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- As Caixeiras Cia. de Bonecas convidam para espetáculo "De Outro Jeito" e Oficina de Teatro Lambe-lambe no projeto Espiral
Com fomento do Fundo de Apoio à Cultura do DF (FAC), As Caixeiras Cia. de Bonecas apresenta novas etapas do projeto Espiral – Manutenção, Sustentabilidade e Expansão Criativa , que desde março vem fortalecendo a linguagem do teatro de bonecos no Centro-Oeste. Após uma frutífera imersão em dramaturgia em Olhos D'Água (GO) com artistas nacionais e internacionais, e a circulação de três espetáculos de Lambe-lambe por espaços como Choro no Eixo, Festival Envelhecência e Ecofeira do Mercado Sul, a companhia agora oferece duas ações gratuitas em agosto e setembro: Temporada "De Outro Jeito" De 30 de agosto a 2 de setembro, no Teatro de Sobradinho, o espetáculo infantil “De Outro Jeito” transforma caixas de papelão em uma emocionante celebração do amor entre pais e filhos. Com uma combinação encantadora de teatro de bonecos, palhaçaria e música ao vivo, “De Outro Jeito” leva crianças e adultos a uma viagem lúdica e emocionante, onde caixas de papelão ganham vida como brinquedos, personagens e universos imaginários. Inspirada no livro “O Homem que Amava Caixas” , de Stephen King, a peça narra a história de um pai que encontra uma forma única de expressar seu afeto: pela criatividade e pela magia de transformar o comum em algo extraordinário. Com sensibilidade e humor, o espetáculo explora temas como os laços familiares, o afeto não verbalizado e a beleza dos pequenos gestos — questões universais que ecoam tanto no público infantil quanto nos adultos. De maneira poética, a obra também aborda os ciclos da vida, usando o tempo como um elemento narrativo. Cenários e recursos cênicos ilustram o crescimento do filho e o envelhecimento do pai, materializando a passagem do tempo e a inevitabilidade da transformação. “De Outro Jeito” convida a plateia a refletir sobre existência, memória e os ritmos naturais que moldam a vida, tudo isso em uma experiência cheia de delicadeza, imaginação e emoção. Ficha técnica: Atrizes-animadoras: Amara Hurtado, Jirlene Pascoal e Mariana Baeta | Músico: Geraldo Toledo | Direção de cena: Karla Juliana Kaju | Produção: Janaína Azevedo I Assessor de imprensa: Rodrigo Machado Serviço: [Espetáculo de bonecos] “De Outro Jeito” Local: Teatro de Sobradinho Endereço: Quadra 12Datas e horários: 30 e 31/8 (sábado e domingo): às 17h (sessão acessível: dia 30, com intérprete de Libras e audiodescrição) 1º e 2/9 (segunda e terça): às 10h e às 15h (exclusivo para escolas) Entrada franca e livre para todos os públicos Oficina de Teatro Lambe-Lambe (Asa Norte) Entre 14 e 28 de agosto, o Ateliê Cumbaru sedia cinco encontros imersivos ministrados pelas integrantes da Cia. Voltada para iniciantes, a oficina explora técnicas de mini-teatro de bonecos, desde construção até manipulação, reforçando o compromisso do projeto Espiral com a formação de novas gerações de artistas. Datas: 14, 19, 21, 26 e 28/8 Horário: das 19h às 22h Trajetória do Espiral O projeto, que incluiu residência criativa em Goiás e apresentações em sete pontos culturais do DF entre abril e julho, consolida-se como eixo de sustentabilidade para a linguagem do teatro de bonecos. "De Outro Jeito" conta com as atrizes-animadoras Amara Hurtado, Jirlene Pascoal e Mariana Baeta, trilha ao vivo de Geraldo Toledo e direção de cena de Karla Juliana Kaju. Realização: As Caixeiras Cia. de Bonecas Apoio: FAC – Fundo de Apoio à Cultura do DF
- Samba pras Moças celebra ancestralidade, empoderamento e cultura preta em sua 4ª edição
No dia 7 de setembro, na Praça da Bíblia da Candangolândia, o Samba pras Moças realiza sua quarta edição, transformando o espaço público em um grande encontro de música, empreendedorismo e ancestralidade. O evento nasce do desejo de resgatar tradições afro-brasileiras e, ao mesmo tempo, abrir caminhos para novas possibilidades de representatividade e fortalecimento das mulheres pretas e mulheres trans. No palco principal, o público será presenteado com uma seleção de artistas que reafirmam a força e a diversidade do samba e da música preta: DJ Kashuu, Pé no Chão, Ane Êoketu, Mari Sardinha, DJ Odara Kadiegi, Bruna Tassy e Kika Ribeiro. Mais que entretenimento, as apresentações são uma celebração da resistência e da potência criativa que brota das periferias. Idealizado por Paula Olivio, mulher preta moradora da Candangolândia e fundadora da ONG Obinrin Badú, o projeto foi construído a partir da observação da realidade de mulheres em situação de vulnerabilidade social, muitas delas chefes de família. Desde a primeira edição, o evento se mantém resiliente e independente, conquistando seu espaço na cena cultural do Distrito Federal ao oferecer um ambiente de acolhimento, celebração e empoderamento. “O Samba pras Moças nasceu da necessidade de criar um espaço em que nós, mulheres pretas e periféricas, pudéssemos nos reconhecer, nos fortalecer e também nos divertir. É um lugar de troca, de cuidado e de celebração da nossa ancestralidade. A cada edição, mostramos que a cultura preta é resistência, é afeto e é futuro”, afirma Paula Olivio, idealizadora do projeto. Mais do que um festival de samba, o Samba pras Moças é um espaço de visibilidade e valorização da cultura afro-brasileira. A programação contempla, além dos shows, a Feira das Moças, espaço da beleza, recreação infantil e contações de histórias, conectando gerações e reafirmando a importância de práticas ancestrais como as tranças, que fortalecem a identidade e a autoestima das mulheres negras. A Feira das Moças fomenta a economia local, com empreendedoras da moda, da gastronomia e do artesanato, oferecendo autonomia financeira a trabalhadoras que encontram menos oportunidades no mercado. Já a recreação infantil contará com contações de histórias afro-brasileiras, além de pula-pula, distribuição gratuita de algodão-doce e