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  • Grupo Menos é Mais, fenômeno do pagode, está de casa nova

    O grupo Menos é Mais está de casa nova! Responsáveis por dar cara nova ao pagode, Duzão, Gustavo Goes, Paulinho Félix e Ramon Alvarenga acabam de assinar com a Abramus (Associação Brasileira de Música e Artes), que passará a administrar os direitos autorais do grupo. A associação reúne mais de 130 mil titulares, entre autores, intérpretes, músicos, editores e produtores fonográficos. Sobre a parceria com a Abramus, o percussionista Gustavo Goes comenta: “Quando a gente começou, há dez anos, o sonho era viver de música. Hoje, além de viver dela, a gente entende cada vez mais tudo o que existe por trás de uma música e a importância de cuidar bem do que a gente constrói. Estamos vivendo uma fase muito especial, criando, lançando e levando nosso som cada vez mais longe, então, chegar a Abramus nesse momento faz muito sentido pra gente. É mais um passo importante na nossa história e estamos muito felizes com o que vamos construir juntos”. Fundado em Brasília, o Menos é Mais contabiliza dez anos de estrada, bilhões de visualizações no YouTube, várias indicações a prêmios e três troféus do Prêmio Multishow. Com um repertório que abraça regravações e músicas autorais, o grupo tornou-se um fenômeno digital e musical. Apenas em seu canal no YouTube, o Menos é Mais grupo reúne mais de 5 milhões de inscritos. O vídeo campeão de audiência é o medley do “Churrasquinho do Menos é Mais”, que somou mais de 1 bilhão de visualizações e rendeu ao grupo o recorde de vídeo de pagode mais assistido do YouTube. Ao todo, o canal tem mais de 5 bilhões de visualizações. O ano de 2026 começou com mais um marco: a faixa “P do Pecado”, em parceria com a cantora Simone Mendes - que também é associada da Abramus - foi a música mais executada no Brasil em 2025 e segue conquistando o público. Em 2024, O hit “Coração Partido”, versão para o sucesso de Alejandro Saenz (considerada pelo espanhol a melhor já feita) foi a primeira música de pagode a alcançar o Top 1 dos charts do Spotify Brasil. Com turnês na Europa e nos Estados Unidos, o Menos é Mais chega a Abramus consolidado como um dos grandes nomes do pagode, tendo transformado o sonho do vocalista Duzão em uma realidade cheia de ritmo, talento, sucessos e alegria. Sobre a ABRAMUS A ABRAMUS – Associação Brasileira de Música e Artes é a maior associação de gestão coletiva de direitos autorais do Brasil, representando mais de 130 mil titulares, entre autores, intérpretes, músicos e produtores fonográficos. Fundada em 1982, a ABRAMUS tem como missão proteger e promover os direitos dos criadores, garantindo que recebam pelos usos de suas obras. Diferente das demais associações vinculadas ao ECAD, a ABRAMUS é a única que atua também nas áreas de artes cênicas (teatro e dança) e artes visuais (através da coligada Autvis), ampliando sua atuação para além da música.

