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  • O Boticário decifra o ‘cheiro da Marina Sena’ e apresenta Her Code como a assinatura olfativa da artista

    Ícone de atitude, magnetismo e sensualidade contemporânea, Marina Sena é o novo nome da nova campanha de Her Code , primeira marca de perfumaria feminina do mundo com fragrâncias que despertam a sensualidade*. À frente da comunicação da Tríade, composta por Her Code, Her Code Touch e Her Code Clímax, a artista conecta fragrância, identidade e prazer em uma narrativa que traduz presença e desejo. A parceria acontece no momento em que os fãs e curiosos levantaram conversas nas redes sociais se questionando: qual é o cheiro da Marina Sena? Agora, essa curiosidade ganha resposta. Em parceria com o Boticário, a cantora revela sua fragrância queridinha e convida o público a conhecer o universo de Her Code, onde a fragrância deixa de ser apenas um acessório e se transforma em código pessoal, quase um segredo revelado na pele. Conhecida por sua presença magnética, Marina Sena traduz Her Code, uma fragrância criada para mulheres que vivem o prazer de serem quem são, sem pedir licença. A escolha da artista como nome da campanha reforça a intenção da marca de dialogar com uma geração que enxerga a fragrância como código pessoal, memória e assinatura. “Her Code nasceu como uma marca pioneira no território do prazer feminino e, desde 2023, lidera um movimento de desconstrução de tabus para incentivar as mulheres em suas jornadas de autodescoberta. A chegada da Marina Sena materializa essa mulher contemporânea com quem nos conectamos: autêntica, dona de sua narrativa e que transita com naturalidade entre o mistério e o protagonismo. Ao unirmos o magnetismo da artista ao nosso DNA de inovação, não estamos apenas anunciando uma campanha, mas reafirmando o compromisso de O Boticário em pautar conversas sobre liberdade e autoconhecimento através da alta perfumaria", reforça Carolina Carrasco, Diretora de Branding e Comunicação do Boticário e Quem Disse Berenice. Com uma assinatura amadeirada frutal, Her Code Eau de Parfum traduz a sensualidade feminina de forma intensa e envolvente. Criada pela perfumista Louise Turner, a fragrância combina a suculência viciante das frutas vermelhas, com destaque para a cereja, ao buquê inebriante de flores brancas, como o jasmim, envolvidas por madeiras suaves e quentes, como cashmere e sândalo. O resultado é uma fragrância sensual, hipnotizante e de presença marcante. “O perfume é uma assinatura olfativa e sempre foi algo muito íntimo e importante pra mim quase como um segredo que a gente escolhe quando quer revelar. Her Code tem esse lugar de mistério, de presença, de deixar rastro. Tem muito a ver comigo e com a forma como eu me expresso”, comenta a cantora Marina Sena. No Carnaval, esse encontro vai ganhar ainda mais força. Marina faz sua estreia no Baile da Arara, com look exclusivo, criado por Leandro Porto e inspirado em Her Code, um gesto que reafirma a fragrância como assinatura pessoal, companhia inseparável e parte do ritual de viver intensamente cada momento. *efeito de despertar a sensualidade comprovado por tecnologia de fragrância ChériScentz, exclusiva nas versões Her Code e Her Code Clímax. Her Code Eau De Parfum 50ml R$ 489,80 Her Code Touch Eau De Parfum 50ml R$ 244,90 Her Code Clímax Eau de Parfum 50ml R$ 244,90 Sobre O Boticário  O Boticário é uma empresa brasileira de cosméticos e marca primogênita do Grupo Boticário. A marca de beleza mais amada e preferida dos brasileiros* foi inaugurada em 1977, em Curitiba (Paraná), e tem a maior rede franqueada** de Beleza e Bem-estar do Brasil com pontos de venda em 1.650 cidades brasileiras e presença em 15 países . O Boticário conta com um amplo portfólio composto por itens de perfumaria, maquiagem e cuidados pessoais e está presente nos canais de loja, venda direta e e-commerce. Comprometida com as pessoas e o planeta, a marca possui o maior programa de logística reversa em pontos de coleta do Brasil, o Boti Recicla, além de fazer parte do movimento Diversa Beleza – um compromisso com a beleza livre de estereótipos – e não realizar testes em animais.     *Kantar, Worldpanel Division, LinkQ On-line, campo realizado durante o mês de dezembro de 2023. Total no Brasil: 9.079 lares. Marcas de Beleza são produtos, como perfumaria, cuidados com a pele e maquiagem; ** Associação Brasileira de Franchising (ABF). Ranking das 50 maiores redes de franquias do Brasil por número de unidades de 2022.

  • Sindhobar renova liderança e define gestão para os próximos quatro anos

    O Sindhobar elegeu, nesta terça-feira (10/02), a diretoria que conduzirá a entidade no quadriênio 2026–2030. A posse está marcada para 16 de março, data simbólica em que o sindicato celebra seu 63º aniversário, renovando sua trajetória na missão da representatividade e defesa dos empresários de bares, restaurantes e meios de hospedagem. No Distrito Federal, a hotelaria e a alimentação fora do lar reúnem cerca de 28,2 mil CNPJs de hotéis, bares e restaurantes, formando uma das cadeias mais dinâmicas da economia local, responsável por milhares de empregos e por movimentar o turismo e o comércio. Nesse cenário, a nova gestão assume com o propósito de aprofundar o diálogo com o poder público e fortalecer, de forma estratégica, a rede de apoio aos empreendedores, ampliando a representatividade e impulsionando o desenvolvimento do setor. Reconhecido como o sindicato mais antigo da base da Fecomércio-DF, o Sindhobar inicia um novo ciclo pautado pela modernização institucional, pela articulação política e pela atuação firme diante dos desafios econômicos e trabalhistas que impactam diretamente bares, restaurantes e meios de hospedagem. A chapa eleita combina experiência e renovação, com maior presença de jovens empresários e mulheres na estrutura diretiva   para ampliar a diversidade de olhares e qualificar o processo decisório. Desafios e prioridades Ao comentar a eleição, o presidente reeleito Jael Antonio da Silva ressaltou que o mandato começa com uma agenda intensa: “Temos grandes desafios nos próximos quatro anos. Já iniciamos 2026 debatendo temas como a jornada de trabalho no modelo seis por um, a redução da carga horária, a reforma tributária e outras questões específicas do Distrito Federal. Convidamos todos os empresários a conhecerem o sindicato e fazerem parte dessa construção.” Com a nova diretoria, a expectativa é expandir a capacidade de articulação institucional, ampliar os serviços aos associados e manter o sindicato como referência na formulação de políticas públicas, na qualificação profissional e na defesa estratégica dos interesses empresariais. A cerimônia de posse, em março, deve reunir associados, autoridades e parceiros para celebrar  a transição de comando e  também a trajetória do Sindhobar como voz histórica da hospitalidade brasiliense. Nova diretoria eleita Presidência Presidente: Jael Antonio da Silva Vice-presidente : João Alberto Ribeiro Pinheiro Vice-presidências setoriais Meios de Hospedagem : Antônio José Matias de Sousa Restaurantes, Bares e Similares: Alcioni Ricardo Peruzzo Diretoria Administrativa-Financeira: Sun Chia Min Membros suplentes Filipe Pataro Vieira Nadim Haddad Valéria Farias Morais Ticiana Werner Thomaz Ibraim Anchieta da Silva Conselho Fiscal – Efetivos Antônio Francisco Parente Ribeiro de Carvalho Paulo Roberto Werlang Sun Tsai Tse Huei Conselho Fiscal – Suplentes Gisele Munhoz Ribeiro da Costa Miguel Rodrigues Galvão Carlos Eduardo Coelho Ferreira Delegados representantes Titulares: Jael Antonio da Silva; Sun Chia Min Suplentes: Valéria Farias Morais; Sun Tsai Tse Huei

