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- Marcelo Antunes celebra o diálogo entre arte e mesa posta em [AR]TÉREA
Na tarde de hoje (15), Marcelo Antunes apresentou, dentro do contexto da exposição [AR]TÉREA , concebida por Camila Yunes Guarita , uma mesa que reuniu peças históricas do acervo da família Yunes em diálogo com a intervenção contemporânea da mostra. O encontro, realizado na casa da família no Jardim Europa, em São Paulo, propôs um exercício de liberdade criativa que celebrou a fusão entre tradição e contemporaneidade. Com um talk especial e inspirador sobre mesa posta e arte, seguido de visita guiada pela exposição, Antunes destacou a força poética do instante: “Assim como a [ AR ] TEREA nos convida a navegar pela casa em múltiplos percursos, o meu trabalho convida a contemplar uma mesa como quem percorre uma memória ou celebração. A verdadeira obra é sempre o instante presente, quando a beleza desperta no coração emoções que permanecem”. Entre os presentes estavam Carol Toledo, Rodrigo Beze, Kelly Svensson, Marlon Gama, Marcelo Felmanas, Traudi Guida e Theodoro Bava , além de outros convidados que prestigiaram o encontro.
- Show de lançamento do EP Desborde, de Gabriel Paes, acontece neste domingo, no Varjão
O violonista e compositor Gabriel Paes, radicado em Brasília e com vivência formativa na Argentina, lança seu primeiro EP instrumental autoral, intitulado Desborde. O trabalho reúne composições próprias que transitam entre a riqueza rítmica da América Latina e as brasilidades que marcam a identidade do artista, evocando paisagens sonoras e propondo novas narrativas para a música instrumental contemporânea. O primeiro show aconteceu no início do mês, no Jardim Botânico, e o segundo lançamento acontece em 21/09, domingo, às 17h , no Instituto Palco Cultura, do Varjão, com abertura de DJ Bola, e também acompanhado de roda de conversa antes do show, mediada pelo produtor cultural Francisco Pessanha. Sobre o Álbum - Manifesto Desborde Vivo num mundo em que tudo se acelera até perder o contorno, em que gestos se tornam respostas instantâneas e palavras se esvaziam antes mesmo de encostar no ar. Talvez por isso seja tão importante sentir o cheiro antes de comer, escutar o rumor das coisas antes que se tornem ruído, atravessar o silêncio como quem persegue um segredo, revirar armários abarrotados de lembranças pesadas, e buscar abrir costuras, desfazer linhas, até que o corpo respire de algum jeito. Bordaduras soam como ironia em sentido literal, preciso de mais, de restaurar o movimento centrífugo da lógica do pensamento e do sentimento, criar comunidades e cuidar sobretudo de nós, da nossa cultura que tem seus mistérios fincados em outros meios que não o meio, arrodear certezas, devagar o tempo, dobrar destinos, caminhar, caminhar, escutar o breu e a gargalhada dos rios. É nesse território de sombra e rumor que a vida se costura novamente. Ali, o pouso não é chegada, desenha a passagem. Ali, a cultura deixa de ser produto e volta a ser respiração, gesto comum, invenção que nos restitui ao mistério que nos funda. Ali, o excesso deixa de ser desordem e se torna caminho, e o que escapa à margem ganha voz, corpo e pele. É ali, nesse instante em que o mundo se abre para fora de si mesmo, que tudo encontra sentido: o desborde. Quem é Gabriel Paes Se sabemos da luz, pela sombra - Gabriel delineia o exato contorno entre elas. Com o calor tropical, acende com seu violão ritos viscerais que brindam da salsa ao forró - na mesma mão, seu violão choroso’risonho acompanha a cultura popular alegre e faceira, alegorizado por grandes referências de mestres da música latino-americana: João Bosco, Mercedes Sosa, Baden Powell, Guinga e Atahualpa Yupanqui. Desde os 12 anos, com um estilo próprio de descansar sobre suas paixões e desilusões sobre a música - começou a provocar em som, o que palavras ainda não nomeavam. Com seu vocabulário rítmico e melódico, Gabriel compõe poesias que orientam honra, glória e respeito aos que o antecederam - enquanto propõe feituras do impossível ao caminhar junto à música para além dos caminhos constantemente fertilizados pela sua criatividade, resistência e muitíssimo sabor. Este projeto é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Governo do Distrito Federal SERVIÇO Lançamento do álbum Desborde, de Gabriel Paes 21/09, domingo - 17h Instituto Palco Cultura - Varjão Entrada Franca Classificação: Livre Redes Sociais: linktr.ee/gabrielpaesmusica
- Mercado imobiliário de luxo cresce no Centro-Oeste e atrai investidores para Pirenópolis
O Centro-Oeste vem registrando um dos maiores crescimentos do país no mercado imobiliário de alto padrão. Segundo levantamento da Bain & Company, a região foi a única a apresentar aumento no tíquete médio dos imóveis em 2024, enquanto outras áreas do Brasil mantiveram estabilidade. No eixo Pirenópolis–Corumbá, em Goiás, novos empreendimentos horizontais de luxo consolidam a vocação turística e de segunda residência da região. De acordo com a Omminum Incorporadora, o perfil dos interessados é formado por médicos, advogados, empresários e investidores com renda familiar a partir de R\$ 15 mil mensais. A faixa etária predominante vai de 35 a 54 anos, equilibrada entre homens e mulheres, com famílias de médio porte e casais com filhos adolescentes. A maior parte dos compradores vem de Brasília — especialmente de bairros como Lago Sul, Asa Sul, Noroeste e Parkway — além