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  • Vendas por WhatsApp ganham força durante a pandemia

    Com a pandemia e os sucessivos fechamentos do comércio em todo o país, as vendas online viraram uma necessidade e tiveram um crescimento expressivo desde o ano passado. Mas, uma ferramenta tem se destacado neste cenário, o WhatsApp. Mais que um canal de comunicação, o aplicativo vem ganhando cada vez mais força como canal de vendas. Segundo a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (Abevd), a cada dez vendedores ou revendedores de produtos, seis utilizam o WhatsApp como ferramenta de negócios no Brasil. A plataforma enquanto canal de vendas cresceu 84,7% em 2020. Há potencial para que o crescimento seja ainda maior tendo em vista que, segundo dados do próprio aplicativo, atualmente 120 milhões de brasileiros usam o WhatsApp diariamente. Além disso, o aplicativo conta também com a versão Bussiness, especialmente formulada para facilitar a rotina de pequenas e médias empresas, no qual é possível automatizar mensagens, como ausência de atendentes, incluir informações da marca no perfil, além de incluir um catálogo de produtos direto na ferramenta. Desde o primeiro fechamento do comércio no DF, em abril do ano passado, o Conjunto Nacional tem impulsionado junto aos lojistas o uso do ambiente online como alternativa para seguirem com seus negócios em funcionamento e os auxiliado a se adaptarem à nova realidade. No site do shopping, é possível encontrar, com facilidade, a lista com as 110 lojas que atendem pelo sistema de Drive Thru, as 50 que utilizam o Locker Retire Aqui para a entrega das mercadorias e as 26 operações que atuam via delivery. Destes lojistas, 117 atendem seus clientes, recebem os pedidos e fecham a venda pelo WhatsApp, cujos números de contato também são disponibilizados no site do empreendimento. Os demais atuam por loja virtual. “O WhatsApp foi fundamental para ajudar a manter a roda da economia girando durante o período de pandemia e tem se firmado como uma importante ferramenta neste cenário atual, cada vez mais marcado pela multicanalidade. Com facilidade, por meio dele, o cliente faz a compra à distância e escolhe a forma como deseja receber a mercadoria”, contou Ticiana Pessoa, gerente Regional da Ancar Ivanhoe, administradora do Conjunto Nacional. O cliente pode agendar a entrega pelo Drive Thru, que no Conjunto Nacional está montado no estacionamento coberto, ou combinar o recebimento pelo delivery, ou solicitar a retirada no locker localizado no 1º Piso, Acesso C. “Esse é um modelo de negócio que gera valor para os lojistas, que passam a encontrar nos shoppings uma parceria estratégica para a logística na etapa final da entrega de produtos comprados online”, concluiu Ticiana. As lojas que aderiram ao atendimento online estão disponíveis no site do Conjunto Nacional: https://www.conjuntonacional.com.br/novidade/drive-thru-conjunto-nacional, com os números de WhatsApp para que o cliente faça seus pedidos. Entre elas estão Cacau Show, Maybelline, Hope, Arezzo, O Boticário, Ri Happy, Monica Sanches, C&A, Clube Melissa, Morana, Youcom, Seven Dogs, Brooksfield, operadoras de celular, entre outras. Drive Thru Das 9h às 22h, na garagem coberta do shopping. Antes de chegarem às mãos do consumidor, todos os produtos são rigorosamente higienizados pelo vendedor, que efetua a entrega utilizando máscara de proteção, sem que o cliente saia do carro. Locker Retire Aqui O armário inteligente fica disponível no Primeiro Piso, Acesso C, das 9h às 22h. Basta usar o QR Code que é enviado por SMS e e-mail para destrancar a gaveta e ter acesso à compra em até 72 horas, sem a necessidade de qualquer contato pessoal.

