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  • Bienal Internacional do Livro de Brasília debate políticas públicas para democratizar o acesso à leitura no Brasil

    A 6ª Bienal Internacional do Livro de Brasília (BiLB) abre espaço para um dos debates centrais sobre o futuro do livro e da leitura no país. No dia 18 de agosto, às 15h, a mesa “Um país de leitores: políticas para livro, leitura e escrita” reunirá representantes do Ministério da Cultura para discutir caminhos para ampliar e democratizar o acesso à literatura e consolidar políticas públicas capazes de fazer do livro um direito de todos. O encontro contará com a participação de Márcio Tavares, secretário-executivo do Ministério da Cultura; Fabiano Piúba, secretário de Formação, Livro e Leitura do MinC; e Jéferson Assumção, diretor de Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas do Ministério da Cultura. A mediação será da jornalista Márcia Witczak. A proposta da mesa parte do entendimento de que a construção de um país de leitores está diretamente relacionada ao exercício da cidadania. Mais do que um bem cultural, o livro será abordado como um direito que precisa estar presente no cotidiano das pessoas, alcançando escolas, bibliotecas, comunidades, ruas e periferias. O debate pretende ainda colocar a leitura e a escrita como ferramentas de emancipação social, formação do pensamento crítico e fortalecimento da democracia, discutindo como políticas permanentes podem enfrentar desigualdades históricas de acesso ao livro e à cultura. Entre as experiências que estarão no centro dessa discussão está o fortalecimento do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas (SNBP). Desde 2025, uma parceria entre o Ministério da Cultura, o Ministério da Educação e o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) já destinou mais de 2,4 milhões de livros para mais de 4 mil unidades cadastradas, ampliando o alcance dos acervos e dos equipamentos públicos de leitura em diferentes regiões do país. Outro avanço é a inclusão de bibliotecas comunitárias nos empreendimentos do Minha Casa Minha Vida, orientada por diretrizes conjuntas do Ministério da Cultura e do Ministério das Cidades. A iniciativa aproxima duas dimensões fundamentais da cidadania: o direito à moradia digna e o direito de acesso à cultura, à leitura e ao conhecimento. Ao reunir gestores que atuam diretamente na formulação e execução das políticas nacionais para o setor, a Bienal Internacional do Livro de Brasília propõe uma reflexão sobre como transformar iniciativas de incentivo à leitura em políticas de Estado estruturantes e permanentes, capazes de alcançar especialmente as populações historicamente afastadas do acesso aos livros. Os participantes Márcio Tavares é secretário-executivo do Ministério da Cultura. Doutor em Arte pela Universidade de Brasília (UnB) e mestre em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), é historiador, curador de arte e gestor cultural. Foi diretor do Memorial do Rio Grande do Sul e do Arquivo Histórico do estado, além de coordenador de Memória, História e Patrimônio da Secretaria de Cultura do Rio Grande do Sul. Também atuou na assessoria da Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados. Atualmente, exerce ainda a presidência pro tempore do Fórum dos Vice-Ministros e Altas Autoridades de Cultura da Ibero-América. Fabiano Piúba é secretário de Formação, Livro e Leitura do Ministério da Cultura. Doutor em Educação pela Universidade Federal do Ceará (UFC) e mestre em História pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), é professor, escritor, historiador e gestor cultural. Foi secretário da Cultura do Ceará entre 2016 e 2022 e presidiu o Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Estaduais de Cultura. No MinC, já ocupou a Diretoria de Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas e atuou como coordenador-geral de Articulação Federativa do programa Mais Cultura. Também foi diretor de Leitura, Escrita e Bibliotecas do CERLALC-UNESCO, em Bogotá, na Colômbia. Jéferson Assumção é escritor e diretor de Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas do Ministério da Cultura. Autor de mais de 20 livros, é doutor em Filosofia pela Universidade de León, na Espanha, e pós-doutor em Teoria Literária pela Universidade de Brasília (UnB). Mediação A mesa será mediada por Márcia Witczak, jornalista com mais de 25 anos de atuação na produção e promoção cultural. Referência em cultura, arte e entretenimento em Brasília, construiu uma sólida trajetória na TV Globo Brasília, onde foi repórter, editora-chefe, apresentadora do programa Globo Comunidade por 11 anos e editora de Cultura por 20 anos, além de estar à frente da Agenda Cultural dos telejornais locais. Sobre a Bienal Com o tema “Ler o Amanhã”, a 6ª Bienal Internacional do Livro de Brasília acontece de 17 a 23 de agosto de 2026, no Museu Nacional da República, em Brasília. Com entrada gratuita, a BiLB retorna após quatro anos e reúne literatura, cultura, pensamento, formação e diversidade em uma programação destinada a diferentes públicos. A Bienal reforça Brasília como espaço de grandes debates nacionais e propõe, ao longo de sua programação, encontros que ultrapassam o universo editorial para discutir o papel do livro, da educação e da cultura na construção do futuro do país. Serviço Mesa: “Um país de leitores: políticas para livro, leitura e escrita” Data: 18 de agosto de 2026 Horário: 15h Evento: 6ª Bienal Internacional do Livro de Brasília — “Ler o Amanhã” Participantes: Márcio Tavares, Fabiano Piúba e Jéferson Assumção Mediação: Márcia Witczak Local: Museu Nacional da República — Brasília/DF Entrada: gratuita

