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  • Pequenas empresas ampliam participação nas compras públicas, mas ainda esbarram em barreiras técnicas

    O mercado de compras públicas movimenta centenas de bilhões de reais por ano no Brasil e representa uma importante oportunidade de crescimento para micro e pequenas empresas. Só em 2024, o Portal de Compras do Governo Federal movimentou R$ 153,1 bilhões até outubro, alta de 42% em relação ao mesmo período de 2023. Apesar desse crescimento, especialistas avaliam que ainda existe um grande potencial inexplorado. Dados do Sebrae mostram que as micro e pequenas empresas representam cerca de 67% dos fornecedores cadastrados pelo governo, mas muitas ainda deixam de disputar contratos ou acabam desclassificadas por falhas técnicas durante o processo licitatório. Segundo Cícera Suzana, consultora da Supremo Negócios Públicos, o desafio hoje vai além da existência de oportunidades. "Muitas empresas têm capacidade para fornecer ao poder público, mas acabam ficando pelo caminho por falhas na interpretação dos editais, na documentação ou na estruturação da proposta. A preparação técnica é o que transforma uma oportunidade em um contrato", pontua. Na avaliação da especialista, ainda existe a percepção de que licitações são excessivamente burocráticas ou acessíveis apenas para grandes empresas. No entanto, esse cenário vem mudando com a digitalização dos processos e a criação de mecanismos que ampliam a participação dos pequenos negócios. Ainda assim, o conhecimento das regras e o planejamento continuam sendo fatores decisivos para o sucesso. "O mercado público oferece oportunidades relevantes, mas elas exigem preparo. A empresa que entende as regras do processo, organiza sua documentação e conhece as exigências legais aumenta significativamente suas chances de competir", afirma. Para Cícera, o fortalecimento da participação dos pequenos negócios nas compras governamentais depende de um movimento conjunto entre políticas públicas de incentivo e qualificação empresarial. "Mais do que aumentar o número de editais ou criar benefícios legais, é preciso preparar as empresas para atuar nesse mercado. A competitividade começa muito antes da entrega da proposta", finaliza. Sobre a Supremo Negócios Públicos – A Supremo Negócios Públicos atua desde 2019 com consultoria estratégica para empresas, instituições e municípios que desejam ampliar sua atuação no setor público com segurança técnica e visão de resultado. Liderada por Cícera Suzana, profissional com mais de 15 anos de experiência em licitações e contratos públicos, a empresa também atua com ESG para municípios e elaboração de projetos para captação de recursos, apoiando gestores na transformação de oportunidades em projetos viáveis e financiáveis. Ao longo de sua trajetória, já contribuiu para a geração de mais de R$750 milhões em resultados. Atualmente, apoia a estruturação de projetos sustentáveis e o acesso a financiamentos, sempre com foco em eficiência, conformidade e impacto real. SERVIÇO: Supremo Negócios Públicos Tel.: 61 98180-7037 Site: https://supremonegociospublicos.com.br/ Instagram: @supremonegociospublicos

  • Férias de julho: mais do que viajar, é tempo de desacelerar e criar memórias ao redor da mesa

    Julho chega trazendo um convite que vai muito além das viagens. As férias também são uma oportunidade para desacelerar, aproveitar o tempo com calma, reunir quem se ama ao redor da mesa e transformar refeições em momentos de conexão. Afinal, a melhor parte das férias nem sempre está no destino, mas nas experiências vividas, e muitas delas acontecem durante uma boa refeição. Para quem permanece em Brasília ou escolheu a capital como destino durante o período de descanso, os programas gastronômicos ganham destaque entre as opções de lazer. E para os apaixonados pela culinária oriental, o Restaurante Haná, localizado na 408 Sul, é uma excelente escolha para viver esses momentos. Conhecido pela qualidade dos ingredientes, atendimento acolhedor e ambiente sofisticado, o restaurante oferece diferentes experiências para agradar desde quem deseja um almoço em família até casais e grupos de amigos em busca de um jantar especial. O grande destaque da casa é o tradicional Rodízio Clássico, servido diretamente à mesa pelos garçons, proporcionando mais conforto e uma experiência personalizada. São mais de 80 opções preparadas na hora, entre entradas frias e quentes, fritos e empanados, pratos quentes, sushis, niguiris, sashimis, grelhados, temakis, criações exclusivas do chef e sobremesas. Outra alternativa é o Haná Executivo, disponível de segunda a quinta-feira. O menu, servido em três etapas — entrada, prato principal e sobremesa — foi desenvolvido para quem busca uma refeição completa, equilibrada e com o padrão de qualidade da casa. Além dessas opções, o restaurante conta com um variado menu à la carte e uma carta de drinques autorais e vinhos cuidadosamente selecionados, ideais para harmonizar com as diferentes especialidades da culinária japonesa e tornar a experiência ainda mais especial. Nas férias, quando o relógio desacelera e a agenda dá lugar aos encontros, a gastronomia se transforma em um convite para criar boas lembranças. E, para quem aprecia a culinária japonesa, o Haná oferece exatamente esse cenário: boa comida, tempo de qualidade e momentos que permanecem na memória muito depois da última garfada. Serviço - Restaurante Japonês Haná Endereço: SCLS 408 Bloco B Loja 35 – Asa Sul Telefone: (61) 3244-9999 Horário de funcionamento do restaurante: sexta-feira das 12h às 15h/ Sábados e domingos das 12h às 16h / Jantar: De domingo a quinta-feira das 18h30 às 23h Instagram: @hanajapones Rodízio Clássico: almoço de segunda a quinta-feira R$148,90, almoço de sexta a domingo R$159,90, jantar todos os dias R$159,90 Rodízio Kids: R$80 Haná Executivo: R$99,90 *Os valores podem sofrer alterações, sem aviso prévio

  • SESI Lab: Festival Brinca+ apresenta shows do Pato Fu, espetáculo teatral e mais