pipoca doce, garantindo um espaço de aprendizado e diversão para as crianças. Atividades prévias formativas do evento, serão realizadas as oficinas de tranças e de percussão voltadas ao aprendizado e à transmissão de saberes, incentivando crianças e jovens a se reconhecerem em suas raízes. O Samba pras Moças reafirma, a cada edição, que cultura é também um ato político: cria oportunidades, multiplica saberes e fortalece identidades. Em um tempo em que a representatividade é cada vez mais urgente, o evento se coloca como espaço de encontro, resistência e alegria coletiva. O projeto é uma realização da Obinrin Badú e Saturno Cultural, com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC) / Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF. Programação – Domingo, 07/09 Praça da Bíblia – Candangolândia 11h – Abertura oficial e Feira das Moças + feijoada12h – Abertura da área da beleza e recreação infantil | DJ Kashuu12h30 – Contação de história “O cabelo de Lelê”, com Jennifer Rios13h – Show: Pé no Chão14h – Show: Ane Êoketu14h50 – Show: Mari Sardinha15h40 – DJ Odara Kadiegi | Contação de histórias “O Batuquinho”, com Cláudia Cristina16h10 – Show: Pé no Chão16h30 – Show: Bruna Tassy17h – Show: Kika Ribeiro18h – DJ Odara Kadiegi18h30 – Encerramento Artistas Convidad@s Ane Êoketu – Cantora, compositora e percussionista sergipana radicada no DF, lançou em 2023 o álbum Eu Já Passei Pelo Fogo , premiado como melhor espetáculo musical no Prêmio SESC+ Cultura DF. Vencedora da Fantástica Fábrica de Bandas, foi destaque em festivais como Feira Preta, CoMA e Bocadim. Kika Ribeiro – Voz potente e carisma no palco, é uma revelação do samba autêntico. Lançou em 2024 seu primeiro EP e fundou o bloco Samba da Mulher Bonita. Já se apresentou em palcos históricos como Cacique de Ramos e Pedra do Sal, levando samba e empoderamento feminino. Bruna Tassy – Musicista multi-instrumentista de Brasília, integra grupos como Elas que Toquem, SaiaBamba e Samba da Passarinha. Registrada na OMB, atua como cantora e instrumentista, com repertório que vai da MPB ao samba e pagode. DJ Kashuu – Com oito anos de carreira, mistura funk, jazz e hip hop às batidas da cultura underground. Sua pesquisa conecta sonoridades negras nacionais e internacionais, criando experiências únicas para o público. Mari Sardinha – Cavaquinista e bandolinista formada pela UnB, já tocou com Fabiana Cozza, Hamilton de Holanda e Mateus Aleluia. Participou de festivais em Cuba e nos EUA, e integra grupos como SaiaBamba, Samba da Passarinha e Forró Jazz do Cerrado. Pé no Chão – Grupo criado em 2022, é uma roda de samba democrática formada por nove músicos. Une ancestralidade e contemporaneidade, valorizando a cena independente do DF e promovendo um samba coletivo e diverso. DJ Odara Kadiegi – Filha de mãe angolana e pai carioca, a brasiliense Odara Kadiegi é DJ e produtora musical que transita entre sonoridades brasileiras, africanas e latinas. Já dividiu o palco com nomes como Luedji Luna, Liniker, Baco Exu do Blues, Céu e Baiana System, além de se apresentar em festivais como Coala, CCBB Brasília e Encontro de Culturas da Chapada dos Veadeiros. Seus sets mesclam ancestralidade, grooves e ritmos dançantes, levando mensagens conscientes e identidade a cada apresentação. Serviço Samba pras Moças – 4ª edição Data: Domingo, 07 de setembro Local: Praça da Bíblia – Candangolândia/DF Horário: das 11h às 18h30 Entrada gratuita Instagram: @sambaprasmocasdf
- Teresa Lopes encerra Projeto Cartola no Eixão Norte, em 31 de agosto
O Projeto Cartola chega ao fim no domingo, 31 de agosto, no Eixão Norte, com a participação especial da cantora brasiliense Teresa Lopes. Depois de quatro meses de programação gratuita — iniciada em abril, com encontros que reuniram centenas de famílias no gramado do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) e em outros palcos da cidade, Clube do Choro e Eixão do Lazer —, o tributo ao maior mestre do samba brasileiro se despede em clima de festa, poesia e brasilidade. A programação começa às 12h, com show do Regional Choro Livre e convidados, sob o comando do bandolinista Reco do Bandolim. Em seguida, Teresa Lopes — intérprete de voz potente, marcada pela influência das sonoridades afro-brasileiras e pela pesquisa de repertório refinada — assume o palco em homenagem luminosa à obra de Cartola, encerrando a temporada com sua assinatura única. Com 20 anos de carreira, Teresa já dividiu palco com nomes como Arlindo Cruz, Neguinho da Beija-Flor, Fundo de Quintal e Fabiana Cozza, além de ter se apresentado em países como Portugal, Holanda, Noruega e Cuba. Em Brasília, lançou o disco Clara Essência (2019), dedicado a compositores locais, e consolidou-se como uma das vozes mais representativas do samba da cidade. Sua presença no encerramento do Projeto Cartola simboliza tanto a força da música feita no DF quanto a reverência ao legado de Cartola. Para o diretor musical do Projeto Cartola e da Escola Brasileira de Choro, Henrique Neto, essa reta final significa muito mais do que um simples show. “ O Projeto Cartola no Eixão Norte se consolida como um novo ponto de cultura ao ar livre na cidade, reforçando o compromisso do Clube do Choro e do CCBB em aproximar o público da arte e da tradição musical do Brasil. Uma oportunidade imperdível para curtir o domingo em um espaço democrático, acessível e cheio de brasilidade ”, exalta. Aberto e gratuito, o evento transforma o Eixão Norte em um espaço democrático de cultura e lazer, com opções de gastronomia, atividades para crianças e um ambiente acolhedor para toda a família. Projeto Cartola O Projeto Cartola é uma homenagem a Angenor de Oliveira, o Cartola, um mestre do samba — gênero que não apenas inspira o choro, mas moldou de forma definitiva a música brasileira. Poeta do cotidiano e cronista dos sentimentos humanos, Cartola foi compositor, letrista e intérprete. Suas canções expressam com delicadeza e lirismo temas