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  • O "Territórios Culturais" anuncia bloco de atividades com oficinas, curso, mostra de cinema e mais

    De programação extensa, permeada por diversas linguagens artísticas e formativas, o Territórios Culturais anuncia as próximas atividades propostas pelos Espaços. Atividades que têm como premissa a garantia de acesso democrático à população, uma vez que todas são gratuitas. A partir de 18 de agosto, destacam-se ações que atravessam a comunidade local e, por boa parte delas serem em formato virtual, reúnem potencial para alcançar toda a população do DF. De intervenção urbana, quando 20 grafiteiros irão cobrir muros externos de escolas públicas, a rodas de conversa sobre apropriação cultural, arteterapia, ancestralidade, realização de eventos em meio a pandemia e autocuidado, o projeto ainda abre espaço para uma mostra de cinema brasileiro. Entre as outras propostas apresentadas pelos territórios estão: oficinas de construção de instrumentos, dança e de adereços afro, curso de criação de fanzine para pessoas trans e sarau de poesias. Toda a programação vem sendo compartilhada em instagram.com/territorios.culturais, mais informações abaixo: CASA AKOTIRENE Contrapondo à visão reducionista de Quilombos, tidos meramente como espaços para abrigar povos negros e indígenas, nestes territórios há estáveis processos de estruturação social, de lutas por direitos e de reconexão com ancestralidade. A Casa Akotirene, definido como quilombo urbano localizado em Ceilândia, firma-se na luta de direito à moradia para a comunidade preta feminina e LGBTQIAP+, reconhecimento de ancestralidades diaspóricas, desenvolvimento de identidade afro-brasileira e afirma a presença, não só de uma perspectiva rural, mas enquanto existência urbana e cosmopolita. Atualmente, o espaço se configura em “Associação Cultural Casa Akotirene Quilombo Urbano”, que teve início do seu processo de institucionalização em dezembro de 2020. Dias: 11, 18 e 25 de agosto, às 10h - youtube.com/channel/UCLRW8M6Pzo2I68Ncyp7e1gQ Oficina de Dança Afro: Com base na dança dos Òrìşà, a oficina se traduz através da motricidade dos contos e feitos de algumas divindades que fazem parte do panteão Yoruba, entendido no Brasil como parte da cultura diaspórica afro-brasileira e africana. Inscrições: forms.gle/hTc8zJhXxzCGuv17A Dias: 8, 15 e 22 de setembro, às 10h -youtube.com/channel/UCLRW8M6Pzo2I68Ncyp7e1gQ Oficina de escrita criativa: A oficina é uma investigação das formas instintivas de comunicar através das palavras. Voltada para narrativas - e identidades - que propõe a reinvenção da história e da realidade, o conteúdo da oficina recupera a tradição de contar histórias a partir do estudo e produção de obras e fragmentos considerados ‘afrofuturistas’. MAPATI Dia 16 de agosto, às 19h - youtube.com/user/ciamapati Oficina sobre como elaborar termos de fomento da MROSC - Da ideia inicial ao empenho. COLETIVA PRETINHAS Dia: 18 de agosto, às 20h - Instagram: @coletivapretinhas Promove instigante roda de conversa sobre moda e apropriação cultural. O encontro, virtual, contará com intérprete de Libras. Dia: 1º de setembro, às 20h - Instagram: @coletivapretinhas Fortalecer a identidade das mulheres pretas é o que propõe a Coletiva Pretinha com a realização de roda de conversa [virtual], onde serão debatidos temas acerca da cultura ligada à ancestralidade e ao autocuidado. Dia: 15 de setembro, às 20h - Instagram: @coletivapretinhas Roda de conversa [virtual] sobre produção cultural e seu impacto no cotidiano da sociedade. Participam do evento artistas, gestores/as e produtores/as culturais. Dia: 29 de setembro, às 20h - Instagram: @coletivapretinhas Debater os novos formatos para realização de eventos artísticos em meio à pandemia é o que propõe a roda de conversa - Desafios de Produzir Atividades Culturais On-line. O bate-papo terá mediação e presença de produtoras/es culturais que atuaram fortemente durante o confinamento imposto pela pandemia. TERRITÓRIO CULTURAL DO PARANOÁ Dia: 19 de agosto às 19h - abre.ai/territorioparanoa Felipe Fiúza, luthier e músico com extensa atuação pelo Brasil e no exterior, ministra oficina de construção de instrumentos percussivos a partir de materiais recicláveis e/ou reutilizáveis. Dia: 07/09 às 19h - Ingressos abre.ai/cinecoco ou pelo e-mail: territorioparanoa@gmail.com Em cartaz desde 6 de julho, o Território Cultural Paranoá realiza o Cine Coco, um clube de cinema virtual com a apresentação de seis sessões de cinema. A ideia é aproximar a comunidade do cinema nacional, estimular a formação de plateia e dar continuidade à difusão do cinema brasileiro, desta vez em formato on-line. Segundo Janú Ário Jr, idealizador do Festival de Cinema do Paranoá e curador do Cine Coco, "promove, durante os 90 minutos de sessão e debate entre realizadores e espectadores, um espaço de protagonismo das narrativas dos mais diversos movimentos de periferia". Todas as sessões do Cine Coco serão exibidas de forma virtual, nos canais do Território Paranoá. Dias: 02/09, 07/10 e 19/11 às 19h - abre.ai/territorioparanoa A arteterapia como meio para estimular o autoconhecimento. Em uma roda de conversa virtual, o Território Cultural Paranoá lança mão de linguagens artísticas para criar dinâmicas e diálogos a fim de promover bem-estar e fortalecimento dos vínculos entre participantes. As rodas são espaço de acolhida, empoderamento, criação de vínculos, troca de saberes e experiências entre mulheres; um