  • Vinícolas confirmadas no Safras do Cerrado 2026

    Durante muito tempo, vinho produzido no Cerrado era assunto para despertar curiosidade. Hoje, já existe uma história sendo construída por quem decidiu plantar, pesquisar e elaborar vinhos a partir das condições particulares do Planalto Central. Essa transformação passa por conhecimento, adaptação ao território e por uma mudança importante no calendário da videira. A técnica da dupla poda permite deslocar o ciclo produtivo para que a maturação e a colheita aconteçam durante o inverno, período de menor precipitação, baixa umidade e grande amplitude térmica em boa parte da região. Foi assim que o chamado vinho de inverno abriu espaço para uma nova geografia da vitivinicultura brasileira. É nesse movimento que o Safras do Cerrado 2026 reúne vinícolas de Brasília e Goiás em uma programação que coloca o vinho dentro da narrativa do território. Na terceira edição do evento, dedicada à Vaca Velha do Cerrado — do focinho ao rabo, não faria sentido olhar apenas para a carne. O tema fala de tempo, transformação, origem e técnica — conceitos que também atravessam o trabalho de quem cultiva uma vinha e transforma uva em vinho. Sob a curadoria da Renata Pissolatti, sommelière internacional e especialista em comprar e harmonizar com confiança, em parceria com a chef Leninha Camargo, especialista em enogastronomia, diferentes vinícolas e rótulos do Cerrado foram selecionados para esta edição. Renata esteve à frente da curadoria das vinícolas e dos vinhos que integram a programação, enquanto Leninha desenvolveu os menus em diálogo com os chefs convidados, considerando os ingredientes, os preparos e a identidade de cada experiência. É um trabalho que começa muito antes do palco. Cada escolha parte do vinho, mas também da cozinha, do produtor e da história que se pretende contar. No Safras, a relação entre vinho e gastronomia nasce justamente desse encontro. Um território, diferentes maneiras de fazer vinho Entre as vinícolas presentes está a Quartetto, de Águas Lindas de Goiás, no Planalto Central. O vinhedo nasceu do desejo de produzir vinhos de identidade própria no Cerrado. O plantio começou em 2021 e a primeira safra comercial chegou em 2023. A propriedade trabalha com Sauvignon Blanc, Syrah e Malbec e utiliza a dupla poda para conduzir a maturação durante o inverno. O Quartetto Sauvignon Blanc 2023, elaborado exclusivamente com a variedade e sem passagem por madeira, traz notas de melão, pera e goiaba, acompanhadas por nuances minerais e herbais. O rótulo recebeu 91 pontos no Guia ADEGA 2026, com reconhecimento como destaque do Centro-Oeste, além de medalhas de ouro no Brazil Wine Challenge. Em Brasília, o Vinhedo Lacustre construiu uma história particular. Plantado em 2010, no Lago Norte, é apontado como o primeiro vinhedo da capital. A partir de 2020, o projeto passou por um processo de profissionalização que consolidou a produção de vinhos de inverno e aproximou vitivinicultura, gastronomia e enoturismo. A dupla poda desloca o ciclo da videira para o inverno seco de Brasília, trabalhando com as características climáticas da capital, entre elas a baixa precipitação no período de maturação e a amplitude térmica. Entre seus rótulos está o Estrelado Syrah 2025, elaborado com uvas cultivadas no Cerrado de Brasília. O nome faz referência ao céu observado a partir do vinhedo e à constelação de Centaurus, representada no rótulo. No Safras, a participação do Vinhedo Lacustre vai além dos rótulos presentes na programação. O projeto também foi responsável pelos vinhos que compõem a harmonização do almoço especial de abertura, assinado pela chef Leninha Camargo para imprensa, autoridades e convidados especiais, no dia 16 de outubro. É uma parceria que traduz a proposta do evento: aproximar quem produz de quem cozinha e fazer com que o território esteja presente não apenas no palco, mas também à mesa. De Cocalzinho de Goiás vem a Vinícola Girassol, que iniciou seu plantio em 2015 e hoje também trabalha com enoturismo. O projeto entra em uma fase de consolidação de seu portfólio e de expansão de sua presença em diferentes mercados, com novos vinhos em desenvolvimento. Entre os diferenciais apresentados pela vinícola está o trabalho com práticas de cultivo voltadas à sustentabilidade. Também de Cocalzinho de Goiás, na região da Serra dos Pireneus, está a Vinícola Altino. Sua história atravessa gerações e começa com uma muda de videira trazida da Itália por Avelino Queiroz, que chegou ao Brasil em 1902. A tradição passou pelo filho Altino e chegou à geração seguinte, quando Fernando Queiroz levou as videiras para o Centro-Oeste, instalando-se na região de Cocalzinho. Hoje, a vinícola busca expressar o terroir do Cerrado goiano por meio de projetos autorais, diferentes métodos de elaboração e uma proposta de mínima intervenção. O projeto ainda não recebe enoturismo, mas trabalha com produção própria e também com vinificação de terceiros, mantendo como característica a experimentação e a busca por diferentes interpretações das uvas cultivadas na região. Em Brazlândia, no Distrito Federal, a Vinícola Claraval nasceu de uma história familiar originalmente ligada à horticultura. Em 2018, a família começou a transformar a propriedade rural em vinhedo, depois de estudar regiões com condições semelhantes e buscar variedades capazes de se adaptar ao território. A propriedade trabalha com Vitis vinifera e Vitis labrusca, utilizando a dupla poda para conduzir a produção de vinhos de inverno. O nome da vinícola remete a São Bernardo de Claraval e traduz valores presentes no projeto: tradição, dedicação, respeito ao tempo da natureza e inovação. Os vinhedos e a vinícola são próprios, e a nova linha procura estabelecer uma relação direta com a identidade brasileira. Os rótulos trazem ilustrações de animais e flores do Cerrado, aproximando a identidade visual daquilo que existe ao redor da vinha. Em Luziânia, Goiás, a Vinícola Forzza representa outro caminho dentro dessa nova vitivinicultura. O projeto nasceu da paixão de seu proprietário pelo vinho e trabalha com uma produção de pequena escala, em vinhedo de altitude e elaboração artesanal. Entre seus rótulos está um Syrah sem passagem por barrica, em uma interpretação mais direta da variedade. A Vinícola Citrino também integra a programação do Safras. Localizada em Cristalina (GO) a cerca de 1.200 metros de altitude, consolida-se como um dos grandes destaques da vitivinicultura de altitude no Cerrado brasileiro. Sob o comando do produtor Iure Cozac, o projeto utiliza a técnica da dupla poda para elaborar vinhos finos de alta gama e identidade marcante, com destaque para o elogiado Trilha Sauvignon Blanc e o premiado Louly Rosé. Unindo o terroir único da região a um cuidadoso manejo técnico, a vinícola atrai a atenção de enófilos e do mercado nacional, posicionando o Planalto Central como um polo promissor para o enoturismo e a produção de vinhos sofisticados. Outro nome presente na programação é a Vinícola Prata do Cerrado, localizado em Samambaia (DF), destaca-se como uma promissora iniciativa familiar que ajuda a consolidar o Planalto Central como polo de vinhos finos de alta gama. Conectada à rica biodiversidade local — que inspira a identidade visual de sua marca com elementos típicos como a flor canela-de-ema —, a vinícola utiliza a consagrada técnica de dupla poda com colheita noturna de inverno para garantir a maturação ideal e o frescor de suas uvas. Responsável pela elogiada linha de rótulos Dom Discacciati, que resgata a herança e a tradição dos antepassados italianos da família produtora, o projeto une rigor técnico e cuidado artesanal para elaborar vinhos autorais expressivos, conquistando espaço em importantes vitrines nacionais e traduzindo com sofisticação o autêntico terroir do Cerrado. A Vinícola Villa Brasília também participa desta edição, com os rótulos Felice Syrah Touriga e Hind Syrah, presentes em diferentes momentos da programação. O Vinhedo Villa Brasília, destaca-se no cenário vitivinícola do Planalto Central como um sofisticado projeto de enoturismo boutique focado em vinhos finos autorais de pequena escala. Inspirado pela biodiversidade do Cerrado e conduzido sob uma rica herança cultural que une tradições italianas e libanesas, o vinhedo familiar adota o manejo de dupla poda (colheita de inverno) em um solo argiloso e rico em ferro. Cultivando parcelas selecionadas de Syrah, Touriga Nacional e Cabernet Franc, a propriedade equilibra o rigor técnico da viticultura a um cuidado artesanal rigoroso. Estruturando sua própria adega com foco na sustentabilidade, o empreendimento consolida-se como um destino acolhedor e altamente promissor a poucos minutos do Aeroporto Internacional de Brasília. Um Cerrado maior do que os nomes que já conhecemos Existe uma característica importante nessa nova vitivinicultura: ela não cabe em uma única história. Brasília, Brazlândia, Cocalzinho de Goiás, Águas Lindas de Goiás, Luziânia e outras áreas do Planalto Central mostram que a produção de vinhos no Cerrado está longe de se resumir a um único projeto, uma única forma de produzir ou uma única narrativa. Há vinhedos familiares, pequenos produtores, projetos independentes, propriedades que estão começando e outras que já acumulam anos de pesquisa e experiência. Cada um constrói, à sua maneira, uma relação com o clima, o solo, as variedades e as possibilidades de produzir vinho em uma região que ainda está formando sua identidade. Dar visibilidade a essa diversidade também é uma escolha do Safras. Nesta edição, o evento abre espaço para produtores que muitas vezes aparecem menos nos grandes circuitos, mas que fazem parte, de maneira concreta, da construção da vitivinicultura do Cerrado. São projetos que merecem ser conhecidos pelo que produzem, pela história que carregam e pelo trabalho que existe por trás de cada garrafa. Porque contar a história do vinho do Cerrado exige olhar para além dos nomes que já ganharam maior projeção. O território é muito maior — e sua produção também. Quando a vinha encontra a cozinha É essa diversidade de projetos que chega ao palco do Safras. Na sexta-feira, 16 de outubro, Francisco Ansiliero e Marco Veronese, do Dom Francisco Restaurante, apresentam timo na brasa, chimichurri do Cerrado e mousseline de mandioca, em uma experiência que terá o Sauvignon Blanc da Vinícola Quartetto como parte da composição. Na sequência, Priscila de Ávila e Gabriel Seixas, da Queen of Pepper, apresentam bochecha glaceada ao chocolate Margo, castanha de baru e baunilha do Cerrado, acompanhada pelo Sauvignon Blanc Claraval, da Vinícola Claraval. No sábado, 17 de outubro, Fabiana Pinheiro, do Sallva Restaurante, apresenta língua, baroa, cappuccino de cogumelos e farofa de licuri, em uma composição com o Dom DiscacciateSauvignon Blanc, da Vinícola Prata do Cerrado. Pedro Nunes, da Oficina do Jamón, conduz A Arte do Jamón Serrano, com o Espumante Brut Barbera, da Vinícola Altino. Mais tarde, Moisés Costa apresenta lombinho do diafragma com farofa do Cerrado, em uma experiência que terá o Sauvignon Blanc Trilha Branco, da Vinícola Citrino. Às 19h30, Luiz Alberto e Felipe Rodrigues conduzem Do Sol à Cura — A carne de sol em tempos modernos, ao lado do Felice Syrah Touriga, da Vinícola Villa Brasília. No domingo, 18 de outubro, Ocacyr Júnior apresenta seu Baião de 8, com flat iron, bacon, linguiça e calabresa, em uma experiência que terá o Estrelado Syrah, da Vinícola Lacustre. O encerramento da programação fica por conta de Andrey Angelim, da Fazenda Churrascada, com costela bovina de 12 horas de cocção, vinagrete de ora-pro-nóbis e feijão mangalô. Para esse momento, foi selecionado o Vinho Tinto Safras Merlot, da Vinícola Altino. Mais do que rótulos, histórias O vinho chega ao Safras depois de percorrer um caminho muito maior do que aquele que termina na garrafa. Existe o produtor que decidiu plantar no Cerrado. Existe a pesquisa para entender o comportamento da videira. Existe a dupla poda, a escolha das variedades, o cuidado com a maturação, a elaboração e a construção de uma identidade que ainda está em processo. A Vaca Velha, tema desta terceira edição, também fala de tempo e transformação. A carne vem da Fazenda Balsas e os cortes são conduzidos pela Melhor Carnes, parceira oficial do evento desde a primeira edição. De um lado, um produto cuja identidade também se constrói no tempo. De outro, uma vitivinicultura que precisou aprender a conduzir o tempo da videira de uma maneira própria. No encontro entre os dois, aparecem três palavras que atravessam esta edição do Safras: tempo, território e técnica. O vinho, aqui, é também uma maneira de contar o que está acontecendo no Cerrado. Uma história que ainda está sendo escrita por quem planta, pesquisa, produz e transforma — e que começa a dar ao Planalto Central uma assinatura própria. SERVIÇO Safras do Cerrado — 3ª edição Data: 16 a 18 de outubro de 2026 Local: Eixo Cultural Ibero-Americano — Brasília/DF Tema: A Vaca Velha do Cerrado — do focinho ao rabo Idealização: Juliana Noronha - Presidente do Ativa Instituto Curadoria Gastronômica e apresentação: Chef Leninha Camargo Curadoria de vinhos: Sommelière Renata Pissolatti Apoio: Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Trabalho e Renda do DF Parceiros: @melhorcarnes @fazendabalsas.ondaverde Assessoria de Imprensa: Solos Comunicações Informações: @safrasdocerrado

