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  • Porão do Rock amplia fronteiras e aposta em mistura de gêneros na edição de 2026

    Marcado para os dias 22 e 23 de maio, no estacionamento do Mané Garrincha, o Porão do Rock chega à edição de 2026 reforçando um movimento que vem se consolidando nos últimos anos: a ampliação do diálogo com diferentes estilos da música brasileira. Tradicionalmente ligado ao rock, o festival passa a incorporar de forma cada vez mais evidente nomes de outras cenas musicais, sem abandonar a identidade construída ao longo de mais de duas décadas. Entre os destaques da programação deste ano estão estreias inéditas no palco do festival, como Tribo da Periferia, Nação Zumbi e Marcelo Falcão. A presença dos artistas simboliza uma transformação no perfil dos grandes festivais brasileiros, que vêm apostando em line-ups mais diversos e plurais para dialogar com diferentes públicos e experiências culturais. Reconhecida como um dos principais nomes do rap nacional, a Tribo da Periferia leva ao Porão a força das periferias urbanas e uma conexão consolidada com o público jovem. Já a Nação Zumbi, referência histórica da música brasileira contemporânea, chega ao festival trazendo a sonoridade que marcou o movimento manguebeat, misturando rock, maracatu, funk e experimentações musicais. Marcelo Falcão, por sua vez, carrega uma trajetória marcada pela mistura entre rock, reggae e música urbana brasileira, consolidada durante os anos à frente d’O Rappa e fortalecida em sua carreira solo. A proposta, segundo a organização, não representa uma ruptura com a essência do festival, mas sim uma evolução natural do próprio cenário musical brasileiro. “Desde o início, o Porão sempre foi um espaço de descoberta e diversidade. O rock continua sendo a nossa base, mas entendemos que a música brasileira hoje dialoga de maneira muito mais ampla. Receber artistas como Tribo da Periferia, Nação Zumbi e Marcelo Falcão reforça essa ideia de encontro entre diferentes sonoridades e públicos”, afirma Gustavo Sá. Além dos nomes inéditos, a edição de 2026 também reúne atrações já consolidadas dentro do universo do rock nacional e internacional, como Pennywise, Angra, Dead Fish e Rodox. O movimento acompanha uma tendência observada em festivais de diferentes partes do país, que passaram a apostar em experiências musicais mais amplas, conectando rock, rap, música regional, MPB e cultura urbana em um mesmo ambiente. No caso do Porão do Rock, essa diversidade aparece como uma forma de fortalecer o festival como espaço de convergência artística, mantendo viva a proposta de valorização da música autoral e da cena independente. Porão do Rock 2026 Data: 22 e 23 de maio Local: Estacionamento Estádio Mané Garrincha Ingressos: a partir de R$ 133, pelo site da Ticketmaster Instagram: @poraodorock

  • Última apresentação do espetáculo Balançar terá sessão azul inclusiva

    Com sessão azul no último dia (17 de maio), o espetáculo Balançar-Música Teatral para Bebês encerra sua temporada no Espaço Cultural Renato Russo, em Brasília. A apresentação do dia 17 de maio será adaptada para acolher crianças neurodivergentes e suas famílias, garantindo um ambiente mais acessível e confortável. Voltado à primeira infância, especialmente bebês de 0 a 3 anos, o trabalho propõe uma experiência cênico-musical sensorial que articula música, movimento e imagens, estimulando descobertas e vínculos entre crianças e seus cuidadores. Inspirado no nascimento como o primeiro grande movimento da existência, o espetáculo se estrutura a partir de opostos, dentro e fora, encontro e separação, medo e coragem, criando uma narrativa não linear que privilegia a experiência sensível. Em cena, os intérpretes exploram sons, gestos e interações que dialogam diretamente com o universo dos bebês, em um jogo de presença e escuta. Realizado com apoio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF, o projeto também se ancora em referências como a Companhia de Música Teatral de Portugal e estudos da Teoria de Aprendizagem Musical de Edwin Gordon. A música é um dos pilares da encenação e conduz toda a experiência. Segundo Jéssica Fritzen, artista e uma das idealizadoras do projeto, o espetáculo nasce da observação do próprio movimento dos bebês diante dos sons. “A música conduz a cena, mas está profundamente entrelaçada com o movimento e o teatro, nas descobertas do corpo e das vocalizações que surgem desse encontro”, afirma. De acordo com a artista, a proposta vai além de entreter e busca construir uma poética que dialoga tanto com os pequenos quanto com os adultos que os acompanham. “O espetáculo trabalha essa relação do vai e vem da vida, entre o aconchego e a coragem de explorar o mundo, algo que atravessa tanto os bebês quanto seus cuidadores”, explica. A encenação também aposta na integração entre diferentes linguagens. Com direção cênica de Fernanda Cabral, a montagem articula teatro, dança e música em uma criação coletiva. No elenco, Jéssica Fritzen divide a cena com Cristian Lampert, ator com ampla experiência com a dança e corpo em cena. Para a idealizadora, essa combinação de linguagens é essencial para dialogar com a primeira infância. “A gente articula música, dança e teatro para criar um ambiente de descobertas, em que o bebê possa experimentar sons, movimentos e relações de forma livre e sensível”, destaca. A equipe criativa do espetáculo reúne artistas com trajetórias diversas e multiculturais. A cenografia e o figurino são de Roustang Carrilho, a preparação de movimento fica a cargo de Katiane Negrão e a iluminação é de Rodrigo Lelis. A criação da trilha sonora envolve ainda colaboração entre Fernanda, Jéssica e Plínio Carvalho. O projeto propõe um espaço de encontro cuja ideia é que bebês e seus pais compartilhem uma experiência estética baseada no afeto, na escuta e na presença. A entrada é gratuita, com ingressos distribuídos por ordem de chegada antes do espetáculo, mediante a doação de itens infantis (brinquedos ou fraldas), que serão destinados à Casa de Ismael. Os ingressos são limitados. Serviço Balançar- Música Teatral para Bebês Datas: 16 e 17 de maio Horário: às 15h e às 17h Ingressos: Gratuitos (retirada no local) Capacidade: 30 bebês com seus cuidadores Local: Espaço Cultural Renato Russo- Sala Hugo Rodas Endereço: CRS 508 W3 sul bloco A loja 72, Asa Sul Acessibilidade: 17 de maio às 15h (Libras) e 17h (Sessão Azul + Audiodescrição) Classificação indicativa: Livre (preferencialmente para bebês de 0 a 3 anos) Mais informações: @espetaculobalançar

