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- Relacionamentos discretos ganham força entre jovens, que se aproximam da hipergamia
Uma nova tendência comportamental entre as mulheres da Geração Z ganhou destaque recentemente: a escolha consciente de não expor parceiros amorosos nas redes sociais. Apesar de já terem nascido conectadas, elas afirmam que preferem preservar a intimidade e não transformar seus relacionamentos em espetáculo online, indo totalmente na contramão do que é proposto hoje, em que cada vez mais as pessoas expõem suas vidas nas redes. Especialistas em comportamento explicam que essa prática não se trata apenas de “esconder um namorado” por vergonha, mas de redefinir o lugar dos relacionamentos no espaço digital. Para muitas, relacionamentos públicos demais implicam em pressão social, risco de julgamentos ou até medo de que exposições online interfiram na dinâmica privada da relação. Geração Z e a Hipergamia Dados comportamentais também mostram que jovens mulheres, entre 18 e 29 anos, têm valores e prioridades diferenciados quando se trata de relacionamentos. Uma pesquisa realizada pelo MeuPatrocínio , em parceria com o Instituto QualiBest, aponta que 30% delas, quando questionadas sobre interesse em novos tipos de relacionamento, revelaram que gostariam de experimentar a hipergamia. Caio Bittencourt, especialista em comportamento afetivo e relacionamentos do MeuPatrocínio, explica que “essa geração tem mais consciência e preocupação com a saúde mental e também com a responsabilidade emocional, optando por um modelo de relacionamento mais prático e descomplicado, como a hipergamia, ou estilo de vida Sugar, por ser uma escolha que valoriza a leveza”. A mesma pesquisa ressalta a importância que a Geração Z dá à gentileza nos relacionamentos afetivos: 44% das pessoas destacam que “ser gentil” é a principal característica buscada em um parceiro ou parceira. Movimento tenta preservar a saúde mental O movimento também funciona como uma estratégia de preservação da saúde mental, reduzindo a ansiedade social e evitando julgamentos indesejados. “Quando algo é postado na internet, principalmente voluntariamente, muitas pessoas inconvenientes acreditam que aquela informação está disponível para ser julgada e criticada”, observa a terapeuta de casais Renata Alex. Uma pesquisa de 2023 publicada no Online Journal of Communication and Media Technologies (OJCMT) associou a exposição frequente do relacionamento a níveis mais baixos de satisfação geral. Essa tendência de não expor publicamente o parceiro nas redes sociais vêm de uma geração que procura equilibrar autonomia pessoal, vínculo emocional e redefinição de padrões. Em vez de enxergar o relacionamento como um produto a ser exibido, muitas mulheres estão optando por vivê-lo de maneira mais privada e estratégica.
- Faltam poucos dias para nova regra da NR-1 sobre saúde mental entrar em vigor e empresas ainda não estão preparadas
Com a proximidade do prazo para a implementação das novas exigências da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), o advogado trabalhista André Theodoro alerta que muitas empresas brasileiras ainda não estão preparadas para cumprir as regras que passam a incluir riscos psicossociais no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO). A atualização da norma determina que fatores como excesso de trabalho, metas abusivas, pressão constante, assédio moral, falta de apoio da liderança e ambientes organizacionais prejudiciais passem a ser formalmente considerados riscos ocupacionais, assim como já ocorre com riscos físicos, químicos ou ergonômicos. A nova diretriz começou a ser implantada em caráter educativo em 2025, mas a fiscalização com possibilidade de autuações passa a valer a partir de 26 de maio de 2026, quando auditores do trabalho poderão cobrar das empresas a adoção efetiva de medidas preventivas. Segundo o advogado trabalhista André Theodoro, o prazo de adaptação está chegando ao fim e muitas organizações ainda não entenderam completamente o impacto da mudança. “A NR-1 sempre tratou da gestão de riscos no ambiente de trabalho, mas agora há um avanço importante: a saúde mental passa a ser tratada como um fator de risco ocupacional que precisa ser identificado, avaliado e prevenido pelas empresas”, explica. Na prática, as organizações terão que mapear e documentar situações que possam gerar adoecimento mental entre trabalhadores. Isso inclui problemas estruturais na organização do trabalho, como jornadas excessivas, pressão por produtividade, falta de comunicação interna e ambientes hostis. Para Theodoro, a mudança representa uma transformação na forma como as empresas lidam com a saúde do trabalhador. “Não se trata apenas de oferecer apoio psicológico ou campanhas internas. A norma exige que as empresas analisem a forma como o trabalho é organizado e adotem medidas concretas para reduzir fatores que possam causar estresse, ansiedade ou burnout”, afirma. Dados recentes mostram que a preocupação é crescente. O número de afastamentos por transtornos mentais no Brasil tem aumentado nos últimos anos, com milhares de trabalhadores afastados por ansiedade, depressão e síndrome de burnout. Nesse contexto, a nova NR-1 busca estimular uma abordagem preventiva. “A legislação caminha para responsabilizar empresas que ignoram ambientes de trabalho adoecedores. Se houver omissão na gestão desses riscos, isso pode gerar multas administrativas e até reflexos em ações trabalhistas”, alerta André Theodoro. O Ministério do Trabalho também anunciou a criação de uma comissão tripartite, formada por representantes do governo, trabalhadores e empresas, para acompanhar a implementação da norma e orientar o processo de adaptação. Para especialistas, o maior desafio será a mudança cultural dentro das organizações. “Durante muito tempo, a saúde mental foi tratada como um problema individual do trabalhador. A nova norma deixa claro que muitas vezes o problema está na forma como o trabalho é organizado”, conclui Theodoro. Com a fiscalização prevista para começar em 2026, empresas que ainda não iniciaram o processo de adaptação terão pouco tempo para revisar suas políticas internas e implementar medidas de prevenção.