encontro resistência, um manifesto afetivo. Constituem um conjunto de ações, com formação, vivências artísticas, movimento do corpo, um espaço de acolhida e confiança que fortalecerá o autocuidado e cuidado na sua dimensão política, coletiva, individual e subjetiva. AFROCOMUNIDADES Dias: 15, 22 e 29 de agosto, e 5 de setembro, das 14h às 18h – presencial com inscrição prévia. Oficinas de Adereços Afro: A cultura africana em cores, formas e estilo influencia a moda afro-brasileira e a cultura regional. Nesta oficina, Rogério de Oyá ensina como confeccionar adereços, que, a seu ver, “são instrumentos que reforçam a identidade cultural e a beleza afro-brasileira, cria um estilo próprio e contribui na afirmação da identidade através da estética”, comenta Oyá. Dias: 19 e 26 de setembro e 03, 10, 17 de outubro, das 14h às 18h – presencial com inscrição prévia. Oficinas de confecção de Agbés (Xequeres): Com a transmissão dos saberes de Edson Edinho, serão transmissões com passo a passo de como confeccionar um Agbe/Xequere, contando a história desse instrumento, mostrando diversas formas de trançar a rede, ensinando toques com esse instrumento ancestral que faz parte da manifestação cultural brasileira, visando também aproximar a comunidade aos saberes tradicionais da cultura popular. A PILASTRA Dia: 26 de agosto, às 19h - youtube.com/channel/UCCwls_QnLrlVQmY98oPhNVw Live sobre arte educação convida para um diálogo sobre diferentes aspectos dentro do campo das artes. Dia: 22 de agosto e 19 de setembro, às 19h - open.spotify.com/show/0z85stG6NWjVxp7bionewk?si=vGFZcz0BRzKgwtZdaEtdjQ&dl_branch=1 Podcast dedicado a pensar as diferentes possibilidades de carreiras dentro da arte. Pensando desafios, desdobramentos, caminhos, vitórias e percalços, e tendo em vista a precarização e a invisibilização da cultura, assim, consequentemente, a dos trabalhadores culturais no Brasil de hoje para além dos desafios impostos pelo digital. AS SEBASTIANAS Dia: 22 e 23 de agosto, às 19h - youtube.com/channel/UCsH4XEgaERogau9dGFcp-5w Agência potencializadora de artistas em São Sebastião promove junto à Biblioteca Exu do Absurdo o "Do Pixo Aos Livros", produção que estuda a literatura periférica e suas expressões e linguagens. Estreia pelo canal do YouTube da coletiva (https://abre.ai/youtubesebastianas) e no cinema da Escola Galeria Chicão (CED São Francisco). TRANZINE-SE Dias: 23, 25, 28, 30 de agosto, e 9, 10, 11 e 22 de setembro - informações e inscrições: instagram.com/diana.salu Transzine-se - Laboratório de fanzines: Um espaço para experimentar a criação, expressão e invenção (de si, de outres, do mundo) através das zines. Proposto por Diana Salu o curso explora as possibilidades das zines - publicações impressas feitas de forma autônoma usando ferramentas como xérox e outras - para a expressão individual em diferentes áreas como a escrita, o desenho, a colagem, os quadrinhos, a fotografia, o design - em um movimento que estimula a troca e a pluralização de vozes. Todos os módulos, no total de quatro, se costuram pela exploração da criação direcionada à publicação impressa em fanzines. Ao final, cada participante terá uma publicação autoral e os trabalhos produzidos serão digitalizados e disponibilizados na zineteca virtual do projeto. O curso é voltado exclusivamente para pessoas trans (travestis, transexuais, transgêneros e pessoas não binárias). Lançamento do site do projeto e inscrições a partir do dia 12.08. MERCADO SUL Dias: 27 de agosto, 3 e 15 de setembro, às 16h - instagram.com/mercadosulvive/ Série de cursos, oferecidos a toda a comunidade do DF, traz oficinas de capacitação artística, de saberes tradicionais e de tecnologias sustentáveis. Entre os temas a serem abordados nas aulas estão teatro e cultura popular, mobilidade urbana através da bicicleta, artesanato e mídias sociais. Realizar esta série, segundo os coordenadores, significa “valorizar os saberes populares, estimular a troca e horizontalizar conhecimentos”, pontuam. Através do compartilhamento destes conteúdos, pretende-se “instrumentalizar pessoas e coletivos, potencializar trabalhos e pavimentar caminhos para a geração de renda local”, destacam. POESIA NAS QUEBRADAS Dias: Ainda a serem definidos 20 representes das artes visuais do grafite participam de ação que cobrirá muros externos de cinco Escolas da Rede Pública de Ensino em Planaltina. A ação tem por objetivo neutralizar a frieza de paredes lisas com obras de arte, que, através de imagens buscam estimular o pensamento crítico e amenizar a aridez urbana. Artista receberão ajuda de custos e material necessário para realizar suas obras. Cada obra vai cobrir uma área de 2x3m de parede. Dia: 2 de outubro, às 19h - youtube.com/channel/UCwe2eb78r1Dal3huWRgzhxw Um FestSarau Poesia nas Quebradas fecha o ciclo de atividades promovidos pelo território Poesia nas Quebradas. O evento contratará com a participação de artistas representantes da cultura Hip-Hop em suas cinco vertentes - DJ, Breaking, Grafitte, Rap e conhecimento. O Sarau contará também com o lançamento e distribuição gratuita da 2ª Ed. do livro PNQ. Territórios Culturais - Etapa 2 é uma realização da Associação Artística Mapati, também gestora do projeto, com apoio do Instituto Macondo e conta com fomento da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal. O aporte direto de recursos, via emenda parlamentar do Deputado Distrital Fábio Félix, vai gerar, aproximadamente, 70 empregos temporários diretos e cerca de 230 indiretos.