  • Dire Straits Legacy retorna a Brasília com clássicos que marcaram gerações

    Clássicos que atravessaram gerações e ajudaram a transformar o Dire Straits em uma das bandas mais importantes da história do rock mundial voltam aos palcos de Brasília em 21 de maio. O Dire Straits Legacy desembarca na capital federal com a turnê internacional For You South America Tour 2026, em unica apresentação no Ulysses Centro de Convenções. Os ingressos estão à venda na Blueticket. Após uma passagem de grande sucesso pelo Brasil, o grupo retorna ao país reunindo músicos que participaram de diferentes momentos da trajetória original do Dire Straits, banda britânica que se tornou referência absoluta no cenário musical internacional. Diferente de um tributo tradicional, o projeto mantém viva a identidade sonora que marcou gerações e consolidou o grupo como um dos maiores nomes do rock mundial. A apresentação conduz o público por algumas das canções mais marcantes da história do rock, reunindo sucessos que seguem vivos no imaginário de diferentes gerações. No repertório, clássicos como “Money for Nothing”, “So Far Away”, “Sultans of Swing”, “Walk of Life” e “Romeo and Juliet”, entre outras faixas que transformaram o Dire Straits em um fenômeno global. A formação atual do Dire Straits Legacy reúne nomes que ajudaram a construir a identidade musical da banda: Alan Clark (teclados), Phil Palmer (guitarra), Mel Collins (saxofone), Marco Caviglia (voz e guitarra), Danny Cummings (percussão e voz), Primiano Dibiase (teclados), Steve Walters (baixo) e Alex Polifrone (bateria). A combinação entre músicos lendários, arranjos impecáveis e a força emocional de um repertório atemporal transforma o espetáculo em uma experiência única, tanto para os fãs que acompanharam a trajetória da banda desde os anos 80 quanto para novas gerações apaixonadas pelos grandes clássicos do rock. Em uma cidade historicamente conectada ao rock, o retorno do Dire Straits Legacy reforça Brasília como uma das principais paradas brasileiras das grandes turnês internacionais. Serviço: Dire Straits Legacy – For You South America Tour 2026 Dia: 21 de maio (quinta-feira) Local: Ulysses Centro de Convenções Horário: 21h Ingressos: Blueticket (https://www.blueticket.com.br/evento/40536/atracao-internacional-dire-straits-legacy-em-brasilia-df)

  • Restaurantes aproveitam festividades de maio para celebrar a gastronomia com experiências para toda a família

