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  • CIEE passa a integrar o Fórum Empresas com Refugiados

    O Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE passa a integrar o Fórum Empresas com Refugiados como organização participante. A iniciativa é do ACNUR, a Agência da ONU para Refugiados, e Rede Brasil do Pacto Global. Formado por empresas e outros tipos de organizações não empresariais que apoiam a inclusão de pessoas refugiadas no mundo do trabalho, o Fórum promove a troca de experiências, ações de capacitação e boas práticas. Nos últimos anos, o CIEE tem participado ativamente de iniciativas em parceria com o ACNUR e outras organizações que desenvolvem ações de acolhidas para imigrantes e refugiados. Em uma delas, em maio, jovens venezuelanos indígenas da etnia Warao que vivem em Brasília receberam informações sobre os programas de estágio e aprendizagem, além de reflexões sobre o mundo do trabalho. Na ocasião, apesar das dificuldades naturais envolvendo a compreensão do idioma, os jovens participaram ativamente e falaram sobre suas expectativas pessoais. Eles também foram orientados sobre como se cadastrar no site do CIEE. CIEE 57 anos - Transformando vidas, construindo futuros Desde sua fundação, há 57 anos, o CIEE se dedica à capacitação profissional de estudantes por meio de programas de estágio. Em 2003, abriu uma nova frente socioassistencial com a aprendizagem. Em paralelo, mantém uma série de ações socioassistenciais voltada à promoção do conhecimento e fortalecimento de vínculos de populações prioritárias. Acompanhe o CIEE pelas mídias sociais: Facebook, Instagram, Twitter, YouTube, Tik Tok e Linkedin. www.ciee.org.br 5 FATOS QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE O CIEE 1 - É uma entidade beneficente de assistência social, de caráter filantrópico, sem fins lucrativos e não tem qualquer vinculação com os governos, Sistema S (Sesi, Sesc, Senai) ou entidades de classe. 2-Promove o acesso e a integração ao mundo do trabalho a adolescentes e jovens por meio da oferta de programas de estágio e aprendizagem. 3-É uma entidade qualificada para ministrar os encontros de capacitação socioprofissional a aprendizes. 4-É mantida por contribuições de empresas e órgãos públicos parceiros nos programas ofertados. Nada é cobrado dos jovens e adolescentes beneficiados. 5-É dirigido com um conselho composto por educadores, profissionais liberais e empresários, todos voluntários.

  • Projeto cultural seleciona artistas bancários para próximas edições

    Caminhando para sua sétima edição, o projeto Arte Fato expande sua programação para mostrar o talento artístico de bancários e bancárias. Não importa qual vertente das artes está envolvido/a, uma vez que o Arte Fato é plural. Das artes cênicas às visuais, passando pela literatura até a música, a série abrange todas elas. Comemorando 60 anos de intensa atividade em prol do bem-estar e da valorização dos/as profissionais do setor, a entidade também nutre uma estreita relação com a cena cultural do DF. Expressa com intensidade no palco do Teatro dos Bancários, um espaço cultural democrático e de portas abertas para toda a comunidade do DF. Neste espaço, por onde já passaram grandes nomes das artes nacionais, é que acontecem as gravações do Arte Fato. Agora, o palco do seu teatro abre suas cortinas para artistas bancários/as profissionais e/ou amadores. Para participar do projeto e mostrar sua arte para todo o público de Brasília, basta preencher atentamente o formulário https://bancariosdf.com.br/portal/ampliado-artefato-abre-inscricoes-para-artistas-bancarios-ate-dia-9-de-julho/. As inscrições ficam abertas até o dia 09 de julho de 2021. O Arte Fato consiste, inclusive, em uma ação objetiva de geração de renda aos trabalhadores e trabalhadoras do setor cultural do DF por meio da contratação temporária de técnicos/as, produtores/as, assistentes e comunicadores/as, além de artistas.

  • Arte sob o céu de Brasília: cliques notáveis no Parque da Cidade

    Arte e bem-estar ou bem-estar e arte. A ordem dos fatores não altera o que os olhos poderão contemplar. Na caminhada descontraída ou na corrida em busca de saúde e boa forma, o público que circula no Parque da Cidade encontrará pelo caminho 105 fotos campeãs das seis edições passadas do Festival Internacional de Fotografia Brasília Photo Show. Ao ar livre e com espaço suficiente entre os painéis que exibem as obras, a mostra inédita em sua forma e conteúdo traz ao centro da capital o olhar apurado de fotógrafos de todas as regiões do Brasil e do exterior. A coletânea poderá ser vista de 1º de julho a 26 de agosto, nas margens da pista de corrida, nos arredores da Administração do Parque e da região do pedalinho. Edu Vergara, fotógrafo idealizador e curador do Festival Internacional de Fotografia Brasília Photo Show (BPS), acredita que fotografia está cada dia mais acessível a quem aprecia essa arte. Para ele, as barreiras foram derrubadas e o conceito de galeria e museus vem sendo ressignificado. “Se novos tempos exigem quebra de paradigmas, o BPS revela aos brasilienses, e a todos que circulam por esse símbolo da nossa cidade, uma coletânea que estampa os livros do Festival, mas que jamais foi exibida conjuntamente em uma exposição. Estamos seguindo novos compassos, acessando novos caminhos e novos olhares”, pontua. Entre os trabalhos expostos na mostra estão os vencedores da edição de 2020, marcada por inúmeros desafios, mas um sucesso tanto do ponto de vista do número de fotografias recebidas, quanto na qualidade das imagens que fizeram os curadores do Festival trabalharem como nunca. O clique premiado com a capa do livro Festival Internacional de Fotografia Brasília Photo Show 2020, é claro está na exposição. “A magia está no ar, de Elayne Massaini, flerta com a liberdade, com a ousadia notável dos fotógrafos que enviaram as mais de 61 mil imagens recebidas da 1ª à 6ª edição do BPS. O público poderá admirar essa foto e todas que se destacaram com estatuetas entre as edições de 2015 e 2020”, revela Vergara. Pluralidade e patrimônio O administrador do Parque da Cidade, Silvestre Rodrigues, recebe a novidade com entusiasmo, considerando que a exposição do Festival Internacional de Fotografia reforça a pluralidade do local, que é também um palco de cortinas abertas para a arte. “Inovações, reinvenções e atividades culturais são sempre bem-vindas no Parque. Por ser uma área ampla e arborizada, podemos abraçar iniciativas com diversos formatos”, detalha. Segundo Rodrigues, o fluxo de pessoas que circulam nesse oásis da região central de Brasília teve um aumento considerável nos últimos meses, ficando entre 25 e 30 mil nos dias úteis e mais de 100 mil nos fins de semana. O BPS é um marco para a fotografia na América Latina e, ao longo das últimas edições, tem recebido trabalhos de profissionais e amadores de todos os continentes. Rodrigo Nimer, diretor executivo do BPS Group, explica que o Festival foi o primeiro passo para o desabrochar de um ecossistema da fotografia, o BPS Group. “A ideia do Festival sempre foi abrir portas para os fotógrafos e para o público. Nossa proposta, de fato, alcançou o mundo, mas fazemos questão de lembrar que ela nasceu em Brasília, ecoa a criatividade e irreverência da nossa cidade”, revela o diretor. Então, de acordo com ele, é natural que o retorno das exposições presenciais do BPS ocorra na capital. Para Nimer, expor arte no Parque da Cidade diz muito sobre o Festival e sobre as transformações vividas no mundo inteiro recentemente. “Nosso objetivo é transformar o Festival Internacional de Fotografia Brasília Photo Show em patrimônio cultural de Brasília. A coletânea exposta no Parque carrega a essência de uma fotografia sem amarras, leva a arte ao público em um local amplo, ao ar livre, onde todos possam contemplá-la” acrescenta. As inscrições para o Festival Internacional de Fotografia Brasília Photo Show 2021 estão abertas. Já pensou em ter sua foto na próxima exposição? Saiba mais no site do BPS. PROGRAME-SE EXPOSIÇÃO FESTIVAL INTERNACIONAL DE FOTOGRAFIA BPS NO PARQUE DA CIDADE Quando: de 1º de julho a 26 de agosto de 2021 Onde: margens da pista de corrida, entre os arredores da Administração do Parque da Cidade até a região do pedalinho Horário: diariamente das 6h às 21h NÚMEROS DO FESTIVAL 1ª edição (2015) 5,4 mil fotos foram inscritas, mais de 5,2 milhões de views no Facebook 2ª edição (2016) 6,4 mil fotos inscritas e mais de 8 milhões de views na rede social 3ª edição (2017) 9.050 fotos inscritas e cerca de 15 milhões de views 4ª edição (2018) 12 mil fotos inscritas e cerca de 15 milhões de views 5ª edição (2019) 13.500 fotos inscritas e cerca de 16 milhões de views 6ª edição (2020) 15.300 fotos inscritas e cerca de 16 milhões de views De 2015 a 2020 – mais de 75 milhões de views na página oficial do festival no Facebook foram registradas

