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- Projeto OrÔ coloca a literatura negra no centro do debate cultural
Trazendo a cultura negra e periférica como pauta central, o Projeto OrÔ realizará diversas atividades com o objetivo de conscientizar, questionar e propagar a produção de uma literatura afrocentrada. A iniciativa é gratuita e conta com oficinas, batalhas de rima, mesas de diálogo, venda de livros, troca de títulos, apresentação teatral, Concursos de Grafite e Literário. A programação acontece em escolas de Sobradinho e Planaltina, na Biblioteca Machado de Assis e no Complexo Cultural de Planaltina. O projeto se inicia com um ciclo de oficinas de literatura, denominado OrÔ – Escrita sem Nota , voltado para estudantes do ensino médio, onde participam como convidados Nego Dé, Mariângela Andrade, Nanda Fer Pimenta, Jucelino Sales e N Jow. Serão abordados temas que vão desde o mercado editorial e o cenário literário brasileiro até a criação de poesia autoral, encadernação manual de livros e escrita de letras de rap. As atividades acontecerão para alunos do CEM 01 de Planaltina e CEM 01 e 02 de Sobradinho. Com o objetivo de fortalecer a trajetória literária de jovens autoras e autores negros de todo o DF, será lançado um Concurso Literário de redação, contos, crônicas e poesias, que premiará os três melhores textos com R$ 1.000,00 para cada vencedor(a). O concurso também resultará na publicação de uma antologia com parte das obras selecionadas, ampliando a circulação e o alcance dessas produções. A cerimônia de premiação, juntamente com a mesa que discutirá a experiência do projeto e a presença da literatura nas escolas, acontecerá no dia 28 de março, no Complexo Cultural de Planaltina, a partir das 15h. A atividade será aberta ao público. Além do Concurso Literário, o projeto também conta com um Concurso de Grafite, com o objetivo de promover a revitalização da fachada da Biblioteca Pública localizada no Centro Cultural de Taguatinga, com as imagens de Machado de Assis e Maria Firmina dos Reis. Serão dois artistas premiados, que receberão R$ 1.000,00 cada pela criação e execução da obra. O local da premiação ainda está em aberto, mas o evento reunirá feira literária de artistas locais independentes, apresentação teatral, uma competição de Slam - Poesia Falada e batalha de rimas. Abrindo a programação do Seminário Literário do projeto, intitulado OrÔ – Diálogos em Rede , a Biblioteca Machado de Assis, agora revitalizada, será espaço para oficinas de duas escritoras e artistas da cidade. No dia 21/03, a partir das 10h, as autoras ministrarão oficinas, com vagas limitadas, sobre escrita criativa e publicação de guerrilha. O link para inscrição está disponível na bio do Instagram do projeto. No turno vespertino do mesmo dia, acontecerão duas mesas de diálogo sobre vivências, trajetórias e objetivos que atravessam as publicações pensadas por escritoras e escritores negros e reflexões sobre o tema O que é isto: A literatura preta. Uma feira literária com editoras convidadas ficará em exposição ao longo do evento. Entre os convidados estão Juliana Valentim, Vagner Amaro, Cristiane Sobral e Cidinha da Silva, que fará o lançamento do livro “Só bato em cachorro grande, do meu tamanho ou maior: 81 lições do método Sueli Carneiro” . A noite se encerra com a realização de um Slam de poesias. Com apoio da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal, da Gerência de Cultura de Taguatinga e do Complexo Cultural de Planaltina, o Projeto OrÔ conta com recursos do FAC e da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF para sua realização. “O OrÔ projeta um legado que não se mede apenas em eventos ou publicações, mas em deslocamentos de consciência. A proposta é semear uma cultura de escrita, leitura e expressão em que jovens negros se reconheçam não como exceção, mas como autoria legítima do mundo. Em essência, o OrÔ busca deixar marcas invisíveis e profundas: a autorização interna para escrever, imaginar, narrar e ocupar espaços. Quando uma juventude entende que sua voz não pede licença, algo estrutural se transforma”, ressalta o curador e coordenador geral do Projeto OrÔ, Kamvula Dudu. Programação aberta ao público 1º dia – 20/03 (sexta-feira) Local a confirmar | 18h às 23h • Feira literária de artistas independentes (venda de livros e troca de títulos); • Apresentação teatral do espetáculo “Joana” do Grupo Embaraça; • Slam - Poesia Falada; • Premiação dos artistas vencedores do Concurso de Grafite; • Batalha de rimas. 2º dia – 21/03 (sábado) Biblioteca Machado de Assis – Taguatinga | 10h às 13h • Oficina de escrita criativa com artista convidada (a confirmar). • Oficina com Nanda Fer Pimenta sobre encadernação manual de livros e publicação de guerrilha. 2º dia – 21/03 (sábado) Local a confirmar | 15h às 22h • Mesa de diálogo 1: Oralidade e literatura , com Vagner Amaro e Cristiane Sobral. Mediação: Kamvula Dudu; • Mesa de diálogo 2: O que é isto: a literatura negra , com Cidinha da Silva e Juliana Valentim. Mediação: Mariângela Andrade; • Lançamento do livro “Só bato em cachorro grande, do meu tamanho ou maior: 81 lições do método Sueli Carneiro” , de Cidinha da Silva; • Slam - Poesia Falada; • Feira literária com editoras convidadas. O projeto é gratuito e conta com intérprete de Libras durante os seminários, além de praça de alimentação nos dias de evento. Serviço Projeto OrÔ Biblioteca Pública Machado de Assis: Centro Cultural de Taguatinga: St. Central - Taguatinga Instagram : https://www.instagram.com/projeto.oro.df/
- Revelações, traições e um desfecho chocante: últimos capítulos de 'Dona Beja' chegam à HBO Max
