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- DF Plaza Shopping amplia mix de lojas com novas operações e anuncia a chegada do novo superintendente
O DF Plaza Shopping segue investindo na qualificação de seu mix de lojas e acaba de anunciar a chegada de novas operações nos segmentos de gastronomia, moda, beleza e cultura. Entre as novidades, está a já inaugurada Natura, que oferece uma experiência sensorial com os principais produtos da marca de cosméticos brasileira. A tradicional Livraria Leitura abre suas portas em agosto com um amplo acervo de livros, papelaria e itens de tecnologia. Na área gastronômica, o Madero, um dos restaurantes mais reconhecidos do país, passa a integrar a praça gourmet do shopping, com seu cardápio voltado à cozinha casual premium. E no segmento de moda feminina, a Morena Rosa inaugurada em julho tráz coleções contemporâneas, alinhadas à estética da mulher moderna e sofisticada. Outra novidade é a chegada do novo superintendente, Reynaldo Abreu, com mais de 16 anos de experiência no mercado, tendo sido superintendente dos empreendimentos: Iguatemi Brasília, Iguatemi Campinas, Iguatemi São Carlos, Flamboyant Shopping e Aparecida Shopping. “A chegada dessas marcas acontece em um momento estratégico e fortalece o posicionamento do DF Plaza como um espaço moderno, inclusivo e conectado aos desejos dos nossos clientes. São operações que agregam valor à experiência do consumidor, promovendo bem-estar, cultura, gastronomia de qualidade e as últimas tendências da moda e da beleza, reafirmando o nosso compromisso com o fortalecimento do varejo local e com a oferta de uma jornada de consumo completa", destaca Reynaldo Abreu. SERVIÇO: DF Plaza Shopping Rua Copaíba, lote 1 - Águas Claras Informações: 61 99663-6939 / 61 3451-5750 Canais digitais: http://www.dfplaza.com.br/ Instagram: @dfplazashopping
- Liam Neeson comenta sua estreia na comédia nos bastidores de ‘Corra que a Polícia Vem Aí’
Liam Neeson comenta sua estreia na comédia nos bastidores de ‘Corra que a Polícia Vem Aí’ Vídeo divulgado pela Paramount Pictures conta ainda com depoimentos de Pamela Anderson, o produtor Seth MacFarlane e o diretor Akiva Schaffer Assista ao vídeo AQUI Download das imagens AQUI 28 de julho de 2025 — “É um gênero novo para mim”, conta Liam Neeson em novo vídeo de bastidores de “Corra que a Polícia Vem Aí”, divulgado hoje pela Paramount Pictures Brasil. “Eu acho que as pessoas estão precisando de algo como esse filme”, comenta o produtor Seth MacFarlane. Conhecido por seu trabalho nas séries animadas “Uma Família da Pesada” e “American Dad!”, ele conta que cresceu amando a franquia e o tipo de comédia absurda que ela propõe. Com Liam Neeson e Pâmela Anderson como protagonistas, “Corra que a Polícia Vem Aí” acompanhará a jornada do Tenente Frank Drebin Jr., que mostra como apenas um homem tem as características específicas para liderar o Esquadrão Policial e salvar o mundo. O elenco ainda traz nomes como Paul Walter Hauser (Cobra Kai), Liza Koshy (Transformers: O Despertar das Feras), Kevin Durand (Planeta dos Macacos: O Reinado) e Danny Huston (Mulher Maravilha). Escrito e dirigido por Akiva Schaffer, o filme é uma associação entre a Paramount Pictures com a Domain Entertainment e a Fuzzy Door Productions. Além de Schaffer, Dan Gregor e Doug Mand também assinam o roteiro. “Corra que a Polícia Vem Aí” estreia em 14 de agosto nos cinemas nacionais. Corra que a Polícia Vem Aí - 14 de agosto nos cinemas @paramountbrasil #CorraQueAPolíciaVemAí
- Red Bull BC One 2025 abre inscrições para nova temporada de batalhas e retoma parceria icônica com o jogo Street Fighter
Estão abertas as inscrições para o Red Bull BC One 2025 , maior competição 1x1 de breaking do mundo. A competição retorna ao Brasil com disputas que vão além da técnica: são batalhas marcadas por identidade, resistência e autenticidade. Nesta edição, dançarinos poderão se inscrever para as qualificatórias regionais, as City Cyphers, e depois avançar para as etapas Cypher LATAM e a Final Nacional, onde os melhores b-boys e b-girls do Brasil e da América Latina se enfrentam em busca de uma vaga na Final Mundial que acontecerá em em Tóquio , cidade que é referência tanto para a cena do breaking quanto para o universo dos games. Nesta temporada, o campeonato fortalece a conexão entre o universo da dança e o geek pela parceria com o Street Fighter , clássico jogo de luta e ícone global da cultura gamer, conectando as pistas e os consoles em um jogo de ritmo da vida real onde estilo, estratégia e leitura de oponente definem o resultado. O calendário brasileiro inicia no dia 6 de setembro com a Cypher Brasília , primeira qualificatória que abre o caminho para os dançarinos que sonham em representar o país na aguardada Final Mundial no Japão . Em seguida, São Paulo será o palco de mais duas etapas decisivas: as Preliminares LATAM e Cypher São Paulo , previstas para 04 de outubro e, no dia 05 de outubro , a cidade também recebe