  • CIEE-DF celebra Dia do Estagiário com 680 vagas abertas no Distrito Federal

    Na semana em que é celebrado o Dia do Estagiário, em 18 de agosto, o Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE está com 680 vagas de estágio abertas no Distrito Federal. As vagas contemplam estudantes do ensino médio, cursos técnicos e graduação e representam um caminho para unir formação acadêmica, experiência prática e desenvolvimento profissional. A área Administrativa lidera a oferta nesta semana, com 179 vagas, seguida por Educação (96), Saúde (67), Ensino Médio (61), Campo do Direito (45), Informática (36), Construção Civil (26) e Contabilidade (24). Há ainda vagas em Marketing (20), Comunicação (17), Esportes (17), Administração Técnica (16), Psicologia (14), Design (12), Saúde Técnica (8), Arquitetura e Urbanismo (4), Letras (4), Produção Mecânica (3), Química (3), Licenciatura (5), Nutrição (3), Economia (2), Indústria Técnica (2), entre outras áreas de formação. Celebrado em 18 de agosto, o Dia do Estagiário chama a atenção para a importância dessa etapa na formação dos estudantes. O estágio aproxima o conhecimento adquirido em sala de aula da prática profissional e permite o desenvolvimento de competências importantes para a inserção no mundo do trabalho. Para as empresas, a contratação de estagiários também contribui para a formação profissional da juventude e para a aproximação com novos conhecimentos e diferentes perspectivas. O Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE atua nessa conexão entre estudantes, instituições de ensino e organizações parceiras. As inscrições são gratuitas e podem ser ser realizadas pelo portal www.ciee.org.br ou presencialmente na unidade do CIEE-DF, localizada na EQSW 304/504, no Sudoeste. CIEE 62 anos: Imparável Desde sua fundação, o Centro de Integração Empresa-Escola - CIEE, maior ONG de inclusão social e trabalho jovem da América Latina, se dedica à inserção de jovens no mundo do trabalho. Além disso, a instituição, responsável pela inserção de 7 milhões de brasileiros no mundo do trabalho, mantém cursos online gratuitos para qualificar a juventude e uma série de ações socioassistenciais voltada à promoção do conhecimento e fortalecimento de vínculos de populações prioritárias.

  • "Exposição “Olhar Ancestral” leva à Biblioteca Nacional de Brasília 24 anos de memória e tradição de um território de matriz africana

    A fotografia como instrumento de memória, identidade e preservação dos saberes ancestrais. É a partir dessa perspectiva que o Instituto Ojuiná apresenta a exposição “OLHAR ANCESTRAL: 24 ANOS DE ILÉ ÀṢẸ ÒJÚINÁ SỌ̀RÒKÈ EFON”, do fotógrafo Luan Brasil, com abertura no dia 17 de agosto de 2026, às 19h, na Biblioteca Nacional de Brasília (BNB). A exposição reúne registros fotográficos que percorrem a trajetória de 24 anos do Ilê Àṣẹ Òjúiná Sọ̀ròkè Efon, também Ponto de Cultura do Min, revelando por meio da imagem aspectos da espiritualidade, da cultura, dos ritos, das relações comunitárias e dos saberes preservados em um território de matriz africana. A mostra tem curadoria do Babalorixá Veber Brasil, Prof. Dr. Fausto Viana (ECA-USP) e Profa.Me. Maria Eduarda Borges (ECA-USP) O olhar de quem pesquisa e vive a ancestralidade A escolha de Luan Brasil para registrar essa trajetória ganha uma dimensão especial justamente pela relação entre sua produção artística, sua pesquisa e sua vivência nos territórios de matriz africana. Fotógrafo, pesquisador e gestor cultural, Luan é graduado em Fotografia e possui formação em Direção de Arte em Comunicação e Gestão e Transformação Digital. Sua trajetória acadêmica inclui pesquisa na Universidade de São Paulo dedicada ao patrimônio cultural do Candomblé Efon e à memória ritual do Ilê Àṣẹ Òjúiná Sọ̀ròkè Efon. Essa aproximação entre arte, pesquisa e ancestralidade atravessa sua produção. Luan tem trabalhos publicados sobre os trajes do Candomblé Efon, os elementos vivos da indumentária ritual e o patrimônio cultural das tradições afro-brasileiras. Também participou de pesquisas, exposições e registros fotográficos relacionados às visualidades negras e aos patrimônios culturais afro-brasileiros. Em 2024, por exemplo, realizou registros fotográficos de exposições como “A Costura do Sagrado: Trajes de Ritos Afro-brasileiros”, além de trabalhos relacionados à história dos trajes brasileiros e às visualidades do patrimônio cultural. Sua trajetória também inclui atuação na organização e curadoria de exposições, entre elas “Armaduras de Corpo e Espírito: Trajes de umbanda, candomblé, ritos e folguedos afro-brasileiros”, realizada no Espaço das Artes da USP. Ao mesmo tempo em que desenvolve sua trajetória acadêmica e artística, Luan atua como vice-presidente do Instituto Ojuiná e como Babaegbé do Ilê Àṣẹ Òjúiná Sọ̀ròkè Efon, estabelecendo uma relação direta entre sua produção cultural, a pesquisa e a preservação dos saberes tradicionais. É justamente essa perspectiva que confere à exposição um caráter singular: não se trata apenas de fotografar um território, mas de construir, através da imagem, uma narrativa de memória a partir de uma experiência profundamente vinculada à comunidade e à ancestralidade. Roda de conversa coloca os saberes ancestrais no centro do debate Às 20h, após o coquetel de abertura, a programação segue com a roda de conversa “Olhar Ancestral: arte, memória e educação nos territórios de matriz africana”. O encontro reunirá Babalorixás e Yalorixás, além de pesquisadores, artistas, representantes de instituições e agentes culturais, para uma conversa sobre o papel dos territórios de matriz africana como espaços de preservação da memória, produção artística, transmissão de conhecimentos e educação. A proposta é dar voz aos próprios detentores desses saberes e promover um diálogo entre ancestralidade e contemporaneidade, discutindo também os desafios para a preservação dos patrimônios culturais afro-brasileiros e o enfrentamento ao racismo e à intolerância religiosa. A iniciativa dá continuidade a uma trajetória de diálogo interinstitucional já presente na atuação de Luan Brasil, que em 2025 participou e mediou debates sobre racismo, intolerância religiosa e tradições de matriz africana, reunindo lideranças religiosas, pesquisadores e representantes de instituições públicas. Em 2026 realizou a Oficina de Fotografia com Uso do celular como ferramenta de registro cultural, através do Projeto Territórios Afrocandangos , o Instituto Ojuina propiciou oficina gratuita para o “Povo de Santo” e comunidade em geral. O Resultado foi de ampla repercussão, incluindo matérias nos principais meios de comunicação. Uma exposição para olhar, reconhecer e preservar “Olhar Ancestral” propõe ao público mais do que uma experiência estética. As fotografias convidam a perceber a ancestralidade como algo vivo, presente nos corpos, nos espaços, nos objetos, nos ritos, nas relações e na transmissão dos conhecimentos entre gerações. Ao levar essa narrativa para a Biblioteca Nacional de Brasília, o Instituto Ojuiná amplia o espaço de visibilidade para uma história que é, ao mesmo tempo, particular e parte fundamental da formação cultural brasileira. A exposição celebra 24 anos de história do Ilê Àṣẹ Òjúiná Sọ̀ròkè Efon e reafirma a fotografia como ferramenta de documentação, educação, valorização cultural e preservação da memória. SERVIÇO Exposição: OLHAR ANCESTRAL – 24 ANOS DE ILÉ ÀṢẸ ÒJÚINÁ SỌ̀RÒKÈ EFONFotografias: Luan BrasilCuradoria: Babalorixá Veber Brasil, Prof. Fausto Viana (ECA-USP) e Me. Maria Eduarda Borges (ECA-USP)Data: 17 de agosto de 202619h: Coquetel de abertura da exposição20h: Roda de conversa “Olhar Ancestral: arte, memória e educação nos territórios de matriz africana”Local: Biblioteca Nacional de Brasília – BNBRealização: Instituto Ojuina e parceiros @institutoojuina WhatsApp: 61 992593652 (Ass. Comunicação) Entrada Franca.

