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- Vencedor do Prêmio Multishow de Humor, Wêlson Nunes leva humor sobre família e vida adulta em duas apresentações nos dias 30 e 31 de outubro
O humorista Wêlson Nunes chega a Brasília para duas apresentações do espetáculo “Wêlson Nunes: patrocinado por Mike, C&Lá e Craro”, nos dias 30 e 31 de outubro. Vencedor do Prêmio Multishow de Humor 2025, o comediante sobe ao palco do Teatro da Caesb, em Águas Claras, na sexta-feira (30), às 21h, e do Teatro dos Bancários, na Asa Sul, no sábado (31), às 19h. Os ingressos estão disponíveis pela plataforma Ingresso Digital. Com aproximadamente uma hora de duração, o espetáculo reúne histórias e observações bem-humoradas sobre a vida adulta, as relações familiares e as experiências de um nordestino que encontrou na comédia uma maneira própria de interpretar o cotidiano. O repertório inclui situações inspiradas em sua origem humilde e nas diferenças culturais que percebeu ao conhecer outras regiões do país. Um dos pontos de partida para as histórias é o olhar de Wêlson sobre os cariocas, observados pela perspectiva de quem chegou de outra região do Brasil. As diferenças de comportamento, os desafios da vida adulta e as situações familiares dão forma a um stand-up que transita entre o humor observacional, familiar e gospel. Com classificação livre, a apresentação é voltada a públicos de diferentes idades. Natural de Cabo de Santo Agostinho, em Pernambuco, Wêlson descobriu o interesse pelo palco ainda na infância. Em 2019, passou a se dedicar ao stand-up comedy, desenvolvendo um estilo que transita entre o humor observacional, familiar e gospel. Ao longo da carreira, conquistou espaço no circuito nacional de comédia, com apresentações em diferentes cidades e participações em concursos de humor. Entre os reconhecimentos recebidos estão o primeiro lugar no Concurso de Novos Talentos da Casa da Comédia Carioca e o título de Humorista da Noite no Hillarius Comedy, em São Paulo. Em 2025, o artista alcançou um novo marco ao vencer o Prêmio Multishow de Humor, reconhecimento que ampliou sua projeção nacional. Serviço Espetáculo: Wêlson Nunes: patrocinado por Mike, C&Lá e Craro 30 de outubro (sexta-feira) Horário: 21h Local: Teatro da Caesb — Águas Claras, Brasília/DF 31 de outubro de 2026 (sábado) Horário: 19h Local: Teatro dos Bancários — Asa Sul, Brasília/DF Duração: Aproximadamente 60 minutos Classificação indicativa: Livre Ingressos para ambas as apresentações: Inteira: R$ 140 Meia solidária: R$ 90 Meia-entrada: R$ 70 Vendas: Ingresso Digitalhttps://ingressodigital.com/evento/22003/welson-nunes-patrocinado-por-mike-c-la-e-craro https://ingressodigital.com/evento/21963,22267/welson-nunes-patrocinado-por-mike-c-la-e-craro
- Pirenópolis recebe 16ª Flipiri em 6 e 7 de novembro
Pirenópolis se prepara para receber, em 6 e 7 de novembro, a 16ª Festa Literária de Pirenópolis (Flipiri). Com o tema “Raízes e Memórias – Vem 300!”, o evento volta a ocupar o Centro Histórico da cidade goiana com palestras, rodas de conversa, lançamentos de livros, contações de histórias, apresentações artísticas e atividades voltadas a públicos de diferentes idades.Em sintonia com as celebrações dos 300 anos de Pirenópolis, em 2027, a edição deste ano homenageia a escritora goiana Maria José Silveira. Nascida em Jaraguá (GO), a autora tem uma trajetória reconhecida na literatura brasileira e uma ligação especial com Pirenópolis, cidade que integra o cenário de seu romance Farejador de Águas (2023).A programação reunirá escritores, leitores, estudantes, educadores e artistas em encontros que aproximam literatura, memória, patrimônio e questões contemporâneas. Entre os temas previstos estão inclusão e representatividade, criação literária, mercado editorial, Cerrado, fantasia, ficção científica e as relações históricas e culturais entre Goiás e Brasília.A etapa cultural dá continuidade às ações da Flipiri Itinerante, realizada em agosto, que percorreu escolas públicas da área urbana, povoados e zona rural, reunindo 31 escritores, cerca de cinco mil estudantes e 360 professores, além de promover a doação de aproximadamente dois mil livros.Criada em 2009, a Flipiri chega à sua 16ª edição consolidando uma trajetória de incentivo à leitura, valorização dos escritores e formação de novos leitores. Ao longo de sua história, a Festa já promoveu a doação de mais de 30 mil livros à rede pública de ensino.A programação completa da 16ª Flipiri, com informações sobre convidados, atividades, locais e horários, será divulgada em 26 de outubro.A 16ª Festa Literária de Pirenópolis é realizada pela Prefeitura de Pirenópolis, por meio da Secretaria Municipal de Educação e Cultura, com organização do Instituto Cultural Casa de Autores (ICA), apoio institucional da Secretaria de Estado da Educação de Goiás, do Theatro Sebastião Pompeu de Pina, do Sesc Goiás, da Secretaria de Estado da Retomada e do Governo do Estado de Goiás, e patrocínio do Sicoob e Viajar pra Onde. SERVIÇO16ª Festa Literária de Pirenópolis – Flipiri 2026Tema: “Raízes e Memórias – Vem 300!”Data: 6 e 7 de novembro de 2026Local: Centro Histórico de Pirenópolis (GO)Entrada: FrancaInstagram: @flipiri.oficial