  • Ácido hialurônico é aliado no tratamento de rugas e rejuvenescimento da pele

    O ácido hialurônico é bastante utilizado nos preenchimentos faciais, com baixo índice de alergias. Ele pode ser utilizado desde em preenchimentos de sustentação facial, com aplicações mais profundas, até em aplicações superficiais, melhorando a hidratação e a textura da pele. De acordo com a médica dermatologista, Dra. Wanessa Simão, o tratamento normalmente pode ser feito de forma injetável, com micro agulhas ou cânulas, de acordo com as necessidades do paciente. “Para a flacidez e perda de contorno facial, são utilizados ácidos hialurônicos mais concentrados e com maior reticulação, em aplicações um pouco mais profundas”, destaca a especialista. O combate de rugas mais finas e da desidratação da pele também pode ser realizado com o ácido, de forma mais superficial. Pode ser utilizado também na correção das olheiras profundas ou mesmo propiciando um melhor contorno labial e nasal. “Rugas finas podem ser atenuadas com as injeções, assim como as olheiras profundas que podem ser significativamente atenuadas”. O procedimento pode ser feito em uma única sessão. São utilizadas quantas ampolas forem necessárias para as correções no paciente. Mas, na maioria das vezes, opta-se por fazer o procedimento por etapas, em sessões de preenchimento mensais ou a cada 2 meses, com menor quantidade de ampolas, até ser atingido o resultado desejado. O preenchimento de olheiras e de cicatrizes de acne costuma ser feito em duas etapas. Uma aplicação inicial, com um retoque assim que sair o inchaço da primeira aplicação, para refinamento. Além das aplicações tradicionais, ainda há cremes industrializados ou manipulados à base de ácido hialurônico, que têm como função a hidratação da pele. “Como o ácido hialurônico tem alta capacidade de absorção de água, promove importante hidratação cutânea, ajudando a atenuar rugas finas”, completa a médica. Serviço: Derma Prime – Dermatologia e Otorrinolaringologia www.clinicadermaprime.com.br/

  • G7 apresenta sexto episódio do programa “Terça-Cana”

    A diversão continua com a trupe mais assistida nos teatros do Brasil. Nesta terça, a Cia. De Comédia G7 apresenta no seu canal do youtube o sexto episódio do novo programa de humor “Terça-Cana”. Já que a internet não vai ao teatro, o teatro vai à internet. Toda terça, às 20 horas, um episódio novo, de graça, para todo Brasil, Europa e entorno da Ásia com diversas cenas de humor para você rir muito. Em comemoração aos 20 anos de história, a Cia de comédia G7 leva suas melhores cenas e ideias a um novo formato, inspirado no programa de humor americano Saturday Night Live e também nos mestres do humor televisivo brasileiro, como Dercy Gonçalves, Chico Anysio e Jô Soares. O ineditismo do “Terça-Cana” traz também a volta do editorial cômico, um pequeno monólogo de abertura que faz piada das notícias atuais e assuntos do momento, com gags corporais, imitações de personalidades públicas, paródias de músicas de sucesso e muita diversão. O “Terça-Cana” é de produção totalmente independente, portanto, de criação livre e sem qualquer ingerência, resultado da parceria entre G7 Produções Artísticas e a Lowe Produções, sócias no projeto. SERVIÇO: “Terça-Cana” – O novo programa de graça (e de grátis) do G7 Dia: Todas as terças-feiras Horário: 20h Link de acesso: https://www.youtube.com/user/CiadeComediaG7 Informações: (61) 99351-1369 (com whatsapp) Classificação indicativa: 14 anos Duração: 60 minutos.

