top of page

Resultados da busca

Buscar neste site

42697 resultados encontrados com uma busca vazia

  • Livro transforma dores da adolescência em convite à escuta no Setembro Amarelo

    Durante o Setembro Amarelo, mês dedicado à conscientização sobre a prevenção do suicídio e ampliação do diálogo sobre saúde emocional, a literatura pode criar espaços de escuta, identificação e acolhimento. É nesse contexto que 'Poemas Trágicos de uma Adolescente Deprimida – Uma jornada da infância para a maturidade', obra da escritora brasileira radicada na Noruega Érica Domingos, ganha destaque. Publicado pela Editora Telha, ele reúne poemas escritos durante sua adolescência e publicados cerca de 30 anos depois mas que, para a autora, ainda têm as mesmas dimensão e relevância. Nascida no Rio de Janeiro e hoje residente em Oslo, Érica encontrou na escrita, ainda muito jovem, uma maneira de expressar sentimentos que não conseguia compartilhar abertamente. Durante a adolescência, enquanto mantinha diante da família e dos amigos uma imagem alegre, utilizava o pseudônimo 'Imperatriz' para registrar angústias, medos e inquietações. Guardados por sua mãe durante três décadas, os poemas chegam agora ao público como um relato sobre depressão, vulnerabilidade, amadurecimento e a necessidade de criar espaços seguros para falar sobre sofrimento emocional. A experiência narrada em 'Poemas Trágicos de uma Adolescente Deprimida' ganha uma dimensão ainda mais atual durante o Setembro Amarelo, ao lembrar que reconhecer sinais de sofrimento e oferecer escuta pode fazer diferença na trajetória de quem passa por uma crise emocional. A obra sugere uma aproximação especialmente importante com adolescentes, pais, educadores e familiares, ao abordar sentimentos que nem sempre são verbalizados e que podem permanecer escondidos por trás de comportamentos aparentemente normais. 'Por muito tempo, aprendi a esconder aquilo que sentia e encontrei na escrita um lugar onde podia ser verdadeira. Hoje, ao publicar esses poemas, espero que eles ajudem a mostrar que falar sobre a dor não é sinal de fraqueza. Pelo contrário: quando conseguimos colocar em palavras aquilo que nos machuca, abrimos espaço para pedir ajuda, ser ouvidos e perceber que não precisamos enfrentar tudo sozinhos', afirma a autora. Para Érica, publicar os textos significa também transformar uma experiência particular em uma possibilidade de diálogo. A literatura, que preservou sua identidade brasileira mesmo após a mudança para outro continente, tornou-se uma forma de revisitar a própria história e, ao mesmo tempo, estabelecer uma conexão com leitores que possam reconhecer nos versos sentimentos semelhantes aos que viveram ou ainda vivem. 'Poemas Trágicos de uma Adolescente Deprimida' levanta uma reflexão válida sobre saúde emocional, pertencimento e memória afetiva. Para Érica Domingos, ele transforma uma experiência íntima em oportunidade para discutir a importância da escuta e do acolhimento. Sobre a autora: Nascida no Rio de Janeiro em 1981, Érica Domingos teve seu primeiro contato marcante com a literatura ainda na infância, como aluna de uma escola militar. Na vida adulta, construiu uma sólida carreira internacional na área de engenharia, vivendo e trabalhando em diferentes países, até se estabelecer em Oslo, onde reside atualmente. Apaixonada por psicologia, neurociência e por uma literatura fundamentada em dados e fatos, encontrou na maternidade a inspiração para publicar seu primeiro livro em 2025, voltado ao público infantil. Seu trabalho reflete a sensibilidade de quem observa o mundo com curiosidade científica, empatia humana e um olhar poético sobre as experiências da vida. Serviço: Livro: Poemas Trágicos de uma Adolescente Deprimida – Uma jornada da infância para a maturidade Autora: Érica Domingos (@ericadomingos.autora) Editora: Telha Adquira o livro através do link

  • Festa Alada encerra calendário de 2026 dos festejos de Seu Estrelo com uma homenagem ao Cerrado

