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- Simpósio em Chapecó debate manejo de matrizes e produtividade na avicultura
A Fundação de Apoio à Ciência e Tecnologia Animal (FACTA) promove, nesta quarta e quinta-feira, dias 16 e 17 de setembro, em Chapecó (SC), o Simpósio de Incubação e Matrizes. O evento reúne especialistas, pesquisadores e técnicos para discutir soluções operacionais, sanidade e inovação tecnológica aplicadas aos principais gargalos produtivos da cadeia avícola. A programação do encontro técnico abrange desde os primeiros dias da recria de matrizes até a entrega dos pintinhos nas granjas. No primeiro dia, os painéis abordam treinamento e retenção de pessoal, manejo de recria com foco em uniformidade, otimização da nutrição do primeiro dia ao pico de produção, atualização dos programas de iluminação, manejo pré-pico, controle ambiental e monitoramento dos programas de vacinação diante dos desafios sanitários atuais. A agenda também destaca o uso de dados gerados nas próprias granjas como ferramenta para a melhoria contínua dos índices de produtividade. No segundo dia, o foco está na operação de incubação, com discussões sobre fertilidade ao longo do ciclo produtivo, manejo dos ovos desde a oviposição até a incubadora, ventilação, controle de contaminações, automação de incubatórios e modernização das instalações com tecnologias de bioresposta. A programação inclui ainda temas como embriodiagnóstico, ajustes de temperatura, iluminação e ventilação para otimização do nascimento, vacinação in ovo, manejo do nascedouro ao transporte e integração de dados de incubação para ganho de desempenho dos lotes. Para o presidente da FACTA, Ariel Mendes, o evento busca aproximar os avanços acadêmicos e científicos da realidade de campo vivenciada pelos produtores. 'O acompanhamento rigoroso do manejo e do ambiente de incubação garante maior eficiência técnica, controle sanitário e sustentabilidade para toda a estrutura produtiva do setor', disse. Mais informações sobre o evento estão disponíveis em http://eventos.facta.org.br. Sobre a FACTA: A FACTA - Fundação de Apoio à Ciência e Tecnologia Animal é uma organização civil sem fins lucrativos, fundada em 10 de agosto de 1989, que incorpora e amplia atividades técnicas e científicas. Tendo como foco o fomento e a difusão de conhecimento e tecnologias aplicáveis à produção animal.
- Edital seleciona cidades do sul da Bahia para alimentação escolar agroecológica
Prefeituras do sul da Bahia já podem se inscrever para participar do projeto PNAE Agroecológico, iniciativa realizada pelo Instituto Comida do Amanhã, em parceria com o Instituto Fome Zero (IFZ), apoio institucional do Centro de Excelência contra a Fome do Programa Mundial de Alimentos (WFP) no Brasil e apoio da Fundação Rockefeller e Porticus. O edital vai selecionar uma cidade ou um grupo de municípios localizados no sul da Bahia, para desenvolver um modelo que poderá servir de referência para outras regiões do país. Com duração prevista de três anos, o PNAE Agroecológico busca compreender e estruturar mecanismos de incentivo, financiamento e governança capazes de ampliar a produção e a oferta de alimentos agroecológicos da agricultura familiar destinados à alimentação escolar. Além dos critérios técnicos, como a população do município e o percentual de compra da agricultura familiar, serão considerados aspectos como experiências anteriores de fortalecimento da agroecologia e valorização das mulheres nas cadeias produtivas. Na primeira etapa, entre 2026 e 2027, será realizada a fase de seleção e desenho do projeto. Já entre 2028 e 2029, a cidade escolhida contará com ações voltadas à implementação das estratégias construídas ao longo do processo. Lançado em 2025, o PNAE Agroecológico já está em implementação em 11 municípios brasileiros: Caruaru (PE); São José dos Pinhais (PR); Marituba, Barcarena, Benevides e Abaetetuba (PA); e Porto Alegre, Ipê, Montenegro, Antônio Prado e Caxias do Sul (RS). O PNAE é uma política pública reconhecida internacionalmente e um exemplo potente de como a alimentação escolar pode conectar quem produz, quem se alimenta e os territórios. O PNAE Agroecológico parte dessa política já consolidada para explorar novas possibilidades de conexão entre alimentação escolar, agricultura familiar e agroecologia, aproximando famílias agricultoras, gestão pública e escolas e olhando para os impactos dessas escolhas sobre as pessoas, o meio ambiente e o clima. Nos municípios participantes, temos avançado justamente nessa aproximação e na construção de novos arranjos entre esses atores, criando espaço para pensar como a alimentação escolar pode se relacionar cada vez mais com as realidades e potencialidades de cada território, comenta Gabriela Rodrigues, coordenadora de projetos do Instituto Comida do Amanhã. Benefícios para o município ou consórcio selecionado A cidade ou o conjunto de municípios baianos escolhidos receberá apoio técnico para aperfeiçoar os processos de compras públicas da alimentação escolar, assessoria técnica de base agroecológica