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- Longe das telas, perto de quem importa: Rede Pão Dourado lança kit Picnic para estimular o tempo de qualidade em família
Em meio à rotina acelerada e ao excesso de telas no dia a dia de crianças e adultos, pequenas pausas ao ar livre têm ganhado novo significado. Pensando em incentivar momentos de convivência, afeto e desconexão digital, a Rede Pão Dourado criou o Kit Picnic , uma cesta prática e recheada de delícias, ideal para reunir a família e aproveitar o tempo juntos. A proposta vai além da alimentação. O picnic surge como uma alternativa simples e acessível para tirar os filhos um pouco da frente das telas, estimular conversas, brincadeiras e criar memórias afetivas. Seja em parques, áreas verdes da cidade ou até no quintal de casa, a experiência valoriza o que realmente importa: a presença. O Kit Picnic Pão Dourado serve até quatro pessoas e reúne itens pensados para agradar adultos e crianças. A cesta inclui: 1 bolo de cenoura com cobertura de chocolate, 4 mini sanduíches naturais, 1 suco de laranja de 1 litro, 10 pães de queijo, 10 enroladinhos de presunto e 10 esfihas de frango . Tudo isso por R$89,90 . Além de prático, o kit reforça uma tendência de consumo que prioriza experiências afetivas, momentos compartilhados e escolhas que promovem bem-estar. “É uma forma simples de transformar um dia comum em um momento especial, sem complicação e com qualidade” , destaca Raphael Pacheco, analista de marketing da Rede Pão Dourado O kit pode ser encomendado, com 24 horas de antecedência, em qualquer loja da Rede Pão Dourado, com retirada na própria unidade , facilitando o planejamento do passeio ou da confraternização em família. Serviço – Kit Picnic Pão Dourado Serve: até 4 pessoasValor: R$ 89,90Encomendas: com 24h de antecedência, em qualquer loja da Rede Pão Dourado Retirada: na própria loja em que foi encomendada
- O recado de Roberta Medina às marcas: 'Logotipo na parede é jogar dinheiro fora'
Muito além de um festival de música, o Rock in Rio se consolidou como uma das maiores plataformas globais de comunicação, influência e experiências. Essa é uma das principais mensagens do quinto episódio do podcast De Ténis, Sem Gravata , apresentado por Marlene Gaspar , diretora da LLYC Portugal , que recebe Roberta Medina , vice-presidente do Rock in Rio e uma das principais responsáveis pela expansão e profissionalização do evento no Brasil e no mundo. Em uma conversa franca, estratégica e, em diversos momentos, provocadora, Roberta desconstrói a visão tradicional sobre o mercado de entretenimento e compartilha bastidores da construção do “império Rock in Rio”, abordando temas como liderança, criatividade, cultura de negócios, gestão de marcas globais e os desafios da conexão Brasil–Portugal. Para a executiva, o festival sempre foi pensado como algo maior do que um evento musical. “Mais do que música, o Rock in Rio é uma plataforma de influência, ideias e experiências”, afirma. Criado por publicitários, o projeto nasceu com a proposta de unir pessoas por meio da música, mas com um propósito mais amplo: gerar impacto cultural, social e econômico. Nesse contexto, Roberta provoca ao afirmar que “inovação e startups nada mais são do que sonhos com nomes modernos”, reforçando o papel da visão e da criatividade na construção de projetos de escala global. O episódio também traz uma leitura crítica sobre o mercado brasileiro de entretenimento. Segundo Roberta, a falta de colaboração e o excesso de competitividade acabam enfraquecendo a indústria como um todo. Para ela, setores criativos só se tornam fortes quando atuam de forma integrada, com menos disputas individuais e mais visão coletiva sobre o crescimento do mercado. Outro tema que ganha destaque é o modelo de negócios dos grandes shows e o debate sobre o valor entregue ao público. Roberta questiona a lógica de preços de apresentações isoladas e defende o formato de festival como uma experiência mais ampla e diversa, capaz de oferecer maior retorno proporcional ao investimento do consumidor. Na esfera da liderança, a executiva fala sobre o desafio de dar continuidade ao legado da família Medina, transformando um grande sonho em uma operação global estruturada, sem perder identidade. Ao longo da conversa, destaca a empatia, a escuta ativa e a capacidade de se colocar no lugar do outro como fundamentos para decisões estratégicas e para a construção de cenários de longo prazo. A vivência entre Brasil e Portugal também surge como um ponto central do episódio. Roberta explica que o contraste entre a energia acelerada do Brasil e a abordagem mais planejada de Portugal influenciou diretamente sua forma de gerir pessoas, projetos e o próprio Rock in Rio Lisboa , trazendo mais equilíbrio entre velocidade e eficiência. Por fim, o episódio deixa um recado direto às marcas. Para Roberta, a presença em grandes plataformas só faz sentido quando há narrativa, propósito e conteúdo relevante. Em um cenário em que o público está cada vez mais atento e exigente, ações meramente promocionais tendem a perder espaço para experiências autênticas e conexões reais. O episódio com Roberta Medina no podcast De Ténis, Sem Gravata oferece insights relevantes para líderes, executivos e profissionais de marketing e comunicação que buscam entender como manter a relevância de marcas globais por meio de visão estratégica, criatividade e propósito. Você pode assistir ao episódio completo aqui: [Link]
- Biblioteca Demonstrativa lança novo formato do Clube de Leitura BDB, unindo leitura e escrita em encontros coletivos
A Biblioteca Demonstrativa Maria da Conceição Moreira Salles (BDB) realiza, no dia 23 de fevereiro, a primeira edição de 2026 do Clube de Leitura BDB em um novo formato, que amplia a proposta do encontro literário ao integrar leitura e escrita no mesmo espaço de troca. A iniciativa reafirma o compromisso da instituição com a literatura como experiência coletiva, viva e acessível. A partir deste ano, o Clube de Leitura BDB deixa de se concentrar exclusivamente na leitura compartilhada de obras da literatura brasileira e passa a incorporar a produção autoral dos participantes. Além de discutir livros e autores, o público será convidado a apresentar textos próprios, como poemas, resenhas, músicas e outras formas de oralidade, em um ambiente pautado pelo acolhimento, pela escuta cuidadosa e pela ausência de hierarquias. A mediação do encontro é de Asú Guimarães, artista que atua na interseção entre poesia, oralidade e convivência, que compreende a leitura como gesto de partilha e a palavra como espaço de construção de vínculos. Sob sua condução, o clube se consolida como um território seguro de experimentação literária e troca sensível entre os participantes. Outro destaque do novo formato é o caráter participativo da escolha das obras. Os livros que orientam cada edição do clube serão definidos por votação pública no Instagram da @bdbcultural . A obra mais votada se torna o eixo temático do encontro, servindo de referência tanto para o debate literário quanto para os textos autorais apresentados, que deverão dialogar livremente com o universo proposto. O primeiro encontro acontece no dia 23 de fevereiro, às 19h, na Biblioteca Demonstrativa, localizada na 506/507 da W3 Sul, em Brasília-DF. Durante a atividade, será servido um lanche coletivo aos participantes, reforçando o clima de convivência e partilha que marca a proposta. A participação no Clube de Leitura BDB não exige inscrição prévia. “Com o novo formato, o Clube de Leitura BDB reafirma a literatura brasileira como fonte de inspiração, criação e encontro, valorizando a diversidade de vozes e fortalecendo a leitura e a escrita como práticas transformadoras e coletivas”, ressalta Asú Guimarães. Para participar e ficar por dentro da programação cultural da Biblioteca Demonstrativa, acompanhe as redes sociais da @bdbcultural no Instagram , Facebook e YouTube . Sobre a programação cultural da BDB A programação cultural da Biblioteca Demonstrativa Maria da Conceição Moreira Salles é realizada por meio do Termo de Colaboração nº 950548/2023, celebrado entre o Ministério da Cultura, por meio da Secretaria de Formação Cultural, Livro e Leitura (Sefli), e o Instituto Incluir, uma organização da sociedade civil. Fundada em 1970 e localizada em Brasília, Distrito Federal, essa instituição tem caráter público federal. Com a missão de ser uma biblioteca experimental que promove novos paradigmas de normatização e disseminação de boas práticas no campo das bibliotecas públicas, buscando sempre estar na vanguarda. Além disso, ela desempenha um papel fundamental na democratização do acesso à leitura, na formação de novos leitores, na promoção da literatura brasileira e na contribuição para o aprimoramento dos profissionais que atuam em todo o Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas.