Na reta final de DONA BEJA , o mais comentado triângulo amoroso de Araxá se aproxima de seu desfecho em meio a segredos revelados e decisões irreversíveis. Ao descobrir a verdade sobre seu passado, Beja (Grazi Massafera) percebe que foi enganada durante toda a vida — uma revelação que dá início a uma série de acontecimentos que mudam completamente o rumo de sua história. Entre julgamentos, vinganças e perdas inesperadas, os capítulos finais da trama elevam os conflitos e conduzem os personagens a confrontos decisivos. Beja passa a lidar com as consequências de suas escolhas, ao mesmo tempo em que encara de perto os impactos de suas decisões sobre todos ao seu redor. Paralelamente, segredos de família vêm à tona, mortes trágicas mudam o rumo da história e a revelação do verdadeiro responsável pelos crimes recentes marca uma virada definitiva na trajetória da protagonista. Ao se despedir de Araxá, ela se prepara para reescrever sua própria história e encerrar uma jornada marcada por poder, desejo e vingança. Confira as sinopses abaixo: Episódio 36: Em choque, Beja lembra quem é o seu verdadeiro pai. João aceita convite para ser o novo promotor de Araxá. Acreditando saber quem é o seu agressor, Beja decide fazer justiça com as próprias mãos. Episódio 37: Uma reviravolta trágica muda para sempre o destino de Beja e Antônio. Diante de Belgard, Rômulo fala demais, e Beja é levada a julgamento. Maria pede a João que faça justiça. Episódio 38: O julgamento termina a favor de Beja, e Maria foge de Araxá. Candinha sofre um atentado. Beja descobre o verdadeiro responsável por sua agressão. Depois de deixar sua confissão no jornal, Botelhinho desaparece, e Beja oferece um verdadeiro banquete comemorativo aos coronéis. Episódio 39: Genoveva se vinga de Felizardo para proteger Angélica. Rejeitada por Avelino, Ceci trama contra Josefa. Com a ajuda dos contatos de Beja com o Imperador, Joana entra para o Exército e deixa Araxá. Candinha revela a identidade do seu agressor, e Maria retorna para se vingar de Beja. Episódio 40: Maria faz uma confissão a Beja sobre as mortes em Araxá e o verdadeiro culpado é finalmente revelado. Josefa conta a João um segredo que muda a surpreende da família. Depois de ajudar seus amigos, Beja se despede da Chacára do Jatobá e dá um novo rumo à sua vida. Fazem parte do elenco de DONA BEJA : Grazi Massafera, David Júnior, André Luiz Miranda, Pedro Fasanaro, Bianca Bin, Deborah Evelyn, Indira Nascimento, Bukassa Kabengele, Otavio Muller, Isabela Garcia, Erika Januza, Tuca Andrada, Kelzy Ecard, Werner Schünemann, Thalma de Freitas, Gabriel Godoy, Ricardo Burgos, Catharina Caiado, Lucas Wickhaus, Luciano Quirino, João Villa, Rita Pereira, Simone Mazzer, Isabelle Nassar, Nikolas Antunes, Eduardo Pelizzari, Arilson Lucas, Paulo Mendes e Miguel Rômulo, além das participações especiais de Elizabeth Savalla, Othon Bastos, Elisa Lucinda, Virgílio Castelo e Lúcia Veríssimo. DONA BEJA é uma novela produzida pela Floresta e licenciada pela Warner Bros. Discovery, escrita por Daniel Berlinsky e António Barreira, com colaboração de Maria Clara Mattos, Cecília Giannetti, Clara Anastácia e Ceci Alves. A direção geral é de Hugo de Sousa, com direção de Bia Coelho, João Boltshauser, Rogério Sagui, Thiago Teitelroit e Ana Angel. Pela Warner Bros. Discovery, a produção conta com supervisão de Mariano César e Anouk Aaron.
- Exposição “Cerrado em Chamas: Retratos da Resistência” retrata bioma por meio de fotos artísticas de denúncia
Fotos revelam um potente ensaio fotográfico sobre as queimadas no Cerrado do Distrito Federal, com enfoque na região do Paranoá. A exposição “Cerrado em Chamas: Retratos da Resistência” apresenta trabalhos de renomados fotógrafos do Distrito Federal. A mostra abre visitação pra o público no dia 23 de março de 2026 e fica em cartaz até o dia 7 de abril na QD 202, Conjunto 63, Lote 54, Del Lago 2, do Itapoã. Gratuito. Livre para todos os públicos. Mais informações no Instagram:@cerradoemchamas.foto. Antes da abertura ao público, a exposição será apresentada em escolas do Paranoá. Dias 16 e 17 de março, no CEM 01, e 18 e 19 no CED Darçy Ribeiro. A mostra reúne os trabalhos da fotógrafa Elkllys Andrade e dos fotógrafos Mateus Amorim e Vladimir Luz, propondo uma reflexão visual sobre destruição, combate, regeneração e esperança. O projeto documenta, por meio de fotografias terrestres e registros aéreos com drones, as diferentes fases das queimadas: o momento em que o fogo ocorre, os impactos no pós-queimada e o renascimento gradual do bioma. As imagens revelam tanto a dimensão das áreas atingidas quanto os detalhes do solo marcado pelas cinzas, além do trabalho fundamental do Corpo de Bombeiros no combate às chamas. “Mais do que denunciar, a exposição evidencia a capacidade de regeneração do Cerrado — um dos biomas mais ricos e ameaçados do planeta — e reforça a urgência de ações concretas de preservação ambiental”, destaca Vladimir Luz. A exposição conta com recursos de acessibilidade, incluindo audiodescrição, de modo a ampliar o acesso de pessoas com deficiência visual e reafirmar o compromisso do projeto com uma arte inclusiva e democrática. Serviço: Exposição “Cerrado em Chamas: Retratos da Resistência” retrata bioma por meio de fotos artísticas de denúncia CEM 01 do Paranoá – 16 e 17 de março CED Darcy Ribeiro – 18 e 19 de março A visitação pública ocorre de 23 de março a 07 de abril de 2025, no endereço: Itapoã – QD 202, Conjunto 63, Lote 54, Del Lago 2 – Distrito Federal Agendamentos e mais informações no Instagram: @cerradoemchamas.foto.