destinado às famílias selecionadas no projeto e auxílio para estruturar e desenvolver políticas públicas voltadas à produção agroecológica. A proposta também prevê o fortalecimento da governança entre poder público, produtores rurais, assessoria técnica e comunidade escolar, contribuindo para ampliar a oferta de alimentos produzidos de forma mais sustentável, gerar renda para agricultores familiares e promover a conservação da biodiversidade e dos recursos naturais. Além do apoio técnico, o município ou o conjunto de cidades ganhará projeção nacional e internacional como território pioneiro na implementação de modelos de alimentação escolar agroecológica, podendo servir de referência para futuras políticas públicas e novos programas de desenvolvimento rural e segurança alimentar. Como participar As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pelas prefeituras municipais até as 23h59 do dia 25 de setembro, pelo Formulário de Inscrição PNAE Agroecológico. O processo exige o envio de declaração de compromisso da gestão municipal, indicação de representantes técnicos das áreas de educação e agricultura e informações sobre a execução do PNAE e da agricultura familiar no município. Serviço: Edital: Seleção de cidades para o projeto PNAE Agroecológico Inscrições: até 25 de setembro de 2026 Quem pode participar: prefeituras do sul da Bahia, individualmente ou em consórcio com municípios, localizadas no bioma da Mata Atlântica
- R$ 11 trilhões: FIDCs entram na nova escalada do crédito privado
Um mercado estimado entre R$ 10 trilhões e R$ 13 trilhões por ano começa a passar por uma transformação que pode alterar a forma como empresas brasileiras usam seus próprios recebíveis para acessar crédito. Apesar do volume, estimativas do setor indicam que apenas 10% a 15% das duplicatas são efetivamente utilizadas como garantia em operações financeiras, deixando trilhões de reais em direitos a receber com aproveitamento limitado como instrumento de financiamento. A duplicata escritural, criada pela Lei 13.775/2018 e posteriormente regulamentada pelo Banco Central, busca mudar essa dinâmica ao permitir que emissão, aceite, titularidade, cessão, gravames e liquidação sejam registrados dentro de uma infraestrutura eletrônica padronizada e rastreável. Em julho de 2026, o mercado entrou na etapa de produção assistida do novo modelo, que terá adoção obrigatória escalonada entre grandes, médias e pequenas empresas a partir de 2027. Mais do que substituir documentos físicos ou processos manuais, a mudança cria uma nova camada de informação para a análise de crédito empresarial, permitindo que o financiador passe a enxergar com maior precisão o ativo que está por trás da operação. A principal transformação acontece justamente na maneira como o recebível é analisado antes da concessão do crédito. No modelo tradicional, informações sobre uma mesma operação comercial podem estar distribuídas entre nota fiscal, boleto, ERP, contratos, arquivos internos e registros mantidos por diferentes participantes. Com a escrituração, o título passa a carregar uma trilha estruturada de eventos capaz de mostrar sua origem, titularidade, negociação e liquidação, além de reduzir o risco de um mesmo recebível ser apresentado simultaneamente em diferentes operações. Isso tende a mudar a análise baseada apenas no histórico financeiro do CNPJ e ampliar o peso dos dados relacionados à própria transação comercial. Para o financiador, passa a ser possível cruzar informações sobre quem originou o crédito, quem deverá pagá-lo, como essa relação comercial se comporta ao longo do tempo e quais eventos ocorreram durante a vida do título. 'O avanço mais importante não está simplesmente em transformar uma duplicata em um documento digital. Está em transformar o recebível em uma fonte de informação muito mais estruturada para a tomada de decisão. Quanto maior a rastreabilidade sobre origem, titularidade e comportamento daquele ativo, maior é a capacidade de distinguir uma operação consistente de um risco que aparentemente parecia bom', afirma Fernando Moreira, Diretor de Gestão de Fundos da Intra Asset. Os FIDCs aparecem como um dos exemplos mais evidentes do impacto dessa transformação, justamente porque sua atividade depende da capacidade de selecionar, adquirir e monitorar direitos creditórios. Entre janeiro e maio de 2026, esses fundos captaram R$ 41,7 bilhões, crescimento de 36,5% em relação ao mesmo período de 2025, e responderam por 406 operações, número superior às 237 emissões de debêntures registradas no período. Esse avanço ocorre justamente quando a análise de risco empresarial se tornou mais sensível. Em maio, mais de 9 milhões de CNPJs estavam negativados, acumulando R$ 229,9 bilhões em dívidas atrasadas, enquanto 2025 terminou com 2.466 empresas envolvidas em recuperações judiciais, alta de 13% e maior nível da série da Serasa Experian. O contraste reforça que a expansão do crédito estruturado não representa necessariamente uma redução da percepção de risco, mas uma busca por instrumentos capazes de selecionar melhor cada operação. Para um FIDC, a duplicata escritural pode ampliar a capacidade de avaliar não apenas o cedente, mas também o sacado, a recorrência comercial, a concentração da carteira, o histórico de pagamentos e os eventos registrados sobre cada recebível. 