  • Feel the Groove: Banda Reduxe lança álbum autoral

    Formada por experientes músicos do Distrito Federal, a banda Reduxe lança seu primeiro álbum. Apenas com músicas autorais, o Feel the Groove, nome do EP, mistura o clássico MPB com ritmos internacionais, que fazem uma combinação perfeita com a grave voz do vocalista. O lançamento acontece no dia 06 de agosto em todas as plataformas digitais. Em parceria com a Casa Thomas Jefferson, a banda ainda se apresenta em uma live nesta sexta, às 20h. Os fãs podem conferir pelo canal: https://youtube.com/user/ctjonline Ousados e com uma vasta bagagem artística, a banda formada por cinco integrantes compôs um álbum inteiramente em inglês. "Esse estilo que tocamos é, predominantemente, americano e com a internet derrubando as barreiras geográficas, chegamos à conclusão que seria mais fácil darmos esse start compondo em inglês, pensando, também, no mercado internacional", explica o baterista, Amaro Vaz. Com Fred Ramos no vocal, Lucas Carvalho na guitarra, Adriel Costa no baixo, Amaro Vaz na batera e Joonsantana nos teclados e na produção musical, o álbum é a realização de um sonho. “Todos nós vivemos da música e isso já é viver um sonho. O lançamento do álbum é só mais um deles”, ressalta o baterista. O Feel the Groove é composto por seis faixas marcantes que carregam a autenticidade do grupo. "Além de ser uma frase que a gente usa para tudo, ela representa aquele momento em que a gente precisa, literalmente, sentir o ritmo e a música”, conta a banda sobre a escolha do nome do álbum. Sobre a Reduxe Com pouco mais de um ano, a banda é formada por músicos da capital que apostam na mistura de ritmos variados e que formam uma combinação única. Com influência do POP, Soul, Funk e RnB, a Reduxe não perde a essência da Música Popular Brasileira., O grupo tem ganhado cada vez mais espaço em Brasília e a larga experiência dos integrantes resulta em uma presença de palco energizante. Lançamento Feel the Groove Data: 06/08 Em todas as plataformas digital Live: Às 20h, no dia 6 de agosto Canal Casa Thomas Jefferson: https://youtube.com/user/ctjonline

  • O músico brasiliense Tiago Sá lança EP de "Querelas de Brasília"

    Tiago Sá é músico, produtor, cantor e compositor com influências que vão do rock ao reggae, passando pela música brasileira até a eletrônica. Ele começou sua carreira ainda na década de 1990, tocando em bandas de reggae da capital e na banda do músico Renato Matos, com quem lançou um álbum ao vivo em 2004. Ele tem dois álbuns autorais lançados: “Reação da Alquimia” (2012) com produção de Lucas Santtana e “Música pra te aguçar” (2019). Ambos lançados de maneira física e fora dos serviços de streaming atuais. Agora, o artista lança digitalmente o EP “Querelas de Brasília”, que tem esse nome em referência a Aldir Blanc e ao complicado momento político do nosso país. A política e o protesto dão o tom das letras do EP e a sonoridade viaja pelo rock, a eletrônica, o dub, a música latina e a música brasileira ao longo das três faixas do trabalho. "Viver no Brasil tem sido um pesadelo necropolítico e a resistência é nos mantermos vivos junto com os nossos sonhos. Esse EP é em memória de Aldir Blanc e das vítimas do desgoverno Bolsonaro, é minha afirmação de oposição e ao mesmo tempo uma espécie de terapia. Apesar do horror não deixo de contemplar a beleza que resiste junto com a esperança”, comenta Tiago. O EP, que foi produzido pelo próprio artista, conta com as participações do rapper Japão Viela 17 em “Quase Tudo Bem”, do guitarrista Marcelo Barbosa da banda Angra fazendo o solo da faixa “Querelas de Brasília” e da cantora Andressa Munizo da banda Binarious na canção “Anticorpos Antifascistas”. A arte de capa é da Imaginarte. Além das faixas, o EP ainda será acompanhado por Lyric Videos, também produzidos pela Imaginarte para todas as canções. Os 3 lyrics são praticamente clipes já que são feitos 100% com filmagens, têm uma estética que lembra o punk rock dos anos 80 e cada vídeo tem uma cor predominante como na trilogia de Kieslovski. O primeiro video lançado foi do single “Anticorpos Antifascistas” em junho. Junto com o lançamento do EP, Tiago aproveita para lançar o Lyric Video da faixa que dá nome ao trabalho. O último lyric, da canção “Quase tudo Bem”, será lançado em seguida. Veja o Lyric Video de "Querelas de Brasília": https://youtu.be/3jiEzFUgyyE (LANÇAMENTO DIA 29 de JULHO, junto com o EP) O EP “Querelas de Brasília” tem letras e produção do Tiago Sá, com mix e master por Ricardo Ponte e será lançado pelo selo digital nordestino Hominis Canidae REC. Tiago é o primeiro artista autoral do cast, de fora da região mais amada e antifascista do Brasil. O selo aproveita pra avisar que também irá disponibilizar os outros álbuns autorais do cantor e compositor brasiliense em todos os streamings, ao longo deste segundo semestre. Ouça o EP “Querelas de Brasília” em seu streaming favorito: https://rec.hominiscanidae.org/2021/07/HC36TiagoSa.html (LINK FICARÁ ON NO DIA 29 de JULHO, com os streamings)