  • Mostra inédita de Sarah Maldoror, no Centro Cultural Banco do Brasil, celebra o legado anticolonial e a estética revolucionária da cineasta franco-guadalupense

    Uma mostra inédita dedicada à Sarah Maldoror , considerada uma das primeiras cineastas negras a filmar na África, acontece no Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo (CCBB SP), de 21 de fevereiro a 22 de março .  Com entrada gratuita, a retrospectiva traz curtas e longas-metragens, que destacam o papel da cineasta franco-guadalupense na história dos cinemas negros e de mulheres. Nascida na França, filha de pai guadalupense, Sarah Maldoror (1929-2020)  foi uma figura central do cinema anticolonial. A cineasta construiu uma filmografia de mais de quarenta títulos que documentam e ficcionalizam as frentes de libertação em Angola, Guiné-Bissau e Cabo Verde, além de tratarem de temas como a imigração, o engajamento político e o pensamento decolonial. Sua estética diferencia-se por fundir o rigor político à sensibilidade poética, deslocando o olhar para a subjetividade humana e, fundamentalmente, para o protagonismo feminino nas insurgências africanas. Com curadoria conjunta de Lúcia Monteiro, Izabel de Fátima Cruz Melo e Letícia Santinon , a retrospectiva “O Cinema anticolonial de Sarah Maldoror”  no CCBB SP pode ser considerada uma das mais completas já realizadas sobre a cineasta no país. Sua programação conta com 34 obras, sendo 19 dirigidas por Sarah Maldoror e outras 15 assinadas por diferentes realizadores.   "Faz dez anos que planejamos uma retrospectiva da obra de Sarah Maldoror em São Paulo. Os filmes dela falam da luta contra o colonialismo, o racismo, o preconceito. Ela se interessou pelos imigrantes na França e por intelectuais precursores do pensamento decolonial, como Aimé Césaire e Léopold Senghor. São discussões extremamente necessárias em nosso contexto atual", diz Lúcia Monteiro, uma das curadoras.   “Esta mostra faz parte de uma movimentação mais ampla, que nos últimos anos tem reposicionado a figura e a produção de Sarah Maldoror na história do cinema. Por isso, acreditamos que iniciativas como essa colaboram tanto para o conhecimento do público em geral, quanto para o aprofundamento e reflexão dos críticos e pesquisadores”, assinala Izabel de Fátima Cruz Melo, também curadora.   O evento abre no dia 21/02, sábado, às 17h30, com a exibição da versão restaurada de “Sambizanga” (1972), premiado no Festival de Berlim e considerado o título mais conhecido de Sarah Maldoror. Baseada em uma novela de Luandino Vieira, a história acompanha um homem que é preso injustamente e torturado, suspeito de pertencer a um grupo revolucionário. Após a sessão, a economista e socióloga , Henda Ducados, filha caçula de Maldoror e autora de ensaios para o jornal feminista Another Gaze, participa de um bate-papo com o público.  A primogênita da cineasta e fundadora da associação "The Friends of Sarah Maldoror and Mario de Andrade", Annouchka de Andrade, também estará presente na Mostra, participando de uma conferência sobre Sambizanga, no sábado, 26/02.   A programação ainda traz filmes em que Maldoror trabalhou como assistente, como o célebre “A Batalha de Argel” (1966), de Gillo Pontecorvo, e o documentário "Elas", do argelino Ahmed Lallem, que ganha sua primeira exibição na cidade. Haverá também exibições de documentários de Chris Marker, como “Sem sol” (1982) e o episódio 7 da série “A herança da coruja” (1989), que contêm imagens filmadas por Maldoror.   A retrospectiva “O Cinema anticolonial de Sarah Maldoror” propõe alguns paralelos entre o cinema de Maldoror e a obra de cineastas negras da América Latina. Nesse sentido, a cineasta baiana Safira Moreira dirigirá a leitura dramática do roteiro de “As garotinhas e a morte”, um dos mais de quarenta projetos inacabados de Sarah Maldoror. De Safira Moreira, a mostra exibirá seu primeiro longa-metragem, "Cais", que estreou na última edição da Mostra Internacional de Cinema, e quatro de seus curtas-metragens. Para completar, o evento também promove os cursos “Memória e ancestralidade” com a cineasta, roteirista, poeta e produtora, Lilian Santiago, e com a crítica, curadora e professora Lúcia Monteiro; e “Restaurar arquivos em vídeo da televisão” com Nathanaël Arnould, que conduziu a restauração da obra televisiva de Maldoror no Instituto Nacional do Audiovisual da França, e os professores Eduardo Morettin (USP) e Daniela Siqueira (UFMS).   Com patrocínio do Banco do Brasil, “O Cinema anticolonial de Sarah Maldoror” é uma produção da Vasto Mundo, com a idealização de Lúcia Monteiro, coordenação geral e produção executiva de Leticia Santinon. A programação está disponível em bb.com.br/cultura . A mostra acontece também no CCBB Rio de Janeiro, de 19/02 a 16/03, e em Salvador, de 5 a 24 de março.   SERVIÇO   Retrospectiva: “O Cinema anticolonial de Sarah Maldoror” Local: Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo Período : 21 de fevereiro a 22 de março Entrada Gratuita: Ingressos disponíveis 1 hora antes de cada sessão na bilheteria do CCBB e em bb.com.br/cultura Classificação indicativa:  Consultar a classificação indicativa de cada sessão no site do CCBB SP Endereço:  Rua Álvares Penteado, 112 – Centro Histórico – SP  Funcionamento : aberto todos os dias, das 9h às 20h, exceto às terças-feiras Informações : (11) 4297-0600 Estacionamento : O CCBB possui estacionamento conveniado na Rua da Consolação, 228 (R$ 14 pelo período de 6 horas – necessário validar o ticket na bilheteria do CCBB). O traslado é gratuito para o trajeto de ida e volta ao estacionamento e funciona das 12h às 21h. Transporte público:  O CCBB fica a 5 minutos da estação São Bento do Metrô. Pesquise linhas de ônibus com embarque e desembarque nas Ruas Líbero Badaró e Boa Vista. Táxi ou Aplicativo:  Desembarque na Praça do Patriarca e siga a pé pela Rua da Quitanda até o CCBB (200 m). Van:  Ida e volta gratuita, saindo da Rua da Consolação, 228. No trajeto de volta, há também uma parada no metrô República.  Das 12h às 21h.   bb.com.br/cultura instagram.com/ccbbsp  | facebook.com/ccbbsp E-mail:   ccbbsp@bb.com.br   PROGRAMAÇÃO COMPLETA POR DIA:     21/02/2026 (sábado) 16h30  – Sessão de Abertura| Sambizanga (comentada por Henda Ducados).   22/02/2026 (domingo) 14h30  - Monangambééé + Alma no olho (com participação de Henda Ducados) 16h  – Debate Resiliência e resistência: o percurso de uma militante (com participação de Henda Ducados e mediado por Marcia Vaz) 17h  – Sessão Carnaval (Fogo, uma ilha em chamas + Carnaval no Sahel + Em Bissau, o carnaval)   23/02/2026 (segunda-feira) 17h30  - Prefácio a Fuzis para Banta (comentada por Lúcia Monteiro  e Henda Ducados) 19h  – Sessão Poesia em movimento (Louis Aragon, uma máscara em Paris + René Depestre, poeta haitiano + Léon G. Damas)   25/02/2026 (quarta-feira) 17h  - Aimé Césaire, um homem, uma terra (sessão comentada por Rita Chaves)   26/02/2026 (quinta-feira) 18h  – Cais (sessão seguida de apresentação de Safira Moreira)   27/02/2026 (sexta-feira) 17h  - E os cães se calavam + Aimé Césaire, a máscara das palavras (sessão comentada por Annouchka de Andrade) 19h  - Leitura dramática de roteiro inédito da Sarah Maldoror, por Safira Moreira.   28/02/2026 (sábado) 14h  - O Hospital de Leningrado + conversa com Annouchka sobre roteiros de Sarah Maldoror. 16h  – Sambizanga (sessão comentada por Annouchka de Andrade)   01/03/2026 (domingo) 14h30  - Sem Sol 16h30  – Sessão Sarah assistente: Elas + O Legado da Coruja. 