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- Reforma Tributária entra na rotina das empresas, mas adaptação ainda gera dúvidas
A Reforma Tributária do consumo começou, em 2026, a deixar o campo das discussões legislativas para entrar efetivamente na rotina das empresas. Com a introdução gradual do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), organizações de diferentes setores precisam adaptar sistemas, documentos fiscais, processos internos e estratégias de formação de preços para acompanhar o novo modelo tributário. O cenário, no entanto, ainda é de adaptação. Levantamento realizado pela NTT DATA com mais de mil empresas de 20 estados brasileiros mostra que 41% das companhias consideram a transição entre o modelo atual de tributação e o novo sistema como o principal ponto de dúvida neste momento. A pesquisa também identificou incertezas relacionadas a incentivos fiscais, processos internos e às próprias regras da transição. Para o setor de serviços, a mudança ganha uma dimensão ainda mais operacional. A reforma não envolve apenas a substituição gradual de tributos, mas exige que as empresas estejam preparadas para lidar com novas informações fiscais, adequações tecnológicas e alterações nos processos que sustentam a prestação dos serviços. A partir de 1º de janeiro de 2026, os contribuintes passaram a ter que emitir documentos fiscais eletrônicos com destaque individualizado da CBS e do IBS, conforme os leiautes e regras definidos para cada documento. A exigência alcança, entre outros, a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) e a Nota Fiscal de Serviço Eletrônica (NFS-e). Como 2026 é considerado o ano de teste, empresas que cumprirem corretamente as obrigações acessórias ficam dispensadas do recolhimento dos novos tributos neste período. A própria Receita Federal e o Comitê Gestor do IBS reconheceram que a implantação exige uma fase de adaptação. Em agosto, os órgãos regulamentaram o Programa Nacional de Conformidade Tributária para 2026, criado justamente para auxiliar empresas, profissionais de contabilidade e desenvolvedores de sistemas durante a implementação. A iniciativa prevê orientação, acompanhamento e possibilidade de correção de inconsistências identificadas nos documentos fiscais. O movimento mostra que a transição tributária envolve uma cadeia de mudanças dentro das empresas. Sistemas de gestão precisam ser atualizados, equipes precisam compreender os novos procedimentos e documentos fiscais precisam incorporar as informações referentes aos novos tributos. O cronograma oficial de implementação dos documentos fiscais eletrônicos foi publicado em julho pela Receita Federal e pelo Comitê Gestor do IBS, justamente para orientar contribuintes e desenvolvedores sobre os prazos de adequação. A reforma estabelece uma longa fase de transição. Em 2026, IBS e CBS entram em período de teste. Em 2027, começa uma nova etapa, com a extinção do PIS e da Cofins e a consolidação da CBS, enquanto a substituição gradual do ICMS e do ISS pelo IBS ocorrerá entre 2029 e 2032. A vigência integral do novo sistema está prevista para 2033. Essa convivência entre modelos torna o planejamento um dos principais desafios para as empresas. Durante anos, será necessário acompanhar simultaneamente regras antigas e novas, o que pode exigir revisão de contratos, sistemas de faturamento, processos contábeis e critérios utilizados para calcular custos e preços dos serviços. Para o contador Eduardo Dias, da empresa Tax All, a formação de preços e a revisão dos contratos devem estar entre as prioridades das empresas durante a transição. “Estamos em setembro de 2026 e o dever de casa é imediato: revisar todos os contratos e a planilha de formação de preço de cada um”, afirma. Segundo ele, as empresas devem considerar a substituição do PIS e da Cofins pela CBS, os novos créditos tributários e o impacto específico em cada contrato. Para Avelino Lombardi, presidente da Federação Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços (Febrac), o momento exige que as empresas não deixem a preparação para a última etapa da transição. “A Reforma Tributária representa uma mudança estrutural e, justamente por isso, a adaptação não acontece de um dia para o outro. As empresas precisam compreender as novas regras, preparar seus sistemas e revisar processos para que a transição aconteça com segurança. Para o setor de serviços, que trabalha com contratos, formação de preços e planejamento de custos, antecipar essas mudanças é fundamental”, explica. Segundo Lombardi, um dos pontos de atenção está justamente na necessidade de transformar as mudanças previstas na legislação em procedimentos que funcionem na operação cotidiana das empresas. “O desafio está em transformar uma mudança na legislação em uma mudança efetiva na operação das empresas. Isso envolve tecnologia, emissão de documentos fiscais, gestão, contratos e formação de preços. Quanto maior a preparação, menor o risco de que a transição gere insegurança ou custos inesperados para as empresas”, complementa. A preocupação com os impactos sobre a gestão dos contratos é especialmente relevante para empresas prestadoras de serviços, que trabalham com operações continuadas e precisam projetar custos ao longo de determinados períodos. Nesse contexto, compreender como os novos tributos serão incorporados aos processos de faturamento e precificação passa a ser uma etapa importante do planejamento empresarial. Outro ponto é a preparação das equipes. A mudança não ficará restrita aos profissionais responsáveis pela contabilidade ou pelo departamento fiscal. Áreas administrativas, financeiras, comerciais, de tecnologia e gestão de contratos também podem ser envolvidas na adequação dos procedimentos internos. Para as empresas, portanto, 2026 funciona como uma espécie de laboratório para testar sistemas e processos antes que as próximas etapas da reforma avancem. A orientação oficial é que os contribuintes aproveitem o período para validar as informações e adaptar seus sistemas. No DF, por exemplo, a Secretaria de Economia reforça que o correto preenchimento dos campos de IBS e CBS nos documentos fiscais é importante justamente para permitir a validação e a adaptação prévia dos sistemas. Sobre a Febrac – A Federação Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços (Febrac) foi criada para representar os interesses dos setores de serviços de Asseio e Conservação. Hoje, representa 12 setores ligados à terceirização de mão de obra especializada. Com sede em Brasília, a federação agrega sindicatos nas 27 unidades federativas do país e ocupa cargos na Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), nos Conselhos Nacionais do SESC e do SENAC, na Central Brasileira de Apoio ao Setor de Serviços (CEBRASSE) e na Câmara Brasileira de Serviços Terceirizáveis e na World Federation of Building Service Contractors (WFBSC). A Febrac tem como objetivo cuidar, organizar, defender e zelar pela organização das atividades por ela representadas.
- É revelado o título do novo longa da O2 Filmes protagonizado por Ruan Vitor Vaqueirinho: O Menino que Não Existia
Ruan Vitor Vaqueirinho revela o título de seu primeiro longa-metragem como protagonista: O Menino Que Não Existia. As filmagens estão em andamento em Brasília (DF), onde o jovem artista dá os primeiros passos de sua trajetória no cinema. O filme é dirigido por Iberê Carvalho, com criação e roteiro de Gabriel Quadros, produzido por Andrea Barata Ribeiro, com coprodução de Wellington Pingo. O elenco reúne ainda grandes atrizes como Thainá Duarte e Tânia Maria, além de João D'Souza, Giovanni Venturini, Luiz Bertazzo, Murilo Grossi, Isi Marques, Vilma Melo e André Deca. O Menino Que Não Existiu, com produção da O2 Filmes e distribuição da O2 Play, acompanha a jornada de um menino em situação de rua que encontra na música e na arte uma forma de afirmar sua existência em um mundo que insiste em torná-lo invisível. Conhecido pelo talento na música, Ruan Vitor, conhecido como “Vaqueirinho”, conquistou milhões de seguidores nas redes sociais compartilhando vídeos de forró e piseiro desde pequeno. Ao longo de sua trajetória, já dividiu palco com nomes como João Gomes, Léo Santana e Mestrinho e, agora, amplia sua atuação artística ao assumir seu primeiro papel nas telas dos cinemas. Sobre a O2 Filmes Fundada em 1991, a O2 Filmes já produziu longas-metragens e séries que participaram e receberam prêmios nos principais festivais de cinema do mundo, como Cannes, Berlim e Veneza, e premiações como o Emmy, Oscar e BAFTA. A O2 realiza projetos independentes e em parceria com grandes estúdios internacionais e emissoras de televisão. Hoje é considerada uma das mais criativas e importantes produtoras no mercado internacional, sendo a única do Brasil com cinco indicações ao Oscar®, produzindo conteúdo reconhecido e premiado em todo o mundo para players de TV aberta, fechada e VOD. Mais informações em: Link Sobre a distribuidora O2 Play A O2 Play é dirigida por Igor Kupstas sob a tutela de Paulo Morelli, sócio da O2 Filmes. A distribuidora faz parte do grupo O2, que também tem como sócios o cineasta Fernando Meirelles e a produtora Andrea Barata Ribeiro. Em atividade desde 2013, a O2 Play se diferencia das demais distribuidoras por trabalhar, além do cinema, TV e vendas internacionais, o VOD (Video on Demand) – licenciando conteúdo para além de 30 plataformas digitais. Já foram mais de 100 filmes lançados em cinemas, entre títulos brasileiros premiados, como Elis e Tom, Oeste Outra Vez e 2DIE4, primeiro filme brasileiro gravado em IMAX, e internacionais, incluindo Megalópolis, Paris, Texas (restaurado em 4k) e O Convite, além de parceria com a Netflix, como O Irlandês, Dois Papas, Não Olhe Para Cima, Priscilla, Bardo, Pinóquio por Guillermo Del Toro – estes dois últimos indicados ao Oscar® 2023, Apocalipse nos Trópicos e Frankenstein – indicados ao Oscar® 2026. A lista de longas ainda inclui parcerias com a MUBI: Annette, que abriu o Festival de Cannes 2021 e conquistou o Prêmio de Melhor Direção, Crimes of the Future, que estreou no Festival de Cannes 2022, o vencedor do Oscar® 2022 de Melhor Filme Internacional Drive My Car, o vencedor do Prêmio de Melhor Atriz no Festival de Cannes 2022 Holy Spider, o indicado ao Oscar® 2023 de Melhor Ator Aftersun, o indicado ao Oscar® 2023 de Melhor Filme Internacional Close, o indicado ao Oscar® 2024 de Melhor Filme Internacional Dias Perfeitos, e Hot Milk e ALPHA.
