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- Lançamento do romance "Dois Mundaréus" cristaliza a literatura marginal
A noite de 16 de julho movimentou a Asa Norte com o lançamento de Dois Mundaréus, o segundo romance do escritor brasiliense Alexandre Duim. Publicado pela Editora Afluente, o livro teve sua estreia celebrada em um formato descontraído no boteco Zé Torresmo (CLN 115), reunindo leitores, amigos e entusiastas da literatura contemporânea para uma noite de brindes e autógrafos. O evento transformou o ambiente tipicamente mineiro do bar em um ponto de convergência cultural. Os convidados que apoiaram a obra durante o período de pré-venda puderam retirar seus exemplares em primeira mão, além de conversar diretamente com o autor sobre os bastidores da criação da narrativa. Dois Mundaréus acompanha a trajetória de Tita, uma jovem babá que transita diariamente entre as realidades contrastantes do "Blocão" e os privilégios da classe média. Além de apontar as sutis barreiras da desigualdade, a história apresenta com grande proximidade e intimidade um recorte dos dias abafados da personagem. A força e a velocidade do fluxo de pensamento da protagonista, além da oralidade e da estética urbana, são as características marcantes da trama, pontos de destaque na estrutura narrativa. Para Duim, que comumente usa da crítica social por meio do sarcasmo, a recepção do público apontou a importância de abrir espaço para as novas vozes e para os temas periféricos e contemporâneos: “Em contraponto com a imagem erudita que a literatura por vezes é apresentada, a ficção marginal explora verdades e realidades fartamente encontradas nos brasis, apresentando linguagens e provocações que devem ser motivo de reflexão”. O clima despojado do boteco — acompanhado de comida tropeira e do tradicional cardápio de cachaças da casa — garantiu um fluxo dinâmico de conversas e encontros, movimentando o cenário cultural de Brasília. O livro segue disponível para leitores de todo o país através dos canais oficiais da editora. Serviço: Obra: Dois Mundaréus (Editora Afluente) Autor: Alexandre Duim Mais informações: alexandreduim@gmail.com
- Rubaiyat Brasília apresenta clássico da gastronomia espanhola
O Rubaiyat Brasília reforça sua tradição de carnes com chegada da Cecina de Vaca Velha, especialidade inspirada na parrilla espanhola, ao seu cardápio. A novidade reforça a conexão com a casa do grupo em Madrid, onde cortes provenientes de animais maduros fazem parte do menu desde sua fundação, há mais de 20 anos. Mais do que mais uma opção, a proposta reflete uma filosofia que valoriza a origem, a seleção criteriosa dos animais e o respeito aos processos naturais de maturação. Produzida a partir de animais criados entre oito e nove anos em pastagem, a Cecina de Vaca Velha desenvolve naturalmente marmoreio, suculência e sabor marcante. O processo artesanal de salga, defumação suave e cura natural por oito meses confere ao corte coloração avermelhada, aroma delicado e textura equilibrada. No Rubaiyat é servida em fatias finas, cortadas contra a fibra, acompanhadas de focaccia da casa finalizada na grelha. Para harmonizar, vinhos tintos leves de boa acidez ou brancos secos e minerais limpam o paladar sem sobrepor a intensidade e a complexidade da carne. SERVIÇO: Rubaiyat Brasília - 1 Esportivo Sul, St. de Clubes Esportivos Sul. Horário: de segunda a sábado, das 11h30 às 23h, domingo, das 11h30 às 18h. Instagram: https://www.instagram.com/rubaiyatbrasil. Reservas: https://reservation.getin.app/l6yJqjkm. Sobre o Grupo Rubaiyat Sob a liderança da família Iglesias há três gerações, o Grupo Rubaiyat é referência em alta gastronomia desde 1957, com restaurantes em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Madrid, Santiago e Buenos Aires, além do Empório Rubaiyat. Pioneiro no conceito “da fazenda ao prato”, o grupo mantém sua própria criação de bovinos, suínos e aves, garantindo excelência e autenticidade ao menu, com rigorosa seleção de fornecedores da terra e do mar. Frescor e qualidade são pilares cruciais na filosofia da casa. Reconhecidos pela combinação de tradição e sofisticação, os restaurantes Rubaiyat zelam por ambientes acolhedores e arquitetura diferenciada, mobiliário rústico e elegante, além de adegas com alguns dos melhores rótulos de todo o mundo. O atendimento reforça o compromisso da marca em transformar cada refeição ou evento em experiência memorável, o que convida o cliente a retornar sempre. Saiba mais aqui
- Teatro Caleidoscópio aborda filosofia e debate público em: Cicuta (ou Um tal de Sócrates)
Há mais de trinta anos dedicado à criação de espetáculos que articulam teatro, estética, filosofia e debate público, o Grupo-Teatro Caleidoscópio apresenta, em dois finais de semana de agosto, a sua nova montagem, Cicuta (ou Um tal de Sócrates). A peça acompanha o julgamento e a morte de Sócrates, apresentado não como monumento da filosofia, mas como um homem perigoso por ensinar jovens a pensar e a insinuar a existência de novos deuses. Entre o tribunal, o oráculo e a prisão, o espetáculo atualiza o método socrático para o presente, confrontando o público com perguntas sobre obediência, educação, democracia e responsabilidade. “Em um momento eleitoral decisivo, é importante falar da importância do voto automático, do medo do outro e da influência da mídia, convidando especialmente os jovens eleitores a refletirem além dos clichês ideológicos”, diz o diretor e dramaturgo da peça, André Amahro. Sem indicar posições políticas, a peça afirma o pensamento crítico como ato ético e lembra que, como dizia Sócrates, “uma vida sem exame não vale a pena ser vivida”. Tudo o que se sabe sobre ele foi escrito por Platão – filósofo que tinha intenção original de se tornar dramaturgo - e outros pensadores da época (século V a.c.). A dramaturgia segue, principalmente, as fontes platônicas, como os quatro diálogos referentes ao julgamento e à morte de Sócrates, que funcionam como verdadeiras tragédias. “Considerando que a intenção original de Platão era ser dramaturgo – daí a história de Sócrates em diálogos, como uma peça de teatro –, é possível ver Sócrates como um herói trágico da mesma estatura que