    O Ministério da Cultura, o SESI Lab e a Shell apresentam a sétima edição do Brinca+, iniciativa que oferece uma programação especial e gratuita durante as férias escolares para públicos de todas as idades. O festival acontece de 5 de julho a 2 de agosto e conta com apresentações musicais, teatro, sessões de filmes e oficinas conduzidas por educadores, artistas, designers e cientistas. A proposta é estimular criação, experimentação e brincadeira como motores da aprendizagem. Retire seu ingresso para o Brinca+ Nesta semana, o SESI Lab tem programação especial para bebês, espetáculo teatral e shows imperdíveis. No sábado (11) e no domingo (12), às 17h, o Pato Fu ocupa a Praça da Árvore com o show Música de Brinquedo, que apresenta clássicos da música pop nacional e internacional em versões com instrumentos em miniatura, brinquedos e monstros cantantes. Para os shows na área externa não é necessário ingresso do museu. O premiado espetáculo Pés Descalços, do grupo Morpheus Teatro, convida crianças e famílias para uma delicada experiência sobre amizade e imaginação. A história acompanha o encontro entre Florência, uma menina extrovertida, e Rodolfo, um garoto tímido, que transformam um simples tanque de areia em um universo de descobertas e brincadeiras. A montagem aborda temas como diferenças, medo, solidão e aceitação do outro. As sessões serão no sábado (11) e domingo (12), às 11h. Para os bebês, uma oficina especial: a artista e educadora Diana Tubenchlak apresenta Arte com Bebês, na qual crianças de até 24 meses interagem com diferentes elementos artísticos. A oficina será realizada de sexta-feira (10) a domingo (12), às 11h e às 15h. São 15 vagas por sessão. Nos mesmos dias, a ativação Canhão de Vórtice mostra às crianças a dinâmica dos gases e a propagação do ar. É com o pessoal da Einstein Jr., das 10h às 12h e das 14h às 17h. O Clube do Choro realiza shows interativos, com as crianças aprendendo sobre os instrumentos, na quinta (9) e na sexta-feira (10), às 16h. A entrada no SESI Lab é gratuita durante o festival, mas é necessário retirar o ingresso on-line ou na bilheteria física do museu, inclusive para crianças e bebês. Para as oficinas, é necessário emitir um segundo voucher, além do ingresso do museu. As vagas são liberadas apenas no dia e os vouchers podem ser retirados pela plataforma digital de ingressos do SESI Lab ou presencialmente na bilheteria. Confira a programação completa A superintendente de Cultura do Serviço Social da Indústria (SESI), Cláudia Ramalho, destaca que o Brinca+ foi pensado para acolher públicos de todas as idades, desde bebês até jovens e adultos. “O festival reúne atividades sensoriais, artísticas e educativas que dialogam com diferentes fases da infância e também com as famílias. Além disso, traz para o SESI Lab atrações de várias partes do Brasil, ampliando o repertório cultural do público e reforçando o museu como um espaço de encontro com a diversidade, a brincadeira e o aprendizado”, afirma. “A parceria da Shell com o SESI Lab reforça a importância de iniciativas que integram ciência, tecnologia e cultura como ferramentas de aprendizado e desenvolvimento social, ao mesmo tempo em que valorizamos equipamentos da nossa capital nacional. Por meio dessa atuação conjunta, contribuímos para fortalecer um espaço inovador de experiências interativas, que amplia o acesso do público a conteúdos que estimulam criatividade, experimentação e reflexão sobre o futuro”, comenta Monique Gonçalves, diretora de Relações Governamentais e Assuntos Regulatórios da Shell Brasil. Sobre a Shell Desde 1913 no país, a Shell Brasil é uma companhia de energia integrada, com participação nos setores de Petróleo e Gás, Soluções Baseadas na Natureza, Pesquisa & Desenvolvimento e Trading, por meio da comercializadora Shell Energy Brasil. A companhia está presente ainda no segmento de Biocombustíveis por meio da joint-venture Raízen, que no Brasil também gerencia a distribuição de combustíveis da marca Shell. A Shell Brasil trabalha para atender à crescente demanda por energia de forma econômica, ambiental e socialmente responsável, avaliando tendências e cenários para responder ao desafio do futuro da energia. Festival Brinca+ SESI Lab – Setor Cultural Sul, ao lado da Rodoviária do Plano Piloto 5 de julho a 2 de agosto de 2026 Ingressos gratuitos Terça a sexta-feira, das 9h às 18h; sábado, domingo e feriados, das 10h às 19h Classificação indicativa: Livre Mais informações: @sesi.lab

  • Cerca de 30 mil documentos históricos inéditos da Esalq serão disponibilizados em nova plataforma digital

    A Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP), em Piracicaba (SP), terá um portal digital com cerca de 30mil documentos históricos digitalizados sobre sua trajetória e a formação do ensino agronômico brasileiro. Chamado “Portal Luiz de Queiroz”, o projeto reúne documentos inéditos de cinco acervos da instituição e será lançado em outubro, durante a Semana Luiz de Queiroz. A iniciativa teve início em novembro de 2025 e contempla a pesquisa, digitalização, catalogação e organização de documentos históricos que abrangem desde a fundação da escola até sua consolidação como uma das unidades fundadoras da Universidade de São Paulo (USP) em 1934. “Até o momento, cerca de 80% dos itens previstos já foram digitalizados. Nossa expectativa é chegar ao lançamento com aproximadamente 15 mil documentos organizados e disponíveis para consulta”, afirma o coordenador do projeto, o engenheiro agrônomo formado pela Esalq e artista visual Paulo José Franco Neto, conhecido como Pazé. Os documentos digitalizados pertencem aos acervos da instituição do Museu, Protocolo, Sala da Congregação e Biblioteca Central. A plataforma permitirá acesso público a materiais históricos relacionados à educação, pesquisa e desenvolvimento do setor agropecuário brasileiro, além de documentos provenientes de outras coleções. Segundo Pazé, a ideia do portal começou a ser desenvolvida ainda em 2020 com outro ex-aluno, Marcos Fogagnoli, em colaboração com Barbara Daniselli, sócia da Memoriaweb, empresa especializada em memória institucional. No mesmo ano, o projeto foi apresentado ao então diretor da Esalq, Durval Dourado Neto. O Portal Luiz de Queiroz foi aprovado no Ministério da Cultura por meio da Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet) sob número 243545 no Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac). O projeto conta com patrocínio da Usina São Martinho, Caterpillar, John Deere, Rabobank e Itaú BBA, além do apoio da Fundação de Estudos Agrários Luiz de Queiroz (Fealq) e da Associação dos Ex-Alunos da Esalq (Adealq). O projeto também contou com o patrocínio coletivo de egressos e das repúblicas de alunos que adquiriram as réplicas do Edifício Central da Esalq produzidas em bronze do Edifício Central. Atualmente, uma equipe de 25 pessoas atua no desenvolvimento do portal. O projeto apresenta linha do tempo e textos produzidos pela equipe de historiadores envolvidos no projeto: Carlos Eduardo de Freitas Vian, Eliana Tadeu Terci, Alexandre Macchione Saes, Roney Cytrynowicz, Marly Germano Perecin, Fabiana Junqueira e Pazé. Além da história do fundador Luiz Vicente de Souza Queiroz e sua esposa Ermelinda Ottoni de Souza Queiroz, o público terá informações sobre os personagens que foram decisivos para a criação e gestão do início da Escola e sobre o contexto da época em diversas facetas: ensino, pesquisa e curiosidades. Além de ampliar o acesso público ao acervo histórico da instituição, o projeto também busca preservar documentos físicos de valor histórico. “A digitalização ajuda a difundir esse material para as próximas gerações. Também estamos treinando estudantes para dar continuidade ao trabalho após a entrega do portal e vamos doar um scanner de alta resolução para a Esalq”, destaca Pazé. O portal também traz depoimentos sobre a importância da Esalq com importantes nomes do ensino superior e pesquisa do Brasil, como o ex-aluno e ex-ministro da Agricultura e Pecuária (Mapa) Roberto Rodrigues; o ex-reitor e professor da USP Jacques Marcovitch e a engenheira agrônoma e pesquisadora da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Soja, Mariangela Hungria da Cunha, a primeira mulher brasileira a receber o Prêmio Mundial da Alimentação (World Food Prize), considerado o "Nobel da Agricultura". Um importante diferencial do portal é que ele está sendo projetado para projetado e desenvolvido para que todas as pessoas, incluindo aquelas com deficiência visual, auditiva, motora ou cognitiva, consigam navegar, compreender e interagir sem barreiras. Segundo pesquisa divulgada este ano pela BigDataCorp em parceria com o Movimento Web para Todos (WPT), apenas 2,9% dos sites no Brasil são realmente acessíveis. Assim, a equipe tem trabalhado para tornar o portal o mais acessível possível, incluindo boa legibilidade, contraste, uso por leitor de tela, navegação por teclado, descrição de imagens e vídeos com acessibilidade completa. Esse trabalho foi pensado a partir da consultoria de um especialista em acessibilidade digital. Para o coordenador do projeto, o portal contribuirá para ampliar o acesso à memória da educação e da pesquisa agropecuária brasileira. “A Esalq teve papel importante na transformação da agricultura brasileira e ajudou a formar profissionais que participaram diretamente desse processo. Tornar essa documentação acessível ao público é uma forma de preservar e compartilhar essa história”, afirma. A diretora da Esalq, Thais Maria Ferreira de Souza Vieira, avalia que o Portal Luiz de Queiroz representa o compromisso da instituição com a preservação, a valorização e a democratização do conhecimento. “Ao reunir documentos e registros sobre a criação da Escola e sua trajetória até 1934, o projeto amplia o acesso a fontes históricas fundamentais para pesquisadores, estudantes e para toda a sociedade. Sob uma curadoria cuidadosa, resgata documentos, personagens e acontecimentos que, embora relevantes para a construção da identidade da Esalq, ainda haviam recebido pouca visibilidade. Ao tornar esse patrimônio acessível, o projeto fortalece a pesquisa histórica e permite compreender, com maior profundidade, as origens e os valores que continuam orientando a atuação da Esalq.” Sobre o Portal Luiz de Queiroz: O projeto Portal Luiz de Queiroz consiste na maior pesquisa, digitalização, catalogação e organização de documentos já realizada sobre a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), compreendendo desde a sua fundação até a consolidação como a mais relevante instituição de ensino do país e uma das melhores faculdades do mundo na produção de pesquisas agronômicas. O projeto conta com patrocínio da Usina São Martinho, Caterpillar, John Deere, Rabobank e Itaú BBA, além do apoio da Fundação de Estudos Agrários Luiz de Queiroz (Fealq) e da Associação dos Ex-Alunos da Esalq (Adealq). O Portal Luiz de Queiroz foi aprovado no Ministério da Cultura por meio da Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet) sob número 243545 no Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac).

