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- Chuva histórica em MG mobiliza 220 homens em operações de resgate
O movimento humanitário Legendários, mais uma vez, mobiliza membros em operações de busca e resgate após o forte temporal que atingiu cidades de Minas Gerais na última segunda-feira (23). Cerca de 80 voluntários atuam diretamente nas áreas afetadas de Juíz de Fora e Ubá, em apoio ao Corpo de Bombeiros Militar do Estado, Defesa Civil de Juiz de Fora e da Prefeitura de Juiz de Fora. Neste final de semana, 140 novos homens chegam às cidades para auxiliar a missão. As chuvas intensas provocaram alagamentos, deslizamentos de terra, ampla destruição e desaparecimento de pessoas. As buscas já foram realizadas no bairro Paineiras e Bom Jardim, áreas severamente atingidas com o desaparecimento de duas crianças e um homem. O coordenador do movimento na cidade, Gustavo Aguiar, relata que há mais de 96 horas as equipes atuam em apoio às buscas. “Estamos trabalhando junto com os bombeiros, assessorando e fazendo todo o trabalho necessário para ajudar a resgatar vidas e trazer conforto às famílias. Já encontramos um corpo e seguimos nas buscas por outros desaparecidos. As famílias perderam casas, bens e precisam de apoio urgente”, afirma. O grupo humanitário contribui na remoção de entulhos, limpeza de áreas atingidas, buscas e suporte às equipes oficiais. Além da atuação em campo, mobilizam uma rede de solidariedade para arrecadar itens essenciais destinados às famílias afetadas. Entre as principais necessidades estão: água potável, roupas e agasalhos, mantimentos não perecíveis, materiais de limpeza, itens de higiene pessoal e apoio financeiro para aquisição emergencial de insumos. "São duas cidades diferentes com dinâmicas diferentes. Em Juiz de Fora, houve deslizamentos de terras e chuvas intensas, então estamos na fase de resposta com auxílio nos resgates. Já Ubá, foi atingida por alagamentos e a resposta está em nível de limpeza das casas afetadas, apoio aos abrigos, distribuição de água, distribuição de alimentos", conta Gustavo Aguiar. Em situações de crise, o movimento Legendários atua de forma voluntária em parceria com autoridades locais e organizações de emergência, oferecendo suporte direto às comunidades afetadas.
- O carrinho de compras que tem a cara do Rio
No aniversário do Rio de Janeiro, celebrado em 1º de março, a identidade da cidade pode ser percebida muito além das paisagens. Ela está na mesa. Está no cheiro do alho refogado no domingo, no frango dourado da padaria da esquina, na macarronada da avó que atravessa gerações. Toda família carioca tem uma refeição afetiva. Um prato que carrega memória, conversa alta, mesa cheia e até uma certa saudade. No Rio, comida não é apenas alimentação. É encontro, improviso e tradição cotidiana. O frango de padaria continua sendo símbolo de domingo prático e familiar. A macarronada, muitas vezes servida com carne moída ou frango desfiado, segue como ritual de reunião. O arroz com feijão permanece absoluto. E o churrasco, seja na varanda, no quintal ou na laje, mantém seu espaço como celebração informal. A alimentação do carioca reflete o estilo de vida da cidade. É descomplicada, compartilhada e adaptável. Vai da praia ao almoço de família com naturalidade. Do biscoito e mate gelado ao feijão bem temperado. O supermercado acaba sendo um termômetro desses hábitos. Como rede nascida no Rio, o Supermercados Mundial acompanha essa dinâmica há décadas. “A mesa carioca tem memória. Ela carrega história de família, tradição e praticidade. O frango de domingo, a macarronada da avó, o churrasco improvisado faz parte da identidade da cidade”, afirma Vanessa Leite, Coordenadora de Marketing do Supermercados Mundial. Para ela, entender esses hábitos é entender a cidade. “O carioca valoriza comida que aproxima pessoas. É uma alimentação que mistura afeto e praticidade. Nosso papel é acompanhar esse estilo de vida com variedade e preço justo, respeitando o jeito leve e agregador da cidade.” No aniversário do Rio, celebrar a cidade também passa por reconhecer esses sabores que atravessam gerações e continuam presentes no dia a dia. Receita com a cara do Rio Espetinhos práticos com farofa de cebola crocante e panko Perfeitos para o almoço de domingo, para um encontro entre amigos ou até para substituir o tradicional churrasco, os espetinhos podem ser preparados na churrasqueira convencional, elétrica ou até mesmo na air fryer. Ingredientes:• Cubos de carne bovina, frango ou linguiça • Cebola e pimentão em pedaços • Sal e pimenta a gosto Para a farofa crocante • 1 cebola grande fatiada fino • 1 xícara de farinha de mandioca • ½ xícara de farinha panko • 2 colheres de manteiga ou azeite • Sal a gosto Modo de preparo Monte os espetinhos intercalando carne e legumes. Tempere e leve à churrasqueira, grelha elétrica ou air fryer até dourar. Para a farofa, doure a cebola lentamente na manteiga até ficar bem caramelizada. Acrescente a farinha de mandioca e a panko, misturando até ficar crocante e levemente dourada. Ajuste o sal e sirva acompanhando os espetinhos. Leve, prática e cheia de textura, a combinação une tradição e modernidade, do jeito que o carioca gosta.
- Livro didático mantém espaço nas escolas mesmo com avanço da inteligência artificial
Celebrado em 27 de fevereiro, o Dia Nacional do Livro Didático coloca em evidência um dos principais instrumentos da educação brasileira. Apesar da expansão de plataformas digitais e ferramentas de inteligência artificial nas escolas, os números mais recentes do Programa Nacional do Livro e do Material Didático mostram que quase 195 milhões de exemplares foram distribuídos às unidades de ensino no último ciclo, abrangendo milhões de estudantes em todo o país, o que reforça a presença do material nas salas de aula. Em um contexto marcado pelo crescimento de plataformas digitais, metodologias ativas e ferramentas de inteligência artificial, o livro didático passa a dividir espaço com novos recursos pedagógicos. Ainda assim, especialistas avaliam que o material impresso continua exercendo papel estruturante no planejamento escolar e na progressão dos conteúdos ao longo do ano letivo. Segundo Raquel Nazário, diretora regional da Maple Bear Brasília, o livro didático segue sendo uma referência importante para professores e alunos. “O livro organiza o percurso de aprendizagem, oferece sequência lógica de conteúdos e funciona como um guia tanto para o educador quanto para a família. Mesmo com a presença crescente da tecnologia, ele continua sendo uma base sólida dentro do projeto pedagógico”, afirma. A especialista explica que o desafio atual das escolas não está em substituir o livro impresso, mas em utilizá-lo de forma estratégica com recursos digitais. “As plataformas e a inteligência artificial ampliam possibilidades, mas precisam estar alinhadas a objetivos claros. O livro didático garante coerência curricular e contribui para que o estudante desenvolva autonomia e pensamento crítico”, destaca. Na Maple Bear Brasília, o material didático integra uma proposta que combina ensino estruturado, metodologias ativas e uso equilibrado de tecnologia. O livro serve como suporte organizador do conteúdo, enquanto atividades práticas, projetos e ferramentas digitais complementam a experiência de aprendizagem. Para Raquel, o Dia Nacional do Livro Didático é também uma oportunidade de diálogo com as famílias. “É importante entender que a tecnologia não substitui a mediação pedagógica. O livro continua sendo um instrumento que dá consistência ao processo educativo. Quando utilizado de forma integrada com outros recursos, ele fortalece a aprendizagem e amplia repertório”, reforça. Em um cenário educacional cada vez mais híbrido, a data reforça que inovação e tradição podem caminhar juntas. O debate sobre o papel do livro didático, portanto, não se limita à permanência do impresso, mas à forma como diferentes ferramentas podem se complementar para garantir qualidade e profundidade no ensino.