  • Em tempos de pandemia, insônia prejudica saúde física e mental

    Segundo a Associação Brasileira do Sono (ABS), cerca de 73 milhões de brasileiros sofrem de insônia. A doença se caracteriza pela dificuldade em iniciar o sono ou em se manter dormindo, no período de repouso corporal. Pode ser um quadro passageiro, relacionado com algum fator externo ou emocional, mas pode, também, ser um quadro crônico. Para discutir questões associadas ao sono, nos dias 15 a 21 de março de 2021, especialistas de todo o país se reúnem de forma online, na 6ª edição da semana do sono. Entre eles, a psicóloga brasiliense Danuska Tokarski, uma das vinte e cinco profissionais do país, certificadas pela pela Sociedade Brasileira do Sono. Para a especialista, na grande maioria dos casos, a insônia está associada a um fator estressante desencadeador das noites mal dormidas e por um quadro de ansiedade que pode potencializar ainda mais o problema. Para evitar as consequências dos dias e das noites sem dormir, quem sofre com o distúrbio tende a recorrer ao medicamento como primeiro e único recurso mas, a especialista alerta que “não precisa e nem deve ser assim”. "A intervenção não medicamentosa deveria ser a primeira opção para solucionar os casos de insônia, mas o tema ainda não é de total conhecimento e domínio da classe acadêmica e população. Por este motivo, precisamos falar sobre o assunto. O uso de indutores do sono e antidepressivos ainda é visto como a principal opção de tratamento, enquanto o consenso de medicina já reconhece a Terapia da Insônia como o tratamento mais eficaz e duradouro", pontua Danuska Tokarski. Entre essas alternativas se destacam a higiene adequada do sono, a psicoterapia - Terapia Cognitivo Comportamental para a Insônia (TCC-i) e técnicas de relaxamento. A terapia específica para a insônia consiste em uma série de técnicas personalizadas que ajudam o paciente a reconhecer e alterar hábitos inadequados de sono juntamente com orientações para a redução da ansiedade. De acordo com Danuska, o mais importante no tratamento é que os benefícios persistem mesmo após o seu término. “O tratamento dura entre 6 e 12 sessões e os resultados obtidos por meio das técnicas da TCC-i são permanentes. Por exemplo, o uso diário do sono ajuda o paciente a ter mais consciência sobre seus hábitos e rotinas. Com os registros, os pacientes conseguem acompanhar a evolução ao longo das sessões e se sentem mais confiantes. Já os comprimidos para dormir podem parecer uma solução para as noites mal dormidas, mas costumam perder a eficácia com o passar do tempo, além de apresentarem efeitos colaterais”, destaca. A influência da pandemia na qualidade do sono Há mais de um ano, o Brasil e o mundo foram acometidos pela pandemia causada pelo novo coronavírus. A doença que já matou mais de 250 mil pessoas no país, também é direta e indiretamente responsável por desencadear uma série de outros distúrbios na população, entre eles a insônia, inclusive, em crianças e adolescentes. As principais consequências da falta de sono gerada pela insônia são: cansaço e fadiga excessivos, mal humor, dificuldade em manter a atenção e concentração, ansiedade e depressão, absenteísmo, além de aumentar o risco de doenças cardiovasculares e redução da imunidade. Se o quadro persistir além de um mês e interferir na qualidade de vida, é aconselhável buscar tratamento especializado através de avaliação médica. Pesquisas revelaram que, em 2020, tão logo começaram as medidas mais rígidas de isolamento em todo o país, aumentaram, também, o uso de remédios para a insônia e ansiedade. Agora, no momento em que o país se encontra em uma segunda onda e novas variantes da doença, os distúrbios do sono preocupam especialistas. O assunto será discutido pela psicóloga Danuska Tokarski em uma live, aberta ao público, no próximo dia 18 de março. “Apesar do tempo de convivência com a doença, ainda há um sentimento de angústia e incertezas em relação ao que se vive. O medo, a ansiedade, o confinamento e a expectativa de comprometimento financeiro, são fatores que, por si só, já podem ser suficientes para que os indivíduos suscetíveis apresentem um quadro de insônia”, detalha Danuska. Para a psicóloga é preciso ficar atento aos sinais que o corpo manifesta, inclusive, para saber diferenciar casos de insônia aguda, quando as dificuldades com sono são pontuais, e crônica, quando há recorrência por três ou mais vezes na semana, há pelo menos três meses. “São vários os fatores que influenciam na qualidade do sono, contudo, na maioria das vezes, mudanças nos hábitos podem ser suficientes para reverter o quadro”, finaliza. Serviço Semana do Sono 2021 - Data: 15 a 21 de março de 2021 Programação Completa: http://semanadosono.com.br/ 1º Webinário - Distúrbios do Sono e Pandemia” Data: 18 de março de 2021 Hora: às 19h, pelos canais da ABS zoom/ YouTube Dr.Nonato Rodrigues (Médico do Sono): Covid-19 e nosso sono e Danuska Tokarski (Psicóloga do Sono): TCC-i para a melhora da qualidade do Sono na Pandemia Palestra online gratuita sobre Técnicas Práticas para Melhorar o Sono Data: 21 de março de 2021 Hora: às 16h30 (horário de Brasília Inscrições pelo telefone: (61) 99623-2704

