (sax), Thainá Nóbrega (trompete) e Liliane dos Santos (trombone), tem em comum a boa formação acadêmica (as 3 desenvolvem estudos e projetos na UNB), atuam no cenário musical brasiliense independente com diferentes bandas e projetos solos e, para completar, tocam e/ou produzem os blocos “Divinas Tetas” e o “Essa Boquinha Eu Já Beijei”, destaques do carnaval de rua da cidade. E tem também a Dj e produtora musical Odara Kadiegi, que completa o cast de convidadas ilustres! Seus sets transitam entre as sonoridades tropicais e as bases são a música brasileira, africana e latina. Musicalidade sem fronteiras mesclando sons clássicos e obscuros com a modernidade em seus diversos ritmos. Tudo a ver com a essência musical do projeto. O Coletivo Superjazz e a Brasília Ska Jazz Club, que também faz parte da produção e curadoria do evento, se sentem orgulhosos de receber essas mulheres guerreiras e felizes por ver mais mulheres atuarem com protagonismo, num cenário musical muitas vezes ainda machista e preconceituoso. Neste dia teremos ainda mais uma edição da Rádio Superjazz, que será comandada pelos radialistas e djs residentes Mario SartÔ e Dudão Melo, que farão um set especial com cantoras, bandas e mulheres instrumentistas. Sobre o Coletivo Superjazz Idealizado por Dudão Melo, que também é produtor musical e apresentador do programa de rádio Jazzmasters na Alpha FM, o projeto acontece há quase 20 anos em São Paulo e foi pioneiro do gênero NuJazz no país, tendo como característica e diferencial na época, a mistura do jazz com a música eletrônica e a participação de músicos tocando ao vivo com os Djs, resgatando o clima das verdadeiras Jam Sessions do início do século XX. A música produzida pelo Superjazz tem sua base na improvisação e na mistura de estilos, buscando os limites entre acústico e eletrônico. Sua origem remete ao final dos anos 90, quando Dudão Melo e Bruno E dirigiram o selo Sambaloco Records, da gravadora Trama, e produziram álbuns de artistas como Dj Marky e Dj Patife. Já abriram shows para Lauryn Hill, Jazzanova, Medesky,Martin&Wood, Soullive e The Bad Plus. SERVIÇO: QUARTAS do COLETIVO SUPERJAZZ na INFINU 20 de outubro (quarta-feira) | 19h Infinu | 506 Sul | bl A lj 67 | #praçadasavós ENTRADA GRATUITA LINE UP: 19h: Rádio Superjazz: Djs Dudão Melo e SartÔ 21h: Jam Session Superjazz convida Isadora Pina (sax), Thainá Nóbrega (trompete) e Liliane dos Santos 22h: Dj Odara Kadiegi 23h: Jam aberta Superjazz
- Festival Mulher em Cena apresenta espetáculos, oficinas e rodas de conversa do DF e outras 6 regiões
Pautado no reconhecimento da atuação feminina nas artes, o Mulher em Cena chega à sua IV Edição com programação - diversificada e gratuita - que se estende ao longo dos meses de setembro e outubro. O Festival é uma realização do Instituto Arcana em parceria com o Sindicato dos Bancários de Brasília. De versão online, devido aos riscos de contágio por variantes do Novo Coronavírus e em respeito às restrições impostas pela pandemia, as apresentações das montagens brasilienses, no total de seis, terão o Teatro dos Bancários, em Brasília, como palco das gravações. Atividades como oficinas e rodas de conversa acontecerão em plataforma virtual de reuniões. Enquanto as produções [cênicas] de fora de Brasília serão gravadas em seus estados de origem, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Bahia, Acre e Pará. Ao todo, a curadoria do Festival apresenta, de 22 a 31 de outubro, 16 produções teatrais, sendo cinco espetáculos cênicos de curta duração, e promove seis turmas de quatro oficinas com temáticas distintas, entre 14 de setembro e 24 de outubro. Mediadas por Najara Leite, indígena, feminista, socióloga em formação, coordenadora da Organização de Cultura e Comunicação Alternativa, a programação realiza oito rodas de conversa, de 18 a 28 de outubro. Seis delas contam com a participação de protagonistas dos espetáculos apresentados no Festival, uma com militantes de movimentos sociais e outra com professora de práticas contemplativas. O conceito do Festival, idealizado pelo Instituto Arcana, tem entre seus objetivos denunciar e combater a violência contra a mulher. Realidade da sociedade brasileira que ocupa patamares alarmantes, desafia as instituições públicas e estampa - diariamente - as manchetes do noticiário. Pauta a qual “a sociedade civil tem responsabilidade”, apontam as idealizadoras, que justificam, “pois essa violência se dá a partir de uma cultura machista e misógina - naturalizada nas relações familiares, de trabalho e no convívio social em geral - que incentiva o abuso, o desrespeito e, consequentemente, estimula a violência”, avaliam. De acordo com dados da Secretaria de Segurança Pública sobre a violência contra a mulher do DF foram registrados, entre janeiro e outubro de 2019: 27 feminicídios, 474 estupros e 12.115 violações à Lei Maria da Penha. O que representa uma média de 41 registros diários. No período, mais de 30 mulheres foram assassinadas por condição de gênero, o maior número desde a promulgação da lei que tipifica o delito, em 2015. Em razão disso, “a partir do território das artes e da criatividade, realizamos este Festival voltado ao reconhecimento, o empoderamento, o reforço da autoestima, além da promoção da cidadania, disseminação de informação e, consequentemente, à formação de uma nova consciência que revertam estes dados alarmantes”, ressaltam as dirigentes do Sindicato dos Bancários. Desde a primeira edição, em 2009, o Mulher em Cena apresenta um mosaico criativo de questões contemporâneas à sua época, vistas pelas lentes do feminino. A primeira edição, no SESC Taguatinga, contou com espetáculos de teatro, dança, música e mostra de cinema. No ano seguinte [2010], no Teatro Nacional Cláudio Santoro, ampliou-se com exposição, lançamentos literários, rodas de conversa, além de brechós e palco para pequenas apresentações. Em 2012, participou da “Ocupação Funarte Brasília”, com uma semana de programação, que preencheu quatro espaços do complexo cultural. Em edição no Tocantins, no ano de 2010, o festival foi igualmente bem-sucedido, quando fez circular pela capital, Palmas, o encontro de artistas do DF e de Tocantins com um público estimado em 10.000 pessoas. Em seu rol diversificado de produções teatrais, a IV Edição do Mulher em Cena apresenta espetáculos para todos os públicos e em diferentes linguagens, que vão do teatro de bonecos ao de lambe-lambe, passando pelo de sombra e o musicado. Entre as montagens, estão solos e peças com elenco reduzido que