- Thiago Arancam faz shows na Flórida, nos Estados Unidos
Com mais de 700 apresentações em mais de 40 países, o cantor brasileiro Thiago Arancam está de volta aos Estados Unidos nesta segunda quinzena de outubro para dois shows na Flórida. A agenda começa em 17/10, na cidade de Coral Gables, com o evento Timeless Classics, espetáculo que acontece no Sanctuary of the Arts reunindo clássicos da Broadway e da ópera, além de outras canções inesquecíveis que prometem emocionar o público americano. Já no dia 23/10, o artista estará no Brazilian Business Group, no Hard Rock Hotel & Casino Hollywood. A participação no evento, voltado à comunidade empresarial brasileira na Flórida, reforça a conexão de Arancam com os brasileiros vivem nos Estados Unidos. Na viagem ao país, Thiago Arancam estará acompanhado da esposa, Aline Frare, e dos filhos, Francisco e Angelina. “Estou feliz demais em realizar essa viagem. Serão dois eventos fantásticos na Flórida e, além dos compromissos profissionais, estarei acompanhado pela minha família, o que vai tornar essa experiência ainda mais especial e inesquecível”, comenta. Em novembro, de volta ao Brasil, o cantor se dedicará aos ensaios e preparativos para o projeto Ópera do Sertão, que tem estreia em 29/11, no Teatro Nacional Cláudio Santoro, em Brasília (DF). Com apresentações previstas em diversas capitais durante a temporada 2026/2027, a turnê representa um novo capítulo na trajetória artística de Thiago Arancam e marca seu retorno às raízes brasileiras, aproximando o universo da música sertaneja da linguagem e da grandiosidade da ópera. Sobre Thiago Arancam: A trajetória profissional de Thiago Arancam é marcada por importantes prêmios e a participação em grandes projetos. Dono de uma voz poderosa e considerado um dos maiores intérpretes da atualidade, o Bacharel em canto erudito pela “Faculdade de Música Carlos Gomes” de São Paulo já se apresentou nos principais teatros do mundo, em mais de 40 países. Destaque para o Alla Scala (Milão), Ópera de Roma (Itália), Ópera Nacional de Washington (EUA), Ópera Estadual de Viena (Áustria), Deutsche Ópera de Berlim (Alemanha), Bolshoi (Moscou), além de inúmeras produções no Japão, Emirados Árabes, Malásia, Canadá, Espanha, França, Polônia, Letônia, Mônaco e Reino Unido. São mais de 700 apresentações ao redor do mundo. No Brasil, subiu ao palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro com a montagem da ópera “Tosca”, de Puccini e no Theatro Municipal de São Paulo, encenou a Ópera Carmen de Bizet. Além disso, protagonizou a versão brasileira de “O Fantasma da Ópera”, realizando 360 apresentações, sendo sua maior marca de execução em uma mesma obra. Outros destaques no país são para os projetos especiais em parceria com o pianista e maestro João Carlos Martins. Para saber mais, acompanhe: @arancam
- Alma Azul Academy inaugura nova base no Cápsula Bar com vivências aquáticas no Lago Paranoá
A Alma Azul Academy acaba de expandir sua atuação em Brasília e passa a integrar a estrutura do Cápsula Bar, localizado no Setor de Hotéis e Turismo Norte (SHTN), próximo à Concha Acústica. A iniciativa é comandada pelo atleta profissional e instrutor Rudah Bosi ao lado de seu pai, Marcelo Bosi. Fundada com o propósito de aproximar pessoas da natureza e incentivar um estilo de vida ativo e integrado ao meio ambiente, a Alma Azul une o ensino técnico do remo à contemplação e ao bem-estar. No espaço do Cápsula Bar, idealizado por Lia Braga com inspiração na essência e na atmosfera da Chapada dos Veadeiros, a Alma Azul ganha uma base que une gastronomia, arte, pé na areia e esportes aquáticos. Sob a orientação de Rudah Bosi e da equipe de instrutores da escola, o público pode participar de vivências que começam antes mesmo do embarque, aproveitando a estrutura de convivência da orla. A programação da nova base conta com encontros e aulas conduzidas por Rudah e equipe, incluindo roteiros como a Remada do Nascer do Sol, a Remada Sunset, a Remada da Lua Cheia e os percursos do projeto 'Caminhos do Paranoá'. As expedições convidam alunos e praticantes de todos os níveis a explorarem Brasília a partir da água, com saídas em direção a pontos como a Ponte JK e a Ermida Dom Bosco. Para Rudah Bosi, a presença ativa nas aulas e o contato direto com os alunos no Cápsula Bar reforçam a missão da Alma Azul de democratizar o acesso às modalidades a remo na capital federal. "O esporte sempre fez parte da minha vida e tenho a oportunidade de compartilhar essa paixão com outras pessoas por meio da Alma Azul. Nosso objetivo no Cápsula Bar é aproximar cada vez mais as pessoas da água, oferecendo um refúgio para desacelerar da rotina urbana e viver momentos incríveis no Lago Paranoá", destaca Rudah. SERVIÇO Cápsula Bar Endereço:Setor, Asa Norte Projeto Orla - Polo 3 Número 8 Hora de funcionamento: Todos os dias das 16h ás 00h Rede social: @capsula.bar Alma Azul Academy Site oficial: https://share.google/85NEwkK3K4mEeWaf7 Rede social: @AlmaAzulAcademy