  • Férias escolares na pandemia: o que fazer com os filhos em casa?

    Férias de verão sempre são sinônimo de diversão, brincadeiras e viagens. Porém, desde o surgimento da pandemia de covid-19, muito se teve de mudar na rotina delas, começando com as aulas em um modelo híbrido, à distância. E com as férias de julho chegando, muitos pais estão com a mesma dúvida: o que fazer com os filhos em casa ? Como o Distrito Federal é uma região sem praias, muitos pais acabam optando por passeios em shoppings. Mas essa seria a melhor opção para a molecada? Ylka Liberato, do Instagram @ylkaliberato, que soma mais de 600 mil seguidores, afirma que não. Mãe de duas filhas, a influencer digital já preparou vários passeios seguros para toda a família: trilhas em parques, piqueniques e até se hospedou em um hotel em frente ao Lago Paranoá. “Procuramos um lugar seguro e que estava seguindo todos os protocolos sanitários contra a covid-19. Depois, agimos como se fossemos realmente turistas, na nossa própria cidade. Saímos e exploramos pontos que normalmente não vamos. Visitamos o Museu Nacional, a Catedral, fizemos piquenique no parque. Ficamos sete dias e foi ótimo. Parecíamos que estávamos viajando realmente”, explica Ylka. Parques Uma boa opção para quem quer se divertir ao ar livre nesse período são os 52 parques ecológicos e urbanos espalhados pelo Distrito Federal, administrados pelo Instituto Brasília Ambiental (Ibram). Neles, há diferentes opções de lazer sob a sombra de árvores nativas. Em algumas unidades de conservação, há cachoeiras, piscinas para crianças e adultos, trilhas, área de piquenique e circuitos de ginástica. Outras unidades têm administração própria em parceria com a Secretaria do Meio Ambiente, como o Jardim Botânico e o Zoológico. “Uma ótima opção é a trilha ecológica do Jardim Botânico, que possui aproximadamente 5 km. Com sorte é possível avistar algum animal como Tamanduá ou Tatu. Tem também a trilha Krahô, em homenagem a um povo indígena do Tocantins e a Trilha Labiata, onde se pode apreciar diversos exemplares da orquídea Labiata, que deu nome à trilha”, explica a especialista em viagens. Uma ótima opção para a molecada antes ou depois da trilha é tomar café da manhã reforçado, também no Jardim Botânico. “Para isso é necessário fazer a reserva de mesa no restaurante Jardim Bom Demais, ali você pode tomar café da manhã ou almoçar, fazendo um maravilhoso piquenique debaixo de vários pés de eucaliptos. O cenário é lindo. A minha filha falou que o lugar parecia o parque onde o “Zé Colmeia dos desenhos” morava”, brinca Ylka. Outro lugar indicado pela especialista em viagens é o Parque Olhos D’água, na 414 Norte. O espaço também possui trilhas bem leves, ideal para crianças e uma lagoa conhecida como Lagoa do Sapo. “Não podemos esquecer do Parque da Cidade, que é o maior da América Latina. É o lugar ideal para alugar bicicletas e passear pelo parque. Umas das vantagens do Parque da cidade é que tem amplo estacionamento e várias entradas, lugares com banheiros e bebedouros, além de quiosques com frutas e água de coco”, aconselha Cidades vizinhas ao DF Caso a família queira viajar e não deseje passar pelo aeroporto, uma ótima opção é pegar a estrada. Cidades vizinhas como Pirenópolis e Chapada dos Veadeiros chamam a atenção pelas belas cachoeiras e opções de lazer com muita natureza. “A melhor opção é ir em dias de semana, onde as cidades estão mais vazias e tranquilas. Segurança e diversão na certa”, pontua Ylka. Apaixonada por viagens Em 11 anos, Ylka Liberato, visitou mais de 13 países e cerca de 100 cidades do Brasil e do mundo. Compartilha em seu perfil, com mais de 300 mil seguidores, fotos do mundo inteiro com dicas de viagens. Tornou-se referência nesse segmento. Com o crescimento do perfil, a diretora comercial possui uma equipe de colaboradores pronta para gerar conteúdo para a página. “Não dou mais conta de fazer tudo isso sozinha”, revela. Já a periodicidade de publicações é mais tranquila e a conta é tratada como um hobby - mesmo tendo um conteúdo exclusivo e de qualidade profissional. “Acabou se tornando uma forma de terapia, traz certa leveza para a minha intensa rotina de trabalho”, diz. Porém, ainda assim, Ylka possui um objetivo muito claro: mostrar que é possível conhecer novos lugares com muita ou com pouca grana, de forma a incentivar ainda mais pessoas a explorarem o Brasil e o mundo. Com tanto sucesso nas redes sociais e na carreira, pode parecer difícil conciliar o trabalho como diretora e influenciadora, mas para Ylka a tarefa é fácil: ela se considera uma pessoa múltipla, que consegue equilibrar esses diversos papéis em que está inserida. E ela ainda conta com um apoio super especial: “Minha filha de 15 me ajuda nas redes sociais, interage comigo e me dá dicas sobre novos termos utilizado", explica.