- Endurance muda a dinâmica da Bradesco Stock Pro Series na reta final da temporada
Brasília será palco, entre os dias 25 e 27 de setembro, de um fim de semana histórico para o automobilismo brasileiro. A Bradesco Stock Pro Series realizará a primeira corrida de endurance de sua história, disputada em duplas e com duas horas de duração, no Autódromo Internacional Nelson Piquet. A nona etapa da temporada também coloca a disputa pelo título em evidência faltando apenas quatro encontros para o término do campeonato. Felipe Fraga desembarca na capital federal na liderança, com 746 pontos. O piloto da Eurofarma RC construiu uma vantagem de 143 pontos sobre Gabriel Casagrande, segundo colocado com 603. Gaetano Di Mauro aparece logo atrás, com 594, apenas nove pontos distante da vice-liderança. Felipe Massa (532) ocupa a quarta posição, seguido por Rafael Suzuki (524), Guilherme Salas (518) e Sérgio Sette Câmara (515). Fraga é também o piloto com mais vitórias na temporada, ao lado de Felipe Baptista, com três primeiros lugares em 2026. O atual campeão aparece ainda isolado na frente entre os competidores com mais pódios, com sete. Gaetano Di Mauro, terceiro colocado no campeonato, soma duas vitórias, três poles, cinco pódios e quatro melhores voltas. A etapa brasiliense acrescentará um componente diferente à disputa pelo campeonato. Em vez das tradicionais corridas sprint e principal, titulares e convidados dividirão os carros na primeira prova de longa duração da categoria, em um formato que exigirá adaptação das equipes e colocará estratégia, paradas nos boxes e consumo de pneus e combustível entre os fatores decisivos. Grid reúne nomes de destaque internacional O formato reunirá pilotos titulares e convidados com experiência em algumas das principais competições do mundo, como Fórmula 1, Fórmula 2, Fórmula E, WEC e IndyCar. Felipe Nasr, Felipe Drugovich, Lucas Di Grassi, Antônio Pizzonia, Caio Collet, Marcos Gomes e Nelson Piquet Jr. estão entre os nomes confirmados para dividir os carros na nona etapa da temporada. Entre os estrangeiros confirmados, o espanhol Albert Costa, vencedor das 24h de Le Mans, fará dupla com o Léo Reis. Esta semana ainda serão anunciadas mais estrelas internacionais, inclusive com passagem representativa pela Fórmula 1 A presença desses pilotos também reforça uma característica da prova inédita: a mistura de diferentes gerações e trajetórias do automobilismo. Ex-pilotos de Fórmula 1, campeões e vencedores de importantes provas internacionais estarão no mesmo grid de competidores que atualmente constroem suas carreiras nas categorias nacionais. Brasília representada dentro da pista A etapa terá forte presença brasiliense. Lucas Foresti, Enzo Elias, Felipe Nasr, Pedro Piquet e Gabriel Koenigkan estão entre os pilotos nascidos em Brasília que participarão do fim de semana, além de Nelson Piquet Jr., criado na capital federal e um dos nomes mais identificados com o automobilismo da cidade. Nelsinho, filho de Nelson Piquet, tricampeão mundial de Fórmula 1 e que também dá nome ao autódromo, retorna ao circuito onde viveu um dos momentos marcantes da temporada passada. Em 2025, na reinauguração do circuito pela Stock Car, o ex-piloto de Fórmula 1 e campeão mundial de Fórmula E venceu a corrida principal. Agora, será o convidado de Rafael Suzuki no Chevrolet Tracker #8 da Full Time Sports. A presença brasiliense se espalha pelo grid. Lucas Foresti, primeiro piloto nascido na capital federal a vencer uma corrida da Stock Car, disputará a prova ao lado de Rafael Martins no Chevrolet Tracker #12 da A.Mattheis Vogel. Enzo Elias dividirá o Toyota Corolla Cross #73 da A.Mattheis/TMG com Gianluca Petecof, enquanto Pedro Piquet será parceiro de Alfredinho Ibiapina no Toyota Corolla Cross #80 da Full Time Gazoo Racing. Felipe Nasr será outro nome da casa com grande projeção internacional. Nascido em Brasília e formado no kartismo da capital, o ex-piloto de Fórmula 1 e vencedor de algumas das principais provas de longa duração do automobilismo mundial será o convidado do líder Felipe Fraga no Mitsubishi Eclipse Cross #1 da Eurofarma RC. A nova geração brasiliense também estará representada. Líder da temporada 2026 da Stock Light, Gabriel Koenigkan, de 17 anos, fará sua estreia na Stock Pro como convidado de Arthur Leist no Toyota Corolla Cross #81 da Crown Racing. Com isso, será o piloto mais jovem a conduzir um carro da principal categoria do automobilismo brasileiro, superando a marca estabelecida por Gabriel Bortoleto em 2022. O fim de semana contará ainda com a sexta etapa da Turismo Nacional e a quarta etapa da Bradesco F4 Brasil. No sábado (26), a corrida endurance da Stock Light terá largada às 9h33. Na sequência, às 12h13, acontece a primeira corrida da F4 Brasil, enquanto a Bradesco Stock Pro Series define o grid de largada às 14h15. No domingo (27), a primeira corrida endurance da história da Bradesco Stock Pro Series terá largada às 12h15 e será transmitida, ao vivo, pela Band. A prova também será exibida no BandSports, Terra e pelo Stock Car Channel, canal oficial da categoria no YouTube. Classificação do campeonato após oito etapas 1º – Felipe Fraga (Eurofarma RC/Mitsubishi), 746 pontos 2º – Gabriel Casagrande (A.Mattheis Vogel/Chevrolet), 603 3º – Gaetano Di Mauro (Eurofarma RC/Mitsubishi), 594 4º – Felipe Massa (Time Lubrax TMG/Chevrolet), 532 5º – Rafael Suzuki (Full Time Sports/Chevrolet), 524 6º – Guilherme Salas (Valda-Cavaleiro Sports/Chevrolet), 518 7º – Sérgio Sette Câmara (Team RC/Mitsubishi), 515 8º – Enzo Elias (A.Mattheis/TMG/Toyota), 506 9º – Felipe Baptista (Sterling Racing/Mitsubishi), 499 10º – Arthur Leist (Crown Racing/Toyota), 483 11º – César Ramos (Mercado Livre Racing/Toyota), 471 12º – Julio Campos (Time Lubrax TMG/Chevrolet), 462 13º – Thiago Camilo (Mercado Livre Racing Team/Toyota), 445 14º – Leonardo Reis (Car Racing/Toyota), 442 15º – Zezinho Muggiati (Team RC/Mitsubishi), 393 16º – Daniel Serra (Blau Motorsport/Mitsubishi), 368 17º – Nelson Piquet Jr., 337 18º – Allam Khodair (Blau Motorsport/Mitsubishi), 331 19º – Cacá Bueno (Scuderia Chiarelli/Chevrolet), 322 20º – Alfredinho Ibiapina (Full Time Gazoo Racing/Toyota), 320 21º – Rubens Barrichello, 318 22º – Ricardo Zonta (Full Time Gazoo Racing/Toyota), 283 23º – Ricardo Maurício (Valda-Cavaleiro Sports/Chevrolet), 280 24º – Lucas Foresti (A.Mattheis Vogel/Chevrolet), 229 25º – Rafael Reis (Car Racing/Toyota), 221 26º – Átila Abreu, 213 27º – Lucas Kohl (Crown Racing/Toyota), 204 28º – Renan Guerra (A.Mattheis/TMG/Toyota), 203 29º – Helio Castroneves (Mercado Livre Racing/Toyota), 179 30º – André Moraes Jr. (Scuderia Chiarelli/Chevrolet), 168 31º – Vicente Orige (Sterling Racing/Mitsubishi), 122 32º – Felipe Bartz (Albatroz Racing/Mitsubishi), 103 pontos. Classificação de montadoras 1º – Mitsubishi, 1.805 pontos 2º – Chevrolet, 1.693 3º – Toyota, 1.595 Duplas da Bradesco Stock Pro Series A.Mattheis Vogel #12 – Lucas Foresti / Rafael Martins #83 – Gabriel Casagrande / Gabriel Robe A.Mattheis/TMG #27 – Renan Guerra / William Freire #73 – Enzo Elias / Gianluca Petecof Albatroz Racing #24 – Felipe Bartz Barrichello / Enzo Bedani Blau Motorsport #18 – Allam Khodair / Diego Nunes #29 – Daniel Serra / Marcos Gomes Car Racing #293 – Léo Reis / Albert Costa-ESP #301 – Rafael Reis / Alberto Cattucci Crown Racing #81 – Arthur Leist / Gabriel Koenigkan #95 – Lucas Kohl / Danilo Dirani Eurofarma RC #1 – Felipe Fraga / Felipe Nasr #11 – Gaetano Di Mauro / Felipe Drugovich Full Time Gazoo Racing #10 – Ricardo Zonta / Antonella Bassani #80 – Alfredinho Ibiapina / Pedro Piquet Full Time Sports #8 – Rafael Suzuki / Nelson Piquet Jr. Mercado Livre Racing #6 – Helio Castroneves / Daniel Malzoni #30 – César Ramos / Nicolas Costa Mercado Livre Racing Team #21 – Thiago Camilo / Caio Chaves Scuderia Chiarelli #0 – Cacá Bueno / ainda não anunciado #22 – André Moraes / ainda não anunciado Sterling Racing #121 – Felipe Baptista / Victor Baptista #444 – Vicente Orige / Jeff Giassi Team RC #7 – Sergio Sette Câmara / Lucas Di Grassi #38 – Zezinho Muggiati / Dennis Dirani Time Lubrax TMG #4 – Julio Campos / Antônio Pizzonia #19 – Felipe Massa / Caio Collet Valda-Cavaleiro Sports #85 – Guilherme Salas / Arthur Gama #90 – Ricardo Maurício / Dennis Navarro Confira a programação da etapa de Brasília Quinta-feira, 24/09 08h00 – Bradesco FIA F4 Brasil – 1º Treino Extra 11h10 – Bradesco FIA F4 Brasil – 2º Treino Extra 13h15 – Stock Light – Shakedown 14h00 – Bradesco FIA F4 Brasil – 3º Treino Extra 14h55 – Stock Light – Treino Oficial Rookie 16h30 – Stock Light – 1º Treino Oficial Endurance 17h30 – Track Walk Sexta-feira, 25/09 08h00 – Turismo Nacional – 1º Treino Oficial 08h30 – Bradesco FIA F4 Brasil – 1º Treino Oficial 09h20 – Bradesco Stock Pro Series – Shakedown Titulares 09h40 – Bradesco Stock Pro Series – Shakedown Convidados 10h05 – Turismo Nacional – 2º Treino Oficial 10h40 – Bradesco Stock Pro Series – 1º Treino Endurance 11h50 – Bradesco FIA F4 Brasil – 2º Treino Oficial 12h45 – Stock Light – 2º Treino Endurance 13h55 – Turismo Nacional – 3º Treino Oficial 14h30 – Bradesco Stock Pro Series – 2º Treino Endurance 15h45 – Turismo Nacional – Classificação 16h45 – Stock Light – Classificação Pilotos Oficiais 17h15 – Stock Light – Classificação Pilotos Convidados 17h40 – Bradesco FIA F4 Brasil – Classificação Sábado, 26/09 08h13 – Turismo Nacional – Corrida 1 (30 min + 1 volta) 09h33 – Stock Light – Endurance (2h + 1 volta) 12h13 – Bradesco FIA F4 Brasil – Corrida 1 (30 min + 1 volta) 13h00 – Volta Rápida e Visitação aos Boxes 14h15 – Bradesco Stock Pro Series – Classificação 15h53 – Turismo Nacional – Corrida 2 (30 min + 1 volta) 17h08 – Bradesco FIA F4 Brasil – Corrida 2 (30 min + 1 volta) Domingo, 27/09 08h23 – Turismo Nacional – Corrida 3 (30 min + 1 volta) 09h15 – Bradesco Stock Pro Series – Warm-up 09h45 – Volta Rápida e Visitação aos Boxes 11h20 – Bradesco Stock Pro Series – Início da Visitação ao Grid 12h00 – Encerramento da Visitação ao Grid 12h15 – Bradesco Stock Pro Series – Endurance (2h + 1 volta) 15h08 – Bradesco FIA F4 Brasil – Corrida 3 (30 min + 1 volta) 16h23 – Turismo Nacional – Corrida 4 (30 min + 1 volta)
- ‘Vale Encantado’ leva contos de fantasia e humor ao Sesc Taguatinga Norte
O musical ‘Vale Encantado’, de Oswaldo Montenegro, volta a ser apresentado no Distrito Federal, levando encanto, reflexão e doses de humor ao Teatro Paulo Autran, no Sesc Taguatinga Norte. O espetáculo é dirigido por Deto Montenegro e Abaetê Queiroz e reúne 25 participantes em quatro sessões gratuitas: dia 25/9 (sexta), às 20h, dia 26/9 (sábado), às 17h e 20h, e dia 27/9 (domingo), às 19h. Os ingressos devem ser retirados na bilheteria do teatro com uma hora de antecedência, mediante a doação de 1 kg de alimento não perecível. Com classificação indicativa livre, a montagem começou a ser construída em abril, com a seleção de participantes para a oficina gratuita de Introdução ao Teatro Musical. Desde maio, o grupo vem participando de encontros coordenados por Deto e Abaetê, em um processo que reuniu pessoas com diferentes relações com o teatro: há quem nunca tenha feito teatro, participantes com alguma experiência e profissionais da área. O elenco também reflete essa diversidade de trajetórias, com integrantes de Taguatinga, Águas Claras e Plano Piloto. A primeira vez que a montagem aconteceu foi há 32 anos, de lá pra cá foram cerca de 15 projetos com a mesma construção. Para Deto Montenegro, essa composição interfere diretamente na experiência que será levada ao palco. “O público pode esperar muita poesia, muita música bonita, muito texto bonito e um elenco divertidíssimo. Somos 25 no palco, então um palco bem cheio. E, acima de tudo, acho que o público também vai sentir vontade de subir no palco e de estar junto com a gente”, afirma o diretor. A proposta da Oficina dos Menestréis é colocar em cena um grupo heterogêneo, reunido a partir de uma experiência de formação e montagem. Para Abaetê Queiroz, essa característica está entre os principais elementos da nova versão do espetáculo. “Um elenco muito heterogêneo, no sentido de que pessoas que nunca fizeram teatro, pessoas que nunca assistiram teatro, com pessoas que já têm uma experiência pequena ou pessoas já profissionais”, observa. No universo criado por Oswaldo Montenegro, os personagens dos contos de fantasia vivem no Vale Encantado e são chamados a participar dos sonhos das crianças. Fora das histórias conhecidas, porém, eles apresentam outras personalidades e relações, criando uma narrativa que brinca com o imaginário dos contos infantis. A encenação combina música, texto, luz, figurino e humor para conduzir o público para uma história nova e cheia de personalidade. Abaetê destaca justamente essa combinação entre fantasia e reflexão. “É uma peça muito emocionante, uma peça com reflexão muito inteligente, em época de inteligência artificial, em época de desumanização. É uma peça que fala muito sobre a humanização, sobre a empatia, sobre valores muito carinhosos, de muito respeito ao próximo, de muito carinho ao próximo”, afirma. A reflexão, segundo o diretor, aparece integrada à linguagem do espetáculo, sem abrir mão do humor. “Tudo isso com muita graça, para não ser uma coisa muito careta, muito pedagógica. É um espetáculo que vem com muita leveza, muita alegria, muita diversão, muita mágica, muita poesia.” A frente do projeto, estão a produtora Claudia Charmillot, que participa desde do início da Oficina dos Menestréis, em Brasília, há 32 anos. A realização da montagem é do Sesc DF. Ficha Técnica Dramaturgia e trilha sonora: Oswaldo Montenegro Direção Geral: Deto Montenegro Direção Artística: Abaetê Queiroz Direção de Produção: Claudia Charmillot Assistente de produção: Julia Barcelos Assistente de montagem e coreografias: Evelyn Klein Operador de som: Marcelo Dal Col Montagem e operação de luz: Abaetê Queiroz Coordenação de palco: Alexander Melo e Vânia Cabral Cenário e figurinos: Caixa Cênica Programadora Visual : Julia Barcelos. Assessor de imprensa: ECD Comunicação Realização: Sesc DF Serviço ‘Vale Encantado’25 de setembro, sexta-feira, às 20h26 de setembro, sábado, às 17h e às 20h27 de setembro, domingo, às 19hLocal: Teatro Paulo Autran – Sesc Taguatinga NorteOs ingressos devem ser retirados na bilheteria do teatro com uma hora de antecedência, mediante a doação de 1 kg de alimento não perecível Classificação indicativa: livre
- Ju Strassacapa abre temporada do Casacájá Abre Portas com sessão de cinco faixas