    Os festejos de Seu Estrelo encerram sua programação de 2026 com a Festa Alada, no dia 12 de setembro, a partir das 19h, na Sede do Seu Estrelo, no Centro Tradicional de Invenção Cultural, na 813 Sul. A celebração reúne artistas do Distrito Federal, Alagoas e Pernambuco em uma noite dedicada ao Samba Pisado, às tradições populares e aos encontros que fazem parte da trajetória do grupo. A programação conta com Orquestra Alada Trovão da Mata, Alessandra Leão, Mestre Sapopemba, Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro e Coco de Engenho. A entrada será mediante a doação de 1kg de alimento não perecível. Abrindo o festejo, às 20h, a Orquestra Alada Trovão da Mata apresenta seu inventivo brinquedo cerratense e prepara a noite para a Chegança do Calango Voador, momento em que o Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro faz sua feitura. Às 21:30h, diretamente de Pernambuco, a cantora Alessandra Leão se apresenta ao lado do Mestre Sapopemba, trazendo para Brasília a força dos ritmos e das tradições populares do nordeste. A relação de Alessandra Leão com o universo de Seu Estrelo é antiga. Comadre pioneira da brincadeira de Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro, a artista retorna à festa para fortalecer uma tradição que tem no encontro entre diferentes territórios e manifestações culturais um de seus principais fundamentos. Às 23h, o palco é tomado pelo Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro, anfitrião da celebração. O grupo faz a chegança do Calango Voador, homenageado da Festa Alada e uma das figuras principais dessa inovadora brincadeira popular criada pelo Fuá de Seu Estrelo. Encerrando a programação, às 00:30H, o Coco de Engenho, diretamente da Mata Norte de Pernambuco, chega à Festa Alada. O grupo é uma das principais referências da tradição do Coco Rural e participa da celebração reforçando a ponte construída entre as tradições pernambucanas e a produção cultural do Cerrado. “Levar o coco de roda de Nazaré da Mata – que agora está sendo chamado de coco rural – e o frevo do bloco rural para o terreiro do Seu Estrelo é de uma grandeza indescritível. Vamos levar nosso balanço, o balanço de Nazaré da Mata, para o povo não ficar parado. Bate o pé, pinota e dança”, celebra João Paulo Rosa, do Coco de Engenho. Refestejo Os festejos de Seu Estrelo existem há 22 anos e fazem parte do calendário cultural oficial do Distrito Federal. Ao longo desse período, as celebrações se consolidaram como espaços de encontro, criação e fortalecimento das memórias comunitárias. Para o grupo, os festejos populares não têm como finalidade principal a geração de lucro, mas a geração de vínculos, sentidos de mundo, identidades e experiências compartilhadas. O mestre do Seu Estrelo, Tico Magalhães, assinala que a Festa Alada também é um espaço de luta pela preservação do Cerrado, "floresta invertida" e "berço das águas" do Brasil. "Esse convite é também uma convocação para uma folgazeira batalha. Para uma festança que carrega uma pretensão: mostrar para o Cerrado e para toda a Natureza que a gente não se esqueceu da espantosa beleza de estar junto nesse mundo", convida o mestre. A Festa Alada integra o projeto REFESTEJO, realizado pelo Instituto Tradicional de Invenção Cultural com fomento do Ministério da Cultura do Governo Federal (MinC). A celebração encerra o calendário anual convidando o público a participar ativamente desse encontro entre diferentes tradições, em uma noite que conecta o Cerrado à Mata Norte pernambucana. Mais do que assistir às apresentações, a proposta é entrar na brincadeira, dançar, encontrar e construir novas memórias. Afinal, como afirma o próprio Seu Estrelo: a cultura popular não se consome: se brinca, se vive. PROGRAMAÇÃO: 19h – Abertura 20h – Orquestra Alada Trovão da Mata 21:30h – Alessandra Leão e Mestre Sapopemba 23h – Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro 00h30 – Coco de Engenho Serviço - Festa Alada do Seu Estrelo Quando: sábado, 12 de setembro, a partir das 19h Onde: Centro Tradicional de Invenção Cultural, 813 Sul Entrada: 1kg de alimento não perecível Redes: https://www.instagram.com/seuestrelo/

  • Brasília terá sua primavera colorida com a 6ª Feira das Orquídeas & Plantas

    A estação das flores está chegando e, junto com ela, temos a 6ª edição da Feira das Orquídeas & Plantas. Ao todo, serão mais de 15 mil exemplares de variadas regiões do Brasil disponíveis para colecionadores, produtores e curiosos desse universo que encanta. O evento terá entrada franca, e será realizado nos dias 17 a 20 de setembro, de 8h às 18h, na Casa da Cultura no Guará, com amplo estacionamento, fácil acesso via metrô, local para refeição e banheiros. De acordo com André Marques, organizador do evento e produtor do Orquidário Colorado, a edição primavera da Feira era um pedido antigo do público. “As orquídeas que florescem nessa época do ano são diferentes das costumeiras espécies que vemos no primeiro semestre, como por exemplo as orquídeas Dendrobium. Faz muito tempo que não temos uma exposição nesse período do ano, então vai ser uma oportunidade única para os amantes e produtores desse ramo”, destacou Marques. Vilda Madalosso é dona de casa e artesã. Participou da última edição da Feira, e diz que pelo amor as plantas, venceu a depressão. “Eu me apaixonei pelas orquídeas e plantas há uns 20 anos. Para mim foi um remédio para depressão, uma terapia. Sobre o evento, quem não conhece, precisa ver tudo isso de perto. É muito bom. Estive presente em todas as edições”, elogiou Madalosso. Novidade Nesta edição, a feira terá a presença do Orchid Garden de Goiânia. Com mais de 12 anos de experiência no cultivo e melhoramento genético, o orquidário é reconhecido como o maior colecionador e produtor de nobilior do mundo, uma espécie de Cattleya do cerrado, reconhecida e admirada por sua delicadeza, com destaque para o vivo colorido do labelo, formando admirável contraste com o lilás de suas sépalas e pétalas. Mercado No Brasil a produção de flores e plantas ornamentais é pulverizada, uma vez que é possível se obter uma renda considerável em pequenas áreas. Apesar disso, existem alguns polos de produção no país. Segundo o Instituto Brasileiro de Floricultura (Ibraflor), o setor de flores movimentou R$ 23,3 bilhões em 2025 no Brasil. Os estados que se destacaram como importantes polos produtivos foram: São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Brasília e Ceará. Já de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), existem atualmente 8 mil produtores de flores e de plantas ornamentais no país. Essas propriedades cultivam mais de 2,5 mil espécies com valor comercial e 17,5 mil variedades, segundo dados do setor. Valdecir Souza, produtor e proprietário do Orquidário Valverde de Jarinu, São Paulo, trouxe suas espécies pela primeira vez à Capital Federal na última edição do evento. “Nós participamos de eventos por todo o Brasil. Goiânia, Brasília, Rio de Janeiro, Joinville, vamos para todo lado. As vendas on-line também saem bastante”, disse. Desde a pandemia, o produtor afirma que o mercado só aqueceu. “Na época da pandemia o crescimento foi grande. Já tínhamos o site naquele ano. Antes da pandemia, nós vendíamos em média 1.500 flores no site. Quando veio à tona, que a gente começou com as lives e o pessoal não podia sair de casa, chegamos a vender mais de 15 mil exemplares por semana. Foi um estouro, foi um negócio surpreendente para a gente”, relembrou. Oficinas De sexta a domingo, a Feira oferece oficinas também gratuitas e abertas ao público. André Marques explica como funciona o momento e como participar: “Vamos ter oficinas de sexta a domingo. A gente chama de oficina, porque todo mundo acaba plantando uma mudinha, levando para casa e aprendendo um pouco mais sobre como cultivá-las”, detalhou. De acordo com o organizador, as turmas sempre lotam. Você pode se inscrever no próprio evento ou de forma antecipada no Instagram, @feiradasorquideas. Serviço: 6ª Feira das Orquídeas & Plantas Data: 17 a 20 de setembro; Local: Casa da Cultura, Guará, Brasília, Distrito Federal; Horário: 8h às 18h com entrada franca.