conduzem a plateia através de temas como gênero, racismo, religiosidade e direitos humanos. As obras dramatúrgicas, trazidas nesta edição, buscaram inspiração em fatos e regionalismos, na literatura, no folclore nacional, dentre outras fontes. As quatro oficinas abrem espaços para vivências que estimulam a criatividade, o autoconhecimento e a consciência corporal, atravessadas pelo contato com o feminino. Valem-se de dinâmicas de grupo, jogos de socialização e teatrais, improvisações, técnicas de artes plásticas, dança e literatura. Uma, dirigida a homens, em especial, vai discutir a necessidade de desconstrução do machismo no dia a dia, o respeito às diferenças de gênero, a defesa da equidade e outros temas que sirvam à retomada de consciência. Na abertura desta edição do Festival, dia 18 de outubro, o Mulher em Cena promove uma Roda de Conversa com o tema “O Protagonismo Feminino nos Movimentos Sociais”, quando também será debatida a pertinência da programação no contexto de afirmação da mulher e superação das discriminações e violências. Outras irão tratar de temas relevantes da contemporaneidade. As Rodas de Conversa e os Espetáculos serão transmitidos pelo canal do Instituto Arcana no YouTube. A programação pode ser acompanhada nas redes do Instituto em @institutoarcana no Facebook e no Instagram. O IV Festival Mulher em Cena terá como apresentadora a multiartista, escritora, poeta, atriz e professora de teatro Cristiane Sobral. Com 10 livros lançados, Cristiane já participou de diversas antologias e seus textos foram traduzidos e publicados em vários países. No ano de 2019, palestrou sobre literatura negra em nove universidades estadunidenses, inclusive a de Harvard. Nesse mesmo ano, foi jurada do Prêmio Jabuti, na categoria contos. O Festival Mulher em Cena é realizado por meio do termo de fomento com a Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo com Instituto Arcana em parceria com Sindicato dos Bancários de Brasília e com produção da Bloco B e do Instituto Transforma. Programação dos espetáculos: CONTOS DO INTERIOR Interativo, o espetáculo é uma roda de dois contos narrados pela Véia, “a mais véia das véias!”. O conto “O menino criador” nos apresenta, de um jeito lúdico e debochado, a criatividade como possibilidade de transformação, enquanto a “A Moça Redonda” fala da mulher e do seu corpo como um caldeirão de vida e morte, num ciclo eterno de criação e destruição. “Contos do interior” é um espetáculo brincante criado especialmente para a criança que vive dentro do adulto. Ficha técnica: Texto, concepção, cenário, figurinos e interpretação: Anasha Gelli. Classificação indicativa: Livre para todos os públicos. Dia e horário: 22 de outubro, às 20h MULHERES QUE NASCEM COM OS FILHOS Idealizada e protagonizada por Samara Felippo e Carolinie Figueiredo, e dirigido por Rita Elmôr, “Mulheres que Nascem com os Filhos” surgiu do desejo das atrizes de investigarem seus processos de transformação após os filhos. Cômica e dramática como a própria vida de mãe, a peça acompanha a trajetória do renascimento da mulher após a maternidade. Abordando a gravidez, puerpério, criação, aceitação do corpo pós-filhos e o encontro de sua nova identidade como mulher, o trabalho busca desconstruir e convidar as mulheres a pensarem na maternidade fora dos rótulos. O texto conta também com depoimentos em vídeo de outras mulheres. Essa imersão resultou na redação final do texto, e sobretudo, num processo de cura para essas três mulheres que, através deste trabalho, puderam revisitar suas relações com a maternidade e a ancestralidade. Mães jovens, maduras, solteiras, casadas, dependentes e independentes. Mães que enxergam ou que se omitem. A peça aborda de um jeito sensível, bem-humorado e sarcástico o cotidiano e os dilemas do universo da maternidade. Ficha técnica: Texto e atuação: Samara Felippo e Carolinie Figueiredo; Direção, redação final, cenografia e trilha sonora: Rita Elmôr; Figurino: Mel Akerman e Mônica Xavier; Iluminação: Paulo Cesar Medeiros; Direção de produção: Caio Bucker; e Realização: Bucker Produções Artísticas e Sem Cartilha Produções Artísticas. Classificação: Não recomendado para menores de 12 anos Dia e horário: 22 de outubro, às 20h30 MADAME FRÔDA IN(QUASE) CONCERT Madame Frôda a Palhaça, vive uma musicista nacionalmente e internacionalmente desconhecida que fará sua primeira apresentação em público, com um repertório de músicas que ela considera músicas clássicas. Permeando vários estilos musicais com suas flautas, diverte e interage o público com sua irreverência, sua falta de jeito, sua inabilidade musical com os instrumentos e seu desejo de tocar pela primeira vez uma música clássica ao vivo, tudo junto e ao mesmo tempo. Até o final de sua apresentação muitos problemas aparecerão, o que poderá vir a ser sua última aparição em público. Ficha técnica: Idealização, concepção, dramaturgia e atuação: Ana Luiza Bellacosta; e Direção: Denis Camargo Classificação indicativa: Livre para todos os públicos Dia e horário: 23 de outubro, às 20h DIVINAS CABEÇAS Um espetáculo solo disparado por uma questão-desejo feita por uma criança negra, que anseia por uma boneca que se pareça consigo. As respostas cênicas à pergunta-desejo da criança levam à composição de cenas sobre ancestralidade, família, discriminação racial, pele, espiritualidade, diferença. Ficha técnica: Performance e dramaturgia: Andréa Flores; Performance musical: Leoci Medeiros; Encenação e direção cênica: Wlad Lima Classificação indicativa: Não recomendado para menores de 12 anos Dia e horário: 23 de outubro, às 20h30 ENLUARADA: UMA EPOPEIA SERTANEJA O espetáculo é uma experiência artística, gastronômica e sensorial, onde a atriz Caísa Tibúrcio conta uma história de amor e morte ambientada no interior campestre de Minas Gerais, enquanto cozinha e serve uma galinhada. Ainda com muita música tocada e cantada no acordeom, o espetáculo narra uma mistura de histórias inventadas e histórias lembradas a partir de materiais recolhidos em entrevistas com mulheres de sua família e vivências no interior de Minas Gerais. Ficha técnica: Concepção, dramaturgia e atuação: Caísa Tibúrcio; e Direção cênica: Denis Camargo Classificação indicativa: Não recomendado para menores de 14 anos Dia e horário: 24 de outubro, às 19h KANARÔ Kanarô é um ritual de sensibilidades que voa sobre a terra num um percurso cênico sinuoso que atravessa o imagético, o sonoro, o literário e o dramatúrgico sensoriais sensíveis dos saberes sentidos e dos diálogos cosmológicos