Édipo e Hamlet, por exemplo”, analisa Amahro. O título Cicuta (ou Um tal de Sócrates) sintetiza as duas dimensões centrais do espetáculo. Cicuta remete ao desfecho trágico do filósofo, condenado à morte por envenenamento, por desafiar as certezas de seu tempo; Um tal de Sócrates aproxima essa figura monumental do homem comum, retirando-o do pedestal da História para colocá-lo diante do público de hoje. Mais do que narrar a morte de um filósofo, a peça investiga por que uma sociedade decide silenciar quem faz perguntas incômodas. A cicuta torna-se, assim, menos um veneno e mais o símbolo do preço que o pensamento crítico frequentemente paga quando confronta o poder. Feminismo singular Estão na peça as atrizes Vanessa Di Farias (Sócrates), Sandra Regina (Meleto), Flavia Neiva (Anito) e Raquel Aló (Pitonisa), além do multi-instrumentista Elias Santos, responsável pela trilha original do espetáculo. Majoritariamente feminina, a composição do elenco surge como um acaso da própria configuração do grupo, mas revela uma camada conceitual potente do espetáculo: uma estética anti-gênero, na qual o corpo do ator é entendido como instrumento ficcional livre para a criação de personagens, para além de papéis fixados por identidade. Ao mesmo tempo, esse dado acidental ganha força política e poética ao apontar um lugar de feminismo singular, em que as personagens podem ser vistas como mulheres dizendo a outras mulheres o conteúdo filosófico da peça. Essa escolha dialoga diretamente com a realidade eleitoral brasileira, na qual as mulheres são maioria absoluta do eleitorado — mais de 81,8 milhões de eleitoras, correspondendo a 52,47% do total, sendo cerca de 20 milhões na faixa etária entre 45 e 59 anos — reforçando a pertinência de um espetáculo que convoca reflexão crítica, ética e política a partir de vozes femininas em cena. O Grupo-Teatro Caleidoscópio O Teatro Caleidoscópio é um projeto independente de pesquisa teatral fundado, desenvolvido e dirigido pelo ator e diretor André Amahro, que toma emprestadas as dinâmicas do caleidoscópio para orientar o trabalho do ator e da encenação. Nasceu em 1994, como projeto de extensão da Faculdade de Artes Dulcina de Moraes, em Brasília, dando origem ao chamado Grupo Caleidoscópio. O projeto lhes rendeu um teatro de bolso, uma dissertação de Mestrado, três livros publicados, 25 espetáculos encenados, prêmios e indicações em festivais e o Prêmio Brasília 60 anos, conferido pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF. Participou três vezes do Festival Internacional de Teatro Cena Contemporânea, em Brasília, e de mostras internacionais de teatro na França, Angola e Portugal. + em https://www.andreamahro.com/teatro-caleidoscopio Serviço: Cicuta, do Grupo-Teatro Caleidoscópio Local: Teatro Engrenagem Endereço: SHCGN 708/709 Bloco B, entrada 30, subsolo Temporada: de 31/7 a 9/8, sextas, às 20h, e sábados e domingos, às 18h Ingressos: 60,00 (inteira) e 30,00 (meia entrada para estudantes, professores, 60 + e PCDs ou + 1 Kg de alimento não perecível) Bilheteria: http://www.sympla.com.br/event__3500045 Classificação indicativa: não recomendado para menores de 14 anos Duração: 60 min Informações: 61.99592 7107 (WhatsApp) Ficha técnica: Dramaturgia | André Amahro Direção Geral | André Amahro Elenco | Vanessa Di Farias, Flavia Neiva, Sandra Regina e Raquel Aló. Iluminação | Claudio Lago Produção | Grupo Caleidoscópio Direção de Arte e Fotografias | André Amahro e Claudio Lago Trilha Sonora Original e Direção Musical | Elias Santos Apoio | Sindilegis, NNC e Incentivo Cultural
- Festival Em Casa encerra temporada da Copa com transmissão da grande final, DJs e programação especial no Parque da Cidade
A partir das 12h deste domingo, o Festival Em Casa abre os portões para o último encontro da temporada da Copa do Mundo. Mais do que acompanhar a grande final, a proposta é proporcionar uma experiência completa, reunindo gastronomia, drinks, música, cerveja gelada e o clima descontraído que transformou o evento em um dos principais pontos de encontro dos brasilienses durante o Mundial. Durante a Copa, o Festival Em Casa realizou cinco transmissões dos jogos da Seleção Brasileira, reunindo milhares de pessoas em uma programação que combinou futebol, música, gastronomia e experiências ao ar livre. Mesmo após a eliminação do Brasil, o projeto manteve sua estrutura e transformou o que seria um dia de quartas de final na festa "Finge Que Ganhou", reunindo o público em uma grande celebração com shows, samba, axé e DJs, reforçando a proposta do evento de transformar qualquer ocasião em motivo para estar junto. Agora, para encerrar essa temporada, a grande final será exibida em dois telões, um instalado no salão interno, com áudio da partida, e outro no palco principal, sem som, permitindo que a programação musical aconteça simultaneamente sem perder a energia do evento. Além da transmissão da grande final, o público poderá acompanhar, durante o intervalo da partida, o aguardado Show da Copa, estrelado por Madonna e Shakira, um dos momentos mais esperados desta edição do Mundial. Após o apito final, a programação segue com DJs que comandam a pista ao som de pop, brasilidades e grandes sucessos, mantendo o clima de celebração até o pôr do sol dar lugar à noite. Segundo João Felipe Maione, idealizador do Festival Em Casa, o encerramento representa a celebração de uma temporada que ultrapassou o universo esportivo. "Começamos com a proposta de criar um espaço diferente para acompanhar a Copa, mas vimos nascer algo muito maior. O Festival Em Casa virou ponto de encontro de amigos, famílias e diferentes públicos que encontraram aqui um ambiente leve, seguro e cheio de boas experiências.." Além da transmissão e da programação musical, o público encontrará almoço, espetinhos, gastronomia variada, drinks, cerveja gelada, cenários instagramáveis e uma cenografia especialmente preparada para marcar o encerramento da temporada da Copa. Serviço Festival Em Casa - Final da Copa do Mundo Onde: Complexo Em Casa – Parque da Cidade, Brasília (DF) Os ingressos estão à venda pelo site Sympla e custam a partir de R$ 15 (até às 16h) e R$ 25 (para duas pessoas) e R$ 30 (individual).