'Quanto mais pressionado está o ambiente empresarial, menos espaço existe para uma análise genérica de crédito. O fundo precisa entender quem vai pagar, de onde nasce aquele recebível, qual é o histórico daquela relação comercial e se o ativo já foi negociado ou onerado. A duplicata escritural fortalece justamente essa camada de informação e pode tornar a seleção de crédito muito mais granular', diz Moreira. A mudança deverá alcançar toda a cadeia de crédito baseado em recebíveis, de empresas e bancos a cooperativas, fintechs, securitizadoras e fundos. Para as companhias, a adaptação envolve integração de sistemas de gestão, faturamento, contas a pagar, tesouraria, jurídico e políticas internas de cessão de recebíveis. Para os financiadores, o desafio será transformar o aumento da disponibilidade de dados em critérios de crédito capazes de identificar padrões, inconsistências e concentrações de risco com maior velocidade. O cronograma prevê que a obrigatoriedade avance primeiro sobre grandes empresas, a partir de junho de 2027, alcance as médias em dezembro daquele ano e chegue às pequenas em junho de 2028. A expectativa é que, à medida que mais títulos passem pelo ambiente escritural, o mercado deixe de discutir apenas quanto uma empresa deve ou quanto consegue oferecer em garantia e passe a analisar com maior profundidade a qualidade econômica de cada recebível. 'A duplicata escritural não elimina o risco de crédito e nem transforma automaticamente um recebível em um bom ativo. O que ela faz é elevar a qualidade da informação disponível. Para gestores, bancos e investidores, essa diferença é fundamental, porque permite tomar decisões com uma visão mais precisa do lastro e acompanhar o comportamento da operação ao longo do tempo', conclui Fernando Moreira. A Intra Asset é uma gestora de crédito estruturado, gestão de recursos e tecnologia. Fundada em 2020 como Intrabank, iniciou suas atividades com foco em consultoria e estruturação de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs). Ao longo dos anos, expandiu sua atuação para gestão de fundos estruturados, incluindo crédito privado, fundos imobiliários e multimercados. A evolução para Intra reflete o amadurecimento da companhia como uma gestora integrada, combinando originação, gestão, dados e tecnologia proprietária para atuar com eficiência, escala e disciplina no mercado de capitais.
- Demian Maia lança biografia sobre trajetória nas artes marciais
Um dos principais nomes brasileiros da história do jiu-jitsu e do MMA, Demian Maia revela bastidores de sua trajetória como atleta em 'Maia-Leão: Disciplina, Coragem e Reinvenção', livro publicado pela Editora Alamiré. Com coautoria de Mauro Albano, a obra percorre mais de três décadas dedicadas às artes marciais e apresenta não apenas os grandes momentos da carreira, mas também os conflitos, perdas, escolhas e transformações que ajudaram a formar o atleta e o homem. 'Maia-Leão' conta a história de Demian antes dos holofotes. A obra recupera a infância, a relação com a família e o primeiro contato com as artes marciais aos seis anos. Já com 12, iniciou os treinos de kung-fu e, mais tarde, encontrou no jiu-jitsu o caminho que o levaria ao MMA. Maia conta como a disciplina construída desde cedo foi fundamental para superar dificuldades financeiras, inseguranças e momentos de instabilidade familiar. Entre vitórias e derrotas, a carreira também exigiu sucessivas reinvenções. Entre os episódios centrais está a luta contra Anderson Silva, em 2010, pelo cinturão dos médios do UFC. Mesmo derrotado após cinco rounds, Demian considera aquele confronto um dos grandes aprendizados de sua trajetória. A experiência o levou a refletir sobre medo, pressão, autoconhecimento e sobre a capacidade de continuar quando as circunstâncias parecem desfavoráveis. 'Nunca é tarde para virar o jogo, desde que a vontade de resistir continue pulsando', relata nas páginas do livro. A obra também acompanha a evolução de seu estilo de luta e sua relação com o jiu-jitsu. Campeão mundial da modalidade e do ADCC (Abu Dhabi Combat Club, o campeonato mundial mais importante e prestigiado de luta agarrada), além de duas vezes desafiante ao cinturão do UFC, Demian encerrou sua passagem pela organização como o brasileiro com mais vitórias no octógono. Foram mais de 35 anos de artes marciais e 23 anos de competição em alto rendimento. 