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- Rota Metropolitana de Design chega à Brasília para premiação exclusiva
A capital do país recebe, em 8 de outubro, uma edição especial da Rota Metropolitana de Design, projeto itinerante que aproxima arquitetura, design, arte e cultura. O encontro será realizado na Embaixada do México, reunindo cerca de 75 escritórios de arquitetura que se destacaram na campanha Metropolitano Brasília 2025–2026. Promovido pelo Metropolitano Brasília em parceria com a Nexper, idealizadora da Rota, o evento integra também as comemorações dos 50 anos da sede da Embaixada do México na capital. Projetado pelo arquiteto mexicano Ricardo Legorreta, o edifício é considerado um importante marco da arquitetura diplomática de Brasília e representa o diálogo entre as culturas mexicana e brasileira. A programação terá palestras de André Carvalho e Patrícia Pomerantzeff, fundadora do Doma Arquitetura, além de experiências voltadas à troca de ideias e ao relacionamento entre profissionais, marcas e empresas. A Rota Metropolitana de Design nasceu em 2025 e já passou por cidades brasileiras e por Milão. Em Brasília, teve uma edição durante a Brasília Design Week, no Museu Nacional da República, que reuniu mais de 700 participantes. A edição na Embaixada do México será exclusiva para convidados.
- Os Melhores do Mundo estreiam projeto nacional em Brasília com "Telaplana"
Brasília será o ponto de partida da nova circulação nacional da Cia. de Comédia Os Melhores do Mundo. Nos dias 10 e 11 de outubro, a companhia apresenta “Telaplana”, no Teatro Royal Tulip, em duas sessões que marcam o início de um projeto que passará por todas as capitais brasileiras. A iniciativa tem patrocínio da Petrobras, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e reúne espetáculos, exposição itinerante, oficinas gratuitas de comédia e um livro comemorativo. A escolha de Brasília tem um significado especial: foi na capital federal que a companhia nasceu. Três décadas depois, Os Melhores do Mundo retornam à cidade para abrir uma circulação que revisita diferentes momentos de sua trajetória e leva seu repertório a novos públicos em todo o país. Em Brasília, “Telaplana” será apresentada no dia 10 de outubro, às 20h, e no dia 11, às 19h30. A montagem explora o universo das telas e da tecnologia a partir de situações, hábitos e comportamentos da vida contemporânea. A programação nacional reúne seis espetáculos do repertório da companhia: “Telaplana”, “Hermanoteu na Terra de Godah”, “Tormentas da Paixão”, “Notícias Populares”, “Sexo A Comédia” e “Misticismo”, contemplando diferentes fases de uma trajetória marcada pelo humor, pela sátira e pela observação do cotidiano. Fundada em Brasília por Adriana Nunes, Ricardo Pipo, Welder Rodrigues, Adriano Siri, Jovane Nunes e Victor Leal, a companhia construiu uma carreira que ultrapassou as fronteiras da capital. Além dos espetáculos, o projeto contará com uma exposição itinerante, com fotografias, figurinos, acessórios e objetos da trajetória do grupo, e um livro comemorativo, que reunirá registros dos 30 anos da companhia e homenageará Nick Elmoor, fotógrafo que acompanhou o grupo desde sua fundação até seu falecimento, em 2023. Em cada capital, o projeto também oferecerá uma oficina gratuita de comédia, voltada a pessoas a partir de 16 anos interessadas em interpretação, improvisação e construção de personagens. A programação contará ainda com intérprete de Libras em todas as apresentações e audiodescrição em uma sessão de cada cidade. SERVIÇO Os Melhores do Mundo apresentam “Telaplana” em Brasília Local: Teatro Royal Tulip 10 de outubro: 20h 11 de outubro: 19h30 Ingressos: https://www.osmelhoresdomundo.com/ FICHA TÉCNICA Coordenação de projeto: Cia. de Comédia Os Melhores do Mundo Elenco: Adriana Nunes, Adriano Siri, Jovane Nunes, Victor Leal, Ricardo Pipo e Welder Rodrigues Direção técnica, iluminação e trilha sonora original: Marcello Linhos Coordenação de produção e administrativa/gestão: Guilherme Angelim, Guinada Produções Produção executiva: Lu Lobato Produção nacional: Nonstop Produção: Deni Moreira e Flávio Almeida Assistente de produção: Dora Lima Sonoplastia: Tutti Caruso Direção de palco: Edézio Araújo Contrarregra: Albert Magrão Assistente de figurino: Tatiana Souza Design: Welder Rodrigues e Nonstop Agência de comunicação: Nonstop Making of: Daniel Zukko Patrocínio: Petrobras, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura REDES SOCIAIS Instagram: @comediamm TikTok: @ciaosmelhoresdomundo X (Twitter): @comediamm YouTube: ComediaMM Spotify: Os Melhores do Mundo no Spotify Facebook: OsMelhoresDoMundoOfc
- Cerrado Jazz homenageia César Camargo Mariano e reúne Sandra de Sá, Metá Metá e diferentes gerações da música brasileira na CAIXA Cultural Brasília
Nos dias 9 e 10 de outubro, o Cerrado Jazz ocupa o Estacionamento da CAIXA Cultural Brasília com dois dias de música, encontros e programação gratuita. Em 2026, César Camargo Mariano é o grande homenageado desta edição que coloca em diálogo diferentes gerações e caminhos da música brasileira. Sandra de Sá, Metá Metá, Tatiana Parra & Vardan Ovsepian, Claudia Castelo Branco Trio convida Pablo Fagundes e Adil Silva Orquestra Noneto completam a programação musical. A edição marca também os 11 anos de trajetória do Cerrado Jazz, criado em 2015 com uma ideia simples e potente: aproximar a música das pessoas, ocupar a cidade e fazer dos espaços públicos lugares de convivência, pertencimento e acesso à cultura. Neste ano, memória, permanência e esperança atravessam o festival. O manifesto de 2026 fala sobre continuar acreditando na música, nos encontros, na cidade ocupada por gente e na arte como direito. Fala também sobre olhar para o caminho já percorrido sem deixar de imaginar o que ainda pode vir pela frente. É nesse contexto que César Camargo Mariano é o grande homenageado da edição. Pianista, arranjador, compositor e produtor, César atravessa décadas da música brasileira e construiu uma trajetória ligada a artistas como Elis Regina, Tom Jobim, Chico Buarque, Ivan Lins, Gal Costa e João Bosco. Foi pianista, arranjador e diretor musical do histórico álbum Elis & Tom e se tornou uma das grandes referências da música instrumental brasileira. “Chegar aos 11 anos tem muito a ver com continuar acreditando. No Cerrado Jazz, a gente sempre quis criar encontros e aproximar gerações por meio da música. Homenagear o César nesta edição é celebrar uma trajetória imensa, que atravessa décadas e continua inspirando quem faz e quem escuta música hoje. Tem muito a ver com memória, mas também