  • Disco Samba Candango lança temas, artistas e ritmos do Quadrado

    O álbum Samba Candango reúne a nata da diversidade musical do Distrito Federal em um encontro com 50 participantes, entre vocalistas, compositores, arranjadores, intérpretes e instrumentistas. Representando culturas populares da capital, 14 faixas estão disponíveis nas principais plataformas de streaming, desde 30/07. E para ampliar a experiência sensorial do público, em 07/08, às 20h, no canal do Instituto, será lançado o álbum visual da obra, um híbrido entre videoclipe e cinema, que trará um recorte audiovisual dessa célebre congregação musical. A gravação será composta por três temas e terá participações especiais. A proposta de roteiro revela a andança de Breno Alves pelos territórios de três rainhas da cultura afro-brasileira: Realleza e a beleza das ruas do Sol Nascente, Mestra Martinha do Coco, no Paranoá com seus encantos, além de Mãe Baiana com as riquezas de seu terreiro, o Ilê Axé Oyá Bagan. Tudo isso, em um cenário abrilhantado pela dança de Oxum. Uma dessas participações especiais, Adna Santos, mais conhecida como Mãe Baiana de Oyá, conta o que o disco representa para ela: “o Samba Candango é a cara de Brasília, uma cidade embalada por gente alegre e que resiste. E o disco tem essa energia, de encanto, de embalo, mas também de resistência”. Já Martinha do Coco relata sobre como recebeu o convite: “eu fico muito honrada de participar de um encontro como esses, porque é uma homenagem a um movimento musical muito importante para nossa cidade”. Tereza Lopes também expõe sua opinião sobre o álbum: “acredito que o Samba Candango veio para ser um divisor de águas, porque contempla vários estilos musicais dentro do quadradinho e fala sobre suas ancestralidades, sobre suas matrizes africanas, daí sua importância como uma nova referência”. Outra personagem especial muito importante para a construção desta obra foi Lucas de Campos, um dos arranjadores que fez-se presente, mesmo ante a impossibilidade de participar pessoalmente, em razão dos riscos da pandemia. Por meio de vídeo-chamadas, ligações, conversas textuais, entre outros recursos, o músico deixou sua contribuição para o trabalho. Sobre esse assunto, Lucas conta um pouco: “depois de muita discussão conceitual com o Breno, comecei a escrever os arranjos e foram marcados ensaios virtuais para apresentar as ideias à banda. Então, depois de alguns encontros, eles foram para o estúdio para gravar, enquanto eu gravei os violões, algumas violas e alguns baixos de casa mesmo. Sem mistério, bem simples”. O lançamento do Samba Candango faz parte das atividades do Circuito Candango de Culturas Populares, capitaneado pelo Instituto Rosa dos Ventos. O projeto é fomentado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal. A concepção do álbum, por sua vez, é da produtora cultural Stéffanie Oliveira, que também assina a direção artística junto do sambista Breno Alves. A parceria aposta na profunda riqueza musical e poética do quadradinho, apresentando o samba em suas várias vertentes, bem como sua consonância com os ritmos populares. Por essa razão, encontram-se tantos diálogos com outros artistas, brincantes e mestres também integrantes do amplo projeto. Como exemplos das distintas manifestações culturais que podem ser ouvidas nesta verdadeira antologia estão o samba de coco, o samba de terreiro, o jongo e o bumba meu boi. Breno fala sobre a ideia do álbum: “o projeto Samba Candango era uma necessidade, uma ideia que tinha de ser concretizada, essa de pensar sobre as raízes do samba brasiliense, que já existe desde a fundação da capital. Esse é um projeto artístico pioneiro, de estudo e de registro sobre a origem desse gênero, que é um aglomerado de ritmos e de regionalidades que migraram para Brasília”. Mestres, mestras e brincantes que são referências no DF foram convidados a participar do projeto trazendo a essência da ancestralidade presente no samba. Entre elas estão Jongo do Cerrado, Mestra Martinha do Coco, Tereza Lopes, Mãe Baiana, Larissa Umaitá, Mestre Gilvan do Vale e Mestra Tamá do tradicional Bumba Meu Boi de Mestre Teodoro. Pensando nessas raízes, Stéffanie Oliveira explica a relação do álbum com a cidade: “além de uma obra artística de altíssima qualidade, o Samba Candango é um registro histórico de referência para nossa jovem cidade. Esse trabalho, tal como foi pensado, é único do gênero e pioneiro no mercado criativo do DF, principalmente, no que se refere à investigação sobre cultura popular e suas origens. Não se trata de só mais um disco de samba, é um marco na história da música candanga”. Serviço: Samba Candango. Lançamento do álbum musical em 30/07: https://tratore.ffm.to/sambacandango. Lançamento do álbum visual em 07/08, às 20h: https://www.youtube.com/channel/UCtgy4kbKo1XbMfMgi-dQyWQ. Site: www.rosadosventosinstituto.com.br.

