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  • 4 dicas para construir ou reformar sua casa mesmo durante a chuva

    Chove, chuva! E muita, felizmente! Se você é daqueles que ama a chuva, vai se agradar até o final do mês de março ou até mais, dependendo das variações climáticas. É que estamos no verão, que se prolonga, oficialmente, até o dia 20 de março. A estação é caracterizada no Brasil por dias longos, altas temperaturas e muita chuva. Neste período uma dúvida que surge é: posso fazer alguma manutenção ou reforma em meu lar ou adiantar minha construção?  A resposta, segundo o engenheiro Lucas Antonelle, gerente de manutenções da rede de lojas de materiais de construção Irmãos Soares, é: sim. Mas, para se ter sucesso, é preciso se atentar ao planejamento, organização e segurança desta obra.  Para quem está construindo, ele orienta, o ideal é que no período de chuva a casa já esteja coberta, seja com laje ou com telhado, pois assim é possível fazer qualquer tipo de serviço interno, como instalação de piso, instalação de revestimento, pintura, instalação de acabamentos, pias, instalação de louças e  bacias sanitárias. “No caso de reforma, a perspectiva é a mesma, prefira fazer esse tipo de serviço interno durante o período de chuvas. É possível fazer manutenções no sistema elétrico, pintura interna, troca de piso, louças e metais, entre outros”, destaca ele. É importante, portanto, se planejar para garantir a segurança da obra e qualidade do serviço. Entre os cuidados necessários durante esse período, segundo o especialista, um dos mais necessários é quanto à correta armazenagem dos materiais, para evitar desperdício e garantir a qualidade da obra. Veja dicas do engenheiro Lucas Antonelle, gerente de manutenções da Irmãos Soares:  1 -  Cuidado com a umidade Se você armazenar certos materiais como argamassas para assentamento de piso ou cimento, por exemplo, em locais que recebam umidade, eles poderão endurecer e você perderá o material. Portanto, cubra totalmente e se certifique de que não há respingos e infiltrações no local de armazenamento. Uma ideia é não deixar em contato direto com o chão. Ferramentas elétricas também podem estragar, vale redobrar a atenção. 2 - Feche as embalagens corretamente Produtos já abertos merecem cuidado extra. Tintas, por exemplo, é um produto que requer bastante atenção: não deixe a lata aberta. Se ela pegar a umidade da chuva, vai ter sua composição alterada e isso pode danificar completamente o produto, tornando-o impróprio para o uso.    3 - Evite locais que não tenha ventilação Ter um local de armazenamento protegido não significa que ele tenha de ser totalmente fechado. Ao contrário, ele precisa também ter boa ventilação. No período chuvoso, a umidade do ar aumenta muito, então, locais que não tenham ventilação e higienização correta podem ser acometidos por mofo, portanto evite deixar materiais delicados em barracões de obra externos, que não tenham atenção constante.    4 - Use sempre EPIS Essa dica parece dispensável, mas não é, porque o uso dos equipamentos de proteção individual, os EPIS, algumas vezes são negligenciados quando são realizadas obras menores ou feitas pela própria família. Não caia nesta cilada. Use luvas, capacete, bota emborrachada com bico de PVC, óculos de proteção, cintos de segurança se for fazer trabalho em altura, e tenha atenção redobrada com trabalhos envolvendo a eletricidade em período chuvoso, pois a água é uma boa condutora de eletricidade.  Não manusear ferramentas elétricas debaixo de chuva ou debaixo de garoa. Confira sempre  antes de ligar essas ferramentas. Veja se a tomada ou o filtro de linha/extensão que está sendo utilizada não está molhada ou se não tem algum ponto em contato com a água. Outra questão importante é observar se o local da obra está nem seco antes de iniciar os trabalhos. Esse simples passo, previne quedas, que podem ser graves, o que além de prejudicar sua saúde, pode comprometer o andamento da obra.

  • NR-01 coloca saúde mental das empresas sob fiscalização e acende alerta sobre impactos financeiros

    A saúde mental dos colaboradores e da liderança entrou definitivamente na agenda estratégica das empresas com a atualização da Norma Regulamentadora nº 01 (NR-01), que passou a exigir a inclusão dos riscos psicossociais no Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR). A nova exigência acende um alerta no setor corporativo não apenas pelas multas administrativas, mas pelos possíveis prejuízos trabalhistas e financeiros que podem impactar diretamente o caixa das organizações. Quem chama atenção para esse cenário é a psicóloga e especialista em saúde mental voltada para empresários, Simone Arruda. Segundo ela, muitos ainda enxergam a norma apenas como obrigação legal, quando na prática o maior custo está nos efeitos indiretos da falta de gestão emocional nas equipes. “Afastamentos por transtornos mentais, aumento do turnover, conflitos internos e processos trabalhistas podem gerar prejuízos muito superiores às penalidades previstas”, afirma. Multa não é o maior risco financeiro Levantamentos técnicos indicam que multas administrativas por falhas na NR-01 podem variar, em média, de cerca de R$1,7 mil a R$8 mil, podendo chegar a aproximadamente R$16 mil em casos de reincidência. No entanto, especialistas alertam que o maior impacto econômico está nos custos indiretos. Um único afastamento por transtornos mentais pode gerar perdas entre R$18 mil e R$25 mil considerando encargos, queda de produtividade e substituição do colaborador.   A rotatividade também pesa no caixa das empresas. Em um cenário comum, a substituição de um funcionário pode custar de três a seis salários, podendo gerar prejuízos anuais entre R$ 45 mil e R$ 90 mil em empresas com cerca de 30 colaboradores e índices elevados de turnover. Além disso, ações por assédio moral podem resultar em condenações individuais entre R$ 5 mil e R$ 50 mil, podendo ultrapassar R$ 100 mil em casos coletivos.   Para Simone Arruda, a saúde mental da liderança precisa ser tratada como variável estratégica dentro da gestão empresarial. “Quando o empresário ignora sinais de sobrecarga emocional e conflitos internos, o reflexo aparece nos indicadores financeiros. Não é apenas uma pauta humana, é uma pauta de negócio”, destaca. O que muda com a NR-01 A partir das novas diretrizes da norma, empresários já precisam implementar ações como a identificação e classificação dos riscos psicossociais, elaboração de planos de ação preventiva, registro de evidências das medidas adotadas e monitoramento contínuo do ambiente organizacional. A expectativa é que a fiscalização avance nos próximos meses, exigindo maior preparo das empresas. Na prática, especialistas recomendam que as empresas iniciem diagnósticos internos sobre clima organizacional e fatores de pressão emocional, capacitem lideranças para lidar com conflitos e saúde mental das equipes, revisem rotinas que geram sobrecarga e estabeleçam processos contínuos de acompanhamento estratégico. Empresas que conseguem estruturar esse processo tendem a reduzir afastamentos, melhorar o desempenho das equipes e evitar aumentos de encargos previdenciários, que podem representar até R$ 36 mil anuais adicionais em determinadas situações relacionadas ao Fator Acidentário de Prevenção (FAP).   Segundo Simone Arruda, a adequação à nova atualização da NR-01 não deve ser vista apenas como obrigação regulatória, mas como uma oportunidade de aumentar os lucros. “Equipes emocionalmente saudáveis tendem a apresentar maior produtividade, menor rotatividade e mais clareza nas decisões, o que impacta diretamente o crescimento sustentável das empresas”, afirma. Sobre Simone Arruda - Simone Arruda é psicóloga e psicomentora estratégica, com mais de 20 anos de atuação voltada à saúde mental de empresários e líderes sob alta pressão e responsabilidade. Seu trabalho integra saúde mental, tomada de decisão, liderança e prevenção de riscos psicossociais em alinhamento com a NR-01, apoiando empresas na construção de ambientes mais saudáveis e sustentáveis. A atuação é fundamentada na metodologia desenvolvida por Simone Arruda, chamada Blindagem Psicológica, voltada à estruturação mental e emocional de empresários e líderes. Essa metodologia é aplicada por meio de atendimentos, palestras estratégicas, treinamentos estruturados e programas voltados a empresários e lideranças. Além disso, Simone Arruda também oferece consultoria especializada relacionada aos riscos psicossociais nas empresas, com foco em diagnóstico organizacional, orientação preventiva e implementação de ações que promovam mudanças consistentes nos comportamentos e na dinâmica organizacional, contribuindo para a construção de ambientes corporativos mais saudáveis e sustentáveis.  Serviço Simone Arruda Instagram: https://www.instagram.com/simonearrudapsicologa/ ] Linkedin: https://www.linkedin.com/in/simonearrudapsi/ Site: https://www.simonearruda.com.br/