indígenas, não indígenas e entremeios sinestésicos da vida. É o trânsito alado das metamorfoses do ser feminino amazônico e suas buscas políticas por um mundo bom em qualquer lugar, em todo tempo, por qualquer ser. Ficha técnica: Atuação: Dani Mirini; Direção e concepção Musical: João Veras; e Sombras e técnicas de palco: Janaina Lima e Bianca Moreira. Classificação indicativa: Não recomendado para menores de 16 anos Dia e horário: 24 de outubro, às 20h DEPOIS DO SILÊNCIO No palco, silêncios, gestos e ausências falam mais que palavras no espetáculo “Depois do Silêncio”, narrativa inclusiva emocionante que reúne teatro, dança e libras, com direção de Eliana Carneiro e Rogero Torquato. O espetáculo é baseado em fatos da vida da menina Helen Keller (1880-1968), que perde a sua visão e audição com poucos anos de idade e vive em um mundo totalmente apartado até a chegada da professora Anne Sullivan. Ficha técnica: Direção: Eliana Carneiro e Rogero Torquato; Intérpretes criadoras: Camila Guerra, Naira Carneiro e Renata Rezende; e Coordenação de produção: Alaôr Rosa Classificação indicativa: Livre para todos os públicos Dia e horário: 29 de outubro, às 20h A PAIXÃO SEGUNDO ADÉLIA PRADO Com mais de 30 anos de carreira, a atriz Elisa Lucinda se joga num profundo mergulho poético em “A Paixão Segundo Adélia Prado” e traduz a poeta mineira dentro de um roteiro criado para revelar sua noção do pecado e desnudá-la por obra de sua própria palavra. Estará em cena a mulher beata, católica, mas capitaneada pela canícula de seu desejo, de onde brota sua mulher eroticamente inspirada. Considerada a maior poeta viva da literatura moderna brasileira, Adélia Prado, com elegância e sofisticada linguagem, traça um tear misterioso sobre o simples cotidiano e nos devolve o conteúdo dos dias enriquecidos pelo seu olhar. E assim nos traduz. O espetáculo nasceu com o sonho da atriz Elisa Lucinda e da diretora Geovana Pires em encenarem um roteiro com textos da maior poeta brasileira - e viva: Adélia Prado. Com o total consentimento e torcida de Adélia, o projeto deu início no Rio de Janeiro e marcou a reabertura do tradicional espaço cênico Casa de Cultura Laura Alvim, obtendo um grande sucesso de público e de crítica. Sob a direção de Geovana Pires, é revelada uma Adélia que muitas vezes não se mostra logo à primeira olhada, mas está essencialmente presente na sua poesia de carne e de sangue. Por conta do sacro véu que parece cobrir a marca de sua obra, não se vê seu particular e escancarado erotismo, seu desejo e muito menos sua disponibilidade amorosa, seu romance, seu olhar por debaixo da própria saia e das da sua geração, regida pela imagem da Virgem e o extremo desejo reprimido. O espetáculo apresenta a música religiosa e regional de Minas Gerais, tanto pelas citações nos poemas quanto pela musicalidade de sua poética. A direção musical e os arranjos são de Carlos Malta, o músico dos sopros conhecido como “o escultor do vento”. Em cena o músico multi-instrumentista André Ramos, com saxofone, flauta transversa, piano e pífano. Ficha técnica: Texto: Adélia Prado; Adaptação: Elisa Lucinda e Geovana Pires; Direção: Geovana Pires; Elenco: Elisa Lucinda; Músico: André Ramos; Direção Musical: Carlos Malta; e Realização: Bucker Produções Artísticas e Casa Poema Produções. Classificação indicativa: Não recomendado para menores de 12 anos Dia e horário: 29 de outubro, às 21h A SAIA DE PANDORA – MENSAGENS, REVELAÇÕES & FALCATRUAS Divertido e provocativo espetáculo-solo que alia as experiências de brincadeiras populares, teatrais e musicais da artista Mariana Baeta à abordagem mítico-expressiva da diretora Anasha Gelli. Dessa miscelânea de influências, surge A Saia de Pandora, cujos bolsos guardam histórias, músicas, mandingas, mistérios & falcatruas. Ficha técnica: Texto e interpretação: Mariana Baeta; e Direção: Anasha Gelli Classificação indicativa: Não recomendado para menores de 12 anos Dia e horário: 30 de outubro, às 20h MEDEIA NEGRA Listado como um dos espetáculos nacionais mais importantes de 2018 pela revista Bravo, Medeia Negra recria a tragédia grega para os contornos reais da voz, do corpo e do pensamento de uma mulher negra. O espetáculo, dirigido por Tânia Farias, traz a interculturalidade e referências afro-diaspóricas, por meio dos itãs e arquétipos das divindades como Nanã, Iansã, Exu e Omolu. A narrativa expõe as opressões sofridas pela mulher negra em diferentes lugares de fala e tempos históricos, representados por Márcia Limma. Ficha técnica: Concepção e atuação: Márcia Limma; Direção: Tânia Farias; e Dramaturgia: Márcio Marciano, Daniel Arcades, Márcia Limma e Tânia Farias. Classificação indicativa: Não recomendado para menores de 12 anos Dia e horário: 30 de outubro, às 20h30 LOURENÇA Mulher de meia idade, poeta presa a pensamentos solitários, vagueia pela cidade emaranhada em frustrações por experiências não vividas. Ficha técnica: Roteiro e atuação: Maysa Carvalho; e Direção de fotografia e edição de vídeo: Isis Aisha Classificação indicativa: Livre para todos os públicos Dia e período: 31 de outubro, a partir das 19h CICLOS DA VIDA A história conta a relação de uma neta e uma avó e os momentos de incerteza frente à impossibilidade de seu encontro. A ausência instala o medo no coração da menina, mas a lembrança das experiências vividas juntas renasce com a memória do que significa a vida e a morte. Assim, a imaginação abre a possibilidade de novas formas de encontro entre as duas, que continuam esperando esse tão ansiado abraço. Ficha técnica: Texto, criação e direção: Soledad Garcia e Thiago Bresani; Atrizes/Sombristas: Soledad Garcia e Nina Bresani; Criação e construção de silhuetas e cenários: Soledad Garcia. Classificação indicativa: Livre para todos os públicos Dia e período: 31 de outubro, a partir das 19h AMOR - TÍTULO PROVISÓRIO E INALTERÁVEL Dentro de uma caixa de memórias, lapsos do espaço-tempo, onde histórias se confundem, se repetem e se renovam, guardando sempre a esperança de um novo recomeço. Uma caixa onde o Amor é o único elemento possível de transformação. Ficha técnica: Criação e manipulação: Mariana Baeta; Trilha sonora: Munha da 7 e Mariana Baeta; Confecção de caixa: Consola Toledo; e Produção e realização: As Caixeiras Cia. de Bonecas www.ascaixeiras.com Classificação indicativa: Livre para todos os públicos Dia e período: 31 de outubro, a partir das 19h AMOR DE CÃO! Uma senhora, carregada de tristeza e solidão, debilitada fisicamente, está totalmente entregue, ou seja, caminha para a