a Cypher LATAM e a Final Nacional , com presença dos maiores b-boys e b-girls brasileiros e internacionais fazendo história em mais um ano consecutivo. Representando diferentes trajetórias dentro do breaking, o Red Bull BC One 2025 destaca os três embaixadores brasileiros da temporada: Maia , Toquinha e Leony , artistas reconhecidos não apenas pelo talento nas pistas, mas pela capacidade de inspirar fora delas - seja pela representatividade feminina e potência de Maia, a espontaneidade e conexão com a rua de Toquinha, ou pela técnica e visão artística de Leony. A edição de 2025 também celebra os 20 anos da batalha do Pelezinho , que viralizou seus movimentos magnéticos durante a Final Mundial de 2005, em Berlim, na Alemanha, e se tornou um símbolo do poder expressivo do breaking, momento histórico que marcou gerações e hoje é um legado para a cultura do break. A contagem regressiva já começou! Para quem sonha em disputar uma vaga na Final Mundial em Tóquio, esta é a hora: as inscrições são gratuitas e estão disponíveis até o dia 05 de setembro no site oficial do Red Bull BC One . SERVIÇO City Cypher Brasília Data: 6 de setembro de 2025 Local: Galeria dos Estados - Asa Sul, Brasília - DF Horário: Das 10h às 20h Preliminares LATAM + Cypher São Paulo Data: 4 de outubro de 2025 Local: Circo do Parque da Juventude - Av. Cruzeiro do Sul, 2630 – Santana, São Paulo - SP Horário Preliminares LATAM: A partir das 9h Horário Cypher São Paulo: A partir das 10h Cypher LATAM + Final Nacional Data: 5 de outubro de 2025 Local: Circo do Parque da Juventude – Av. Cruzeiro do Sul, 2630 – Santana, São Paulo – SP Horário Cypher LATAM: Das 13h às 15h40 Horário Cypher Brasil: 18h às 20h40 Inscrições e informações: www.redbull.com/br-pt/events/red-bull-bc-one-brasil-2025
- Alexandre Peixe canta no Hidden no próximo domingo
No domingo, 3 de agosto, o Hidden Brasília recebe o cantor e compositor Alexandre Peixe para uma tarde vibrante de axé, pôr do sol e muita energia. O show acontece na ruína da ASfUB (Associação dos Servidores da UnB), novo endereço do Hidden no Setor de Clubes Norte, e promete momentos inesquecíveis ao som dos grandes sucessos da música baiana. Autor de hits como Voa Voa , 100% Você , Não Insista e Tá Afim de Namorar , Peixe é um dos principais nomes do axé contemporâneo e responsável por embalar verões de norte a sul do país. Sua presença de palco e carisma fazem de cada apresentação uma verdadeira celebração coletiva. O Hidden, conhecido por transformar espaços inusitados de Brasília em cenários de cultura e arte, prepara uma estrutura especial para receber o público com ambientação exclusiva, boas bebidas, gastronomia criativa e uma comunidade apaixonada por música e experiências únicas. Garanta seu lugar — antecipados no site: hiddenbrasil.com.br/etn/alexandre-peixe SERVIÇO Alexandre Peixe no Hidden Brasília Dia: 3 de agosto Horário: a partir das 16h Local: Hidden – Ruína da ASfUB (SCEN, Brasília – DF)Ingressos antecipados online
- Don Romano: Dia da Lasanha tem endereço certo para comemorar
No próximo 29 de julho, quem ama uma boa lasanha tem um ótimo motivo para comemorar: é o Dia da Lasanha. O prato, que nasceu na Itália e conquistou os brasileiros há gerações, vai ganhar destaque especial em Brasília, e um dos lugares mais procurados para celebrar a data é o Don Romano, restaurante italiano com unidades no Lago Sul, Asa Norte e Águas Claras. Para a ocasião, a pedida não poderia ser outra: a Lasanha da Casa (R$ 75), feita com massa fresca intercalada com molho bechamel, camadas de carne bem temperada, muçarela e parmesão. Tudo vai ao forno para gratinar e chega à mesa fumegante. O cliente ainda escolhe o molho preferido – sugo, funghi ou bolonhesa – e o resultado é uma explosão de sabor . Com mais de 30 anos de história na cidade, o Don Romano é conhecido por manter a essência italiana: massas frescas, pizzas no forno à lenha e um ambiente acolhedor, perfeito para reunir a família e os amigos.“A gente acredita que uma boa comida vai além do sabor. É carinho, é tradição. Por isso fazemos tudo artesanalmente, para que cada cliente tenha uma experiência de verdade”, conta a restauratrice Mariana Miranda. As massas são produzidas na própria cozinha do Don Romano, sem conservantes. “É tudo feito ali, com esse cuidado que é o que garante aquele gostinho de comida feita em casa”, completa Mariana. SERVIÇO Don Romano Endereços: QI 11 do Lago Sul; CLN 209 Bloco D Loja 59 – Asa Norte; e Águas Claras (apenas delivery) Horário de funcionamento: De segunda a domingo, das 11h30 às 23h Telefones: (61) 3248-0078 (Lago Sul); 3546-1871 (Asa Norte); 3435-4030 (Águas Claras) Instagram: @donromanopizzaria
- PATUBATÊ busca apoio para representar o Brasil em festival internacional