  • Governo de SP institui plano para erradicação do caruru-gigante e reforça atuação integrada no enfrentamento da praga

    O Governo de São Paulo instituiu nesta sexta-feira (20) o Plano Estadual de Prevenção, Controle e Erradicação do caruru-gigante (Amaranthus palmeri), planta daninha invasora de alto potencial de disseminação e impacto econômico. Conforme estabelece a Resolução nº 7/2026, publicada hoje no Diário Oficial do Estado, o plano define diretrizes técnicas e operacionais para a prevenção, contenção e eliminação da praga no território paulista, com o objetivo de proteger as cadeias produtivas agrícolas e preservar a competitividade do agro no Estado.   Coordenado pela Defesa Agropecuária da Secretaria de Agricultura e Abastecimento, o plano organiza as ações de vigilância, fiscalização e erradicação em todo o território paulista, com apoio das áreas de pesquisa, extensão rural, setor produtivo e prefeituras.   A medida foi adotada após a confirmação de foco da planta daninha em 3 de fevereiro de 2026, em uma propriedade no município de Mirassol, na região de São José do Rio Preto. A partir da detecção, a Defesa Agropecuária iniciou imediatamente as ações de interdição da área, eliminação do foco e monitoramento ampliado, integrando esforços para conter a disseminação e erradicar a ocorrência no Estado.   O plano estabelece protocolos padronizados de atuação, incluindo vigilância fitossanitária contínua, fiscalização, rastreabilidade, manejo integrado, interdição de áreas infestadas, eliminação imediata de focos e controle do trânsito de máquinas e implementos agrícolas. Também prevê a articulação entre os órgãos da Secretaria e instituições parceiras para monitoramento permanente e resposta técnica rápida.   Segundo o secretário de Agricultura e Abastecimento, Geraldo Melo Filho, a formalização do plano consolida a resposta rápida do Estado diante de uma praga com elevado potencial de impacto econômico e produtivo. “O enfrentamento ao caruru-gigante exige atuação coordenada e permanente. Estamos mobilizando toda a estrutura da Secretaria, em parceria com produtores, prefeituras, instituições de pesquisa e o setor produtivo, para evitar a disseminação da praga no território paulista, preservando a competitividade da nossa agricultura”, ressalta.   Com alto potencial de impacto sobre culturas como soja, milho e algodão, além de elevar significativamente os custos de produção agrícola, o caruru-gigante demanda a adoção imediata de medidas técnicas coordenadas para contenção e erradicação da praga no Estado. Somadas, essas culturas representam R$13 bilhões do Valor da Produção Agropecuária paulista. A soja movimenta cerca de R$ 8,9 bilhões por ano no Estado, o milho mais de R$ 4 bilhões e o algodão R$ 181 milhões, o que evidencia o potencial de prejuízo econômico caso a praga se dissemine e justifica a adoção imediata de medidas coordenadas de contenção e erradicação.   “São ações que compreendem vigilâncias ativas e passivas, controle do trânsito de máquinas, manejos integrados, aplicação de medidas químicas, mecânicas e culturais, a eliminação imediata de focos, interdição de áreas, entre outras medidas que devem ser levadas em consideração por todo o setor produtivo para que consigamos extinguir essa praga do território paulista com a maior eficiência possível”, destaca Alexandre Paloschi, engenheiro agrônomo e diretor do Departamento de Defesa Sanitária Vegetal.   Entre os próximos passos previstos estão a ampliação do monitoramento regional, o fortalecimento das ações de fiscalização coordenadas pela Defesa Agropecuária, a publicação de protocolos operacionais específicos, a capacitação técnica de equipes e a intensificação da comunicação com produtores e municípios.   Acesse o plano no Diário Oficial pelo link: Link Amaranthus palmeri   O Amaranthus palmeri é uma planta daninha exótica, de crescimento rápido e elevada agressividade. Apresenta resistência a herbicidas e alta capacidade de dispersão, com plantas fêmeas capazes de produzir de 200 mil a 500 mil sementes por planta, dependendo das condições ambientais.   As plantas fêmeas podem produzir sementes viáveis mesmo na ausência de polinização por plantas machos, o que amplia o potencial de disseminação e exige monitoramento contínuo das áreas agrícolas.   Diante de qualquer suspeita de ocorrência, especialmente em áreas com indícios de resistência a herbicidas, a orientação é que produtores e técnicos entrem em contato com a unidade da Defesa Agropecuária mais próxima: Link   Materiais educativos e orientações técnicas estão disponíveis em: https://www.defesa.agricultura.sp.gov.br/arquivos/educacao-sanitaria/material/folder_praga_amaranthus.pdf

  • Secretaria de Agricultura participa da Coplacampo 2026 em Piracicaba

    A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo (SAA-SP) participa da Coplacampo 2026, de 23 a 27 de fevereiro, em Piracicaba (SP), um dos principais eventos cooperativistas do agronegócio paulista.   A abertura, às 09hrs do dia 23 de fevereiro, contará com a presença do secretário de Agricultura e Abastecimento de SP, Geraldo Melo Filho, seguida de uma visita aos estandes da feira. Na ocasião, o secretário estará disponível para entrevistas.   Ao longo dos três dias de programação, a Secretaria mantém presença institucional na feira, oferecendo atendimento ao produtor rural, orientações técnicas e apresentação de tecnologias e serviços voltados ao aumento da produtividade e da sustentabilidade no campo.   Participam da ação equipes da Diretoria de Assistência Técnica Integral (CATI), da Defesa Agropecuária, do Instituto Agronômico (IAC), do Instituto de Zootecnia (IZ) e da APTA Regional, levando informações sobre assistência técnica, sanidade agropecuária, pesquisa aplicada, inovação e programas de apoio ao setor.   Para agendamento de entrevistas: imprensa.agricultura@sp.gov.br e/ou (11)5067-0068   Serviço Evento: Coplacampo 2026Data: 23 a 27 de fevereiro de 2026Local: Rodovia do Açúcar (SP-308), km 157 – Piracicaba (SP)

