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  • Maker Day Brasil 2026 reúne criatividade, tecnologia e aprendizagem prática em Brasília, Goiânia e Uberlândia

    Crianças, jovens, famílias, educadores e amantes da tecnologia e da criatividade terão a oportunidade de colocar a mão na massa durante o Maker Day Brasil 2026, que acontece nos dias 25 e 26 de setembro, em Uberlândia, Brasília e Goiânia. Realizado pela Casa Thomas Jefferson, em parceria com a Embaixada dos Estados Unidos no Brasil, o evento é gratuito e aberto ao público. O evento reúne oficinas e experiências que conectam tecnologia, arte, educação, história e inovação. Ao longo da programação, os participantes poderão ter experiências com robótica, realidade virtual, programação, impressão de objetos 3D, costura, papelão e outras atividades artísticas. Nesta edição, o Maker Day integra o Freedom 250, iniciativa que celebra os 250 anos da Declaração de Independência dos Estados Unidos. O tema será explorado a partir de diferentes linguagens e experiências, aproximando conceitos como liberdade, democracia, criatividade e inovação do universo maker. Em Brasília, a programação acontece no sábado, 26 de setembro, das 9h às 13h, na unidade da Casa Thomas Jefferson da Asa Norte. Um dos destaques da programação brasiliense será a oficina de criação de instrumentos musicais com o músico Felipe Fiúza, realizada em duas sessões, às 9h30 e às 11h. A atividade é indicada para participantes a partir de 10 anos e terá 100 vagas por sessão, sujeitas à lotação. Em Goiânia, também no sábado, das 9h às 13h, o público poderá participar de atividades de costura e criação de cadernos, construção com papelão, impressão 3D, criação de adesivos, marcadores de página, Maker Missions e programação. A programação inclui ainda oficinas de construção com pratos de papel e criação de windsocks. Já em Uberlândia, o Maker Day acontece na sexta-feira, 25 de setembro, das 14h às 18h, com oficinas em fluxo contínuo. Entre as experiências estão a NASA Mission!, de programação; costura e criação de cadernos; arte com o tema “Pets de Nova York”; construções com papelão; educação midiática no Interland; realidade virtual com parques nacionais dos Estados Unidos; marcenaria criativa e Makey Makey. As atividades foram pensadas para diferentes faixas etárias, com opções para crianças a partir de 3 anos, além de experiências destinadas a adolescentes e adultos. Mais do que apresentar ferramentas tecnológicas, o Maker Day propõe uma experiência de aprendizagem baseada na curiosidade e na experimentação. Entre foguetes, robôs, instrumentos musicais, realidade virtual, programação, costura e construções com papelão, cada estação convida o participante a transformar uma ideia em algo concreto. É dessa forma que o Freedom 250 se conecta ao evento: usando história, tecnologia e arte para criar, experimentar e aprender. A participação é gratuita e aberta ao público, mediante inscrição. SERVIÇO Maker Day Brasil 2026 | Freedom 250 Realização: Casa Thomas Jefferson, em parceria com a Embaixada dos Estados Unidos no Brasil Quanto: gratuito e aberto ao público, mediante inscrição Inscrições pelo site: thomas.org.br Uberlândia Data: sexta-feira, 25 de setembro de 2026 Horário: das 14h às 18h Local: Rua Otília Souza Oliveira, 75 – Morada da Colina Brasília Data: sábado, 26 de setembro de 2026 Horário: das 9h às 13h Local: Casa Thomas Jefferson – Asa Norte | SGAN 606 Goiânia Data: sábado, 26 de setembro de 2026 Horário: das 9h às 13h Local: Rua 1139, nº 251 | Quadra 251, Lote 22 – Setor Marista

  • Brasília recebe final do Concurso Nacional de Piano com nove jovens pianistas

    Brasília recebe, nos dias 25 e 26 de setembro, a Etapa Final do 2º Concurso Nacional de Piano do Instituto Pedro Gordilho. Nove pianistas brasileiros, selecionados entre 38 candidatos inscritos, apresentam seus programas no CTJ Hall – Casa Thomas Jefferson, na quadra 706/906 da Asa Sul. As audições são abertas ao público, com entrada gratuita. A programação começa na sexta-feira (25), às 16h, e continua no sábado (26), a partir das 10h. Cada finalista terá até 40 minutos para se apresentar. O resultado será divulgado após o encerramento das audições, com cerimônia de premiação prevista para 14h de sábado. Destinado a pianistas brasileiros de até 27 anos, o concurso busca ampliar o espaço para novos intérpretes e promover o intercâmbio entre músicos de diferentes regiões do país. Nesta edição, os nove finalistas representam Bahia, Rio de Janeiro, Pará, São Paulo, Paraná, Distrito Federal e Espírito Santo. Na etapa final, todos os concorrentes iniciam a apresentação com a peça de confronto “Tema para a Karla”, de Mário Olinto, cedida especialmente para esta edição. Em seguida, cada pianista apresenta um programa de livre escolha. A presença de uma peça de confronto permite que a Comissão Julgadora observe diferentes soluções interpretativas, enquanto o repertório escolhido de cada pianista apresenta sua formação, suas referências e sua identidade artística. A Comissão Julgadora é formada por Alexandre Dias, presidente da banca, Alda de Mattos, Ana Paula Gordilho Pessoa, Bruno Belthoise e Mário Olinto. Ao todo, serão distribuídos R$28,5 mil em prêmios: R$15 mil para o primeiro colocado, R$7 mil para o segundo e R$5 mil para o candidato revelação. O Instituto Piano Brasileiro também concederá R$1,5 mil pela melhor interpretação de uma obra brasileira para piano. Além da premiação em dinheiro, o vencedor terá a oportunidade de se apresentar como solista da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro, em data a ser definida. A Etapa Final, o anúncio dos resultados e a cerimônia de premiação terão transmissão pelo canal do Instituto Pedro Gordilho no YouTube. FINALISTAS POR DIA: Sexta-feira (25), a partir das 16h: Arthur Dante Novaes Teixeira (BA), Bruno de Lorenzo Costa Corrêa (RJ), Andres Braga Costa (PA), Luís Henrique Leite de Andrade Araújo (SP) e Matheus Enzo de Faria Oshiro (SP). Sábado (26), a partir das 10h: André Vinícius Zicka Schmidt (PR), Lucas Ramos de Souza (DF), Hugo Silva de Souza (SP) e Sara de Vasconcelos Canal (ES). SERVIÇO: 2º Concurso Nacional de Piano do Instituto Pedro Gordilho – Etapa Final Datas: 25 e 26 de setembro de 2026 Sexta-feira (25): audições a partir das 16h Sábado (26): audições a partir das 10h + premiação prevista para 14h Entrada: gratuita Local: CTJ Hall – Casa Thomas Jefferson 706/906 Sul - Asa Sul