  • Escritor Danilo Heitor discute caminhos para autores de literatura especulativa no ELIFANT 2026, em Brasília

    Como transformar uma ideia em livro, encontrar caminhos para a publicação e fazer a literatura especulativa chegar aos leitores? Essas são algumas das questões que o escritor, professor e editor paulistano Danilo Heitor leva à 4ª edição do Encontro de Literatura Fantástica do Cerrado (ELIFANT), no dia 22 de agosto, na Biblioteca Nacional de Brasília. Finalista do Prêmio Odisseia de Literatura Fantástica em 2024 e 2025, o autor participa da mesa “Caminhos para autores de literatura especulativa – edição, publicação, divulgação e premiações”, das 16h30 às 17h30. Com oito livros publicados, Danilo transita pela ficção científica explorando as possibilidades do gênero para discutir questões concretas do presente. Em Projeto Futuro (156 págs., País Nenhum, 2026), romance voltado ao público jovem-adulto, duas adolescentes descobrem um projeto secreto de viagens no tempo iniciado durante a ditadura militar, que utilizava presos políticos como cobaias em experimentos científicos. A investigação leva as protagonistas a locais relacionados à memória da repressão política em São Paulo e coloca em debate o uso político da ciência, os limites éticos do progresso tecnológico, a memória dos desaparecidos políticos e a responsabilidade das instituições diante de crimes contra os direitos humanos. A escolha da ficção científica como ferramenta para revisitar o passado também se relaciona à trajetória pessoal do escritor, filho de militantes perseguidos pela ditadura militar. “O tema dos desaparecidos políticos sempre me foi muito caro. Cresci cercado por histórias de amigos e conhecidos dos meus pais que foram presos, torturados, mortos ou nunca mais voltaram”, afirma. Em Projeto Futuro, Danilo também aproxima a discussão histórica da experiência de jovens personagens. Soraia e Leilane, duas amigas que estão concluindo o ensino médio, são responsáveis por investigar os vestígios de um experimento que atravessa décadas. A inspiração para as protagonistas veio da experiência do autor em sala de aula. Professor da rede pública e de cursinhos populares há mais de quinze anos, ele encontrou nas alunas a curiosidade e o senso crítico que queria levar para a narrativa. “Sempre foram elas as mais interessadas. Para mim, fazia todo sentido que fossem protagonistas”, comenta. Já em Quase agora, coletânea de 25 contos de ficção científica, o escritor parte de futuros hipotéticos para investigar relações de poder e transformações tecnológicas que afetam diretamente a vida cotidiana. Em comum entre os trabalhos está o uso da literatura especulativa não apenas para imaginar outros mundos, mas para ampliar o olhar sobre o mundo em que vivemos. Professor de Geografia, escritor e editor, Danilo Heitor também está à frente da editora País Nenhum, criada em 2025 com foco em autorias do Sul Global. Sua experiência em diferentes frentes do mercado editorial e sua trajetória como autor de ficção científica fundamentam a participação no ELIFANT, em uma conversa dedicada aos desafios e possibilidades para quem escreve literatura especulativa no Brasil. Serviço ELIFANT – 4º Encontro de Literatura Fantástica do Cerrado Data: 22 de agosto de 2026 (sábado) Horário: das 14h às 18h Mesa com Danilo Heitor: das 16h30 às 17h30 Local: Biblioteca Nacional de Brasília Entrada: gratuita

  • ESG Summit Brasília 2026 reúne lideranças para debater sustentabilidade, competitividade e inovação nos negócios

