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- Sync Ticket: a nova bilheteria da Sync Pay para produtores de eventos
Sync Ticket: a nova bilheteria da Sync Pay para produtores de eventos Criada pela fintech SyncPay, de Brasília, a Sync Tickets aposta em tecnologia para inovar o mercado de eventos, com saque instantâneo, ferramentas de gestão de tráfego, recuperação de vendas com inteligência artificial e soluções para apoiar produtores de eventos de wellness, saúde e negócios. Uma nova proposta para o mercado de eventos A Sync Tickets, bilheteria digital criada pela fintech SyncPay, de Brasília, chega ao mercado com a proposta de transformar a forma como produtores de eventos vendem ingressos, recebem seus pagamentos e administram suas operações. Fundada em 2024, a SyncPay construiu sua atuação no mercado de pagamentos digitais e agora leva essa experiência para o setor de eventos, com uma plataforma que busca ir além da venda de ingressos. A ideia é oferecer tecnologia e ferramentas que ajudem os produtores em diferentes etapas da operação, desde a divulgação até a gestão financeira. A empresa inicia sua atuação com foco em eventos de wellness e saúde, como corridas de rua e experiências de bem-estar, além de eventos empresariais, conferências e encontros de negócios. Tecnologia para ajudar o produtor a crescer A proposta da Sync Tickets é colocar o produtor no centro da operação. Por trás da bilheteria está a infraestrutura de pagamentos da SyncPay, que permite oferecer saque instantâneo, conforme as condições da operação, repasse automático e possibilidade de antecipação de recebíveis. Além de facilitar o acesso ao dinheiro das vendas, a plataforma pretende ampliar o suporte aos organizadores com ferramentas para gestão de tráfego, acompanhamento de vendas e recuperação de compras não concluídas por meio de inteligência artificial. Os produtores podem criar eventos, configurar lotes e publicar páginas de venda sem mensalidade ou custo de publicação. Para os compradores, o checkout oferece opções como Pix, cartão de crédito parcelado, Apple Pay e Google Pay. A intenção é reunir em uma única plataforma recursos que normalmente exigem diferentes fornecedores, simplificando a rotina dos organizadores e dando mais controle sobre a operação. A aposta em inovação no setor A SyncPay acredita que o mercado de eventos tem espaço para evoluir com o uso de tecnologia, principalmente na gestão financeira, na divulgação e na conversão de vendas. Com a Sync Tickets, a empresa pretende investir no desenvolvimento de soluções que ajudem os produtores a reduzir tarefas operacionais, aproveitar melhor seus investimentos em divulgação e acompanhar os resultados de cada evento. A inteligência artificial também faz parte dessa estratégia, com aplicações voltadas à automação de processos e à recuperação de vendas. O objetivo é construir uma plataforma que acompanhe o crescimento dos produtores e ofereça ferramentas cada vez mais completas para a realização de eventos. Mais do que disponibilizar uma bilheteria digital, a Sync Tickets quer se posicionar como uma parceira tecnológica dos organizadores, conectando pagamentos, vendas e gestão em uma mesma estrutura. “Criamos a Sync Tickets porque acreditamos que o mercado de eventos pode evoluir muito com tecnologia. Queremos ajudar o produtor em toda a operação, desde o acesso rápido ao dinheiro das vendas até a gestão de tráfego, a recuperação de vendas com inteligência artificial e as ferramentas necessárias para crescer. Nossa ideia não é apenas vender ingressos, mas construir uma estrutura que realmente ajude quem está por trás de cada evento” explica Gustavo Braga, fundador da SyncPay. Sobre a SyncPay A SyncPay é uma fintech brasileira fundada em 2024, com sede em Brasília, especializada em infraestrutura de pagamentos digitais. Oferece soluções como Pix, cartão, APIs, links de pagamento, checkout e cobranças recorrentes. A Sync Tickets é sua vertical dedicada à bilheteria digital, com foco em eventos de wellness, saúde e negócios. Instagram @sync.pay www.syncpayments.com.br
- Uma homenagem às mulheres em forma de comédia
A comédia mais útil do G7, “E Homem, Serve Pra Quê?”, continua em cartaz neste sábado e domingo, às 19h, no Teatro La Salle – 906 Sul. O espetáculo reúne seis esquetes cômicas, com diferentes estilos de humor, interação com casais da plateia, prêmios, música e muita diversão. Uma das obras mais provocativas e atuais da Cia. de Comédia G7, “E Homem, Serve Pra Quê?” foi criada especialmente para homenagear as mulheres, mas é uma comédia para todos. Com leveza e bom humor, o espetáculo transforma comportamentos, relações e situações do cotidiano em reflexões divertidas, sem abrir mão da principal missão: fazer o público rir durante 80 minutos. Uma comédia útil! A peça é formada por esquetes que abordam diferentes situações cômicas em busca de uma resposta para o título da peça: “E Homem, Serve Pra Quê?”. Tudo começa com a verdadeira história da criação da humanidade: Deus criou primeiro Eva e depois, do seu siso, criou Adão. O siso não serve pra nada, mas será que “o homem” servirá? Em “Como Adestrar Seu Homem”, a apresentadora Filó ensina as mulheres a como treinar seus homens a abaixar a tampa do vaso sanitário, colocar o lixo no lixo e levar o cachorro para passear, entre outras dicas úteis e divertidas. Afinal, “um companheiro bem treinado é um companheiro feliz”. Na cena “Se Eu Fosse Você” os papéis são invertidos para que os homens se sintam como muitas mulheres se sentem em uma crise de ciúmes. Além de divertida a cena representa um protesto contra a violência contra as mulheres. “A Loja dos Homens” é uma loja física em que vários tipos de “homens” ficam disponíveis para compra, mas a maioria acaba encalhada como carros seminovos. “Os Lesionados” fala sobre homens que decidem subir na montanha para se tornarem mais… homens. Com um plot-twist inesperado sobre o que é a verdadeira masculinidade, a esquete encerra o espetáculo com uma música inspirada e coreografada com a perfeição que apenas comediantes podem alcançar… As mulheres vão amar! O espetáculo é para todos e todas! Para os homens, além de divertido, pode ser também muito educativo. Para as mulheres, é o momento de levar o companheiro ao teatro para ouvir certas verdades inconvenientes que em casa fica difícil de dizer… Prepare-se para rir de situações feitas com muito carinho pensando em você, mulher, mas que também levarão os homens às gargalhadas. E quem sabe esta comédia possa plantar uma sementinha de onde germinará, um dia, um “novo homem”. SERVIÇO: A Temporada de 25 anos com G7 apresenta: “E Homem, Serve Pra Quê?” – Uma homenagem às mulheres em forma de comédia! Local: Teatro La Salle – 906 Sul Datas: ● 17/10 - Sábado - 19h ● 18/10 - Domingo - 19h ● 24/10 - Sábado - 19h ● 31/10 - Sábado - 19h ● 07/11 - Sábado - 19h ● 08/11 - Domingo - 19h ● 14/11 - Sábado - 19h ● 15/11 - Domingo - 19h Ingressos a partir de R$ 35,00 (meia-entrada) Meia-entrada: conforme os casos previstos em lei. Ingresso Social: válido mediante doação de 1kg de alimento não perecível ou 1 livro. Documento comprobatório de meia-entrada ou benefício promocional deverá ser apresentado na entrada do teatro. Informações: (61) 99351-1369 – com Whatsapp Classificação indicativa: 14 anos Duração: 80 minutos Ingressos à venda: Site: G7comedia.com Bilheteria do Teatro: nos dias de espetáculo a partir das 17h. FICHA TÉCNICA Concepção, Texto, Direção, Produção e Realização: G7 Produções Artísticas Ltda. Elenco: Felipe Gracindo Félix Saab Rodolfo Cordón Leo Avelar Produtor e Administrador: Marco Wanderlei Produtora Executiva: Lorena Leandro ANTES DE VIR AO TEATRO ● Recomendamos a chegada com antecedência. ● Em caso de atraso, a entrada na sala será realizada nos momentos apropriados definidos pela Produção do espetáculo, garantindo a segurança, o respeito aos artistas e ao público presente e o bom andamento da apresentação. ● O espetáculo utiliza, em alguns momentos, efeitos de luz intermitente (estroboscópica). ● Fotos e vídeos são permitidos durante o espetáculo, sem flash e com o brilho da tela reduzido, evitando interferências na experiência do público. ● Pedimos que os celulares permaneçam em modo silencioso durante toda a apresentação.