de Goiânia, Anápolis e Pirenópolis. O público busca tanto valorização patrimonial quanto segunda residência voltada a lazer, contato com a natureza e experiências ligadas à gastronomia e esportes. O avanço imobiliário em Pirenópolis se ancora no turismo consolidado, nas vinícolas em expansão e na cultura equestre, que atraem visitantes e investidores. A proximidade com Brasília e Goiânia, com acesso pela BR-070, facilita o deslocamento de quem busca finais de semana ou temporadas em meio a natureza, trilhas e esportes ao ar livre. O Lago Corumbá, por sua vez, reforça a atratividade de esportes aquáticos e projetos voltados ao lazer náutico, fatores que vêm reposicionando a região como eixo de segunda residência de alto padrão. Projetos como Reserva 1727, Reserva da Comenda, Aldeia do Vale (em Goiânia) e Salto Imperial já marcam presença no mercado local, mas a diferenciação está nos empreendimentos que incorporam experiências exclusivas e parcerias assinadas. O Fazenda da Matta, da Omminum Incorporadora, por exemplo, reúne haras assinado por Doda Miranda, arquitetura de Denise Zuba Arquitetos, paisagismo de Depieri e vinhedo em parceria com a Vinícola Assunção — combinação inédita para o público de segunda moradia no Centro-Oeste. O avanço de condomínios horizontais de luxo na região reflete mudanças culturais e econômicas. Além do turismo, o agronegócio e os investimentos em infraestrutura têm fortalecido o poder de compra e ampliado a demanda por terrenos e casas de segunda residência. Em Pirenópolis e arredores, o movimento deve se intensificar nos próximos anos, colocando o Centro-Oeste em posição de destaque no mapa nacional do mercado imobiliário de alto padrão.
- Curta gaúcho 'Final 99', de Frederico Ruas, faz sua estreia no Festival do Rio
Numa cidade arrasada, um vigia noturno perdeu a identidade. Uma mulher estrangeira o contata, afirmando tê-la encontrado. Esta é a premissa do curta-metragem "Final 99" , escrito e dirigido por Frederico Ruas , que faz sua estreia mundial no 27º Festival do Rio , dentro da competição Première Brasil: Curtas. O 27º Festival do Rio acontece de 2 a 12 de outubro de 2025. A trama acompanha Luiz, interpretado por Bruno Fernandes ("Tinta Bruta"), um vigia noturno que se sente estrangeiro em casa, e Lucía, a atriz Mbyá Guarani Luicina Duarte - Para Poty em sua estreia no cinema, que vive uma estrangeira que deseja entrar em contato. O curta-metragem foi filmado no inverno rigoroso de julho de 2024 em Porto Alegre (RS), logo após a maior enchente de sua história. "Rodamos em meio a destroços, lama e lixo de uma cidade se reerguendo. É uma ficção sobre solidão numa distopia que tomou contornos de um trauma coletivo real", resume o realizador Frederico Ruas. Cineasta e curador porto-alegrense, Ruas é Bacharel em Artes Visuais pela UFRGS e criador e diretor da sitcom "Paralelo 30" (2019, Prime Box Brazil). É criador e roteirista da série "A Bênção" (2020, Canal Brasil). É dele também o documentário experimental longa-metragem "TERRAQUEOS – Vestígios de uma era digital” (2014). Além do drama proposto pela ficção, "Final 99" leva às telas alguns questionamentos morais: O que significa perder a identidade em uma sociedade em ruínas? O que é identidade, um pedaço de papel? Em um mundo de pessoas deslocadas, onde está o pertencimento? A realização é da Maristela Ribeiro Produções, em coprodução com Anti Filmes. A produção fica a cargo de Maristela Ribeiro e Zeca Brito, enquanto a produção executiva é assinada por Maristela Ribeiro e Patricia Barbieri. "Final 99" é um projeto contemplado pela Lei Paulo Gustavo - Prefeitura de Porto Alegre. Serviço O que: Estreia do curta "Final 99", de Frederico Ruas Quando: 27º Festival do Rio, de 2 a 12 de outubro de 2025 Mostra: Première Brasil: Curtas Curta-metragem de Ficção | Duração: 14min | País: Brasil | Ano: 2025 Instagram: @antifilmes Ficha técnica Roteiro e Direção: Frederico Ruas Produção: Maristela Ribeiro e Zeca Brito Produção Executiva: Maristela Ribeiro e Patricia Barbieri Elenco: Bruno Fernandes e Luicina Duarte - Para Poty Direção de Fotografia: Livia Pasqual Direção de Arte: Martino Piccinini Figurino: Daiana Brito Montagem: Nicolas Collar & Frederico Ruas Desenho de Som: Andréia Freire e Gustavo Foppa Pós-produção de Imagem: Rafael Duarte e Luis Simioni
- Hapvida estreia no horário nobre em ação de conteúdo em ‘Vale Tudo’
A Hapvida chega pela primeira vez à teledramaturgia da Globo, em horário nobre, em uma ação da marca em ‘Vale Tudo’, novela das 21h da TV Globo. A cena vai ao ar nesta sexta-feira (12), reforçando a imagem da empresa como um plano de saúde e odontologia nacional e fortalecendo o compromisso da companhia em aproximar ainda mais a marca do público brasileiro. A campanha também simboliza a estreia de um plano de saúde nesse tipo de formato e produto. Na trama de Manuela Dias, a protagonista Raquel (Taís Araujo) e Poliana (Matheus Nachtergaele) contratam um plano de saúde para os colaboradores do restaurante Paladar. A cena ocorre em um momento de virada na trajetória do núcleo, reforçando a visão como empreendedores e o cuidado com a equipe. Outras aparições Além deste capítulo, outras duas inserções da marca estão previstas para as próximas semanas. Em uma das cenas, uma personagem vai realizar uma teleconsulta, uma das modalidades de atendimento da Hapvida que garante comodidade, agilidade e qualidade aos pacientes; em outro momento, uma