  • Marketing de microcomunidades deve dominar o segundo semestre de 2026

    O segundo semestre de 2026 deve consolidar uma mudança estrutural no marketing global: a ascensão do marketing de microcomunidades como principal estratégia de construção de marca, engajamento e geração de valor. O movimento, já identificado em premiações e debates do Cannes Lions, indica uma inflexão clara em relação ao ciclo anterior, marcado pela hiperdiscussão sobre inteligência artificial. Segundo Ellie Bamford, Chief Strategy Officer da América do Norte da VML e jurada do Cannes Lions, o que se viu nos trabalhos vencedores mais recentes foi uma revalorização da humanidade como eixo central da criatividade. "Houve um forte tema de excesso de IA no ano passado. Este ano, foi quase o oposto: pessoas querendo mostrar que não usaram IA. Que tudo era real, humano, artesanal", afirmou. Para Bamford, o denominador comum entre os cases premiados — incluindo a campanha da Heineken, que destacou esforços de comunidades locais para salvar e revitalizar espaços de convivência — foi a capacidade de mobilizar pessoas em torno de outras pessoas. A lógica de escala deu lugar à lógica de pertencimento. Esse movimento já repercute no mercado brasileiro. Para Nani Oliveira, COO da 11ag, agência especializada em live marketing e experiências de marca, o que se observa em Cannes confirma uma leitura que a agência já vinha fazendo sobre o comportamento das marcas. "O que estamos vendo não é uma tendência passageira, é uma mudança na régua de valor. Durante anos, a métrica que importava era quantas pessoas uma marca alcançava. Hoje, o que diferencia uma marca relevante de uma marca esquecível é quantas pessoas ela consegue reunir de verdade e isso não se compra com mídia, se constrói com propósito e consistência", afirma a COO. Da era da audiência à era das microcomunidades O avanço desse movimento indica uma mudança de paradigma mais profunda do que uma simples troca de tática. Durante duas décadas, o marketing operou sob a lógica da audiência: quanto maior o alcance, maior o valor da comunicação. Essa lógica, no entanto, se sustentava em um ambiente de mídia relativamente escasso, no qual grandes veículos e plataformas concentravam a atenção do público. Com a fragmentação do consumo de mídia e a saturação algorítmica das redes sociais, o custo de conquistar atenção cresceu, enquanto o retorno em confiança e conversão caiu. O resultado é uma espécie de inflação da audiência: alcançar milhões de pessoas não garante mais nenhum vínculo real com elas. As microcomunidades surgem como resposta a essa crise de confiança. Diferentemente da audiência — que é alugada a cada campanha, via mídia paga ou algoritmo — a comunidade é um ativo que se constrói ao longo do tempo e que a marca não controla, apenas integra. Isso muda a natureza do trabalho de marketing: sair do papel de emissor de mensagens para o papel de participante legítimo de conversas que já aconteciam antes da marca chegar. No Cannes Lions, essa virada também apareceu em cases de diferentes categorias, incluindo projetos B2B altamente criativos, como o premiado "Space Program", das Ilhas Faroé, que demonstrou como comunidades pequenas podem gerar soluções de alto impacto quando ativadas de forma estratégica, não por terem mais orçamento, mas por operarem com mais especificidade cultural do que qualquer campanha de massa seria capaz de alcançar. IA perde protagonismo como narrativa e ganha função como infraestrutura Outro ponto relevante observado no festival foi a mudança no papel da inteligência artificial. Se em anos anteriores a tecnologia dominava o discurso criativo e os concorrentes faziam questão de ressaltar o uso da IA em seus projetos, em 2026 ela passa a ser tratada como infraestrutura e não como protagonista. O foco volta-se àquilo que a IA não substitui: vínculo humano, cultura e pertencimento. Nesse contexto, a tecnologia é cada vez mais usada para entender comportamentos, medir interações e ampliar a capacidade de leitura de comunidades, mas não para substituir a construção relacional. O papel do marketing na era das microcomunidades Esse movimento exige uma mudança de postura de quem planeja campanhas: antes de pensar em qual mensagem transmitir, deve-se refletir qual comunidade a marca tem legitimidade para integrar. Antes de aprovar um briefing, o questionamento deixa de ser apenas "qual é o alcance esperado" e passa a incluir perguntas como: essa ação tem valor para a comunidade mesmo sem a presença da marca? A marca está entrando em uma conversa que já existe ou está tentando criar uma conversa artificial em torno de si mesma? O que essa comunidade ganha em troca da atenção que está sendo pedida a ela? Essa mudança também pressiona os indicadores de sucesso. Métricas de alcance e impressões continuam relevantes, mas passam a ser insuficientes isoladamente, pois o diferencial competitivo estará na capacidade de combinar três dimensões: inteligência de dados, sensibilidade cultural e construção de comunidades autênticas, um equilíbrio que, segundo o que se observou em Cannes, tende a separar campanhas memoráveis de iniciativas irrelevantes. Sobre a 11ag A 11ag é uma agência especializada em live marketing, brand experience e comunicação. Com mais de 27 anos de atuação e sediada em São Paulo (SP), desenvolve projetos que conectam marcas e pessoas por meio de experiências ao vivo, integrando criatividade, estratégia e inteligência aplicada a resultados de negócio. Seu portfólio inclui clientes como Itaú, Warner Bros. Discovery, Abrafarma, Fábula, Red Bull, VTEX, Icatu Seguros, Moët Hennessy, Colgate, Porto, Allianz, Banco BV e Grupo Boticário. A agência investe no desenvolvimento de um modelo estruturado de inteligência artificial com governança e segurança de dados para ampliar sua capacidade analítica e estratégica no planejamento de projetos de experiência de marca. Mais do que agência de marketing, a 11ag se posiciona como agente de transformação. Mais informações: www.11ag.com.br LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/somos-11ag Instagram: https://www.instagram.com/somos11ag/

  • Nome do novo filme de Chico Bento é anunciado: “Chico Bento 2: Sardade”