- Exposição “Brasília Cerrado: Uma Ode à Seca” chega ao Manhattan Shopping com experiência inspirada na riqueza do bioma
A força, a delicadeza e a identidade do Cerrado são o ponto de partida da exposição Brasília Cerrado: Uma Ode à Seca, que chega ao Manhattan Shopping convidando o público a conhecer mais sobre o bioma mais antigo do Brasil. Considerado o berço das águas das grandes bacias hidrográficas do país, o Cerrado inspira uma experiência artística, sensorial e interativa. Criada pela arquiteta e artista Gabriela Bilá, em parceria com a paisagista Mariana Siqueira a mostra homenageia as paisagens abertas e ensolaradas do Planalto Central e propõe um novo olhar sobre a estação seca, revelando a beleza das floradas, dos céus intensamente azuis e dos capins que transformam a paisagem em tons dourados, prateados e acobreados. Dentro da arquitetura urbana do shopping, capins nativos recriam essa paisagem característica da seca e dão vida a áreas expositivas e instalações interativas que apresentam ao público parte da extraordinária sociobiodiversidade do bioma. Fotografias, elementos visuais, experiências sensoriais e conteúdos sobre plantas, animais e culturas do Cerrado convidam visitantes de todas as idades a explorar esse universo e compreender a riqueza de um dos ecossistemas mais importantes do país. "A exposição Brasília Cerrado é um convite para olhar de perto, experimentar e criar a partir daquilo que nos cerca todos os dias. Das cores da terra às formas do capim, das texturas do tempo aos gestos mais simples, a instalação convida o visitante a redescobrir a beleza do Cerrado e sua presença no cotidiano. Inspirada nas paisagens do bioma, ela traz para dentro do Manhattan Shopping os capins nativos, as cores e as texturas da estação seca, mostrando que, mesmo quando parece silencioso, o Cerrado continua vivo e presente em nosso dia a dia", afirma Gabriela Bilá. "Buscamos despertar um novo encontro com o Cerrado, reconhecendo sua potência, sua beleza e sua presença viva na identidade de Brasília", completa Mariana Siqueira. Além do percurso expositivo, a programação contará com duas oficinas criativas: pintura em taças e confecção de velas aromáticas. As atividades proporcionam momentos de aprendizado, expressão artística e conexão com a proposta da mostra. As oficinas são gratuitas, possuem vagas limitadas e as inscrições, assim como o regulamento de participação, estão disponíveis no aplicativo do Manhattan Shopping. As crianças também terão uma experiência especial com a Trilha Lúdica do Cerrado, um safari pelo shopping que convida os pequenos visitantes a encontrarem animais do bioma escondidos pelo mall. A jornada começa com um mapa, disponível no balcão de informações e na própria exposição. Ao final do percurso, os participantes recebem um brinde exclusivo: uma cartela de adesivos com plantas e animais do Cerrado. Além disso, uma mesa interativa permitirá que as crianças utilizem giz para colorir ilustrações inspiradas no bioma e reproduzam os desenhos em folhas de papel, estimulando a criatividade e o contato com a riqueza da fauna e da flora de forma divertida. Para João Marcos Mesquita, superintendente do Manhattan Shopping, receber a exposição reforça a proposta do empreendimento de oferecer experiências que vão além das compras. "Acreditamos que a arte e a cultura têm o poder de aproximar as pessoas e criar conexões com o lugar onde vivemos. A exposição proporciona essa experiência ao valorizar o Cerrado, um patrimônio natural que faz parte da identidade de Brasília, por meio de uma programação pensada para toda a família", destaca. Ao unir arte, natureza e experiências sensoriais, Brasília Cerrado: Uma Ode à Seca convida visitantes de todas as idades a descobrir as múltiplas belezas do Cerrado e reconhecer sua importância para a história, a cultura e a identidade de Brasília. Confira a programação das oficinas: 18 de julho (sexta-feira), às 16h – Oficina de Velas Aromáticas – Velas & Afetos 25 de julho (sexta-feira), às 16h – Oficina de Pintura em Taças – Mirian Lindgren 1º de agosto (sexta-feira), às 16h – Oficina de Pintura em Taças – Mirian Lindgren Serviço Exposição: Brasília Cerrado: Uma Ode à Seca Data: até dia 02 de agosto Local: Manhattan Shopping Endereço: Av. das Araucárias, Rua 16 – Águas Claras – DF Entrada: Gratuita. Oficinas: As oficinas são gratuitas, possuem vagas limitadas e as inscrições, assim como o regulamento de participação, estão disponíveis no aplicativo do Manhattan Shopping.
- Clube do Choro recebe o espetáculo "Pelos Caminhos da América” que faz parte das comemorações "Merceditas 10 Anos"
O Grupo Accordi sobe ao palco do Clube do Choro de Brasília, no próximo 21 de julho, às 20h30, para apresentar o espetáculo "Pelos Caminhos da América”, uma edição especial que integra as comemorações dos 10 anos do projeto "Merceditas", criado em homenagem à cantora argentina Mercedes Sosa, uma das maiores vozes da música latino-americana. A apresentação reúne um repertório emocionante, inspirado na obra de Mercedes Sosa e em outros grandes nomes da canção popular do continente, como Violeta Parra. O público poderá revisitar clássicos que atravessaram gerações, em um espetáculo que une música, poesia e memória por meio de harmonias vocais, viola caipira, piano, flautas, percussão e performance cênica. Criado em 2016 pela cantora e pianista Eleni Fagundes, o projeto "Merceditas" consolidou-se ao longo da última década como uma celebração da cultura latino-americana e da força das vozes femininas da música popular. Atualmente, o espetáculo integra a trajetória artística do Grupo Accordi, formado por Eleni Fagundes, Chico Nogueira e músicos convidados. Em maio deste ano, o grupo realizou uma apresentação especial na Candangolândia, que marcou a gravação oficial do espetáculo comemorativo dos 10 anos. O evento reuniu um público caloroso e emocionado, registrando um momento importante da trajetória do projeto. O material audiovisual produzido nessa ocasião está em fase de edição e será disponibilizado