com futuro”, afirma Lorena Oliveira, idealizadora e diretora-geral do Cerrado Jazz Festival. Música que atravessa décadas A programação musical começa na sexta-feira, 9 de outubro, com Adil Silva Noneto, César Camargo Mariano convida André Vasconcelos Mariano e Metá Metá. O trombonista, compositor e arranjador Adil Silva abre a noite em formato de Noneto. Pernambucano radicado em Brasília, o músico construiu sua trajetória entre orquestras, big bands e diferentes formações instrumentais. No festival, leva ao palco uma formação de nove músicos e um repertório que transita por sonoridades do choro, da bossa nova, do jazz e da música instrumental contemporânea. Homenageado desta edição, César Camargo Mariano sobe ao palco trazendo uma trajetória que atravessa décadas da música brasileira. Sua presença traduz um dos movimentos desta edição: celebrar artistas fundamentais da nossa história e, ao mesmo tempo, colocar essa memória em diálogo com a música produzida hoje. Na mesma noite, o Metá Metá traz a força do encontro entre referências afro-brasileiras, jazz, rock e experimentação. Formado por Juçara Marçal, Kiko Dinucci e Thiago França, o trio construiu uma linguagem própria e se tornou um dos nomes de destaque da música brasileira contemporânea. No sábado, 10 de outubro, a programação segue por outros caminhos e sonoridades. Claudia Castelo Branco Trio convida o harmonicista Pablo Fagundes para um encontro em torno do projeto Piano Brasileiro. Fruto de uma pesquisa de 20 anos de Claudia sobre as raízes e os ritmos da música brasileira, o trabalho explora as possibilidades orquestrais e percussivas do piano, que ora assume sonoridades de tambor, sanfona ou rabeca. Ao lado de Diego Zangado, na bateria e percussão, e João Faria, no contrabaixo, Claudia recebe Pablo para uma apresentação em que piano e harmônica se encontram entre improvisações, diferentes ritmos brasileiros e referências que vão de Egberto Gismonti a Villa-Lobos. Na sequência, a cantora brasileira Tatiana Parra e o pianista e compositor armênio Vardan Ovsepian fazem sua primeira performance no Brasil. Com mais de uma década de parceria artística, a dupla desenvolveu uma linguagem própria no encontro entre música brasileira, jazz, tradição clássica e música armênia. No Cerrado Jazz, apresenta o repertório de seu mais recente trabalho, The Flight of the Hidden Heart, gravado em janeiro de 2026, em Los Angeles, além de canções dos álbuns Lighthouse, Hand in Hand e Triptych. Sandra de Sá encerra a programação musical da edição. Uma das vozes mais marcantes da música brasileira, a cantora construiu uma carreira atravessada pelo soul, funk, samba e pela música negra brasileira. No Cerrado Jazz, ela fecha uma edição que aposta justamente no encontro entre tempos, estilos e diferentes formas de fazer música. Muito além dos shows O Cerrado Jazz também é feito de experiências que acontecem fora do palco. Em 2026, o festival terá mais uma edição do Cerradinho Jazz, voltado para crianças e famílias e pensado para aproximar novos públicos do universo da música. Os workshops seguem como espaço de troca entre artistas, estudantes, músicos e público, mantendo a formação como uma parte importante do projeto. A programação se completa com feira criativa e gastronomia, criando um ambiente para chegar cedo, circular, ficar, encontrar gente e viver o festival para além dos shows. Sustentabilidade e inclusão O Cerrado Jazz mantém em 2026 as ações de sustentabilidade que já fazem parte do festival. Durante os dois dias, haverá coleta e destinação adequada de resíduos, incentivo à reciclagem e arrecadação de alimentos. A acessibilidade também segue como parte do festival. Assim como em 2025, a programação contará com interpretação em Libras, audiodescrição, transporte acessível e espaço reservado para pessoas com deficiência (PCDs), ampliando as condições de participação do público nas atividades do Cerrado Jazz. Ao longo de 11 anos e sete edições, o Cerrado Jazz construiu uma história feita de música, encontros e ocupação da cidade. Em 2026, segue apostando na arte como uma forma de aproximar pessoas, criar pertencimento e imaginar outros futuros. Como diz o manifesto desta edição, “enquanto houver música, haverá encontro. Enquanto houver encontro, haverá pertencimento”. Programação musical 9 de outubro – sexta-feira 20h Adil Silva Orquestra Noneto21h30 César Camargo Mariano convida André Vasconcelos23h30 Metá Metá 10 de outubro – sábado 20h Claudia Castelo Branco Trio convida Pablo Fagundes21h30 Tatiana Parra & Vardan Ovsepian23h30 Sandra de Sá Sobre os artistas César Camargo Mariano Pianista, arranjador, compositor e produtor, César Camargo Mariano é um dos artistas mais influentes da música brasileira. Ao longo de uma extensa carreira, trabalhou com nomes como Elis Regina, Tom Jobim, Chico Buarque, Gal Costa, Ivan Lins e João Bosco e deixou sua marca em alguns dos trabalhos referenciais da MPB, entre eles Elis & Tom. Homenageado do Cerrado Jazz 2026, representa uma trajetória que atravessa gerações e ajudou a moldar a música instrumental brasileira. Sandra de Sá Cantora, compositora e instrumentista, Sandra de Sá é uma das vozes mais marcantes da música brasileira. Referência da black music nacional, construiu uma carreira que transita entre soul, funk, samba e MPB e atravessa mais de quatro décadas. Sua presença no Cerrado Jazz celebra a força da música negra brasileira e amplia o encontro entre diferentes gerações, estilos e públicos que marca a edição. Metá Metá Formado por Juçara Marçal, Kiko Dinucci e Thiago França, o Metá Metá é um dos grupos de destaque da música brasileira contemporânea. O trio construiu uma linguagem própria a partir do encontro entre referências afro-brasileiras, jazz, rock e experimentação. Com uma sonoridade potente e autoral, o grupo ocupa um lugar singular na cena independente e na produção musical brasileira das últimas décadas. Tatiana Parra & Vardan Ovsepian Com mais de uma década de parceria artística, a cantora brasileira Tatiana Parra e o pianista e compositor armênio Vardan Ovsepian desenvolveram uma linguagem própria a partir do encontro entre música brasileira, jazz, tradição clássica e música armênia. Ao longo de quatro álbuns, premiações e apresentações internacionais, exploram interpretação, improvisação, composição e interação entre voz e piano. Em sua primeira performance no Brasil, apresentam repertório de The Flight of the Hidden Heart, gravado em janeiro de 2026, em Los Angeles, além de trabalhos dos discos Lighthouse, Hand in Hand e Triptych. Claudia Castelo Branco Trio convida