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- O estilo e o charme de Consuelo Blocker no PKS Experience
Insider dos mais badalados circuitos de moda do mundo e dos movimentos que acompanham o segmento, Consuelo Blocker também não esconde o gosto por prosas intimistas. O sorriso largo e afetuoso é como um convite irresistível a um bom papo. “Moro na Itália e viajo muito à Paris, Londres, Milão, Belo Horizonte e São Paulo, sempre garimpando tendências, buscando maravilhas. Aprecio compartilhar essas e tantas outras jornadas da vida com as pessoas, gosto de trocar ideias”, revela a consultora de moda, influenciadora, escritora e empresária. Consuelo tem a elegância natural e o olhar apurado como marca. Na última terça-feira, a filha de Constanza Pascolato esteve no ParkShopping especialmente para o PKS Experience , onde foi recebida por convidadas especiais reunidas pela RP Ana Luiza Favato . Também participaram do evento um grupo seleto de formadores de opinião, jornalistas e clientes do Programa de Relacionamento Multi. Consuelo falou sobre moda na maturidade . Para ela, estar na moda é demodê! “Hoje, o que conta é o estilo, e não as tendências”, detalhou. Consuelo, que nasceu e sempre viveu rodeada de pessoas que respiram e produzem moda, acrescentou ser perfeitamente possível viver a maturidade sem lançar mão do estilo, seja no Brasil ou em qualquer lugar do mundo. “Podemos ser e expressar o melhor de nós com autenticidade, sem cair em ciladas”, disse ela às convidadas. A conversa foi inspiradora. Em um cenário no qual padrões rígidos têm perdido força e a intencionalidade ganha protagonismo, Consuelo propôs um novo olhar sobre o vestir: menos regras, mais personalidade; menos tendências passageiras, mais construção de imagem com propósito. Para ela, a moda pode acompanhar as transformações da vida, respeitando histórias, trajetórias e escolhas individuais. A consultora fez um styling em si própria usando roupas e acessórios de marcas presentes no PKS, e convidou a plateia para participar da dinâmica. Com sua vivência internacional e forte presença digital, Consuelo reafirmou que estilo não tem idade — tem atitude. O encontro estimulou reflexões sobre autoestima, liberdade, elegância atemporal e a potência da mulher madura no cenário contemporâneo. Por fim, a influenciadora falou sobre a capital. “Brasília tem uma luz única e uma arquitetura incrível. Daqui, conheço pessoas alegres, interessantes, animadas e curiosas. É um público com o qual adoro conversar. Foi muito gostoso estar no PKS Experience”, completou. PKS Experience + Expansão Mais que um bate-papo, o PKS Experience oferece ao público um momento de troca, inspiração e conexão, em uma ambience sofisticada e acolhedora, marca registrada do projeto. “É um evento que reforça o compromisso do ParkShopping em promover experiências que vão além das compras, estimulando diálogos atuais, relevantes e transformadores. Além disso, é um convite para nossas convidadas se conectarem às novidades que chegam com a expansão do PKS”, comenta Natália Vaz, superintendente do ParkShopping. A 10ª expansão do ParkShopping será entregue em novembro próximo a Brasília, disponibilizando novos espaços para encontros, compras e experiências que traduzem o lifestyle da nossa capital. “Estamos preparando um ambiente aprazível, vibrante, repleto de luz e cheio de possibilidades, onde moda, cultura, gastronomia e boas conversas se conectam para celebrar a vida”, revela Natália. O novo boulevard do PKS traz grandes nomes do varejo nacional e internacional. São 60 marcas brasileiras e estrangeiras, algumas exclusivas na cidade, que entregarão versatilidade e sofisticação ao público. “Além disso, também teremos o melhor da gastronomia em espaços encantadores e muito charmosos, restaurantes com jardins de inverno garantirão a experiência única de saborear o melhor da culinária nacional e internacional”, acrescenta. Lagea, Rowa, New Balance, Bo.Bo , Animale, Twenty for Seven, Risto by Ristorantino, entre outras marcas, já estão confirmadíssimas.
- Paraná, da eterna dupla com Chico Rey, confirma show em Contagem
O Carretão Trevo será palco de uma grande noite dedicada à música sertaneja no dia 10 de abril, sexta-feira, a partir das 21h. O evento, que conta com a produção do empresário João Wellington e do próprio Carretão Trevo, trará apresentações do consagrado cantor Paraná e da dupla em ascensão Willian & Wesley. As vendas de mesas all inclusive já estão liberadas por meio da plataforma https://nenety.com.br/carretao-trevo-parana__3551 . Com quase quatro décadas de tradição, o Carretão Trevo consolidou-se muito além da excelência em sua gastronomia e rodízio de carnes. O espaço tornou-se um verdadeiro ponto de encontro para quem busca boas amizades, momentos inesquecíveis e, claro, música de altíssima qualidade. O local é reconhecido por proporcionar uma excelente experiência ao público e já recebeu em seu palco grandes nomes da música brasileira, como Rick & Renner, Gilberto & Gilmar, Sérgio Reis, Marcelinho de Lima, Padre Alessandro Campos e diversos outros artistas. Sobre Paraná Com uma trajetória que se confunde com a história da música sertaneja no