morte. Eis que, na agonia mortal surge um cão. A partir desse encontro, sob os cuidados das patas caninas, a mulher cria forças para se afastar da morte e reabraçar a vida. Ficha técnica: Criação e manipulação: Jirlene Pascoal; Trilha sonora: Munha da 7, Geraldo Toledo e Jirlene Pascoal; Confecção de caixa: Consola Toledo; e Produção e realização: As Caixeiras Cia. de Bonecas Classificação indicativa: Livre para todos os públicos Dia e período: 31 de outubro, a partir das 19h REVOAR Uma mulher mergulhada em sons externos e internos não consegue respirar. Ao quebrar o ruído e cair no silêncio de si mesma a transformação pode aflorar. Ficha técnica: Criação e manipulação: Amara Hurtado; Trilha sonora: Munha da 7 e Amara Hurtado; Confecção de caixa: Consola Toledo; e Produção e realização: As Caixeiras Cia. de Bonecas Classificação indicativa: Livre para todos os públicos Dia e período: 31 de outubro, a partir das 19h SUPRESA Marmotta sobrevive em seu universo particular e solitário. Mas hoje é um dia especial. É hoje! Enfim, o dia que tanto esperara e planejara. É hoje que uma pessoa muito importante será surpreendida por uma grande festa em homenagem à sua existência. Marmotta então se dedica aos preparativos da festa para que tudo seja perfeito. O público é convidado de honra nesta grande festa. O tempo é pouco, o sonho é grande e o resto é ‘surpresa’. Ficha técnica: Direção: Lia Motta; Dramaturgia: Lia Motta; e Produção: Cia. Palhaça Sem Lona. Classificação indicativa: Não recomendado para menores de 10 anos Dia e horário: 31 de outubro, às 19h30 Programação das oficinas: Teatroterapia ministrada por Anasha Gelli e exclusiva para mulheres. A intenção é trabalhar a linguagem teatral numa perspectiva de autoconhecimento e crescimento pessoal. Neste processo, a participante toma para si a aventura de tornar-se a heroína de sua própria jornada de vida. Os exercícios se desenrolam a partir da consciência corporal da apropriação de seu potencial criativo. A oficina estimula a percepção criativa, a linguagem teatral, a desinibição, a autoestima e a socialização, envolvidas em um espaço de afeto e partilha entre mulheres. Anasha é atriz, diretora, arteterapeuta, teatroterapeuta e tem formação em Psicologia Junguiana. Turma 1: 5 encontros às terças e quartas-feiras, dias 14, 15, 21, 22 e 28/09, das 19h às 22h. Inscrições até 09/09 Turma 2: 5 encontros às quartas e quintas-feiras, dias 13, 14, 20, 21 e 27/10, das 19h às 22h. Inscrições até 07/10 Inscrições acessando o link: https://forms.gle/qJaWNDFjdK4S4RYz9 e selecionadas receberão confirmação via e-mail informando o link para o acesso às aulas. Mais informações: (61) 98402-3120 / oficinamulheremcena@gmail.com Expressiva ministrada por Ana Flávia Garcia e exclusiva para mulheres. A oficina tem por base o fortalecimento e empoderamento da pessoa, favorecendo o aprofundamento das relações de afeto, de sensibilidade, aguçando o aspecto feminino do ser através de um processo criativo. A metodologia utiliza atividades de integração (dinâmicas de grupo), jogos de socialização, jogos teatrais, improvisações, várias técnicas de artes plásticas, dança, literatura e exercícios de consciência corporal. Ana Flávia é artista cênica, jogadora/criadora/criatura em palhaçaria, atuação, direção, encenação, dramaturgia e produção. Turma: 5 encontros às terças e quintas-feiras, dias 05, 07, 12, 14 e 19/10, das 19h às 21h. Inscrições até 30/09, acessando o link: forms.gle/5ZMo5ZywdJDR2iK79 Mais informações: (61) 98402-3120 / oficinamulheremcena@gmail.com Roda de Mulheres ministrada por Jirlene Pascoal e exclusiva para mulheres. Espaço criativo para que mulheres se expressem por meio de atividades artísticas, a partir de temas pertinentes ao universo feminino. Um ambiente de cuidado coletivo na qual as participantes podem olhar para si e para as outras, construindo uma rede de apoio e confiança mútua. Através do corpo, da expressão visual e verbal, a Roda estimula as participantes a recuperarem sua autoestima, criatividade e alegria de viver. Jirlene Pascoal, intérprete-criadora, bonequeira e ministrante de oficinas, atua no campo das artes cênicas desde 1987. Turma 1: 5 encontros às segundas, quartas e quinta-feira, dias 20, 22, 27, 29 e 30/09, das 9h às 12h. Turma 2: 5 encontros às segundas, quartas e quinta-feira, dias 20, 22, 27, 29 e 30/09, das 13h às 16h. Inscrições até 14/09, acessando o link: forms.gle/7zZWGtdpo3uRZzA2A Mais informações: (61) 98402-3120 / oficinamulheremcena@gmail.com Jornada das Masculinidades: para além do Herói ministrada por Rafael Gonçalves e Fernando Pessoa. Os encontros terão como temas geradores: machismo, violência de gênero, patriarcado, paternidade, masculinidade hegemônica, diversidade de gênero, infância e álcool e drogas. A sequência de cinco encontros entre homens (pessoas que se identifiquem como homens, cis ou transgêneros, independentemente de suas afetividades), tem com o objetivo apoiar o movimento feminista na desconstrução do machismo estrutural que causa sofrimentos a todas e todos. Rafael Gonçalves e Fernando Pessoa formam o grupo Masculinites - que pensa: Educação, Comunicação e Cuidado entre homens de forma integrada e participativa, reunindo grupos para o desenvolvimento de inteligências emocionais e afetivas, que auxiliem homens e mulheres nos desafios dos novos tempos. Turma: 5 encontros aos domingos, dias: 26/09, 03, 10, 17 e 24/10, das 9h30 às 12h30. Inscrições até 20/09, acessando o link: forms.gle/eEjZd98tiCJ1nE9A8 Mais informações: (61) 98402-3120 / oficinamulheremcena@gmail.com Programação das Rodas de Conversa, mediadas por Najara Leite: Protagonismo Feminino nos Movimentos Sociais Com Maria José Furtado (Sec. de Mulheres – Sindicato dos Bancários), Elis Regina (Sec. de Mulheres – FETECCN), Samantha Nascimento (Sec. de Combate ao Racismo – CUT/DF), Adriana Fernandes (Sec. de Gênero – MST/DF) e Georgina Fagundes (Instituto Arcana) Dia e horário: 18 de outubro, às 19h Processos criativos e maternagem Com Samara Felippo e Carolinie Figueiredo, protagonistas de “Mulheres Que Nascem com os Filhos”, e Anasha Gelli, do ateliê Umbigo de Eros Dia e horário: 19 de outubro, às 19h Narrativas pessoais para a pluralidade da cena Com Andréa Flores, protagonista de “Divinas Cabeças”, e Ana Luiza Bellacosta, da performance “Madame Frôda In(quase)Concert” Dia e horário: 20 de outubro, às 19h Caminhos poéticos e ancestralidade Com Dani Mirini, protagonista de “Kanarô”, e Caísa Tibúrcio, da montagem “Enluarada: uma Epopeia Sertaneja” Dia e horário: 21 de outubro, às 19h Vida contemplativa e engajamento social Com Márcia Baja, professora de práticas contemplativas que envolvem o corpo e a natureza Dia e horário: 25 de outubro, às 19 h Desconstruindo preconceitos na sociedade contemporânea Com Elisa Lucinda, protagonista de “A Paixão Segundo Adélia Prado”, Camila Guerra, Naira Carneiro e Renata Rezende, atrizes de “Depois do Silêncio” Dia e horário: 26 de outubro, às 19h Provocações - Cultura em tempos de pandemia Com Márcia Limma, de “Medeia Negra”, e Mariana Baeta, da Cia. As Caixeiras Dia e horário: 27 de outubro, às 19h Caleidoscópicas - inspirações para a cena Com Lia Motta, atriz e diretora de “Surpresa”, Amara Hurtado, da Cia. As Caixeiras, Maysa Carvalho, performer de “Lourença”, e Soledad Garcia, da Cia. Lumiato Dia e horário: 28 de outubro, às 19h