Pablo Fagundes Pianista, compositora e cantora, Claudia Castelo Branco apresenta o projeto Piano Brasileiro, resultado de uma pesquisa de 20 anos sobre as raízes e os ritmos da música brasileira. Ao lado de Diego Zangado, na bateria e percussão, e João Faria, no contrabaixo, recebe o harmonicista, compositor e professor brasiliense Pablo Fagundes, que soma mais de duas décadas de carreira e 11 discos gravados. O encontro aproxima a sonoridade orquestral e percussiva do piano da harmônica de Pablo em um repertório aberto à improvisação, ao choro, jazz, blues e diferentes vertentes da música brasileira. Adil Silva Noneto Natural de Pernambuco e radicado em Brasília, Adil Silva é trombonista, compositor, arranjador e produtor musical. Formado em Trombone pela Universidade Federal de Goiás e em Arranjo pela Escola de Música de Brasília, construiu uma trajetória entre orquestras, big bands e projetos de música instrumental. No Cerrado Jazz 2026, apresenta-se em formato de Noneto, ampliando as possibilidades de arranjo e sonoridade de um repertório que transita pelo choro, bossa nova, jazz e música instrumental contemporânea. Serviço Cerrado Jazz Festival 2026 – 7ª edição Data: 9 e 10 de outubro de 2026Horários: a partir das 20hLocal: Estacionamento da CAIXA Cultural BrasíliaEndereço: SBS Quadra 4, Lotes 3/4 – Brasília/DFEntrada: acesso livre à arena sujeito a lotaçãoClassificação indicativa: LivreAcessibilidade: Libras, audiodescrição, transporte acessível e espaço reservado para PCDsMais informações: @cerradojazzfestival Programação 9 de outubro – sexta-feira20h – Adil Silva Orquestra Noneto21h30 – César Camargo Mariano convida André Vasconcelos23h30 – Metá Metá 10 de outubro – sábado20h – Claudia Castelo Branco Trio convida Pablo Fagundes21h30 – Tatiana Parra & Vardan Ovsepian23h30 – Sandra de Sá Cerradinho Jazz: 10 de outubro, às 17h com Circomvida Workshops na Escola de Música de Brasília com acesso livre 7 de outubro15h – Encontro com César Camargo Mariano Local: Teatro Carlos Galvão Uma conversa especial sobre música, criação e trajetória com César Camargo Mariano. O pianista, compositor e arranjador compartilha experiências, referências e histórias de sua carreira e de sua relação com a música brasileira. Um encontro para ouvir, trocar e conhecer de perto os caminhos criativos de um dos grandes nomes da nossa música. 8 de outubro14h – Workshop com Adil Silva Local: Teatro Carlos Galvão O trombonista, compositor e arranjador Adil Silva conduz um workshop sobre os principais elementos da interpretação musical, abordando técnica do instrumento, conhecimento de estilo, linguagem, harmonia, tempo e consciência musical. O encontro também explora a construção de uma identidade interpretativa própria e a aplicação desses recursos em naipes e grupos, buscando unidade, precisão e expressão coletiva. 16h30 – Workshop com Pablo Fagundes Local: Sala da Biblioteca Como viver da música instrumental brasileira e levar sua arte para o mundo O músico Pablo Fagundes conduz um encontro sobre os caminhos para transformar a paixão pela música em uma trajetória artística consistente, sustentável e conectada com o mundo. A partir de sua experiência profissional, o workshop aborda formação, aprimoramento técnico, estratégias para geração de renda, investimento na própria carreira, atuação social, construção de redes e reconhecimento profissional. Dia 09 de Outubro 15h Encontro com Tatiana Parra e Vardan Ovsepian Local: Sala dos Espelhos (Prédio do TLA) A partir da apresentação de canções do repertório do seu quarto disco, “The Flight of the Hidden Heart”, Tatiana e Vardan compartilharão com o público alguns elementos da construção deste álbum, dentre eles: conceito estético e repertório; elaboração de arranjos; dinâmica de ensaios; concepção do projeto artístico; processos de gravação e pós-produção. Um encontro para músicos, estudantes, professores e interessados em conhecer mais de perto o universo de dois artistas que fazem da escuta, da liberdade e do diálogo o centro de sua parceria. Feira criativa e gastronomia: durante os dois dias, o festival contará com uma Feira Criativa e Gastronômica, ampliando a experiência do público com opções de consumo consciente e diversidade cultural. Reunindo expositores diversos, a feira oferece uma variedade de produtos que vão de discos de vinil a roupas, artesanato e bijuterias.
- Série de TV gravada no DF e Entorno estreia em outubro
Brasília volta para as telas de ficção nacionais com o lançamento da série Caôs Urbanos. Ambientada em diferentes regiões administrativas do Distrito Federal e Entorno, a produção traz reflexões sobre a mobilidade urbana, apresentando relações, dramas e afetos vividos por personagens ficcionais que se movimentam na capital. A série estreia no dia 04 de outubro, às 19h, no Canal Brasil, com retransmissão em horários alternativos. Caôs Urbanos é realizada pela produtora brasiliense Trotoar Audiovisual, com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF). As gravações percorreram o DF da periferia ao centro, passando pelas regiões administrativas do Plano Piloto, Recanto das Emas, Taguatinga, Vicente Pires, Vila Planalto, Lago Sul, Lago Norte, Cidade do Automóvel e Arniqueiras. No entorno goiano, abrangeu os municípios de Valparaíso e Novo Gama. Dividida em quatro episódios semanais de 40 minutos, o eixo narrativo de Caôs Urbanos parte de um acontecimento catártico e ocasional na vida de brasilienses e brasileiros: uma greve geral do transporte que paralisa os fluxos da cidade. Entre o caos instalado e os ‘caôs’ inventados, a série explicita desejos, dilemas e afetos de personagens comuns, que se entrecruzam a partir da mobilidade urbana. A trama parte de um assassinato cometido dentro de um ônibus e é sustentada pela jornada de três personagens centrais: Nonato, Giovanna e Rosa. A partir deles, entendemos como o transporte afeta diretamente o cotidiano da população - seja de ônibus, metrô, automóvel, motocicleta, bicicleta ou a pé. Intrigante e cheia de suspense, a série mostra disputas de poder e as tentativas de sobreviver e vencer na vida enquanto a cidade está estrangulada pela greve. Mais de 100 profissionais de todo o DF compõem a equipe técnica e artística da série, com produção executiva de Camila Machado e Leonardo Feliciano e produção associada da Aicon. O roteiro é de Renata Diniz e Vítor Camargo de Melo e a direção de Cássio Oliveira. No elenco, estão Ricardo César, Beth Virgens, Roberta Rangel, Gleide Firmino, William Costa, Marquim do Tropa, Chloe Silva, João Campos, Wellington de Abreu, Amora Inocêncio, Bidô