- Janeiro Roxo reforça alerta para hanseníase e diagnóstico precoce no DF
A campanha do Janeiro Roxo, dedicada à conscientização sobre a hanseníase, reacende o alerta para uma doença infecciosa crônica que ainda desafia a saúde pública no Brasil e exige diagnóstico precoce para evitar sequelas. No mundo, 172.717 novos casos foram notificados em 2024, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, o cenário segue de alta carga: foram detectados 22.773 casos novos em 2023, ou seja, uma taxa de detecção de 10,68 por 100 mil habitantes, patamar classificado como alto pelos parâmetros oficiais. A hanseníase é causada pela bactéria Mycobacterium leprae e atinge principalmente a pele e os nervos periféricos, podendo também comprometer olhos e vias aéreas superiores, com destaque para o nariz, explica a dermatologista Dra. Lúcia Helena Sampaio de Miranda , do Hospital Santa Lúcia. “No meu dia a dia como dermatologista, observo que ela acomete principalmente a pele e os nervos periféricos, podendo também atingir os olhos e as vias aéreas superiores”, afirma. A doença ainda é considerada um problema relevante no Brasil porque muitos casos continuam sendo identificados tardiamente , mantendo a cadeia de transmissão e aumentando o risco de incapacidades físicas evitáveis. “Isso mantém a cadeia de transmissão e aumenta o risco de sequelas físicas evitáveis, o que reforça a importância da vigilância, da informação e do diagnóstico precoce”, diz a médica. No Distrito Federal, os dados epidemiológicos também reforçam a necessidade de atenção contínua. Entre 2020 e 2024, foram notificados 1.018 casos de hanseníase no DF; sendo 72,2% (735) classificados como casos novos. Em 2024, foram registrados 113 casos novos, com taxa de detecção de 3,53 por 100 mil habitantes, parâmetro de média endemicidade, segundo a Secretaria de Saúde do DF (SES/DF). Atenção para os sintomas! Um dos principais desafios é reconhecer cedo os sinais que muitas vezes não causam dor e, por isso, são ignorados. A orientação é observar manchas na pele que não coçam e não doem , mas apresentam alteração de sensibilidade, além de dormência, formigamento, perda de força em mãos ou pés, “caroços” e feridas que demoram a cicatrizar. “Esses sinais nunca devem ser ignorados. A perda de sensibilidade é um dos achados mais característicos e costuma indicar comprometimento dos nervos. De forma simples: a pessoa pode deixar de perceber toque, dor ou temperatura em áreas do corpo, o que eleva o risco de lesões e complicações. “A diminuição ou perda da sensibilidade ao toque, à dor ou à temperatura é um dos sinais mais característicos da hanseníase”, afirma. Sobre a transmissão, a dermatologista do Hospital Santa Lúcia destaca que o contágio ocorre principalmente pelas vias respiratórias , em situações de contato próximo e prolongado com pessoas não tratadas — e o maior risco costuma estar no convívio domiciliar quando o diagnóstico ainda não foi feito. Ela também chama atenção para um ponto que reduz medo e estigma: após iniciar corretamente o tratamento, o paciente tende a deixar de transmitir a doença. “Após o início do tratamento adequado, o paciente deixa de transmitir a doença rapidamente. Ele pode manter sua vida social, familiar e profissional normalmente em poucos dias”, diz. A médica também combate um mito frequente: a hanseníase não é transmitida por objetos . “O simples compartilhamento de roupas, toalhas, lençóis, talheres ou outros fômites não justifica tratamento medicamentoso nem caracteriza contato de risco”, explica. Em geral, higiene habitual com água e sabão é suficiente; não há necessidade de descartar roupas ou utensílios. Quando há um caso confirmado, a atenção se volta aos contactantes de risco — especialmente pessoas que vivem no mesmo domicílio ou mantêm convivência íntima e prolongada antes do início do tratamento. “A conduta inclui avaliação dermatológica completa, orientação e vigilância clínica, e, quando indicada, vacinação com BCG conforme presença de cicatriz vacinal. Em situações elegíveis, pode ser considerada a quimioprofilaxia pós-exposição (PEP) com dose única de rifampicina, de acordo com critérios clínicos e normativos”, afirma Dra. Lúcia. O diagnóstico, na prática dermatológica, é principalmente clínico: avaliação das lesões, testes de sensibilidade e exame de nervos periféricos. Em alguns casos, podem ser solicitados exames complementares, como baciloscopia ou biópsia de pele, para apoiar a definição do caso. Já o tratamento dura, em geral, de seis a doze meses, conforme a forma clínica, e é altamente eficaz quando seguido corretamente, levando à cura completa. Quanto mais cedo identifica a doença, maiores as chances de evitar lesões irreversíveis, deformidades e incapacidades permanentes na pele do paciente. No Hospital Santa Lúcia, a Dermatologia atua com atendimento especializado para casos suspeitos e confirmados, com foco em diagnóstico preciso. “Oferecemos atendimento especializado, acompanhamento contínuo e uma abordagem multidisciplinar quando necessário, sempre com foco em cuidado humanizado e segurança ao paciente”, explica a dermatologista. Para quem ainda sente medo ou vergonha de procurar ajuda, a mensagem da campanha é direta: hanseníase tem cura , e o preconceito é um fator que atrasa o cuidado e aumenta o risco de sequelas. “Procurar ajuda médica especializada é um passo fundamental de cuidado consigo mesmo e com quem está ao seu redor”, conclui Dra. Lúcia Miranda. SERVIÇO GRUPO SANTA (UNIDADES DISTRITO FEDERAL): HOSPITAL SANTA LÚCIA SUL Endereço: SHLS Quadra 716 Conjunto C, Setor Hospitalar Sul – Brasília/DF Telefone: (61) 3445-0000 HOSPITAL SANTA LÚCIA NORTE Endereço: SHLN Quadra 516 Conjunto G, Lote 7, Asa Norte – Brasília/DF Telefone: (61) 3448-9100 HOSPITAL SANTA LÚCIA GAMA Endereço: Qd 16, Área Especial 16, Lado Oeste, Setor Central – Gama/DF Telefone: (61) 3203-9400 UNIDADE AVANÇADA SANTA LÚCIA TAGUATINGA Endereço: QS 05, Lote 22, Avenida Areal – Taguatinga/DF Telefone: (61) 3013-9800
- Canetas emagrecedoras e o preço do imediatismo