  • La Fiesta Absolutto Gastrobar traz dupla de djs neste sábado

    Sábado é dia de relaxar tomando ótimos bons Drink's e encontrar os amigos para bater um ótimo papo, ouvindo o melhor do HOUSE com os melhores djs. Neste sábado, a presença de uma dupla sem igual: - Dj Diogo Goyaz - Dj Nathana Falcão Serviço: Horário De 17:00 hs as 00:00 hs. Bilheteria - 17:00 hs as 18:00 hs entrada liberada. - Após às 18:00hs couvert de R$20,00. - Chegando até as 19:00 hs ganhe um drink. Aniversáriantes do mês + 1 acompanhante tem entrada liberada até as 20:00 hs, trazendo 10 amigos ganha um espumante. Traga seus amigos e venha comemorar. Shis QI7 Bloco c lojad 14.18.25.66 - Lago Sul, Brasília - DF, 71615-730 Siga nosso instagram https://instagram.com/lafiestaabsolutto?utm_medium=copy_link Localização: Próximo a Delegação da União Europeia no Brasil. https://maps.app.goo.gl/RvJg6DUogb5vmvnZA Ambiente todo planejado seguindo as normas sanitárias Contato (61) 98581-1580 - Davi

  • Em julho, Tico de Moraes se apresenta nas casas Cantucci Osteria, Grano & Oliva e Inforno Burger

    No mês de julho a música rola solta nas casas Cantucci Osteria, Grano & Oliva e Inforno Burger. As apresentações fazem parte do projeto Quinta do Jazz e acontecem no salão compartilhado que engloba as três casas, especializadas em culinária italiana. Os shows do guitarrista, cantor e compositor, Tico de Moraes, ocorrem nos dias 1º e 29 de julho, começam a partir das 20h e contam com um repertório variado e cheio de clássicos da música brasileira, com o melhor do Jazz e MPB. Entre os nomes homenageados, o público encontrará canções de Tom Jobim, Chico Buarque e Edu Lobo, além do pop internacional dos Beatles, Bee Gees e James Taylor. Todas as apresentações têm classificação indicativa livre e o valor do couvert é de R$10 (dez reais) por pessoa. Sobre o músico Tico de Moraes destaca-se por transitar em diferentes estilos com maestria. Bastante reconhecido, o artista já se apresentou com nomes de peso como Áurea Martins, Zé Luiz Mazziotti, Gilson Peranzetta, Fátima Guedes e Nelson Faria. Seu repertório dá destaque para suas composições, em inglês, português e espanhol, além de explorar o grande songbook do Jazz Americano, especialmente no que diz respeito às memoráveis canções compostas por Cole Porter, George e Ira Gershwin, Irving Berlin, assim como as cantadas por Ella Fitzgerald, Sarah Vaughan, Chet Baker e Harry Connick Jr., clássicos da música brasileira sempre com arranjos jazzí­sticos que priorizam a melodia e a harmonia. Durante a pandemia, Tico de Moraes se reinventou e integra o projeto Varanda Musical Itinerante, onde, ao lado dos músicos Alexander Raichenok (piano e sax) e Misael Barros (bateria) proporciona shows em áreas residenciais,para que o público possa apreciar à apresentação de seus apartamentos. Serviço Quinta do Jazz - Cantucci Osteria, Grano & Oliva e Inforno Burger Datas: 1º e 29 de julho de 2021 Horário: a partir das 20h Endereço: CLN 403, Bloco E Loja 03

  • Uma boa rede de contatos pode ser a saída para momentos de crise

    O número de empresas, no Brasil, voltou a crescer em 2019 após três anos seguidos de queda. O dado é do Cadastro Central de Empresas (Cempre), divulgado na última quinta-feira (24), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado é positivo e demonstra o interesse do país em investir em negócios. Apesar dos dados trazerem alento para o mercado, Vinícius Postai, empreendedor e CEO da MOAI, alerta para a necessidade de haver cuidados redobrados após a abertura do próprio empreendimento. “Abrir uma empresa é, de certa forma, a parte 'fácil' do negócio. O que vem depois, na verdade, requer mais atenção. É preciso saber montar uma rede sólida de contatos para que o projeto possa prosperar”, explica. Nesse ponto, o networking surge como um importante aliado para manter a vitalidade de uma empresa. A tendência tem ganhado força e, por essa razão, serviços relacionados à criação de redes de contatos surgem como novidades dentro do mercado. “Na prática, uma rede de empresários se caracteriza por um grupo de empreendedores que se conectam com um objetivo em comum. Grande parte desses espaços busca fomentar os negócios por meio dos relacionamentos empresariais. A ideia é justamente desenvolver os profissionais rumo à liderança e solucionar desafios complexos em equipe”, informa Postai. Kaká Bessa, dona da Agência KABE, sócia da Influenza Produções e do Primo Pobre Bar teve a oportunidade de compartilhar as suas experiências por meio do networking, promovido pela MOAI, em Brasília. A ideia surgiu a partir de um parceiro de negócio que a convidou para o ecossistema. Por meio do convite, foi possível reinventar o olhar empresarial ao mesmo tempo em que houve a descoberta de novas alternativas de sobrevivência durante a pandemia. "Mudou nossa forma de ver o negócio e de analisar que, até mesmo perfis de empresas totalmente diferentes da nossa, podem nos ensinar e agregar. Além disso, compreendemos que não é possível alcançar sucesso sem cutucar feridas. É importante a reflexão sobre assuntos relevantes e complexos da sua empresa. Ouvir a opinião de cada um empresário (que tem vivências, segmentos, dificuldades e histórias diferentes) acrescenta demais”, informa Kaká. Aspectos como gestão de equipe, estratégia de vendas, quesitos relacionados a contabilidade e direito são assuntos que tendem a fazer parte do dia a dia de um espaço destinado apenas à troca de contatos. Por meio do ambiente, é possível expandir relacionamentos corporativos e colocar em prática novos projetos dentro de uma área específica de atuação. Leonardo Figueiredo, fundador da H&CARE, responsável por representar e distribuir dez multinacionais do segmento da saúde para as regiões Centro Oeste e Nordeste por meio da sede em Brasília e filial em Recife, também conseguiu enxergar a importância de se agregar a este círculo de empreendedorismo. "Todo empresário deveria fazer parte de um ecossistema. Além de conseguir se conectar com produtos e serviços complementares, há um universo de potenciais clientes que pode ser explorado. Tive a experiência de conhecer novos parceiros de negócios. Isso abriu a minha mente para outros segmentos de atividade", comenta o empresário. Olhando para o âmbito mais comercial, Rodrigo Gianesini, sócio e diretor de operações na Cidadania4u, empresa que visa desburocratizar o processo de reconhecimento da cidadania europeia, procurou o suporte da rede de empresários no início do negócio, quando ainda existiam dúvidas relacionadas aos processos empresariais que, na época, ainda não tinha sido vivenciado. "Foi muito bom saber que diversos empresários, dos mais variados ramos, também já passaram por esse processo e estavam dispostos a nos ajudar. Recebemos diversas dicas, desde estratégias de vendas até insights dentro do grupo. Criamos setores novos e melhoramos processos internos, o que nos auxiliou no crescimento exponencial", lembra. Para Gianesini, a possibilidade do networking é interessante por ser uma via de mão dupla: permitir ajudar e, igualmente, ser ajudado. O profissional destaca que, muitas vezes, as pessoas falam de algum problema e, por meio do contato com outros profissionais, é possível receber respostas para auxiliar em problemas que, às vezes, não estavam tão evidentes. SERVIÇO: MOAI - Disruptive Ideas Telefone: (61) 98438 1366 ou (61) 3546-7509 E-mail: contato@mmoai.com.br Endereço: Impacthub Brasilia - SGAN 601, Lote H - Asa Norte, Brasília (DF) Site: mmoai.com.br/contato Instagram: instagram.com/moaibrasil Facebook: facebook.com/moaibrasil

  • Conheça o Pepo, novo mercado focado em orgânicos, queijos e vinhos no Guará

    Praticidade, qualidade, experiência de compra e ousadia para empreender em plena pandemia. Esse é o Pepo, o mais novo supermercado brasiliense que abre as portas a partir de 6 de julho de 2021. Após 10 meses de negociações, investimento, planejamento e estruturação, os empresários Fabian Ribeiro, Ênia Santana e Flávio Oliveira presenteiam os moradores do Guará com uma nova e inédita opção de compras em sua região, localizada na Área Especial 4, loja 15, embaixo do Residencial Olympique, no Guará II. Ao contrário do modelo comum e já existente de mercados menores, o Pepo apresenta uma proposta diferente e um case que tem ganhado bastante aderência em países como Estados Unidos e Austrália, com foco no hortifruti, com uma grande oferta de frutas, verduras e legumes orgânicos. Outro ponto bastante importante é a ideia de fomentar a economia local, dando preferência a fornecedores do Distrito Federal e entorno, especialmente, aos pequenos produtores. “O Pepo foi pensado nos mínimos detalhes para os moradores do Guará. Percebemos que aquela região é carente de um supermercado mais prático e rápido, principalmente depois da pandemia, que em diversas análises de mercado e consumo, vimos que as pessoas estão dando preferências para estabelecimentos de compras menores, para adquirir seus produtos mais rápido, sem aglomeração e com opções condizentes ao seu gosto e estilo de vida”, explica a sócia, Ênia Santana. O novo comportamento do consumidor A partir de uma análise que aponta o aumento do consumo de alimentos orgânicos pelos brasileiros, que enxergaram relação ao valor agregado à sua busca por mais saúde, os empresários enxergaram uma oportunidade de investimentos, principalmente durante a pandemia, visto que, as exigências e a procura pelos quesitos citados, cresceram ainda mais. “Estruturamos o Pepo para conseguir atender todos os setores, desde o hortifruti, produtos de necessidade básica, a itens mais refinados como os queijos e vinhos, por isso nossa missão é oferecer a praticidade, qualidade e segurança aos clientes, e, por fim, fidelizá-los.", explica Fabian Ribeiro. Design exclusivo O design do estabelecimento foi feito pelos arquitetos Gabriel Alves e Felipe Lacerda, da SCH Arquitetura, do Rio de Janeiro, especialistas em projetos arquitetônicos voltados para mercados, com trabalhos já realizados para a La Fruteria, Supermercado Zona Sul, Grupo Paineiras, entre outras. Ao todo, o Pepo ocupa um espaço de 180m² e contará com um mix de aproximadamente 2.800 itens, como queijos, vinhos, hortifruti, utilidades, higiene pessoal e bebidas diversas de vinhos, whisky, espumantes, entre outros. A inauguração do espaço conta com a degustação de alguns produtos que serão comercializados pelo mercado, como: queijos, vinhos, frutas e congelados. “Quando desenvolvemos o projeto, tivemos como ideia dar foco principal nas frutas, verduras e legumes, visto que casaria muito bem com a proposta do Pepo, que é de valorizar estes produtos. Para isso, construímos todo um conceito desde a distribuição dos setores, ambiência, iluminação e definição de fluxos para que o cliente pudesse ter uma percepção imediata de tudo o que o mercado tem a oferecer e ser o mais atraente possível”, explica o arquiteto, Gabriel Alves. Brasília = oportunidades de negócios Apesar de precisar de constantes melhorias, Brasília se destaca entre as cidades brasileiras. Desde 2014, a empresa de consultoria Urban Systems realiza estudos para identificar as 100 melhores cidades para fazer negócios no Brasil. São levados em consideração fatores sociodemográficos, econômicos, financeiros, de transporte, infraestrutura e serviços. A última publicação, de 2019, colocou o DF em 16º lugar geral. Quando o assunto é infraestrutura, a capital federal aparece em 4º, ficando atrás apenas de São Paulo, Campinas e Guarulhos. A colocação é melhor do que em 2018, quando Brasília aparecia em 5º lugar. Serviço Pepo - A sua conveniência Inauguração: 6 de julho de 2021; Endereço: Área Especial 4, loja 15, embaixo do Residencial Olympique, no Guará II Horário de funcionamento: Todos os dias das 7h às 22h Delivery: iFood, Uber Eats, Rappi e entregador da casa Para mais informações: @mercadopepo

  • Durante as férias, aumenta a atenção com as micoses em ambientes úmidos

    As micoses, infecções causadas por fungos, podem ocorrer tanto na pele, unhas e cabelos, além de outras partes do corpo. O contato com superfícies úmidas e com altas temperaturas, como banheiros, praias, piscinas e saunas, é mais comum durante as férias, sendo esses locais associados ao aparecimento de micoses. As infecções por fungos são mais comumente localizadas nas unhas, em áreas de dobras da pele, assim como nas virilhas, axilas e entre os dedos. Existem também as micoses do couro cabeludo, porém acometem mais as crianças. Para a médica dermatologista Wanessa Simão, o período das férias é mais propício para o fungo se desenvolver, visto que as pessoas frequentam mais os ambientes quentes e úmidos. Por isso, saunas e banheiros de academia precisam ter uma atenção redobrada. É importante a utilização de sandálias nesses locais para prevenir as infecções fúngicas. Sendo que, as áreas do corpo mais acometidas são a região de dobras da pele, devido ao acúmulo de umidade nestes locais. “As unhas dos pés também são afetadas devido ao seu crescimento mais lento, o que facilita a proliferação dos fungos. Pessoas com baixa imunidade também são mais suscetíveis a adquirir as infecções fúngicas”, destaca a dermatologista e salienta, ainda, que animais também podem ser portadores dos fungos, como os gatos e cachorros. Para o tratamento, é necessário avaliação de um especialista e nos casos mais leves o tratamento consiste no uso de antifúngicos tópicos por cerca de 3 a 4 semanas. Já nas micoses mais extensas pode ser necessário associar antifúngicos por via oral, como o itraconazol, fluconazol ou terbinafina. “As micoses de unha são mais difíceis de serem erradicadas, necessitando do uso combinado de medicações por via oral e tópica por um período entre 3 e 6 meses. Uma alternativa interessante para o paciente que não pode tomar muitas medicações por via oral é o uso do laser para tratamento das micoses de unha”, orienta. Conheça os sintomas mais comuns: · Coceira; · Pele descamativa; · Frieira: lesão na pele que descama e coça, geralmente nos pés, entre os dedos; · Impigem: lesão arredondada, com bordas levemente avermelhada que coçam e descamam. Prevenção · Ter bons cuidados de higiene; · Manter o corpo limpo e seco; · Evitar andar descalço em pisos úmidos ou públicos. · Utilizar roupa de algodão que permita a pele respirar. Serviço: Derma Prime – Dermatologia e Otorrinolaringologia www.clinicadermaprime.com.br/

  • Fios de sustentação estimulam colágeno e retardam envelhecimento

    Com o tempo o nosso corpo diminui a produção de colágeno, assim, acontece a perda da firmeza da pele. Linhas de expressão, rugas, o famoso “bigode chinês” e ainda as “linhas de marionete”. Os fios de sustentação de Polidioxanona – PDO, são bioestimuladores de colágeno, responsáveis pelo retardo do envelhecimento. Com duração de até 2 anos, são aplicados em todo o rosto, ainda 100% absorvíveis pelo organismo, promovendo um efeito lifiting, melhorando a aparência e sustentação da pele. Indicado para homens e mulheres com avaliação prévia. “A aplicação é feita em consultório, normalmente sem anestesia, com agulhas especiais com o fio. É feita a análise da área de aplicação, de acordo com a necessidade do paciente. É indicado que não esfregue ou pressione e região onde os fios foram aplicados evite também tomar sol nos primeiros dias”, explica o biomédico esteta Dr. José Henrique Santos. Para acompanhar no Instagram @dr.josehenriquesantos

  • Pizza Cesar celebra o Dia da Pizza com novo sabor e borda grátis

    A Pizza Cesar – uma das marcas de maior tradição e referência em Brasília, com uma história de mais de 20 anos no quadradinho - traz diversas ofertas para celebrar o Dia da Pizza, comemorado no dia 10 de julho. Popular entre os brasileiros, o prato italiano é um sucesso por aqui. E para deliciar e exaltar essa iguaria que deixa qualquer um com água na boca, a partir do dia 5 de julho, a Pizza Cesar oferece borda grátis em todos os pedidos de pizza, durante uma semana. Mas para festejar ainda mais a redonda, a borda de quatro queijos – lançamento da pizzaria - também estará disponível gratuitamente, durante todo o mês de julho, para quem for saborear um dos mais de 72 sabores entre clássicos e autorais que fazem parte do menu da casa. Ainda como parte da celebração, a pizzaria lança um novo sabor, no dia 8 de julho, que promete encantar mais ainda os brasilienses. É a Pizza Tartufata: molho de tomate pelatti, muçarela, linguiça debulhada, salsa trufada, fondue e pecorino e tomate cereja (a partir R$ 82,91). Pizza Cesar Horário de funcionamento: Delivery: todos os dias, das 17h às 23h30 Rodízio: de terça a domingo, das 18h às 23h (exceto unidade do Gama, que funciona todos os dias a partir das 17h) Endereços nas redes sociais: @pizza_cesar Pedidos pelo iFood.

  • Festival Desenho Vivo começa dia 07/07 no CCBB

    Tudo o que há construído no mundo um dia foi um desenho – virtual ou físico. A arte de desenhar está intimamente ligada à experiência humana na Terra, desde tempos imemoriais, quando, ainda na Idade da Pedra Lascada, nossos antepassados primitivos registraram nas paredes das cavernas um pouco de seu cotidiano, provando que possuíam capacidade simbólica, intelectual e artística semelhante à do homem atual. O desenho oferece instrumentos para o ser humano fazer, pensar, fabular, projetar e habitar mundos possíveis. Entretanto, não há ainda um saber constituído a respeito do desenho. É para ocupar essa lacuna que o Centro Cultural Banco do Brasil apresenta o FESTIVAL DESENHO VIVO, que durante todo o mês de julho vai explorar o universo do desenho, com oficinas, webinário, mostra de animação e shows musicais. Todas as atividades são gratuitas. De 7 de julho a 1º de agosto, os jardins do CCBB Brasília serão transformados em verdadeiros ateliês que prometem aprofundar o conhecimento de crianças e adultos em vários segmentos que perpassam a arte do desenho. E através do canal do Banco do Brasil no YouTube e no canal do próprio Festival Desenho Vivo, será possível acompanhar um webinário que conta com a participação de grandes nomes do universo da arte no Brasil e no mundo, além do show musical "Sob o Céu Nordestino", que fará homenagem à musica e à poesia do nordeste, com apresentação ao vivo de músicos e desenhistas. Logo na noite de abertura, o festival contará com a participação do curador venezuelano Luis Pérez-Oramas, escritor, poeta e PhD em História da Arte pela École des Hautes Études en Sciences Sociales, em Paris. Nome de ponta do ambiente artístico mundial contemporâneo, Pérez-Oramas já atuou como curador da Bienal Internacional de São Paulo e foi, durante 12 anos, curador de arte latino-americana para o MoMA em Nova York. O FESTIVAL DESENHO VIVO foi concebido e tem curadoria de Gregório Soares Rodrigues, coordenação de criação de Carol Nogueira e produção executiva de Juana Miranda. Realização do Centro Cultural Banco do Brasil e patrocínio do Banco do Brasil. O FESTIVAL "Não há uma maneira de se fazer um desenho - há apenas o desenhar". Foi assim, parafraseando o artista norte-americano Richard Serra, que surgiu a ideia de um festival para congregar a grande diversidade de saberes que envolve o desenho (ou a arte de desenhar) e os indivíduos que desenham. Quem, o que, onde, como e por que se desenhou e se desenha tanto? De onde vem essa capacidade de persistir no tempo, de se fazer presente, de sobrevivência mesmo do desenho em tantos e diversos corpos, meios e contextos? Estas e outras questões serão abordadas por artistas, estudiosos, curadores durante as diversas atividades do festival e depois farão parte de um catálogo, a ser lançado no encerramento, com um registro dos textos e imagens produzidos desta arte tão difundida e ao mesmo tempo tão pouco discutida. O FESTIVAL DESENHO VIVO tem caráter multidisciplinar, deseja promover o encontro de artistas, professores, curadores e especialistas em um momento de reflexão sobre o desenho, buscando traçar um panorama do desenho contemporâneo no Brasil e no mundo. A intenção é ampliar ao máximo o alcance das expressões do desenho, abrigando, além de artistas, estudantes e interessados em geral, segmentos específicos contemplados na programação, como arquitetos, designers, animadores, quadrinistas, ilustradores, educadores e amadores. As atividades serão divididas entre um webinário (termo usado para designar um seminário realizado de forma virtual), desenhotecas, ateliês livres, ateliês infanto-juvenis, oficinas, debates sobre animação, mostra de animação e shows musicais. Para o webinário foram convidados, como curadores, nomes como a doutora em Letras e professora da PUC/RJ Ana Kiffer, a artista, educadora e curadora Stella Barbieri, o doutor em História e Teoria das Artes Visuais Átila Regiani, a curadora e pesquisadora de arte indígena Naine Terena, e a doutora em História da Arte Maria do Carmo Couto da Silva, dentre outros. Para os ateliês – em que o artista poderá expor para o público seu percurso e suas estratégias práticas – foram chamados artistas de diferentes vertentes, como o premiado escritor e ilustrador Roger Mello, o artista plástico e quadrinista Lucas Gehre, a artista visual e artista educadora Raísa Curty e muitos outros. Haverá ainda oficinas de desenho, ministradas pelo desenhista, pintor e animador Renato Moll. Será necessário fazer inscrição prévia. As inscrições podem ser feitas a partir das 9h de cada segunda-feira, no site do Eventim, e cada CPF poderá retirar até 4 ingressos – caso haja desistência, as vagas serão disponibilizadas para o público espontâneo. No entanto, as desenhotecas, que estão distribuídas ao longo de toda a programação, serão realizadas nas manhãs e tardes dos dias úteis, a cada meia hora, sem haver necessidade de reserva de ingressos. Já para o show musical “Sob o céu nordestino” será necessário reservar os ingressos no site do Eventim. A apresentação reunirá o cantor e compositor Túlio Borges e o Quinteto da Paraíba, no dia 18, às 19h, no Teatro do CCBB Brasília, e também poderá ser acompanhada pelo Youtube Banco do Brasil. A programação musical abrange ainda as apresentações “Traços e sons”, que ocorrerão nos jardins CCBB Brasília, com o som do DJ Stênio Alves. Ao longo das quatro semanas de festival, será realizada também uma mostra de animação online, com exibição de filmes e debates de jovens artistas nacionais, com curadoria da artista Taís Koshino. Segundo revela o curador do festival, o artista e professor do Departamento de Artes Visuais do Instituto de Artes da Universidade de Brasília, Gregório Soares, a escolha da capital brasileira como sede de um evento com características tão pioneiras não foi aleatória. “Brasília tem uma vocação natural para acolher a iniciativa de um festival dessa natureza, devido a sua dimensão projetiva, desenhada, e ao fato de que convivemos com esses desenhos da arquitetura, da cidade e da paisagem de forma tão viva em nosso cotidiano, que formou o nosso imaginário visual”, afirma. “Ou seja, Brasília nos convida a todo instante a imaginar novos desenhos para compor seu horizonte. Em minha cabeça sempre ressoa um lema: Brasília é a capital do desenho!” CURADORIA - Gregório Soares Rodrigues é artista, curador e professor do Departamento de Artes Visuais da Universidade de Brasília. É Mestre em Poéticas Contemporâneas pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da UnB e atualmente realiza doutorado no mesmo programa. Participa de exposições coletivas, prêmios e salões desde 2007. Em 2012, foi finalista do prêmio EDP nas Artes do Instituto Tomie Ohtake e integrou o Programa Educativo da 30ª Bienal de São Paulo. Entre 2017 e 2018, atuou no Conselho Curatorial da Casa da Cultura da América Latina - UnB. Entre 2019 e 2020, coordenou o programa das Casas Universitárias de Cultura da UnB. Em 2016, realizou a exposição Geografia do Atopos, na Alfinete Galeria, com o prêmio do Fundo de Apoio à Cultura - FAC/BRASÍLIA, em Brasília. PROGRAMAÇÃO semana 1 QUARTA-FEIRA, 07/07 19h – webinário - lançamento com Luis-Pérez Oramas - YouTube Banco do Brasil QUINTA-FEIRA, 08/07 10h às 13h e 14h às 17h - desenhoteca - jardins CCBB Brasília 17h - ateliê online - Oficina de Práticas de Desenho Livre, com Renato Moll - YouTube Festival Desenho Vivo SEXTA-FEIRA, 09/07 10h às 13h e 14h às 17h – desenhoteca - jardins CCBB Brasília 19h - debate mostra animação - YouTube Banco do Brasil SÁBADO, 10/07 10h - ateliê infanto-juvenil – O papel como questão, com Letícia Miranda - jardins CCBB Brasília 10h - ateliê infanto-juvenil - ateliê Desenho coletivo – Organismo vivo, com João Leite - jardins CCBB Brasília 15h – ateliê - Desenho botânico, com Tauan Gon - jardins CCBB Brasília 16h – ateliê - A imagem de si é imagem em crise – retrato, com Julio Lapagesse - jardins CCBB Brasília 17h – ateliê - Gente viva move desenho – modelo vivo, com Diana Salu - jardins CCBB Brasília 19h - projeção mostra animação – Cinema do CCBB Brasília DOMINGO, 11/07 10h - ateliê infanto-juvenil - ateliê “Oficina de DesenhErro”, com Letícia Reis - jardins CCBB Brasília 10h - ateliê infanto-juvenil – Imagens da Natureza, com Mariana Kirschner - jardins CCBB Brasília 15h – ateliê - Desenho botânico, com Tauan Gon - jardins CCBB Brasília 16h – ateliê - A imagem de si é imagem em crise – retrato, com Julio Lapagesse - jardins CCBB Brasília 17h - apresentação musical - Traços e sons, com DJ Stênio Alves - jardins