- Renner e Veigh ampliam parceria e lançam novos produtos inspirados no universo do artista
A Renner acaba de lançar sua segunda parceria com o rapper paulista Veigh, dando continuidade e fortalecendo uma colaboração que rapidamente conquistou o público em seu primeiro lançamento. A conexão entre a marca e o artista, iniciada no ano passado, ganhou novos capítulos também na 30ª edição do Planeta Atlântida, onde Veigh se apresentou e participou como convidado do camarote da Renner. A parceria agora evolui com uma nova cápsula que traduz, na moda, a identidade de um dos principais nomes do cenário da música atual. Com 16 itens exclusivos e opções femininas e masculinas, a curadoria apresenta um streetwear contemporâneo com shapes descomplicados, propostas versáteis e elementos gráficos que dialogam diretamente com o universo do artista. Entre as peças estão moletons oversized, camisetas estampadas, regatas inspiradas na estética esportiva urbana, jeans com lavagens atuais e uma seleção de acessórios como lenço, boné e colar para completar o look e reforçar a personalidade da coleção. O mantra “EVOM” (“Eu Venci o Mundo”), título do segundo álbum de estúdio de Veigh, aparece como assinatura recorrente nas peças, funcionando como símbolo visual de sua trajetória e como um convite para que o público carregue esse mesmo sentimento no vestir. Essa narrativa se conecta ao estilo do rapper, que faz do streetwear uma expressão autêntica de conquista, identidade e pertencimento. “Como artista do rap, é muito importante poder colaborar com a Renner — uma marca que sempre vi por todos os lugares, que sempre gostei e consumo. Já estive do outro lado, como cliente, então participar das reuniões e realmente colocar a mão nas peças, faz toda a diferença. Eu pude trazer minhas ideias, entender o que meu público gosta e me sentir livre para criar. Ver essas peças ganhando as ruas é mais uma realização pra mim”, ele comenta sobre o lançamento. A força da Renner no território da música A relação da Renner com a música não é de hoje. Além da parceria com Veigh, a marca já desenvolveu coleções especiais para nomes icônicos da cultura brasileira, como Gilberto Gil e Zeca Pagodinho, reforçando seu diálogo com diferentes gerações e gêneros musicais. A varejista também patrocina festivais de relevância nacional, como Rock the Mountain e Planeta Atlântida. Outro destaque é a Rádio Renner, projeto que se conecta diretamente com o público e que, recentemente, ganhou uma versão online que pode ser acessada diretamente no YouTube: basta escolher um DJ set, dar play e deixar a vibe acompanhar o momento. Com essas iniciativas, a Renner reforça as conexões entre moda e música, se aproximando ainda mais do público por meio de experiências que vão além do vestir. Todas as peças da parceria já estão disponíveis no site e app e, a partir de 03 de março, em lojas físicas selecionadas de todo o Brasil. Sobre a Renner Constituída em 1965, a Lojas Renner S.A. abriu capital em 1967 e se tornou, em 2005, a primeira corporação brasileira com 100% das ações negociadas em bolsa. Também está listada no Novo Mercado, grau mais elevado dentre os níveis de governança corporativa da B3. Além de estar presente no Brasil com todas as suas marcas, a companhia iniciou seu processo de internacionalização ao inaugurar unidades da Renner no Uruguai a partir de 2017 e na Argentina em 2019.
- Taiwan: Amizade, Parceria e Prosperidade
Lin Chia-lung* Escrevo este artigo sob a sombra do autoritarismo chinês, mas com a convicção de quem lidera uma nação que transformou o compromisso com a liberdade, a democracia e os direitos humanos em sua própria identidade. Ao completar 30 anos desde nossa primeira eleição presidencial direta, Taiwan consolidou-se como uma democracia vibrante e um parceiro global indispensável. No entanto, o valor que oferecemos ao mundo hoje vai além dos ideais compartilhados, ele é profundamente estratégico e prático. Como Ministro das Relações Exteriores, tenho promovido uma transição fundamental em nossa estratégia: passamos da "diplomacia baseada em valores" para a "diplomacia de valor agregado". Meu objetivo é mostrar que a solidariedade com Taiwan não é apenas um ato moral, mas um motor de prosperidade para nossos aliados. Taiwan funciona como um fosso que salvaguarda o Indo-Pacífico, uma região por onde circulam 50% dos navios de contêineres do mundo. Qualquer instabilidade aqui, provocada pelo expansionismo autoritário, colocaria em risco o comércio global e a ordem internacional baseada em regras. Enfrentamos diariamente táticas de coerção econômica, infiltração e ameaças militares. Por isso, transformamos nossos desafios em expertise. Em 2025, intensificamos nossa defesa contra a sabotagem de cabos submarinos e combatemos ativamente a desinformação gerada por Inteligência Artificial (IA). Essa resiliência é um bem público que compartilhamos através de plataformas como o GCTF (Estrutura de Cooperação e Treinamento Global), ajudando outras democracias a fortalecerem sua própria segurança. No campo econômico, nossa posição é única: produzimos 60% dos semicondutores do mundo e 90% dos chips avançados e servidores de IA. Países que buscam diversificar suas cadeias de suprimentos para longe da dependência chinesa encontram em Taiwan uma alternativa segura e transparente. Diferente de modelos que geram armadilhas de dívida, nossa abordagem foca na sustentabilidade e no desenvolvimento mútuo. Estamos implementando projetos como o navio de emissão zero em Palau, o Parque Tecnológico Inteligente no Paraguai e parcerias de medicina digital no Reino de Essuatíni, na África. Nossa aliança com os Estados Unidos é um exemplo prático dessa "diplomacia de valor agregado". Recentemente, firmamos o compromisso de investir 250 bilhões de dólares nas indústrias de semicondutores e tecnologia americanas, com outros 250 bilhões em garantias de crédito para apoiar nossas empresas nessa expansão. Juntos, através da Declaração Pax Silica, estamos assegurando que as cadeias de suprimentos de IA permaneçam estáveis e protegidas. A exclusão de Taiwan de organizações como a OMS e o CPTPP (Acordo Abrangente e Progressivo para a Parceria Transpacífica) não é apenas uma injustiça contra nosso povo, mas uma perda para a comunidade internacional. Nossa experiência no combate à COVID-19 e nossos altos padrões de governança comercial poderiam fortalecer a segurança sanitária e econômica global. O mundo livre precisa de Taiwan porque, ao trabalhar conosco, as nações ganham o que não podem encontrar em nenhum outro lugar: segurança reforçada, prosperidade técnica e o conhecimento vital para resistir à pressão autoritária. Seja pelo prisma dos valores ou dos interesses, Taiwan está pronto para ajudar a proteger o futuro de todos. *Lin Chia-lung é Ministro de Relações Exteriores de Taiwan.
- Lugares para aproveitar a reta final da 33ª Brasília Restaurant Week
Para os apaixonados por café, a 33ª Brasília Restaurant Week também reserva ótimas opções. O festival segue até 8 de março e reúne mais de 150 restaurantes da capital federal. Muitas vezes, o charme de uma boa cafeteria, seja pelo ambiente acolhedor, pela atmosfera convidativa ou até pelo aroma característico que se espalha pelo ar, já é motivo suficiente para uma visita. Pensando nisso, selecionamos algumas cafeterias participantes do evento para você aproveitar os últimos dias da edição. “As cafeterias têm um papel fundamental no circuito gastronômico porque representam muito mais do que um lugar para tomar café: são espaços de encontro, de pausa e de experimentação de sabores. Na Brasília Restaurant Week, elas mostram que também podem oferecer menus completos, criativos e acessíveis, ampliando a experiência do público e fortalecendo a diversidade da cena gastronômica da cidade”, afirma Fernando Reis, idealizador do festival. No Café Angelita localizado na 409 Sul, o público pode iniciar a refeição com saladinha Caesar ou mini carpaccio. Como prato principal, há três opções: filé ao molho de vinho tinto com arroz piemontese, nhoque ao pomodoro com queijo de cabra ou linguine com camarões ao molho de limão-siciliano. Para finalizar, a sobremesa pode ser bolo de chocolate com sorvete de creme ou crème caramel. O menu de almoço está disponível por R$ 73,90. O Café e um Chêro conta com duas unidades participantes, no Mané Mercado e Mané Mercado Águas Claras, e apresenta menus distintos para almoço (R$73,90) e jantar (R$94,90). No almoço, a entrada é tostada de berinjela, uma tostada crocante coberta com caponata cremosa e adocicada feita com berinjela assada, tomate, cebola, pimentões, azeite de oliva e vinagre balsâmico. O prato principal é o Cocó da Nonna, preparado com frango picado em molho cremoso de mostarda, acompanhado de arroz piamontese (arroz com queijo, creme de leite e manteiga) e chips de mandioca crocantes. A sobremesa é gelato de manga, cremoso e refrescante, feito com fruta fresca. No jantar, a entrada se repete com a tostada de berinjela, enquanto o prato principal passa a ser o Picadinho da Nonna, ao molho de melaço, servido com arroz cremoso de queijo coalho e paçoca de presunto parma. A sobremesa segue sendo o gelato de manga. Já o Castanho Café, localizado na 108 Norte, dispõe do menu de almoço por R$73,90 e traz duas alternativas de entrada: a Seleção Canarinho, composta por