- Museu A CASA abre inscrições para o 10º Prêmio Objeto Brasileiro
A partir de hoje, dia 19 de março de 2026 , data em que se celebra o Dia do Artesão , o Museu A CASA do Objeto Brasileiro, em São Paulo, recebe inscrições para o 10º Prêmio Objeto Brasileiro , iniciativa que reconhece e valoriza a produção artesanal contemporânea no país, através de um formulário disponível no site do Museu. Voltado a artesãos, designers, artistas, coletivos e instituições, o prêmio chega à sua décima edição ampliando seu alcance e abrindo espaço também para estudantes e jovens criadores, por meio da nova categoria Novos Talentos .Realizado a cada dois anos, desde 2008, o Prêmio Objeto Brasileiro tornou-se uma das principais iniciativas dedicadas ao diálogo entre artesanato, design e cultura brasileira , reunindo projetos que evidenciam tanto a força dos saberes tradicionais quanto a experimentação contemporânea na produção de objetos.“Acreditamos que o objeto artesanal brasileiro carrega histórias, territórios e conhecimentos que atravessam gerações. O prêmio nasce justamente para dar visibilidade a essa riqueza e mostrar como o encontro entre artesanato e design pode gerar soluções criativas, inovadoras e profundamente conectadas à nossa cultura”, afirma Renata Mellão , idealizadora do prêmio e fundadora do Museu A CASA .Ao longo de suas nove edições, o prêmio já revelou trabalhos que dialogam com diferentes territórios e tradições do país, trazendo também grandes nomes do mercado criativo que tiveram seus projetos reconhecidos. As iniciativas refletem o espírito do prêmio ao aproximar práticas tradicionais artesanais, pesquisa de materiais e pensamento contemporâneo no design brasileiro. Edição amplia olhar sobre novas gerações e processos coletivos Nesta edição, o prêmio recebe inscrições em quatro categorias , que refletem diferentes formas de criação e produção no campo do objeto artesanal contemporâneo.A categoria Objeto de Produção Autoral é voltada a peças desenvolvidas por criadores individuais — como artesãos, designers, arquitetos e artistas — que exploram processos autorais de criação, pesquisa e experimentação. Já a categoria Objeto de Produção Coletiva contempla trabalhos desenvolvidos por comunidades, cooperativas, associações ou coletivos produtivos, valorizando processos colaborativos e a produção compartilhada.O prêmio também mantém a categoria Ação Socioambiental , dedicada a iniciativas que utilizam a produção de objetos como ferramenta para promover impacto social, cultural, econômico ou ambiental em diferentes territórios.A principal novidade da 10ª edição é a criação da categoria Novos Talentos , voltada a estudantes e recém-formados das áreas relacionadas ao design, arquitetura, artes visuais, moda e campos técnicos e criativos, incentivando a experimentação e a emergência de novos criadores no campo do objeto contemporâneo.Segundo Mariana Lorenzi , diretora artística do Museu A CASA, a atualização do prêmio também reflete a responsabilidade de estimular novas gerações a se aproximarem do universo do objeto artesanal. “Vivemos em um momento em que grande parte da criação está voltada ao ambiente digital e tecnológico. Nesse contexto, também entendemos como papel do museu incentivar que jovens criadores olhem para o objeto e para os processos artesanais como um campo potente de experimentação e linguagem. A categoria Novos Talentos surge justamente para estimular esse encontro, premiando boas ideias e dando visibilidade a quem começa a explorar esse universo”, completa Lorenzi . Inscrição, seleção e premiação Os trabalhos inscritos passam por um processo de seleção conduzido por um júri técnico formado por profissionais convidados , que avaliam critérios como qualidade estética e formal, coerência entre forma, função e materiais, inovação, impacto socioambiental e contribuição para o campo do objeto artesanal contemporâneo.Os objetos e projetos selecionados integrarão uma exposição coletiva na sede do Museu A CASA , prevista para estrear em novembro de 2026 , ocasião em que também será realizada a cerimônia de premiação. Além disso, o vencedor de cada categoria irá receber um prêmio em dinheiro no valor de R$ 5 mil . Todos os outros, cerca de 25 finalistas, receberão certificados e também o direito à participação na exposição. As inscrições devem ser realizadas exclusivamente online , por meio de formulário disponível no site do museu. Os participantes deverão apresentar informações sobre o objeto inscrito, incluindo descrição do processo criativo, materiais utilizados e imagens da peça. Sobre o Museu A CASA do Objeto Brasileiro O Museu A CASA do Objeto Brasileiro é um espaço de referência na valorização do saber artesanal, atuando desde 1997 para proteger, difundir e atualizar suas tradições. Criado pela economista Renata Mellão, o museu fomenta a produção artesanal por meio de exposições, projetos, programação cultural e parcerias institucionais. Seu acervo inclui peças de Mestres Artesãos como Espedito Seleiro e de comunidades como os Baniwa e os ceramistas do Xingu.Mais do que preservar, o museu atua ativamente na valorização do fazer manual como ferramenta de desenvolvimento social e econômico. Suas iniciativas incentivam a autonomia dos artesãos e artesãs, garantindo o reconhecimento de seus saberes e respeitando a identidade cultural de cada comunidade. Por meio de programas educativos, capacitações e pesquisas, o museu estabelece pontes entre tradição e inovação, fortalecendo a produção artesanal em diferentes territórios.Ao longo de sua trajetória, o Museu A CASA consolidou-se como um importante polo de pesquisa e reflexão sobre o artesanato brasileiro. Suas exposições revelam a diversidade das práticas artesanais no país, abrangendo técnicas como a cerâmica indígena, as rendas, os trançados e a marcenaria. Além disso, promove iniciativas que aproximam artesãos, designers, pesquisadores e o público interessado na cultura material brasileira.Desde 2008, o Museu A CASA realiza o Prêmio Objeto Brasileiro, um dos principais reconhecimentos do setor, voltado para a produção artesanal contemporânea. Com nove edições realizadas, o prêmio já recebeu quase duas mil inscrições, destacando a inovação e a excelência do fazer artesanal no Brasil.Com um olhar atento à tradição e ao futuro do artesanato, o Museu A CASA segue impulsionando novas narrativas e promovendo o encontro entre diferentes gerações de criadores, pesquisadores e apreciadores do objeto brasileiro. Serviço 10º Prêmio Objeto Brasileiro Inscrições: de 19 de março a 31 de maio de 2026Onde: www.acasa.org.br Leia o Regulamento: https://www.acasa.org.br/inscricao-premio Exposição e premiação: novembro de 2026 Local: Museu A CASA do Objeto Brasileiro - São Paulo