  • Diagnóstico mais eficiente para rouquidão

    Em períodos de baixas temperaturas, é comum a disfonia ou a popular rouquidão aparecer. Este sintoma pode ocorrer também pelo uso inadequado da voz. E quando ocorre isso, o paciente procura a avaliação de um especialista, sendo o médico otorrinolaringologista o profissional capacitado para avaliar e indicar o melhor tratamento. O médico otorrinolaringologista Dr. Dyego Barbosa, explica que a avaliação da rouquidão é realizada com auxílio de um exame endoscópico chamado de videolaringoscopia, que ajuda visualizar melhor a cavidade oral, orofaringe, hipofaringe e pregas vocais. Este exame é feito com o paciente sentado confortavelmente, sendo então introduzido um endoscópio através da cavidade oral ou nasal (a depender do tipo de equipamento utilizado) com auxílio de medicação anestésica tópica para aliviar algum incômodo que o paciente possa ter, sem utilizar sedativos. “Podemos avaliar também a mobilidade das cordas vocais através de luz estroboscópica que pisca na frequência de batimentos das cordas vocais”, explica o médico. As alterações da voz ou disfonias podem ser classificadas em duas categorias: os tipos orgânico e funcional. As orgânicas são as causadas por alterações estruturais, como lesões de massa, inflamação das cordas vocais e malformações da laringe, alterações neurológicas (paralisia das cordas vocais, doença de Parkinson e esclerose lateral amiotrófica) ou outros aspectos relacionados com o uso da voz, seja como refluxo gastroesofágico/ laringofaríngeo. Outro caso muito comum é a disfonia funcional, podendo ser decorrente do uso inadequado/ abusivo da voz, inadaptações vocais e alterações psicogênicas. “As mulheres são mais suscetíveis a patologia funcional e psicogênica”. Os tratamentos disponíveis diferem de acordo com a causa da disfonia. Quando esta é funcional, o cuidado se dá com recursos como a terapia da fala (fonoterapia). “Dessa forma, se aprende a utilizar a voz de uma forma mais adequada às necessidades, causando menor esforço e dano à laringe”, detalha. Nos casos quando a causa é a infecção ou inflamação, o tratamento em consultório é o mais adequado, sendo orientado o repouso da voz durante a recuperação. Situações que requerem mais atenção, são aquelas quando ocorrem lesões complexas das cordas vocais como nódulos, pólipos ou suspeitas de malignidade. E nesses casos o mais indicado é recorrer à cirurgia. Serviço: Derma Prime – Dermatologia e Otorrinolaringologia www.clinicadermaprime.com.br/