    No dia 3 de setembro de 2026, Brasília recebe a 2ª edição do ESG Summit Brasília, encontro presencial voltado à disseminação de informações práticas e estratégicas sobre ESG — sigla para Environmental, Social and Governance — para líderes, gestores e tomadores de decisão. O evento será realizado no Na Praia, das 17h às 21h, com ingresso solidário de R$10 revertido para o Instituto Fome de Música. Com proposta estratégica e experiencial, o ESG Summit Brasília 2026 foi concebido para conectar conteúdo, relacionamento e sustentabilidade aplicada em um ambiente inspirador e alinhado aos princípios ESG. A programação reunirá debates, palestra especial, tour guiado e momento de networking, promovendo uma vivência prática sobre como a agenda ESG pode gerar valor real para empresas, marcas e cidades. Nesta edição, o evento reforça seu compromisso com a sustentabilidade ao adotar práticas estruturadas como evento carbono neutro, evento lixo zero, uso consciente de recursos e curadoria de fornecedores alinhados à sustentabilidade. O público-alvo é formado por CEOs, diretores, gestores, profissionais de RH, comunicação, marketing e eventos, lideranças corporativas, representantes do trade turístico, consultores e especialistas em ESG, além de marcas e organizações interessadas em fortalecer sua atuação nessa agenda. Entre os principais objetivos do Summit estão disseminar informações estratégicas e práticas sobre ESG, atualizar lideranças sobre tendências e aplicações reais, estimular o protagonismo das empresas na agenda e demonstrar, na prática, como esses princípios podem ser incorporados aos negócios. A programação contará com três painéis temáticos. O primeiro abordará “ESG como vantagem competitiva: decisões que impactam marca, mercado e resultado”. Em seguida, o segundo painel discutirá “Diversidade, Equidade e Inclusão: impacto na cultura, inovação e experiência”. O terceiro painel tratará de “Turismo sustentável: destinos, negócios e impacto para a cidade”. E para fechar o placo , teremos o painel de Economia Circular e Bioeconomia. O ESG Summit Brasília 2026 é realizado por Renata Muniz, sócia-fundadora da RLMA Comunica e da Lumina ESG, e Silvana Vilela, sócia-fundadora da Conexão Eventos & Soluções, com produção da Conexão Eventos & Soluções. Serviço Evento: ESG Summit Brasília 2026 – 2ª edição Data: 3 de setembro de 2026 Horário: 17h às 21h Local: Na Praia, Brasília Formato: Presencial Entrada: Ingresso solidário R$10 Participantes: 120 pessoas

  • Quando o boxe transforma: esporte, inclusão e novas possibilidades para pessoas com deficiência e neurodivergentes

    Muito além dos golpes, o boxe pode representar confiança, autonomia, disciplina, comunicação, autoestima e novas possibilidades. Para algumas pessoas, entrar em um ringue significa aprender a lutar. Para outras, significa conquistar algo muito maior: descobrir capacidades, superar desafios e perceber que também existe um lugar para elas no esporte. É nesse espaço de inclusão que o trabalho do personal trainer e atleta Davi Alves vem fazendo a diferença. Com atendimento individualizado e personalizado, Davi desenvolve aulas de boxe adaptadas às necessidades, características e possibilidades de cada aluno, incluindo pessoas com deficiência e pessoas neurodivergentes. A proposta não é fazer com que todos pratiquem o boxe da mesma maneira. É compreender cada pessoa e descobrir como o esporte pode ser utilizado a favor dela. Cada pessoa tem seu próprio ritmo No trabalho com pessoas com deficiência e neurodivergentes, não existe uma fórmula única. Cada aluno possui suas particularidades, desafios, habilidades e tempo de aprendizagem. Por isso, o treinamento precisa ser pensado de maneira individualizada, respeitando limites e, ao mesmo tempo, estimulando novas conquistas. Movimentos que podem parecer simples para algumas pessoas representam grandes avanços para outras. Aprender uma sequência, manter a atenção durante um exercício, desenvolver a coordenação motora, controlar a força, seguir comandos, interagir com o professor ou simplesmente completar uma atividade que antes parecia impossível são conquistas que merecem ser reconhecidas. É justamente nesse processo que o boxe ganha um significado diferente. O esporte como ferramenta de desenvolvimento A prática de uma atividade física adequada pode contribuir para o desenvolvimento da coordenação motora, do equilíbrio, da força, da resistência, da consciência corporal e do condicionamento físico. Mas os benefícios do esporte não precisam se limitar ao corpo. A rotina de treinos também pode favorecer aspectos como disciplina, concentração, confiança e percepção das próprias capacidades. Para algumas pessoas, conquistar pequenos objetivos durante uma aula pode ajudar a construir uma relação mais positiva com o próprio corpo e com suas potencialidades. No caso de pessoas neurodivergentes e pessoas com deficiência, quando o ambiente está preparado para acolher suas necessidades, o esporte pode se transformar em uma experiência de participação, pertencimento e autonomia. Não se trata de adaptar a pessoa ao esporte. Trata-se de adaptar o esporte à pessoa. Essa é uma das principais premissas do trabalho desenvolvido por Davi Alves. A inclusão verdadeira acontece quando se compreende que não é necessário que todos façam tudo da mesma maneira. É possível adaptar exercícios, intensidade, comandos, tempo, estímulos e estratégias para que cada aluno tenha uma experiência segura, respeitosa e, ao mesmo tempo, desafiadora na medida certa. O objetivo não é comparar um aluno com outro. É acompanhar a evolução de cada pessoa e valorizar o que ela consegue conquistar hoje em relação ao que conseguia fazer anteriormente. Histórias que vão muito além do treino Por trás de cada aula existe uma história. Existem famílias que procuram uma atividade física e encontram novas possibilidades para seus filhos. Existem alunos que descobrem capacidades que ainda não conheciam. E existem conquistas que talvez não apareçam em uma competição, mas que representam enormes vitórias na vida cotidiana. Por isso, falar sobre boxe inclusivo também significa falar sobre o direito de todas as pessoas experimentarem o esporte, serem estimuladas e descobrirem seus próprios potenciais. O boxe não precisa ser visto apenas como um esporte de combate. Com orientação profissional adequada e uma abordagem individualizada, pode se tornar uma ferramenta de desenvolvimento, socialização, superação e inclusão. Um convite para dar o primeiro passo Talvez um dos maiores desafios seja justamente o primeiro passo. Algumas famílias podem ter receio de que a criança, o adolescente ou o adulto não consiga acompanhar uma atividade. Outras podem se perguntar se determinado esporte é realmente adequado. Mas talvez a pergunta possa ser diferente: Como podemos adaptar essa atividade para que essa pessoa possa participar? Quando existe acolhimento, conhecimento e atendimento verdadeiramente individualizado, novas possibilidades começam a surgir. O esporte é para todos. E cada conquista merece ser reconhecida — seja aprender um novo movimento, melhorar a coordenação, desenvolver força, ampliar a confiança ou simplesmente descobrir que é possível. No fim, o verdadeiro objetivo não é formar apenas bons lutadores. É ajudar cada pessoa a reconhecer a própria força, ampliar suas possibilidades e conquistar mais autonomia. Boxe também é inclusão. Boxe também é desenvolvimento. E boxe também pode transformar vidas. Davi Alves da Silva (61) 99858-0446 @Davi_alvess