- Março Vermelho: chegada do outono alerta para o aumento de doenças respiratórias e desafio da tuberculose no Brasil
A transição para o outono, que ocorre oficialmente em 20 de março, traz consigo um cenário climático que exige atenção redobrada com os pulmões. A queda gradual na temperatura com o passar das semanas, aliada à redução da umidade do ar e ao aumento da circulação de vírus respiratórios , eleva o risco de piora de doenças crônicas e a incidência de infecções agudas. Paralelamente, o mês é marcado também pelo Março Vermelho , campanha dedicada à conscientização sobre o combate à tuberculose . Apesar de tratável, a enfermidade ainda registra mais de 80 mil novos casos anualmente no Brasil. Segundo dados do Ministério da Saúde, o Brasil integra o grupo de 30 países com a maior carga de tuberculose no mundo, contabilizando aproximadamente 5 mil óbitos por ano em decorrência da doença. Diante deste panorama, o Março Vermelho reforça a necessidade de vigilância, com acompanhamento médico, para garantir que sintomas graves não sejam mascarados pelo clima da estação. O início do outono é considerado um período crítico por combinar ar seco, a chegada de temperaturas mais baixas e a tendência de aglomeração de pessoas em ambientes fechados. De acordo com o Dr. Ricardo Valadares, otorrinolaringologista do Hospital Santa Lúcia Sul (HSLS) , o inalação do ar frio atua como um gatilho direto para sintomas de asma e rinite, como tosse, falta de ar e congestão nasal. “Roupas guardadas por muito tempo podem acumular fungos e ácaros, outros dois gatilhos importantes de crise”, alerta o médico. Além disso, o clima seco característico de locais como a capital federal, Brasília, facilita a permanência de alérgenos e poluentes em suspensão no ar. No outono, essa queda na umidade pode reduzir em até 30% a eficiência da limpeza mucociliar, o sistema natural de defesa dos pulmões, o que facilita a instalação de infecções. Coordenador de pneumologia do Hospital Santa Lúcia, o Dr. William Schwartz complementa que o ressecamento das vias respiratórias dificulta a eliminação de microrganismos. “Isso favorece a inflamação das vias aéreas e aumenta o risco de manifestações agudas, como quadros virais sazonais e pneumonias”, explica o especialista. Identificando a tuberculose: a regra das três semanas Um dos desafios do Março Vermelho é educar a população a diferenciar a tosse comum das mudanças climáticas dos sintomas da tuberculose, causada pela bactéria Mycobacterium tuberculosis, também conhecida como bacilo de Koch. Enquanto a tosse sazonal costuma ser autolimitada e acompanhada de coriza leve, a tuberculose apresenta sinais sistêmicos mais graves. Os especialistas orientam que se a tosse persistir por mais de três semanas, a investigação para tuberculose torna-se fundamental. Os principais sinais de alerta incluem: Tosse crônica por mais de 21 dias. Febre persistente, geralmente ao final da tarde. Sudorese noturna, quando o paciente acorda com roupas de cama e travesseiros molhados de suor. Emagrecimento inexplicável e cansaço progressivo. Expectoração com catarro que pode vir acompanhado de sangue. “O diagnóstico rápido é a maior arma para reduzir a transmissão no país”, destaca o Dr. Schwartz. Quando identificado cedo, o tratamento possui grandes chances de cura e evita complicações graves, mas a adesão total do paciente é fundamental para impedir o desenvolvimento de resistência bacteriana. Impacto do clima e da poluição A saúde respiratória urbana é diretamente influenciada pela crise climática e pela poluição. Situações como as queimadas no período de seca extrema trazem substâncias químicas em suspensão que afetam toda a população. A grande amplitude térmica de algumas cidades, com noites frias e tardes quentes, também atua como um gatilho para crises respiratórias. O clima seco favorece lesões no revestimento das vias aéreas, fragilizando a imunidade local, especialmente em pessoas desidratadas. “O melhor hidratante para a via aérea é a ingestão de água. Sprays de soro são apenas complementos”, ressalta o Dr. Ricardo Valadares. Grupos de risco e prevenção Embora a vacina BCG ofereça proteção essencial ao público infantil, determinados grupos apresentam maior vulnerabilidade à tuberculose e complicações respiratórias no outono. Entre eles: Pessoas acima de 60 anos e crianças menores de 5 anos. Pacientes com doenças prévias, incluindo portadores de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), asma ou fibrose cística. Imunossuprimidos, como pacientes com HIV, diabéticos, pessoas em tratamento oncológico ou usuários de drogas. Tabagistas. O cigarro, vale destacar, é um dos principais fatores de risco associados tanto à tuberculose quanto ao câncer de pulmão. Pessoas em situação de vulnerabilidade social. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estabeleceu a meta de reduzir em 95% os óbitos por tuberculose até 2035. Para alcançar esse objetivo, a prevenção deve incluir medidas práticas como manter ambientes ventilados, lavar as mãos com frequência, evitar exposição a poeiras e seguir rigorosamente o calendário de vacinação e os tratamentos de doenças de base. Estrutura de excelência Para oferecer suporte a casos complexos, o Hospital Santa Lúcia organiza um fluxo de diagnóstico integrado e multidisciplinar. O serviço de pneumologia nas unidades Sul e Norte conta com ambulatórios especializados em asma grave, nódulos pulmonares, tromboembolismo pulmonar (TEP) e distúrbios do sono. O hospital disponibiliza tecnologia de ponta para exames diagnósticos, incluindo espirometria (função pulmonar), tomografia de tórax de alta resolução, polissonografia e ressonância magnética. Além disso, a saúde respiratória é trabalhada como um dos pilares do envelhecimento ativo no programa Cuidar+, voltado para o público idoso, reforçando que pulmões saudáveis são essenciais para a longevidade e funcionalidade dos pacientes.