    Com as festividades em alta, o mês de maio reúne diversas datas perfeitas para celebrar em torno da boa gastronomia. O Dia da Família, comemorado em 15 de maio, e o Dia do Coquetel, celebrado mundialmente no dia 13 e nacionalmente no dia 18, surgem como oportunidades ideais para aproveitar experiências gastronômicas que unem pratos especiais, drinks clássicos e momentos de confraternização. Pensando nisso, restaurantes da capital federal oferecem um cardápio pensado para diferentes ocasiões, reunindo pratos saborosos, drinks especiais e opções ideais para compartilhar bons momentos em família e entre amigos. No Bla’s Cozinha Criativa, na 406 Norte, o destaque do cardápio vai para a Panelinha de Filé ao Gonzo (R$99,90), um delicioso filé mignon cortado na ponta da faca, flambado no conhaque e servido ao molho demi-glace com gorgonzola, acompanhado pelos crocantes da casa. O prato surge como uma excelente opção para dividir e aproveitar o Dia da Família em um momento de confraternização à mesa. Outra opção para compartilhar é a Tábua de Frios (R$89,90), preparada com uma seleção especial de presunto de parma, salame, queijo gorgonzola, queijo parmesão e queijo de búfala. Servida de forma generosa, a opção é ideal para reunir a família ao redor da mesa, proporcionando uma experiência descontraída e cheia de sabor. Perfeita para dividir durante conversas e momentos de celebração, a tábua também harmoniza muito bem com os drinks e coquetéis da casa, tornando a experiência ainda mais completa. De acordo com Gabriel Bla’s, chef à frente da casa, a proposta é transformar cada visita em um momento de conexão e celebração. “Acreditamos que a gastronomia tem o poder de aproximar as pessoas. Pensamos em um cardápio que pudesse ser compartilhado, criando experiências afetivas em torno da mesa, desde os petiscos e drinks até sobremesas que carregam histórias da nossa família”, afirma. Na carta de drinks, o Bla’s oferece opções que vão dos clássicos aos autorais, combinando sabores marcantes e ingredientes selecionados. Entre os destaques da casa está o drink Pequi (R$31,90), preparado com gin, xarope de pequi, manga, suco de limão e gelo. A combinação une o sabor característico do cerrado brasileiro ao frescor das frutas cítricas, resultando em um drink refrescante e cheio de personalidade. Outra opção saborosa e clássica é o Moscow Mule (R$29,90), preparado com vodka, limão, xarope de gengibre, água tônica e gelo. O drink combina o toque cítrico com o frescor do gengibre, resultando em uma opção equilibrada e refrescante, ideal para acompanhar os petiscos e aproveitar momentos de descontração. Para finalizar em grande estilo, o Mousse da Vovó (R$27,90) é uma ótima pedida. Com uma receita passada de geração em geração, a sobremesa é preparada com o famoso mousse de chocolate artesanal da avó do Bla’s, Dona Ismênia, acompanhado de crocantes e ganache. A combinação traz um sabor afetivo e caseiro, transformando a sobremesa em uma experiência cheia de memória e tradição. O Olinda Bar & Restaurante, com unidades na 202 Sul e Taguatinga, também traz opções especiais para celebrar as datas, apostando em pratos afetivos e compartilháveis, além de uma carta de drinks pensada para diferentes paladares. A proposta da casa é unir sabor, descontração e momentos de confraternização, criando uma experiência ideal para reunir amigos e familiares em torno da boa gastronomia. Segundo Romão Olinda, a proposta do restaurante é valorizar os momentos de encontro e celebração através da gastronomia. “Queremos que as pessoas se sintam em casa ao compartilhar nossos pratos e drinks. Pensamos em opções que tragam conforto, sabor e aquela sensação de reunir a família e os amigos em volta da mesa para aproveitar bons momentos”, destaca. O destaque entre os pratos para compartilhar é a Carne de Sol (média R$199,00 e grande R$245,00), uma receita tradicional passada de pai para filho, que carrega os sabores e a tradição da culinária nordestina. O próprio modo de salgar a carne segue um preparo tradicional da família, preservando técnicas e sabores que atravessam gerações. Servido de forma generosa, o prato acompanha arroz branco, feijão fradinho, macaxeira, paçoca de carne de sol, vinagrete, cheiro-verde e manteiga de garrafa Outro prato pensado para compartilhar é o Baião de Dois (médio R$98,00 e grande R$125,00), uma verdadeira explosão de sabores da culinária nordestina. A receita combina arroz cozido no caldo de carne, bacon, calabresa, queijo coalho, feijão fradinho e carne de sol desfiada, resultando em um prato rico em sabor e tradição. Para completar a experiência, a opção acompanha purê de mandioca e farofa de cebola. Na carta de drinks, os destaques ficam por conta dos autorais da casa, que valorizam ingredientes e sabores marcantes da cultura brasileira. O Morena Tropicana (R$38) é preparado com cachaça especial da casa infusionada com melaço de cana, limão tahiti e rapadura, resultando em um drink equilibrado e cheio de personalidade. Já o Dois Amores (R$38) combina cajá, caju, açúcar de rapadura e cachaça Volúpia, trazendo uma mistura tropical refrescante e intensa. Para os amantes de cerveja, o clássico Cozumel (R$22) surge como uma opção leve e refrescante, preparado com chopp Brahma, gelo, limão e sal, ideal para acompanhar os pratos compartilháveis da casa e aproveitar momentos descontraídos em família e entre amigos. SERVIÇO Bla’s Cozinha Criativa Endereço: CLN 406 Bloco D Loja 38 Telefone: (61) 3879-3430 Horário de funcionamento: Terça a sábado das 12h às 16h; quarta a sábado das 19h às 23h; e domingo das 12h às 16h Instagram: @blas406 Olinda Bar e Restaurante - Asa Sul Endereço: CLS 202 Bloco B Loja 38 - Asa Sul Telefone: (61) 3532-2958 Horário de funcionamento: todos os dias: 11h às 16h Instagram: @olindabarerestaurante - Taguatinga Endereço: CNB 2 Lote 2, Loja 1 - Taguatinga Telefone: (61) 3562-5177 Horário de funcionamento: todos os dias: 11h às 22h Instagram: @olindabarerestaurante