- Jornada Pacto pelo Turismo Responsável promove debate sobre governança e atuação em rede no DF
Com foco na governança e na colaboração entre os diferentes atores do setor, o Instituto Bancorbrás e o Sebrae/DF realizaram o sexto encontro da Jornada Pacto pelo Turismo Responsável, em Brasília. No dia 6 de outubro, mais de 60 pessoas ligadas ao ecossistema turístico do Distrito Federal se reuniram para discutir a importância da governança como um dos pilares do turismo sustentável. Com o tema “Governança e atuação em rede no turismo”, a atividade foi conduzida por Camila Bassi, secretária-geral da Rede Brasileira de Trilhas, que compartilhou experiências e conhecimentos com os participantes. O encontro aconteceu no Cabríssima, empreendimento de turismo rural localizado no Lago Oeste. Além da capacitação sobre governança, a programação contou ainda com um tour pela propriedade, que proporcionou aos participantes o contato direto com as cabras, a agrofloresta e outras iniciativas sustentáveis desenvolvidas na fazenda. A experiência foi complementada por um brunch com produtos artesanais locais, valorizando a produção regional e a conexão com o território. “Encontros como esse são importantes porque criam oportunidades para que os profissionais do turismo troquem experiências, fortaleçam conexões e encontrem caminhos para trabalhar juntos. A parceria com o Sebrae/DF é fundamental para ampliar esse diálogo e fortalecer o turismo responsável no Distrito Federal. Para o Instituto Bancorbrás, fazer parte dessa construção significa contribuir ativamente para conectar os diferentes atores do setor, valorizar os empreendimentos locais e estimular um turismo capaz de gerar oportunidades e benefícios para as comunidades e os territórios”, destaca Roberta Abreu, Gerente Executiva do Instituto Bancorbrás. “Foi uma alegria realizar mais um encontro com casa cheia! Esse resultado reforça o nosso compromisso de levar a Jornada Pacto pelo Turismo Responsável a empreendimentos que fazem a diferença no Distrito Federal. Nosso objetivo é descentralizar as ações e proporcionar aos participantes uma experiência mais próxima e enriquecedora do nosso território”, completa Nathália Fabrino, analista do Sebrae DF. Jornada Pacto pelo Turismo Responsável A Jornada Pacto pelo Turismo Responsável é uma iniciativa conjunta do Sebrae/DF e do Instituto Bancorbrás que busca capacitar empreendedores e profissionais do setor para a adoção de práticas sustentáveis, éticas e inclusivas. O projeto contribui para fortalecer o turismo como ferramenta de desenvolvimento econômico e social no Distrito Federal, incentivando iniciativas responsáveis e a valorização dos empreendimentos e territórios locais.
- Letícia Miranda lança “Furacão Tornado” em 22 de outubro, no Glória Cafés Especiais e Livros, em Brasília
O livro “Furacão Tornado” (orlando, 2026), criado pela pesquisadora, poeta e artista visual Letícia Miranda, faz da ausência e das lacunas biográficas a sua principal matéria-prima de criação. Fruto de sua pesquisa de mestrado no Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade de Brasília (UnB), desenvolvida na linha de pesquisa Deslocamentos e Espacialidades sob orientação do artista e professor Geraldo Orthof e financiada pela CAPES, a obra investiga as linhas de acesso ao passado a partir do gesto de escavar, colar e remontar o tempo. A obra conta com a orelha assinada por Thainá Carvalho, poeta, colagista e editora da Revista Desvario, e quarta capa da pesquisadora e também poeta Erica Martinelli. A obra disponível no site da editora orlando. O evento de lançamento está marcado para acontecer dia 22 de outubro, às 19h, no Glória Cafés Especiais e Livros, em Brasília (DF). Dedicado a Maria e a Rosalina — avós paterna e materna da autora, falecidas antes que ela pudesse conviver com elas —, o livro se constrói como uma busca sensível por essa história incompleta. Em um país onde a preservação de memórias de famílias negras e racializadas é historicamente vulnerabilizada pelo apagamento e o silêncio, a imaginação surge não como fuga, mas como um compromisso ético e poético de sobrevivência. Letícia sempre buscou saber como eram suas avós, do que gostavam e como agiam. Por causa dessa curiosidade afetuosa, coletou tudo que ouviu sendo dito sobre elas. “Desde a infância tento me aproximar de quem elas foram, uma vez que não tive a chance de conviver com nenhuma das duas. Dessa forma, a invenção é uma forma de inscrever nossa história no mundo. Minhas avós são minha alegria mais difícil. É a partir dessa lacuna que construo quem sou e quem desejo ser, tentando fazer reverberar as vozes já caladas de duas mulheres negras que fundaram o meu mundo". Diante disso, Erica Martinelli ressalta a complexidade desse confronto com o passado ao dizer que o desafio é justamente o de não congelar, como a mulher de Ló, na difícil tarefa de dar vida ao passado. “A saída está na força motriz das palavras e das imagens. Diante do tempo da catástrofe e da força criadora, o leitor presencia a construção delicada e sutil de um sujeito que se forja no olho do Furacão Tornado, de onde jorram os fragmentos de uma história inventada, sonhada e vivida." A escrita operou como uma coleta arqueológica e afetiva, guiada pela insistência em enxergar por frestas, na feitura do livro. Segundo ela, enquanto artista pode perceber a insistência em ver pela fresta, em tentar avistar o que não está dado, o que precisa ser escavado. Assim, passou a compreender a coleta (de imagens e de palavras) como um procedimento dentro do seu trabalho. A atmosfera do projeto ganhou contornos definitivos quando a autora adquiriu, em compras pela internet em meio à pandemia, uma série anônima de fotografias em papel fotográfico (Agfa-Brovira) que retratavam um fenômeno meteorológico sobre o mar — uma tromba d’água/tornado aquático entre ilhas e praias. A partir dessas imagens apropriadas, somadas a intervenções sobre negativos, colagens analógicas e relatos fragmentados recolhidos de seus pais, a artista elaborou um livro em que a imagem e a palavra se articulam em montagem. Na orelha da publicação, Thainá Carvalho sintetiza a dimensão visual dessa experiência ao dizer que a poeta invoca um tempo não-linear e táctil para costurar a trama de poemas que compõem as páginas do livro com essas avós e essas moradas. “Este livro é uma investigação da imagem, é olhar para trás buscando o som que se avizinha amanhã." Cada palavra, cada imagem registrada e a forma como ambas se apresentam na página foram pensadas em um processo de busca, pesquisa, indagação, coleta e, depois, montagem. “Seja como for, o livro passou a ser um lugar inaugural, ali, em meio às páginas, uma