  • Manhattan Shopping recebe programação especial de teatro infantil em setembro

    Setembro chega ao Manhattan Shopping com um convite para as crianças deixarem a imaginação correr solta. Ao longo do mês, o Manhattan Kids transforma a Praça Central do empreendimento em palco para encontros com personagens conhecidos, histórias clássicas e aventuras que atravessam diferentes universos. A programação é gratuita e reúne apresentações teatrais da Starte Entretenimentos, sempre aos fins de semana. A temporada começa no dia 12 de setembro, às 15h, com Lilo e Stitch, uma história que celebra a amizade, os laços de família e a descoberta de que, às vezes, os melhores amigos aparecem de onde menos se espera. No domingo, 13 de setembro, a programação ganha sotaque brasileiro com o Espetáculo Raízes do Brasil, às 15h, em uma apresentação que valoriza elementos da cultura e das tradições do país. Na sequência, às 15h30, é a vez do Sítio do Picapau Amarelo, levando ao palco personagens que fazem parte do imaginário de diferentes gerações. No dia 19 de setembro, às 15h, o Manhattan Kids recebe um dos heróis mais conhecidos das crianças: Homem-Aranha. A aventura promete muita ação e diversão ao lado do personagem que aprendeu que grandes poderes também vêm acompanhados de grandes responsabilidades. Já no dia 20 de setembro, às 15h, os pequenos embarcam em uma floresta cheia de descobertas com João e Maria. O clássico conto infantil chega ao palco em uma aventura que acompanha os irmãos em uma jornada de coragem e esperteza. A fantasia continua no dia 26 de setembro, às 15h, com O Relógio Mágico, que convida o público a entrar em um universo de descobertas e novas aventuras. Para fechar a programação do mês, no dia 27 de setembro, às 15h, a Turma do Chaves chega ao Manhattan Shopping com as confusões, brincadeiras e personagens que conquistaram diferentes gerações. Entre heróis, personagens que atravessam gerações e histórias que nunca saem de cena, setembro promete levar crianças e famílias para diferentes mundos sem sair do Manhattan Shopping. É uma oportunidade de reunir a família, escolher a próxima aventura e deixar a imaginação fazer o resto. Confira a programação completa: 12/09 – 15hLilo e Stitch 13/09 – 15hEspetáculo Raízes do Brasil 13/09 – 15h30Sítio do Picapau Amarelo 19/09 – 15hHomem-Aranha 20/09 – 15hJoão e Maria 26/09 – 15hO Relógio Mágico 27/09 – 15hTurma do Chaves Serviço Manhattan Kids – Programação de setembro Local: Praça Central do Manhattan ShoppingEndereço: Avenida Pau Brasil, lote 1, Águas Claras – Brasília/DFEntrada: gratuita