'Maia-Leão' apresenta a luta como instrumento de transformação e não somente como uma memória esportiva. Ao longo da obra, Demian conta como deixou de enxergar o jiu-jitsu apenas como uma ferramenta para chegar ao MMA e passou a entendê-lo como uma filosofia de vida, baseada em disciplina, autoconhecimento e capacidade de adaptação. Depois da carreira competitiva, essa missão ganhou novos caminhos por meio do ensino, da comunicação e da formação de novos lutadores e praticantes da 'arte suave'. Sobre o autor: Demian Maia é jornalista, faixa preta de jiu-jitsu e um dos maiores atletas da história das artes marciais mistas (MMA). Pentacampeão mundial de jiu-jitsu e campeão do ADCC, competiu por mais de uma década na elite do UFC. É também palestrante, empreendedor e figura frequente em canais como ESPN e Combate. Oferece seminários em todos os continentes, sendo referência internacional na aplicação de conceitos de luta, estratégia e resiliência. Sobre a Editora Alamiré: A Alamiré é uma editora comercial dedicada a publicar biografias, livros-arte e literatura. Sua missão é publicar livros e gerir conteúdos que despertem a reflexão, inspirem a busca pela compreensão da jornada humana e provoquem a transformação do leitor e da sociedade, sempre guiados pela excelência editorial, unindo profundidade de conteúdo, relevância cultural e excelência estética. Serviço: Livro: Maia-Leão: Disciplina, Coragem e Reinvenção Autor: Demian Maia e Mauro Albano Editora: Alamiré Páginas: 256 Preço: R$ 89,90 Disponível para compra através do link
- Brasília Moto Festival chega à quinta edição e ocupa o Eixo Monumental
Edição de 2026 promove encontro da cultura motociclística com shows, gastronomia e feira no Eixo Cultural Íbero-Americano. Milton Guedes é uma das atrações musicais. A edição de 2026 do Brasília Moto Festival (BMF) é realizada entre os dias 17 e 20 de setembro (quinta a domingo) e ocupa o Eixo Cultural Íbero-Americano. São quatro dias de programação intensa no centro da cidade, com shows ao vivo, atividades para toda a família, praça gastronômica e feira de artesanato. O evento é um encontro nacional que reforça a celebração do motociclismo e recebe motoclubes, motociclistas, triciclistas, colecionadores de carros antigos e entusiastas da cultura sobre rodas. A entrada é gratuita mediante a doação de um quilo de alimento não perecível, em todos os dias do festival. A quinta edição deste ano do BMF é apresentada pelo Ministério da Cultura com patrocínio da Paratudo Bebidas. Motociclistas se deslocam de várias regiões do Brasil para participar das quatro noites de shows e da convivência nos espaços do festival. A programação musical tem como destaques o músico Milton Guedes e a banda Tião e os Bravos. Atração inédita preparada para este ano é um show de rock tocado por uma orquestra. Com o crescimento do projeto, o propósito continua sendo proporcionar um ambiente acolhedor, de acordo com a idealizadora e diretora do BMF, Tânia Serzanink. 'O movimento do motociclismo e do motoclubismo em Brasília é um dos maiores do Brasil. O clima por aqui é de amizade, de encontros. É isso que as pessoas buscam no festival', reforça. Quinta e sexta-feira, dias 17 e 18, o evento começa às 16h. Já no sábado e domingo, dias 19 e 20, o início é às 10h. A programação completa já está disponível no perfil oficial (instagram.com/brasiliamotofestival) e no site oficial do evento (brasiliamotofestival.com.br). Tradição Em sua quinta edição, o Brasília Moto Festival já se tornou um dos encontros de motociclismo mais tradicionais do Centro-Oeste. Ao chegar em sua 6ª edição, o evento é parte do calendário da cultura motociclística e amplia a missão de valorizar motociclistas e entusiastas. Programação - Brasília Moto Festival 2026 17 de setembro (quinta-feira) 19h - On Seven7 20h30 - Celebration Band 22h30 - Lúpulo 00h - Ray Titto e os Calabares 18 de setembro (sexta-feira) 17h - Homem Banda 19h - Orquestra/Rock 21h - Haroldinho Mattos 22h30 - Milton Guedes 0h30 - Azzarock 19 de setembro (sábado) 15h30 - Homem Banda 17h30 - Black Machine 19h - Monster Jam 21h - Two Silent Decades 22h30 - Tião e os Bravos 0h15 - Country Side Memories 20 de setembro (domingo) 12h - Gleisson Chaves (pocket show) 13h30 - Old Is Cool 15h - Quinta Essência 16h45 - Queen os Magic Serviço: Brasília Moto Festival 2026 De 17 a 20 de setembro No Espaço Cultural Ibero-Americano (Eixo Monumental, Brasília) Programação completa: brasiliamotofestival.com.br Instagram: instagram.com/brasiliamotofestival Entrada gratuita com doação espontânea de um quilo de alimento não perecível Classificação etária: livre Informações: (61) 99539-8008 / 98416-7900
- IA ganha espaço na disputa das marcas pela Black Friday
Embora a Black Friday aconteça apenas em novembro, a preparação das marcas já começa entre 45 e 60 dias antes e, neste ano, há uma nova frente nessa disputa: aparecer nas recomendações feitas por ferramentas de IA. Pesquisa da Conversion mostrou que 54,6% dos brasileiros pretendiam usar inteligência artificial para comparar preços na Black Friday de 2025. Com essa mudança na jornada de compra, além de preço, mídia e SEO, as empresas começam a olhar para GEO (Generative Engine Optimization) e para a forma como seus produtos são encontrados e apresentados nas respostas das IAs. Leandro Scalise, CEO da Rank, está disponível para entrevista, com análises sobre o que as marcas já deveriam preparar para a Black Friday, presença nas IAs, conversão e comportamento do consumidor.