Ju Strassacapa abre a temporada de lançamentos do Casacájá Abre Portas 2026 com uma sessão extra gravada no Estúdio Casacájá. A sessão, com lançamento previsto para 18 de setembro, reúne cinco faixas: as inéditas “Coração” e “Olhos Interplanetários”, além de “Triste, Louca ou Má”, "Duas Águas” e “Vela Acesa”. O registro apresenta a artista em formato solo, com banda, em performances ao vivo gravadas em plano sequência. ASSISTA AQUI: https://www.youtube.com/watch?v=jvchVYXznkI&feature=youtu.be Entre as cinco faixas, “Triste, Louca ou Má” ganha uma nova leitura neste momento da trajetória artística de Ju. Autora da música junto à sua banda Francisco, el Hombre, atualmente em hiato, a artista revisita a canção preservando a força da composição em um registro mais enérgico e centrado na performance. Lançada originalmente em 2016, “Triste, Louca ou Má” integrou o álbum SOLTASBRUXA, da Francisco, el Hombre, foi indicada ao Grammy Latino na categoria Melhor Canção em Língua Portuguesa e ganhou ampla repercussão ao se consolidar como uma canção feminista de autonomia, liberdade e transformação de narrativas de mulheres e pessoas LGBTQIAPN+. Na Casacájá, a sessão ao vivo propõe outro tipo de encontro com o repertório. A gravação em plano sequência valoriza a presença da artista, a respiração e intensidade das performances, e a atmosfera do estúdio, em diálogo com a proposta do projeto de registrar músicas acontecendo de verdade. Ju Strassacapa abre a série de vídeos que também reúne Larissa Umaytá, Asú, Beatriz Águida, Margaridas e Fernanda Jacob. Com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), o projeto conta com registro de ISRC, distribuição em plataformas digitais e lançamento nas redes sociais e no YouTube. A proposta é ampliar a visibilidade de artistas LGBTQIAP+ do Distrito Federal e fortalecer a circulação da música independente produzida na região. À frente da direção artística e curadoria do projeto, Ayla Gresta destaca que o Casacájá Abre Portas nasce do desejo de criar uma plataforma de escuta, cuidado e permanência para artistas da cena local. “o Abre Portas é o momento máximo de expressão da pesquisa que fazemos há 8 anos aqui na casacájá: convivência e compartilhamento das refeições saudáveis em contato com a natureza; as escolhas técnicas e estéticas que convergem para o encontro entre musicistas afiadas, equipe de video sensível e captação de audio escolhida a dedo. O tempo rende quando abrimos mão do perfeccionismo e abraçamos o acontecimento”. FICHA TÉCNICA Participação:Ju StrassacapaLarissa UmaytáAsúBeatriz ÁguidaMargaridasFernanda Jacob Equipe técnica:Direção artística / curadoria: Ayla GrestaProdução Executiva: Ayla Gresta e Pedro AraujoÁudio: Gustavo Halfeld e Caio Blu BeryVídeo: Raíssa Vilela, Pedro Araujo e Xavier BraunFotografia: Diego BresaniDesign Gráfico: Luisa MalheirosAlimentação: Viviane Piovan Comunicação:Coordenação de Comunicação: Anajú TolentinoSocial Media: Tuks Andrade
- Tecnologia no campo ainda esbarra na distância entre inovação e realidade do produtor
A distância entre o desenvolvimento de novas tecnologias e sua aplicação efetiva no campo ainda é um dos principais desafios para a transformação digital do agronegócio. O tema esteve no centro do painel “Agricultura do Futuro”, realizado na terça-feira (15/9), durante o Campinas Innovation Week 2026, em Campinas (SP). O encontro reuniu pesquisadores, empresas, instituições de pesquisa e representantes do ecossistema de inovação para discutir como tecnologias podem ser testadas, adaptadas e incorporadas às diferentes realidades da produção agrícola. A abertura foi conduzida pelo presidente do Conselho da Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa do Agronegócio (Fundepag), Miguel Luiz Menezes Freitas. A programação foi dividida em três frentes: “Tecnologias de Futuro”, “Agricultura Digital Aplicada” e “Agricultura Regenerativa”, com discussões sobre inteligência artificial, robótica, conectividade, integração de dados, recuperação de solos e sistemas integrados de produção. Para Freitas, a aproximação entre pesquisa e aplicação prática está relacionada ao próprio trabalho das instituições de pesquisa. “A temática deste painel faz parte do trabalho contemporâneo das instituições de pesquisa. A Fundepag é uma ponte e sempre olha adiante, trazendo atualizações para um setor tão importante como a agricultura, que está em constante evolução”, afirmou. Tecnologia precisa ser validada no ambiente de produção No painel “Tecnologias de Futuro”, moderado pelo diretor-presidente da Fundepag, Álvaro Duarte, os participantes discutiram os critérios necessários para que uma tecnologia deixe o ambiente de desenvolvimento e passe a fazer parte da operação de uma propriedade rural. Participaram o professor associado I da Faculdade de Engenharia Agrícola da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Daniel Albiero; o coordenador de Inovação e Marketing do AgNest Farm Lab, Allan Daher; e o gestor de Inovação e Linhas de Fomento do Parque Tecnológico de Sorocaba, Eugênio Brito. Daher destacou que a validação de uma tecnologia precisa considerar mais do que seu funcionamento técnico. “Um dos principais desafios que observamos é que a validação de uma tecnologia vai além de comprovar que ela funciona. É preciso entender se o produtor consegue utilizar a solução, se ela se integra à sua operação, se os dados gerados são realmente úteis para uma tomada de decisão e, principalmente, se existe geração de valor que justifique sua adoção”, afirmou. A discussão também abordou as diferenças entre os perfis de produção. Brito chamou atenção para a necessidade de considerar a agricultura familiar no desenvolvimento de novas tecnologias e apontou que soluções de menor custo podem ampliar o acesso de pequenos e médios produtores às ferramentas disponíveis. Albiero avaliou que a agricultura digital já faz parte da realidade brasileira e que as tecnologias podem ser utilizadas por diferentes perfis de produtores. Entre as possibilidades, citou o uso de robôs com inteligência artificial diante da redução da disponibilidade de mão de obra no campo. “Não digo que é a agricultura do futuro. Hoje é a agricultura atual”, afirmou. Os participantes destacaram ainda a necessidade de aproximar startups, produtores, empresas, pesquisadores e instituições para adaptar as soluções às condições encontradas no campo. Dados e conectividade ainda são gargalos No painel “Agricultura Digital Aplicada”, a discussão avançou sobre os obstáculos para transformar dados e tecnologias digitais em aplicações capazes de apoiar decisões na atividade agrícola. A moderação foi conduzida pelo consultor Agtech e professor das Faculdades Pecege, Harven e CNA, Ricardo Campo. Participaram o chefe-adjunto de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Agricultura Digital, Júlio César Dalla Mora Esquerdo; o CEO e cofundador da SciCrop, José Damico; e o chefe da Divisão de Projetos, Análise e Qualificação de Componentes Eletrônicos do CTI Renato Archer, Wellington Romero de Melo. Campo destacou a necessidade de identificar os problemas enfrentados no campo antes de definir quais tecnologias devem ser aplicadas, além da capacidade de transformar informações em decisões. Damico chamou atenção para a organização dos dados dentro das empresas. Segundo ele, a disponibilidade de equipamentos e softwares não é suficiente quando não existe estrutura para armazenar, integrar e utilizar as informações. “Ainda existem empresas que não têm infraestrutura de dados e falta conhecimento. Esse é um dos principais gargalos. Pode-se ter o melhor hardware ou software, mas é preciso organizar os dados”, afirmou. Esquerdo e Melo abordaram ainda a dificuldade de ampliar soluções desenvolvidas em projetos-piloto. Diferenças de infraestrutura e de