    Após sucesso em 2025, a sequência do filme do Chico Bento ganha nome oficial: “Chico Bento 2: Sardade”. Isaac Amendoim e o diretor Fernando Fraiha reeditam a dupla que encantou o Brasil, em parceria que rendeu diversos prêmios nacionais e foi selecionado para festivais internacionais. Para marcar o início das filmagens, que acontecem nas cidades de Santana de Parnaíba, Itatiba e Bragança Paulista, no interior de São Paulo, as produtoras divulgam as primeiras fotos oficiais de Isaac caracterizado de Chico Bento, ao lado dos amigos Rosinha (Anna Julia Dias) e Zé Lelé (Pedro Dantas). Além do trio, voltam ao elenco Thaís Garayp (Vó Dita), Débora Falabella (Professora Marocas), Augusto Madeira (Agripino), Luis Lobianco (Nhô Lau), Livia La Gatto (Dona Cotinha), Guga Coelho (Nhô Bento) e Rafael Saraiva (Leocádio). No novo filme, Chico Bento embarca em uma aventura ao lado de Rosinha e Zé Lelé para encontrar um raro milho roxo para uma receita especial da Vó Dita. "O roteiro da continuação do filme do Chico Bento foi desafiador. Por anos perseguindo uma história que é muito engraçada e emocionante. Estou animado para levar o Chico de volta aos cinemas”, conta o diretor Fernando Fraiha. A continuação chega após o sucesso de "Chico Bento e a Goiabeira Maraviosa", vencedor do Grande Otelo de Melhor Filme Infantil de 2025 e do Prêmio ABRA de Melhor Roteiro Infantil de 2026. Aclamado pela crítica e pelo público, o longa se tornou a segunda maior bilheteria nacional de 2025 com 1 milhão de espectadores nos cinemas. O filme é uma produção da Biônica Filmes em coprodução com Paris Entretenimento, MSP Estúdios e Paramount Pictures. A Paris Filmes é a distribuidora no Brasil, e o filme tem apoio do Governo do Estado de São Paulo, a Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, o Programa de Ação Cultural - ProAC e o Fomento CULTSP. FICHA TÉCNICA Direção: Fernando Fraiha Produção: Bianca Villar, Daniel Rezende, Fernando Fraiha e Karen Castanho. Roteiro: Elena Altheman, Fernando Fraiha e Raul Chequer Diretor Assistente: Leonardo Rocha Direção de Fotografia: Janice D’Avila Direção de Arte: Elsa Romero Figurino: Leticia Barbieri Caracterização: Marcos Freire Som Direto: Abrão Antunes Elenco: Isaac Amendoim, Anna Julia Dias, Pedro Dantas, Thaís Garayp, Débora Falabella, Luis Lobianco, Augusto Madeira, Livia La Gatto, Guga Coelho, Rafael Saraiva. Paris Filmes | Distribuidora A Paris Filmes é a maior distribuidora brasileira independente e atua no mercado de distribuição de filmes no Brasil e na América Latina, destacando-se pela alta qualidade cinematográfica. Além de ter distribuído grandes sucessos mundiais como as sagas “Crepúsculo” e “Jogos Vorazes”, o premiado “O Lado Bom da Vida”, que rendeu o Globo de Ouro®️ e o Oscar®️ de Melhor Atriz a Jennifer Lawrence em 2013 e “Meia-Noite em Paris”, que fez no Brasil a maior bilheteria de um filme de Woody Allen, a distribuidora também possui em sua carteira os maiores sucessos do cinema nacional, como as franquias “De Pernas Pro Ar”, “Até Que a Sorte nos Separe”, “DPA – O Filme" e "Turma da Mônica". Nos últimos anos a empresa esteve à frente de importantes lançamentos como “John Wick”, “La La Land – Cantando Estações”, “A Cabana”, “Extraordinário”, “Marighella”, “Meu Nome é Gal”, “Homem com H", “Manas”, “Pedágio”, “Ritas” , “Jogos Vorazes - A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, “Jogos Mortais X”, "A Empregada", a franquia "Truque de Mestre" e “Minha Irmã e Eu” – primeiro filme nacional a bater a marca de 2 milhões de espectadores pós-pandemia. Entre os próximos lançamentos estão “Feito Pipa”, “Geni e o Zepelim”, “As Dez Vantagens de Morrer Depois de Você”, “Minha Melhor Amiga", “Minha Vida com Shurastey” e "Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita". Biônica Filmes | Produtora Fundada em 2012 por Bianca Villar, Fernando Fraiha e Karen Castanho, a Biônica Filmes se consolidou como uma das principais forças criativas do audiovisual brasileiro. Com um portfólio de 21 filmes e 5 séries, suas obras abrangem diferentes gêneros e públicos. Entre os destaques recentes estão "Feito Pipa" (2026), dirigido por Allan Deberton, que estreou mundialmente na Berlinale em 2026 e recebeu o Urso de Cristal da mostra Generation Kplus, bem como o Grande Prêmio do Júri Internacional. "Chico Bento e a Goiabeira Maraviosa" (2025), que atraiu mais de 1 milhão de espectadores, e "A Melhor Mãe do Mundo” (2025), dirigido por Anna Muylaert, que teve estreia no Festival Internacional de Cinema de Berlim. A Biônica também lançou "Pedágio” (2023), vencedor de 28 prêmios internacionais, incluindo honrarias no TIFF - Toronto, no Festival de Roma e no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. Ao longo de 14 anos, suas produções já alcançaram mais de 7 milhões de espectadores nos cinemas e lideraram a bilheteria nacional em três ocasiões. Paris Entretenimento | Coprodutora Fundada em 2011, a Paris Entretenimento consolidou-se como produtora independente em 2015, com o lançamento de Carrossel - O Filme. Desde então, seus filmes foram vistos por 20 milhões de pessoas nos cinemas. Entre 2015 e 2018, a Paris Entretenimento foi a produtora que mais lançou filmes no país, com um total de quatorze longas-metragens originais exibidos em circuito comercial. Os gêneros variados dessas produções reafirmam sua versatilidade e, consequentemente, seu posicionamento no mercado audiovisual: adaptações de séries infantis (Carrossel, Carrossel 2 – O Sumiço de Maria Joaquina, Detetives do Prédio Azul – O Filme e Detetives do Prédio Azul 2 – O Mistério Italiano), infanto-juvenis (Internet – O Filme, Meus 15 Anos e 10 Horas para o Natal), comédia romântica (Um Namorado Para Minha Mulher) e uma adaptação que deu vida à HQ nacional de ação (O Doutrinador). Em 2021, lançou as comédias A Sogra Perfeita e Dois Mais Dois, e em 2022 Detetives do Prédio Azul 3 – Uma Aventura no Fim do Mundo. Em 2023, produziu Um Dia Cinco Estrelas, Meu Nome é Gal, Tá Escrito e Férias Trocadas e, no ano de 2024, lançou Minha Irmã e Eu, Morando Com O Crush e Bandida - A Número Um. Em 2025, lança Homem Com H, cinebiografia de Ney Matogrosso, Sílvio Santos Vem aí, C.I.C. - Central de Inteligência Cearense, A Sogra Perfeita 2, Detetives do Prédio Azul 4 - além de estar produzindo os longas As 10 Vantagens De Morrer Depois De Você, Minha Vida com Shurastey, Minha Melhor Amiga, Nao Aprendi Dizer Adeus e O Caçador de Malassombro. MSP Estúdios | Coprodutora A MSP Estúdios, fundada por Mauricio de Sousa, é responsável por franquias como Turma da Mônica, Chico Bento e Horácio. Pioneira no licenciamento de personagens no Brasil, consolidou-se como uma das principais referências do entretenimento nacional, produzindo quadrinhos, livros, animações, filmes, séries, games, músicas e uma variedade de conteúdos que combinam criatividade, inovação e narrativas originais. Sua missão é divertir, inspirar e fomentar a cultura por meio de obras que tratam de temas universais, como a valorização da amizade, sempre alinhadas ao compromisso com diversidade, equidade e inclusão. Com um portfólio em expansão e projetos de destaque em múltiplas plataformas, a MSP explora novas frentes criativas, tanto ao adaptar seus universos a formatos contemporâneos quanto ao desenvolver iniciativas que dialogam de maneira única com o público de todas as idades. Signatária dos WEPS (Princípios de Empoderamento da Mulher), iniciativa da ONU Mulheres em parceria com o Pacto Global, a MSP Estúdios também atua ao lado do UNICEF, do WWF-Brasil e de outras organizações reconhecidas internacionalmente.    Paramount Pictures Brasil | Coprodutora A Paramount Pictures Brasil (empresa do grupo Skydance Media) atua no mercado audiovisual no Brasil desde 1916 com foco no seu conteúdo original, mas também fomenta e apoia o desenvolvimento do cinema brasileiro investindo em conteúdo local. A distribuidora foi responsável pela distribuição de clássicos nacionais, como “Vinicius” (2005), “Tropa de Elite” (2007), “Última Parada 174” (2008), “Homem do Futuro” (2011) e “Raul – O início, o Fim e o Meio” (2012) pra citar alguns. Hoje o estúdio atua como coprodutor de diversas produções nacionais, como “Os Homens São de Marte” (2014), “Loucas pra Casar” (2015), “O Shaolin do Sertão” (2016), “Minha Mãe é uma Peça 2” (2016), “Minha Mãe é uma Peça 3” (2019), “Turma da Mônica - Laços” (2019), “Turma da Mônica - Lições” (2021), Minha Irmã e Eu (2023), Pedágio (2023) e Chico Bento (2024) entre outros.