A busca por resultados imediatos nunca foi tão intensa, e o emagrecimento rápido entrou definitivamente nessa lógica. A promessa é tentadora: menos fome, menos peso na balança e transformações visíveis em tempo recorde. As chamadas canetas emagrecedoras, como o Mounjaro, deixaram de ser um tema restrito aos consultórios médicos e passaram a circular nas redes sociais de famosos, nos grupos de WhatsApp e nas conversas do dia a dia. Mas, junto com os quilos a menos, começaram a surgir relatos que chamam atenção. Um deles ganhou até nome: o chamado “efeito Mounjaro”. Trata-se da perda acelerada e desigual de gordura corporal sendo acentuadamente rápida em coxas, glúteos, pernas, braços e face, com manutenção da gordura abdominal, alterando o equilíbrio visual do corpo. O emagrecimento é tão rápido que o rosto também muda antes que o restante do corpo consiga acompanhar. Essa alteração rápida acentua as silhuetas androgênicas mudando a percepção corporal de algumas mulheres que se veem com membros inferiores muito menores do que o tronco, às vezes, pela primeira vez na vida. E o que vemos por debaixo das roupas, agora frouxas, são corpos reduzidos de volume, porém, deformados por flacidez e perda de massa muscular. Este efeito poderia ser minimizado com acompanhamento médico e estratégias voltadas à preservação da massa magra, através do exercício físico direcionado. Por trás dessa mudança estética existe uma resposta fisiológica importante. O corpo não interpreta o emagrecimento abrupto como algo positivo. Ao contrário, entra em um estado de alerta, semelhante a um modo de sobrevivência. Segundo Clarissa Rios, médica, educadora física e CEO da DoctorFit, o problema não está exatamente no medicamento, mas na forma como ele é utilizado. “Esses medicamentos funcionam, sim. Mas, quando usados de maneira isolada, sem ajuste de alimentação, treino e reposição hormonal, o organismo entra em desequilíbrio, potencializando o reganho de peso, o famoso “efeito sanfona”, explica. Nesse cenário, o corpo passa a economizar energia e prioriza o que considera indispensável para sobreviver. E, infelizmente, o músculo costuma ser o primeiro a ser sacrificado. A perda de massa muscular não afeta apenas a estética, compromete força, metabolismo, saúde hormonal e funcionalidade. “O músculo exige energia para existir. Quando o corpo entende que está em risco, ele se livra do músculo primeiro, impactando diretamente a disposição, o metabolismo e até a forma como essa pessoa vai envelhecer”, alerta Clarissa. As consequências aparecem rapidamente. Um corpo mais fraco, metabolismo mais lento, queda de desempenho físico e aumenta a probabilidade do temido efeito rebote. É frequente a recuperação o peso perdido, mas, infelizmente, com mais gordura e menos músculo. Sem falar no impacto visual, flacidez, rosto mais fundo e uma aparência envelhecida, efeitos que contrastam com a ideia inicial de “resultado positivo”. O problema, portanto, não é emagrecer, mas o caminho escolhido para isso. Emagrecimento não deveria significar perda de saúde. “O músculo é um dos maiores aliados da longevidade, do equilíbrio hormonal e da qualidade de vida. A balança pode até baixar, mas o corpo cobra essa conta depois. Emagrecer sem preservar músculo não é evolução, é um sinal de alerta”, reforça a médica. Diante disso, a pergunta é: vale a pena correr o risco? “Se a decisão pelo uso das canetas for tomada de forma consciente, ela precisa vir acompanhada de uma estratégia completa: alimentação bem estruturada, treino de força e prescrição médica individualizada”, orienta a especialista. Vivemos a era do imediatismo. Queremos tudo rápido, inclusive o corpo “ideal”. Mas o organismo não responde no ritmo das redes sociais. Padrões estéticos irreais empurram muitas pessoas para soluções que parecem eficazes no curto prazo, mas que podem ser silenciosamente prejudiciais no longo prazo. “Emagrecer deveria ser um projeto de saúde, não uma corrida contra o espelho”, conclui Clarissa.
- Programa de capacitação para mulheres de baixa renda alcança mais uma região do DF
As flores do cerrado são diversas e simbólicas, famosas por serem vibrantes, como os Ipês. E assim também são as mulheres que produzem moda, costura e artesanato, no DF. A partir do trabalho desenvolvido, dão brilho à cidade e impactam na economia local. Por esse motivo, o projeto Flores do Cerrado capacitou, de graça, diversas mulheres das regiões do Sol Nascente, Estrutural, Brazlândia, São Sebastião, Varjão, Samambaia e, agora, Taguatinga. As inscrições estão abertas para as oficinas de Corte e Costura e Bordado. Para o curso de Corte e Costura, as aulas começam na próxima segunda-feira (26/01). Já para Bordado, as aulas iniciam em 23/02. As inscrições podem ser feitas presencialmente ou de forma on-line, através do link. Cada semana, um módulo novo se inicia, sendo uma atividade diferente para cada região. Ao todo, são 20 vagas divididas no turno vespertino. As aulas serão de segunda a sexta-feira, sempre no horário das 14h às 18h (vespertino). Impacto Mais de 400 aprendizes já tiveram as vidas transformadas através dos cursos fornecidos pelo Flores do Cerrado, nas áreas de empreendedorismo, corte e costura, técnicas de artesanato e bordado. Todo o material será disponibilizado, incluindo máquinas de costura e tecidos. O projeto também oferece área kids com monitores capacitados para cuidar dos filhos das participantes durante todo o período das oficinas. O objetivo do curso é capacitar e recolocar mulheres de baixa renda no mercado de trabalho. Assim, a iniciativa promove a inclusão social e profissional, oferecendo ferramentas para conquistar autonomia e oportunidades no mercado de trabalho. Dessa maneira, o público feminino é inspirado a pensar fora da caixa e a usar a inovação e a ousadia para vencer dificuldades do mercado de trabalho. O produtor executivo do Flores do Cerrado, Fábio Barrera, afirma que a iniciativa tem tido um retorno para os participantes e para a população, porque as mulheres retornam para fazer mais módulos. Diferencial O Flores do Cerrado também conta com um grande diferencial: assistência para mães que não têm onde deixar os filhos no período em que estão em aula. Sendo assim, o projeto oferece um espaço para que as crianças também façam atividades educativas enquanto as responsáveis estão aprendendo uma nova profissão. O Flores do Cerrado é uma iniciativa da CEDHuC - Comissão Especial de Direitos Humanos, com apoio do Ministério da Cultura. Grade curricular A iniciativa será dividida em dois módulos, ministrados por profissionais das áreas de Moda/Corte e Costura e em técnicas de Artesanato (Bordado). • Curso I – Corte e Costura: visa ensinar aos alunos técnicas de corte e costura, modelagem de peças de vestuário e noções básicas de desenho para produção de roupas. • Curso II – Bordado: tem como finalidade lecionar técnicas de artesanato voltadas para o bordado e as possibilidades de personalização de peças. Carga Horária: - Módulo I – Corte e Costura/ Moda - 60 horas - Módulo II – Bordado - 20 horas Serviço Projeto social: Flores do Cerrado Duração do curso: 26/01 a 13/02 (Costura) e 23/02 a 27/02 (Bordado) Número de vagas: 20 Local: Centro de Convivência COSE - Bernardo Sayão, QNM 36/38 AE, M Norte, Taguatinga - DF Horário: 14h às 18h Custo: totalmente gratuito Mais informações podem ser acessadas pela página no Instagram do projeto: @floresdocerrado.df Link para cadastro: https://docs.google.com/forms/d/15ag-gq_uMn9UTKXIrwGTJZKc7AqrSH_cUlN2KrWxmZ4/viewform?edit_requested=true