17h30  - Debate de Annouchka de Andrade e Mateus Araújo: conversa sobre a amizade de Chris Marker e Sarah Maldoror.   02/03/2026 (segunda-feira) 15h30  – Sessão Retratos de Mulheres, Retratos da Negritude: Abertura do Teatro Negro em Paris + Retrato de uma mulher africana + Christiane Diop + Primeiro Encontro Internacional das Mulheres Negras + Assia Djebar + Ana Mercedes Hoyos – Pintora + Louis Aragon – Uma máscara em Paris. 17h00  – Ôrí (sessão seguida de debate com Raquel Gerber e Annouchka de Andrade)   04/03/2026 (quarta-feira) 18h  - Monangambée + Alma no olho, de Zózimo Bulbul   05/03/2026 (quinta-feira) 16h  - Sessão Carnaval: Fogo, uma Ilha em Chamas + Carnaval no Sahel + Em Bissau, o Carnaval (três curtas de Sarah Maldoror 17h45  - A Batalha de Argel   06/03/2026 (sexta-feira) 16h  - Sessão Retratos de Mulheres, Retratos da Negritude: Abertura do Teatro Negro em Paris + Retrato de uma mulher africana + Christiane Diop + Primeiro Encontro Internacional das Mulheres Negras + Assia Djebar + Ana Mercedes Hoyos – Pintora + Louis Aragon – Uma máscara em Paris.  17h30  - Sessão Curtas de Sara Gomez: Na outra ilha + Uma ilha para Miguel + Ilha do tesouro   07/03/2026 (sábado) 16h  - Sessão Poesia em Movimento: Louis Aragon, uma máscara em Paris + René Depestre, poeta haitiano + Léon G. Damas. 17h30  - Aimé Césaire, um homem, uma terra   08/03/2026 (domingo) 15h  - Sambizanga 17h  – Sessão Sarah assistente: Elas + O Legado da Coruja.   09/03/2026 (segunda-feira) 18h30  - Prefácio a Fuzis para Banta   11/03/2026 (quarta-feira) 18h  - Ôrí   12/03/2026 (quinta-feira) 18h  - Sessão Retratos de Mulheres, Retratos da Negritude: Abertura do Teatro Negro em Paris + Retrato de uma mulher africana + Christiane Diop + Primeiro Encontro Internacional das Mulheres Negras + Assia Djebar + Ana Mercedes Hoyos – Pintora + Louis Aragon – Uma máscara em Paris.   13/03/2026 (sexta-feira) 16h  - O Hospital de Leningrado 17h  – Curso Restaurar arquivos em vídeo da televisão. Com Nathanaël Arnould (INA-França), Eduardo Morettin (USP) e Daniela Siqueira (UFMS)   14/03/2026 (sábado) 17h  - E os cães se calavam + Aimé Césaire, a máscara das palavras, com comentários de Nathanaël Arnould (INA-França)   15/03/2026 (domingo) 15h  – Sessão Curtas de Sara Gomez: Na outra ilha + Uma ilha para Miguel + Ilha do tesouro, comentada por Nayla Guerra. 17h30  - Monangambééé + Alma no olho   16/03/2026 (segunda-feira) 17h30  - Sem sol   18/03/2026 (quarta-feira) 16h30  - Batalha de Argel, comentada por Tina Beskow.   19/03/2026 (quinta-feira) 18h  - E os cães se calavam + Aimé Césaire, a máscara das palavras   20/03/2026 (sexta-feira) 18h30  - Uma sobremesa para Constance   21/03/2026 (sábado) 15h  - Sessão Curtas de Safira Moreira: Travessia + Nascente + Alágbedé + Da pele prata 16h  - Prefácio a Fuzis para Banta 17h15  - Curso Memória e Ancestralidade, com Lilian Santiago e Lúcia Monteiro   22/03/2026 (domingo) 15h  - Curso Sarah Maldoror Roteirista 17h  - Uma sobremesa para Constance FILMES E SINOPSES: FILMES DE SARAH MALDOROR Abertura do teatro negro em Paris L'ouverture du théâtre noir à Paris , Sarah Maldoror, 1980, 6 min., França Reportagem de Sarah Maldoror sobre um novo centro cultural de Paris, dedicado ao teatro negro.   Ana Mercedes Hoyos Ana Mercedes Hoyos, Sarah Maldoror, 2009, 13 min., França/Colômbia. Documentário dedicado à pintora e escultora colombiana Ana Mercedes Hoyos. Atenta à multiculturalidade colombiana e em especial à presença negra e à história da escravidão na Colômbia, a artista desenvolveu uma relação especial com a população do Palenque de São Basílio, quilombo próximo de Cartagena, considerado o primeiro povo livre das Américas.   Assia Djebar Assia Djebar, Sarah Maldoror, 1987, 7 minutos, França Reportagem televisiva sobre a escritora argelina Assia Djebar, por ocasião do lançamento de seu livro "Sombra sultana". A autora reflete em voz alta sobre as mulheres no mundo árabe, sobre sua relação com o medo, o cerceamento no espaço doméstico e a esperança de ganhar a luz do exterior.   Aimé Césaire, a máscara das palavras Aimé Césaire, the mask of words , Sarah Maldoror, 1987, 47 minutos, Estados Unidos, Martinica. Classificação: 14 anos. Sinopse: Dez anos após realizar seu primeiro filme em torno do poeta surrealista, dramaturgo, ativista e político martinicano Aimé Césaire, Sarah Maldoror volta a esta figura na ocasião em que recebe uma importante homenagem nos EUA. Ideólogo do conceito de "negritude", na entrevista que concede a Maldoror, Césaire fala de sua trajetória, reflete sobre história, colonialismo, preconceitos e sobre o papel da poesia.   Aimé Césaire - um homem, uma terra Aimé Césaire - un homme une terre , Sarah Maldoror, 1976, 52 minutos, França, Martinica. Classificação: 14 anos. Sinopse: Aimé Césaire foi surrealista, ensaísta, ativista e um dos fundadores do movimento da Negritude, uma corrente artística e política progressista que defendia a cultura negra, fortemente ligada a ideais marxistas e anticoloniais.   Carnaval no Sahel Un carnaval dans le Sahel , Sarah Maldoror, 1979, 23 minutos, Cabo Verde. Classificação: 14 anos. Sinopse: O Carnaval é um evento e uma festividade em que os limites podem ser transgredidos em um contexto repleto de música, sensações e texturas. Neste filme, ele é também o ponto de partida para uma abordagem sobre a história da cultura negra e do colonialismo, com conceitos de identidade e negritude ocupando o centro da cena.   Christiane Diop Christiane Diop, Sarah Maldoror, 1985, 6 minutos, França Reportagem dedicada a Christiane Diop, que comanda a livraria e editora Présence Africaine desde a morte de seu companheiro, Alioune Diop, em 1980. Fundada em 1947 como revista, a Présence Africaine logo expande suas atividades e se torna ponto de convergência de intelectuais negros vindos da África e das Antilhas.   E os cães se calavam Et les chiens se taisaient , Sarah Maldoror, 1976, 13 minutos, França. Classificação: 14 anos. Sinopse: Peça teatral cuja narrativa foca na rebelião de um homem contra a escravização de seu povo, filmada no interior do Musée de l'Homme, em Paris. Com atuações de Gabriel Glissant e Sarah Maldoror.   Em Bissau, o carnaval Carnival en Guinée-Bissau , Sarah Maldoror, 1980, 13 minutos, Guiné-Bissau. Classificação: 14 anos. Sinopse: Um curta-metragem documental que aborda como os habitantes da Guiné-Bissau enxergam sua identidade e cultura negra, tendo como pano de fundo a celebração anual do Carnaval.   Fogo, uma ilha em chamas Fogo, l'île de feu , Sarah Maldoror, 1979, 23 minutos, Cabo Verde, França. Classificação: 14 anos. Sinopse: A Ilha do Fogo, em Cabo Verde, é o cenário deste documentário dos anos 70 produzido pelo governo revolucionário do novo país, no qual a diretora optou por uma abordagem antropológica. O filme lança um olhar belíssimo sobre uma nação no início de sua independência. Léon G. Damas Léon G. Damas , Sarah Maldoror, 1995, 24 minutos, França. Classificação: 14 anos. Sinopse: Um curta sobre o cofundador da revista L'Étudiant Noir, que promoveu a conscientização cultural negra, colaborador da Présence Africaine, poeta, deputado guianense, representante da UNESCO e combatente da resistência francesa.   Louis Aragon, uma máscara em Paris Un Masque à Paris: Louis Aragon , Sarah Maldoror, 1978, 13 minutos, França. Classificação: 14 anos. Sinopse: Sarah Maldoror entrevista, neste documentário, Louis Aragon, poeta e figura fundamental do surrealismo francês. Ao mesmo tempo, questiona a forma como o movimento surrealista – nos períodos entre e pós-guerra – encarou a questão racial, do “outro” e da afirmação de outras identidades.   