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  • Violino para adultos: veja como estudar 15 minutos por dia

    Aprender violino depois de adulto pode parecer difícil para quem tem a rotina cheia. Trabalho, estudos, casa, família e cansaço fazem muita gente deixar o instrumento de lado antes mesmo de perceber a evolução, especialmente para quem está no início da jornada. Mas a falta de tempo nem sempre é o principal obstáculo. Segundo o violinista Arthur Lauton, criador do canal Como Tocar Violino (@ComoTocarViolino no YouTube), 15 minutos por dia podem ser suficientes para o estudo, desde que exista organização antes de pegar o violino. “O maior erro de quem só tem 15 minutos não é estudar pouco. É gastar metade desse tempo decidindo o que vai estudar”, afirma. A proposta do violinista é transformar esse tempo curto em uma prática mais objetiva. Para isso, o estudo precisa ter foco definido, divisão simples e continuidade ao longo da semana. Como dividir os 15 minutos Arthur sugere separar o tempo em duas partes. A maior parte da prática deve ser usada para aprender algo novo. O restante serve para revisar o que já foi estudado. Em uma rotina de 15 minutos, isso significa cerca de 12 minutos para o foco principal do dia e 3 minutos para manutenção. Essa revisão pode incluir cordas soltas, posição dos dedos, arco, escala ou algum exercício já conhecido. “Esses 3 minutos impedem aquela sensação de voltar tudo do zero quando você pega o violino de novo”, explica. Segundo o músico, o estudo também deve passar por três pilares: técnica, aplicação e repertório. A técnica envolve arco, mão esquerda, afinação e leitura. A aplicação aparece nos exercícios. O repertório é a música em si. O erro, segundo Arthur, é tentar misturar tudo sem critério. “O repertório não vem do nada. Ele precisa ser pensado a partir da técnica e dos exercícios que você trabalhou antes”, diz. Veja um cronograma semanal de 15 minutos por dia Segunda-feira: técnica O primeiro dia pode ser reservado para a base. A sugestão é trabalhar cordas soltas, arco lento, controle do movimento, afinação dos dedos e escalas. Nesse dia, não é necessário tocar uma música. O objetivo é organizar a estrutura para o restante da semana. Terça-feira: exercícios Na terça, entram 3 minutos de revisão da técnica feita no dia anterior e 12 minutos para exercícios novos. O aluno pode trabalhar mudanças entre cordas, padrões rítmicos, velocidade do arco ou sequências de dedos. O foco não deve ser tocar rápido, mas entender o movimento. Quarta-feira: repetição com ajuste A quarta-feira é o dia de voltar ao que ainda não saiu bem. Em vez de buscar uma novidade, o aluno deve retomar os exercícios da segunda e da terça. A ideia é melhorar ritmo, afinação, controle do arco e tensão dos dedos. Quinta-feira: repertório em partes pequenas Na quinta, a música entra no estudo. Mas Arthur orienta evitar tocar a peça inteira várias vezes do começo ao fim. A recomendação é dividir a música em frases curtas. O aluno escolhe um trecho, repete com atenção e observa ritmo, afinação e movimento do arco. “Se você toca sempre do começo, fica bom só no começo. O resto vai no automático”, afirma. Sexta-feira: continuidade do repertório A sexta serve para avançar na música. Depois dos 3 minutos de aquecimento, o aluno pode trabalhar a próxima frase ou revisar o trecho do dia anterior. O objetivo é deixar os dedos mais seguros, manter o ritmo e evitar pressa. Sábado: musicalidade No sábado, o foco passa a ser o som. É o dia de juntar técnica, leitura e repertório, com atenção à dinâmica, à expressão e à forma como a música soa. Para Arthur, não basta acertar nota e ritmo de forma mecânica. O aluno precisa começar a transformar o exercício em música. Domingo: gravação e autoavaliação O domingo pode ser usado para gravar um exercício técnico e um trecho da música estudada durante a semana. O vídeo não precisa ser publicado. Ele serve para que o aluno se veja de fora, perceba o que melhorou e identifique o que precisa reforçar na semana seguinte. “Quando você está tocando, pensa em muita coisa ao mesmo tempo: arco, afinação, ritmo, frase musical. Quando assiste à gravação, consegue observar melhor os detalhes”, explica. Pouco tempo também precisa de método Para Arthur, 15 minutos não fazem milagre, mas criam continuidade. E continuidade é uma das partes mais importantes para quem tenta aprender violino depois de adulto. “Quem estuda pouco todo dia passa aquela pessoa que estuda muito só quando dá”, afirma. A recomendação para quem está no início é definir o foco do dia antes de ligar o cronômetro. - Quem é Arthur Lauton? Formado pelas universidades USP e UFBA, estudou com mestres como Claudio Cruz, Elina Suris e outros nomes da elite da música clássica nacional e internacional. Já tocou nas maiores orquestras do Brasil, incluindo a OSBA, onde ele estava no ano em que foi eleita a melhor orquestra do país em 2023. Na música popular já dividiu o palco com Caetano, Gil, Chitãozinho & Xororó, BaianaSystem, Sérgio Reis, Saulo, entre outros gigantes da música brasileira. Levou seu violino para 9 estados brasileiros e países como China, EUA e Chile. É criador do canal Como Tocar Violino, que se aproxima dos 250 mil inscritos e já soma 14 milhões de visualizações. Hoje ajuda milhares de pessoas a aprender violino do zero com leveza, didática prática e orientação profissional.