  • Inscrições para Prêmio Fieg de Inovações irão até 17 de setembro

    Os investimentos em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) na indústria brasileira cresceram em termos nominais nos últimos anos, alcançando cerca de R$ 39,9 bilhões em 2024, segundo a mais recente Pesquisa de Inovação (PINTEC) realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada em março de 2026. Para reconhecer e valorizar as iniciativas da indústria goiana, a Federação da Indústria do Estado de Goiás (FIEG) ampliou o período para as inscrições da edição 2026 do Prêmio de Inovação para até 17 de setembro.Aberto a indústrias de micro, pequeno, médio e grande porte com sede em Goiás, também podem participar startups e negócios dos segmentos de comércio e serviços que desenvolveram soluções inovadoras voltadas ao fortalecimento da indústria. As inscrições são gratuitas.O prêmio será dividido em quatro frentes principais: Uso Estratégico da Lei do Bem; Uso de Incentivos Fiscais e Mecanismos de Fomento à Inovação; Parcerias para Inovação com ICTs; e Transformação Digital na Indústria. Os trabalhos serão avaliados por uma comissão formada por especialistas em inovação, tecnologia, gestão e desenvolvimento industrial. Entre os critérios analisados estão: grau de inovação, impacto gerado, aplicabilidade, sustentabilidade, potencial de escalabilidade e participação das equipes no desenvolvimento das soluções.A cerimônia de premiação ocorrerá em 28 de outubro, durante a programação da Expoind 2026, maior feira de negócios e soluções do Centro-Oeste, a ser realizada no Centro de Convenções de Goiânia.Inovação em toda parteO presidente do Conselho Temático de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (CDTI) da Fieg, Luciano de Carvalho Lacerda, destaca a importância da participação de pequenas e médias indústrias para quebrar paradigmas. “Quando se fala de inovação, muita gente imagina que é algo exclusivo das grandes empresas ou que essa inovação está relacionada apenas a grandes investimentos em tecnologias super avançadas”, afirma, ao lembrar que a Fieg está à disposição das empresas para prestar apoio técnico para seus projetos de inovação.Neste sentido, um exemplo é a Nanoterra, startup goiana levou o primeiro lugar na edição de 2025 do Prêmio Fieg de Inovação, na categoria Inovação de Produto, com o Nanocúrcuma*, um nanoativo derivado do açafrão-da-terra.Ela transforma matérias-primas da biodiversidade brasileira em nanoativos veganos, sustentáveis e de alta performance para a indústria cosmética.Por meio de pesquisa e desenvolvimento, a empresa criou uma nova plataforma de produção de nanopartículas mais sustentáveis, a partir de ativos do açafrão, sem manchar a pele. O produto desenvolvido pela startup goiana é amplamente usado na indústria de cosméticos.“O Prêmio Fieg de Inovação nos trouxe uma vitrine muito importante. Por meio dele, chegamos entre os finalistas no último Prêmio Nacional de Inovação (PNI), promovido pela CNI [Confederação Nacional da Indústria]. Conseguimos demonstrar que é realmente possível trazer inovação para o Estado e também para o Brasil”, destaca Iara Mendes Maciel, CEO e CTO da Nanoterra.Luciano Lacerda destaca ainda que, embora uma das ênfases da premiação será valorizar projetos ligados à Indústria 4.0 e 5.0, cases de sucesso que envolvam melhoria de processos também são considerados inovação. “Uma indústria pode inovar também no seu melhoramento de processo, desenvolver um novo produto, reduzir custos, aumentar produtividade ou encontrar uma solução diferente para um problema que é diário”, destaca o presidente da CDTI.Um bom exemplo de que a inovação não está ligada apenas à questão da tecnologia é o da Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica, uma das maiores fabricantes de medicamentos do Brasil. Com uma unidade industrial na cidade de Anápolis, a empresa levou o Prêmio Fieg de Inovação do ano passado na categoria Inovação de Processo Industrial. Com o projeto "Kaizen para todos", a empresa disseminou a cultura de melhoria contínua, apoiada pela área de Excelência Operacional e em parceria com a Faculdade Senai Roberto Mange, em Anápolis.O termo japonês Kaizen significa “mudança para melhor” e dá nome a uma filosofia de gestão originária daquele país. O conceito defende que grandes mudanças acontecem através da soma de pequenos passos diários dados por todas as pessoas da organização. Os principais objetivos dessa metodologia de gestão são: reduzir desperdícios, aumentar a produtividade e envolver a equipe. Com a inclusão da disciplina de Kaizen no Programa de Educação Profissional (PEP) da empresa, os auxiliares operacionais da Brainfarma passaram a compreender de forma prática o impacto das pequenas mudanças no desempenho da organização.O projeto resultou em uma redução de custos acumulada, desde 2012, quando foi implantado, de R$ 166 milhões, além de melhorias em segurança, qualidade e sustentabilidade, com acompanhamento contínuo para garantir a permanência dos resultados obtidos. SERVIÇO - Prêmio Fieg de Inovação 2026Inscrições gratuitas prorrogadas até 17 de setembro de 2026Link de inscrição: https://forms.gle/9QdFFCEwp54H5dLQ9 Regulamento: https://www.fieg.com.br/portais/files/6c644ef5-3bc2-4cea-b8ea-a6a93425afdd.pdf?contentDisposition=inline

  • Sarahysha apresenta “SB LAB SP BR”, projeto audiovisual e álbum que une jazz, ritmos vodùn, psicodelia africana diaspórica, performance e matrizes afro-brasileiras

    Com direção musical assinada pela própria Sarahysha, SB LAB SP BR reúne a artista a um time de proeminentes músicos da cena instrumental brasileira: Lucas Gomes (trompete), Alysson Bruno (percussão), Fábio Lemos (piano) e Filipe Gomes (bateria e edição de som). O resultado é uma experiência imersiva de afro-jazz e psicodelia africana diaspórica construída a partir do que a artista define como "música manifesta" e "partitura corporal" (igualmente abordada pelo maestro Letieres Leite), criações que emergem dos impulsos do corpo, do movimento e das memórias ancestrais antes de se converterem em ondas sonoras. A tracklist de 4 faixas reflete a riqueza desse intercâmbio transatlântico. O repertório traz três composições e arranjos autorais de Sarahysha (“Zinli”, “Fome” e “Blodêdê”), além de “Marias”, obra canalizada e arranjada por Lucas Gomes (com arranjos adicionais de Sarahysha) a partir da composição de Maria Padilha. Acumulando uma trajetória que cruza São Paulo, Caribe, França, Ilha de Reunião e a vivência ritual no Benin, Sarahysha conecta a ancestralidade e o underground do jazz à linguagem contemporânea. A artista, que a alcança uma comunidade de 299 mil pessoas nas redes sociais em atual crescimento compartilhando sua rotina artística e reflexões sobre a diáspora, também lidera o SB LAB – Creative and Cultural Production Studio, plataforma dedicada a estreitar pontes criativas entre a África Ocidental e o Brasil. O álbum e o audiovisual SB LAB SP BR já estão disponíveis em todas as plataformas digitais e no canal do YouTube da artista. Ficha Técnica : Voz e Direção Musical: Sarahysha Trompete: Lucas Gomes Percussão: Alysson Bruno Piano: Fábio Lemos Bateria e Edição de Som: Filipe Gomes Locação: Estúdio Sem Piscina / Casa Líquida (São Paulo, BR) Realização: SB LAB – Creative and Cultural Production Studio Siga Sarahysha: https://www.instagram.com/sarahysha/ https://youtube.com/@sarahysha?si=VnU7DPVDonRTY1Hrhttps://www.tiktok.com/@sarah_ysha