  • Festival Folklore volta ao Parque da Cidade com show de Luedji Luna e programação gratuita

    O Festival Folklore volta a ocupar o Parque da Cidade, em Brasília, nos dias 2 e 3 de outubro, após o sucesso da primeira semana de programação. O evento reúne música, cultura, gastronomia e entretenimento. Entre os destaques desta edição está o show de Luedji Luna, que acontece nesta sexta-feira (2). Conhecida como cantora e compositora baiana, Luedji Luna combina referências de MPB, jazz, neo soul, hip hop e ritmos afro-baianos em um trabalho marcado pela poesia e pela ancestralidade. A artista ganhou projeção nacional com o álbum “Um Corpo no Mundo” (2017) e, em 2020, lançou “Bom Mesmo É Estar Debaixo D’Água”, trabalho que ampliou sua projeção internacional e foi indicado ao Latin Grammy em 2021. Em 2025, Luedji Luna conquistou seu primeiro Latin Grammy com o álbum “Um Mar Pra Cada Um”, vencedor na categoria Melhor Álbum de Música Popular Brasileira/Música Afro Portuguesa Brasileira. O reconhecimento consolidou uma trajetória que vem ampliando a presença da artista no cenário da música brasileira contemporânea e internacional. Além dos shows, o festival terá uma estrutura voltada para quem pretende passar o dia no local. O espaço contará com palco com mais de 20 metros, área de gastronomia, bares, brinquedos e uma roda-gigante, que estará entre as opções de entretenimento para o público. Um dos pontos destacados pela organização é a área coberta do evento, que permite que o público acompanhe a programação com mais conforto mesmo em caso de chuva ou mudanças nas condições climáticas. A estrutura também inclui banheiros em contêineres e diferentes áreas de convivência. A proposta é reunir, em um mesmo espaço, atrações musicais e opções de lazer para além dos shows. Outro diferencial é o acesso gratuito. A entrada na pista não é cobrada, mas é necessário retirar previamente o ingresso pela plataforma Meu Bilhete. Depois de dez anos longe da capital, o Festival Folklore retornou a Brasília em setembro e, após a repercussão positiva da primeira semana, encerra sua programação na cidade com mais um fim de semana de atrações no Parque da Cidade. Serviço Festival Folklore Local: Parque da Cidade – Estacionamento 2, Brasília Data: 2 e 3 de outubro Horário: a partir das 18h Entrada: gratuita, mediante retirada de ingresso pelo Meu Bilhete

  • Prime Beach Lounge Bar reúne gastronomia, música e lazer às margens do Lago Paranoá

    Brasília ganhou um novo endereço para gastronomia, música e lazer às margens do Lago Paranoá. Localizado no complexo Lake Side, na Orla da Concha Acústica, o Prime Beach Lounge Bar combina restaurante, bar e entretenimento em um ambiente inspirado na atmosfera de praia, com áreas internas e externas e vista para o lago. À frente do empreendimento estão os empresários Fábio Feitosa e Bárbara Azevedo, também responsáveis pelo Merkado Prime, localizado no mesmo complexo. O novo projeto amplia a atuação do casal no setor de alimentação e reúne gastronomia, coquetelaria e música em um espaço pensado para diferentes públicos e ocasiões. A cozinha é comandada pelo chef Jonas Diego, responsável pela proposta gastronômica da casa. O menu combina referências de restaurantes à beira-mar com uma gastronomia mais elaborada e inclui opções como lagosta, camarões, salmão, pato e cortes nobres de carne. “Queremos que o cliente venha ao Prime Beach para viver uma experiência completa. A ideia é criar um lugar onde as pessoas possam aproveitar e permanecer no espaço, encontrando diferentes possibilidades em um só endereço”, afirma Bárbara Azevedo. Gastronomia, música e sunset A carta de bebidas reúne clássicos, chopp e drinks autorais, desenvolvidos para acompanhar a proposta gastronômica e a atmosfera do espaço. A programação musical acontece de quarta a domingo, com atrações que passam por jazz, blues, samba, pagode, rock e brasilidades, além de noites de karaokê. Aos sábados e domingos, a partir das 17h, DJs locais comandam a programação de sunset. A combinação entre gastronomia, música e ambientação também faz do Prime Beach um espaço preparado para receber eventos corporativos, confraternizações, aniversários e celebrações sociais, sem que essa seja a única vocação da casa. O espaço possui capacidade atual para aproximadamente 180 pessoas sentadas, com previsão de ampliação para até 220 lugares. A estrutura conta com palco, sistema fixo de som, iluminação, painel de LED e TVs externas, permitindo adequações para diferentes formatos de eventos. “Pensamos em uma estrutura que pudesse atender tanto quem vem ao Prime Beach para uma experiência gastronômica quanto empresas e grupos que procuram um local diferenciado para realizar seus eventos. A estrutura já está preparada para isso, sem perder a identidade de restaurante e lounge”, explica Fábio Feitosa. Um ambiente inspirado na atmosfera praiana A ambientação combina elementos rústicos e contemporâneos, com áreas internas e externas e integração visual com o Lago Paranoá. Entre os destaques estão as mesas em cascata produzidas em madeira pequiá-preto, além do paisagismo e do mobiliário escolhido para reforçar a identidade do projeto. Para famílias, o empreendimento também conta com brinquedoteca. Nova etapa dos negócios A abertura do Prime Beach representa uma nova etapa na trajetória empresarial de Fábio e Bárbara em Brasília. O casal chegou à capital durante a pandemia e posteriormente investiu na criação do Merkado Prime. A experiência adquirida com o empório contribuiu para o desenvolvimento do novo empreendimento, que amplia a atuação dos empresários nos segmentos de gastronomia, entretenimento e eventos. “Brasília tem uma relação muito especial com o Lago Paranoá, e queremos aproveitar todo esse potencial. Nossa proposta é unir a paisagem, a gastronomia, a coquetelaria e a música em um espaço com identidade própria, que também possa receber diferentes tipos de eventos”, conclui Bárbara. SERVIÇO Prime Beach Lounge Bar Endereço: SHTN Trecho 1, Conjunto 2 – Asa Norte, Brasília/DF Horário de funcionamento: quarta a sexta-feira, das 12h às 23h; sábados, domingos e feriados, das 11h às 23h. Instagram: @primebeach_loungebar Site: primebeachloungebar.com.br