- Uso de IA cresce nas empresas e levanta alerta sobre segurança de dados
O uso de inteligência artificial nas empresas cresce em ritmo acelerado e já faz parte da rotina de organizações em diferentes setores. Levantamento da consultoria McKinsey mostra que 55% das empresas no mundo utilizam IA em pelo menos uma área do negócio. Ao mesmo tempo, relatório da IBM Security aponta que o custo médio global de uma violação de dados chegou a US$ 4,45 milhões. A combinação entre adoção rápida e falta de governança tem ampliado a produtividade corporativa, mas também levantado alertas sobre riscos invisíveis ligados ao uso da tecnologia. Hesron Hori, especialista em segurança digital e sócio e diretor de Risk Assessment da Under Protection , afirma que a expansão da IA dentro das empresas tem ocorrido de forma muitas vezes informal. “A tecnologia entrou no dia a dia das equipes antes mesmo de muitas organizações criarem regras claras para o uso. Isso significa que dados sensíveis podem estar sendo inseridos em plataformas externas sem qualquer controle corporativo”, explica. Ferramentas de inteligência artificial passaram a ser usadas para análise de dados, elaboração de relatórios, atendimento a clientes e automação de tarefas administrativas. O ganho de eficiência é evidente, mas muitas empresas não sabem exatamente quais informações estão sendo compartilhadas por colaboradores nessas plataformas. Para Hori , a tecnologia traz benefícios claros quando utilizada com estratégia. “A inteligência artificial pode reduzir tempo de execução de tarefas, aumentar a capacidade analítica das equipes e melhorar processos de decisão. O problema surge quando a adoção acontece sem política de governança e sem análise de risco”, afirma. Outro fator de atenção envolve a qualidade das decisões geradas por sistemas automatizados. Modelos treinados com bases de dados incompletas ou enviesadas podem produzir análises distorcidas e influenciar decisões corporativas. Além disso, a exposição involuntária de documentos internos pode comprometer informações estratégicas. Segundo o especialista, muitas empresas ainda não perceberam que o valor real está nos dados que acumulam. “Hoje, o ativo mais sensível de muitas organizações não é apenas o sistema ou a tecnologia, mas o conjunto de dados que elas produzem e armazenam. Quando esses dados começam a circular sem controle, o risco deixa de ser apenas tecnológico e passa a ser estratégico”, diz. Especialistas em segurança digital afirmam que a adoção de IA precisa ser acompanhada por práticas estruturadas de gestão de risco. Sem esse cuidado, a tecnologia pode gerar ganhos operacionais no curto prazo, mas abrir brechas relevantes para exposição de dados e falhas de governança. O especialista aponta cinco cuidados para usar IA sem comprometer a segurança dos dados nas empresas O uso de inteligência artificial pode ampliar produtividade e inovação nas empresas, mas exige disciplina e planejamento. Especialistas apontam que algumas práticas ajudam a reduzir riscos e aumentar o retorno da tecnologia dentro das organizações. Criar uma política corporativa de uso de IA Antes de liberar o uso de ferramentas de inteligência artificial, a empresa precisa definir regras claras sobre quais plataformas podem ser utilizadas e quais tipos de informação podem ser compartilhados. Classificar e proteger dados estratégicos Informações financeiras, dados de clientes e documentos internos precisam ser identificados como ativos sensíveis e protegidos contra compartilhamento indevido em plataformas externas. Avaliar fornecedores e plataformas de IA Antes de contratar soluções de inteligência artificial, é importante analisar políticas de privacidade, certificações de segurança e localização dos servidores utilizados pelos fornecedores. Monitorar o uso da tecnologia dentro da empresa Ferramentas de governança e segurança digital ajudam a identificar quais sistemas estão sendo utilizados pelos colaboradores e quais dados estão sendo processados. Realizar análise contínua de riscos digitais Mapear vulnerabilidades em tecnologia, processos e comportamento humano permite identificar brechas antes que elas se transformem em incidentes relevantes. Para Hori, empresas que tratam a inteligência artificial apenas como ferramenta de produtividade tendem a ignorar sua dimensão estratégica. “A tecnologia precisa ser incorporada à governança digital da organização. Quem fizer isso conseguirá capturar ganhos de eficiência sem comprometer a segurança do negócio”, conclui. Na avaliação do especialista, a inteligência artificial tende a se tornar uma das principais ferramentas de transformação empresarial nos próximos anos. O desafio das organizações será equilibrar inovação com controle, criando estruturas capazes de aproveitar o potencial da tecnologia sem expor dados estratégicos ou comprometer a continuidade das operações. Sobre Hesron Hori Hesron Hori é sócio e diretor de Risk Assessment da Under Protection, especialista em gestão de riscos corporativos e segurança da informação. Atua há mais de uma década na avaliação de vulnerabilidades, governança digital e continuidade operacional, apoiando empresas na identificação e mitigação de riscos que afetam resultados, operações e reputação. Formado em Segurança da Informação, possui MBA em Administração, Finanças e Geração de Valor pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Sua atuação integra tecnologia e estratégia de negócios, com foco em normas internacionais e boas práticas de segurança aplicadas ao ambiente corporativo. Para mais informações, acesse linkedin. Sobre a Under Protection Com mais de 20 anos de atuação, a Under Protection é especializada em cibersegurança e continuidade operacional. Criadora das metodologias LISA e NG LISA, combina monitoramento em tempo real, resposta imediata e análise integrada de pessoas, processos e tecnologia. Atua com planos priorizados e clareza executiva para proteger ambientes digitais com eficiência e resiliência. A empresa também opera um centro de operações de segurança (NG SOC) que monitora ambientes 24/7, processando eventos em tempo real e executando ações automatizadas para contenção de ameaças. Com presença nacional e atuação em diversos setores, a Under Protection é reconhecida por sua abordagem estratégica e capacidade de adaptação às necessidades específicas de cada organização. Para mais informações, acesse o site underprotection .
- Espetáculo 20 filmes no Chá da Tarde celebra 7ª Arte no Distrito Federal
A sétima arte agora é homenageada dentro das Artes Cênicas. O espetáculo “20 Filmes no Chá da Tarde” chega para falar sobre os filmes que marcam e marcaram toda uma história. De forma leve e com muito humor. A peça que estreou em 2024 e foi sucesso de público no Guará e Taguatinga retornou em 2026 em apresentações no Gama, Taguatinga e Sobradinho. Em cartaz na sexta-feira, 20 de março, às 9h, 10h e 11h, no CEM 4 de Sobradinho. Gratuito. Livre para todos os públicos. Mais informações no Instagram: @20filmes.nochadatarde. O projeto conta com acessibilidade por meio de audiodescrição e tradução em libras. A peça realizada com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal se passa em um chá da tarde. No local, um casal de famosos discute sobre a relação e relembra seus 20 filmes favoritos no dia que celebram 20 anos de casados, mas também pensam em se divorciar. Ela, uma estrela de cinema, ele, um diretor falido. Entre uma cena e outa, uma garçonete fã dos dois apimenta o enredo. Em cena, Clara Camarano, Eduardo Jayme e Luzete Fernandez. A peça conta com direção de Bruno Estrela e produção da Conexão Brasil Cultural. Dramaturgia: Sartory. Argumento: Eduardo Jayme. “Eles (o casal) fazem uma retrospectiva da relação desde o dia que se conheceram. Da ascensão profissional e da queda. Essas lembranças no decorrer dos anos do casamento estão relacionadas aos 20 filmes preferidos que eles assistiram. Ao longo do espetáculo, eles relatam cenas mais emblemáticas desses 20 filmes do cinema mundial”, destaca o ator Eduardo Jayme. Serviço: Espetáculo 20 filmes no Chá da Tarde celebra 7ª Arte no Distrito Federal 20 de março, às 9h, 10h e 11h, no CEM 4 de Sobradinho Gratuito Livre para todos os públicos Mais informações no Instagram: @20filmes.nochadatarde.