- Pandemia impactou a alimentação dos brasileiros
A chegada do Dia Mundial da Alimentação, comemorado no dia 16 de outubro, acende um sinal vermelho para a insegurança alimentar vivida por muitos brasileiros. Em estudo divulgado em abril deste ano pela Universidade Livre de Berlim, em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e Universidade de Brasília (UnB), alimentos saudáveis, como carne, frutas e queijos, estão no topa da lista de redução de consumo por conta da pandemia: mais de 40% dos lares. Apesar das dificuldades para manter uma dieta balanceada, a população tem preferido os alimentos saudáveis na hora de fazer as compras. Pesquisa feita pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) com três mil pessoas maiores de 16 anos, em 12 regiões metropolitanas do Brasil, aponta que 80% dos brasileiros buscam por uma alimentação saudável. Os dados também mostram que 71% preferem os alimentos mais saudáveis. Contudo, o desafio da indústria é produzir itens que, ao mesmo tempo, agradem ao paladar dos consumidores. Entre as opções mais saborosas e as saudáveis, 61% disseram escolher as primeiras. "Comer de forma equilibrada diz respeito não só a quantidade, mas também é importante a qualidade do alimento ingerido. É fundamental uma boa nutrição pois esta se correlaciona com o bem-estar físico e mental do indivíduo", afirma a nutricionista e professora do Ceub Bruna Ramos. Alimentação x atividade física Dieta balanceada é um dos maiores favores que pode ser feito para o organismo. Ainda mais se alinhado a exercícios físicos. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), é preciso praticar, no mínimo, 150 minutos de atividades físicas aeróbicas de intensidade moderada por semana. Contudo, nem alimentação super restritiva, nem rotinas de treinos exaustivas garantem corpo e mente saudáveis. De acordo com a educadora física da academia Bodytech Brasília, Marina Gebhard, equilíbrio é a palavra-chave para alcançar os resultados. "Para ganhos em qualidade de vida, alimentação saudável e atividade física caminham de mãos dadas. Afinal, ambas não são apenas itens fundamentais para o bom funcionamento do organismo, como também têm influência entre si", completa a profissional. Alimentação na prevenção do câncer de mama O consumo de alimentos saudáveis também atua de forma preventiva de doenças como o câncer de mama, tumor que mais acomete mulheres no mundo. De acordo com a nutricionista do CEUB Bruna Ramos, algumas práticas podem ajudar a prevenir a doença, como praticar atividade física regularmente, priorizar o consumo de leguminosas, frutas e hortaliças e limitar ou diminuir o consumo de bebidas açucaradas bem como alcoólicas.
- Grupo Blue Educação de Brasília realiza M&A com escola de excelência em Recife
Descobrir e desbravar novos campos para a educação de crianças e adolescentes, esse é o objetivo do Grupo Blue Educação. Atuando na capital do país há 18 anos, a holding educacional é detentora da Blue School e da Rede de Colégios Objetivo DF, somando aproximadamente 7000 alunos. O grupo adquiriu a Escola Conecta, em Recife, do casal de empresários Sandra e Janguiê Diniz, fundadores do Grupo Ser Educacional, referência na região Nordeste. Com 7000 m² e localizada no bairro nobre de Madalena, a instituição de ensino tem turmas desde a Educação Infantil à 3ª série do Ensino Médio. A escola trabalha com metodologias ativas baseadas em projetos, plataformas adaptativas e aprendizado prático. Com aulas em período integral, a instituição utiliza estratégias diversificadas para atender às diferentes necessidades apresentadas pelos alunos, com base nos pilares da educação estabelecidos pela BNCC e pela UNESCO. Incentiva, além do mais, a prática de esportes com aulas de capoeira, judô, ginástica, vôlei, futsal e basquete. “A Escola Conecta passará a contar com o programa bilíngue Blue School já desenvolvido nas escolas da rede. O programa, além de ter ensino em português e inglês, tem como missão formar alunos autônomos, globalizados e empreendedores, sendo capazes de contribuir para um mundo melhor”, explica Hiago Vercino, Co-Fundador do Grupo Blue Educação. O novo Ensino Médio, obrigatório a partir de 2022, já é uma realidade na Escola Conecta com o itinerário tecnológico, alinhado com à BNCC. O espaço Localizada no Bairro Madalena, Zona Oeste de Recife, a Escola Conecta possui ambientes para desenvolver diversas habilidades dos seus alunos. O Maker Space é um local onde os alunos contam com ferramentas e materiais de marcenaria, além de uma impressora 3D para criar projetos. O novo espaço Blue Maker será voltado para que os alunos possam vivenciar experiências de programação e robótica. A escola conta, também, com Laboratório Multidisciplinar em que os alunos vêem na prática as teorias das ciências da natureza, através de microscópios, maquetes e diversos aparelhos eletrônicos. Além disso, para comprovar que a ciência está no dia a dia dos alunos, a escola disponibiliza uma cozinha experimental. Formando alunos globalizados, a Conecta dispõe de uma Sala Fórum, em formato de anfiteatro, onde alunos e professores realizam debates, entrevistas e dinâmicas em grupo. O projeto pedagógico da Escola Conecta, agora do grupo Blue Educação, é voltado para o desenvolvimento de habilidades socioemocionais, linguísticas, cognitivas, tecnológicas e empreendedoras, e abrirá as matrículas no dia 18 de outubro. “Para visitação e mais esclarecimentos, a equipe administrativa da escola, que fica na Rua Benfica, 197 - Madalena, atende de segunda a sexta de 8h às 18h e aos sábados de 08 às 12h. Mais informações no (81) 3225-6815 ou atendimento@escolaconecta.com”, conclui Klisman Vercino.