  • Conexões Camerísticas encerra temporada na Vila Planalto com duas apresentações gratuitas

    No dia 20 de setembro, o público terá uma última oportunidade de acompanhar o projeto Conexões Camerísticas na Vila, que promove duas apresentações, às 15h30 e às 17h, na Praça Nelson Corso. A programação começa com o grupo Manacá Brasil: Vinicius Vianna no violão, Mariana Sardinha no cavaco, Jéssica Carvalho na percussão e Sammille Bonfim na flauta. Na segunda sessão, o duo formado por Sammile Bonfim e Vinicius Vianna recebe a flautista Thanise Silva e o pandeirista Pardal para uma formação especial que marca o encerramento da iniciativa. Idealizado pela flautista Sammille Bonfim, o projeto nasceu com a proposta de aproximar a música instrumental do cotidiano das pessoas, levando concertos para um espaço público marcado pela memória e pela história de Brasília. Ao longo da temporada, moradores da Vila Planalto e visitantes de diferentes regiões da cidade acompanharam apresentações que reuniram músicos convidados e diferentes formações instrumentais. A participação da comunidade foi um dos destaques do projeto. Cerca de 800 pessoas passaram pelo espaço durante a temporada, entre crianças, jovens, adultos e idosos, criando uma ocupação espontânea e afetiva do local. A presença do público reforçou a importância de iniciativas que levam a arte para perto das pessoas e valorizam espaços históricos como ambientes vivos de cultura e convivência. “Encerrar essa temporada na Vila Planalto é muito especial porque conseguimos construir algo que vai além dos concertos. A música encontrou a comunidade, e a comunidade também passou a fazer parte do projeto. Ver as pessoas chegando, permanecendo, ouvindo e compartilhando esse momento mostra como a arte pode criar vínculos e transformar a maneira como ocupamos e percebemos a cidade”, destaca Sammille Bonfim. Durante a temporada, o núcleo formado por Sammille Bonfim e Vinícius Vianna recebeu músicos convidados e apresentou diferentes formações, ampliando as possibilidades sonoras do projeto. O repertório percorreu compositores clássicos, contemporâneos e latino-americanos, em apresentações pensadas para aproximar o público da música instrumental de maneira leve, acessível e acolhedora. Mais do que uma série de concertos, o Conexões Camerísticas deixa como resultado uma experiência de aproximação entre artistas, moradores e visitantes, reafirmando a Vila Planalto como um espaço de memória e afeto da capital, onde cultura, história e convivência se encontram. A temporada também mostrou a potência de ocupar espaços públicos com arte e de ampliar o acesso à música instrumental para diferentes públicos. O encerramento é gratuito e aberto ao público. A entrada pode ser gratuita ou solidária, com a opção de doação de alimentos não perecíveis. Serviço Conexões Camerísticas na Praça – Edição Especial – Encerramento Domingo, 20 de setembroPraça Nelson Corso 15h30 – Manacá Brasil: Vinicius Vianna no violão, Mariana Sardinha no cavaco, Jéssica Carvalho na percussão e Sammille Bonfim na flauta17h – Sammille Bonfim, Vinícius Vianna, Thanise Silva e Pardal Entrada gratuita ou solidária, com doação de alimentos não perecíveisClassificação indicativa: livre Realização: Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF) FOTOS ANEXAS: Telmo Ximenes

  • 'Cinco Tipos de Medo' é consagrado como Melhor Filme do 30º Festival de Cinema Brasileiro em Miami