história se abre. O livro é parte da contação dessa história, portanto, montagem. O livro também é um modo de ver", conclui. Palavra, imagem e arquivo: a trajetória de Letícia Miranda Nascida no Distrito Federal em 1996 e moradora do Itapoã (DF), Letícia Miranda transita continuamente entre a literatura, as artes visuais e a docência. Graduada em Letras Português pela UnB com especialização em Fotografia, é mestra e atualmente doutoranda em Artes Visuais pela UnB, onde continua a desdobrar em sua tese a experimentação da prosa e a pesquisa em torno das figuras ancestrais. Sua estreia literária ocorreu com "A suspensão de Tomie Ohtake" (Litteralux, 2022), obra concebida a partir de estudos sobre a artista plástica nipo-brasileira iniciados em oficina com o poeta Carlito Azevedo. Em "Furacão Tornado", a autora aprofunda o diálogo intertextual da música com pensadores e criadores fundamentais de sua formação. Nomes como Walter Benjamin e seu conceito de escavação da memória, Georges Didi-Huberman, Noemi Jaffe, Audre Lorde, James Baldwin, Francis Alÿs, Ana Martins Marques, Adélia Prado, Danielle Magalhães, Simone Homem de Mello, Jards Macalé, Cícero e Milton Nascimento são destacados pela autora. Letícia conta que “A suspensão de Tomie Ohtake” nasceu quase ao mesmo tempo que “Furacão Tornado” (2026). “Ambos os livros perseguem a morte. De um lado, o fascínio por uma artista centenária, do outro, o desejo de ver além do que foi abandonado. Porém, o primeiro livro carrega a ingenuidade de uma estreia. O segundo, está fincado no desejo”. No circuito das artes visuais, Letícia desenvolve consistente trajetória com obras presentes no acervo do Palácio do Planalto e participação em mostras coletivas e individuais em espaços de relevância institucional, a exemplo do Centro Cultural São Paulo (CCSP), Museu Nacional da República e Casa Niemeyer. É ainda co-fundadora do Clube de Colagem de Brasília e integrante do Coletivo Zarafas e do Grupo Antiquário. Com trajetória pedagógica que inclui atuações na Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF), no Cebraspe e atualmente como professora de Língua Portuguesa na Canadian Global School, Letícia Miranda concebe o livro como um espaço de montagem e partilha coletiva: "Escrevo para guardar o que foi ignorado, o que tentaram apagar. Os itens descartados se apresentam como janelas, são pequenos espaços por onde se pode ver, mesmo que de forma embaçada. O livro é um lugar inaugural, onde uma história se abre", conclui. Para ver é preciso tocaro céu aberto diante de nósbem de levecom a ponta dos dedostatear em busca de algoorgânico que povoe os diase aos poucos agarrar as fibrassoltar os filetes de nada que viram matériaPara ver é preciso submergir as mãos no mundopisar com a sombraa aridez do céu Página 31, Furacão Tornado Livro: Furacão Tornado Autora: Letícia Miranda Editora: editora orlando, 2026 ISBN: 978-65-82945-08-3 Páginas: 142 Gênero: Poesia brasileira / Artes visuais / Ensaio visual Adquira “Furacão tornado”: https://editoraorlando.com.br/produto/furacao-tornado/
- Bodytech Asa Sul prolonga comemorações do Dia das Crianças com tarde de diversão nesta sexta (16)
As comemorações do Dia das Crianças continuam na Bodytech Asa Sul. Nesta sexta-feira (16), das 14h às 17h, a unidade recebe alunos e convidados para uma programação especial que combina diversão, movimento e atividades recreativas dentro e fora da piscina. Entre as atrações estão recreação aquática, jogos, brincadeiras tradicionais e brinquedos infláveis. A proposta é proporcionar momentos de lazer e integração, incentivando as crianças a brincar, compartilhar experiências e aproveitar uma tarde diferente, longe das telas. Todas as atividades serão conduzidas pela equipe de professores da Bodytech Asa Sul, que acompanhará os participantes ao longo da programação. Serviço – Semana da Criança | Bodytech Asa Sul Data: sexta-feira, 16 de outubro de 2026Horário: das 14h às 17hLocal: Bodytech Asa Sul – EQS 110/111, Brasília (DF)
- Cada passo conta: corrida inclusiva convida Brasília a participar de uma causa social
Não é preciso ser atleta profissional, ter experiência em corridas ou buscar um recorde pessoal para participar de um evento esportivo. Caminhar, correr no próprio ritmo ou compartilhar uma experiência com familiares e amigos também são formas de se movimentar e fazer parte de uma causa. É com esse convite que Brasília recebe, no dia 29 de novembro, na Praça do Buriti, a Inclusão a Toda Prova – DF 2026, corrida e caminhada organizada pelo Instituto Olga Kos DF, com patrocínio master da Shell Brasil. A proposta é mostrar que a corrida de rua também pode ser um espaço de participação para quem está começando a praticar atividade física ou deseja viver uma experiência diferente. O evento reúne corredores experientes, atletas amadores, famílias e pessoas com e sem deficiência em uma mobilização que vai além da linha de chegada: promover a inclusão, a convivência e o respeito às diferenças. Além de contribuir para a saúde física e mental, a prática regular de atividades como caminhada e corrida pode melhorar o condicionamento cardiovascular, ajudar no controle do peso e proporcionar bem-estar. Quando realizada em grupo, também favorece a socialização e a criação de vínculos. Na Inclusão a Toda Prova, esses benefícios se somam à oportunidade de participar de um movimento coletivo pela igualdade de oportunidades. Com patrocínio master da Shell, esta será a segunda edição anual da prova em Brasília em 2026. Na edição realizada em março, cerca de 11 mil pessoas participaram da corrida, consolidando o evento como uma das maiores iniciativas esportivas voltadas à inclusão no país. A expectativa é ampliar esse número em novembro, atraindo também pessoas que nunca participaram de uma corrida de rua. Para o presidente do Instituto Olga Kos, Wolf Kos, a corrida representa muito mais do que um evento esportivo. "A corrida de rua é um espaço democrático, onde pessoas com e sem deficiência dividem o mesmo percurso, lado a lado. Essa convivência ajuda a quebrar preconceitos e mostra que a inclusão acontece quando todos compartilham os mesmos espaços e oportunidades", destaca. Realizada às vésperas do Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, celebrado em 3 de dezembro, a Inclusão a Toda Prova também amplia a visibilidade do trabalho desenvolvido pelo Instituto Olga Kos DF ao longo de todo o ano. A instituição mantém projetos permanentes nas áreas de esporte, cultura e pesquisa, atendendo crianças, jovens, adultos e idosos com deficiência e em situação de vulnerabilidade social. Para quem deseja começar a se movimentar, participar de uma caminhada ou corrida pode representar o