como o amor, a dor, a saudade e a esperança, tornando-se verdadeiros hinos da MPB. Sucessos como O Mundo é um Moinho , As Rosas Não Falam e Preciso Me Encontrar permanecem vivas no imaginário coletivo, emocionando gerações e reafirmando seu papel como um dos maiores autores da história da música popular brasileira. Mais do que músico, Cartola é símbolo de resistência, elegância e autenticidade. Foi peça-chave para a consolidação do samba como expressão cultural genuinamente brasileira e símbolo da identidade nacional. Com uma trajetória pessoal marcada por altos e baixos, chegou a ser dado como morto na década de 50. Desapareceu da cena musical por muitos anos, até ser redescoberto por jornalistas como lavador de carros em Ipanema. Ao lado de Dona Zica, o amor da sua vida, Cartola voltou a compor e reencontrou a estabilidade emocional. Juntos, fundaram o Zicartola — restaurante e casa de samba que virou um importante ponto de encontro de artistas na década de 1960, no Rio de Janeiro. Gravou seu primeiro disco somente aos 65 anos e, mesmo diante de tantas adversidades, conquistou um lugar no panteão da música nacional como símbolo do samba de raiz, da boemia romântica carioca e da dignidade artística. O projeto também acontece no Clube do Choro, desde 26 de abril e segue até 31 de agosto, com programação específica. SOBRE OS ARTISTAS Reco do Bandolim & Choro Livre Henrique Lima Santos Filho, o Reco do Bandolim, é baiano de Salvador. Chegou a Brasília ainda adolescente e participou de bandas de rock, nos primórdios do movimento musical que projetaria a cidade na década de1980. Mas a descoberta do bandolim e os discos do mestre Jacob Bittencourt despertaram nele uma paixão definitiva pelo choro. Participou do grupo de fundadores do Clube do Choro de Brasília, em 1978 e forjou seu estilo em rodas musicais ao lado dos mestres Waldyr Azevedo, Avena de Castro, Alencar 7 cordas, Armandinho Macedo e Pernambuco do Pandeiro. Filho dileto do Clube do Choro de Brasília, o regional Choro Livre tem no seu batismo a tradução de como vê e toca o gênero: criativo e aberto a novas influências. Fiel à raiz, o conjunto “sacode a poeira e dá a volta por cima”, fazendo uma leitura contemporânea dos clássicos do choro e complementando o repertório com novos autores e composições próprias. O Choro Livre já atuou ou dividiu o palco com artistas considerados monstros sagrados da MPB, como Nelson Cavaquinho, Clementina de Jesus, Moraes Moreira, Armandinho, Abel Ferreira, Sérgio Santos, Raul de Barros, Dona Ivone de Lara, Waldir Azevedo, Paulinho da Viola, Hermeto Paschoal e Sivuca. Grupo de base de todos os projetos apresentados pelo Clube do Choro de Brasília nas últimas dez temporadas, o Choro Livre acompanhou apresentações inesquecíveis de Altamiro Carrilho, Oswaldinho do Acordeon, Dominguinhos, João Donato, Época de Ouro, Cristóvão Bastos, Guinga, Wagner Tiso, Paulo Moura e outros bambas da nossa música popular. Excursionou pela Europa, Ásia, África, América do Sul, Caribe e América do Norte, além de participar com frequência de festivais de música nos Estados Unidos, China, Canadá, Áustria, Espanha, Itália, Portugal, França, Alemanha, República Tcheca, Tunísia, Emirados Árabes, Argentina, Peru, Uruguai, Chile, Suriname e Cuba. Dhi Ribeiro Cantora e atriz, Dhi Ribeiro é uma das grandes vozes do samba no Brasil. Nascida no Rio de Janeiro e radicada em Brasília desde os anos 1990, já lançou discos, participou de trilhas de novelas da Globo — como Lado a Lado (2012) e A Força do Querer (2017) — e venceu o prêmio de Cantora Revelação do projeto Mulheres que Brilham . Com carreira internacional, integrou o Circo Lídia Togni na Europa e realizou turnês na África, com o projeto Conexão Brasil-África . Em Brasília, é figura essencial em eventos culturais, como o Réveillon da Esplanada, Bienal do Livro e projetos próprios como Roda Dhi Samba e Casa da Dhi . Na pandemia, lançou iniciativas virtuais e sociais, como o espetáculo Brasília: Falando Dhi Amor . Recentemente, tornou-se personagem da série infantil Sara e Sua Turma e dubladora da animação 3D Sara, a menina que gostava de saber . Em 2022, protagonizou o filme Maria , da Globo Filmes, com direção de Iberê Carvalho. Em todos os palcos que pisa, Dhi carrega a força da ancestralidade, do samba e da representatividade negra brasileira. Teresa Lopes Teresa é uma cantora brasiliense com 20 anos de carreira, reconhecida por sua interpretação marcante, potência vocal e musicalidade influenciada por sonoridades afro-brasileiras e internacionais. Representa com autenticidade a cena musical de Brasília e o legado de grandes cantoras negras. Sua trajetória no samba inclui parcerias com nomes como Almir Guineto, Fundo de Quintal, Arlindo Cruz, Fabiana Cozza e Ana Cañas, além de apresentações internacionais em países como Portugal, Holanda, Noruega e Cuba. Lançou em 2019 seu primeiro álbum, Clara Essência , com direção musical de Rafael dos Anjos e repertório focado em compositores de Brasília. Participou de diversos projetos e festivais relevantes, como Samba de Bamba, Latinidades, Samba nas Feiras, COMA, entre outros. Fabiana Cozza É reconhecida como uma das grandes vozes da sua geração, elogiada por sua técnica refinada e presença dramática no palco. Já foi comparada a nomes como Elis Regina, Elizeth Cardoso e Clara Nunes, e venceu o Prêmio da Música Brasileira como Melhor Cantora de Samba (2012) e pelo Melhor Álbum em Língua Estrangeira (2018), mostrando sua versatilidade. Seus álbuns mais recentes, Dos Santos (2020) e Urucungo (2023), reafirmam sua conexão com as tradições afro-brasileiras, que ela celebra e reinventa com força e sensibilidade, mantendo essas raízes vivas e relevantes no cenário musical atual. Marina Iris A cantora e compositora carioca Marina Iris lançou em maio de 2023 o disco Virada , com dez faixas que exploram os afetos e os desafios dos relacionamentos amorosos, com sonoridade fiel às