    "Cinco Tipos de Medo", de Bruno Bini, foi o grande vencedor do 30º Inffinito Brazilian Film Festival. Na noite deste sábado (12), o longa produzido pela Druzina Content e Plano B Filmes conquistou quatro dos principais troféus Lente de Cristal desta edição: Melhor Filme, Direção, Roteiro e Júri Popular. A cerimônia de premiação do maior evento dedicado exclusivamente ao cinema brasileiro fora do país aconteceu no Silverspot Cinema, em Miami. O longa-metragem tem produção de Luciana Druzina e Bruno Bini, que dividem produção executiva com Amanda Ruano, a vencedora do Oscar Viola Davis, Julius Tennon e Maurício Mota. A empresa de Viola, a Ashé Ventures, junto com a Hollywood Ventures Group atuam como produtoras associadas. Recheado de estrelas, o elenco de "Cinco Tipos de Medo" reúne Bella Campos, Xamã, João Vitor Silva, Bárbara Colen e Rui Ricardo Diaz. No Brasil, o filme pode ser assistido no Globoplay, Prime Video e Telecine. O diretor Bruno Bini destaca que sua primeira participação presencial no Inffinito foi marcada pela intensa resposta do público a "Cinco Tipos de Medo". "A sessão aqui foi incrível. Eu já tive filmes exibidos no Inffinito, mas nunca consegui vir. Estar aqui para acompanhar a repercussão da nossa história é especial", comemora o cineasta. "O Festival tem sido uma vitrine importante do cinema brasileiro no exterior por três décadas e é muito bom ter a chance de comemorar essa data junto com a incrível premiação do filme", complementa. "É muito emocionante perceber como 'Cinco Tipos de Medo', uma história profundamente brasileira, feita a partir de Mato Grosso e do Rio Grande do Sul, vem encontrando uma acolhida tão forte fora do país e principalmente nos Estados Unidos", avalia a produtora Luciana Druzina. "Depois de passar por Chicago e uma exibição incrível na Soho House, em Los Angeles, onde tivemos uma recepção extraordinária da indústria, seguimos para novos encontros com o público norte-americano, em Miami", complementa. Em outubro, o filme participa da seleção oficial de um dos maiores eventos estadunidenses dedicados ao cinema independente, o San Diego International Film Festival. Sua première aconteceu no 53º Festival de Cinema de Gramado, de onde saiu vencedor de quatro Kikitos, incluindo melhor filme. A produção também passou pela Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e por exibições em Havana, Manchester, Paris, Barcelona e Chicago, e integrou a lista dos 15 candidatos a representar o Brasil no Oscar. Redes Druzina Content: @druzina_content Cinco Tipos de Medo: @5tiposdemedo

  • Veigh lança audiovisual “EVOM – A Última Dança” e encerra era de “Eu Venci o Mundo”

    Veigh lançou neste domingo (13), um dia depois de seu aniversário, o audiovisual “EVOM – A Última Dança”, em seu canal oficial no YouTube. Aguardado pelos fãs desde a gravação, o audiovisual encerra a era de “Eu Venci o Mundo”, álbum que deu início a um dos momentos mais importantes da trajetória do artista. O projeto foi gravado no dia 3 de junho, durante um show no Espaço Unimed, em São Paulo. Sob direção criativa de Drica Lara, a produção foi concebida para materializar, em escala monumental, o universo artístico da era EVOM. Inspirado no segundo álbum de estúdio do rapper, o conceito articula cenografia, iluminação, conteúdo audiovisual e dramaturgia de palco em uma narrativa sobre superação e conquista. No palco principal, uma arquitetura de atmosfera distópica se desenvolve em dois níveis, atravessada por gradis e malhas de luz. Cada andar simboliza uma etapa da ascensão do artista, das barreiras enfrentadas aos territórios conquistados ao longo de sua trajetória. Suspenso sobre a estrutura, um grande painel circular de LED assume a forma de um portal para o imaginário de Veigh, onde memórias, conflitos e ambições ganham novas dimensões por meio das imagens. A estrutura criada para “A Última Dança” também se destaca pelo investimento técnico. O show foi captado com câmeras 12K, operadas por profissionais da indústria cinematográfica, e recebeu finalização em 4K. O desenho de iluminação contou ainda com o Ayrton Zonda 9 FX, equipamento utilizado para criar movimentos, cores e efeitos que acompanham a dinâmica das apresentações. A passarela prolonga a narrativa e transforma o deslocamento do artista em uma travessia simbólica até o segundo palco. Nesse espaço, uma grande esfera de LED representa tanto o impacto de Veigh sobre o mundo por meio de sua arte quanto o caminho que percorreu até alcançar esse momento da carreira. A construção conecta a grandiosidade arquitetônica do espetáculo à dimensão íntima e psicológica revelada pelo portal. “Eu queria que esse audiovisual tivesse o tamanho que essa era teve pra mim e pra quem viveu tudo isso junto. A gente pensou no palco, na dança, nas imagens e em tudo que podia fazer esse momento ficar marcado. Foi um projeto que me tirou da zona de conforto e mostrou outras coisas que eu também posso fazer como artista. ‘A Última Dança’ fecha esse ciclo do jeito que ele merecia”, afirma Veigh. O lançamento conclui o universo iniciado em junho de 2025 com “Eu Venci o Mundo”. O projeto estreou na 3ª posição do Debut Global do Spotify e colocou 15 das 16 faixas no Top 50 do Spotify Brasil. Além disso, “Eu Venci o Mundo” alcançou a marca de 100 milhões de streams nas plataformas digitais em apenas 10 dias após o lançamento. Com mais de 715 milhões de streams atualmente, o álbum aprofundou temas como conquistas, fé, responsabilidade, conflitos internos e amadurecimento. “Artista Genérico” alcançou o primeiro lugar do Spotify Brasil, enquanto “Talvez Você Precise de Mim” alcançou o Top 12 na plataforma e continua no Top 50 mesmo após mais de um ano de lançamento. A era EVOM também ganhou os palcos com uma turnê de 11 apresentações realizadas no Brasil e em Lisboa. Cerca de 50 mil ingressos foram vendidos, mais de cinco toneladas de alimentos foram arrecadadas e mais de 100 profissionais estiveram envolvidos na produção, realizada pela Supernova Ent. A dança assumiu um protagonismo pouco comum em turnês de rap no país. Veigh contou com um balé próprio e coreografias desenvolvidas especialmente para o projeto. O artista também ampliou sua atuação musical ao revelar que estava aprendendo piano e tocar o instrumento ao vivo durante “Perdoe-me Por Ser Um Astro”. Ao longo da turnê, Veigh recebeu no palco MC PH em “Ballena”, Kayblack em “Confissões”, TZ da Coronel em “Engana Dizendo Que Ama” e Kyan em “Jeito Bandido”. Ghard, G.A, Niink e Nagalli, nomes da Supernova, também se juntaram ao rapper durante “Os Meninos da Nova”. Com uma produção de grande escala, “EVOM – A Última Dança” acompanha a dimensão que a carreira de Veigh alcançou. Um dos maiores nomes de sua geração, o artista apresenta um audiovisual que une a força de seu repertório a uma construção visual pouco comum no rap nacional.