condições de produção entre regiões e perfis de produtores podem dificultar a adoção em maior escala. Nesse cenário, os participantes destacaram a necessidade de investimentos em capacitação e infraestrutura educacional para acompanhar a transformação tecnológica do setor. Recuperação do solo entra na agenda tecnológica A terceira frente do painel tratou de recuperação de áreas, saúde do solo e integração de sistemas produtivos. O painel “Agricultura Regenerativa” foi moderado pelo especialista de Parcerias e Inovação (Partnership and Innovation Lead) no Instituto de Ciência e Tecnologia Itaú (ICTi), Denys Eduardo Biaggi, e reuniu o sócio administrador da MPK Agrotech, José Eraldo Xavier Korczak; o coordenador do programa REVERTE, da Syngenta, Gabriel Moura; e o diretor de Projetos da Associação Rede ILPF, William Marchió. As discussões abordaram estratégias de manejo, monitoramento da produção, recuperação de pastagens degradadas e adoção da Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF). Nesse contexto, os participantes relacionaram o uso de tecnologias e ferramentas de monitoramento à tomada de decisões e a ajustes nos sistemas produtivos. Marchió ressaltou a necessidade de aproximar as iniciativas de sustentabilidade dos produtores e destacou o papel da Associação Rede ILPF na formação de parcerias entre diferentes setores para levar soluções ao campo. Para Korczak, a agricultura regenerativa deve ser tratada como um princípio de manejo, considerando as diferentes condições encontradas na produção. Ele destacou a importância da proximidade com o produtor para compreender suas necessidades e avaliar como os benefícios das práticas podem alcançar os diferentes elos da cadeia. Moura defendeu a ampliação das iniciativas e a geração de mais dados sobre os resultados das práticas regenerativas. Ele citou como exemplo o Programa REVERTE®, da Syngenta, voltado à transformação de pastagens e áreas degradadas em áreas produtivas, com o objetivo de recuperar terras sem a necessidade de abertura de novas fronteiras de desmatamento. Conexão entre pesquisa e mercado Ao longo dos três painéis, as discussões convergiram para a necessidade de aproximar conhecimento científico, desenvolvimento tecnológico e condições reais de produção. Para Álvaro Duarte, essa conexão faz parte da atuação da instituição. “Participar da Campinas Innovation Week é uma oportunidade de discutir um tema que será cada vez mais determinante para o desenvolvimento do Brasil, que é a capacidade de transformar ciência, tecnologia e inovação em soluções para o futuro. A Fundepag atua em parceria com 16 instituições de ciência e tecnologia e, por isso, tem o papel de aproximar o conhecimento produzido nesses ambientes das empresas e da sociedade”, afirmou. O Campinas Innovation Week 2026 segue até 18 de setembro, em Campinas (SP), com programação dedicada a temas relacionados à inovação, tecnologia e negócios. Sobre a Fundepag A Fundepag foi criada em 1978, a partir dos esforços de grupos empresariais, representantes da agropecuária, da indústria, do comércio e das finanças para somar esforços do Estado e da iniciativa privada no desenvolvimento de projetos de pesquisa. Apoia e executa diversos tipos de projetos, serviços tecnológicos, capacitações e eventos. Oferece uma estrutura de apoio administrativo-financeiro, de gestão de pessoas, consultoria jurídica, ferramentas informatizadas, além de uma área voltada a novos negócios e inovação, com a qualidade e ética assessoradas pelas ISO 9001:2015 (qualidade), ISO 37301:2017 (compliance) e ISO 37001:2017 (antissuborno).
- Cocapec inicia Circuito Dia de Campo e reúne produtores de café
Produtores rurais, técnicos e especialistas da cafeicultura terão dias dedicados ao conhecimento, à inovação e à troca de experiências no Circuito Dia de Campo 2026. A iniciativa da Cocapec irá acontecer entre os dias 22 de setembro e 6 de novembro em cinco cidades da área de atuação da cooperativa de café: 22/09: Ribeirão Corrente (SP) 24/09: Capetinga (MG) com produtores de São Tomás de Aquino (MG) 29/09: Ibiraci (MG) 01/10: Pedregulho (SP) 06/10: Itamogi (MG) O Dia de Campo tem como objetivo levar informações técnicas, apresentar novas tecnologias e incentivar práticas sustentáveis na cafeicultura. Os participantes também terão a oportunidade de ter acesso direto a soluções e especialistas de empresas parceiras. “O nosso principal propósito é conectar os produtores com novidades e serviços que fazem a diferença no ciclo produtivo em todas as suas etapas, incluindo florada, colheita e maquinários. As marcas parceiras expõem conhecimentos que vão muito além do funcionamento e dos benefícios de um produto; elas apresentam resultados de estudos técnicos específicos”, destaca Murilo Andrade, coordenador de comunicação da cooperativa. Programação A programação começa na terça-feira, dia 22, às 14h, com a recepção oficial. Na Arena de Visitação, estarão posicionadas empresas voltadas à exposição de produtos e a rodadas de negócios. A abertura oficial está marcada para as 15h. Na sequência, ocorre a formação dos grupos. Os participantes são divididos por cores para o início das palestras e das demonstrações práticas. No circuito de estações, cada grupo será guiado por uma cor para percorrer seis pontos diferentes espalhados pela lavoura: Yara, Basf, Syngenta, TimacAgro, Fortgreen e Bayer. Cada parada terá duração aproximada de 20 minutos, tempo em que os produtores poderão conhecer portfólios, serviços e produtos, além de esclarecer dúvidas. Após o término das visitas, todos os participantes retornam à praça central. O encerramento será coordenado pela diretoria da Cocapec, com uma avaliação do encontro, sorteio de brindes e, na sequência, um jantar acompanhado de show musical com uma dupla sertaneja. Cronograma do Dia de Campo: 14h00 – Recepção 15h00 – Abertura oficial 15h30 – Saída para o circuito 17h30 – Retorno do circuito 17h40 – Encerramento institucional 18h30 – Jantar e Show Sertanejo
- Primavera dos Museus no CCBB Brasília tem visitas gratuitas de hora em hora e atividades acessíveis de 22 a 27 de setembro
Entre os dias 21 e 27 de setembro, museus de todo o país participam da 20ª Primavera dos Museus, campanha anual promovida pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) para aproximar essas instituições da vida cotidiana das cidades. O tema desta edição, “Museus para Todas as Pessoas”, propõe uma pergunta prática a cada instituição: quem, de fato, atravessa suas portas, e o que é preciso mudar para que mais gente atravesse. No Centro Cultural Banco do Brasil Brasília, aberto de terça a domingo, a semana começa no dia 22 e reúne atividades gratuitas do Rolê Cultural, o programa educativo. Ingressos disponíveis em ingressos.ccbb.com.br ou na bilheteria do CCBB Brasília. A porta de entrada é o Rolê Espontâneo, visita mediada que dispensa agendamento e sai de hora em hora, das 10h às 19h, da Sala do Rolê Cultural. Quem chega ao CCBB sem planejar pode se juntar ao próximo grupo e percorrer as exposições em cartaz com um educador, em mediações que se adaptam às idades e aos interesses de quem está ali. Cada visita dura uma hora e recebe até 30 pessoas. A acessibilidade, que dá o tom do tema deste ano está presente no Rolê com LIBRAS, que acontece toda sexta-feira e reúne pessoas surdas e ouvintes em encontros conduzidos por educadores e intérpretes. No dia 25, às 16h, dentro da semana da campanha, a