- Brasília recebe mestres do samba do Rio em programação gratuita neste fim de semana
Brasília recebe, nos dias 14 e 15 de março de 2026, o projeto Caminhos do Samba - Educação, Salvaguarda e Futuro , iniciativa da Associação Traços de Comunicação e Cultura em parceria com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). A programação de Brasília será realizada no Samba da Guariba, em Ceilândia, e na ARUC, reunindo nomes históricos do samba do Rio de Janeiro e representantes da cena cultural do Distrito Federal. O projeto parte do reconhecimento do samba como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil e propõe ações de educação patrimonial por meio de rodas de conversa, oficinas formativas e apresentações artísticas. A iniciativa busca fortalecer a transmissão intergeracional de saberes, valorizar mestres e mestras da cultura popular e estimular o diálogo entre territórios. Entre os convidados estão referências do samba carioca como Marquinhos de Oswaldo Cruz, idealizador do Trem do Samba, além de Nilce Fran, Aldione Senna e Dhu Costa, lideranças ligadas à Associação de Passistas de Samba do Brasil (APASB). A programação também conta com a participação de representantes do poder público e agentes culturais do DF. Além da programação em Brasília, o projeto Caminhos do Samba - Educação, Salvaguarda e Futuro seguirá no dia 11 de abril para o Rio de Janeiro , promovendo um intercâmbio cultural que levará representantes da nova geração do samba do Distrito Federal para uma troca de experiências com mestres e comunidades do samba carioca. A proposta é fortalecer os vínculos entre os territórios e ampliar o diálogo entre diferentes gerações de sambistas. Programação Sábado (14/3) – Samba da Guariba | Ceilândia A partir das 9h, o dia será dedicado a debates sobre o corpo negro no samba, políticas públicas e transmissão de saberes, além de rodas de samba ao longo do dia. 9h às 10h - Roda de conversa Tema: A influência do corpo preto na tradição do samba no pé Mediação: Charli Rosa Convidados: Nilce Fran, Aldione Senna, Dhu Costa, Bia Alexia, Keila Silva (Capela Imperial), Alessandra Dantas (ex passista Asa Norte) 10h30 às 11h30 - Roda de conversa Tema: O fomento público como ferramenta de fortalecimento das comunidades das escolas de samba Mediação: Marcello Sabroso Convidados: Iphan, Jodette Amorim, Hélio Tremendani, Marquinho (Bola Preta) 11h30 às 13h - Roda de samba Samba da Passarinha INTERVALO 15h às 16h30 - RODA DE CONVERSA Tema: A importância da transmissão intergeracional de saberes do samba Mediação: Larissa Umaytá Convidados: Machine, Eudoxia Balbino , Jorge Ferreira, Marquinhos de Oswaldo Cruz, Nilce Fran, Aldione Senna, Dhu Costa, Ane Êoketu e Marcelo Café A partir de 17h - RODA DE SAMBA Samba da Guariba com participações especiais da Ane Êoketu, Marquinhos de Oswaldo Cruz e Marcelo Café Domingo (15/3) – ARUC | Cruzeiro Das 9h às 13h, a programação será voltada à formação, com três oficinas de samba no pé: ● 9h às 10h - Samba no Pé e Resistência Cênica, com Nilce Fran - Vice-presidente da Associação de passistas brasileiros - APASB - e vice-presidente da Portela ● 10h30 às 11h30 - Samba no Pé e Criação Artística, com Dhu Costa - presidente da Associação de passistas brasileiros - APASB e passista da Mangueira. ● 12h às 13h - Samba no Pé e a Linha do Tempo do Corpo, com Aldione Senna - Presidente de Honra da Associação de Passistas Brasileiros e e única mulher 2 vezes estandarte de ouro do Jornal o Globo como melhor passista. O encerramento, às 13h, contará com apresentação da bateria da ARUC, passistas e participação especial de Marquinhos de Oswaldo Cruz. Cultura, formação e impacto social Além das atividades presenciais, o projeto prevê a produção de uma edição especial da Revista Traços dedicada ao samba, reforçando o compromisso da instituição com a valorização da cultura popular e a geração de renda por meio de seus Porta-Vozes da Cultura. Serviço 14/3 (sábado) Samba da Guariba – Ceilândia Ingressos aqui 15/3 (domingo) ARUC – Cruzeiro Velho Ingressos aqui Atividades gratuitas
- ECA Digital muda regras das redes sociais com verificação de idade, fim da publicidade e mais controle parental
A entrada em vigor do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (ECA Digital), Lei nº 15.211/25, no mês de março, estabelece regras claras, deveres e punições específicas aplicáveis às plataformas digitais, ampliando ao espaço virtual os direitos assegurados pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). A nova legislação representa o primeiro marco legal brasileiro voltado exclusivamente à proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital. Segundo Maurício Cunha, presidente executivo do ChildFund, organização que há quase 60 anos atua na defesa dos direitos da infância no Brasil, a implementação da lei é resultado de anos de mobilização da sociedade civil diante dos riscos do uso não protegido das tecnologias. “Em um mapeamento feito pelo ChildFund com mais de 8 mil adolescentes de todo o país, foi possível identificar que mais da metade dos adolescentes brasileiros já sofreram algum tipo de violência sexual on-line. É um número muito alto, que revela um ambiente com baixa segurança e uma necessidade de maior letramento digital”, afirma. O contexto brasileiro acompanha um movimento global de maior regulação das plataformas digitais. Na Austrália, por exemplo, uma lei aprovada em 2025 proibiu o uso de redes sociais por menores de 16 anos, exigindo que as empresas implementem mecanismos efetivos de verificação etária para impedir o cadastro de crianças e adolescentes abaixo dessa idade. No Brasil, o debate sobre segurança digital também ocorre em meio ao aumento de crimes cibernéticos. Dados da Central Nacional de Denúncias de Crimes Cibernéticos, mantida pela SaferNet , indicam que as queixas de crimes on-line cresceram 28,4% em 2025 em comparação com 2024, totalizando mais de 87 mil novas denúncias. A maior parte dos registros está relacionada a imagens de abuso e exploração sexual infantil. Casos de misoginia, apologia a crimes, racismo e outras formas de violência também apresentaram crescimento significativo. Embora a legislação passe a valer neste mês, o debate sobre o uso responsável da internet é anterior e envolve pais, responsáveis, educadores e órgãos de proteção. Desde 2022, o ChildFund acompanha e contribui para o desenvolvimento do ECA Digital junto a instituições e parlamentares, com sugestões ao texto técnico e participação em reuniões com equipes legislativas. “O ChildFund também assinou, em 2024, uma nota da Coalizão Brasileira pelo Fim da Violência Contra Crianças defendendo a relevância do projeto e a urgência da aprovação. A organização