  • Espetáculo "O Espigão" visita memórias e invenções de um drama familiar

    Um acerto de contas entre irmãos 12 anos depois de um acontecimento divisor de águas em suas histórias. Esse é o ponto de partida de “O Espigão”, espetáculo ao vivo e gratuito que será apresentado de 18 a 28 de março (de quinta a sábado, às 20h, e domingo, às 19h) pelo Zoom. Em cena, o ator Gabriel Morais recebe o público na sala virtual para visitar as memórias e as invenções de uma experiência dolorosa numa tentativa de reelaborar o que viveu. O projeto foi contemplado pelo Edital Retomada Cultural por meio da Lei Aldir Blanc e tem direção de Natasha Corbelino, direção de arte de Júlia Deccache e iluminação de Livs Ataíde. Os ingressos, gratuitos, devem ser retirados no site da Sympla (bit.ly/ingresso_Espigao). Após a temporada, o espetáculo ficará disponível no YouTube (bit.ly/oespigao). Foi da necessidade de contar um drama familiar que o espetáculo nasceu. A narrativa é sobre um irmão e uma irmã que se apaixonam pela mesma mulher. Após mais de uma década de mágoas, eles finalmente conversam, preenchendo lacunas e lançando novos olhares sobre a história. Escrito por Gabriel Morais a partir de uma oficina ministrada pelo dramaturgo português Jorge Louraço, “O Espigão” lança olhar para questões de gênero, família, homofobia e pressão heteronormativa: Como um jovem, de 18 anos, lida ao ver sua primeira namorada o trocar pela sua irmã mais nova? Como vencer a ferida sofrida no ego heterossexual? Com quem conversar? É permitido ao homem falar sobre suas dores, sobre os danos causados pela ordem heterossexual? Essas e outras questões são levantadas em cena, enquanto Gabriel narra sua história, mostra fotos, lê trechos de cartas, acende um incenso, bebe vinho e brinda com a plateia. O espetáculo é atravessado pelas experiências pessoais e pelas pesquisas realizadas na universidade pública por Gabriel Morais e Mariah Miguel, sua parceira de cena. Ator formado pelo Teatro Universitário da UFMG e diretor teatral graduado pela UFRJ, Gabriel investiga o teatro autoficcional desde a iniciação científica, investigação esta que se estendeu ao mestrado no Programa de Pós-Graduação em Artes da Cena (PPGAC) na UFRJ, e, hoje, no doutorado no mesmo programa, orientado pela professora doutora Gabriela Lírio, pesquisa autoficção e masculinidades. “O Espigão” é apresentado, também, pela ótica da irmã, que ganha vida por meio de Mariah Miguel. Como lidar, aos 14 anos, com a descoberta de uma sexualidade não heterossexual em uma idade que não se sabe direito como nomear o que se sente? O que fazer com a raiva de sentir o que não “deveria” estar sentindo? Como lidar com o sentimento de não se encaixar numa sociedade patriarcal, machista, heteronormativa e sexista? Com quem conversar?” Sapatona, diretora teatral, atriz e performer, Maria é formada em Artes Cênicas pela UFRJ e mestranda em Artes da Cena do PPGAC-UFRJ. Atualmente desenvolve a pesquisa “COM TODA FORÇA”, orientada pela professora doutora Eleonora Fabião, na qual investiga como a arte da performance contribui para o fortalecimento da vida. “O Espigão é o encontro de memórias, esquecimentos e imaginações em que uma narrativa se junta a uma nova perspectiva, para reinventar esse momento anterior de desvio inesperado do sentido da vida”, explica Gabriel. “Reuni minhas memórias com as da minha irmã, que também foi escrevendo, revendo fotos, cartas e outras lembranças. A dramaturgia tem tanto a minha memória quanto a da minha irmã. E também as da Mariah, que coloca sua camada de mulher sapatão. Nossas histórias se embaralham. Colocamos tudo isso em cena e ficcionalizamos. É um espetáculo de muitas camadas e que levanta questões sobre gênero, sexualidade, família, pressão heteronormativa”, conta Gabriel Morais. “O ESPIGÃO” Temporada: de 18 a 28 de março no Zoom Apresentações: de quinta a sábado, às 20h, e domingo, às 19h. Sessões em Libras e debates: dias 21 e 28 de março. Ingressos gratuitos: retirada na Sylmpla (bit.ly/ingresso_Espigao) Duração: 55 minutos. Classificação indicativa: 14 anos. Capacidade: 25 pessoas. Entrada franca. Instagram: @o_espigao

  • Websérie “Farol de Neblina” estará disponível para maratonar até 30 de junho

    Diego e Sofia, confinados em um ambiente inóspito durante noite fria, desenvolvem intrigante diálogo de empatia e provocação. Interpretam o casal Leonardo Fernandes (prêmio APCA de melhor ator pela peça “Cachorro Enterrado Vivo”, e a atriz, diretora e dramaturga Fafá Rennó. A websérie “Farol de Neblina” fica disponível até 30 de junho no site espetaculoneblina.com.br ou nas redes sociais do CCBB (aqui e aqui). Os quatro episódios, de 18min. cada, podem ser assistidos - de graça - entre sexta-feira, às 20h, e segunda-feira, às 23h59. A direção é assinada por Yara de Novaes, colecionadora de prêmios por suas atuações e direções como APCA, Shell, Questão de Crítica, APTR e Aplauso Brasil, e pela cineasta Clarissa Campolina, recebedora de prêmios em Veneza, Mar Del Plata, Nantes, dentre outras. O projeto é apresentado pelo Ministério do Turismo, o Banco do Brasil apresenta e patrocina e a Livelo co-patrocina a websérie, com recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura, da Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo.