  • PH & Michel levam sucesso para o palco do SamamBar, em Brasília

    PH & Michel têm encontro marcado com o público de Brasília neste fim de semana. A dupla se apresenta no SamamBar, levando para o palco um repertório que reúne sucessos da carreira, músicas que ganharam força nas plataformas digitais e as canções do atual momento vivido pelos artistas. Com quase uma década de trajetória, PH & Michel vêm construindo uma história que une estrada, experiência nos palcos e uma relação cada vez mais próxima com o público. Naturais de Goiás, os dois se conheceram quando faziam parte do Grupo Tróia e, posteriormente, deram início à parceria que originou a dupla. Desde então, passaram por diferentes projetos, lançaram DVDs e conquistaram espaço no sertanejo com músicas que transitam entre o romantismo, a sofrência e a animação característica dos grandes shows do gênero. Nos últimos anos, porém, um movimento espontâneo nas redes sociais abriu um novo capítulo nessa trajetória. A dupla começou a publicar vídeos cantando para pessoas que aguardavam o ônibus em pontos de Goiânia. A ideia simples e inusitada rapidamente conquistou o público e fez com que os conteúdos ultrapassassem 100 milhões de visualizações, transformando o ponto de ônibus em uma espécie de palco e aproximando ainda mais os artistas das pessoas. O sucesso desse formato deu origem ao projeto “No Ponto com PH & Michel”, gravado justamente no local que marcou o início desse movimento. A proposta ganhou novos capítulos em 2026, com lançamentos como “Dona Onça” e um EP com quatro faixas inéditas, incluindo “Só Falta Nóis Namorar”, ampliando para as plataformas digitais uma linguagem que já havia conquistado as redes. “Dona Onça”, inclusive, tornou-se um dos destaques dessa nova fase. A música aposta no humor e em situações facilmente reconhecidas pelo público e vem sendo utilizada em conteúdos nas redes sociais, mostrando a capacidade da dupla de transformar experiências do cotidiano em música e conteúdo compartilhável. Segundo publicação especializada sobre o projeto, a faixa chegou a registrar cerca de 200 novas criações por dia nas redes. Esse alcance também se reflete nas plataformas de música. Dados recentes de monitoramento apontam mais de 500 mil ouvintes mensais no Spotify, além de mais de 177 milhões de streams acumulados no catálogo da dupla. Entre as faixas que se destacam na plataforma estão “Céu da Sua Boca”, “Disk Recaída”, “Eu Me Acostumei” e “Ainda”. Agora, toda essa conexão construída no ambiente digital chega ao palco do SamamBar, em Brasília. A apresentação reforça uma característica que acompanha PH & Michel desde o início da carreira: a capacidade de transformar histórias simples, situações do cotidiano e experiências compartilhadas com o público em música. Com uma agenda cada vez mais movimentada e um trabalho que ultrapassa os limites dos palcos, PH & Michel seguem ampliando sua presença no sertanejo e encontrando novas formas de chegar ao público, seja por meio de um grande show, de uma música nas plataformas ou de um vídeo gravado em um simples ponto de ônibus. SERVIÇO PH & MICHEL NO SAMAMBAR Local: SamamBar | Brasília/DF Data: 25 de setembro de 2026 (sexta-feira) Horário: A partir de 18h Ingressos: https://www.grupsapp.com/sondar/evento/ph-michel-no-samambar-43388/