blitz da saúde ocorre no restaurante Paladar. Com desenvolvimento criativo da Made, agência parceira da Hapvida, em parceria com a Globo, a campanha se soma a uma série de iniciativas construídas em conjunto para fortalecer a presença da companhia em território nacional. A entrada na teledramaturgia da Globo reforça a busca por formatos inovadores de comunicação que dialoguem com milhões de brasileiros. “Associar nossa marca a uma narrativa que fala de ética, dignidade e relações de trabalho amplia nossa relevância cultural e reforça o propósito de cuidar das pessoas em todos os momentos. Essa presença inédita em ‘Vale Tudo’ nos permite estar próximos do público de forma leve, inspiradora e verdadeira”, complementa Jaqueline Sena, vice-presidente de Odontologia e Marketing da companhia. Vendedora em cena Outro fato curioso é que a consultora que aparece fechando o negócio com a Raquel na primeira cena de destaque da marca é uma vendedora de planos de saúde da vida real. Ana Gabriela Viegas Furtado Rondon, que atua na região de Campinas (interior de São Paulo), foi selecionada em um concurso da Hapvida para a figuração especial na novela entre os mais de 20 mil vendedores cadastrados na plataforma Vendas On, destinada aos consultores da operadora. Sobre a Hapvida Com cerca de 80 anos de experiência, a Hapvida é hoje a maior empresa de saúde integrada da América Latina. A companhia, que possui mais de 73 mil colaboradores, atende quase 16 milhões de beneficiários de saúde e odontologia espalhados pelas cinco regiões do Brasil. Todo o aparato foi construído a partir de uma visão voltada ao cuidado de ponta a ponta, a partir de 86 hospitais, 80 prontos atendimentos, 365 clínicas médicas e 301 centros de diagnóstico por imagem e coleta laboratorial, além de unidades especificamente voltadas ao cuidado preventivo e crônico. Dessa combinação de negócios, apoiada em qualidade médica e inovação, resulta uma empresa com os melhores recursos humanos e tecnológicos para os seus clientes.
- CIEE-DF: semana de oportunidades de estágio para estudantes da capital
O Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE está com 537 vagas de estágio abertas no Distrito Federal nesta semana. Entre as áreas com maior número de oportunidades estão administrativa (160 vagas), ensino médio (61), educação (37), campo do direito (33), contabilidade (29), construção civil (29) e informática (29). Também há chances em comunicação (40), saúde (13), arquitetura e urbanismo (4), farmácia (2), psicologia (4), elétrica-eletrônica (13), design (2), nutrição (6) e marketing (10). No cenário nacional, o CIEE soma mais de 6,4 mil vagas de estágio e aprendizagem em todo o País, com destaque para São Paulo, Distrito Federal e Bahia, que concentram as maiores demandas. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo portal www.ciee.org.br ou presencialmente na sede do CIEE/DF, localizada na EQSW 304/504, Sudoeste. CIEE 61 anos: Imparável Com 61 anos de atuação, o Centro de Integração Empresa-Escola, maior ONG de inclusão social e trabalho jovem da América Latina, já inseriu mais de 7 milhões de brasileiros no mundo do trabalho. Além de conectar estudantes e empresas, mantém uma série de ações socioassistenciais voltadas à capacitação e ao fortalecimento de vínculos de populações prioritárias.
- Concurso da Câmara dos Deputados é autorizado; edital deve sair nas próximas semanas
A Câmara dos Deputados anunciou, há poucos dias, a autorização para a realização de um novo concurso público que deve contemplar cargos de Técnico Legislativo e Analista Legislativo. A decisão foi aprovada pela Mesa Diretora da Casa e marca o início do processo que levará à publicação do edital nas próximas semanas. A quantidade de vagas ainda não foi detalhada, mas levantamento interno aponta centenas de cargos vagos, o que abre a expectativa de uma oferta significativa. Os salários, de acordo com informações oficiais do plano de carreira e com base em concursos anteriores, podem variar de R$ 19,6 mil a R$ 29,4 mil nos níveis iniciais, podendo ultrapassar R$ 36 mil em posições mais avançadas. O próximo passo será a definição da comissão organizadora e a escolha da banca responsável pela aplicação das provas. Somente após essa etapa o edital será publicado com informações detalhadas sobre vagas, especialidades contempladas, conteúdo programático, cronograma de inscrições e datas de provas. O último concurso da Câmara foi realizado em 2023, sob organização da Fundação Getulio Vargas (FGV). Na ocasião, foram ofertadas 140 vagas imediatas para Analista Legislativo em diversas áreas, além de cadastro de reserva, com salários iniciais que chegavam a R$ 34,8 mil. O certame atraiu mais de 90 mil candidatos de todo o país, evidenciando a grande concorrência para ingressar na Casa. Entre as áreas que devem receber maior atenção no novo edital estão processo legislativo, documentação, informática, comunicação, saúde e contabilidade, embora a lista oficial ainda não tenha sido divulgada. A preparação antecipada pode ser estratégica para os interessados, já que matérias como Língua Portuguesa, Direito Constitucional e Administrativo, Regimento Interno e Raciocínio Lógico costumam estar presentes nos certames da Casa. Com a autorização já oficializada, o concurso da Câmara dos Deputados entra na agenda dos principais certames federais de 2025, despertando grande expectativa entre concurseiros de todo o país.