Monangambééé Monangambeee , Sarah Maldoror, 1968, 16 minutos, Angola. Classificação: 14 anos. Sinopse: Os abusos dos traficantes de escravos portugueses em sua colônia de Angola são retratados por meio da tortura de um prisioneiro, fundamentada na ignorância e na incompreensão.   O hospital de Leningrado L'hôpital de Leningrad , Sarah Maldoror, 1983, 58 minutos, França. Classificação: 14 anos. Sinopse: Uma história de prisão política ambientada em um hospital psiquiátrico, onde a polícia estatal de Stalin colocava seus opositores. A narrativa é fiel ao texto original, um conto do escritor russo Victor Serge.   Primeiro encontro internacional das mulheres negras Première rencontre internationale des femmes noires, Sarah Maldoror, 1986, 6 minutos, França Reportagem sobre o encontro ocorrido em novembro de 1986, em Paris.   René Depestre, poeta haitiano René Depestre, poète haïtien , Sarah Maldoror, 1981, 5 minutos, França. Classificação: 14 anos. Sinopse: Pequeno documentário sobre René Depestre, poeta e antigo ativista comunista, umas das mais importantes figuras da literatura do Haiti.   Retrato de uma mulher africana Portrait d'une femme africaine , Sarah Maldoror, 1985, 3 minutos, França. Classificação: Livre. Reportagem televisia a respeito da imigração de senegaleses para a França. A cineasta acompanha uma jovem cozinheira senegalesa, que trabalha em um centro de acolhimento para trabalhadores estrangeiros.   Sambizanga Sambizanga , Sarah Maldoror, 1972, 97 minutos, Angola, França. Classificação: 14 anos. Sinopse: Domingos é membro de um movimento de libertação africano, preso pela polícia secreta portuguesa, após eventos sangrentos em Angola. Ele não trai seus companheiros, mas é espancado até a morte na prisão, e sem saber que ele morreu, sua esposa percorre diversas prisões, tentando em vão descobrir o seu paradeiro.   Uma sobremesa para Constance Un dessert pour Constance , Sarah Maldoror, 1981, 63 minutos, França. Classificação: 14 anos. Sinopse: Nos anos 70, Bokolo e Mamadou, varredores na cidade de Paris, buscam uma maneira de custear o retorno para casa de um de seus companheiros doentes.   FILMES DE OUTROS CINEASTAS   CONSTELAÇÃO SARAH MALDOROR Filmes em que Sarah Maldoror trabalhou como assistente ou que contêm imagens filmadas por ela A batalha de Argel La battaglia di Algeri , Gillo Pontecorvo, 1966, 121 minutos, Argélia e Itália. Classificação: 14 anos. Sinopse: Nos anos 1950, o medo e a violência aumentam à medida que o povo da Argélia luta pela independência do governo francês. Sarah Maldoror foi assistente de Pontecorvo nas filmagens.   Elas Elles , Ahmed Lallem, 1966, 22 minutos, Argélia. Classificação: 14 anos. Sinopse: No período pós-independência, estudantes argelinas do ensino médio falam sobre suas vidas e comentam como vislumbram o futuro, a democracia e o seu lugar na sociedade. Sarah Maldoror foi assistente de Lallem nas filmagens.   Sem Sol Sans soleil , Chris Marker, 1983, 104 minutos, França. Classificação: 14 minutos. Sinopse: Uma mulher narra os escritos contemplativos de um viajante do mundo experiente, com foco no Japão contemporâneo.   O legado da coruja - Episódio 7 L'héritage de la chouette - "Logomachie ou Les mots de la tribu" , Chris Marker, 1990, 27 minutos, França. Classificação: 14 anos. Sinopse: Cineastas ensaístas como Marker e Godard adoram jogos de palavras. Aqui, conforme as imagens mostram como vocábulos de origem grega permeiam a nossa mídia, as placas de rua e até mesmo os grafites, mergulhamos, sob uma perspectiva semiótica, nas bases da própria fala.   Prefácio a Fuzis para Banta Préface à Des fusils pour Banta , Mathieu Kleyebe Abonnenc, 2011, 28 minutos, França. Classificação: 14 anos. Sinopse: Uma elegia ao filme perdido de Sarah Maldoror, "Fuzis para Banta", filmado em 1970 na Guiné-Bissau, durante a guerra de independência e confiscado durante a montagem, na Argélia. Abonnenc estrutura seu filme em torno das fotografias de cena, das anotações do roteiro e de conversas com Sarah Maldoror.     GENEALOGIA IMAGINATIVA Filmes que apresentam proximidade estética e política com a obra de Sarah Maldoror   Alma no olho Alma no olho , Zózimo Bulbul, 1973, 11 minutos, Brasil. Classificação: 14 anos. Sinopse: Metáfora sobre a escravidão e a busca pela liberdade por meio da transformação interna do ser, em um jogo de imagens de inspiração concretista.   Ôrí Ôrí , Raquel Gerber, 1989, 100 minutos, Brasil. Classificação: 14 anos. Sinopse: Um olhar sobre o movimento negro brasileiro entre 1977 e 1988, a partir da relação entre o Brasil e a África.   Cais Cais , Safira Moreira, 2025, 70 minutos, Brasil. Classificação: 14 anos. Sinopse: Dois meses após o falecimento de sua mãe Angélica, Safira viaja em busca de encontrá-la em outras paisagens. Num curso fluvial, o filme percorre cidades banhadas pelo Rio Paraguaçu, na Bahia, e pelo Rio Alegre, no Maranhão, para imergir em novas perspectivas sobre memória, tempo, nascimento, vida e morte.   Curtas de Safira Moreira   Travessia Travessia, Safira Moreira, 2017, 5 minutos, Brasil. Classificação: 14 anos Articulando poesia, arquivos fotográficos e encenação, Safira Moreira problematiza de forma poética a ausência ou dificuldade de permanência das imagens das pessoas negras.   Nascente Nascente, Safira Moreira, 2020, 6 minutos, Brasil Quatro mulheres e uma criança, reunidas em numa casa em Salvador, em agosto de 2020. Apesar das restrições pandêmicas, tudo ali flui como um rio correndo nas matas, em uma energia etérea e misteriosa.   Alágbedé Alágbedé, Safira Moreira, 2021, 12 minutos, Brasil Ogum, orixá yiorubá. Quando se manifesta sob o epíteto de Alágbedé, estão ressaltam-se suas habilidades com a forja, o fogo e os metais. Senhor das técnicas e das tecnologias – desceu à Terra para ensinar aos seres humanos a metalurgia.   Da pele prata Da pele prata, Safira Moreira, 2025, 27 minutos Neste filme dedicado aos seus pais, Angélica Moreira, pedagoga e idealizadora do Ajeum da Diáspora, e Chico da Prata, ourives especializado em joias com temática relacionada ao candomblé, Safira Moreira retoma, sob uma perspectiva diversa de Travessia  (2017), a construção de um percurso breve, mas profundo, sobre a história da sua família.   Curtas de Sara Gómez Ilha do tesouro Isla del tesoro , Sara Gómez, 1969, 9 minutos, Cuba. Classificação: 14 anos. Sinopse: Uma curta evocação poética de Sara Gómez sobre a Ilha de Pinos, a ilha onde Fidel Castro foi preso por Batista e onde a revolução constrói uma nova sociedade. O filme apresenta uma justaposição da prisão Presídio Modelo com a produção de cítricos. Uma ilha para Miguel Una isla para Miguel , Sara Gómez, 1968, 22 minutos, Cuba. Classificação: 14 anos. Sinopse: Miguel, um de 12 filhos oriundos de um bairro pobre de Havana, é enviado pela família para a "Isla de Pinos", para se tornar um novo homem. Gómez aponta a sua câmara para este território, para onde os marginalizados (jovens, negros, pobres, homossexuais, religiosos, hippies) eram enviados para trabalho e reeducação forçados. Na outra ilha En la otra isla , Sara Gómez, 1968, 41 minutos, Cuba. Classificação: 14 anos. Sinopse: Sara Gómez entrevista habitantes da Ilha da Juventude, em Cuba (então conhecida como Ilha de Pinos), capturando suas perspectivas sobre diversas questões sociais.