  • Max Kolbe lança obras jurídicas com foco em concursos e administração pública

    Brasília se prepara para um duplo lançamento literário no próximo dia 19 de maio, às 19h30, no Mezanino José Gerardo Grossi, na sede da OAB/DF. O advogado Max Kolbe apresenta ao público duas obras de peso: "O Direito nos Concursos Públicos" e "O Processo Administrativo Disciplinar". Com linguagem objetiva e foco na aplicação prática, Kolbe oferece ferramentas essenciais tanto para concurseiros quanto para operadores do Direito, em especial aqueles que lidam com a sistematização de PADs e a defesa da legalidade na administração pública. A cerimônia contará com a presença de dois magistrados convidados: o desembargador federal do TRF1 Pablo Zuniga Dourado e o juiz de direito do TJDFT Aragón Nunes Fernandes. Ambos integram as mesas de debates previstas, comentando os temas e a relevância da produção acadêmica local. O evento é aberto ao público e as inscrições ou obtenção de mais informações podem ser feitas pelo e-mail: eventos@oabdf.com. Serviço Data: 19 de maio de 2026 Horário: 19h30 Local: Mezanino José Gerardo Grossi – Sede da OAB/DF Endereço: SEPN 516 – Bloco B – Lote 7I, Asa Norte, Brasília/DF Os livros estarão disponíveis para venda e autógrafos com o autor.

  • Sem Administração Tributária forte, reforma tributária não se sustenta

    Por Francelino das Chagas Valença Júnior A reforma tributária brasileira representa um avanço importante ao simplificar o sistema e enfrentar distorções históricas. No entanto, há um ponto essencial que ainda recebe pouca atenção: a capacidade do Estado de implementar, na prática, as mudanças aprovadas no papel. A arrecadação tributária não é apenas uma função técnica. Ela sustenta políticas públicas, garante o funcionamento dos serviços essenciais e viabiliza a própria atuação estatal. Sem uma Administração Tributária estruturada, eficiente e integrada, qualquer tentativa de modernização do sistema corre o risco de se tornar ineficaz. A Emenda Constitucional nº 132/2023 reconhece essa necessidade ao prever a criação da Lei Orgânica da Administração Tributária (LOAT). Trata-se de um instrumento fundamental para estabelecer diretrizes, garantir estabilidade institucional e assegurar a coordenação entre União, estados e municípios. Esse desafio se torna ainda maior com a criação do Comitê Gestor do IBS, que exigirá um nível inédito de cooperação federativa e capacidade operacional. A implementação de mecanismos tecnológicos, como o split payment, também amplia a complexidade da gestão, demandando monitoramento constante, integração de sistemas e qualificação técnica das estruturas públicas. A tecnologia, por si só, não substitui a atuação estatal. Ao contrário, exige uma Administração Tributária mais preparada, com capacidade de adaptação e governança eficiente. Sem esse suporte, a reforma corre o risco de gerar insegurança jurídica e fragilizar a arrecadação. Fortalecer a Administração Tributária não é uma pauta corporativa, mas uma condição indispensável para que a reforma produza resultados concretos. Sem uma estrutura sólida, a promessa de simplificação pode não se traduzir em melhorias reais para o país. A reforma já foi aprovada. Agora, o desafio é garantir que ela funcione. Francelino das Chagas Valença Júnior Auditor Fiscal do Tesouro Estadual de Pernambuco desde 1996. Presidente da Fenafisco (2026-2028). Doutorando e mestre em Direito. Bacharel em Direito e licenciado em História.

  • Itaipava Premium é a cerveja oficial da nova turnê de Luan Santana

    A Itaipava, marca do Grupo Petrópolis – maior cervejaria com capital 100% nacional – anuncia o patrocínio à turnê “Registro Histórico”, projeto em comemoração aos 18 anos de carreira do cantor Luan Santana, considerado um dos maiores nomes da música brasileira. Com Itaipava Premium como cerveja oficial, a marca acompanhará os 14 shows da turnê, realizados entre os meses de maio e dezembro, em diferentes regiões do país. Mais do que uma série de shows, “Registro Histórico” propõe para o público uma experiência única, repleta de nostalgia, reunindo uma geração de fãs para celebrar os grandes sucessos do cantor. A estrutura dos shows conta com palco em formato de “S” e vista 360º, aproximando Luan Santana do público presente, estreitando conexões e transformando cada apresentação em um grande encontro entre música, memória e celebração. A parceria reforça a presença de Itaipava Premium no universo da música e amplia a conexão da marca com momentos de celebração que fazem parte da cultura do país. No mercado desde 2007, a cerveja conta com receita original American Lager e maturação prolongada, que revela um sabor equilibrado e refrescante, ideal para celebrar os momentos preferidos dos brasileiros. Além da Itaipava Premium, estarão disponíveis Crystal Ice, TNT Energy e os refrigerantes IT!. “Estar presente em uma turnê dessa dimensão, com um artista que atravessa gerações e mobiliza fãs em todo o Brasil, fortalece nossa estratégia de ampliar a presença de Itaipava Premium em experiências marcantes para o consumidor”, afirma José Luiz Sinti, gerente Nacional de Patrocínios do Grupo Petrópolis. Entre as ativações programadas estão bar exclusivo na área vip, espaço instagramável e presença de marca em diferentes pontos da experiência, ampliando a interação com os fãs ao longo da turnê. Com shows já realizados em Belo Horizonte e Cuiabá, “Registro Histórico” segue para mais 14 apresentações ao longo de 2026, em grandes cidades como Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo, Porto Alegre e Brasília. SOBRE A ITAIPAVA – Criada em Petrópolis (RJ), Itaipava conquistou o consumidor brasileiro ao longo dos anos e, hoje, é uma das cervejas mais consumidas no país. A família Itaipava conta com diferentes tipos para todos os gostos e ocasiões: Itaipava Pilsen, Itaipava Premium, Itaipava Go Draft, Itaipava 100% Malte, Itaipava Malzbier, Itaipava Chopp e Itaipava Zero Álcool. Conheça o site: http://www.cervejaitaipava.com.br – @itaipava SOBRE O GRUPO PETRÓPOLIS - O Grupo Petrópolis é a única grande empresa do setor cervejeiro com capital 100% nacional. Produz as marcas de cerveja Itaipava, Petra, Black Princess, Cacildis, Cabaré, Weltenburger, Crystal e Lokal; a cachaça Cabaré; a vodca Nordka; as bebidas mistas Fest Drinks, Cabaré Ice, Crystal Ice e Blue Spirit Ice; o energético TNT Energy; os refrigerantes It! e a Tônica Petra; a bebida esportiva TNT Sport Drink; e a água mineral Petra. O Grupo possui oito fábricas em seis estados e mais de 130 Centros de Distribuição em todo o País, sendo responsável pela geração de mais de 22 mil empregos diretos. Em 2017, o Grupo criou o programa de consumo consciente Saber Beber, que orienta consumidores sobre o consumo responsável de bebidas alcoólicas. Saiba mais em www.grupopetropolis.com.br e no perfil @grupo.petropolis.