Brasil, Paraná iniciou sua carreira ao lado do irmão Chico Rey (em memória). Nascidos em Arapongas e criados em Ivaiporã, no interior do Paraná, os filhos de agricultores começaram a cantar na infância, influenciados pelo pai. Após uma geada em 1975 que prejudicou a colheita da família, mudaram-se para Brasília, onde a dupla se consolidou. O sucesso nacional veio na década de 1980, impulsionado pelo hit "Quem Será Seu Outro Amor", que rendeu Disco de Ouro e dominou as paradas de sucesso. Ao longo da carreira, Chico Rey & Paraná lançaram 20 álbuns e 2 DVDs, eternizando sucessos como "Operário Vida-Viola", "Amor Rebelde", "Alma Transparente", "Leão Domado" e "Canarinho Prisioneiro". A dupla marcou presença nos principais programas da TV brasileira, como "Domingão do Faustão", "Sabadão Sertanejo" e "Viola, Minha Viola". Após a despedida de Chico Rey, em 2016, Paraná deu continuidade ao legado. Sobre Willian & Wesley Representando a força da nova geração da música sertaneja em Minas Gerais, a dupla Willian & Wesley é natural de Betim e iniciou sua trajetória em 2017. Ganhando cada vez mais destaque no cenário regional e nacional, os músicos vêm conquistando o público com seu carisma e repertório, que inclui sucessos autorais como "Porta de Bar". Com presença marcante em grandes eventos, como o tradicional Arraial de Belo Horizonte, a dupla betinense recentemente anunciou parcerias importantes no mercado sertanejo, consolidando-se como uma das grandes promessas do gênero no estado e prometendo animar o público do Carretão Trevo com o melhor do modão e do sertanejo atual. Serviço: Shows de Paraná e Willian & Wesley em Contagem Data: 10 de abril (sexta-feira) Horário: 21h Local: Carretão Trevo (Av. Colúmbia, 960, Novo Riacho, Contagem / MG) Evento All Inclusive Produção: Empresário João Wellington e Carretão Trevo Venda de mesas: https://nenety.com.br/carretao-trevo-parana__3551 Informações: WhatsApp: (31) 99596-0232 | Telefone: (31) 3396-1640
- Gilsons trazem nova turnê a Brasília
Os Gilsons iniciam um novo capítulo de sua trajetória com uma turnê mundial que passa por mais de 30 cidades no Brasil e no exterior, incluindo países como Dinamarca, Alemanha, Espanha, França, Nova Zelândia, Austrália e Portugal. Em Brasília, o trio formado por José Gil, Francisco Gil e João Gil se apresenta em 4 de junho, no Ulysses Centro de Convenções. Os ingressos já estão disponíveis na Bilheteria Digital. O show reúne as canções do novo álbum e os sucessos que marcaram a trajetória do grupo, em uma apresentação que evidencia a mistura de MPB, pop, samba e influências contemporâneas que define a sonoridade dos Gilsons. Desde a estreia, em 2018, os Gilsons vêm consolidando seu espaço no cenário musical brasileiro ao combinar referências da MPB com sonoridades contemporâneas. O trio conquistou o público com canções como “Várias Queixas”, “Love Love”, “Devagarinho” e “Deixa Fluir” , que ajudaram a construir uma identidade musical marcada pela mistura de influências e pela forte presença melódica. O álbum de estreia, “ Pra Gente Acordar ”, rendeu indicações a importantes premiações, como o Grammy Latino, o Prêmio Multishow e o Prêmio da Música Brasileira, além de garantir presença em grandes festivais, entre eles Rock in Rio, Lollapalooza e Coala Festival. Após colecionar shows esgotados no Brasil e em países como Argentina, Uruguai, Estados Unidos, Inglaterra, Espanha, Alemanha, Holanda e Irlanda, o trio chega a 2026 com um novo trabalho e uma turnê que amplia ainda mais sua presença internacional. O show reúne as novas canções do álbum recém-lançado e os sucessos que marcaram a trajetória do grupo, em uma apresentação que destaca a mistura de MPB, pop, samba e influências contemporâneas que define a sonoridade dos Gilsons. Serviço: Gilsons – Tour 2026 Data: 4 de junho (quinta-feira) Horário: 21h30 Local: Ulysses Centro de Convenções Classificação Indicativa: 14 anos Informações: www.ohartes.com / @ohartes / (61) 3554-4005 / WhatsApp: (61) 98141-1990 Ingressos: VALOR MEIA ENTRADA SUPERIOR LATERAL R$ 69 ,00 SUPERIOR R$ 89 ,00 ESPECIAL R$ 1 19 ,00 VI P R$ 1 39 ,00 GOLD R$ 1 49 ,00 PREMIUM R$ 189 ,00 FRONT R$ 239 ,00 ESPAÇO BISTRÔ ( Open bar ) R$ 350 ,00 *Meia-entrada: estudantes, idosos acima de 60 anos, Pcd, professores da rede pública e funcionários públicos PONTOS DE VENDAS FÍSICOS: BARBEARIA ELVIS JK SHOPPING (Venda somente em cartão) 3º Piso, Taguatinga Norte JK Shopping LOJA 315 Sem taxa de serviço BARBEARIA ELVIS DF PLAZA SHOPPING (Venda Dinheiro e cartão) Sujeito à taxa de serviço, e taxa no pagamento no débito e no crédito em 1x no cartão de crédito. BARBEARIA ELVIS (Venda somente em cartão) Taguatinga Shopping 3º PISO LOJA 3044 - Taguatinga Sujeito à taxa de serviço, e taxa no pagamento no débito e no crédito em 1x no cartão de crédito. KONI 209 SUL (Venda somente em cartão) Asa Sul Comércio Local Sul 209 BL B - Asa Sul Sujeito à taxa de serviço, e taxa no pagamento no débito e no crédito em 1x no cartão de crédito.: KONI 101 SUDOESTE (Venda somente em cartão) St. Sudoeste Superquadra Sudoeste 101 Bloco B LOJA 170 - Sudoeste Sujeito à taxa de serviço, e taxa no pagamento no Débito e no crédito em 1x no cartão de crédito.