  • Bloco dos HZeiros celebra terceira edição em carnaval gratuito no Riacho Fundo I

    Com entrada gratuita e quase oito horas de festa, o Bloco HZeiros chega à sua terceira edição prometendo muita animação e energia positiva para os foliões do Riacho Fundo I e região. O evento acontece no dia 17 de fevereiro, terça-feira de Carnaval. No comando da folia, o DJ Gabriel DP anima o público. A programação também conta com a animada banda de fanfarra, Instrumental Bom Demais com marchinhas de Carnaval. Para os amantes do pagode, a atração é o Pagode do Ivan, garantindo muita animação com o melhor do pagode nacional. O encerramento da festa fica por conta de Leyde Moronare. O Bloco dos HZeiros reafirma seu compromisso com a alegria e a inclusão, oferecendo uma programação gratuita e para todas as idades. A programação começa às 14h e segue até 21h30, na praça central do Riacho Fundo I com classificação indicativa livre. ServiçoBloco dos HZeiros – 3ª edição Data: 17 de fevereiro de 2026 (terça-feira de Carnaval) Horário: Das 14h às 21h30 Local: Praça central do Riacho Fundo I Entrada: Gratuita Classificação indicativa: Livre Instagram: @Hzeiros_rf1

  • Ventoinha de Canudo faz seu 23º Carnaval brincando pelas ruas da cidade

    Conhecido por atravessar as ruas, quadras, tesourinhas e corações da nossa gente, o Ventoinha de Canudo brinca, nesse ano de 2026, o seu 23º Carnaval, seguindo na missão de ocupar festivamente a cidade, com afeto e alegria. E a brincadeira volta agora para bem perto do povo. No dia 17/02, terça-feira, às 16h20, a festa acontece na 207 Norte, com concentração no gramadão e depois segue para brincar na tesourinha. Como sempre, a programação é aberta a todas as idades e diversidades, com entrada franca. Além do Ventoinha de Canudo, o bloco contará com o Maracatu do Boiadeiro Boi Brilhante, fortalecendo o carnaval com a força e o pulsar de seus tambores. Carnaval seguro,  acessível e inclusivo O Bloco do Ventoinha contará com diversas ações de acessibilidade, promovendo a inclusão para variados públicos. As ações incluem: Espaço PCD; Banheiro PCD, Abafadores de Ruído, Recepção Bilíngue (Libras) e Assistente para público PCD. O bloco também vai oferecer UTI Móvel, posto médico, seguranças e brigadistas. E no intuito de combater casos de assédio, violência de gênero, lgbtfobia, racismo, capacitismo, entre outras opressões durante o Carnaval, o Ventoinha de Canudo é bloco signatário das campanhas Folia com Respeito, Uma Festa de Respeito, Igualdade e Diversidade, Não é Não e Por Todas Elas. Mais Ventoinha no Carnaval Além do tradicional percurso da tesourinha, o Ventoinha de Canudo também se apresenta em outros pontos do DF, festejando com o seu carnaval de pife. No dia 14/02, sábado, às 17h, o grupo anima o SESI Lab; e no domingo, 15/02, o Ventoinha faz a festa no Setor Carnavalesco Sul, às 16h20. Tudo com entrada franca e livre. Ventoinha de Canudo e a cidade Desde 2004, o bloco cumpre a missão de animar multidões e corações brincantes. Como banda precursora de pífanos de Brasília, Ventoinha de Canudo é também considerada a 1ª banda contemporânea, urbana e carnavalesca de pífanos do Brasil. Um bloco acolhedor e inclusivo, consagrado por reunir um público fiel e crescente marcado pelo encontro entre gerações, onde famílias, crianças, idosos, pessoas com deficiência e as diversidades de gênero convivem com respeito e liberdade de expressão. Em um trajeto que cruza ruas e tesourinhas, já se tornou um “hit” do carnaval de Brasília a canção “ahá, uhu, a Tesourinha é nossa!”, entoada por  todos que acompanham o caminho de alegria do Ventoinha por esses anos. O bloco gera um sentimento de pertencimento a espaços onde, no dia-a-dia, são ocupados apenas por veículos e a dureza cotidiana, quebrada uma vez por ano por festa e afetividade durante o carnaval. O repertório do grupo traz diferentes composições autorais e releituras enraizadas nos ritmos da cultura popular brasileira e das tradicionais bandas de pífanos. Cantigas de tradição oral, baiões, marchinhas, frevos, xotes, cirandas e ijexá colocam todo mundo pra brincar.  Em 2024, o bloco cresceu exponencialmente, passando de 3.000 para 6.000 pessoas no público. Nesse mesmo ano, foi reconhecido como um dos 10 blocos de carnaval mais limpos do DF no Prêmio Folia Limpa, realizado pelo SLU - Serviço de Limpeza Urbana. Quem faz a festa A banda Ventoinha de Canudo é composta por: Dani Neri (pífano), Davi Abreu (pífano), Fernando Fernandes (prato), George Lacerda (caixa), Juliana Sarkis (pífano), Maíra Oliveira (estandarte), Mari Baeta (triângulo e estandarte), Pedro Tupã (zabumba) e Tarzan Gadelha (pífano), além de brincantes, pernas-de-pau e bonecos. O Bloco Ventoinha de Canudo integra a programação do DF Folia 2026, uma iniciativa da Secretaria de Cultura e Economia criativa e do Governo do Distrito federal, realizada por meio de chamamento público, em parceria com a Associação Artise de Arte, Cultura e Acessibilidade. O Ventoinha tem enfrentado muitos desafios para a realização do projeto, pois o resultado do edital foi divulgado há pouco tempo, o que dificulta os processos de produção para realizar tudo em tempo hábil e com qualidade, e a verba ainda não foi repassada ao bloco (10/02/2026). Apesar de todas as adversidades, a festa acontecerá com muita alegria e a energia que o carnaval da cidade merece. SERVIÇO Bloco do Ventoinha de Canudo - Carnaval de 2026 Dia: 17 de março (terça-feira)Hora: 16h20 às 22h Local: concentração no gramadão da 207 Norte, com cortejo na tesourinha Entrada: franca Classificação indicativa: livre Nas redes: @ventoinhadecanudo Contato para entrevistas: Dani Neri - 61 9.9267-4710 Ficha Técnica Ventoinha de Canudo 2026 Coordenação de Produção:  Dani Neri  Produção Administrativa:  Adriana Alves  Produção Executiva:  Lirys Catharina e  Natália Stanzioni Coordenação de Montagem: Francisco Pessanha Identidade Visual - OKO Studio Juliano Batalha -  designer gráfico Davi Mello -  assessoria de imprensa e fotografias Roger Peixoto - redes sociais Jonhnny - Acolhimento para publico PCD Grupo Convidado: Maracatu Boiadeiro Boi Brilhante Musicos Ventoinha de Canudo: 1- Dani Neri  2- ⁠Davi Abreu  3- ⁠Fernando Fernandes  4- ⁠George Lacerda  5- ⁠Juliana Sarkis  6- ⁠Maíra Oliveira  7- ⁠Mari Baeta 8- ⁠Pedro Tupã  9- ⁠Tarzan Gadelha