- Chet Faker lança “Over You”, última amostra de novo álbum
O artista australiano Chet Faker apresenta “Over You”, novo single já disponível, acompanhado de um videoclipe. A faixa é o último lançamento antes da chegada de A Love For Strangers , próximo álbum do projeto liderado por Nick Murphy, com lançamento digital marcado para 13 de fevereiro e edição física prevista para 24 de abril, via BMG. Ouça “Over You”: https://chetfaker.lnk.to/OverYouPR Assista ao clipe: https://youtu.be/fMLdbRYIcD4?si=VuobDhg2uF3BGS42 Faça o pré-save do álbum A Love for Strangers : https://chetfaker.lnk.to/aloveforstrangersPR “Over You” mergulha no fim de uma relação que não foi feita para durar, guiada por vocais diretos e atmosfera imersiva, como um retorno a lembranças que ainda insistem em ficar. A produção equilibra melancolia e impulso eletrônico, ampliando a narrativa iniciada no single anterior, “Can You Swim?”, em que Murphy revelou um olhar mais vulnerável sobre o amor e abriu caminho para o universo do novo álbum. No Brasil, o artista vive um momento de forte aproximação com a cena local e foi uma das atrações principais do festival Rock the Mountain, em novembro. Além do novo single, Chet Faker também divulgou uma live session de “Far Side of the Moon”, reforçando a fase atual do projeto e a conexão direta com o público. Assista a live session de “Far Side of the Moon”: https://youtu.be/uGGA7zovQq8?si=qw1CMrlpVaCqlInP Ouça “Far Side of the Moon”: https://chetfaker.lnk.to/FarSidePR Ouça “This Time for Real”: https://chetfaker.lnk.to/ThisTimeForRealPR Ouça “Inefficient Love”: https://chetfaker.lnk.to/InefficientLovePR A Love For Strangers é o sucessor de Hotel Surrender (2021) e nasce de um momento de redescoberta pessoal, intensificado após os 10 anos de Built On Glass , disco que marcou a trajetória de Chet Faker. Entre projetos assinados como Nick Murphy, trabalhos instrumentais e colaborações com nomes como Flume e Marcus Marr, o artista reforça neste novo capítulo a busca constante por explorar possibilidades e expandir sua linguagem musical. Siga Chet Faker: SITE / INSTAGRAM / YOUTUBE / FACEBOOK / TIKTOK
- A menos de dois meses do Lollapalooza BR, artistas falam da expectativa para shows; mais de 70 atrações, estreias no país e curadoria nacional diversa
Faltam menos de dois meses para o Lollapalooza Brasil e a edição de 2026 chega reforçando a força da curadoria e o compromisso do festival com a diversidade artística. Ao longo dos dias 20, 21 e 22 de março, o Autódromo de Interlagos recebe um line-up que reúne mais de 70 atrações nacionais e internacionais, 18 deles se apresentando pela primeira vez no Brasil. O cartaz também inclui cinco dos 15 nomes mais pedidos pelo público. Ao lado de headliners globais como Sabrina Carpenter, Tyler, The Creator, Lorde, Skrillex, Deftones e Chappell Roan, o evento segue ampliando espaço para artistas que representam diferentes territórios e momentos da música contemporânea. Essa construção reflete a essência do Lollapalooza Brasil como uma plataforma de descoberta e consolidação de talentos. Quando o assunto é música brasileira, a presença de artistas nacionais no cartaz vai além da representatividade: ela traduz uma curadoria que entende o festival como um espelho do que está sendo produzido hoje no país, porém, sem ignorar a rica herança musical do Brasil, conectando novas vozes, projetos autorais e cenas independentes a um palco de projeção internacional. Entre os nomes confirmados, Agnes Nunes vive um momento especial da carreira e integra o line-up de sábado do festival. Uma das vozes emergentes mais requisitadas da música brasileira, a cantora soma colaborações e encontros com diferentes gerações da música nacional. “Este vai ser um ano muito especial de projetos, lançamentos e mais ainda por fazer parte do Lollapalooza, que é um dos principais festivais do Brasil e do mundo. São muitos artistas talentosos e que admiro que fazem parte do line-up. Estou muito contente em fazer parte e ansiosa para o show. Estamos preparando uma apresentação única e cheia de surpresas”, afirma Agnes. Também presente no festival, MU540 representa a força da música eletrônica brasileira que dialoga diretamente com a pista e com a cultura urbana. Produtor criado na Baixada Santista, ele construiu ao longo da última década uma trajetória marcada por beats autorais, colaborações de grande alcance e reconhecimento internacional. Além de sua apresentação no Lollapalooza Brasil 2026, o artista também integra o line-up do Lollapalooza Índia, no dia 24 de janeiro, ampliando sua circulação dentro do circuito global do festival. “Eu tô muito ansioso para tocar no Lolla Brasil. Já estou pensando no set desde hoje. É um momento muito marcante para a minha cidade e para minha quebrada. Quero ver todo mundo lá comigo”, relata MU540. O rock alternativo nacional também marca presença com o Scalene, banda que se consolidou como um dos principais nomes do gênero no país. Com uma trajetória que inclui passagens por grandes festivais, reconhecimento da crítica e um Grammy Latino no currículo, o grupo retorna ao Lollapalooza Brasil reforçando sua conexão histórica com o evento e com o público do festival. “Tocar pela terceira vez no festival, depois de um ano tão bom na turnê de retorno da banda, anima muito a gente. Além de buscar fazer um show cada vez melhor, hoje entendemos que se divertir juntos no palco é tão importante quanto toda a preparação. Estamos montando um show especial, que funciona tanto para os fãs de sempre quanto para quem não escuta a banda há um tempo — e para novos ouvidos”, conta a banda Scalene. Representando novas narrativas e sonoridades da cena independente, a Cidade Dormitório leva ao Lollapalooza Brasil um repertório que transita entre o pós-punk, a psicodelia e o experimental. Formada em Sergipe, a banda construiu uma identidade própria ao retratar as tensões, afetos e contradições das relações urbanas contemporâneas, e chega ao festival como parte dessa nova geração de artistas que expandem os limites do rock brasileiro. “As expectativas para