  • Royalties do petróleo: a sobrevivência do Rio de Janeiro em jogo no STF

    Luiz Cezar Mortezsohn Rocha O estado do Rio de Janeiro encontra-se novamente diante de um abismo fiscal. O Supremo Tribunal Federal (STF) julga a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4917, que pode decidir pela derrubada da Lei 12.734/2012 — norma que estabelece a redistribuição dos royalties do petróleo e gás natural entre os entes da federação. O julgamento, contudo, foi suspenso após pedido de vista do ministro Flávio Dino. Caso o placar desfavorável ao Rio se confirme, as perdas anuais para o estado e seus municípios podem oscilar entre R$ 20 bilhões e R$ 30 bilhões, segundo estimativas da Comissão de Orçamento da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). Não se trata de alarmismo retórico, mas de constatação técnica. A referida lei está suspensa desde 2013 por uma liminar concedida pela ministra Cármen Lúcia, que à época já advertia para o risco de catástrofe social diante da retirada abrupta de “valores vultosos e imprescindíveis para o prosseguimento dos serviços públicos essenciais”. Em seu voto no julgamento da ADI 4917, a ministra reafirmou o entendimento de que os royalties possuem natureza compensatória destinada aos estados e municípios diretamente impactados pela exploração petrolífera. Doze anos depois, a advertência permanece atual — e mais urgente. A discussão que chega ao STF transcende a disputa contábil entre estados produtores e não produtores. Ela toca no cerne do pacto federativo e na própria noção de justiça distributiva no aproveitamento de recursos naturais não renováveis. Os royalties não são um favor concedido pela União; constituem uma compensação financeira devida aos estados e municípios impactados diretamente pela exploração de petróleo e gás em seus territórios ou em plataformas continentais a eles adjacentes. São, portanto, uma indenização pelos ônus socioambientais, pela infraestrutura desgastada, pelo fluxo migratório, pela pressão sobre serviços públicos e, não menos importante, pela perda de arrecadação decorrente do regime diferenciado do ICMS incidente sobre os combustíveis — tributo que atualmente é pago no destino, beneficiando justamente quem não produz. É preciso nomear essa distorção: transfere-se renda dos estados produtores para os demais sob uma lógica economicamente equivocada. O Rio de Janeiro, maior polo petrolífero do país, arca com os custos da produção — ambientais, sociais e logísticos — enquanto estados consumidores recolhem o ICMS sobre os derivados. Os royalties vêm justamente para recompor, ainda que parcialmente, esse desequilíbrio estrutural. Tentar suprimi-los ou reduzi-los a pretexto de uma “repartição mais equânime” é ignorar que a equidade não se confunde com uniformidade. Os números são eloquentes e implacáveis. Somente em 2025, o Rio de Janeiro abriu mão de mais de R$ 90 bilhões em tributos gerados pela cadeia de combustíveis em favor de outras unidades da federação. A isso se soma um novo desfalque anual de aproximadamente R$ 26 bilhões, vinculado à mudança no regime de partilha do pré-sal — recursos que, por força de alterações legislativas, deixaram de compor o bolo da arrecadação fluminense. Agora, sobrevém a ameaça de mais R$ 20 a R$ 30 bilhões evaporados dos cofres estaduais e municipais por decisão judicial. É importante sublinhar: o Rio de Janeiro não pede privilégios, mas o reconhecimento de sua especificidade federativa. O estado que mais contribui com a arrecadação nacional — via royalties, participações especiais e tributos sobre a produção industrial — é também aquele que mais sofre com a concentração de riscos ambientais, com a deterioração de sua malha viária e com o colapso de serviços públicos financiados por receitas voláteis. Retirar os royalties do Rio sem oferecer contrapartida equivalente é condenar a população fluminense a um aprofundamento ainda maior da desigualdade regional. Sem os royalties, não faltará apenas dinheiro para o Rio — faltará o básico: hospitais funcionando, escolas em condições dignas de ensino, aposentadorias pagas em dia, segurança pública minimamente eficaz. Essa não é uma previsão catastrofista; é a matemática simples das contas públicas. O orçamento estadual já opera sob forte tensão, com despesas obrigatórias crescentes e receitas próprias insuficientes para cobrir o custeio da máquina administrativa e dos serviços essenciais. Um rombo bilionário adicional inviabilizará o estado. A preocupação com a distribuição mais equânime do investimento público é legítima e deve ser perseguida por outros mecanismos — como o Fundo de Participação dos Estados (FPE) ou transferências voluntárias da União —, mas não pode servir de capa para o confisco de verbas compensatórias. A federação brasileira foi concebida para conviver com assimetrias; suprimi-las à força, mediante interpretação judicial que ignora a realidade dos territórios produtores, é romper o pacto federativo por dentro. O que se espera do STF, neste momento delicado, é sensibilidade federativa e compreensão de que a segurança jurídica não se resume à aplicação literal da norma, mas à proteção das expectativas legítimas dos entes que organizaram suas finanças com base em um quadro legal vigente. A lei de 2012 foi aprovada pelo Congresso Nacional, sancionada pela Presidência da República e refletiu, à época, um amplo acordo político. Desconstituí-la por decisão judicial, após mais de uma década de vigência suspensa, sem oferecer solução transitória que evite o colapso imediato dos estados produtores, seria um ato de irresponsabilidade institucional. O Rio de Janeiro não pode pagar — sozinho — o preço da construção de um novo pacto federativo. Defendemos, portanto, não apenas a manutenção dos royalties nos patamares atuais, mas também o reconhecimento público de que esses recursos são, acima de tudo, uma dívida da União com os estados que sustentam a produção de energia do país. Sem essa verdade, o julgamento em curso no STF não será um marco de justiça, mas a certidão de óbito de um estado que já fez — e continua fazendo — muito pelo Brasil. ⸻ Mini currículo: Luiz Cezar Mortezsohn Rocha é formado em Direito pela UERJ, com especialização em Direito Público pela UCAM e mestrando em Direito pela Universidade Estácio. Foi Assessor Legislativo na Alerj e na Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Na Sefaz-RJ, atuou como Superintendente de Tributação (2020/2021), representante na Cotepe/Confaz (2020/2021), Coordenador Administrativo da Superintendência de Tributação, Suplente da Junta de Revisão Fiscal e do Conselho de Contribuintes. Filiado ao Sindicato dos Auditores Fiscais da Receita Estadual do Rio de Janeiro.

  • Cine Drive-In é cenário da festa A Volta aos Anos 80

    Em 30 anos da Festa A Volta Aos Anos 80, o que explica que ela siga sendo sucesso absoluto, lotada e de qualidade irretocável? A resposta está na marca de seu realizador, Paulinho Madrugada. Ninguém sabe ler a cidade como ele. Ninguém a compreende melhor e entrega tudo o que se espera de um evento perfeito: seu segredo não está em cenografias estonteantes, mas na capacidade de conectar memórias afetivas, ao usar dos espaços de afeto da cidade para que o brasiliense tenha uma noite inesquecível. Agora, por exemplo, proporciona ao público uma experiência excepcionalmente brasiliense: o bom e velho rock e pop de Brasília, do Brasil e do mundo, num dos lugares mais queridos de seu público, o Cine Drive-In, no dia 16 de maio, a partir das 19 horas. "Para completar a fórmula, vai ter exposição de carros antigos, fliperama, raio laser, pista de dança de vidro, praça de alimentação e muito lugar para sentar. Ou seja, é festa para jovens de todas as idades e conforto para quem entrega tudo na pista de dança e precisa de uns minutos para descansar", conta Paulinho. Cine Drive-In Muito mais do que uma sala de cinema a céu aberto, o Drive-In é um símbolo vivo da história e da cultura da capital. Inaugurado nos primeiros anos da cidade, ele preserva até hoje a experiência nostálgica de assistir a filmes dentro do carro, sob o céu do Planalto Central — algo cada vez mais raro no mundo. Ao longo das décadas, resistiu às transformações urbanas e tecnológicas, consolidando-se como patrimônio cultural de Brasília não apenas por sua singularidade arquitetônica e histórica, mas pelo vínculo afetivo que construiu com gerações de brasilienses. Cenário de encontros e memórias, onde passado e presente se encontram e continuam sendo vividos com o mesmo encanto. Esta é a segunda edição da Festa A Volta Aos Anos 80 no local. A primeira, em agosto do ano passado, foi de imenso sucesso e quem foi, curtiu e certamente estará de volta para acompanhar as projeções na super tela de 12 metros de altura e 312 metros quadrados, a maior que temos. Programação Musical Serão quatro DJs tocando todos os estilos da década, um VJ fazendo projeções na tela gigante, além de, como é tradição da Festa, a atração surpresa, que é sempre um artista da época fazendo participação mais que especial. Se será divertido? Bom… A chancela para o "sim" como resposta está no fato de já serem mais de 60 edições, desde 1995 - muito antes de o revival oitentista se tornar modinha ou de o hype acabar - sendo que 10 delas foram nos Estados Unidos: Miami, Houston, Las Vegas e Los Angeles já se embalaram ao som da melhor festa de Brasília. Prepare o mullet, a polaina, as ombreiras! Ou não prepare nada disso, só o corpo para dançar e o espírito para se divertir: todas as emoções d’A Volta Aos Anos 80 estarão ao seu dispor no próximo dia 16 de maio! Serviço FESTA A VOLTA AOS ANOS 80 Local: Cine Drive-In Data e hora: 16 de maio às 19 horas Ingressos: Bilheteria Digital - https://www.bilheteriadigital.com/festa-a-volta-aos-anos-80-16-de-maio Informações: @voltaaosanos80 (Instagram)|