também realizou campanhas, como o Maio Laranja, e pesquisas que contribuíram para sensibilizar a sociedade e os tomadores de decisão, processo que se intensificou após a denúncia do influenciador Felca, que evidenciou a vulnerabilidade de crianças e adolescentes”, complementa Águeda Barreto, especialista sênior de Advocacy do ChildFund Brasil. Sobre os principais avanços do ECA Digital, Águeda destaca que “a nova lei representa um marco na proteção digital ao reconhecer expressamente esse direito no ECA e estabelecer deveres mais claros para as plataformas, como transparência na moderação, canais acessíveis de denúncia e design seguro, além de proporcionar novas formas de mediação para famílias. Ao integrar as dimensões on-line e offline, fortalece a atuação do sistema de garantia de direitos e consolida uma cultura de proteção impulsionada pela pressão da sociedade”. Atuação na proteção digital O trabalho do ChildFund na prevenção à violência on-line inclui iniciativas de formação, advocacy e produção de conhecimento. Um dos destaques é o Safe Child – Escola de Proteção Digital , curso voltado à navegação segura na internet para crianças e adolescentes, que vem sendo implementado em parceria com o poder público e organizações da sociedade civil (OSCs). Outra estratégia recém-lançada é o website www.navegandoseguros.org.br , que disponibiliza diversos materiais informativos sobre a proteção on-line. Recentemente, a formação foi ampliada por meio de articulações com o Governo do Distrito Federal e com as prefeituras de Belo Horizonte (MG), Macapá (AP) e Vitória da Conquista (BA), além de uma parceria internacional com uma organização do Paraguai. As formações envolvem crianças, adolescentes, familiares, profissionais da educação e integrantes da rede de proteção, ampliando o alcance e o impacto das ações. A iniciativa ganha ainda mais relevância diante dos dados do estudo Mapeamento dos Fatores de Vulnerabilidade de Adolescentes na Internet , realizado pelo ChildFund com mais de 8 mil adolescentes em todo o país. O levantamento revela que 54% dos adolescentes já sofreram algum tipo de violência sexual on-line e que 20% interagiram com pessoas desconhecidas ou suspeitas em jogos e redes sociais. Apesar de 94% afirmarem ter recebido alguma orientação sobre o uso seguro da internet, a maioria ainda não sabe como agir diante de situações de risco, o que reforça a urgência de ações preventivas. Principais pontos do ECA Digital O ECA Digital estabelece uma série de medidas inéditas para fortalecer a proteção de crianças e adolescentes no ambiente virtual. Entre os principais pontos estão: Verificação real da idade , com a proibição da autodeclaração e a exigência de métodos eficazes para comprovar a faixa etária dos usuários; Responsabilização das plataformas , que passam a ter a obrigação de monitorar e remover de forma ativa conteúdos nocivos, como violência, exploração e abuso sexual, cyberbullying , incentivo à automutilação e jogos de azar. A legislação também determina que as empresas encaminhem relatórios às autoridades com informações sobre conteúdos removidos ou denunciados e mantenham, por no mínimo seis meses, os dados relacionados aos casos, a fim de subsidiar investigações. A solicitação de retirada de conteúdo poderá ser feita pelas próprias vítimas, por seus responsáveis legais, pelo Ministério Público ou por entidades de proteção à infância e adolescência; Supervisão parental reforçada , com a obrigatoriedade de vinculação das contas de crianças e adolescentes menores de 16 anos às de um responsável legal. A lei determina que as plataformas disponibilizem ferramentas claras e acessíveis de controle parental, como bloqueio de conteúdos inadequados, definição de limite de tempo de uso, autorização prévia para compras e monitoramento das interações realizadas no ambiente digital; Proibição da publicidade direcionada a crianças e adolescentes, incluindo o uso de dados pessoais e perfis emocionais para fins comerciais. Também é proibida a veiculação de conteúdos que exponham crianças e adolescentes de forma erotizada ou inadequada, bem como sua monetização ou impulsionamento nas plataformas; Limitação de mecanismos que estimulam o vício , como as chamadas loot boxes, ou caixas-surpresa, presentes em jogos eletrônicos, que exigem pagamento sem que o usuário saiba previamente qual item ou benefício será recebido. A Lei também define regras claras para a remoção de conteúdos, amplia a transparência das plataformas e estabelece a fiscalização pela Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD), que poderá aplicar advertências, multas e, em casos graves, solicitar a suspensão das atividades das empresas no Brasil por decisão judicial. Para saber mais informações sobre o ECA Digital e o Safe Child , acesse www.childfundbrasil.org.br . Sobre o ChildFund O ChildFund é uma organização que atua no desenvolvimento integral, promoção e defesa dos direitos da criança, do adolescente e do jovem, criando futuros com mais oportunidades, para que tenham seus direitos respeitados e alcancem o seu potencial. As iniciativas do ChildFund no Brasil, em 2024, alcançaram 1,3 milhão de pessoas. A organização realiza suas iniciativas em oito estados brasileiros: Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Paraíba e Piauí. Para realizá-las, conta com a contribuição de pessoas físicas, por meio do programa de apadrinhamento de crianças e de doações para a causa, como o Guardião da Infância, além de parcerias com empresas, institutos e fundações que apoiam os projetos desenvolvidos. A organização foi fundada em 1966, sua sede nacional se localiza em Belo Horizonte (MG) e faz parte de uma rede internacional associada ao ChildFund International, presente em mais de 60 países e que gera impacto positivo na vida de mais de 24,3 milhões de crianças e suas famílias. O ChildFund gera retorno de mais de sete reais para a sociedade, para cada um real doado ou investido na organização. A conclusão foi feita a partir de uma avaliação de impacto social dos programas do ChildFund, realizado pela Social Value International, uma rede global dedicada à avaliação e relato de impacto e valor social. A organização foi premiada internacionalmente em 2025 e está entre as 20 melhores no ranking brasileiro emitido pela The Dot Good, uma certificadora de projetos sociais com sede na Suíça que avalia os impactos locais e globais de ONGs em todo o mundo. O ChildFund Brasil já foi eleito, também, a melhor ONG de assistência social do país em 2022 e a melhor ONG para crianças e adolescentes do Brasil por três anos (2018, 2019 e 2021) pelo Prêmio Melhores ONGs, que também a elegeu entre as 100 melhores ONGs do país por oito anos.