  • Buraco do Jazz encerra temporada de 10 anos neste mês de outubro

    Com a chegada da primavera e o prenúncio das chuvas, o Buraco do Jazz prepara a sua despedida com aquela combinação de música, natureza e gente reunida, que é a cara de Brasília. Chegando à marca histórica de mais de 350 edições ao longo de sua trajetória, sendo 25 realizadas apenas em 2026, o evento anuncia a programação oficial de outubro para encerrar a temporada comemorativa dos 10 anos de ocupação cultural de espaços públicos. Os encontros estão confirmados semanalmente às quintas e sextas-feiras, no Centro Cultural Três Poderes. No palco, as bandas dão o tom. No público, o concurso de cangas promete movimentar a disputa e os registros para as redes sociais. Nas árvores, a decoração colorida completa o cenário e transforma o espaço em uma espécie de instalação a céu aberto, que já virou patrimônio afetivo da cidade. “É justamente essa mistura que faz o Buraco do Jazz esse evento único. Não é apenas sobre assistir a um show. É sobre chegar, encontrar alguém conhecido, fazer novos amigos, estender a noite, descobrir uma banda, dançar, conversar, brindar e voltar para casa já pensando na próxima edição”, destaca Gustavo Frade, idealizador do evento. Um até breveA despedida começa logo no início de outubro, com Elias Augusto e Serpa Blues Band abrindo a programação nos dias 1º e 2. Ao longo do mês, o palco recebe ainda MC Jazz, Molinas, Funklosofia e Procurados Blues Band, em uma seleção que reúne diferentes sonoridades para embalar as últimas noites da temporada. Como uma despedida boa é a que termina em festa, o Buraco do Jazz preparou um grand finale de três dias de shows. Na quinta-feira (22/10) Bivalves sobe ao icônico palco-bolha para começar a maratona. Na sexta (23/10), é a vez de Maíra Guedes comandar a noite. Para fechar a temporada em clima de mistério e celebração, o sábado (24/10) reserva uma banda surpresa, além do aguardado Encontro Racional.Lavagem da Pira da PátriaComo forma de celebrar a parceria com o Centro Cultural Três Poderes, que recebe o evento desde 2020, o festival realiza, a partir desta terça-feira (29/09), mais uma edição da lavagem da Pira da Democracia. Segundo Frade, esta é a quarta vez consecutiva que a organização promove a ação, que já se tornou parte da programação e da identidade do evento. “Essa é uma tradição do Buraco do Jazz como forma de agradecer ao CC3P por abrir as portas para o festival e por acolher, durante todos esses anos, essa ocupação cultural. A lavagem é também uma maneira de renovar as energias para o próximo ciclo e celebrar tudo o que construímos juntos”, afirma Frade. SERVIÇO:Buraco do Jazz - programação de encerramentoQuando: Quintas e sextas-feiras, a partir das 18. Shows a partir das 20hOnde: Centro Cultural Três PoderesQuanto: entrada franca | contribuição voluntária - o festival é independente, sustentado principalmente por recursos próprios e pela contribuição espontânea do público. PROGRAMAÇÃO 01/10 - Quinta - ELIAS AUGUSTO02/10 - sexta - SERPA BLUES BAND08/10 - Quinta - MC JAZZ09/10 - Sexta - MOLINAS15/10 - Quinta - FUNKLOSOFIA 16/10 - Sexta - PROCURADOS BLUES BAND .............encerramento....... 22/10 - Quinta - BIVALVES23/10 - Sexta - MAÍRA GUEDES24/10 - Sábado - banda surpresa, às 17h | Encontro Racional, às 20h.