- Dia do professor: Teggiano oferece opções para presentear
O professor é uma figura de muita admiração e respeito, além de ser muito importante para o desenvolvimento humano por conta de diversos fatores, principalmente pela educação. Em 15 de outubro é o Dia do Professor. E para celebrar a data e presentear aquele que nos abre a porta para o conhecimento, a Teggiano Comida de Herança oferece boxes especiais que irão agradar o mestre. Uma boa pedida é o Box Árabe individual (R$ 59,90): quibes, esfirras de carne, pão sírio, labini, homus, crispy de pão sírio e folhagens decorativas. Outra opção é o Box Antepastos individual (R$ 69): fatias de pão saborizado, terrine, geleia de pimenta, grissinis, lascas crocantes, crispy, frios, espetinhos de frios, cacho de uva e flores naturais decorativas. Teggiano Comida de Herança Endereço: CLN 110 bloco B loja 32 - Asa Norte Horário: de terça a domingo das 13h às 20h Take out e delivery Pedidos pelo Instagram: @teggianocomidadeheranca ou pelo link: app.linktree.com.br/catalogoteggiano
- Atrações locais e promoções especiais animam o fim de semana do Santo Bar
O fim de semana chegou e a diversão no Santo Bar é garantida! E para quem é professor, a casa traz uma promoção especial para celebrar o dia dedicado ao docente. Mas se você gosta de música boa, o espaço conta com uma programação musical diversificada. O local segue todos os protocolos de segurança contra à Covid. Nesta sexta-feira (15/10), o sertanejo anima o público com o cantor Igor Alencar, a partir das 21h. O artista traz os hits do momento, sucessos que marcaram gerações e músicas autorais. Para comemorar o Dia do Professor, o profissional que comprovar a função (carteira ou documento), ganha uma cerveja Spaten de cortesia. Já o sábado (16/10) é a vez do Forró Menino Rico agitar o lugar. A banda traz muito piseiro e forró eletrônico para ninguém ficar parado. Tanto na sexta como no sábado, o Santo Bar oferece uma happy hour com preços acessíveis, válida até às 20h. Entre as opções, um chope servido geladíssimo por R$ 5,90 cada; dose dupla de Marula Mint (R$ 15,90): licor de amarula e licor de menta Stock. Por R$ 10 cada, o público pode provar o Santa Caipirinha (cachaça, frutas da estação, xarope simples e gelo) ou o Cozumel (cerveja, limão e sal). Há ainda a Caipiroska Santa (vodka, frutas da estação, xarope simples e gelo) e o Mojito (Rum Bacardi, xarope simples, limão taiti, hortelã, soda e gelo), por R$ 15 cada; e o Tropical Gin (gin, rodela de laranja Bahia, gelo, Redbull Tropical e alecrim) e o Deu Match (suco de uva integral, gin, monin de maçã verde, xarope simples, chá mate e gelo), no valor de R$ 20 cada. Santo bar Endereço: CLN 201 Bloco C Horário de Funcionamento: de terça-feira a sábado, das 11h às 0h Telefone: (61) 3877-1001 Redes sociais: @santobarbrasilia
- 15 de outubro: um novo começo para os professores
Em 1827 o imperador Dom Pedro I estabeleceu que, em quinze de outubro, se comemoraria o Dia dos Professores. Em 2021, esse dia traz um novo significado, atrelado à recomeço, de uma forma muito especial. Em tempos de pandemia, ser professor implica em mitigar desafios diários e impensáveis. Especialmente porque, atualmente, a vida social impõe novos paradigmas educacionais que revolucionam a prática pedagógica. A chegada do coronavírus ao nosso país trouxe situações que atingiram profundamente o papel da educação. Isso porque os profissionais da área precisaram avançar cerca de uma década em apenas um ano, gerando mudanças e inovações provocadas pela realidade pandêmica. Por essa razão, todos exercem o papel de educador, seja pelas habilidades desenvolvidas ou pelos desafios superados, vivem um novo começo. Sabe-se também que foi necessário se tornar flexível às adaptações, principalmente no que diz respeito ao uso da tecnologia como uma ferramenta pedagógica e social. Em um mundo em que o distanciamento físico foi necessário e o fortalecimento emocional, imprescindível, a busca por novos recursos para atender aos imperativos da formação, sobretudo de crianças e adolescentes, se tornou constante. Durante muito tempo, pensou-se que uma máquina, em algum momento, assumiria o lugar do educador em um futuro tecnológico. Contudo, a pandemia veio para nos mostrar que, apesar dos avanços da tecnologia, o papel destes profissionais está garantido e sempre será essencial. Presencialmente ou a distância, não há equipamento que possa suprir o abraço, o olhar cuidadoso e as aprendizagens mediadas por um professor. Com o retorno das aulas presenciais, o professor tem procurado preencher lacunas e abrir espaço para que os alunos voltem a desejar aprender. E só é possível com grandes doses de profissionalismo e empatia. O novo começo, híbrido, fez com o que o docente se movimentasse em relação à própria formação. Precisou buscar conhecimentos, aprender o funcionamento do espaço virtual e, mais do que isso, transformá-lo em ferramenta pedagógica e de interação que, além de avançar de acordo com os objetivos educacionais, assume o compromisso de suprir as perdas pedagógicas e socioemocionais que nunca foram tão significativas como neste período. Temos muito a comemorar e a valorizar nesta data. Ser professor, hoje em dia, é ser, acima de tudo, alguém capaz de usar a tecnologia a seu favor no processo educativo. Mas o grande diferencial está na capacidade de considerar o aluno como pessoa que pode estar por trás de uma câmera que se abre ou não, alguém com emoções que nenhum algoritmo seria capaz de perceber.
- Nasce a União de Conselhos Comunitários do DF
Unir conselhos e associações de moradores do Distrito Federal para discutir os problemas que cada um enfrenta em sua Região Administrativa, traçando propostas de solução a serem apresentadas aos poderes Executivo e Legislativo locais. Este é o objetivo da União dos Conselhos Comunitários do DF (UCCDF), que acaba de ser criado, congregando, inicialmente, os conselhos comunitários dos lagos Sul e Norte, além do Park Way. A ideia surgiu entre agosto e setembro deste ano, durante discussões destes conselhos acerca da nova Lei de Uso e Ocupação do Solo (Luos) e dos prejuízos que ela causará aos moradores, principalmente, destas regiões. "Precisamos nos unir para defender os interesses dos moradores. Eles são o nosso público. Mas também estamos falando da capital federal e é preciso considerar que Brasília é a concretização de um sonho de todos os brasileiros, para o qual todos contribuíram com suor e impostos e, portanto, precisa ser respeitada e conservada", afirma Viviane Becker, uma das fundadoras do movimento. Em linhas gerais, uma das bandeiras da UCCDF é impedir que os bairros exclusivamente residenciais sejam transformados em bairros mistos, mediante a permissão de que “atividades econômicas” sejam exercidas nas residências do Lago Sul, Lago Norte e Park Way. Na esfera ambiental, Viviane conta que outra missão da UCCDF é garantir a conservação dos parques e reservas já existentes e criação de novos espaços que preservem as nascentes e a vegetação. “Precisamos conscientizar as pessoas quanto à importância destes espaços dentro da área urbana. E especificamente no que se refere ao Lago Paranoá, conscientizar toda a população da