  • Com vitória e P3 em Concordia, Raphael Reis segue na vice-liderança do TCR South America

    Raphael Reis e a equipe W2 Pro GP foram cerebrais na etapa de Concordia do TCR South America, para o Cupra #77 sair do traçado inédito como maior pontuador do fim de semana.Sem velocidade para lutar pela pole no sábado, o brasiliense fez o suficiente no quali para garantir a décima posição e o direito de comandar o pelotão no grid da corrida 2. Ele largou por fora da quinta fila na corrida 1 e logo conseguiu um bom salto, avançando quatro posições no início da prova. Na fase final da corrida foi oportunista para avançar novamente e ainda se beneficiou de contatos e punições a outros competidores. O recordista em participações em corridas de TCR na América do Sul subiu ao pódio em terceiro lugar. Na corrida 2, ele largou da pole e logo abriu boa vantagem sobre o pelotão. O vice-campeão do FIA Motorsport Games já administrava a margem no terço final da prova, quando o safety-car foi chamado depois de um competidor ter quebra de motor e deixa óleo na pista. A prova relargou para cerca de 10 minutos e o vice-campeão do TCR Brasil mais uma vez estabeleceu controle, para vencer novamente em 2026. Esta foi sua terceira vitória na temporada, além do triunfo em Cordoba na etapa passada e na corrida de duplas em parceria com Felipe Fraga em Interlagos. A combinação de resultados na estreia da pista argentina de Concordia foi positiva para o piloto do carro #77. Ele entrou na etapa com desvantagem de 73 pontos para o campeão Leonel Pernía e saiu 68 atrás do argentino, que terminou as duas corridas da etapa em segundo lugar.A próxima etapa do campeonato será a penúltima na Argentina, marcada para a pista de Posadas no dia 4 de outubro. Depois o campeonato segue para Rosario, antes da etapa final na pista uruguaia de El Pinar.O que ele disse:“Guardamos os pneus desde o começo. Tínhamos um bom ritmo e a equipe me sinalizou que o Nelsinho Piquet em segundo tinha um problema então tratei de abrir vantagem e torcer para não vir um safety-car, que infelizmente foi o que aconteceu. Aí quando relargou novamente fiz uma boa primeira volta e depois comecei a sentir vibração no pneu dianteiro, então veio na memória algumas vezes em que furou o pneu neste ano. Então me preocupei cuidando bastante até que na volta final tive que arriscar tudo para segurar o Pernía e fico muito feliz com a vitória. O plano deu certo, saímos daqui com dois pódios e nossa parte estamos fazendo.”Raphael Reis

  • Do Palco Mundo à madrugada do New Dance Order: Alok transforma o Rock in Rio em manifesto sobre conexão humana

    Já passava das 3h da manhã de domingo quando Alok se despediu do público no New Dance Order, encerrando sua participação no Rock in Rio 2026. Apesar da chuva e do horário avançado, a sensação ainda era de um festival lotado. Diante de um mar de pessoas que permaneceu até os últimos minutos da programação, o artista encerrou o palco eletrônico do festival cercado por sua família - Bhaskar, seu irmão, e Swarup e Ekanta, seus pais - em um momento que sintetizou a proposta central de Rave The World: conexão, pertencimento e celebração coletiva. Pela primeira vez, um único conceito artístico comandou toda a programação do New Dance Order durante um dia inteiro. Idealizado por Alok, Rave The World transformou o palco em uma extensão de sua nova plataforma criativa, reunindo diferentes artistas sob os valores que deram origem à cultura rave: união, respeito, liberdade, diversidade e conexão humana. Em um set dinâmico, de construção precisa e voltado para a experiência coletiva, Alok conduziu a pista por diferentes momentos de tensão e catarse, mantendo a energia do público em alta mesmo após horas de programação. O resultado foi um New Dance Order tomado por uma atmosfera vibrante e celebratória, reafirmando o espaço como um dos epicentros da música eletrônica no Rock in Rio. A participação de Alok no festival começou, no entanto, na noite anterior, quando o artista levou ao Palco Mundo o espetáculo "Keep Art Human”. Concebido para grandes festivais internacionais e apresentado anteriormente em eventos como o Coachella, o show combina música, dança, narrativa visual e tecnologia para refletir sobre criatividade e expressão humana em tempos de inteligência artificial. No Rock in Rio, a performance ganhou uma camada inédita ao integrar a apresentação de 1.500 drones ao gigantesco painel de LED que reveste o Palco Mundo. Acompanhado de 45 bailarinos coreografados pelo coletivo italiano Urban Theory, Alok transformou o espaço em uma experiência visual imersiva que reforçou a principal mensagem do projeto: a tecnologia pode ampliar a arte, mas nunca substituir a sensibilidade humana que a torna possível. Em um dos momentos mais comentados da noite, o artista também aproveitou o palco para falar diretamente ao público jovem presente no festival. Diante de uma plateia marcada pela forte presença dos fãs de K-pop, Alok celebrou a diversidade de públicos reunidos no evento e incentivou a nova geração a se expressar livremente. “Quando o line-up foi anunciado, ouvi muita gente perguntando: ‘Quem é Stray Kids? K-pop?’. E aqui está a resposta esta noite: vocês. Sejam vocês. Não se importem com o julgamento das pessoas mais chatas do mundo. Se expressem”, afirmou, arrancando aplausos da plateia. Com duas apresentações distintas, mas complementares, Alok encerrou sua participação no Rock in Rio 2026 reforçando uma visão que tem guiado seus projetos mais recentes. Enquanto Keep Art Human propõe uma reflexão sobre o que nos mantém humanos em um mundo cada vez mais tecnológico, Rave The World celebra uma das possíveis respostas: a capacidade de criar conexões reais por meio da música, da arte e da experiência coletiva.