  • Gramado cresce 260% entre turistas estrangeiros em 2026 e reforça apelo internacional

    Gramado vive um forte avanço no turismo internacional em 2026. Entre janeiro e maio, a cidade registrou crescimento de 260% nas reservas feitas por turistas estrangeiros, na comparação com o mesmo período do ano anterior, segundo dados da Civitatis, plataforma de reserva de atividades e experiências presente em mais de 160 países. O aumento também aparece no fluxo de viajantes: o número de passageiros internacionais com reservas em atividades no destino cresceu 305% no período, reforçando a expansão da presença estrangeira na Serra Gaúcha. O movimento é puxado principalmente por turistas da América do Sul. O Uruguai lidera o crescimento internacional de Gramado, com alta de 221% nas reservas realizadas para o destino. O Paraguai aparece logo atrás, com crescimento de 200%, enquanto a Argentina registrou aumento de 180% na comparação anual. “O mercado sul-americano tem uma conexão muito forte com Gramado. A cidade reúne clima de inverno, gastronomia, vinhos, entretenimento e uma estética muito associada ao imaginário europeu, o que gera enorme apelo para turistas da região”, explica Alexandre Oliveira, Country Manager da Civitatis no Brasil. O que os turistas estrangeiros buscam em Gramado? A alta de reservas internacionais de experiências em Gramado mesmo durante o verão reforça o posicionamento da cidade como um destino focado em experiências culturais, gastronômicas, de natureza e até temáticas para famílias, indo além do charme do inverno. Entre as atividades mais procuradas aparecem roteiros ligados à cultura italiana da Serra Gaúcha, parques temáticos, turismo panorâmico e experiências gastronômicas. O tradicional passeio de Maria Fumaça com visita à Vinícola Aurora lidera as reservas feitas por estrangeiros no período, seguido pelos ingressos do Snowland, parque de neve indoor que se tornou uma das atrações mais conhecidas da cidade. Também aparecem entre os destaques os tours por Gramado e Canela, excursões ao cânion de Itaimbezinho, passeios culturais em Nova Petrópolis e experiências gastronômicas como fondue e jantares típicos. Ranking: os passeios mais reservados em Gramado por turistas estrangeiros Segundo Alexandre Oliveira, Gramado consegue se destacar internacionalmente por oferecer uma experiência turística muito diferente do restante do Brasil.“Gramado entrega uma combinação rara na América Latina: clima de inverno, forte identidade cultural, gastronomia consolidada, parques temáticos e excelente infraestrutura turística. Isso ajuda a transformar o destino em uma referência regional em turismo de experiência”, afirma. Trem Maria Fumaça + visita à Vinícola Aurora Ingresso do Snowland Tour por Gramado e Canela Excursão ao cânion do Itaimbezinho Lumni Experience De onde vêm os turistas internacionais que visitam Gramado? Os dados da Civitatis mostram predominância de turistas sul-americanos nas reservas internacionais realizadas para Gramado, com liderança de Uruguai, Argentina e Paraguai.O levantamento reforça ainda uma tendência de viagens mais focadas em entretenimento, gastronomia e turismo cultural, especialmente entre viajantes latino-americanos que buscam destinos com experiências completas e clima de inverno.“A Serra Gaúcha possui uma identidade muito própria dentro do turismo brasileiro. Isso desperta curiosidade em mercados vizinhos e faz Gramado ganhar relevância como destino internacional de curta e média distância”, completa Alexandre Oliveira. Sobre a Civitatis A Civitatis é a plataforma líder na venda de visitas guiadas, excursões e atividades em português e espanhol ao redor do mundo. Com um catálogo de experiências cuidadosamente selecionadas em mais de 4.200 destinos, a plataforma conecta, todos os meses, mais de 1,2 milhão de viajantes às melhores atividades locais. Seu modelo se baseia em três pilares: simplicidade, qualidade e excelência no atendimento. Por meio de uma equipe especializada que prioriza autenticidade e confiabilidade, a Civitatis garante uma oferta curada que já soma mais de cinco milhões de avaliações verificadas, com nota média de 9,1/10.Combinando tecnologia própria e curadoria humana especializada, a Civitatis se consolidou como a referência do setor na América Latina e Espanha, cumprindo sua missão de “completar a viagem” de milhões de pessoas ao redor do planeta.