  • Assis Medeiros lança o single "Luanda", um diálogo do Semba angolano com o Baião e o Carimbó

    Musicada por Assis Medeiros, Luanda se aproxima do Semba angolano e dialoga “às avessas”, brinca Assis, com o Baião e o Carimbó brasileiros. “É uma boa salada do Brasil com Angola carregada de sonoridade dançante”, diz o compositor. O single chega às plataformas digitais dia 20 de agosto acompanhado de videoclipe (ative o lembrete aqui) com imagens e fotos de Adriana Lago e Clarisse Borges, enquanto Daniel Minchoni assina a criação e montagem. Em uma viagem de voos e fumaça no céu da Camboa, bairro de São Luís (MA), à beira do rio Anil, a letra traz palavras e gírias angolanas, como camba (camarada), kabomba (polícia), baldar (mentir), mujimbo (boato), cumbú (dinheiro), boda (festa), bina (bicicleta) e bazeza (palerma). A música brinca com o termo diamba, nome maranhense para maconha, e cita a esquadrilha da fumaça. Uma imagem muito presente na infância de Celso Borges, quando os aviões [da esquadrilha] faziam acrobacias no céu de São Luís. Luanda é a segunda de uma série de três composições que o poeta Celso Borges escreveu depois de contato com obra do escritor angolano Ondyak, cuja literatura é recheada de regionalismos - gírias e expressões locais. Assis Medeiros é produtor musical, compositor e jornalista. Com cinco discos já lançados (Burrodecarga, de 2007; Baiãozinho Nuar, de 2010; Lamina, de2016; Anarquia e Amor, de 2019; e Sertão do meu Amor, de 2021), Assis também produz trilhas sonoras para cinema e teatro. Na TV Senado, ele apresenta o programa Estúdio A, onde entrevista compositores e cantores brasileiros. Seu sexto álbum, de composições autorais e inéditas, está em fase de finalização e será lançado ainda este ano. Celso Borges, poeta e letrista maranhense, autor de 11 livros de poesia, entre eles Persona non grata (1990) e O futuro tem o coração antigo (2013), além dos CDs XXI (2000), Música (2006) e Quase (2010). Fez mais de 100 canções, em parcerias com Zeca Baleiro, Chico César, Criolina, Nosly, Assis Medeiros, entre outros. Flora Lago toca violão e canta desde os 15 anos. Aos 16, participou do seu primeiro festival de música, realizado pelo SESC/DF. A cantora lançou seu álbum de estreia (O tempo dela) em 2020. O EP tem quatro canções e uma forte influência do reggae. Flora Lago tem 25 e participou dos dois últimos trabalhos do compositor Assis Medeiros, os discos Lamina (2015) e Anarquia e amor (2019). Serviço Luanda (single) Lançamento oficial: sexta-feira, 20 de agosto 2021 Onde: em todas as plataformas digitais e no YouTube (ative o lembrete aqui)

  • Banda Reduxe lança novo single

    Mais uma novidade para os amantes da boa música. O grupo Reduxe lança a faixa inédita: Rain. O novo single estará disponível para os fãs em todas as plataformas digitais no próximo dia 22 de julho, a partir da meia noite. Com Fred Ramos no vocal, Lucas Carvalho na guitarra, Adriel Costa no baixo, Amaro Vaz na batera e Joonsantana nos teclados e na produção musical, a banda aposta em um repertório POP com fortes influências de Soul, Funk e RnB. “Estamos muito animados com este lançamento. O single Rain é a realização de um sonho. É uma música autoral para animar a galera que curte nosso som”, afirma Amaro Vaz. Sobre a Reduxe Com pouco mais de um ano, a banda é formada por músicos da capital que apostam na mistura de ritmos variados e que formam uma combinação única. Com influência do POP, Soul, Funk e RnB, a Reduxe não perde a essência da Música Popular Brasileiro. O grupo tem ganhado cada vez mais espaço em Brasília e a larga experiência dos integrantes resulta em uma presença de palco energizante. Lançamento Rain - Banda Reduxe Data: 23 de julho Lançamento em todas as plataformas digitais Pré-save: https://onerpm.link/988566250003

  • Clássico Closet de portas abertas

    Foi em clima descontraído, de comemoração e muitos brindes, que a Clássico Closet abriu as portas da sua primeira loja física em Brasília, na noite da última quinta, 5 de agosto. A inauguração foi marcada pela presença de formadores de opinião, amigos, familiares e clientes da marca, que tem à frente a empresária Suely Martins. O primeiro closet da Clássico fica no coração da capital, no shopping Liberty Mall. O espaço traz um layout parisiense e boiserie nas paredes, assinado pelo arquiteto Mauricio da Matta, conhecido por trabalhos junto a Oscar Niemayer. O coquetel, regado a vinho e espumante, foi embalado pela cantora Célia Rabelo e o guitarrista Cadu Araújo. A loja fica no piso térreo do mall e funciona de segunda a sábado, das 10 às 21h.