rodas de samba cariocas. O álbum conta com participações de Péricles, Diogo Nogueira, Lenine, Moacyr Luz, Renato da Rocinha, entre outros, e marca o fortalecimento de Marina como compositora, ao lado de nomes como Moacyr Luz, Manu da Cuica e Raul DiCaprio. Virada propõe o amor como ato político e coletivo. A produção musical é de Vitor de Souza, com direção artística dividida com Eduardo Familião. Conhecida por sua trajetória engajada, Marina também é autora de Voz Bandeira (2019), homenagem à vereadora Marielle Franco, e do livro-disco É Pretinha (2024) . Alfredo Del Penho Alfredo Del Penho é músico, compositor, ator e pesquisador, com 25 anos de trajetória na Música Popular Brasileira. Lançou mais de dez álbuns como intérprete ou produtor, foi indicado ao Grammy Latino e venceu duas vezes o Prêmio da Música Brasileira. Também acumula cerca de dez prêmios como diretor musical e autor de trilhas originais, incluindo Shell, Cesgranrio e Bibi Ferreira. Criado na cena de choro e samba de Niterói (RJ), teve formação musical ao lado de mestres como Carlinhos Leite e trabalhou com ícones do samba, como Elton Medeiros, Wilson Moreira e Cristina Buarque. Como compositor, tem parcerias com nomes como Nei Lopes, Paulo César Pinheiro, Joyce, Chico César e João Cavalcanti. Atua também como pesquisador e consultor em projetos como o Novo Museu da Imagem, ao lado de Ruy Castro. Vidal Assis Vidal Assis, carioca, é uma das vozes promissoras da nova geração da música popular brasileira. Como compositor, tem parcerias com nomes como Hermínio Bello de Carvalho, Nei Lopes e Elton Medeiros, e já teve músicas gravadas por Áurea Martins, Fabiana Cozza e Teca Calazans. Seu disco de estreia, Álbum de Retratos (2016), com participações de Zélia Duncan e Elton Medeiros, foi indicado ao Prêmio da Música Brasileira nas categorias Artista Revelação e Melhor Cantor de MPB. Vidal participou de montagens como Clementina, cadê você? e Elizethíssima , além de aparições em programas como Conversa com Bial e Sr. Brasil . Atua também como diretor musical e criador de trilhas para teatro. Em 2022, explorou o afrofuturismo no show O que aprendi com minha mãe . No ano seguinte, venceu o Prêmio Luiz Melodia de Canções Afrobrasileiras e participou de homenagem a Wilson das Neves no Teatro Municipal do Rio. Em 2024, lançou o espetáculo Vidal Assis celebra Emílio Santiago , no Sesc São Paulo. Nilze Carvalho Nilze Carvalho iniciou sua relação com a música ainda criança, aos 5 anos, e aos 11 já gravava a série Choro de Menina como bandolinista, incluindo parcerias com o grupo Época de Ouro. Aos 15, começou a carreira internacional, com apresentações em países como França, Japão, EUA, China e Austrália. No Brasil, foi uma das fundadoras do grupo Sururu na Roda, vencedor do Prêmio da Música Brasileira em 2014. Em carreira solo, lançou álbuns premiados como Estava Faltando Você (2002) e O que é Meu (2010), além de Verde Amarelo Negro Anil (2015), indicado ao Grammy Latino. Participou de projetos como Samba Social Clube e do DVD Gafieira , de Zeca Pagodinho , e já dividiu o palco com nomes como Dona Ivone Lara, João Bosco e Mart’nália . Desde 2022, apresenta o programa Sambalaio, na Rádio Roquette Pinto. Seu novo álbum, Nos Combates da Vida (2024), inspirado em Dona Ivone Lara , reúne músicas autorais e regravações, com participações de João Bosco e Teresa Cristina , e parcerias com Nei Lopes e outros compositores. Moyseis Marques Carioca, criado na Vila da Penha, Moyseis Marques é um cantor, compositor, músico e produtor, com ligação especial com o samba, o forró pé-de-serra e a MPB. Iniciou-se profissionalmente na música em 1999, cantando em bares na Zona Norte do Rio de Janeiro. Fundador integrante das bandas Casuarina, Forró na Contramão e Tempero Carioca, teve passagem por conjuntos musicais antes de lançar seu primeiro disco solo, o homônimo Moyseis Marques , em 2007. A partir daí, ficou conhecido como um dos principais talentos revelados na Lapa carioca dos anos 2000, colecionando apresentações por todo o Brasil, Europa e Estados Unidos – onde também ministrou aulas de canto popular. João Cavalcanti João Cavalcanti é cantor, compositor e jornalista. Filho de Lenine, iniciou na música em coros infanto-juvenis. Mas foi na faculdade que retomou o caminho musical. Em 2001, fundou o grupo Casuarina, com o qual foi vocalista por 16 anos. O grupo lançou sete CDs, dois DVDs, venceu duas vezes o Prêmio da Música Brasileira e realizou turnês pela Europa, América do Norte, Ásia e África. Em carreira solo, João lançou o álbum Placebo (2012), com composições próprias de estilos variados, e dirigiu o projeto Toda Cor (2014), com grandes nomes da música brasileira, a convite do Movimento Down. Suas composições foram gravadas por artistas como Lenine, Roberta Sá, Elza Soares e MPB4. Entre seus trabalhos mais recentes estão o disco Garimpo (2018), em parceria com Marcelo Caldi, o EP Samba Mobiliado (2019) e a participação no TEDx Blumenau (2021), com o tema "Samba como alicerce da canção popular". Em 2022, lançou dois projetos: o audiovisual Desengaiola , indicado ao Grammy Latino e vencedor do Prêmio da Música Brasileira, e o tributo Ivone Rara , em homenagem aos 100 anos de Dona Ivone Lara. Ellen Oléria Ellen Oléria é uma cantora e compositora brasileira. Com mais de 20 anos de carreira, a artista acumula prêmios em festivais e quatro discos lançados. Já fez apresentações em cidades de norte a sul do Brasil e em outros países, como Espanha, França, Angola, Estados Unidos, Inglaterra, Rússia, Japão e Taiwan. Em seu recente projeto musical, a artista combina com maestria ritmos brasileiros como o samba, o forró, o carimbó, o afroxé, o maracatu, com os timbres e arranjos contemporâneos que apontam para um encontro urbano de identidades e discurso de protagonismo das comunidades negras do Brasil. A versatilidade de Ellen estende-se também ao seu ativismo político, que pudemos acompanhar na Estação Plural , talk show criado pela TV Brasil para tratar de pautas de comportamento e temas do universo LGBTQIAP+, em que Ellen Oléria atuou como apresentadora. Conhecida pelo público por seu timbre cintilante e repertório brasileiríssimo, a soprano dramática Ellen Oléria condensa em sua performance o que o povo brasileiro reconhece como seu: entusiasmo e um sorriso que nunca sai do rosto iluminando cada canção que canta. Sobre o CCBB Brasília O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis. Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances. Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas. Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade. FICHA TÉCNICA Direção Geral - Henrique Filho (Reco do Bandolim)Direção Musical - Henrique NetoDireção Administrativa - Raimundo Luiz Sá TelesProdução executiva - Michele MilaniCuradoria - Henrique NetoCoordenador de produção - Marco GuedesAssessoria de imprensa - Conteúdo Assessoria em ComunicaçãoSocial Media - Lunares AylaDesigners - Tiago Pezão e Biba Per SERVIÇO Projeto Cartola Local: Eixão Norte, altura da 110 norte Data: 31 de agosto (domingo) Horário: a partir das 12h Classificação indicativa: Livre
- 13º Festival Curta Brasília recebe mais de 1.500 inscrições de filmes e videoclipes de todos os estados do Brasil e bate recorde
De 11 a 14 de dezembro, o Distrito Federal se tornará o polo das produções de curta-metragens e videoclipes brasileiros, com a décima segunda edição do Festival Curta Brasília, no Cine Brasília. Realizado anualmente pela Sétima Produções, com o apoio da Secretaria de Cultura do Distrito Federal, o festival premia os melhores curtas e videoclipes produzidos a partir de janeiro de 2024, em duas categorias: Mostra nacional de curtas-metragens e Mostra Decibéis de videoclipes. Com uma extensa e diversificada programação, o festival tem uma proposta inovadora e de qualidade unindo cinema, tecnologia, música, entre outras artes, se destacando como uma experiência única entre público, obras e artistas. Durante quatro dias, o evento integra mostras de curta-metragens nacionais e internacionais, espaço dedicado a experiências em realidade virtual, workshops, oficinas, mercado de economia criativa, intervenções e performances artísticas. Sobre as inscrições Neste ano, o Festival Curta Brasília recebeu a inscrição de mais de 1.519 produções de todos os estados do Brasil, superando o número de inscritos na edição anterior. Agora os filmes e videoclipes passam por um processo cauteloso de curadoria, com a previsão de divulgação das obras selecionadas nas mostras principais para a primeira quinzena de outubro. A equipe de curadoria e direção do Curta Brasília iniciou o processo de estruturação das mostras especiais e paralelas do Festival, como a Mostra Infantil Calanguinho, Mostra Tesourinha com filmes do DF, Mostras Surdocine e Audiocine de acessibilidade e mostras internacionais em parcerias com festivais de outros países. É esperado que a Mostra CVR de Realidade Virtual seja mais um grande sucesso nessa décima terceira edição. Premiação O Festival Curta Brasília, por meio do Júri Oficial e do Júri Popular, concederá aos filmes vencedores o "Troféu CURTA BRASÍLIA”, além do prêmio em dinheiro, nas seguintes categorias: Prêmio do Júri Oficial para o melhor curta-metragem da Mostra Nacional de Curtas: R$ 6.500,00 (seis mil e quinhentos reais); Prêmio do Júri Popular para o melhor curta-metragem da Mostra Nacional de Curtas: R$ 6.500,00 (seis mil e quinhentos reais); Prêmio do Júri Oficial para o melhor videoclipe na Mostra Decibéis de Videoclipes: R$ 2.500,00 (dois mil e quinhentos reais); Prêmio do Júri Popular para o melhor videoclipe na Mostra Decibéis de Videoclipes: R$ 2.500,00 (dois mil e quinhentos reais); Prêmio do Júri Popular infantil para o melhor curta-metragem da Mostra Calanguinho: R$1.500,00 (mil e quinhentos reais). O Festival Curta Brasília, por meio do Júri Oficial, concederá o “Troféu CURTA BRASÍLIA”, sem prêmio em dinheiro, para os filmes premiados nas seguintes categorias: Melhor Direção; Melhor Roteiro; Melhor Fotografia; Melhor Atuação; Melhor Montagem; Melhor Som; Melhor Direção de Arte. Para mais informações, acesso as redes ou o site do Festival: www.curtabrasilia.com.br O Festival Curta Brasília é uma realização da empresa Sétima Cinema. Este projeto é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal.
- Ju Marques leva Seresta à Festa do Peão de Barretos
Da Ceilândia para Barretos! Na tarde deste sábado, 23, Ju Marques subiu ao palco do Barretão e levou sua Seresta para a 70ª edição da Festa do Peão de Barretos . No Camping, a cantora agitou o público com seus hits consagrados e, claro, todo seu carisma. Na setlist, a estrela, que foi a primeira do ritmo a trazer um show completo para esse cenário, se apresentou à plateia com as canções do seu mais recente lançamento, “ Seresta Internacional In Aracaju ”. O destaque foi para “ Na Maldade ”, sua parceria com Simone Morena . Os presentes ficaram enlouquecidos com a música de trabalho do novo projeto da artista. Outro momento importante foi a apresentação de “ Atende Aí ”, que soma mais de 2 milhões de plays no Spotify. “Sair da Ceilândia e chegar até o palco de Barretos é a realização de um sonho. Poder trazer minha Seresta para a 70ª edição dessa festa tão histórica, que respira sertanejo, e ver o público cantando seresta comigo foi emocionante. Apresentar as músicas do meu novo projeto, ‘Seresta Internacional In Aracaju’, nesse momento tão especial, é uma lembrança que vou levar pra sempre comigo.” , declara ela. A participação de Ju Marques reforça a força e a representatividade da Seresta no cenário musical, mostrando que seu talento segue conquistando novos espaços e plateias por todo o Brasil. Com carisma, voz marcante e autenticidade, a cantora segue consolidando sua trajetória e promete muitas novidades para os próximos capítulos de sua carreira.