Galvão, Ada Luana, Sheila Campos e Miquéias Paz. O elenco de apoio soma mais de 30 artistas da cidade. As distâncias e o cotidiano brasilense na tela Além de destacar o transporte, direito garantido pela Constituição, Caôs Urbanos busca fortalecer a presença do audiovisual brasiliense no cenário nacional, retratando características próprias do cotidiano local. “Embora seja a quarta maior região metropolitana do país, o DF foi poucas vezes ambientação para séries de ficção e, quando foi, a maioria foram realizadas por produtoras do eixo Rio-São Paulo, que desconhecem a nossa realidade”, pontua Camila Machado. O roteiro destaca o emaranhado de caminhos urbanos que cortam a geografia do DF e Entorno, marcada por grandes distâncias e pelo peso do sistema rodoviário no deslocamento da população, especialmente a periférica. O transporte abre a estrada para temas relevantes, como o acesso aos direitos sociais e aos equipamentos públicos, questões raciais, de classe e de gênero, violência urbana, trabalho, jogos de poder e intrigas familiares. “Queremos transparecer as vozes, gírias, sotaques, sons e músicas que mostram um pouco da nossa diversa identidade e dos desafios que vivemos aqui no Planalto Central”, afirma Cássio Oliveira. Onde e quando assistirOs quatro episódios serão transmitidos aos domingos do mês de outubro (04, 11, 18 e 25/10), sempre às 19h, com retransmissão em horários alternativos: quartas, às 14h; e sextas, às 12h30. Em novembro, o Canal Brasil realizará dois dias de maratona da série na íntegra: 01/11 (domingo), às 21h; e 04/11 (quarta), às 14h. Caôs Urbanos também será exibida na Claro TV, Sky, Vivo TV e Oi TV. A programação completa está disponível nas redes sociais @caosurbanos_serie. Trailler da série: https://vimeo.com/1230491733 TrotoarA Trotoar é uma produtora audiovisual independente de Brasília (DF), criada em 2012. É composta por Camila Machado e Leonardo Feliciano. Entre as suas principais produções, estão os filmes: "Branco sai, Preto fica" (2014 - co-produção), "Ressurgentes, um filme de ação direta" (2014 - co-produção), "Chão" (2019), integrante do Fórum da Berlinale 2019; "Cadê Edson?" (2020), lançado no Festival de Cinema de Tiradentes 2020; e “Cavalaria Espacial” (em produção). A Trotoar também produziu o projeto "Sonário", acervo cultural sonoro e online, premiado pelo Iphan em 2018. SERVIÇO Série Caôs Urbanos | Estreia Nacional Quando: 04, 11, 18 e 25/10 (domingos), sempre às 19hRetransmissão: quartas, às 14h; sextas, às 12h30 Onde: Canal Brasil (+ seis canais por assinatura) Nas redes: @caosurbanos_serie e @trotoar_audiovisualSite: www.trotoar.com.br
- Documentário Self Portrait estreia no Cine Brasília em 13 de outubro
O documentário Self Portrait estreia no Cine Brasília no próximo dia 13 de outubro, às 19h30, abrindo as comemorações dos dez anos do First Body Programme, programa de criação e ensino que desenvolve atividades e pesquisas sobre o corpo, a voz e a percepção como elementos fundamentais da criação cênica. Dirigido por Diego Borges e Danilo Borges, o filme registra o processo de criação de um espetáculo teatral desenvolvido durante uma das residências artísticas do programa, realizada na Itália, em 2025. A experiência resultou em uma apresentação no Festival Internacional de Teatro nel Bicchiere, na região da Toscana. As atividades do First Body reúnem pessoas de diferentes países em uma troca de experiências que, ao longo de uma década, já passou por 12 países, em três continentes, envolvendo cerca de dois mil artistas em oficinas, residências, palestras e outras ações de formação. A residência na Toscana reuniu artistas do Brasil, Estados Unidos, França, Itália, Colômbia, Polônia e Portugal em uma experiência de criação coletiva. O ponto de partida foi um exercício diante do espelho, no qual cada participante respondeu a perguntas sobre o que ama, o que detesta, o que não entende e o que sonha. A partir das reflexões de cada um, surgiram cenas, canções, movimentos e narrativas que deram forma ao espetáculo. O contato com o outro É essa passagem do individual para o coletivo que conduz o documentário. Ao acompanhar os encontros e as experimentações dos participantes, Self Portrait revela como histórias pessoais e referências culturais distintas se transformam em material de criação. A experiência retratada no filme está diretamente relacionada à metodologia do First Body Programme, que compreende o processo criativo como parte da própria obra. Criado por Diego Borges na Universidade de Brasília (UnB), o programa explora, de diferentes formas, as relações estabelecidas entre os participantes e investiga como o contato com o outro interfere na construção artística. Nessas experiências, o trabalho corporal e vocal se desenvolve a partir das relações entre os participantes e do contato com o espaço. Self Portrait, portanto, é parte desse percurso construído por artistas que participaram do First Body ao longo dos dez anos do programa. A estreia do documentário antecipa a Ocupação Artística Internacional do First Body Programme, prevista para ocorrer de 12 a 21 de novembro, no Espaço Cultural Renato Russo, em Brasília. A programação comemorativa reunirá espetáculos, residências artísticas, oficinas, exposição fotográfica, exibições audiovisuais e lançamento de livro. A iniciativa celebra a trajetória do programa na cidade onde nasceu e promove o reencontro de artistas e colaboradores que participaram de suas atividades no Brasil e no exterior. Com 30 minutos de duração e classificação livre, Self Portrait reúne no elenco Ana Clara Conte, Líla Maria, Wesley Ribeiro, Lara Santos, Laura Garrec, Nadia Robinet, Pablo Magalhães, Helena Pureza, Anna Bannás, Daniel Upeguim, Luiza Martins, Julie Becker, Joana Lopes e Tharkan Trespalacios. Danilo Borges também assina a filmagem, a edição e a finalização. A realização é do First Body Programme e da Claraboia Filmes. Serviço Estreia do documentário Self Portrait Data: 13 de outubro de 2026 Horário: 19h30 Local: Cine Brasília Duração: 30 minutos Classificação indicativa: Livre Direção: Diego Borges e Danilo Borges Realização: First Body Programme e Claraboia Filmes
- Festival de Teatro Independente volta a Brasília com seis dias de teatro, encontros e celebração da cena artística do DF