  • Palhaço Seu Cocó comanda tarde de circo e brincadeira nos jardins do CCBB Brasília

    O Rolê Cultural – CCBB Educativo recebe um universo inteiramente construído de papelão: o palhaço Seu Cocó conduz crianças e famílias por uma sequência de jogos, músicas e descobertas em que a imaginação é a principal matéria-prima. Criado e interpretado por Pedro Caroca, o Seu Cocó apresenta canções inventadas, adivinhas e cantigas de roda, sempre com a participação do público, que é parte fundamental da cena. A apresentação acontece no Dia de Rolê, em 22 de agosto, a partir das 16h, nos jardins do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília. Ingressos disponíveis pelo site ingressos.ccbb.com.br ou presencialmente na bilheteria do CCBB Brasília. Antes dele, em 16 de agosto, das 14h às 18h, o Dia de Rolê Brincadeiras de Rua reúne amarelinha, corre-cotia, pular corda e rodas cantadas em uma tarde dedicada à cultura popular brasileira. As duas atividades são gratuitas, abertas a todas as idades e acontecem nos jardins, próximo ao Casulo. O projeto tem realização do Ministério da Cultura e patrocínio do Banco do Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet). Sobre o CCBB Brasília O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis. Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances. Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas. Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade. AcessibilidadeA ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília, de quinta-feira a domingo. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo. Horários da van – De quinta a domingo: Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h | CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30. Programação: Dia de Rolê: Brincadeiras de Rua A atividade resgata jogos tradicionais como amarelinha, pular corda e corre-cotia para todas as idades. Um convite a se desconectar das telas e reconectar com a cultura popular, o movimento e a memória afetiva.Data: 16/08 das 14h às 18h Duração: 4h Classificação: Livre Ponto de encontro: Próximo ao Casulo Dia de Rolê: Palhaço Seu Cocó Em um universo inteiramente construído de papelão, o palhaço Seu Cocó conduz crianças e famílias por jogos, músicas e descobertas em que a imaginação é a principal matéria-prima. Criado e interpretado por Pedro Caroca, o personagem apresenta canções inventadas, adivinhas e cantigas de roda, sempre com a participação do público. Com humor e interação constante, transforma brincadeiras tradicionais em uma experiência coletiva. Data: 22/08, das 16h às 17h Duração: 1h Classificação: Livre Ponto de encontro: Jardins próximo ao Casulo Serviço: Rolê Cultural - Educativo do Centro Cultural Banco do BrasilCentro Cultural Banco do Brasil - Distrito FederalEndereço: SCES Trecho 2 – Brasília/DF Tel.: 61 3108-7600Programação completa em ccbb.com.br/brasilia/programacao/role-cultural-educativo-ccbb/Ingressos: ingressos.ccbb.com.brAgendamento para grupos e escolas: conecta.mediato.art.brAcesso: gratuitoClassificação Indicativa: livre

  • Espetáculo gratuito promove imersão poética e reflexiva no Jardim Botânico de Brasília

    Existe um pássaro que imita a voz de outro pássaro. Essa foi a primeira frase anotada no caderno de uma atriz que coleciona vozes as quais teme desaparecer. Vozes que ela gostaria de preservar. Vozes que ajudam a elaborar sobre o fim das coisas. Inspirada pela metáfora de um passeio de observação de aves, a multiartista brasiliense Micheli Santini iniciou uma pesquisa que agora vira um monólogo que mescla uma diversidade de textura e valoriza a imaginação e a palavra em cena. A produção denominada “Coleção Insignificante de Coisas Luminosas” promoverá um espetáculo-passeio pelo Jardim Botânico de Brasília. A 1ª temporada aberta ao público e as escolas da região acontece nos dias 20 e 21 de agosto, quinta e sexta-feira, em sessões às 9h e às 15h. O público será recebido no Centro de Visitantes do Jardim Botânico (Setor de Mansões Dom Bosco – Jardim Botânico). As sessões para escolas contam com mediação, reflexão ambiental e plantio de mudas na ação nomeada "Plantando Passarinho”. Todas as apresentações contam ainda com acessibilidade com tradução em libras e audiodescrição. A sessão aberta ao público será no dia 21/08, às 15h. Gratuito com retirada antecipada pelo Sympla. Livre para todos os públicos. O projeto é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal- FAC/DF. Vozes - O cerrado, as aves, os cantos, os ruídos da natureza, da cidade, as intermitências luminosas são elementos fundantes desse trabalho. O resultado é fruto ainda de pesquisas do Teatro do Concreto que se iniciou em 2021 com os artistas Gleide Firmino, Marcio Abreu, Glauber Coradesqui e com Micheli Santini que deu continuidade ao "Caderno da Artista ", experimento cênico onde a atriz lia seu caderno de processo. Um material que contém uma coleção de vozes de pessoas e pássaros em extinção. Agora, o resultado vira uma peça - percurso que visa promover uma reflexão sobre o meio ambiente, além de a partir da escuta, convocar os participante a experenciar outros espaços, internos e coletivos. “E queremos convidar o público para ver essa pesquisa, para ter acesso a todos esses textos livres que agora viram uma performance. Queremos partilhar essas palavras com o público e convidá-los para entrar conosco nessa imaginação. Essa é uma das grandes potências do teatro. O imaginar. Estamos há 5 anos mergulhados no universo das aves, nessa poesia que vira, agora, uma experiência sonora e envolvente para o público. Falamos sobre o modo de criar e ocupar o espaço, sobre o se perceber e contemplar”, pontua o diretor, Glauber Coradesqui. Performance-Em cena, Santini convidará o público a um percurso pelo seu caderno - fragmentos de pesquisas, ideias, objetos, imagens, personagens e cantos de pássaros. As vozes reúnem pensamentos de ativistas, filósofas e ambientalistas brasileiros, expondo tensões sistêmicas de um contexto de assombro em que oscilam a intermitência da esperança e a iminência da extinção. “O grupo Teatro do Concreto sempre esteve profundamente ligado à escuta da cidade, ao seu ritmo urbano e frenético. Este trabalho se relaciona com isso, mas a partir de outro lugar: no Jardim Botânico dessa cidade, na conversa com a árvore, com o pássaro, com os sons e os tempos da natureza. Tem sido muito gratificante abrir essa outra escuta, experimentar um tempo interno diferente e, a partir dele, transformar a relação com o espaço, com o corpo e com a própria feitura. Descobrir outros tempos possíveis também tem sido uma forma de descobrir outras maneiras de estar e de criar”, ressalta a atriz, Micheli Santini, Os estudantes que participarem do projeto vão contar ainda com mediação e poderão plantar sua própria semente em escola de São Sebastião. O processo “Plantando Passarinhos” será registrado em fotografias que depois vão virar uma exposição dentro do próprio espetáculo. “Digo que eles vão plantar passarinhos. Porque ao plantar uma árvore, eles estão plantando o habitar dessas aves”, destaca Glauber. Serviço: Espetáculo gratuito promove imersão poética e reflexiva no Jardim Botânico de Brasília 20/08 (qui), 9h e 15h 21/08 (sex), 9h e 15h Sessão aberta ao público no dia 21 de agosto, às 15h, com retirada gratuita de ingresso via Sympla. Local: Jardim Botânico de Brasília- Recepção do público no Centro de Visitantes (ao lado do restaurante Jardim Bom Demais). Classificação livre