- Aprender a ler e fazer contas muda o cérebro da criança? Entenda o papel dos estímulos na infância
Aprender a ler e desenvolver o raciocínio matemático envolve muito mais do que memorizar letras, números e operações. Durante a infância, essas aprendizagens mobilizam diferentes habilidades cognitivas, como atenção, linguagem, memória, interpretação, planejamento e resolução de problemas. Um estudo publicado em 2026 acompanhou crianças no início da escolarização e identificou mudanças em regiões cerebrais relacionadas à leitura e à matemática ao longo do processo de aprendizagem. Segundo Virgínia de Castro, psicopedagoga da Maple Bear Brasília e especialista em Neurociência e Educação, experiências de leitura, jogos e desafios de raciocínio ajudam a fortalecer conexões utilizadas em aprendizagens cada vez mais complexas. Quando essas atividades acontecem também na interação com familiares e outras crianças, podem ampliar o vocabulário, a criatividade, a capacidade de compreender diferentes pontos de vista e as habilidades sociais. A leitura começa antes mesmo de a criança conseguir ler sozinha. Conversar sobre uma história, perguntar o que aconteceu, relacionar acontecimentos e incentivar a criança a explicar o que entendeu são formas de trabalhar compreensão e interpretação. “Ler não é apenas decodificar letras e transformar aquilo em som. A criança precisa compreender, fazer relações, identificar informações importantes e construir sentidos a partir do texto. Quando ela conversa sobre uma história e tenta explicar o que aconteceu, já está exercitando a capacidade de resgatar informações e conectar ideias”, explica Virgínia. Esse contato frequente também ajuda a desenvolver a atenção. Ao acompanhar uma narrativa, a criança precisa selecionar informações, entender relações entre acontecimentos e fazer inferências para compreender o conteúdo. Raciocínio matemático não se resume a fazer contas Outro ponto que merece atenção é a forma como a matemática é apresentada na infância. Associar números a quantidades e aprender operações básicas são apenas parte desse processo. Observar padrões, comparar, organizar informações, compreender relações e encontrar estratégias para solucionar problemas também fazem parte do raciocínio matemático. “O pensamento matemático envolve muito mais do que números e operações. Quando a criança tem contato desde cedo com situações que exigem observação, comparação, reconhecimento de padrões e compreensão de relações, ela constrói uma base que pode ajudá-la a acompanhar conteúdos mais complexos posteriormente”, afirma. Jogos podem complementar o aprendizado Jogos de lógica, tabuleiro e estratégia também podem contribuir para o desenvolvimento cognitivo. Dependendo da atividade e da faixa etária, eles trabalham atenção, memória, planejamento, flexibilidade de pensamento e resolução de problemas. “Os jogos podem ser ferramentas importantes para o desenvolvimento de funções cognitivas e executivas, mas não substituem completamente momentos mais formais de aprendizagem. A repetição e a prática também são necessárias para consolidar determinados conhecimentos. Uma estratégia complementa a outra”, explica. Para que leitura e jogos façam parte da rotina, a especialista destaca ainda a importância de criar experiências positivas. Ler junto, contar histórias, permitir que a criança escolha um livro ou comemorar pequenas conquistas pode ajudar a associar essas atividades a momentos de prazer e segurança. “A aprendizagem passa pela emoção. No início, o que torna a leitura prazerosa pode ser o colo, a presença de quem a criança gosta e a interação durante a história. Com o tempo, esse prazer pode ser associado à própria atividade, até que ela consiga encontrar satisfação na leitura de forma autônoma”, afirma Virgínia. Uso passivo de telas pode ocupar espaço de experiências A preocupação não está apenas no tempo diante das telas, mas também no que a criança deixa de fazer por causa desse uso. Assistir repetidamente a vídeos ou conteúdos prontos exige uma participação cognitiva diferente daquela necessária para ler, jogar ou solucionar um problema. “Quando a criança participa de uma leitura ou de um jogo, precisa interpretar, fazer relações, criar estratégias, planejar ações, esperar, lidar com regras e controlar impulsos. Por isso, mais do que pensar apenas em proibir as telas, é preciso observar se o uso passivo está ocupando o espaço de experiências que exigem uma participação mais ativa da criança”, orienta Virgínia.