- Pé Vermelho | Espaço Contemporâneo apresenta “Nem tudo que é sólido, desmancha no arado” | Mostra celebra 20 anos de carreira de João Angelini
Para comemorar duas décadas de trabalho, no dia 20 de setembro, a partir das 18h, no Pé Vermelho – Espaço Contemporâneo, o artista visual planaltinense João Angelini realiza a mostra “Nem tudo que é sólido, desmancha no arado”. Com curadoria de Luciana Paiva e de Paulo Henrique Silva, a mostra passa em revista a produção do artista com a apresentação de 50 trabalhos e experiências vídeo, animação, desenho, gravura, holografia, instalação e pintura. Dispostas em ordem alfabética, elas compõem a exposição apresentando um recorte da produção de João Angelini e revela o alcance multidisciplinar do artista. Em exibição até o dia 23 de novembro, a mostra tem visitação de quinta a domingo, das 17h às 21h, e conta com educativo para visitas mediadas. A entrada é gratuita e livre para todos os públicos. O Pé Vermelho – Espaço Contemporâneo fica na Avenida 13 de maio, Quadra 57, Lote 6 – Setor Tradicional, Planaltina – DF . No Instagram e no Facebook @pervermelhoec. Este projeto é realizado com o patrocínio da Política Nacional Aldir Blanc – Distrito Federal (PNAB-DF). Em “Nem tudo que é sólido, desmancha no arado”, Angelini apresenta um recorte amplo de sua produção. As obras partem de um eixo conceitual: O tensionamento entre a modernidade urbana de Brasília e a ruralidade colonial do Goiás, com seus desdobramentos históricos, políticos e ambientais. Questões como ocupação territorial, táticas de controle social, violência estrutural e ecocídio no Centro-Oeste são abordadas de forma poética e crítica, a partir de uma perspectiva enraizada no território e na vivência periférica do próprio artista. A escolha de Planaltina como sede da mostra tem caráter afetivo, político e simbólico. Apesar da extensa circulação nacional e internacional – com participação em mais de 100 exposições, 29 prêmios e obras em acervos como Museu de Arte de Brasília (MAB), Museu de Arte do Rio (MAR), Pinacoteca de São Paulo, Museu da Fotografia de Fortaleza e Coleção Itaú Cultural –, Angelini nunca havia realizado uma individual em sua cidade natal. Trazer essa retrospectiva para o lugar de origem é, segundo o artista, “trazer para o território o que por tanto tempo foi extraído e circulou fora dele”. Séries, gestos e suportes A curadora da mostra Luciana Paiva ressalta a importância da experimentação e da diversidade de gestos e linguagens dos trabalhos na produção do artista, como vídeo, performance, objeto e gravura, além dele repensar as mídias tradicionais como a pintura. “A série de pinturas "A Seco" é uma das mais conhecidas de Angelini. Ela consiste em um gesto inverso ao de acrescentar camadas de tinta na tela para se formar uma imagem, já que neste processo a imagem se define pela retirada de camadas que revelam as cores submersas a partir de uma estratificação. Esse pensamento, que tem algo de científico, demonstra a predileção do artista por compreender o funcionamento das coisas e está na base da maioria de seus trabalhos. Pode ser observado desde um de seus trabalhos mais antigos que vai integrar a mostra, o vídeo "Barras e tons" (2005)”, afirma Luciana. Luciana Paiva assegura que a entrada de João no Grupo EmpreZa contribuiu muito com os aspectos formais e técnicos dos trabalhos, agregando um pensamento voltado para o vídeo e a fotografia. Além do registro das performances, alguns trabalhos começaram a ser pensados especificamente para essas mídias. Por outro lado, “o EmpreZa trouxe uma enorme influência para o trabalho autoral do João, que é o pensamento cerratense”, diz a curadora. “É a partir do convívio com o EmpreZa que João assume e incorpora em seu trabalho aspectos da paisagem, do imaginário e do vocabulário goiano, do centro-oeste e do cerrado.” Para além da territorialidade e das tensões sociais, a produção de Angelini se organiza em torno da transformação da matéria em tempo e do processo como linguagem: imagens que se apagam, poeira que cai, pedra que se desgasta, desenhos que viram filme e retornam ao espaço expositivo. O gesto — do ofício manual às rotinas de controle do Estado — torna-se tema e método, revelado por técnicas minuciosas de raspar, gravar, mapear luz e combinar objeto e vídeo. A escolha de materiais não é neutra: mármore, terra vermelha, cinza, osso, esmalte e entulho atuam como arquivos de história, fazendo do suporte um documento. O Paulo Henrique afirma que a obra do artista é atravessada pela fricção entre ruralidade e modernidade; o embate entre a promessa modernista e seus restos; a crítica ao extrativismo e às economias que uniformizam a paisagem; a arqueologia das instituições (camadas que revelam memórias de lugar); a cartografia e os mitos fundacionais; o jogo entre ilusionismo técnico e precariedade deliberada; e uma ética de transparência que aproxima o público do “como” das coisas, não apenas do “o quê”. “É nesse campo de tempo, gesto e matéria que trabalhos de períodos distintos se reconhecem e se tensionam”, diz Paulo Henrique. O colonial e o moderno Paulo Henrique enfatiza a fricção entre matéria, tempo e território. “É um eixo que atravessa os vinte anos de pesquisa de João Angelini, a partir de três vetores — “Deserto Verde”, “Céu de Mármore” e “Nem tudo que é sólido, desmancha no arado "", diz o curador. Em “Deserto Verde” e “Céu de Mármore”, é importante destacar, no conjunto de trabalhos apresentados, como a monocultura de soja e milho impõe ao Cerrado uma pele uniforme que parece abundância, mas produz empobrecimento; em paralelo, o “Céu de