  • Com show do Ericson Mello, ex-Patrulha do Samba, Raparigueiros celebra 34 anos de axé e trio elétrico

    No dia 15 de fevereiro, o Bloco dos Raparigueiros comemora 34 anos de história reafirmando três pilares que definem sua trajetória no Carnaval do Distrito Federal: o axé como identidade musical, a manutenção do Carnaval de percurso com trio elétrico — hoje preservado por poucos blocos — e a capacidade de transformar a Esplanada dos Ministérios em um grande corredor de alegria. Inspirado na frase “Raparigou ou não raparigou?”, do filme O Agente Secreto, o bloco convida o público a brincar, cantar e ocupar a cidade em mais uma edição marcada pelo encontro entre tradição e multidão. Referência no Centro-Oeste, o Raparigueiros construiu ao longo de mais de três décadas uma ponte permanente entre Brasília e o Carnaval da Bahia. Essa conexão ganha força especial em 2025 com a presença de Ericson Melo, diretamente da Bahia. Ex-integrante da Patrulha do Samba, o cantor sobe ao trio elétrico para interpretar sucessos que marcaram época e ajudaram a consolidar o axé como uma das expressões mais populares do Carnaval brasileiro, reforçando a memória afetiva que atravessa gerações de foliões. Para o presidente do bloco, Jean Costa, manter o trio elétrico em movimento é um compromisso com a essência da festa. “O Raparigueiros é um dos poucos blocos que ainda preservam o Carnaval de percurso com trios elétricos de grande porte. Essa tradição é parte fundamental da nossa identidade e garante que o folião viva a experiência completa do desfile, caminhando junto, ocupando o espaço público e fazendo parte do espetáculo”, afirma. “Somos a embaixada do axé em Brasília e, há 34 anos, transformamos a Esplanada em um lugar de celebração coletiva.” Ao longo de sua história, o Raparigueiros também se consolidou como um espaço de encontros e reencontros. Muitos foliões se conheceram no bloco, construíram amizades e retornam todos os anos para reviver a experiência do Carnaval de rua em sua forma mais vibrante. Com o mote “Raparigou ou não raparigou?”, a edição deste ano reforça esse espírito de continuidade, irreverência e pertencimento que atravessa gerações. A programação reúne Papel Marchê, DNA Salvador, a Batucada dos Raparigueiros e Ericson Mello, compondo um desfile que passeia por clássicos do axé e ritmos que fazem parte da memória do Carnaval brasileiro. “São 34 anos de história que se renovam a cada edição. O Raparigueiros é tradição, mas também é energia viva, é rua cheia e gente cantando junto”, resume Jean Costa. Com trio elétrico em percurso, axé no volume máximo e uma trajetória consolidada, o Raparigueiros convida o público a ocupar a Esplanada dos Ministérios e celebrar mais um capítulo de sua história. Serviço Bloco dos Raparigueiros — “Raparigou ou não raparigou?” Data: 15 de fevereiro Local: Esplanada dos Ministérios – Brasília (DF)  Atrações: Papel Marchê, DNA Salvador, Batucada dos Raparigueiros e Ericson Mello (ex-Patrulha do Samba) Evento gratuito

  • Samba com Feijão é a atração do Sábado de Carnaval no Zero61

    Samba, feijoada e Carnaval: essa é a combinação da 3ª edição do Samba com Feijão , promovida pelo Zero61 Gastrobar, no Venâncio Shopping, sábado (14), a partir das 11h30. A festa acontece na varanda da casa, embalada por Carol Nogueira Quarteto. Além da iguaria símbolo do país, a operação oferece cardápio com drinks, vinho e cerveja gelada. Ingressos à venda por R$ 20, disponíveis na entrada do evento. À frente do grupo, a cantora Carol Nogueira divide o palco com Pedro Vasconcellos, no cavaquinho, Igor Diniz, no baixo, e Stive Marta, na bateria, em um repertório que revisita clássicos da MPB em versões de samba e choro. Para Leonel Laterza, curador do planejamento musical do Zero61, a escolha da atração não foi à toa: “O som desse grupo eu conheço há anos. Acompanho o trabalho de cada um e, quando eles se juntam, são brilhantes”, afirma Laterza. A proposta da casa une gastronomia e música ao vivo como alternativa para quem deseja curtir a folia com tranquilidade e qualidade, em ambiente controlado, seguro e confortável. “O Zero61 Gastrobar busca o que há de melhor dentro da música feita em Brasília. O público pode ter certeza de que a experiência do Samba com Feijão, no sábado de Carnaval, será de muita alegria e inesquecível", conclui Leonel. Sobre o Zero61 Inaugurado no final de 2025, o Zero61 Gastrobar vem movimentando o Polo Gastronômico do Venâncio Shopping com uma proposta que une gastronomia contemporânea, drinks autorais e ambiente descontraído. O menu é assinado pelo chef Matheus Grilo, que apresenta uma leitura moderna da culinária brasileira, com pratos equilibrados e petiscos clássicos repaginados. A carta de bebidas reúne criações autorais e clássicos bem executados, reforçando a experiência pensada para quem busca qualidade, conforto e atendimento de alto nível. Ideal para diferentes momentos, o espaço se consolida como um ponto de encontro em Brasília, seja para um almoço leve, um happy hour ou uma noite com clima de bar premium. Estacionamento promocional Para maior comodidade, o shopping proporciona conforto e segurança aos clientes, que além de contar com estacionamento coberto a um preço fixo de R$8, de segunda a sexta-feira, das 17h às 23h, também oferece estacionamento gratuito para compras acima de R$50 aos finais de semana e feriados. Para ter acesso ao benefício de gratuidade, basta levar o comprovante da compra realizada e validar o ticket no Balcão de Informações, no piso G1. Promoção válida das 8h às 23h59 e não cumulativa com outros benefícios. Para mais informações consulte o regulamento no site www.venancioshopping.com.br . Sobre o Venâncio Shopping No centro da capital do país, desde 1976, o Venâncio Shopping traz em seu DNA um conceito inovador. Além de ser uma excelente opção para compras e experiências, é também um Hub de Serviços e ponto de solução de pessoas, com sua torre business atrelada a torre de Serviços, alta gastronomia da capital como Jamie Oliver Kitchen, Cantón Peruvian & Chinese Food, Confraria do Camarão e Outback Steakhouse e  Starbucks. Entre os serviços oferecidos, estão opções como: Procon, Na Hora Empresarial, Polícia Federal, cartório de registro de imóveis em Brasília, clínicas, faculdades, entre outros. ServiçoSamba e Feijão edição especial de Carnaval Data: Sábado (14/02) Horário: Abertura da casa às 11h30. Show Carol Nogueira Quarteto às 14h30. Entrada: R$ 20 (ingresso obrigatório para acessar o restaurante durante o show) Livre para todos os públicos