  • Vem aí: ¨Sujeiras atrás da moita¨

    Com muito humor, deboche, sarcasmo e ironia, o Maestro Jorge Antunes nos traz sua nova ópera de rua, desta vez com os personagens fantasmas envolvidos no escândalo do Banco Master/BRB. Os personagens principais são: Governador Ivaneis, Celinha Léo da Catraca, Ermitão Daniel Forcaro, Juiz Chandão e Juiz Trófolli do Resort. A esses se juntam figuras esdrúxulas tais como O Rei do Mal de Trump, a Karla Zombelli, a Damaris Micheque Pneuvangélica, um soldado e um cabo, e até mesmo o estranho personagem J. Antunes, conhecido como O Revoltoso, liderando o Coro do Povo. Tudo isso acompanhado pela ¨Orquestra da Delação Rejeitada¨, formada de flauta, clarinete, clarinete baixo, violino, viola, violoncelo, teclado, contrabaixo, baixo elétrico e percussão. O dinheiro dos aposentados sumiu em fundos fantasmas, mas a nova ópera de rua do maestro Antunes vai fazer o escândalo do ano virar arte ao ar livre. Enquanto os poderosos tentam abafar as investigações no Congresso, o espetáculo vai usar o canto lírico e a comédia para expor a teia de fraudes que chocou o Brasil. A rua, neste período de propaganda eleitoral, é campo minado. Por essa razão a estreia, dia 10 de outubro às 16h00, será numa propriedade privada: a área verde de residência no Lago Norte, com entrada franca. A ópera, mesmo nestes tempos cabeludos, não pode ser silenciada. O que é uma ¨ópera de rua¨ A expressão ópera de rua foi cunhada por Jorge Antunes em 2010, criando assim um novo gênero musical: uma opereta de caráter popular, com cantores solistas, coro e orquestra, contando uma história de malfeitos de políticos, em que a corrupção e o golpismo são denunciados com muito humor, deboche, ironia e sarcasmo. A primeira ópera de rua de Antunes foi apresentada em 2010, tendo como tema o escândalo da Caixa de Pandora, envolvendo Arruda e outros políticos. Foi a ópera intitulada ¨Auto do Pesadelo de Dom Bosco¨. Em 2011 o espetáculo foi premiado com apoio do FAC-DF, e circulou por todas as cidades do DF. Depois, em 2016, Jorge Antunes compôs ¨Olympia ou Sujadevez¨, ópera de rua que denunciava a trama golpista que resultaria no impeachment da Presidenta Dilma. Três anos depois, em 2019, o maestro Antunes presenteou o Distrito Federal com sua terceira ópera de rua: ¨O Exfakeado¨. Nessa ópera de rua, com muito humor foi contada a história de um certo Senhor Reembolssonário que teria simulado um atentado a faca para sensibilizar a população e, assim, ser eleito presidente da República. Essa ópera também foi premiada pelo FAC-DF, circulando por dez cidades do entorno de Brasília. Logo após a votação do primeiro turno das eleições de 2026, personagens com telhado de vidro que habitam o noticiário político brasileiro ganharão novos rostos — e vozes — em Brasília. Em 10 de outubro, às 16h, o maestro e compositor Jorge Antunes estreia “Sujeiras Atrás da Moita”, ópera de rua que reúne música, teatro, caricatura e sátira política. A montagem será apresentada na Área Verde, nos fundos da SHIN QI 5, Lago Norte, Brasília, com entrada franca e com transmissão ao vivo pelo YouTube. Entre mais de 30 artistas, estão os solistas Demétrio Bogéa, Yonaré Barros, Jansler Aragão, Claudia Costa, André Teles, Juliano Berko e Andreia Lira, cantores que já participaram de outras montagens de Antunes e voltam a integrar seu universo satírico. Os sete se juntam a um elenco que dá voz e corpo à galeria de figuras criadas para a nova ópera. Antunes explica que a obra se alimenta de acontecimentos e personagens reconhecíveis da realidade política, mas os desloca para outro território. Na ópera, referências do cotidiano são deformadas pelo humor, pela música e pela encenação. “A sátira exagera, distorce e provoca”, resume o maestro, e cabe ao público reconhecer as referências e estabelecer suas próprias relações. O compositor cria os rostos da ópera A provocação não está apenas na música ou nos nomes dos personagens. Como no antigo teatro grego, máscaras são usadas no espetáculo. Todas elas foram confeccionadas pelo próprio Jorge Antunes, que assina também a direção geral do espetáculo. Grandes, grotescas e deliberadamente exageradas, as máscaras ampliam traços, deformam feições e transportam figuras reconhecíveis para o universo da caricatura. Bocas enormes, expressões acentuadas e fisionomias distorcidas tornam-se parte da dramaturgia. Para Antunes, música e imagem integram um mesmo processo criativo. Ao construir pessoalmente as máscaras, o compositor interfere não apenas naquilo que o público ouvirá, mas também na forma como esses personagens serão visualmente apresentados. É nessa combinação que a realidade, segundo ele, atravessa uma espécie de espelho deformador: fatos e personagens fornecem a matéria inicial, enquanto a arte se encarrega de exagerar, deslocar, transformar e denunciar. Jorge Antunes também entra em cena O compositor não permanecerá apenas nos bastidores. Jorge Antunes integra a própria ópera por meio da presença do personagem J. Antunes. Esse personagem enigmático entra em cena no final, conclamando o povo a intervir e prender todos os personagens corruptos que desfilaram durante o enredo. J. Antunes dirige, então, o coro do povo em final apoteótico de esperança. Jorge Antunes confeccionou sua própria máscara. A ideia inicial era ele mesmo interpretar seu papel. Mas tudo mudou. Sou um personagem muito complexo, difícil de ser interpretado, declara o compositor. Antunes passou ao poeta José Sóter a incumbência de interpretar o personagem J. Antunes. A presença estabelece um jogo entre criador e criação: o artista que observa a realidade, escreve o libreto e a música, concebe personagens e constrói suas máscaras, passa a ocupar também o universo que criou. No espetáculo, o povo aparece como voz coletiva em meio à representação do poder. Para Antunes, a escolha está ligada também ao formato da montagem. “Sujeiras Atrás da Moita” foi concebida como ópera de rua, retirando o gênero do espaço convencional das salas de espetáculo e colocando-o diretamente diante do público. A proposta é aproximar uma linguagem historicamente associada aos teatros do cotidiano da cidade e permitir que música contemporânea, interpretação, humor e artes visuais ocupem conjuntamente o espaço público. Vozes que se unem Se Jorge Antunes está no centro da criação de “Sujeiras Atrás da Moita”, a obra ganha corpo com uma formação musical que reúne orquestra, solistas, septeto vocal e coro, sob a regência do filho do compositor, o maestro Jorge Lisbôa Antunes. São artistas de diferentes gerações e trajetórias da cena musical de Brasília, muitos deles parceiros de Antunes em montagens anteriores. O maestro Jorge Lisboa Antunes é professor da Escola de Música de Brasília, e tem se destacado no mundo musical regendo importantes orquestras. Ele tem mestrado em regência e já regeu orquestras na França, no México, na Venezuela, na Moldávia, na Argentina e no Brasil. Entre os solistas está o compositor e cantor Demétrio Bogéa, graduado pela Universidade de Brasília e mestre em Composição pela Universidade Federal da Bahia, com especialização em solfejo e violão erudito pelo Real Conservatório de Música de Madrid. Juliano Berkó, que faz o papel de Daniel Forcaro, além de cantor é compositor, violonista e professor de Geografia formado pela UnB. Outro veterano das óperas de rua de Antunes é Jansler Aragão. Cantor com 31 anos de participação no movimento coral de Brasília, integrou grupos dedicados aos repertórios sacro, erudito e popular e atualmente canta no Coral Brasília e no Coro Masculino Signori. A cantora lírica Andreia Lira, graduada em Canto pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), também tem formação em canto popular pela Escola Portátil de Choro e transita entre diferentes universos musicais, sendo, inclusive, passista da Acadêmicos da Asa Norte. A soprano Claudia Costa, que interpreta o papel da Celinha Léo Catraca, é maestra, fonoaudióloga e professora de Canto Erudito. Doutora em História, Mestre em Educação, ela é Licenciada em Música pela Universidade de Brasília e Bacharel em Fonoaudiologia pela Uniplan. O personagem Juiz Trófolli do Resort é vivido pelo baixo André Telles da Fonseca, cantor lírico de voz vibrante e grave, cuja extensão e timbre se aproximam do universo sonoro de um baixo-profundo. A estrutura vocal se amplia com um septeto formado por Cris Tavares e Thaissa Albuquerque Aragão, sopranos; Wilzy Carioca, Claudia Costa e Luana Akemi, contraltos; e Hélio Miranda, Paulo Vieira e Adélio Rocha, barítonos. A eles, se reúnem, em coro, Laine Emanuelle, Laura Ribeiro, Luciana Szepaniuk, Maria Amélia, Marina Andrade, Pantica Bittencourt e Mattoso Ribeiro sob preparação da maestra Wilzy Carioca. A cearense-candanga Wilzy Carioca, que dirige e preparou o Coro, graduou-se em Educação Musical e Bacharelado em Canto. É professora de técnica vocal e cantora, realizou vários projetos com grupos vocais, em várias cidades do Brasil e do exterior. Jorge Antunes: da partitura à cena O maestro Jorge Antunes. que assina o libreto, a composição musical e a direção geral, usa seus dotes de artista plástico e artesão, confeccionado pessoalmente as máscaras que transformam figuras reconhecíveis da realidade, em personagens grotescos da ópera. No espetáculo, portanto, sua criação não termina na partitura: avança sobre a dramaturgia, a visualidade e a própria encenação. Essa combinação entre música, interpretação, máscaras, desenho de personagens, humor e ocupação do espaço público já constitui um dos eixos centrais da montagem. Jorge Antunes formou-se em violino, composição e regência na Escola de Música da Universidade do Brasil, atual UFRJ. Em 1961 se destacou como precursor da música eletrônica no Brasil. Realizou estudos pós-graduados na Argentina, na Holanda e na França. Foi Professor Titular na Universidade de Brasília de 1973 até 2011 quando se aposentou. Obteve vários prêmios nacionais e internacionais e suas obras se encontram registradas em mais de 30 LPs e CDs. É membro da Academia Brasileira de Música. Suas partituras são publicadas pelas mais importantes editoras europeias: Salabert, Breitpkof&Hartell, Gerig, Ricordi, Universal, Billaudot e Suvini Zerboni. Quando o absurdo vira matéria de ópera Conhecido por uma trajetória ligada à experimentação e à música contemporânea, Jorge Antunes recorre à tradição da sátira e da caricatura para construir a linguagem de “Sujeiras Atrás da Moita”. O compositor parte de elementos da realidade, mas ressalta que a obra não pretende reproduzi-los de maneira literal nem oferecer ao espectador uma interpretação fechada dos acontecimentos. O próprio título joga com a ideia daquilo que permanece escondido até que, em determinado momento, vem à tona. É dessa imagem que surgiu também uma das provocações usadas na apresentação da montagem: “Eles estão saindo de trás da moita...” Antunes reúne na montagem diferentes dimensões de sua produção artística. A música estrutura a ópera, mas dialoga com interpretação, máscaras, desenho de personagens, humor e ocupação do espaço público. Segundo o compositor, não se trata simplesmente de levar a política para dentro da ópera, mas de submetê-la às ferramentas da criação artística. Personagens e acontecimentos deixam o registro cotidiano e passam a funcionar como matéria para a construção de uma farsa musical e visual. Produção independente “Sujeiras Atrás da Moita” envolve a representação de personagens que encabeçam, no mundo real, centros de poder de importantes instituições. Por essa razão foi impossível conseguir apoio logístico e financeiro para sua produção. Assim, de forma independente, o maestro Antunes reuniu artistas voluntários militantes e idealistas: instrumentistas, cantores, equipe técnica e colaboradores para viabilizar a apresentação gratuita. Como parte desse processo, foi criada uma campanha de financiamento coletivo. Foi positivo o resultado dessas contribuições, destinadas à realização da montagem, da sonorização, da impressão de livros-programas e da transmissão ao vivo. SERVIÇO: Sujeiras Atrás da Moita — ópera de rua, de Jorge Antunes Data: 10 de outubro de 2026 Horário: 16h Local: Área Verde, nos fundos da SHIN QI 5, conjunto 3, casa 23 - Brasília (DF) Entrada pelos fundos, na rua da 9ª DP, portão em frente ao Colégio INDI. Entrada: gratuita Transmissão: ao vivo pelo YouTube Link de acesso: youtube.com/live/TI6RRG7y-XQ

  • Brasília encerra setembro com calor intenso e previsão de chuva na chegada de outubro