trio de mini pastéis verde-amarelos: de cupim com nata (cupim lentamente cozido, macio e suculento, combinado à cremosidade da nata), de palmito com tomate e de queijo muçarela super derretido e acompanhados de maionese de pimenta-de-cheiro; ou o Les Bleus, um mix de folhas tricolore com tomate confit, batata assada, abobrinha e cebola baby, finalizado com crocante de castanhas e vinagrete da casa. Como prato principal, há três opções: Die Mannschaft, gnocchi artesanal ao pesto cremoso com medalhão de filé grelhado e telha crocante de parmesão; La Furia Roja, risoto de tomate preparado com molho artesanal, tomate-cereja fresco e tomate confit, finalizado com crispi de Parma, couve crocante e muçarela de búfala; ou Albiceleste, mini hambúrguer de grão-de-bico servido com arroz basmati aromatizado com óleo e sementes de gergelim preto, acompanhado de legumes salteados e chips de banana-da-terra. Na sobremesa, é possível escolher entre o Brasil, cheesecake cremoso de paçoca com cobertura de doce de leite, ou a Itália, panna cotta de café com ganache leve de iogurte e caramelo salgado. No Ernesto Cafés Especiais , participando com as unidades da Caixa Cultural, 403 Sul e 508 Norte, as entradas incluem a mini salada Quintal, com sobrecoxa desfiada marinada, berinjela assada, repolho roxo, cenoura, salsão e creme de iogurte com amendoim, finalizada com limão-siciliano e mix de sementes com baru, ou a mini bruschetta caprese, feita com tomate-cereja confitado, aioli vegano, relish de cebola e manjericão. Entre os pratos principais estão a Galinhada Caipira, com duas tulipas de coxinha da asa marinadas, arroz, sobrecoxa desfiada, pimentões amarelo e vermelho, pimenta-de-cheiro e finalização com quiabo grelhado; o Picadinho Ernesto, servido com arroz, farofa goiana de banana, molho campanha e ovo pochê, com opção de substituir o purê por arroz; e o arroz cremoso de abobrinha, com cogumelos salteados, creme de castanha de caju, castanha-do-Brasil e raspas de limão. As sobremesas podem ser mini cheesecake com calda de doce de leite e raspas de limão, pão de mel com doce de leite e cobertura de chocolate meio amargo ou dupla de brigadeiros veganos preparados com leite condensado de arroz, chocolate meio amargo e cacau em pó. O menu de almoço pode ser apreciado por R$59,90. O Rapport Café, localizado na 412 Norte, também trabalha com menus diferentes no almoço e no jantar, que estão disponíveis por R$73,90 no almoço e R$94,90 no jantar. No almoço, a entrada pode ser mini salada de tabule, com mix de folhas, pepino, cebola, tomate, hortelã, azeite extravirgem e toque cítrico de limão, ou croquetes crocantes de carne bovina empanados na farinha panko, acompanhados de alioli de páprica defumada. Como prato principal, são oferecidas a moqueca de tilápia, cozida lentamente em molho de leite de coco, azeite de dendê, tomates, pimentões e ervas frescas, servida com arroz branco e farofa de dendê; a parmegiana de mignon com molho rústico da casa, muçarela gratinada, arroz branco e batata chips artesanal; ou o picadinho da casa, acompanhado de arroz branco, farofa de bacon, banana empanada na panko e ovo pochê. As sobremesas são trio de mini bolinhos de coco gelado, laranja caramelizada e cenoura com chocolate, ou affogato de baunilha com castanhas, preparado com sorvete artesanal e shot de espresso. No jantar, as entradas incluem mini creme de abóbora ao gorgonzola com raspas de gengibre e torradas ou mini carpaccio de filé mignon ao molho de mostarda Dijon, com parmesão e torradas. Entre os principais estão tilápia em crosta de ervas com risoto cítrico, risoto de mignon com funghi secchi e milanesa de mignon com risoto de açafrão-da-terra. Para a sobremesa, há banoffee clássica ou brownie de chocolate com nozes e gelato de baunilha. No The Fucking Coffee , que fica na 404 Sul, o almoço começa com mini burger de camarão no pão brioche com sour cream ou ovos trufados com gema mole sobre creme de trufas e torradas. Os pratos principais são pescada-amarela grelhada com mousseline de batatas e mix de cogumelos salteados na manteiga, lasanha com ragu à bolonhesa feita com massa artesanal da casa, fonduta de queijo e gratinada, ou tartare de atum com molho especial da casa, mix de folhas e pão de fermentação lenta. Na sobremesa, há pudim de café preparado com grãos torrados na própria loja, servido com calda de caramelo e flor de sal, ou brigadeiro de colher. No jantar, as entradas são Caesar de vieira, com mix de folhas, molho caesar, parmesão e lâminas de vieira grelhadas, ou toast serrano, feito com pão sourdough, tomates assados, rúcula, parmesão e presunto serrano. Como prato principal, o cardápio traz hot dog de polvo no pão brioche com molho de tomate da casa, mostarda Dijon e batatas chips, filé grelhado com risoto de cogumelos ou ravioli caprese de massa artesanal recheada com tomate assado e muçarela de búfala, salteado na manteiga de manjericão. A sobremesa repete o pudim de café ou o brigadeiro de colher. O menu de almoço está disponível por R$59,90 no almoço e R$ 74,90 no jantar. Por fim, o Vert Café na 403 Sul, oferece, no almoço, como entrada, salada inspiração italiana com mix de folhas, croutons de pão integral de fermentação natural, tomate-cereja e parmesão, ou dadinho de tapioca com queijo coalho e geleia artesanal de frutas vermelhas (mirtilo, amora, framboesa e morango). Entre os pratos principais estão a parmegiana de steak com batatas feitas na air fryer com ervas finas e arroz branco, o espaguete sem glúten ao molho pomodoro pelati com almôndegas de frango e a pizza berinjela speciale com pomodoro pelati, muçarela artesanal, tomate-cereja, berinjelas salteadas, cebolas e manjericão. As sobremesas são cheesecake zero açúcar feito com iogurte natural e geleia de frutas vermelhas, adoçado com stevia, ou mini brownie proteico adoçado com melaço de cana e servido com sorvete de baunilha. No jantar, a entrada pode ser a salada inspiração italiana ou bruschettas de tomates confit com pesto de manjericão e parmesão no pão artesanal sem glúten de mandioca. Os pratos principais incluem escalope de filé mignon ao molho madeira com risoto caprese e tomate-cereja, pizza de frango com ricota, pomodoro pelati, muçarela artesanal, azeitonas pretas e orégano, ou nhoque de batata-baroa sem glúten ao molho pesto com cogumelos. Para encerrar, as opções de sobremesa são delícias de morango zero açúcar com leite Ninho zero lactose ou salada de frutas variadas. No almoço o cliente pode degustar o menu por R$59,90 e no jantar por R$74,90. Além da proposta gastronômica, o festival mantém a tradição solidária: os clientes são convidados a doar R$ 2 por menu, valor destinado à ONG Amigos da Vida, que apoia crianças que vivem com HIV e mantém brinquedotecas em hospitais públicos do Distrito Federal. Conheça todos os restaurantes participantes e menus no site https://restaurantweek.com.br/ e acompanhe em @restaurantweekbrasil SERVIÇO 33ª Brasília Restaurant Week Data: até 08 de março Valores: Tradicional: R$ 59,90 (almoço) e R$ 74,90 (jantar) Plus: R$ 73,90 (almoço) e R$ 94,90 (jantar) Premium: R$ 95 (almoço) e R$ 115 (jantar)
- Série de God of War ganha primeira imagem oficial com Kratos e Atreus
A aguardada adaptação em live-action de God of War teve sua primeira imagem oficial divulgada pela Amazon Prime Video nesta sexta-feira (27), revelando os personagens Kratos e Atreus caracterizados pela primeira vez. A produção é baseada na fase nórdica da franquia de sucesso da PlayStation e já teve duas temporadas confirmadas, com gravações em andamento no Canadá. Na imagem, o protagonista Kratos é interpretado pelo ator Ryan Hurst, enquanto Callum Vinson dá vida ao jovem Atreus. O registro mostra pai e filho em um ambiente de floresta, em uma cena que remete diretamente ao início do jogo de 2018, quando Kratos ensina o filho a caçar — um momento marcante que estabelece a relação entre os dois personagens. A série é uma coprodução entre Amazon MGM Studios, Sony Pictures Television e PlayStation Productions, com roteiro e supervisão criativa de Ronald D. Moore. A proposta é adaptar fielmente os acontecimentos da fase nórdica da saga, destacando a jornada emocional de Kratos e Atreus. De acordo com a sinopse oficial, pai e filho embarcam em uma missão para espalhar as cinzas de Faye, esposa de Kratos e mãe de Atreus, enquanto enfrentam desafios e deuses da mitologia nórdica. A relação familiar e o amadurecimento dos personagens devem ser o foco central da narrativa. Outro destaque da adaptação é a presença do ator Ed Skrein, que interpretará Baldur, um dos principais antagonistas da história. O personagem tem papel fundamental nos eventos que envolvem Kratos e Atreus e é peça-chave no desenvolvimento do enredo. A confirmação do elenco e a divulgação da primeira imagem reforçam o compromisso da produção em recriar a atmosfera do jogo, que se tornou um dos maiores sucessos recentes da PlayStation. Apesar da expectativa dos fãs, a Amazon ainda não anunciou uma data oficial de lançamento para a série. O projeto segue em desenvolvimento, e novos detalhes devem ser revelados nos próximos meses, conforme as gravações avançam. A adaptação é uma das apostas mais ambiciosas da plataforma e pode se tornar mais um sucesso entre as produções baseadas em videogames, que vêm ganhando destaque no streaming nos últimos anos.