  • Marca que reforça o empoderamento feminino lança cápsula de coleção "comfy social"

    A Lumas, marca criada na pandemia que ressalta o empoderamento feminino, vai lançar na próxima quinta-feira (5) uma nova coleção cápsula com peças "comfy social", ou seja: confortáveis e pra serem usadas em qualquer ocasião, sem perder o estilo. A coleção cápsula "Juntas"vai contar com um vestido de moletom nas cores preto e off-white (bege), um camisetão e uma camisa longa com aplicação em silk. As três peças são versáteis e fazem jus ao objetivo da marca. Essa é a terceira coleção cápsula da Lumas. Além de trazer peças femininas, modernas e casuais, a empresa também se preocupa com a sustentabilidade Os produtos buscam a valorização da cultura local e possuem matéria-prima eco-friendly (em inglês, amigo do ambiente). Juntas Juntas, unidas, fortes. A energia da irmandade entre as mulheres foi a responsável pelo novo lançamento da LUMAS. As sócias Fernanda Sales e Yasmin Franklin decidiram se inspirar e criar peças que tivessem conforto e estilo, o que elas geralmente não encontravam nas lojas. "É mágico a gente poder criar peças que sempre sonhamos em usar e simplemente não existiam no mercado. Eu queria muito um vestido de moletom que me esquentasse e fosse confortável sem aqueles casacos cheios de botão e ziper. Com estilo então, para poder sair. Conseguimos isso no nosso vestido", explica Fernanda. Outro sonho das meninas foi a camiseta de manga longa. "Sempre quis poder trabalhar com uma blusa de pijama, mas que tivesse cara de social. Então idealizamos uma peça que pode substituir uma camisa, mas que é super confortável como um pijama", pontua Fernanda. Já a Yasmin explica que a ideia criativa de conceber peças híbridas nessa cápsula é reflexo de que todas as mulheres podem vestir a mesma roupa, independentemente do tamanho, do caimento, da função da peça. "A cápsula JUNTAS representa as nossas lutas, não importando como elas nos vestem, mas lembrando sobretudo que elas nos cabem, nos pertencem. Elas é muito especial para nós porque ela nasceu de um dos pilares da LUMAS, a união feminina. O nome da Cápsula, JUNTAS, é símbolo da nossa força quando estamos unidas nas lutas em favor da equidade de gênero e contra todas as condições que nos fragilizam enquanto mulheres na sociedade", explica a empresária. O que é uma coleção cápsula ? As coleções cápsulas são pequenas coleções, geralmente lançadas entre as grandes coleções. Elas não precisam seguir as épocas do ano e, por isso, contam com peças que variam entre as estações e não possuem qualquer relação com o tema da coleção principal. Uma diferença importante é que as coleções cápsulas disponibilizam uma quantidade menor de peças e normalmente estão relacionadas à alguma tendência de moda do momento. Esse tipo de coleção surgiu da necessidade que as marcas têm de manter os clientes consumindo. Com o lançamento das pequenas coleções, o público encontra uma oportunidade de comprar algo novo com frequência, sempre conectado à tendência atual. Como não interfere na coleção principal, essa também é a chance que as marcas têm de lançar peças com estilos alternativos ou em parceria com estilistas e artistas, por exemplo. Serviço LUMAS Site: lumasfly.com.br Instagram: @lumasfly

  • Funcionários da CEB entram na Justiça para manter vínculo com empresa

    Cerca de 50 empregados pedem na Justiça a manutenção do vínculo com a Companhia Energética de Brasília (CEB), após a empresa ser privatizada. Os funcionários passaram em concurso público em 2009 e desejam a continuidade dos direitos adquiridos. A ação já foi protocolada no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) pelo advogado Max Kolbe, do escritório Kolbe Advogados Associados. Segundo ele, até o momento não existe no Brasil nenhum precedente nesse sentido e ganhar a ação seria um divisor de águas. "Se ganharmos, será uma mudança de paradigma no país beneficiando milhares de empregados prejudicados por uma mudança unilateral em seu contrato de trabalho, muita das vezes, sendo forçado, ou mesmo obrigado, a assinar um programa de demissão voluntária para não ser demitido após a privatização. Foram meses criando essa ação”, disse. A ação trata-se de uma Reclamação Trabalhista com pedido de tutela antecipada que objetiva o reconhecimento da ilegalidade de alteração unilateral de contrato dos trabalhadores. Isso significa que a venda de uma empresa provocou forte instabilidade entre os empregados, inclusive com a perda de direitos como o vínculo empregatício. "É isso que a ação deseja mudar. A venda, por si só, não inviabiliza o reconhecimento de grupo econômico, eis que a atividade empresarial segue em pleno funcionamento e os interesses comuns permanecem”, explica Max Kolbe.