  • Do bloquinho para o quarto: 8 em cada 10 brasileiros usam música para transar

    Se o Carnaval é a festa do ritmo, da pele arrepiada e do corpo em movimento, não é surpresa que essa mesma energia atravesse a porta do quarto. A batida que embala o bloquinho também dita o compasso da intimidade: 77% dos brasileiros costumam transar ao som de música, segundo pesquisa do Sexlog com mais de 3 mil participantes. Em pleno verão e em meio à atmosfera carnavalesca, a trilha sonora deixa de ser apenas pano de fundo e passa a funcionar como estímulo. Do funk ao eletrônico, cada batida ajuda o corpo a entrar no clima, como se o prazer também tivesse seu próprio desfile. “Pra mim, o silêncio absoluto atrapalha”, conta Eduardo*, de 40 anos. “Se não tem música ou algum ruído de fundo, minha cabeça viaja e eu acabo não curtindo o momento.” Já Cristina, de 62, prefere o oposto: “Acho que o sexo tem seu próprio som. Gosto de ouvir a respiração, os toques, o barulho dos corpos.” As experiências mostram que, assim como no Carnaval, cada um encontra seu ritmo, seja na explosão do tamborim ou no compasso mais íntimo da própria respiração. Quando a música entra em cena Entre os entrevistados, 29,7% afirmam usar música frequentemente durante o sexo e 47,8% “às vezes”. Apenas 9,4% disseram nunca usar. Na hora de escolher a trilha, quase metade (47,45%) recorre a playlists prontas em plataformas como Spotify, Deezer e YouTube Music. Outros 25% preferem selecionar manualmente suas faixas favoritas, enquanto 18,6% criam trilhas específicas para a ocasião, quase como montar o setlist perfeito de um trio elétrico particular. Os estilos mais citados como combinando com sexo refletem bem o clima de verão: Funk/Trap (27,1%), Pop lento ou “bedroom pop” (22,3%), Eletrônica (20,4%) e Rock Indie (17,3%). E o ritmo realmente interfere: 47,6% acreditam que a batida influencia diretamente os movimentos. O momento mais sensível à trilha são as preliminares (44,1%), seguido pela penetração (18,6%). Curiosamente, apenas 3,8% sentem maior impacto no auge do orgasmo, talvez porque, nesse momento, o corpo já esteja totalmente entregue ao próprio som. O poder da batida sobre o corpo Pesquisas em psicologia e neurociência indicam que a música ativa circuitos cerebrais ligados à recompensa, liberando dopamina e modulando o estado emocional, o que pode reduzir inibições e aumentar a sensação de conexão. Um estudo publicado na Psychology of Music (2019) aponta que casais que usam música relatam maior sincronização emocional e sensação de entrega. Para Mayumi Sato, CMO do Sexlog, a relação entre ritmo e desejo é quase intuitiva. “A música funciona como uma ponte entre mente e corpo. Ela eleva o desejo, estabelece o ritmo e cria um ambiente onde somos protagonistas do momento sexual. No Sexlog, vemos muitos casais trocando playlists e pedindo sugestões para encontros íntimos.” Sobre o Sexlog Com mais de 23 milhões de usuários , o Sexlog é a maior rede social de sexo e swing da América Latina. A plataforma oferece um ambiente seguro para quem deseja explorar a sexualidade com liberdade, respeito e muito prazer.

  • 33ª Brasília Restaurant Week conta com mais de 40 restaurantes estreantes

    A 33ª edição da Brasília Restaurant Week chega em clima de Copa do Mundo e com um reforço significativo no time de participantes: 41 restaurantes estreiam no festival em 2026. O evento acontece entre 6 de fevereiro e 8 de março, reunindo mais de 150 casas com menus a preços acessíveis, que variam de R$ 59,90 a R$ 149, com patrocínio da Brasal Refrigerantes, Coca-Cola Zero Açúcar e Del Maipo.  Entre os estreantes desta edição estão o Amélia Restaurante, Aroma Brasília, Blend Boucherie, Boteco Caju Limão, Bu.té.quim, Caseratto, Cerratto, Donburi, Haná, Italianissimo Cucina e Pizza, Lilie Patisserie & Boulangerie, MaxFoods Restaurante, Momma Brunch, New Mercadito, Nino Cucina, Ocanto Restaurante, Restaurante Flash Back, Taverna Viking Chopp & Parrilla, Terrazas Gastrobar, Vero Fatto – Pizza Bar e Zero61 Gastrobar. Também passam a integrar o festival pela primeira vez casas localizadas em Águas Claras, como Confraria do Camarão e Da Canoa Sushi & Mar. O Mané Mercado, em especial a unidade de Águas Claras, amplia sua participação no festival com novas operações estreantes, como BSB Grill, Café e um Chêro, Casa Mar, Fina da Baco, Gatto Nero,  Kazu Culinária Japonesa, O Popular, Ricco Burger, Tempero Paraíso e Tudo do Porco. Já no Plano Piloto, entram pela primeira vez no evento nomes como Casa Almeria (Noroeste) e Ernesto Cafés Especiais (Caixa Cultural).   Com o tema “A Cozinha dos Campeões”, a edição 2026 convida os chefs a criarem menus inspirados em seleções, países e momentos históricos da Copa do Mundo, conectando futebol e gastronomia. Segundo Fernando Reis, idealizador da Restaurant Week, a proposta é ampliar o acesso do público a restaurantes. “Ver tantas casas estreando na Restaurant Week mostra como o festival se consolidou como uma grande vitrine da gastronomia local. Para os restaurantes, é uma oportunidade estratégica de apresentar sua cozinha a um público novo, ampliar visibilidade e se posicionar no cenário gastronômico de Brasília com menus pensados especialmente para esse momento”, conta.  “A chegada de novos participantes reforça a força da Restaurant Week como plataforma de divulgação da boa mesa. É um espaço onde os restaurantes podem mostrar identidade, criatividade e qualidade, enquanto o público tem acesso a experiências gastronômicas diversas. Essa troca é o que mantém o festival vivo e relevante a cada edição”, explica Matheus Dantas, um dos organizadores do festival. A expectativa da organização é repetir os bons resultados das edições anteriores, que movimentaram milhões de reais na economia local. Como já é tradição, o festival mantém seu viés solidário: os clientes são convidados a doar R$ 2 por menu, valor destinado à ONG Amigos da Vida, que apoia crianças que vivem com HIV e implanta brinquedotecas  e biblioteca em hospitais públicos e escolas do Distrito Federal. A lista completa dos restaurantes participantes e os menus estarão disponíveis no site www.restaurantweek.com.br Confira a lista das casas estreantes na primeira edição de 2026 da Restaurant Week:  Amélia Restaurante Aroma Brasilia Blend Boucherie Boteco Caju Limão - Asa Norte BSB Grill - Mané Mercado Águas Claras Bu.té.quim Café e um Chêro - Mané Mercado Águas Claras Casa Almeria - Noroeste Casa Mar - Mané Mercado Casa Mar - Mané Mercado Águas Claras Caseratto - Asa Sul Cerratto Confraria do Camarão - Águas Claras Da Canoa Sushi & Mar - Águas Claras Donburi  Ernesto Cafés Especiais - Caixa Cultural Fina da Baco - Mané Mercado Águas Claras Gatto Nero - Mané Mercado Águas Claras Haná Italianissimo Cucina e Pizza Kazu Culinária Japonesa - Mané Mercado Águas Claras Lilie Patisserie & Boulangerie MaxFoods Restaurante Momma Brunch New Mercadito Nino Cucina - Asa Sul O Popular - Mané Mercado O Popular - Mané Mercado Águas Claras Ocanto Restaurante Restaurante Flash Back Ricco Burger - Mané Mercado Águas Claras Taverna Viking Chopp & Parrilla Tempero Paraiso - Mané Mercado Terrazas Gastrobar Tudo do Porco - Mané Mercado Águas Claras Vero Fatto - Pizza Bar Zero61 Gastrobar SERVIÇO 33ª Brasília Restaurant Week Data: 06 de fevereiro a 08 de março de 2026 Valores:  Tradicional: R$ 59,90 (almoço) e R$ 74,90 (jantar) Plus: R$ 73,90 (almoço) e R$ 94,90 (jantar) Premium: R$ 95 (almoço) e R$ 115 (jantar) Diamond: R$ 109 (almoço) e R$ 149 (jantar) Mais informações: @restaurantweekbrasil ou pelo site https://restaurantweek.com.br/