  • “Rosa no Céu”: Maria Luiza Jobim lança seu terceiro álbum solo

    Frescor, leveza, suavidade são palavras que saem da boca de Maria Luiza Jobim com a naturalidade que seus significados insinuam. Assim como dessa forma - frescas, leves, suaves - saem da mesma boca grande parte das canções que compõe ou escolhe cantar. Não são meros adjetivos. Uma canção pode nascer assim, em geral nasce, leve, a partir de um fragmento de vida; de um átimo, um momento, uma fugaz sensação - que, no entanto, precisa ser guardada (daí a necessidade da canção). Como o tempo de um apaixonamento, caso de “Portugal”, ironicamente escrita em inglês, a partir do momento mesmo da paixão - “I found a love in Tokyo/I saw him by the sea/And felt the water say his name to me” – e que conta a história da construção de um amor e da intenção mesmo de uma canção: “I will bring the summer in this song”. Ou a canção nasce naquele brevíssimo instante, pode ser quando alvorece ou anoitece em qualquer praia ou ribeira do mundo, em que o céu de repente fica rosa, um rosa só daquele momento, mas que se eterniza como a paixão em amor, o rosa do céu na memória, a sensação em canção. Assim nasceu, literalmente, “Rosa no céu”, o terceiro álbum solo de Maria Luiza Jobim. Literalmente porque da percepção daquele rosa fugaz “especialmente no céu de Lisboa”, como ela rememora. E, depois, o reencontro do mesmo breve momento róseo no pôr do sol do Rio de Janeiro. Entre o Rio, onde nasceu, e Lisboa onde vive – na verdade divide o tempo entre as duas cidades-irmãs na língua e no céu róseo - Maria Luiza foi encontrando o conceito do seu terceiro álbum. Sempre, e isso parece ser central no seu processo criativo, por uma sinestesia com cores: seu primeiro disco foi o memorialístico “Casa branca” (2019), o segundo chamou-se “Azul” (2023), e agora este “Rosa no céu”. Às vezes juntas em Lisboa, às vezes do Rio exatamente neste breve momento do céu rosa trocando mensagens ao vivo com sua amiga e também compositora Mallu Magalhães sobre as sensações e imagens que vinham dali, nasceu a canção “Rosa no céu”, que dá título ao álbum. Com arranjo de cordas de Jaques Morelembaum que faz a canção como que flutuar – olha a leveza... – “Rosa no céu” descreve as imagens que vêm do céu rosa para conceituar o disco em versos simples: “Rosa no céu, vem me contar/Mais uma história linda/Sol de verão deita no mar/Um sonho bom ainda”, versos frescos, suaves. Maria Luiza vê-se mais como compositora do que cantora. Por essa história acima, percebe-se por quê: mesmo sendo “Rosa no céu” uma canção de Mallu Magalhães e Marcelo Camelo - casal brasileiro de compositores radicados em Lisboa - a sensação, a inspiração e o conceito nasceram dela, que assina, só ou em parceria, outras cinco das oito canções do álbum. Mesmo a única regravação do disco, “La javanaise”, clássico de amor do francês Serge Gainsbourg de 1963, soa quase autoral no conceito do disco. “Não é só uma canção que eu queria ter feito, mas é cara da leveza das canções desse disco, e desse verão europeu que ela evoca”, diz Maria Luiza, que faz no disco a canção em dueto com Chico Chico, cantor e compositor carioca que ela admira há tempos e que ela vê se consolidar como multiartista. Também conduzida por um arranjo de cordas – dessa vez escrito por Marcelo Camelo, que também toca todos os instrumentos de base na gravação – a vozes dos dois jovens cantores também parecem flutuar, não tem jeito, a tal leveza é conceito e é a prática musical do álbum. “Rosa no céu” nasceu não apenas do céu como da vivência em Lisboa, de viver e amar em suas ruas. A produção é do próprio Marcelo Camelo, também responsável pelos arranjos e por algumas das composições. _ Sou fã, sou bem da geração Los Hermanos - diz Maria Luiza da banda carioca de Camelo que marcou época nos anos 1990. – Depois, o disco solo dele “Sou” também me influenciou muito. De alguma forma o trabalho dele ajudou a me formar musicalmente. Aí a vida nos reaproximou. Eu já era amiga da Mallu, que me aproximou dele, mostrei esboços das canções que eu estava fazendo e começamos a trabalhar. Na verdade, ele enxergou a alma do que eu estava fazendo. Marcelo Camelo também se identificou com a música da antiga fã, nova amiga e compositora: _ Trabalhar neste disco tem sido uma grande alegria, e oportunidade de conhecer de perto a beleza da expressão artística de Maria Luiza Jobim - diz Camelo. - Ela tem muito claro aquilo que quer e comunica com sabedoria dos grandes artistas aonde quer chegar. Com ideias e palavras que não necessariamente falam de músicas, mas das sensações que elas querem criar. Tento estar à altura da missão que é construir a ponte entre esse imaginário e a música gravada. As canções que Maria Luiza Jobim partilhou com Marcelo Camelo são cheias da vida vivida. A parceria dos dois “Sofá vermelho”, uma bossa nova clássica guiada por violão e cordas, conta com letra em português a história não menos clássica do fim de um amor. Já “Portugal” ironicamente com letra em inglês - criada entre o Rio e Nova York, onde a família mantém um apartamento, Maria Luiza é bilingue - narra a chegada de um novo amor. “Sofá vermelho”, sinestésica pela cor, “Portugal" pelo lugar, parecem contar uma história, ambas leves e com letras calcadas em imagens. Com letra em inglês e música só de Maria Luiza, “Gogogo”, uma canção de amor bem popular e comunicativa, parece começar uma história: “Lighten up my cigarette/We were dancing by the shore/Close to me your sweet sweet breathe/Darling, I want more”. A sofisticada bossa “Boca a boca”, em parceria com Camelo e com letra impressionista (“Tartaruga, peixe ou passarinho/Fica mais um pouco no meu ninho”), parece continuá-la. Seja em inglês, cantando uma canção de Camelo e Mallu como “We are young”, ou em português numa parceria sua também com Camelo, “Sinal”, o fato é que Maria Luiza Jobim está neste “Rosa no céu" mergulhada no universo das canções. Isso nem sempre foi evidente para uma artista que começou sua carreira em projetos como a dupla Opala, de música eletrônica. _ Era como seu eu tivesse no início que sair de baixo da árvore frondosa que é o meu pai - diz Maria Luiza referindo-se evidentemente a Antônio Carlos Jobim, o maior dos compositores brasileiros, que lhe legou, além evidentemente do amor que domina suas canções, o nome, a musicalidade e essa vivência internacional. - Acho que foi um movimento natural, aos poucos fui ganhando confiança para mostrar minhas canções. Hoje até canto umas coisas dele nos shows. De leves tintas impressionistas e evidente carga autobiográfica - fonte de encontros e da própria gravação em Lisboa - as oito canções de “Rosa no céu” formam um álbum ao mesmo tempo leve, pop, mas enormemente conceitual. Talvez seja a síntese do trabalho de uma artista que começou criança, cantando um samba que levava o seu nome feito pelo maior compositor do mundo. E que por isso conheça a natureza das canções e para que elas servem, coisa expressa de forma cristalina num verso do álbum: “Rosa no céu vem contar mais uma história linda”.