- Brasília Restaurant Week: Confira três opções para aproveitar o festival
A 33° edição do festival Brasília Restaurant Week acontece até o dia 8 de março. Este ano, o evento entra em clima de copa do mundo com o tema “A Cozinha dos Campeões”. A proposta é oferecer menus completos (entrada, prato principal e sobremesa) a preços fixos. As opções são diversas e contemplam todos os paladares, trazendo uma experiência gastronômica acessível e diferenciada, desde a cozinha com toque internacional do Bla’s Cozinha Criativa, passando pela comida variada do Juscelino Bar e Restaurante, chegando até a pitada nordestina do Olinda Bar e Restaurante. Confira o menu das três casas para aproveitar o festival: Bla’s Cozinha Criativa , que fica na 406 Norte, preparou uma verdadeira experiência para o público, entrando no clima de confronto entre nações, colocando o Brasil como ponto de partida para releituras autorais. As experiências variam de R$ 73,90 no almoço e R$ 94,90 no jantar. As entradas transitam por opções como polenta com ragout à bolonhesa, salada de bifum ao estilo japonês, bolinho de feijoada com couve crocante e gyoza ao molho agridoce. No almoço, o duelo gastronômico entre nações entra em campo. Em “França x Brasil”, o clássico Boeuf Bourguignon aparece em versão reconfortante, com carne cozida lentamente em molho de vinho, cenouras, batatas e cogumelos, acompanhado de arroz branco e batata palha caseira. Já em “Argentina x Brasil”, o ancho na parrilla é servido com molho da casa, purê de batata com provolone e finalização com vinagrete brasileiro. O cardápio também traz “Anfitriões da Copa Tex/Mex x Brasil”, com sobrecoxa de frango defumada ao molho agridoce de chipotle, acompanhada de creme de milho e arroz branco. Já no jantar, o duelo brasileiro é contra a Tailândia e a Itália, além de uma opção vegetariana. No duelo Tailândia x Brasil, o cliente tem a opção de degustar um peixe fresco na manteiga, finalizado na brasa e servido com arroz ao molho thai de camarões, com um toque de azeite de dendê e farofinha. No duelo Itália x Brasil, o bombom de alcatra assado na brasa é a estrela da mesa, inspirado no churrasco brasileiro, servido com molho demi-glace, spaghetti ao cacio e pepe e finalizado com azeite de trufas. Para o público vegetariano, o confronto “Vegetariano x Brasil” traz fettuccine Alfredo com cogumelos frescos no azeite e um toque de shoyu. As sobremesas encerram a experiência com clássicos reinterpretados, como tiramisù, abacaxi com sorbet de frutas vermelhas e tapioca brûlée com calda e sorvete de creme. Já o Juscelino Bar e Restaurante , localizado na 202 Sul, preparou um cardápio de tirar o fôlego. O menu custa R$ 59,90 no almoço e R$ 74,90 no jantar, mantendo a proposta de democratizar o acesso à boa gastronomia. No almoço, o público pode escolher entre salada da casa, bolinho de bacalhau, mini disco de costela ou caldo de feijão como entrada. Os pratos principais para o almoço apresentam duas propostas: ancho na brasa com baião de dois cremoso ou frango à milanesa ao molho de queijos com fettuccine ao molho de tomates. No jantar, as alternativas de principal são kafta ao molho de iogurte com alho e hortelã, acompanhada de cuscuz brasileiro salteado no azeite e legumes, ou camarão nacional com bacon e arroz cremoso, finalizado com batata palha. Para fechar com chave de ouro, as sobremesas são duas opções de dar água na boca: pudim de café ou panna cotta com calda de tangerina. O Olinda Bar e Restaurante , situado na 202 Sul, inovou nas receitas deste ano e preparou um cardápio que combina receitas clássicas, ingredientes brasileiros e apresentações contemporâneas. No almoço, o menu está disponível por R$59,90. Para as entradas, o público pode optar entre mini pães de alho gratinados, recheados com manteiga de ervas e alho; mini esfirras de queijo com bacon, preparadas com massa da casa e servidas quentes; ou guacamole feito na hora, com tomate, cebola roxa e limão, acompanhado de nachos artesanais crocantes. Nos pratos principais, o restaurante apresenta quatro opções. Entre elas estão o ossobuco braseado, com músculo bovino cozido por horas até desmanchar, servido com polenta cremosa ao parmesão e gremolata; o medalhão de frango ao molho de ervas, grelhado no ponto e acompanhado de legumes salteados na manteiga de garrafa e purê de mandioquinha; a costelinha de tambaqui assado, com pele crocante, sobre arroz cremoso com queijo de coalho gratinado; e a lasanha de berinjela, preparada com fatias assadas intercaladas com molho pomodoro caseiro, muçarela, parmesão e manjericão fresco, gratinada ao forno. Para a sobremesa, as opções são o brownie de chocolate, de massa úmida com pedaços de chocolate, servido quente, ou a panna cotta de frutas amarelas, um creme italiano aveludado, coberto com calda de manga e maracujá, finalizado com toque de hortelã. Bla’s Cozinha Criativa Endereço: CLN 406 Bloco D Loja 38 Telefone: (61) 3879-3430 Horário de funcionamento: Terça a sábado das 12h às 16h; quarta a sábado das 19h às 23h; e domingo das 12h às 16h Instagram: @blas406 Juscelino Bar e Restaurante Endereço: CLS 202 Sul Bloco C Loja 04 - Asa Sul Horário de funcionamento: todos os dias, das 11h30 às 00h Instagram: @ juscelino.bar Olinda Bar e Restaurante - Asa Sul Endereço: CLS 202 Bloco B Loja 38 - Asa Sul Telefone: (61) 3532-2958 Horário de funcionamento: todos os dias: 11h às 16h Instagram: @olindabarerestaurante
- 2ª Mostra Cine São Pedro une música e cinema ao vivo no Theatro São Pedro
De 13 a 28 de março o Theatro São Pedro , equipamento cultural da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, gerido pela Santa Marcelina Cultura, irá promover a 2ª Mostra Cine São Pedro - Música e Cinema , em parceria com a Cinemateca Brasileira e o Goethe-Institut. Os ingressos custam entre R$ 36 (meia-entrada) e R$ 72 e estão disponíveis no site do Theatro São Pedro. Com direção musical do regente Marcelo Falcão, a Orquestra do Theatro São Pedro executará ao vivo trilhas sonoras originais para os filmes Nosferatu (1921) e Fausto (1926) , além da animação Sinfonia Amazônica (1951). Completa a programação o concerto Martial Arts Trilogy, com videoarte de Suka, em homenagem ao compositor chinês Tan Dun, tendo em vista que em 2026 será celebrado o Ano da Cultura Brasil-China. Uma das obras mais emblemáticas do expressionismo alemão abre o evento: Nosferatu , de Friedrich Wilhelm Murnau (1889-1931), será apresentado nos dias 13, 22 e 28 de março . Com músicas de Hans Erdmann e arranjos de Hans Brandner e Marcelo Falcão, o longa-metragem é um clássico do gênero de terror, sendo a primeira adaptação de Murnau de Drácula , do romancista irlandês Bram Stoker. Outro filme desse movimento que marcou época é Fausto , uma das obras-primas do cinema mudo, também do diretor F.W. Murnau. Adaptação da lenda medieval do homem que vende a alma ao diabo, a película se tornou referência estética pelo uso dos cenários e dos efeitos especiais inovadores. No Theatro São Pedro, as exibições ocorrem em 14 e 20 de março , com músicas de Jean Hasse. O primeiro longa-metragem de animação do Brasil, Sinfônica Amazônica , de Anélio Latini Filho (1926-1986), integra a programação da 2ª Mostra Cine São Pedro - Música e Cinema no dia 21 de março . Entre o fim da década de 1940 e o início de 1950, o cineasta criou por volta de 500 mil desenhos em seu estúdio caseiro, reunindo lendas e narrativas do folclore amazônico, com inspiração no icônico Fantasia , da Disney. Nessa atividade, o ator e dublador Rodrigo Miallaret ( Rei Leão, Alladin, A Bela e a Fera ) fará a dublagem ao vivo das personagens e do narrador. 2026 marca o Ano da Cultura e do Turismo Brasil-China. Dessa forma, a Mostra Cine São Pedro irá homenagear neste ano o renomado compositor chinês Tan Dun. Nos dias 15 e 27 de março , haverá realização do concerto Martial Arts Trilogy , com músicas das trilhas sonoras originais dos filmes O Tigre e o Dragão, O Banquete e Herói. A produção terá videoarte de Suka, em um espetáculo audiovisual no qual a música é protagonista, tendo no palco a Orquestra do Theatro São Pedro. Com ensaios gerais abertos e gratuitos (nos dias 05, 06, 11 e 12 de março ), a 2ª Mostra Cine São Pedro - Música e Cinema objetiva estimular o contato do público com a sétima arte em uma sala de concerto, buscando também resgatar a história centenária do Theatro São Pedro, inaugurado em 1917, e que também já foi cinema. 