  • A premiada Pequena Companhia de Teatro celebra 20 anos de trajetória com espetáculos, oficina e exposição gratuitos

    Entre os dias 26 de fevereiro e 20 de abril de 2026 , a maranhense Pequena Companhia de Teatro ocupa o  Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo , com quatro espetáculos, uma oficina e uma exposição , em comemoração aos seus 20 anos de trajetória. As apresentações dos dias 7 e 21 de março, e 4 e 18 de abril contam com bate-papos após as sessões. Todas as atividades são gratuitas .   As peças têm dramaturgia de Marcelo Flecha e são livremente inspiradas em obras como Carta ao Pai (Franz Kafka), Livro do desassossego (Fernando Pessoa), Un señor muy viejo con unas alas enormes (Gabriel García Márquez) e  A outra morte (Jorge Luís Borges), livros de escritores expoentes da literatura mundial.    A Pequena Companhia de Teatro, criada em 2005 e composta pelos atores Cláudio Marconcine e Jorge Choairy, pelo encenador Marcelo Flecha e pela produtora Katia Lopes, é referência teatral maranhense das últimas décadas. Premiada, já conquistou quatro Prêmios FUNARTE de Teatro Myriam Muniz e participou dos principais projetos de circulação nacional – Palco Giratório, Programa Petrobras Distribuidora de Cultura, SESC Amazônia das Artes, SESI Viagem Teatral e Ocupação dos Centros Culturais BNB.   Foi selecionada para 70 festivais e mostras nacionais e já circulou por 72 cidades de 25 estados do país. “Sendo um grupo de teatro de pesquisa de ações continuadas, a circulação pelo Brasil é o nosso alicerce de sustentação, a teia que enlaça nossas ações com todas as regiões do país, e com todo o teatro de grupo feito por aqui”, explica Flecha. O grupo desenvolveu quatro sistemas para criar suas montagens: “Quadro de Antagônicos”, instrumento de treinamento para o ator, de onde saem os personagens, fugindo de uma construção naturalista convencional; a “Transposição de Gêneros”, instrumento de confecção de dramaturgia; o “Teatro Polidramático”, conceito de concepção de cena; e “Artesania iluminocenográfica”, sobre iluminação. “O nosso processo de criação sempre começa com um debate sobre o tema que a gente quer levar à cena. A partir daí, iniciamos uma pesquisa em textos dramatúrgicos e literários, o que chamamos de transposição de gênero, tema, inclusive, de oficinas que ministramos em várias cidades brasileiras”, conta o dramaturgo. Espetáculos dentro da Ocupação O espetáculo Velhos caem do céu como canivetes , contemplado com dois Prêmios FUNARTE de Teatro Myriam Muniz (2012/2013), abre a programação a partir de 26 de fevereiro, em cartaz até 9 de março . Inspirado na obra Un señor muy viejo con unas alas enormes , de Gabriel García Márquez, a narrativa da peça se desenvolve a partir de um ser alado, interpretado por Jorge Choairy, que cai no quintal de um ser humano, personagem de Cláudio Marconcine. O humano é um catador de lixo que tenta sobreviver à miséria que assola sua família e, de repente, vê sua rotina mudar com a queda desse ser estranho em seu quintal. O espanto inicial dá lugar à necessidade de identificá-lo. Seria um anjo? Um frango? Um delírio provocado pela fome? É nessa teia que o espectador é convidado a se equilibrar, enquanto os dois seres se digladiam em um intenso confronto dialético. O exílio forçado de um, e a miséria do outro, pontuam a trama, que apresenta um cenário pós-apocalíptico permeado de desesperança. Um ser alado e um ser humano, no abismo de suas percepções, preconceitos, medos e dúvidas.    Em março , de 12 a 23 , o público é convidado a assistir Pai & Filho , inspirado na obra Carta ao Pai , de Franz Kafka, e que, com linguagem crua e visceral, discute as relações de poder, originadas na estrutura familiar e disseminadas na constituição sociocultural contemporânea. Na peça, um homem aprisionado e oprimido pelo poder do pai, procura enfrentá-lo, mas seu discurso não consegue quebrar a hierarquia familiar, impedindo que um diálogo aberto se estabeleça. A encenação disponibiliza um espaço para a discussão sobre o conflito de gerações e a relação de dependência utilizada no seio familiar como instrumento de poder. No palco, Jorge Choairy dá vida ao Filho e Cláudio Marconcine ao Pai.   Em seguida, a Companhia apresenta Ensaio sobre a memória , de 26 de março a 6 de abril . Um escritor e sua assistente iniciam uma pesquisa, para a criação de um novo conto, sobre um senhor que se engajou contra um regime militar latino-americano e foi torturado. Por não resistir à tortura entregou seus pares, e passou a vida esperando uma segunda chance para remediar essa fraqueza. Nesse contexto, a peça mergulha em um labirinto de narrativas, com conflitos de versões, memórias ficcionais e suspeição histórica. O elenco é formado por Cláudio Marconcine (Escritor), Dênia Correia (Mulher), Lauande Aires (Pedro Damián) e Katia Lopes (Espectro). O espetáculo foi livremente inspirado no conto A outra morte , de Jorge Luís Borges.   O último espetáculo apresentado na temporada acontece entre 9 e 20 de abril : Desassossego , baseado no Livro do Desassossego , de Fernando Pessoa. A obra é um convite para o espectador mergulhar em uma experiência cênica sensorial, emotiva, divertida e provocadora. Os atores Luciana Duarte e Jeyzon Leonardo são personagens de si mesmos em uma comédia constrangedora para sorrisos amarelos, dirigida por Marcelo Flecha. Na busca pela cena perfeita, tentando construir um novo espetáculo, eles convidam a plateia a invadir um processo de montagem e ver, de maneira escancarada, todos os desassossegos, descompassos e descaminhos do mundo teatral, se deparando com a metáfora perfeita do que é a vida humana cotidiana, no seu aspecto mais puro.   Exposição e oficina Desde o início da Ocupação, no dia 26 de fevereiro, os visitantes podem conhecer um pouco mais sobre a trajetória, pesquisa e desenvolvimento teatral desses 20 anos de trabalho do grupo, por meio da Pequena Mostra de Teatro , em cartaz no Foyer do Teatro do CCBB São Paulo. A exposição fica aberta até o final da temporada, no dia 20 de abril.   Álbuns de fotos, diários, iluminações, ilustrações, catálogos, partes de cenografias, figurinos de espetáculos e minibiblioteca compõem o espaço, ajudando a contar a história da Companhia, que desenvolveu tecnologias para reduzir os impactos ambientais, otimizar os recursos financeiros, construir uma pesquisa de linguagem focada na dramaturgia do ator e sustentar seu compromisso político de operar o teatro como um potente instrumento de reflexão para além do entretenimento.    