  • 5 maneiras de investir a restituição do Imposto de Renda

    Com o início do calendário de restituições do Imposto de Renda Pessoa Física 2026, muitos contribuintes avaliam como transformar o valor recebido, referente à restituição de impostos pagos a mais no ajuste anual da declaração, em planejamento financeiro. Embora parte dos brasileiros utilize os valores restituídos para consumo imediato, especialistas alertam que esses recursos podem representar uma oportunidade para reorganizar as finanças e iniciar uma estratégia de investimentos. Em um cenário de juros ainda elevados e maior busca por planejamento financeiro, a recomendação é evitar decisões impulsivas e avaliar como o dinheiro pode contribuir para objetivos de médio e longo prazo. Para Lucas Sharau, planejador financeiro CFP® e sócio da iHUB Investimentos, a restituição pode funcionar como um ponto de partida importante para quem deseja investir ou fortalecer a saúde financeira. “Mesmo quando o valor não é alto, ele pode ser utilizado de forma estratégica para criar disciplina, montar uma reserva ou diversificar investimentos”, afirma. Segundo o especialista, cinco pontos devem ser considerados antes de decidir como aplicar o valor da restituição: 1. Quitar dívidas com juros altos Antes de investir, a recomendação é avaliar se existem dívidas com juros elevados, como cartão de crédito, cheque especial ou empréstimos mais caros. Em muitos casos, quitar esses débitos pode se traduzir em um retorno financeiro mais relevante do que uma aplicação no curto prazo. 2. Criar uma reserva financeira antes de buscar rentabilidade Para quem ainda não possui uma reserva financeira, a restituição pode ajudar na criação de uma reserva para imprevistos. Aplicações com liquidez diária e baixo risco, como Tesouro Selic e CDBs atrelados ao CDI, costumam ser as alternativas mais procuradas nesse cenário. 3. Aproveitar os juros ainda elevados na renda fixa Mesmo com perspectivas de redução gradual dos juros, a renda fixa continua atraindo investidores pela previsibilidade e retornos considerados competitivos. Títulos públicos, CDBs e fundos conservadores seguem entre as opções avaliadas por quem busca maior segurança. 4. Diversificar os investimentosContribuintes com perfil moderado ou arrojado podem utilizar parte da restituição para ampliar a diversificação da carteira, incluindo fundos imobiliários, ações, multimercados, investimentos internacionais ou até mesmo em estratégias mais arrojadas ainda. A orientação é evitar concentração excessiva em um único tipo de ativo, estratégia, emissor, segmentação ou até mesmo país. 5. Definir objetivos antes de investirO especialista aponta que o erro mais comum é aplicar o dinheiro sem um planejamento claro. Antes de escolher onde investir, é importante definir objetivos como compra de imóvel, aposentadoria, viagens, formação de patrimônio ou geração de renda no longo prazo, isso dirá quanto risco o investidor pode correr e em qual proporção do patrimônio. “O investimento precisa estar alinhado ao perfil e aos objetivos de cada pessoa. A restituição não deve ser vista apenas como um dinheiro extra, mas como uma oportunidade de melhorar a organização financeira e impulsionar a construção de patrimônio”, conclui Sharau.

  • Festival da Cachaça também conta com palestras e oficinas sobre o produto

    A programação da terceira edição do Festival da Cachaça de Brasília, que acontece até o domingo (31), traz uma ótima oportunidade para quem quiser aprender um pouco mais sobre a bebida genuinamente brasileira. A programação inclui palestras e oficinas gratuitas voltadas tanto para apreciadores quanto para profissionais do setor, abordando temas como análise sensorial, envelhecimento da cachaça, coquetelaria e controle de qualidade. Com entrada gratuita e programação para todas as idades, o festival reúne 90 expositores de 15 estados brasileiros e se consolida como um dos maiores eventos do segmento no país. Além das degustações, o público poderá conhecer mais sobre a história, a produção artesanal e a diversidade da bebida, que é um dos maiores símbolos da cultura brasileira. As oficinas e palestras envolverão ensinamentos sobre vários processos, que vão desde a produção até as técnicas de degustação. Com isso, os amantes da cachaça poderão aprender, de forma interativa, mais sobre as “Madeiras brasileiras nas cachaças”, com a Dra. Grace Ghesti; participar da oficina de coquetelaria do Senac e da Fecomércio Sesc; aprender mais sobre a rastreabilidade e o controle de qualidade da cachaça, com Luiz Salles e a Dra. Karla Cristina; e aprender como degustar uma cachaça e reconhecer seus atributos sensoriais, com Bárbara Soares. “O Festival da Cachaça nasceu com o propósito de aproximar o brasiliense da riqueza cultural, histórica e econômica que existe por trás da cachaça. Queremos valorizar os produtores e mostrar a qualidade da produção nacional”, destaca Edilane Oliveira, diretora do Instituto Brasileiro de Integração (IBI) e organizadora do evento. Além das palestras e oficinas gratuitas, a programação inclui apresentações musicais ao longo de todo o fim de semana. O Festival também promove oportunidades de negócios e o fortalecimento da cadeia produtiva da cachaça artesanal no país. Palestras e oficinas Sábado (30) 14h – Rastreabilidade e controle de qualidade Com Luiz Salles e Dra. Karla Cristina 15h30 – Oficina de Coquetelaria do Senac Senac Fecomércio Sesc 17h – Como degustar uma cachaça e reconhecer seus atributos sensoriais Com Dra. Bárbara Soares Domingo (31) 14h – Engenharia invisível da qualidade nas bebidas alcoólicas Com Dr. Elias Saba Programação Musical Sábado (30) 11h às 23h Encontro dos Violeiros – Violada Original Karika Domingo (31) 11h às 19h Sereníssima Karika Serviço | Festival da Cachaça de Brasília Data: 27 a 31 de maio Local: Estacionamento da Arena Mané Garrincha Entrada: Gratuita Classificação: Livre