gratuitamente em plataformas digitais, ampliando o acesso do público à obra. Agora, no palco do Clube do Choro de Brasília, o espetáculo ganha uma nova oportunidade de encontro com o público em uma noite que celebra o legado de Mercedes Sosa e a riqueza da música latino-americana. Entre os destaques do repertório está "Gracias a la Vida", uma das canções mais emblemáticas da artista argentina, além de outras obras que traduzem sentimentos de resistência, esperança e pertencimento. A formação do Grupo Accordi reúne Eleni Fagundes (voz, piano e direção musical), Chico Nogueira (voz, viola caipira, composições e arranjos), Jorge Macarrão (percussão) e Patrícia El-moor (performance), além de convidados especiais que participam da celebração. Mais do que um show, "Pelos Caminhos da América” é um convite para celebrar a música como instrumento de memória, identidade e integração entre os povos latino-americanos. Serviço: Espetáculo: "Pelos Caminhos da América” – Comemoração dos 10 anos de Merceditas Grupo: Grupo Accordi, apresenta o show "Pelos Caminhos da América”, "Merceditas 10 anos" Data: 21 de julho de 2026 (terça-feira) Horário: 20h30 Local: Clube do Choro de Brasília Ingressos: https://www.bilheteriadigital.com/grupo-accord-merceditas-10-anos-21-de-julho
- Projeto social Flores do Cerrado chega a Samambaia com 2ª edição deste ano
Uma das capacitações mais aguardadas do DF está prestes a começar. Com muita força, a 2ª edição de 2026 do projeto Flores do Cerrado vai oferecer formação em Corte e Costura e Bordado gratuitamente, no Complexo Cultural de Samambaia (DF). Para se ter uma ideia, só entre 2023 e 2024, o projeto atendeu aproximadamente 300 mulheres, em diferentes regiões administrativas, como Estrutural, Taguatinga e São Sebastião. Ao todo, o projeto disponibilizará 20 vagas gratuitas nesta edição. Também de graça, as inscrições abrem nesta quinta-feira (16/07), a partir de 12h, e encerram dia 24/07. A etapa de inscrição será divulgada pelas redes sociais do projeto, no @floresdocerrado.df. As interessadas deverão acompanhar o processo via Instagram e acessar a ficha cadastral para preenchê-la. O Flores do Cerrado tem como essência a inclusão social, formando profissionalmente mulheres em situação de vulnerabilidade social do Distrito Federal. Assim, a iniciativa busca promover autonomia financeira, empreendedorismo, fortalecimento da autoestima e geração de renda por meio da economia criativa e do artesanato. A oferta do curso, segundo o idealizador do programa, Fábio Barrera, valoriza a cultura local e incentiva a inserção das participantes no mercado produtivo. Autonomia financeira O projeto nasce justamente para superar desafios enfrentados diariamente por mulheres das regiões periféricas do Distrito Federal. Entre eles, se sobressaem o desemprego; baixa escolaridade; violência doméstica; dificuldade de acesso à qualificação profissional; baixa geração de renda; e também a dificuldade de conciliar maternidade e capacitação. Sendo assim, o foco da ação é ampliar o acesso dessas mulheres ao mercado produtivo por meio da valorização do artesanato e da economia criativa. Segundo Barrera, para aproveitarem os cursos ao máximo elas precisam estar interessadas em aprender corte e costura, bordado, artesanato e Economia Criativa. “O Flores é destinado ao público feminino em situação de vulnerabilidade social que deseja conquistar autonomia financeira e novas oportunidades de trabalho. E as oportunidades vêm; as portas se abrem”, revela. Inclusive, o projeto contribui para a redução das desigualdades sociais por meio da qualificação profissional, oferecendo às mulheres conhecimentos capazes de gerar trabalho, renda e empreendedorismo. Outro diferencial do programa é o oferecimento de atividades para os filhos das alunas durante as aulas, reduzindo a evasão e facilitando a participação das mães. Capacitação profissional As participantes terão acesso a dois módulos de formação do curso: Corte e Costura e Bordado. - Corte e Costura (60 horas): técnicas de corte, costura, modelagem, customização de peças, desenho básico de moda e conceitos de upcycling. - Bordado (20 horas): ensino dos principais pontos de bordado, personalização de peças e aplicação do artesanato como alternativa de geração de renda. A carga horária total é de 80 horas, com aulas presenciais ministradas por profissionais especializados. As aulas iniciam em 27/07 e seguem até 21/08, das 14h às 18h, de segunda a sexta-feira. Podem participar dos cursos mulheres que: 1) Tenham entre 18 e 45 anos; 2) Residam preferencialmente em Samambaia; 3) Tenham Ensino Fundamental, mesmo que incompleto; 4) Desejem se qualificar para empreender ou ingressar no mercado de trabalho. Expectativas Para esta edição, os resultados esperados e observados pelos profissionais do Flores são diversos, incluindo mais de cinco anseios. - Desenvolvimento de habilidades profissionais; - Aumento da autoestima; - Fortalecimento da autonomia econômica; - Produção de peças para comercialização; - Geração de renda; - Maior acesso ao mercado de trabalho; - Formação de redes colaborativas entre as participantes. Quanto às expectativas, o fundador revela que a principal delas é criar impacto positivo nas comunidades atendidas, desta vez, em Samambaia. “Além disso, como trabalho de conclusão de curso, as alunas produzirão um enxoval para serem doados para mães solo e/ou mulheres grávidas que estejam em situação de vulnerabilidade social ou abandono”, reforça. Dessa forma, na visão do fundador, o potencial social do projeto será multiplicado, de modo que as mulheres possam ser agentes transformadores na vida de outras mulheres em um momento tão sensível e marcante como a gravidez. *Crédito da foto em anexo: Bene França/Reprodução
- Moda circular e solidariedade marcam a 3ª edição do Bazar Closet Compartilhado