  • Especialista dá dicas para se preparar para o certame do TJDFT

    No último mês, o presidente do TJDF, o desembargador Romeu Gonzaga Neiva, afirmou que a minuta do edital para o Concurso do TJDFT 2021 começaria a ser preparada em breve. Segundo o especialista do IMP Concursos, Sérgio Gaúcho, professor há mais de dez anos das disciplinas de Direito Administrativo, Lei Orgânica do DF e Regimento Interno dos Tribunais, há uma grande necessidade pela realização do concurso e, apesar das dificuldades orçamentárias, percebe-se a intenção da presidência do Tribunal em realizar o concurso o mais rápido possível. Com tantas notícias animadoras para um concurso tão aguardado como o do TJDFT 2021, não dá nem para pensar em esperar o lançamento do edital para iniciar a preparação. Pensando nisso, o professor Sérgio Gaúcho, vai dar algumas dicas infalíveis para quem já vai começar a estudar para o certame. Confira: Em média, antes do edital, quantas horas de estudo são necessárias? A quantidade de horas de estudo varia muito de acordo com cada candidato. O mais importante é a constância. Estudar todos os dias, aproveitar todo o tempo vago, inclusive aos finais de semana e se programar para quando sair o edital, tentar se dedicar exclusivamente aos estudos. Em linhas gerais, quais as matérias o candidato precisa priorizar antes do edital? Para começar, ele deve priorizar aquelas que possui maior dificuldade. No concurso do TJDFT, além das disciplinas consideradas básicas para todos os concursos (Língua Portuguesa, Constitucional, Administrativo e Informática), são exigidos conhecimentos em Civil, Processo Civil, Penal, Processo Penal, Lei de Organização Judiciária, Regimento e Provimento. Portanto, são justamente essas disciplinas que devem ser priorizadas nos estudos. Muita atenção com a legislação específica do Tribunal. Alguns preferem deixar para estudar essa disciplina quando sair o edital, mas, eu acho arriscado, porque o conteúdo é muito extenso. Por fim, é imprescindível que o candidato faça uma análise individual. Não adianta gabaritar uma disciplina e zerar outra. O mais importante é, dentro de cada disciplina, verificar quais são os conteúdos mais relevantes, e, para isso, deve-se buscar orientação com especialista de cada disciplina. Antes do edital, como o candidato deve dividir seu tempo entre as disciplinas que precisa estudar, resolução de exercícios e revisão? Isso depende da quantidade de horas que o candidato possui para estudar. Mas é fundamental que faça resumos, pequenas anotações, as famosas fichas de estudos para poder revisar todo o conteúdo mais próximo da prova. Uma estratégia que eu considero eficiente é estudar a teoria e no mesmo dia fazer alguns exercícios. No dia seguinte, o candidato faz uma revisão rápida do que estudou no dia anterior e assim, sucessivamente. No final de semana, utiliza um turno para revisar o conteúdo estudado. Assim, estará sempre relembrando. Estudo é repetição para memorização! Você aconselha a estudar várias disciplinas ao mesmo tempo ou uma de cada vez? Por que? Se o candidato possui disciplina de estudos, ou seja, tem um horário definido exclusivamente para isso, acho válido estudar mais de uma matéria por dia, fechando o ciclo de estudos por semana. Porém, para aqueles que estudam em horários variados, quando conseguir um tempo vago, acho válido estudar uma disciplina por vez. Assim, o candidato não se frustra, pois, se no dia marcado para determinada matéria surgir um imprevisto, não irá bagunçar todo o planejamento. Estudando uma matéria até esgotar o conteúdo, o candidato usa todo o tempo livre. Venceu aquela disciplina parte para a próxima. Mas repito, tem que haver constância. Não adianta gabaritar uma disciplina e zerar outra. A matéria de regimento interno pode ser um diferencial na aprovação, tanto para o cargo de analista como de técnico? Com certeza, pois costumam ser cobradas várias questões e é um conteúdo muito específico. Mas não é somente o Regimento Interno. O candidato deve estudar as três legislações internas do TJDFT: Lei de Organização, Regimento e Provimento. Como estudar a disciplina antes do lançamento do edital? Se o candidato for estudar sozinho, sem um curso específico, aconselho fazer, primeiramente, uma leitura geral. Depois, estude a composição e organização do Tribunal, em seguida o processo judicial. Não há grandes diferenças no estudo diferenciado por cargo, inclusive, existem algumas questões de Técnico mais difíceis do que de Analista. Quais os pontos mais importantes a serem estudados? Organização e composição do Tribunal e alguns assuntos sobre o processo judicial (distribuição e sessões) e ações específicas. Contudo, o mais importante é que, dentro de cada capítulo, o candidato priorize os conteúdos que costumam ser mais cobrados. Para isso, tem que ser feita uma análise das últimas provas e, se possível, ter orientação com um especialista da disciplina. Estudar legislação sozinho é complicado, porque aquilo que pode parecer um “bicho de sete cabeças”, pode ser solucionado numa rápida explicação técnica. Quais os principais erros que os alunos cometem na hora de estudar a disciplina? Tentar decorar tudo. Achar que tudo é importante. Não fazer exercícios Não revisar.