  • Livro de poemas "Trocadeiras e brincadilhos" circula por Brasília e São Paulo após oficinas formativas

    O que acontece quando as palavras deixam as amarras da gramática e se tornam puro convite ao lúdico? É a partir dessa provocação que chega ao público o livro de poemas "Trocadeiras e brincadilhos", escrito por Telma Braga, ilustrado por Mónica Smythe e com projeto gráfico de Nelson Smythe. Realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF), o projeto é uma edição independente dos autores voltada para todas as fases da vida. Antes de chegar aos palcos e livrarias, a iniciativa desenvolveu um braço pedagógico e de mediação cultural. Entre as ações formativas que antecederam o lançamento, destacam-se a "Oficina Poesia Falada", ministrada pela escritora, atriz e dramaturga Cristiane Sobral, realizada com exclusividade para estudantes do Centro de Ensino Médio 03 de Taguatinga (CEM 03); e a oficina virtual de criação literária conduzida por Glória Kirinus, aproximando o público jovem da oralidade, do ritmo e da escrita poética. Para a autora Telma Braga, a obra propõe um diálogo aberto entre diferentes gerações: "Trocadeiras e brincadilhos foi pensado para as infâncias, não apenas a das crianças, mas também para despertar quem carrega a curiosidade viva dentro de si. É um convite para gente miúda e gente grande descobrir as sutilezas da língua, se divertir e sonhar dias melhores". Além da escrita inventiva, a publicação se destaca pelo cuidado estético e interativo de seu design: "O livro esconde descobertas surpreendentes e faz do próprio objeto-livro um convite a brincadeiras que, além de divertir, despertam reflexões sobre nós e sobre o mundo", complementa Telma. Circulação e Acessibilidade A programação de estreias começa no ambiente virtual em 17 de setembro, às 19h, com transmissão ao vivo pelo Instagram ⁠@mardehistorias⁠, mediada por Nina Brondi. A live reunirá Telma Braga, Mónica Smythe e Nelson Smythe para comentar os bastidores da obra, contando com tradução e interpretação em Libras e sorteio de dois exemplares. O lançamento presencial na capital federal acontece no dia 19 de setembro (sábado), das 16h às 19h, na Bica’s Cafeteria, no Max Mall, em Águas Claras. Com apresentação e mediação da mestre de cerimônias Ana Flávia Garcia, o encontro terá sessão de autógrafos, bate-papo com a escritora, sorteios de livros, promoções exclusivas e um sarau de poesia com microfone aberto e dinâmicas poéticas voltadas a crianças e adultos. Na semana seguinte, o projeto segue para a capital paulista: o encontro será em 25 de setembro (sexta-feira), às 19h30, no espaço cultural A Casa Tombada, no bairro de Perdizes, reunindo autógrafos, bate-papo e provocações lúdicas. A circulação contemplará ainda a entrega e o lançamento de edições em formatos acessíveis (Braille, fonte ampliada e audiolivro) na Biblioteca Braille de Taguatinga (DF), em data que será informada em breve. Serviço: Lançamento Virtual (com interpretação em Libras): Data: 17 de setembro de 2026 (quinta-feira), às 20h Transmissão: Instagram ⁠@mardehistorias⁠ Participantes: Telma Braga, Mónica Smythe e Nelson Smythe Lançamento em Brasília (DF): Data: 19 de setembro de 2026 (sábado), das 16h às 19h Local: Bica’s Cafeteria – Rua 7 Norte, Max Mall – Águas Claras, Brasília (DF) Programação: Mediação de Ana Flávia Garcia, sarau com microfone aberto, sessão de autógrafos e bate-papo Telefone / Instagram: (61) 99044-6858 | ⁠@bicascafeteria⁠ Lançamento em São Paulo (SP):Data: 25 de setembro de 2026 (sexta-feira), às 19h30 Local: A Casa Tombada – Rua Ministro Godói, 333 – Perdizes, São Paulo (SP) Programação: Noite de autógrafos, bate-papo com a autora e sorteios Telefone / Instagram: (11) 96362-7762 | ⁠@acasatombada⁠ Lançamento Acessível (Braille e audiolivro): Local: Biblioteca Braille de Taguatinga (DF) – data a confirmar Informações para a imprensa e agendamento de entrevistas:Ísis Dantas – Assessoria de ImprensaTelefone / WhatsApp: (61) 98115-9068E-mail: IsisDantas@gmail.com

© 2025 por Rodac Comunicação Criativa

bottom of page