2ª Mostra Cine São Pedro - Música e Cinema Orquestra do Theatro São Pedro Cinemateca Brasileira Goethe-Institut Marcelo Falcão, direção musical Rodrigo Miallaret, dublagem ao vivo (Sinfonia Amazônica) Suka, videoarte (Homenagem a Tan Dun) Sinfonia Amazônica ANÉLIO LATINI FILHO (1926-1986) Sinfonia Amazônica (1951) – 75’ [arr. Paulo Galvão] I. Sinfonia Inacabada [música de Franz Schubert] II. Lohengrin: prelúdio [música de Richard Wagner] III. William Tell [música de Gioachino Rossini] IV. Prelúdios Sinfônicos [música de Franz Lizst] V. Gruta de Fingal [música de Felix Mendelssohn] VI. Dança dos Espíritos [música de Christoph Willibald Gluck] VII. Recordando uma lenda [música de Élio Latini] VIII. Chorinho Jabuti [música de Élio Latini] Ensaio geral aberto e gratuito: 06 de março, 19h, Theatro São Pedro Exibição: 21 de março, às 11h, Theatro São Pedro Ingressos: R$ 36 (meia-entrada) a R$72 (inteira) Classificação etária: Livre *** Nosferatu FRIEDRICH WILHELM MURNAU (1889-1931) Nosferatu (1921) – 94’ [músicas de Hans Erdmann, com arranjos de Hans Brandner/Marcelo Falcão] [editora: Ries & Erler. https://shop.rieserler.de/ ] Ensaio geral aberto e gratuito: 11 de março, 19h, Theatro São Pedro Exibição: 13 de março, às 20h, Theatro São Pedro 22 de março, às 17h, Theatro São Pedro 28 de março, às 20h, Theatro São Pedro Ingressos: R$ 36 (meia-entrada) a R$72 (inteira) Classificação etária: 14 anos *** Fausto FRIEDRICH WILHELM MURNAU (1888-1931) Fausto (1926) – 116‘ [músicas de Jean Hasse] Ensaio geral aberto e gratuito: 12 de março, 19h, Theatro São Pedro Exibição: 14 e 20 de março, às 20h, Theatro São Pedro Ingressos: R$ 36 (meia-entrada) a R$72 (inteira) Classificação etária: 14 anos *** Homenagem a Tan Dun Karin Fernandes, pianoRenan Gonçalves, violinoGabriel Alvico, violoncelo TAN DUN (1957-) Martial Arts Trilogy [Editora original: Schirmer (W. M. G.). Representante exclusivo Barry Editorial ( www.barryeditorial.com.ar ).] I- Crouching Tiger Concert Para violoncelo, percussão e orquestra de câmara [Música da trilha sonora original do filme de Ang Lee, O Tigre e o Dragão] II - The Banquet Concert Para Piano, coro e orquestra [Música da trilha sonora original do filme de Xiaogang, O Banquete] III - Hero Concert Para Violino e orquestra [Música da trilha sonora original de Zhang Yimou, Herói] IV - The Triple Resurrection Para violino, violoncelo, piano e orquestra [Uma homenagem a Richard Wagner (1813–1883) e ao Ciclo do Anel, celebrando seu bicentenário.] Ensaio geral aberto e gratuito: 05 de março, 19h, Theatro São Pedro Exibição: 15 de março, às 17h, Theatro São Pedro 27 de março, às 20h, no Theatro São Pedro Ingressos: R$ 36 (meia-entrada) a R$72 (inteira) Classificação etária: Livre *** 2ª Mostra Cine São Pedro - Música e Cinema Data: 13 a 28 de março de 2026 Realização: Theatro São Pedro, Cinemateca Brasileira e Goethe-Institut Local: Theatro São Pedro (R. Barra Funda, 171 - São Paulo/SP) Ingressos: R$ 36 (meia) a R$ 72 (inteira), em: Link THEATRO SÃO PEDRO Com mais de 100 anos, o Theatro São Pedro, instituição do Governo do Estado de São Paulo e da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, gerido pela Santa Marcelina Cultura, tem uma das histórias mais ricas e surpreendentes da música nacional. Inaugurado em uma época de florescimento cultural, o teatro se insere tanto na tradição dos teatros de ópera criados na virada do século XIX para o XX quanto na proliferação de casas de espetáculo por bairros de São Paulo. Ele é o único remanescente dessa época em que a cultura estava espalhada pelas ruas da cidade, promovendo concertos, galas, vesperais, óperas e operetas. Nesses mais de 100 anos, o Theatro São Pedro passou por diversas fases e reinvenções. Já foi cinema, teatro, e, sem corpos estáveis, recebia companhias itinerantes que montavam óperas e operetas. Entre idas e vindas, o teatro foi palco de resistência política e cultural, e recebeu grandes nomes da nossa música, como Eleazar de Carvalho, Isaac Karabtchevsky, Caio Pagano e Gilberto Tinetti, além de ter abrigado concertos da Osesp. Após passar por uma restauração, foi reaberto em 1998 com a montagem de La Cenerentola , de Gioacchino Rossini. Gradativamente, a ópera passou a ocupar lugar de destaque na programação do São Pedro, e em 2010, com a criação da Orquestra do Theatro São Pedro, essa vocação foi reafirmada. Ao longo dos anos, suas temporadas líricas apostaram na diversidade, com títulos conhecidos do repertório tradicional, obras pouco executadas, além de óperas de compositores brasileiros, tornando o Theatro São Pedro uma referência na cena lírica do país. CINEMATECA BRASILEIRA A Cinemateca Brasileira, maior acervo de filmes da América do Sul e membro pioneiro da Federação Internacional de Arquivo de Filmes – FIAF, foi inaugurada em 1949 como Filmoteca do Museu de Arte Moderna de São Paulo, tornando-se Cinemateca Brasileira em 1956, sob o comando do seu idealizador, conservador-chefe e diretor Paulo Emílio Sales Gomes. Compõem o cerne da sua missão a preservação das obras audiovisuais brasileiras e a difusão da cultura cinematográfica. Desde 2022, a instituição é gerida pela Sociedade Amigos da Cinemateca, entidade criada em 1962, e que recentemente foi qualificada como Organização Social. O acervo da Cinemateca Brasileira compreende mais de 40 mil títulos e um vasto acervo documental (textuais, fotográficos e iconográficos) sobre a produção, difusão, exibição, crítica e preservação cinematográfica, além de um patrimônio informacional online dos 120 anos da produção nacional. Alguns recortes de suas coleções, como a Vera Cruz, a Atlântida, obras do período silencioso, além do acervo jornalístico e de telenovelas da TV Tupi de São Paulo, estão disponíveis no Banco de Conteúdos Culturais para acesso público. GOETHE-INSTITUT Como instituto cultural da República Federal da Alemanha, promovemos o intercâmbio cultural, a educação e o discurso social em um contexto internacional e apoiamos o ensino e a aprendizagem da língua alemã. Juntamente com nossos parceiros, nos concentramos nas oportunidades e desafios globais e trazemos diferentes perspectivas para um diálogo de confiança. Vemos a escuta e a reflexão como a chave para a compreensão. Estamos comprometidos com os princípios de abertura, diversidade e sustentabilidade. Temos 151 institutos em 98 países, no Brasil existem quatro: em São Paulo, no Rio de Janeiro, em Salvador e em Porto Alegre. MARCELO FALCÃO Marcelo Falcão é regente de orquestra e arranjador, foi fundador e regente titular da Babylon Orchester Berlin, entre 2019 e 2020, a orquestra residente no lendário cinema Babylon em Berlim. Dirigiu dezenas de apresentações de filme mudo com orquestra, apresentando clássicos como Metropolis, Nosferatu e Encouraçado Potemkin. Marcelo Falcão é também maestro assistente da Orquestra Sinfônica de Santo andré e desde 2023 é regente convidado do Theatro São Pedro, onde já apresentou os clássicos Metropolis e Gabinete do Dr. Caligari. Em 2023 estreou na França com a Magic of Music Orchestra. Regeu orquestras como a Orquestra Nacional da Rússia, Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, Orquestra Nacional Filarmônica da Geórgia, Orquestra Sinfônica Nacional da UFF, Argovia Philharmonic, Orquestra Sinfônica da USP, Berlin Sinfonietta, Orquestra Jovem de São Petersburgo, MÀV Budapest Orchestra e grupos de música contemporânea, como o Divertimento Ensemble na Itália e Ensemble NAMES Salzburg. SANTA MARCELINA CULTURA Eleita a melhor ONG de Cultura de 2019 e de 2025, além de ter entrado na lista das 100 Melhores ONGs em 2019, 2020 e 2025, a Santa Marcelina Cultura é uma associação sem fins lucrativos, qualificada como Organização Social de Cultura pelo Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura, Economia e Indústria Criativas. Criada em 2008, é responsável pela gestão do GURI e da Escola de Música do Estado de São Paulo – Tom Jobim (EMESP Tom Jobim). O objetivo da Santa Marcelina Cultura é desenvolver um ciclo completo de formação musical integrado a um projeto de inclusão sociocultural, promovendo a formação de pessoas para a vida e para a sociedade. Desde maio de 2017, a Santa Marcelina Cultura também gere o Theatro São Pedro, desenvolvendo um trabalho voltado a montagens operísticas profissionais de qualidade aliado à formação de jovens cantores, instrumentistas, libretistas e compositores para a prática e o repertório operístico, além de se debruçar sobre a difusão da música sinfônica e de câmara com apresentações regulares no Theatro. Para acompanhar a programação artístico-pedagógica do Guri, da EMESP Tom Jobim e do Theatro São Pedro, baixe o aplicativo da Santa Marcelina Cultura. A plataforma está disponível para download gratuito nos sistemas operacionais Android, na Play Store, e iOS, na Apple Store. Para baixar o app, basta acessar a loja e digitar na busca “Santa Marcelina Cultura”. Para baixar o app, basta acessar a loja e digitar na busca “Santa Marcelina Cultura”.