- Pecuária brasileira aposta em produtividade, inclusão e transparência para responder às mudanças no consumo global de carne bovina
Pressionada por novas exigências ambientais, regras comerciais mais rigorosas e pela necessidade de ampliar a produção sem expandir área, e ao mesmo tempo impulsionada pelos avanços produtivos que vêm transformando o setor, a pecuária brasileira atravessa um momento decisivo. Ao mesmo tempo em que enfrenta questionamentos sobre emissões e desmatamento, o setor reúne condições técnicas e práticas sustentáveis para liderar uma transição baseada em tecnologia, eficiência, recuperação de áreas já abertas e maior integração dos produtores à cadeia formal. Nesse cenário, a Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável tem reforçado sua atuação como articuladora de propostas estruturantes e como referência técnica para o debate público. A entidade sustenta que a competitividade da carne brasileira dependerá da capacidade de transformar o momento atual em ativos estratégicos. Um dos pilares dessa agenda é a recuperação de pastagens degradadas, apontada como eixo central do Caminho Verde, política pública defendida pela instituição para impulsionar a intensificação sustentável da atividade. A estratégia parte de um diagnóstico claro: “o Brasil possui um volume importante de áreas consideradas de baixa produtividade. Requalificá-las, por meio de manejo adequado, melhoria do solo, tecnologias e integração de sistemas, permite elevar a produção por hectare, reduzir emissões relativas e otimizar a produção”, explica a presidente, Ana Doralina Menezes. De acordo com a profissional, o programa representa uma solução pragmática e alinhada às demandas globais. “O Brasil tem a oportunidade de demonstrar que é possível produzir mais utilizando melhor o que já existe. Recuperar pastagens é aumentar eficiência, melhorar renda no campo e responder de forma concreta aos compromissos climáticos”, afirma. A transformação, porém, não se limita à dimensão produtiva. Parte relevante do desafio está na reinserção de pecuaristas na cadeia formal. A informalidade restringe acesso a crédito, assistência técnica, mercados que exigem comprovação socioambiental, além de fragilizar a imagem do setor como um todo, por isso é imprescindível que o pecuarista esteja alinhado e de acordo com o Código Florestal vigente. Para o vice-presidente da Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável, Lisandro Inakake de Souza, a inclusão é condição para que a transição seja efetiva. “Quando o produtor está regularizado, ele tem acesso a financiamento, pode investir em tecnologia e atender às exigências de mercado. A formalização precisa ser vista como instrumento de fortalecimento econômico e não apenas como obrigação”, destaca. A ampliação da rastreabilidade também integra esse movimento, uma vez que ela se apresenta como infraestrutura que conecta sanidade, ambiente e gestão. Em relação ao mercado, com compradores cada vez mais atentos à origem e à conformidade ambiental, sistemas consistentes de monitoramento tornam-se fator determinante para manutenção e novas aberturas. Por isso, como reforça a Mesa, transparência é elemento estruturante da competitividade. “Rastreabilidade é credibilidade. Ela protege quem produz corretamente e permite que o Brasil apresente dados sólidos sobre sua cadeia”, frisa Lisandro. Ao articular recuperação de pastagens no âmbito do Caminho Verde, inclusão produtiva e avanço da rastreabilidade, a instituição busca incentivar o setor de forma propositiva diante das transformações regulatórias e comerciais em curso. “Mais do que reagir a pressões externas, a estratégia é demonstrar que produtividade, responsabilidade socioambiental e inserção competitiva podem avançar de forma integrada, incentivando o produtor a atuar como centro da solução”, complementa Ana Doralina. Uma agenda conectada ao campo Para apoiar o pecuarista nos temas estratégicos que vêm moldando o futuro da atividade, a Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável iniciou 2026 com uma programação propositiva de webinars voltados à qualificação e à disseminação de informação técnica. No dia 29, foi realizado o segundo encontro dedicado à reinserção de produtores na cadeia formal. Em 26 de fevereiro, o foco esteve na rastreabilidade, aprofundando desafios e caminhos para ampliar transparência e conformidade. Um terceiro webinar sobre reinserção está previsto para maio, dando continuidade às discussões. Todos os conteúdos já disponibilizados podem ser acessados no canal oficial da instituição no YouTube, ampliando o alcance das orientações e fortalecendo o diálogo com produtores, técnicos e demais elos da cadeia. “Nosso compromisso é transformar temas complexos em orientação prática para quem está no campo. Quando promovemos debates sobre recuperação de pastagens, reinserção na cadeia formal e rastreabilidade, estamos oferecendo instrumentos concretos para que o produtor tome decisões mais seguras, amplie sua competitividade e participe de forma ativa dessa nova etapa da pecuária brasileira”, finaliza a presidente. Sobre a Mesa Brasileira de Pecuária Sustentável A Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável é uma associação multissetorial sem fins lucrativos que reúne representantes de toda a cadeia de valor da pecuária brasileira para promover práticas produtivas, socioambientais e econômicas responsáveis. Com 17 anos de atuação, a entidade articula debates, desenvolve iniciativas de melhoria contínua e incentiva a transparência no setor. Sua missão é fortalecer uma pecuária cada vez mais sustentável, inclusiva, eficiente e reconhecida globalmente.