- Polyvox lança nova caixa de som XC-815T PRO
A Polyvox acaba de lançar a XC-815T PRO, evolução da XC-715T, com potência de 800W RMS, painel traseiro mais completo, Bluetooth 5.3, aplicativo próprio, efeitos de luz e autonomia de até 12 horas. O modelo foi desenvolvido a partir de feedbacks dos próprios consumidores, principalmente sobre a necessidade de concentrar os controles de som, microfone e instrumentos em uma única interface.
- Do porto ao talhão: logística e dados entram na conta da eficiência dos fertilizantes
O Brasil importa 93% dos fertilizantes que consome, somente em 2025, foram 45,5 milhões de toneladas trazidas do exterior, segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Em um cenário marcado por conflitos geopolíticos, restrições comerciais, oscilações de preços e gargalos logísticos, essa dependência deixou de ser apenas uma questão de comércio exterior e passou a representar um fator de risco para o planejamento da safra, o custo de produção e, consequentemente, a rentabilidade do produtor. O problema é que o risco não termina quando o navio chega ao porto. Ele continua no transporte, na armazenagem, na distribuição e, principalmente, dentro da propriedade. Garantir que o fertilizante chegue ao Brasil é apenas uma parte da equação. É preciso que ele esteja disponível no momento adequado, pelo menor custo possível e seja utilizado de maneira eficiente. Os números mais recentes mostram como essa vulnerabilidade pode se materializar rapidamente. Entre janeiro e maio de 2026, as importações brasileiras de fertilizantes nitrogenados e fosfatados recuaram 8,7%, passando de 7,69 milhões para 7,02 milhões de toneladas. No mesmo período, porém, o preço médio de internalização aumentou 14,4%. Como consequência, o valor desembolsado pelo país com essas importações cresceu 4,4%, mesmo diante da entrada de um volume menor. Em outras palavras: o Brasil pagou mais por menos produto. Esse movimento expõe uma vulnerabilidade que vai além da formação do preço internacional. Quando o insumo fica mais caro na origem, frete, armazenagem e atrasos na entrega podem pesar ainda mais sobre a conta final. É por isso que a gestão dos fertilizantes precisa começar antes mesmo de a carga chegar ao porto. Logística, nesse contexto, também é uma variável agrícola. O fertilizante precisa estar disponível quando a lavoura demanda determinado nutriente. Um produto que chega tarde pode comprometer o planejamento, aumentar custos e reduzir a previsibilidade da operação. Em agosto, a Comissão Nacional das Autoridades nos Portos (Conaportos) recomendou prioridade para o desembarque de fertilizantes minerais e demais insumos nutricionais destinados à safra 2026/27 nos portos públicos organizados. A medida ocorreu em um cenário de disrupções logísticas associadas ao ambiente geopolítico internacional. Paranaguá, Santos e os portos do Arco Norte são pontos estratégicos dessa cadeia. Um atraso na descarga não termina no cais: pode resultar em filas de caminhões, maior necessidade de armazenagem, fretes mais caros e menor previsibilidade para a chegada do produto à propriedade. No campo, a previsibilidade também tem valor econômico. O produtor precisa comprar o insumo, programar sua distribuição e posicioná-lo de acordo com o planejamento da lavoura. Quanto maior a incerteza, maior a necessidade de capital e maior a exposição ao risco. O Profert é estratégico, mas ainda não resolve O Programa de Desenvolvimento da Indústria de Fertilizantes (Profert) representa um passo importante na tentativa de reduzir a dependência externa. Em agosto, o Senado aprovou o projeto que prevê até R$ 10 bilhões em incentivos para estimular investimentos em novas plantas e na expansão e modernização da produção nacional. O texto foi encaminhado à Presidência da República para sanção. A iniciativa é necessária. Ampliar e modernizar a capacidade brasileira de produção de fertilizantes significa reduzir a vulnerabilidade diante de choques externos e criar condições para uma cadeia de suprimentos mais resiliente. Mas é importante separar o horizonte estratégico da necessidade imediata. Uma nova planta industrial não é construída da noite para o dia. Projetos de fertilizantes demandam capital, infraestrutura, disponibilidade de matérias-primas, energia e gás natural em condições competitivas, além de planejamento e tempo para implantação. O Profert pode ajudar a