Nos dias 7 e 21 de março , e 4 de abril , iluminadores, cenógrafos, alunos de teatro, artistas de teatro, encenadores e pesquisadores com interesse em dramaturgia da luz a partir de iluminações não convencionais são convidados a participar da oficina “ Artesania iluminocenográfica: desenvolvendo tecnologia a partir da obsolescência ” , com duração total de 09 horas.   São 30 vagas e as inscrições são feitas via formulário ( https://forms.gle/CU8n36BbqScsoJ837 ).  A oficina faz parte do resultado e compartilhamento da pesquisa realizada pelo iluminador Marcelo Flecha durante as últimas duas décadas como uma ação política, na busca por democratizar um pensamento sobre a iluminação cênica para além de espaços que abriguem equipamentos de luz convencionais, e como esse pensar pode operar produtivamente uma instrumentalização da luz no teatro.    Os encontros propõem o estudo de elementos iluminocenográficos a partir de resíduos descartáveis, fontes luminosas do cotidiano e equipamentos de luz obsoletos, provocando no participante a construção de um pensar político, estético e narrativo a partir da luz.   SERVIÇO Ocupação Maranhense: 20 Anos da Pequena Companhia de Teatro De 26 de fevereiro a 20 de abril de 2026 Local: Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo R. Álvares Penteado, 112, Centro Histórico de São Paulo, SP Retirada de ingressos: Grátis na bilheteria do CCBB SP e pelo bb.com.br/cultura  (1h antes do espetáculo)   No Teatro Velhos caem do céu como canivetes , livremente inspirado no conto Um señor muy viejo com unas alas enormes , de Gabriel García Márquez Data: 26/02 a 09/03/2026 Horário: Quinta, sexta e segunda, às 19h | sábado e domingo, às 18h Bate-papo após sessão: 07/03 | sábado Sessão Inclusiva (intérprete de libras): 01/03 | domingo Classificação etária: 14 anos | Gênero: Drama | Duração: 60 minutos   Ficha técnica: Elenco: Jorge Choairy (Ser Alado) e Cláudio Marconcine (Ser Humano) Dramaturgia e encenação: Marcelo Flecha Iluminação, cenografia e figurinos: Marcelo Flecha Trilha sonora: Jorge Choairy e Marcelo Flecha Operador de luz e som: Marcelo Flecha Fotos divulgação: Ayrton Valle Produção: Katia Lopes Realização: Pequena Companhia de Teatro   Pai & Filho , livremente inspirado na obra Carta ao Pai , de Franz Kafka Data: 12 a 23/03/2026 Horário: Quinta, sexta e segunda, às 19h | sábado e domingo, às 18h Bate-papo após sessão: 21/03 | sábado Sessão Inclusiva (intérprete de libras): 15/03 | domingo Classificação etária: 14 anos | Gênero: Drama | Duração: 60 minutos   Ficha técnica: Elenco: Jorge Choairy (Filho) e Cláudio Marconcine (Pai) Dramaturgia e encenação: Marcelo Flecha Iluminação, cenografia e figurinos: Marcelo Flecha Trilha sonora: Marcelo Flecha Operador de luz e som: Marcelo Flecha Fotos divulgação: Ayrton Valle Produção: Katia Lopes Realização: Pequena Companhia de Teatro   Ensaio sobre a memória , livremente inspirado no conto A outra morte  de Jorge Luís Borges Data: 26/03 a 06/04/2026 Horário: Quinta, sexta e segunda, às 19h | sábado, domingo e feriado, às 18h Bate-papo após sessão: 04/04 | sábado Sessão Inclusiva (intérprete de libras): 29/03 | domingo Classificação etária: 14 anos | Duração: 60 minutos | Gênero: Drama   Ficha técnica: Elenco: Cláudio Marconcine (Escritor), Dênia Correia (Mulher), Lauande Aires (Pedro Damián) e Katia Lopes (Espectro) Dramaturgia e encenação: Marcelo Flecha Iluminação, cenografia e figurinos: Marcelo Flecha Trilha sonora: Lauande Aires Operador de luz: Marcelo Flecha Operador de som: Katia Lopes Fotos divulgação: Ayrton Valle Produção: Katia Lopes Realização: Pequena Companhia de Teatro   Desassossego , livremente inspirado no Livro do Desassossego , de Fernando Pessoa Data: 09 a 20/04/2026 Horário: Quinta, sexta e segunda, às 19h | sábado e domingo, às 18h Classificação etária: 14 anos | Duração: 60 minutos | Gênero: Comédia constrangedora para sorrisos amarelos Bate-papo após sessão: 18/04 | sábado Sessão Inclusiva (intérprete de libras): 12/04 | domingo   Ficha técnica: Elenco: Luciana Duarte e Jeyzon Leonardo Dramaturgia: Marcelo Flecha e Cia. A Máscara de Teatro Encenação: Marcelo Flecha Cenografia, iluminação, figurinos e trilha sonora: Marcelo Flecha e Cia. A Máscara de Teatro Operador de luz e som: Luciana Duarte e Jeyzon Leonardo Produção: Luciana Duarte e Katia Lopes Realização: Cia. A Máscara de Teatro e Pequena Companhia de Teatro   >>> Oficina Artesania iluminocenográfica: desenvolvendo tecnologia a partir da obsolescência , com Marcelo Flecha Dias: 07 e 21/03 | 04/04/26 Horário: Das 14 às 17h Público: iluminadores, cenógrafos, alunos de teatro, artistas de teatro, encenadores e pesquisadores com interesse em dramaturgia da luz a partir de iluminações não convencionais.  Carga horária: 9h | Classificação etária: 18 anos Vagas: 30 vagas Inscrições gratuitas: inscrições pelo formulário: https://forms.gle/CU8n36BbqScsoJ837   No Foyer do Teatro Exposição Pequena Mostra de Teatro Data: 26/02 a 20/04 Dias: Todos os dias, exceto às terças-feiras  Horário: 9h às 20h Classificação etária: Livre Entrada: Gratuita    Informações CCBB SP: Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo Endereço:  Rua Álvares Penteado, 112 – Centro Histórico – SP Funcionamento:  Aberto todos os dias, das 9h às 20h, exceto às terças Telefone:  (11) 4297-0600 Estacionamento:  O CCBB possui estacionamento conveniado na Rua da Consolação, 228 (R$ 14 pelo período de 6 horas - necessário validar o ticket na bilheteria do CCBB). O traslado é gratuito para o trajeto de ida e volta ao estacionamento e funciona das 12h às 21h. Van: Ida e volta gratuita, saindo da Rua da Consolação, 228. No trajeto de volta, há também uma parada no metrô República. Das 12h às 21h. Transporte público:  O CCBB fica a 5 minutos da estação São Bento do Metrô. Pesquise linhas de ônibus com embarque e desembarque nas Ruas Líbero Badaró e Boa Vista. Táxi ou Aplicativo:  Desembarque na Praça do Patriarca e siga a pé pela Rua da Quitanda até o CCBB (200 m). Entrada acessível:  Pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida e outras pessoas que necessitem da rampa de acesso podem utilizar a porta lateral localizada à esquerda da entrada principal.   bb.com.br/cultura instagram.com/ccbbsp | facebook.com/ccbbsp | tiktok.com/@ccbbcultura E-mail: ccbbsp@bb.com.br