- Produtor rural brasileiro mantém resiliência e deve alcançar nova safra recorde mesmo diante de crédito restrito e juros elevados
O agronegócio brasileiro segue demonstrando força e capacidade de adaptação mesmo em um cenário de crédito mais restrito e juros elevados. Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) , o quinto levantamento da Safra de Grãos 2025/2026 indica que o Brasil deve alcançar uma produção de 353,37 milhões de toneladas, um crescimento de 0,40% em relação à safra anterior. Esse avanço reflete o esforço do produtor rural brasileiro, que segue aumentando a produção, investindo em tecnologia, planejamento e estratégias de compra mais eficientes para manter a competitividade e garantir bons resultados no campo. Nesse contexto, empresas do setor têm desempenhado papel fundamental ao oferecer alternativas que ampliam o acesso a condições mais vantajosas. É o caso da Orbia , maior plataforma digital do agronegócio na América Latina, que nasceu como um programa de fidelidade e hoje reúne soluções completas para toda a cadeia agrícola, permitindo ao produtor cotar, comprar e pagar por insumos de forma online, além de acumular pontos e acessar benefícios exclusivos. Como parte desse movimento, a empresa lança mais uma edição da campanha ‘Firme Forte’, uma das principais iniciativas da marca no primeiro trimestre do ano. A ação acontece entre os dias 9 e 29 de março e reúne uma série de condições especiais para apoiar o planejamento das próximas safras. “Mais do que ofertas, a campanha carrega um simbolismo que conversa direto com o campo. Firmeza e força para decidir melhor, gerir com precisão, superar desafios e alcançar resultados impressionantes, do jeito que só o agro faz”, comenta Ivan Moreno, CEO da Orbia. Durante o período, os produtores poderão aproveitar até 84% de desconto no resgate de produtos e serviços por meio dos pontos acumulados no programa de fidelidade, além de oportunidades como acúmulo extra de pontos com parceiros, incluindo pontos em dobro com a Yara e até cinco vezes mais pontos com a Decolar. Outros destaques são os cupons de desconto, frete grátis e condições especiais na aquisição de insumos. Neste último atrativo, a campanha se destaca como uma oportunidade estratégica para o produtor se antecipar e se planejar, garantindo a compra de sementes, defensivos e fertilizantes com condições mais atrativas, o que contribui diretamente para a gestão de custos em um cenário de maior pressão financeira. “Diante de desafios como o crédito mais caro e juros elevados, o campo brasileiro reforça sua capacidade de adaptação. Com o apoio de soluções digitais e iniciativas que ampliam o acesso a benefícios e melhores condições comerciais, o produtor segue como protagonista de um setor que continua a impulsionar a economia nacional e a bater recordes, safra após safra”, conclui Moreno. Sobre a Orbia A Orbia é a maior plataforma digital integrada do agronegócio na América Latina, conectando mais de 284 mil usuários no Brasil. A empresa oferece soluções como Orbia Clube (programa de pontos, fidelidade e coalizão), Orbia Compras (plataforma de compras online de insumos agrícolas) e Orbia Pag (hub de soluções financeiras e crédito rural digital). A companhia foi premiada com o Espantalho de OURO na Mostra de Comunicação do Agro e reconhecida pelo case "Orbia dá um Show (Show de Drones)" na categoria Ações em Feiras, Eventos e Congressos. Além disso, foi selecionada como um dos 15 Melhores Cases de Marketing Agro. Mais informações em orbia.ag .
- Outono exige atenção redobrada: veja como preparar a casa para quem sofre com alergias respiratórias
Com a chegada do outono e as mudanças no clima, aumentam os casos de doenças respiratórias e alérgicas no país. A rinite, por exemplo, atinge cerca de 30% da população do país, segundo dados da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai). Nesse cenário, a atenção à limpeza preventiva de itens como sofás, colchões, tapetes e poltronas torna-se essencial, pois acumulam poeira, ácaros e outras partículas que podem agravar crises alérgicas. Segundo Fritz Paixão, CEO da CleanNew, rede especializada em higienização e blindagem de estofados, a prevenção começa dentro do ambiente doméstico. “No outono, as pessoas tendem a manter janelas fechadas por mais tempo, o que reduz a ventilação e aumenta a concentração de partículas alergênicas. Pequenas mudanças na rotina de limpeza já fazem grande diferença”, explica. Abaixo, o profissional lista algumas recomendações que ajudam nessa preparação da casa para a chegada da estação: Aspire a casa com mais frequência: O aspirador de pó é um grande aliado no controle da poeira, especialmente em tapetes, cortinas e estofados. O ideal é utilizá-lo de duas a três vezes por semana, priorizando cantos e áreas menos acessadas. Varrer pode levantar ainda mais partículas no ar. O aspirador, principalmente com filtro adequado, ajuda a reduzir a circulação desses agentes. Limpeza especializada: As fibras dos estofados funcionam como reservatórios de ácaros. Muitas vezes a pessoa limpa o chão, tira o pó dos móveis, mas esquece que o sofá é um dos principais focos de acúmulo. Por isso, a higienização profissional deve ser a cada seis meses, com produtos à base de água e equipamentos específicos que alcancem as camadas internas do tecido. Prefira pano úmido: Na manutenção diária, dê preferência ao pano levemente umedecido em vez de espanadores ou panos secos. Isso evita que a poeira se espalhe pelo ambiente e volte a circular no ar, reduzindo a quantidade de partículas que podem desencadear crises alérgicas. Blindagem como aliada: Blindar o tecido dificulta o acúmulo de sujeira e facilita a manutenção diária, além de proteger contra líquidos e manchas. É comum existir receio em relação a produtos químicos, mas a maioria das soluções utilizadas hoje é à base de água e segura para quem sofre com alergias. Por isso é de extrema importância se certificar de contratar empresas especializadas e entender quais produtos estão sendo aplicados. Sobre a CleanNew Criada em 2015, é uma das maiores redes de higienização e conservação de estofados do Brasil. Com modelo de atuação home based, o franqueado vai até o cliente equipado com tecnologia de ponta para realizar limpeza, impermeabilização e blindagem de estofados residenciais e automotivos. A marca está presente em 14 estados brasileiros e em países, como EUA, França, Espanha, Argentina, Emirados Árabes e México, consolidando-se como referência global em inovação, praticidade e excelência no setor de franquias de serviços.