mármore” convoca tanto o material empregado nas obras quanto a rigidez simbólica que o artista utiliza para referenciar a modernidade brasiliense. Já em “Nem tudo que é sólido desmancha no arado”, João sinaliza e chama atenção para um “desmanchar” que não é desaparecer, mas, sim, uma mudança de estado. A forma se converte em duração, como no processo fotográfico, enquanto o arado evoca o solo preparado para um único cultivo, um lugar esvaziado, onde memórias se desfazem na poeira. “Essa ênfase torna visíveis as continuidades entre a ruralidade colonial goiana e a utopia moderna de Brasília, os ciclos de ocupação territorial no Centro-Oeste e as violências, do ecocídio ao genocídio, que estruturam o país. Ao sublinhar essa passagem da matéria ao tempo, do gesto ao território, esse enfoque evidencia a unidade ética e poética que costura sua produção ampla e reconhecida”, ressalta o curador. Sobre o artista João Angelini mora em Planaltina, na periferia rural de Brasília. A cidade é uma fonte de imagens, situações e informações para muitas de suas obras. Seu trabalho tem como enfoque as questões processuais, as reflexões dos modos de fazer, os limites e as convergências de linguagens e técnicas artísticas. Suas pesquisas se desdobram em diversos meios como gravura, pintura, teatro, fotografia, vídeo, música, animação e performance. Muitas de suas obras mesclam métodos e suportes. O que de fora parece muita informação para lidar e poderia gerar confusão, para ele não é. “Tenho uma cabeça que separa as linhas de produção”, esclarece. Além de sua produção individual, o artista fez parte do coletivo EmpreZa, grupo de performance, e atua como professor. Em 2019, junto com Luciana Paiva e Marcela Campos, fundou o Pé Vermelho – Espaço Contemporâneo. Sobre os curadores Luciana Paiva é artista, participa de exposições regulares desde 2004 atuando também como professora e na organização e curadoria de eventos em arte. Bacharel em Artes Visuais, mestre em Poéticas Contemporâneas e doutora em Métodos e Processos em Arte pela Universidade de Brasília (PPGAV/UnB). Desde 2017 integra o grupo de artistas-gestores do Pé Vermelho Espaço Contemporâneo em Planaltina – DF. Em 2011 cursou o Programa Aprofundamento da Escola de Artes Visuais do Parque Lage no Rio de Janeiro e participou do “Rumos de Artes Visuais 2011-2013”. Em 2019, foi uma das artistas selecionadas para o 29o Programa de Exposições do Centro Cultural São Paulo apresentando a exposição individual Cidade Partida. Em 2022, realizou a exposição individual “Ar-reverso” no Espaço Cultural Renato Russo em Brasília. Seu trabalho artístico lida com a visualidade e materialidade do texto, a ilegibilidade e a estrutura da linguagem. Faz uso de procedimentos construtivos e desconstrutivos para reconfigurar elementos da paisagem urbana, da arquitetura e dos códigos da escrita. Luciana Paiva e João Angelini são amigos desde a graduação (UnB), em 2002. “Desde então acompanhamos, participamos e colaboramos com o trabalho um do outro”, afirma Luciana. Trabalharam juntos na fundação e hoje fazem a gestão do Pé Vermelho - Espaço Contemporâneo em Planaltina (DF) em conjunto com Marcela Campos, LuFerris e uma ampla rede de colaboradores. “Antes disso, fizemos algumas parcerias para realização de exposições coletivas e colaborações em trabalhos, como a exposição "O Pornógrafo" (2004) e as animações "Linhas" (2011) e "Paisagem Pautada" (2016). Também trabalhamos simultaneamente durante um período como professores da Faculdade de Arte Dulcina de Moraes e pudemos compartilhar alguns projetos, curadorias e orientações”, completa a curadora. Paulo Henrique Silva foi aluno e professor na Escola de Artes Oswaldo Verano, mantida pela Prefeitura de Anápolis (GO), e graduou-se em Artes Visuais pela Universidade Federal de Goiás (UFG). Desde 2004, dedica-se à curadoria, com foco no estudo e na pesquisa da arte contemporânea produzida na Região Centro-Oeste do Brasil. Projetos recentes incluem as mostras Entre Acervos , Dialetos 1 e 2 , Novas Aquisições , Um Acervo em Construção , Fotografia no Acervo do Mapa , Conversas – resistência e convergência e Vozes do Silêncio . Foi curador em mais de onze edições do Salão Anapolino de Arte e tem contribuído significativamente para a ampliação do acervo do MAPA e o fortalecimento da arte contemporânea no interior do Brasil. De 2020 a 2024, foi responsável pela Coordenação do Fundo Municipal de Cultura e Editais, Curadoria e Gestão do MAPA e da Galeria de Artes Antônio Sibasolly, em Anápolis. Paulo Henrique Silva e João Angelini se conheceram em 2005, no 14º Salão Anapolino de Arte, do qual Paulo Henrique era curador e João Angelini foi premiado pela primeira vez. Desde então, juntos trabalharam em duas edições do Salão Anapolino, na Galeria de Artes Antônio Sibasolly, em Anápolis (GO); 1º Salão Nacional de Arte Contemporânea de Goiás, no Museu de Arte Contemporânea de Goiás (MAC), em Goiânia (GO); no Conversas: Resistência e Convergência, na Casa das Onze Janelas, em Belém (PA), e no MAC, em Goiânia (GO); Fotografias e vídeos no acervo do Mapa; Casa de la Cultura, Buenos Aires, Argentina. Serviço: Nem tudo que é sólido, se desmancha no arado De João Angelini | em comemoração aos 20 anos de trajetória Vídeo, animação, desenho, gravura, holografia, instalação e pintura Curadoria | Luciana Paiva e Paulo Henrique Silva Abertura | 20/09, a partir das 18h Visitação | Até 23/11 De quinta a domingo, das 17h às 21h, Mediante agendamento pelo e-mail pevermelho@pevermelho.art Onde | Pé Vermelho - Espaço Contemporâneo Av. 13 de maio, quadra 57 lote 6 - Praça São Sebastião Planaltina-DF Entrada | Gratuita Classificação indicativa | Livre para todos os públicos Instagram | @pevermelhoec Facebook | facebook.com/pevermelhoec