  • Selton Mello anuncia novo projeto internacional no cinema: “I Don’t Even Know Who I Was” (“Eu Não Sei Quem Fui”), em parceria com a premiada produtora francesa Les Valseurs

    Selton Mello anuncia seu novo projeto internacional no cinema: “I Don’t Even Know Who I Was”, (“Eu Não Sei Quem Fui”), longa-metragem que marca mais um passo ousado e autoral em sua trajetória como um dos principais atores e cineastas do Brasil. O filme é protagonizado por Selton e dirigido por João Paulo Miranda Maria, diretor visionário do cinema brasileiro contemporâneo, presente na prestigiada Seleção Oficial do Festival de Cannes em 2020.   O projeto nasce de uma colaboração profundamente pessoal entre Selton, João e a premiada produtora francesa Les Valseurs — vencedora do prêmio de Melhor Filme na mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes 2025 com o filme chileno “The Mysterious Gaze of the Flamingo”.   Internacionalmente aclamado por sua atuação em “Ainda Estou Aqui", de Walter Salles, Selton agora se une a João Paulo em um filme que aposta na força da imagem analógica e na potência emocional de uma narrativa íntima.   “Estou sempre em busca de projetos que me lembrem por que sou um apaixonado pelo cinema”, afirma Selton Mello. “Aqui em Paris, encontrei os parceiros perfeitos para dar vida a esse poema febril — uma delicada meditação sobre o luto e o próprio cinema. Uma experiência única, falada em quatro línguas, um desafio apaixonante. João Paulo é um dos cineastas mais talentosos que conheci nos últimos anos, e a Les Valseurs é uma produtora com um instinto raro para filmes movidos por uma força criativa pulsante.”   Os produtores Justin Pechberty e Damien Megherbi destacam a força desse encontro artístico: “Há muito admiramos o trabalho de Selton Mello, tanto como ator quanto como cineasta. Nos sentimos honrados pela confiança que ele deposita no audacioso projeto de João Paulo Miranda Maria — um filme que vai na contramão de uma era saturada de imagens digitais.”   Sobre Selton Mello Selton Mello é uma das forças criativas mais celebradas e versáteis do Brasil — ator, diretor e roteirista com mais de quatro décadas de carreira no cinema e na televisão. Em 2024, estrelou "Ainda Estou Aqui", primeiro filme brasileiro a vencer o Oscar de Melhor Filme Internacional. Em 2025, fez sua estreia em Hollywood em “Anaconda", dirigido por Tom Gormican, ao lado de Jack Black e Paul Rudd. Em 2026, fará sua estreia em língua espanhola em “La Perra", dirigido pela chilena Dominga Sotomayor. Membro da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, Selton continua expandindo sua presença internacional enquanto contribui para moldar a narrativa audiovisual brasileira contemporânea.   Sobre a Les Valseurs Les Valseursé uma produtora e distribuidora independente francesa fundada por Damien Megherbi e Justin Pechberty, dedicada a um cinema autoral ousado, de alcance internacional, além de séries inovadoras. Em 2025, a empresavenceu o prêmio Un Certain Regard no Festival de Cannescom “The Mysterious Gaze of the Flamingo", que posteriormente representou o Chile no Oscar e recebeu reconhecimento internacional, incluindo indicações ao Goya. No mesmo ano, Les Valseurs recebeu o Prêmio SACD na Semanada Crítica de Cannes por “Sleepless City", de Guillermo Galoe, e produziu “Militantropos”, do coletivo ucraniano Tabor, selecionado para a Quinzena dos Diretores. Sua série mais recente, “Samuel", de Émilie Tronche — fenômeno animado da ARTE com 50 milhões de visualizações — estreou na Netflix em 5 de fevereiro. Entre seus títulos recentes ligados ao Brasil estão: “Heartless” , de Nara Normande e Tião (Selecionado para a Competição Orizzonti no Festival de Veneza de 2024); “The French Teacher”,de Ricardo Alves Jr., com Grace Passô,atualmente em pós-produção; “Copan”, de CarineWallauer (Melhor Documentário no Festival É Tudo Verdade em 2025) “Samba Infinito”, de Leonardo Martinelli (curta selecionado para a Semanada Crítica, no Festivalde Cannes 2025) A Les Valseurs segue fortalecendo pontes criativas entre Europa e América Latina, com atenção especial ao cinema brasileiro contemporâneo.   Sobre o diretor João Paulo Miranda Maria João Paulo Miranda Maria é uma das vozes mais singulares de sua geração no cinema brasileiro. Vive há oito anos em Montreuil, na França. Seu longa de estreia, “MemoryHouse”, entrou na Seleção Oficialdo Festival de Cannes em 2020. Seu curta “The Girl Who Danced with the Devil" recebeu Menção Especial no Festival de Cannes em 2016. “Meninas Formicida" integrou a competição Orizzonti em Veneza em 2017, consolidando sua linguagem visual e narrativa única. Com “I Don’t Even Know Who I Was” (“Eu Não Sei Quem Fui”), o diretor aprofunda sua investigação sobre memória, luto, fragmentação, deslocamento e identidade — por meio de uma abordagem radicalmente sensorial do fazer cinematográfico.

  • Acontece neste sábado (21) o primeiro encontro da Fraternidade Sem Fronteiras na capital federal