- Evento gratuito celebra a música de Claudio Santoro e reúne grandes nomes da música sob direção do maestro brasiliense Matheus Avlis
O Distrito Federal recebe, de 12 a 15 de março de 2026, o Festival Claudio Santoro, evento dedicado à difusão da obra de Claudio Santoro (1919–1989), um dos compositores e maestros mais importantes da música brasileira do século XX e figura central da vida cultural da Capital Federal, não é à toa que desde 1989 o Teatro Nacional leva o seu nome. Com concertos de orquestra, recitais de canto e piano, palestras e uma exposição, o Festival, que é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do DF, reúne intérpretes de destaque da cena musical brasileira, como o pianista e cravista Alessandro Santoro, filho do compositor e responsável por seu acervo, além da premiada mezzo-soprano Denise de Freitas, vencedora do Prêmio APCA 2024. A programação completa é gratuita e aberta ao público. A música de Claudio Santoro está profundamente ligada à história cultural de Brasília. Maestro fundador da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional e do Departamento de Música da UnB, Santoro foi responsável pela formação de gerações de músicos do Distrito Federal. Maestro Matheus Avlis, diretor musical e artístico do Festival, comenta a influência de Claudio Santoro: “ Ele sempre esteveaqui presente. Quando estudei na Escola de Música e na Universidade de Brasília, fui aluno de alunos de Santoro. Quando desde muito jovem ia aos concertos, era no Teatro Nacional Claudio Santoro. E em todas as vezes que regi a Orquestra do Teatro Nacional, fiz isso com o respeito de reger a orquestra sonhada e fundada por Santoro.” Concertos da Orquestra do Festival No dia 12 de março no Complexo Cultural de Samambaia e no dia 14 no Centro Cultural da AdUnB, no Plano Piloto, sempre às 20h, a Orquestra do Festival Claudio Santoro, composta por talentos do DF e regida por Matheus Avlis, apresenta obras da fase nacionalista do compositor, período em que Santoro buscou uma linguagem musical profundamente ligada à cultura brasileira, sem recorrer ao folclore de forma literal ou exotizante, mas com sua maneira inovadora pelo qual é reconhecido mundialmete. Os concertos apresentam obras emblemáticas desse período, como sua Sinfonia nº 6 e Brasiliana. Os concertos contam ainda com a participação da jovem soprano brasiliense Karina de Sousa, que recentemente foi convidada para integrar o prestigiado Opera Studio de Weimar, na Alemanha. Recital de Canto e Piano — Canções de Amor No dia 13 de março, às 20h, o Auditório da Casa Thomas Jefferson (Asa Sul) recebe o recital “Canções de Amor — As Canções de Santoro e Vinicius de Moraes”, com Denise de Freitas (mezzo-soprano) e Alessandro Santoro (piano). A parceria entre Claudio Santoro e Vinicius de Moraes, estabelecida entre 1957 e 1960, resultou em algumas das obras mais conhecidas do compositor. O recital apresenta, pela primeira vez, as Canções de Amor em ordem cronológica, permitindo ao público compreender o processo criativo e a evolução da linguagem musical de Santoro. O recital se encerra com uma homenagem à bailarina e professora de dança Gisèle Santoro, esposa de Claudio Santoro, que faleceu em outubro em Brasília aos 86 anos. Alessandro Santoro comenta sobre o recital com Denise de Freitas: "Ela [Denise], ao meu ver, possui as qualidades de um grande artista: controle da voz, força da interpretação e profundidade, e ainda tem compreensão da música do meu pai. Fico feliz que vamos apresentar esse concerto nesse Festival, que espero que se repita por muitos anos.” Denise de Freitas comenta sobre sua relação com a obra de Santoro: "É um privilégio enorme poder interpretar essa música tão sensível e ao mesmo tempo espetacular. Tenho uma relação de longa data com a obra de Santoro. Interpretei o papel protagonista de sua única ópera, Alma, e gravei sua Sinfonia nº 8 com a Filarmônica de Goiás.” Recital de Piano — Canções sem Palavras No dia 15 de março, às 19h, outra vez na Casa Thomas Jefferson, Alessandro Santoro apresenta o recital “Canções sem Palavras — Peças inéditas para piano”. O concerto marca a estreia mundial de obras de Santoro reconstruídas a partir de manuscritos, rascunhos e esboços encontrados no acervo do compositor. Essas peças revelam aspectos pouco conhecidos da produção de Santoro. Ciclo de Palestras Na manhã do dia 13 de março, o público poderá acompanhar o Ciclo de Palestras “A Vida e Obra de Claudio Santoro”, transmitido pelo canal Ópera na Cidade, no YouTube. Concepção e Direção Artística À frente do festival está o maestro brasiliense Matheus Avlis, que retorna a Brasília após quase dois anos na França, onde se aperfeiçoou em Direção de Orquestra na renomada École Normale de Musique de Paris. De volta à terra natal, o maestro traz a experiência de ter sido orientado por grandes nomes da regência internacional, como Paavo Järvi e Leonid Grin, além de ter acompanhado de perto o trabalho de maestros consagrados, como Herbert Blomstedt, Semyon Bychkov e Klaus Mäkelä, junto às mais importantes orquestras do mundo. Sob sua batuta, o Festival Claudio Santoro promete unir boa música e excelência, consolidando-se como um dos grandes eventos da música clássica do Brasil. Para mais informações acesse: instagram.com/operanacidade PROGRAME-SE Festival Claudio Santoro 2026 - Confira a programação de cada dia 12 de março: 20h - Concertos da Orquestra do Festival no Complexo Cultural de Samambaia 13 de março: Manhã - Ciclo de Palestras “A Vida e Obra de Claudio Santoro”, transmitido pelo canal Ópera na Cidade, no YouTube. 20h - Recital “Canções de Amor - As Canções de Santoro e Vinicius de Moraes”, com Denise de Freitas e Alessandro Santoro no Auditório da Casa Thomas Jefferson (Asa Sul) 14 de março: 20h - Concerto da Orquestra do Festival no Centro Cultural da AdUnB, no Plano Piloto 15 de março: 19h - Recital “Canções sem Palavras - Peças inéditas para piano” com Alessandro Santoro na Casa Tomas Jefferson Entrada gratuita e Classificação Livre. Basta chegar aos locais e acessar os espaços. Este projeto conta com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal
- América Invertida e o debate contemporâneo: exposição destaca diálogos entre Joaquín Torres García e mais de 70 artistas, e reconhece sua atualidade
A exposição Joaquín Torres García – 150 anos , em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo até 09/03, reúne um dos maiores conjuntos de obras do artista uruguaio já exibido no mundo, em diálogo com trabalhos de mais de 70 artistas modernos e contemporâneos, brasileiros e internacionais. A mostra propõe uma ampliação do percurso histórico de Torres Garcia e reafirma sua importância na arte latino-americana e na construção de um pensamento artístico global no século XX. A curadoria articula a produção do artista com a arte moderna brasileira, a produção contemporânea, a cultura indo-americana, a arte africana e as vanguardas europeias. A seleção propõe uma revisão crítica para além das leituras consagradas do Universalismo Construtivo — ideia de usar formas simples e universais para criar uma arte que também represente a cultura e a identidade da América Latina. “Celebrar 150 anos de um artista da dimensão de Torres García exige pensar necessariamente em uma ampliação do percurso histórico”, afirma o curador Saulo di Tarso. “Ele foi amplamente exposto no Brasil, mas ainda sofremos de uma espécie de síndrome da lusofonia, que nos afasta culturalmente do nosso legado espanhol e dos países vizinhos da América do Sul”, completa. Dois fatores centrais