importância das áreas verdes nos lotes residenciais dos lago Sul e Norte e Park Way, já que essas áreas verdes (que não podem ser compactadas) garantem a recarga dos aquíferos que abastecem o Lago Paranoá durante o período de seca”, explica. Outra importante bandeira da União dos Conselhos Comunitários do DF é o respeito ao tombamento, como forma de preservar o projeto original de Lúcio Costa, garantindo uma das características mais marcantes da cidade, que é a setorização. Na visão de Viviane Becker, os bairros não comportam as inúmeras atividades econômicas/comerciais que serão transferidas para esses locais com a aprovação da Luos. “Não temos estacionamentos, nem espaços para construí-los. Não temos também redes de água, esgoto e energia compatíveis para receber estas atividades, afinal nossas redes são antigas e não se pode esquecer que não apenas a atividade econômica fim será permitida, mas também a atividade meio, o que importará no afluxo de toda a estrutura administrativa de cada atividade econômica/comercial que se instalar nos bairros”, reforça. Como se não bastasse, Viviane chama a atenção para os impactos no trânsito dentro de cada quadra, o que já ocorre com as inúmeras escolas que se instalaram nos bairros, a exemplo da QI 21 e da QI 19 do Lago Sul, onde, nos horários de entrada e saída das crianças, os moradores não conseguem entrar ou sair de seus conjuntos. “Se alguém precisar de socorro médico nestes horários, não o terá, simplesmente porque ambulância nenhuma conseguirá chegar nesses locais ou deles sair, por causa do trânsito”, afirma a advogada. Para ela, a cada alteração legislativa no PDOT, LUOS e PPCUB, o gabarito de construção dos Lagos/Park Way vem sendo aumentado, de forma a, no futuro, permitir a construção de prédios residenciais nestes bairros, o que irá desfigurar completamente estas regiões, aumentando drasticamente a sua densidade populacional. "O aumento dos gabaritos retirará uma das características únicas da nossa capital, que é poder avistar, de qualquer local da cidade, a linha do horizonte. Um presente genial que recebemos de Lúcio Costa e encanta qualquer visitante", conclui a líder comunitária. Mas afinal, o que é esta tal de Luos? Em termos práticos, a Luos é a norma que define as regras para ocupação das unidades imobiliárias na parte urbana das cidades do Distrito Federal. Fixa, por exemplo, área e altura máximas que a edificação pode ter, além de delimitar o uso para elas — comércio, habitação, serviços. A lei é instrumento complementar do Plano Diretor de Ordenamento Territorial (Pdot) e deve estar compatível com ele. Apenas um ano após a edição da LUOS vigente, o Conselho de Planejamento Territorial e Urbano (Conplan) aprovou a sua revisão, em novembro de 2020, e o respectivo projeto de lei ainda tramita na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). As mudanças foram aprovadas pela Comissão de Assuntos Fundiários (CAF) da casa e aguardam os pareceres de outras duas comissões para o envio ao plenário. Apesar do caráter de urgência, a expectativa de deputados distritais é de que o texto seja colocado para votação até o fim de outubro, devido à complexidade do projeto. A aprovação da revisão da LUOS, editada em 2019, é aguardada pelo setor produtivo, pois é vista como uma possibilidade de aquecimento da economia do DF. E extremamente temida pelos moradores, por representar uma ameaça a preservação do meio ambiente, um desvirtuamento das características urbanas de cada região e a degradação da qualidade de vida. Lideranças comunitárias Além de Viviane Becker, que é 2ª vice-presidente do Conselho Comunitário do Lago Sul (CCLS), compõe a liderança da União dos Conselhos Comunitários do DF: Luiz Guilherme Jaganu, presidente do CCLS; Natanry Osório, 1ª vice-presidente do CCLS e ex-administradora do Lago Sul; Antônio Matoso Filho, prefeito da Prefeitura Comunitária da Península Norte; Francisco Sant’Anna, presidente da Associação dos Moradores e Amigos da Região do Parque Ecológico do Córrego do Mato Seco – AMAC/Park Way; e José Jofre Nascimento, presidente da Associação Comunitária do Setor de Mansões Park Way. "Queremos que as boas práticas urbanísticas e ecológicas, que deram certo nos nossos bairros e que garantem uma boa qualidade de vida para os seus moradores, sejam estendidas para as demais áreas do DF. Que não nos seja subtraído o direito a uma cidade sustentável, ao saneamento ambiental, à infraestrutura urbana, a garantia do bem-estar dos moradores, apenas para atender a interesses econômicos e especulativos de poucos. Queremos que a setorização de usos dados ao imóveis no projeto original de Lúcio Costa, dentro das escalas monumental, residencial, gregária e bucólica, seja respeitado, simplesmente, porque Brasília não é uma cidade qualquer, mas um espaço que foi pensado e planejado para servir como capital da República”, finaliza Viviane. Conheça as dez principais ideias da União dos Conselhos Comunitários do DF para melhorar e garantir a qualidade de vida dos moradores das regiões dos lagos Sul e Norte e Park Way: 1) Impedir a instalação de embaixadas/empresas não unipessoais nas casas dos bairros exclusivamente residenciais, conforme proposto no projeto da nova LUOS; 2) Retirar futuramente as atividades empresariais/comerciais/embaixadas que nos bairros já se instalaram, aguardando a aprovação posterior da legislação; 3) Atuar para que a administração autorize novas áreas comerciais apenas nos setores originalmente previstos, e que sejam criados pequenos parques ecológicos e de convivência comunitária proporcionais às áreas destinadas aos setores comerciais; 4) Atuar perante às Administrações para que seja avaliada a necessidade de cada bairro com relação à instalação de novas escolas e igrejas, considerando que os lagos Sul e Norte e o Park Way, por suas características ambientais, devem ter baixa densidade populacional; 5) Ampliação e conservação das reservas ecológicas já existentes; 6) Atuar perante a administração para que, no SHIS QI 17 seja criado o Bosque da Memória, em homenagem às vítimas do COVID (um projeto que tem diversas parcerias, inclusive com a ONU), em substituição à proposta da TERRACAP de criação de quatro novos conjuntos habitacionais em local sensível ambientalmente; 7) Atuação junto aos órgãos públicos em questões de impacto de vizinhança, impacto de trânsito, ecologia, tombamento, fechamento de becos e servidões de passagens desnecessários, segurança pública, assistência social, etc; 8) Atuação perante o Poder Legislativo federal em questões ambientais (ex., mudança do Código Florestal) e urbanística; 9) Conscientização da comunidade acerca das propostas legislativas e suas consequências; 10) Promover o diálogo entre os moradores e estimular a discussão sobre qual Brasília queremos deixar para as futuras gerações. Sobre a UCCDF – Além de defender os interesses de moradores das mais diversas regiões do DF, a União dos Conselhos Comunitários do DF (UCCDF) nasceu com a proposta de conscientizar a comunidade dos fatos e trazê-la para o debate como forma de influenciar as decisões governamentais e legislativas, as quais devem respeitar o querer e o não querer das populações diretamente atingidas.