    Brasília vai sediar o primeiro Encontro Regional de 2026 da Fraternidade Sem Fronteiras (FSF), amanhã, sábado, 21 de fevereiro, na Casa da Caridade Inácio Daniel, em Águas Claras. A capital federal foi escolhida para abrir a agenda nacional da organização humanitária neste ano. Com o tema “Um só povo, um só coração”, o encontro reunirá o fundador-presidente da FSF, Wagner Moura Gomes, além de lideranças religiosas, voluntários e convidados ligados aos projetos desenvolvidos pela instituição no Brasil e no exterior.   A programação prevê painéis, palestras e momentos de diálogo inter-religioso. Os recursos arrecadados com as inscrições serão destinados a iniciativas sociais como os projetos Órfãos do Congo, Clínica da Alma e ações assistenciais desenvolvidas por parceiros locais.   Encontro Regional FSF O Encontro Regional da FSF em Brasília é aberto a todo público e as inscrições podem ser feitas pelo link: https://fraternidadesemfronteiras.colabore.org/fsfembsb .  O valor é de R$120 e será destinado para os trabalhos desenvolvidos nos projetos “Órfãos do Congo”, no acolhimento de crianças órfãs pela guerra, “Clínica da Alma”, no acolhimento de pessoas em situação de rua e/ou com dependência química; e aos trabalhos assistenciais desenvolvidos por Marcos Regis, do Complexo Social Fraternidade Servos de Maria, e da Maira Rocha, da Casa da Caridade Inácio Daniel. O evento conta com a modalidade do Ingresso Solidário, que possibilita ao participante doar uma inscrição para que pessoas em situação de vulnerabilidade financeira também possam vivenciar esse encontro de amor e acolhimento. Trata-se de um gesto simples, mas de grande impacto social, capaz de ampliar o acesso, promover a inclusão e transformar vidas por meio da solidariedade. Programação: Encontro Regional da Fraternidade sem Fronteiras Um só povo, um só coração   Casa da Caridade Inácio Daniel – Brasília/DF  21 de fevereiro de 2026   Manhã 07h – 08h00 | Credenciamento e Acolhida Fraterna Recepção dos participantes e integração inicial.   08h00 | Abertura Musical, Momento de boas-vindas e sintonia fraterna: Amanda Morais   08h30 | Abertura: Boas Vindas com Maria Rocha   08h45 | Missão e Valores da Fraternidade sem Fronteiras com Wagner / espaço para perguntas   09h00 - 09h50 | Painel: Caravana e Órfãos do Congo Com Renato e Amanda Relato de vivências e impactos do trabalho fraterno com as crianças órfãs do Congo. Chamada de vídeo surpresa com as crianças no Burundi   9h50 - 10h10 | Intervalo (20minutos)   10h10| Diálogo Interreligioso Tema: Um só povo, um só coração Um encontro de fé, respeito e união entre diferentes tradições espirituais, com a presença de:             •          Pastor Milton – Representando a tradição Evangélica             •          Irmã Aila Pinheiro – Representando o Catolicismo             •          Maira Rocha – Representando o Universalismo             •          Marcos Regis – Representando a Umbanda             •          Quincas Veloso – Representando o Espiritismo   12h00 | Almoço   Tarde 12h30 - 13h45 | Momento Musical Apresentação com grupo Versos e Melodia   14h00 | Painel: Experiência de Caravanas Com Taina, Danila Migliari e Everton Compartilhamento de experiências e aprendizados nos projetos vivenciados.   14h40 | Palestra: Irmã Aila Pinheiro Reflexão espiritual e inspiradora sobre fraternidade e fé.   15h10 | Palestra: Maria Reflexão sobre a fraternidade e propósito   15h40 – 16h00 | Intervalo (20 minutos)   16h00 | Encenação: Mahatma Gandhi Com João Sinhoreli Espetáculo reflexivo sobre a vida e a mensagem de paz do líder indiano.   17h00 | Encerramento Com Wagner e Maira Síntese do dia e mensagem final de fraternidade.   Sobre a Fraternidade sem Fronteiras – A FSF é uma Organização humanitária e Não-Governamental, com sede em Campo Grande (MS) e atuação brasileira e internacional, com atuação em oito países, em alguns dos lugares mais pobres do planeta, com esperança e profundo desejo de ajudar, acabar com a fome e construir um mundo de paz. A instituição possui 79 polos de trabalho, mantém centros de acolhimento, oferece alimentação, saúde, formação profissionalizante, educação, cultivo sustentável, construção de casas e ainda, abraça projetos de crianças com microcefalia e doença rara. Todos os trabalhos são mantidos por meio de doações e principalmente pelo apadrinhamento com valor mensal a partir de R$25. Mais informações podem ser obtidas pelo site http://www.fraternidadesemfronteiras.org.br .

  • Bloco Joaninha retorna ao Taguaparque no DF Folia 2026 e fortalece o carnaval em família em Taguatinga

    Brasília tem muitos encontros ao longo do ano, mas Taguatinga ganha um motivo especial para celebrar em 2026. No sábado, 21 de fevereiro, o Bloco Joaninha retorna ao Taguaparque, integrando a programação do DF Folia 2026 com uma proposta clara: um Carnaval pensado para viver em família, do começo ao fim do dia. Criado em 2013 para brincar o Carnaval com as crianças do Taguaparque, o Joaninha marcou a memória afetiva de muitas famílias de Taguatinga. Ao longo dos anos, o bloco circulou por outros espaços do Distrito Federal e, agora, retorna à cidade onde nasceu, celebrando 13 anos de história com um reencontro simbólico com o parque e com o público que ajudou a construir sua trajetória. O Joaninha se estrutura como um bloco de permanência: programação contínua, conforto e atrações pensadas para quem chega cedo e fica até o encerramento. O Taguaparque se transforma em um grande ponto de convivência, onde crianças correm, jovens dançam, adultos cantam juntos e idosos aproveitam o Carnaval com tranquilidade. A programação acontece das 12h às 20h, organizada em sequência e sem grandes intervalos. O roteiro começa às 12h, com DJ criando o clima de parque e recepcionando quem chega cedo. Das 14h às 16h, a trilha assume um caráter mais lúdico, com músicas infantis e intervenções visuais que aquecem a tarde. Às 16h, o foco se volta para a criançada com o espetáculo de Tio André (mágico), marcando a transição para a reta musical. Às 17h, o DJ retorna ao palco por 30 minutos, mantendo o ritmo e preparando o público para os shows principais. A partir das 17h30, a Banda Mamãe Taguá assume o palco (17h30–18h45), trazendo uma apresentação reconhecida pelo público do Carnaval em família. O encerramento fica por conta da Banda Portadores da Alegria, das 18h45 às 20h, em um fechamento coletivo, com clima de coro, refrão e despedida no tempo certo. Segundo Val Pires, da coordenação do bloco, o retorno da Joaninha reafirma a importância de um Carnaval pensado para todas as idades: “A Joaninha nasceu em 2013 para brincar o Carnaval com as crianças do Taguaparque. Voltar agora, depois de 13 anos, é reencontrar essa memória e atualizá-la. É um bloco com identidade própria, que acredita no Carnaval como convivência, permanência e encontro entre gerações.” O DF Folia 2026 é uma realização da Artise e da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, em parceria com a Liga dos Blocos Tradicionais do DF, fortalecendo o Carnaval de rua gratuito e descentralizado em diferentes regiões do Distrito Federal. Serviço — Bloco Joaninha (DF Folia 2026) Local: Taguaparque – estacionamento do Centro Cultural Data: 21 de fevereiro de 2026 (sábado) Horário: 12h às 20h Programação: * 12h–14h — DJ * 14h–16h — DJ (músicas infantis e intervenções visuais) * 16h–17h — Tio André (mágico) * 17h–17h30 — DJ * 17h30–18h45 — Banda Mamãe Taguá * 18h45–20h — Banda Portadores da Alegria Entrada: gratuita