- GSH Banco de Sangue de Brasília faz apelo urgente por doadores com fator Rh negativo e tipo O+
O GSH Banco de Sangue de Brasília faz um alerta à população em razão da queda nos estoques de sangue, especialmente entre os tipos com fator Rh negativo e também do tipo O positivo. A escassez desses hemocomponentes acende um sinal de preocupação, já que pode impactar diretamente atendimentos de emergência e tratamentos de pacientes em estado crítico. Os tipos sanguíneos com fator Rh negativo são mais raros na população. Segundo dados do Ministério da Saúde, estima-se que apenas cerca de 15% das pessoas possuam essa característica, o que torna a reposição desses estoques ainda mais desafiadora. Pacientes com Rh negativo só podem receber sangue do mesmo fator, o que limita as possibilidades em situações de urgência. Entre eles, o tipo O negativo se destaca por ser considerado doador universal, podendo ser utilizado em qualquer paciente em casos emergenciais, quando não há tempo para testes de compatibilidade. Já os demais tipos com Rh negativo, como A-, B- e AB-, também são fundamentais para garantir transfusões seguras e específicas, respeitando a compatibilidade sanguínea de cada paciente. Além disso, o tipo O positivo é um dos mais utilizados na rotina hospitalar por ser compatível com a maior parte da população. Por isso, a manutenção de níveis adequados desse tipo sanguíneo é essencial para assegurar o atendimento contínuo e eficiente das demandas hospitalares. Outro ponto de atenção é o impacto das viroses sazonais na queda das doações. Com o aumento de quadros gripais e sintomas respiratórios, muitos doadores ficam temporariamente inaptos, reduzindo ainda mais a disponibilidade de sangue. “A doação de sangue é um gesto simples, mas que faz toda a diferença para quem precisa. Neste momento, contamos especialmente com a mobilização das pessoas com fator Rh negativo e também dos doadores do O positivo, que têm papel fundamental na manutenção dos estoques”, reforça Marcela Zilves Colonese, gerente de captação regional do GSH Banco de Sangue. As doações podem ser realizadas de segunda a sábado, das 7h às 12h30, no GSH Banco de Sangue de Brasília, localizado no SGAS 915 – Asa Sul – 2º subsolo do Centro Clínico Advance I (próximo ao DF Star). O local oferece estacionamento gratuito no Multipark DF Star. Serviço: GSH Banco de Sangue de Brasília Endereço: SGAS 915 – Asa Sul – 2º subsolo do Centro Clínico Advance I (próximo ao DF Star) Telefones: (61) 3011-7531 e (61) 9632 3648 Atendimento: de segunda a sábado, das 7h às 12h30 Estacionamento gratuito para doadores no Multipark DFStar.
- Seguro rural recua em 2025 e reforça debate sobre financiamento e proteção do agro brasileiro
O mercado de seguro rural registrou retração em 2025, interrompendo um ciclo de expansão observado nos anos anteriores e acendendo um alerta sobre os mecanismos de proteção financeira disponíveis para o agro brasileiro. Dados da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) mostram que a arrecadação do segmento caiu 8,8% no último ano, passando de R$ 14,2 bilhões em 2024 para R$ 12,9 bilhões em 2025. A queda ocorre em um contexto de redução de recursos destinados à subvenção ao prêmio do seguro rural e de maior cautela por parte dos produtores diante do aumento do custo das apólices. Esse cenário ajuda a explicar por que a proteção financeira no campo ganhou importância nas discussões do setor. O tema estará no centro do “Diálogo Setorial: Seguros, Crédito e Agronegócio. Proteção rural e novos instrumentos de financiamento” , que será realizado no dia 8 de abril , em Brasília. A retração contrasta com a trajetória de crescimento observada entre 2021 e 2024. Nesse período, a arrecadação passou de R$ 9,6 bi em 2021 para R$ 13,4 bi em 2022, R$ 14 bi em 2023 e R$ 14,2 bi em 2024. A queda registrada em 2025 interrompe esse ciclo e sugere desaceleração na demanda por cobertura securitária rural. A combinação entre a perda na arrecadação e a estabilidade das indenizações reforça a percepção de que parte dos produtores pode estar ficando mais exposta aos riscos climáticos e de produtividade, justamente em um cenário de maior frequência de eventos extremos. Especialistas apontam que a redução da contratação de seguros pode ampliar a vulnerabilidade financeira das cadeias produtivas. Diálogo Setorial: Seguros, Crédito e Agronegócio O primeiro painel do evento, intitulado “Novos instrumentos de financiamento como mecanismos que impulsionam o crescimento e a sustentabilidade do agronegócio”, discutirá alternativas para ampliar e diversificar as fontes de recursos destinadas ao setor. O objetivo é avaliar soluções capazes de estimular investimentos em tecnologia, modernização da infraestrutura e práticas produtivas mais sustentáveis. Participam do debate: Fabiana Perobelli, Client Relationship – Brokers and Agribusiness Companies da B3 Marcelo Porteiro, superintendente da Área Agropecuária e de Inclusão Social do BNDES João Rabelo, diretor de Novos Negócios do IRB Re Octaciano Neto, sócio-fundador da Zera.Ag A moderação será conduzida por Gláucio Nogueira Toyama, presidente da Comissão de Seguro Rural da Federação de Seguros Gerais (FenSeg). Na sequência, o segundo painel “Destravando o seguro rural no Brasil: inovação e resiliência climática” abordará os desafios estruturais do seguro rural no país e as possibilidades abertas pela transformação digital e pelo uso de novas tecnologias no monitoramento e gestão de riscos. O debate reunirá: Bruno Alves, diretor de Tecnologia, Portfólio, Soluções Digitais e Analytics da BB Seguros Guilherme Campos, secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) Tania Zanella, presidente do Instituto Pensar Agropecuária Monica Sodré, CEO da Meridiana A moderação será feita por Renato Buranello, vice-presidente da ABAG. Promovido pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG) e Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi), o encontro reunirá autoridades públicas, especialistas e representantes do mercado financeiro para discutir caminhos que ampliem o acesso a recursos e reforcem a proteção do produtor rural diante de novos riscos econômicos e climáticos. Serviço: Diálogo Setorial: Seguros, Crédito e Agronegócio “Proteção rural e novos instrumentos de financiamento” Realização: CNSEG, ABAG e ACREFI Data: 8 de abril de 2026 (quarta-feira) Horário: das 8h45 às 12h30 Local: Auditório da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) Endereço: SGAN 601 Módulo N – Brasília