o Lollapalooza estão lá em cima! Poder colaborar com esse line-up tão maravilhoso, vai ser uma honra indescritível. O público pode esperar um show que conta um pouco da nossa trajetória. São 10 anos rodando, então levaremos esse show comemorativo que celebra a nossa discografia. Claro que não podemos deixar de fora algumas surpresinhas para o futuro, que tende a ser um pouco mais cinematográfico sonoramente”, compartilha a banda Cidade Dormitório. Participando do recorte nacional, Nina Maia integra o line-up trazendo uma trajetória marcada pela experimentação e pelo diálogo entre gêneros. Cantora, compositora, instrumentista e produtora, Nina vem construindo sua carreira entre trilhas sonoras, parcerias relevantes e um trabalho solo que transita entre MPB, jazz e indie pop. No Lollapalooza Brasil 2026, a artista vai encantar o público com um repertório que reflete sua multiplicidade. “Animadassa pro show do Lolla! INTEIRA, meu primeiro álbum, foi lançado há pouco mais de um ano, e receber esse convite foi uma conquista muito grande pra mim e pra todo mundo envolvido. Fazer parte de um line-up cheio de artistas que adoro e acompanho é incrível. Estamos preparando o show cuidadosamente, em todos os sentidos - musical, visual e performático. Pra mim vai ser pura emoção!”, compartilha Nina Maia. Sideshows levam o Lollapalooza para além do Autódromo de Interlagos Além das apresentações nos dias oficiais de festival, o Lollapalooza Brasil 2026 também amplia sua presença pela cidade de São Paulo com os tradicionais Sideshows, que estendem a experiência do público para além do Autódromo de Interlagos, conectando artistas do line-up a shows exclusivos em diferentes casas de São Paulo. Com show de Blood Orange esgotado, ingressos dos demais Sideshows by Flying Fish do Lollapalooza Brasil 2026 estão disponíveis no site oficial da Ticketmaster Brasil TV Girl – Cine Joia – São Paulo, 18/03, 22h . Abertura de portões: 20h Entrada Social: R$ 295,00 Meia*: R$ 250,00 Inteira: R$ 500,00 RIIZE – Terra SP – São Paulo, 19/03, 21h30 . Abertura de portões: 19h Entrada Social: R$ 302,50 Meia*: R$ 275,00 Inteira: R$ 550,00 Interpol + Viagra Boys – Audio – São Paulo, 19/03, show de abertura às 20h30. Abertura de portões: 19h Entrada Social: R$ 322,50Meia*: R$ 275,00Inteira: R$ 550,00 Blood Orange – Cine Joia – São Paulo, 19/03, 22h . - ESGOTADO Lewis Capaldi + Ruel – Qualistage - Rio de Janeiro, 18/03. Abertura de portões: 18h30 Meia* Pista: R$ 245,00Inteira Pista: R$ 490,00 Meia* Pista Premium: R$ 360,00Inteira Pista Premium: R$ 720,00 Inteira Poltrona: R$ 460,00 Inteira Camarote B: R$ 760,00 Cada cliente poderá adquirir até 04 (quatro) ingressos, sendo no máximo 01 (uma) meia-entrada por pessoa.Taxa de serviço para compras online: 20%. Venda sem cobrança de taxa na bilheteria oficial do Shopping Ibirapuera (Av. Ibirapuera, 3103 – Indianópolis, São Paulo/SP, Piso Jurupis). Entrada social – Está disponível para todo o público e garante 45% de desconto com doação automática de R$ 20,00 para instituições parceiras do festival. A doação acontece por meio da plataforma Ticketmaster Brasil durante o fluxo de venda, de forma descomplicada. *Meia-entrada, para quem tem o direito legal a este benefício: maiores de 60 anos, aposentados, estudantes de ensino fundamental, médio ou superior, jovens pertencentes a famílias de baixa renda (com idades de 15 a 29 anos), pessoas com deficiência (e um acompanhante), profissionais das redes públicas estadual e municipais de ensino de São Paulo. Os beneficiários devem estar elegíveis ao benefício tanto no momento da compra, quanto no acesso ao festival.
- Docente do Senac ensina três risotos para aproveitar o clima frio
Com as temperaturas despencando em Belo Horizonte nesta semana, pratos quentes e reconfortantes voltam ao centro das atenções. Para quem deseja aproveitar o clima ameno com sabores marcantes e combinações criativas, Joyce Luz, docente do curso de Gastronomia do Senac em Contagem , que integra o Sistema Fecomércio MG, elaborou três receitas de risotos que unem técnica, aroma e praticidade. As sugestões incluem um clássico risoto de camarão, uma opção sofisticada de pera com gorgonzola e uma versão mais fresca, com tomate, muçarela de búfala e rúcula, alternativas saborosas para transformar o frio em oportunidade para variar o cardápio. Risoto de camarão Ingredientes: 240g de camarões médios com casca 2 dentes de alho 2 folhas de louro 1,5 litro de fundo aromático de legumes 20 ml de azeite ¼ de cebola picadinha 160g de arroz arbóreo 100 ml de vinho branco seco 40g de manteiga sem sal 2 ramos de salsa repicada Sal e pimenta do reino (a gosto) Modo de preparo: Retire as cascas e as cabeças e limpe os camarões. Tempere com sal, pimenta do reino e em uma frigideira aquecida com um pouco de manteiga sele os camarões rapidamente. Numa panela, ferva aproximadamente 1,5 litro de fundo aromático de legumes com o alho e o louro. Refogue a cebola no azeite, sem dourar. Adicione o arroz e mexa por alguns minutos, para que os sabores incorporem aos grãos. Deglace com o vinho branco e deixe evaporar. Vá acrescentando o fundo aromático, concha a concha, mexendo delicadamente e esperando secar para adicionar mais caldo. Quando o arroz estiver no ponto ideal de cozimento, incorpore o restante da manteiga (preferencialmente gelada), os camarões e a salsa, mexendo delicadamente. Ajuste o sal, se necessário e sirva. Risoto de pera com gorgonzola Ingredientes: 1 pera não muito madura 20g de avelã 60g de gorgonzola 140g de arroz arbóreo 50g de manteiga sem sal ¼ de cebola 100 ml de vinho branco 40g de queijo parmesão tipo grana padano ralado Fundo aromático de legumes (quando bastar) Sal e pimenta do reino (a gosto). Modo de preparo: Descasque a pera, retire as sementes e corte em cubos. Numa frigideira, toste as avelãs, tire a casca e quebre em pedaços irregulares. Na mesma frigideira grelhe os cubos de pera em um pouquinho de manteiga (aproximadamente 10g) e tempere com sal e pimenta do reino. Esmigalhe o gorgonzola com um garfo. Refogue a cebola em 20g de manteiga, sem dourar. Acrescente o arroz e mexa por alguns minutos, para que os sabores incorporem aos grãos. Deglace com o vinho branco e deixe evaporar. Tempere com um pouco de sal. Vá acrescentando o fundo aromático, concha a concha, misturando delicadamente e esperando secar para adicionar mais caldo. Na metade do cozimento, acrescente o gorgonzola e continue o processo de cozimento. Quando o arroz estiver no ponto cremoso típico de risoto, incorpore o restante da manteiga(preferencialmente