  • Espetáculo O Banquete no Éden volta ao cartaz

    Após o sucesso de crítica e público, em 2023, o Grupo Trapo retorna ao palco com o espetáculo O Banquete no Éden para uma curta temporada especial no mês de março . A retomada celebra não apenas a força do espetáculo, mas também a trajetória de 25 anos de pesquisa, criação e radicalidade cênica que marca o trabalho do coletivo. As apresentações ocorrem entre os dias 06 e 28 de março de 2026 , às sextas e aos sábados, às 20h30, na sede do grupo - Nosso Canto Espaço de Arte e Cultura .   Concebido e dirigido por Muriel Vittorea , O Banquete no Éden reafirma o teatro como território de encontro, rito e confronto sensível. A nova temporada reúne o mesmo elenco que apresentou de 2023 , retomando a obra em sua potência original e aprofundando a experiência compartilhada entre intérpretes e público.   O espetáculo mergulha na tensão entre desejo, rito e origem, evocando o mito do Jardim do Éden não como narrativa religiosa, mas como metáfora primordial dos conflitos humanos. Aqui, o paraíso deixa de ser um lugar idealizado e passa a existir como um estado de embriaguez física e simbólica - um espaço limiar onde corpo, memória e violência se tocam.   Com uma linguagem híbrida que transita entre performance, teatro épico e imagens alegóricas, a montagem propõe um jogo cênico centrado na mesa do banquete: espaço de convívio, exposição e ruptura. Cada gesto revela a urgência do encontro e a fragilidade das aparências, instaurando um ritual de carne e pulsação no qual os intérpretes atravessam estados limítrofes entre o humano, o animal e o mítico.   “ O Banquete no Éden é um rito de atravessamento. Não buscamos reconstruir o mito, mas desmontá-lo, revelar suas fraturas e devolver ao público a pergunta que ele insiste em preservar: o que os mitos ainda nos ensinam sobre a forma como nos relacionamos? ”, afirma Muriel Vittorea, que assina concepção, dramaturgia e encenação.   Ao longo da apresentação, os atores permanecem em constante transformação, acionando fisicalidade extrema, imagem e vibração sonora para construir uma atmosfera densa e simbólica. Entre respirações, sombras e pequenos rituais, o espetáculo tensiona amor, ferida, sacrifício e desejo, criando um campo de presença onde cada corpo é também memória e testemunho.   A temporada de março marca o retorno simbólico do Grupo Trapo ao seu espaço de criação e pesquisa, reafirmando o corpo como linguagem e o teatro como rito contemporâneo, em uma celebração do percurso do grupo e da força do encontro ao vivo.   Sinopse - Entre mito e carne, personagens do Éden reimaginado e figuras ficcionais se encontram em um espaço que é, simultaneamente, jardim, deserto e altar. Cada gesto desfaz e refaz vínculos, revelando o que há de luminoso e cruel no encontro humano. O público é convidado a atravessar esse território sensorial onde o Éden deixa de ser promessa e se torna espelho - um reflexo instável de nossos desejos, conflitos e sombras.   FICHA TÉCNICA -  Direção e concepção : Muriel Vittorea.  Elenco : Bruno Macedo/Ismael Silva (Lior), Gui Vieira (Caim), Lis Nunes (Lilith), Nalu Oliveira (Sara) Pedro Henrique Meeta (Adão), Suellen Santos (Eva), Zé Carlos de Oliveira (Abel) e Well Nascimento (Umbra). Cenário : Muriel Vittorea.  Iluminação : Muriel Vittorea.  Produção : Grupo Trapo. Assistência de produção : Diego Brito, Kalil Zarif.  Social media : Pedro Henrique Meeta. Edição de arte : Lis Nunes.  Fotos : Juan Pablo. Assessoria de imprensa : Verbena Comunicação. Idealização e realização : Grupo Trapo.   Serviço   Espetáculo:  O Banquete no Éden Com:  Grupo Trapo Temporada: 6 e 7, 13 e 14, 20 e 21, 27 e 28 de março de 2026 Horários: Sextas e sábados, à s 20h30 Ingressos: R$ 80,00 (inteira) e R$ 40,00 (meia-entrada) Vendas online: www.sympla.com.br/produtor/grupotrapo ou link no Instagram - @grupotrapo.  Não haverá bilheteria no local . Duração: 70 min. Classificação: 18 anos (linguagem inapropriada, violência, nudez e tema sensível). Gênero: Tragédia antropogênese em família.   Local: Nosso Canto Espaço de Arte e Cultura Rua Pedro Taques, 108 - Consolação. São Paulo/SP . Metrô Higienópolis-Mackenzie.   O grupo   O Grupo Trapo foi criado no ano 2000 pelo ator e diretor Muriel Vitória, em São Paulo. Desenvolve trabalhos baseados em comportamentos humanos e na cultura popular utilizando como expressão e estética os elementos corporais pautados no ‘teatro de investigação corporal’. Suas montagens teatrais são apresentadas em espaços populares buscando contemplar todos os públicos e fomentar temas pertinentes à sociedade atual, mediadas principalmente por questões que afetam a todos direta ou indiretamente, seja nos conceitos, nas relações pessoais ou mesmo na própria arte, na crença, na cultura popular. Atua diretamente na região central da cidade, no bairro da Consolação, em seu teatro-sede - Nosso Canto Espaço de Arte e Cultura. Apoia iniciativas e resiste, há 25 anos, com ações que visam o estreitamento de laços entre arte e sociedade.   Repertório / espetáculos: Tanto Frida Quanto Eu (2026), O Auto de Aparecida (2025), O Banquete no Éden (2024, remontagem), Jorge - Uma Ode ao Cavaleiro dos Dois Mundos (2023), Sobrevidas (2022); Savoir - Faire Éden (2020), As Desventuras de Pinóquio (2020), O Banquete no Éden (2019), Escola de Mulheres 2000 D/C (2019), As Desmemorias da Emília - A Marquesa de Rabicó (2019), Abelha Rainha (2017), O Quintal da Casa de Doroty , inspirado na obra de L. Frank Baum (2015), Levi (2015), O Planeta Fantástico do Principezinho , inspirado na obra de Antoine de Sant- Exupéry (2014); O Sorriso do Gato de Alice , inspirado na obra de Lewis Carrol (2014), Senhora Sertão, Menina , de Muriel Vitória (2015); Salve Rainha , de Muriel Vitória (2015), Pane no Circo , de Muriel Vitória (2009), O Sítio e Alice , baseado na obra de Monteiro Lobato, direção e adaptação de Muriel Vitória (2005), e Chega de Estresse , de Muriel Vitória (2000).