- Buraco do Jazz: MC Jazz e Maíra Guedes são as atrações desta semana
Prepare sua canga mais criativa, porque o Buraco do Jazz está na reta final e a despedida da temporada 2025 promete ser épica. O palco bolha montado no Centro Cultural Três Poderes se prepara para receber mais dois artistas da cidade antes do gran finale, mantendo a tradição do mais fantástico menor festival de jazz do Brasil - unir música e o público em um encontro ao ar livre com a mais pura essência do jazz, soul e blues. Nesta semana, a programação traz o flow inconfundível de MC Jazz na quinta-feira, 18, e a potência vocal da cantora brasiliense Maíra Guedes na sexta-feira, 19. Mas o Buraco vai além do som: é ritual. É chegar cedo, abrir a canga no gramado, encontrar os amigos, provar as delícias da praça de alimentação, garimpar achados na feira de artesanato e torcer para o Concurso de Cangas mais criativas. Uma experiência completa que é a cara de Brasília. O festival é independente, sustentado principalmente por recursos próprios e pela contribuição espontânea do público. A produção é de Gustavo Frade e Larissa Assis, com apoio da Agenda Cultural Brasília. SERVIÇO: Buraco do Jazz Quando: Sempre às quintas e sextas-feiras, a partir das 18h.Onde: Centro Cultural Três Poderes - gramado ao lado do Panteão da Pátria e da Bandeira Nacional – Praça dos Três Poderes Quanto: entrada colaborativa Mais informações: @buracodojazz Programação: (quintas e sextas) 18/09 - MC Jazz 19/09 - Maíra Guedes 25/09 - Rafa Black 26/09 - Molina's
- Juliana Paes é a nova embaixadora de Natura Lumina
A Natura, líder em beleza e cuidados pessoais na América Latina*, anunciou a atriz Juliana Paes como a nova embaixadora de Natura Lumina. A marca especialista em cuidados capilares, com alta performance e tecnologia biointeligente. Reconhecida por seu talento, compromisso com a beleza real e pela conexão autêntica com seu público, Juliana chega para representar a potência dos cabelos em todas as suas fases. A atriz conta que o cuidado com os seus cabelos tem feito parte de uma verdadeira reconexão consigo mesma, “Levei quatro anos para deixar meus fios totalmente naturais. A transição foi uma fase muito difícil, mas também uma jornada de autoconhecimento e coragem. Me redescobri nessa etapa, e sei que Natura Lumina têm linhas de alta performance, pensadas para cada fase da nossa vida, afinal os fios precisam de uma atenção e cuidado diferentes, e respeitar essa individualidade é transformador”, completa Juliana Paes. A marca Natura Lumina oferece um portfólio completo de cuidados capilares para todos os tipos de cabelo e utiliza a tecnologia exclusiva BioProteína Tripla Ação, exclusiva da Natura, que entrega resultados comprovados desde a primeira aplicação, promovendo reconstrução profunda, nutrição, brilho e força. A chegada de Juliana Paes como embaixadora marca um novo capítulo para a Natura, que segue inovando na categoria de cabelos e ampliando sua conversa com consumidores que buscam produtos de alta performance, com ciência, tecnologia, além do compromisso com a diversidade brasileira e suas especificidades, promovendo beleza e cuidados específicos. Toda produção e estratégia da campanha foi realizada pela agência Africa Creative. “Ter Juliana Paes como embaixadora de Natura Lumina reforça nosso compromisso com a beleza e autoestima das mulheres brasileiras. A relação dela com os cabelos ressoa com a jornada de autodescoberta de muitas mulheres, e isso se alinha perfeitamente com a proposta da marca. Lumina foi criada com uma visão clara: oferecer um portfólio completo, com alta tecnologia e produtos específicos para cada tipo de cabelo. Acreditamos que o cuidado com os fios é uma jornada pessoal, e nossa Tecnologia BioProteína de ponta oferece o tratamento ideal que o cabelo de cada pessoa, do liso ao crespo, da raiz às pontas, promovendo saúde capilar real e resultados comprovados”, reforça Denise Coutinho, diretora de marketing da Natura. A nova embaixadora da Natura chega para somar ao time de nomes conhecidos, como Maísa Silva, Taís Araújo, Fernanda Souza, IZA, Alane Dias, Isabelle Nogueira, entre outras. Fonte: Euromonitor International Limited, Beleza e Cuidados Pessoais edição 2025; Marca Guarda-Chuva Natura: Vendas no varejo em valor (RSP), dados referentes à 2024. Validade: 29/04/2026 Sobre a Natura Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira de higiene e cosmética. Conta com 2 milhões de consultoras na América Latina, sendo líder no setor de venda direta no Brasil. Faz parte de Natura, resultado da combinação entre as marcas Avon e Natura. A Natura foi a primeira companhia de capital aberto a receber a certificação de empresa B no mundo, em dezembro de 2014, o que reforça sua atuação transparente e sustentável nos aspectos social, ambiental e econômico. É também a primeira empresa brasileira a conquistar o selo "The Leaping Bunny", concedido pela organização de proteção animal Cruelty Free International, em 2018, que atesta o compromisso da empresa com a não realização de testes em animais de seus produtos ou ingredientes. Com operações na Argentina, Chile, Colômbia, Estados Unidos, França, México, Peru e Malásia, os produtos da marca Natura podem ser adquiridos com as Consultoras de Beleza, por meio do e-commerce, app Natura, nas lojas próprias ou nas franquias "Aqui tem Natura". Para mais informações, visite www.natura.com.br ou acesse os perfis da empresa nas redes sociais: LinkedIn , Facebook e Instagram .