  • Fora do Eixo estreia novo projeto e prepara fim de semana com pagode, funk e sertanejo no SAAN

    O Complexo Fora do Eixo, no SAAN, prepara uma programação especial para esta semana com estreias e atrações já conhecidas do público brasiliense. A agenda começa nesta quinta-feira (14), com o lançamento do “Boteco do CPX”, novo projeto da casa voltado ao sertanejo, piseiro e modão, e segue até domingo (17), apostando em estilos como funk, trap, discotecagem com hits do momento, pagode e muito mais. A estreia do Boteco do CPX, na quinta (14), aposta em uma atmosfera mais intimista e repertório voltado aos clássicos do sertanejo e da sofrência. A noite contará com show de Marco Mazzú e participações, que traz um repertório recheado com viola caipira e sertanejo de alto nível, além dos DJs Thiago May e Matteo, marcando o início da nova proposta musical do complexo. Na sexta-feira (15), o foco muda completamente para o pagode, funk e brasilidades com o Tamborzão. A edição terá como atração principal Dollynho da Lapa, além de apresentações de John Saucer, Kacá, Henry TH, Barjud e Kaio Vinnicius. A proposta é manter a pista movimentada até o amanhecer, característica já conhecida das festas do Fora do Eixo. A programação segue no sábado (16) com o grupo Lado a Lado, formado por Pepê, Luk e Thailo DJ. Já no domingo (17), o encerramento da semana fica por conta do cantor Tonzão, acompanhado por Kacá e Gustavo Machado. “O Fora do Eixo sempre busca renovar a experiência do público sem perder a essência da casa. Essa estreia do Boteco do CPX representa justamente essa vontade de ampliar os formatos e entregar novas experiências para quem frequenta o complexo”, destaca Gabriel Athayde, sócio do Fora do Eixo. SERVIÇO Complexo Fora do Eixo Endereço: SAAN, Quadra 1, Brasília – DF Horários de funcionamento: Shows: quinta e sexta, a partir das 20h; sábado, a partir das 15h; domingo, a partir das 17h Ingressos antecipados: https://www.sympla.com.br/produtor/complexoforadoeixo

  • Ordinário Bar & Música celebra Dia do Coquetel com happy hour e ofertas especiais

    O Dia Mundial do Coquetel, celebrado em 13 de maio, e o Dia Nacional do Coquetel, comemorado em 18 de maio, serão comemorados com uma programação especial no Ordinário Bar & Música, localizado no Setor Bancário Sul. Ao longo da semana, a casa promove ações temáticas para o público que aprecia coquetelaria, música ao vivo e gastronomia em clima descontraído. A programação inclui happy hour de terça a sábado, até às 20h. Às segundas-feiras, o público poderá aproveitar dose dupla de drinks durante toda a noite. Já aos domingos, a casa oferece dose dupla de caipirinha até às 18h. Conhecido pela mistura de boteco moderno com apresentações musicais, o Ordinário aposta em uma carta de bebidas que reúne clássicos da coquetelaria, receitas autorais e opções sem álcool. “Queremos transformar a semana do coquetel em uma experiência completa, reunindo música, encontros e uma carta de drinks que conversa tanto com quem gosta dos clássicos quanto com quem busca novas combinações”, destaca Augusto Berto, um dos sócios da casa. Entre os clássicos disponíveis no cardápio estão o Negroni (R$ 33,95): clássico italiano que nunca sai de moda. Gin Gordon's, vermouth rosso e Campari em perfeita harmonia, finalizado com twist de laranja Bahia. O Fitzgerald (R$ 33,95): é leve e aromático, com gin Gordon's, limão fresco e xarope simples. Finalizado com algumas gotas de Angostura para um toque sutil de especiarias. A rainha da coquetelaria brasileira, a Caipirinha (R$ 26,95): é o clássico dos clássicos com Cachaça Ypióca, limão ou morango e xarope simples; e o Moscow Mule (R$ 28,95): um drink icônico com Vodka Smirnoff, suco de limão fresco e um toque de xarope de gengibre, combinados com a efervescência da ginger beer. Finalizado com espuma de gengibre. Já entre os autorais, a casa apresenta o Cerrado Vermelho (R$ 32,95): Gin Gordon's, xarope de frutas vermelhas, com limão espremido, Netuno e emulsificante, formam um drink equilibrado e intenso. O óleo saccharum dá um toque aromático, tornando cada gole ainda mais marcante. Outra sugestão é o Mistura do Candango (R$ 29,95): cachaça branca e envelhecida com suco de laranja, redução de cajá, shrub de caju e limão espremido, formam um drink forte e refrescante. O amaretto dá aquele toque doce, deixando o sabor bem equilibrado entre o doce e o azedinho. Há também o Brasília Amarela (R$ 29,95): uma adaptação do clássico Chevette, com vodka com baunilha, limoncello e água de coco, além de limão espremido e xarope simples e espuma de limão siciliano. Para quem prefere opções sem álcool, o cardápio também traz o Maria Bonita (R$ 19,95): uma adaptação do clássico Shirley Temple, com suco de laranja, soda de gengibre e xarope de açaí; e o Dona Ivone (R$ 21,95): maracujá, baunilha, água tônica e limão. SERVIÇO Ordinário Bar & Música Endereço: SBS Q. 2 Bl.Q Lojas 5/6 - Asa Sul, Brasília - DF Instagram: @ordinariobar