  • Conheça Dupê: artista transforma clássicos do rock baiano em forró

    A Bahia é o ponto de partida e de chegada do novo trabalho de Dupê. O artista apresenta no dia 20 de fevereiro o álbum Cangaço Sessions: Bahia Edition , disponível em todas as plataformas digitais pela SoundOn. O projeto da gravadora Bagua Records reafirma sua identidade musical ao unir forró, trap, rock e estética urbana em uma proposta ousada e atual. Gravado em Salvador, o audiovisual presta homenagem à terra natal do cantor e aos nomes que ajudaram a construir a história musical do estado. Nesta edição especial com um total de nove faixas , clássicos do rock como “Na Sua Estante” (Pitty), “Dê Um Rolê” (Novos Baianos) e “Metamorfose Ambulante” (Raul Seixas) ganham nova leitura dentro da atmosfera intensa do cangaço, dividindo espaço com faixas autorais que já marcaram a trajetória de Dupê -  destaque também para “I Love You”, parceria com Hiran. A produção musical é assinada por Neobeats, Drake D.N, Ayrton Viola, Guiga Serra e Peu de Melo, com masterização de Lucas Lobo. O álbum ainda reúne participações de Gibi8, Shook Na Vozz, Hiran, Mary, Evylin e Dika , ampliando o diálogo criativo da obra. “Esse projeto é uma homenagem direta à Bahia, à minha história e aos artistas que me formaram. Gravar em Salvador foi essencial para trazer essa energia real, quente, que só minha terra tem” , afirma Dupê. “Eu sempre acreditei na mistura. Quero mostrar que o forró pode conversar com o trap, com o rock, com o emo — sem perder a essência. Meu objetivo é levar o forró ao topo, colocando o gênero no centro da cultura jovem de hoje.” Artista que nasceu no digital e viralizou no TikTok ao misturar rap e forró usando balaclava, Dupê construiu uma imagem forte e autoral que rapidamente conquistou a internet. O movimento ganhou novos capítulos com o projeto New Brega e, depois, com o Cangaço Sessions , que reposiciona o forró dentro de uma linguagem contemporânea, combinando beats modernos e sanfona. O impacto nacional se consolidou com Cangaço Sessions 2 Deluxe , quando as faixas “Te Amo Te Odeio” e “Creep” alcançaram o topo de playlists importantes no Spotify, impulsionando sua carreira e rendendo uma colaboração com Pabllo Vittar no EP Prazer, Mamãe Noel , na faixa “A Ceia”.  ÁLBUM “CANGAÇO SESSIONS: BAHIA EDITION” - DUPÊ Ouça aqui: https://sndo.ffm.to/ekedp1m Assista aqui: https://www.youtube.com/channel/UCE-07PudKKTVInwUvxt1_Kg TRACKLIST  1-NA SUA ESTANTE 2-SHADOW 2 3-GÓTICA RABUDA 3 4-I LOVE YOU 5-AFTER NA MINHA VAN 6-TUA NA TUA 7-BONNIE & CLAYDE (FORAS DA LEI) 8-DÊ UM ROLÊ 9-METAMORFOSE AMBULANTE Acompanhe Dupê: Instagram: https://www.instagram.com/dupedp/ YouTube: https://www.youtube.com/c/DUP%C3%8Adp Spotify: https://open.spotify.com/intl-pt/artist/33Ol2AOgNFyAlhIZXQmPEm?si=5-Z9cf4-Qpef3djBi3UL2g&nd=1&dlsi=d5b1091b93524511 TikTok: https://www.tiktok.com/@dupedp?lang=pt-BR

  • Andrea Aiko apresenta “Caderno Aberto”, show sobre trajetória, reinvenção e os recomeços que marcam a vida

    No dia 06 de março (sexta-feira), a cantora, compositora e produtora musical Andrea Aiko sobe ao palco com o espetáculo “Caderno Aberto”, um show autoral que une música, narrativa e reflexão em uma experiência intimista e inspiradora. Mais do que um concerto, “Caderno Aberto” é um mergulho nas muitas versões que habitam uma artista ao longo do tempo. Entre canções e relatos pessoais, Andrea compartilha os caminhos que percorreu desde a formação no piano clássico ainda na infância até a consolidação de sua trajetória na música autoral, transitando entre forró, samba e MPB. O espetáculo parte de uma pergunta simples e potente: quantas vezes precisamos nos reinventar ao longo da vida? Ao longo da apresentação, o público é conduzido por histórias de escolhas, pausas, retornos e recomeços — temas que dialogam especialmente com mulheres e artistas que constroem suas carreiras de forma independente. A narrativa revela que a reinvenção não é ruptura, mas continuidade transformada. Com atmosfera de proximidade — quase como uma conversa na sala de casa — o show combina repertório autoral e interpretações que marcaram diferentes fases da artista. O palco se transforma em espaço de partilha, onde vulnerabilidade e força caminham juntas. Andrea Aiko é carioca, de família mineira e paulista, radicada em Brasília desde a infância. Com sólida formação musical e atuação também como produtora executiva, desenvolve projetos que fortalecem a cena autoral e ampliam a visibilidade de mulheres na música. É idealizadora do projeto “Mulher Amor Força Solidária”, realizado há três anos consecutivos em prol de mulheres em situação de vulnerabilidade. Em Caderno Aberto , Andrea reafirma sua identidade artística, utilizando a música como instrumento de memória, coragem e movimento — um espetáculo que celebra o recomeço como sinal de vida. Para dar corpo a essa jornada, a voz de Andrea Aiko  ganha a companhia precisa de Dadá Nunes  na sanfona, Dennes Sousa  no baixo e William Ribeiro  no violão." Serviço: Show: Caderno Aberto  Artista: Andrea Aiko Data: 06/03/2026  (sexta-feira)  Horário: 20h Local: Curumim Forno e Café  Endereço: SEPS 712/912 Loja 1 – Brasília/DF Ingressos: Lets Events https://lets.events/e/andrea-aiko-caderno-aberto-historias-cancoes-e-bastidores-0f   Classificação: Livre Informações para imprensa:  contato@andreaaiko.com   Instagram: @andreaaiko Fonte: Marizan Fontinele

  • Geleia traz sugestões para Quaresma com hambúrgueres e pratos executivos

    Tradicionalmente marcada pela redução no consumo de carne vermelha, a Quaresma movimenta cardápios e inspira adaptações nos restaurantes do DF. Na Geleia Hamburgueria, o frango assume o protagonismo da vez, com opções que combinam praticidade, preço acessível e o sabor já conhecido da casa. Entre os destaques estão os hambúrgueres Luizão e Chicken Burger. O primeiro leva peito de frango empanado, alface crespa, tomate, queijo prato e maionese defumada do Geleia, servido no pão brioche. Sai por R$24 ou R$39 no combo. Já o Chicken Burger é preparado com sobrecoxa de frango desossada (160g), queijo prato, alho-poró, rúcula ou alface crespa e maionese especial da casa, também no brioche. O sanduíche custa R$29, com combo a R$39. Na unidade do Gama, o cardápio vai além dos burgers. A casa oferece parmegiana de frango por R$34. Nos grelhados, há filé de frango e sobrecoxa por R$29. Já entre os pratos executivos, aparecem o filezinho de frango por R$29 e a isca de frango acebolada por R$ 24. Com alternativas que atendem desde quem busca um lanche rápido até quem prefere refeição completa, o Geleia adaptou o cardápio à temporada sem abrir mão da identidade casual que marca a hamburgueria. SERVIÇO  Geléia Burger Horários e endereços disponíveis das unidades nas redes sociais: Instagram - @geleiahamburgueria Facebook - Geléia Hamburgueria

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