  • Encontro de Artes do Lago Oeste encerra programação com teatro

    O Encontro de Artes do Lago Oeste chega ao último fim de semana de programação com uma agenda dedicada ao teatro. Nos dias 26 e 27 de setembro, a Asproeste recebe oficinas de atuação, apresentações musicais e dois espetáculos do Coletivo Truvação. Todas as atividades são gratuitas e fazem parte do projeto que, ao longo de quatro finais de semana, levou diferentes linguagens artísticas ao Lago Oeste. No sábado (26), a programação começa às 14h com a oficina Brincando de Atuar, ministrada por Ana Matuza. Das 16h às 18h, Luciana Martins conduz a oficina Atuação para o Teatro: Exercícios e Jogos. As atividades propõem uma aproximação prática com o fazer teatral, explorando exercícios e jogos de atuação. Às 18h30, a Fanfarra Me Chame Pelo Nome abre a programação artística da noite. Na sequência, às 19h30, o Coletivo Truvação apresenta Umbigo do Infinito, espetáculo com duração de 90 minutos. No domingo (27), as duas oficinas são novamente realizadas, mantendo a programação de formação teatral. Às 18h30, a música fica por conta da Fanfarra Maluvidas. O encerramento do projeto acontece às 19h30, com a apresentação de A Batalha do Portal, também do Coletivo Truvação, com duração de 75 minutos. As inscrições para as oficinas são feitas pelo formulário eletrônico. Cultura para além do Plano Piloto Realizado ao longo de setembro, o Encontro de Artes do Lago Oeste foi estruturado em quatro finais de semana temáticos. A programação passou por dança, cinema e audiovisual, música, circo e teatro, combinando atividades de formação e apresentações artísticas gratuitas. Além de levar diferentes linguagens para o Lago Oeste, o projeto buscou criar condições para que o público de outras regiões do Distrito Federal também pudesse participar. Por isso, foi disponibilizado transporte gratuito entre a Rodoviária do Plano Piloto e a Asproeste durante os finais de semana de programação. Para o último fim de semana, os horários previstos são: 13h: Rodoviária do Plano Piloto → Asproeste 16h15: Asproeste → Rodoviária do Plano Piloto 17h15: Rodoviária do Plano Piloto → Asproeste 21h30: Asproeste → Rodoviária do Plano Piloto O transporte é gratuito, mas é necessário realizar inscrição prévia por formulário eletrônico disponível na página oficial do projeto. As vagas estão sujeitas à capacidade dos veículos. A acessibilidade também integra o projeto, com recursos disponibilizados de acordo com a programação, incluindo Libras, audiodescrição e legendas descritivas. Ao longo da edição, o Encontro de Artes do Lago Oeste criou espaços de contato com a produção cultural no próprio território, reunindo artistas, moradores e visitantes em uma programação que apostou na descentralização do acesso à cultura e na valorização da comunidade do Lago Oeste. “Mais do que levar uma programação cultural para o Lago Oeste, o Encontro de Artes ajudou a mostrar a potência que já existe no território e a importância de criar oportunidades para que a arte circule por regiões que nem sempre estão no roteiro dos grandes eventos de Brasília. Ao longo dessas semanas, tivemos contato com moradores, artistas e públicos diferentes, ocupamos espaços e criamos encontros a partir da dança, do audiovisual, da música, do circo e do teatro. O impacto que fica é justamente esse: aproximar a cultura das pessoas, fortalecer o vínculo com o território e mostrar que o Lago Oeste também é lugar de produção, encontro e experiência artística”, assinala a idealizadora Bruna Martins. Este projeto é realizado pela Rang Cultural, pela Ana Martins Produções e pela Joana Piantino Produções, com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF). O encontro conta com apoio da Asproeste, da Horta do Preto, da La Pauta Comunicações e da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec). Programação gratuita: Sábado, 26/9 14h às 16h – Oficina Brincando de Atuar, com Ana Matuza 16h às 18h – Oficina Atuação para o Teatro: Exercícios e Jogos, com Luciana Martins 18h30 – Fanfarra Me Chame Pelo Nome 19h30 – Umbigo do Infinito, do Coletivo Truvação Domingo, 27/9 14h às 16h – Oficina Brincando de Atuar, com Ana Matuza 16h às 18h – Oficina Atuação para o Teatro: Exercícios e Jogos, com Luciana Martins 18h30 – Fanfarra Maluvidas 19h30 – A Batalha do Portal, do Coletivo Truvação SERVIÇO – Encontro de Artes do Lago Oeste Teatro Quando: 26 e 27 de setembro de 2026 Onde: Asproeste – Lago Oeste Entrada: gratuita Inscrições para oficinas: https://forms.gle/kqPMdXirUVxCCLRMA Inscrições para transporte: https://forms.gle/eG5XgTKHXujKJnTBA Redes: https://www.instagram.com/encontro.de.artes/

  • Filme ‘A Pele Morta’ tem sessões especiais nas aldeias Jaguapiru e Bororó no Mato Grosso do Sul

    O filme A Pele Morta, dirigido por Denise Moraes e Bruno Fatumbi Torres, exibido na abertura oficial da 59ª edição do Festival de Brasilia do Cinema Brasileiro terá duas sessões especiais de lançamento, com entrada gratuita e participação de integrantes do elenco e da equipe, nas aldeias Jaguapiru e Bororó em Dourados-Mato Grosso do Sul. As exibições serão realizadas nos dias 26 e 27 de setembro, em locais que também fizeram parte das filmagens. A primeira sessão será no sábado (26), às 16h, no Cine Auditório Wilson Valentin Biasotto, no CEUD/UFGD, em Dourados (MS). No domingo (27), às 17h30, o filme será exibido no Ayvú Records, nas aldeias Jaguapiru e Bororó. A HISTÓRIA Rodado em Dourados e nas duas aldeias, o longa acompanha Justo (César Troncoso), um caminhoneiro uruguaio, e Saulo (Luan Iturve), um rapper guarani-kaiowá que enfrenta um período de desânimo após a morte do irmão. Os dois seguem pelas estradas entre Brasil e Paraguai em busca de trabalho e acabam compartilhando experiências marcadas por diferenças culturais, perdas e descobertas. Durante a viagem, encontram Rosario (Ivana Gomez), que procura pela irmã e passa a integrar a jornada. A história aborda temas como identidade, pertencimento, ancestralidade e os impactos da exploração sobre comunidades indígenas, tendo a região de fronteira como cenário. Idealizado por Geraldo Moraes, A Pele Morta também presta homenagem à trajetória do cineasta e à sua relação com o cinema brasileiro. O lançamento nos locais onde a história foi parcialmente construída reforça a ligação do filme com o território e as comunidades envolvidas na produção. As sessões têm entrada gratuita e contam com apoio da DAC/UFGD. Trailer: https://youtu.be/fDsebucygIA?is=QrtA0CF5FFCYwQdP Serviço: Exibição do filme “A Pele Morta” Dia 26/09 (sexta-feira), às 16h Cine Auditório Wilson Valentin Biasotto – CEUD/UFGD Rua João Rosa Góes, nº 1761, Vila Progresso, Dourados (MS) Dia 27/09 (sábado), às 17h30Ayvú Records – aldeias Jaguapiru e Bororó