- O fim dos chatbots: a aposta da Sinch em agentes de IA que resolvem problemas de ponta a ponta
A Sinch anuncia o lançamento de agentic conversations, um novo conjunto de capacidades voltado à operacionalização de agentes de Inteligência Artificial em múltiplos canais de comunicação. A novidade permite que empresas implementem agentes inteligentes em WhatsApp, RCS, SMS, voz e e-mail, com integração segura aos seus sistemas internos e capacidade de escalar operações no mercado brasileiro. O Brasil é hoje um dos mercados mais avançados do mundo em comunicação conversacional, com alta penetração de WhatsApp e crescimento do RCS como evolução do SMS. À medida que a IA generativa e canais conversacionais como voz, RCS e aplicativos de mensagens se tornam centrais no engajamento com clientes, as empresas estão migrando para modelos orientados por agentes. Para escalar, os agentes de IA precisam ir além da simples conversação. Eles necessitam de integração segura com sistemas corporativos para executar ações em múltiplos canais. Com agentic conversations, a Sinch simplifica essa transição ao oferecer uma plataforma flexível, segura e aberta, que permite às empresas operacionalizar agentes de IA no seu próprio ritmo e de acordo com sua maturidade técnica. Os clientes não ficam presos a um único modelo de agente, camada proprietária de dados ou ecossistema fechado. Seja optando por desenvolver suas próprias soluções, utilizar os recursos de IA da Sinch, trazer seus próprios agentes ou integrar-se por meio do ecossistema de parceiros da Sinch, a empresa fornece a infraestrutura e a orquestração necessárias para suportar a implementação em escala, com base em suas APIs globais de mensagens, voz e e-mail. “Nossa filosofia é simples: as empresas devem ser livres para construir conosco ou trazer sua própria IA”, afirmou Daniel Morris, Chief Product Officer da Sinch. “Não acreditamos em aprisionar clientes a um único modelo de agente, camada proprietária de dados ou ecossistema fechado. Independentemente de utilizarem as capacidades de IA da Sinch, implementarem seus próprios agentes ou trabalharem com parceiros confiáveis, fornecemos a infraestrutura de comunicação e orquestração que torna esses agentes operacionais em mensagens, e-mail e voz.” Agentic conversations é um conjunto de capacidades que inclui o Sinch Agent Builder, ferramentas para desenvolvedores e agentes como Sinch Functions e Sinch Skills, além de um amplo portfólio de integrações, projetado para ajudar empresas a construir, implementar e gerenciar agentes de IA em diversos canais. Espera-se que a transição para o engajamento orientado por agentes impulsione um crescimento substancial no volume de tráfego conversacional em mensagens, voz e e-mail. Gerenciar esse aumento de volume, mantendo confiança, confiabilidade e conformidade regulatória, exigirá uma infraestrutura construída especificamente para operar em larga escala. “Diferentemente de frameworks isolados de agentes de IA, a Sinch fornece a camada confiável de comunicação da qual os agentes dependem para operar com confiabilidade em diferentes canais e mercados. A Sinch possui ampla experiência em roteamento com padrão carrier-grade, provisionamento global de números, conformidade regulatória, verificação de identidade, branded calling, otimização de entregabilidade e proteção contra fraudes. Essa experiência garante que comunicações orientadas por agentes sejam seguras, escaláveis e prontas para implementação no mundo real”, acrescentou Daniel Morris. À medida que agentes de IA assumem um papel mais ativo no engajamento com clientes, as empresas estão redefinindo como gerenciam confiança, relevância e escala conversacional em múltiplos canais. A próxima fase das comunicações com clientes será moldada não apenas por uma IA mais inteligente, mas pela infraestrutura que fornece aos agentes contexto, acesso a dados e inteligência necessários para operar com segurança, confiabilidade e alto volume. Com agentic conversations, a Sinch se posiciona no centro dessa transformação. Sobre a Sinch A plataforma líder de comunicação em nuvem da Sinch permite que as empresas cheguem a todos no planeta, em segundos ou menos, por meio de mensagens móveis, e-mail, voz e vídeo. Mais de 150 mil empresas, incluindo muitas das maiores empresas e operadoras móveis do mundo, usam a plataforma de tecnologia avançada da Sinch para se envolver com seus clientes. Desde sua fundação em 2008, a empresa tem crescido rapidamente. Está sediada em Estocolmo, Suécia, e tem presença local em mais de 60 países. As ações são negociadas na NASDAQ de Estocolmo: XSTO:SINCH. Para saber mais, clique aqui .
- Belém é destino urbano fora do óbvio durante a Páscoa
O feriado da Páscoa tem se mostrado um período estratégico para redescobrir destinos urbanos no Brasil, e Belém desponta como uma das capitais mais interessantes para quem escolhe permanecer na cidade. Com programação cultural, gastronomia de identidade forte e localização privilegiada, o Tivoli Maiorana Belém Pará se apresenta como base para explorar a cidade durante o feriado. Com serviço preciso, ambientes contemporâneos e forte conexão com o entorno, o hotel funciona como ponto de partida ideal para um roteiro cultural, já que está a poucos minutos de endereços como Ver-o-Peso, Estação das Docas e o complexo histórico do Forte do Presépio. A experiência se completa à mesa, com o SEEN by Olivier da Costa , restaurante no rooftop do hotel que se tornou point para quem quer assistir o pôr do sol mais bonito da cidade. O menu transita com naturalidade entre pratos de inspiração variada, com cortes nobres, como o wagyu, peixes e frutos do mar, além de uma carta japonesa autoral com niguiris, gunkans e omakases. Para a Páscoa, entre 2 e 6 de abril de 2026, o hotel oferece 20% off na hospedagem e propõe uma estada pensada para quem busca viajar sem pressa, aproveitando o ritmo da cidade e a excelência dos serviços da marca em um dos destinos culturais mais relevantes do país. Serviço | Tivoli Maiorana Belém Pará Hotel End.: Rua Gaspar Viana, 485, Campina, Belém, Pará Reservas: + 55 91 3108 6700 Email: reservations.tmbp@tivolihotels.com Site: www.tivolihotels.com Instagram: @tivolibelem Sobre a Tivoli Hotels & Resorts Fundada em 1933 em Portugal, a marca de luxo Tivoli Hotels & Resorts convida os hóspedes a abrandar o ritmo do dia-a-dia e a colecionar memórias que ficarão com eles muito depois da sua estadia. Através de serviços exclusivos e experiências autênticas, a Tivoli revela a alma secreta de cada destino aos seus hóspedes. O atual portefólio inclui cerca de 20 propriedades em Portugal, Brasil, Qatar, China, Holanda, Itália e Espanha, com futuros projetos na Europa e no Médio Oriente. A Tivoli faz parte do grupo hoteleiro Minor Hotels e é membro do programa de fidelização Minor DISCOVERY , parte do GHA DISCOVERY. Visite tivolihotels.com para mais informações e fique a par das novidades no Facebook , Instagram e YouTube . Sobre a Minor Hotels A Minor Hotels é um grupo hoteleiro global que opera mais de 640 hotéis, resorts e residências em 59 países. O grupo cria experiências inovadoras e inspiradoras através das suas marcas hoteleiras, incluindo Anantara, Elewana Collection, The Wolseley Hotels, Tivoli, Minor Reserve Collection, NH Collection, nhow, Avani, Colbert Collection, NH, Oaks e iStay, bem como um portfólio diversificado de restaurantes e bares, experiências de viagem e marcas de spa e bem-estar. Com mais de quatro décadas de experiência, a Minor Hotels constrói marcas mais fortes, promove parcerias duradouras e impulsiona o sucesso do negócio, concentrando-se sempre no que é mais importante para os nossos hóspedes, colaboradores e parceiros. A Minor Hotels é um orgulhoso membro da Global Hotel Alliance (GHA) , e reconhece os seus hóspedes através de um programa de fidelização unificado, o Minor DISCOVERY , parte do GHA DISCOVERY. Descubra o nosso mundo em minorhotels.com e ligue-se à Minor Hotels no Facebook , Instagram , LinkedIn , TikTok e YouTube . *A contagem de propriedades inclui propriedades operacionais, bem como empreendimentos comprometidos através de propriedade, joint ventures, arrendamentos e acordos de gestão.