CCBB Brasília semana 2 TERÇA-FEIRA, 13/07 19h – webinário - Processos corpóreos: riscar, habitar, pousar, com Ana Kiffer - YouTube Banco do Brasil QUINTA-FEIRA, 15/07 10h às 13h e 14h às 17h - desenhoteca - jardins CCBB Brasília 17h - ateliê online - Oficina Práticas de Desenho Livre, com Renato Moll - YouTube Festival Desenho Vivo 19h – webinário - Desenho e cidade, com Átila Regiani - YouTube Festival Desenho Vivo SEXTA-FEIRA, 16/07 10h às 13h e 14h às 17h - desenhoteca - jardins CCBB Brasília 19h - debate mostra animação - YouTube Banco do Brasil SÁBADO, 17/07 10h - ateliê infanto-juvenil - Ateliê Desenho coletivo – Organismo Vivo, com João Leite - jardins CCBB Brasília 10h - ateliê infanto-juvenil - Ateliê Imagens da Natureza, com Mariana Kirschner - jardins CCBB Brasília 15h – ateliê - Ilustração, com Roger Mello - jardins CCBB Brasília 16h – ateliê - Desenho no espaço – desenho de arquitetura, com Cícero Castro - jardins CCBB Brasília 17h – ateliê - Gente viva move desenho – modelo vivo, com Diana Salu - jardins CCBB Brasília 19h - projeção mostra animação - jardins CCBB Brasília DOMINGO, 18/07 10h - ateliê infanto-juvenil - Ateliê “Oficina de DeseErro”, com Letícia Reis - jardins CCBB Brasília 10h - ateliê infanto-juvenil - Ateliê Imagens da Natureza, com Mariana Kirschner - jardins CCBB Brasília 15h – ateliê - ilustração, com Roger Mello - jardins CCBB Brasília 16h – ateliê - Desenho como escrita do espaço, com Luciana Paiva - desenho expandido - jardins CCBB Brasília 19h - apresentação musical – Sob o céu nordestino, com Túlio Borges e Quinteto da Paraíba – Teatro CCBB Brasília e Youtube Banco do Brasil semana 3 QUARTA-FEIRA, 21/07 19h – webinário - Perspectivas indígenas, com Naine Terena - YouTube Banco do Brasil QUINTA-FEIRA, 22/07 10h às 13h e 14h às 17h - desenhoteca - jardins CCBB Brasília 17h - ateliê online - Oficina de Práticas de Desenho Livre, com Renato Moll - YouTube Festival Desenho Vivo 19h - webinário Desenho e herança afro-brasileira, com Maria do Carmo - YouTube Banco do Brasil SEXTA-FEIRA, 23/07 10h às 13h e 14h às 17h - desenhoteca - jardins CCBB Brasília 19h - debate mostra animação - YouTube Banco do Brasil SÁBADO, 24/07 10h - ateliê infanto-juvenil - Ateliê Desenho coletivo – Organismo vivo, com João Leite - jardins CCBB Brasília 10h - ateliê infanto-juvenil – O papel como questão, com Letícia Miranda - jardins CCBB Brasília 15h – ateliê - Oficina básica de quadrinhos, com Lucas Gehre - jardins CCBB Brasília 16h – ateliê - Entre marcas e apagamentos, acúmulos e movimentos, com Rodrigo Cruz - matéria e desenho - jardins CCBB Brasília 17h – ateliê - Gente viva move desenho, com Diana Salu - modelo vivo - jardins CCBB Brasília 19h - projeção mostra animação - jardins CCBB Brasília DOMINGO, 25/07 10h - ateliê infanto-juvenil - Ateliê Imagens da Natureza, com Mariana Kirschner - jardins CCBB Brasília 10h - ateliê infanto-juvenil - Ateliê “Oficina de DesenhErro”, com Letícia Reis - jardins CCBB Brasília 15h – ateliê - Entre contornos e formas, com Matias Mesquita – paisagem - jardins CCBB Brasília 16h – ateliê - Desenho como escrita do espaço, com Luciana Paiva – desenho expandido - jardins CCBB Brasília 17h - apresentação musical - Traços e sons, com DJ Stênio Alves - jardins CCBB Brasília semana 4 QUARTA-FEIRA, 28/07 19h – webinário - Tá na linha?, com Andrés Sandoval - YouTube Festival Desenho Vivo QUINTA-FEIRA, 29/07 10h às 13h e 14h às 17h – desenhoteca - jardins CCBB Brasília 17h - ateliê online - Oficina de Práticas de Desenho Livre, com Renato Moll - YouTube Festival Desenho Vivo 19h – webinário - Casa como desenho, desenho como casa, com Stella Barbieri e Fernando Vilela - YouTube Banco do Brasil SEXTA-FEIRA, 30/07 10h às 13h e 14h às 17h – desenhoteca - jardins CCBB Brasília 19h - debate mostra animação - YouTube Banco do Brasil SÁBADO, 31/07 10h - ateliê infanto-juvenil – O papel como questão, com Letícia Miranda - jardins CCBB Brasília 10h - ateliê infanto-juvenil - Ateliê Desenho coletivo – Organismo Vivo, com João Leite - jardins CCBB Brasília 15h – ateliê - Entre contornos e formas, com Matias Mesquita paisagem – jardins CCBB Brasília 16h – ateliê - Búzio, kawri, concha: composições negras, com Nina Barreto – memória, desenho e escrita - jardins CCBB Brasília 17h – ateliê - Gente viva move desenho, com Diana Salu – modelo vivo - jardins CCBB Brasília 19h - projeção mostra animação - jardins CCBB Brasília DOMINGO, 1º/08 10h - ateliê infanto-juvenil – O papel como questão, com Letícia Miranda - jardins CCBB Brasília 10h - ateliê infanto-juvenil - Ateliê Imagens da Natureza, com Mariana Kirschner - jardins CCBB Brasília 15h – ateliê - Abstrato como gesto, com Letícia Miranda - colagem - jardins CCBB Brasília 16h – ateliê - Deslocamentos em risco - com Raísa Curty – performance - jardins CCBB Brasília 17h - apresentação musical - Traços e sons, com DJ Stênio Alves - jardins CCBB Brasília semana 5 agosto (data a definir) lançamento do catálogo WEBINÁRIO LANÇAMENTO – PALESTRA DE LUIS PÉREZ-ORAMAS Nascido em 1960, em Caracas, é um poeta venezuelano, radicado nos Estados Unidos, historiador da arte e curador. É autor de oito livros de poesia, quatro reminiscências de ensaios, bem como de numerosos catálogos de exposições de arte. Escreveu para jornais nacionais na Venezuela (El Nacional e El Universal), bem como para várias revistas literárias e de arte na América Latina e na Europa. Lecionou História da Arte na Universidade de Rennes 2-Alta Bretanha, na Ecole Supérieure de Beaux Arts em Nantes e no Instituto Superior de Estudos Universitários em Artes Plásticas Armando Reverón, Caracas. Também deu aulas no Programa de Mestrado em Arquitetura de Museus e Museologia na Faculdade de Arquitetura da Universidade Central da Venezuela. Foi membro do Grupo Guaire, na Venezuela, e participou do Taller Calicanto sob a direção da poetisa venezuelana Antonia Palacios. Organizou inúmeras exposições de arte na Venezuela, Brasil, Europa e Estados Unidos. Em 2011, como Diretor Curatorial da XXXª Bienal de São Paulo, organizou sob o título “A Iminência das Poéticas”, edição extremamente bem recebida nacional e internacionalmente. Trabalhou como curador no Museu de Arte Moderna de Nova York desde 2003, onde ocupou o cargo de curador de arte latino-americana entre 2006 e 2017. Atualmente mora e trabalha em Nova York como curador independente, consultor de arte e escritor. · NÚCLEO - PROCESSOS CORPÓREOS: RISCAR, HABITAR, POUSAR Curadoria: Ana Kiffer Curadoria assistente: Ariana Nuala Convidados: Clara Moreira (PE), Kammal João (RJ), biarritzzz (PE), Kulumym-Açu (CE), Iagor Peres (PE/RJ) e Yhuri Cruz (RJ). ANA KIFFER - Escritora, colunista da Revista Pessoa, com três livros de poemas publicados: A punhalada (7Letras), Tiráspola e Desaparecimentos (Garupa) e Todo Mar (Urutau). É pesquisadora do corpo e professora no Programa de Pós-Graduação em Literatura, Cultura e Contemporaneidade da PUC-Rio desde 2005 e, mais recentemente, no Programa em Estudos Contemporâneos das Artes (UFF). Curadora convidada da 34ª Bienal de São Paulo – 2021, para a qual projetou a exposição Corte/Relação com os arquivos de Antonin Artaud e Edouard Glissant. Foi curadora da exposição Cadernos do Corpo (CCJF – 2016). Com uma longa pesquisa sobre cadernos de escritores e artistas, publicou vários textos e artigos sobre o tema. É autora de inúmeros artigos e livros sobre corpo e escrita, afetos e política, o mais recente, com Gabriel Giorgi, Ódios Políticos e Política do Ódio, (Bazar do Tempo, 2019). ARIANA NUALA – Educadora, pesquisadora e curadora. Formada em Licenciatura em Artes Visuais pela Universidade Federal de Pernambuco (2017), atuou na Coordenação do Educativo no Museu Murillo La Greca (2018 - 2020) e atualmente é assistente de curadoria do Instituto Oficina Francisco Brennand. Coordena como projeto independente a Plataforma e Residência Práticas Desviantes, e também é integrante e curadora dos coletivos CARNI (@carnicoletivo) e do Trovoa (@trovoa__). Combina estratégias que começam no corpo e se condensam em escrita e imagem. O exercício na curadoria é confluência artística e educativa, uma necessidade que tange seu caminhar. Em 2019, participou como residente do Valongo Festival e foi curadora da mostra Estratégias para o Contorno no XI ÚNICO pelo SESC PE. · NÚCLEO - CIDADE/CIUDAD Curadoria: Atila Regiani Convidados: Cecila Vilca, Natalia de la Rosa, Franklin Lacerda e Rebeca Borges ÁTILA REGIANI - Curador independente e professor no curso de Teoria Crítica e História da Arte na UnB. Tem doutorado em História e Teoria das Artes Visuais (2017) na mesma