  • Livro “A Distopia” imagina o futuro do Brasil a partir das eleições de 2026

    E se uma mensagem chegasse do futuro? Em A Distopia: 2026 e o futuro do Brasil, o escritor R.C. Ballerini parte dessa pergunta para imaginar os acontecimentos que podem transformar o Brasil após as eleições de 2026. Na narrativa, um escritor em 2042 encontra uma forma de enviar um manuscrito para o passado. O destino é 2026. O que chega é um livro. Realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF), o projeto terá 10 mil exemplares de A Distopia distribuídos gratuitamente no Distrito Federal. Diferentemente de um lançamento convencional, a obra não terá uma única data ou local para chegar ao público. Os exemplares começam a circular gratuitamente em diferentes eventos culturais do Distrito Federal, fazendo com que a mensagem criada na ficção também percorra, aos poucos, o presente. Na história, o ponto de partida está em 2042, em Chiapas, no México, dezesseis anos depois de uma grande crise que transformou o Brasil e o mundo. O narrador encontra um artefato de aparência misteriosa, associado à cultura maia, que permite enviar ao passado objetos produzidos a partir de matéria vegetal, como papel, madeira e plantas. É por meio desse dispositivo que um manuscrito produzido em 2042 é enviado para 2026, com a intenção de fazer a história chegar ao maior número possível de brasileiros antes que os acontecimentos narrados se concretizem. O manuscrito se transforma em uma espécie de linha do tempo imaginada entre 2026 e 2042, acompanhando acontecimentos políticos, sociais, sanitários e ambientais que modificam o país e suas relações com o mundo. Entre eles está a chamada Covid-26, uma nova pandemia iniciada na China e que se espalha internacionalmente. Ao longo da narrativa, surgem personagens, conflitos e redes de resistência, enquanto territórios como Chiapas, Rojava e a Amazônia aparecem como espaços de organização e experimentação de outras formas de vida coletiva. A obra também imagina possibilidades de reconstrução. Ao lado dos conflitos e das crises, aparecem experiências de organização comunitária, cultura, arte e cooperação. Entre elas está o Festival de Artes do Solstício, celebração que integra esse futuro imaginado pelo autor e apresenta uma sociedade que também encontra formas de reorganizar a vida depois das rupturas. Da pandemia ao futuro imaginado A ideia de A Distopia surgiu em 2021, durante a pandemia de Covid-19. Segundo R.C. Ballerini, o contexto daquele período, somado ao cenário político e social brasileiro, despertou o desejo de imaginar para onde poderiam levar determinados caminhos políticos. O livro foi escrito naquele momento e posteriormente reescrito, incorporando elementos do presente. Para o autor, 2026 ganhou importância na narrativa por ser um ano eleitoral e concentrar disputas que podem ter consequências para o futuro do país. “Em 2026, me parece que temos uma situação geopolítica mais acirrada e as atenções estão muito mais voltadas ao Brasil. O grande capital internacional está ávido por interferir no processo eleitoral brasileiro, e os candidatos alinhados à direita, e em especial à extrema direita, representam claramente os interesses dessas grandes corporações. Isso faz com que as eleições de 2026 representem um possível ponto de definição muito importante para o nosso futuro”, afirma. Segundo Ballerini, a distribuição gratuita do livro tem o objetivo de alcançar o maior número possível de pessoas e contribuir para a discussão política do momento. “Os rumos do país não estão seguros nas mãos da extrema direita. O livro apresenta uma caricatura de situações extremas e traz a compreensão de que, de forma geral, a atuação desse campo político realmente não se importa com meio ambiente, cultura, justiça social e distribuição de renda. Uma atuação nesse registro acaba resultando em uma destruição total muito mais agressiva do que o senso comum imagina, gerando consequências em muitos outros aspectos”, destaca. Sobre o autor R.C.Ballerini é músico, escritor, radialista e piloto de ideias. Publicou Fragmentos, uma obra de escritos curtos experimentais, em 2019. É idealizador e diretor artístico do DF-instrumental-FEST, que desde 2023 promove a música instrumental do DF e do Brasil em territórios de periferia. É compositor e instrumentista do Duo Palco-céu, que já atendeu a mais de 40 mil crianças da rede pública de ensino do DF, foi instrumentista, é o produtor do Satanique Samba Trio, com 23 anos de carreira, 16 álbuns produzidos e 4 turnês europeias, e é co-idealizador, curador e apresentador do Programa Brasil instrumental, na Cultura FM Brasília. SERVIÇO A Distopia: 2026 e o futuro do Brasil De R.C. Ballerini Páginas: 88 Tiragem: 10 mil exemplares Distribuição: gratuita, em diferentes eventos culturais do Distrito Federal Mais informações: https://www.instagram.com/adistopia2042/

  • Nova arena da UnB terá cobertura de 1.295 toneladas de aço sustentada por apenas quatro pilares