influenciaram a escolha dos artistas participantes da mostra. O primeiro, segundo o curador, foi o incêndio ocorrido em 1978 no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio), que marcou profundamente a história museológica brasileira e teve repercussões internacionais duradouras. O segundo foi a intenção de provocar uma reflexão crítica sobre a persistência simbólica do Tratado de Tordesilhas na cultura contemporânea e nas relações culturais sul-americanas. No caso do incêndio do MAM Rio, a curadoria buscou transcender qualquer ressentimento existente no Uruguai, trazendo as comemorações de 150 anos do artista para o território brasileiro: “Essa ferida permaneceu especialmente viva no Uruguai, apesar das inúmeras exposições de Torres García realizadas posteriormente no Brasil, em instituições como a Bienal de São Paulo, o MASP, a Pinacoteca, o MAM, o Museu Oscar Niemeyer, a Fundação Iberê Camargo e a Biblioteca Mário de Andrade”, aponta o curador. Muitas dessas exposições se dedicaram a reafirmar um Torres García bastante conhecido em termos de linguagem. “A responsabilidade histórica desta mostra exigia compensar o nosso cenário cultural e enfrentar essa fatalidade sem medo curatorial. Era fundamental mostrar algo novo, não repetir o Torres García de sempre.” Nesse sentido, a curadoria também buscou inspiração em exposições internacionais que ampliam a leitura da obra do artista, como a realizada pelo Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA). Reconhecendo que Torres García integra as principais coleções do mundo, a exposição no CCBB SP apresenta uma narrativa para além da iconografia mais difundida, despertando o interesse por um artista fundamental do século XX, que conseguiu estender as experiências da vanguarda europeia — ao lado de grandes nomes da arte moderna — a um retorno singular ao Uruguai, em 1934. Esse retorno, segundo a curadoria, tornou sua obra ainda mais original e profundamente comprometida com a defesa da civilização sul-americana. Relações diretas e indiretas A decisão de convidar artistas modernos e contemporâneos para a mostra obedeceu ao critério de “abraçar” o legado de Torres García por meio de produções que mantêm relações diretas ou indiretas com seu pensamento, estabelecendo encontros no tempo e no espaço. A proposta busca reconhecer a atualidade da “América invertida” - a obra tem presença marcante na exposição, é uma oportunidade rara ser vista fora do Museo Torres García - e ir além de sua recorrente utilização, frequentemente apropriada por discursos que tendem a partidarizar o pensamento do artista. Foram selecionados mais de 70 artistas que ajudam a integrar um percurso que articula uma visão ampla da arte sul-americana. Nesse contexto, a presença de exemplares da arte Chancay, provenientes da coleção Profilli, reforça a pertinência do pensamento de Torres García quando defende a arte indo-americana no mesmo patamar de importância das culturas antigas de outros continentes. Os brasileiros Mais de 40 artistas brasileiros participam da mostra e essa predominância se justifica tanto pelo encerramento das comemorações dos 150 anos de Torres García no Brasil quanto pela necessidade de superar definitivamente qualquer divisão entre o país e a cultura da América do Sul, especialmente no âmbito do Mercosul. “A arte brasileira teve uma contribuição fundamental no século XX”, afirma o curador. “Desde o Modernismo, assim como a antropologia dos trópicos, ela influenciou profundamente a cultura europeia e norte-americana, embora ainda insistimos em ler essa história apenas no sentido inverso. Por isso, foi lógico adensar a presença da arte brasileira ao redor de um artista que afirmou que ‘o nosso norte é o Sul’.” Entre os artistas brasileiros presentes na mostra estão Cecília Meireles, Antonio Cabral, Paulo Nenflídio, Ernesto Neto, Willys de Castro, Bispo do Rosário, Estela Sokol, Rubens Gerchman, Marcone Moreira, Carlos Zilio, Ronaldo Azeredo, Luiz Sacilotto, Cildo Meireles, Hélio Oiticica, Emanoel Araújo, Arnaldo Ferrari, Montez Magno, Leonilson, Flávio de Carvalho, Tuneu, Jac Leirner, Anna Bella Geiger, Sérgio Camargo, Rivane Neuenschwander, Sofia Borges, Rosana Paulino, entre muitos outros. Volpi, Mira Schendel e Lina Bo Bardi também integram o percurso, reconhecidos como indissociáveis da história da arte brasileira, apesar de não terem nascido no país. Embora Torres García não tenha vindo ao Brasil para difundir suas ideias, sua influência atravessou os territórios por onde passou e encontrou forte ressonância no país. A exposição evidencia diálogos diretos entre sua obra e artistas como Ronaldo Azeredo, Arden Quin, Sacilotto e Volpi, além de relações conceituais com Tuneu, Ernesto Neto, Bispo do Rosário, Emanoel Araújo e Willys de Castro, especialmente no entendimento do objeto como elemento ativo. O percurso se encerra com um diálogo excepcional entre Torres García e Rosana Paulino, em uma das salas finais da mostra. “Em um mesmo segmento da exposição, encontram-se obras de Luiz Sacilotto, Sérgio Camargo, Estela Sokol e Rosana Paulino — esta última a caminho da Bienal de Veneza. Ao propor esse encontro, a exposição não apenas articula trajetórias e contextos distintos, mas também provoca o olhar crítico. Sem essa provocação, a complexidade da proposta pode passar despercebida”, aponta o curador. Torres García antecipou em décadas questões centrais da arte concreta brasileira. Foi pioneiro ao propor um horizonte verdadeiramente global da história da arte, sem hierarquizar culturas ou separar tradições, visão que orienta toda a concepção curatorial da exposição. A mostra apresenta ainda centenas de escritos e trabalhos gráficos inéditos no Brasil, exibidos pela primeira vez em conjunto fora do Museu Torres García, sediado em Montevidéu. Muitas das obras nunca haviam sido expostas anteriormente e todas foram emprestadas diretamente pelos artistas ou por coleções privadas, além de importantes acervos brasileiros, suíços e espanhóis, com destaques para o Institut Valencià d'Art Modern (IVAM), e o MACBA, que contribuíram com peças fundamentais. Fora do Brasil No núcleo internacional, destacam-se obras de Carmelo Arden Quin, Gyula Kosice, documentos de Mondrian, Theo van Doesburg e Vantongerloo, além de trabalhos de Alfredo Jaar, Carlos Garaicoa, um desenho de Nijinsky, arte africana de diversas coleções e obras de Robert Kelly, Pablo Uribe, Jacqueline Lacasa, Agustín Sabella e Fernando López Lage. Sob o ponto de vista do ineditismo, da densidade histórica e da amplitude conceitual, a comemoração promovida pelo Centro Cultural Banco do Brasil se afirma como uma iniciativa única, propondo não apenas uma homenagem, mas uma revisão crítica profunda sobre o legado de Joaquín Torres García e o reconhecimento de sua atualidade nas questões latino-americanas da arte, da vida e da cultura. A mostra foi selecionada no Edital CCBB 2023-2025, viabilizada através da Lei Rouanet, tem patrocínio da BB Asset, e organização e produção da Cy Museum. Sobre o curador Um dos idealizadores do projeto, curador da mostra Joaquín Torres García – 150 anos, com a colaboração com o Museu Torres Garcia, Saulo di Tarso foi considerado pelo poeta Haroldo de Campos e pelo artista plástico Luiz Sacilotto como um dos artistas mais talentosos de sua geração. Em 2022, atuou como museógrafo, produtor e coordenador de multimídia da mostra "Marc Chagall: sonho de amor" - prêmio APCA de melhor exposição internacional de 2023, ano em que traduziu a obra completa dos poemas de Marc Chagall para o português. Fez, em 2023, a curadoria