- Chuvas alertam para presença de caramujo africano no DF
Com as chuvas frequentes, quintais e terrenos molhados com vegetação alta tornam-se ambientes ideais para o aparecimento do caramujo africano. O aumento da umidade favorece a atividade do molusco, que pode representar riscos à saúde caso não haja manejo adequado e cuidados contínuos. De acordo com o biólogo Israel Moreira, da Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival) da Secretaria de Saúde (SES-DF), a melhor maneira de evitar a proliferação do caracol é manter o controle constante. “A coleta deve ser diária ou ao menos três vezes por semana, especialmente após a chuva ou em horários mais frescos do dia, quando os animais estão mais ativos”, explica. Segundo o especialista, a infestação pode ser evitada ao manter os quintais limpos, com vegetação baixa e livres de entulho e restos de material de construção. O que fazer ao encontrar um? Caso identifique o molusco em casa, o próprio morador pode fazer a coleta, sempre utilizando luvas ou sacos plásticos. Os animais devem ser colocados em balde ou lata metálica. Também é fundamental procurar pelos ovos do caracol, que costumam estar semienterrados em locais úmidos, sob folhas, junto a entulhos e restos de construção. Tanto as conchas quanto os ovos devem ser esmagados com um martelo ou um pedaço de madeira. A quebra das conchas é necessária para evitar que acumulem água e se tornem possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti , vetor da dengue, da febre chikungunya e da zika. “Após esse processo, é necessário adicionar uma solução na proporção de um litro de água sanitária para três litros de água, o suficiente para deixar os caracóis submersos. É muito importante cobrir o recipiente para evitar fugas e deixar de molho por 24 horas”, orienta o biólogo. Passado esse período, os caracóis e os ovos devem ser drenados e colocados em saco resistente para descarte no lixo comum. Outra forma é enterrá-los. “Neste último caso, o material drenado pode ser colocado em valas com profundidade de 80 cm a 1,5 metro, revestidas por uma camada de cal virgem, que tem a função de impermeabilizar o solo e evitar que outros animais sejam atraídos. Esse processo deve ser feito longe de lençóis freáticos, cisternas ou poços artesianos”, alerta Moreira. A população também pode acionar a Dival pelo telefone (61) 3449-4427 ou pelo Disque-Saúde 160. Os profissionais vão identificar se o caracol é africano ou nativo e orientar o manejo. Como identificar Conhecido popularmente como caramujo africano — cujo nome correto é caracol africano ( Achatina fulica ) —, o animal é considerado uma espécie exótica e invasora no Brasil. Hermafrodita, pode se reproduzir de duas a cinco vezes ao ano e colocar de 50 a 400 ovos por ciclo reprodutivo. Os ovos são brancos ou amarelados, com tamanho semelhante ao de sementes de mamão. A concha do caracol africano é marrom-escura, com listras esbranquiçadas, e pode atingir até 15 centímetros de comprimento. Nela há uma abertura com borda afiada e cortante, além da ponta alongada na parte traseira. Essas características diferenciam-se das conchas das espécies nativas do Brasil, pertencentes ao gênero Megalobulimus, que apresentam coloração marrom-clara a rosada. Riscos à saúde Quando infectado por vermes, o molusco pode contaminar seres humanos por meio de superfícies de diferentes alimentos, provocando doenças como meningite eosinofílica (inflamação das membranas cerebrais) e enterite eosinofílica (doença crônica no intestino delgado). A infecção ocorre principalmente pela ingestão de larvas presentes em frutas, verduras e hortaliças que tiveram contato com o muco deixado pelo molusco. Também pode ocorrer ao tocar o animal sem proteção e, em seguida, levar as mãos à boca ou aos olhos antes de higienizá-las. Por isso, a proteção e a higienização adequada desses alimentos são indispensáveis. Recomenda-se deixá-los por 30 minutos em solução preparada com uma colher de sopa de água sanitária para cada litro de água e, depois, enxaguá-los bem em água corrente antes do consumo. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)
- Festival Pixel Show Brasília 2026 ganha nova data e mantém ingressos já adquiridos válidos
O Pixel Show Brasília 2026, um dos principais festivais de criatividade, design e inovação do país, informa que o evento foi adiado e será realizado nos dias 21, 22 e 23 de maio de 2026, na capital federal. A decisão foi tomada após a confirmação de questões burocráticas e documentais necessárias para a realização do festival. A organização optou por anunciar a mudança somente após garantir uma nova data, reafirmando o compromisso de comunicar um adiamento e não o cancelamento do evento. Segundo a organização, a medida busca preservar a qualidade da experiência oferecida ao público, que reúne profissionais, estudantes e entusiastas das áreas de design, criatividade, tecnologia, inovação e economia criativa. “Sabemos que muitas pessoas estavam se preparando para viver as experiências, palestras e atividades educacionais que o Pixel Show oferece. Se para nós, que preparamos tudo com tanto cuidado, essa decisão já é difícil, imaginamos para o público que aguardava esse momento”, explica o CEO da Pixel Show Brasília, Tonico Novaes. Todos os ingressos já adquiridos permanecem válidos para a nova data, sem necessidade de troca. A programação será ajustada para garantir uma experiência ainda mais completa para a comunidade criativa que acompanha o festival. Participantes que adquiriram ingresso na categoria Black e que não puderem comparecer na nova data poderão solicitar reembolso por meio do e-mail sac@pixelshow.com.br A equipe do evento segue trabalhando na reformulação da programação, com o objetivo de ampliar conteúdos, atividades e ativações que fazem do Pixel Show um dos encontros mais relevantes do setor criativo. Em caso de dúvidas ou necessidade de suporte, o atendimento está disponível pelo e-mail sac@pixelshow.com.br ou pelos canais oficiais do Pixel Show nas redes sociais.
- Oscar 2026: Ordinário Bar traz programação especial com transmissão da cerimônia
O Ordinário Bar & Música, localizado no Setor Bancário Norte, em Brasília, prepara uma programação especial neste domingo (15) para os fãs de cinema acompanharem a cerimônia do Oscar 2026 em clima de torcida e celebração. A casa vai transmitir ao vivo a premiação mais importante do cinema mundial, reunindo o público para acompanhar cada anúncio e torcer pelos brasileiros indicados na edição deste ano. A proposta é transformar a noite do Oscar em uma experiência coletiva, com telões e clima de arquibancada para quem quer vibrar com cada vitória. Antes da transmissão, a programação começa mais cedo com show da banda Doze por Oito, que sobe ao palco trazendo um repertório animado para aquecer o público. Para completar, o bar oferece dose dupla de caipirinha até às 18h, garantindo um esquenta especial para quem chegar cedo. "O Ordinário Bar aposta na mistura de música ao vivo, boa gastronomia e a paixão pelo cinema para marcar a noite da premiação. A expectativa é de casa cheia, reunindo cinéfilos, torcedores e curiosos para acompanhar cada momento do Oscar e celebrar, juntos, a presença do Brasil entre os indicados", comenta Carlos Eduardo Miranda, um dos sócios do Ordinário Bar. Serviço Endereço: SBS Q. 2 BL Q Lojas 5/6 - Asa Sul, Brasília - DF, 70070-120 Instagram: @ordinariobar Telefone: (61) 99184-4421