    Uma cobertura metálica de grandes proporções, sustentada por apenas quatro pilares e praticamente suspensa sobre uma ampla praça. Essa é uma das principais marcas da Aula Magna, nova arena multiuso projetada para a Universidade de Brasília (UnB), que terá capacidade para 1.500 pessoas e utilizará 1.295 toneladas de aço. Previsto para ser concluído em 2028, o projeto terá 7.033 m² de área construída e será inserido em uma operação urbana mais ampla, que contempla urbanização e paisagismo. Mais do que um auditório, a Aula Magna foi concebida como uma grande praça coberta, capaz de receber cerimônias acadêmicas, espetáculos, formaturas, palestras e encontros culturais. O principal desafio de engenharia está justamente acima desse espaço: uma grande cobertura metálica com vão central de 45 metros e balanços que avançam 20 metros no perímetro. A solução estrutural permite reduzir drasticamente a quantidade de apoios e manter livre a área central da arena. “O conceito estrutural se organiza pela relação entre dois planos: o da cobertura e o do chão. Optou-se por priorizar e valorizar os vazios estruturais em relação aos cheios. A informação define o partido, que busca fazer com que o piso se estenda além dos limites do auditório, enquanto o teto metálico paira acima, criando continuidade fluida entre espaço interno e externo”, afirma Eder Alencar, um dos arquitetos responsáveis pelo projeto. Engenharia para fazer a cobertura “flutuar” O efeito de leveza pretendido pelos arquitetos exigiu uma solução estrutural capaz de vencer grandes distâncias, suportar as ações do vento e controlar deformações sem comprometer a linguagem arquitetônica. “A cobertura flutua acima, concebida em estrutura metálica leve, garantindo que o teto atue de forma independente. A solução estrutural concentra a força do projeto”, explica Alencar. A cobertura será formada por uma grelha metálica espacial composta por treliças com linhas horizontais em perfis abertos do tipo W e diagonais tubulares transversais. As treliças principais terão altura entre 2,10 e 2,35 metros, largura de 0,25 metro e modulação regular a cada 5 metros. Com apenas quatro pilares sustentando a cobertura, a estrutura precisará vencer o vão central de 45 metros e os balanços de 20 metros no perímetro, ao mesmo tempo em que preserva a sensação visual de leveza. “Os apoios foram posicionados para liberar a área central. A estrutura metálica trabalha com eixos perimetrais suportados por pilares de seção fechada, locados de modo a manter a praça desobstruída. Com paredes e arrimos recuados, os balanços funcionam como abas de uma grande varanda. A cobertura protege, orienta e amplia a área de permanência, sem transformar o auditório em caixa fechada”, destaca o arquiteto. A dimensão dos balanços também exige atenção especial às ações do vento e ao comportamento estrutural da cobertura. Diferentes tipos de aço em uma mesma estrutura A complexidade do projeto levou à combinação de diferentes famílias de aço. As vigas do tipo W serão produzidas em aço patinável ou estrutural de alto limite de escoamento ASTM A572 Grau 50. Já diagonais e contraventamentos utilizarão perfis tubulares circulares e quadrados em A-500 Grau C. Os quatro pilares metálicos terão seções fechadas delgadas, de aproximadamente 0,66 metro, desenvolvidas especialmente para a obra. Além do desafio estrutural, o projeto precisa conciliar as exigências de um espaço destinado a receber até 1.500 pessoas. “Um espaço para 1.500 pessoas precisa equilibrar inteligibilidade sonora, circulação, evacuação, segurança contra incêndio e conforto ambiental”, afirma Alencar. A estrutura principal de aço receberá pintura e revestimento intumescente, com desempenho mínimo previsto de 60 minutos de resistência e integridade estrutural durante a evacuação. Para proteção anticorrosiva, estão especificados jateamento em grau SA 2 1/2, primer epóxi rico em zinco metálico, camada intumescente e acabamento ignífugo em poliuretano acrílico. Os elementos expostos às intempéries terão película adicional. Outro diferencial será a relação da arena com seu entorno. O palco foi projetado para funcionar tanto voltado para o auditório quanto conectado à esplanada entre a Reitoria e a Biblioteca, ampliando as possibilidades de uso do espaço. Para o Centro Brasileiro da Construção em Aço (CBCA), a Aula Magna demonstra como o sistema construtivo em aço pode viabilizar soluções arquitetônicas que exigem grandes vãos e poucos apoios. No projeto da UnB, a estrutura vence 45 metros de vão, sustenta balanços de 20 metros e permite manter a área central livre, além de contribuir para maior precisão e agilidade na montagem. O projeto é de autoria de André Velloso, Eder Alencar, Matheus Gorovitz, Cláudia Garcia e Danielle Gressler, com estrutura e instalações de Miguel Maratá. FICHA TÉCNICA Projeto Arquitetônico/Arquitetos responsáveis: ARQBR / André Velloso, Eder Alencar, Matheus Gorovitz, Cláudia Garcia e Danielle Gressler Empresa responsável pelo projeto da estrutura em aço: Miguel Maratá Área construída: 7.033 m² Volume de aço empregado: 1.295 toneladas Conclusão da obra: 2028 Local: Brasília (DF) Sobre o CBCA O CBCA é uma entidade de classe, criada em 2002, com o objetivo de ampliar a participação da construção industrializada em aço no mercado nacional, realizando ações para sua divulgação e apoiando o seu desenvolvimento tecnológico no Brasil. Tem como gestor o Instituto Aço Brasil e não é uma entidade comercial.

  • Eleitor que deixar e-Título para a última hora pode ficar sem acesso no dia da eleição

    Quem pretende usar o e-Título para votar nas Eleições 2026 precisa se antecipar. O eleitor tem até o sábado, 3 de outubro, para instalar o aplicativo, realizar o primeiro acesso e concluir a validação das informações. O primeiro turno será realizado no domingo, 4 de outubro. Segundo o Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF), apenas baixar o aplicativo não é suficiente: o procedimento de ativação precisa ser concluído antes do dia da votação. A restrição tem como objetivo evitar uma sobrecarga do sistema durante a eleição, quando o volume de acessos aumenta significativamente. No dia da votação, o download e o primeiro acesso ao aplicativo ficam interrompidos, embora o serviço continue disponível para quem já tiver realizado a ativação. Para o advogado especialista em Direito Eleitoral Newton Lins, a orientação da Justiça Eleitoral reforça a importância de o eleitor não deixar procedimentos essenciais para a véspera da votação. “O eleitor precisa entender que baixar o e-Título não significa que ele já estará pronto para ser utilizado. É necessário fazer o primeiro acesso e concluir a validação das informações. Deixar esse procedimento para o dia da eleição pode gerar uma dificuldade desnecessária justamente no momento em que o eleitor precisa estar com sua documentação regularizada.” O e-Título pode ser utilizado como documento de identificação no momento da votação quando apresenta a fotografia do eleitor. Nesse caso, o documento deve ser exibido diretamente na tela do celular ou tablet. Capturas de tela ou prints não são aceitos como documento de identificação. Quem estiver com o e-Título sem fotografia deverá apresentar também um documento oficial de identificação com foto. “O uso do e-Título traz praticidade, mas também exige atenção às condições estabelecidas pela Justiça Eleitoral. O eleitor deve conferir previamente se a fotografia aparece no aplicativo e se os dados estão corretos. Caso não haja fotografia, é necessário levar um documento oficial com foto. O print também não substitui o aplicativo”, explica Newton Lins. Além da identificação, o aplicativo permite consultar o local de votação, zona e seção eleitoral, além de oferecer outros serviços da Justiça Eleitoral. A consulta ao local de votação para as Eleições 2026 também está disponível pelo e-Título e pelo Portal do TSE. A validação antecipada também é importante porque o aplicativo utiliza recursos de segurança, incluindo validação facial. A recomendação do TRE-DF é que o eleitor faça o procedimento com antecedência e confira as informações antes do dia da eleição. “A tecnologia facilita o acesso do cidadão aos serviços eleitorais, mas não elimina a necessidade de planejamento. Conferir o aplicativo, o local de votação e a documentação antes da eleição é uma forma de evitar imprevistos no dia do voto”, afirma Newton Lins. O e-Título está disponível gratuitamente para dispositivos Android e iOS. Para quem pretende utilizar a versão digital do título no primeiro turno das Eleições 2026, a orientação da Justiça Eleitoral é concluir o download, o primeiro acesso e a validação até 3 de outubro.