  • Empreendedoras do mercado cafeeiro participam de diálogos sobre cadeia produtiva e negócios

    Para celebrar o mês da mulher, o 002 Café preparou uma programação dedicada a elas, sem esquecer, é claro, da valorização do café. Serão 3 diálogos, aos sábados, que tratam da cadeia cafeeira, mercado de trabalho e negócios. Tudo transmitido ao vivo pela página do Instagram da marca (@002cafe), respeitando o isolamento social diante da pandemia de Covid-19. A programação faz parte do projeto 002 Exchange, que traz sempre oficinas, workshops e cursos do universo do café. Confira a programação: 13/03 - Brew Power: mulheres na cadeia do café Horário: 15h Quem faz: Monique Andrade e Cris Zancanaro (Famiglia Zancanaro/ Zancanaro Estate Coffees) 20/03 - Por dentro do jogo: o empreendedorismo feminino Horário: 15h Quem faz: Luci Oliveira (Treze Tipo um Café) e Vanessa Barth (Tê Chás) 27/03 - Ocupando os espaços: mulheres na gastronomia Horário: 15h Quem faz: Fernanda Evangelista e Renata Vieira (Conca Cozinha Original) Sobre o 002 Café Inaugurado em dezembro do ano passado, o espaço, localizado na 365 Store (402 Sul), é especializado em chás e cafés, preparados com grãos selecionados e receitas inovadoras. Os empresários Yuiti Niyama e Flávio Hideo são os idealizadores do projeto, que conta com o trabalho dos baristas Laís Queiroz e Guilherme Cassimiro. Os cafés variam entre grãos de diferentes regiões do país e, também, internacionais, com perfis entre chocolate e caramelo, frutado e floral. 002 Exchange - Especial Dia da Mulher Data: 13, 20 e 17/03 Horário: Sempre às 15h Onde assistir: Instagram @002cafe

  • Dia Internacional do Consumidor: como não cair em ciladas?

    Após as promoções da virada de ano, chega a primeira oportunidade de os empresários faturarem com a data alusiva ao Dia Internacional do Consumidor, celebrado em 15 de março. Durante todo o mês, principalmente na semana do Consumidor, lojistas oferecem descontos especiais: destacam frete grátis, kits de produtos, mais condições de pagamento, brindes, cashback etc, tudo para atrair o cliente. O detalhe é que as letras pequenas estão por toda parte. Como não cair em armadilha? E se cair, o que fazer? O advogado Rodrigo Fagundes, do escritório Rodrigues Fagundes Advocacia, explica que o consumidor precisa estar atento quanto à reputação da loja virtual, ao prazo de entrega estipulado, se a empresa possui o SAC – Serviço de Atendimento ao Cliente, além do endereço físico, CNPJ, telefone e, sobretudo, a exigência de entrega da nota fiscal. Segundo o relatório da Social Miner, empresa especializada em dados de comportamento, no ano passado os e-commerces faturaram R$ 3,62 bilhões na primeira quinzena de março. Um crescimento de 23,5% em relação aos 15 dias anteriores. Ainda de acordo com o relatório, 53% do público preferem receber as compras em casa; enquanto 31% sentem-se mais confortáveis em retirar os produtos na loja física. Com o crescimento das vendas online em larga expansão, o advogado Rodrigo Fagundes orienta, que ao “ser prejudicado ou lesado de uma alguma forma, o consumidor deve procurar os seus direitos, que são garantidos em lei através do Código de Defesa do Consumidor. Num primeiro momento, é possível fazer uma conciliação com a própria loja, no entanto, se não for o caso, o consumidor pode acionar o Procon da sua cidade, bem como um advogado que possa representá-lo perante à Justiça de forma mais segura”. Golpe do site falso É importante saber se um site é verdadeiro quando o usuário pretende comprar um produto, realizar transações financeiras ou informar dados pessoais. Sites falsos são usados, geralmente, para aplicar golpes virtuais e roubar dados bancários, senhas ou apenas facilitar a invasão ao computador para ataques posteriores. O especialista em segurança pública Leonardo Sant'Anna explica que é sempre importante desconfiar se o preço oferecido no site está muito inferior ao valor praticado no mercado. "Em algumas lojas é possível conseguir um desconto bom, mas não pela metade do preço. Antes de comprar, o interessado deve também pesquisar o valor do produto em lojas físicas do comércio ou mesmo em outros sites. Os consumidores devem entrar diretamente no site de uma loja confiável e evitar abrir links que são recebidos por e-mail ou mensagens de texto", explica.