  • Ebola: Médicos Sem Fronteiras amplia resposta a um surto em rápida evolução

    Em meio a uma epidemia em rápida evolução, equipes de Médicos Sem Fronteiras (MSF) na República Democrática do Congo estão trabalhando para conter a disseminação da doença e fortalecer o cuidado aos pacientes, em conjunto com o Ministério da Saúde local. Até 28 de maio, 125 casos confirmados, 906 casos suspeitos e 223 mortes foram oficialmente relatados nas províncias de Ituri, Kivu do Norte e Kivu do Sul. No entanto, a verdadeira dimensão do surto ainda é impossível de mensurar. A capacidade de testagem extremamente limitada e as dificuldades de acesso a certas áreas exigem que os números sejam interpretados com cautela. No leste da República Democrática do Congo (RDC), a população vive há anos em condições de insegurança e com um sistema de saúde precário. O surto da doença do ebola, causado pelo vírus Bundibugyo – para o qual ainda não existem vacinas ou tratamentos específicos aprovados –, representa um grande desafio adicional. Ituri, o epicentro do surto, concentra mais de 90% dos casos suspeitos que foram relatados. O número de casos está aumentando nas zonas de saúde de Mongbwalu e Rwampara. “Estamos trabalhando em um contexto particularmente difícil”, afirma Alan Gonzalez, vice-diretor de operações de MSF. “Nas últimas duas semanas, nossa capacidade de levar suprimentos e equipes às áreas afetadas tem sido prejudicada pelas restrições de viagens aéreas e terrestres. A capacidade de testagem continua insuficiente e centenas de amostras ainda aguardam processamento em laboratórios. A capacidade de isolamento e atendimento também é insuficiente. Tudo isso está impedindo a rápida expansão da resposta e criando ansiedades e medos legítimos entre as comunidades.” Apenas um número limitado de organizações – incluindo MSF – estão atualmente atuando em Ituri, e as necessidades da população superam em muito a capacidade disponível. Em Ituri, equipes de MSF iniciaram a construção de um centro de tratamento de Ebola (CTE) com 65 leitos para receber casos confirmados e suspeitos. Também estamos apoiando o Ministério da Saúde no atendimento e isolamento de pessoas com suspeita da doença no Hospital Geral de Mongbwalu e no Hospital Geral de Fataki. Em Bunia, capital de Ituri, MSF implementou um sistema de isolamento para pacientes no hospital Salama e está apoiando diversas unidades de saúde na cidade e em seus arredores, a fim de fortalecer o tratamento seguro de casos suspeitos e confirmados. As equipes também estão reforçando as medidas de prevenção e controle de infecções. Isso é fundamental para evitar infecções hospitalares, especialmente em um momento em que os serviços de saúde estão sob intensa pressão. Ao mesmo tempo, equipes médicas, de logística e de promoção da saúde estão apoiando atividades de vigilância epidemiológica e conscientização da comunidade. Essa estreita colaboração com as comunidades é crucial porque, em muitas áreas, preocupações, medo e a disseminação de boatos estão dificultando os esforços de resposta e podem atrasar a busca das pessoas por atendimento médico oportuno. Além do próprio surto de ebola em si, as equipes de MSF estão observando como ele está dificultando o acesso da população aos serviços de saúde. Em diversas áreas, pacientes com outros problemas de saúde deixaram de procurar atendimento em unidades de saúde por medo do ebola ou das medidas de isolamento. Isso levanta preocupações sobre uma escalada silenciosa de outras emergências de saúde. Em Kivu do Norte, a resposta está sendo organizada em torno de sistemas já estabelecidos após epidemias que afetaram a província nos últimos anos, incluindo a doença do ebola, Mpox e cólera. Em Goma, um CTE com 80 leitos foi instalado e os primeiros pacientes foram admitidos. Unidades de isolamento também foram criadas para pessoas com suspeita da doença em diversas unidades de saúde apoiadas por MSF, inclusive em Walikale, Mweso e Rutshuru, e no hospital de Kyeshero. Em Butembo, MSF enviou uma equipe médico-logística para avaliar as necessidades da população e identificar áreas de intervenção, em colaboração com o Ministério da Saúde. Em Kivu do Sul, onde vários casos foram confirmados, as equipes de MSF começaram a instalar dois CTEs, em Bukavu e Lwiro. Ao mesmo tempo, estamos treinando profissionais de saúde em medidas de prevenção e controle de infecções em ambas as cidades. Uma resposta médica de emergência está em andamento “Este surto está afetando regiões já gravemente fragilizadas por anos de conflito contínuo e deslocamento em massa”, explica Ewald Stals, representante de MSF na RDC. “Em Ituri, assim como em Kivu do Norte e do Sul, a insegurança obrigou milhões de pessoas a fugir de suas casas em busca de segurança. Esse movimento constante é agravado por sistemas de saúde frágeis e com poucos recursos”, afirma Stals. “Em algumas unidades de saúde, a capacidade de admissão e isolamento já está no limite. Nesse contexto, a rápida identificação de casos, o rastreamento de contatos e o isolamento de pessoas doentes tornam-se particularmente difíceis, aumentando o risco de maior disseminação da doença.” MSF está fazendo todo o possível para apoiar a resposta. Apesar das restrições de segurança e acesso – incluindo fechamento de fronteiras e cancelamento de voos –, as equipes de MSF estão trabalhando incansavelmente para garantir que suprimentos vitais continuem chegando às áreas afetadas. Centenas de toneladas de suprimentos médicos e logísticos já foram entregues a Ituri e Kivu do Norte. Com o aumento contínuo de casos e a resposta ainda em fase de implementação, as próximas semanas serão cruciais para fortalecer a capacidade de atendimento, acelerar os testes e manter o acesso a cuidados de saúde essenciais nas áreas afetadas.

  • Arraiá Casapark celebra tradição junina com forró, quadrilha e cenografia assinada por Valéria Leão