Brasília recebe, de 6 a 11 de outubro, a segunda edição do MATILHA – Festival de Teatro Independente, uma celebração da produção teatral que nasce, circula e resiste no Distrito Federal. Durante seis dias, o Espaço Cultural Renato Russo, na W3 Sul, será ponto de encontro para artistas, coletivos e públicos de diferentes idades, com uma programação que reúne oito espetáculos e uma mesa especial de debate sobre os caminhos da cultura brasiliense. Realizado pelo Coletivo Artístico CeinCena e Paralelo Cultural, o MATILHA nasceu das conexões entre artistas e coletivos do DF e parte de uma ideia simples e potente: fazer junto também é uma forma de manter a cena cultural viva. Mais do que uma mostra de espetáculos, o festival propõe um encontro. Um espaço para compartilhar diferentes linguagens, trajetórias e formas de fazer teatro — aproximando quem está no palco, quem produz e quem acompanha a produção artística da cidade. Uma matilha de artistas, histórias e possibilidades Nesta segunda edição, o público poderá conferir trabalhos de nomes importantes da cena independente do Distrito Federal, entre eles Teatro do Instante, ATA - Agrupação Teatral Amacaca, Cumbuca Cia Teatral, Celeiro das Antas, Cia Novos Candangos e Coletivo Calcário, além de artistas envolvidos nas diferentes produções que integram a programação. São espetáculos para diferentes públicos e experiências que convidam a rir, refletir, se emocionar e olhar para Brasília a partir de outras perspectivas. A programação completa você encontra nas redes sociais @ceincena. Os ingressos já estão disponíveis no Sympla https://www.sympla.com.br/evento/matilha-festival-2-edicao/3585779, nos valores de R$60 (inteira) e R$30 (meia-entrada social). Na modalidade social, basta levar 1 kg de alimento não perecível no dia da apresentação. As doações serão recolhidas na entrada e destinadas a famílias e entidades beneficentes. Serviço: MATILHA – Festival de Teatro Independente 2ª edição Espaço Cultural Renato Russo – W3 Sul, Brasília 6 a 11 de outubro 8 espetáculos Ingressos: R$ 60 inteira | R$ 30 meia social + 1 kg de alimento, via Sympla https://www.sympla.com.br/evento/matilha-festival-2-edicao/3585779 Mesa redonda: 7/10, às 20h | Entrada gratuita mediante ingresso
- Rafael Suzuki termina a Corrida Endurance em Brasília como terceiro maior pontuador da etapa
Rafael Suzuki sai do Autódromo Internacional Nelson Piquet, em Brasília, com um desempenho consistente, que o colocou, ao lado do seu companheiro Nelsinho Piquet, como o terceiro maior pontuador da nona etapa da Stock Car, somando mais 93 pontos na classificação do campeonato. Agora, Suzuki é o sexto na classificação do campeonato, com 617 pontos, a apenas 21 pontos do terceiro colocado e a 59 da vice-liderança, restando ainda três etapas para o fim da temporada. Suzuki e Piquet terminaram em segundo lugar no primeiro segmento da prova, que distribuiu os pontos relativos a uma corrida sprint, e em oitavo no segundo segmento, que distribuiu os pontos de uma prova principal de uma etapa convencional. “O que a gente leva de melhor daqui é o fato de termos sido os terceiros maiores pontuadores da etapa e a performance na pista, sempre entre os primeiros da prova. A gente foi conservador na estratégia, pensando nos pontos do campeonato. Quem não tinha muito a perder, pôde arriscar. Mas quero agradecer ao Nelson, que fez uma grande largada e uma grande corrida”, afirmou Suzuki. “Lógico que foi bacana correr outra vez em Brasília, a gente queria vencer, ir ao pódio, mas era importante pensar também no campeonato, o Rafa está entre os primeiros e esse era o objetivo principal. Agradeço ao Rafa pelo convite”, completou Nelsinho. Agora, a Stock Car parte para sua 10ª e antepenúltima etapa em Cascavel, entre os dias 16 e 18 de outubro. Foto: José Mário Dias
- "Temos que pegar!": Palladium Curitiba celebra 30 anos da franquia Pokémon com atrações exclusivas
A partir de 25 de setembro, os aficionados por Pokémon poderão visitar o Palladium Curitiba e se encantar com a Arena TCG da Bella Figurinha, espaço de 150 m² que reúne produtos, jogos e experiências da franquia. Além da comercialização de produtos da marca, o espaço promove a interação entre fãs, colecionadores, famílias e aqueles que estão começando sua jornada Pokémon. Três décadas após entrar para a cultura pop, a franquia Pokémon segue sendo uma das maiores forças do mundo do entretenimento. Desde o lançamento de Pokémon Red e Pokémon Green em 27 de fevereiro de 1996 no Japão, a marca ganhou projeção mundial. A estreia do anime ampliou o alcance de Pokémon ao redor do mundo, além de consolidar Pikachu como o mascote da franquia. O Trading Card Game (TCG), jogo estratégico em que os participantes personalizam seus próprios baralhos com cartas colecionáveis, foi lançado em outubro de 1996 e se popularizou com o passar dos anos, a ponto de algumas das cartas colecionáveis mais raras custarem milhões de dólares. Para tornar esse momento ainda mais marcante, a celebração de 30 anos na Arena TCG do Palladium Curitiba contará com uma coleção comemorativa disponível no espaço. O público também encontrará um mix diversificado de itens, incluindo produtos da Copag, baralhos, jogos de tabuleiro, Funkos e acessórios para cards. A chegada da Arena TCG ao Palladium Curitiba reforça a estratégia do empreendimento de oferecer experiências que vão além do consumo e aproximam o público de marcas de forte conexão com a cultura pop. Ao receber uma atração dedicada a uma franquia global como Pokémon, o shopping amplia seu calendário de experiências e cria um espaço de encontro para diferentes gerações de fãs, combinando entretenimento, colecionismo e interação em um ambiente pensado para ser vivido e compartilhado. A iniciativa também evidencia o papel do Palladium como destino para ativações que transformam a relação do público com marcas relevantes e seus universos. “Para o Palladium Curitiba, receber a celebração dos 30 anos de Pokémon é uma oportunidade de criar uma experiência que conecta diferentes gerações. A Arena TCG reúne entretenimento, interação e colecionismo em um ambiente pensado para fãs e famílias, fortalecendo ainda mais o shopping como destino de experiências e momentos compartilhados. Esta é uma ação inédita que reforça nossa estratégia de apostar em experiências especiais, que criem conexão com o público e tragam novas formas de interação com as marcas”, destaca o diretor de merchandising e inovação do Grupo Tacla Shopping, Gustavo Tacla. A Arena TCG terá atrações gratuitas, com encontros de fãs do TCG e uma programação especial para o Dia das Crianças, voltada para toda a família. As datas serão divulgadas posteriormente. Serviço – Bella Figurinha | Arena TCG Local: Palladium Curitiba – Piso L1 Inauguração: 25 de setembro de 2026 Horário: segunda a sexta, das 11h às 23h; sábado, das 10h às 23h; domingo, das 11h às 22h Entrada: gratuita.
- F.URB estreia em Brasília com gastronomia, música, diversão e pôr do sol na Praça do Cruzeiro
Brasília ganha um novo programa para o fim de semana. Nos dias 3 e 4 de outubro, estreia a F.URB | Feira Urbana de Brasília, na Praça do Cruzeiro, no Eixo Monumental. A proposta é reunir em um só lugar boa gastronomia, música, diversão e convivência ao ar livre, criando uma opção de passeio para toda a família, amigos e também para quem não abre mão de levar o pet para curtir o fim de tarde. A programação começa a partir das 16h, aproveitando um dos grandes atrativos da Praça do Cruzeiro: o pôr do sol. Choro na Praça: uma roda aberta para músicos No sábado, dia 3 de outubro, a F.URB recebe o Choro na Praça com o Regional Arniqueiras, em uma proposta que vai muito além de uma apresentação musical. Será uma roda de choro aberta, com uma mesa de músicos tocando juntos e espaço para que outros instrumentistas possam chegar com seus próprios instrumentos e participar da roda. A proposta é criar um encontro espontâneo entre músicos e público, mantendo viva a tradição das rodas de choro e transformando a Praça do Cruzeiro em um ponto de encontro para quem gosta de música brasileira. Quem toca choro e quiser participar pode levar seu instrumento e se juntar à roda. Gastronomia do Brasil ao mundo A gastronomia é um dos grandes destaques da F.URB. O público encontrará comidas brasileiras, opções internacionais e uma seleção especial de gastronomia asiática. A feira também contará com a Ala Asiática do Ásia Vibes, trazendo sabores e referências da cultura gastronômica asiática para a Praça do Cruzeiro. É o tipo de programa em que dá para chegar no fim da tarde, escolher o que comer, encontrar os amigos e ficar até o pôr do sol. Diversão para as crianças A F.URB também foi pensada para quem vai acompanhado dos pequenos. O evento terá brinquedos infláveis, garantindo um espaço de diversão para as crianças enquanto os adultos aproveitam a gastronomia, a música e o ambiente da praça. E os pets também estão convidados. A F.URB será pet friendly, permitindo que toda a família aproveite o passeio. Um novo programa para Brasília Com entrada gratuita, a F.URB chega à Praça do Cruzeiro como uma nova opção de lazer para o fim de semana. A ideia é aproveitar o melhor do fim de tarde brasiliense: comer, ouvir música, encontrar os amigos, deixar as crianças brincarem, passear com os pets e assistir ao pôr do sol. E, no sábado, quem tiver um instrumento e quiser fazer parte da música também pode chegar e entrar na roda. SERVIÇO F.URB | Feira Urbana de Brasília Praça do Cruzeiro | Eixo Monumental, Brasília/DF 3 e 4 de outubro A partir das 16h Entrada gratuita 3 de outubro: Choro na Praça com Regional Arniqueiras Roda de choro aberta para músicos Gastronomia brasileira, internacional e asiática Brinquedos infláveis Pet friendly Pôr do sol na Praça do Cruzeiro
- As mulheres que fizeram Brasília viram cena em "Candangas Palavras"
A história de Brasília costuma ser contada por nomes masculinos: arquitetos, engenheiros, políticos e operários. O projeto "Candangas Palavras – Mulheres e Memórias Capitais" conta outra parte dessa história. Entre 29 de setembro e 9 de outubro de 2026, o projeto apresenta a estudantes do Gama quatro performances sobre mulheres que chegaram, trabalharam, resistiram e ajudaram a construir o Distrito Federal. As apresentações e ações do projeto começam no Centro Educacional 01 do Gama, nos dias 29 e 30 de setembro e 1º de outubro, sempre à tarde. De 7 a 9 de outubro, a temporada segue no Centro de Ensino Fundamental 10 do Gama, com sessões pela manhã e à tarde. No dia 8 também haverá sessão à noite. Teatro, Educação e Patrimônio Imaterial O projeto, com coordenação pedagógica de Sulian Vieira e direção teatral de Jemima Tavares, propõe atividades interdisciplinares com escolas públicas para reconhecer o protagonismo histórico das mulheres candangas, com ênfase em práticas teatrais. A primeira etapa do projeto permite que os professores da escola parceira convidem os estudantes a conhecerem as histórias de mulheres de suas famílias ou vizinhança, com foco em suas experiências de vida e trabalho ao chegarem ao DF. Na segunda, são apresentadas as performances nas quais fragmentos da história da capital são contados a partir de vivências subjetivas das mulheres, destacando o protagonismo feminino. Nesse contexto, são conduzidos jogos e exercícios teatrais com alunos e professores para transformar as histórias e narrativas trazidas pelos estudantes em trocas criativas. O projeto prevê o acesso dos professores ao acervo da pesquisa histórica produzida para o projeto e às propostas de atividades pedagógicas - como jogos teatrais e roteiros para entrevistas. Os professores interessados podem desenvolver outros projetos sobre protagonismo feminino na história do DF, a partir deste acervo. Histórias reais como matéria-prima A dramaturgia das performances nasceu de entrevistas do Programa de História Oral do Arquivo Público do Distrito Federal e integra o projeto de doutoramento de Jemima Tavares junto ao Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da UnB. Ainda foram usados outros materiais arquivísticos como fotografias, manchetes de jornal, mapas e dados sobre as mulheres no DF e do próprio Gama, cidade que recebe as ações nas quais as quatro performances desempenham papel de formação e de estímulo à invenção. Segundo a diretora, a seleção dos depoimentos mostrou essa diversidade. "Cada história escolhida tem sua especificidade, porque mostra a diversidade das mulheres que sempre ocuparam essa cidade. Tem histórias muito mirabolantes, que a gente se pergunta se aquilo aconteceu mesmo. Tem outras em que a gente consegue visualizar a cena completa cabeça somente pela descrição dos fatos. E outras ainda lembram nossas famílias, mães, avós", conta. Para levar esse material à cena, ela também trouxe as próprias memórias. "Pensei primeiro na dramaturgia, lembrando de toda a minha infância no Gama: expressões dos meus avós, figuras da cidade, monumentos e histórias que ouvi da família, para compor junto com as entrevistas do Arquivo Público", explica. O resultado são quatro performances narrativas solo, de cerca de 20 minutos cada. Elas contam trajetórias de mulheres com trabalhos e modos de vida diversos: empreendedora, lavadeira, estudante, dona de casa, feirante, andarilha, entre outras. As cenas falam de injustiças sociais na ocupação do território para a construção da capital e nas diversas conquistas de direitos pelas mulheres e tocam em temas que continuam atuais, como violência contra a mulher, dupla e tripla jornada, trabalho doméstico e abandono parental. O projeto é realizado pelo Grupo de Pesquisa Vocalidade & Cena (UnB), com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal. SERVIÇOCandangas Palavras - Memórias e Mulheres Capitais Centro Educacional 01 do Gama 29 e 30 de setembro e 1º de outubro de 2026 (terça a quinta) Sessões à tarde: 13h30 às 15h e 16h às 17h30 Centro de Ensino Fundamental 10 do Gama 7, 8 e 9 de outubro de 2026 (quarta a sexta) Manhã: 8h às 9h30 e 10h30 às 12h. Tarde: 13h30 às 15h e 16h às 17h30. Noite (somente dia 8/10): 19h30 às 21h. Ficha Técnica Sulian Vieira - Coordenação e Direção VocalJemima Tavares - Direção e Dramaturgia Ingrid Soares, Isumy Kudo, Luíza Veloso e Maria Tuti Luisão - Elenco César Lignelli - Desenho de Som Marley Oliveira - Cenografia Ana Clara Neves - Figurino Studio Jana Ferreira - Designer Gráfico Jéssica Laranja - Fotografia Gabriel Vilela - Iluminador Luiz Medeiros - Maquiagem e Cenotécnica Thiago Sabino - Projeção Mapeada Karoline Pacheco Santos - Assessoria em História e Patrimônio Sonia Tavares - Assessoria Pedagógica C1 arte e entretenimento - Gestão Administrativa e Produção Paula Jacobson e Gleidson Lopes - Produtores Assistentes Tia Nilza - Monitoria de Estudantes/Camarim Camila Maxi - Assessoria de Imprensa Lunares Ayla - Social Media
- Mau hálito não vem do estômago: entenda as causas reais da halitose e como evitá-la
Sentir um odor desagradável ao falar ou notar o desconforto alheio durante uma conversa é uma situação que gera forte constrangimento social. No entanto, ao contrário da crença popular que culpa o estômago ou o fígado, conforme o Conselho Federal de Odontologia, cerca de 90% dos episódios de halitose têm origem exclusiva na própria boca. A boa notícia é que, na imensa maioria dos casos, o mau hálito não sinaliza uma doença grave, mas sim hábitos negligenciados na rotina de higiene e no estilo de vida. A causa está na ação de bactérias presentes na cavidade bucal: ao decomporem restos de alimentos, elas liberam compostos sulfurados voláteis, substâncias à base de enxofre com odor característico e marcante. A seguir, os quatro principais fatores que causam mau hálito e como corrigir cada um deles. Saburra lingual: a placa que se acumula na língua A camada branca ou amarelada que surge no fundo da língua é chamada de saburra lingual. Ela é formada por uma mistura de células mortas, restos microscópicos de comida e bactérias. Quando não é removida, torna-se o principal reservatório de mau odor da boca. Bochechos não são eficientes para a limpeza da língua. Para remover essa camada, é necessário realizar uma limpeza mecânica, como a escovação da língua. Para quem prefere uma ferramenta específica para essa finalidade, o raspador ou limpador de língua também é uma ótima opção. Como evitar: Adote o uso diário de um raspador ou limpador de língua específico todas as manhãs. O movimento deve ser suave, vindo do fundo em direção à ponta da língua, para remover a placa bacteriana sem agredir a mucosa. Higienização incompleta entre os dentes A escovação convencional consegue higienizar apenas cerca de 60% da superfície dental. Os 40% restantes correspondem às áreas interdentais, as frestas entre um dente e outro. Quando o fio dental ou a escova interdental são deixados de lado, os resíduos alimentares ali presos entram em decomposição acelerada, gerando mau hálito e abrindo espaço para inflamações na gengiva, como a gengivite. "Muitas pessoas passam anos acreditando que o mau hálito vem do estômago ou de um problema metabólico complexo, quando a resposta está na forma como higienizam a boca. A escova comum simplesmente não alcança os espaços entre os dentes e não remove a saburra de forma eficiente. Quando inserimos o raspador lingual e a limpeza interdental na rotina diária, atacamos a causa raiz do problema e a melhora no hálito é imediata", explica a Dra. Brunna Bastos, mestre e cirurgiã-dentista pela USP e especialista da GUM. Pouca ingestão de água e boca seca A saliva desempenha um papel importante na proteção e no equilíbrio da cavidade oral. Ela ajuda a neutralizar os ácidos, lubrificar os tecidos e controlar o ambiente bucal, contribuindo para a proteção dos dentes e das mucosas. Quando ingerimos pouca água, a produção de saliva cai drasticamente, um quadro conhecido como xerostomia (boca seca). Com menos saliva circulando, a descamação celular aumenta e a fermentação bacteriana se intensifica, tornando o hálito pesado, algo muito comum ao acordar. Como evitar: Mantenha a hidratação fracionada ao longo de todo o dia. Beba água regularmente para garantir que as glândulas salivares permaneçam ativas. Jejum prolongado Passar muitas horas sem comer faz com que o organismo busque outras fontes de energia, degradando gorduras corporais e liberando compostos chamados cetonas, expirados pelos pulmões. Além disso, a ausência de mastigação reduz a produção de saliva, agravando a estagnação de bactérias na boca. Como evitar: Evite ficar longos períodos sem se alimentar sem orientação profissional e priorize mastigar bem os alimentos para estimular o fluxo salivar. “Cuidar do mau hálito é, antes de tudo, uma questão de saúde e bem-estar. Uma boa rotina de higiene oral, com a escovação dos dentes, a limpeza da língua e a higienização entre os dentes, ajuda a reduzir o acúmulo de bactérias e resíduos que podem contribuir para o mau odor. Caso o mau hálito persista mesmo com uma higiene adequada, é importante consultar um cirurgião-dentista para identificar a causa e receber uma orientação individualizada”, concluiu a especialista. SOBRE GUM Lançada há mais de 60 anos nos Estados Unidos, a GUM® é a principal marca de cuidado bucal da Sunstar, empresa de origem japonesa, sediada na Suíça, que está presente em mais de 90 países ao redor do mundo e é reconhecida pela fabricação e distribuição de produtos inovadores para saúde bucal. Na América Latina, a Sunstar possui operação direta no México, Argentina, Colômbia e Brasil. Presente no País desde 2014, o portfólio GUM® conta com linhas diferenciadas para cuidado bucal diário e especializado. A marca atua em quatro categorias: limpeza interdental, linha ortodôntica, adulta e infantil. Seus produtos podem ser encontrados nos principais mercados e farmácias do país.
- Gabriel Casagrande e Gabriel Robe conquistam pole da corrida de endurance da Bradesco Stock Pro Series em Brasília
Gabriel Casagrande e Gabriel Robe conquistaram neste sábado (26) a pole position para a corrida Endurance da Bradesco Stock Pro Series, no Autódromo Internacional de Brasília. A dupla da A Mattheis Vogel, impulsionado pelo Chevrolet Tracker garantiu a primeira posição no grid com o tempo combinado de 3min50s954, resultado da soma das voltas registradas pelos dois pilotos nas sessões classificatórias. Na primeira parte da classificação, destinada aos pilotos titulares, Casagrande foi o mais rápido ao registrar 1min55s253, melhor volta do final de semana. Cacá Bueno (Chevrolet Tracker) ficou com a segunda posição, 0s452 atrás, enquanto Felipe Massa (Chevrolet Tracker) completou os três primeiros, com 1min55s758. Na sequência, os convidados assumiram os carros para a segunda parte da definição do grid. Caio Collet, parceiro de Massa, foi o mais rápido da sessão. A soma das voltas colocou Massa e Collet na segunda posição do grid, com 3min51s640. Nos minutos finais, Felipe Drugovich, que divide o carro com Gaetano Di Mauro, enfrentou um problema no Mitsubishi Eclipse Cross e parou no meio da pista, provocando a bandeira vermelha. Mesmo com Collet na frente entre os convidados, a soma dos tempos manteve Casagrande e Robe na primeira posição. Cacá Bueno e Sergio Ramalho ficaram com o terceiro lugar, seguidos por Guilherme Salas/Arthur Gama (Chevrolet Tracker) e Gaetano Di Mauro/Felipe Drugovich. Foi a décima pole de Casagrande na categoria, que terá uma grande chance de se aproximar do líder do campeonato, Felipe Fraga, se conquistar a vitória, já que, dos 137 pontos em jogo deste final de semana, ele já conquistou dois, pela pole position. “Tenho que agradecer demais à equipe pelo trabalho. As coisas não estão sendo tão fáceis, mas, dentro do carro, a gente nem pensa se está gripado, se consegue respirar ou se tem voz. A gente só quer acelerar e ali não falta força. Vamos sempre tentar dar o nosso máximo. Largar na frente é um privilégio, mas temos duas horas de corrida pela frente e muita coisa pode acontecer. Vamos fazer de tudo para sair daqui com a vitória também”, disse. Gabriel Robe, que fez o quinto melhor tempo na sessão de convidados, comemorou a pole, mas também lamentou a bandeira vermelha que ocorreu na sessão, perdendo a que seria sua melhor volta pessoal. “A gente fez o melhor trabalho possível dentro do carro. As condições da pista não foram tudo o que eu gostaria e a bandeira vermelha acabou atrapalhando um pouco, mas, graças a Deus, com a bela volta que ele fez, conseguimos sair daqui com a pole. Estou muito satisfeito e grato por todo o trabalho que a equipe vem fazendo”, comemorou. A corrida Endurance da Bradesco Stock Pro Series será disputada neste domingo (27), às 12h17, com duração de duas horas e transmissão ao vivo pela Band. Resultado da classificação – Bradesco Stock Pro Series – Brasília 1º – Gabriel Casagrande/Gabriel Robe (Vogel Motorsport/Chevrolet), 3min50s954 2º – Felipe Massa/Caio Collet (Time Lubrax TMG/Chevrolet), 3min51s640 3º – Cacá Bueno/Sergio Ramalho (Scuderia Chiarelli/Chevrolet), 3min51s762 4º – Guilherme Salas/Arthur Gama (Valda-Cavaleiro Sports/Chevrolet), 3min51s792 5º – Gaetano Di Mauro/Felipe Drugovich (Eurofarma RC/Mitsubishi), 3min51s941 6º – Felipe Fraga/Felipe Nasr (Eurofarma RC/Mitsubishi), 3min52s077 7º – Enzo Elias/Gianluca Petecof (AMattheis/TMG/Toyota), 3min52s141 8º – Rafael Suzuki/Nelson Piquet Jr. (Full Time Sports/Chevrolet), 3min52s189 9º – Arthur Leist/Gabriel Koenigkan (Crown Racing/Toyota), 3min52s683 10º – Alfredinho Ibiapina/Pedro Piquet (Full Time Gazoo Racing/Toyota), 3min52s888 11º – Sergio Sette Câmara/Lucas Di Grassi (Team RC/Mitsubishi), 3min53s023 12º – Ricardo Zonta/Antonella Bassani (Full Time Gazoo Racing/Toyota), 3min53s178 13º – Ricardo Maurício/Denis Navarro (Valda-Cavaleiro Sports/Chevrolet), 3min53s381 14º – Felipe Baptista/Vitor Baptista (Sterling Racing/Mitsubishi), 3min53s444 15º – Hélio Castroneves/Daniel Malzoni (Mercado Livre Racing/Toyota), 3min53s697 16º – Rubens Barrichello/Fefo Barrichello (Full Time Sports/Mitsubishi), 3min53s761 17º – Rafael Reis/Alberto Cattucci (Car Racing/Toyota), 3min54s161 18º – André Moraes Jr./André Negrão (Scuderia Chiarelli/Chevrolet), 3min54s328 19º – Daniel Serra/Marcos Gomes (Blau Motorsport/Mitsubishi), 3min54s571 20º – Zezinho Muggiati/Dennis Dirani (Team RC/Mitsubishi), 3min54s651 21º – Allam Khodair/Diego Nunes (Blau Motorsport/Mitsubishi), 3min54s652 22º – Lucas Foresti/Rafael Martins (Vogel Motorsport/Chevrolet), 3min54s669 23º – Leonardo Reis/Albert Costa (Car Racing/Toyota), 3min54s784 24º – Renan Guerra/William Freire (AMattheis/TMG/Toyota), 3min55s294 25º – Lucas Kohl/Danilo Dirani (Crown Racing/Toyota), 3min55s681 26º – Cesar Ramos/Nicolas Costa (Mercado Livre Racing/Toyota), 3min55s949 27º – Vicente Orige/Jefferson Giassi (Sterling Racing/Mitsubishi), 3min55s998 28º – Thiago Camilo/Caio Chaves (Mercado Livre Racing Team/Toyota), 3min56s309 29º – Julio Campos/Antonio Pizzonia (Time Lubrax TMG/Chevrolet), 3min56s538 30º – Felipe Bartz/Enzo Bedani (Albatroz Racing/Mitsubishi), 3min56s794 Rafael Gagliano/ Grupo Veloci