- Café Filosófico CPFL estreia módulo "Saúde mental e natureza" em sintonia com debates da COP30
Às vésperas da COP30, 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, que reunirá, em novembro, líderes mundiais, cientistas, organizações não-governamentais e representantes da sociedade civil, em Belém (PA), para discutir ações de enfrentamento às mudanças climáticas, o Café Filosófico CPFL lança um novo módulo alinhado a essa pauta global. Nesta quinta-feira (18), às 19h, estreia a série “Saúde mental e natureza” , que propõe reflexões sobre a interdependência entre o equilíbrio do planeta e o bem-estar humano. Ao longo de duas palestras, o módulo discutirá, sob diferentes perspectivas, a relação entre seres humanos e o meio ambiente. Um dos enfoques será o impacto da crise climática na saúde mental, com destaque para a chamada ansiedade climática, cada vez mais presente, sobretudo entre os jovens. Outro será a valorização de filosofias ancestrais indígenas, que revelam compreensões originais sobre o conceito de bem-estar e ampliam o olhar sobre as conexões entre vida, saúde e natureza. A abertura ficará a cargo do psicólogo clínico Marco Aurélio Bilibio Carvalho , com o tema “Ansiedade Climática e a Era da Incerteza” . O especialista abordará como o agravamento da crise climática tem provocado efeitos psíquicos relevantes, entre eles o aumento de casos de ansiedade relacionados a projeções de um futuro ambientalmente catastrófico. A palestra apresentará dados estatísticos sobre o fenômeno e explorará sua dimensão subjetiva, ressaltando a fenomenologia do sofrimento psíquico associado à degradação ambiental. Bilibio também discutirá as conexões profundas entre a psique humana e o mundo natural, além da lenta transição de uma visão de mundo centrada na tecnologia para outra que reconhece o planeta como organismo vivo, lar e fonte de sabedoria ecológica. O encontro acontece no estúdio do Café Filosófico CPFL, em Campinas, com transmissão ao vivo pelo YouTube . O encerramento do módulo ocorre no dia 25, com o escritor e ambientalista Kaká Werá , que tratará do tema “A cosmovisão do bem-estar” , destacando saberes e filosofias indígenas sobre saúde e natureza. Sobre o palestrante Marco Aurélio Bilibio Carvalho é psicólogo clínico com mestrado em Psicologia Clínica e Cultura e doutorado em Sustentabilidade pela Universidade de Brasília. Introdutor da Ecopsicologia no Brasil, foi presidente da International Ecopsychology Society e hoje dirige o Instituto Brasileiro de Ecopsicologia. Com mais de 35 anos de experiência clínica, é gestalt-terapeuta, analista junguiano e membro da Associação Brasileira de Gestalt-terapia, da Associação Junguiana do Brasil e da International Association of Analytical Psychology. É também docente em institutos de formação no Brasil e no exterior, além de autor de capítulos de livros e artigos na área. Confira a programação do módulo: 18/09 - quinta-feira, 19h – Ansiedade climática e a era da incerteza, com Marco Aurélio Bilibio , psicólogo 25/09 - quinta-feira, 19h – A cosmovisão do bem-estar, com Kaká Werá , escritor e ambientalista Ambiente inspirador de troca e aprendizado O espaço do Café Filosófico CPFL, na sede do Instituto CPFL, em Campinas, oferece uma atmosfera convidativa e aconchegante, onde cada detalhe é pensado para proporcionar uma experiência prazerosa. É possível tirar fotos em todos os lugares, incluindo o cenário e o palco. O local possui climatização e é acessível para pessoas com deficiência, além de contar com intérpretes de Libras para garantir a participação de todos. Há, ainda, um serviço de alimentação com cardápio de comidas e bebidas para consumo no local. Os encontros do Café Filosófico CPFL são presenciais e gratuitos, com entrada por ordem de chegada, a partir das 18h. A classificação é de 14 anos e a transmissão online será realizada no canal do Café no YouTube . Após a exibição ao vivo, as palestras ficam disponíveis na íntegra no canal, podendo ser assistidas ou revisitadas a qualquer momento pelo público. Além disso, uma versão editada é exibida na TV Cultura, aos domingos, às 21h. Vale destacar que os episódios transmitidos pela TV não correspondem necessariamente às gravações feitas durante a semana. Café para ouvir Consolidado cada vez mais como um produto multiplataforma, com presença tanto no ambiente digital quanto na televisão, o programa agora também pode ser consumido em formato de áudio. O podcast do Café Filosófico CPFL, disponível no Spotify, revisita reflexões marcantes da trajetória do programa. No episódio “ Da desconstrução da tristeza e da alegria”, disponível a partir desta segunda (15), o escritor Fabrício Carpinejar desconstrói a ideia de alegria para mostrar como ela está presente nos pequenos momentos cotidianos, inclusive se mistura com os nossos momentos de tristeza: há alegria na saudade, na falta, nas nossas