    PAULO H. CARVALHO/AGÊNCIA BRASÍLIA Brasília chega ao último dia de setembro com sol, poucas nuvens e calor intenso. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a previsão para esta quarta-feira (30) é de temperatura mínima de 23°C e máxima de 35°C. O Distrito Federal também está entre as áreas com aviso de perigo para baixa umidade do ar. A secura exige atenção ao longo do dia. O aviso laranja divulgado pelo instituto prevê umidade entre 12% e 20%, condição que aumenta os riscos de incêndios e pode provocar ressecamento da pele e desconforto nos olhos, na boca e no nariz. Esses índices são previstos para o período de validade do alerta e não representam uma medição uniforme em todas as regiões administrativas. Entre as orientações do Inmet estão beber bastante líquido, evitar exposição ao sol nas horas mais quentes e suspender atividades físicas durante o período de maior secura. O órgão também recomenda hidratar a pele e umidificar os ambientes. Outubro começa com possibilidade de mudança no tempo Para esta quinta-feira (1º), o Inmet prevê pancadas de chuva com trovoadas isoladas no Distrito Federal, que aparece entre as áreas sob aviso amarelo de perigo potencial para tempestades. A mudança está relacionada ao avanço de uma frente fria e ao aumento da instabilidade sobre o Centro-Oeste. A possibilidade de chuva, porém, vem acompanhada da manutenção do calor. A previsão do instituto para Brasília indica mínima de 24°C e máxima de 35°C no primeiro dia de outubro. As pancadas são previstas de forma isolada, sem indicação de chuva contínua em todo o DF. O alerta de tempestade exige cuidados caso ocorram rajadas de vento ou descargas elétricas. A orientação é evitar abrigo debaixo de árvores e não estacionar veículos próximos a torres de transmissão ou placas de propaganda. Em situações de emergência, a população pode acionar a Defesa Civil pelo telefone 199 e o Corpo de Bombeiros pelo 193.

  • Trust Love se despede no dia 4 de outubro após temporada 2026 à beira do Lago Paranoá

    A temporada 2026 do Trust Love entra em sua última semana e já começa a deixar saudade. Até o dia 4 de outubro, o público ainda tem a oportunidade de aproveitar o projeto que transformou as margens do Lago Paranoá em cenário para encontros, música, gastronomia e experiências em meio ao clima acolhedor das cabanas. Instalado no Clube Almirante Alexandrino (CAALEX), o Trust Love reúne diferentes experiências em um só lugar: música ao vivo, gastronomia assinada pelo chef Erivanio Souza, coquetelaria autoral e um ambiente pensado para aproveitar a noite com vista para o lago. A programação musical segue até o último dia da temporada, com atrações de quarta-feira a domingo. O encerramento, no dia 4 de outubro, será comandado por Carla Neves, em uma apresentação de voz e violão. Música até o último dia Na reta final da temporada, a programação reúne: 30/09 (quarta-feira): Rafa Monte Rosa 01/10 (quinta-feira): Bernardo Rosa 02/10 (sexta-feira): Cláudio Fernandes 03/10 (sábado): PJ Camargo 04/10 (domingo): Carla Neves – grande encerramento da temporada Gastronomia para os últimos dias Na cozinha, o chef Erivanio Souza assina um menu que reúne entradas, massas e pratos principais, com opções para diferentes momentos da experiência. Entre as sugestões estão a Burrata Cremosa (R$ 85), acompanhada de tomates confitados, azeite extravirgem, ervas frescas e torradas artesanais crocantes; e o Carpaccio Tradicional (R$ 75), preparado com lâminas de filé bovino, molho artesanal de mostarda e mel, lascas de parmesão maturado e baguete artesanal tostada ao azeite extravirgem. Entre os pratos principais, o União Perfeita (R$ 125) combina risoto de parmesão, medalhão de filé e molho de vinho tinto. O Pôr do Sol Dourado (R$ 127) traz salmão grelhado acompanhado de arroz negro e purê de abóbora. Já o Brisa do Mar ao Entardecer (R$ 120) apresenta um risoto cremoso de camarões, finalizado com um toque especial do chef. Para quem ainda não aproveitou o Festival de Massas, 30 de setembro será a última oportunidade, com opções de pratos por R$ 49. Drinques autorais e clássicos A coquetelaria também faz parte da experiência. A carta elaborada pela Zaya Drinks e Gustavo Guedes reúne cerca de 23 opções entre drinques autorais e clássicos. Entre as sugestões estão o Pôr do Sol (R$ 35), com maracujá, amêndoas e limão; o Sambuca (R$ 55), preparado com gin, frutas vermelhas, elderflower, limão, pink lemonade e espuma de gengibre; o Solana (R$ 45), com gin, maracujá, baunilha, limão e bitter; e o Veneza (R$ 45), que combina pêssego, baunilha, limão-siciliano, ginger beer e espuma de gengibre com canela. Entre os clássicos, o menu traz Moscow Mule (R$ 40), com vodka, limão, calda de açúcar e flor de sal, e Aperol Spritz (R$ 40), preparado com espumante, Aperol e água com gás, além de outras opções. Última oportunidade Com a temporada 2026 chegando ao fim, os últimos dias são também uma oportunidade para quem ainda não conheceu o projeto ou para quem deseja voltar antes da despedida. A combinação entre o cenário do Lago Paranoá, o pôr do sol, as cabanas, a música ao vivo, a gastronomia e a coquetelaria fez parte da experiência desta edição e agora entra em seus últimos momentos. A procura pelos últimos dias também aumenta com a proximidade do encerramento. Caso algum horário esteja com as reservas esgotadas, o público pode entrar na fila de espera, ficando sujeito à abertura de novas vagas em caso de desistências ou disponibilidades. O Trust Love funciona de quarta a sábado das 18h à 0h e domingo das 17h à 0h , até 4 de outubro. Os ingressos podem ser adquiridos pelo site www.trustbsb.com.br. Serviço – Trust Love Local: Clube Almirante Alexandrino – SCES Trecho 2, Conjunto 16, Asa Sul, Brasília – DFPeríodo: Até 4 de outubroTemporada: 2026Funcionamento: Quarta a sábado das 18h à 0h e domingo das 17h à 0h Taxa de reserva: R$ 50 por pessoaInformações e reservas: www.trustbsb.com.br

  • Brasília Trends Fashion Week encerra 7ª edição celebrando moda, diversidade e conexões