- Instalação “Ventos que Contam”, do Museu do Amanhã, conquista maior prêmio de design na América Latina
A instalação “Ventos que Contam” acaba de ser reconhecida pelo Latin American Design Awards (LAD Awards), maior premiação de design gráfico e comunicação visual da América Latina. A cerimônia aconteceu neste sábado, 10 de outubro, em Lima, no Peru, com a presença de Ricardo Piquet, diretor do Museu do Amanhã, e representantes da Suplab. A instalação consiste em uma árvore interativa, composta por 440 módulos de LED, com três totens que criam uma experiência multissensorial. Por meio de luzes, cores, animações e sons, a obra conecta tecnologia e ancestralidade, valorizando cosmologias indígenas latino-americanas e tradições de matriz africana como fontes de criação e tecnologias de futuro. Sobre o Museu do Amanhã O Museu do Amanhã é gerido pelo Instituto de Desenvolvimento e Gestão — idg. O projeto é uma iniciativa da Prefeitura do Rio de Janeiro, concebido em conjunto com a Fundação Roberto Marinho, instituição ligada ao Grupo Globo. Exemplo bem-sucedido de parceria entre o poder público e a iniciativa privada, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, Lei Rouanet, conta com o Itaú como patrocinador estratégico, Shell, Vale e Motiva como mantenedores e patrocinadores que inclui IBM e TAG. Tem a Globo como parceiro estratégico, copatrocínio da Águas do Rio, Heineken e Saint-Gobain, apoio da Bloomberg, Engie, B3, White Martins, Caterpillar, Granado, Mattos Filho e Porto. Através da Lei de Incentivo Municipal tem o apoio da Accenture e Fitch Ratings e conta com a parceria de mídia da Rádio Mix, NovaParadiso, JB FM, Revista Piauí e Canal Curta ON. Sobre o idg Há 25 anos, o idg atua na gestão e desenvolvimento de projetos culturais, ambientais e educacionais. Une conhecimento, inovação, criatividade e ousadia para dar vida a ideias e contar histórias que provocam reflexões e criam experiências.Guiado pelo propósito de esperançar futuros possíveis, implementou e gere o Museu do Amanhã e o Museu do Jardim Botânico, no Rio de Janeiro; o Museu das Favelas e o programa CultSP PRO, em São Paulo; o Paço do Frevo, no Recife; e o Museu das Amazônias, em Belém. Também é gestor operacional do Fundo da Mata Atlântica, no Rio de Janeiro.
- Luan Santana reúne quase 40 mil pessoas em noite histórica na Arena Mané Garrincha, em Brasília
Brasília viveu uma noite de festa, emoção e nostalgia neste sábado (10). Mais de 35 mil pessoas lotaram a Arena BRB Mané Garrincha para acompanhar Luan Santana na turnê “Registro Histórico”, um grande espetáculo que revisita os 19 anos de carreira do cantor e reúne canções que se tornaram parte da vida de milhões de brasileiros. Desde a abertura com “Te Vivo”, Luan conduziu os fãs por uma verdadeira viagem pela própria história. “Meteoro”, “Adrenalina”, “Nega”, “Você Não Sabe O Que É Amor”, “Um Beijo” e “Tanto Faz” transformaram a arena em um verdedeiro coro, com fãs de todas as idades cantando todas as músicas. Depois de emocionar Brasília, Luan segue com a agenda cheia. Neste domingo (11), o cantor apresenta o “Além do Registro” em Palmas/TO. A próxima parada da turnê “Registro Histórico” acontece em 17 de outubro, em Cariacica/ES.