primeiro passo na construção de hábitos mais saudáveis. A orientação é respeitar os próprios limites, escolher uma modalidade compatível com o condicionamento físico e buscar orientação profissional quando necessário. Mais do que a velocidade ou o tempo de conclusão, o convite é para que cada participante encontre sua própria maneira de fazer parte da causa. As inscrições para a Inclusão a Toda Prova – DF 2026 já estão abertas. Pessoas com deficiência têm direito a 50% de desconto, mediante envio da documentação comprobatória para corrida@olgadf.org.br. Após a validação dos documentos, é encaminhado um cupom para conclusão da inscrição. Os demais participantes podem garantir sua vaga pelo site oficial da prova. Sobre o Instituto Olga Kos DF É uma instituição sem fins lucrativos e referência na inclusão de pessoas com deficiência e em situação de vulnerabilidade social, que está norteando a elaboração de políticas públicas e ampliando práticas inclusivas através de projetos nas áreas de esporte, artes e de pesquisas. O objetivo é levar adiante o propósito de tornar o país mais inclusivo por meio de oportunidades que quebram barreiras sociais. Os projetos desenvolvidos são aprovados em leis de incentivo fiscal e atendem crianças, jovens, adultos e idosos. Sobre a Shell Brasil Desde 1913 no país, a Shell Brasil é uma companhia de energia integrada, com participação nos setores de Petróleo e Gás, Soluções Baseadas na Natureza, Pesquisa & Desenvolvimento e Trading, por meio da comercializadora Shell Energy Brasil. A companhia está presente ainda no segmento de Biocombustíveis por meio da joint-venture Raízen, que no Brasil também gerencia a distribuição de combustíveis da marca Shell. A Shell Brasil trabalha para atender à crescente demanda por energia de forma econômica, ambiental e socialmente responsável, avaliando tendências e cenários para responder ao desafio do futuro da energia. Serviço Inclusão a Toda Prova – DF 2026 Data: 29 de novembro de 2026 (domingo) Horário: A partir das 7h Local: Praça do Buriti – Brasília (DF) Inscrições: https://site.ticketsports.com.br/Inscricao/categoria.aspx?__idEvento=86297
- ATA remonta “Futuro do Passado” com ocupação cênica no Museu Nacional
Na próxima terça-feira, 20, a Agrupação Teatral Amacaca (ATA) reestreia “Futuro do Passado”, espetáculo que promove uma ocupação cênica com performances e instalações em um dos principais equipamentos culturais de Brasília, o Museu Nacional da República. As sessões começam sempre às 20h. Os ingressos estão disponíveis a R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia) e podem ser adquiridos pela plataforma Sympla: https://bit.ly/ATAFuturoPassado26. A montagem, que estreou em 2023 no mesmo local, estabelece diálogo com a centenária Semana de Arte Moderna de 22, que aconteceu em fevereiro de 1922, e faz uma provocação crítica a respeito do nascimento e ascensão do modernismo brasileiro, movimento que começou no campo da arte e se expandiu para vários outros setores. “Futuro do Passado” é uma obra coletiva, criada por todo o elenco, com coordenação geral de Márcia Duarte e direção cênica de Abaetê Queiroz, ambos integrantes do grupo. Foi concebida em homenagem a Hugo Rodas, premiado diretor e professor teatral uruguaio, radicado em Brasília desde a década de 1970. Hugo conduziu os trabalhos da ATA desde sua fundação, em 2011, até seu falecimento, em 2022. A temporada atual da montagem é realizada com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF), da Secretaria de Cultura e Economia Criativa. A peça conduz o público por diversos espaços do Museu Nacional, em uma experiência cênica que une teatro, dança, música e artes visuais. A proposta é voltar para 1922 com o olhar de 2026. “Pensar, celebrar e criar inspirados nesse marco é tarefa incontornável. A relevância do tema é incontestável nesse momento em que a negação de conhecimentos consolidados, de conquistas culturais, sociais e políticas se infiltra no tecido social, na tentativa de restaurar hegemonias de pensamento há tempos contestadas”, afirma Márcia Duarte. Para o diretor cênico, o desafio do trabalho tem várias frentes. “Ocupar um lugar tão simbólico, tombado como patrimônio cultural, com cenas, música, performances, instalações, e ainda guiar o público pelo trajeto espacial e dramatúrgico que concebemos é uma responsabilidade imensa. Estamos compartilhando não somente palavras, efeitos visuais ou entretenimento. O que estamos fazendo, acima de tudo, é dividir com o público nossos questionamentos sobre o Brasil que temos e os sonhos de país que queremos”, acentua Abaetê Queiroz. Além de Abaetê e Márcia, estão no elenco Camila Guerra, Dani Neri, Diana Porangas, Flávio Café, Iano Fazio, Juliana Drummond, Pedro Tupã e Victor Abrão. A coordenação técnica é de Rodrigo Lélis e Jefferson Landim. O figurino é criado por Juliana e Diana, com colaboração de Marcus Barozzi. As projeções são de Thiago Sabino, e a produção é de Marina Olivier, responsável pela Divina Produções. Acessibilidade - A sessão do dia 20/10, terça-feira, terá interpretação em Linguagem Brasileira de Sinais (LIBRAS). Já a sessão de 23/10, sexta-feira, contará com guia para cegos e audiodescrição.SERVIÇOFuturo do PassadoDe 20 a 24 de outubro de 2026 (terça a sábado)Sempre às 20hMuseu Nacional da RepúblicaIngressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia) disponíveis em: https://bit.ly/ATAFuturoPassado26
- Do clássico ao artesanal: Galpão 17 conta com 39 torneiras com opções diversas de cervejas
O Galpão 17 se consolida como um dos principais pontos de encontro para os apreciadores de boa gastronomia e cultura cervejeira na capital. O grande diferencial da casa está no seu impressionante paredão com 39 torneiras de chope sempre ativas, oferecendo uma experiência sensorial plural que atende desde os degustadores mais exigentes até quem está dando os primeiros passos no universo das cervejas artesanais. A variedade de estilos engloba desde as escolhas mais leves e refrescantes, como as tradicionais Pilsen e Lager, até a complexidade marcante da Stout, com suas notas de café e cacau. Para quem prefere sabores mais frutados e frisantes, a casa se destaca com a refrescância da Weiss e o perfil ácido e surpreendente da Sour, além do queridinho chope de vinho, que faz sucesso entre o público que busca algo diferenciado. Os apaixonados por lúpulo encontram no Galpão 17 um verdadeiro paraíso. A seleção conta com a amargura equilibrada da clássica IPA, o impacto sensorial e o maior teor alcoólico da Double IPA, e a textura aveludada e aroma intenso de frutas tropicais da NEIPA (New England IPA). Cada estilo é servido na temperatura ideal para valorizar seus aromas e nuances