- Luau do Quadradim anima a noite brasiliense com programação de shows no Cota Mil
Depois do sucesso da primeira edição em maio, o Luau do Quadradin volta ao Cota Mil, na beira do Lago Paranoá, para sua última edição do ano. O evento acontece nesta sexta, dia 29 de agosto, e promete uma noite de música, energia e celebração para marcar o fim do inverno e a chegada de uma nova estação. A programação reúne artistas de peso em formato acústico: DJ Maffra abre e encerra a noite no comando das pick-ups; Larissa Vitorino, ex-The Voice, apresenta seu talento vocal em grande estilo; O Bando retorna ao palco com seu groove envolvente; e a consagrada Banda Magoo traz um acústico inédito preparado especialmente para o festival. O evento ainda conta com participações especiais. O show d’O Bando terá as presenças de Marvyn (Sarau Secreto), Marco Mazzú (Violada do Quadradin) e Rod Calcagno (Venezuela). Já a Banda Magoo recebe Danilo Prudente (The Reds), Mariana Coelho (Quinta Essência) e Marcelo Raro (Válvula), ampliando a diversidade sonora da noite. “O Luau nasceu pra ser um encontro de amigos, com música boa e um astral diferente. Brasília merece momentos assim, à beira do lago, com a energia de todo mundo junto. Esse vai ser especial, é o último do ano e queremos fechar em grande estilo”, destaca Alonso Filho, organizador do evento. Os ingressos custam a partir de R$50 e podem ser adquiridos no sympla . Serviço: Lual do Quadradin Data: 29 de agosto (sexta-feira) Horário: a partir das 19h30 Local: Cota Mil Iate Clube Endereço: SCES trecho 2 conjunto 26/27 Lote 2 Ingressos disponíveis no Sympla custando a partir de R$50
- CIEE promove mutirão de vagas em Brasília com mais de 500 oportunidades de estágio e aprendizagem
O Centro de Integração Empresa-Escola - CIEE, maior ONG de inclusão social e trabalho jovem da América Latina, em comemoração ao Dia do Estagiário que é celebrado no mês de agosto, irá realizar o mutirão de vagas para os Programas de Estágio e Aprendizagem, na terça-feira, 26 de agosto, das 09h às 15h, em Brasília/DF. As oportunidades serão direcionadas aos jovens que estão cursando o ensino médio, técnico e superior ou também para os que já concluíram o ensino médio. O evento irá oferecer mais de 500 vagas para órgãos públicos e empresas privadas em Brasília. As principais áreas de atuação com maiores oportunidades em estágio são Administração, Comunicação, T.I, Direito e Contabilidade; e de Arco Bancário, Administrativo, Comércio e Varejista para a aprendizagem. Para se candidatar às vagas, os jovens deverão comparecer na unidade com os documentos pessoais: RG, CPF, comprovante de residência e comprovante de escolaridade. No mutirão será possível ser encaminhado para uma oportunidade, tirar dúvidas, fazer o cadastro de forma gratuita no portal CIEE e orientações gerais sobre os serviços da instituição. Serviço: Mutirão de vagas CIEE em Brasília Data: 26/08/2025 Horário: 09h às 15h Endereço: SHC/SW, EQSW 304/504 Edifício CIEE - Lote 02, St. Sudoeste EQSW ( Em frente ao HFA) - Brasília, DF CIEE 61 anos: Imparável Desde sua fundação, o Centro de Integração Empresa-Escola, maior ONG de inclusão social e trabalho jovem da América Latina, se dedica à capacitação profissional de jovens e adolescentes. A instituição, responsável pela inserção de 7 milhões de brasileiros no mundo do trabalho, mantém uma série de ações socioassistenciais voltada à promoção do conhecimento e fortalecimento de vínculos de populações prioritárias. Acompanhe o CIEE pelas mídias sociais: Facebook | Instagram | Twitter | YouTube | Linkedin | Tik Tok
- AgroPlay presenteia Ana Castela com caminhonete dos sonhos
Na tarde de estreia da Embaixadora na 70ª Festa do Peão de Barretos , Ana Castela viveu um momento inesquecível. Durante a celebração, a cantora foi surpreendida pelos sócios da AgroPlay , Raphael Soares e Rodolfo Alessi, com uma caminhonete F-150 Custom , ano 1978, um dos veículos que sempre fizeram parte dos sonhos da artista. Emocionada, a Boiadeira recebeu o automóvel em uma cena marcada por carinho e reconhecimento. A entrega reforçou não apenas a trajetória de sucesso da cantora, mas também a parceria sólida construída com a equipe AgroPlay , que acompanha de perto cada conquista e passo desde o início de sua carreira. “ Este é um ano emblemático e você conquistou tudo isso com muita garra e dedicação. Estamos ao seu lado para tudo. A maior embaixadora de Barretos de todos os tempos merece celebrar em grande estilo. E para marcar este momento, apresento a nova caminhonete da Boiadeira!”, declarou Raphael Soares . A surpresa antecede a aguardada apresentação de Ana Castela no palco principal da 70ª Festa do Peão de Barretos. A cantora prepara um espetáculo exclusivo, pensado especialmente para o evento, em uma performance inédita que deve marcar a história da festa.
- 5º Festejo do Morro da Cruz celebra a cultura junina e fortalece a comunidade de São Sebastião
O Festejo do Morro da Cruz chega à sua quinta edição com uma programação gratuita para toda a família, nesta sexta-feira (29) e sábado (30). Shows, apresentações de quadrilhas juninas e as deliciosas comidas típicas de São João são algumas das atrações do evento, promovido pelo Grêmio Recreativo Arraiá Formiga da Roça, em parceria com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa. A programação é um verdadeiro mergulho na cultura popular. Na sexta-feira, o público poderá conferir shows de Carol Bastos, Forró de Feira, Forró incendiado, Diego Cobra, Dennys e Paulo, Railson e Gabriel, além da apresentação da Quadrilha Junina Formiga da Roça, que representou o DF no maior São João do Brasil, em Campina Grande. Já no sábado, comandam o palco: Forró Xodó do Brasil, Forró Xinelado, Quadrilha Junina Santo Afonso, Paulo Henrique e Fernando, Carliane Alves e DJ Lukas Santos. Realizado na Avenida Principal do Morro da Cruz, próximo a uma das comunidades mais vulneráveis do Distrito Federal, o evento se consolida como uma importante ação de inclusão social, criando redes e parcerias que ampliam as oportunidades de desenvolvimento para o Morro da Cruz e para São Sebastião. “O Festejo é feito por e para a comunidade. Mais do que uma festa junina, é um movimento cultural que une, celebra e transforma. Além de reforçar nossa identidade, abre espaço para os artistas da cidade e garante que a cultura popular seja vivida de forma gratuita e acessível, como um direito de todos”, afirma Marinaldo dos Anjos, produtor do evento. Sobre o Grêmio Recreativo Arraiá Formiga da Roça Entidade filantrópica sem fins lucrativos, atua há mais de duas décadas desenvolvendo ações para a defesa, elevação e manutenção da qualidade de vida por meio da cultura, esporte, assistência social e educação. Com um histórico de 22 anos na organização de festivais de quadrilha, o Grêmio é um agente fundamental na preservação das tradições folclóricas e no fomento à cidadania na região. SERVIÇO: 5º Festejo do Morro da Cruz Quando: 29 e 30 de agosto. Sexta-feira e Sábado, a partir das 19h. Onde: Avenida Principal do Morro da Cruz - Garagem da SSTET. Quanto: entrada franca PROGRAMAÇÃO Sexta feira (29/08) Carol Bastos Forró de Feira Forró incendiado Quadrilha Junina Formiga da Roça Diego Cobra Dennys e Paulo Railson e Gabriel Sábado (30/08) Forró Xodó do Brasil Forró Xinelado Quadrilha Junina Santo Afonso Paulo Henrique e Fernando Carliane Alves DJ Lukas Santos Realização: GRÊMIO RECREATIVO ARRAIA FORMIGA DA ROÇAProdução: Marinaldo dos AnjosParceria: Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa
- Semana do Complexo Cultural do Choro celebra tradição e inovação com Zé Renato,
A semana do Complexo Cultural do Choro chega repleta de música, encontros e diversão para toda a família, unindo tradição e renovação em uma programação diversa. Entre os destaques, estão o Choro Livre Convida com Sergio Morais, Léo Benon e Tonho Affonso, o Tributo aos Mestres com Zé Renato – consagrado cantor e compositor brasileiro, vencedor do Grammy 2023 –, além do Piquenique Chorão, que desta vez traz o espetáculo circense Picadeiro de Firula, da Excêntrica Família Firula , e a já tradicional Roda de Choro no Parque da Cidade. A programação começa na quarta-feira, 27 de agosto, com o Choro Livre Convida . O projeto é conhecido por promover encontros entre diferentes gerações de artistas, sempre em clima de celebração e experimentação musical. Neste dia, o palco recebe os músicos Sergio Morais, Léo Benon e Tonho Affonso, convidados especiais que se unem ao Regional Choro Livre em uma noite de improviso, troca e brasilidade. Nos dias 29 e 30 de agosto, Zé Renato, referência da música brasileira e com 50 anos de carreira, retorna ao palco do Clube do Choro para integrar a programação do projeto Tributo aos Mestres , que celebra os pilares da nossa canção popular. O artista interpreta repertório de discos que gravou em homenagem aos cancioneiros de Zé Kéti, Chico Buarque e Noel Rosa, além de canções de Tom Jobim. No repertório apresentará clássicos como A Voz do Morro , O Que Será e Feitiço da Vila , O Amor em Paz , entre outras. Neste reencontro com o público brasiliense, Zé Renato costura um bordado sonoro entre o lirismo das melodias e a força poética das letras. O show é uma homenagem viva à canção brasileira em sua forma mais refinada, memória, afeto e resistência vibrando em cada acorde. No sábado, 30 de agosto, às 11h, o Piquenique Chorão convida as famílias para um encontro gratuito no Clube do Choro, com a apresentação da Excêntrica Família Firula com o Picadeiro de Firula . Misturando teatro, música e humor, a montagem defende uma visão expandida de família, baseada no afeto, no cuidado e no respeito entre as pessoas. Um convite divertido e sensível à convivência em coletividade, em clima de festa e alegria. Ainda no dia 30, professores e alunos da Escola Brasileira de Choro se reúnem no Parque da Cidade para a tradicional Roda de Choro , encontro ao ar livre que celebra a formação musical e fortalece a vivência comunitária desse patrimônio cultural. Patrocinado pela Shell, por meio da Lei de Incentivo à Cultura, o Complexo Cultural do Choro reafirma seu papel como espaço pulsante de celebração da música, da educação e da memória brasileira. “ Acreditamos que a cultura é uma poderosa ferramenta para o desenvolvimento de um país. Nossa agenda de patrocínios culturais reitera o compromisso da Shell com a sociedade brasileira ao apoiar iniciativas que promovam o desenvolvimento humano, a educação, a inovação, a diversidade, a equidade e a inclusão. O Complexo Cultural do Choro já se tornou um acontecimento tradicional na cidade de Brasília, e temos orgulho em continuar mais um ano desta parceria, contribuindo para a manutenção e conservação da música popular brasileira ”, afirma Alexandra Siqueira, gerente de Comunicação de Marca da Shell Brasil. Acompanhe a programação completa e as atualizações nas redes sociais: @complexodochoro SOBRE O PROJETO O projeto, de acordo com o plano bianual do Complexo Cultural do Choro de Brasília, prevê ações integradas da Escola Brasileira de Choro e do Clube do Choro de Brasília visando a difusão e renovação da música instrumental brasileira. As atividades incluem ensaios abertos, bolsas de ensino musical, rodas de choro e samba, atividades infantis e shows, sempre com o propósito de resguardar, transmitir conhecimento e fomentar o Choro, gênero seminal da MPB. O objetivo maior é dar continuidade ao trabalho iniciado em 2023, ampliando e consolidando o espaço como centro cultural e educacional de referência. O projeto busca também formar público — da infância à terceira idade —, promover o intercâmbio entre artistas e fortalecer a vocação natural de Brasília como capital da música instrumental, revelando novos talentos em nível nacional e internacional. SOBRE A SHELL Há 112 anos no país, a Shell é uma companhia de energia integrada com participação em Upstream, Gás Natural, Trading, Pesquisa & Desenvolvimento e no Desenvolvimento de Energias Renováveis, com um negócio de comercialização no mercado livre e produtos ambientais, a Shell Energy Brasil. Aqui, a distribuição de combustíveis é gerenciada pela joint-venture Raízen. A companhia trabalha para atender à crescente demanda por energia de forma econômica, ambiental e socialmente responsável, avaliando tendências e cenários para responder ao desafio do futuro da energia. CONFIRA A PROGRAMAÇÃO Dia 27/08 19:30 - Choro Livre convida com Sergio Morais, Léo Benon e Tonho Affonso Dia 29/08 20:30 – Tributo aos Mestres com Zé Renato Dia 30/08 11:00 – Piquenique Chorão com Excêntrica Família Firula com o Picadeiro Firula 11:00 - Ensaio Aberto Alunos e Professores da Escola Brasileira de Choro no Parque da Cidade (Choro no Parque) 12:00 – Feijoada com samba 20:30 – Tributo ao Mestre com Zé Renato SERVIÇO Complexo Cultural do Choro de Brasília Dias: 27, 29 e 30 de agosto (quarta-feira, sexta-feira e sábado) Endereço: Espaço Cultural do Choro - Setor de Divulgação Cultural – Eixo Monumental e Parque da Cidade Telefone: (61) 3226-3969 Acesso gratuito para Choro Livre convida, Piquenique Chorão e Ensaio Aberto Show Zé Renato – R$ 50 (meia) R$ 100 (inteira). Ingressos à venda na bilheteria Digital. ( www.bilheteriadigital.com ) Feijoada com Samba: Reservas em 61 99527-4664 Classificação Indicativa: Livre para todos os públicos Rede Social: @complexodochoro
- Mata Teu Pai, ópera balada estreia no CCBB Brasília, com texto de Grace Passô e direção de Inez Viana