  • Influenciador de Brasília transforma amor por café em projeto de 365 dias nas redes sociais

    Uma xícara de café por dia, durante um ano inteiro. É assim que o influenciador brasiliense Lucas Apostoli vem documentando, passo a passo, a jornada para realizar um dos maiores sonhos de sua vida: abrir sua própria cafeteria. O projeto, focado em postagens diárias no Instagram, alcançou esta semana a marca do dia 119, movimentando a comunidade local e chamando a atenção de entusiastas da gastronomia. O quadro "365 Dias de Café" nasceu com uma meta dupla: criar uma comunidade engajada desde o primeiro momento e servir como uma vitrine para o mercado. Ao longo dos conteúdos diários, Lucas compartilha preparos, experiências e bastidores dessa trajetória, buscando conectar-se com potenciais fornecedores, marcas parceiras e investidores que queiram fazer parte da futura empresa. Mesmo ciente dos desafios do empreendedorismo e de que a abertura do espaço físico em exatamente um ano envolve incertezas, o influenciador encara o projeto como um compromisso real com seus objetivos. "Abrir essa cafeteria é um sonho que venho construindo diariamente. O projeto dos 365 dias é a minha forma de lutar por isso, mostrando a realidade, criando conexões e provando que com constância e apoio parceiro é possível tirar uma ideia do papel", destaca Lucas Apostoli. O conteúdo tem gerado forte identificação com o público de Brasília, reforçando o potencial da cena de cafés especiais na capital. Empresas, fornecedores de grãos, equipamentos ou marcas interessadas em apoiar o projeto e estruturar parcerias comerciais podem acompanhar a rotina e entrar em contato diretamente pelo perfil do influenciador no Instagram (@lucasapostoli). Contato para a imprensa e parcerias: Perfil: @lucasapostoli (todas as redes sociais)

  • Portfólio wellness da Ambev se destaca no World Beer Awards

    A busca dos consumidores por opções que combinem sabor, qualidade e diferentes estilos de vida vem impulsionando a evolução do portfólio wellness da Ambev. O segmento, que reúne opções sem álcool, de baixa caloria e sem glúten, cresceu mais de 60% no segundo trimestre de 2026 em comparação com o mesmo período do ano anterior, reforçando uma tendência de consumo que amplia as possibilidades de escolha para diferentes momentos e ocasiões. Nesse movimento, marcas como Brahma 0,0%, Bud Zero, Michelob Ultra e Stella Artois Pure Gold vêm ganhando espaço e mostram como inovação e tecnologia podem contribuir para oferecer experiências cervejeiras alinhadas a novos hábitos de consumo. O avanço da frente é resultado de investimentos contínuos da companhia no desenvolvimento de produtos que preservam atributos de qualidade e sabor, ao mesmo tempo em que atendem às novas demandas dos consumidores. Esse portfólio também vem se destacando em competições internacionais. No World Beer Awards 2026, um dos principais concursos cervejeiros do mundo, Brahma 0,0% foi eleita Country Winner na categoria American Lager sem álcool. Michelob Ultra conquistou medalha de ouro e Bud Zero e Stella Pure Gold medalha de bronze nas suas respectivas categorias. Os reconhecimentos reforçam a qualidade das opções wellness da companhia e mostram que bebidas voltadas a diferentes estilos de vida alcançam destaque entre especialistas da indústria cervejeira global. A premiação reconheceu ainda a força e a pluralidade do portfólio da Ambev, que conquistou 22 medalhas na competição, incluindo cinco títulos de Country Winner. Além de Brahma 0,0%, Spaten, SerraMalte, Wäls Appia e Patagonia Amber Lager também receberam o principal reconhecimento nacional em suas respectivas categorias. Mais do que reconhecimento, os resultados refletem a estratégia da companhia de acompanhar a transformação dos hábitos de consumo e ampliar as possibilidades dentro da categoria. O crescimento do portfólio wellness, somado ao reconhecimento de rótulos, evidencia o potencial de uma frente que combina inovação, qualidade e liberdade de escolha, sem abrir mão da experiência cervejeira. Sobre a Ambev Sonhamos grande por um futuro com mais brindes. Esse é o nosso propósito. Mais do que uma empresa brasileira com operações em 18 países, somos uma companhia com um portfólio diversificado que ajuda a conectar pessoas e impulsiona o crescimento em todo o ecossistema. Isso inclui iniciativas como o BEES, nossa plataforma projetada para parceiros do varejo, e o Zé Delivery, um aplicativo de entrega de bebidas disponível em mais de 700 cidades. No Brasil, temos uma equipe de mais de 24 mil pessoas que compartilham a paixão por produzir bebidas e por fazer parte dos momentos de celebração e conexão que mais importam aos brasileiros. Nossa cultura incentiva a experimentação, a inovação e o desenvolvimento de soluções que geram valor para consumidores, clientes e parceiros. Estamos comprometidos em construir marcas que resistam ao teste do tempo e em produzir bebidas com os mais altos padrões de qualidade e excelência. Acreditamos que a cerveja deve ser apreciada com responsabilidade, e é por isso que promovemos o consumo responsável por meio de iniciativas, parcerias e campanhas baseadas em evidências. Também trabalhamos para oferecer aos consumidores opções equilibradas para diferentes ocasiões e estilos de vida, expandindo nosso portfólio e investindo em soluções que atendam às diversas preferências e momentos de consumo dos brasileiros.