    O clima das festas juninas vai tomar conta do Casapark nos dias 26 e 27 de junho com mais uma edição do tradicional Arraiá do Casapark. O evento será realizado no estacionamento ao lado da Cobasi e contará com dois dias de programação especial, reunindo música ao vivo, quadrilhas, gastronomia típica e ambientação temática em uma celebração que já integra o calendário afetivo da cidade. Como já é tradição no evento, a cenografia será assinada pela designer Valéria Leão, responsável por transformar o espaço em um grande arraial típico de festa junina, valorizando elementos da cultura popular brasileira com criatividade, cores, texturas e referências visuais que dialogam com o universo do Casapark e sua conexão com design e decoração. A abertura acontece na sexta-feira, 26 de junho, das 18h às 00h, com uma edição especial voltada para arquitetos, decoradores, lojistas do Casapark Prime e convidados da RP Cláudia Salomão. O evento contará com apresentação musical da banda de forró Só Pra Xamegar, show da quadrilha profissional Arroxa o Nó e apresentação da quadrilha formada por integrantes do Casapark Prime e convidados. Durante a noite, haverá ainda uma votação da roupa junina mais original, com prêmio especial para o vencedor. A experiência da sexta-feira inclui open bar e open food, com buffet típico de festa junina assinado pelo Coffee Break, vinho premium tinto Safras, variedade merlot, da vinícola Altino, além de chope Hope Capital. Os ingressos custam R$ 350,00 e poderão ser adquiridos pelo Sympla. A proposta do evento é voltada ao público adulto e, nessa data, não haverá programação infantil. Já no sábado, 27 de junho, das 15h30 às 22h, o Arraiá do Casapark será aberto ao público, com expectativa de receber cerca de duas mil pessoas ao longo do dia. A programação terá show da banda Só Pra Xamegar, apresentação da tradicional quadrilha Arroxa o Nó e uma área kids gratuita, com brinquedos infláveis e brincadeiras juninas em parceria com o Roteiro Baby. O público também poderá aproveitar barraquinhas com comidas típicas, bem como as vendidas pelas operações gastronômicas do Casapark, além de bar de bebidas, reforçando o clima de convivência e celebração ao ar livre. Os ingressos para o sábado estão à venda pelo Sympla e custam R$ 70,00 (inteira) e R$ 35,00 (meia social), mediante doação de alimento ou agasalho. Crianças de até 12 anos não pagam. As arrecadações serão destinadas a instituições que atendem pessoas em situação de vulnerabilidade social. “O Arraiá do Casapark já faz parte do calendário afetivo da cidade. É uma celebração que une cultura popular, música, gastronomia e convivência em um ambiente pensado com muito cuidado estético e acolhimento para diferentes públicos”, destaca Ivana Valença, diretora de marketing do Casapark. Serviço Arraiá do Casapark 2026 26 de junho | Sexta-feira | das 18h às 00hEvento para arquitetos, decoradores, lojistas do Casapark Prime e convidadosOpen bar e open foodIngresso: R$ 350,00 – disponíveis no https://www.sympla.com.br/evento/arraia-casapark-prime--abertura-exclusiva-para-convidados/3433239?token=369aab3e90ffcc04ddc25f7b5ccb2cc2 27 de junho | Sábado | das 15h30 às 22hEvento aberto ao públicoIngressos: R$ 70,00 (inteira) e R$ 35,00 (meia social mediante doação de alimento ou agasalho)Crianças até 12 anos não pagam – disponíveis no https://www.sympla.com.br/evento/arraia-casapark--2026/3433256Área kids gratuitaClassificação indicativa: livre Local: Estacionamento ao lado da Cobasi – CasaparkEndereço: SGCV Sul Lote 22, Park Sul – Brasília/DF Ingressos:Sympla – Arraiá CasaPark 2026

  • Última semana de maio reúne mais de 500 vagas de estágio abertas no Distrito Federal

    O Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE, maior ONG de inclusão social e empregabilidade jovem da América Latina, está com 513 vagas de estágio abertas no Distrito Federal nesta última semana de maio. As oportunidades estão distribuídas entre empresas privadas, instituições de ensino e órgãos públicos parceiros. As áreas com maior número de vagas são administrativa (144 oportunidades), ensino médio (70), campo do direito (42), educação (33), informática (33) e construção civil (29). Também há vagas em setores como contabilidade, comunicação, psicologia, esportes, saúde, arquitetura e urbanismo, além de áreas técnicas e administrativas. As oportunidades contemplam estudantes de diferentes níveis de formação, incluindo ensino médio, cursos técnicos e ensino superior, permitindo que jovens iniciem a trajetória profissional com experiência prática e qualificação. Em nível nacional, o CIEE oferta 6,9 mil vagas de estágio nesta semana. As principais áreas contratando são Administração, Educação, Direito e Contabilidade, com maior concentração de oportunidades nos estados de São Paulo, Distrito Federal e Bahia. As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas pelo portal www.ciee.org.br ou presencialmente na unidade do CIEE no Distrito Federal, localizado no Sudoeste. CIEE 62 anos: Imparável Desde sua fundação, o Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE, maior ONG de inclusão social e trabalho jovem da América Latina, dedica-se à capacitação profissional de jovens e adolescentes. A instituição já contribuiu para a inserção de mais de 7 milhões de brasileiros no mundo do trabalho, além de manter ações socioassistenciais voltadas à promoção do conhecimento e ao fortalecimento de vínculos de populações prioritárias.

  • Eric Land domina o São João 2026 e se prepara para maratona de mais de 35 apresentações

    Com agenda intensa e presença confirmada nos maiores festejos juninos do país, Eric Land se prepara para viver um dos períodos mais importantes de 2026. O artista embarca em uma maratona de São João que promete passar por mais de 35 cidades brasileiras, levando seu repertório de sucessos para os principais palcos. Conhecido por hits, como: Chorei na Vaquejada, Cidade Inteira, Pilantra e Meio, entre muitas outras que dominam as plataformas digitais e por apresentações marcadas pela energia contagiante, Eric reforça seu espaço como um dos grandes nomes do forró da atualidade. A turnê junina inclui cidades tradicionais do circuito nordestino, como Campina Grande, Caruaru, Petrolina e Arcoverde, além de novas praças espalhadas pelo Brasil. Durante o período, o cantor deve percorrer milhares de quilômetros em uma verdadeira operação de estrada, levando ao público um show preparado especialmente para a temporada. No repertório, sucessos que marcaram sua trajetória, além de novidades e faixas que vêm ganhando força nas redes sociais e aplicativos de música. “São João é a época mais especial do ano pra mim. É quando a gente sente de perto a força do nosso povo, da nossa cultura e da música que movimenta multidões. Estou preparando um show ainda mais emocionante, com uma abertura nova e tenho certeza de que vai ser inesquecível passar por tantas cidades levando essa energia”, declara Eric Land. A temporada de São João consolida mais um ano de destaque para o artista, que segue colecionando números expressivos nas plataformas digitais, com quase 1 bilhão de visualizações no YouTube. Vivendo uma das fases mais fortes da carreira, Eric também vem colhendo os resultados do lançamento de “Forróland”, projeto recente que ampliou ainda mais sua presença no cenário do forró e nas plataformas de música.