  • Época Cosméticos estreia super sale na Galeria Magalu com até 80% off

    A Época Cosméticos, primeira loja física do maior e-commerce de produtos cosméticos e de beleza do Brasil, parte do grupo Magazine Luiza, fará sua primeira super liquidação entre os dias 06 e 12 de julho. Toda a loja aplicará no mínimo 15% de desconto, com produtos selecionados chegando a até 80%. Na compra de duas fragrâncias Carolina Herrera, o cliente ganha uma bolsa vermelha especial (foto abaixo), personalizada com a marca. Já a compra de uma fragrância Jean Paul Gaultier garante uma bolsa exclusiva, enquanto produtos das marcas Moschino e Givenchy dão direito a necessaires, assim como a linha de skincare da Creamy. Para as demais marcas, o brinde varia conforme o valor da compra: a partir de R$ 299, o cliente recebe uma necessaire pequena da Época Cosméticos, e a partir de R$ 399, uma necessaire de tamanho maior. Vale destacar que os itens com descontos acima de 15% estão sujeitos à disponibilidade de estoque. Uma das maiores referências do mercado de beleza brasileiro, a Época Cosméticos é líder nacional em vendas de perfumaria importada, conectando consumidores às principais marcas nacionais e internacionais. A marca detém 29% de market share em perfumaria internacional no país e também lidera o segmento de fragrâncias masculinas, além de ter a maior base de usuários de aplicativo entre os varejistas de beleza, com mais de 16 milhões de visitas mensais ao site. Além de um portfólio completo com maquiagem, skincare, cuidados capilares e fragrâncias, a unidade da Galeria Magalu, no Conjunto Nacional, na Avenida Paulista, oferece também experiências e marcas exclusivas no varejo físico, como Chanel (maquiagem e skincare), Mascavo, a linha de fragrâncias de Sabrina Carpenter, além de Parfums de Marly, Initio e Phebo. O mix de grifes na loja também inclui nomes como Dior, Hermès, Jo Malone, Valentino, Guerlain, Prada, Gucci, Tom Ford, Penhaligon's, Givenchy, Burberry, Acqua di Parma e Marc Jacobs, um portfólio que aumenta de forma consistente. Isso consolida a loja como um destino estratégico para quem acompanha as novidades do universo da beleza. Inaugurada em dezembro de 2025, a Galeria Magalu é um novo complexo de varejo localizado no Conjunto Nacional, na Avenida Paulista, em São Paulo (SP). O espaço tem mais de 4 mil metros quadrados e marca uma nova fase estratégica da companhia, reunindo em um único local físico suas cinco principais marcas: Magazine Luiza, Netshoes, Época Cosméticos, KaBuM! e Estante Virtual. A ideia é apostar em experiências off screen, retomando o varejo físico como centro da atenção dos consumidores, com endereço estratégico na Avenida Paulista.

  • Pod Beezinho estende temporada com vivências para a primeira infância no Boulevard Shopping Brasília

    Depois de encantar adultos e crianças da primeira infância, o projeto Pod Beezinho, Claro que Pode! ganha mais um fim de semana no Boulevard Shopping Brasília. Nos dias 11 e 12 de julho, bebês e crianças de até 6 anos terão mais uma oportunidade para participar da programação gratuita, que reúne contação de histórias, música, dança, experiências sensoriais, vivências circenses e outras atividades que unem arte, brincadeira e imaginação. Os encontros acontecem das 10h às 19h, no sábado, e das 13h às 19h, no domingo, no Piso 2 do empreendimento. Os pequenos que estiverem pelo shopping podem visitar o espaço e participar da exploração tátil guiada por arte-educadoras. Além disso, vão se divertir e aprender muito na oficina Meu Pedacinho do Cerrado, uma atividade de criação artística inspirada no bioma. Cada criança construirá um pequeno cenário utilizando diferentes materiais e, em seguida, escolherá um animal do Cerrado para colorir, recortar e inserir em seu habitat. Durante a atividade, serão apresentadas curiosidades sobre os animais, seus hábitos, alimentação e a importância da preservação do Cerrado, promovendo o aprendizado de forma lúdica e participativa. O sucesso das primeiras semanas superou as expectativas e mostrou que há uma grande demanda por iniciativas voltadas à primeira infância. “Desde a estreia, percebemos o quanto as famílias valorizam iniciativas que unem cultura, diversão e desenvolvimento na primeira infância. Por isso, decidimos ampliar a programação, permitindo que mais pessoas vivam essa experiência e que quem já participou possa voltar para aproveitar novas vivências”, afirma Rafael Mendonça, gerente de Marketing do Boulevard Shopping Brasília. A iniciativa também oferece recursos de acessibilidade, como interpretação em Libras em atividades selecionadas, audiodescrição durante apresentações e estrutura preparada para acolher diferentes públicos. A programação completa do projeto também poderá ser acessada nos canais digitais do shopping. Sobre o Boulevard Shopping Brasília Administrado pela NIAD Shoppings Centers, o Boulevard Shopping Brasília completou 17 anos como um dos principais centros de convivência e consumo da capital, recebendo mais de 7 milhões de visitantes por ano. O empreendimento reúne um mix completo de varejo, gastronomia e entretenimento, com quatro salas de cinema, restaurantes como João Brasileiro, Taverna Viking e Mania do Churrasco, além de grandes redes de fast food, como Burger King, McDonald’s, Giraffas e Spoleto. O shopping também se destaca pelo compromisso com a inclusão e a sustentabilidade, com ações consolidadas em ESG. Possui vagas verdes para recarga de carros elétricos, horta comunitária, espaços acessíveis para PCDs, idosos e gestantes, além de ambientes como o Espaço do Cliente, o fraldário, a Ecopraça e a Sala do Aconchego, destinada a pessoas com sensibilidade sensorial. Nas lojas, o aplicativo ColorADD pode ser acessado via QR Code, oferecendo mais autonomia aos clientes com daltonismo. Em 2025, recebeu nove certificações do Instituto Selo Social como reconhecimento a práticas consistentes voltadas à responsabilidade social, à sustentabilidade e à geração de impacto positivo. O Instituto Selo Social é uma organização independente que certifica projetos de impacto social de empresas, organizações e órgãos públicos alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Serviço Pod Beezinho, Claro que Pode! – Última semana Data: 4 e 5 de julho de 2026 Horário: Sábado (11): das 10h às 19h Domingo (12): das 13h às 19h Local: Piso 2 do Boulevard Shopping Brasília (próximo às lojas Kimmi So e Kopenhagen) Entrada: Gratuita, por ordem de chegada Classificação indicativa: Livre Público: Bebês, crianças de até 6 anos e suas famílias Programação Sábado - 11 de julho10h às 19h – Espaço aberto para visitação e exploração tátil, com mediação de duas arte-educadoras; 15h – Oficina Meu Pedacinho do Cerrado; 16h – Contação de histórias; 16h30 às 19h – Reabertura do espaço para visitação, brincadeiras e exploração livre pelas criançasDomingo - 12 de julho 13h às 19h – Espaço aberto para visitação e exploração tátil, com mediação de duas arte-educadoras; 15h – Oficina Meu Pedacinho do Cerrado; 16h – Contação de histórias; 16h30 às 19h – Reabertura do espaço para visitação, brincadeiras e exploração livre pelas crianças Boulevard Shopping Brasília Setor Terminal Norte, Conj J - Asa Norte Informações: (61) 3448-3300 Canais digitais: https://www.boulevardbrasilia.com.br/ @boulevardshoppingbrasilia TikTok: @boulevardbrasilia

  • O Brasil está preparado para o novo critério de elegibilidade econômica que começa a emergir?