Roupas carregam histórias, memórias e momentos especiais. E, quando ganham novos donos, também ganham a oportunidade de escrever novos capítulos. Com esse propósito, a 3ª edição do Bazar Closet Compartilhado chega a Brasília nos dias 18 e 19 de julho (sábado e domingo), das 9h às 16h, no Complexo Fora do Eixo (SAAN), reforçando o movimento da moda circular e incentivando um consumo mais consciente. A iniciativa reúne mais de 20 influenciadores, criadores de conteúdo e personalidades da capital para abrir seus closets ao público, com peças entre R$ 30 e R$ 150. A proposta é transformar o ato de comprar e vender roupas em uma experiência de troca, sustentabilidade e conexão, mostrando que a moda pode ser mais colaborativa e responsável. Idealizado por Gabriela Pascoal, Juliana Viegas e Nathalia Cysne, o projeto nasceu com o objetivo de prolongar a vida útil das peças e incentivar um novo olhar para o consumo de moda. “Toda roupa tem uma história por trás: um momento vivido, uma lembrança, uma fase. Quando uma peça passa para outra pessoa, ela não perde seu significado, ela ganha uma nova história. O nosso propósito é mostrar que a moda circular pode ser uma escolha cheia de estilo, consciência e impacto positivo”, afirma Juliana Viegas. Além da preocupação ambiental, o Bazar Closet Compartilhado também possui um importante compromisso social. A entrada será gratuita mediante a retirada do ingresso e a doação de 1 kg de alimento não perecível. Todos os alimentos arrecadados serão destinados a uma ação social organizada pela produção do evento, ampliando o impacto da iniciativa. Nesta edição, participam do Bazar Closet Compartilhado Aline Dourado, André Martins, Catarina Bastos, Clara, Débora Oliveira, Dheise Oliveira, Gabi Sampaio, Gabriela Pascoal, Jade Franci, Joana Iza, Jordana Morais — participante da última edição do Big Brother Brasil —, Juliana Viegas, Kaiann, Lorena Escriche, Lourane Oliveira, Mari Artiaga, Mari Imperial, Nathalia Cysne, Nayla Neris, Rafa Ribeiro, Rodrigo Deac, Sharon, Silvia Bueno, Sophia Bucar e Victor Braga. Serviço 3ª edição do Bazar Closet CompartilhadoData: 18 e 19 de julho (sábado e domingo)Horário: das 9h às 16hLocal: Complexo Fora do Eixo – SAAN, Brasília (DF)Entrada: gratuita mediante retirada de ingresso no Sympla + doação de 1 kg de alimento não perecível https://www.sympla.com.br/evento/3-edicao-bazar-closet-compartilhado/3490578?qrcode=true
- 7ª Roda do Fuá do Seu Estrelo tem apresentação gratuita em Taguatinga
O Grupo Seu Estrelo encerra a circulação da 7ª Roda de Teatro de Terreiro, com apresentação gratuita no Teatro Sesc Paulo Autran, em Taguatinga Norte, neste sábado, 18 de julho, às 20h. Os ingressos são retirados pelo link na bio do perfil do grupo no Instagram. Intitulada "No Reinado do Vice-Versa ou O Funeral da Saudade", a nova roda estreou em junho e é resultado do aprofundamento das pesquisas do grupo em Teatro de Terreiro, ampliando o universo da mitologia cerratense desenvolvida pelo coletivo ao longo de mais de duas décadas. “À medida que as experimentações e invenções teatrais do Grupo acontecem, vamos descobrindo (ainda mais) uma Brasília cheia de misteriosidade, povoada por fantásticas figuras que se revelam em cada canto de seu traçado”, conta o mestre do Seu Estrelo, Tico Magalhães. Inspirada no conto “A História de Rosinha e Sebastião ou O Barco da Saudade”, do livro “O Mito do Calango Voador”, a história se passa na Confeitaria da Pedra Plumada. É nesse cenário que surgem o Tempo e suas duas filhas, Esperança e Saudade, pioneiras e rainhas da cidade, conduzindo o público por uma travessia entre memória, futuro e encantamento. As apresentações contam com recursos de audiodescrição. Figuras inéditas A nova criação apresenta 14 figuras inéditas ao universo fantástico do Seu Estrelo, entre elas Maria Faceira e Mané Gaiudo, além de personagens já conhecidos pelo público, como Capitão Sebastião e Rosinha. Juntos, eles conduzem uma jornada pelas paisagens imaginárias de Brasília, revelando uma cidade povoada por mistérios, afetos e seres encantados. Toda a criação é resultado de um processo coletivo desenvolvido desde janeiro. Os integrantes do grupo se reuniram duas vezes por semana para construir cada elemento da roda, desde os desenhos das figuras até a confecção dos figurinos, bordados, adereços e demais elementos cênicos. As apresentações integram a circulação da 7ª Roda do Fuá pelo Distrito Federal, ampliando o acesso do público à mais recente criação do Grupo Seu Estrelo e reafirmando a proposta do coletivo de manter vivo um universo artístico inspirado nas tradições populares, nas narrativas do Cerrado e na invenção de uma mitologia própria para Brasília. A 7ª Roda do Fuá do Seu Estrelo é uma realização do Instituto Tradicional de Invenção cultural – sede e escola do Fuá de Seu Estrelo –, com apoio do Fundo de Apoio a Cultura do DF (FAC-DF) e da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec). Serviço - 7ª Roda do Fuá do Seu Estrelo – No Reinado do Vice-Versa ou O Funeral da Saudade Onde: SESC Taguatinga Norte Quando: 18 de julho (sábado), às 20h Classificação indicativa: 16 anos Entrada: https://linktr.ee/centrodeinvencao Acessibilidade: audiodescrição Redes: https://www.instagram.com/seuestrelo/
- 7ª Feira do Cordel Brasileiro ocupa a Caixa Cultural Brasília com programação que celebra tradição, palavra e invenção popular