  • Santé Lago apresenta programação musical para todos os gostos

    A programação musical diversificada já é marca registrada das noites musicais do Santé Lago. Em agosto, nas noites de terça-feira a domingo, o restaurante recebe um artista, DJ ou grupo com variadas referências, desde pop e rock nacional e internacional, música eletrônica e música brasileira. A atmosfera intimista e a paisagem de cartão-postal do Santé Lago, com visão privilegiada da Ponte JK, são ótimos cenários para uma noite com diversão, descontração e de boa trilha sonora. A carta de vinhos e drinques harmoniza perfeitamente com o cardápio contemporâneo criado pelo chef Divino Barbosa. O menu conta também com petiscos exclusivos para o happy hour, além de pratos principais autorais com um tempero especial de referências de diversas partes do mundo, sem perder o sabor característico da nossa culinária. Confira a programação: O pernambucano radicado em Brasília Elton Marques continua a comandar o início da programação do Santé. Todas as terças-feiras, às 18h30, a casa abre a semana com o projeto musical Santé Smooth, com clássicos da música pop e pop rock brasileira e internacional, em voz melódica e inconfundível. Na quarta-feira é a vez do projeto Santé Shuffle, com início às 19h. Em junho, as quartas-feiras recebem duos que aliam instrumental e voz em músicas inesquecíveis da cultura internacional. Na quarta, dia 11, quem canta é Maíra Guedes in duo. No dia 18, Vemares volta aos palcos e Nina Pierre Duo encerra a programação do mês, no dia 25. Às quintas-feiras, para o projeto Santé Voices, é a vez da dupla Joey z & Manu, às 19h30, que se apresenta em voz e teclado, com repertório repleto de jazz, bossa nova e tradicionais músicas da cultura pop nacional e internacional. Já às sextas-feiras, às 20h, o projeto Santé Pop traz Bell Lins in Trio, jovem cantora brasiliense que já teve passagem por programas de música de grandes emissoras nacionais. Seu repertório é recheado do melhor do pop atual e também do tradicional, em canções que vão desde Michael Jackson, Joss Stone, Lenine, Maria Gadú, Dua Lipa e Bee Gees. Sua voz potente e animação embalam a noite mais esperada da semana. Aos sábados, a casa recebe o projeto Santé Convida, com diversidade de estilos. Em agosto, o Santé convida Nina Pierre para o dia 21; Dio Villar e seu O Bando para os dias 14 e 28. Por fim, aos domingos, o pôr-do-sol é a grande paisagem do dia, com o projeto Santé Golden Hour, sempre DJs com música eletrônica de qualidade para embalar o sunset. Neste mês, o Golden Hour se junta ao DJ Marcus Santz às 17h30, para um pôr-do-sol arrebatador encerrando a semana musical do Santé. Santé Lago Setor de clubes Esportivos Sul, Trecho 2 – Orla da Ponte JK Telefone: (61) 2099-2461 Funciona de terça a domingo. Terça, quarta e domingo: das 12h às 23h. Quinta, sexta e sábado, das 12h às 0h. No Instagram: @santelago

  • Louvre Hotels Group – Brazil Regional Centro-Oeste é premiado no GPTW 2021 e lidera setor na região

    Um excelente lugar para trabalhar. Esse foi o reconhecimento recebido pela Louvre Hotels Group – Brazil Regional Centro-Oeste, de acordo com Ranking Melhores Empresas para Trabalhar Great Place to Work (GPTW) Centro-Oeste 2021, promovido em parceria com O Popular e ABRH-GO. A premiação destaca a empresa como 15ª melhor na categoria médias empresas, entre outras de diferentes setores. Com a condecoração, a empresa lidera o segmento de turismo e hotelaria na região. Os hotéis da Louvre Hotels Group – Brazil Regional Centro-Oeste contemplados são: Royal Tulip Brasília Alvorada e Golden Tulip Goiânia Address. O reconhecimento se torna ainda mais significativo, porque, além de a Great Place to Work ser uma consultoria global que apoia organizações a obter melhores resultados por meio de uma cultura de confiança, alto desempenho e inovação, a avaliação foi feita ao longo da conjuntura de pandemia, momento desafiador para os setores hoteleiro e turístico. A premiação engloba pesquisas quantitativas e de práticas culturais e analisa, entre outros aspectos, a camaradagem entre as pessoas e o orgulho que elas têm da sua empresa. Outro ponto de destaque é traduzido em números. Esta é a 11ª edição do ranking Varejo, que contou com 179 empresas inscritas, representando 51.318 funcionários. O resultado foi 55 empresas premiadas, sendo 10 de porte grande, 35 de porte médio e 10 de porte pequeno. “Estar no grupo Melhores Empresas para Trabalhar Great Place to Work (GPTW) Centro-Oeste 2021 projeta os hotéis da rede em âmbito não só regional, mas nacional, com certificado de excelência por meio de escolha de colaboradores, o que é motivo de celebração, principalmente, após um ano tão desafiador, por conta da pandemia. E todo esse reconhecimento nos impulsiona a dedicar cada vez mais ao bem-estar de cada colaborador. Nossa proposta continua sendo proporcionar uma experiência prazerosa a todos que trabalham em nossos hotéis”, ressalta o CEO da rede no Brasil, Paulo Michel. Serviço: Louvre Hotels Group – Brazil Site Institucional: www.louvrehotelsgroup.com.br Redes sociais: @louvrehotelsbr Hotline: (21) 99317-0009 (segunda-feira a sexta-feira, das 9h às 16h30) ou faleconosco@goldentulip.com.br

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