de sabor. "A nossa proposta no Galpão 17 é ser um ambiente verdadeiramente democrático. Queremos que o apaixonado por IPA encontre a sua cerveja favorita no mesmo lugar em que quem prefere um bom vinho ou precisa de uma opção sem glúten se sinta totalmente acolhido. Ter 39 torneiras engatadas nos permite girar rótulos, apresentar novidades constantes e oferecer uma jornada completa de sabores para a nossa comunidade", destaca Rebeca Catarina, à frente da casa. Pensando em atender a todas as preferências e restrições alimentares, o cardápio conta com opções de chope sem álcool e cervejas sem glúten, garantindo que ninguém fique de fora da experiência de brindar com os amigos. Além das cervejas artesanais, a casa traz ainda uma seleção cuidadosa de cervejas premium. Para além da cultura cervejeira, o espaço conta com um bar completo para agradar a todos os paladares. O menu de bebidas inclui uma carta refinada de vinhos, espumantes selecionados, destilados variados para drinques clássicos e autorais, além de diversas opções de bebidas não alcoólicas, como sucos, refrigerantes e mocktails. Serviço Galpão 17 Local: Galpão 17 - SMAS Área Especial G Conjunto A Lotes 16 e 17, Brasília - DF, 71215-300 Dias de funcionamento: De segunda- feira a sábado Horário: A partir das 11 horas Rede social: @galpao17df
- Sync Ticket: a nova bilheteria da Sync Pay para produtores de eventos
Criada pela fintech SyncPay, de Brasília, a Sync Tickets aposta em tecnologia para inovar o mercado de eventos, com saque instantâneo, ferramentas de gestão de tráfego, recuperação de vendas com inteligência artificial e soluções para apoiar produtores de eventos de wellness, saúde e negócios. Uma nova proposta para o mercado de eventos A Sync Tickets, bilheteria digital criada pela fintech SyncPay, de Brasília, chega ao mercado com a proposta de transformar a forma como produtores de eventos vendem ingressos, recebem seus pagamentos e administram suas operações. Fundada em 2024, a SyncPay construiu sua atuação no mercado de pagamentos digitais e agora leva essa experiência para o setor de eventos, com uma plataforma que busca ir além da venda de ingressos. A ideia é oferecer tecnologia e ferramentas que ajudem os produtores em diferentes etapas da operação, desde a divulgação até a gestão financeira. A empresa inicia sua atuação com foco em eventos de wellness e saúde, como corridas de rua e experiências de bem-estar, além de eventos empresariais, conferências e encontros de negócios. Tecnologia para ajudar o produtor a crescer A proposta da Sync Tickets é colocar o produtor no centro da operação. Por trás da bilheteria está a infraestrutura de pagamentos da SyncPay, que permite oferecer saque instantâneo, conforme as condições da operação, repasse automático e possibilidade de antecipação de recebíveis. Além de facilitar o acesso ao dinheiro das vendas, a plataforma pretende ampliar o suporte aos organizadores com ferramentas para gestão de tráfego, acompanhamento de vendas e recuperação de compras não concluídas por meio de inteligência artificial. Os produtores podem criar eventos, configurar lotes e publicar páginas de venda sem mensalidade ou custo de publicação. Para os compradores, o checkout oferece opções como Pix, cartão de crédito parcelado, Apple Pay e Google Pay. A intenção é reunir em uma única plataforma recursos que normalmente exigem diferentes fornecedores, simplificando a rotina dos organizadores e dando mais controle sobre a operação. A aposta em inovação no setor A SyncPay acredita que o mercado de eventos tem espaço para evoluir com o uso de tecnologia, principalmente na gestão financeira, na divulgação e na conversão de vendas. Com a Sync Tickets, a empresa pretende investir no desenvolvimento de soluções que ajudem os produtores a reduzir tarefas operacionais, aproveitar melhor seus investimentos em divulgação e acompanhar os resultados de cada evento. A inteligência artificial também faz parte dessa estratégia, com aplicações voltadas à automação de processos e à recuperação de vendas. O objetivo é construir uma plataforma que acompanhe o crescimento dos produtores e ofereça ferramentas cada vez mais completas para a realização de eventos. Mais do que disponibilizar uma bilheteria digital, a Sync Tickets quer se posicionar como uma parceira tecnológica dos organizadores, conectando pagamentos, vendas e gestão em uma mesma estrutura. “Criamos a Sync Tickets porque acreditamos que o mercado de eventos pode evoluir muito com tecnologia. Queremos ajudar o produtor em toda a operação, desde o acesso rápido ao dinheiro das vendas até a gestão de tráfego, a recuperação de vendas com inteligência artificial e as ferramentas necessárias para crescer. Nossa ideia não é apenas vender ingressos, mas construir uma estrutura que realmente ajude quem está por trás de cada evento” explica Gustavo Braga, fundador da SyncPay. Sobre a SyncPay A SyncPay é uma fintech brasileira fundada em 2024, com sede em Brasília, especializada em infraestrutura de pagamentos digitais. Oferece soluções como Pix, cartão, APIs, links de pagamento, checkout e cobranças recorrentes. A Sync Tickets é sua vertical dedicada à bilheteria digital, com foco em eventos de wellness, saúde e negócios. Instagram @sync.pay www.syncpayments.com.br
- De 15 a 21 de outubro, Cine Brasília recebe maratona de "Jogos Vorazes" com cinco filmes da franquia
Nesta semana o Cine Brasília vira campo de batalhas fervorosas com o retorno do mundo distópico de Panem às telas de cinema. Entre os dias 15 e 21 de outubro, a Sala Vladimir Carvalho recebe uma verdadeira maratona de relançamentos da saga Jogos Vorazes, com os cinco longas já lançados da franquia: Jogos Vorazes, Jogos Vorazes: Em Chamas, Jogos Vorazes: A Esperança - Parte 1, Jogos Vorazes: A Esperança - O Final e o prelúdio Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes. As sessões integram a ação nacional de relançamento dos longas promovido pela Paris Filmes a partir desta quinta-feira, 15. Inspirada na série de livros de Suzanne Collins, a primeira produção da franquia chegou aos cinemas em 2012 apresentando Panem, nação comandada por um regime autoritário que obriga seus distritos a enviarem anualmente jovens para disputar uma competição televisionada até a morte. É nesse cenário que Katniss Everdeen, interpretada pela talentosa Jennifer Lawrence, se voluntaria para ocupar o lugar da irmã e inicia uma trajetória que, ao longo dos filmes seguintes, transforma a jovem sobrevivente em símbolo de uma rebelião contra a Capital. O primeiro longa abriu caminho para uma das principais franquias cinematográficas da década de 2010. Ao lado de Jennifer Lawrence, a saga reuniu nomes como Josh