- Gurumê apresenta nova virada de cardápio e reafirma sua gastronomia autoral
No início de março, o restaurante Gurumê apresenta sua primeira virada de cardápio do ano, revelando uma nova etapa criativa da casa. O menu, desenvolvido pelos chefs Daiti Ieda e Renato Araújo , explora o encontro entre a técnica da culinária japonesa e ingredientes brasileiros — entre eles o tucupi amazônico — em pratos que percorrem entradas delicadas, principais de execução precisa e sobremesas que encerram a experiência com leveza. A nova temporada marca também uma leitura mais sensorial da cozinha da casa. Pratos como o crudo de vieira com tucupi, o dumpling de camarão, o ramen Gurumê e o noodles com porco Berkshire revelam uma cozinha que se constrói em camadas, equilibrando temperatura, textura e frescor. A experiência é complementada por uma carta de drinks autorais criada para dialogar com os sabores do menu. A assinatura culinária do Gurumê nasce da colaboração entre dois universos complementares da cozinha japonesa: o sushibar e a cozinha quente. À frente do primeiro está Daiti Ieda, chef que viveu seis anos em Tóquio e iniciou sua trajetória profissional no Japão antes de retornar ao Brasil para atuar em casas especializadas na culinária nipônica. Já Renato Araújo conduz a cozinha quente, trazendo mais de 17 anos de experiência em restaurantes japoneses no Rio de Janeiro. A dinâmica entre os dois chefs é parte essencial da identidade do restaurante. “Em um restaurante japonês, o trabalho do sushibar e da cozinha quente precisa caminhar junto. O prato que chega à mesa deve refletir o mesmo padrão de qualidade, independentemente da técnica utilizada” , explica Ieda. Herança e construção de uma casa Desde sua fundação, o Gurumê se consolidou como um projeto gastronômico construído de forma coletiva. A casa mantém uma equipe de longa permanência, na qual chefs e colaboradores participam ativamente da evolução do restaurante — modelo que reforça um ambiente de continuidade e crescimento interno. Para Renato Araújo, que iniciou a carreira ainda jovem e passou por diferentes cozinhas japonesas até assumir o comando da cozinha quente do Gurumê, essa permanência tem um significado especial. “Depois de muitos anos trabalhando em diferentes casas, encontrei aqui um lugar onde é possível crescer e participar da construção da história do restaurante”, afirma o chef. A curadoria de ingredientes O novo cardápio reforça um dos pilares da cozinha do Gurumê: a escolha rigorosa de ingredientes. Peixes frescos, frutos do mar selecionados e insumos brasileiros de origem controlada compõem pratos em que técnica e matéria-prima se equilibram. Entre os destaques da temporada estão o crudo de vieira com tucupi, que apresenta uma leitura delicada do ingrediente amazônico, o dumpling de camarão de massa fina e o ramen Gurumê, servido em caldo profundo e aromático. O noodles com porco Berkshire, de textura sedosa e sabor intenso, ilustra o diálogo entre tradição asiática e referências contemporâneas. Mais do que um restaurante, o Gurumê se posiciona como um espaço de experiência gastronômica. O ritmo da refeição, a sequência dos pratos e a interação entre cozinha e salão são pensados como parte do percurso sensorial do cliente. A hospitalidade segue o princípio da precisão — característica que define o luxo contemporâneo na gastronomia: atenção ao detalhe, fluidez de serviço e consistência ao longo do tempo. A nova virada de cardápio inaugura uma temporada em que o restaurante aprofunda sua linguagem culinária e reafirma seu lugar entre os nomes da gastronomia japonesa contemporânea no Brasil. A casa convida os clientes a percorrer o novo menu e descobrir, em cada prato, a síntese de uma cozinha que une técnica, memória e pesquisa — elementos que seguem orientando a trajetória do Gurumê. Pratos do novo menu Seleção da nova temporada do Gurumê, onde técnica japonesa e ingredientes brasileiros se encontram em composições delicadas e precisas. Crudo de vieira com tucupi Vieiras frescas laminadas e finalizadas com tucupi amazônico. O prato equilibra acidez, mineralidade e frescor, em uma leitura contemporânea da culinária japonesa com ingredientes da floresta. Dumpling de camarão Massa fina e translúcida envolvendo camarão de textura firme, servido no vapor. Um clássico reinterpretado com delicadeza técnica e sabor preciso. Hand Salad Camarões crocantes, salada de vegetais frescos e folhas para montagem à mesa. O contraste entre crocância, frescor e molhos aromáticos cria uma experiência interativa e leve. Ramen Gurumê Caldo profundo e aromático que incorpora referências brasileiras, servido com noodles de textura sedosa e finalizações que ampliam a complexidade do prato. Noodles com porco Berkshire Massa envolvida em molho intenso, acompanhada de porco Berkshire de cozimento lento. Um prato que destaca textura, profundidade de sabor e equilíbrio. Choux Cream Sobremesa de inspiração francesa: massa leve recheada com creme delicado, finalizada com notas doces sutis que encerram o percurso gastronômico com elegância. A nova temporada marca a primeira virada de cardápio do ano e aprofunda a linguagem culinária do Gurumê, onde técnica, pesquisa e sensibilidade definem a experiência à mesa. Gurumê – onde a gastronomia japonesa encontra a alma brasileira. O Gurumê é um consagrado restaurante de culinária oriental contemporânea, conhecido por sua qualidade excepcional e ambiente sofisticado. Com uma variedade de pratos deliciosos e uma experiência gastronômica única, o Gurumê conquista o paladar de seus clientes em todo o país. Em um ano de operação, a unidade do ParkShopping serviu mais de 850 mil pratos, gerando 20 empregos diretos e 114 empregos indiretos, atendendo mais de 130 mil pessoas. Canais oficiais: Site: www.gurume.com .br Instagram: @gurume_oficial Aplicativo: Gurumê (App Store e Google Play) Gurumê Brasília Onde: ParkShopping Brasília-Setor de Áreas Isoladas (SAI/SO) Área 6580-Estrada Parque Indústria e Abastecimento (EPIA Sul) Brasília - DF Horário de funcionamento: De segunda a quinta das 12h às 23h Sexta e sábado, das 12h às 00h Domingo, das 12h às 22h Reservas: (61) 3550-4055
- A francesa Camille Bertault chega a Brasília
A cantora, compositora francesa Camille Bertault está chegando ao Brasil para uma série de shows no país e no dia 21 de março , a partir das 19h , chega ao projeto Som Lá Em Casa , Além do show, quem for conferir o evento também pode conhecer os pratos especiais do restaurante IVV SWINEBAR. Para saber mais informações sobre o local e ingressos, é preciso entrar no Instagram do projeto . De Brasília, a artista parte para Belém, João Pessoa, Olinda e Campinas . Camille é hoje um dos grandes nomes da cena europeia de jazz contemporâneo. Com sólida formação clássica — premiada em piano no Conservatório de Nice e com estudos em ópera, teatro e dança — aprofundou-se no jazz e na improvisação no Conservatoire de Paris, desenvolvendo uma linguagem vocal única, marcada por virtuosismo, liberdade rítmica e forte personalidade autoral. Com o Brasil, ela tem uma longa relação. Ao longo dos 15 últimos anos, Camille se apresentou ao lado de nomes fundamentais da música brasileira, como Ivan Lins, Ed Motta, Vanessa Moreno, Nelson Faria e Salomão Soares , consolidando uma ponte criativa entre o jazz europeu e a tradição brasileira. Sua afinidade com a música do país se revela tanto na escolha de repertório quanto na naturalidade com que incorpora o idioma português às suas performances. Em abril e maio de 2022, realizou no Brasil as gravações do projeto Brazil Session , registrando encontros em áudio e vídeo com artistas centrais da canção e da música instrumental brasileira, como João Bosco, Chico César, Guinga, Roberto Menescal, Hamilton de Holanda, Filó Machado, Trio Corrente, Mestrinho , Gabriel Grossi, Cláudio Dauelsberg, Salomão Soares e Léo Rodrigues. O projeto virou o álbum Voz e Vocês (2025). Nele, Camille aprofunda o diálogo com o Brasil em composições próprias e releituras, reafirmando sua admiração pela sofisticação harmônica e rítmica da música brasileira. O projeto evidencia não apenas colaborações especiais, mas uma real imersão na estética da música brasileira contemporânea, transitando entre samba, bossa nova, choro e canção autoral. Além disso, apresenta um espetáculo que percorre diferentes fases de sua discografia, combinando composições recentes com músicas marcantes dos álbuns “Pas de Géant” (2018), “Le Tigre” (2020) e “Bonjour Mon Amour” (2023). No palco, entrega uma performance intensa, inventiva e sensível, confirmando-a como uma artista singular, capaz de unir técnica refinada, emoção e ousadia criativa. Por aqui ela estará acompanhada de Julien Alour (trompete), Misael Silvestre (piano), Cuca Teixeira (bateria) e Carlinhos Noronha (baixo). Fluente em português, Camille também desenvolve intensa atividade pedagógica no país, ministrando workshops e master classes sobre improvisação, técnica vocal e interpretação — para níveis iniciante, intermediário e avançado —compartilhando sua abordagem que integra jazz, música erudita e tradição popular brasileira. Mais sobre Camille Bertault Descoberta em 2016 pelo selo nova-iorquino Sunnyside Records, lançou “En Vie” e rapidamente se projetou na cena internacional. Seguiram-se “Pas de Géant” (Sony), “Le Tigre” (Sony) e “Playground” (ACT, com David Helbock), consolidando uma carreira de turnês pela Europa, Estados Unidos, Japão, África e Brasil. Em 2023, lançou Bonjour Mon Amour pelo selo Vita e venceu o prêmio Les Victoires du Jazz, ampliando ainda mais seu reconhecimento internacional. Em 2025, apresentou Voz e Vocês, álbum que celebra o diálogo com a música brasileira e reúne participações de grandes nomes como Chico César, Hamilton de Holanda, Vanessa Moreno e Guinga, entre outros. A obra reafirma sua conexão profunda com o Brasil e sua capacidade de transitar com naturalidade entre repertório autoral e releituras sofisticadas. « Camille Bertault desdobra suas qualidades vocais no formato de canções de fantasia ou intimistas, com um apurado sentido da união entre sentido e som » Le Monde "É uma maravilha pura, o tipo de cantora graças à qual o jazz continua a surpreender com alegria." Télérama Sortir « Muito mais do que uma mera promessa » Vogue “Camille Bertault é mais do que uma mera ginasta vocal; Ela é uma boa compositora e uma cantora que domina cuidadosamente o impacto emocional de uma melodia.” Downbeat Serviço : Camille Bertault Quinteto em Brasília Data: 21/03/2026 Horário: a partir das 19h Ingressos: https://linktr.ee/umsomlaemcasa Mais informações: https://www.instagram.com/umsomlaemcasa/ Não recomendado para menores de 18 anos
- ARKA 2026 propõe vivência que une saberes ancestrais, diversidade étnica, espiritualidade, cultura e olhar coletivo
O Instituto Regenera Hub, organização da sociedade civil (OSC) brasiliense que desenvolve projetos de regeneração do ser, das relações e dos biomas, realiza no dia 25 de abril, sábado, das 15h às 20h, no Lago Paranoá, o ARKA 2026 – Cacau Cerimonial. A iniciativa se apresenta como uma plataforma cultural de convergência entre saberes ancestrais, arte contemporânea e projetos de impacto socioambiental. “Em um momento histórico marcado por polarizações profundas, extremismos ideológicos e conflitos que atravessam continentes, um movimento silencioso começa a emergir em diferentes partes do mundo: o desejo coletivo de reconstruir pontes. De lembrar que, antes das fronteiras, crenças ou identidades políticas, existe algo que nos une como humanidade”, afirma Alisson Sindeaux, presidente do Instituto Regenera Hub e guardião do evento. Segundo ele, é nesse espírito que nasce a ARKA, um encontro que reúne espiritualidades, etnias e culturas diversas em um cenário simbólico: o Lago Paranoá, em Brasília. “Mais do que um evento, a ARKA se propõe como um gesto simbólico e prático de cultura de paz — um espaço onde arte, espiritualidade, sustentabilidade e ativismo socioambiental se encontram para celebrar aquilo que nos conecta”, contextualiza. Com foco na regeneração das relações humanas e na reconexão com a natureza, o evento propõe um espaço de diálogo entre matrizes indígenas, afro-brasileiras, orientais e urbanas. Entre os objetivos estão a valorização das culturas tradicionais e dos povos originários, a apresentação de projetos socioambientais no DF, o estímulo a práticas regenerativas e a promoção de experiências coletivas de transformação. A programação reúne lideranças e representantes de diferentes tradições. Álvaro Tukano e Naiara Tukano compartilham a cosmologia do povo Tukano. Adriana Castelianos, indígena do povo Zapoteca, apresenta a Medicina do Cacau como planta sagrada mediadora de relações. Mãe Neuma (Iyálorixá Neuma de Nanã) participa com reflexões a partir de sua trajetória na tradição afro-brasileira. Isabela Gusman leva ao evento sua vivência junto ao povo Nyawanawá e experiências culturais realizadas em cidades como Alto Paraíso, São Paulo e Brasília. Babaji Shivo, adepto do Shivaísmo e idealizador do projeto Arte da Positividade, destaca a integração entre espiritualidade e ação social por meio da distribuição de marmitas veganas para pessoas em situação de rua. Na área artística, Rebeca Deusa conduz experiências musicais e de dança meditativa, enquanto Alisson Sindeaux apresenta canções que dialogam com o conceito de regeneração cultural e ambiental. Maria Cleudes contribui com reflexões sobre o protagonismo da mulher negra na construção de novas realidades. O evento também conta com a participação de Paloma Senna Rodrigues, advogada e especialista em Inovação pela USP, atualmente presidente da Associação Movement Regenera, entidade composta exclusivamente por mulheres em sua diretoria e conselho. “Assim como uma arca guarda sementes para o futuro, o encontro reúne pessoas, projetos e iniciativas que carregam visões de regeneração: ações que cuidam da terra, da água, das comunidades e da consciência coletiva. Diferente de um festival tradicional, a ARKA acontece literalmente em movimento. O evento se realiza a bordo do barco White Swan, que navega pelas águas do Lago Paranoá durante o encontro”, explica Rebeca Deusa. A travessia transforma a experiência em algo simbólico: enquanto o barco percorre o lago, os participantes também atravessam um percurso interior de reflexão, encontro e celebração da diversidade espiritual e cultural. “Navegar pelo Paranoá oferece ainda uma perspectiva rara da cidade. Ao longo da jornada, o público pode contemplar Brasília vista da água, observando sua arquitetura monumental, o horizonte do cerrado e a relação entre natureza e urbanismo que define a capital do país”, complementa. “A paisagem se torna parte da experiência — um lembrete silencioso da importância de proteger as águas, os ecossistemas e o equilíbrio da vida”, finaliza. Além da programação cultural e formativa, o ARKA prevê ações práticas, como a distribuição de mudas nativas do Cerrado e a arrecadação de alimentos não perecíveis destinados ao projeto Arte da Positividade. De acordo com Alisson Sindeaux, o evento consolida a atuação do Instituto Regenera Hub no DF. “O ARKA reúne cultura, espiritualidade e responsabilidade socioambiental em uma proposta integrada. Nosso objetivo é fortalecer redes e transformar conexões em ações concretas”, afirma. O ARKA 2026 integra a agenda da OSC brasiliense voltada ao desenvolvimento de projetos de impacto e à articulação de iniciativas que promovam a transformação social no território. SERVIÇO: ARKA 2026 – CACAU CERIMONIAL Data: 25 de abril (sábado), das 15h às 20h Lago Paranoá – Brasília/DF – Barco White Swan Inscrições: https://www.sympla.com.br/evento/arka-um-encontro-de-regeneracao-nas-aguas-do-coracao-do-brasil/3327010
- CCBB traz para Brasília a exposição “Ancestral: Afro-Américas”, com mais de 130 obras de artistas negros do Brasil e dos Estados Unidos
De 3 de março a 3 de maio, no Centro Cultural Banco do Brasil – Brasília (CCBB Brasília), o público poderá visitar, gratuitamente, a exposição “Ancestral: Afro-Américas”, que celebra as raízes africanas que conectam Brasil e Estados Unidos por meio da arte. A mostra reúne cerca de 130 obras de artistas negros dos dois países e propõe um mergulho na força estética, política e simbólica da ancestralidade afro-diaspórica nas Américas. O patrocínio do projeto é da BB Asset, por meio da Lei Rouanet. Os CCBBs Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Salvador já sediaram a exposição que chega à capital federal reafirmando a potência de um diálogo transatlântico que atravessa séculos. Entre os artistas participantes estão Abdias Nascimento, Simone Leigh, Sonia Gomes, Leonard Drew, Mestre Didi, Melvin Edwards, Lorna Simpson, Kara Walker, Bispo do Rosário, Carrie Mae Weems, Mônica Ventura e Julie Mehretu, nomes de destaque da arte contemporânea e moderna. Com direção artística de Marcello Dantas, curadoria de Ana Beatriz Almeida e Renato Araújo da Silva, “Ancestral: Afro-Américas” está organizada em três núcleos temáticos — Corpo, Sonho e Espaço — que conduzem o público por reflexões sobre identidade, pertencimento, memória e reconstrução histórica. No núcleo “Corpo”, as obras exploram os limites da representação e evidenciam os desafios históricos e simbólicos de retratar pessoas negras na arte, reafirmando o corpo como território de resistência e afirmação. Em “Sonho”, marcado por questões de identidade e herança, os trabalhos expandem os limites da abstração e convidam à contemplação, promovendo um espaço de reflexão sobre memória, espiritualidade e continuidade. Já em “Espaço”, as obras examinam propostas de construção de mundo e criação de lugares, mesclando o natural e o urbano ao tratar de temas como imigração, história e comunidade, desafiando percepções convencionais de território e pertencimento. “Ao apoiar a exposição ‘Ancestral: Afro-Américas’, reforçamos o compromisso da BB Asset com a cultura e o seu papel fundamental na sociedade. Acreditamos que projetos como esse são uma oportunidade de conectar histórias e promover diálogos que enriquecem nossa compreensão do mundo. Para nós, investir em cultura é investir no que nos transforma e inspira,” afirma Gustavo Pacheco, Presidente da BB Asset. Evento de Abertura No dia 3 de março, para comemorar a abertura, os visitantes estão convidados para o pocket show com os artistas Alberto Salgado e Virgínia Rodrigues, que acontece às 19h, no teatro do CCBB Brasília. A apresentação musical dialoga diretamente com o conceito da mostra ao celebrar, por meio da música, a força das matrizes afro-brasileiras e afro-diaspóricas, ampliando a experiência sensorial e simbólica proposta pela exposição. A entrada é gratuita, mediante retirada de ingresso, e sujeita à lotação do espaço. Minibio dos artistas Alberto Salgado é c antor, compositor e multi-instrumentista brasileiro e construiu uma trajetória marcada pela fusão entre ritmos afro-brasileiros, a percussão da capoeira e o violão clássico. Sua música dialoga com a MPB, o samba, a bossa nova e experimentações sonoras, resultando em uma identidade autoral reconhecida pela crítica. Vencedor de prêmios e com parcerias importantes na música brasileira, destaca-se por obras que unem lirismo, consciência social e forte ligação com a cultura popular. Virgínia Rodrigues é uma das vozes mais expressivas da música brasileira contemporânea. Cantora baiana, foi descoberta por Caetano Veloso nos anos 1990 e consolidou carreira com interpretações que transitam entre o erudito e o popular, incorporando influências do samba, do jazz e das matrizes africanas. Dona de grande extensão vocal e intensidade interpretativa, teve reconhecimento internacional desde o álbum de estreia, Sol Negro , sendo celebrada pela crítica estrangeira e por importantes veículos culturais. Ancestralidade, metáfora e intercâmbio artístico Para a curadora Ana Beatriz Almeida, a exposição reafirma a reconstrução de uma ancestralidade profundamente impactada pelos processos de colonização. “Nós nos deixamos guiar pelos grupos e comunidades da diáspora africana que reimaginaram o conceito de servidão nessas nações coloniais para as quais foram trazidas, contribuindo de maneira significativa para a construção da identidade nacional desses lugares. No processo de criação da humanidade em meio à brutalidade racional que forjou a modernidade, artistas afrodiaspóricos redefiniram a ética e a estética, frequentemente convergindo – apesar de estarem em territórios diferentes. Isso nos leva de volta ao conceito de ‘pessoa’ encontrado na África Ocidental: o sujeito enquanto resultado de sua genealogia ancestral” , afirma. A narrativa curatorial também parte de uma potente metáfora proposta pelo diretor artístico Marcello Dantas: a história de dois primos exilados da mesma comunidade na costa oeste africana, no século XVIII, separados entre Salvador, no Brasil, e Charleston, nos Estados Unidos. “Apenas porque um barco rumou ao norte e outro ao sul e 200 anos se passaram, não foi possível apagar a força de uma chama ancestral que corre no sangue daqueles que vivenciaram a riqueza matricial da África das Américas”, destaca Dantas. “A palavra “ancestral” é comum tanto em inglês quanto em português. É essa origem compartilhada que buscamos evidenciar na arte contemporânea, algo que ultrapassa as barreiras geográficas, linguísticas e culturais” , complementa Dantas. Neste contexto, serão apresentados trabalhos inéditos das brasileiras Gabriella Marinho e Gê Viana e da norte-americana Simone Leigh, primeira mulher afro-americana a representar os Estados Unidos na Bienal de Veneza. O também norte-americano Nari Ward traz para a mostra um trabalho criado em solo brasileiro exclusivamente para a exposição, no qual incorpora objetos do cotidiano, enriquecendo o intercâmbio artístico entre as nações. O artista Abdias Nascimento, ícone do ativismo cultural no Brasil, com reconhecimento por suas contribuições à valorização da cultura afro-brasileira e detentor do Prêmio Zumbi dos Palmares também faz parte da mostra, que conta ainda a participação da artista norte-americano Kara Walker com sua arte provocativa, que lhe rendeu o prestigiado Prêmio MacArthur. Outra presença significativa, reconhecida por suas complexas pinturas é Julie Mehretu, artista norte-americana, que acumula uma série de prêmios com suas pinturas que estabelecem um diálogo com a geopolítica atual. Complementando esse panorama, a artista brasileira Rosana Paulino traz um olhar crítico sobre raça e identidade. Núcleo de Arte Africana A exposição conta ainda com uma seção especial dedicada à Arte Africana Tradicional, com curadoria de Renato Araújo da Silva, que apresenta a ancestralidade como ponto de partida da criatividade artística. A proposta é aproximar a herança africana das manifestações contemporâneas desenvolvidas a partir dessa matriz cultural no Brasil e nos Estados Unidos. “Essas obras representam continuidades e transformações ao longo do tempo, revelando tanto a força de tradições transmitidas por gerações quanto às inovações decorrentes do contato com novas culturas e contextos” , afirma o curador. Sobre os Curadores Ana Beatriz Almeida Ana Beatriz Almeida é artista visual, curadora e historiadora da arte, com foco em manifestações africanas e na diáspora africana. Nascida em Niterói (Rio de Janeiro), em 1987, é mestre em História da Arte e Estética pelo Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (USP) e doutoranda em Estudos de Museus na University of Leicester, no Reino Unido. Almeida é também cofundadora e curadora da plataforma de arte 01.01, consultora curatorial do MAC-Niterói e foi curadora convidada do Glasgow International 2020/2021. Participou de residências curatoriais em Gana, Togo, Benim e Nigéria, durante as quais pôde se reconectar com parte de sua família que retornou ao Benim durante o período da escravidão. Como artista, desenvolveu ritos em homenagem àqueles que não conseguiram sobreviver à travessia do Atlântico durante o tráfico de escravizados. Sua técnica N’Gomku foi desenvolvida ao longo de cinco anos de pesquisa para a Unesco sobre as tradições das comunidades afro-brasileiras do Baba Egum e da Irmandade da Boa Morte. Apresentou performances no Centro Cultural São Paulo, Itaú Cultural, SESC Ipiranga e Casa de Cultura da Brasilândia, em São Paulo; e na Bienal do Recôncavo, na Bahia. Ministrou um curso de verão sobre sua técnica de performance na Goldsmiths University, em Londres (Inglaterra), e participou da residência artística Serrat, em Barcelona, Espanha. O trabalho de Almeida integra a coleção permanente do Instituto Inhotim, em Brumadinho. Renato Araújo da Silva Renato Araújo da Silva graduou-se em Filosofia em 2002 pela Universidade de São Paulo (USP). Pesquisador e curador, atua como consultor em arte africana das Coleções Ivani e Jorge Yunes desde 2018, Cerqueira Leite e Tomás Alvim, desde 2021. Assina exposições como curador de arte africana e asiática. Foi curador da exposição trilogia África, Mãe de Todos Nos (MON-Curitiba 2019) e da exposição “A Outra África trabalho e religiosidade” (Museu de Arte Sacra de São Paulo 2020), Crenças da Ásia - Museu de Arte Sacra e Diversidade Religiosa de Olímpia (2024). Além de ser autor de dezenas de catálogos de exposições, foi coautor do livro África em Artes (Museu Afro Brasil, 2015), é autor dos livros Arte Africana Máscaras e Esculturas 2 vols. (Beï 2024-225), Legados Arte Africana da Col. Cerqueira Leite (Unicamp-PUC-Campinas 2023), 5 mil anos de Arte Chinesa. (Instituto Confúcio 2024) e coautor de Sol Nascente a Col. de arte Japonesa Cerqueira Leite (PUC-Campinas 2024) e dos e-books Arte Afro-Brasileira altos e baixos de um conceito (Ferreavox 2016), “Temas de Arte Africana” (Ferreavox 2018), entre outros. Marcello Dantas Marcello Dantas é um premiado curador interdisciplinar com ampla atividade no Brasil e no exterior. Trabalha na fronteira entre a arte e a tecnologia, produzindo exposições, museus e múltiplos projetos que buscam proporcionar experiências de imersão por meio dos sentidos e da percepção. Nos últimos anos esteve por trás da concepção de diversos museus, como o Museu da Língua Portuguesa e a Japan House, em São Paulo; Museu da Natureza, na Serra da Capivara, Piauí; Museu da Cidade de Manaus; Museu da Gente Sergipana, em Aracaju; Museu do Caribe e o Museu do Carnaval, em Barranquilla, Colômbia. Realizou exposições individuais de alguns dos mais importantes e influentes nomes da arte contemporânea como Ai Weiwei, Anish Kapoor, Bill Viola, Christian Boltanski, Jenny Holzer, Laurie Anderson, Michelangelo Pistoletto, Studio Drift, Rebecca Horn e Tunga. Foi também diretor artístico do Pavilhão do Brasil na Expo Shanghai 2010, do Pavilhão do Brasil na Rio+20, da Estação Pelé, em Berlim, na Copa do Mundo de 2006. Foi curador da Bienal do Mercosul, realizada em 2022, em Porto Alegre, e é atualmente curador do SFER IK Museo em Tulum, no México. Formado pela New York University, Marcello Dantas é membro do conselho de várias instituições internacionais e mentor de artes visuais do Art Institute of Chicago. Sobre a BB Asset A BB Asset, maior gestora de fundos do país, administra cerca de R$ 1,8* trilhão em patrimônio líquido e é responsável pela gestão de mais de 1.200 fundos de investimento, atendendo milhões de pessoas que buscam realizar seus objetivos financeiros. A empresa é reconhecida pela excelência de sua gestão, com as maiores notas das agências de classificação de risco Fitch Ratings e Moody’s. Detém aproximadamente 17,15% de participação no mercado, consolidando sua liderança no setor. Seus produtos são distribuídos pela maior rede de atendimento bancário do país, o Banco do Brasil, e pelas principais plataformas de investimento. A BB Asset acredita que seu papel vai além da gestão de ativos. Com soluções desenvolvidas para diferentes perfis e objetivos, a empresa assume a responsabilidade de contribuir para uma sociedade mais inclusiva, participativa e conectada com o que realmente importa, investindo em iniciativas que promovem desenvolvimento ambiental, social, de governança e cultural. *Dados do ranking da ANBIMA de janeiro de 2026 Sobre o CCBB Brasília O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis. Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances. Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas. Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade. Acessibilidade CCBB A ação Vem pro CCBB conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso, no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo. Horários da van, de quinta a domingo: Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30 SERVIÇO Centro Cultural Banco do Brasil Brasília Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul – Brasília – DF Exposição: “Ancestral: Afro-Américas” Período: de 3 de março a 3 de maio, das 09h às 21h (entrada na galeria até às 20h40) Galerias: 1 e 2 Classificação indicativa: Livre Ingressos em: www.bb.com.br/cultura e na bilheteria do CCBB Brasília Entrada gratuita, mediante retirada de ingresso
- Planetário de Brasília celebra 52 anos com programação científica e atrações para toda a família
O Planetário de Brasília comemora 52 anos de história no próximo domingo (15) com uma programação especial voltada à divulgação científica, tecnologia e entretenimento para todas as idades. Das 9h às 17h30, o público poderá participar gratuitamente de diversas atividades interativas, experiências imersivas e oficinas educativas que aproximam ciência e sociedade. A iniciativa é promovida pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF), que tem ampliado ações voltadas à popularização da ciência e ao incentivo à inovação no Distrito Federal. Para o secretário da pasta, Rafael Vitorino, a celebração reforça o papel do Planetário como um espaço de conhecimento, inspiração e descoberta. “Celebrar os 52 anos do Planetário é reafirmar o compromisso do Governo do Distrito Federal com a educação científica e com a formação de novas gerações interessadas em tecnologia, espaço e inovação”, destaca. Entre as atrações, o público poderá conhecer o ônibus Viagem Insólita, participar das atividades da carreta do projeto Brasil.IA, se aventurar em experiências de realidade virtual por meio de esteiras com óculos, simulação de snowboard e um domo inflável do planetário. Haverá ainda tendas com simulador de corrida, videogames e um espaço cinema com exibição de filmes sobre astronomia, astronáutica e cosmologia. A programação também inclui atividades práticas e educativas, como lançamento de foguetes de garrafa PET e de papel, oficinas de dobraduras de satélites e foguetes em parceria com a Agência Espacial Brasileira (AEB), experiências de realidade virtual em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e observação solar com telescópios conduzida pelo Clube de Astronomia de Brasília (Casb). Para as crianças, haverá também atrações recreativas como escorregador inflável, piscina de bolinhas e pula-pula. Oficinas educativas ocorrerão ao longo de todo o dia, proporcionando momentos de aprendizado e interação com temas ligados ao espaço, à tecnologia e à ciência. A expectativa é que famílias, estudantes e entusiastas da ciência aproveitem o aniversário do Planetário como uma oportunidade de vivenciar experiências científicas de forma acessível e divertida. Para quem pretende permanecer durante toda a programação, a recomendação é levar lanche para aproveitar melhor as atividades. Aniversário do Planetário de Brasília Data: 15 de março Horário: das 9h às 17h30 Local: Planetário de Brasília Entrada: gratuita *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF)
- Brasília recebe título de Capital Ibero-Americana de Patrimônio Cultural
A cidade de Brasília recebeu o título de Capital Ibero-Americana de Patrimônio Cultural , reconhecimento concedido pela União de Cidades Capitais Ibero-Americanas (UCCI). A homenagem ocorre durante a reunião do Comitê Setorial de Patrimônio Cultural da entidade, realizada entre os dias 11 e 13 de março no Palácio do Buriti, sede do Governo do Distrito Federal. O encontro reúne representantes de diversas capitais ibero-americanas para discutir estratégias de preservação do patrimônio cultural , além de promover a troca de experiências sobre políticas públicas e gestão cultural entre as cidades participantes. De acordo com o secretário de Relações Internacionais do DF, Paco Britto , o reconhecimento fortalece a presença internacional da capital brasileira e amplia sua imagem como um centro de diálogo cultural e preservação histórica. Brasília já possui forte reconhecimento internacional na área cultural. Em 1987, a cidade foi declarada Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO, graças ao seu conjunto urbanístico moderno e à relevância arquitetônica do plano urbano idealizado por Lúcio Costa e marcado por obras do arquiteto Oscar Niemeyer. Especialistas destacam que a capital brasileira reúne características únicas, tanto pela arquitetura modernista quanto pelos processos culturais desenvolvidos na cidade. Esse conjunto de fatores reforça a importância de Brasília como referência internacional em planejamento urbano e patrimônio cultural. Durante a reunião da UCCI, os participantes também devem elaborar uma carta de compromisso conjunta com ações voltadas à preservação e à gestão sustentável do patrimônio cultural nas cidades ibero-americanas. A UCCI reúne 29 cidades de 24 países da Ibero-América , incluindo, no Brasil, as capitais Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro. A expectativa é que o título contribua para ampliar o intercâmbio cultural e fortalecer iniciativas de valorização do patrimônio histórico e artístico entre essas cidades. Se quiser, também posso adaptar essa matéria para o estilo do Instagram do Deu Bom Brasília , com título chamativo e texto mais curto para post.