universidade. Dentre suas curadorias mais significativas destaca ‘Práticas de Notação do Tempo’ (DeCurators, Brasília, 2018), ‘Manual de Sobrevivência das Breves Utopias’ (Galeria CAL, Brasília, 2017), ‘ENTRE’ (Galeria CAL, Brasília, 2017), ‘Geografia do Athopos’ (Galeria Alfinete, Brasília, 2016), ‘Made Up Memories Corp’ (Galeria Espaço Piloto, Brasília, 2013), ‘Lembranças Inventadas’ (Galeria SESC, Crato, 2012), ‘Obra Inventário’ (Espaço Cultural Marcantonio Vilaça, Brasília, 2010); ‘1277 Minutos de Arte Efêmera’ (CONIC, Brasília, 2010); ‘Play-Replay’ (Espaço Cultural Marcantonio Vilaça, Brasília, 2008). NATALIA DE LA ROSA – Doutora em História da Arte pela Universidad Nacional Autónoma de México. Seus interesses percorrem a arte moderna e contemporânea no México, o muralismo, a arte pública e a teoría da vanguarda e pós-vanguarda artística na América Latina, assim como os vínculos entre arte, política e economia. Curadora da coleção do Museu de Arte Moderna entre 2014-2016. Recebeu o premio Cátedra William Bullock (2017), assim como o Patronato Arte Contemporáneo (2019-2020) com o projeto “Museo Comunitario y Club de Lectura de Sierra Hermosa”. · NÚCLEO - (A) AQUELAS QUE SABEM DEMAIS Curadoria: Naine Terena Convidados: Paty Wolf (MT) e Natú (SP) NAINE TERENA - Doutora em educação, mestre em artes, graduada em comunicação social. Docente no ensino superior, atua na especialização em Gestão e Políticas Culturais no Instituto Itaú Cultural. Através da Oráculo Comunicação, Educação e Cultura trabalha no desenvolvimento de projetos sócio/culturais/educativos, palestras e oficinas. Realizou estágio pós-doutoral na UFMT e UNemat, pesquisando o uso das tecnologias na educação. É artista educadora/curadora, uma das organizadoras do livro Povos indígenas no Brasil: Perspectivas no fortalecimento de lutas e combate ao preconceito por meio do audiovisual, publicado em 2018 e do Dossiê Educação escolar indígena (Revista Abatirá/2020). Em 2019 foi uma das cinco finalistas do Jane Lombard Prize for Art and Social Justice, oferecido pelo Vera List Center for Art and Politics, de Nova York (EUA) e agraciada em 2020/2021 como Mestre da Cultura de Mato Grosso. PATY WOLFF - Multiartista, suas criações transitam entre pintura, mural, desenho, ilustração, escultura, cerâmica, escrita e literatura. Vive e trabalha atualmente em Cuiabá (MT). Pesquisa a decolonização da representação e do olhar sobre corpos negros em diáspora africana e povos indígenas brasileiros. Integrou diversas exposições coletivas, dentre elas: “Experimental” Galeria do Sesc Arsenal (2019) e “Natureza: Substantivo Feminino”, Museu de Arte de Mato Grosso - MAMT, (2016). NATU (NATHALIA VIEIRA DA SILVA) - Moradora do Catiapoã/São Vicente, nascida em Santos e cabocla graças ao sertão que carrega nas veias e tem como inspiração sua ancestralidade indígena. Pós-graduada em Gestão Cultural, é Produtora e Artista Residente do Corpas à Mostra: Residência artística LGBTQIA+ Kalunga e do Laboratório de dança: corpo e memória em Gohayó. Em 2020, lançou o curta "Incomensuráveis: uma contra-encenação", que conta uma outra versão da retratada nas Encenações da Vila de São Vicente, a des natives que resistiram à colonização das suas terras, crenças e sexualidades dissidentes à norma cristã, o curta já foi exibido na Mostra Indígena da UFscar e no FAFAN (Festival de Artes Fanchas). Licenciada em Geografia e mestranda em Geografia Física na Universidade de São Paulo, é professora da rede pública de Santos. · NÚCLEO - PRESENÇA, LUTAS E FORÇA IMAGINATIVA DA HERANÇA AFRO-BRASILEIRA MEDIADA PELO DESENHO Curadoria: Maria do Carmo Couto Convidados: Nelson Inocêncio, Jaime Lauriano e Aislaine Nobre MARIA DO CARMO - Maria do Carmo Couto da Silva é doutora em História da Arte pelo IFCH/Unicamp e professora adjunta do curso de Teoria, Crítica e História da Arte no Brasil e Europa (séculos XV ao XIX) do Instituto de Artes/UnB. Graduada em História pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo. Realizou pós-doutorado em História da Arte pela FAU/USP. Tem experiência em pesquisa e em docência na área de História Moderna e Contemporânea. · NÚCLEO - TÁ NA LINHA? Curadoria: Andrés Sandoval Convidados: Adalgisa Campos, Rogério Martins ANDRÉS SANDOVAL - Artista e ilustrador, mora em São Paulo, estudou arquitetura e urbanismo na Universidade de São Paulo. Desde 2003, desenvolve projetos de livros, estampas e murais. No Brasil publica seus desenhos pela Companhia das Letras e Ubu. Participou da X e XII Bienal de Arquitetura de São Paulo, da exposição Cidade Gráfica no Itaú Cultural e Linhas de Histórias no SESC Santo André, Campinas e Araraquara. Faz ilustrações da sessão esquina da revista Piauí desde a primeira edição. ROGÉRIO MARTINS - Percussionista e clarinetista, integrante da banda Hurtmold desde 2003. Também é integrante da banda Bodes e Elefantes. Junto com o baterista Ale Amaral (Bugio) compõem um duo de improvisação. ADALGISA CAMPOS - Artista visual, graduada em Arquitetura pela FAUUSP em 1993 e pós-graduada em Pesquisa Cromática pela ENSAD (Paris) em 1996. Cursou também artes visuais na Universidade de Paris VIII entre 1997 e 1998 e obteve em 2012 o mestrado em Artes pelo Instituto de Artes da UNICAMP. Desenvolve, ao longo dos últimos 20 anos, trabalhos em que o desenho constitui o eixo estrutural: obras sobre papel, desenhos digitais, animações, vídeos, performances e instalações. Participou de exposições, performances e residências no Brasil, França, Alemanha e Canadá. Dedica-se desde 1998 ao ensino de artes em diversas frentes, tendo sido diretora da Divisão de Ação Cultural e Educativa do Centro Cultural São Paulo e docente em instituições de ensino superior de artes visuais e arquitetura em São Paulo. É proprietária, juntamente com Paulo Camillo Penna, da Casateliê, espaço independente de produção, publicação, ensino e venda de arte fundado em São Paulo, em 2005, onde propõe aulas de desenho e acompanhamento de trabalho poético. · NÚCLEO - CASA COMO DESENHO, DESENHO COMO CASA Curadoria Stela Barbieri e Fernando Vilela Convidados: Fabrício Lopez, Laura Gorski, Ana Paula Oliveira STELLA BARBIERI - Artista, educadora, escritora e contadora de histórias, atualmente é diretora do Bináh Espaço de Arte um lugar de invenção, investigação, imaginação, de encontros e experiências com e a partir da arte. Foi curadora do Educativo da Bienal de Artes de São Paulo e diretora da Ação Educativa do Instituto Tomie Ohtake. É assessora de artes e de educação em diversas escolas e museus. Stela fez parte do Conselho Consultivo do PGECC – Programa Gulbenkian Educação para a Cultura e Ciência, em Lisboa, Portugal e do conselho da Pinacoteca do Estado de São Paulo. Coordenou o curso de Pós-Graduação em Museus e Instituições Culturais, do Instituto Singularidades. É autora de 28 livros infanto juvenis, além de livros e materiais educativos para educadores. Fez exposições em instituições culturais em São Paulo, também em outras cidades do país e no exterior. FERNANDO VILELA - Artista, escritor e ilustrador de livros, designer, pesquisador e professor de arte e de livros ilustrados. Mestre em poéticas visuais pela ECA – USP, é membro fundador, com Stela Barbieri, do binah espaço de arte (@ateliebinah), que desde 2015 realiza cursos, palestras, festivais, exposições, em arte, literatura e educação. Vilela realiza exposições de arte no Brasil e exterior e possui obras em coleções, como a do Museum of Modern Art (MoMA) de Nova York, do MAM de São Paulo e da Pinacoteca do Estado de São Paulo. Participou de diversas exposições coletivas no Brasil e no exterior. Recebeu o Prêmio FUNARTE Arte Contemporânea em 2011. Tem 25 livros ilustrados publicados em 11 países, com destaque para Lampião & Lancelote (Pequena Zahar), que recebeu dois prêmios Jabuti e um prêmio na Feira Internacional do Livro Infantil de Bolonha. Possui cinco livros no Catálogo White Ravens, da Biblioteca Internacional de Munique. FABRÍCIO LOPEZ - Mestre em poéticas visuais pela ECA – USP sob orientação de Claúdio Mubarac, é membro fundador da Associação Cultural Jatobá – AJA e do Atêlie Espaço Coringa, que entre 1998 e 2009 produziu ações coletivas como exposições, publicações, videos, aulas, intercâmbios e residências artísticas. Participou de diversas exposições coletivas no Brasil e no exterior e integrou o Encontro Panamericano de Xilogravura em Trois Riviérès, no Canadá, de residência como artista convidado do Atelier Engramme na cidade do Québec e no CRAC (Centro de Residências para Artistas Contemporâneos) em Valparaíso n

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