O renomado grupo percussivo brasiliense PATUBATÊ, sob direção do músico Fred Magalhães, prepara-se para uma missão cultural histórica: levar a arte feita em Brasília ao 3º Festival Internacional de Percussão de Rua BOGOTAM TAM, em Bogotá (Colômbia), de 8 a 18 de agosto de 2025. Com 26 anos de trajetória e apresentações em mais de 20 países, esta será a primeira viagem internacional não apenas do Bloco do PATUBATÊ, mas também do projeto PATUBATÊ MAIS, que reúnem participantes de todas as idades, classes sociais e gêneros, incluindo integrantes acima de 60 anos. A participação no BOGOTAM TAM – um dos maiores encontros musicais da América Latina, com mais de 300 artistas globais – reforça a importância internacional da linguagem artística do PATUBATÊ, conhecido por sua fusão inovadora de ritmos brasileiros (maracatu, samba, frevo, baião, ijexá, samba, carimbó e outros) com instrumentos sustentáveis feitos de materiais reciclados, como extintores, tonéis e panelas, aliados a elementos eletrônicos. Uma filosofia que ecoa o compromisso do festival com inclusão social e práticas sustentáveis, transformando espaços urbanos em palcos de integração cultural. Para viabilizar a jornada de 60 participantes, mais 10 técnicos e produtores, o grupo iniciou uma campanha de arrecadação que já captou R$ 30.000,00, mas ainda necessita de R$ 7.000,00 para custear o aluguel de instrumentos e as despesas como passagens, hospedagem e alimentação. A contribuição, em qualquer valor, pode ser feita através da chave Pix fred@patubate.com . Durante sete dias em Bogotá, o PATUBATÊ realizará três apresentações com um repertório que celebra a Música Popular Brasileira e clássicos carnavalescos, incluindo uma homenagem à Colômbia. Destaques como "Alegria Alegria" (ijexá), "Aquarela do Brasil" (samba), "Baianidade Nagô" (samba reggae) e "Waka Waka" (funk) dialogarão com a proposta do festival de romper fronteiras através da percussão. Levar essa manifestação cultural genuinamente brasiliense – gestada no cerrado do Distrito Federal – a Bogotá não apenas consolida o PATUBATÊ como embaixador da percussão sustentável, mas também evidencia o poder da arte como agente transformador, unindo ecologia, diversidade geracional e identidade brasileira em um palco global. Sobre o PATUBATÊ: Criado e dirigido por Fred Magalhães, o grupo é referência nacional e internacional em percussão sustentável, com apresentações em mais de 400 cidades brasileiras. Seu projeto social PATUBATÊ MAIS promove inclusão através da música, reunindo pessoas de todas as idades e realidades socioeconômicas.
- Sob os pés do mundo: uma experiência sensorial em Brasília
O Museu Nacional de Brasília recebe, a partir de 05 de agosto, a exposição Sob os Pés do Mundo, uma experiência sensorial em Brasília , resultado do projeto artístico-sociocultural Arte no Espaço Público x Arte como Espaço Público: Arte e Inclusão Social . Com a proposta de experimentar os caminhos da cidade e não, simplesmente, caminhar por eles, o corpo, o toque e a escuta foram usados na elaboração das obras de arte. A mostra apresenta 17 obras táteis criadas a partir das calçadas e espaços públicos do Distrito Federal, em diálogo com as trajetórias e memórias de pessoas cegas e com baixa visão. Em cartaz na Galeria 2 do Museu, a exposição faz parte do Festival Mês da Fotografia (FMF). Idealizado pelo artista visual e sociólogo Flavio Marzadro , o projeto adotou técnicas como os decalques táteis em base siliconada, para transformar superfícies urbanas em obras sensoriais. O objetivo foi incluir pessoas com deficiência visual no universo das artes visuais, para provocar reflexões sobre acessibilidade, pertencimento e direito à cidade, além de compartilhar outras formas de “enxergar” com os demais públicos. As obras nasceram de um processo artístico profundamente colaborativo, que uniu oficinas sensoriais e vivências urbanas em diferentes regiões do Distrito Federal. Conduzidos por Flavio Marzadro e pela ceramista Geusa Joseph , os encontros propuseram o toque como linguagem e a memória como matéria-prima. Ao explorar superfícies como pedra portuguesa, azulejos e pisos táteis, os participantes compartilharam suas histórias, afetos e modos de perceber a cidade com o corpo inteiro. As cinco oficinas foram realizadas em Brasília: quatro no Centro de Ensino Especial de Deficientes Visuais (CEEDV) e uma na Biblioteca Braille Dorina Nowill e reuniram turmas de 5 a 20 pessoas. Mais do que um espaço de formação, esses encontros funcionaram como um laboratório coletivo de escuta e criação. As vivências urbanas aconteceram na Asa Sul, Asa Norte, Planaltina e Sobradinho, com locações sugeridas por quatro participantes do projeto: Gilfrank Pimentel , Manoel de Jesus Vieira , Aparecida Machado e Sheila Guimarães . Cada um compartilhou um de seus trajetos cotidianos, revelando os caminhos que percorrem e sentem, mesmo sem vê-los da forma comum à maioria das pessoas. Esses percursos foram registrados em áudio, vídeo e georreferenciamento, e deram origem a obras táteis únicas — moldes que contam histórias. Todos os participantes residem no Distrito Federal e assinam, com suas escolhas, memórias, impressões e mãos, a autoria das