  • Nila Branco fará turnê na Europa com repertório das grandes cantoras brasileiras

    A cantora goiana Nila Branco, um dos principais nomes do pop rock de Goiás, prepara mais um importante capítulo de sua trajetória artística. Há quatro anos em tratamento oncológico, a artista manteve, durante todo esse período, sua agenda profissional, com shows, lançamentos e novos projetos, tendo a música e os palcos como presença constante em sua vida. Em setembro, Nila embarca para a Nila Branco EUROTOUR (Projeto Turnê Nila 25 – Europa), que levará sua música a quatro cidades europeias em uma série de apresentações dedicadas a algumas das maiores artistas da música brasileira. A turnê terá início no dia 5 de setembro, em Paris, seguindo para Madrid, no dia 11, Amsterdã, no dia 13, e será encerrada em Lisboa, no dia 17 de setembro. Durante a excursão, Nila apresentará o espetáculo inspirado no show “Elas Cantam”, projeto criado para homenagear a trajetória e a contribuição de grandes artistas que transformaram a música brasileira. O repertório reúne clássicos imortalizados por nomes como Gal Costa, Marisa Monte, Maria Bethânia, Sandra de Sá, Elis Regina, Paula Toller, Marina Lima e Pitty, em interpretações que unem emoção, personalidade e a identidade artística construída pela cantora ao longo de mais de duas décadas de carreira. A proposta vai além da releitura de sucessos conhecidos pelo público. O espetáculo destaca a força da representatividade feminina na música nacional, conectando diferentes gerações por meio de canções que marcaram época e permanecem atuais. Com interpretações marcantes, Nila conduz o público por um percurso musical que valoriza a diversidade, a liberdade artística e a riqueza da produção cultural brasileira. A turnê internacional também consolida um momento de reconhecimento e maturidade na trajetória da artista. Mesmo durante os quatro anos de tratamento oncológico, Nila seguiu produzindo, lançando novos trabalhos e se apresentando. A música permanece como parte central de sua rotina e de sua produção artística, em uma fase marcada pela continuidade do trabalho e pela presença constante nos palcos. Pioneira do pop em Goiás, Nila Branco iniciou sua trajetória nos bares da capital goiana no fim da década de 1980 e ganhou projeção nacional após o lançamento da música “Diversão”, que integrou a trilha sonora da novela Desejos de Mulher, da TV Globo, em 2001, alcançando as paradas de sucesso em todo o país. Ao longo da carreira, participou de programas de grande audiência da televisão brasileira, lançou álbuns e DVDs que marcaram diferentes fases de sua trajetória e construiu uma discografia reconhecida pela versatilidade entre o pop, o rock e a música brasileira. Entre os trabalhos mais recentes estão o álbum Lilith, lançado em 2021, e o EP Cores & Amores, comemorativo pelos 25 anos de carreira, que reúne releituras de clássicos do rock nacional e canções inéditas. Nos últimos anos, a artista também ampliou sua presença internacional. Recentemente, apresentou o projeto Rock & Raiz no Miami Hispanic Cultural Art Center, nos Estados Unidos, ao lado do músico Almir Pessoa, em um espetáculo que repercutiu em veículos de comunicação de alcance nacional. Em 2025 e novamente em 2026, o espetáculo “Elas Cantam” passou pelos palcos do Sesc Centro, em Goiânia, e do Centro de Cultura de Porto Seguro, na Bahia, consolidando-se como um dos projetos mais elogiados da cantora. Agora, a EUROTOUR Nila Branco representa não apenas uma celebração dos 25 anos de carreira da artista, mas também uma oportunidade de aproximar o público europeu da riqueza da música popular brasileira por meio de interpretações que unem sensibilidade, potência vocal e a identidade de uma das artistas mais representativas da cena musical goiana. A programação da turnê começa no dia 5 de setembro, no Beco do Brasil, em Paris. Na sequência, Nila sobe ao palco do LaTroupe Prado, em Madrid, no dia 11; do Nieuwland, em Amsterdã, no dia 13; e encerra a série de apresentações no Cantinho do Chaplin, em Cascais, região metropolitana de Lisboa, no dia 17 de setembro. A expectativa é reunir brasileiros que vivem na Europa, além de admiradores da música brasileira interessados em conhecer um espetáculo que homenageia algumas das vozes mais marcantes da cultura nacional.