  • Comida afetiva: Teggiano inaugura loja física

    Chega a Brasília a primeira loja física da Taggiano Comida de Herança, marca já consolidada em Minas Gerais e Rio de Janeiro. Com o projeto assinado pelo arquiteto Amaury Vasconcello, a unidade localizada na 110 norte traz um design moderno e minimalista. À frente da franquia no quadradinho estão os empresários André Peixoto e Lucas Araújo. A cozinha afetiva oferece um cardápio com receitas exclusivas, artesanais e sem conservantes. O menu requintado e variado assinado pela chef Maristela Coutinho contempla platters e boxes com pães especiais, antepastos, geleias, esfirras, quibes, queijos diversos e há opções para até seis pessoas compartilharem. Além disso, elas vão com uma linda decoração incluindo flores e folhagem natural. Uma das novidades da casa é a platter árabe (pão sirio, mini quibe, esfiha, homus babaganoush, labini, cesta de quibes recheados). Ela serve até seis pessoas com valores a partir de R$119. Outra sugestão é a platter caprese (muçarela de búfalo, pão saborizado, tomate cereja, molho pesto, terrine de manjericão, presunto de parma e folhagens decorativas - R$199 para duas pessoas). Sem perder no quesito sabor, há opção de platter para quem ama um delicioso carpaccio (carpaccio, alcaparra, molho pesto, queijo ralado e crispy - R$99 individual). Entre os lançamentos do menu, está o box vegano (homus de manjericão, homus tradicional, esfirra de berinjela, esfirra de legumes, crispy de pão sirio e pão saborizado - a partir de R$79). Os boxes para presentear também estão entre os destaques do cardápio. Um deles é o de café da manhã (iogurte com granola e mel, torradas caseiras, frios, requeijão, geleia, cappuccino artesanal, suco, pães recheados com creme de ricota e tomate seco, brioche de leite, pedaços de bolo mármore, frutas da estação e pedaços de brownie - a partir de R$109 para duas pessoas). Para brindar, há uma opção com espumante (um brie folhado, pão artesanal de frango com catupiry, grissinis, frios, frutas, mini terrine caprese, crispy de pão sirio, bombons Ferrero Rocher e uma garrafa de Chandon brut - R$299). Os apaixonados por doces vão adorar ganhar o gift box com brownie e palha italiana (cinco brownies com cobertura de doce de leite, cinco brownies de coco caramelizado e dez palhas italianas gourmet - R$109). Há ainda no menu pratos exclusivos para os comensais se deliciarem, como naked de quibe (R$165) e o tartar de quibe (R$99), que são ótimas opções de entradas. Para harmonizar, a casa conta com a parceria da adega Vini Vinhos, trazendo vários rótulos entre nacionais, espanhóis, chilenos, africanos e portugueses. “Queremos oferecer aos nossos clientes uma comida feita com muito afeto, além de prática e rápida para eles saborearem em casa com a família em momentos incríveis ou para presentear alguém especial”, afirmam os sócios André Peixoto e Lucas Araújo. Teggiano Comida de Herança Endereço: CLN 110 bloco B loja 32 - Asa Norte Horário: de terça a domingo das 13h às 20h Take out e delivery Pedidos pelo link: app.linktree.com.br/catalogoteggiano Instagram: @teggianocomidadeheranca