    Por Patricia Punder, advogada e CEO da Punder Advogados Desde o início do novo governo Trump venho escrevendo que as mudanças mais relevantes talvez não fossem aquelas que dominariam as manchetes. O debate público se concentrou no enfraquecimento das agendas ESG, nos questionamentos relacionados à diversidade e inclusão, na revisão de compromissos climáticos e nas disputas comerciais que passaram a marcar a nova política externa norte-americana. Embora todos esses temas possuam relevância própria, tenho a convicção de que a transformação mais profunda está ocorrendo em outro lugar. O que está em curso não é apenas uma alteração de prioridades governamentais, estamos assistindo à gradual reconstrução dos critérios pelos quais o mundo passará a avaliar estabilidade institucional, confiabilidade econômica e permanência nos fluxos globais de capital. Durante décadas, grande parte da arquitetura regulatória internacional foi construída sob forte influência de organismos multilaterais e mecanismos de cooperação transnacional. Mesmo com limitações evidentes, essas estruturas funcionavam como espaços de convergência capazes de produzir referências relativamente uniformes para governos, instituições financeiras e agentes privados. O cenário atual aponta em direção distinta, em que a crescente fragmentação geopolítica, o fortalecimento de agendas nacionais, o agravamento de conflitos regionais e a utilização cada vez mais intensa de instrumentos econômicos como ferramentas de política externa vêm produzindo uma realidade na qual segurança nacional, estabilidade financeira e atividade empresarial se tornam conceitos progressivamente inseparáveis. É nesse contexto que deve ser analisada a classificação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas pelas autoridades norte-americanas. Considero um equívoco interpretar essa medida apenas como uma iniciativa de combate ao crime organizado. A questão central não está na persecução penal e tampouco se limita à cooperação internacional em matéria de segurança pública. O aspecto verdadeiramente relevante se encontra na incorporação definitiva da criminalidade organizada transnacional ao universo da proteção da infraestrutura financeira global. Quando determinados grupos deixam de ser tratados exclusivamente como atores criminosos e passam a ser enquadrados dentro de uma lógica associada ao financiamento do terrorismo e à segurança nacional, a natureza da discussão muda completamente. Da repressão criminal à segurança econômica A partir dos atentados de 11 de setembro, os Estados Unidos desenvolveram uma estrutura regulatória que ampliou significativamente o alcance da responsabilidade corporativa. O USA PATRIOT Act, o fortalecimento do Bank Secrecy Act, a expansão das competências do Financial Crimes Enforcement Network (FinCEN), os programas administrados pelo Office of Foreign Assets Control (OFAC), as exigências relacionadas ao Corporate Transparency Act e a constante evolução das recomendações do Financial Action Task Force (FATF/GAFI) produziram uma mudança conceitual profunda. O foco deixou de recair exclusivamente sobre a identificação de condutas ilícitas consumadas. Gradualmente, passou a alcançar a capacidade de compreender quem controla ativos, quem influencia operações, quem se beneficia economicamente de determinadas estruturas e quais mecanismos foram utilizados para identificar essas conexões. Essa evolução alterou a própria lógica da responsabilidade empresarial, que durante muitos anos, bastava demonstrar que determinada organização não participou conscientemente de uma atividade ilícita. O paradigma que passou a predominar é substancialmente diferente. A discussão se deslocou para a qualidade dos mecanismos utilizados para compreender exposições previsíveis. A pergunta deixou de ser apenas se algo ocorreu e passou a ser o que foi feito para evitar que ocorresse. Essa diferença parece sutil, mas representa uma das maiores transformações regulatórias das últimas décadas. O descompasso brasileiro É justamente nesse ponto que identifico uma vulnerabilidade significativa no ambiente corporativo brasileiro. Ao longo dos últimos quinze anos, o país assistiu ao desenvolvimento de programas de Compliance impulsionados principalmente pela Lei Anticorrupção, pelas orientações da Controladoria-Geral da União (CGU), pelos acordos de leniência e pelos desdobramentos da Operação Lava Jato. Esse movimento produziu avanços importantes. Seria impossível negar sua contribuição para a evolução da governança corporativa nacional. O problema é que a maior parte dessa construção ocorreu dentro de uma moldura conceitual bastante específica: corrupção. Na prática, uma geração inteira de programas foi desenhada para responder perguntas formuladas pela CGU. Como prevenir pagamentos indevidos? Como mitigar conflitos de interesses? Como controlar hospitalidades? Como disciplinar interações com agentes públicos? Como estruturar investigações internas? Como fortalecer controles financeiros? Todas essas questões permanecem relevantes, entretanto, elas não são suficientes para responder às perguntas que começam a surgir em um ambiente regulatório influenciado por contraterrorismo, inteligência financeira, sanções econômicas e proteção do sistema financeiro internacional. O mercado que emerge exigirá respostas para questionamentos muito diferentes, como quem controla economicamente determinado fornecedor? Existe influência territorial exercida por estrutura criminosa sobre a atividade desenvolvida? A origem patrimonial apresentada foi efetivamente compreendida ou apenas declarada? O fluxo logístico atravessa regiões submetidas a domínio paralelo? Há captura econômica indireta decorrente daquela contratação? Determinada relação negocial poderia produzir benefício financeiro para grupos classificados como ameaças à segurança nacional? O processo deliberativo adotado pela administração avaliou adequadamente esse cenário? Existem evidências documentais capazes de demonstrar diligência reforçada compatível com a exposição identificada? Essas perguntas raramente aparecem nas matrizes de avaliação utilizadas pela maior parte das empresas brasileiras. Quando compliance não gera conhecimento Em diversos segmentos da economia, a integridade corporativa continua sendo percebida como custo, burocracia, entrave operacional ou requisito contratual. Em alguns casos, o tema jamais alcançou prioridade estratégica. Em outros, permanece limitado ao discurso institucional. O resultado é a existência de milhares de companhias operando sem mecanismos minimamente capazes de identificar vulnerabilidades associadas a terceiros, beneficiários finais, cadeias de suprimento, exposição territorial, rastreabilidade patrimonial ou riscos indiretos decorrentes de relacionamentos econômicos complexos. A situação se torna ainda mais delicada quando analisamos organizações que afirmam possuir estruturas de Compliance, mas que operam por meio de modelos essencialmente formais. Frequentemente encontro códigos de conduta tecnicamente bem elaborados, políticas extensas, treinamentos periódicos e canais de denúncia aparentemente sofisticados. Contudo, ao examinar a capacidade efetiva dessas estruturas para compreender quem influencia economicamente determinada operação, identificar beneficiários ocultos, avaliar conexões territoriais sensíveis ou mapear relações indiretas de valor, se torna evidente que muitos desses mecanismos foram concebidos para demonstrar conformidade e não para produzir conhecimento. Esse é o ponto sensível: documentos demonstram intenção; sistemas efetivos demonstram controle. E, no cenário que começa a surgir, intenção não será suficiente para preservar acesso a capital, crédito, seguros, investidores e mercados. O risco da perda de elegibilidade econômica Durante anos, ouvi executivos tratarem Compliance como custo, burocracia ou obstáculo ao negócio. Essa percepção sempre foi equivocada, mas agora tende a se tornar perigosa. O que está em jogo não é apenas a possibilidade de multa ou dano reputacional, a consequência mais severa pode ser a perda progressiva de elegibilidade econômica. Isso ocorre quando bancos ampliam diligências, correspondentes internacionais elevam exigências, seguradoras reduzem apetite, investidores recalculam exposição, parceiros estratégicos exigem evidências adicionais, contratos passam a prever cláusulas mais rígidas e operações antes consideradas usuais começam a ser vistas como sensíveis demais. A companhia continua formalmente existente, mas encontra dificuldade crescente para financiar, contratar, exportar, importar, segurar, captar recursos e permanecer em cadeias globais. Nesse contexto, a responsabilidade também alcança pessoas físicas, como administradores, conselheiros e integrantes da alta gestão, que precisarão compreender que a omissão documentada pode ser tão relevante quanto a falha operacional. A evolução dos debates norte-americanos sobre deveres fiduciários, especialmente a partir da lógica dos Caremark Duties, reforça a expectativa de que órgãos de administração implementem sistemas razoáveis de monitoramento e recebam informações suficientes para deliberar sobre ameaças relevantes. Não estou afirmando que esse modelo será simplesmente transplantado para o Brasil, mas seria ingênuo ignorar sua influência sobre investidores institucionais, seguradoras D&O, bancos, fundos e parceiros multinacionais. Quanto maior a sofisticação do ambiente regulatório, menor será a tolerância com ignorância deliberada, ausência de questionamentos ou incapacidade de provar que alertas foram tratados com seriedade. Como ocorre a exclusão dos mercados globais A experiência internacional demonstra que processos de exclusão econômica raramente ocorrem de forma abrupta, eles normalmente surgem de maneira silenciosa. Primeiro aparecem exigências documentais mais complexas. Em seguida, diligências mais profundas. Posteriormente, revisões extraordinárias de relacionamento. Depois surgem limitações operacionais, elevação do custo de capital, redução do apetite de investidores e políticas de de-risking destinadas à diminuição de exposições consideradas sensíveis. Em determinado momento, a companhia continua formalmente autorizada a operar, mas encontra dificuldades crescentes para acessar recursos, estabelecer parcerias e competir em igualdade de condições. É justamente por essa razão que considero equivocada a percepção segundo a qual Compliance continua sendo um tema jurídico. Não é, estamos falando de perenidade empresarial. Estamos falando da capacidade de permanecer elegível para fazer negócios em um ambiente progressivamente influenciado por segurança nacional, financiamento do terrorismo, transparência patrimonial, rastreabilidade financeira e integridade das cadeias produtivas. Por isso, entendo que a discussão não é sobre PCC, CV ou Trump. Esses elementos apenas revelam uma mudança mais profunda. O verdadeiro tema é saber se o setor privado brasileiro conseguirá sair de uma lógica documental, construída para responder às expectativas locais de anticorrupção, e migrar para uma arquitetura capaz de enfrentar segurança econômica, sanções, financiamento ao terrorismo, transparência patrimonial, comércio internacional e integridade de cadeias produtivas. As companhias que continuarem tratando Compliance como despesa talvez descubram, tarde demais, que ele se tornou condição de sobrevivência. No novo critério de elegibilidade econômica, permanecer no jogo dependerá menos do discurso institucional e muito mais da capacidade concreta de demonstrar quem controla, financia, influência e se beneficia das relações que sustentam o negócio. Sobre Patricia Punder Partner e fundadora do escritório Punder Advogados no modelo de negócios “Boutique”, une excelência técnica, visão estratégica e integridade inegociável na advocacia. www.punder.adv.br - Advogada, com 17 anos dedicados ao Compliance; - Atuação nacional, América Latina e mercados emergentes; - Reconhecida como referência em Compliance, LGPD e ESG; - Artigos publicados, entrevistas e citação em matérias de veículos renomados, como Carta Capital, Estadão, Revista Veja, Exame, Estado de Minas, entre outros, tanto nacionais quanto setorizados; - Nomeada como perita judicial no caso Americanas; - Professora na FIA/USP, UFSCAR, LEC e Tecnológico de Monterrey; - Certificações internacionais em compliance (George Whashington Law University, Fordham University e ECOA); - Coautora de quatro livros de referência em compliance e governança; - Autora da obra “Compliance, LGPD, Gestão de Crises e ESG – Tudo junto e misturado – 2023, Arraeseditora.