atividade propõe uma vivência em LIBRAS na exposição Yoshitaka Amano – Além da Fantasia, com 25 vagas. O acervo e o próprio edifício também entram na conversa. Nos dias 25 e 26, às 18h, o Rolê no Jogo Coleção de Arte BB convida o público a montar sua própria coleção a partir de obras de artistas como Oscar Niemeyer, Athos Bulcão e Roberto Burle Marx. Já a Visita-Espetáculo, nos dias 26 e 27, às 16h, conduz os participantes por uma caça às cartas deixadas por Niemeyer, com músicas, cantigas e brincadeiras que revelam obras de arte e detalhes da arquitetura do Edifício Tancredo Neves. Encontro com professores O desdobramento do tema chega ainda aos professores. No dia 30, às 19h, o encontro Arte em Jogo recebe docentes e arte-educadores para uma visita mediada à Coleção de Arte do Banco do Brasil, seguida da experimentação do Jogo da Coleção, material educativo criado pelo Rolê Cultural e de uma roda de conversa sobre o ensino de Arte na escola. São 20 vagas. O projeto tem realização do Ministério da Cultura e patrocínio do Banco do Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet). Sobre o CCBB BrasíliaO Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis. Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances. Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas. Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade. AcessibilidadeA ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília, de quinta-feira a domingo. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo. Horários da van – De quinta a domingo: Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h | CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30. Programação: Rolê Espontâneo Aberta ao público e sem necessidade de agendamento, essa atividade acontece de hora em hora e propõe mediações interativas adaptadas às diferentes faixas etárias, promovendo diálogos sensíveis com as exposições em cartaz. Em setembro, integra a programação da Primavera dos Museus. Data: Terça-feira a domingo, das 10h às 19h (de hora em hora). Ingresso único válido das 10h às 19h Duração: 1h Capacidade: 30 pessoas Classificação: Livre Ponto de encontro: Sala do Educativo Rolê no Jogo Coleção de Arte BB Os participantes criam sua própria coleção a partir de pinturas, esculturas e gravuras de artistas como Oscar Niemeyer, Athos Bulcão e Roberto Burle Marx. A atividade estimula percepção estética, sensibilidade e valorização do acervo.Data: Sextas e sábados, às 18h Duração: 1h Capacidade: 30 pessoas Classificação: Livre Ponto de encontro: Sala do Educativo Visita Espetáculo Conduzidos por personagens, os participantes percorrem o CCBB em busca das cartas deixadas por Oscar Niemeyer, pistas de uma divertida caça às obras e aos detalhes da arquitetura. A cada descoberta, músicas, cantigas e brincadeiras dão vida aos ambientes. Data: Sábados e domingos, às 16h (com retirada de ingressos) Duração: 40 minutosCapacidade: 30 pessoas Classificação: Livre Arte em Jogo – Encontro para professoresEncontro que convida professores a conhecer a exposição Coleção de Arte do Banco do Brasil por meio de visita mediada e da experimentação do Jogo da Coleção, material educativo do Educativo CCBB. Ao final, uma roda de conversa sobre o ensino de Arte na escola. Data: 30/09, às 19h Duração: 1h Capacidade: 20 pessoas Classificação: Adultos, professores e arte-educadores Ponto de encontro: Hall Coleção de Arte Serviço: Rolê Cultural - Educativo do Centro Cultural Banco do BrasilCentro Cultural Banco do Brasil - Distrito FederalEndereço: SCES Trecho 2 – Brasília/DF Tel.: 61 3108-7600Programação completa em ccbb.com.br/brasilia/programacao/role-cultural-educativo-ccbb/Ingressos: ingressos.ccbb.com.brAgendamento para grupos e escolas: conecta.mediato.art.brAcesso: gratuitoClassificação Indicativa: livre
- A Cozinha que Existe em Mim: Flavia M. Machioni lança livro sobre alimentação, comportamento e vida real.
Por que, mesmo sabendo cada vez mais sobre alimentação saudável, tantas pessoas ainda encontram dificuldade para transformar informação em hábitos que funcionem na vida real? É a partir dessa inquietação que a comunicadora e criadora de conteúdo Flavia M. Machioni lança seu primeiro livro, A Cozinha que Existe em Mim, pela Editora Gente. A obra entra em pré-venda em 10 de setembro e chega oficialmente ao mercado em 10 de outubro. Resultado de mais de uma década de trabalho de Flavia com alimentação e comportamento, o livro combina experiências pessoais, reflexões sobre a relação com a comida, receitas e ferramentas práticas para mostrar que comer melhor envolve muito mais do que conhecer ingredientes ou aprender novos preparos. O próprio título traduz um dos principais conceitos da obra. Para Flavia, além da cozinha física existe uma “cozinha interna”, lugar simbólico onde emoções, desejos, cansaço, expectativas e frustrações também são processados e acabam influenciando nossas escolhas. O livro propõe aprender a reconhecer e “habitar” esse espaço interno para compreender melhor a própria relação com a alimentação. A proposta nasceu também da experiência da própria autora. Depois de anos produzindo receitas, ministrando cursos e ensinando organização alimentar, Flavia percebeu que informação, sozinha, não necessariamente transforma comportamento. A constatação a levou a aprofundar seus estudos sobre hábitos e a observar questões como autocobrança, estresse e autoconhecimento. Essa trajetória aparece em A Cozinha que Existe em Mim. Flavia compartilha histórias e aprendizados de diferentes momentos de sua vida e os conecta a reflexões e conceitos sobre comida, rotina, comportamento e autoconhecimento. As receitas entram nessa narrativa não apenas como preparos a serem reproduzidos, mas como parte de uma relação mais ampla com a cozinha e com o cuidado pessoal. A ideia de escrever um livro, aliás, nasceu inicialmente das receitas. Com o tempo, o projeto amadureceu. Depois da maternidade, vivendo no Canadá, Flavia retomou a escrita em sua newsletter no Substack, onde passou a publicar textos sobre situações cotidianas e reflexões acompanhados por receitas. A resposta dos leitores mostrou que havia ali um formato capaz de reunir diferentes dimensões de seu trabalho. Parte desses textos deu origem ao primeiro manuscrito apresentado às editoras. Foi durante o desenvolvimento da obra que nasceu também sua principal ferramenta prática: o inédito PPP, Pequeno Plano Possível, criado por Flavia e apresentado pela primeira vez no livro. O conceito surgiu depois que ela se tornou mãe e percebeu que nem mesmo o método de organização de refeições que havia ensinado durante anos cabia mais em sua rotina. Em vez de perseguir um modelo ideal de alimentação, o PPP propõe observar as condições reais de cada momento e construir a melhor escolha possível dentro delas. A ferramenta reúne conceitos como auto-observação, comer intuitivo e autogentileza, que Flavia considera um dos pilares para a construção de hábitos alimentares mais saudáveis. O objetivo é fugir tanto da obrigação de “fazer tudo certo” quanto do abandono completo do cuidado quando a rotina não corresponde ao ideal. A cozinha interna e o PPP se encontram justamente nesse ponto. Em um dos exercícios apresentados no livro, Flavia convida o leitor a visualizar como está sua cozinha interior. Ela pode estar organizada ou, metaforicamente, com panelas em ebulição, pia cheia, luz apagada e coisas quebradas pelo chão. Reconhecer