    De 24 a 27 de setembro, evento movimentou o Dúnia City Hall com desfiles, debates, cultura, ações sociais e sustentabilidade, reunindo grandes nomes da moda nacional, saberes indígenas e expoentes do design local. A sétima edição do Brasília Trends Fashion Week (BTFW) chegou ao fim consolidando quatro dias de moda, cultura, diversidade e reflexão na capital federal. Realizado de 24 a 27 de setembro, no Dúnia City Hall, o evento reuniu estilistas, modelos, empresários, autoridades, representantes de instituições e público em uma programação que mostrou que a moda pode ir muito além das passarelas. A abertura aconteceu na noite do dia 24, com um coquetel comandado pela idealizadora do BTFW, Bernardeth Martins, que recebeu autoridades, profissionais da moda e convidados. Com o apoio da Secretaria de Turismo do Distrito Federal, realizado pelo Instituto Expressão Cultural de Brasília e organizado pelo Grupo Cirandinha, o evento reforçou a proposta de fortalecer Brasília como cidade criativa do design, ampliar a visibilidade da produção local e projetar a capital federal como destino para negócios, eventos, moda e turismo. Entre os convidados de honra da abertura estiveram a modelo, empresária, ativista e madrinha do BTFW, Luiza Brunet, e a atriz Fernanda Botelho, que tiveram participação ativa na programação social do evento. Para Luiza, encontros como o BTFW ampliam o papel da moda ao incorporar questões fundamentais para a sociedade. "A moda tem uma capacidade enorme de comunicar e provocar reflexões. Um evento que abre espaço não apenas para os desfiles, mas também para conversas sobre violência contra a mulher, inclusão, tráfico de pessoas e outras questões sociais importantes mostra que esse universo pode contribuir para transformações que vão muito além da roupa. É importante usar essa visibilidade também para informar e dar voz a temas que precisam ser discutidos", destacou Luiza Brunet durante sua fala na abertura do evento. A noite de abertura contou ainda com homenagens a personalidades e representantes de instituições que contribuíram para a trajetória do evento e para o fortalecimento da moda e da economia criativa no Distrito Federal. O troféu entregue aos homenageados foi concebido pela artista plástica Wós Rodrigues e por Murilo Frade. Para fechar a programação de estreia, o produtor Gabriel Guimarães apresentou um desfile autoral concebido como um manifesto visual sobre conexão, pertencimento e futuro. Força da moda brasiliense e presença nacional Demonstrando que Brasília abriga e projeta grandes nomes da moda, a passarela do BTFW foi palco de apresentações inesquecíveis. Exemplo disso foi o aclamado desfile dos jovens estilistas Filipe Reis e Joatan Saint, que deslumbraram o público com criações impactantes e transformaram a passarela em um verdadeiro show de sofisticação e conceito. A história da moda local também ganhou espaço com a apresentação do Grupo Brasília de Moda (GBM), comandado pela empresária e estilista Nágela Maria. Além da potência autoral da capital, o evento reafirmou sua projeção nacional ao receber marcas e estilistas de fora do DF. Entre os destaques estiveram as criações de George Azevedo, o trabalho artesanal minucioso da Crocheteria Fios e Acessórios, e o glamour do renomado estilista de moda festa Arthur Caliman. Protagonismo indígena e parceria social Um dos momentos mais marcantes da edição foi a valiosa parceria com a Organização Internacional para as Migrações (OIM), que proporcionou visibilidade e geração de renda ao trazer mulheres indígenas para o evento. A iniciativa viabilizou um espaço dedicado para que as artesãs comercializassem seus produtos diretamente com o público, além de um desfile diferenciado e emocionante na passarela, exaltando a riqueza cultural, a identidade e a arte de suas peças autorais. A união entre grandes marcas do circuito nacional, o design autoral brasiliense e o empreendedorismo indígena reforçaram a vocação do Brasília Trends de criar pontes inclusivas e integradoras. Moda que provoca discussões Sob o tema “Fluxos Invisíveis”, a edição de 2026 foi inspirada nos rios voadores e no Cerrado como berço das águas do Brasil. O conceito estabeleceu uma conexão simbólica entre Cerrado, Amazônia e Distrito Federal e atravessou a programação com reflexões sobre os vínculos entre natureza, identidade, território, cultura e sustentabilidade. “A moda nunca esteve isolada. Ela sempre carregou histórias, identidades e culturas, além de ter o poder de provocar discussões importantes sobre a sociedade em que vivemos. Nesta edição, buscamos mostrar justamente essas conexões que nem sempre são percebidas, mas que estão presentes na forma como criamos, produzimos, consumimos e nos relacionamos. O BTFW cresceu com esse propósito de ser uma plataforma para a moda autoral, para a inclusão, a sustentabilidade, a cultura e a geração de oportunidades”, destacou Bernardeth Martins. Durante os quatro dias, desfiles, palestras, oficinas, exposições, debates e experiências de moda integraram uma agenda gratuita, com acesso mediante a entrega de 1 kg de alimento não perecível destinado ao Programa Mesa Brasil do Sesc-DF. A programação contou com nomes consagrados do setor, como Pedro “Peu” Andrade, fundador e diretor criativo da Bold Strap, ladeado de Bruno Bentzen, que trouxeram reflexões valiosas sobre o mercado autoral e os bastidores de construção de uma marca de destaque na cena contemporânea; e Paulo Borges, idealizador, fundador e diretor criativo da São Paulo Fashion Week (SPFW), que compartilhou sua vasta trajetória e visão sobre a moda nacional e internacional. Com a participação de Luiza Brunet e Fernanda Botelho, a emoção também bateu forte na programação social durante o painel sobre combate à violência contra a mulher, momento em que o coral formado pelas alunas da Escola Vila das Crianças, localizada na Região Administrativa de Santa Maria, fez uma apresentação linda e comovente, sensibilizando todos os presentes. O evento debateu ainda pautas cruciais como tráfico de pessoas, trabalho escravo, trabalho infantil e inclusão, discussões que podem ser conferidas no canal do YouTube do Brasília Trends. Outro destaque foi a participação internacional. Representantes de sete embaixadas, em ação organizada pela Embaixada dos Camarões sob a liderança do Embaixador Martin Mbeng e da Embaixatriz Laura Mbeng, apresentaram trajes típicos de seus países, promovendo um encontro intercultural na passarela. Ações urbanas, encerramento e legado Pela primeira vez, o BTFW ultrapassou os limites de sua sede principal e chegou ao Conic, polo tradicional da cultura urbana brasiliense. A marca paulistana Bold Strap, integrante do line-up da SPFW, realizou uma apresentação na Festa Garoto, no Birosca, aproximando a moda das cenas culturais da cidade. Paulo Borges acompanhou a ação de perto e anunciou que, a partir de agora, junta-se a Luiza Brunet como padrinho oficial do BTFW. No encerramento, no domingo (27), diversidade, sustentabilidade e inclusão ocuparam o centro da passarela com um desfile inclusivo do Grupo Cirandinha, a apresentação do projeto 60+, produzido por Thiago Malva e realizado pelas Câmara Técnica da Felicidade e do Vestuário e Moda da CODESE-DF, em parceria com a Ambrasilia e criações desenvolvidas com lacres e técnicas de upcycling. O evento também apresentou a coleção Refrão, parceria do Brasília Trends com a Outside Box, unindo sustentabilidade, arte, consciência, música e criatividade. Dando um verdadeiro show de inclusão e representatividade, a celebração final culminou na entrada contagiante da Escola de Samba GRUVIPI (Grêmio Recreativo Unidos de Vicente Pires), cuja porta-bandeira PCD emocionou e deu um espetáculo na passarela ao lado da banda de Luciano Ibiapina, encerrando o evento em clima de alegria e brasilidade. Para Bernardeth Martins, o resultado da sétima edição reafirma o compromisso do evento com a moda autoral e o desenvolvimento regional: “Queremos que quem passe pelo BTFW enxergue a potência criativa que existe no Distrito Federal. Temos talentos, histórias e uma identidade própria. Nosso papel é criar pontes para que essas pessoas sejam vistas, façam conexões e encontrem novas oportunidades. É isso que queremos deixar como legado a cada edição”, concluiu. A sétima edição do Brasília Trends Fashion Week contou com o apoio da Secretaria de Turismo do Distrito Federal, SEBRAE-DF, SINDIPEL-DF, Organização Internacional para as Migrações (OIM), Fecomércio-DF, SENAC-DF, e Sindivarejista-DF, CODESE-DF, ASBAC, Amalfitan, Traje Sport, Gabriel Guimarães Direção Criativa, Site Finíssimo, Cláudio Andrade Fotografia, Guilherme Queiroz, Escola De Moda Fashion Campus, Oliffer Associados, Wos Rodrigues, Fabíola Orlando Advogadas Associadas, Brito Assessoria E Cerimonial, Hub + 55, Destak Comunicação. Ficha Técnica/Créditos do Evento: Produtor dos Desfiles: Gabriel Guimarães Marketing: Thiago Malva Fotógrafo Oficial: Cláudio Andrade Vídeo: Bruno Zakarewicz Beleza: Guilherme Queiroz Espaço do Conhecimento: Mábel De Bonis Organização de Espaço: Pollyanna Oliffer Artista: Wos Rodrigues Assessoria Jurídica: Fabíola Orlando Assessoria do Cerimonial: José Brito Assessoria de Imprensa: Jalili Elias e Flávia Macedo