- Kátia Cubel fala sobre reputação na infraestrutura em seminário em Brasília
Referência em construção de imagem institucional, a consultora e jornalista Kátia Cubel vai falar sobre “Reputação, Posicionamento e Credibilidade” no encerramento do seminário MB 2026 – Mulheres a Bordo, em Brasília, no próximo dia 15 de outubro. O evento vai reunir especialistas dos segmentos de Logística e Infraestrutura, entre 14h e 18h, para debater “como alavancar a infraestrutura no Brasil, conectando sustentabilidade e desenvolvimento”; “logística, crescimento e regulação” e “cadeias inteligentes de logística”, entre outros temas. O seminário será no auditório da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), com vagas limitadas. Inscrições pelo site https://grupo-tribuna.evolurp.app/pages/evento?id=59. “Em um mercado altamente competitivo e estratégico, a imagem institucional tornou-se um dos ativos mais valiosos para o êxito de profissionais e de organizações. Os setores de logística e infraestrutura lidam com grandes obras, contratações públicas, sustentabilidade, elevado nível de exposição e constantes riscos de imagem. É necessário saber se posicionar. Credibilidade, autoridade no que faz e confiança da opinião pública são atributos de sustentabilidade e de governança, e impactam na percepção e nas decisões de investidores, parceiros e clientes”, destaca Kátia Cubel. Mentora de lideranças de instituições públicas e privadas, Kátia Cubel alia uma vasta experiência prática com a consistência acadêmica dos mestrados em Neuromarketing e em Comportamento Não Verbal e Detecção de Mentiras. No treinamento de profissionais para adensamento de reputação e de credibilidade, atuou em instituições como Cade, TCU, Antaq e TSE. Dirige há 30 anos a Engenho Comunicação, é consultora de organizações no Brasil e no exterior e lidera causas de cidadania nas iniciativas Prêmio Engenho de Comunicação, Prêmio Engenho Mulher, Festival de Jornalismo do Prêmio Engenho e Festival de Jornalismo Recife. Sua participação irá encerrar o MB 2026, com moderação da jornalista Paula Bertelli – Gerente de Comunicação na BTP. Outros especialistas de renome estarão entre os conferencistas. Entre eles, a advogada Flávia Takafashi (ex-diretora da Antaq), o diretor-geral da ANTT, Guilherme Théo, Adriana Pessotti (Diretora Jurídica e Regulatória na Vports Autoridade Portuária), Gabriela Costa (Diretora Executiva na ATP) e Gilmara Temoteo (Diretora-Executiva na ABEPH).
- Reexibição da saga “Jogos Vorazes” estreia nesta quinta-feira nos cinemas
A Paris Filmes relança nos cinemas nesta quinta-feira, dia 15 de outubro, “Jogos Vorazes”, “Jogos Vorazes: Em Chamas”, “Jogos Vorazes: A Esperança - Parte 1”, “Jogos Vorazes: A Esperança - Parte 2” e “Jogos Vorazes - A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, longas baseados nos best-sellers de Suzanne Collins. O relançamento contará ainda com conteúdos exclusivos do elenco de “Jogos Vorazes – Amanhecer Na Colheita” antes de cada exibição. Baixe os cartazes neste link e imagens aqui. Assista o teaser aqui. No primeiro, Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) se oferece no lugar da sua irmã para competir nos Jogos Vorazes, onde jovens dos doze distritos de Panem são escolhidos aleatoriamente para lutar um contra o outro até que um sobrevivente permanece. “Em Chamas” mostra Katniss e Peeta Mellark (Josh Hutcherson) ao tornarem-se alvos da Capital após a vitória do 74º Jogos Vorazes, o que resulta em uma rebelião dos distritos. Em “A Esperança - Parte 1”, Katniss é resgatada pelos rebeldes e levada ao Distrito 13 depois que quebra os Jogos Vorazes para sempre. Sob a liderança da Presidente Coin (Julianne Moore) e de Plutarch Heavensbee (Philip Seymour Hoffman), Katniss abre as suas asas e torna-se Mockingjay, o líder simbólico da rebelião. “A Esperança - O Final” traz Katniss percebendo que as apostas não são mais apenas para a sobrevivência, são para o futuro. Com a nação de Panem em guerra, ela enfrenta o Presidente Snow (Donald Sutherland). Por fim, em “A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, anos antes de se tornar o tirânico Presidente de Panem, Coriolanus Snow (Tom Blyth), aos 18 anos, vê uma chance de mudança de sorte quando é escolhido para ser mentor de Lucy Gray Baird (Rachel Zegler), uma garota tributo do empobrecido Distrito 12. Juntos, os cinco filmes já levaram mais de 16 milhões de espectadores aos cinemas do país. O elenco conta ainda com Stanley Tucci, Liam Hemsworth, Lenny Kravitz, Woody Harrelson, Elizabeth Banks, Sam Claflin, Viola Davis, Hunter Schafer e mais. A direção de “Jogos Vorazes” é de Gary Ross e dos filmes seguintes de Francis Lawrence. A distribuição nacional é da Paris Filmes. SOBRE A PARIS FILMES A Paris Filmes é a maior distribuidora brasileira independente e atua no mercado de distribuição de filmes no Brasil e na América Latina, destacando-se pela alta qualidade cinematográfica. Além de ter distribuído grandes sucessos mundiais como as sagas “Crepúsculo” e “Jogos Vorazes”, o premiado “O Lado Bom da Vida”, que rendeu o Globo de Ouro®️ e o Oscar®️ de Melhor Atriz a Jennifer Lawrence em 2013 e “Meia-Noite em Paris”, que fez no Brasil a maior bilheteria de um filme de Woody Allen, a distribuidora também possui em sua carteira os maiores sucessos do cinema nacional, como as franquias “De Pernas Pro Ar”, “Até Que a Sorte nos Separe”, “DPA – O Filme" e "Turma da Mônica". Nos últimos anos a empresa esteve à frente de importantes lançamentos como “John Wick”, “La La Land – Cantando Estações”, “A Cabana”, “Extraordinário”, “Marighella”, “Meu Nome é Gal”, “Homem com H", “Manas”, “Pedágio”, “Ritas”, “Jogos Vorazes - A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, “Jogos Mortais X”, "A Empregada", a franquia "Truque de Mestre", “Minha Irmã e Eu” – primeiro filme nacional a bater a marca de 2 milhões de espectadores pós-pandemia – e “Minha Melhor Amiga”. Entre os próximos lançamentos estão “Feito Pipa”, “Geni e o Zepelim”, “As Dez Vantagens de Morrer Depois de Você”, “Minha Vida com Shurastey” e "Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita".