  • CCBB traz para Brasília maior exposição de Yoshitaka Amano realizada no Brasil

    Há artistas que criam imagens. Outros criam mundos. Ao longo de mais de cinco décadas de trajetória, Yoshitaka Amano transformou a fantasia em linguagem artística e construiu um imaginário capaz de atravessar gerações, culturas e diferentes formas de expressão. Reconhecido internacionalmente por seu trabalho na animação, nos videogames, nos quadrinhos, na moda e nas artes visuais, o artista japonês chega ao Centro Cultural Banco do Brasil Brasília com a exposição Yoshitaka Amano – Além da Fantasia, em cartaz de 17 de julho a 1º de novembro. Reunindo 218 obras originais vindas diretamente do Japão, além de uma experiência imersiva desenvolvida especialmente para a mostra, a exposição apresenta um amplo panorama da produção de um artista que ajudou a redefinir a estética da fantasia contemporânea. Entre pinturas, ilustrações, objetos e trabalhos inéditos, o público é convidado a mergulhar em um universo onde tradição e inovação, espiritualidade e cultura pop, delicadeza e potência convivem em permanente transformação. Após temporadas de grande sucesso no CCBB Belo Horizonte e no CCBB Rio de Janeiro, a mostra chega a Brasília oferecendo uma rara oportunidade de conhecer de perto a obra original de um criador cuja influência ultrapassa fronteiras e linguagens, alcançando gerações de admiradores em todo o mundo. Para Amano, a realização da exposição em Brasília representa também a continuidade de um diálogo especial com o público brasileiro. O artista destaca que a mostra oferece uma oportunidade rara de contato direto com obras inéditas e com trabalhos que revelam aspectos dificilmente perceptíveis em reproduções. “Os visitantes poderão conhecer obras nunca exibidas, incluindo grandes peças em alumínio – algo que só pode ser plenamente apreciado ao ver o trabalho original, pessoalmente”, afirma. Entusiasmado com a chegada da exposição à capital federal, Amano acrescenta: “Fico verdadeiramente feliz em ver uma nova mostra sendo realizada no Brasil, depois da exposição em São Paulo, em 2024. É uma honra ter essa oportunidade, especialmente com o projeto se expandindo de maneira tão significativa. Estou ansioso por isso”. Nascido em 1952, na província japonesa de Shizuoka, aos pés do Monte Fuji, Yoshitaka Amano iniciou sua trajetória artística ainda na adolescência, ao ingressar na Tatsunoko Production, um dos estúdios mais importantes da animação japonesa. Foi ali que começou a desenvolver a linguagem visual que se tornaria sua marca registrada: personagens etéreos, linhas fluidas, composições elegantes e uma combinação singular entre referências da tradição japonesa e movimentos artísticos ocidentais. Ao longo dos anos, Amano consolidou-se como um dos artistas mais influentes da cultura visual contemporânea. Seu trabalho atravessa diferentes campos da criação artística, da animação aos videogames, da literatura à moda, dos quadrinhos às artes visuais. Sua contribuição para a franquia Final Fantasy ajudou a definir a identidade visual de uma das séries de videogame mais populares da história, enquanto projetos como Vampire Hunter D, Angel’s Egg e colaborações com nomes como Neil Gaiman, DC Comics, Magic: The Gathering e Vogue Itália ampliaram ainda mais o alcance de sua obra. Com curadoria de Antonio Curti, a exposição está organizada em sete núcleos temáticos que revelam diferentes momentos e dimensões da produção do artista: Tatsunoko, dedicado aos primeiros anos de sua carreira na animação; Final Fantasy, que reúne trabalhos relacionados à célebre franquia de jogos; Candy Girl, série marcada pela influência da pop art e do surrealismo; Devaloka, conjunto de obras que explora universos mitológicos e espirituais; Vampire Hunter D; Angel’s Egg; e Colaborações, núcleo que apresenta trabalhos desenvolvidos para diferentes projetos editoriais, culturais e comerciais ao redor do mundo. “Yoshitaka Amano é um artista raro, daqueles capazes de atravessar diferentes gerações, linguagens e culturas sem perder sua identidade. Esta exposição busca revelar não apenas o criador por trás de obras que marcaram a animação, os videogames, a literatura e a cultura pop, mas também apresentar a profundidade de sua produção artística autoral. Ao percorrer esses sete núcleos, o visitante é convidado a explorar um universo onde fantasia, espiritualidade, beleza e imaginação se encontram, revelando a trajetória de um artista que transformou o ato de sonhar em uma forma de arte”, comenta Antonio Curti. Mais do que apresentar a trajetória de um artista, a mostra propõe uma reflexão sobre a imaginação como força criativa capaz de conectar culturas, linguagens e gerações. Em suas obras, Amano constrói universos que transitam entre sonho e realidade, luz e sombra, tecnologia e espiritualidade, criando narrativas visuais que continuam inspirando artistas, criadores e públicos em diferentes partes do mundo. Ao final do percurso expositivo, os visitantes são convidados a vivenciar uma experiência imersiva desenvolvida especialmente para a mostra em parceria com a AYA Studio. Inspirada na série Devaloka — palavra sânscrita que significa “mundo dos deuses” — a instalação utiliza projeções, animações e desenho sonoro para ampliar a experiência sensorial e transportar o público para dentro do universo criado por Amano. A partir de treze obras selecionadas da série, a experiência propõe um mergulho em cenários habitados por divindades, criaturas fantásticas, constelações douradas e paisagens que parecem flutuar entre o material e o espiritual. Mais do que animar as imagens, a instalação busca revelar movimentos, ritmos e atmosferas já presentes nas pinturas originais, ampliando o diálogo entre arte e tecnologia. Ao reunir obras históricas, trabalhos inéditos e experiências imersivas, Yoshitaka Amano – Além da Fantasia reafirma o poder da arte de expandir os limites da imaginação e convida o público a percorrer os múltiplos mundos criados por um dos mais importantes artistas visuais da atualidade. Sobre o CCBB Brasília O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Localizado no Edifício Tancredo Neves, o prédio é uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer e tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis. Com projeto paisagístico de autoria de Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows, espetáculos, exibições de filmes e performances. Além disso, é oferecido o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais, aproximando o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolha públicas e particulares, universitários e instruções, por meio de visitas mediadas agendadas. Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade. Acessibilidade A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília, de quinta-feira a domingo. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta no vídeo de divulgação exibido no interior do veículo. Mais informações em: Serviços Oferecidos | CCBB Brasília Horário da van – De quinta-feira a domingo:Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h. | CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30. Serviço: Yoshitaka Amano – Além da FantasiaDe 17 de julho a 1º de novembro de 2026 Horários:De terça-feira a domingo, das 9h às 21h Ingressos gratuitos, mediante retirada no site www.bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília. Local: Galerias 3, 5 e Pavilhão de Vidro do CCBB Brasília Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul Classificação indicativa: Livre