  • Humor, enigmas e capa que brilha no escuro marcam novo livro de Gabriel Dearo e Manu Digilio

    Os fãs da série best-seller As Aventuras de Mike, que já soma mais de 2 milhões de cópias vendidas, acabam de ganhar uma nova história protagonizada por Nando, melhor amigo de Mike. Gabriel Dearo e Manu Digilio lançam As Aventuras de Nando – Os Mistérios da Ilha, publicada pela Editora Planeta, que coloca o personagem no centro de uma jornada repleta de momentos engraçados. “O grande diferencial do livro é a temática, que vai para o lado do mistério. Pela primeira vez, temos uma capa que brilha no escuro que contribui para essa atmosfera de segredos e enigmas. A narrativa é fechada e esconde algumas mensagens criptografadas que o leitor precisa decifrar para descobrir quais são esses segredos ao longo da leitura”, explica Manu Digilio. Nando é outro personagem do Universo Dearo, já conhecido e amado pelo público infantojuvenil, e está presente em animações, peças de teatro e vídeos de As Aventuras de Mike. Agora, com As Aventuras de Nando – Os Mistérios da Ilha, os autores ampliam sua presença e oferecem aos leitores uma nova forma de se conectar e explorar seu universo. “Esse livro foi criado em formato de diário antigo e com páginas em preto e branco para que o leitor possa colorir e realmente se sentir parte da história. A publicação foi muito pedida pelos fãs nos últimos dois anos, e escrever um mistério com humor foi desafiador, tanto pra mim quanto pra Manu. Mas estamos muito felizes com o resultado e queremos continuações”, completa Gabriel. Sinopse Nando é um divertido menino de 12 anos que se distrai facilmente e só consegue se concentrar em assuntos de seu interesse. Para as férias, ele tinha planos perfeitos: dormir até tarde, comer muita lasanha e jogar videogame. Mas seus planos mudam quando recebe um convite para visitar a ilha de Bertalha, um lugar isolado que esconde muitos segredos. Seu avô, Osmar, é um pesquisador científico nessa ilha, e está pesquisando possíveis anomalias. Ao lado do seu irmão gêmeo superinteligente, Fer, seu melhor amigo Mike, e a Priminha Irritante, Nando precisa ajudar seu avô a descobrir o que essa ilha esconde. Será que Nando e sua turma vão conseguir desvendar o maior mistério da ilha de Bertalha? O pré-lançamento de As Aventuras de Nando – Os Mistérios da Ilha também ganhou força no ambiente digital. Na última segunda-feira (21), Gabriel Dearo e Manu Digilio reuniram mais de 10 mil pessoas simultaneamente em uma live interativa, transmitida pelos canais oficiais dos autores. Ao longo da transmissão, o público participou de enquetes e interagiu com a dupla. A participação reforça a conexão dos autores com os fãs e a expectativa em torno da nova obra. No dia do lançamento, o livro entrou em primeiro no ranking geral da Amazon. Serviço Título: As Aventuras de Nando – Os Mistérios da Ilha Autores: Gabriel Dearo e Manu Digilio Ilustrador: Pedro H. Ozeas Páginas: 176 Formato: 14 x 2.1 x 21 cm ISBN: 978-8542244090 Preço livro físico: R$ 66,90 Editora Planeta | Selo Outro Planeta Onde encontrar: Nas livrarias físicas e virtuais do País Sobre o Universo Dearo Fundado por Gabriel Dearo e Manu Digilio, o Universo Dearo é uma marca de entretenimento infantojuvenil com 15 anos de trajetória. Com a missão de “deixar o mundo mais divertido” por meio de conteúdos seguros (Family Friendly), a marca integra literatura, vídeos, animações, música e teatro, sendo amplamente reconhecida por pais e educadores. Ao longo dessa história, consolidaram a literatura como um dos principais pilares do Universo Dearo, transformando personagens e histórias originais em uma das mais relevantes propriedades intelectuais brasileiras voltadas ao público infantojuvenil. Os escritores e autores Gabriel Dearo e Manu Digilio conquistaram milhões de leitores por meio de seus livros da série As aventuras de Mike, e o novo sucesso, a HQ Supercapivara que despertam o interesse das crianças com uma linguagem contemporânea e criativa. Conteúdo que une o entretenimento digital ao material impresso. No ecossistema digital, são criadores de canais de grande sucesso no YouTube, como @falaidearo, @operacaocinema, @dearoemanu e @asaventurasdemike. Para além do universo digital, também atuam na educação e no mercado editorial à frente da Piper Academy (plataforma de educação infantil) e são autores responsáveis por todo o conteúdo editorial da série de livros "As Aventuras de Mike", um fenômeno best-seller com mais de 2 milhões de cópias vendidas. Por meio de campanhas, palestras e participação em importantes feiras literárias, Gabriel e Manu fortalecem a marca e o relacionamento com o público. Canais oficiais: YouTube Dearo e Manu (@dearoemanu +/- 3.64 milhões de inscritos) / Falaidearo (@falaidearo +/- 12 milhões de inscritos); Operação Cinema (@operacaocinema +/- 6 milhões de inscritos); As aventuras de Mike (@asaventurasdemike +/- 3 milhões de inscritos). TikTok Gabriel Dearo @ogabrieldearo +/- 2 milhões de seguidores; Manu Digilio @manudigilio +/- 1,3 milhões de seguidores); As Aventuras de Mike (asaventurasdemike +/- 213 seguidores mil seguidores). Instagram Gabriel Dearo (@ogabrieldearo com +/- 665 mil seguidores); Manu Digilio (@manudigilio +/- 570 mil seguidores); As Aventuras de Mike (@asaventurasdemike +/- 277 mil seguidores).

  • Setembro Amarelo: Mais de 293 mil benefícios do INSS foram concedidos por ansiedade e depressão em 2025

    Mais de 293 mil benefícios do INSS foram concedidos em 2025 a trabalhadores diagnosticados com ansiedade e depressão. Foram 166.489 benefícios relacionados a transtornos de ansiedade e 126.608 por episódios depressivos, segundo dados divulgados pelo próprio Instituto Nacional do Seguro Social. O cenário evidencia o impacto dos transtornos mentais sobre a capacidade de trabalho e reforça, durante o Setembro Amarelo, a importância de informar a população sobre a proteção previdenciária disponível nesses casos. Quando um problema de saúde mental impede temporariamente o trabalhador de exercer sua atividade profissional, pode haver direito ao auxílio por incapacidade temporária, antigo auxílio-doença. O benefício não é exclusivo de quem possui carteira assinada: contribuintes individuais, autônomos e Microempreendedores Individuais (MEIs) também podem ter acesso à cobertura previdenciária, desde que mantenham a qualidade de segurado e cumpram os demais requisitos. Para o advogado especialista em Direito Previdenciário Ubiratãn Dias, ainda existe uma percepção equivocada de que problemas de saúde mental não seriam suficientes para justificar o afastamento profissional. “Saúde mental também é saúde. Quando um transtorno impede o trabalhador de exercer sua atividade, não estamos falando simplesmente de falta de disposição ou de um problema passageiro: estamos diante de uma possível incapacidade laboral que precisa ser avaliada e pode gerar proteção previdenciária”, afirma. Segundo o especialista, o diagnóstico isoladamente não garante a concessão do benefício. O que precisa ser comprovado é a incapacidade para o trabalho ou para a atividade habitual por período superior a 15 dias consecutivos, mediante avaliação médica, além do cumprimento dos demais requisitos previdenciários. Em regra, são exigidas 12 contribuições mensais. “O erro é achar que basta ter um diagnóstico de depressão ou ansiedade para receber o benefício. Não é assim. O que o INSS precisa verificar é se aquela condição de saúde efetivamente impede o segurado de trabalhar. Por isso, a documentação médica e a demonstração da incapacidade são fundamentais”, explica Ubiratãn. Outro ponto que ainda gera dúvidas é quem pode solicitar o benefício. Trabalhadores que atuam por conta própria também estão incluídos na Previdência Social. O INSS reconhece o contribuinte individual e o MEI como categorias de segurados e prevê benefícios por incapacidade para esses trabalhadores, desde que preenchidos os requisitos. “O trabalhador autônomo não deixa de ser trabalhador porque não tem carteira assinada. Se ele contribui para a Previdência e fica incapacitado para exercer sua atividade, pode existir cobertura. O mesmo vale para o MEI. É justamente por desconhecer essa proteção que muita gente deixa de procurar o benefício quando mais precisa”, alerta o advogado. A documentação também pode fazer diferença na análise do pedido. Relatórios médicos, atestados e exames devem apresentar informações que permitam avaliar a condição de saúde e sua repercussão sobre a atividade profissional. O pedido do auxílio por incapacidade temporária pode ser realizado pelos canais oficiais do INSS. O INSS também prevê situações específicas em que a carência pode ser dispensada. Entre elas está o transtorno mental grave, desde que acompanhado de alienação mental, conforme as regras previdenciárias vigentes. Isso não significa, porém, que qualquer diagnóstico de transtorno mental esteja automaticamente dispensado da carência. Para Ubiratãn Dias, ampliar o conhecimento sobre esses direitos é também uma forma de evitar que trabalhadores enfrentem simultaneamente uma crise de saúde e a perda completa de sua fonte de renda. “A pessoa que está adoecida não precisa enfrentar também a desinformação. O benefício previdenciário existe justamente para oferecer proteção em um momento em que o trabalhador está temporariamente sem condições de exercer sua atividade. Conhecer as regras pode evitar que uma situação de saúde se transforme também em uma crise financeira”, conclui.

  • Ziza Fernandes e Maninho apresentam "DOIS - Volume 2", novo capítulo de parceria construída ao longo de décadas

    Ziza Fernandes e Maninho dão continuidade a uma parceria construída ao longo de décadas com o lançamento de “DOIS – Volume 2”, novo capítulo do projeto que reúne música, amizade e fé em uma experiência acústica. O álbum chega às plataformas digitais via ONErpm na sequência de “DOIS – Volume 1”, ampliando o repertório de uma proposta que revisita canções marcantes das trajetórias dos dois artistas em novos arranjos, com produção musical assinada por Maninho. O projeto alterna composições autorais e releituras, percorrendo temas como esperança, memória, liberdade e encontro. A proposta dá continuidade ao caminho iniciado em Dois Tempos e evidencia a sintonia artística entre Ziza e Maninho, que compartilham não apenas uma história na música, mas também uma trajetória marcada pela fé e pela missão. “Trabalhar musicalmente ao lado do Maninho tem sido uma das experiências mais incríveis da minha vida. Mas, talvez mais do que todos os seus atributos técnicos, o que me faz querer trabalhar ao lado dele para sempre é que ele é um amigo fiel, que um dia me ajudou a voltar para o meu caminho artístico com honestidade, veracidade e qualidade. Nós fizemos um pacto de nunca fazer algo medíocre, mas sempre entregar o melhor de nós. É uma cumplicidade que vai muito além da música”, compartilha Ziza Fernandes. “Eu e a Ziza temos uma amizade de mais de 30 anos. Apesar de participarmos muito da vida artística um do outro, ainda não tínhamos um trabalho nosso, dividido Maninho e Ziza, Ziza e Maninho. O Dois concretiza isso de uma forma muito natural: são dois amigos cantando juntos, partilhando músicas que gostam, que fizeram e que costumam cantar quando se encontram. É um disco que mostra esse ambiente de amizade e fraternidade, com muita naturalidade, sem grandes manipulações ou tratamentos. É simplesmente música acontecendo entre DOIS amigos que estão se divertindo e partilhando aquilo que construíram ao longo de tantos anos de vida e de estrada”, complementa Maninho. A parte de “DOIS” também nasce de uma experiência internacional. A dupla levou o projeto para diferentes públicos durante uma turnê pela Europa, período que também deu origem às gravações dos Volumes 3 e 4. O lançamento chega ainda em um momento especial da carreira de Ziza Fernandes, a artista foi indicada ao Latin GRAMMY® 2026 na categoria “Melhor Álbum de Música Cristã em Língua Portuguesa”, por “Primeiro (Ao Vivo)”, trabalho realizado em parceria com o trio Jazz&Christ. A 27ª edição do prêmio acontece em 12 de novembro, em Las Vegas. Com “DOIS – Volume 2”, Ziza e Maninho seguem transformando uma amizade de décadas em música, dando continuidade a uma história que ainda terá novos capítulos nos próximos lançamentos e no registro audiovisual previsto para dezembro. Sobre Ziza Fernandes: Com mais de 30 anos de trajetória, Ziza Fernandes construiu uma carreira que transita entre música, formação humana e diferentes linguagens artísticas. Mestre em Psicologia e especialista em Logoterapia, Musicoterapia e Arte Sacra, a artista possui 34 álbuns gravados em diferentes idiomas, além de livros e projetos audiovisuais. Fundadora da Oficina Viva Produções, Ziza também assina trabalhos como os álbuns visuais Tempus e Coração Errante e o docudrama musical Mais. Em 2026, a artista soma à sua trajetória uma indicação ao Latin GRAMMY®, por Primeiro (Ao Vivo), na categoria Melhor Álbum de Música Cristã em Língua Portuguesa. Instagram AQUI Sobre Maninho: Nascido em Porto Alegre, Maninho desenvolveu desde a infância uma relação com a música por meio do estudo de flauta, violão e piano. Sua trajetória inclui a participação na pioneira Banda Paz e Mel e, atualmente, trabalhos como cantor e produtor musical. Com uma atuação que une diferentes áreas, Maninho também é médico especialista em Ortopedia e Traumatologia. Instagram AQUI Sobre ONErpm: ONErpm é o grupo musical e gravadora liderando a nova geração da música – operando globalmente em 43 localizações e mais de 600 funcionários. O grupo oferece serviços de gravadora a artistas que procuram elevar suas carreiras e opera uma das maiores distribuidoras musicais do mundo inteiro, além de contar com uma das maiores networks multi-canais no YouTube. Contando com um leque completo de serviços, que inclui apoio de marketing, ferramentas para a supply chain, SAAS, inteligência de empreendedorismo, publicação, contabilidade e soluções globais de pagamento, a empresa oferece a infraestrutura necessária para o sucesso de criadores e donos de conteúdo. Prezando por ser uma parceira confiável, a ONErpm oferece transparência em tudo que faz, desde a criação de uma campanha de marketing aos pagamentos.