transformar a estrutura da oferta brasileira nos próximos anos. A safra que está sendo planejada, porém, precisa lidar com os preços, estoques, fretes e disponibilidade de produto existentes hoje. É justamente nesse intervalo que a eficiência ganha importância. Mais fertilizante não significa mais produtividade Existe também um problema dentro da porteira: saber exatamente onde, quanto e quando aplicar. Um estudo do Instituto Escolhas mostra que o uso de fertilizantes químicos na produção brasileira de soja passou de 728 mil toneladas, em 1993, para 6 milhões de toneladas, em 2022, um crescimento de 734%. No mesmo período, a quantidade de soja produzida por tonelada de fertilizantes caiu de 517 para 333 sacas. Os números não significam que o fertilizante deixou de ser essencial à produtividade. Mostram que a relação entre quantidade aplicada e resultado obtido precisa ser analisada com mais precisão. Fertilizante não deve ser tratado como uma variável uniforme dentro de uma propriedade. A necessidade de nutrientes varia conforme características do solo, histórico de cultivo, produtividade esperada, cultura, clima e manejo. Aplicar uma dose única em toda a área, quando existe variabilidade significativa dentro do talhão, pode levar a dois problemas simultâneos: aplicação abaixo da necessidade em determinados pontos e excesso em outros. A consequência é econômica antes de ser tecnológica. O produtor pode estar colocando dinheiro no solo sem necessariamente transformar esse investimento em produtividade. O valor dos dados É nesse ponto que os dados passam a ter valor estratégico. A agricultura já produz uma quantidade enorme de informações: análises de solo, mapas de produtividade, imagens de satélite, dados climáticos, histórico de aplicações, relevo, disponibilidade hídrica, preços de insumos, localização de armazéns e rotas de transporte. O desafio, portanto, não é simplesmente ter mais dados. É conectar essas informações para transformar variáveis dispersas em decisões melhores. A inteligência espacial permite, por exemplo, identificar a variabilidade dentro da propriedade e apoiar estratégias de aplicação em taxa variável, sempre a partir de critérios agronômicos e de análises que indiquem a necessidade de cada área. Mas essa inteligência também pode ultrapassar os limites da fazenda. Ao cruzar localização da propriedade, origem do fertilizante, disponibilidade regional, distância, modal de transporte e frete, é possível estimar o custo efetivo do insumo entregue no destino, e não apenas observar o preço anunciado na origem. Essa diferença é relevante. A mesma lógica pode ser aplicada à gestão financeira e de risco. Informações territoriais e produtivas podem contribuir para que instituições financeiras e seguradoras avaliem melhor a exposição de uma operação agrícola, considerando características específicas da propriedade e de sua região. A próxima fronteira da eficiência está na informação A discussão sobre fertilizantes costuma terminar quando se fala em produção nacional. Precisamos ampliar essa visão. Reduzir a dependência externa é fundamental. Melhorar a eficiência dos portos também. Mas existe uma terceira frente, dentro da propriedade: fazer cada tonelada de fertilizante gerar o máximo possível de retorno agronômico e econômico. Isso exige planejamento, conhecimento do solo, manejo adequado e capacidade de interpretar a variabilidade da produção. Também exige uma mudança de perspectiva. O dado não deve ser encarado como mais uma camada de tecnologia sobre a agricultura, mas como uma ferramenta capaz de conectar decisões que muitas vezes ainda são tomadas de forma isolada. O Brasil precisa continuar investindo na produção nacional de fertilizantes e na infraestrutura logística. Mas não se pode esperar que essas soluções, sozinhas, eliminem o risco. Enquanto novas fábricas são construídas e a infraestrutura é ampliada, existe uma medida que pode começar imediatamente: reduzir desperdícios, melhorar a tomada de decisão e aumentar a eficiência do insumo que já está chegando ao campo. Do porto ao talhão, a segurança dos fertilizantes não depende apenas de quanto o Brasil consegue importar ou produzir. Depende também de quanto consegue transformar cada tonelada em produtividade, margem e segurança para quem produz. Nessa equação, informação de qualidade deixou de ser diferencial. É infraestrutura para a agricultura.