  • Ele tem o mel: Kaká surge em banheira de mel para o retorno de Malbec Pure Gold

    O Boticário lança a campanha “Malbec Pure Gold Tem o Mel”, que marca o retorno do maior sucesso recente da perfumaria masculina, que esgotou estoques em 2025. Com direção criativa da AlmapBBDO, a marca aposta em um conceito potente que materializa, de forma literal e icônica, o poder de atração da fragrância através de seu ingrediente principal: apresentando Kaká, seu embaixador global, como nunca antes visto - imerso em uma banheira de mel. A partir do insight e conversas em alta sobre “ter o mel” - associada a pessoas com magnetismo natural e irresistível -, a campanha transforma o ingrediente-chave da fragrância em um ativo narrativo e visual potente. A presença de Kaká reforça esse território simbólico, reconhecendo sua imagem carismática e cativante e afirmando que, assim como Malbec Pure Gold, ele também “tem o mel”. Sob o olhar da fotógrafa Nicole Heiniger, conhecida por sua estética marcante e sofisticada, o ensaio eleva a linguagem da perfumaria nacional ao explorar contrastes entre textura, luz e corpo. Mais do que um recurso estético, a execução materializa o conceito de produto ao transformar o mel - ingrediente central da fragrância - em experiência imagética. A campanha aposta na construção de um “fato criativo” com potencial de viralização, ampliando a relevância cultural da marca e reforçando seu posicionamento no segmento premium. “Malbec Pure Gold Tem o Mel” chega ao público através das redes sociais, onde também cresce e se transforma em um movimento. Com um prompt de IA proprietário, o Boticário, Kaká e Aqueles Caras - parceiros da plataforma masculina da marca -, convidam a comunidade botilover a recriar a cena e gerar sua versão que tem o mel: “Criada por Malbec Pure Gold, impulsionada por IA”. A ação libera um benefício exclusivo para garantir sua fragrância: três miniaturas de perfumaria e frete grátis no ecommerce da marca. A campanha será desdobrada em múltiplos canais, incluindo mídia, redes sociais e ativações com influenciadores, consolidando o retorno do produto como um dos principais momentos da perfumaria masculina no ano. “Malbec Pure Gold se destacou por traduzir magnetismo em forma de fragrância, e esse retorno nos deu a oportunidade de elevar ainda mais essa narrativa. Ao transformar o ‘ter o mel’ em um território criativo proprietário, materializamos de forma potente o principal atributo do produto e o conectamos a um ícone de carisma reconhecido globalmente, que é o nosso embaixador Kaká. É uma campanha que nasce do produto, mas ganha escala cultural ao dialogar com a comunidade e explorar novas linguagens, como a cocriação com IA, reforçando o papel de Malbec no avanço da perfumaria masculina no Brasil”, explica Carolina Carrasco, diretora de branding e comunicação do Grupo Boticário. Sobre o Boticário O Boticário é uma empresa brasileira de cosméticos e marca primogênita do Grupo Boticário. A marca de perfumaria preferida dos brasileiros* foi inaugurada em 1977, em Curitiba (Paraná), e tem a maior rede franqueada** de Beleza e Bem-estar do Brasil, além de ser reconhecido como a maior varejo de beleza do mundo***. O Boticário conta com um amplo portfólio composto por itens de perfumaria, maquiagem e cuidados pessoais e está presente nos canais de loja, venda direta e e-commerce. Comprometida com as pessoas com o planeta, a marca possui o maior programa de logística reversa em pontos de coleta do Brasil, o Boti Recicla. Além de fazer parte do movimento Diversa Beleza - um compromisso com a beleza livre de estereótipos - e não realiza testes em animais.    Fontes: Kantar, Worldpanel Division, LinkQ On-line, campo realizado durante o mês de dezembro de 2023. Total Brasil, 9.079 lares. Marcas de Beleza são produtos como perfumaria, cuidados com a pele e maquiagem.*ABF (Associação Brasileira de Franchising). Ranking 2025. ***Fonte Euromonitor International Limited, Pesquisa de varejo, edição 2025, de acordo com as definições da categoria de pontos de venda especializados em beleza e da classificação de empresa proprietária global da marca (GBO), número de lojas, dados de 2024.

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