gelada). Acrescente o queijo ralado e misture mais um pouco. Finalize com os cubos de pera e as avelãs. Se necessário, ajuste o sal e sirva. Risoto com tomate, muçarela de búfala e rúcula Ingredientes: 3 unidades de tomate italiano maduro; 2 pitadas de açúcar; 140g de arroz arbóreo; 30 ml de azeite; ¼ de cebola; 100 ml de vinho branco seco; Fundo aromático de legumes (quanto bastar); 16 folhas de rúcula; 30g de manteiga sem sal; 40g de queijo tipo grana padano ralado; 60g de muçarela de búfala em cubos; Sal (a gosto). Modo de preparo: Corte os tomates em quatro no sentido do comprimento e retire as sementes e a pele. Para facilitar, pode imergir rapidamente os tomates em água fervente (tomate concassé). Depois, cubra com um pouco de azeite e tempere com sal e açúcar. Leve ao forno para amolecer um pouco (o tomate não deve ficar muito macio). Faça uma pasta com a metade dos tomates e corte a outra metade em tiras. Refogue a cebola no azeite restante, sem dourar. Inclua o arroz e mexa por alguns minutos, para que os sabores incorporem aos grãos. Deglace com o vinho branco e deixe evaporar. Adicione a pasta de tomate e tempere c om uma pitada de sal. Vá acrescentando o fundo aromático, concha a concha, mexendo delicadamente e esperando secar para colocar mais caldo. Quando o arroz estiver no estágio final de cocção, incorpore a manteiga (preferencialmente gelada), mexendo com cuidado. Acrescente o queijo ralado, as tiras de tomate e a rúcula e misture mais um pouco. Decore com os cubos de muçarela de búfala. Se necessário, ajuste o sal e sirva. Sobre a Fecomércio MG e o Senac em Contagem A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Minas Gerais (Fecomércio MG) é a principal entidade representativa do setor do comércio de bens, serviços e turismo no estado, abrangendo mais de 750 mil empresas e 54 sindicatos. Sob a presidência de Nadim Elias Donato Filho, a Fecomércio MG atua como porta-voz das demandas do empresariado, buscando soluções através do diálogo com o governo e a sociedade, há 87 anos. Outra importante atribuição da entidade é a administração do Serviço Social do Comércio (Sesc) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) em Minas Gerais. A atuação integrada das três casas fortalece a promoção de serviços que beneficiam comerciários(as), empresários(as) e a comunidade em geral, a partir de suas diversas unidades distribuídas pelo estado. Em Contagem desde 1996, o Senac oferta cursos ágeis nas áreas de saúde, tecnologia, gestão e comércio, gastronomia, marketing, entre outros, além de Aprendizagem Comercial. No ensino técnico, é possível cursar Administração, Informática, Segurança do Trabalho e Logística. Devido à sua localização, no bairro Eldorado, a unidade é uma opção para as comunidades de Caeté, Contagem, Esmeraldas, Nova Lima, Piedade dos Gerais, Raposos, Rio Acima e São José da Varginha. A Fecomércio MG também trabalha em estreita colaboração com a Confederação Nacional do Comércio (CNC), presidida por José Roberto Tadros, para defender os interesses do setor nos âmbitos municipal, estadual e federal. Com 87 anos de atuação, a Fecomércio MG é fundamental para transformar a vida de cidadãos e cidadãs e impulsionar a economia mineira.
- O "segundo cérebro": como a saúde do intestino influencia emoções, humor e até dores de cabeça
Você já ouviu falar que o intestino é o nosso segundo cérebro? Essa questão curiosa é cada vez mais aceita e respaldada pela Medicina, considerando que existe uma comunicação direta, complexa e constante entre o sistema nervoso central e o trato digestivo, envolvendo vias neurais, hormonais e inflamatórias. Segundo a médica coloproctologista Geanna Resende, que atende no Órion Complex, em Goiânia, essa conexão ocorre, principalmente, por meio do nervo vago, além de hormônios como o cortisol, liberado em situações de estresse, e a serotonina, produzida majoritariamente no intestino e associada ao bem-estar e ao bom humor. “Esse eixo cérebro-intestinal é bidirecional: o que acontece no intestino reflete no cérebro, e o que acontece no cérebro interfere diretamente no funcionamento intestinal”, explica a médica. Situações emocionais comuns ajudam a ilustrar essa relação. Muitas pessoas, especialmente mulheres, apresentam dificuldade para evacuar quando estão fora de casa ou em momentos de tensão. “Mesmo mantendo a alimentação e a ingestão de água, o intestino simplesmente não funciona. É o sistema nervoso central interferindo diretamente”, afirma Geanna. O caminho inverso também é frequente. A constipação intestinal crônica pode provocar acúmulo de fezes, fermentação e gases, favorecendo a “disbiose intestinal” -- que é um desequilíbrio dos microorganismos que habitam em harmonia nosso trato digestivo. “Esse desequilíbrio leva à produção de metabólitos inflamatórios que chegam ao cérebro e podem causar ansiedade, irritabilidade e sensação de estresse”, explica. Dores de cabeça recorrentes e enxaquecas também podem ter origem intestinal. A médica destaca que intolerâncias alimentares e digestão inadequada favorecem processos inflamatórios no intestino, cujos efeitos acabam atingindo o cérebro e funcionando como gatilhos para a dor. Sinais de comprometimento da saúde Quando a saúde mental está comprometida, o intestino costuma dar sinais. Ansiedade, depressão e distúrbios do sono elevam o cortisol e outros hormônios do estresse, que alteram a microbiota intestinal. Isso prejudica a digestão, a absorção de nutrientes, a frequência evacuatória e reduz a produção de serotonina, agravando o desequilíbrio emocional. O estilo de vida é decisivo nesse processo. Alimentação pobre em fibras, excesso de açúcar e ultraprocessados, sedentarismo, sono inadequado, estresse constante e uso abusivo de medicamentos, como antibióticos, favorecem a disbiose intestinal e impactam diretamente a saúde mental. Por isso, o cuidado precisa ser integrado. “Não adianta tratar apenas a mente ou apenas o intestino. É necessário equilíbrio entre alimentação, atividade física, sono e controle do estresse”, reforça Geanna, destacando que, em alguns casos, o tratamento intestinal adequado reduz até a necessidade de medicamentos psiquiátricos em altas doses. A especialista alerta que sintomas intestinais persistentes não devem ser banalizados. “Alterações do ritmo intestinal, dor abdominal e distensão podem estar ligadas a distúrbios funcionais, mas também podem ser sinais de câncer de intestino”, afirma. A recomendação é realizar a colonoscopia a partir dos 45 anos ou antes, conforme os sintomas e o histórico familiar.