- Choro Popular Orquestra é destaque da programação gratuita do Complexo Cultural do Choro
A Choro Popular Orquestra, formação de 30 instrumentistas sob regência do maestro Fabiano Medeiros, é a atração desta quarta-feira (14), no Clube do Choro de Brasília. A apresentação gratuita integra a programação do Complexo Cultural do Choro, que tem patrocínio master da Shell, e apresenta um repertório que percorre a história do gênero, do século XIX à produção contemporânea. A programação continua no sábado (17), com duas atividades abertas ao público. Às 11h, o Choro no Parque ocupa o estacionamento 10 do Parque da Cidade. Ao meio-dia, a Feijoada com Samba reúne música e gastronomia no Clube do Choro. Todas as atividades da semana têm acesso gratuito. Criada em 2024, a Choro Popular Orquestra é uma iniciativa dedicada à preservação, valorização e difusão do Choro brasileiro. Idealizada por Reco do Bandolim, fundador da Escola Brasileira de Choro, e com direção artística do violonista Henrique Neto, a formação é resultado do trabalho do Instituto Cultural de Educação Musical de Brasília (ICEM). No palco, a orquestra apresenta arranjos que exploram a combinação de instrumentos de sopro, cordas e percussão. O repertório evidencia as transformações e influências incorporadas ao Choro ao longo de sua história, em uma proposta que reúne músicos experientes e jovens talentos. A formação conta ainda com a participação do Grupo Choro Livre, regional com mais de 40 anos de atividade e trajetória ligada à história do gênero em Brasília. A presença do grupo aproxima a experiência acumulada ao longo de décadas das novas perspectivas musicais propostas pela orquestra. O Choro, reconhecido como Patrimônio Cultural do Brasil pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), encontra na iniciativa mais um espaço de preservação e difusão. Para Henrique Neto, diretor da Escola Brasileira de Choro, a diversidade de formatos e espaços é uma das características do projeto: “O Complexo Cultural do Choro foi pensado justamente para aproximar a música das pessoas de diferentes maneiras. Temos o encontro de artistas no palco, o choro ocupando o Parque da Cidade e a Feijoada com Samba, que também faz parte dessa tradição de convivência em torno da música. São experiências diferentes que ajudam a formar público, revelar novos talentos e manter vivo esse patrimônio da música brasileira”. A parceria com a Shell também contribui para a continuidade da programação. “Na Shell, temos orgulho de construir parcerias que ajudam a manter viva a cultura brasileira e ampliam seu alcance para diferentes públicos e gerações. Ao lado do Complexo Cultural do Choro, contribuímos para preservar e fortalecer um dos gêneros mais importantes da nossa música, por meio de uma programação que conecta tradição, contemporaneidade e diversidade cultural”, comenta Monique Gonçalves, gerente executiva de Relações Governamentais e Assuntos Regulatórios da Shell Brasil. Sobre o projeto Em sua quarta edição, o Complexo Cultural do Choro reúne shows, rodas de choro e samba, ensaios abertos e atividades formativas voltadas à preservação e à renovação da música instrumental brasileira. Desenvolvido pela Escola Brasileira de Choro e pelo Clube do Choro de Brasília, o projeto também investe em acessibilidade, com recursos de audiodescrição e interpretação em Libras disponibilizados sob demanda, mediante solicitação pelo telefone (61) 99868-2012. Sobre o Regional Choro Livre Criado por Reco do Bandolim, um dos fundadores do Clube do Choro de Brasília, o Choro Livre é um dos grupos mais tradicionais em atividade na capital. Com mais de quatro décadas de história, o regional construiu uma identidade própria ao equilibrar fidelidade à tradição e uma abordagem aberta e contemporânea do gênero. Ao longo de sua trajetória, o grupo dividiu o palco com grandes nomes da música brasileira, como Moraes Moreira, Clementina de Jesus, Paulinho da Viola, Hermeto Pascoal e Sivuca, além de participar de turnês e festivais internacionais. Atualmente, o Choro Livre é a base dos projetos musicais do Clube do Choro de Brasília e segue como um dos principais difusores do gênero, conectando diferentes gerações em torno do choro. Sobre a Shell Presente no país desde 1913, a Shell Brasil é uma companhia integrada de energia, com participação nos setores de petróleo e gás, soluções baseadas na natureza, pesquisa e desenvolvimento e trading, por meio da comercializadora Shell Energy Brasil. A companhia também atua no segmento de biocombustíveis por meio da joint venture Raízen, responsável, no Brasil, pela distribuição de combustíveis da marca Shell. A Shell Brasil trabalha para