  • Inteligência artificial já está nas empresas e o uso sem regras cria riscos invisíveis

    A Inteligência Artificial (IA) já faz parte da rotina de muitos trabalhadores e vem sendo usada para tarefas como escrever textos, analisar documentos, organizar informações e criar conteúdos. O desafio é que, em muitas empresas, essas ferramentas chegam antes das regras para seu uso. Sem orientação e medidas de segurança, a utilização inadequada da inteligência artificial pode trazer prejuízos e até gerar responsabilidade para o empregador. É possível que muitos funcionários já tenham incorporado às suas atividades diárias ferramentas como ChatGPT, Gemini e outros sistemas de inteligência artificial, por iniciativa própria. Em muitos casos, a intenção é positiva, pois a tecnologia ajuda a economizar tempo, organizar tarefas, melhorar a apresentação de um documento ou encontrar alternativas para uma atividade que antes exigia mais horas de trabalho. O problema começa quando essa utilização acontece sem conhecimento da empresa e sem critérios de segurança. Esse fenômeno, conhecido em alguns ambientes como uso informal ou não autorizado de ferramentas de IA, cria uma espécie de inteligência invisível dentro das organizações. O funcionário utiliza uma plataforma externa para realizar uma tarefa profissional, mas a empresa pode não saber qual ferramenta foi usada, que tipo de informação foi inserida, quais são as condições de tratamento dos dados ou até mesmo como o resultado produzido será utilizado. O risco aumenta quando informações internas são inseridas nesses sistemas, como documentos enviados para análise que podem conter dados pessoais de clientes, informações financeiras, contratos, estratégias comerciais, dados de funcionários, projetos ainda não divulgados ou informações protegidas por acordos de confidencialidade. Dependendo da ferramenta, da configuração utilizada e dos termos do serviço, essas informações podem estar sujeitas a diferentes formas de armazenamento e processamento, o que exige atenção por parte da empresa. O advogado trabalhista Lucas Aguiar explica que a preocupação envolve a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). “O simples fato de uma informação estar disponível para uso em uma ferramenta tecnológica não significa que ela possa ser transferida livremente para qualquer sistema. Empresas que lidam com dados pessoais precisam considerar finalidade, necessidade, segurança, governança e demais requisitos aplicáveis ao tratamento dessas informações”, alerta. Aguiar destaca um segundo problema, que é a possibilidade de a inteligência artificial produzir respostas incorretas, os chamados erros ou “alucinações” de sistemas generativos. “Em algumas aplicações, a ferramenta apresenta informações falsas, incompletas ou sem fundamento como se fossem verdadeiras. Um texto pode conter uma estatística inexistente, uma referência que não foi publicada, uma interpretação jurídica equivocada ou uma informação aparentemente convincente, mas incorreta. É um risco grave, principalmente quando o resultado equivocado passa diretamente para um cliente, contrato, relatório, campanha publicitária, documento jurídico ou decisão empresarial. Isso precisa ser evitado”, orienta. O especialista lembra que, embora a tecnologia possa ajudar na produção do material, ela não elimina a necessidade de revisão humana. “A responsabilidade pelo conteúdo utilizado profissionalmente não desaparece porque uma máquina participou de sua elaboração. A questão passa então a envolver quem autorizou o uso, quais ferramentas foram adotadas e quais informações foram fornecidas ao sistema. Além disso, é necessário considerar quais mecanismos de proteção existem e quem conferiu o resultado antes de sua utilização. Do ponto de vista jurídico, o empregador pode responder por atos praticados por seus empregados no exercício do trabalho se o uso da IA causar prejuízo a um cliente ou terceiro”, adverte. O advogado reforça que, para evitar situações de uso indevido da IA, é preciso investir em treinamento. “Não basta entregar um manual ao trabalhador e esperar que ele saiba diferenciar uma utilização segura de uma situação de risco. As equipes precisam entender, de maneira prática, por que determinados dados não devem ser inseridos em uma ferramenta, como verificar uma informação produzida por inteligência artificial e quais situações exigem autorização ou revisão. O desafio das empresas é aproveitar os benefícios da inteligência artificial sem aumentar os riscos jurídicos e operacionais”, salienta.

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