  • Prêmio Caminhos de Literatura abre inscrições para sua terceira edição e amplia circulação da literatura brasileira para países de língua portuguesa

    Serão abertas, a partir de 17 de agosto, as inscrições para a terceira edição do Prêmio Caminhos de Literatura, iniciativa do escritor e produtor cultural Henrique Rodrigues, também idealizador do Instituto Caminhos da Palavra. Voltado a escritores e escritoras de todo o Brasil, o prêmio busca revelar um novo nome da ficção brasileira contemporânea e é destinado exclusivamente a autores que estejam escrevendo seu primeiro romance. Essa edição tem apoio da Estante Virtual e a cerimônia de premiação será realizada no dia 09 de dezembro, no teatro Teatro YouTube, na Galeria Magalu, em São Paulo. As inscrições são gratuitas e poderão ser feitas até 15 de setembro de 2026 (veja instruções abaixo). O vencedor ou vencedora terá o romance publicado pela Dublinense, editora parceira do prêmio desde sua primeira edição. A grande novidade desta terceira edição será a publicação da obra em 2027 também em Portugal, pelo Grupo Infinito Particular, que também edita no país as escritoras Carla Madeira, Socorro Acioli e Aline Bei. A obra também será lançada em Angola pela Editora Kacimbo, criada pelo escritor angolano Ondjaki. A ampliação da circulação internacional marca uma nova etapa do Prêmio Caminhos da Literatura. Ao estabelecer uma trajetória editorial que conecta Brasil, Angola e Portugal, o projeto passa a atuar também como uma plataforma de circulação da literatura brasileira contemporânea entre diferentes territórios do universo lusófono. “Essa chegada do Prêmio Caminhos a Portugal é um grande salto para o projeto. Sabemos como é difícil para uma pessoa iniciante ter o seu livro publicado por uma editora que dê um tratamento profissional e distribua a obra. A seleção é protegida por anonimato, a fim de que seja revelado um romance pela sua qualidade. Ano que vem o livro irá circular por esse triângulo lusófono entre Brasil, Angola e Portugal, e fico feliz por ajudar a construir essa ponte cultural entre os países”, afirma Henrique, que também oferecerá uma mentoria literária a quem vencer o Prêmio. Criado para estimular a chegada de novas vozes à literatura brasileira, o Prêmio Caminhos vem construindo, ainda em suas primeiras edições, uma trajetória de revelação de autores. A primeira edição teve como vencedora Izabella Cristo, autora paraense radicada em São Paulo, que apresentou o romance Mãezinha, obra que ganhou destaque no cenário literário brasileiro e esteve entre os livros comentados de 2025. Na segunda edição, o prêmio revelou a escritora mineira Paula Novais, autora de Gaiolas de concreto armado. O romance vem recebendo atenção da crítica e foi incluído pelo jornal O Globo entre os destaques literários do primeiro semestre de 2026. Para as autoras reveladas pelo prêmio, a experiência representa também a possibilidade de iniciar uma trajetória literária já acompanhada por uma rede editorial que ultrapassa as fronteiras brasileiras. “O Prêmio Caminhos de Literatura tem um lugar determinante na minha trajetória como escritora. Em razão da premiação, meu romance de estreia, ‘Gaiolas de concreto armado’, pôde ser publicado no Brasil e em Angola por duas editoras que trabalham com grande seriedade e cujos projetos editoriais admiro tanto: a Dublinense e a Kacimbo. Além disso, a credibilidade do curador Henrique Rodrigues e da comissão julgadora permitiu que meu livro chegasse aos leitores e à imprensa, contando com uma importante chancela de qualidade literária.”, avalia Paula Novais. “O Prêmio Caminhos foi, literalmente, uma abertura de caminhos na minha profissão. Se antes eu era uma escritora ainda desconhecida e à margem da vida literária, depois dele passei a ser reconhecida no meio. Tive meu livro publicado, alcancei leitores, fiz amizades inestimáveis e vivi experiências e trocas incríveis, relações que, tenho certeza, levarei para a vida inteira. Hoje, não sou apenas uma médica que escreve. Sou uma médica escritora. Tenho um lugar.”, acrescenta Izabella Cristo. Uma ponte entre literaturas de língua portuguesa A publicação em Angola, realizada pela Kacimbo, representa desde a segunda edição uma das dimensões internacionais do projeto. A editora tem entre seus nomes o escritor angolano Ondjaki, cuja atuação contribui para aproximar diferentes cenas literárias de língua portuguesa. "Mantemos o desejo de publicar o livro de Paula Novais ainda este ano em Angola, pela editora Kacimbo. E está igualmente agendada a publicação do romance premiado de 2026. A Kacimbo pretende continuar a estender os laços de uma frutífera e natural (cultural) relação com o espaço editorial brasileiro.", afirma Ondjaki. Na terceira edição, a chegada a Portugal amplia esse percurso. A publicação pelo Grupo Infinito Particular, prevista para 2027, estabelece uma nova conexão para o romance vencedor e reforça a aposta do prêmio na circulação internacional da produção literária brasileira contemporânea. "A parceria com o Prêmio Caminhos reforça a missão do Grupo Infinito Particular de aproximar Portugal da melhor literatura brasileira contemporânea. Publicamos alguns dos mais relevantes autores brasileiros em Portugal e acreditamos que iniciativas como esta são essenciais para revelar novas vozes e fortalecer o intercâmbio literário entre os dois países.", destaca João Gonçalves, publisher do Grupo Infinito Particular. Para ir além de um concurso literário, o Prêmio Caminhos de Literatura busca construir uma trajetória para novos autores e autoras, conectando descoberta, publicação e circulação. Em sua terceira edição, o projeto amplia esse percurso ao aproximar três mercados editoriais de língua portuguesa e criar novas possibilidades para que uma obra brasileira encontre leitores também fora do país. Sobre o Prêmio Caminhos de Literatura O Prêmio Caminhos de Literatura é uma iniciativa do escritor e produtor cultural Henrique Rodrigues, idealizador do Instituto Caminhos da Palavra. O projeto tem como objetivo revelar novas autorias da ficção brasileira contemporânea, buscando contribuir para a renovação da literatura nacional e apostando na importância da bibliodiversidade literária. A premiação é aberta a escritores e escritoras de todo o Brasil que estejam concorrendo com seu primeiro romance. As inscrições são gratuitas. Inscrições: 17 de agosto a 15 de setembro de 2026Abrangência: nacionalPúblico: escritores e escritoras brasileiros em seu primeiro romanceInscrição: gratuitaPublicação da obra vencedora: Dublinense (Brasil), Kacimbo (Angola) e Particular/Grupo Infinito (Portugal, 2027) Apoio: Estante Virtual

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