Hutcherson, Liam Hemsworth, Woody Harrelson, Elizabeth Banks, Donald Sutherland, Stanley Tucci, Philip Seymour Hoffman, Jena Malone e Sam Claflin. Mais tarde, em 2023, o universo retornou ao passado em A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes, protagonizado por Tom Blyth e Rachel Zegler, que acompanha Coriolanus Snow muito antes de se tornar o presidente de Panem. No Cine Brasília, a seleção vai seguir as diferentes etapas desse universo. Jogos Vorazes, lançado em 2012, ganha sessões na sexta, 16, às 21h, e na quarta, 21, às 14h. Na sequência, Em Chamas, de 2013, tem exibições quinta, às 14h, e retorna no sábado, 17, às 20h. A Esperança - Parte 1, de 2014, entra em cartaz também na quinta, às 21h10, enquanto A Esperança - O Final, de 2015, na quarta, 21, às 21h15. Já o prelúdio A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes, lançado em 2023, será exibido na sexta, às 15h30. ESTREIA Também chegando à programação está a animação espanhola As Aventuras de Tadeo e a Lâmpada Mágica, novo capítulo da franquia comandada por Enrique Gato. Desta vez, Tadeo, Sara e os amigos Múmia, Jeff e Belzoni se envolvem em mais uma aventura depois que o protagonista acidentalmente desencadeia um antigo feitiço. SELEÇÃO DE CURTAS Já a produção selecionada na Chamada Pública de Curtas do Cine Brasília para acompanhar as sessões infantojuvenis da semana é Carrinho de Rolimã: Uma Aventura em Alta Velocidade, dirigido por Rafael Nzinga. Produzido no Pará, o filme acompanha Dandará e Ayara durante uma competição de carrinhos de rolimã na periferia de Belém. Para participar, as duas precisam construir o veículo mais veloz e enfrentar os desafios que aparecem pelo caminho. Os curtas exibidos no Cine Brasília são selecionados na Chamada Pública de Curtas do Cine Brasília, uma iniciativa que busca ampliar a diversidade da programação e fortalecer o cinema nacional. A previsão da atual gestão é que 150 curtas de todo o Brasil sejam exibidos antes das sessões de longas-metragens em cartaz. Os filmes escolhidos recebem um cachê de R$1.00 para obras finalizadas a partir de 2025, e R$800 para as finalizadas até dezembro de 2024. As inscrições podem ser feitas até 1º de abril de 2027 pelo site cinebrasilia.com/chamadas-publicas, onde também está disponível o edital completo. EM CARTAZ O título da semana anterior que permanece na grade é Gatos no Museu 2: Tesouros do Egito, de Vasiliy Rovenskiy. Dando continuidade à saga, desta vez, o gato Maurice encontra um mapa que indica o caminho até o lendário Gênio do Egito e dá início a uma aventura pelas pirâmides. A missão se complica quando o grupo descobre que o Gênio concede apenas um desejo a cada mil anos e ninguém está disposto a abrir mão do seu. FESTIVAL DE HISTÓRIAS COREANAS 2026 Entre os dias 15 e 21 de outubro, o Cine Brasília recebe o Festival de Histórias Coreanas: Mostra de Cinema 2026, promovido pela Embaixada da República da Coreia. Integrada ao KOFF, a programação reúne longas e curtas-metragens sul-coreanos que apresentam diferentes perspectivas sobre a vida e a sociedade contemporânea do país. Todas as sessões no Cine têm entrada gratuita e legendas em português. A programação começa na quinta, 15, às 17h, com os curtas Rito de Passagem, O Sonho de Peter Pan e Gari Vegas, seguidos, às 19h, do longa A Garota do Beisebol. Na sexta, 16, às 18h30, será exibido Um Menino e Sungreen; no sábado, 17, entram em cartaz os curtas Férias de Verão, Pater e Bo-kyung, 4º ano, às 15h, além de A Praça, às 17h10. No domingo, 18, o público poderá assistir, às 14h, aos curtas Incoerência, Joo-hee, Estado Febril e Abismo, e aos longas Vidas Isoladas, às 17h, e Fobia Social, às 19h. A programação continua na terça, 20, com Após a Minha Morte, às 17h, e O Apartamento das Duas Mulheres, às 19h15, e termina na quarta, 21, com os curtas O Primeiro Verão, 2001 Imagine e Sr. Smith Vai ao Brasil, às 17h, seguidos de Noite Sombria, às 19h. Mais informações sobre o festival estão disponíveis em: koffko.com.br/pt/programacao. EM BREVE Na próxima semana, a programação contará com a chegada de Hope: O Primeiro Impacto, Homem-Aranha: Um Novo Dia e do relançamento de Ran. E, em breve, o Cine Brasília recebe também Resident Evil, Verity, Ao Sabor das Cinzas, Naza e Rosebush Pruning. Aguarde para conferir esses e outros títulos na nossa programação. INGRESSOS E ACESSIBILIDADE Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do cinema, de terça a quinta-feira, das 13h às 22h, sexta, das 9h às 22h, e sábado e domingo, das 10h às 22h, ou no nosso SITE OFICIAL. Às segundas, o Cine Brasília fecha para manutenção de rotina. As sessões regulares, bem como a Sessão Clássicos, Monumental e Circuitão custam R$20 (inteira) e R$10 (meia). Às terças os valores são R10eR5. A programação do Festival de Histórias Coreanas é gratuita. O filme As Aventuras de Tadeo e a Lâmpada Mágica possui recursos de acessibilidade de Libras, audiodescrição e legendas através do aplicativo Greta. PROGRAMA DE FIDELIDADE O Cine Brasília segue com o Programa de Fidelidade - CINELOVER que recompensa espectadores frequentes. A cada sessão assistida, os participantes acumulam carimbos no cartão fidelidade, que podem ser trocados por prêmios como entradas gratuitas, ímãs, canetas, baldes de pipoca e bonés exclusivos. O programa é válido para sessões regulares da grade, bem como para a Sessão Família onde cada ingresso dá direito a dois carimbos no cartão fidelidade. Mais informações em cinebrasilia.com/fidelidade. SERVIÇO - CINE BRASÍLIAEndereço: Asa Sul Entrequadra Sul 106/107 – Brasília, DF, 70345-400.Informações pelo WhatsApp: 61 99687-8661 (seg a sex - das 14h às 18h) - wa.me/5561996878661 ou contato@cinebrasilia.com Ingressos à venda na bilheteria ou pelo link: ingresso.com/cinema/cine-brasilia Mais informações: cinebrasilia.com ou @cinebrasiliaoficial PROGRAMAÇÃO DE 15 a 21 DE OUTUBRO DE 2026 QUINTA-FEIRA, 15/1014h00 – Jogos Vorazes: Em Chamas (legendado)17h00 – Festival de Cinema Coreano - Rito de Passagem + O Sonho de Peter Pan + Gari Vegas (legendados)19h00 – Festival de Cinema Coreano - A Garota do Beisebol (legendado)21h10 – Jogos Vorazes: A Esperança - Parte 1 (legendado) SEXTA-FEIRA, 16/1010h00 – Carrinho de Rolimã: Uma Aventura em Alta Velocidade (curta-metragem • nacional) + Gatos no Museu 2: Tesouros do Egito (dublado)15h30 – Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes (legendado)18h30 – Festival de Cinema Coreano - Um Menino e Sungreen (legendado)21h00 – Jogos Vorazes (legendado) SÁBADO, 17/1011h00 – Carrinho de Rolimã: Uma Aventura em Alta Velocidade (curta-metragem • nacional) + As Aventuras de Tadeo e a Lâmpada Mágica (dublado)15h00 – Festival de Cinema Coreano - Férias de Verão + Pater + Bo-kyung, 4º ano (legendados)17h10 – Festival de Cinema Coreano - A Praça (legendado)20h00 — Jogos Vorazes: Em Chamas (legendado) DOMINGO, 18/1011h00 – Carrinho de Rolimã – Uma Aventura em Alta Velocidade (curta-metragem • nacional) + Gatos no Museu 2: Tesouros do Egito (dublado)14h00 – Festival de Cinema Coreano - Incoerência + Joo-hee + Estado Febril + Abismo (legendados)17h00 – Festival de Cinema Coreano - Vidas Isoladas (legendado)19h00 — Festival de Cinema Coreano – Fobia Social (legendado) SEGUNDA-FEIRA, 19/10Cinema fechado para manutenção TERÇA-FEIRA, 20/1014h00 – Carrinho de Rolimã: Uma Aventura em Alta Velocidade (curta-metragem • nacional) + As Aventuras de Tadeo e a Lâmpada Mágica (dublado)17h00 – Festival de Cinema Coreano - Após a Minha Morte (legendado)19h15 – Festival de Cinema Coreano - O Apartamento das Duas Mulheres (legendado) QUARTA-FEIRA, 21/1014h00 – Jogos Vorazes (legendado)17h00 — Festival de Cinema Coreano – O Primeiro Verão + 2001 Imagine + Sr. Smith Vai ao Brasil (legendados)19h00 – Festival de Cinema Coreano – Noite Sombria (legendado)21h15 – Jogos Vorazes: A Esperança - O Final (legendado)
- "Meu 1º amor!": juntos há 14 anos, casal transforma experiências no meio liberal em conteúdo 18+
Dizem que o primeiro amor a gente nunca esquece. Dhi e Dom mostram que ele também pode durar, se transformar e ganhar novas histórias ao longo do tempo. Juntos há 14 anos, eles encontraram no diálogo e na liberdade para explorar a sexualidade uma maneira de fortalecer a relação. Hoje, além de viverem experiências no meio liberal, compartilham parte dessa rotina com assinantes do Hotvips, plataforma de monetização de conteúdo adulto. A entrada nesse universo aconteceu em um período delicado, quando o ciúme possessivo havia levado o casal a uma crise. Foi a partir desse momento que Dhi e Dom começaram a repensar a maneira como se relacionavam e a abrir espaço para conversar sobre desejos e fantasias que antes não faziam parte do diálogo entre os dois. A aproximação com o meio liberal veio como uma possibilidade de explorar essas questões juntos, construindo novos acordos e aprendendo a lidar com os próprios sentimentos. Ao longo desse processo, descobriram outras formas de fortalecer a confiança e a cumplicidade. “Após entrarmos no meio liberal, entendemos que diálogo, cumplicidade e, acima de tudo, verdade sem julgamento são a base do relacionamento”, conta Dhi. Descobertas que transformaram a relação As primeiras experiências no meio liberal, como ménage e troca de casais, ajudaram os dois a descobrir suas preferências. Nesse processo, Dom se identificou com o universo cuckold, enquanto Dhi passou a se reconhecer como hotwife, dinâmica em que o homem sente prazer ao ver a parceira se relacionando sexualmente com outro homem, dentro dos acordos do casal. Apesar dessas identificações, os dois preferem não se prender a rótulos. Para eles, cada experiência pode trazer novas descobertas. A possibilidade de conversar abertamente sobre sexo, fantasias e fetiches tornou a convivência mais leve e ampliou a visão de mundo de ambos. A cumplicidade também aparece na escolha de parceiros para os conteúdos de Dhi, que ela vende na plataforma Hotvips.. Dom participa desse processo, e ela afirma confiar nas escolhas dele. “A maioria é ele quem escolhe, e eu amo isso. Ele sempre acerta. Às vezes, ele me avisa que marcou ou me mostra para saber se gostei, mas confio muito no gosto dele”, relata. Outros encontros acontecem espontaneamente, sem planejamento prévio. Da intimidade à produção de conteúdo A ideia de monetizar as experiências surgiu por sugestão de amigos que já trabalhavam com conteúdo adulto. Depois de cerca de um ano refletindo sobre a decisão, Dhi e Dom resolveram compartilhar publicamente parte do estilo de vida que já levavam, sem criar personagens ou encenar situações. Um dos principais desafios foi lidar com a exposição. Como ambos têm tatuagens grandes e marcantes, sabiam que poderiam ser reconhecidos. Antes de começar, conversaram com as três filhas e os demais familiares para que ninguém fosse surpreendido pela divulgação. Segundo Dhi, todos foram informados e respeitaram a escolha do casal. Dhi destaca que o conteúdo retrata situações reais, vividas de acordo com os desejos do casal. Não há roteiros ou personagens: eles registram experiências que fazem parte do próprio estilo de vida e depois compartilham os momentos com o público. Conteúdo que financia novas experiências A renda obtida no Hotvips tem um destino especial: custear viagens e momentos de lazer. Assim, a produção de conteúdo se conecta diretamente à rotina que escolheram construir juntos, ajudando a financiar novas experiências e a aproveitar ainda mais a companhia um do outro. A atividade também aproximou o casal de seu público. Dhi conta que passou a ser reconhecida em lugares que frequenta, onde seguidores pedem fotos e demonstram admiração não apenas pelos vídeos, mas também pela liberdade com que os dois vivem e falam sobre a relação. O que permanece depois de 14 anos Apesar das descobertas e das mudanças ao longo do tempo, Dhi e Dom destacam que o amor, o carinho e a admiração continuam sendo a base da relação. Juntos desde o primeiro namoro, eles viram o relacionamento se transformar, conheceram novas possibilidades e construíram uma dinâmica própria, sem abrir mão da parceria que os acompanha há 14 anos. Para o casal, explorar a sexualidade não significa deixar o amor em segundo plano, mas encontrar novas formas de viver a dois, respeitando os desejos e os limites de cada um. Ao olhar para essa trajetória, Dhi destaca a importância de cuidar da relação e não deixar que a rotina afaste o casal. “Acima de tudo, priorizem vocês. Os filhos crescem, a família fica distante com a correria do dia a dia e, no fim, serão vocês dois. Se amem, conversem, deixem o dia mais leve e mantenham sempre o diálogo, sem julgar um ao outro. É importante entender e respeitar o limite de cada um”, aconselha. Depois de 14 anos, o primeiro amor continua presente, não como uma lembrança do início da história, mas como uma parceria que se renova a cada descoberta. Para Dhi e Dom, seguir juntos significa continuar escolhendo um ao outro, construindo novos capítulos sem perder de vista aquilo que os uniu. Sobre o Hotvips O Hotvips é uma plataforma brasileira de venda de conteúdo adulto voltada para criadores que desejam transformar conteúdo em renda com segurança, autonomia e suporte especializado. Em parceria estratégica com o Sexlog, maior rede de sexo e swing da América Latina, reúne creators de diferentes perfis que encontraram na produção de conteúdo uma forma de construir independência financeira.