  • Carnaval de Samambaia 2026: Bloco Calango Alternativo celebra 18 anos como o “lado B” da folia

    O Coletivo Calango Alternativo realiza, no próximo 21 de fevereiro, a 18ª edição de seu tradicional bloco de Carnaval no estacionamento da Quadra 302 de Samambaia Sul. Consolidado como um dos principais movimentos culturais independentes do Distrito Federal, o evento reafirma sua proposta de resistência, diversidade e ocupação criativa do espaço público por meio da música, da dança e das artes periféricas. Em 2026, o bloco chega com o tema “Rolê da Quebrada e da Diversidade”, reforçando o compromisso histórico com a inclusão social, a valorização das identidades locais e o diálogo entre diferentes manifestações culturais. O Bloco Calango Alternativo integra a programação do DF Folia 2026, com atividades distribuídas por diversas regiões administrativas, incluindo Samambaia, ampliando o acesso ao carnaval de rua no Distrito Federal. A iniciativa, promovida pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (SECEC-DF), reúne atrações que refletem a pluralidade artística da periferia, com apresentações do Grupo Kalungada, DJ C. N.X, Banda Entrequadras, Banda Página 2, Grupo SPC-F, Coletivo Capybaras e a performance da Quadrilha Junina Eta Lasquera, compondo um mosaico de ritmos, tradições e linguagens contemporâneas. Além disso, a estrutura do evento contará com apoio logístico da Administração Regional de Samambaia, garantindo segurança, organização e acessibilidade ao público. O local escolhido — ao lado do Castelo Forte — facilita o acesso da comunidade e cria um ambiente propício para o encontro de diferentes gerações e públicos em torno da cultura popular. Criado em 2009 a partir de uma mobilização cultural comunitária, o Calango Alternativo se consolidou como espaço de expressão livre, diversa e periférica, oferecendo uma alternativa ao circuito comercial do Carnaval brasiliense. Para os produtores culturais Paulo Atos e Alane Souza, responsáveis pelo projeto, “o bloco nasceu para fazer a periferia pulsar, transformando a festa em um ato coletivo de resistência, pertencimento e celebração da diversidade”. Mais do que lazer, o evento fortalece a produção cultural de Samambaia e reafirma o território como polo criativo do Distrito Federal. Ao celebrar quase duas décadas de história, o Calango Alternativo mantém viva a potência do Carnaval de rua independente, dando visibilidade a vozes, corpos e expressões que constroem diariamente a cultura da quebrada. Serviço Bloco Calango Alternativo 2026 21 de fevereiro de 2026 Estacionamento da Quadra 302 de Samambaia Sul (ao lado do Home Center Castelo Forte e CAESB) Das 14h às 23h Entrada gratuita

  • Bloco UK – “Te Conheço de Outros Carnavais”mistura rock e folia no coração de Brasília

    O Carnaval de Brasília ganha uma proposta diferente e cheia de personalidade com o evento Bloco UK – “Te Conheço de Outros Carnavais”, que promete unir o espírito irreverente da folia com a potência do rock ao vivo. A ‘folia’ acontece no UK Music Hall, localizado na 411 Sul, e se consolida como uma alternativa para quem quer curtir o Carnaval fora do circuito tradicional, mas sem abrir mão da animação. A programação da noite reúne três bandas que representam diferentes vertentes do rock e do pop rock, criando uma experiência musical dinâmica e contagiante. No palco, o público poderá conferir os shows das bandas Zero10, Andanza e Flashrock. Flashrock traz a nostalgia da noite Com presença de palco marcante e repertório com o melhor do flashback, a Flashrock assume papel de trazer a nostalgia no Bloco UK. A banda leva para o Carnaval uma seleção especial de clássicos do rock e sucessos e muita interação, transformando o ambiente em uma verdadeira celebração coletiva. A proposta é clara: fazer o público cantar, dançar e viver a folia ao som de riffs conhecidos, criando uma ponte entre o clima carnavalesco e a atmosfera intensa dos grandes shows de rock. Andanza e Zero10 completam a festa A noite também conta com a banda Andanza, que traz uma sonoridade vibrante e moderna, misturando rock, pop e influências contemporâneas, garantindo diversidade musical ao evento. Já a Zero10 chega com um repertório afiado e cheio de energia, aquecendo o público desde os primeiros acordes e preparando o terreno para uma noite intensa. A união das três bandas reforça a identidade do Bloco UK como um espaço democrático, onde diferentes estilos convivem sob o mesmo espírito de festa. Carnaval com identidade e tradição O nome do evento, “Te Conheço de Outros Carnavais”, brinca com a memória afetiva típica da folia, resgatando encontros, histórias e momentos que só o Carnaval é capaz de proporcionar. No UK Music Hall, a proposta vai além da música: é criar um ambiente acolhedor, descontraído e cheio de personalidade para foliões que buscam algo diferente na programação da cidade. SERVIÇO 13/02 Sexta-feira Bloco UK – Te Conheço de Outros Carnavais Bandas: Zero10, Andanza e Flashrock Local: UK Music Hall Endereço: 411 Sul – Brasília Abertura da casa: 20h00 Shows: a partir das 20h30 Entrada: • R$ 25 até 23h • R$ 40 após 23h

  • Bloco As Leis de Gaga leva música pop para a terça de carnaval em Brasília

    A terça-feira de carnaval (17 de fevereiro) em Brasília tem como atração o bloco As Leis de Gaga, que coloca o público para dançar com música pop em homenagem à popstar Lady Gaga. A atração integra a programação da plataforma Carnaval Monumental, a partir das 16h, no Museu Nacional da República, com entrada gratuita. Criado para quem adora cultura pop, o bloco apresenta o DJ Caco Lelis. Sucesso de público, a atração levou 50 mil pessoas às ruas no carnaval de 2025. Inspirado na obra e na estética da cantora Lady Gaga, o bloco tem seu repertório marcado por grandes sucessos do pop internacional, especialmente da diva pop. Além da música, o palco recebe performances de dança, com coreografias marcantes do pop, marca registrada do bloco desde sua criação, em 2019. Idealizador do projeto, Caco Lelis destaca o compromisso do bloco com a cultura, o respeito e a ocupação qualificada do espaço público. “Lutamos pela cultura e entregaremos uma terça-feira de Carnaval histórica. Muitas surpresas estão por vir. Sempre com total respeito, zero confusões e muito brilho. Brasília merece um Carnaval assim”, afirma. Monumental A plataforma Carnaval Monumental é um território de matriz carnavalesca que promove a celebração da diversidade e a ocupação democrática do espaço público. São quatro dias de festa para transformar a área externa de um dos principais monumentos da cidade em um cenário vivo das manifestações culturais. A plataforma tem a produção do coletivo Distrito Drag, com fomento da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF). A programação da plataforma, sempre das 13h às 21h, começa no sábado (14) com o Bloco do Amor. No domingo (15), o espaço é ocupado pelo Bloco das Montadas. Na segunda-feira (16), é a vez dos blocos Na Batida do Morro e Baile Bregue. Para encerrar, na terça-feira (17), as atrações são o Bloco Nave Pirata, que fica até as 16h, e o bloco As Leis de Gaga, que encerra a programação, a partir das 16h. SERVIÇO Bloco As Leis de Gaga17 de fevereiro (terça-feira), das 16h às 21hNo Museu Nacional da República - Setor Cultural, Esplanada dos Ministérios - Brasília-DF Entrada gratuita Instagram: instagram.com/asleisdegaga

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