- Dia Internacional do Chef de Cozinha - conheça a história de chefs que comandam casas brasilienses
No próximo dia 20 de outubro é comemorado o Dia Internacional do Chef de Cozinha. Cozinhar, mais que uma arte, é um ato de amor! Por isso, nada mais justo do que parabenizar os chefs de todo o mundo. Para ilustrar perfeitamente essa data tão especial, conheça um pouco das histórias de chefes que movimentam o cenário gastronômico da capital federal; Aquiles França, chef-proprietário à frente das quatro unidades da 389 Burger. Aquiles França começou a trilhar seu caminho na gastronomia de uma forma natural e simples, quando observava sua mãe e sua madrinha cozinharem. Aos 18 anos iniciou o curso de gastronomia na faculdade IESB. Em 2013, com apenas 20 anos, se formou, em seguida fez uma especialização em cozinha Argentina, no Instituto Argentino de Gastronomia, e aí iniciava sua carreira profissionalmente. O gosto pelo hambúrguer já é de longa data, antes mesmo da iguaria virar uma febre. Foram muitas pesquisas e troca de informações sobre o assunto. Alguns cursos sobre carne, na Argentina, trouxeram uma importante referência sobre o que o chef classifica ser a verdadeira carne especial. E é esse o DNA de cada hambúrguer artesanal criado para o cardápio da 389 Burger. A busca por ingredientes é incessante, tudo pode virar uma boa comida, desde o tempero mais improvável até uma fruta com características únicas. Pensando em um diferencial, o chefe faz questão de produzir artesanalmente o pão, a carne e até a maionese que é servida para os clientes. Uma tarefa difícil, mas que traz recompensas e torna os hambúrgueres da casa inconfundíveis, com sabores que só podem ser degustados por lá. “Eu sempre tentei fazer de tudo, sempre usando ingredientes de alta qualidade para que o produto final seja único. Temos cumprido esse desafio e melhorado cada vez mais” conclui Aquiles. Chef Rodrigo Melo Sócio e chef do Cantucci Osteria, Grano & Oliva e Inforno Burguer D’Italia, Rodrigo Melo começou cozinhando quando era adolescente para amigos. “Fazia omelete e pizza de frigideira para meus amigos e eles gostavam muito”, disse o chef. Mas a paixão pela gastronomia começou quando ele ainda era criança quando observava as avós cozinhando. Por ser muito curioso, o chef sempre ficava perguntando como fazia uma receita e porque levava aquele ingrediente daquele jeito, ele queria entender a verdadeira alquimia que é a gastronomia. Com o passar do tempo, Rodrigo decidiu tornar esse amor sua profissão. “Estudei gastronomia no Iesb e pude aprimorar minha curiosidade na culinária, expandindo a criatividade no desenvolvimento de pratos. Porém, vi a importância de saber conduzir um negócio, por isso também fiz faculdade de administração na UnB com o intuito de ter meu próprio restaurante”, comentou Rodrigo. Rodrigo se especializou em cozinha italiana com diversos cursos, e em 2019, fez uma pós-graduação em Cozinha Autoral conduzido pelo chef Massimo Bottura que já venceu o prêmio de melhor do mundo. Chef Dudu Camargo, do Dudu Bar Um dos mais tradicionais nomes da gastronomia de Brasília, o chef Dudu Camargo se mostra uma referência criativa e empreendedora da gastronomia da capital. Aos 45 anos, 20 deles à frente do Dudu Bar, na 303 Sul, consagrou-se como um nome importante não só no cenário local, mas também no cenário nacional. Dudu Camargo apostou na capital quando a cidade ainda engatinhava no ramo gastronômico. “Nos últimos anos a cidade vem crescendo surpreendentemente, tanto na presença dos estabelecimentos quando na qualidade dos pratos e dos serviços”. Ele completa ainda que toda a cidade sai ganhando, gerando empregos e contribuindo com o aquecimento da economia de todo o estado. Dudu já esteve à frente de empreendimentos como as pizzarias Fratello Uno, o Dudu Bar, Dudu San, Your’s, Da Noi, Fatto, Cantina Italiana Unanimità, Respeitável Burger e Simples Assim. Na cozinha do Dudu Bar, o chef ergue a bandeira da Cozinha de Autor. Essa concepção permite que o chef abuse de sua marca registrada: a criatividade, podendo misturar referências de diversas partes do mundo, além de um toque especial dos diferentes sabores da gastronomia brasileira. “Na cozinha de autor podemos experimentar da forma que desejarmos. Fugimos um pouco daquelas receitas engessadas, que os livros de receitas nos trazem. Não que elas não sejam mais úteis, pois até com elas podemos brincar e imprimir ali nosso toque pessoal”, ressalta. Chef Divino Barbosa, das casas Santé O chef Divino Barbosa, à frente das casas Santé 13 (413 Norte) e Santé Lago (Orla da Ponte JK), entrou tardiamente para o ramo da alta gastronomia, aos 30 anos, mas sempre esteve em contato com a cozinha. Desde os 12 anos, quando saía para a lavoura com o pai, ajudava no preparo da alimentação dos trabalhadores. Comida simples, mas afetiva, “da roça”. A partir daí desenvolveu paladar aguçado e um toque especial para os temperos e, logo após, para os preparos mais elaborados, que viria a aprender mais tarde, como autodidata da culinária. No começo dos anos 2000, chegou a Brasília e iniciou o trabalho na cozinha de um hotel da capital. Em pouco tempo, assumiu a função de auxiliar de cozinha. E não parou mais: trabalhou em cozinhas profissionais de diversas referências, como cozinhas contemporâneas, clássicas italianas, culinária japonesa, cozinhas de carnes, passando até mesmo pelo Oscar, no Brasília Palace, onde preparou um espaguete à bolonhesa especialmente para Oscar Niemeyer. Em 2012, um telefonema mudou sua vida: foi convidado para chefiar a própria cozinha, em um restaurante recém-aberto na 413 Norte. Era o Santé 13, casa que acolheu sua gastronomia autoral e sua bagagem de diversas referências e deu liberdade para que Divino pudesse exercer ao máximo sua criatividade. Com o empresário Oswaldo Scafuto, também já comandou a cozinha do Nikkei, na orla do Lago Paranoá, onde hoje funciona o Santé Lago, segunda unidade da já tradicional casa da Asa Norte. Serviço 389 Burger Aplicativo Disponível na App Store e Play Store Site: 389burger.com.br Instagram: @389burger 389 Burger Planaltina Endereço: Praça Coronel Salviano Guimarães, Quadra 56, Lote 02 Telefone: 3389-0021 389 Burger Sobradinho Endereço: Quadra 06/08 Telefone: 3591-5041 389 Burger Asa Norte Endereço:CLN 307 BL A LOJA 25 - Asa Norte Telefone: 3797-6441 389 Burger Formosa Endereço: Praça Rui Barbosa, 444 - Centro, Formosa – GO Telefone:3631-7984 Cantucci Osteria Endereço: CLN 403, Bloco E Loja 03 Telefone: (61) 3328-5242 / Pedidos: (61) 99943-1935 WhatsApp https://www.goomer.app/cantucci-osteria-asanorte/menu Grano & Oliva Pizzeria Unidade (Asa Norte) Endereço: CLN 403, Bloco E Loja 59 - Asa Norte Unidade (Dark Kitchen - Sudoeste) - apenas delivery Endereço: Quadra 8, lote 2345, loja 06 - Zona Industrial Pedidos (WhatsApp): (61) 99642-1016 Instagram: @granoeolivapizzeria Inforno Burger D’Italia Unidade (Asa Norte) Endereço: CLN 403, Bloco E Loja 59 - Asa Norte Pedidos (WhatsApp): (61) 99844-7889 Unidade (Dark Kitchen - Sudoeste) - apenas delivery Endereço: Quadra 8, lote 2345, loja 06 - Zona Industrial Pedidos (WhatsApp): (61) 99642-1016 Instagram: @infornoburger Dudu Bar Endereço: SCLS 303 Bloco A Loja 03 - Asa Sul Pedidos:(61) 99341-0055 (Whatsapp) Instagram: @dudubaroficial Facebook: https://www.facebook.com/dudubaroficial/ Santé Lago Setor de clubes Esportivos Sul, Trecho 2 – Orla da Ponte JK Telefone: (61) 2099-2461 Instagram: @santelago Santé 13 CLN 413 Bloco A Loja 40 Telefone: (61) 3037-2132 Instagram: @sante13