esse estado permite compreender por que, em determinados dias, cozinhar parece simples e, em outros, pedir um delivery pode representar muito mais uma necessidade de descanso e acolhimento do que falta de disciplina. A Cozinha que Existe em Mim também toca na relação das mulheres com a alimentação da família. Flavia questiona a ideia de que cabe necessariamente à mulher assumir a responsabilidade por cozinhar e garantir que todos comam da maneira considerada ideal. Sua proposta não é convencer ninguém a passar mais tempo na cozinha física, mas mostrar que todos precisam aprender a reconhecer a própria cozinha interna. A relação entre alimentação, família e formação de hábitos também aparece na obra, inclusive a partir das experiências da autora com a maternidade. Flavia observa como o ambiente familiar e a forma como os alimentos são apresentados às crianças podem participar da construção dessa relação desde cedo. Nascida em Curitiba, Flavia M. Machioni, 38 anos, é formada em Comunicação Social, com habilitação em Relações Públicas, e trabalha com produção de conteúdo há cerca de 14 anos. Sua trajetória começou em 2012 com o blog Lactose Não e, ao longo dos anos, passou por cursos de culinária, workshops, produção de receitas, projetos digitais e estudos sobre comportamento. Estudou culinária natural no antigo Natural Gourmet Institute, em Nova York, fez especialização em cuisine santé no Centro Europeu, formou-se como health coach pelo Institute for Integrative Nutrition e atualmente amplia seus estudos em neurociência. Com uma comunidade construída em diferentes plataformas, do Instagram à newsletter no Substack, Flavia chega ao primeiro livro reunindo justamente as diferentes fases dessa trajetória: a comunicadora, a cozinheira, a pesquisadora de hábitos, a mulher e a mãe. A pré-venda de A Cozinha que Existe em Mim começa em 10 de setembro, com lançamento oficial em 10 de outubro. Em 21 de outubro, Flavia realiza uma noite de autógrafos em Curitiba, sua cidade natal. A agenda de lançamento poderá ainda ganhar novos encontros e ações em outras cidades brasileiras. Mais do que ensinar o que colocar no prato, o livro propõe uma pergunta anterior às escolhas alimentares: como está a cozinha que existe dentro de você? Instagram @flaviamachioni
- Ranking revela que 70% dos carros mais roubados do Brasil já saíram de linha
O roubo e o furto de veículos continuam entre os principais riscos patrimoniais enfrentados pelos motoristas brasileiros, mesmo após a redução das ocorrências no país. Em 2025, o Brasil registrou 308.440 roubos e furtos de veículos, o equivalente a cerca de 845 casos por dia. O volume caiu 14,3% em relação a 2024, quando foram contabilizadas 345.503 ocorrências, mas permanece elevado. Os furtos concentraram 203.949 registros, enquanto os roubos somaram 104.491 casos. A queda também ocorreu em ritmos diferentes: os roubos recuaram 20,6%, enquanto os furtos diminuíram 10,6%, indicando que a subtração de veículos sem abordagem direta à vítima permanece como uma parcela importante do problema. Nesse cenário, conhecer quais automóveis aparecem com maior frequência nas ocorrências deixa de ser apenas uma curiosidade e passa a ser uma informação relevante para decisões que envolvem compra, uso, proteção e custo de manutenção. Entre os fatores que ajudam a explicar os furtos estão a alta demanda por peças no mercado paralelo, a vulnerabilidade de modelos mais antigos e a saída de determinados veículos da linha de produção. É o caso do Ford Ka, cuja fabricação nacional foi encerrada após o fechamento das fábricas da Ford no Brasil, o que pode ampliar a procura por componentes de reposição. Para transformar esses números nacionais em uma informação mais próxima da realidade do motorista, a Loovi Seguros preparou um levantamento com os 10 carros com maior índice de roubo e furto no Brasil. O ranking considera a base de dados da Loovi, no período do primeiro semestre de 2026, e aponta Ford Ka, Chevrolet Onix, Volkswagen Gol, Hyundai HB20, Renault Sandero, Fiat Argo, Renault Logan, Fiat Uno, Fiat Pálio e Volkswagen Voyage entre os veículos de maior volume de furtos e roubos. Mais do que indicar quais modelos aparecem no topo, a proposta é mostrar que o risco automotivo não se distribui de maneira uniforme: quantidade de veículos em circulação, localização, perfil de uso, valor e procura por peças no mercado de reposição podem alterar significativamente a exposição de um automóvel. “Um ranking como esse ajuda a colocar informação objetiva na decisão de compra e reforça a importância do seguro. Embora alguns modelos apresentem maior probabilidade de roubo ou furto, o impacto deixa de ser estatístico quando acontece com o próprio motorista, que pode perder integralmente um patrimônio construído ao longo de anos. Muitos veículos antigos, descontinuados ou com maior índice de ocorrências enfrentam restrições de cobertura em seguradoras tradicionais. Já empresas de base tecnológica, como a Loovi, adotam medidas inclusivas ao aceitar veículos recusados pelos seguros tradicionais.”, afirma Quézide Cunha, CEO da Loovi. A divulgação também chama atenção para uma lacuna maior no mercado brasileiro de proteção automotiva. No fim de 2025, apenas 30% dos veículos do país possuíam seguro; entre os automóveis, a cobertura alcançava 27,8% da frota, deixando a maior parte dos veículos em circulação fora do mercado segurador. É nesse contexto que dados sobre frequência de roubos e furtos podem ajudar tanto quem já possui seguro quanto quem ainda avalia contratar proteção, sobretudo porque o risco pode variar de acordo com o veículo e a região em que ele circula. Fundada em 2019 e especializada em seguro automotivo digital, a Loovi atua em mais de 4 mil municípios e busca usar tecnologia e dados para simplificar essa leitura de risco e a contratação do seguro. “O desafio do setor não é apenas indenizar quando alguma coisa acontece. Levar conhecimento sobre riscos e informar o consumidor sobre soluções que muitos desconhecem é fundamental diante de um cenário com alto risco para o motorista.”, diz Cunha. Sobre a Loovi Seguros www.loovi.com.br Fundada em 2019, a Loovi Seguros é a 1ª insurtech brasileira especializada em seguro automotivo digital. A empresa nasceu com o objetivo de simplificar a contratação de seguros no Brasil, oferecendo uma jornada 100% online, com cotação rápida, contratação em poucos minutos e atendimento voltado ao consumidor que busca mais agilidade, transparência e praticidade. A Loovi faz parte do Grupo Loovi e atua como representante oficial da LTI Seguros S.A., seguradora do mesmo grupo empresarial. A LTI participou do Sandbox Regulatório da SUSEP e avançou para uma nova fase institucional após a autorização do órgão regulador. Com presença em mais de 4 mil municípios brasileiros, a Loovi ganhou relevância ao unir tecnologia própria, inteligência artificial, distribuição digital e uma comunicação próxima do consumidor. A marca também ampliou sua visibilidade nacional por meio de parcerias estratégicas sendo patrocinadora do craque Neymar Jr. até a Copa do Mundo. Posicionada como uma Insurtech a Loovi combina automação, dados e experiência digital para tornar o seguro auto mais simples, acessível e conectado à rotina dos motoristas brasileiros. A empresa entra em uma nova etapa de crescimento com foco em escala, credibilidade regulatória e fortalecimento institucional dentro do mercado segurador.