- Exposição "Corpo-coisa-planta-bicho" instaura diálogo sensível entre cerâmica e arte contemporânea em Brasília
Em um cenário onde a cerâmica contemporânea ainda é rara no circuito artístico de Brasília, a exposição "Corpo-coisa-planta-bicho" se apresenta como um marco reflexivo e sensível. Com obras de Isabel Se Oh e Rodrigo Machado , a mostra utiliza o barro não como fim, mas como ponto de partida para um debate sobre as delimitações porosas entre o humano, o animal, o vegetal e o objeto. A curadoria propõe um exercício de escuta e percepção, convidando o público a reconhecer as várias naturezas que coexistem dentro e fora de si. Corpo-coisa-planta-bicho será aberta à visitação dia 29 de janeiro, às 19h, com a presença das curadoras e dos artistas para um brinde. A mostra fica em cartaz até 28 de fevereiro, sempre de quarta a sábado das 14h às 19h, com entrada franca e livre para todos os públicos. Nesses dias e horários, visitantes contam com a presença de monitoras para apresentar a exposição. A escolha dos artistas não é casual. Isabel Se Oh, nascida em Uruguaiana (RS) e filha de imigrantes coreanos, hoje radicada em Brasília, desenvolve uma pesquisa artística que explora narrativas de tempo e espaço internos, trabalhando sobretudo com a porcelana e a cerâmica. Seu trabalho orbita temas como espera, convalescença, resiliência e luto, resgatando memórias pessoais e coletivas de forma sensível e autobiográfica. Rodrigo Machado, natural de Sobradinho (DF), traz para a cerâmica uma trajetória singular que conjuga sua atuação de quase 25 anos como assessor de imprensa cultural com uma prática artística intuitiva e investigativa. Suas formas orgânicas e exuberantes emergem de um diálogo sensível com o barro, recusando-se a limites técnicos e convidando a múltiplas interpretações a partir de uma poética do estranhamento. Juntos, eles elevam o barro à condição de pensamento e transformam a exposição em uma experiência que vai além da contemplação, propondo um campo de reflexão sobre existência e sensibilidade. Descentralização como gesto político Realizada na galeria A Pilastra , localizada em área periférica da cidade, a exposição assume claramente uma postura política de descentralização do acesso à arte. A curadoria defende que a produção contemporânea de qualidade deve ocupar diversos territórios, rompendo com a lógica de que a “arte de elite” pertence apenas a espaços tradicionais. A iniciativa reforça o compromisso de democratizar a fruição artística, entendendo-a como ferramenta de educação, crítica e ampliação do repertório simbólico para todos. A cerâmica como linguagem conceitual Questionando historicamente a separação entre artesanato e arte, “Corpo-coisa-planta-bicho” apresenta a cerâmica como suporte de discurso crítico e investigação poética. As obras expostas são esculturas que flertam com a instalação, nas quais o barro deixa de ser utilitário para se tornar linguagem. A materialidade – e seu processo lento, manual e imprevisível – é aqui entendida como um contraponto ao ritmo acelerado e digital da contemporaneidade, reconectando o espectador a noções de tempo, ancestralidade e presença. Cenário futuro e impacto cultural A exposição surge em um momento de crescente interesse pela cerâmica artística em Brasília, refletindo um movimento global de retomada de práticas manuais e processos reflexivos. Para a curadoria, a mostra não apenas legitima o barro como meio expressivo relevante no circuito contemporâneo, mas também fortalece a ideia de uma cena cultural mais plural e descentralizada. Espera-se que o visitante saia atravessado por perguntas sobre as animalidades e naturezas internas muitas vezes silenciadas no cotidiano. O título “Corpo-coisa-planta-bicho” funciona como uma sequência aberta e não hierarquizada, espelhando a própria proposta das obras: borrar categorias e convidar a uma leitura sensorial e afetiva. A exposição permanece em cartaz na A Pilastra, reafirmando o poder da arte como espaço de encontro, questionamento e transformação do olhar. Sobre a curadoria: Gisele Lima é curadora, pesquisadora e diretora da galeria-escola A Pilastra. Formada em Teoria, Crítica e História da Arte pela Universidade de Brasília, investiga desde 2015 processos de criação e curadoria a partir de perspectivas dissidentes, com atenção às narrativas plurais, pedagogias experimentais e à arte como prática crítica e coletiva. À frente da Pilastra desde 2019, coordena programas de formação e residências artísticas, articulando exposições e experiências educativas em diálogo com territórios periféricos e saberes decoloniais. Foi idealizadora do projeto Sinestesia (2021–2024) e co-curadora de mostras como "Triangular – Arte deste Século" na Casa Niemeyer – UnB, eleita a melhor exposição coletiva institucional pela revista Select em 2019. Camila Netto é curadora cuja prática se dedica a investigar as camadas sensíveis que emergem entre a intimidade, a morada e os territórios de pertencimento e êxodo. Sua atuação parte da compreensão da exposição como linguagem que revela tensões profundas entre rigidez e sutileza, brutalidade e delicadeza, força e fragilidade. Interessa-lhe a exposição enquanto gesto de acolhimento capaz de revelar silêncios, gestos íntimos e as marcas de quem transita entre lugares. Sua prática curatorial opera na intersecção entre o político e o sensível, pensando a poética do habitar e as formas pelas quais a arte pode tensionar, reconfigurar e ampliar percepções. Sobre os artistas: Isabel Se Oh nasceu em Uruguaiana (RS) e é filha de imigrantes coreanos, residindo atualmente em Brasília. Sua investigação artística dedica-se às narrativas de um tempo e espaço internos, operando sobretudo na materialidade da porcelana e da cerâmica. Seu trabalho circunda as temáticas da espera, da convalescença e da resiliência em processos de luto e ressignificação, tangenciando também tensões reprimidas e desejos não realizados. Como descendente de imigrantes sul-coreanos, seus tópicos de interesse perpassam a herança cultural multifacetada, a memória, a transferência e questões acerca do afeto, da sobrevivência, do cuidado e da tradição. Rodrigo Machado , natural de Sobradinho (DF), constrói uma trajetória singular que entrelaça profissionalismo e expressão artística. Com quase 25 anos de atuação como assessor de imprensa especializado em cultura, desenvolveu um olhar aguçado e uma profunda conexão com o universo das artes. Foi na cerâmica, no entanto, que descobriu sua própria voz criativa. Sua produção emerge de maneira intuitiva, a partir do diálogo sensível com o material, recusando a limitação a uma única técnica e apresentando-se como um campo de experimentação plural. Sua inspiração alinha-se a uma poética do estranhamento, onde se encontram fascínio, desejo e um certo incômodo. Serviço: Corpo-coisa-planta-bicho Local: A Pilastra Endereço: Guará II - QE 40 Rua 09 Lote 8 Abertura: 29 de janeiro, quinta-feira, às 19h Visitação: até 28 de fevereiro, sempre de quarta a sábado, das 14h às 19h Entrada franca e livre para todos os públicos Mais informações: https://www.instagram.com/a.pilastra/ Entrevista com Gisele Lima Diante da raridade de mostras de cerâmica contemporânea em Brasília, qual a tese central ou o questionamento que esta exposição propõe ao público e ao circuito de arte da cidade? A materialidade é o ponto de partida da exposição, mas não seu destino. Corpo-coisa-planta-bicho propõe uma reflexão sensível sobre as fronteiras — porosas e instáveis — entre corpo e objeto, entre o reino animal e o vegetal, entre aquilo que é natureza e aquilo que se torna cultura pelas mãos humanas. A partir do barro, matéria ancestral e carregada de memória, a exposição convida o público a pensar as naturezas em que existimos: as que habitamos, as que criamos e aquelas que habitam dentro de nós. Em um circuito pouco habituado à cerâmica como linguagem da arte contemporânea, a mostra afirma o barro como pensamento, gesto e discurso crítico. Por que escolher Isabel Se Oh e Rodrigo Machado? O que no trabalho de cada um cria um diálogo potente para esta exposição coletiva? A escolha de Isabel Se Oh e Rodrigo Machado parte de uma aproximação estética e conceitual que se revela de maneira sutil, porém consistente para além da