- Dia do DJ, HITMAKER fala sobre o avanço da profissão: "o DJ no Brasil era visto como alguém que animava a pista, hoje ele é reconhecido como artista"
A celebração do Dia Internacional do DJ, vai além dos números e dos rankings. Ela também é sobre trajetória, risco e legado. A história do HITMAKER acompanha a transformação da profissão no Brasil, mas também revela um lado menos visível: o peso das decisões, a coragem de recomeçar e o desejo de abrir caminhos para outros artistas. Com mais de 6 bilhões de streams acumulados e sucessos que marcaram carnavais e dominaram as plataformas digitais, HITMAKER construiu uma carreira sólida nos bastidores da música. Ainda assim, escolheu se reinventar e assumir o protagonismo como DJ e cantor. A decisão não foi estratégica apenas do ponto de vista profissional, mas também emocional. “Eu estava num momento de carreira super estável, consolidado. Me jogar nessa nova fase como DJ e cantor foi um risco enorme, porque toda vez que você decide ampliar seu papel na música, muda também a forma como o mercado e o público te enxergam. E lidar com isso exige esforço, tempo, coerência e muita sabedoria para não perder a própria identidade no caminho.” Essa reinvenção dialoga com uma mudança maior no próprio mercado. O DJ, que antes era associado quase exclusivamente à pista, hoje ocupa posição central na criação de hits e na construção de tendências. “A profissão ganhou outro lugar, completamente diferente. Antes, o DJ no Brasil era visto quase só como alguém que animava a pista. Hoje ele é reconhecido como criador, produtor, curador e artista de palco. Nomes como Dennis DJ, Alok e Tropkillaz ajudaram a consolidar essa virada, mostrando que o DJ pode ser protagonista, construir carreira sólida e dialogar com o mainstream sem perder identidade.” Em um cenário em que imagem e performance ganharam força nas redes sociais, ele reconhece que o equilíbrio se tornou essencial, mas reforça que a base ainda é musical. “É um conjunto. Técnica é a base que sustenta tudo, mas sem uma imagem bem alinhada e uma performance que se conecte de verdade com o público, ela não se sustenta sozinha. Se um desses pilares não está alinhado, a carreira fica frágil. Hoje o público percebe rápido quando algo não está equilibrado.” Em uma indústria marcada por tendências rápidas e ciclos curtos de sucesso, ele acredita que a permanência exige mais do que viralizar. “Consistência, adaptação e identidade. Tendência passa, hype passa. O que fica é quem constrói repertório, respeito e mantém uma assinatura própria. Saber ouvir o tempo sem abandonar quem você é faz toda diferença.” No Dia Internacional do DJ, ao projetar o futuro, HITMAKER coloca o foco menos em conquistas pessoais e mais no impacto coletivo que deseja deixar. “Quero que minha trajetória seja lembrada como parte de um movimento maior de valorização do DJ e do produtor musical no Brasil. Eu tive referências que abriram portas e mostraram que era possível chegar lá. Se a minha caminhada ajudar a fortalecer o respeito pela profissão e abrir caminho para quem está começando, já faz sentido.” A faixa “Gostosin”, parceria do artista com Anitta e Felipe Amorim, foi eleita a música do verão. Acumulando mais de 43 milhões de reproduções no Spotify, o público elegeu como o grande sucesso da temporada. Vale lembrar que o Hitmaker já produziu grandes sucessos para a carioca. O artista assinou a produção de 9 músicas do projeto da Anitta, “Ensaios da Anitta”, trazendo uma nova perspectiva para os maiores sucessos da cantora. Inspirado nos tradicionais shows que antecedem o Carnaval, o álbum revisita hits marcantes do início de sua carreira, além de incluir faixas inéditas e colaborações especiais com Ivete Sangalo, Simone Mendes, MC Danny e Rogerinho.
- ABRADEB é admitida como "amiga da corte" em julgamento decisivo sobre proteção do consumidor no sistema de crédito
O Tribunal de Justiça de Goiás admitiu a ABRADEB (Associação Brasileira de Defesa dos Clientes e Consumidores de Operações Financeiras e Bancárias) para participar como "amiga da corte" em um julgamento que vai definir as regras sobre inscrição indevida no SCR, o banco de dados de crédito do Banco Central que os bancos consultam para decidir se concedem ou não empréstimos aos clientes. O julgamento é importante porque afeta milhões de consumidores brasileiros. O SCR é um sistema onde o Banco Central registra o histórico de crédito de cada pessoa. Quando um banco inscreve alguém no SCR sem avisar ou sem razão válida, isso pode prejudicar muito a vida da pessoa, dificultando a obtenção de empréstimos, financiamentos e até linhas de crédito no futuro. O Tribunal reconheceu a ABRADEB como associação legítima e apta para auxiliar o julgamento por sua expertise especializada. Na decisão, o magistrado destacou que a ABRADEB demonstra pertinência temática com o objeto do incidente, apresentando-se como entidade dotada de atuação institucional voltada à análise e ao acompanhamento de temas relacionados ao sistema financeiro, às relações bancárias e à regulação do mercado de crédito. A Associação poderá apresentar memoriais técnicos e informações especializadas sobre como as inscrições indevidas prejudicam os consumidores, ajudando o Tribunal a tomar a melhor decisão com base em conhecimento técnico robusto e experiência acumulada na defesa dos direitos dos consumidores no sistema financeiro. Além da ABRADEB, também participarão do julgamento a FEBRABAN (associação dos bancos) e o PROCON/GO (órgão estatal de defesa do consumidor). Dessa forma, o Tribunal ouvirá diferentes pontos de vista, dos consumidores, dos bancos e do Estado — para chegar a uma decisão justa e equilibrada. A decisão que será tomada neste julgamento valerá para todos os processos semelhantes que tramitam nos tribunais de Goiás, criando um precedente vinculante. Isso significa que a regra estabelecida aqui servirá como orientação para todos os juízes do estado, garantindo que os casos sejam julgados de forma uniforme e consistente. Para a ABRADEB, essa participação é uma vitória importante. Significa que o Tribunal reconheceu a importância de ouvir a voz dos consumidores em decisões que afetam diretamente suas vidas. A Associação poderá contribuir com informações técnicas e experiência acumulada na defesa dos direitos dos consumidores no sistema financeiro.