  • BCF 2026 reúne mais de 60 mil pessoas em três dias de programação em Brasília

    A 31ª edição do Brasília Capital Fitness (BCF 2026) encerrou neste domingo (27) com números expressivos. Realizado no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, o evento reuniu mais de 60 mil pessoas, mais de 100 estandes e uma programação intensa voltada ao mercado fitness. Durante os três dias, o público acompanhou uma série de aulões, atividades, experiências, palestras e encontros com profissionais, especialistas, marcas, suplementos, roupas e grandes nomes do setor. A edição de 2026 contou ainda com a participação de grandes nomes do universo fitness, como Gustavo Borges e Carol Vaz. Consolidado como um dos principais eventos fitness do Centro-Oeste, o BCF também movimentou negócios e promoveu networking entre empresários, profissionais de Educação Física, academias, fornecedores e praticantes de atividade física. A Expo BCF 2025 movimentou mais de R$ 100 milhões em negócios, segundo dados da organização. "O resultado evidencia a dimensão do evento como ambiente estratégico para apresentação de produtos e serviços, relacionamento entre empresas, fechamento de parcerias e geração de novas oportunidades comerciais", ressalta o organizador do BCF, Fábio Padilha. "O Distrito Federal reúne cerca de 1.500 academias, 20 mil profissionais de Educação Física e aproximadamente 500 mil praticantes de atividade física, formando um dos mercados mais relevantes do país e reforçando a vocação da capital como a Capital das Academias", informa a organizadora do BCF, Paty Gonçalves. Ao completar 31 anos, o Brasília Capital Fitness reforça a posição de Brasília como um importante polo nacional de fitness, saúde, bem-estar, conhecimento e negócios. O Instituto Levanta Brasil é o grande apoiador do evento.

  • Brincando com Arte leva forró e mamulengo a escolas públicas do DF

    O projeto Brincando com Arte encerrou sua programação em escolas públicas do Distrito Federal com apresentações de forró, teatro de mamulengo e palestras sobre a diversidade da música popular brasileira. Realizada pela Artecei Produções Artísticas e Culturais, a iniciativa reuniu 1.500 estudantes da rede pública de ensino. As atividades passaram por Ceilândia e Riacho Fundo II. Com programação gratuita dentro das escolas, o projeto buscou ampliar o acesso de crianças e jovens à cultura e criar oportunidades de contato com artistas e manifestações populares brasileiras. “Queremos que as crianças e os jovens tenham a oportunidade de conhecer o forró e o mamulengo de perto, em contato com os artistas. Levar essas manifestações para a escola é uma forma de valorizar a cultura popular e despertar a curiosidade dos estudantes sobre os saberes que fazem parte da nossa história”, afirma Rosângela Dantas, idealizadora do projeto e diretora da Artecei. As apresentações musicais levaram o forró à comunidade escolar. O mamulengo, forma tradicional do teatro de bonecos, integrou a programação cênica. A proposta foi reunir essas linguagens no ambiente de ensino, valorizando expressões da cultura popular e incentivando a formação de plateias. As palestras abordaram as características e a diversidade da música popular brasileira. A atividade educativa complementou as apresentações e teve como objetivo estimular o interesse dos estudantes pelas diferentes expressões musicais do país. Criada em 2005, a Artecei reúne artistas populares com ligação com Ceilândia e Brasília. A organização desenvolve projetos com oficinas, apresentações musicais, palestras, capacitações e feiras culturais, em articulação com escolas, educadores e comunidades do Distrito Federal.

  • Piracicaba recebe Churrasco On Fire de Fernando e Sorocaba com gastronomia premium e show imersivo neste sábado

    O Churrasco On Fire, maior evento gastronômico e musical do Brasil, chega a Piracicaba, no interior de São Paulo, nesse sábado, dia 3 de outubro, no Monte Alegre, a partir das 15h. Criado pela dupla Fernando e Sorocaba, o projeto une open churras premium, música e experiências imersivas em um formato autoral que se consolidou como referência no entretenimento ao vivo no país, o verdadeiro parque do Churrasco. Está é a quinta edição consecutiva do Churrasco On Fire em Piracicaba. “Cada detalhe foi pensado para que as pessoas vivam uma experiência completa, intensa, inédita e do jeito que o Churrasco On Fire nasceu para ser. Prepare-se para o verdadeiro Parque do Churrasco com a gente em Piracicaba”, descreve Sorocaba. “Estamos preparando uma tarde com muitas surpresas, interações e aquela mistura de música boa com open churras premium que faz o nosso evento ser único”, conta Fernando. O open churras premium, um dos principais diferenciais do evento, possui um cardápio inclui cortes como picanha, ancho, chorizo, brisket, costela fogo de chão, cortes suínos, pork belly, peixes, steaks, choripan com chimichurri, linguiça la pizza, hambúrgueres, pão de alho, farofa, massas, legumes grelhados, milho cremoso e sobremesa de panqueca de doce de leite, pão doce na brasa e arroz doce, receita da Biah Rodrigues, esposa do Sorocaba. Toda a operação é conduzida pelo Team On Fire, grupo de mestres churrasqueiros responsáveis pelo open churras. Com em média 300 churrasqueiros por edição, eles comandam o preparo das carnes e a operação das estações, servindo o público com carinho, alto astral e muito conhecimento sobre cada corte. Se há um coração pulsante neste evento, ele bate dentro da Máquina do Churrasco, uma carreta gourmet com 40 m² de área fechada e 350 m² de área aberta, criada exclusivamente para o projeto por Fernando e Sorocaba em parceria com Camaleão Cenografia e Artmill. No primeiro andar, os parrilleros trabalham os cortes premium. A estrutura também abriga uma roda gigante de cortes especiais e se transforma em palco, posicionada no centro do público, integrando gastronomia e espetáculo. Destaque para o hambúrguer Maturatta, preparado com carne 100% bovina e sem conservantes artificiais. O produto integra a linha premium da marca, hoje líder de vendas no segmento no Brasil. No Churrasco On Fire, os hambúrgueres são preparados no segundo andar da máquina do churrasco e entregues ao público por um escorregador, elemento que se tornou uma marca do evento. O bacon com algodão doce é exclusividade do Churrasco On Fire. A ideia nasceu depois que Sorocaba assistiu a um vídeo nas redes sociais e decidiu transformar a combinação curiosa em uma experiência gastronômica do evento. O resultado une o sabor adocicado do algodão doce ao toque defumado e crocante do bacon, surpreendendo o público e reforçando a proposta do festival de inovar também na gastronomia. O Churrasco On Fire tem o maior palco itinerante da América Latina, composto por 12 espaços distintos distribuídos estrategicamente. Não há palco principal fixo. A proposta é criar proximidade e mobilidade, permitindo que a apresentação aconteça em diferentes pontos do espaço. O show tem início a mais de 10 metros de altura e se desenvolve em uma estrutura móvel, com ativações e conexões entre palcos ao longo das três horas de apresentação. Durante o espetáculo, Fernando prepara ao vivo seu tradicional arroz carreteiro, em parceria com a Camil, em um espaço dedicado no palco, incorporando a gastronomia ao roteiro do show, o repertório é exclusivo para o festival. A dupla surpreende o público com ações especiais, como o delivery de churrasco realizado por drones, integrando tecnologia e experiência de forma orgânica ao espetáculo. Outro momento especial acontecerá no palco da Ford, quando Sorocaba de surpresa no meio do público para cantar sobre a carroceria de uma picape da Ford. O projeto tem direção criativa de Sorocaba e da Camaleão Cenografia, direção executiva da Ross Produções e produção musical assinada por Fernando Zor. O evento se consolida como um case nacional de entretenimento ao vivo, unindo experiência, escala, marcas e impacto econômico em um formato inédito. O Churrasco On Fire conta com parcerias de grandes marcas como Ford, Maturatta, Camil, Baly, Irriga Brasil, Santa Massa e Artmill. O projeto também opera uma loja oficial, presente em todas as edições e online, com produtos licenciados que ampliam o ciclo de relacionamento com o público. Serviço – Churrasco On Fire Piracicaba Data: 3 de outubro Horário: 15h Local: Monte Alegre Ingressos: https://byma.com.br/event/69f1fe740b60dd0004ae8ebc

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