- Relevância vai orientar a sobrevivência das marcas, aponta estudo do Gad'
Diante de um mundo mais acelerado, artificial e indiferente, o desafio para as marcas é mais profundo: conquistar atenção já não é suficiente para assegurar relevância. Para discutir o futuro do branding e oferecer caminhos às empresas em suas decisões na relação com os consumidores contemporâneos, a consultoria de branding e design Gad’ lança a 7ª edição do Gad Insights 2026. O estudo proprietário, realizado anualmente, analisa o comportamento das marcas ao longo do último ano e sintetiza suas conclusões em dez grandes insights. Intitulado “O Desafio da Relevância - Como continuar importando em um mundo indiferente?”, o relatório de 2026 parte de um cenário de consumidores mais impacientes e niilistas, de relações cada vez mais provisórias e de tecnologias que padronizam a forma como as pessoas enxergam as marcas. Diante disso, o estudo defende que a diferenciação, por si só, deixou de ser suficiente: as marcas precisam demonstrar, de maneira concreta, porque ainda vale a pena ser escolhidas. “Em um mundo de alternativas abundantes, ser diferente não garante ser importante. É preciso considerar os consumidores em sua complexidade e construir experiências capazes de devolver sentido em um presente fragmentado. O report de 2026 mostra que ter uma marca forte talvez já não resolva todo o problema”, destaca Luciano Deos, CEO do Gad’. Desde sua primeira edição, em 2020, o Gad Insights tem apresentado reflexões relevantes e recomendações para o mercado. Ao longo dos últimos sete anos, trouxe orientações e questionamentos para compreender transformações sociais, econômicas, tecnológicas e humanas, bem como rápidas mudanças de rota em diferentes setores da economia. Em cada edição, novos conceitos e cases nacionais e globais exemplificam os insights propostos. Entre os temas já explorados estão o “novo normal” da pandemia (2020), o Zeitgeist de 2022 marcado pela polarização, pelo storydoing e pela reputação das marcas; e a discussão sobre “marcas inteligentes” diante de um público hipermidiático e permanentemente conectado (2023). O relatório de 2024 aprofundou o fenômeno do Overbranding, caracterizado pelo excesso de exposição das marcas em um mundo hiperconectado. No ano passado, com o tema “O resgate das origens”, o report apontou um cenário de consumidores fatigados pelo excesso de discursos, à espera de vínculos mais profundos e consistentes com as raízes e a história das marcas. O desafio da relevância A edição de 2026 mostra que o principal desafio das marcas contemporâneas não é apenas conquistar visibilidade ou diferenciação, mas construir razões concretas para continuar importando. Entre os temas analisados estão o valor da imperfeição como assinatura de autenticidade em um cenário de perfeição técnica banalizada pela inteligência artificial; a busca crescente por sentido e autoconhecimento como resposta a um presente mais instável — o Pew Research Center mostrou que 30% dos adultos norte-americanos consultam astrologia, tarot ou videntes ao menos uma vez por ano —; e o alerta sobre o "FOMO corporativo", movimento que pode levar marcas a perseguir todas as tendências e, paradoxalmente, deixar de importar em qualquer uma delas. “Vivemos a passagem de uma economia da atenção para uma economia da impaciência. Isso atravessa o consumo, mas também nossa relação com trabalho, conhecimento, entretenimento e até com outras pessoas. Diante de um mercado com tantas alternativas, ninguém quer mais ficar preso a algo, e a lealdade às marcas precisa ser reconquistada todos os dias", afirma Luciano Deos. Outros insights do estudo também trazem dados relevantes para as marcas. O levantamento mostra que 58% dos consumidores globais já substituíram buscadores tradicionais por Inteligências Artificiais generativas, o que exige das marcas atenção a técnicas de otimização para esses ambientes, os chamados GEO (Generative Engine Optimization). O relatório aponta ainda a necessidade de experiências mais precisas para públicos específicos: pessoas neurodivergentes representam entre 15% e 20% da população, segundo a Gensler, maior escritório de arquitetura e design do mundo. Apesar disso, a maior parte dos espaços comerciais segue projetada a partir de padrões sensoriais considerados "normais", com luzes cintilantes, ruídos e formas de interação neurotípicas. O estudo também destaca o crescimento da chamada "silver economy", mercado que já movimenta US$ 4,2 trilhões por ano no mundo com 1,2 bilhão de pessoas com 60 anos ou mais; e reforça que 77% dos brasileiros exigem provas concretas para acreditar em discursos de sustentabilidade das marcas, segundo a BALT. “Ser relevante hoje é resolver uma necessidade; continuar sendo relevante amanhã exige reconhecer que aquela mesma pessoa terá outro corpo, outra família, outros projetos e outras prioridades. O desafio é construir uma marca capaz de acompanhar essas mudanças, sem gerar dependência ou presumir que sua presença será imutável”, conclui Deos. Os dez insights que compõem o Gad Insights 2026: Insight #01: Relevância Generativa Insight #02: Estética Imperfeita Insight #03: Branding de Precisão Insight #04: Plataformas de Sentido Insight #05: Relevância Adaptativa Insight #06: Marcas para Longevidade Insight #07: Impacto como Experiência Insight #08: Culturas Codificadas Insight #09: Ecossistema de Relevância Insight #10: O FOMO Corporativo O material completo está disponível nas redes sociais do Gad e no link: https://gad.com.br/conteudo/gad-insights/edicao-2026 Sobre o Gad’ “Brand is business”: com esse posicionamento, o Gad’ é uma consultoria de marca e experiência que atua há quatro décadas no mercado brasileiro e internacional com o diferencial de trabalhar marca como negócio, de forma mais permanente, com uma atuação focada na construção da jornada da marca à experiência. Com mais de mil marcas e projetos desenvolvidos no portfólio, a empresa já ajudou a posicionar e reposicionar grandes companhias como B3, BB seguros, Claro, CPFL, Eletrobras, Fleury, Gerdau, EMS, GRU Airport, Postos BR, Panvel, Vivo, entre outras. Sob o comando do fundador e CEO Luciano Deos, a consultoria conquistou mais de 300 prêmios, como no London International Awards, no Cannes Lions, no Brasil Design Award, além de ser reconhecida como uma empresa Great Place to Work (GPTW) pelo quarto ano consecutivo.
- Livro aborda como fazer a diferença no mundo empreendendo
O Brasil continua entre os principais países com mais empreendedores, conforme dados do relatório Global Entrepreneurship Monitor (Monitor Global de Empreendedorismo). São mais de 43 milhões de pessoas com negócios próprios. Ter uma empresa de sucesso está entre os principais sonhos dos brasileiros, apontam as pesquisas. Mas o cenário de juros altos, a insegurança da economia do País e o endividamento da população, que bateu recorde neste ano, desanimam muitos brasileiros que já pensaram em ter um negócio. Ainda assim, é possível trilhar a jornada do empreendedorismo, conforme aponta o empresário e agora escritor Ronaldo Dantas. Ele reuniu trajetória no mundo dos negócios, e junto com ela os erros, acertos e aprendizados, no livro “Mude de Patamar - Uma nova forma de pensar. Riqueza, Carreira e Legado”. Ronaldo, assim como muitos brasileiros, precisou recomeçar do zero. Em 2008 foi demitido de um banco e precisou recomeçar em uma nova profissão sem experiência. Entrou no mercado imobiliário como corretor de imóveis e iniciou a trajetória que o levaria a construir uma das maiores redes imobiliárias do país. Em 2011, fundou a My Broker com apenas 12 corretores. Hoje, eleita por três vezes a melhor imobiliária do Brasil, a empresa reúne quase três mil profissionais em 17 estados, com presença internacional, mais de 70 unidades e mais de 12 bilhões em imóveis comercializados nos últimos três anos. "Construir um patrimônio sólido, te permite ter liberdade não só para fazer o que quer, mas para escolher não fazer o que não quer", escreve qual é um dos benefícios de se construir patrimônio através do empreendedorismo - e define que, muito mais que renda, o patrimônio é composto por marca, confiança, reputação, legado, e tudo o que transcende o tempo e te dá liberdade para desfrutar do futuro. Em 2003. Dantas ampliou sua atuação ao cofundar outros negócios em incorporação, levando sua visão sobre patrimônio também para o desenvolvimento de empreendimentos, tecnologias e publicidade no ecossistema imobiliário. Hoje, é reconhecido como um dos principais players do setor tanto em Goiás, com sua imobiliária eleita a melhor do Brasil em 2026 pelo Real Estate Awards Ronaldo parte do pressuposto de que mudar de patamar não é um privilégio para poucos. É um caminho para quem decide continuar subindo. Para isso, é necessário uma mudança de mentalidade, que altera de forma definitiva a forma como você pensa, trabalha, investe e se relaciona. No livro, Dantas compartilha os princípios que transformaram sua trajetória da escassez à abundância e apresenta um modelo que ajuda o leitor a identificar em que patamar está, o que está impedindo seu crescimento, e o quais mudanças precisa fazer para subir para o próximo nível. Além disso, ele destaca que verdadeira mudança de patamar acontece quando o indivíduo cresce e proporciona crescimento a outras pessoas também. “O meu negócio deixou de ser dependente de mim há um tempo. E foi quando ela ganhou vida própria, movida por gente, marca e ideia, que percebi que a história dela ainda estava só começando”, ressaltou o autor. Serviço Livro: Mude de Patamar - Uma nova forma de pensar. Riqueza, Carreira e Legado Autor: Ronaldo Dantas Editora: Flex Gráfica Páginas: 107