imperfeições. Um convite para mudar nosso olhar e perceber as alegrias passageiras, inesperadas, irrepetíveis e que aparecem sem serem calculadas. Novos episódios serão lançados semanalmente até novembro de 2025. O Café na TV Além do encontro presencial no estúdio, transmitido ao vivo pelo YouTube às quintas-feiras, e da mais nova versão em podcast, o Café Filosófico CPFL conta com duas inserções na TV Cultura : o Café Expresso , programa derivado do Café Filosófico CPFL que combina cenários itinerantes com convidados refletindo sobre diversos temas de forma interdisciplinar, além de uma versão editada do Café Filosófico , gravado nos estúdios, em Campinas. Os episódios do Café Expresso são exibidos todas as terças, às 23h , com reprises aos sábados, às 22h . Já a versão editada vai ao ar aos domingos, às 21h . O Café Expresso desta terça-feira (16), traz uma discussão sobre o tema Orgulho Clandestino, com Mônica Broti e Maurício Gomes . Parte da série 7 pecados na literatura , a edição analisa – por meio do livro Felicidade Clandestina, de Clarice Lispector – de qual forma a vaidade se apresenta e é vista atualmente. Já no episódio da versão editada para a TV do Café Filosófico CPFL, que vai ao ar no domingo (21), o sociólogo Nelson Filici de Barros aborda os paradigmas da medicina tradicional chinesa no campo da saúde. O cuidado é essencial para a vida, mas como nossa forma de viver influencia a maneira como cuidamos? Entre diagnósticos que podem nos reduzir a sintomas e saberes ancestrais que valorizam a experiência de cada indivíduo, o episódio reflete sobre caminhos possíveis para repensar a saúde e a autonomia do paciente. Serviço Café Filosófico CPFL, ao vivo, com Marco Aurélio Bilibio Carvalho, psicólogo Quando: 18 de setembro, quinta-feira, às 19h Onde: Instituto CPFL Rua Jorge Figueiredo Corrêa, 1632 - Chácara Primavera, Campinas/SP Entrada: gratuita, por ordem de chegada, a partir das 18h Participação on-line: canal do Café no YouTube Informações: institutocpfl.org.br Sobre o Café Filosófico CPFL Criado em 2003, o Café Filosófico CPFL é o broadcast de reflexões doInstituto CPFL, com palestras abertas ao público semanalmente, transmissões ao vivo pelo YouTube (às quintas-feiras, às 19h) e programas de TV (domingos, às 21h; terças, às 23h; e sábados, às 22h, na TV Cultura). Sobre o Instituto CPFL Desde 2003, o Instituto CPFL (ICPFL) é a plataforma de investimento social privado do Grupo CPFL Energia, desenvolvendo projetos nas áreas de esporte e cultura como instrumentos estratégicos de transformação social nas comunidades onde o grupo atua. Alinhados à Estratégia ESG do Grupo CPFL, nosso objetivo é gerar impactos positivos e duradouros e construir um futuro promissor para a sociedade por meio de cinco frentes de atuação: CPFL Jovem Geração, CPFL Intercâmbio Brasil-China, Circuito CPFL, CPFL nos Hospitais e Café Filosófico CPFL. O Instituto CPFL tem sido referência no setor, aplicando com excelência as leis governamentais de incentivo às ações sociais e culturais. Saiba mais em www.institutocpfl.org.br .
- Setembro tem “Almoço Musical” com MPB e choro no Terraço Shopping
O Terraço Shopping é ponto de encontro do almoço de domingo das famílias, e para deixar o clima ainda mais especial, o shopping oferece uma trilha bem brasileira, dentro do projeto “Almoço Musical”, sempre às 13h. A apresentação do dia 21 será com a flautista Any Lopes. Ela iniciou na flauta transversal em 2006, aos sete anos de idade. Em 2011, ingressou na Escola de Música de Brasília, sendo aluna dos professores Paulo Magno, Ariadne Paixão e Diana Mota. Na escola, participou de pequenos e grandes grupos, como o Coro infantil, Bandas Sinfônicas, Orquestras, Músicas de Câmara, Big Bands e Super Bands. Em 2018, viajou para a França com o grupo De Vento em Popa para realizar apresentações e ministrar aulas. Em 2019, realizou apresentações no Sofar Sounds Brasília com o regional Segura Elas. Tocou para nomes importantes da política, como a ex-presidente Dilma, além de abrir os shows de Jorge Aragão e Diogo Nogueira. E para encerrar a programação do mês, no dia 28, acontecerá a apresentação do Satélite Duo. Criado em 2023 pelos músicos Renato Amaral, no violoncelo, e Danilo Fróes, no violão, a dupla tem a proposta de trazer para esta formação uma música suave e requintada, com os clássicos do repertório de choro, erudito, pop e o melhor da música popular, numa deliciosa junção do que há de mais belo nestes ricos e vastos universos sonoros. Serviço: Almoço Musical Sempre aos domingos, na Praça Central, às 13h 21/09 - Any Lopes 28/09 - Satélite Duo
![Marcelo Antunes celebra o diálogo entre arte e mesa posta em [AR]TÉREA](https://static.wixstatic.com/media/368834_871f58ae21b04dd3a69841121cf9d5a6~mv2.png/v1/fit/w_176,h_124,q_85,usm_0.66_1.00_0.01,blur_3,enc_auto/368834_871f58ae21b04dd3a69841121cf9d5a6~mv2.png)