- "Virada de Jogo II": documentário dá voz à força e resistência de mulheres que transformam o Distrito Federal
Quantas vezes você já precisou virar o jogo na própria vida? A pergunta, que ecoa na trajetória de toda mulher que já enfrentou desafios e recomeçou, é o ponto de partida do curta-metragem "Virada de Jogo II" . Em fase avançada de produção, o documentário convida o público a se inspirar em histórias reais de mulheres que transformaram dor, obstáculos e momentos de ruptura em força, movimento e inspiração coletiva. A segunda edição do projeto amplia a proposta do primeiro filme, agraciado com o Candango de Melhor Roteiro na Mostra Brasília do 55º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro (FBCB). Realizada pelo Instituto Casa da Vila, em parceria com a SECEC-DF e apoio do Instituto LumiArt, a produção está ainda mais sensível e ousada. Sob o olhar da roteirista Cleuza Brandão, "Virada de Jogo II" traz uma narrativa que entrelaça a realidade com a ficção, criando um diálogo poético com a essência de cada protagonista. Uma jornada pelos quatro elementos O roteiro da segunda parte foi estruturado a partir dos quatro elementos da natureza, utilizados como metáforas das fases vividas pelas personagens. A Terra simboliza a resistência e as raízes; a Água traz a fluidez da transformação; o Fogo aborda o poder da reconstrução; e o Ar, a liberdade da expansão. As filmagens percorrem cenários diversos, do Plano Piloto a Sobradinho, Brazlândia e São Sebastião, capturando a essência de cada história em seu território. A direção é de Nubia Santana, cineasta e fundadora do Instituto Lumiart, membro da Academia Brasileira de Cinema e atual presidente da Associação de Produtores e Realizadores de Cinema e Audiovisual de Brasília (Aprocine). Em sua bagagem, a diretora traz a experiência de sets de relevância social e ficcional, tendo assinado o longa-metragem 'Pra Ficar de Boa' e o documentário 'Pedra do Mal', obra que investiga a realidade do tráfico de crack no DF." A direção é assinada pela cineasta Nubia Santana, fundadora do Instituto Lumiart, membro da Academia Brasileira de Cinema e presidente da Associação de Produtores e Realizadores de Cinema e Audiovisual de Brasília (Aprocine). Ela traz na bagagem a experiência de sets do longa-metragem “Pra Ficar de Boa” e do documentário “Pedra do Mal”, sobre a realidade do tráfico de crack, no Distrito Federal, produções que também assina a direção. Para a cineasta, que também fez parte da primeira edição do filme e retorna nesta nova versão, o documentário é também uma missão pessoal. " A 'virada' é uma decisão. No momento em que você decide, algo muda dentro de você." Nubia Santana destaca ainda o papel do cinema como instrumento de inspiração e cura. "Da mesma forma que filmes me ajudaram a seguir em frente, o ‘Virada de Jogo’ pode ajudar alguém a encontrar força para mudar a própria história." Estreia Com uma equipe técnica de mais de 30 profissionais, "Virada de Jogo II" mantém o ineditismo visando o circuito de festivais, com foco especial no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. O filme contará com acessibilidade completa (LIBRAS e audiodescrição) e sessões públicas, democratizando o acesso a essas histórias de poder. Quem são as mulheres que "viraram o jogo"? Cleuza Brandão , a voz por trás do roteiro, personifica a própria resiliência. Na primeira edição, ela compartilhou sua luta contra o câncer e a metástase. Após enfrentar uma recidiva e vencê-la mais uma vez, ela retorna não apenas como personagem condutora, mas como a arquiteta dessa nova narrativa, provando que a vida, assim como o cinema, sempre pode ter uma reviravolta. Outra presença marcante é Leopoldina Colares , de 86 anos, exemplo de vitalidade e pioneirismo. Aposentada pela Caixa Econômica Federal, ela abriu caminhos em um espaço historicamente dominado por homens e acumula um histórico de cargos e chefias no Distrito Federal e Ceará. O filme também amplia o olhar sobre diversidade ao trazer histórias de mulheres negras e ciganas. Entre elas está Sonia Reis , ativista reconhecida pela defesa dos direitos das mulheres. Em sua participação, o filme aborda um tema urgente: o casamento precoce de meninas de 12 e 13 anos, retratado também por meio de cenas ficcionais que ampliam o impacto da narrativa. Um simples olhar no espelho mudou a vida de Carla Sabrina . Aos 15 anos, pronta para sua festa de debutante, a maquiagem no rosto "cinza" foi o estopim para uma decisão: transformar-se. Sua história, agora recriada em cenas de ficção, mostra como um momento de incômodo pode ser o ponto de partida para uma trajetória de estudo e empoderamento para transformar sua experiência em ferramenta para ajudar outras mulheres. No universo da moda, Nágela Maria personifica a visão e a disciplina. Desde a infância, quando já juntava dinheiro para empreender, sua história é um exemplo de protagonismo e construção de um sonho com as próprias mãos. E Carmen Stella , maquiadora com décadas de carreira, representa a mulher que "vira o jogo" a cada novo dia. No filme, ela vive uma dualidade criativa: é personagem e também assina a maquiagem, tecendo um diálogo entre sua própria história e a estética da obra. SERVIÇO Virada de Jogo II Direção: Nubia Santana Estreia: 2026 Mais informações: @filmeviradadejogo
- Matheus Fernandes lança álbum “Fala Meu Nome” e aposta em nova parceria com Menos é Mais