obras. São coautores no sentido pleno — não apenas por inspirarem, mas por literalmente moldarem, ao lado do artista, as peças que deram arte a rumos. A MOSTRA A exposição reúne 17 quadros táteis de diferentes dimensões — entre eles, um painel de 130x90 cm — que retratam os lugares percorridos e sentidos durante o projeto. Os trabalhos contam com títulos em Braille, letras ampliadas, audiodescrição e paisagens sonoras de 20 minutos, com os ruídos originais de cada local. Para estimular diferentes formas de percepção, dois dos quadros estarão disponíveis para o toque de todos os visitantes. A proposta é simples e profunda: olhar com as mãos, ou fechar os olhos e permitir-se experimentar o mundo de outra maneira. Assim, a visita se torna também um gesto de empatia e descoberta. A experiência convida à escuta tátil, ao toque atento, ao reconhecimento da cidade por outros caminhos sensoriais e à admiração artística muito além do que os olhos podem ver. Uma forma poética e política de imaginar espaços mais inclusivos e partilhados. SOBRE O PROJETO Arte no Espaço Público x Arte como Espaço Público: Arte e Inclusão Social é o desdobramento mais recente da pesquisa artística e social do artista-pesquisador Flavio Marzadro , que há mais de uma década investiga as relações entre arte, cidade, corpo e inclusão. Combinando oficinas sensoriais, vivências urbanas, registros georreferenciados e técnicas inovadoras de decalque em silicone, o projeto propõe uma reflexão crítica sobre quem pode produzir arte e a partir de quais territórios. A iniciativa nasceu em diálogo com pessoas cegas e de baixa visão do Distrito Federal, que atuam como coautoras das obras ao partilhar memórias e escolher os caminhos a serem moldados. Mais do que representar trajetos, a proposta transforma calçadas, afetos e gestos cotidianos em matéria artística — questionando as hierarquias estéticas que tradicionalmente excluem corpos, saberes e experiências da cena cultural dominante. O projeto inaugura uma metodologia participativa e descentralizada, que enxerga o espaço urbano como suporte artístico e os sentidos como instrumentos legítimos de criação. A iniciativa também dialoga com experiências anteriores de Marzadro, como o projeto Borboletando – Arte Inclusiva, Arte do Amor , realizado em parceria com Geusa Joseph , que mobilizou centenas de participantes com deficiência na criação de uma escultura coletiva em cerâmica, exibida no Museu de Arte de Brasília. O projeto foi realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal e conta com o apoio institucional do Museu Nacional da República, do Centro de Ensino Especial de Deficientes Visuais (CEEDV) e da Biblioteca Braille Dorina Nowill. Assim, a exposição que agora se apresenta é parte de um processo contínuo de pesquisa, escuta e convivência, no qual a arte deixa de ser objeto distante para tornar-se território vivido — uma prática pública, tátil e compartilhada. AÇÕES PARA ALÉM DA EXPOSIÇÃO Além da mostra, haverá uma programação especial de encontros e vivências sensoriais voltadas à comunidade com deficiência visual. Em 5 de agosto, data da abertura oficial da exposição, acontecerá um vernissage acessível em horário especial, das 14h às 17h, exclusivamente, para participantes das oficinas e frequentadores da Biblioteca Braille de Taguatinga e alunos do CEEDV. O momento será uma celebração íntima, voltada ao público que inspirou e moldou as obras, e contará com apoio logístico para garantir o acesso dos convidados. Já no sábado, 9 de agosto, os visitantes poderão participar da ação “Troca-Troca”, conduzida pela Cia Teatro no Escuro, do projeto Olho do Lance. A proposta dessa dinâmica é a inversão de papéis entre pessoas cegas e videntes. A experiência convidará o público a “enxergar” o espaço com os olhos e o corpo do outro: os participantes cegos atuarão como guias de visitantes videntes, promovendo uma caminhada coletiva dentro e fora do museu, reforçando a proposta da confiança mútua como ferramenta de percepção, empatia e criação coletiva. Duas oficinas também acontecerão no sábado 9, na sede da Sociedade Bíblica do Brasil, ampliando os espaços de escuta e criação para mais pessoas. SOBRE O FESTIVAL MÊS DA FOTOGRAFIA O Festival Mês da Fotografia — agora oficialmente FMF — realiza uma edição especial em 2025. Com o tema “O que Vemos Quando Escutamos”, o evento reúne quatro exposições que atravessam os campos da inclusão, da ancestralidade e da criação poética. Além da mostra “Nada Sobre Nós Sem Nós!”, do projeto Vivências Inclusivas, idealizado por Juliana Peres, que oferece experiências acessíveis unindo arte, empoderamento e consciência ambiental, o FMF conta ainda com as mostras “Sob os Pés do Mundo: uma experiência sensorial em Brasília”, de Flavio Marzadro, trazendo a deficiência como potência estética e sensível, “Sons da Terra: Começo, Meio e Começo”, do Ògan Assogbá Luiz Alves, e “Nego Fugido”, do fotógrafo franco-italiano Nicola Lo Calzo. Ambas mergulham nas tradições afro-brasileiras, reencenando memórias, gestos e territórios ancestrais, propondo novas formas de escuta e percepção visual. Serviço: Exposição Sob os Pés do Mundo: uma experiência sensorial em Brasília Data: de 05/08 a 07/09 Horário de visitação: de terça a domingo, das 9h às 17h Dinâmica Troca-Troca conduzida pelo grupo Teatro no Escuro (Olho no Lance) 09/08 Horário: das 14 às 16h Local: Galeria 2 - Térreo do Museu da República Entrada Franca
- Agora também em casa: Fazenda Churrascada estreia delivery em Brasília com hambúrgueres variados e acompanhamentos artesanais
A tão aguardada novidade finalmente chegou: os brasilienses agora podem aproveitar os sabores da renomada Fazenda Churrascada Brasília sem sair de casa. Localizada no Clube de Golfe, a casa acaba de firmar parceria com o iFood e passa a oferecer uma seleção especial de hambúrgueres artesanais e acompanhamentos, entregues com comodidade e qualidade diretamente na porta do cliente. “Estamos começando em formato de soft open, com foco nos hambúrgueres e acompanhamentos. Em breve, vamos disponibilizar o menu completo da Fazenda, para que nossos clientes possam ter a experiência completa também em casa”, afirma André D'Alessandro, um dos proprietários do estabelecimento. Entre os destaques do cardápio de lançamento está o Burguer da Fazenda (R$47), um dos mais pedidos e que traz pão brioche, burger de 180g com blend da casa, queijo cheddar inglês e aioli de ervas. Outros destaques incluem o Burger Defumado (R$61), com bacon e cheddar no pão brioche, e o DF Burger (R$69), combinação ousada que leva queijo brie empanado e aioli. Para os fãs de linguiça artesanal, o Choripan do Fazendeiro (R$31) une linguiça suína, cheddar, aioli e chimichurri no pão francês. Para quem aprecia carnes defumadas, o menu traz o Pulled Pork (R$41), servido com coleslaw e molho barbecue no pão brioche; o Chopped Brisket (R$42), com brisket defumado desfiado e molho levemente apimentado; e o Sanduíche de Cupim Defumado (R$52), preparado no pão francês com cupim defumado, requeijão de corte e vinagrete da casa. Todos os hambúrgueres podem ser pedidos na versão combo, que acompanha batata frita e refrigerante, ideal para uma refeição completa e prática.Para quem preferir montar sua refeição à parte, a casa oferece acompanhamentos que podem ser pedidos individualmente. Entre as opções, estão a batata frita tradicional (R$29), o irresistível pão de alho assado em forno a lenha (R$37) e uma seleção de empanadas artesanais, com massa leve e recheios generosos: empanada de carne de costela desfiada com molho de pimentão vermelho tostado (R$23), empanada de queijo muçarela com cebola caramelizada (R$23) e a empanada apimentada de brisket defumado com jalapeño e toque de tabasco (R$26).Há também opções de bebidas disponíveis no delivery, como água com e sem gás, refrigerantes e uma seleção de cervejas que harmonizam com os sabores defumados do restaurante. O serviço de delivery já está disponível em Brasília por meio do iFood, com entregas na Asa Sul, Asa Norte, Lago Sul, Lago Norte, Octogonal e Jardim Botânico. A ideia, segundo a casa, é ir ajustando e expandindo o cardápio conforme o público for respondendo à novidade."Brasília tem abraçado a Fazenda desde a nossa chegada. Agora, com o delivery, queremos estar ainda mais presentes na rotina dos nossos clientes, seja no almoço de domingo, no jantar informal da semana ou em qualquer ocasião que mereça um sabor especial", completa André. ServiçoFazenda Churrascada Brasília Onde: Fazenda Churrascada Brasília - Clube de Golfe de Brasília - St. de Clubes Esportivos Sul Trecho 2Promoção de Aniversário: terça a sexta-feira, das 18h às 21h (mediante reserva)Horário de funcionamento:Terça a quinta-feira: 12h às 23hSexta-feira: 12h às 00hSábado: 11h30 às 00hDomingo: 11h30 às 19hReservas e mais informações: (61) 99000-2320 e @fazendachurrascadabsb
- Exposição “Nada Sobre Nós, Sem Nós” destaca protagonismo de pessoas com deficiência no Festival Mês da Fotografia, no Museu da República
De 5 de agosto a 7 de setembro de 2025, o Museu Nacional da República, em Brasília, recebe a exposição “Nada Sobre Nós, Sem Nós!” , como parte da programação do Festival Mês da Fotografia 2025, que tem como tema “O que Vemos Quando Escutamos” . A mostra reúne cerca de 20 imagens feitas por alunos da APAE, CESAS (Centro de Educação de Jovens e Adultos da Asa Sul) e de Juliana Peres_ idealizadora da 3ª edição do projeto Vivências Inclusivas_ , que tem como foco a inclusão de pessoas com deficiência por meio da linguagem visual. Influenciadora digital, ativista e orgulhosamente PCD, como ela mesma faz questão de se apresentar — Juliana acredita na força deste projeto, que oferece experiências acessíveis unindo arte, empoderamento e consciência ambiental. “O Vivências Inclusivas é a prova de que é possível incluir pessoas com deficiência nas atividades culturais, criando oportunidades reais e quebrando estigmas no mercado de trabalho” , afirma Juliana. Este ano, o Vivências Inclusivas ganhou o selo comemorativo da COP 30 , reforçando sua conexão com a agenda climática. As atividades incluíram oficinas na APAE Ceilândia e no CESAS (Centro de Educação de Jovens e Adultos da Asa Sul), além de uma saída fotográfica na Trilha da Capivara, no Parque Nacional de Brasília. Com curadoria pedagógica da fotógrafa e arte-educadora Isabella Gurgel , as oficinas utilizaram câmeras digitais e smartphones, sempre com atenção à acessibilidade e ao uso da Língua Brasileira de Sinais. “É gratificante ver como os alunos registram o essencial, com sensibilidade e potência visual” , destaca Isabella. Durante o período da mostra, será lançado um minidocumentário com depoimentos e bastidores do processo criativo dos participantes. SOBRE O FESTIVAL MÊS DA FOTOGRAFIA O Festival Mês da Fotografia — agora oficialmente FMF — realiza uma edição especial em 2025. Com o tema “O que Vemos Quando Escutamos” , o evento reúne quatro exposições que atravessam os campos da inclusão, da ancestralidade e da criação poética. Além da mostra “Nada Sobre Nós Sem Nós!”, tem ainda “Sob os Pés do Mundo” , de Flavio Marzadro, trazendo a deficiência como potência estética e sensível, “Sons da Terra: Começo, Meio e Começo” , do Ògan Assogbá Luiz Alves, e “Nego Fugido”, do fotógrafo franco-italiano Nicola Lo Calzo. Ambas mergulham nas tradições afro-brasileiras, reencenando memórias, gestos e territórios ancestrais. propondo novas formas de escuta e percepção visual. SERVIÇO Exposição “Nada Sobre Nós, Sem Nós!” no Festival Mês da Fotografia De 5 de agosto a 7 de setembro de 2025Galeria 2 – Térreo do Museu Nacional da República, Brasília – DFVisitação: Terça a Domingo, das 9h às 17hEntrada gratuita Festival Mês da Fotografia 2025www.festivalmesdafotografia.com.br | Instagram: @festivalmesdafotografia Projeto Vivências Inclusivas: www.vivenciasinclusivas.com.br | Instagram: @jujuinfluencerpcd
- Festival Mês da Fotografia 2025 recebe a exposição “Sons da Terra: Começo, Meio e Começo”, do fotodocumentarista Ògan Assogbá Luiz Alves
A partir de 05 de agosto, o Festival Mês da Fotografia 2025 (FMF) realiza edição especial com o tema “O que Vemos Quando Escutamos”. O evento reúne quatro exposições que atravessam os campos da inclusão, da ancestralidade e da criação poética. Uma delas é a exposição fotográfica de Ògan Assogbá Luiz Alves “Sons da Terra: Começo, Meio e Começo” , trazendo a sonoridade das culturas de terreiro ao samba numa perspectiva cíclica. A exposição acontece no Museu da República e também faz parte do Festival Tardezinha do Samba, idealizado pelo músico Marcelo Café. Ògan Assogbá Luiz Alves, 66, com 34 anos de iniciado no candomblé, de Resende-RJ, carrega em seu Santo e em sua dijina (nome tradicional) a ligação com o Ayê (a terra), com o chão do terreiro e tudo o que nele vive com missão de elevar aquilo que vive o ancestral africano. Ògan Assogbá Azawany Fareji (Cuidador da Terra) ou, como a maioria o conhece Ògan Luiz Alves, possui mais de 40 anos de carreira na fotografia, com foco na fotografia social. Iniciou sua carreira no Sindicato dos Metalúrgicos de Volta Redonda (RJ), em 1984, passou pelo Congresso Nacional, foi repórter-fotográfico da CPI do Sistema Carcerário. Fotógrafo premiado, Alves teve seu primeiro prêmio nacional de fotografia em 1983, no Concurso Nacional dos Economiários do Paraná. Já participando de movimentos negros e compondo o Asè Dudu, Ògan Luiz notou que não havia nada que representasse a cultura de matriz africana. Foi aí que, de forma restrita por ainda não ser iniciado, começou a fotografar a comunidade de terreiro.“Comecei a fotografar terreiro antes de ser iniciado na Casa de Pai Jorge de Oxossi. Nessas andanças fotográficas Oxossi perguntou se aceitava ser Ògan de Ode e eu aceitei”, afirmou. No roncó (quarto onde fica recolhido para iniciar para o Orixá) recebeu uma missão: Doté Zezinho da Boa viagem, avó de santo na época, entrou no roncó e pediu que trabalhasse com a fotografia para mostrar para o mundo o quanto a religião de matriz africana é bonita. “Foi na época em que o livro do Edir Macedo demonizava as matrizes africanas e mexia com a autoestima do povo de terreiro. Nesse dia recebi o aval para seguir fotografando abertamente nossas casas de axé”. Dessa forma, para Alves fotografar e mostrar a beleza também é uma forma de contribuir para o combate ao racismo religioso. Para o Babalorixá de Ògan Luiz, Pai Ricardo de Odé, o olhar de Luiz Alves retrata com sensibilidade as matrizes africanas, buscando mostrar a sonoridade e a beleza cultural dos terreiros, gerando, também, arquivo documental de estudos futuros. “O olhar sensível e detalhista de pai Luiz Alves é importantíssimo como registro das memórias ancestrais desenvolvidas dentro dos terreiros e que servirá como fonte de pesquisa para as futuras gerações”, afirmou. A exposição “Nós somos o começo, o meio e o começo. Existiremos sempre, sorrindo nas tristezas