  • Avon marcou presença no Festival Sintonia com espaço de beleza e destaque para a Iconic Collection

    A Avon participou, no sábado, 23 de maio, da primeira edição do Festival Sintonia, em Brasília, com uma ação voltada à experimentação de produtos e à conexão com o público em um ambiente que uniu bem-estar, café e lifestyle. Dentro desse contexto, a marca levou ao festival um espaço de beleza pensado como ponto de pausa, interação e autocuidado. A proposta foi fazer com que o público pudesse experimentar produtos Avon em uma ativação que conversou com a atmosfera do evento e com um estilo de vida mais leve, sensorial e conectado ao momento. O grande destaque da ação foi a Iconic Collection, coleção que resgatou fragrâncias marcantes da história da Avon a partir do conceito de Newstalgia, movimento que conecta memória afetiva e contemporaneidade. A linha revisitou clássicos da marca com releituras atuais, design minimalista e linguagem visual mais alinhada às novas gerações, reforçando a capacidade da Avon de unir legado e inovação em um mesmo lançamento. Entre os perfumes apresentados na coleção estão Sweet Honesty, Charisma, Topaze Elegant e Toque de Amor, fragrâncias que atravessaram gerações e retornaram ao portfólio com novas leituras olfativas e estéticas. A ativação no Festival Sintonia funcionou, assim, como uma vitrine viva para esse novo momento da marca, aproximando o público de uma coleção que celebrou ícones da Avon em chave contemporânea. “A perfumaria Avon é feita de ícones. Fragrâncias que capturam a essência do seu tempo e se tornam joias olfativas que brilham por gerações com combinações de ingredientes inspiradas pelo futuro da perfumaria, que deixam um rastro inconfundível por onde passam”, afirma a especialista em perfumes Jaqueline Silva. A participação da marca no evento reforçou um movimento de aproximação com contextos mais aderentes ao cotidiano e ao repertório do público jovem brasiliense. Mais do que uma exposição de marca, a ideia foi inserir a beleza em uma vivência associada a cuidado, presença, descoberta e socialização. “Desde o início, o Festival Sintonia foi pensado para proporcionar experiências que conectassem bem-estar, sensorialidade e estilo de vida. Ter a Avon conosco, com uma ativação que convidou o público a experimentar, se cuidar e viver o momento, reforçou exatamente esse espírito que queríamos construir no evento”, afirma Arthur Junior, sócio idealizador do Festival Sintonia. Sobre a Avon Fundada em 1886 com o propósito pioneiro de promover a autoestima e a emancipação feminina, a Avon consolidou-se como uma das maiores referências globais em beleza. Parte do grupo Natura desde 2020, a marca opera sob o modelo de Femtech desde 2026 — uma “startup do feminino” que funde seu legado de mais de mil patentes a uma estrutura ágil e cultura digital-first. Com gestão majoritariamente feminina e estratégia unificada do México à Argentina, a Avon foca na geração de valor e na democratização de tecnologias de alta performance, como o exclusivo Protinol e o Retinol. Sua operação omnicanal integra o social selling de 1,5 milhão de Consultoras de Beleza a uma rede de e-commerce e mais de 1.200 pontos de venda em varejistas multimarcas. Siga a Avon: Instagram:@AvonBrasil Facebook: Avon X: @AvonBR Tik Tok: @AvonBrasil Pinterest: Avon Brasil

  • Mostra Competitiva de Cinema Negro Adelia Sampaio está com inscrições abertas para sua 8ª edição

    Em um cenário ainda marcado por desigualdades estruturais no acesso, financiamento e circulação no audiovisual, a Mostra Competitiva de Cinema Negro Adelia Sampaio se consolida como um dos mais importantes espaços de visibilidade, reconhecimento e projeção para o cinema realizado por mulheres negras. Pioneira no Brasil ao colocar essas narrativas no centro da cena, a iniciativa chega à sua 8ª edição reafirmando seu papel político, cultural e simbólico, ao mesmo tempo em que fortalece redes, amplia repertórios e contribui diretamente para a transformação do campo audiovisual brasileiro e internacional. As inscrições seguem abertas até o dia 30 de maio de 2026 e contemplam produções nacionais e internacionais dirigidas por mulheres negras — cis e trans — em diferentes formatos e gêneros, como ficção, documentário, animação e experimental. Podem ser inscritos curtas, médias, longas-metragens, telefilmes e videoclipes finalizados em formato digital, desde que atendam aos critérios técnicos do edital. A participação é gratuita, e os filmes selecionados irão compor a programação oficial da Mostra, além de poderem integrar sessões especiais, ações formativas e circuitos de exibição em instituições culturais e educacionais, ampliando o alcance das obras e o diálogo com diferentes públicos. As obras em língua estrangeira devem conter legendas em português, e os filmes selecionados integrarão a programação oficial da Mostra, podendo também compor sessões especiais, ações formativas e exibições em instituições culturais e educacionais, sempre sem fins comerciais. Além da exibição, as produções concorrem a premiações em diversas categorias, como melhor filme, direção, roteiro, atuação e júri popular, além de possíveis menções honrosas, reforçando o compromisso do festival com o reconhecimento artístico e a valorização dessas narrativas. A participação deve ser realizada por meio das plataformas oficiais, onde estão disponíveis os editais completos e os formulários de inscrição, nos seguintes links: (Nacional: https://forms.gle/nWz2qpNxy7hw8mWd7) e (Internacional: https://filmfreeway.com/mostraadeliasampaio). A programação será realizada entre os dias 9 e 14 de novembro de 2026, em formato híbrido, reunindo produções de diferentes territórios e fortalecendo o intercâmbio entre realizadoras negras de diversas partes do mundo. Criada como um gesto político e cultural de afirmação, a Mostra nasce do compromisso de enfrentar as desigualdades históricas do setor audiovisual, especialmente no que diz respeito ao acesso de mulheres negras aos espaços de criação, produção e difusão. Ao longo de suas edições, consolidou-se como uma plataforma estratégica de projeção para obras que, por muito tempo, foram invisibilizadas ou marginalizadas, contribuindo para a construção de novos imaginários e narrativas. Ao priorizar exclusivamente filmes dirigidos por mulheres negras, o projeto inaugura e sustenta um território simbólico e concreto de protagonismo, ainda raro no circuito de festivais brasileiros e internacionais. A Mostra homenageia permanentemente Adelia Sampaio, figura central na história do cinema brasileiro e referência incontornável quando se fala em pioneirismo e ruptura. Primeira mulher negra a dirigir um longa-metragem no país, Adelia desafiou as estruturas raciais e de gênero de um setor historicamente excludente, abrindo caminhos em um contexto de profundas limitações de acesso e oportunidades. Sua trajetória representa não apenas um marco histórico, mas também um gesto contínuo de resistência e invenção, que inspira o próprio sentido de existência da Mostra: criar condições reais para que outras mulheres negras possam dirigir, produzir, circular e sustentar suas próprias narrativas no audiovisual. O Homenagem a Joyce Prado reforça memória, legado e continuidade no cinema negro Nesta 8ª edição, a Mostra presta homenagem à cineasta Joyce Prado, falecida em 2025, cuja trajetória marcou de forma profunda e sensível o audiovisual negro contemporâneo, especialmente por sua capacidade de articular estética, política e território em suas obras. Diretora e roteirista, Joyce Prado construiu uma filmografia comprometida com representações complexas e plurais da população negra, com atenção especial às experiências de mulheres negras em diferentes contextos sociais. Sua produção tensiona padrões hegemônicos de linguagem e narrativa, ao mesmo tempo em que propõe novas formas de ver, sentir e contar histórias, contribuindo para a ampliação do repertório imagético e simbólico do cinema brasileiro. Também é co-fundadora da APAN (Associação dos Profissionais do Audiovisual Negro), organização fundamental na articulação, formação e fortalecimento de profissionais negros no cinema e no audiovisual no Brasil. A atuação de Joyce nesse espaço reforça seu compromisso político com a transformação estrutural do setor, ampliando oportunidades e incidindo diretamente na construção de um mercado mais diverso e equitativo. A relação da cineasta com a Mostra também se deu de forma direta e afetiva. Na edição anterior, realizada em 2025, a programação recebeu Joyce Prado como ministrante de uma oficina formativa de roteiro audiovisual, em um momento de troca e construção coletiva que marcou profundamente as participantes e reforçou seu compromisso com a formação de novas realizadoras. Sua presença foi reconhecida não apenas pela excelência artística, mas também pela generosidade no compartilhamento de processos e saberes. Ao homenageá-la nesta edição, a Mostra não apenas reconhece sua contribuição artística, mas também celebra sua presença, sua escuta, sua generosidade e o impacto de sua atuação na formação e no fortalecimento de outras mulheres negras no audiovisual. A homenagem se afirma, assim, como um gesto de continuidade, memória e compromisso com o futuro. Idealizadora da Mostra, a professora Edileuza Penha de Souza destaca que a iniciativa se constrói a partir da urgência de criar espaços de reconhecimento e circulação para essas produções. “A Mostra nasce da urgência de criar espaços de visibilidade, circulação e reconhecimento para o cinema realizado por mulheres negras. Ao longo das edições, temos construído um território de encontro, memória e futuro, onde essas narrativas não apenas existem, mas ganham centralidade.” “Homenagear Adelia Sampaio é reconhecer uma trajetória que abriu caminhos para todas nós. E celebrar Joyce Prado é manter viva a força de uma artista que transformou o audiovisual com sua visão, sua coragem e sua estética, além de sua generosidade na troca com outras realizadoras.”, ressalta Edileuza Penha de Souza. Mais do que um festival, a Mostra Competitiva de Cinema Negro Adelia Sampaio se consolida como uma plataforma contínua de articulação, formação e projeção do cinema negro feminino, ampliando o acesso do público a produções que tensionam, reinventam e expandem os imaginários do audiovisual contemporâneo. ⸻ SERVIÇO: 8ª Mostra Competitiva de Cinema Negro Adelia Sampaio Prazo de inscrições: até 30 de maio de 2026. Período da Mostra: 9 a 14 de novembro de 2026. Local: Brasília -DF. Formato: híbrido. Inscrições: gratuitas. Editais: Português: https://drive.google.com/file/d/11CxbtVf7cIWoyx1WfEyNQvY9ds2JjZJv/view?usp=sharing Inglês: https://drive.google.com/file/d/1816NsG0XeeRXaYaT8eLSWvSe_je-iMgA/view?usp=sharing Espanhol: https://drive.google.com/file/d/13YEGZMDlodbL3Oh4j9nGjsRv3GGtruyu/view?usp=sharing Francês: https://drive.google.com/file/d/1vrxsOEWBL4EENryuQNvIfK3QgjBmkfXc/view?usp=sharing Links para inscrição: Nacional: https://forms.gle/nWz2qpNxy7hw8mWd7 Internacional: https://filmfreeway.com/mostraadeliasampaio Quem pode participar: mulheres negras (cis e trans) realizadoras audiovisuais. Categorias: curtas, médias, longas-metragens, telefilmes e videoclipes. Gêneros: ficção, documentário, animação e experimental. Mais informações: @mostraadeliasampaio.

  • Ordinário Bar & Música promove sábado de samba, feijoada e protagonismo feminino em Brasília

    O sábado (30), vai ser de muito samba, encontros e tradição no Ordinário Bar & Música. A casa promove uma programação especial reunindo os grupos Samba da Tia Zélia, Elas Que Toquem e Sambadona, em uma celebração que mistura música brasileira, protagonismo feminino e gastronomia afetiva em um dos estilos mais populares do país. Além das apresentações musicais, o público poderá aproveitar a tradicional feijoada da casa, servida à vontade por R$ 59,95 por pessoa, reforçando a proposta de transformar o sábado em uma experiência completa de cultura, sabor e convivência. “O samba e a feijoada caminham juntos na história cultural do Brasil. É uma combinação que reúne pessoas, cria memórias e transforma qualquer encontro em celebração. A gente acredita muito nessa experiência de música, comida boa e conexão”, destaca a organização da casa. Com repertórios que passeiam pelos clássicos do samba de raiz, pagode e releituras contemporâneas, a programação reforça o compromisso do Ordinário com a valorização da música brasileira e da cena cultural da capital. “O samba é mais do que um gênero musical. É patrimônio cultural, resistência, identidade e parte da história do Brasil. O Ordinário abraça essa tradição e busca manter viva essa conexão com o público, abrindo espaço para artistas e rodas que fazem o samba pulsar em Brasília”, completa. A proposta é reunir diferentes públicos em uma atmosfera descontraída, marcada pela música ao vivo, mesas compartilhadas e o clima típico das grandes rodas de samba brasileiras. SERVIÇO Ordinário Bar & Música Endereço: SBS Q. 2 Bl.Q Lojas 5/6 - Asa Sul, Brasília - DF Instagram: @ordinariobar

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