A tragédia grega Medeia , de Eurípedes, ganha novos contornos em Mata Teu Pai, ópera balada. Com texto de Grace Passô e direção de Inez Viana, o espetáculo estreia no dia 03 de setembro, no Teatro do CCBB Brasília, e segue em cartaz até o dia 21. Sessões de quarta a sábado, às 20h, e aos domingos, às 18h30. No último sábado de temporada (20), haverá sessão extra às 17h, com audiodescrição. No dia 12 (sexta), a peça contará com tradução em Libras. Ingressos a R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia), disponíveis no site bb.com.br/cultura ou na bilheteria do CCBB. A classificação indicativa é de 14 anos. Em Mata Teu Pai, ópera balada , a atriz Marina Mathey interpreta a icônica Medeia, dividindo o palco com As Vizinhas Eme Barbassa, Jade Maria Zimbra, Lux Nègre e Warley Noua. A obra, escrita em um período marcado pelas reivindicações das minorias sociais, reconta a tragédia grega ampliando as reflexões sobre gênero, mulheridades e pertencimento. “É preciso olhar o passado e analisá-lo criticamente se quisermos avançar nas pautas vigentes”, defende a diretora Inez Viana. Com elenco formado por pessoas trans, é no encontro com outras diversidades de mulheres que Medeia consegue superar opressões como xenofobia e discriminações raciais e de gênero. “Termos uma versão de Medeia escrita por Grace Passô, dirigida por Inez Viana e interpretada por mim e todo um elenco de pessoas trans evidencia um passo de justiça social, um ajuste que caminha na direção de recontar as histórias por outros pontos de vista. A soma das nossas vozes tem mostrado o que tanto nos aproxima nessa luta, nessa revolta, nesse limite em que Medeia se encontra”, comenta a atriz Marina Mathey. A obra é um desdobramento de Mata Teu Pai , espetáculo lançado em 2017 pela Cia OmondÉ e estrelado por Debora Lamm. Nesta nova versão, a música assume papel central, transformando a trama em uma ópera balada – gênero do século XVIII que combina melodias populares com diálogos falados. A trilha sonora original foi composta por Vidal Assis, a partir do texto de Grace Passô, e é executada ao vivo pelo musicista Felipe Gali e pelas atrizes e cantoras em cena. Mata Teu Pai, ópera balada estreou em 2022 com temporada no Sesc Pompeia (SP) e apresentação única no Centro Cultural da Diversidade (SP). Neste ano, fez nova apresentação no Polo Educacional Sesc de Jacarepaguá (RJ) e temporada no CCBB Belo Horizonte (MG). Mulheridades e um olhar expandido contra o patriarcado No espetáculo, Medeia peregrina entre os escombros de uma cidade e sente na pele a condição de imigrante e excluída. Seu caminho é atravessado por outras mulheres expatriadas de diferentes culturas – uma síria, uma cubana, uma judia e uma haitiana – gerando uma forte cumplicidade entre elas. Esse grupo questiona a sociedade e sua violência e intolerância institucionalizadas. A montagem inclui também uma personagem paulista, representando o conservadorismo e o capitalismo. Ao contrário da tragédia original, Medeia compreende que Glauce, filha de Creonte, é tão oprimida quanto ela e não merece a morte. Assim, a narrativa sugere que quem deve morrer é Ele, uma alusão direta ao patriarcado. Outro elemento inovador é a ausência de representação física das filhas de Medeia: é o público quem assume esse papel, intensificando a catarse. SERVIÇO Mata Teu Pai, ópera balada no CCBB Brasília Quando: 03/09 a 21/09/25 Quarta a sábado às 20h | Domingo às 18h30 Sessão extra no dia 20/09 (sábado), às 17h Ingressos: R$ 30 (inteira) | R$ 15 (meia) Vendas: no site ccbb.com.br/brasilia e na bilheteria do CCBB Brasília Endereço: Asa Sul, Trecho 2 Classificação indicativa: 14 anos Duração: 70 minutos SOBRE O CCBB BRASÍLIA O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília foi inaugurado em 12 de outubro de 2000, e está sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, e tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis. Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, o CCBB Brasília dispõe de amplos espaços de convivência, bistrô, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances. Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, programa contínuo de arte-educação patrocinado pelo Banco do Brasil que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz no CCBB, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, milhares de estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, ao longo do ano, por meio de visitas mediadas agendadas, além de oferecer atividades de arte e educação aos fins de semana. Desde o final de 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, sendo que no ano de 2023, obtivemos a renovação anual da certificação, como reconhecimento do compromisso com a gestão ambiental e a sustentabilidade. Acessibilidade A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília, de quinta a domingo. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo. Horários da van | De quinta a domingo Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30 Serviço CCBB Brasília Centro Cultural Banco do Brasil – Distrito Federal Aberto de terça a domingo, das 9h às 21h SCES Trecho 2 – Brasília/DF Tel: (61) 3108-7600 E-mail: ccbbdf@bb.com.br Site: bb.com.br/cultura Facebook: @ccbb.brasilia Instagram: @ccbbbrasilia Tiktok: @ccbbcultura Youtube: BancodoBrasil
- Serafina desembarca no Manhattan Shopping e inaugura sua primeira unidade no Centro-Oeste
O sabor vibrante da Itália, aliado ao espírito cosmopolita de Nova York, acaba de ganhar endereço no coração de Águas Claras. O renomado restaurante Serafina elegeu o Manhattan Shopping para abrir sua primeira unidade no Centro-Oeste, integrando o Manhattan Taste, o boulevard gastronômico do mall que reúne uma curadoria exclusiva do que há de melhor da gastronomia local e internacional. Fundado em 1995 por Vittorio e Fabio — amigos que, após uma aventura no mar que virou lenda, prometeram criar o restaurante com as melhores pizzas e massas do mundo —, o Serafina nasceu em Nova York com a proposta de democratizar a culinária italiana autêntica em um ambiente descontraído e acolhedor. Desde então, a marca se expandiu para destinos icônicos como Londres e Tóquio, mantendo sua assinatura: hospitalidade calorosa, ingredientes selecionados e preparos fiéis às tradições do País da Bota. No Manhattan Taste, a proposta do Serafina é convidar o público a uma experiência multisensorial. A atmosfera alegre e vibrante se reflete na decoração com estética mediterrânea contemporânea, que combina elementos tradicionais italianos, referências urbanas nova-iorquinas e detalhes que dialogam com o DNA moderno de Águas Claras. O cardápio traz massas frescas, pizzas de fermentação natural e receitas clássicas preparadas com produtos importados, evocando memórias afetivas e celebrações à mesa. Para João Marcos Mesquita, superintendente do Manhattan Shopping, a chegada do Serafina reforça o propósito do boulevard gastronômico. “O conceito do Manhattan Taste é apresentar uma curadoria com o que há de melhor da gastronomia local, conectando o público a experiências que vão além da refeição. O Serafina soma muito a esse projeto ao unir sabores, tradições e convivência descontraída em cada visita”, reflete. Com um público-alvo arrojado, moderno e jovem, que busca vivências completas, o Manhattan Taste posiciona-se como o novo ponto de encontro de Águas Claras. E, com o Serafina, a promessa é clara: cada prato será uma viagem à Itália, cada momento, um brinde ao prazer de estar à mesa. Além da novidade, o Manhattan Taste contará com operações queridinhas do público brasiliense, como a gelateria Bacio di Latte, a pizzaria Fratello Uno, o Açougue do Berg especializado em cortes nobres e premium e a Confraria do Camarão, com espaço pensado para marcas que tragam frescor ao boulevard gastronômico.