- Escritora paranaense transforma memória familiar em livro sobre legado emocional
A obra 'Uma maçã para quatro', da médica e escritora Cornelia Wendel, publicada pela Editora Labrador, apresenta uma narrativa de forte carga emocional ao unir ficção, memória familiar e acontecimentos históricos. Com mais de 400 páginas, o romance conduz o leitor por uma trajetória marcada pelos reflexos da Segunda Guerra Mundial, mostrando como o trauma, a imigração e a reconstrução da vida em outro país continuam presentes nas gerações seguintes. A história acompanha principalmente Corina, personagem cuja identidade é profundamente influenciada pelas marcas deixadas em sua mãe, Bertha, sobrevivente das perseguições nazistas. Ao lado de Ernest, avô ligado às tradições judaicas europeias, e de Willy, um ex-soldado alemão que tenta recomeçar a vida no Brasil, a narrativa constrói um retrato sensível das complexidades humanas, explorando temas como culpa, pertencimento, perdão, afeto e a difícil convivência entre passado e presente. A ideia da escrita não era minha. Era de um amigo apaixonado por história. Toda vez que eu contava algum caco incompleto da trajetória dos meus avós, ele falava: 'Alemoa, tu tens que escrever sobre isso, tu tens muito pra contar, isso ainda vira um best-seller!'. E um belo dia rascunhei a primeira página e, de repente, as páginas fluíram uma atrás da outra até virarem 'Uma maçã para quatro', relata Cornelia. Mais do que revisitar acontecimentos históricos, o livro propõe uma reflexão sobre a herança emocional transmitida entre gerações. Ao retratar os desafios psicológicos enfrentados por sobreviventes da guerra e por seus descendentes, a autora desconstrói a ideia de que a resiliência ocorre de maneira simples ou definitiva. A personagem Bertha simboliza esse processo ao carregar traumas que moldam não apenas sua própria existência, mas também a formação emocional das filhas, revelando como experiências extremas permanecem vivas mesmo décadas depois. Ambientada entre a Alemanha e o interior do Paraná, a narrativa também destaca o processo de adaptação vivido por famílias de imigrantes, abordando o choque entre culturas, o isolamento, as dificuldades da vida rural e a constante busca por identidade. Esses elementos ampliam o alcance da obra, que ultrapassa o contexto histórico para oferecer uma reflexão universal sobre memória, pertencimento e os laços invisíveis que conectam diferentes gerações. Se há uma mensagem nas entrelinhas dessa obra, o meu desejo é que ela toque o leitor de modo a escancarar o fio invisível que une gerações sem nunca ser cortado, apenas entrelaçado de formas diferentes entre cada personagem. O ar que eu respiro e o chão no qual piso trazem as marcas de cada antepassado meu, com todas as suas dores e alegrias. Eles estão em mim. E eu estarei em cada descendente que vier, afirma a autora. Sobre a autora: Cornelia Wendel nasceu em 1965 em Rolândia, no sul do Brasil, filha de um lavrador de origem alemã e de uma dona de casa de origem judaica. Médica, desde muito nova mostrou implacável paixão pela leitura, o que acabou por despertar-lhe o desejo de escrever sua primeira obra, 'Uma maçã para quatro', na qual retrata o legado de sua família. Serviço: Livro: Uma maçã para quatro Autor: Cornelia Wendel (@wendelcornelia) Editora: Labrador Disponível para compra através do link
- Emagrecimento acelerado e os cuidados com a pele que vêm depois dos quilos perdidos
O emagrecimento rápido pode transformar não apenas o número indicado na balança, mas também a relação do corpo com a própria pele. Com a redução do volume corporal, algumas pessoas passam a apresentar excesso de tecido e flacidez, especialmente na região abdominal, condição popularmente conhecida como 'barriga de avental'. Além da questão estética, as dobras podem favorecer o acúmulo de umidade, o atrito constante entre as superfícies da pele e, consequentemente, o surgimento de irritações e dermatites. O cenário ganha relevância em um momento de popularização de medicamentos utilizados no tratamento da obesidade e no controle do peso, como os chamados análogos de GLP-1. Embora a perda de peso possa trazer importantes benefícios à saúde, quando ocorre de forma rápida ou significativa, pode provocar alterações corporais que demandam atenção e novos cuidados, incluindo os cuidados com a pele. 'Quando existe uma dobra de pele, temos uma região mais sujeita ao contato contínuo, ao calor e à umidade. Esse ambiente pode comprometer a barreira cutânea e facilitar o aparecimento de irritações', explica a enfermeira Andrezza Barreto, da Vuelo Pharma. Por isso, além da higiene e da secagem adequada, é importante pensar em estratégias para reduzir agressões mecânicas e preservar a integridade da pele. Uma das alternativas utilizadas para auxiliar na proteção da pele é a criação de uma barreira física entre a superfície cutânea e agentes que podem provocar agressões. 'É nesse contexto que o Spray de Barreira Vuelo pode ser utilizado como um aliado nos cuidados com a pele', explica a enfermeira. Quando aplicado, o produto forma uma película protetora e uniforme sobre a pele, contribuindo para reduzir o contato com fatores potencialmente irritantes. O spray não elimina a flacidez nem trata a causa do excesso de pele, mas pode fazer parte de uma estratégia de proteção da barreira cutânea em regiões submetidas a atrito e umidade. Em caso de vermelhidão persistente, dor, descamação, feridas, secreção ou sinais de infecção, a recomendação é procurar avaliação de um profissional de saúde. Segundo a enfermeira, mais do que uma questão estética, as mudanças provocadas pelo emagrecimento também colocam em evidência uma etapa muitas vezes esquecida: adaptar os cuidados com o corpo à sua nova configuração. Afinal, quando o peso muda rapidamente, não é apenas o guarda-roupa que precisa ser revisto, a rotina de cuidado com a pele também pode precisar de ajustes.