- Por que tatuadores experientes continuam voltando para a sala de aula
Mesmo depois de anos de carreira, a atualização segue presente na rotina de profissionais da tatuagem em diferentes países. A Tattoo Convention Berlin, que chega à 34ª edição entre 18 e 20 de setembro de 2026 com mais de 300 artistas internacionais, incluiu na programação seminários específicos sobre tatuagem e higiene. Nos Estados Unidos, a Alliance of Professional Tattooists mantém cursos de atualização destinados inclusive a profissionais experientes. Felipe Luiz Petruy, tatuador, empresário e mentor especializado em realismo preto e cinza e retratismo, construiu a própria trajetória a partir dessa lógica. Desde que iniciou profissionalmente, em 2019, buscou mentorias, seminários e imersões com diferentes artistas para aprofundar conhecimentos em desenho realista, anatomia, sombras, contraste e texturas. Anos depois, passou a ocupar o outro lado dessa relação e começou a formar tatuadores interessados em aperfeiçoar a técnica. “Na tatuagem, o tempo de carreira não elimina a necessidade de estudar. Conforme a técnica evolui, o profissional começa a perceber detalhes que antes não enxergava e passa a buscar respostas para questões cada vez mais específicas. É um aprendizado que muda junto com o próprio trabalho”, afirma Petruy. A formação do tatuador não se limita, porém, à construção artística. A Alliance of Professional Tattooists, entidade dos Estados Unidos voltada à segurança e à educação no setor, oferece em 2026 uma modalidade de atualização específica para profissionais experientes, com conteúdos relacionados a patógenos transmitidos pelo sangue, esterilização, desinfecção e controle de infecções. No Brasil, a tatuagem também integra a lista de serviços considerados de interesse para a saúde pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Segundo a Anvisa, falhas nos procedimentos de segurança podem provocar danos ou agravos ao cidadão, o que amplia a responsabilidade de quem atua diretamente sobre a pele. “Existe uma parte artística muito evidente, mas tatuar não se resume ao desenho. O profissional trabalha diretamente sobre o corpo de outra pessoa. Técnica, segurança, conhecimento dos materiais e cuidados durante todo o procedimento precisam caminhar juntos”, explica Felipe. Da busca por conhecimento ao papel de mentor A formação de Petruy começou em 2019, com uma mentoria conduzida por José Manoel Vieira. Nos anos seguintes, o tatuador participou de cursos, seminários e imersões com profissionais como Chico Morbene, Charles Lavesso, Cristhofer Nieiro, Danylo Stefan e Raphael Fabrício. Os estudos envolveram desde desenho realista e anatomia facial até luz, sombras, contraste, texturas e diferentes formas de aplicação. Essa busca por especialização acompanhou também outras etapas da carreira. Felipe conquistou o segundo lugar na categoria Retrato da Tattoo World, em 2022, venceu a mesma categoria no Araucária Tattoo Festival, em 2024, e posteriormente passou a ser convidado para avaliar trabalhos de outros profissionais como jurado no PG Tattoo Fest e no Santos Tattoo Festival. Para ele, continuar procurando outros artistas mesmo depois de conquistar premiações e assumir o papel de avaliador não representa falta de domínio. “Às vezes, uma conversa com alguém que executa o mesmo estilo de outra maneira faz o tatuador perceber possibilidades que não encontraria sozinho. O objetivo não é copiar uma técnica, mas ampliar repertório e entender como resolver melhor determinadas situações”, diz. A mesma lógica aparece em eventos internacionais. Nos Estados Unidos, o Summit Invitational, programado para outubro de 2026, no Colorado, reserva dois dias exclusivamente para seminários profissionais antes da abertura da convenção. A programação é destinada tanto a artistas em desenvolvimento quanto a tatuadores mais experientes interessados em aprofundar técnicas por meio de demonstrações e atividades práticas. A mudança de aluno para mentor ocorreu para Petruy a partir de 2025, quando passou a receber profissionais interessados em aprofundar conhecimentos de realismo preto e cinza. Entre os primeiros trabalhos de formação estiveram mentorias voltadas a sombras, texturas e construção de peças realistas. “Quando você precisa explicar uma técnica, é obrigado a entender por que faz cada etapa. Aquilo que antes poderia ser quase automático precisa ser organizado para que outra pessoa compreenda. Ensinar acaba fazendo o próprio profissional revisar o que sabe”, afirma. A formação permanente também aparece entre as prioridades de entidades profissionais do setor. No relatório de atividades de 2025, a Alliance of Professional Tattooists destacou educação e desenvolvimento profissional entre suas frentes de atuação e informou avanços na atualização de currículos, avaliações de competências e formatos de treinamento. Para 2026, a organização prevê ampliar cursos, certificações e atividades de atualização. Para Felipe, passar a ensinar não encerrou a etapa de aprendizado que começou no início da carreira. “O tatuador pode construir uma identidade própria, receber reconhecimento e ter anos de trabalho, mas sempre haverá algo para observar, testar e aperfeiçoar. O conhecimento não diminui a personalidade artística. Ele dá mais recursos para que ela apareça”, conclui. Sobre Felipe Luiz Petruy Felipe Luiz Petruy é tatuador, empresário e mentor, especialista em realismo preto e cinza e retratismo. Atua profissionalmente desde 2019 e acumula especializações, premiações e participação em convenções do setor. Foi segundo colocado na categoria Retrato da Tattoo World, em 2022, e venceu a categoria Retrato do Araucária Tattoo Festival, em 2024. Também foi escolhido por votação popular como melhor tatuador de Araucária em duas oportunidades e convidado a atuar como jurado no PG Tattoo Fest e no Santos Tattoo Festival. Ao longo da carreira, realizou trabalhos para artistas como MC Drika, Salvador da Rima, MC Pedrinho e MC Vitão do Savoy e atualmente ministra mentorias voltadas ao aperfeiçoamento de outros tatuadores. Para mais informações, acesse o Instagram. Sobre o Studio Felipe Petruy Fundado em 2020, em Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba (PR), o Studio Felipe Petruy é especializado em tatuagens de realismo preto e cinza e retratismo. Com o crescimento da procura por atendimentos e mentorias, o espaço ampliou sua estrutura em 2023. Além de projetos personalizados, recebe profissionais interessados em aperfeiçoamento técnico nas áreas de realismo, sombras, texturas e retratos. Para mais informações, acesse o Instagram.