atender à crescente demanda por energia de forma econômica, ambiental e socialmente responsável, avaliando tendências e cenários para responder aos desafios do futuro da energia. Para acompanhar as notícias da Shell Brasil, inscreva-se no Shell Brasil News Alert. CONFIRA A PROGRAMAÇÃO Dia 14/1019h30 – Choro Livre Convida com a Choro Popular Orquestra Dia 17/1011h00 – Choro no Parque – Parque da Cidade12h00 – Feijoada com Samba SERVIÇOComplexo Cultural do Choro de BrasíliaDias: 14 e 17 de outubro (quarta-feira e sábado)Endereço: Espaço Cultural do Choro – Setor de Divulgação Cultural – Eixo Monumental e Parque da Cidade, estacionamento 10Telefone: (61) 3226-3969 e (61) 99868-2012Acesso gratuito para todas as atividades da semanaClassificação Indicativa: Livre para todos os públicos
- Kamila da Funerária leva histórias curiosas e humor ao Podcast Deu Bom!I
Influenciadora e dona da Funerária Congresso conta sua trajetória em episódio que vai ao ar nesta terça-feira (13), às 19h, no YouTube do Deu Bom! Brasília O Podcast Deu Bom! recebe nesta terça-feira (13) Kamila da Funerária, influenciadora e dona da Funerária Congresso. Com bom humor e histórias curiosas, ela conta como começou no ramo funerário e como passou a compartilhar sua rotina nas redes sociais, tornando-se conhecida como a “influenciadora da funerária”. Durante a conversa, Kamila relembra situações inusitadas do trabalho e mostra acessórios que chamam a atenção: um microfone de caixão rosa e uma bolsa também em formato de caixão. A convidada ainda surpreende os apresentadores com um presente que combina com sua identidade: uma miniatura de caixão. Entre relatos sobre empreendedorismo, criação de conteúdo e os bastidores de uma profissão cercada de curiosidade, o papo reúne momentos divertidos. Esse episódio está de morrer… de rir! SERVIÇO Podcast Deu Bom! com Kamila da Funerária 📅 Terça-feira, 13 de outubro de 2026 🕖 Às 19h 📺 Onde assistir: YouTube do Deu Bom! Brasília 🎟️ Acesso gratuito
- Obra de Benjamin Britten com elenco formado por artistas da cidade será apresentada nos dias 17 e 18 de outubro
No mês das crianças, Brasília recebe “Vamos fazer uma Ópera!”, espetáculo cênico-musical com a ópera “O Menino da Chaminé” de Benjamin Britten especialmente pensado para o público infantil e que também promete conquistar espectadores de todas as idades. A montagem marca os 50 anos da morte do compositor britânico e integra as homenagens realizadas em torno de sua obra. Com direção artística, cênica e cenografia de Hyandra Ello e direção musical e regência do maestro Ricardo Sousa-Castro, o espetáculo reúne cantores adultos de destaque na cena operística de Brasília e seis crianças selecionadas por audição. Os jovens integrantes do elenco participaram de um processo de preparação que incluiu 40 horas de oficinas de canto e teatro, além dos ensaios para a montagem. Para o maestro Ricardo Sousa-Castro, a obra foi concebida para ser acessível ao público infantil, sem abrir mão do estilo e da complexidade harmônica característicos de Britten. “A Orquestra Metropolitana de Brasília seguirá a formação original do compositor: um piano a quatro mãos, quarteto de cordas e percussão. Essa combinação resulta em uma sonoridade muito particular, com uma especial importância da percussão como elemento dramático. Além da participação de solistas adultos e crianças, a ópera também tem a participação do público, que é convidado a cantar em alguns momentos específicos. O Coro de Câmara de Brasília será o ponto de ligação entre os solistas e o público, ajudando a interpretar as canções da plateia”, explica. O maestro também destaca o tratamento musical dado ao personagem João, protagonista da história. “O compositor dá um tratamento especial ao personagem João, que tem maior incidência de semitons e cromatismos, que contrastam com as melodias mais diatônicas e alegres das outras crianças. O tratamento melódico evidencia a diferença entre a sofrida vida de João e a das crianças que tiveram uma infância melhor. A ópera também apresenta momentos de maior complexidade harmônica, como na ária da Rita, com maior densidade musical e psicológica. No final, o compositor retoma, de maneira mais sutil, a dissonância de semitom do início, como se quisesse mostrar que há uma ferida em João que ainda não foi curada, deixando claro que o final feliz ainda não garante o futuro do personagem”, complementa Ricardo. A história começa em Planaltina, nos anos 1990, quando um grupo de crianças brinca de queimada na rua. Por acidente, a bola cai na casa de Dona Meire, uma senhora misteriosa. Ao entrarem discretamente para recuperá-la, as crianças encontram um baú repleto de