para festejar a vinda das alegrias. Nossas trajetórias nos movem, nossa ancestralidade nos guia.” (Mestre Antônio Bispo dos Santos). Com essa frase de Nêgo Bispo, a exposição “Sons da Terra: Começo, Meio e Começo ” leva a confluência cíclica cunhada pelo filósofo, mostrando que as culturas de terreiro são circulares, convergem e se constroem num movimento que começa, desenvolve, mas não termina, ela recomeça. Assim como a vida que para as matrizes africanas não tem fim, mas segue nesse movimento cíclico. Assim como a própria sonoridade dos terreiros que começam e criam novos sons, novas culturas e recomeçam. A exposição fotográfica “Sons da Terra: Começo, Meio e Começo” apresenta 50 fotografias do fotodocumentarista Ògan Luiz Alves. Seu trabalho, exemplificado pela série "mo dudú " (sabedoria negra em iorubá), revela o cotidiano, os rituais e as celebrações dos terreiros de candomblé em Brasília, com a convicção de que a fotografia pode ser uma arma contra a intolerância racial, oferecendo um portal de conhecimento sobre as religiões de matriz africana e brasileira, muitas vezes incompreendidas e criticadas. Sons da Terra convida a um diálogo profundo sobre a herança africana no Brasil, tecendo pontes entre a cultura de terreiro, o samba e a resistência ancestral, sob a luz de pensadores cruciais para a compreensão da negritude e de suas manifestações culturais. A curadoria, a cargo de Luazi Luango, artivista e pesquisador da cultura de terreiro, busca não apenas exibir as imagens, mas contextualizá-las dentro de um universo de saberes e estéticas próprias. Como um líder de candomblé angola kongo e gestor da KITANDA Cultura de Terreiro, Luazi Luango traz para a curadoria uma perspectiva enraizada no chão dos terreiros, onde a arte está à serviço da manutenção e potencialização do legado cultural afro-brasileiro. “Ao ser convidado a me debruçar sobre o legado de meu mais velho Assobá , pedi licença e saudei a Terra; tal qual a natureza do orixá Omolú é arcabouço de memória. Feito arqueólogo, me envolvi nos registros de fotos documentais de Luiz Alves para narrar o legado de nossa gente.” conta o curador Luazi Luango. A proposta curatorial se aprofunda na filosofia quilombola do intelectual Nêgo Bispo ao nos ensinar que “o desenvolvimento nos desconecta. A palavra boa é envolvimento.” A curadoria, portanto, atua como uma "encruzilhada" de saberes, na gira da circularidade, a exposição oferece ao visitante uma experiência imersiva e singular na cultura de terreiro. Além de compor o FMF, Sons da Terra também faz parte do Festival Tardezinha do Samba, idealizado pelo músico Marcelo Café que considera um importante marco inicial para o festival, uma vez que a exposição estabelece o começo do Tardezinha que traz as culturas negras, por meio do samba e suas vertentes e correlações, marcando essa origem e contribuição dos terreiros para o samba. “Receber a exposição do Ògan Luiz com esse mote dos sons de terreiro é a gente grifar que o samba é reza e essa reza começou no terreiro. E hoje a gente canta e hoje a gente dança por conta dessa reza. Esse canto, esse som estará e sempre foi capturado por ele nas suas lentes”, declarou. A exposição tem como pilar essencial a acessibilidade e terá audiodescrição, por meio de qr code, além de painéis de led com fones de ouvido fazendo a audiodescrição de algumas obras. “Sons da Terra: Começo, Meio e Começo” estará em exposição de 05 de agosto a 07 de setembro recebendo visitas guiadas e visitas abertas no Museu da República. Serviço : Festival Mês da Fotografia apresenta “Sons da Terra: Começo, Meio e Começo” Data: de 05 de agosto a 07 de setembro Local:Galeria 2 - Térreo do Museu da República Horário de visitação: Terça a Domingo, das 9h às 17h Entrada Franca. Realização: Lente Cultural Artista: Ògan Assogbá Luiz Alves Curadoria: Luazi Luango Apoio: Festival Tardezinha do Samba
- Música para todos: Iate Clube de Brasília anuncia 10ª edição de concerto beneficente com a Orquestra Sinfônica
A décima edição do concerto beneficente promovido pelo Iate Clube de Brasília já tem data confirmada: será no dia 9 de agosto de 2025, reunindo música, solidariedade e cultura às margens do Lago Paranoá. A entrada será gratuita, mediante a entrega de um voucher equivalente a uma cesta básica. A iniciativa é do Instituto do Patrimônio Cultural do Brasil (IPCB) e conta com a regência do maestro Claudio Cohen, à frente da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro. Nesta edição, o tema será “Clássicos do Jazz e da Música Francesa”, com um repertório especial interpretado por Melanie Dahan, Marc Poingt, Pablo Fagundes e Oswaldo Amorim. Com expectativa de público superior a 3 mil pessoas, entre sócios e visitantes, o Iate in Concert terá início às 16h, com a abertura dos portões, seguido do concerto às 18h e encerramento às 21h30. Em seguida, a programação continua com a apresentação de um DJ. A estrutura do evento inclui palco principal, cadeiras