A literatura de cordel, reconhecida desde setembro de 2018 como Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), ocupa Brasília com a Feira do Cordel Brasileiro. Em sua 7ª edição, o encontro chega pela primeira vez à capital do país, transformando a CAIXA Cultural em território de encontros entre poesia, música, xilogravura, performance e pensamento contemporâneo sobre a cultura popular. De 28 de julho a 02 de agosto, os candangos poderão vivenciar uma programação que atravessa exposições, oficinas, mesas, recitais, cantorias, lançamentos de livros, espetáculos e shows, reunindo nomes consagrados da tradição cordelista e novas vozes que mantêm a linguagem em permanente movimento. Idealizada por Klévisson Viana, Tesouro Vivo da Cultura do Ceará, e realizada pela AESTROFE – Associação de Escritores, Trovadores e Folheteiros do Estado do Ceará, a Feira do Cordel Brasileiro tem como objetivo promover o encontro entre gerações e linguagens da cultura popular. O evento conta com patrocínio da CAIXA. Saiba mais sobre a programação Nesta edição, a programação ocupa diferentes espaços da CAIXA Cultural Brasília, com exposição e espetáculo de bonecos no Espaço Pesquisador Jeová Franklin | Hall de Entrada; oficinas no Ateliê Jô Oliveira | Sala 1; palestras, mesas, exibições de filmes e lançamentos de livros no Auditório Mestre Azulão | Sala 2; e apresentações artísticas e Feira de Cordéis, Livros, Xilogravura e Artes afins no Palco Mestre Lucas Evangelista | Jardim das Esculturas. Toda a programação tem acesso gratuito e é livre para todas as idades. No primeiro dia, o público é convidado a mergulhar na exposição “O Universo do Cordel de Jô Oliveira”, com curadoria de Klévisson Viana (CE) e apresentação de Bráulio Tavares (RJ), reafirmando a força da imagem e da ilustração na construção do imaginário cordelista. A mostra poderá ser visitada no Espaço Pesquisador Jeová Franklin | Hall de Entrada, durante todo o período do evento, das 9h às 21h. De terça a quinta, das 14h às 16h, no Ateliê Jô Oliveira | Sala 1, oficinas de xilogravura, voz e verso e práticas de cordel aproximam o público dos processos de criação. São três oficinas: “Voz e Verso: no Ritmo do Cordel”, ministrada por Rouxinol do Rinaré (CE), na terça-feira (28/7), às 14h; Oficina “A Arte da Xilogravura”, conduzida por Mestre Francorli (CE), na quarta-feira (29/7), às 14h; Oficina “O Mundo Encantado do Cordel”, com Evaristo Geraldo (CE), na quinta-feira (30/7), às 14h; e Oficina “A Arte da Xilogravura”, ministrada por Mestre Francorli (CE), na sexta-feira (31/7), às 14h. As inscrições para as oficinas serão realizadas pelo site da CAIXA Cultural Brasília. Por onde passa, a Feira do Cordel Brasileiro amplia o debate sobre o presente e o futuro da literatura popular brasileira — incluindo discussões que atravessam temas contemporâneos como inteligência artificial e cultura tradicional. Em Brasília, o evento abordará os temas “Uso da IA: vantagem ou aniquilamento da cultura popular”, com participação de Bráulio Tavares (RJ), Jô Oliveira (PE) e Mestre Klévisson Viana (CE) com Mediação de Eduardo Macedo (CE), na sexta-feira (31/7), às 15h30; e “Cordel Brasileiro: a autêntica poesia do povo”, com Eduardo Macedo (CE) com Mediação de João Bosco Bezerra Bonfim (DF), no domingo (2/8), às 14h. Estas atividades vão contar com intérpretes de Libras. De sábado a domingo, 01/08 e 02/08, o evento ocupará o Jardim das Esculturas, com uma feira de diversos artigos do universo cordelista e programação artística, com recitais, declamações, cantorias de repente, espetáculos de teatro popular e shows musicais, compondo uma experiência que conecta diferentes expressões da cultura nordestina e suas reverberações no Brasil central. Brasília como território do cordel Se a Feira do Cordel Brasileiro tem raízes profundamente nordestinas, sua passagem por Brasília reafirma a potência da capital como território de permanência e reinvenção da cultura popular. A cidade, marcada por fluxos migratórios desde sua fundação, abriga uma cena viva de artistas, poetas e brincantes que mantêm o cordel em circulação cotidiana. Nomes do Distrito Federal na programação da Feira ajudam a desenhar esse mapa local da tradição, como Sabiá Canuto, Davi Mello, Keyane Dias, Kanarinha, Fernando Cheflera e Os Nelsons, além de artistas que dialogam com o repente, a poesia falada e as linguagens da cultura popular que se enraízam no Cerrado. Para o idealizador e curador da Feira, Klévisson Viana, a edição em Brasília reforça o caráter expansivo do projeto e sua capacidade de diálogo com públicos diversos. “A sétima Feira do Cordel Brasileiro está chegando em Brasília, uma cidade que tem fortes laços com a cultura nordestina desde a sua fundação. Acredito que uma Feira de Cordel realizada em Brasília será muito bem acolhida e aceita pelo público. Um público com raízes profundas com a cultura nordestina, onde a literatura de cordel, a cantoria de viola, o teatro de bonecos e todas as artes do universo da cultura popular têm grande aceitação. Tenho certeza de que será um evento muito bonito, um grande encontro de autores com leitores e ouvintes da cantoria”, afirma. Após seis edições no Ceará, o evento amplia sua circulação, levando a literatura de cordel e suas múltiplas expressões para outros equipamentos da CAIXA Cultural em três capitais do país. Iniciou em maio em Salvador, aportou em Fortaleza no mês de junho e, depois de Brasília, encerra a itinerância em São Paulo, de 8 a 12 de outubro. Confira a programação completa: Dia 28 de julho (Terça-feira) Espaço Pesquisador Jeová Franklin | Hall de Entrada 9h às 21h - Exposição “O Universo do Cordel de Jô Oliveira” com curadoria de Klévisson Viana (CE) e apresentação de Bráulio Tavares (RJ) Ateliê Jô Oliveira | Sala 1 14h às 16h - Oficina “Voz e Verso: no Ritmo do Cordel” - Rouxinol do Rinaré (CE) Auditório Mestre Azulão | Sala 2 15h30 às 17h - Mesa “A ilustração para capa de folhetos de cordel” - Jô Oliveira (PE) e Klévisson Viana (CE) com mediação de João Bosco Bezerra Bonfim (DF) Dia 29 de julho (Quarta-feira) Espaço Pesquisador Jeová Franklin | Hall de Entrada 9h às 21h - Exposição “O Universo do Cordel de Jô Oliveira” com curadoria de Klévisson Viana (CE) e apresentação de Bráulio Tavares (RJ) Ateliê Jô Oliveira | Sala 1 14h às 16h - Oficina “A Arte da Xilogravura” - Mestre Francorli (CE) Auditório Mestre Azulão | Sala 2 15h30 às 17h - Cine Cordel - Exibição dos curtas de animação “A moça que dançou depois de morta” e “O coronel e o lobisomem” e bate-papo com o diretor Ítalo Cajueiro (PE) Dia 30 de julho (Quinta-feira) Espaço Pesquisador Jeová Franklin | Hall de Entrada 09h às 21h - Exposição “O Universo do Cordel de Jô Oliveira” com curadoria de Klévisson Viana (CE) e apresentação de Bráulio Tavares (RJ) Ateliê Jô Oliveira | Sala 1 14h às 16h - Oficina “O Mundo Encantado do Cordel” - Evaristo Geraldo (CE) Auditório Mestre Azulão | Sala 2 15h30 às 16h - Recital “Cordel Passarema” - Sabiá Canuto (DF), Davi Mello (DF), Keyane Dias (DF), Kanarinha (DF) e Fernando Cheflera (DF) 16h10 às 17h30 - Mesa “Desafios de um editor de folhetos de cordel” com Rouxinol do Rinaré (CE) e Klévisson Viana (CE), com mediação de Paulo de Tarso (CE) Dia 31 de julho (Sexta-feira) Espaço Pesquisador Jeová Franklin | Hall de Entrada 9h às 21h - Exposição “O Universo do Cordel de Jô Oliveira” com curadoria de Klévisson Viana (CE) e apresentação de Bráulio Tavares (RJ) Ateliê Jô Oliveira | Sala 1 14h às 16h - Oficina “A Arte da Xilogravura” - Mestre Francorli (CE) Auditório Mestre Azulão | Sala 2 15h30 às 17h - Mesa “Uso da IA: vantagem ou aniquilamento da cultura popular” - Bráulio Tavares (RJ), Jô Oliveira (PE) e Mestre Klévisson Viana (CE) com mediação de Eduardo Macedo (CE) Palco Arraiá CAIXA (Estacionamento) 17h10 às 18h - Show “A Cantilena” - Adiel Luna (PE 18h10 às 19h - Espetáculo Os Brincantes” - Grupo Cultural Pé de Cerrado (DF) Dia 01 de agosto (Sábado) Espaço Pesquisador Jeová Franklin | Hall de Entrada 9h às 21h - Exposição “O Universo do Cordel de Jô Oliveira” com curadoria de Klévisson Viana (CE) e apresentação de Bráulio Tavares (RJ) Botando Boneco| Hall de Entrada 11h às 12h - Espetáculo “Exemplos de Bastião” - Grupo Mamulengos sem Fronteira (DF) Auditório Mestre Azulão | Sala 2 15h30 às 17h - Palestra “De Cordéis e Gravuras - O Multiverso de Jeová Franklin” - Beto Franklin (DF) com mediação de Paulo de Tarso (CE) 17h10 às 17h50 - Lançamentos dos livros “Cordéis do Diabo a Quatro” de Eduardo Macedo (CE) e “Grande Peleja de Cego Aderaldo com o Extraterrestre nas Terras de Quixadá” de Klévisson Viana (CE) Palco Mestre Lucas Evangelista | Jardim das Esculturas 16h às 20h - Feira de Cordéis, Livros, Xilogravura e Artes afins 16h às 16h20 - Abertura - Participação do Mestre Klévisson Viana (CE) - (Tesouro Vivo da Cultura do Ceará, Curador da Feira), representante da CAIXA Cultural Brasília e artistas convidados: Mestre Jô Oliveira (PE), Beto Franklin (PE) e Mestre Evaristo Geraldo (CE) 16h30 às 17h - Show “No Nordeste Imenso” - Meriele (DF) 17h10 às 18h - Cantoria de Repente - João Santana (DF) e Chico de Assis (RN) 18h10 às 19h - Show “Vozes do Nordeste” - Banda Atacama (DF) 19h10 às 19h50 - Cantoria e Embolada - Guilherme Nobre (CE) e Pinto Branco (CE) 20h às 20h45 - Show “A Rabeca Encantada” - Beto Brito (PB) Dia 02 de agosto (Domingo) Espaço Pesquisador Jeová Franklin | Hall de Entrada 9h às 21h - Exposição “O Universo do Cordel de Jô Oliveira” com curadoria de Klévisson Viana (CE) e apresentação de Bráulio Tavares (RJ) Auditório Mestre Azulão | Sala 2 14h às 15h30 - Palestra “Cordel Brasileiro: a autêntica poesia do povo” - Eduardo Macedo (CE) com Mediação de João Bosco Bezerra Bonfim (DF) Palco Mestre Lucas Evangelista | Jardim das Esculturas 16h às 20h - Feira de Cordéis, Livros, Xilogravura e Artes afins 16h às 16h50 - Lançamento do Livro “Gênios Mirins em Cordel” - Beto Brito (PB) 18h10 às 19h - Cantoria de Repente - Os Nelsons (DF) 17h40 às 18h30 - Show de Poesia - Adiel Luna (PE), Guilherme Nobre (CE) e Pinto Branco (CE) 20h10 às 21h - Show “Cordéis em Concerto” - Paola Tôrres (PE) e Allan Kardec (CE) SERVIÇO: [Vivência] 7ª Feira do Cordel Brasileiro Local: CAIXA Cultural Brasília (SBS – Quadra 4 – Lotes 3/4) Data: 28 de julho a 02 de agosto de 2026 Acesso gratuito Classificação indicativa: Livre Informações: (61) 3206-6456 – bilheteria | (61) 3206-9448 – recepção | site e Instagram da CAIXA Cultural: caixacultural.gov.br | @caixaculturalbrasilia Patrocínio: CAIXA Acesso para pessoas com deficiência Exposição “O Universo do Cordel de Jô Oliveira” Local: Espaço Pesquisador Jeová Franklin | Hall de Entrada Data/Horário: 28/07 a 2/08, das 9h às 21h Oficinas Local: Ateliê Jô Oliveira | Sala 1 Data/Horário: 28 a 31/07, das 14h às 16h Inscrições gratuitas no site da CAIXA Cultural Mesas e Palestras Local: Auditório Mestre Azulão | Sala 2 Data/Horário: Dias 28 e 29/07 15h30 às 17h; 30/07, das 16h10 às 17h30; dia 31/07, das 15h30 às 17h; dia 02/08, das 14h às 15h30 Cine Cordel Local: Auditório Mestre Azulão | Sala 2 Data/Horário: 29/07, das 15h30 às 17h Feira de Cordéis, Livros, Xilogravura e Artes afins Local: Palco Mestre Lucas Evangelista | Jardim das Esculturas Data/Horário: 31/07 a 02/08, das 16h às 20h
- Festival de arte sonora e arte luminosa seleciona artistas para ocupar o Museu Nacional da República, em Brasília
Instalações sonoras, videomappings, projeções a laser, performances, ocupações urbanas, instalações e intervenções que utilizam o som e a luz como matéria-prima da criação artística irão ocupar o Museu Nacional da República (e suas imediações), localizado em Brasília, entre os dias 12 e 15 de agosto. O festival abre uma chamada pública nacional, para selecionar 14 artistas e coletivos para compor a programação de sua sexta edição, com um panorama da produção contemporânea brasileira, focada na luz e no som. Após esta etapa, a arquitetura de Niemeyer será o suporte para a criação e experimentação artística não convencional. Realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC), o festival promove o intercâmbio entre artistas de diferentes regiões do país e amplia o acesso do público à arte contemporânea por meio de obras que exploram o som, a luz e suas interfaces como elementos centrais da criação artística. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até 27 de julho, 23h59. Podem participar artistas e coletivos de qualquer estado brasileiro, iniciantes, emergentes ou com trajetória consolidada, cujas pesquisas dialoguem com arte sonora, arte luminosa e seus hibridismos. Serão selecionadas oito propostas do Distrito Federal e Entorno e, seis de outros estados do Brasil, com a reserva de, no mínimo, duas vagas para artistas negros e/ou indígenas. Os participantes receberão cachê de R$ 3 mil (DF e Entorno) e R$ 4 mil (demais estados), para apresentarem seus trabalhos, durante sua participação no festival, e participar das atividades formativas, voltadas ao intercâmbio artístico, a formação de público e, a formação/atualização e aprimoramento dos próprios artistas em suas práticas. De acordo com o idealizador e coordenador geral do projeto, Krishna Passos, o encontro proporciona um campo para a experimentação artística livre, para a exploração dos limites da arte, os limites entre a arte, a cidade e a sociedade. A iniciativa busca, fortalecer rotas de circulação em arte, de uma produção rica e diversa, pensada e gerada de forma singular, valorizando diferentes entendimentos sobre o que é a arte, quais locais e situações ela pode ocupar. “Para isso propomos um ambiente voltado ao intercâmbio para diferentes perfis de participantes. Queremos criar uma oportunidade de intercâmbio entre artistas, coletivos e pesquisas, um lugar para o reconhecimento de suas produções, que, juntamente com, estudantes, curiosos e o público, expandem os territórios aptos à criação livre, em linguagens não hegemônicas, não voltadas para a lógica de mercado ou para a legitimação por circuitos artísticos, galerias e grandes curadorias instituídas", afirma. Toda a programação é gratuita. Ao longo de quatro dias e quatro noites, o Museu Nacional da República, suas áreas externas e imediações, serão ocupados por instalações, espacializações sonoras, escutas expandidas, videomappings, projeções, ocupações urbanas, intervenções site specific, processos de escuta ativa, performances, ações e happenings, favorecendo experiências que dialogam diretamente com a arquitetura, com o espaço urbano público e, com com seu usuários. Krishna ressalta, ainda, que, desde a primeira edição, o Eixo do Fora tem como princípio incentivar a experimentação artística e ampliar o espaço para pesquisas que, nem sempre encontram aceitação e visibilidade nos circuitos tradicionais da arte. "Valorizamos a liberdade criativa, a experimentação de linguagens que, muitas vezes, afloram longe dos circuitos e dos suportes tradicionais na arte. Acreditamos que as pesquisas criativas mais poderosas são aquelas que também têm potencial para ampliar a forma como percebemos a arte, a forma como percebemos o mundo, por meio dela, e nas formas de ver a arte como extensões da vida", destaca. Criado em 2008, o coletivo Eixo do Fora desenvolve ações voltadas à experimentação em arte contemporânea, promovendo encontros entre artistas, pesquisadores, estudantes e público por meio de exposições, mostras, residências artísticas, atividades formativas, debates e ocupações urbanas, proporcionando intercâmbio artístico, atividades formativas e a formação de novos públicos, ampliando o acesso e o repertório em arte contemporânea. Ao longo de suas cinco edições do Festival de Arte Som e Arte Luz, mais de 333 artistas, críticos e pesquisadores participaram da programação, sendo 65% do Distrito Federal e 35% de outros estados brasileiros. Entre os convidados estão nomes como Rodrigo Braga (PE), Yuri Firmeza (CE), Camila Soato (DF), João Angelini (DF), Shima (SP/BH), Paola Berenstein (RJ/BA) e os coletivos Grupo Poro (MG), Opavivará (RJ), Corpos Informáticos (DF) e Grupo EmpreZa (GO). Formação artística e acessibilidade Além das mostras e intervenções, o Eixo do Fora Vol. 6 – Festival de Arte Som e Arte Luz realizará seis oficinas introdutórias em arte sonora e arte luminosa e afins (quatro no Museu Nacional da República e duas em escolas públicas do Distrito Federal), além de debates, rodas de conversa, oficinas e atividades formativas com os artistas participantes. |SERVIÇO Eixo do Fora Vol. 6 – Festival de Arte Som e Arte Luz Chamada Pública Nacional Inscrições: de 7 a 27 de julho de 2026Festival De 12 a 15 de agosto de 2026 Local: Museu Nacional da República e áreas externas – Brasília/DF Entrada gratuita Classificação indicativa: 16 anos Quem pode participarArtistas, coletivos e pesquisas de qualquer estado brasileiro, iniciantes, emergentes ou com trajetória consolidada, com pesquisas em arte sonora, arte luminosa e suas interfaces, em ocupações poéticas. Vagas • 8 propostas do Distrito Federal e Entorno • 6 propostas dos demais estados brasileiros • Reserva para, no minimo, duas vagas para artistas negros e/ou indígenas Cachês • R$ 3.000 para artistas e coletivos do DF e Entorno • R$ 4.000 para artistas e coletivos dos demais estados CronogramaChamada: https://bit.ly/4w0o9cD Incrições: 07/08 a 27/08 - https://bit.ly/4wGAp1TResultado: 31 de julho de 2026Confirmação de participação: Até 48h após a divulgação Festival: 12/08 a 15/08Informações: festivaleixodofora@gmail.com Instagram: @festivaleixodofora
- Mario Kart World Open de julho acontece neste final de semana
O evento Mario Kart World Open de julho acontece neste fim de semana, permitindo que jogadores aproveitem a qualquer momento de 18 de julho, às 18h, até 19 de julho, às 22h (horário de Brasília). Os participantes das regiões da América do Norte e da América do Sul receberão 50 pontos de platina* My Nintendo. Para participar, é necessário ter o jogo Mario Kart World, uma conta Nintendo, conexão com a internet e uma assinatura do Nintendo Switch Online**. Os 50 pontos de platina My Nintendo estarão disponíveis para resgate ao participar do evento, na página Missões por volta de 28 de julho de 2026. Configurações do evento Mario Kart World Open de julho: Modo: Confronto Categoria: 150 cc Equipes: sem equipes Itens: normal Dificuldade de COM: sem COM Pistas: conectadas Limite de rodadas: 32 Tempo entre as corridas: 0:30 Como fazer a inscrição:Para se inscrever, jogadores devem participar na opção Eventos no jogo Mario Kart World durante o período do evento. Para acessar o evento, selecione o Modo online, aperte o botão "−" para procurar por um evento e insira o ID do evento de quatro dígitos: 1239 Ao participar do Mario Kart World Open de julho, certas informações associadas à conta Nintendo poderão estar visíveis para o público na página de resultados do evento. Essas informações podem incluir o nome de usuário, ícone de usuário, pontuação, etc.