afinidade formal. O diálogo entre os dois artistas se estabelece no modo como cada um se relaciona com a matéria. Em suas pesquisas, o barro deixa de ser apenas suporte e se torna pensamento. Isabel opera a partir de uma poética do gesto, acessando camadas sensíveis ligadas ao corpo, à memória e ao inconsciente. Rodrigo, por sua vez, constrói formas orgânicas e exuberantes que tensionam a ideia de corpo e de natureza, sugerindo estados de transformação contínua. O encontro desses dois percursos permite que a exposição seja pensada não apenas como um conjunto de obras, mas como uma experiência para o visitante — onde a materialidade da cerâmica sustenta um campo de reflexão sobre criação, existência e sensibilidade contemporânea. Realizar uma exposição de arte contemporânea em um espaço periférico é também um ato político. De que forma a curadoria pretende descentralizar o acesso e desafiar a ideia de onde a “arte de elite” deve acontecer? Democratizar o acesso à arte é um valor central da A Pilastra e, consequentemente, da curadoria assinada por mim e por Camila. Levar uma exposição de arte contemporânea para um espaço periférico é um posicionamento político claro: afirmar que a arte não pertence a um território exclusivo, nem a um público restrito. Acreditamos que a arte é educação, provocação ao pensamento crítico, lazer e fruição sensível. Proporcionar exposições de qualidade fora dos espaços tradicionalmente elitizados contribui para a construção de repertório cultural, amplia horizontes simbólicos e reafirma o direito de todas as pessoas ao acesso à produção artística contemporânea. A cerâmica tradicionalmente carrega heranças do artesanato e do utilitário. Como Isabel Se Oh e Rodrigo Machado subvertem essas tradições em suas obras, afirmando-a como uma linguagem da arte contemporânea? Existe uma discussão histórica — e ainda muito presente — sobre a separação entre artesanato e arte com “A” maiúsculo, assim como entre arte popular, naïf e arte contemporânea. Partindo desse debate, é importante afirmar que, nesta exposição, não estamos diante de objetos utilitários e sim de esculturas, e que também se aproximam das ideias de instalação e do pensamento espacial. No entanto, mais do que superar uma classificação formal, o que legitima essas obras como arte contemporânea é o pensamento poético e conceitual depositado no fazer. Isabel Se Oh e Rodrigo Machado materializam reflexão, pesquisa e discurso crítico por meio da cerâmica. Aqui, o barro não é suporte funcional, mas linguagem — pensamento que se torna forma. Poderia detalhar um aspecto técnico ou conceitual específico no trabalho de cada artista que você, como curadora, considera fundamental para que o público compreenda a profundidade da proposta? A escolha cromática de ambos os artistas é um elemento central da exposição. Os tons esbranquiçados, desaturados e por vezes opacos criam uma atmosfera comum, quase suspensa, que desloca a cerâmica de uma leitura tradicional e imediata. No trabalho de Rodrigo Machado, destaco a técnica e a construção formal marcada por uma organicidade exuberante, que intriga o olhar e sugere corpos em transformação, volumes que parecem pulsar ou crescer. Já em Isabel Se Oh, a poética do gesto é fundamental: suas peças acessam camadas profundas do inconsciente, do identitário e do âmago da existência, evocando afetos, memórias e estados sensíveis difíceis de nomear, mas fáceis de sentir. Esta exposição é um marco por seu recorte. Que caminhos ou possibilidades você vislumbra para o cenário da cerâmica artística em Brasília tendo esta mostra como reflexo? A cerâmica artística tem ganhado espaço na cena contemporânea mundial e, localmente, já é possível perceber o surgimento de ateliês, coletivos e iniciativas dedicadas a essa linguagem. Entendo esse movimento como uma resposta direta aos tempos acelerados em que vivemos, marcados pela tecnologia, pela inteligência artificial e pela lógica da produtividade imediata. A cerâmica exige tempo, escuta e presença. Ela não responde a comandos rápidos: depende da manualidade, do acaso, do fogo, da matéria e de uma complexa equação de fatores até se concluir. Nesse sentido, a cerâmica artística opera como um gesto contracorrente, um respiro diante de um modelo social que nos adoece. Ela reconecta o presente à terra, à natureza, ao passado e à ancestralidade que esse fazer carrega. Qual é a principal impressão ou reflexão que você espera que o visitante leve para casa após percorrer esta exposição? Espero que o visitante saia da exposição atravessado por uma pergunta: quais animalidades, naturezas e universos internos temos deixado de acessar dentro de nós mesmos? Mais do que respostas, a exposição propõe um estado de escuta e de reconhecimento dessas camadas sensíveis que muitas vezes silenciamos no cotidiano. Qual você acredita que seja o significado ou a importância desta mostra para a cena cultural brasiliense? Corpo-coisa-planta-bicho afirma a cerâmica como linguagem legítima da arte contemporânea em Brasília, ampliando o repertório do circuito local e tensionando hierarquias ainda presentes na cena cultural. Além disso, a exposição fortalece a ideia de que produções conceituais, experimentais e potentes podem — e devem — ocupar espaços diversos da cidade, contribuindo para uma cena mais plural, descentralizada e conectada com as urgências do nosso tempo. Que diálogo se estabelece entre o título da exposição e as obras, e como ele convida o público a construir suas reflexões ao longo desse percurso? O título Corpo-coisa-planta-bicho funciona como uma sequência aberta, sem hierarquia, que sugere estados de existência em constante trânsito. Ele reflete diretamente o universo das obras, que borram fronteiras entre o humano, o objeto, o vegetal e o animal. Ao percorrer a exposição, o público é convidado a construir suas próprias conexões entre essas categorias, percebendo como elas se atravessam, se contaminam e coexistem. O título não oferece uma chave de leitura fechada, mas um convite à experiência — sensorial, afetiva e reflexiva.
- Últimos dias para saborear o Festival do Bacalhau no Dom Francisco
Janeiro caminha para o fim, e com ele chega também a reta final de um dos festivais mais tradicionais da gastronomia brasiliense. O Dom Francisco entra nos últimos dias do Festival do Bacalhau, que segue até 31 de janeiro, exclusivamente no jantar, nas unidades ASBAC e 402 Sul. Clássico absoluto da culinária portuguesa, o bacalhau ganha protagonismo em receitas que traduzem a identidade do Dom Francisco: respeito ao ingrediente, técnica apurada e um diálogo sensível com sabores brasileiros, especialmente do Cerrado e da Amazônia. Cada prato do festival custa R$ 179, serve duas pessoas e acompanha arroz branco ou arroz com brócolis. As opções são exclusivas para consumo no local. Pratos do Festival * Bacalhau com mangarito e pimenta de macaco Purê de mangarito do Cerrado com bacalhau desfiado refogado, farofa crocante de panko com baru e delicado toque de pimenta de macaco. * Bacalhau com maçã e purê de mandioca Lascas de bacalhau ao forno sobre maçãs e temperos da casa, cobertas com musseline de mandioca e gratinadas com parmesão. * Bacalhau com bacon e banana-da-terra Lascas de bacalhau refogadas com bacon, banana-da-terra e batatas — um dos grandes sucessos do festival. * Bacalhau à portuguesa O clássico: bacalhau ao forno com batatas, cebola, pimentão, azeitonas, tomates, azeite extravirgem e ovo cozido. * Bacalhau de natas Receita tradicional portuguesa com nata fresca, batatas e gratinada com parmesão — conforto absoluto. Com uma das maiores cartas de vinhos do país, o Dom Francisco convida o público a aproveitar os últimos dias do festival para harmonizar os pratos com rótulos portugueses cuidadosamente selecionados. Serviço Últimos dias do Festival do Bacalhau | Dom Francisco Até 31 de janeiro Disponível no jantar Somente para consumo no local Unidade ASBAC Segunda a sábado | 11h30 às 0h Domingo | 11h30 às 17h Reservas: (61) 3226-2005 | 3224-8429 | 99416-5548 Unidade 402 Sul Segunda a sexta | 11h30 às 15h30 | 19h às 0h Sábado | 11h30 às 0h Domingo | 11h30 às 17h Reservas: (61) 3224-1634 | 3321-0769 | 99152-3836 @domfranciscorestaurante Cortesia: estacionamento com manobrista

