da mostra "Para falar de amor" no antigo Noviciado Nossa Senhora das Graças, com a participação de 125 artistas, tendo recebido a menção de segunda melhor exposição de 2023 pela Revista Das Artes. Foi curador da Casa do Olhar Luiz Sacilotto, coordenador de arte-educação e espaço expositivo da Casa das Rosas, ação educativa e difusão do Paço das Artes e curador independente de diversas mostras e projetos no Paço Imperial do Rio de Janeiro, A7MA, Galeria da Unicamp, Galeria Olido, Galeria Marta Traba, Museu Afro Brasil, Instituto de Artes do Pará, entre outros. Em 2006, idealizou a Trienal Internacional de Grafias percorrendo o Brasil através do Memorial da América Latina, como curador e pesquisador de arte gráfica e digital na produção contemporânea. Em sua trajetória interagiu com Renato Cohen, Edson Zampronha, Francisco Alambert, Wollner, José Roberto Aguilar, Daniela Bousso, Mario Gruber, Wesley Duke Lee, Emanoel Araújo, Alexandre Wollner, além do compositor e educador musical Hans-Joachim Koellreutter com quem esteve no Japão em 1998. Foi também coordenador de cultura e redator do programa de governo na campanha presidencial de Eduardo Campos e Marina Silva, em 2014. Fundador da Tangram Museologia e filiado ao ICOM-CIMAM e vive atualmente no Brasil e na Itália. CCBB SÃO PAULO O Centro Cultural Banco do Brasil, em São Paulo, iniciou suas atividades há mais de 20 anos e foi criado para formar novas plateias, democratizar o acesso e contribuir para a promoção, divulgação e incentivo da cultura. A instalação e manutenção de nosso espaço, em pleno centro da capital paulista, reflete também a preocupação com a revitalização da área, que abriga um inestimável patrimônio histórico e arquitetônico, fundamental para a preservação da memória da cidade. Temos como premissa ampliar a conexão dos brasileiros com a cultura, em suas diferentes formas. Essa conexão se estabelece mais genuinamente quando há desejo de conhecer, compreender, pertencer, interagir e compartilhar. Temos consciência de que o apoio à cultura contribui para consolidar sua relevância para a sociedade e seu poder de transformação das pessoas. Acreditamos que a arte dialoga com a sustentabilidade, uma vez que toca o indivíduo e impacta o coletivo, olha para o passado e faz pensar o futuro. Com uma programação regular e acessível a todos os públicos, que contempla as mais diversas manifestações artísticas e um prédio, que por si só, já é uma viagem na história e arquitetura, o CCBB SP é uma referência cultural para os paulistanos e turistas da maior cidade do Brasil. SERVIÇO Exposição : Joaquín Torres García - 150 anos Local : CCBB São Paulo Endereço : Rua Álvares Penteado, 112 – Centro Data : Até 09 de março de 2026 Horário : das 9h às 20h, exceto às terças Gratuito Itinerância CCBB SP (10 de dezembro de 2025 a 9 de março de 2026) CCBB Brasília (31 de março a 21 de junho de 2026) CCBB BH (15 de julho a 12 de outubro de 2026) Ficha técnica Realização: Ministério da Cultura Patrocínio: BB Asset Curadoria: Saulo di Tarso em colaboração com o Museo Torres García Organização e Produção: Cy Museum Apoio Institucional: Museo Torres García Coordenação Geral: Cynthia Taboada Coordenação Executiva: Paula Amaral Coordenação Editorial e Pesquisa: Helena Eilers, Andrea Sousa e Xênia Bergman. Projeto expográfico: Stella Tennenbaum Assessoria de imprensa: Agência Galo Informações CCBB SP Funcionamento: Aberto todos os dias, das 9h às 20h, exceto às terças Contato: (11) 4297-0600 | E-mail: ccbbsp@bb.com.br Estacionamento: O CCBB possui estacionamento conveniado na Rua da Consolação, 228 (R$ 14 pelo período de 6 horas - necessário validar o ticket na bilheteria do CCBB). O traslado é gratuito para o trajeto de ida e volta ao estacionamento e funciona das 12h às 21h. Van: Ida e volta gratuita, saindo da Rua da Consolação, 228. No trajeto de volta, há também uma parada no metrô República. Das 12h às 21h. Transporte público: O CCBB fica a 5 minutos da estação São Bento do Metrô. Pesquise linhas de ônibus com embarque e desembarque nas Ruas Líbero Badaró e Boa Vista. Táxi ou Aplicativo: Desembarque na Praça do Patriarca e siga a pé pela Rua da Quitanda até o CCBB (200 m). Entrada acessível CCBB SP: Pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida e outras pessoas que necessitem da rampa de acesso podem utilizar a porta lateral localizada à esquerda da entrada principal. bb.com.br/cultura instagram.com/ccbbsp | facebook.com/ccbbsp | tiktok.com/@ccbbcultura
- Bruno Mars lança álbum “The Romantic” após uma década sem projetos solo
Marcando uma década desde seu último projeto solo, Bruno Mars retorna oficialmente com seu aguardado quarto álbum solo, “ The Romantic” , já disponível em todas as plataformas via Atlantic Records , com distribuição nacional da Warner Music Brasil . Ouça aqui . O projeto traz faixas como a explosiva “I Just Might”, que se tornou sua estreia inaugural no topo da Billboard Hot 100, e “Risk It All”, acompanhada de um videoclipe oficial dirigido por Bruno e Daniel Ramos, já disponível no YouTube. Assista aqui . Reforçando o lançamento, Bruno apresentou o álbum, nesta última quinta-feira, em todas as rádios da iHeartRadio, enquanto realizava uma transmissão ao vivo pelo TikTok Live. O lançamento chega acompanhado de diversas ativações ao redor do mundo, incluindo caminhões de flores distribuindo rosas, paredes de “cadeados do amor” instaladas globalmente e a pop-up “The Romantic Flower Shop” , em Los Angeles, localizada na Tommy’s Gift Shop, na Pico Blvd. “The Romantic” sucede uma sequência de sucessos de Bruno, com singles anteriores como “Die With A Smile”, com Lady Gaga — vencedora do GRAMMY — que se tornou a música mais rápida da história do Spotify a alcançar 1 bilhão de streams e liderou a Billboard Global 200 por 18 semanas (empatando o recorde), além de “APT.”, com ROSÉ. Esta última foi recentemente nomeada o single global mais vendido de 2025 pela IFPI, eleita a música mais ouvida globalmente em 2025 pela Apple Music, e alcançou 19 semanas no topo da Billboard Global Excl. U.S. e 12 semanas no topo da Billboard Global 200. Além do desempenho nas paradas, “APT.” também venceu como “Canção do Ano” no MTV Video Music Awards 2025 e recebeu três indicações no 68º GRAMMY® Awards nas categorias “Song of the Year”, “Record of the Year” e “Best Pop Duo/Group Performance”. Bruno segue se consolidando como uma das forças mais influentes da indústria musical. Em janeiro de 2025, tornou-se o primeiro artista da história do Spotify a ultrapassar 150 milhões de ouvintes mensais, posicionando-se entre os maiores nomes globais da plataforma. Em outubro de 2022, também foi o primeiro artista da história da RIAA a conquistar seis singles certificados Diamante. Até 2026, já soma pelo menos sete certificações Diamante pela RIAA com faixas como “Just the Way You Are” — hoje a música mais certificada da história, com 21x Platina — além de “Uptown Funk” (com Mark Ronson), “Grenade”, “That’s What I Like”, “When I Was Your Man”, “Locked Out of Heaven” e “The Lazy Song”. Seu álbum de estreia, “Doo-Wops & Hooligans” , é o disco de estúdio com maior permanência na Billboard 200 por um artista solo masculino, com mais de 345 semanas no ranking. Ao longo da carreira, Bruno acumulou dez singles em primeiro lugar na Billboard Hot 100 e permaneceu por 30 semanas no topo da Global 200 com seus sucessos de 2024–2025. Tracklist completa de The Romantic : Risk It All Cha Cha Cha I Just Might God Was Showing Off Why You Wanna Fight? On My Soul Something Serious Nothing Left Dance With Me