- Boulevard Shopping Brasília promove segunda edição da Coffee Experience
Na vanguarda de uma tendência mundial que transforma encontros diurnos em experiências de bem-estar e conexão, o Boulevard Shopping Brasília foi o primeiro shopping center do país a levar essa proposta ao público. Nos próximos dias 19 e 20 de setembro, das 9h às 14h, o empreendimento realiza a segunda temporada da Coffee Experience, iniciativa que ressignifica o conceito de wellness ao reunir cafés especiais, música e atividades ao ar livre. Pelo ineditismo e relevância do projeto, a primeira edição conquistou o Prêmio Abrasce, principal reconhecimento do setor de shopping centers do país. A Coffee Experience ficou mais robusta em 2026 e as atividades gratuitas começam no sábado (19), às 9h30, com uma aula da SlimFit, referência nacional em estúdios boutique exclusivos para mulheres, que combina exercícios de força, movimentos funcionais e atividades aeróbicas para estimular o condicionamento cardiovascular. Às 10h30, será a vez do Step Dance, modalidade que utiliza uma plataforma para simular a subida de degraus em sequências dinâmicas e coreografadas. Na sequência, às 11h30 e às 12h30, serão realizadas duas aulas de bike da Spintech, maior franquia brasileira de indoor cycling, que harmoniza o ritmo das músicas à intensidade das pedaladas em estúdio. A agenda de domingo (20) inicia, às 9h30, em ritmo de dança, com o Burndance, método criado pelo coreógrafo Bruno Mendes que reúne diferentes ritmos em uma aula de alto gasto calórico. Na sequência, às 10h30, o Fit Dance com coreografias animadas ao som de grandes sucessos musicais. Para encerrar as atividades, às 11h30, será realizada uma nova aula de Step Dance. Para conduzir a trilha sonora nos dois dias de evento, a DJ Karla Testa, reconhecida na cena musical brasiliense, prepara sets exclusivos, que imprimem ritmo à programação da Coffee Experience, conectando as diferentes atividades. Símbolo da cultura e da economia brasileira, reconhecido mundialmente pela qualidade e pela diversidade de grãos e regiões produtoras, o café ganha espaço no evento com a participação de marcas e produtores da região e de diferentes partes do país. Nos dois dias de evento, a partir das 9h, as marcas Cheirin Bão e Brasília Coffee recebem os visitantes com uma grande variedade de cafés, apresentados puros, em receitas especiais ou blends. A programação convida o público a descobrir diferentes perfis, aromas e sabores de uma das bebidas mais presentes no dia a dia. E, para acompanhar, os irresistíveis pães artesanais da padaria Moinho. A Quality - Farmácia de Manipulação também chega com uma experiência que envolve novos sabores. Um barman vai preparar drinks saborosos com os suplementos da linha fitness da marca, além de um carrinho oferecendo aos participantes o Ice Dice, um sorvete fit que possui princípios ativos focados no bem-estar e performance. Para completar a manhã dedicada ao autocuidado, a Avatim participa com suas famosas fragrâncias e oferece gratuitamente o Spa das Mãos às visitantes. A Natura também estará presente com a distribuição de amostras grátis de alguns de seus produtos mais desejados. Já a Live! leva uma seleção especial de peças de suas coleções de moda fitness, que estarão à venda durante o evento para quem busca mais conforto e estilo na prática de atividades físicas. A festa diurna voltada ao bem-estar é uma tendência que ganha força no mundo e que o Boulevard Shopping Brasília trouxe de forma pioneira para a capital federal. Para o gerente de Marketing, Rafael Mendonça, a proposta valoriza hábitos saudáveis e momentos de convivência. 'Queremos convidar as pessoas a começar o dia de um jeito diferente, unindo café, movimento, música e bem-estar em uma experiência leve e prazerosa. A Coffee Experience traduz esse olhar do Boulevard para o autocuidado e para a importância de criar momentos de conexão, com nós mesmos, com as pessoas e com as marcas que compartilham desse propósito', afirma o gestor. Serviço: Coffee Experience no Boulevard Shopping Brasília Data: 19 e 20 de setembro Horário: 9h às 14h Ingressos gratuitos e antecipados no Sympla: www.sympla.com.br/produtor/boulevardbrasilia Aulas com vagas limitadas. Consulte regulamento nos canais digitais do shopping Local: Boulevard Shopping Brasília, Setor Terminal Norte, Conj. J, Asa Norte Informações: (61) 3448-3300 Site: boulevardbrasilia.com.br Instagram: @boulevardshoppingbrasilia