- Estreia da temporada "Quase Todos" da Cia. Os Satyros no Sesc 24 de Maio
A Cia. de Teatro Os Satyros estreia, no dia 19 de março , no Sesc 24 de Maio, seu novo espetáculo: "Quase Todos" . Em cartaz até o dia 12 de abril , a montagem, com dramaturgia de Ivam Cabral e Rodolfo García Vázquez , mergulha nas fraturas de uma família separada pelo tempo e a examina como a primeira estrutura simbólica que nos organiza – lugar onde aprendemos a amar, a disputar amor e a silenciar. A peça acompanha quatro irmãos que, após um pacto na infância no interior do Brasil, seguem caminhos distintos e enfrentam um afastamento de décadas. Diferente de uma narrativa tradicional de reencontro, o espetáculo foca na fratura: o que resta quando o pertencimento deixa de ser prática e vira apenas lembrança? O diferencial desta montagem é a camada distópica: a Inteligência Artificial é inserida no centro da narrativa. Personagens compram e vendem memórias, adquirindo lembranças de momentos que nunca viveram. A discussão desloca a tecnologia para o campo afetivo: se podemos fabricar o passado, o que acontece com a nossa identidade? Com dez atores em cena, a peça reafirma a pesquisa vanguardista dos Satyros ao integrar cenografia tecnológica com uso de laser, LED digital e video mapping . A trilha sonora original proporciona uma atmosfera imersiva que tensiona o discurso e o corpo, unindo-se à Inteligência Artificial integrada à cena para materializar o conceito de memórias editáveis. Sinopse Quatro irmãos, de uma família do interior do Brasil, fazem um pacto na infância. Na juventude, deixam a casa dos pais e seguem caminhos distintos. O que parecia apenas o movimento natural da vida transforma-se em afastamento prolongado. Anos passam sem encontros, sem conversas profundas, sem revisões. Entre memórias fragmentadas, silêncios herdados e tentativas de reconexão, a família se reencontra – ou quase. O espetáculo percorre o tempo como matéria dramática e expõe as fissuras que ele provoca: o que foi dito, o que ficou por dizer e o que talvez já não possa mais ser reparado. Em um ato composto por quadros que atravessam diferentes momentos dessa trajetória, Quase Todos investiga o que resta das relações quando o tempo faz seu trabalho silencioso. Ficha Técnica Dramaturgia: Ivam Cabral e Rodolfo García Vázquez Direção: Rodolfo García Vázquez Assistência de direção: Renatto Moraes Elenco: André Lu, Diego Rifer, Eduardo Chagas, Gabi Flores, Gustavo Ferreira, Ivam Cabral, Julia Bobrow, Marcia Dailyn, Tai Zatolinni e Thiago Ribeiro. Cenografia: Thiago Capella Design de laser, led digital e video mapping: Thiago Capella Confecção de cenários: Emerson Fernandes e João Bento Montagem de cenário: Ademir Gazarolli e João Bento Operação de vídeo e laser: Heyde Sayama Produção audiovisual: Circulus ÓperaIluminação: Flavio Duarte, Rodolfo García Vázquez e Thiago Capella Operação de luz: Flavio Duarte Figurino: Elisa Barbosa, Gustavo Parreira e Jota Silva Assistência de figurino: Emilia Lira Adereços: Eduardo Chagas, Elisa Barboza e Emilia Lira Visagismo: Maxime Weber Modelagem: Lucas Maia Preparação vocal e colaboração musical: André Lu Trilha sonora original: Felipe Zancanaro e Lea Arafah Desenho de som: Felipe Zancanaro e Lea Arafah Operação de som: Felipe Zancanaro e Lea Arafah Fotografias: Andre Stefano Produção: Diego Rifer Assistente de Produção: Gabriel MelloIdealização: Os Satyros Serviço Quase Todos Com Os Satyros Estreia: 19 de março, às 20h Temporada: de 19/03 a 12/04 Quintas, sextas e sábados às 20h; Domingos e feriados, às 18h* Sessão extra no dia 04/04, às 17h. Não haverá sessão no dia 03/04. Acessibilidade: sessões aos sábados com Intérprete de Libras Local: Sesc 24 de Maio – Rua 24 de Maio, 109, República, São Paulo/SP Classificação: 14 anos Ingressos: no site sescsp.org.br/24demaio e no aplicativo Credencial Sesc SP a partir do dia 10/3 e nas bilheterias das unidades a partir de 11/3 – R$ 50 (inteira), R$ 25 (meia) e R$ 15 (Credencial Sesc) Duração: 100 minutos Serviço de Van: Transporte gratuito até as estações de metrô República e Anhangabaú. Saídas da portaria a cada 30 minutos, de terça a sábado, das 20h às 23h, e aos domingos e feriados, das 18h às 21h. Acompanhe nossas redes: facebook.com/sesc24demaio instagram.com/sesc24demaio sescsp.org.br/24demaio Sesc 24 de Maio Rua 24 de Maio, 109, Centro, São Paulo 350 metros do metrô República Fone: (11) 3350-6300