objetos antigos e uma partitura de ópera. Fascinada pela descoberta, Joana leva a partitura para casa e adormece. É a partir desse sonho que a narrativa ganha novos contornos. Joana se transforma no pequeno João, um menino abandonado e obrigado a trabalhar limpando chaminés. Ao ficar preso dentro de uma delas, João pede socorro e acaba encontrando outras crianças, que ouvem sua história e decidem ajudá-lo. A partir daí, começa uma aventura que mistura música, imaginação e situações surpreendentes. A montagem é dividida em três momentos — prólogo, interlúdio e ópera — e utiliza o sonho como elemento central da encenação. Para a diretora artística, cênica e cenógrafa Hyandra Ello, a proposta é criar um espaço em que tempo, lugar e realidade possam se transformar livremente. “Mais do que contar uma história sobre uma menina que sonha, a montagem propõe ao público sonhar junto com ela. Recuperar, por alguns instantes, a liberdade da infância, quando imaginar era uma forma natural de compreender o mundo e quando uma porta podia ser um portal, uma janela podia revelar outro universo e um imprevisto podia simplesmente abrir caminho para uma nova possibilidade”, explica Hyandra. Visualmente, a encenação dialoga com o universo surrealista do artista René Magritte, especialmente por meio de portas e janelas que funcionam como portais entre diferentes espaços e estados de imaginação. Esses elementos se movimentam no palco e ajudam a criar, diante do público, um cenário em constante transformação. A montagem também retoma uma história pessoal do produtor e cantor Hugo Lemos, que participou da primeira montagem da obra em Brasília, realizada em 2013. Na época, um edital da Secretaria de Cultura voltado para o público infantil possibilitou a realização do projeto, apresentado por sugestão do professor de canto e diretor de ópera Francisco Frias. Treze anos depois, Lemos decidiu retomar a proposta e convidou novamente o maestro Ricardo Sousa-Castro, único outro integrante da equipe original que permanece nesta nova montagem. “Sempre foi uma vontade repetir esse mesmo projeto, fazendo uma seleção de seis novas crianças e oferecendo 40 horas de oficinas de canto e de teatro. Nesses dois meses de preparação para a ópera, nas oficinas e nos primeiros ensaios, percebemos que, a cada dia, elas evoluem e se entregam ao processo com muita dedicação”, conta Hugo Lemos, que admite que essa é uma das óperas favoritas dele. A seleção das seis crianças foi realizada em julho, por meio de audição, entre 12 candidatos, todos estudantes de música. Para Hugo, a escolha foi uma das etapas mais desafiadoras da produção, mas o resultado tem confirmado a aposta no novo elenco. “Garanto que o público ficará satisfeito e pode esperar um espetáculo divertido, encantador e profissional”, afirma. Além de apresentar a ópera ao público infantil, a montagem aposta no contato das novas gerações com o canto lírico, o teatro e a música de concerto, aproximando crianças e famílias de uma linguagem artística muitas vezes associada apenas ao público adulto. “Vamos fazer uma Ópera!” é um projeto realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF) e será apresentado no Teatro Madre Carmen Salles nos dias 17 e 18 de outubro. A classificação é livre e a duração aproximada é de 1h10. A sessão do dia 17 às 16h contará com audiodescrição, libras e programa em braile. Elenco AdultosDona Meire – Janette DornellasRita – Gabriela RamosJulia – Isabel QuintelaBeto/Tonho – Hugo LemosCláudio/Aldo – Roger Vieira CriançasJoão/Joana – Maísa MourãoCaio – Joaquim FrazãoSara – Maia CastroDani – Raphaela PaixãoIuri – Murilo MourãoNina – Maria Leal Ficha técnica Direção Artística, Cênica e Cenografia: Hyandra ElloDireção Musical e Regência: Maestro Ricardo Sousa-CastroDireção de Produção: Hugo LemosFigurinos: Janette DornellasIluminação: Lidianne CarvalhoMaquiagem: Ju WelascoOrquestra Metropolitana de Brasília Coro de Câmara de Brasília Serviço: Vamos fazer uma Ópera! 17 e 18 de outubro de 2026 às 16h e 19hTeatro Madre Carmen Salles, 604 norte Ingressos: R$ 20 (inteira) | R$ 10 (meia)Antecipados: hl.art.br/vfoBilheteria local: uma hora antes de cada sessão (dinheiro ou pix) Informações importantes: • Ingressos gratuitos para crianças e jovens até 14 anos, maiores de 60 anos e PCD.• Meia-entrada para estudantes, professores e profissionais da saúde• Meia solidária mediante doação de alimentos• Lugares por ordem de chegada (com fila preferencial prevista em lei) A sessão do dia 17 às 16h contará com audiodescrição, libras e programa em braile. Classificação: LivreDuração: 1h10 Este projeto é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal












