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  • Festival Internacional de Fulldome ocupa o Planetário de Brasília Luiz Cruls com entrada franca

    A segunda edição do Immersphere – Festival Internacional de Fulldome – acontecerá entre 09 e 12 de dezembro de 2021 no Planetário de Brasília Luiz Cruls e oferecerá ao público de todas as idades uma programação gratuita de filmes imersivos – próprios para exibição em planetários ou telas semi-esféricas. A curadoria do festival é assinada pela professora e artista computacional Suzete Venturelli e pela artista e produtora cultural Marília Pasculli, que foram responsáveis por escolher os filmes, oriundos de diversos países, que compõem a mostra competitiva. Além de exibições de filmes, o festival oferecerá uma série de oficinas e mesas redondas, com o objetivo de fomentar discussões e debates artísticos sobre conteúdo audiovisual imersivo. As inscrições para as oficinas podem ser feitas em www.sympla.com.br/produtor/immersphere “O processo envolveu a apresentação poética dos trabalhos, seus objetivos e também obras, que foram encaminhadas por diversas plataformas, como o YouTube”. Conta Suzete Venturelli sobre o trabalho da curadoria. “As obras selecionadas se destacaram pela estética que se ajusta ao sistema fulldome, mas principalmente foram considerados o tema e a imersão que a emoção da proposta provoca no espectador”. Completa. “A curadoria prezou por obras que exploram como a mediação artística imersiva permite ao espectador locomover-se no tempo e no espaço, proporcionando uma libertação temporária de suas percepções habituais ao mergulhar no universo lúdico dos artistas.” Descreve Marília Pasculli. “Além da análise técnica de produção audiovisual em formato fulldome, os projetos foram selecionados pela experiência estética e pelo caráter experimental e contemplativo. Algumas das obras que compõem a programação também abordam temas atuais, como por exemplo o olhar à natureza após o isolamento social e preservação ambiental.” Destaca. “O Festival vai atrair um grande público ávido por novidades para o Planetário de Brasília, além de despertar a curiosidade para uma nova forma de produzir arte. O Immersphere vai promover experiências imersivas de imagens e sons inéditos aos nossos visitantes”. Conta Mirella Camelo Vieira, gerente do espaço. O FESTIVAL IMMERSPHERE - Festival Internacional de Fulldome atua a partir de três eixos básicos: arte (exibição de filmes para fulldome), ciência (mesas redondas que buscam discutir, sob um ponto de vista técnico, científico e acadêmico, o contexto da produção audiovisual imersiva) e educação (oficinas de capacitação para produção de conteúdo audiovisual para fulldome). As obras exibidas concorrerão a vários prêmios: Melhor Filme (Júri Oficial) – R$ 5.000,00 Melhor Experiência Sonora (Júri Oficial) Melhor Filme Experimental (Júri Oficial) Prêmio Planetário de Brasília (Comissão eleita pelo Planetário de Brasília Luiz Cruls) As atividades do festival encontram-se organizadas em duas categorias: presencial e remota. Em função das restrições sanitárias decorrentes da pandemia de COVID-19, todas as oficinas e mesas redondas acontecerão no formato remoto. Assim, apenas as exibições dos filmes serão realizadas presencialmente na cúpula do planetário de acordo com a programação do festival. Para o acesso às sessões de exibição das obras será necessário retirar gratuitamente o ingresso na bilheteria do planetário com no mínimo 1 hora de antecedência em relação ao início da sessão. Para o acesso às oficinas será necessário realizar a inscrição através de plataforma disponibilizada no site do festival. Para as demais atividades online, como as mesas redondas e palestras não haverá a necessidade de inscrição prévia pois haverá transmissão da atividade ao vivo no site do evento e através do YouTube. Programação: 09 de dezembro (quinta): 18:30 - Palestra de Abertura — Música-Visual e Imersividade Prof. Ricardo Dal Farra (Argentina/Canadá) 30 minutos / Online 19:30 - Cerimônia de Abertura 30 minutos / Planetário de Brasília Luiz Cruls 20:00 - Sessão de Abertura Fulldome — “Flow – Visions of Time” Rocco Helmchen (Alemanha) 60 minutos / Planetário de Brasília Luiz Cruls 10 de dezembro (sexta): 09:00 - Oficina 1 — Áudio Imersivo para Fulldome Victor Valentim (Brasil) 3 horas / Online 15:00 - Mesa Redonda 1 — Processos Criativos em Conteúdos Imersivos — Iris Saladino (Argentina) — Sandro Miccoli (Brasil) — Pedro Zaz (Portugal) — Roger Sodré (Brasil) — Victor Valentim (Brasil) 2 horas / Online 19:00 - Mostra Competitiva (programa 1) — Deep Sigh (Espanha) — Emersive (França) — Olho de Peixe (Brasil) — Ginófitas (Brasil) — Urban Levitation (Alemanha) 30 minutos / Planetário de Brasília Luiz Cruls 20:00 - Mostra Competitiva (programa 1) — Deep Sigh (Espanha) — Emersive (França) — Olho de Peixe (Brasil) — Ginófitas (Brasil) — Urban Levitation (Alemanha) 30 minutos / Planetário de Brasília Luiz Cruls 11 de dezembro (sábado): 09:00 - Oficina 2 — Visuais em Tempo Real para Fulldome com Touch Designer Sandro Miccoli (Brasil) 3 horas / Online 09:00 - Oficina 3 — Disparos Estéticos: uso criativo e radical com projeção à Laser Paulo Fluxuz_ (Brasil) 2h30min / Online 15:00 - Mesa Redonda 2 — Arte, Tecnologia e Imersão na América Latina — Andrés García La Rota (Domo Lleno, Colômbia) — Cinthya García Leyva (Casa Del Lago, México) — Cristian Reynaga (+CODE, Argentina) — Marília Pasculli (SP_Urban, Brasil) — Ricardo Dal Farra (UVM, Argentina/Canadá) 2 horas / Online 19:00 - Mostra Competitiva (programa 2) — ContraMonumentos (Brasil) — In the noise dome (Austrália) — My first body (Argentina) — Skylark (França) — Sonolumin (EUA) — String Theory (Reino Unido) 30 minutos / Planetário de Brasília Luiz Cruls 20:00 - Mostra Competitiva (programa 2) — ContraMonumentos (Brasil) — In the noise dome (Austrália) — My first body (Argentina) — Skylark (França) — Sonolumin (EUA) — String Theory (Reino Unido) 30 minutos / Planetário de Brasília Luiz Cruls 12 de dezembro (domingo): 09:00 - Oficina 4 — Tidal Cycles: programación de patrones aplicados al sonido Iris Saladino (Argentina) 3 horas / Online 11:00 - Oficina 5 — Fulldome VJs United VJs (Brasil/Portugal) 2 horas / Online 10:00 - Mostra Competitiva (programa 1) — Deep Sigh (Espanha) — Emersive (França) — Olho de Peixe (Brasil) — Ginófitas (Brasil) — Urban Levitation (Alemanha) 30 minutos / Planetário de Brasília Luiz Cruls 11:00 - Mostra Competitiva (programa 2) — ContraMonumentos (Brasil) — In the noise dome (Austrália) — My first body (Argentina) — Skylark (França) — Sonolumin (EUA) — String Theory (Reino Unido) 30 minutos / Planetário de Brasília Luiz Cruls 13:00 - Mostra Competitiva (programa 3) — EÓN (México) — Four Elements (Polônia) — La matière des souvenirs (França) — Motivación (Brasil) 30 minutos / Planetário de Brasília Luiz Cruls 14:00 - Mostra Competitiva (programa 1) — Deep Sigh (Espanha) — Emersive (França) — Olho de Peixe (Brasil) — Ginófitas (Brasil) — Urban Levitation (Alemanha) 30 minutos / Planetário de Brasília Luiz Cruls 15:00 - Mostra Competitiva (programa 2) — ContraMonumentos (Brasil) — In the noise dome (Austrália) — My first body (Argentina) — Skylark (França) — Sonolumin (EUA) — String Theory (Reino Unido) 30 minutos / Planetário de Brasília Luiz Cruls 16:00 - Mostra Competitiva (programa 3) — EÓN (México) — Four Elements (Polônia) — La matière des souvenirs (França) — Motivación (Brasil) 30 minutos / Planetário de Brasília Luiz Cruls 17:00 - Mostra Competitiva (programa 3) — EÓN (México) — Four Elements (Polônia) — La matière des souvenirs (França) — Motivación (Brasil) 30 minutos / Planetário de Brasília Luiz Cruls 18:00 - Anúncio dos Premiados / Sessão de Encerramento 30 minutos / Planetário de Brasília Luiz Cruls 19:00 - Performance Fulldome ao vivo Ianni Luna & Paulo Fluxuz_ (Brasil) 30 minutos / Planetário de Brasília Luiz Cruls IMMERSPHERE – Festival Internacional de Fulldome Data: De 09 a 12 de dezembro de 2021 Local: Planetário de Brasília Luiz Cruls (Setor de Divulgação Cultural - SDC) Entrada franca para todas as exibições, mediante apresentação do Comprovante de Vacinação, conforme decreto publicado pelo GDF no DODF Oficinas: Inscrições em www.sympla.com.br/produtor/immersphere Valor de cada oficina: R$ 50,00 (Os recursos arrecadados com as inscrições serão integralmente revertidos para o(s) professor(es) de cada oficina) Informações: http://immersphere.com.br Instagram: @immerspherefestival Facebook: www.facebook.com/immersphere

  • BPW Brasília-DF entrega Troféu Stella Prata 2020/2021

    A Associação de Mulheres de Negócios e Profissionais - BPW Brasília-DF -, uma instituição sem fins lucrativos e celeiro de lideranças femininas, realizará a edição 2020/2021 do Troféu Stella Prata. A premiação visa reconhecer pessoas com atuações de destaque na sociedade para incentivá-las a lutar pela igualdade de oportunidades na vida econômica, social e política. A solenidade de entrega do Troféu será realizada no dia 7 de dezembro, às 20h, no Salão Social da ASBAC, no Setor de Clubes. O convite individual (R$180) poderá ser adquirido através do WhatsApp (61) 98151-1473, para apoiar as inúmeras ações sociais e beneficentes que são realizadas pela BPW Brasília-DF. Durante a solenidade, serão homenageadas personalidades, escolhidas pela diretoria da BPW Brasília-DF, que se destacaram durante o biênio 2020-2021. Dentre elas, a Primeira Dama do Brasil Michelle Bolsonaro; Ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos Damares Alves; Ministro da Justiça e Segurança Pública do Brasil Anderson Torres; Primeira Dama do DF Mayara Noronha; Vice Primeira Dama do DF Ana Paula Hoff; Secretária do Turismo Vanessa Mendonça; Secretária da Mulher Éricka Filippelli, além de deputados distritais, empreendedores, filantropos e ativistas sociais. A estatueta do Troféu Stella Prata 2020/2021 foi criada pela artista plástica Cida Carvalho. Além do Troféu, a BPW Brasília-DF entreguerá a placa Honra ao Mérito Marta Bittar Cury, fundadora da associação nesta capital, que tem como objetivo agraciar e homenagear as mulheres associadas da BPW, em reconhecimento ao desempenho exemplar pelo trabalho, força, dedicação e determinação, assim como pelo apoio incondicional e voluntário às atividades e ações da Organização. A solenidade de entrega do Troféu Stella Prata será seguida de um jantar servido pelo Buffet Les Jardins, animada pela Banda Wellyngton Abreu e finalizada com a Cerimônia da Vela, ritual criado pela fundadora da BPW, Lena Medesin Philips, um dos mais belos e simbólicos eventos das Mulheres BPWs. Na Segunda Guerra Mundial, as associadas dos países da Europa estavam incomunicáveis. Então Lena Medesin Philips criou esse momento magno com o objetivo de manter acesa a chama daquelas mulheres que passavam por momentos bem difíceis; por isso se tornou um ritual muito significativo e respeitado entre as associadas da BPW. A outorga do Troféu Stella Prata tem um significado particular para a BPW Brasília-DF. A premiação presta homenagem à uma de suas fundadoras, Stella Prata da Silva Lopes. “Sendo considerado o prêmio de maior relevância da instituição, personalidades estaduais e nacionais já foram agraciadas com esse Troféu. E por conta do momento em que estamos passando, faz-se necessário homenagearmos pessoas que tanto apoiaram a nossa Instituição e que tanto fizeram pelo nosso querido Distrito Federal”, destaca Bernardeth Martins, presidente da BPW Brasília-DF. O evento conta com o apoio oficial da International Police Association (IPA-Brasil), da Associação dos Servidores do Banco Central (ASBAC), e de parceiros como a TV WEB Brasil, Loja Cirandinha, Espaço Luciana Santos, Flávia Soares Consultoria, Café Fratelli, Glau Moura Organizer, Sheilla Barcelos Eventos, CRD Teens, EvaDrive, e Bela Flor Decoracões. Para saber mais: Stella Prata foi advogada, trabalhou na Câmara dos Deputados, onde exerceu cargo de diretoria, e foi agraciada com uma medalha de ouro pelos 50 anos de serviços prestados àquela casa. Além de ter sido uma das fundadoras da BPW Brasília, foi Secretária da BPW Brasília-DF e também da BPW Brasil. Morreu em 1993, no momento em que participava do cerimonial de um evento da BPW Brasília-DF. O troféu, idealizado na gestão da então presidente Conceição Pinheiro, foi uma homenagem feita à Stella Prata em reconhecimento ao desempenho exemplar das suas tarefas e por ser considerada uma associada perfeita, pois se dedicava à BPW de corpo e alma. Stella Prata foi um exemplo de trabalho, força, dedicação e determinação. Troféu Stella Prata - BPW Brasília-DF Quando: 7 de dezembro, às 20h Onde ASBAC, SCES Trecho 2, Conjunto 31 - Via L4 Sul, Brasília - DF Convites: WhatsApp (61) 98151-1473 Programação completa: www.bpwdf.org.br Instagram: @bpwbrasilia

  • El Pavuna faz sua estreia fonográfica no dia do Samba

    Principal nome na roda de samba "Feirinha do Pavuna", que acontece mensalmente na Zona Norte carioca, e revelado como sambista no projeto "Aos Novos Compositores", o cantor e compositor EL PAVUNA lança seu primeiro álbum no Dia do Samba. Com repertório majoritariamente autoral e participação especial de Jorge Aragão, além de arranjos e produção de Wilson Prateado, "Vide o Céu da Zona Norte às Cinco e Meia" já está disponível nos aplicativos de música, com distribuição da ONErpm. O show de lançamento acontece dia 15 de dezembro, no Beco do Rato, na Lapa (RJ), com participações especiais de Teresa Cristina, Will Freitas e Cassiana Pérola Negra. Existe um momento de troca de céus, que se evidencia de forma solene e vaidosa em determinadas épocas e estações do ano, que é quando o sol chega ou sai, trocando de lugar com a lua, numa espécie de balé exibicionista. Normalmente, para quem presta atenção, em dias de céu aberto e limpo, especialmente no alto dos mirantes localizados em comunidades da Zona Norte do Rio de Janeiro, como a Pavuna, pode-se observar a luz mais bonita, a que reflete mais cores - e isso acontece por volta das cinco e meia. Da manhã e da tarde. Não por mera coincidência, o título e a capa do primeiro álbum de estúdio do cantor e compositor carioca EL PAVUNA fazem referência justamente a esse momento especial, quando tons quentes se fundem na paleta que representa seu primeiro registro oficial maduro e que sempre tingiu seus caminhos no trajeto da Pavuna, extremo Norte da cidade, passando pela Lapa e pelo Centro, até chegar à Zona Sul. Cinco e meia da tarde é hora de sair para tocar. Cinco e meia da manhã é hora de voltar para casa. E tudo mais que acontece neste intervalo é SAMBA. EL PAVUNA nasceu e foi criado no bairro homônimo do Rio de Janeiro, onde mensalmente realiza uma roda de samba gratuita intitulada "Feirinha do Pavuna", que já faz parte do calendário local. Entretanto, essa é a primeira vez que o jovem cantor e compositor lança um álbum de carreira. "Vide o Céu da Zona Norte às Cinco e Meia" é quase como um enredo escrito, narrado e cantado pelo jovem artista, sobre suas próprias memórias, referências, escolhas e vontades. Da relação com o projeto "Aos Novos Compositores", criado em 2015 e que acontece quinzenalmente no Beco do Rato, na Lapa (RJ), surgiu a ideia de convidar Jorge Aragão, nome consagrado desde a fundação do Grupo Fundo de Quintal, para dividir com EL PAVUNA a faixa que batiza o coletivo de compositores. "Aos Novos Compositores" foi composta por Arlindo Cruz, Acyr Marques e Chiquinho Vírgula, e vigora neste álbum como um pedido de benção para sua aproximação com os bambas. Aquela boa e velha atitude de respeito, tradicionalmente praticada por aqueles que "estão chegando" com aqueles que "já chegaram". Aragão é uma das maiores influências de EL PAVUNA, e inclusive é citado na letra de uma de suas canções. Da safra autoral, destacam-se principalmente duas linhas, muito presentes nas composições do artista, escolhidas para este registro: o samba de partido alto, pautado pela alegria, pela brincadeira e pelo bom humor; e o samba canção, declamado e bem romântico, com refrãos que conseguem tocar fundo nos corações. Um bom exemplo é a faixa "O Amor Não Vai Morrer'' (EL PAVUNA), um samba romântico, escolhido para apresentar o compositor, que traz aquela aura de hit, com refrão em coro engrossado e notas melódicas bem marcantes. Daquelas canções feitas para lembrar de alguém. EL PAVUNA ouvia muito os grupos de pagode que fizeram sucesso nos anos 90 e essa é uma referência bastante presente em suas músicas. Mas outras referências também fazem parte deste universo. Dentre as releituras, temos "O Vencedor", de Marcelo Camelo, sucesso gravado da banda Los Hermanos, e "O Couro Vai Comer", composição de Carica e Prateado, gravada pelo Grupo Sensação. ÁLBUM: "Vide o Céu da Zona Norte às Cinco e Meia" ARTISTA: EL PAVUNA PART. ESPECIAL: JORGE ARAGÃO

  • Curta-metragem de Ceilândia estreia na Mostra principal do Festival de Cinema de Brasília

    O Curta-metragem Filhos da Periferia representará Ceilândia na 54ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. A produção foi selecionada entre mais de 700 curtas do país inteiro para a Mostra competitiva Nacional e também será exibido na Mostra Brasília. O evento vai ocorrer entre os dias 7 e 14 de dezembro em formato online, pelo segundo ano consecutivo. O filme traz um pouco da realidade dos jovens em situação de vulnerabilidade do Distrito Federal. Filmado na Ceilândia, e escrito e dirigido por Arthur Gonzaga, cineasta que cresceu na região, a obra de ficção faz um recorte no cotidiano de muitos adolescentes que vivem em uma das maiores periferias do país. A produção fala sobre os melhores amigos Junior e Clayton que crescem juntos na Ceilândia, preferia de Brasília. Suas vidas são transformadas após um ato de violência. Para o diretor Arthur Gonzaga que cresceu na região, e sempre escutou e vivenciou muitas histórias sobre marginalidade e drogas o curta fala não só sobre as partes ruins. “O filme mostra as partes boas da periferia, como a escola, o trabalho e as amizades. As partes mais difíceis são a morte de amigos, as drogas e o contato direto com a violência”, relata. Os protagonistas do filme Pedro Gomes e Wilker Dantas, são jovens moradores de Ceilândia e foram escolhidos pela produção por meio de uma seleção feita em escolas públicas de Ceilândia. Com nove filmes de ficção e três documentários, a Mostra Competitiva de Curtas traz produções das cinco regiões brasileiras. Filhos da Periferia está entre as duas produções do Distrito Federal selecionadas para a mostra junto com N.F, Trade de Thiago Foresti. Com 16 minutos de duração, o filme apresenta trilha sonora criada com grupos de Rap de Ceilândia. A fotografia assinada por Taís Castro, é inspirada no Neo Realismo italiano e traz um olhar poético à obra esbanjando os tons dourados da seca do cerrado. O elenco também é composto pelos conhecidos atores brasilienses, Larissa Mauro, Genivaldo Sampaio e Rodrigo Lelis que também assina a direção de arte do filme. Os curtas-metragens e longas das mostras paralelas serão exibidos diretamente na plataforma oficial do festival - Innsaei.tv. O diretor, Arthur Gonzaga também vai participar dos debates do Festival no dia 10 de dezembro. Na Mostra Competitiva entre 10 e 13 horas e na Mostra Brasília de 17 às 20 horas. Serviço Filhos da Periferia Direção: Arthur Gonzaga Filme Ficção, 16 min, 2021, Distrito Federal Classificação indicativa: 12 anos No Festival de Brasília do Cinema Brasileiro - Mostra Competitiva Entre 7 de dezembro (a partir de 22h30) e 8 de dezembro (até às 22h29) Na Mostra Brasília Entre 9 de dezembro (a partir de 20h) e 11 de dezembro (até às 19h59) No Canal InnSaei.TV (plataforma oficial do Festival) https://innsaei.tv/inicial Mais informações: https://festcinebrasilia.com.br/

  • Artista lança catálogo da mostra "Na Estrada", e convida para visitas orientadas

    Com curadoria assinada por Marília Panitz, a mostra apresenta 88 registros fotográficos de Fernando Barros. A exposição convida o espectador ao exercício de um olhar preciso e ao encontro de originalidades significativas. Na terça-feira, dia 7 de dezembro, a partir das 19h, curadora e artista convidam para lançamento do catálogo, que traz imagens e textos sobre a exposição. Na Estrada fica em cartaz na Galeria Parangolé do Espaço Cultural Renato Russo até 30 de janeiro de 2022. Além da oportunidade de conversar com o artista, no dia do lançamento do catálogo, ele se programou para estar presente na Galeria às quartas e sábados, das 16h às 19h, até 15 de dezembro. Quando irá receber os visitantes e os/as acompanhará por uma visita orientada entre suas obras. Sobre seus registros, segundo Marília Panitz, “eles provocam o olhar a constituir versões possíveis para a articulação de fragmentos que recolhe, estes mantendo o anonimato do local de recolhimento”, avalia a curadora, que destaca: “é aí que esse conjunto de fotos deixa o estatuto de registro documental de viagem e se torna proposta poética”. Na Estrada está compartilhada em seis núcleos, com em média 14 fotos cada, e duas delas estabelecem certa pedagogia de leitura. Com composição semelhante, a parede europeia pintada há séculos e o carro de frutas de uma ilha na África se aproximam pela paleta de cores e motivo, eliminam distâncias, porém, mantém as diferenças. Visitantes da exposição já tecem comentários elogiosos, a exemplo de Walter Silveira, diretor da Rádio Cultura FM, que escreveu para Fernando: “Exposição primorosa. Imagens deslumbrantes e intrigantes. Às vezes compondo ideogramas. Gostei muito das escalas das fotos, os blocos. Surpreendente! Parabéns a você e à Marília.”, enalteceu Silveira. Já a poeta Maria Lúcia Verdi, quando da abertura da exposição, avaliou, “a mostra de Fernando Barros, nestes tempos tristes, nos traz um ar, nos dá um gás. O gás que vem do prazer de ver o registro dos detalhes e surpresas que a vida traz, que a vida, apesar de tudo, continua a oferecer”. Por fim e não menos importante, o amigo do fotógrafo Frederico Porto, destacou, “por estar [a exposição] sendo apresentada num momento como esse que atravessamos, a mostra torna-se ainda mais significativa pois abre ' janelas' para a beleza da vida no mundo”. Serviço: Exposição fotográfica: Na Estrada Local: Galeria Parangolé do Espaço Cultural Renato Russo Endereço: CRS 508 Bloco A - Asa Sul, Brasília Lançamento do catálogo: dia 7 de dezembro, terça-feira, às 19h Visita orientada com o artista: quartas e sábados, das 16h às 19h, até 15 de dezembro. Temporada: até 30 de janeiro de 2022 Visitação: de terça a sábado, das 10h às 20h, e domingo, das 10h às 19h Classificação indicativa: livres para todos os públicos Informações: (61) 3244.0411

  • Festival Levada comemora 10 anos com shows no Teatro Rival Refit, entre 8 e 11 de dezembro

    "Ultimamente têm passado muitos anos", já dizia Rubem Braga, um ilustre morador de Ipanema, onde o Festival Levada nasceu há 10 anos, no teatro do Oi Futuro! Já que o tempo voou, a comemoração da efeméride será bem especial: com shows de grandes artistas e promessas da música brasileira independente. Entre os dias 8 e 11 de dezembro, o festival irá realizar sua primeira etapa da no Teatro Rival Refit, com ingressos a R$ 20,00. "O Levada completa uma década e se mantém fiel à sua ideia inicial de mostrar o quanto a música brasileira continua pujante e diversa. Mesmo com as dificuldades impostas pela pandemia, a classe artística teve uma produção rica e, de certa forma, foi responsável por amenizar o sofrimento da sociedade, que se viu obrigada a enfrentar o isolamento social. Para a primeira etapa dessa edição comemorativa, no Rival, teremos quatro apresentações que comprovam o que eu estou dizendo”, explica o curador Jorge Lz. Julio Zucca, sócio da Zucca Produções, é o responsável pela realização do projeto, que se tornou um dos mais importante festival de música do país, por trazer aos palcos cariocas talentos do Brasil inteiro, antes deles aparecerem de forma mais constante em outros festivais e para a mídia. “Esse, aliás, é um dos pilares do Levada - que desde 2018, se antecipou ao mundo, ao transmitir ao vivo na Internet as suas apresentações. Em 2021, com todos já acostumados às lives que aliviaram o isolamento no auge da pandemia, os dez anos do Levada serão comemorados com doze shows presenciais e uma exposição, tudo com transmissão digital pelo canal do festival no YouTube (www.youtube.com/levadafestival), começando pelos quatro artistas já divulgados para o palco do Teatro Rival Refit”, reforça Julio Zucca. AO TODO, 121 ARTISTAS JÁ PASSARAM PELO LEVADA Vanguarda desde o primeiro acorde em 2012, o festival já jogou luz sobre 121 artistas de todas as regiões do país. Foi assim, por exemplo, com o BaianaSystem, que estreou no Rio de Janeiro na edição inaugural do Levada; Letrux, que fez o primeiro show do seu aclamado álbum "Noite de climão"; Cris Braun, que lotou o Teatro Ipanema em pleno período de Rock in Rio; Aíla, que já apresentou dois álbuns com sua onda paraense sob as bênçãos do Levada; e Silva, outro que fez os seus primeiros shows nos palcos cariocas graças ao festival e depois se tornou nacionalmente conhecido. Patrocinado pela Oi através da Lei Municipal de Incentivo à Cultura da Prefeitura do Rio de Janeiro (Lei do ISS) e tendo o Oi Futuro como parceiro desde o início, o Levada é importantíssimo para a cena musical independente e gera muitas oportunidades para os artistas que passam por ele, além de levar para os mais diversos públicos cultura, música, entretenimento, arte e experiências sonoras. "Graças ao amplo e criterioso garimpo de Jorge Lz e à produção cuidadosa da Zucca Produções, participar do Levada virou sinônimo de chancela dos trabalhos de artistas na nova cena independente brasileira, funcionando como selo de qualidade e mola propulsora das carreiras deles", diz Victor D´Almeida, Gerente de Cultura do Oi Futuro. ABERTURA SERÁ COM CARNE DOCE, ATRAÇÃO DE 8 ANOS ATRÁS O show de abertura do Festival Levada 10 anos ficará sob a batuta da Carne Doce, banda de Goiânia. O mais curioso é lembrar que o primeiro show deles na vida foi criado especialmente para o Levada. E, assim, o casal estreou na edição de 2013 do festival. De lá para cá, quatro discos de estúdio e um ao vivo chegaram, além de singles, e o nome Carne Doce caiu no gosto da crítica especializada e do público. O show do dia 8 de dezembro vai reunir as composições do álbum "Interior" (2020) nesta que será a primeira apresentação deste show no Rio de Janeiro. A banda virá completa - Salma Jô (letras e voz), Macloys Aquino (guitarra e voz), Aderson Maia (baixo), João Victor Santana (guitarra, sintetizador e programações) e Fred Valle (bateria e percussões) - para mostrar sua universalidade sonora entre dub, reggae, samba e trap. “Em 2013, eu tinha ouvido o EP que haviam lançado e fiz o convite para que viessem ao Rio. Anos depois, em conversa com Macloys, guitarrista e fundador da banda, ele me confessou que, até o convite para o Levada, não havia banda. O EP estava pronto, mas não sabiam direito o que fazer com ele. O convite foi determinante para que a Carne Doce fosse formada. Isso me dá um orgulho enorme por ver que o Levada somou na carreira de uma das principais bandas do país”, empolga-se Lz. JULIANA LINHARES, VOCALISTA DA PIETÁ, VOLTA EM SHOW SOLO A cantora, compositora e atriz Juliana Linhares, potiguar radicada no Rio de Janeiro, também vocalista da banda Pietá (atração do Levada em 2019) e do trio feminino Iara Ira, está de volta ao Festival Levada para cantar as músicas do seu “Nordeste Ficção”, primeiro disco solo, imaginado como um roteiro de teatro, um romance de autoficção e uma espécie de docudrama cinematográfico. O álbum ostenta beleza e alegria irresistíveis, remetendo a LPs clássicos de Amelinha, Elba Ramalho, Cátia de França e outros nomes da geração nordestina lançados entre os anos 1970 e 1980. Traz, ainda, a grandeza melódica e poética de compositores como Alceu Valença, Ednardo, Fagner, Belchior e Zé Ramalho, dialogando com os herdeiros deles nos anos 1990: Chico César, Zeca Baleiro, Rita Benneditto e Lenine. Com canção inédita de Tom Zé cantada em dueto com Letrux, o álbum é costurado por parcerias de Juliana com Chico César, Zeca Baleiro, Khrystal, Moyseis Marques, Posada, Mestrinho, entre outros compositores. Uma faixa emblemática é uma releitura do hino nordestino “Tareco e Mariola”, de Petrúcio Amorim. “Nordeste Ficção” foi influenciado pelo livro “A invenção do Nordeste e outras artes”, de Durval Muniz de Albuquerque Jr., e abre espaço para questionamentos sobre o que significa ser nordestina hoje. FOLI GRIÔ ORQUESTRA VIRÁ COM RITMOS ANCESTRAIS Conhecida por misturar afrobeat às manifestações populares brasileiras, a Foli Griô Orquestra é uma banda de dez integrantes que faz um som magnético, sobretudo ao vivo. Eles se apresentam no dia 10 de dezembro, com as músicas dançantes e quase espiritualizadas do álbum "AJO" (2019), o primeirão, já indicado como Melhor Álbum de Música de Raiz em Língua Portuguesa ao Grammy Latino daquele ano. Juntos desde 2015, os músicos vêm moldando uma sonoridade potente, que soma os ritmos tradicionais brasileiros a elementos do afrobeat nigeriano, tendo como principal referência Fela Kuti. O projeto mais recente da orquestra é o show “Flutua”, gravado em apenas um take durante o pôr-do-sol, sobre um palco flutuante na Lagoa de Saquarema. Foi um jeito de estar perto do público e fazer um show diferente do formato das lives que pipocou na Internet durante a pandemia. Agora, no Festival Levada, a Foli Griô reencontra os seus admiradores ao vivo para apresentar todo o seu suingue, num espetáculo carregado de influências ancestrais, como bumba meu boi, jongo e maracatu, com toques do candomblé e do funk, em uma verdadeira tradução do álbum “AJO”, num grande baile-ritual. MAGLORE FAZ UM APANHADO DE SUCESSOS NO ENCERRAMENTO DA PRIMEIRA ETAPA DO FESTIVAL No derradeiro show do Festival Levada 10 anos, teremos a incensada banda de rock alternativo Maglore. Será no dia 11 de dezembro, com um roteiro que privilegia os maiores sucessos de seus quatro álbuns de estúdio – “Veroz” (2011), “Vamos pra rua” (2013) e também o consagrado “III” (2015) e “Todas as bandeiras” (2017). No set list da noite, já estão “Mantra” (indicada à categoria Nova Canção do Prêmio Multishow de 2015), “Café com pão”, “Aquela força” e “Motor” - esta ganhou versões nas vozes de Gal Costa e Pitty. Nascida em Salvador, no já distante ano de 2009, a Maglore em peso mora hoje em São Paulo. Nessa jornada, artistas como Carlinhos Brown e Wado participaram de seus discos. Em 2015, quando mudaram alguns integrantes, fizeram o terceiro disco, exibindo uma sonoridade mais direta e simples, inventiva e elegante como sempre, com influências de Caetano Veloso à Wilco, do misticismo da Bahia à rotina esmagadora da vida na terra da garoa. O "III" elevou o status da Maglore na cena. É, digamos, o "Sgt Pepper's" deles. E, por isso, vale contar um pouco mais a respeito. Foi considerado um dos melhores de 2015 pelas revistas estrangeiras Rolling Stone e Billboard, e também pela MTV, entre outros grandes veículos, e uns dos melhores shows do ano pela Folha de S. Paulo. O disco ainda levou a Maglore ao 27º Prêmio da Música Brasileira, reconhecendo o grupo como um dos melhores daquele ano, e rendeu convites para cantar no palco principal do Lollapalooza Brasil 2016 e para o festival SXSW, em Austin, Estados Unidos. É com todo esse brilho que a Maglore chega no Teatro Rival Refit para encerrar a primeira etapa da décima e histórica edição do Festival Levada. A 10ª Edição do Festival Levada continua a partir de 25 de janeiro de 2022, com mais oito atrações (a serem confirmadas) para se apresentarem no Estúdio Labsonica e uma exposição sobre os dez anos do Festival no Centro Cultural do Oi Futuro, no Flamengo, a partir de 02 de fevereiro. SHOWS TEATRO RIVAL REFIT - SEMPRE ÀS 20H30 Dia 8 de dezembro - Carne Doce Dia 9 de dezembro - Juliana Linhares Dia 10 de dezembro - Foli Griô Orquestra Dia 11 de dezembro – Maglore Teatro Rival Refit - Rua Álvaro Alvim, 33 – Cinelândia – 21-2240-4469 Abertura da casa às 19h30 Vendas pelo SYMPLA e na bilheteria Horário de funcionamento da bilheteria: de quarta a sexta, das 15h às 20h; aos sábados e feriados, das 16h às 20h30 (somente em dias de show) Ingressos: R$ 20 (inteira) / R$ 10 (meia-entrada) – 1º lote (sob consulta) e R$ 40 (inteira) / R$ 20 (meia-entrada) – 2º lote TRANSMISSÃO ONLINE - www.youtube.com/levadafestival https://www.instagram.com/festivallevada/

  • Em Brasília, começa a 3º edição do Festival 1/4 de Cena

    A terceira edição do projeto será online e conta com o subtítulo “Criações de confinamentos” e traz o conceito da caverna, selecionando 12 (doze) cenas através de chamada de seleção pública direcionadas a artistas cênicos independentes, coletivos e grupos e cias do Distrito Federal para mostra de espetáculos de curta duração. O evento acontecerá entre os dias 08 e 15 de dezembro de 2021. A curadoria selecionou cenas curtas, de, no mínimo, cinco minutos e, no máximo, 15 minutos. Elas foram criadas entre 2020 e 2021, justamente no período de confinamento coletivo. A apresentação das cenas selecionadas será em mostra online com transmissão via plataforma Youtube do festival e conversa ao vivo com os artistas participantes após a apresentação. Além da mostra, o festival convida Magno Assis - idealizador e coordenador do Tubo de Ensaio, criado em 1996, e James Fensterseifer do Jogo de Cena, criado em 1995. Os profissionais irão compor o quadro de lives “Memórias - No Rastro dos que vieram antes de nós”, a fim de registrar e revisitar eventos que demarcam a história cultural do DF. O festival também convida artistas produtores de festivais nacionais desta modalidade, como Chico Pelúcio, do Cine Horto/MG, Fábio Fortes, do Niterói em Cena e Dyego Monnzaho, do Breves Cenas/AM. A edição vem com proposta de residência e intercâmbio de criação, com apoio especializado de artistas para consultorias artísticas, que são Ana Flávia Garcia, Larissa Mauro, Jonathan Andrade e Marcelo Augusto. Neste ano, a provocativa de seleção aos artistas abriu espaço para processos que estivessem em processo e não finalizados, adentrando ao conceito criações de confinamento, tema desta edição online. Todas as ações serão de acesso gratuito. SOBRE O FESTIVAL A modalidade cena curta ou espetáculo de curta duração faz parte do contexto histórico das artes cênicas. As manifestações circenses, há muito se apropriaram desta estética assim como tantos outros dramaturgos com produção de esquetes, performances. No Brasil, na América Latina e na Espanha (berço do micro teatro), existem vários festivais e iniciativas voltadas dessa modalidade. Em sua primeira edição, o 1/4 de Cena realizou um mapeamento de festivais em território brasileiro atuantes entre 2015 e 2017 e registrou 26 festivais e mostras com esta especificidade. Em Brasília há uma forte tendência a produções deste tipo que acompanham a trajetória das produções nas artes cênicas da capital, que formaram e impulsionaram vários artistas e grupos. Após a pandemia, foi possível perceber o teatro como arte do efêmero, que se reinventa, seja ele teatro presencial, virtual ou midiático. Agora, provocando artistas e público por meio da telepresença novas relações e meios de fruição estão e continuarão sendo desenvolvidas. O 1⁄4 de Cena - Festival de Cenas Curtas está dedicado a promover o trabalho de artistas independentes, grupos, Cias e coletivos do Distrito Federal. A intenção é contribuir com a produção das artes cênicas na perspectiva da cadeia produtiva das artes e difundir o teatro contemporâneo de cenas curtas promovendo intercâmbios e fortalecendo redes de festivais, mostras, pesquisa e produções desta modalidade bem como proporcionar uma interação DIRETA entre artistas e público. As próximas edições do festival pretendem abrir chamada de seleção a artistas em âmbito nacional. Nascido em 2015, o festival foi idealizado, captado e coordenado pela atriz e produtora cultural Janaína Mello, radicada em Brasília há 11 anos. A terceira edição será realizada com recursos do prêmio Gran Circular - Aldir Blanc/DF 2020. Para a quarta edição, o projeto pretende abrir chamamento para artistas nacionais e, num futuro breve, para artistas internacionais, comprovando sua veia empreendedora. SERVIÇO ¼ DE CENA – FESTIVAL DE CENAS CURTAS 08/12 Abertura com Live - Cena Curta em Rede, mesa com produtores nacionais – 19h30- Convidados mesa produtores de festivais: Chico Pelúcio - Galpão Cine Horto /MG, Fábio Fortes - Niterói em Cena/RJ, Dyego Monnzaho, Breves Cenas/ AM 10/12 1º dia de mostra - 3 cenas e bate papo com artistas ao vivo ao vivo – 19h30 Terríveis Pensamentos - Núcleo Experimental em Movimento NEM Roteiro, direção, edição, atuação - Lupe Leal Colaboração - Marcelo Nenevê, Yuri Fidelis Realização - NEM Núcleo Experimental em Movimento Criação, atuação, cenografia, figurino e poemas: Vanderlei Costa Câmera/Iluminação: Maurício Neves DPTCO - Dança Pequena Grupo de Dança Contemporânea Intérpretes: Dani Renée e Carolina Hofs Direção: Édi Oliveira Sobre posições – Abrindo a Sala Criação de Igor Passos e Janaína Moraes. Provocação de Gabriel Guirá. Realização Abrindo a Sala. 11/12 2º dia da mostra - 3 cenas e bate papo com artistas ao vivo – 19h30 Uakti - EntreAberta Cia Teatral Roteiro: Fabiana Lazzari Maria Villar Atrizes-animadoras: Uakti - EntreAberta Cia Teatral Roteiro: Fabiana Lazzari, Maria Villar Atrizes-animadoras: Fabiana Lazzari, Maysa Carvalho Desenhos das figuras de sombra: Maria Villar, Fabiana Lazzari, Maysa Carvalho Trilha sonora: Jeff Nefferkturu Direção e edição: Fabiana Lazzari Realização e produção: Entre aberta Cia Teatral C tá aí? - As Desempregadas Intérprete Criadora: Maria Tavares Marmota Show - Marmotagem & Cia Direção Luciano Porto Atriz palhaça Tina Carvalho Trilha sonora Samuel Mota Filmagem mão única filmes Nascida do chifre do boi - Elisa Carneiro Concepção, atuação e edição: Elisa Carneiro 12/12 3º dia da mostra - 3 cenas e bate papo com artistas ao vivo – 19h30 Discrepâncias - Marcos Davi Concepção e atuante auto diretor: Marcos Davi Imagem e som: Marina Olivier SOBRE-viver - Grupo Liquidificador Direção e Atuação: Nininha Albuquerque Captação de Imagem: André Albuquerque Edição: Nininha Albuquerque e André Albuquerque Criação, Edição de áudio, Coreografia, Iluminação e Figurino: Nininha Albuquerque Procura-se - Gustavo Haeser um processo de Gustavo Haeser Colaborações de Ana V Rabelo, Felipe Laya, Pedro Guimarães e Pedro Rapôso Orientação: Tiago Mundim Edição & parceria: Paula Otero Participações especiais: Ultra Martini, Luciana Matias, Márcia Duarte, Klara Barker e Paula Otero Temporal - Pedro Ribeiro Direção - Pedro Ribeiro Atuação e dramaturgia - Yuri Fidelis Câmera e edição - Roni Sousa Realização - Estúdio Panorama 13/12 Live Tubo de Ensaios - No rastro dos que vieram antes de nós – 19h30 Convidados: Magno Assis e UnB (decanato de artes, esporte e cultura) Barbara Tavares/DF, Ciane Fernandes/ BA, Eduardo Kolody/ GO, Eufrásio Prates/DF, Jenny Choe SP//DF, Maria Garcia/DF, Naira Ciotti/RN 15/12 Live JOGO DE CENA - No rastro dos que vieram antes de nós – 19h30 Convidado: James Fensterseifer Organização Contato: Janaína Mello - 61 9 8632-1907 Links para acesso da primeira e segunda edição para conhecimento e fruição de potencial: Institucional: https://www.youtube.com/channel/UCmWIV-W6A7dRfwz9G81gWnA Página: https://www.facebook.com/umquartodecena/ Instagram: @umquartodecena

  • Social Media: uma das profissões que mais cresceu durante a pandemia

    A profissão de social media apresentou um aumento de 74% nas contratações apenas em 2020, de acordo com pesquisa feita pela plataforma LinkedIn. O dado representa o atual cenário de ascensão dessa nova carreira. Mas você sabe exatamente o que faz um profissional da área? “O Social Media trabalha com redes sociais, normalmente de uma marca. Ele lida com o perfil, primeiro ponto de contato da empresa nas redes sociais, o que torna a área de atuação bastante ampla, incluindo a produção de conteúdo, atendimento e design”, explica Renan Sousa, professor do curso de Gestão de Redes Sociais do IESB. O professor orienta que, se antes as pessoas se preocupavam apenas em investir em uma loja bonita ou uma experiência impactante no ponto físico, agora, essas ações e estratégias também estão sendo pensadas para a internet. “Hoje em dia, a rede social da marca é muito importante, pois talvez seja um dos primeiros lugares que a pessoa terá o contato com aquela empresa. Por isso, se tornou um ponto importante”, afirma. Renan destaca ainda que uma falha comum cometida por pequenas marcas é achar que não vale a pena investir em alguém para cuidar deste trabalho. “A página social é um dos lugares mais importantes onde a marca aparece. Então, é fundamental que ela tenha a identidade visual e o mesmo tom de voz em outros ambientes digitais”, esclarece. Além disso, ele orienta sobre a importância do social media ser um profissional da área e ter compreensão de marketing, publicidade ou design. “Ele não precisa ser especialista em tudo, mas que ele entenda e saiba quem consultar. O bom senso, timing apurado e capacidade de resolver problemas também são características essenciais”, afirma. Renan acredita que esse crescimento do social media nos últimos anos é esperado, já que essas mídias estão cada vez mais presentes. “Esse crescimento faz parte da evolução dos smartphones, do mundo digital e da internet chegando para todos”, reforça. Outro fator relevante para o crescimento da profissão foi a pandemia. “Ela fez com que as pessoas ficassem em casa. E qual foi o contato delas com as marcas? As redes sociais. Nesse período, talvez alguém que não tivesse ainda uma página no Instagram, por exemplo, correu atrás para criar e conseguir atender seus clientes. Foi uma conjunção de fatores, primeiro a evolução natural da sociedade e dos meios digitais e, em segundo, a pandemia, que alavancou essa questão”, completa o professor. Confira três mitos sobre a profissão social media: Não dá para gerar conteúdo interessante para alguns tipos de negócio Mito. Dá sim. É bem possível fazer coisas criativas no Instagram e engajar o público. As marcas têm que gerar conteúdos que interessem às pessoas para que elas queiram seguir aquela página. Não adianta nada uma pizzaria colocar todo dia uma foto de pizza. É preciso pesquisar e trazer novidades sempre. Social media só posta e responde pessoas na DM Não. Muitas vezes as pessoas pensam que o social media só vai trabalhar no início do dia, publicando posts e respondendo mensagens ou comentários. Na verdade, ele tem que estar sempre antenado para fazer posts relacionados com o que está acontecendo e acompanhar as menções que fazem da página. Se as pessoas criticam ou elogiam marcando a empresa, por exemplo. Ou seja, o profissional precisa interagir, ficar atento a um meme que está em alta ou uma trend que está rolando no TikTok, por exemplo, para fazer com que a marca seja sempre atual. Ele pode também prever certas tendências, se adiantar, fazer sucesso e viralizar. É preciso ser designer para ser social media Um social media pode ter várias áreas de trabalho dentro de uma empresa ou agência. Ele pode ter sempre um designer a disposição ou contratar temporariamente alguém. No entanto, ele precisa entender minimamente o design para fazer stories razoáveis, posicionar letras, escolher fontes, cores que têm a ver com a marca. Invista na carreira Em julho de 2021, o IESB saiu na frente e lançou um novo curso de graduação na área: Gestão de Redes Sociais, inédito no Brasil nesta modalidade. Afinal, o gerenciamento dessas plataformas exige um planejamento estratégico para que a comunicação seja mais assertiva, tenha melhor alcance e engajamento. O curso é ofertado na modalidade EAD, no período de 8 trimestres, ou seja, 2 anos. A graduação trabalha toda a gestão de uma rede social, com grande potencial para empresas e influenciadores digitais. Saiba mais: www.iesb.br

  • Drag queen Ruth Venceremos lança pré-candidatura à Câmara dos Deputados

    A comunidade LGBTQIA+ ganhou mais um nome na linha de frente da política partidária nesta quarta-feira (1º de dezembro). Residente em Brasília, a drag queen e ativista Ruth Venceremos se filiou ao Partido dos Trabalhadores (PT) e lançou sua pré-candidatura à Câmara dos Deputados para as eleições de 2022. A trajetória política de Ruth Venceremos tem origem no Movimento Sem Terra (MST), onde atua desde os 13 anos de idade, e atualmente integra a coordenação nacional de educação da entidade. Ela também é diretora do coletivo artístico Distrito Drag, fundado há quatro anos no Distrito Federal, que atua na produção e difusão da cultura da comunidade e em pautas como direitos humanos, capacitação profissional e da inclusão social de pessoas LGBTQIA+. Como a primeira drag queen a pleitear uma candidatura para a Câmara Federal, a educadora encara como urgente sua filiação no PT para atuar na “defesa da democracia, que tem sido alvo constante de ameaças do projeto bolsonarista”. A pouca representatividade LGBTQIA+ no Congresso Nacional é outro ponto que estimula a ativista a ingressar na política formal. “Como pessoa negra e LGBTQIA+, percebo que somos excluídos dos processos de decisão sobre os rumos do País. E isso é uma demonstração dos que, historicamente, mantêm o controle econômico e político do Brasil, que nos querem ver longe do poder para que sigamos relegados à marginalização social”, analisa. Como pré-candidata ao Congresso Nacional, Venceremos coloca como uma de suas missões o debate contra o apagamento histórico da comunidade LGBTQIA+ na política nacional. “Minha pré-candidatura tem um sentido simbólico e histórico, de um corpo negro, LGBTQIA+ e drag queen para movimentar as estruturas e transformar o Brasil”, defende. Apoio nacional A presidente nacional do partido, a deputada federal Gleisi Hoffmann (PR), participou do ato de filiação da artista e chamou a atenção para as próximas eleições. “Ruth Venceremos traz uma nova força para o partido e uma disposição para o desafio junto a Lula em 2022. Nós precisamos construir uma bancada forte no Congresso Nacional”, afirmou a congressista. Para a deputada federal Erika Kokay (PT-DF), Ruth Venceremos é uma peça fundamental para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária por meio da política. “O PT ficará ainda maior com a chegada dessa artista e ativista, que carrega na trajetória a luta pelo direito de ser, de amar, para que possamos romper com toda forma de discriminação”, avalia a parlamentar.

  • Bar Primo Pobre homenageia o samba

    Em homenagem ao Dia Nacional do Samba, comemorado nesta quinta-feira (02/12), a programação musical do bar Primo Pobre, esta semana, está totalmente voltada para o ritmo símbolo da tradição cultural brasileira. Do samba raiz, passando pelo pagode, samba rock e chorinho, vai ter batuque todos os dias. Afinal de contas, já dizia Dorival Caymmi, “quem não gosta de samba, bom sujeito não é” O gingado começa nesta quinta-feira (02) com o Regional Segura Elas que é um grupo de Choro, formado por cinco mulheres – Ana Flávia (violão e cordas); Any Kelly (flauta transversal); Ana do Cavaco (cavaquinho); Karol Cass (violoncelo) e Nathália Marques (pandeiro) – o grupo é conhecido por apresentar um repertório com arranjos inovadores. Na sexta (03), tem o DJ Léo Cabral, que terá como convidada especial a DJ Joelma Terto, de Porto Alegre (RS) . Em seus sets, sons tropicais de diferentes estilos, épocas e cantos do país, especialmente vozes de mulheres e artistas contemporâneos. No sábado (04), é dia do já tradicional Pagode do Primo a partir das 14h, e após às 18h, tem o DJ Chicco Aquino, que vai apresentar um set diferenciado de hip hop e brasilidades. Na tarde de domingo (05), Nãnan Matos volta ao palco do Primo Pobre, com seu carisma contagiante, sua voz potente e sua forte ligação com a cultura africana. À noite, a partir das 18h, é a vez do DJ A mostrar a ginga do hip hop. Programação Quinta: A partir das 17h: Roda de Choro com Regional Segura Elas - Música instrumental - Chorinho, Samba, Regional e Brasilidades Sexta: A partir das 17h: Sexta Cabreira - Especial Samba Rock com Leo Cabral e Joelma Terto (POA) - Samba Rock, Grooves e Brasilidades Sábado: A partir das 14h: Grupo Pagode do Primo - Pagode, Samba e Brasilidades A partir das 18h: Chicco Aquino - Hip Hop e Brasilidades Domingo: A partir das 15h: Roda de Samba com Nãnan Matos - Samba, Afro e Brasilidades A partir das 18h: Dj A - Hip Hop e Brasilidades Serviço Bar Primo Pobre Endereço: CLN 203 – Bloco D – Asa Norte Horários - Quinta e Sexta: 17h à 01h - Sábado: 13h à 01h - Domingo 13h às 23h

  • Festival Internacional de Cinema Infantil (FICI) exibe mais de 70 títulos

    Depois de uma versão totalmente online, o Festival Internacional de Cinema Infantil (FICI) celebra o reencontro com seu público nas salas de cinema fazendo a pré-estreia de três filmes brasileiros – Tarsilinha, Tromba Trem – O Filme e Poropopó –, além da exibição do sucesso Os Croods 2: Uma Nova Era, todos com entrada franca, no dia 4 de dezembro, no Estação NET Gávea. Inaugurada em 2020, a plataforma digital de streaming, que no ano passado recebeu quase 40 mil visitantes, apresenta mais de 70 títulos, entre inéditos e séries consagradas, de 11 a 19 de dezembro, também com acesso gratuito pelo site oficial do festival – fici.com.br. O tradicional Fórum Pensar a Infância, que há 12 anos promove discussões sobre os rumos da produção, narrativas e linguagem infanto-juvenis, recebe, entre 14 e 16 de dezembro, expoentes do audiovisual e literatura para encontros moderados, com transmissão ao vivo pela plataforma digital do festival, sempre a partir das 17h. O 19º Festival Internacional de Cinema Infantil (FICI) tem apoio da RioFilme, órgão integrado à Secretaria de Governo e Integridade Pública da Prefeitura do Rio, e Telecine, parceria da Mistika Post, coprodução da Esmeralda Produções e produção e realização da Copacabana Filmes e Produções. “Apesar do ano de 2020 ter sido difícil para todos com as restrições sanitárias impostas pela pandemia, conseguimos fazer nossa primeira edição digital, criando uma plataforma de streaming permanente e mais abrangente, ancorada na Copacabana Filmes, com excelentes resultados”, comemora Carla Camurati, cocriadora e diretora do FICI, ao lado de Carla Esmeralda, que completa: “Por isso, mesmo com a tão aguardada volta das atividades presenciais, escolhemos adotar um formato híbrido para contemplar um público ainda maior através das transmissões online”. Para marcar a volta às salas de cinema, o FICI programou três filmes inéditos, que fazem suas pré-estreias na abertura do festival. Tarsilinha, de Célia Catunda e Kiko Mistrorigo, conta a história da menina que embarca em uma jornada fantástica para recuperar a memória de sua mãe. Tromba Trem – O Filme, com direção de Zé Brandão e roteiro de Debora Guimarães, é o primeiro longa criado a partir da série homônima, sucesso no Cartoon Network e na Netflix com três temporadas, sobre as aventuras do elefante Gajah. Poropopó é um longa de Luis Igreja com André Abujamra, Amir Haddad e Letícia Pedro, que conta a história de uma família de palhaços que deixa o circo em busca de uma vida melhor. Completando a programação do dia 4, a Sessão Telecine apresenta a animação Os Croods 2: Uma Nova Era (2020), do diretor Joel Crawford, continuação das aventuras da primeira família humana na pré-história, desta vez em busca de um novo lugar para morar depois de ter sua caverna destruída. O filme será exibido em duas sessões, sendo a primeira com audiodescrição. "Esperávamos receber muito menos títulos esse ano, devido à crise sanitária, mas ficamos felizes de constatar que o audiovisual independente resistiu, tanto graças à criatividade dos realizadores, ressignificando a experiência do isolamento social, quanto a editais emergenciais da lei Aldir Blanc", ressalta Carlos Proença, curador dos conteúdos de filmes on-line do FICI. A plataforma de streaming, que desde sua criação no ano passado conta com salas permanentes e temporárias, abriga também a programação on-line a partir de 11 de dezembro e o 12º Fórum Pensar a Infância, que este ano será terá como tema principal ‘A jornada do herói’, com três paineis por dia, de 14 a 16/12. A temática central será desdobrada em tópicos como A estrutura clássica da jornada do herói em filmes estadunidenses, com a participação do roteirista norte-americano da série animada Lost in Oz (EUA), Darin Mark, e moderação do autor e dramaturgo Leonardo da Selva; Leituras Elásticas e a jornada do herói, com a escritora Carolina Sanches, e A jornada da heroína na construção narrativa audiovisual, com a diretora do filme Tarsilinha, Célia Catunda, e a roteirista de O Diário de Pilar, Flávia Lins, ambos moderados pela editora Martha Ribas; Edutainment, com Luciano Meira, Chief of Science and Innovation Joystreet, entrevistado por Rakel Cogliatti, curadora do Fórum Pensar a Infância; O Anti-herói em HQ e Game, com o supervisor criativo da Copa Studio Léo Brasil e o diretor de arte da Double Dash Jande Farias, ambos do game Irmão do Jorel, além do quadrinista Adriano Silva (Lâmina Selvagem HQ), e moderação da roteirista e diretora Alice Gomes, entre outros. Em sua segunda edição, a mostra Novos Olhares reúne filmes, em sua maioria curtas e médias metragens, que têm em comum a participação de crianças e adolescentes na produção e realização, sob a tutoria de professores e profissionais do cinema, e criados a partir de oficinas e projetos pedagógicos de instituições de ensino como a Nossa Escola, Estúdio de Animação e o Programa Imagens em Movimento. Guardiões da Amazônia, Antes Tarde, Jurassic Palco e Na casa da bisa são os títulos deste ano. O FICI Online irá espalhar sua programação por todos os canais digitais do festival com cinco vídeos de curtíssima duração, as Pílulas Web. A Folha, Ideia idiota e Duda não quer ouvir o parabéns são algumas das obras que serão exibidas apenas nas redes sociais. O FICI abre espaço também para as produções televisivas e da internet na mostra Melhores da Telinha, apresentando episódios de séries e filmes como O Show da Luna, Mytikah – O Livro dos heróis, além de Oráculo das Borboletas Amarelas e Criaturas da noite, entre outros. A mostra Cenas da Infância conta com trabalhos que retratam a vida de diferentes infâncias ao redor do Brasil e do mundo e neste ano exibe filmes que abordam como famílias, professores e crianças lidaram com os desafios do isolamento social, em Um Mundo Inteiro para Curar, entre outros. Na mostra Pequenos que Nem Você, o FICI apresenta filmes direcionados à primeira infância, como Bebelume e episódios de Lupita. Clipes e canções são o foco da mostra Música e Imagem, para fazer o pequeno espectador cantar junto. E a mostra Histórias Contadas volta ao FICI com filmes que retomam a tradição da oralidade e da contação de histórias para os dias de hoje, como A Conselheira do Rei e João, Mayara e o Pé de Feijão, uma adaptação em formato de live do clássico João e o Pé de Feijão feita pela Associação Fernanda Bianchini, instituição que trabalha com deficientes visuais. O Prêmio Brasil de Cinema Infantil, programa competitivo do FICI, recebeu a inscrição de 103 filmes em sua 14ª edição. A seleção final conta com 22 curtas, de 8 estados, divididos nas sessões Histórias Animadas (+ 6 anos), Histórias Curtas (+ 8 anos) e Mostra Teen (+ 10 anos). O grande vencedor será eleito pelo júri oficial infantil, mas, assim como nas edições anteriores, o público poderá escolher seus filmes preferidos na categoria Voto Popular. Desde o ano passado, a votação será estendida a todos os títulos do festival, mesmo aqueles fora do Prêmio Brasil. Cada mostra/categoria terá seu vencedor, anunciado no encerramento do FICI. SOBRE O FICI Desde a primeira edição, em 2003 – quando apresentou cinco filmes brasileiros e dez de outros nove países –, o Festival Internacional de Cinema Infantil, dirigido por Carla Camurati e Carla Esmeralda, já exibiu mais de 1.800 títulos, de 36 países, para um público superior a 1,8 milhão de espectadores (dos quais 930 mil alunos e professores da rede pública de ensino, muitos em seu primeiro contato com o cinema). FICHA TÉCNICA: 19º FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA INFANTIL – FICI Apoio: RioFilme órgão integrado à Secretaria de Governo e Integridade Pública da Prefeitura do Rio, e Telecine Parceria: Mistika Post Coprodução: Esmeralda Produções Produção e Realização: Copacabana Filmes e Produções Direção: Carla Camurati e Carla Esmeralda SERVIÇO: Programação presencial Dia: 4 de dezembro Horários: 10h45 Sessão Telecine – Os Croods 2 (sessão com audiodescrição) 11h30 Sessão Telecine – Os Croods 2 Pré-estreia: Tarsilinha Pré-estreia: Tromba Trem – O Filme Pré-estreia: Poropopó Ingressos: Acesso gratuito por ordem de chegada, com distribuição de senhas 30 minutos antes. Sujeito à lotação Local: Estação NET Gávea Endereço: Rua Marquês de S. Vicente, 52 – Shopping da Gávea Classificação etária: livre Tel: 3875-3011 Programação online Data: 11 a 19/12 Programação, horários e acesso aos filmes: fici.com.br Mais informações e programação completa: Fici.com.br Facebook.com/FICIOficial Instagram.com/FICIOficial

  • Papo Proativo promove live sobre Comunicação de Causas

    Nesta quinta-feira (2), acontece o último Papo Proativo de 2021. A conversa será transmitida via Youtube a partir das 18h. Neste episódio, mediado pelo jornalista Flávio Resende, diretor executivo da Proativa Comunicação, contará com a presença de dois especialistas no assunto: Leandro Monteiro (@leandromonteiro.etus), sócio da doismais2, uma agência de comunicação especializada em projetos de impacto social; e Monica Gregori, diretora executiva da Cause (@oficialcause), uma consultoria focada na gestão de causas, via estratégias de comunicação, engajamento e advocacy. A Comunicação de Causas envolve verdade, inspiração, coragem, inclusão e educação. Tudo tem a ver com o impacto que a comunicação deve causar no mundo. Neste novo propósito de comunicação, as empresas não se orientam mais apenas pelo lucro financeiro, mas pelos impactos que as organizações podem causar na sociedade e no meio ambiente. Adotar uma ou mais causas exige um movimento de diálogo com a sociedade, que é onde as causas estão, e descobrir quais delas refletem o propósito da organização. A live é gratuita e aberta ao público. Para participar, basta acessar o link. Dia: 02/12 (quinta-feira) Hora: 18h Transmissão: Youtube Link de Transmissão: https://youtu.be/LGVubQFvC1o

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