  • Distrito Drag promove oficina de saúde LGBT com apoio da Fiocruz

    O coletivo brasiliense Distrito Drag promove a Oficina de Saúde LGBT+ nos próximos dias 20 e 21. A atividade, realizada com o apoio da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), oferece 30 vagas, sendo que 20 delas disponibilizam ajuda de custo de R$ 100 para os participantes. O período de inscrições vai até o dia 17 pelo link abre.ai/oficinasaudelgbt. No roteiro da oficina, realizada por videoconferência, estão dois eixos: a Política Nacional de Saúde Integral LGBT e a importância do Sistema Único de Saúde (SUS). A oficina representa a abertura de uma frente de eventos formativos realizados pelo Distrito Drag. “É a primeira vez que promovemos uma atividade instrutiva voltada para a saúde das pessoas da nossa comunidade, a comunidade LGBT+”, destaca o integrante do coletivo Erivan Hilário, intérprete da drag queen Ruth Venceremos. Para o Distrito Drag, o objetivo é oferecer informação política e científica para este conhecimento possa ser difundido dentro e fora da comunidade LGBT+. A participação de pesquisadores da Fiocruz, segundo a organização, contribui para que a atividade ganhe mais consistência e relevância social. “O apoio da Fiocruz é fundamental para entendermos os desafios que temos na implementação da Política Nacional de Saúde LGBT+”, pontua Erivan. Para as aulas da oficina, estão escalados Andrey Lemos, mestre em políticas públicas pela Fiocruz e presidente da UNALGBT, Gislei Siqueira Knierim, do Programa de Promoção Saúde, Ambiente e Trabalho da Fiocruz, Osvaldo Peralta Bonetti, pesquisador da Fiocruz, e a deputada federal Érika Kokay, Deputada Federal (PT-DF). Além deles, participam também os artistas Kelly Queen e Ruth Venceremos, do Distrito Drag, e Nathália Vasconcelos e Leonardo Luiz da Cruz Lima, do T Colletive. Serviço Oficina de Saúde LGBT+ 20 e 21 de março de 2021, das 14h às 17h30 Inscrições até 17 de março, pelo link abre.ai/oficinasaudelgbt Os inscritos que concluírem a oficina recebem certificado de participação

  • Marcelo Douglas lança o livro “Histórias de Opressão e Liberdade”

    O historiador e cientista político Marcelo Douglas acaba de concluir seu mais recente livro “Histórias de Opressão e Liberdade” (Ed. Ramalhete). Trata-se de um romance histórico contextualizado em cinco épocas distintas da humanidade, relatando importantes e decisivos momentos da história, tendo como pano de fundo a luta pela liberdade revelada pela ótica dos atores mais fracos. Marcelo Douglas, que atualmente é gestor governamental do Ministério da Economia e já publicou vários livros na área de Administração Pública, todos pela Fundação Getúlio Vargas, embarca agora nessa jornada feita de batalhas pela liberdade. Nas tramas apresentadas na forma de um romance, quase uma saga da aventura humana, tudo começou com o surgimento da propriedade privada e a fixação dos agricultores ao solo, processo que afugentou a liberdade e aprisionou o homem ao futuro, como sugere a história de Ur no primeiro capítulo. O domínio da América e a extinção em massa dos indígenas colocou a liberdade de Anahí em jogo, tragando impiedosamente milhões de vidas, exigindo uma luta pessoal extrema, narrada com emoção no segundo capítulo. Quando a escravidão negra atravessa o largo oceano e deita suas raízes no Brasil, a tragédia particular de Banta embarca junto, comprometendo a possibilidade de uma existência livre, como revela a terceira trama. No capítulo seguinte, o quarto, a impactante e horrenda história de Frank sob o nazismo escrutina de forma avassaladora o momento de maior inflexão da sociedade ocidental, que até hoje se pergunta como tudo aquilo pôde ter acontecido. Por fim, no quinto e último capítulo, os desencontros pessoais de Raul revelam as armadilhas da vida moderna, onde a liberdade sucumbe por caminhos, aflições ou estilos de vida supostamente inofensivos, imperceptíveis ou mesmo inevitáveis. As histórias do livro têm em comum os caminhos tortuosos que a busca da liberdade exige, proporciona ou descortina. Como num grande teatro da existência, dramas pessoais imaginários foram inseridos e contextualizados em momentos históricos decisivos para a humanidade, despertando o leitor para questões filosóficas atemporais e importantes, como a ética e a igualdade. São relatos de pessoas comuns – cinco vidas simples – mas que revelam de forma eloquente os grandes problemas que os homens têm enfrentado desde o início da civilização. “Histórias de Opressão e Liberdade”, de Marcelo Douglas Editora Ramalhete Livro disponível em: www.editoraramalhete.com.br ou amazon.com.br Valor sugerido: R$ 45,00

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