organizadas, praça de alimentação com food trucks e ações voltadas ao público. A presidente do IPCB, Dora Lima, destaca a importância da continuidade do projeto: “chegar à décima edição representa o amadurecimento de uma proposta que valoriza o patrimônio cultural e promove o acesso à música sinfônica de forma democrática. Nossa intenção agora é ampliar o alcance social e fortalecer o caráter formativo da iniciativa junto com o instituto.” A classificação indicativa é livre, e o evento será realizado na sede do Iate Clube de Brasília, localizada no Setor de Clubes Esportivos Norte – Trecho 2 – Conjunto 4. As cestas básicas, no valor de R$ 80, podem ser adquiridas no site da Bilheteria Digital ou diretamente no Iate Clube de Brasília (Concierge), de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, e aos sábados, domingos e feriados, das 8h às 15h. No dia do evento, pessoas com deficiência visual terão transporte especial para assistir ao concerto, integrando as ações de inclusão. Além disso, na semana anterior, a orquestra promoverá ensaios abertos no Teatro Nacional, direcionados a estudantes de escolas públicas que desenvolvem projetos musicais. Serviço: 10ª edição do Iate in Concert Data: 9 de agosto de 2025 (sábado) Horário: abertura dos portões às 16h Local: Iate Clube de Brasília – Setor de Clubes Esportivos Norte, Trecho 2, Conjunto 4 Classificação indicativa: Livre Mais informações: Bilheteria Digital
- CAIXA Cultural Brasília recebe Zizi Possi, com o show “De Volta ao Começo”
Nos dias 1º, 2 e 3 de agosto, a CAIXA Cultural Brasília recebe Zizi Possi, com o show “De Volta ao Começo”. Ao lado do maestro Jether Garotti, a cantora conduz o público por uma viagem musical, interpretando canções que marcaram sua trajetória e dão vida à história da Música Popular Brasileira (MPB). O espetáculo, no formato voz e piano, já percorreu as principais capitais do Brasil. Serão quatro apresentações, sendo a primeira, com intérprete de libras, na sexta-feira (1º), às 20h, no sábado (2), serão duas sessões, às 17h e às 20h, e, no domingo (3), uma sessão às 19h. Os ingressos custam R$ 30,00, sendo que clientes CAIXA e casos previstos em lei têm direito à meia-entrada (R$15,00). As vendas abrem sábado (26), a partir das 13h, na bilheteria do teatro, e às 17h, no site Bilheteria Cultural . No repertório, clássicos de Gonzaguinha, Edu Lobo, Chico Buarque, Herbert Vianna e de outros grandes nomes da MPB se entrelaçam aos sucessos consagrados de Zizi, como "Asa Morena" (Zé Caradípia), "Caminhos de Sol" (Herman Torres e Salgado Maranhão) e "A Paz" (Gilberto Gil e João Donato). O show também revisita sua fase italiana, celebrando o sucesso da década de 1990, quando a cantora encantou o público com o hit “Per Amore”. A cantora destaca o formato intimista do show: “é completamente desnudo de qualquer efeito espetacular, o que me proporciona maior proximidade com o público”. Para Zizi, a configuração da apresentação “é mais livre em termos de forma e conteúdo, permitindo que o repertório seja constantemente reinventado”, comenta Zizi. Em agosto, a CAIXA Cultural está em comemoração de aniversário. Em Brasília, completa 45 anos de existência. E o(a) [nome do evento] faz parte da programação especial que foi planejada para esse marco tão importante. Um mês inteiro de celebração com eventos que passam por vários segmentos: shows e festival musical, novas exposições, mostra teatral e muito mais. Mais informações sobre toda a programação serão disponibilizadas no site da CAIXA Cultural ( caixacultural.gov.br ) e @caixaculturalbrasilia no Instagram. Ficha técnica: Zizi Possi – Direção Musical Jether Garotti – Maestro, piano, teclado, clarinete Wagner Freire – Técnico de Iluminação Alexandre Costa – Técnico de PA Raul Muller Jr. – Técnico de Monitor Ticiane Gonçalves – Operadora de TP Roberto Vitello – Roadie Omar de Lucca (Muca) – Maquiagem e cabelo Luciana Medeiros – Produção Daniela Bassit – Assessoria de imprensa Vander Lopes, Letícia Trindade e Glauker Bernardes – Produção do Projeto Raquel Fonseca – Produtora Local Rodrigo Machado (Território Comunicação) – Assessoria de Imprensa Local Lopes D’art Serviços em Mídia Ltda. (@lopesdart) – Realização Serviço: [show] Zizi Possi – “De Volta ao Começo” Local: CAIXA Cultural Brasília Endereço: SBS – Quadra 4 – Lotes 3/4 Datas: 1º, 2 e 3 de agosto Horários: sexta às 20h, sábado, às 17h e às 20h, e domingo, às 19h Acessibilidade: sessão de sexta-feira (1º), com intérprete de Libras Ingressos: R$ 15 (meia para clientes CAIXA e casos previstos em lei) e R$ 30 (inteira) - As vendas abrem sábado, 26 de julho, a partir das 13h, na bilheteria do teatro e, às 17h, no site Bilheteria Cultural Lotação: 406 lugares Duração: 60 minutos Classificação indicativa: não recomendado para menores de 14 anos Estacionamento: gratuito aos finais de semana e feriados e de terça a sexta a partir das 18hMais informações no site da CAIXA Cultural Acesso para pessoas com deficiência