O cantor e compositor Matheus Fernandes apresenta oficialmente o álbum “Fala Meu Nome” nas plataformas de áudio nesta quinta-feira, 19 de março, às 21h. O projeto reúne 12 faixas e chega marcado por grandes parcerias da música brasileira: Menos é Mais, Felipe Amorim, Hugo & Guilherme, Kevin O Chris e DJ Matheus Alves. Entre os destaques do álbum está a faixa “Aí Eu Vou Pra Cima” , parceria com o grupo Menos é Mais. O clipe da música será lançado no YouTube na sexta-feira (20), às 12h. A canção, composta pelo MF em parceria com Bkzzim, Thalles Lessa e Davi Melo, traz uma letra intensa e provocante que retrata um encontro marcado por desejo, química e aquela decisão impulsiva de viver o momento, mesmo sabendo que pode haver arrependimento depois. A colaboração reforça, mais uma vez, a sintonia entre os artistas, que já emplacaram sucessos juntos como o hit nacional “Lapada Dela” e “Bateu na Trave” , músicas que conquistaram grande repercussão nas plataformas digitais e no público. Gravado em 4 de novembro de 2025 , no Mira Beach Club, o DVD “Fala Meu Nome” ganhou forma em meio ao cenário paradisíaco da Lagoa do Cauípe , na Praia de Cumbuco (CE). A gravação reuniu familiares, amigos e convidados especiais em uma tarde marcada por muita energia, clima de celebração e encontros musicais. Todas as faixas registradas são compostas por Matheus Fernandes, reforçando o lado autoral do artista e explorando diferentes sonoridades dentro do universo do forró e do piseiro. As primeiras músicas do projeto chegaram ao público ainda em novembro de 2025 , quando o MF apresentou “Miau” e “Morena Jambo” , ambas em parceria com Felipe Amorim. As faixas marcaram o início da nova fase do DVD e apostaram na mistura de forró e funk , característica recorrente nas produções do artista. Com a estreia completa de “Fala Meu Nome” , Matheus Fernandes dá sequência à divulgação do projeto nas próximas semanas, com lançamentos de videoclipes previstos até maio. Reforçando sua identidade musical e apostando em colaborações de peso, o cearense apresenta um trabalho que mistura irreverência e batidas dançantes, consolidando mais um capítulo importante em sua trajetória na música brasileira. “Fala Meu Nome” - Matheus Fernandes Lançamento: 19 de março de 2026, pela Som Livre Faixas: 1 . AI EU VOU PRA CIMA — FEAT. MENOS É MAIS 2 . QUARTOS USADOS — FEAT. HUGO & GUILHERME 3 . GAVETA — FEAT. KEVIN O CHRIS E MATHEUS ALVES 4 . PARO OU CONTINUO 5 . DOIS PALITOS 6 . CAPUCCINO 7 . MORENA JAMBO — FEAT. FELIPE AMORIM 8 . MIAU — FEAT. FELIPE AMORIM 9 . QUASE GOSTANDO 10 . 1 KG DE AMOR 11 . FUTURO 12 . 1 A 10
- Estudo revela que pressões sociais já interromperam os sonhos de 83% das mulheres latinas
Um estudo sobre o comportamento e o imaginário feminino na América Latina, realizado pela consultoria Casa Mundo Market Intelligence em parceria com Natura Luna, revela um dado expressivo sobre os obstáculos que muitas mulheres enfrentam ao longo da vida: 83% das mulheres latinas afirmam que poderiam estar vivendo um futuro diferente se tivessem sido incentivadas a sonhar grande desde cedo. A pesquisa “Deixe a mulher latina sonhar”, que ouviu mais de 300 mulheres entre 20 e 55 anos no Brasil, México e Colômbia, mostra como mensagens ouvidas ainda na infância podem influenciar a forma como as mulheres enxergam seus próprios sonhos. Frases como “tenha os pés no chão” (ouvida por 28%) ou “isso não é para você” (18%) aparecem entre as lembranças que ajudaram a moldar trajetórias em que muitas vezes o sonho foi colocado em segundo plano. O levantamento aponta que o desafio não está na falta de ambição, mas nas mensagens e expectativas sociais que, desde cedo, acabam limitando o quanto as mulheres se sentem autorizadas a sonhar e projetar seus próprios caminhos. Para Fernanda Lopes, diretora de perfumaria da Natura, os dados mostram que esse movimento começa muito antes da vida adulta. “Quando 83% das mulheres dizem que poderiam estar vivendo um futuro diferente se tivessem sido incentivadas a sonhar grande, percebemos como o incentivo desde cedo faz diferença. Como marca latino-americana, acreditamos que é importante ampliar essa conversa e incentivar as mulheres a reconhecer e valorizar seus sonhos”, afirma. O diagnóstico serviu de ponto de partida para o novo momento da linha Natura Luna, com o lançamento de Luna Nuit, que transforma os dados da pesquisa em um posicionamento claro sob o conceito “Deixe sua paixão falar mais alto”. A campanha parte de experiências reais para reforçar a importância de dar espaço aos próprios sonhos: 44% das entrevistadas dizem ter receio de parecer “iludidas” ao sonhar alto, enquanto 38% evitam compartilhar seus desejos por medo de julgamento. Os dados também indicam que, mesmo no círculo mais próximo, ainda existe uma percepção sobre quais sonhos seriam mais esperados para as mulheres. Segundo as entrevistadas, 2 em cada 3 mulheres relatam que suas ambições estão ligadas à família, estabilidade, beleza e aparência, enquanto apenas 15% mencionam a busca por liberdade individual como prioridade. Ao trazer esse olhar, a marca propõe sua perfumaria como um convite simbólico para que mais mulheres se sintam livres para expressar seus desejos e aspirações. Protagonista da campanha de Luna Nuit, Sabrina Sato representa esse movimento de afirmação. “Eu sempre fui uma mulher de muitos sonhos e sei o quanto é desafiador manter essa chama acesa quando o mundo nos pede mais discrição. Ser intensa é também acreditar no que a gente deseja realizar. Com Natura Luna, o convite é parar de pedir licença para sonhar e deixar a paixão falar mais alto”, afirma a apresentadora. Para a marca, a escolha de Sabrina Sato e o lançamento da fragrância Luna Nuit, que apresenta um perfil olfativo intenso e envolvente, reforçam o compromisso de valorizar histórias e trajetórias femininas diversas. O lançamento aposta em um chipre ambarado, combinando o calor do âmbar, a intensidade do patchouli e o toque adocicado das frutas roxas. Essa construção sensorial foi pensada para acompanhar momentos marcantes, funcionando como um convite para mulheres celebrarem sua própria essência e viverem suas paixões com mais liberdade. O estudo conclui que incentivar mulheres a sonhar tem impactos que vão além do plano individual. “Quando as mulheres se sentem apoiadas a projetar seus sonhos e desejos, ampliamos também as possibilidades de futuro para toda a sociedade”, afirma Adriana Hack, consultora estratégica da Casa Mundo.