  • Podcast Vozes e Direitos debate envelhecimento da população brasileira, direitos da pessoa idosa e desafios da proteção social

    O novo episódio do podcast Vozes e Direitos traz um tema urgente que impacta milhões de famílias brasileiras: o envelhecimento da população e a garantia dos direitos da pessoa idosa. A convidada é a desembargadora Maria Aglaé Tedesco, presidente do Fórum de Biodireito, Bioética e Gerontologia da Escola da Magistratura do Rio, que apresenta informações sobre dignidade, autonomia, saúde, violência e os novos desafios tecnológicos enfrentados por idosos no país. O programa destaca a criação da primeira vara especializada em pessoas idosas no Fórum Central do Rio de Janeiro, iniciativa pioneira voltada à proteção integral dessa parcela da população, com apoio multidisciplinar de psicólogos e assistentes sociais. Entre os temas debatidos estão: judicialização da saúde e acesso a medicamentos, problemas com planos de saúde, curatela, violência doméstica e abandono, golpes financeiros e inclusão digital da população idosa. Durante a conversa, a desembargadora reforça que envelhecer com dignidade é um direito fundamental e alerta para a necessidade de toda a sociedade participar da proteção dos idosos. O episódio também orienta a população sobre canais de denúncia, como o Disque 100, gratuito e anônimo. O Vozes e Direitos é uma produção da Secretaria-Geral de Comunicação Social do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Assista ao episódio e compartilhe: Clique aqui para escutar o episódio no Spotify.

  • Aplicativo Maria da Penha Virtual vira tema de documentário internacional

    O Maria da Penha Virtual, aplicativo implementado pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) que auxilia vítimas de violência doméstica a solicitar medidas protetivas e se tornou uma das principais ferramentas para combater esse crime, vai ganhar as telas. A ferramenta digital foi a vencedora, em 2025, da premiação Shell LiveWire — programa global de apoio a jovens empreendedores, conhecido no Brasil como Shell Iniciativa Jovem —, na categoria de inovação empresarial. Com isso, a produtora mexicana Sarape Films, parceira da Shell, gravou nesta segunda-feira, 6 de julho, um documentário sobre a ferramenta na Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Coem) Participaram da gravação, a coordenadora do Interior do Estado da Coem, juíza Elen de Freitas Barbosa; a coordenadora do Núcleo de Promoção de Políticas Especiais de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar (Nupevid), Jacqueline Leite Vianna Campos; a diretora da Divisão de Análise de Negócios Legados (Dileg) da Secretaria-Geral de Tecnologia da Informação (SGTEC), Maria Eugênia de Castro Borges; e o idealizador do Maria da Penha Virtual e CEO da startup Direito Ágil, Rafael Wanderley. A juíza Elen de Freitas Barbosa reforçou como o judiciário fluminense consolida o uso do aplicativo Maria da Penha Virtual como uma das principais ferramentas de combate à violência doméstica. A tecnologia inova ao não deixar rastros no celular da vítima, garantindo segurança contra o agressor durante o processo. "A ferramenta foca em romper barreiras como a vergonha e o medo da revitimização, sentimentos comuns quando a vítima precisa comparecer a uma delegacia. A proteção pode ser pedida de qualquer lugar: de dentro de casa, de um centro de referência ou por meio de um advogado", afirmou. A coordenadora do Núcleo de Promoção de Políticas Especiais de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar (Nupevid), Jacqueline Leite Vianna Campos, destacou o incentivo ao empreendedorismo acadêmico promovido pelo TJRJ, em parceria com universitários da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) que, à época, desenvolveram o projeto e hoje comandam a startup Direito Ágil. "É um projeto muito inovador. Eu vi o Tribunal de Justiça acreditando nos universitários e na universidade. Com o aplicativo, avançamos durante uma pandemia, em dois meses, o que talvez avançaria em dez anos", disse. O aplicativo O Maria da Penha Virtual é um web app acessível para qualquer dispositivo eletrônico, por meio de um link, sem necessidade de download e sem ocupar espaço na memória do aparelho, o que preserva a segurança da vítima. Na plataforma, a vítima preenche um formulário com dados pessoais, informações sobre o agressor e a agressão sofrida, podendo anexar fotos e áudios como meio de prova. De acordo com o caso, seleciona a medida protetiva prevista na Lei Maria da Penha que considera mais adequada. Ao final, o sistema gera automaticamente uma petição em PDF para medida protetiva de urgência, distribuída de forma automática ao juizado competente, com consulta disponível para a vítima. Clique neste link e acesse o aplicativo Maria da Penha Virtual. VS/IA Fotos: Rafael Oliveira/TJRJ Notícia publicada por Secretaria-Geral de Comunicação Social em 06/07/2026 21h31

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